Gestao publica e a competitividade de cidades turisticas: a experiéncia da cidade do Salvador, A

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___. Decreto-lei n.º 641, de 8 de abril de 1947. Extingue a Diretoria de Estatística Administrativa e reorganiza a Diretoria do Arquivo Divulgação e Estatística e dá outras providências.Diário Oficial [da] Câmara Municipal de Salvador, Salvador, 9 abr. 1947. ___. Lei n.º 398, de 30 de junho de 1953. Concede isenção de impostos municipais aos estabelecimentos de hospedagem. Diário Oficial [da] Câmara Municipal de Salvador, Salvador, 1 jul. 1953.

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AEROPORTO Dois de Julho em estado a não merecer o nome.A Tarde, Salvador, p. 4, 3 jan. 1964.

AEROPORTO continua abandonado.A Tarde, Salvador, p. 4, 27 jan. 1960. AEROVIAS Brasil S/A.A Tarde, Salvador, p. 1, 12 jan. 1950.

AJUDA da ONU para conservação do patrimônio histórico baiano.A Tarde, Salvador, p. 3, 9 jan. 1968.

AMANHÃ no porto um dos maiores navios do mundo.A Tarde, Salvador, p. 3, 31 jan. 1955. O “ANDES” escalará mensalmente na Bahia: os transatlânticos do mês.A Tarde, Salvador, p. 2, 13 jan. 1953.

ARAGÃO, P. Petrolina Aragão: depoimento [maio 2001]. Entrevistador: Lúcia Maria Aquino de Queiroz. Salvador: [s.n.], 2001.

ARRENDADO Hotel da Bahia.A Tarde,Salvador, p. 3, 29 jul. 1950.

O ARRENDAMENTO do Hotel da Bahia.A Tarde, Salvador, p. 2, 23 jan. 1952. ATRACARÁ amanhã o “Alcântara”.A Tarde, Salvador, p. 2, 8 jan. 1952.

ATRAINDO turistas: propaganda objetiva da prefeitura.A Tarde, Salvador, p. 2, 3 jan. 1953. AUMENTO das passagens e diminuição de passageiros. A Tarde, Salvador, p. 16, 16 jan. 1965.

AVIÕES a jato na linha Salvador-Rio.A Tarde, Salvador, p. 10, 14 jan. 1953.

BAHIA colorida e autêntica no “Senhor dos Navegantes”.A Tarde, Salvador, p. 9, 26-27 jan. 1963.

A BAHIA será esquecida?A Tarde, Salvador, p. 3, 26 maio 1958.

A BAHIA será motivo para propaganda turística.A Tarde, Salvador, p. 3, 11 jan. 1960. ADMINISTRAR SALVADOR é um grande desafio.A Tarde, Salvador, p. 5, 31 out. 2004 BAHIANA agora só de bata e saia rendada.A Tarde, Salvador, p. 3, 26 jan. 1965.

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BANDEIRA, Cláudio. Plano Diretor sem transparência. Entidades interessadas em urbanismo e meio ambiente se juntam a especialistas para condenar leis já sancionadas. A Tarde, Caderno Local, 18 jul. 2004, p. 3.

O BANHO à fantasia no Rio Vermelho.A Tarde, Salvador, p. 1, 31 jan. 1950.

UM BILHÃO de cruzeiros para recuperar Rio-Bahia.A Tarde, Salvador, p. 4, 6 fev. 1964. BOCHICCHIO, Regina. Povo de Sauípe toca o Berimbau. Comunidade se organiza e define prioridades no projeto criado por complexo hoteleiro como contrapartida social. Salvador:A Tarde, Caderno Local, Salvador, p. 9, 14 nov. 2004.

BORGES, Jafé. Hotéis de turismo.A Tarde, Salvador, p. 9, 9 jan. 1961.

BRASIL país do turismo: o carnaval carioca atrai milhares de visitantes.A Tarde, Salvador, p. 1, 13 jan. 1953.

CABO San Vicente traz turistas da Bahia.A Tarde, Salvador, p. 3, 5 jan. 1960. CAPITAL e turismo.A Tarde, Salvador, p. 6, 8 jan. 1966.

