• No se han encontrado resultados

COSTE TOTAL DEL PROYECTO / COÛT TOTAL DU PROJET / CUSTO TOTAL DO PROJECTO

1.138.646 €

AYUDA / AIDE / AJUDA FEDER

853.984,50 €

www.forrisk.efiatlantic.efi.int

Beneficiario Principal Premier Bénéficiaire Beneficiário Principal Beneficiarios Bénéficiaires Beneficiários

El bosque, además de sus funciones económicas reconocidas por todos los actores del medio rural, como el desarrollo del empleo rural y el mercado local de la madera para la transformación o para la energía, presta otros muchos servicios.

En este contexto se identifican múltiples riesgos que deben gestionarse ya que podrán agravarse debido al cambio climático: futuras sequías que favorecen la aparición de organismos patógenos y plagas, así como la propagación de incendios y el riesgo de alteración del viento.

El proyecto FORRISK se centrará así en la gestión de los riesgos en el bosque cuya intensidad se modula en función de las alteraciones climáticas. La historia de los bosques del sur de Europa nos recuerda que para numerosos problemas, no tiene sentido un enfoque solamente nacional. Es decir, los riesgos que se plantean y las respuestas que podemos encontrar pueden ser a nivel técnico o a nivel de la organización de las instituciones. Por esta razón, FORRISK contempla coordinar y poner en red dentro de tres comunidades diferentes a los agentes políticos, los gestores y los científicos, con el fin de conseguir que la gestión de riesgos sea parte integrante en la adopción de decisiones en todos los niveles del sector forestal. Eso permitirá iniciar una plataforma europea sobre los riesgos forestales facilitando recomendaciones e informaciones pertinentes a todos los niveles. Para ello, el proyecto analizará y comparará las herramientas institucionales, los sistemas y organizaciones vinculados a la gestión de riesgos en las regiones objeto de estudio. A continuación, FORRISK desarrollará in situ técnicas de lucha ecológica, genética y silvícola, cuyos resultados serán objeto de guías de buenas prácticas. Las herramientas producidas consistirán en mapas de riesgos a escala regional o subregional, así como modelos informáticos que permitan hacer diagnósticos in situ y modelar la propagación del fomes en los asentamientos de pino marítimo.

De esta forma, los agentes políticos, gestores y científicos tendrán entre sus manos herramientas adaptadas para gestionar diversos riesgos que amenazan el bosque de sus regiones.

La forêt, en plus de ses fonctions économiques reconnues par tous les acteurs du milieu rural tels que le développement de l’emploi rural et le marché local du bois pour la transformation ou pour l’énergie, rend de nombreux autres services.

Cependant, de multiples risques sont identifiables et doivent être gérés dans et pourront éventuellement être aggravés par les changements climatiques: futures sécheresses favorables aux pathogènes et ravageurs ainsi qu’à la propagation des incendies, et le risque de la modification du vent. Le projet FORRISK se focalisera ainsi sur les risques en forêt dont l’intensité est modulée par le changement climatique. L’histoire des forêts du sud de l’Europe nous rappelle que pour de nombreux problèmes, une approche seulement nationale n’a pas de sens. C’est-à-dire, les risques concernés, les réponses à apporter peuvent être soit au niveau technique soit au niveau de l’organisation des institutions. Pour cette raison, FORRISK vise à coordonner et mettre en réseau trois communautés différentes que sont les acteurs politiques, les gestionnaires et les scientifiques, dans le but d’obtenir que la gestion des risques soit partie intégrante des décisions prises à tous les niveaux du secteur forestier. Cela permettra d’initier une plateforme européenne sur les risques forestiers en facilitant des recommandations et des informations pertinentes à tous les niveaux.

Pour y parvenir, le projet analysera et comparera les outils institutionnels, les systèmes et organisations liés à la gestion de risques dans les régions étudiées. Ensuite, FORRISK développera sur le terrain des techniques de lutte écologique, génétique et sylvicole, dont les résultats feront l’objet de guides de bonne pratique. Les outils produits consisteront à des cartes de risques à l’échelle régionale ou subrégionale, ainsi que à des modèles informatiques permettant de faire des diagnostics sur le terrain et de modéliser la propagation du fomès dans les peuplements de pin maritime. Ainsi, décideurs politiques, gestionnaires et scientifiques auront entre leurs mains des outils adaptés à la gestion de nombreux risques menaçant la forêt dans leurs régions.

A floresta, além das suas funções económicas reconhecidas por todos os actores do meio rural, como o desenvolvimento do emprego rural e do mercado local da madeira para transformação ou para energia, fornece vários outros serviços.

No entanto, existem também diversos riscos que devem ser geridos e que poderão eventualmente ser agravados pelas alterações climáticas: eventuais secas favoráveis ao aparecimento de organismos patogénicos e de algumas pragas, à propagação de incêndios, bem como o risco de alteração do vento.

O projecto FORRISK focar-se-á nos riscos para as florestas, cuja intensidade poderá ser modulada em função das alterações climáticas. A história das florestas do sul da Europa lembra-nos que, para numerosos problemas, não faz sentido uma abordagem apenas nacional. Ou seja, os riscos e as respostas podem ser encontradas quer ao nível técnico, quer ao nível da organização das instituições. Por essa razão, FORRISK pretende coordenar e criar uma rede de três comunidades diferentes que são os actores políticos, os gestores e os cientistas com o objectivo de que a gestão de riscos seja parte integrante das decisões tomadas a todos os níveis do sector florestal. Esta circunstância permitirá iniciar uma plataforma europeia sobre os riscos florestais, facilitando as recomendações e as informações pertinentes a todos os níveis.

Para alcançar esse objectivo, o projecto analisará e comparará os instrumentos institucionais, os sistemas e organizações ligados à gestão de riscos nas regiões estudadas. Seguidamente, FORRISK desenvolverá no terreno técnicas de luta ecológica, genética e silvícola, cujos resultados serão objecto de guias de boas práticas. As ferramentas produzidas consistirão em mapas de riscos à escala regional e local, bem como em modelos informáticos que permitam realizar diagnósticos no terreno e modular a propagação do Fomes annosus nas áreas de pinheiro bravo. Deste modo, os decisores políticos, gestores e cientistas terão entre mãos instrumentos adaptados à gestão de diversos riscos que ameaçam a floresta na suas regiões.

SUDOE

www.interreg-sudoe.eu

Interreg IV B