CARESTIA prejudica turismo.A Tarde, Salvador, p. 3, 10 jan. 1966.

CARNAVAL: a folia será boa, talvez ótima, porque o prefeito está disposto: isso afinal de contas, é o que interessa.A Tarde, Salvador, p. 2, 20 jan. 1955.

CARNAVAL bahiano de 1950.A Tarde, Salvador, p. 1, 23 jan. 1950.

CARNAVAL: conhecida relação dos blocos que vão desfilar no carnaval.A Tarde, Salvador, p. 8, 22 jan. 1970.

CARNAVAL: faltam menos de 40 dias para o reinado da folia.A Tarde, Salvador, p. 10, 16 jan. 1952.

CARNAVAL: já regulamentado concurso de decoração dos clubes sociais. A Tarde, Salvador, p. 15, 25 jan. 1969.

CARNAVAL: quem não chora, deixa de mamar: mas não é preciso que se urre: basta pedir ao prefeito.A Tarde, Salvador, p. 10, 17 jan. 1955.

CARNAVAL: regulamentados concursos promovidos pela SUTURSA.A Tarde, Salvador, p. 13, 28 jan. 1970.

CARNAVAL: SUTURSA premiará grandes clubes.A Tarde, Salvador, p. 12, 24 jan. 1966. CARNAVAL: SUTURSA prepara decoração.A Tarde, Salvador, p. 2, 29 jan. 1965.

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CARNAVAL: Yemanjá reinará sábado no Português.A Tarde, Salvador, p. 8, 29 jan. 1970. CARNEIRO, Mariana. Bahia espera manter a posição de maior captadora de recursos.Gazeta Mercantil, Salvador, p. 4, 7 mar. 2002.

___. Costa do Sauípe projeta faturamento de R$ 110 milhões no primeiro ano. Gazeta Mercantil, Salvador, 20 jun. 2001. Gazeta da Bahia, p. 1.

___. Desenbanco quer atrair grupos internacionais. Gazeta Mercantil, Salvador, 15 mar. 2001. Gazeta da Bahia.

___. Grupo Português Pestana investe R$ 40 milhões para abrir Hotel Carlton. Gazeta Mercantil, Salvador, 19 jun. 2001. Gazeta da Bahia, p. 1.

___. Turismo cresce e atrai novos empreendimentos.Gazeta Mercantil, Salvador, 29 mar. 2001. Gazeta da Bahia, p. 9.

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CARVALHO, M. S.Marina Sá de Carvalho:depoimento [abr. 2001]. Entrevistador: Lúcia Maria Aquino de Queiroz. Salvador: [s.n.], 2001.

CASTRO, M.Manoel Castro:depoimento [jun. 2001]. Entrevistador: Lúcia Maria Aquino de Queiroz. Salvador: [s.n.], 2001.

CEM km: pavimentados na Rio-Bahia apesar das chuvas. A Tarde, Salvador, p. 8, 3 jan. 1963.

CENTO e vinte turistas do sul do país virão à Bahia.A Tarde, Salvador, p. 5, 31 jan. 1963. CENTRO folclórico já funciona e turistas viram a inauguração.A Tarde, Salvador, p. 3, 2 jan. 1970.

CHEGOU o primeiro dos nove navios da Companhia Bahiana de Navegação. A Tarde, Salvador, p. 2, 24 dez. 1960.

CHUVAS amedrontaram muitos turistas.A Tarde, Salvador, p. 13, 12 jan. 1964.

CIDADE cheia de turistas, mas sem hotéis para hospedá-los.A Tarde, Salvador, p. 3, 15 jan. 1970.

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CIDADE maltratada.A Tarde, Salvador, p. 4, 24 dez. 1965.

CIDADE recebe turistas como nunca e é difícil hospedagem.A Tarde, Salvador, p. 2, 19 jan. 1970.

COM a colaboração de “A Tarde”, festa do Rio Vermelho voltará aos velhos tempos. A Tarde, Salvador, p. 2, 19 jan. 1961.

AS COMEMORAÇÕES de 7 de janeiro em Itaparica.A Tarde, Salvador, p. 2, 8 jan. 1952. CONCURSO de músicas carnavalescas.A Tarde, Salvador, p. 2, 29 jan. 1962.

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CONCURSO de presépios: já foram inscritos sete.A Tarde, Salvador, p. 2, 11 dez. 1965. CONDE, L.Linda Conde: depoimento [maio 2001]. Entrevistador: Lúcia Maria Aquino de Queiroz. Salvador: [s.n.], 2001.

CONSELHO de Turismo consegue sua primeira vitória: aeroporto.A Tarde, Salvador, p. 5, 15 jul. 1960.

CONSELHO de Turismo vai mover ação contra “invasores”.A Tarde, Salvador, p. 3, 18 jan. 1962.

COQUETEL para turistas.A Tarde, Salvador, p. 6, 10 jan. 1964.

CPE é instrumento decisivos para a ação do Governo Lomanto.A Tarde, Salvador, p. 2, 2 jan. 1964.

CRÍTICAS ao Superintendente do Turismo.A Tarde, Salvador, p. 3, 16 jan. 1966. CURSO intensivo para guias turísticos.A Tarde, Salvador, p. 3, 4 set. 1969. DECEPÇÃO dos turistas.A TardeSalvador, p. 3, 18 jan. 1952.

DEPARTAMENTO de Turismo elaborou o programa para os festejos populares de Reis. A Tarde, Salvador, p. 3, 3 jan. 1962.

DEPARTAMENTO de Turismo respeita os candomblés. A Tarde, Salvador, p. 4, 1 dez. 1960.

DIQUE abandonado.A Tarde, Salvador, p. 5, 9 fev. 1960.

DUMÊT, E. M. B. Eliana Maria Bittencourt Dumêt: depoimento [jun. 2001]. Entrevistador: Lúcia Maria Aquino de Queiroz. Salvador: [s.n.], 2001.

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EM Salvador o Congresso dos Professores Particulares.A Tarde, Salvador, p. 3, 3 jan. 1964. EM viagem de turismo até Manaus: chegou ontem o Pedro II com mais de 200 excursionistas.

A Tarde, Salvador, p. 2, 9 jan. 1953.

ENTREVISTA ao Superintendente do Turismo.A Tarde, Salvador, p. 6, 17 jan. 1966. ESCOLA de intérpretes funcionará este ano e formará guias de turismo.A Tarde, Salvador, p. 2, 26 jan. 1953.

ESPERADO amanhã o “Provence” que receberá 81 passageiros.A Tarde, Salvador, p. 2, 2 jul. 1960.

UMA ESTRADA para Abaeté.A Tarde, Salvador, p. 2, 28 jan. 1950.

ESTUDANTES gaúchos em visita à Bahia.A Tarde, Salvador, p. 2, 26 jan. 1953. EXCURSÃO à Europa.A Tarde, Salvador, p. 4, 14 jan. 1955.

EXCURSÃO Bahtur para assistir carnaval.A Tarde, Salvador, p. 1, 4 fev. 1950. EXCURSÕES turísticas.A Tarde, Salvador, p. 7, 7 fev. 1964.

A EXPLORAÇÃO do Hotel da Bahia.A Tarde, Salvador, p. 3, 23 dez. 1950. A EXPLOSÃO do turismo.Exame, São Paulo, p. 42-46, mar. 2001.

FERRY-BOAT Salvador Itaparica começa a operar no próximo ano.A Tarde, Salvador, p. 3, 10 jan. 1968.

FESTA de Yemanjá.A Tarde, Salvador, p. 3, 15 jan. 1970.

AS FESTAS do Rio Vermelho.A Tarde, Salvador, p. 2, 23 jan. 1954. OS FESTEJOS de Itaparica.A Tarde, Salvador, p. 2, 10 jan. 1955.

FLAGRANTES de cidade: continua às escuras.A Tarde, Salvador, p. 4, 28 jan. 1955. FÓRMULA européia para a preservação do patrimônio histórico e arquitetônico.A Tarde, Salvador, p. 3, 1 jul. 1960.

FUNDAÇÃO transformará Pelourinho em Centro de Turismo e Cultura.A Tarde, Salvador, p. 3, 5 jan. 1968.

GALBRAITH, John Kenneth. Ainda no ataque. Entrevista a Carlos Graieb. Veja. 15 de dezembro de 2004, p. 15. Editora Abril, edição 1884, ano 37, n. 50. p. 11-15.

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GOVERNADOR inicia a estrada BR-242 que irá até Brasília.A Tarde, Salvador, p. 3, 3 jan. 1968.

GRANDE Hotel em Paulo Afonso para turismo.A Tarde, Salvador, p. 3, 26 jan. 1968. GRANDE movimento do aeroporto de Ipitanga.A Tarde, Salvador, p. 2, 12 jan. 1963. O GUARANI reabriu com um espetáculo de gala.A Tarde, Salvador, p. 2, 11 jan. 1955. GUIAS turísticos: as perspectivas do turismo tendem a melhorar para a Bahia. A Tarde, Salvador, p. 3, 13 jan. 1950.

HOJE no porto o “Ana C”.A Tarde, Salvador, p. 2, 14 jan. 1953. HOTÉIS cheios no carnaval.A Tarde, Salvador, p. 3, 20 jan. 1964.

OS HOTÉIS da Bahia, Cipó e Itaparica: uma empresa turística quer explorá-los.A Tarde, Salvador, p. 3, 11 jan. 1952.

O HOTEL da Bahia.A Tarde, Salvador, p. 1, 3 jan. 1950. ______.A Tarde, Salvador, p. 3, 18 dez. 1950.

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HOTEL da Bahia funcionará até o fim do ano.A Tarde, Salvador, p. 3, 17 jul. 1950. HOTEL da Bahia mais belo dentro de seis meses.A Tarde, Salvador, p. 2, 6 jan. 1964. HOTEL servirá a toda cidade.A Tarde, Salvador, p. 3, 13 dez. 1950.

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INDÚSTRIA aponta turismo como fonte de recursos.A Tarde, Salvador, p. 14, 21 jul. 1960. O JANDAIA inaugurou nova aparelhagem.A Tarde, Salvador, p. 2, 18 jan. 1955.

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NOVA rodovia levará baianos à Guanabara dentro de um ano.A Tarde, Salvador, p. 3, 8 jan. 1970.

NOVOS transatlânticos aportarão regularmente na Bahia: o “Andes” e o “Bretagne” tocarão uma vez por mês neste porto.A Tarde, Salvador, p. 2, 15 jan. 1953.

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A PREFEITURA quer que a folia seja excelente.A Tarde, Salvador, p. 10, 21 jan. 1953. PREFEITURA tem 30 milhões para ornamentação e auxílios: SUTURSA. A Tarde, Salvador, p. 3, 26 jan. 1965.

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QUATRO Rodas: rodovia Rio-Bahia e as novas atrações turísticas.A Tarde, Salvador, p. 7, 13 jan. 1961.

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SALVADOR deve tratar os turistas com mais atenção.A Tarde, Salvador, p. 2, 29 jan. 1970. SALVADOR não terá ornamentação para carnaval: falta de dinheiro.A Tarde, Salvador, p. 3, 25 jan. 1966.

SALVADOR-Rio-São Paulo em linha direta.A Tarde, Salvador, p. 10, 25 jan. 1952. SALVADOR será sede de Congresso de Hotéis.A Tarde, Salvador, p.4, 23 jan. 1963. SALVADOR será sede do próximo Congresso Internacional de Aero-moças. A Tarde, Salvador, p. 3, 8 abr. 1961

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O SANTO Módico mostrará à Europa as belezas da Bahia.A Tarde, Salvador, p. 7, 9 jan. 1962.

SEGUIU para Europa o “Alcântara” cheio de turistas argentinos: desembarcaram nessa capital mais de duzentos passageiros.A Tarde, Salvador, p. 2, 8 jan. 1953.

SEGUIU para o Sul o “Serpa Pinto” e atracou o “Bretagne”.A Tarde, Salvador, p. 2, 22 jan. 1953.

SEISCENTOS turistas americanos chegam amanhã na Bahia.A Tarde, Salvador, p. 3, 7 jan. 1964.

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SUPERINTENDENTE do turismo: “o carnaval deste ano será o melhor de todos os tempos.”

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SUTURSA falhou e ano novo veio sem festas.A Tarde, Salvador, p. 2, 4 jan. 1965.

SUTURSA não sabe como se desenvolveu turismo em 1965.A Tarde, Salvador, p. 2, 3 dez. 1965.

TARQUÍNIO, L.E.Luiz Eugênio Tarquínio:depoimento [maio 2001]. Entrevistador: Lúcia Maria Aquino de Queiroz. Salvador: [s.n.], 2001.

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TERNOS e ranchos na Festa de Reis.A Tarde, Salvador, p. 3, 5 jan. 1965.

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OS TRANSATLÂNTICOS que passarão este mês pela Bahia.A Tarde, Salvador, p. 2, 5 jan. 1953.

TRANSPORTE aéreos Salvador.A Tarde, Salvador, p. 2, 8 jan. 1952. TRANSPORTE para o interior.A Tarde, Salvador, p. 8, 8 jan. 1953.

O TRANSPORTE para as ilhas: esclarecimentos do diretor da CNB.A Tarde, Salvador, p. 2, 3 jan. 1953.

OS TRENS Bahia-Rio.A Tarde, Salvador, p. 3, 5 dez. 1950.

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TRIOS elétricos no carnaval de 64.A Tarde, Salvador, p. 11, 24 jan. 1964. TURISMO atarefado.A Tarde, Salvador, p. 10, 19 jan. 1963.

TURISMO, barracas e a Baixa dos Sapateiros.A Tarde, Salvador, p. 4, 22 jul. 1960. TURISMO compensador.A Tarde, Salvador, p. 3, 7 jan. 1954.

TURISMO é fonte de renda que precisa ser explorada.A Tarde, Salvador, p. 8, 20 fev. 1964. TURISMO e tradição.A Tarde, Salvador, p. 4, 20 jan. 1964.

TURISMO fará exposição de estandartes e motivos carnavalescos.A Tarde, Salvador, p. 12, 27 jan. 1962.

TURISMO inverso.A Tarde, Salvador, p. 5, 13 dez. 1960.

TURISMO lançará hoje cartões sobre a Bahia.A Tarde, Salvador, p. 2, 6 jan. 1964. TURISMO na Bahia.A Tarde, Salvador, p. 5, 5 jan. 1965.

TURISMO no recôncavo é meta do Governo e da UFBA. A Tarde, Salvador, p. 2, 16 jan. 1970.

TURISMO: Porto Seguro: berço do Brasil.A Tarde, Salvador, p. 6, 23 jan. 1964.

TURISMO reúne-se com lojistas para tratar do carnaval. A Tarde, Salvador, p. 2, 26 jan. 1963.

TURISMO será acelerado.A Tarde, Salvador, p. 4, 23 jan. 1970. TURISTAS ao relento.A Tarde, Salvador, p. 4, 21 jan. 1970.

TURISTAS do “Rotterdam” foram recebidos com música.A Tarde, Salvador, p. 3, 12 fev. 1960.

TURISTAS do “Rotterdam” merecem atenções espaciais da prefeitura.A Tarde, Salvador, p. 4, 21 jan. 1960.

TURISTAS norte-americanos e europeus divertem-se na festa da Ribeira.A Tarde, Salvador, p. 3, 18 jan. 1960.

VAI ser inaugurado o Hotel de Itaparica.A Tarde, Salvador, p. 2, 21 jan. 1953.

VECIANA, Xavier. Bahia está dando aulas de turismo.O Estado de São Paulo, São Paulo, 30 jan. 2001. Viagem, p.2.

VELHO Mercado Modelo será demolido quando o novo estiver construído. A Tarde

(32)

A VENDA do Hotel Excelsior.A Tarde, Salvador, p. 2, 2 jan. 1964. VERBA para o aeroporto de Salvador.A Tarde, Salvador, p. 1, 3 jan. 1964.

VINTE e oito mil oitocentos e oitenta e quatro pessoas hospedaram-se em Salvador no ano passado.A Tarde, Salvador, p. 4, 23 jan. 1960.

VISITARAM o Museu de Arte Sacra 34.544 pessoas.A Tarde, Salvador, p. 5, 9 jan. 1961. VISITAS à “Casa de Ruy Barbosa”.A Tarde, Salvador, p. 3, 4 jul. 1950.

(33)

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nesta parte final buscar-se-á resgatar os problemas e as hipóteses apresentados e confrontá-los com os resultados dos estudos teóricos e das pesquisas empreendidas, procurando responder às indagações centrais e, ao mesmo tempo, ratificar os pressupostos que nortearam a construção e o desenvolvimento desta tese.

Resgate dos problemas centrais e das hipóteses construídas

Esta tese teve por desafio analisar a gestão pública de cidades turísticas, tomando como referencial Salvador, capital do Estado da Bahia. De modo a se obter um maior aprofundamento no tema objeto de estudo buscou-se responder a duas questões centrais:

• Qual a importância da gestão pública no desenvolvimento turístico da cidade do

Salvador e de que forma esta gestão pode contribuir para que turismo possa vir a aportar positivamente para o alcance de novos padrões de desenvolvimento local?

• Qual a forma de gestão do turismo mais adequada a que a cidade do Salvador alcance

uma maior competitividade turística?

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também que o turismo possa vir a contribuir, de modo mais intenso, para o desenvolvimento local.

As hipóteses secundárias, por sua vez, estão pautadas nas seguintes argumentações: os problemas enfrentados pelo turismo baiano e, em decorrência, pelas cidades turísticas do Estado, como Salvador, não estão atrelados exclusivamente à forma de gestão do turismo local, entretanto, a gestão exerce um papel fundamental no desempenho da atividade; o Sistema Institucional Público do Turismo Baiano, ao longo da sua história, atravessou fases diferenciadas, entretanto, desde a sua implantação, revelou-se enquanto elemento central na composição do Sistema Turístico Estadual e, portanto, fundamental ao desempenho do turismo da Bahia e da cidade do Salvador; o modo de atuação do Estado no turismo baiano, ao longo da história – exercendo o controle do planejamento, da gestão e da execução das ações direcionadas ao turismo e, até mesmo, atuando enquanto interventor direto – dificulta o rompimento da dependência estabelecida pelo setor privado e a introdução das mudanças hoje requeridas, e necessárias, nas formas de gestão turística adotadas, de modo a que o turismo de Salvador possa vir a alcançar uma maior competitividade.

Os questionamentos e as hipóteses levantadas nesta tese foram sendo respondidos gradualmente ao longo dos capítulos apresentados, havendo uma maior preocupação com a compreensão integral do objeto de análise, do que em se procurar responder, isoladamente, aos problemas apontados ou confirmar, individualmente, cada uma das hipóteses traçadas. Esses processos foram, assim, realizados à medida que a investigação do objeto central -análise da gestão pública e da competitividade das cidades turísticas, à luz da experiência da cidade do Salvador - ia se desenvolvendo.

Aportes das investigações teóricas na compreensão das articulações entre

turismo, competitividade, políticas públicas e desenvolvimento

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dois primeiros capítulos, os conceitos de competitividade e desenvolvimento e as suas articulações com o turismo. Nestes, observou-se que são inúmeras as dificuldades que hoje se apresentam para que centros urbanos e turísticos, situados em países em desenvolvimento, como Salvador, possam alcançar padrões mais elevados de competitividade no mercado mundial de cidades turísticas, principalmente quando se almeja a que esta competitividade esteja atrelada, não exclusivamente, ao incremento econômico do turismo, mas, também, à obtenção de novos padrões de desenvolvimento local.

A questão da competitividade, que atingiu uma maior notoriedade com o acirrar da globalização e da concorrência em escala planetária, passando a ser um desafio para os mais diversos segmentos econômicos e também para os centros urbanos, adquire nestes últimos, sobretudo se estes assumem, adicionalmente, a condição de cidades turísticas, um caráter peculiar e complexo, dificilmente elucidado com o respaldo exclusivo de teorias microeconômicas que buscam explicar este fenômeno, como a elaborada por Porter. Entretanto, se no modelo microeconômico de Porter, pautado na ideologia neoliberal, tendo por finalidade o incremento econômico-financeiro, o Estado não está inserido dentre as cinco forças da competitividade, apesar de ser visto enquanto uma “variável adicional”, capaz de influenciar o sistema e interferir na competitividade, na análise empreendida no âmbito desta tese, com base nas teorias do desenvolvimento, da competitividade e, não exclusivamente, da porteriana, nos estudos sobre a questão urbana, o desenvolvimento local e o turismo, bem como nos modelos de desenvolvimento turístico e, em especial, naqueles que abordam este fenômeno nos centros urbanos, as políticas públicas foram evidenciadas enquanto um dos elementos centrais para a competitividade das cidades turísticas. Esta percepção, ainda que não restrita ao turismo de Salvador, já reforça a idéia, defendida por uma das hipóteses, de que a gestão exerce, de fato, um papel fundamental no desempenho da atividade turística.

(36)

dos demais elementos que compõem o sistema turístico1 no alcance da pretendida competitividade, sobretudo se esta estiver atrelada à preocupação com o desenvolvimento local, como aqui defendido, e nem tampouco, na ignorância dos fatores externos ao centro urbano e sobre os quais o poder de interferência de grande parte destes torna-se restrito, como os movimentos procedentes da economia nacional e internacional, a influência do modismo no comportamento da demanda pelos espaços turísticos, os interesses das operadoras de turismo, das companhias áreas, as intempéries climáticas, dentre outros.

O resgate do Sistema Institucional Público do Turismo Baiano como fonte

de elucidação dos problemas e de confirmação das hipóteses

Em continuidade à busca pela elucidação da importância da gestão pública para o desempenho do turismo, mas, também, da forma de gestão mais adequada à atividade turística em um espaço urbano específico, a Capital baiana, partiu-se para uma análise, já não mais de cunho puramente teórico, porém, referendada em uma experiência concreta. Procurou-se, assim, reconstituir a evolução do Sistema Institucional Público do Turismo Baiano, tarefa realizada com base em entrevistas diretas com informantes qualificados e em pesquisa embasada em documentos oficiais, tendo-se detectado, dentre outros pontos elucidados, uma ampla e decisiva participação do poder público estadual neste sistema, desde a fase inicial da sua constituição, até o momento atual.

Retrocedendo ao momento inicial de construção das hipóteses e da definição dos problemas centrais, deve-se registrar que, a já presente percepção da importância da gestão pública para a competitividade turística baiana e da relevância alcançada pelo sistema institucional público no processo evolutivo do turismo da Bahia e da sua Capital, sobretudo no que toca as decisões e definições da política estadual de turismo, foi determinante para a escolha deste último enquanto elemento sistêmico central a ser investigado nesta tese, o que não significa que no seu desenvolvimento se tenha reduzido ou ignorado, como dito anteriormente, a importância das demais partes que compõem o sistema turístico estadual. Tendo-se definido a gestão pública como objeto central de análise, a busca pela resposta à

1Conforme Vera Rebollo –ccord.- (1997, p. 39-41) podem-se distinguir ao menos quatro elementos ou partes que compõem

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FIGURA 65Fórum Estadual de Turismo X Conselhos de Turismo dos Pólos Baianos

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FIGURA 66Instâncias de Governança Regional e Estadual

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FIGURA 67Articulação entre as Instâncias de Governança Estadual e Regional

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FIGURA 84Conhecimento do Conselho do Pólo Salvador e Entorno (PSE) - em %

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FIGURA 55Regiões turísticas da Bahia – proposta de ampliação

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turísticas da Bahia – proposta de ampliação p.173
FIGURA 57Princípios da estratégia de desenvolvimento do turismo do Pólo Salvador e Entorno (PSE)

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da estratégia de desenvolvimento do turismo do Pólo Salvador e Entorno (PSE) p.190
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FIGURA 59Modelo de um sistema de gestão da qualidade baseado em processo

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FIGURA 35Local de residência dos Chefes de Domicílio sem rendimento ou com renda até 2 Salários

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FIGURA 36Local de residência dos Chefes de Domicílio com renda entre 2 a 5 Salários Mínimos, no

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FIGURA 41Atrativos efetivos por categoria (total) – Baía de Todos os Santos (BTS)

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Referencias

Actualización...