A CAEO: FECHA DE INICIO: FECHA DE

12 

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Texto completo

(1)

P R O

Y

E C

T

O F I N A L NOMBRE :

TEL. PARTICULAR: MATRICULA:

CLAVE : TR IhlESTRE : CARRERA :

HOkAS SEMANA: LUGAR DONDE SE

.LEVARA A CAEO:

FECHA DE INICIO: FECHA DE

TERMINACIO: TUTOR EXTERNO: PUESTO:

ADSCRIPCION: TITüLO

DE

LA ACT I V I DAD :

ESP

I NOZA

8 5 5 4 5 8 2 3 4 0 8 5 0 2 3 . 1 4 . 4 0 8 9 - I

HUERTA 0L.IVERIA AGUSTINA

/

7

89

Bl OLOGI A /‘ 2 0 HORAS

DEPARTAMENTO

DE

FITOPATOLOGIA Y KEMATOLOGIA. DIRECCION GENERAL DE SANILAD

Y

PROTECCION AGROPECUARIA FORESTAL. SARH.

1’ DE ABRIL DE 1 9 8 9 1’ DE OCTUBRE DE 1 9 8 9

E I OLOGA

.

/

ELOINA MARTINEZ MENDOZA

,íP-$g4Wfl4&

<

-.

FIRMA

DEI!

TUTOR

ENCARGADA DEL

AREA

DE VIROLOGIA D.G.S.

Y

P.A.F. SARH

DIAGNOSTICO PARA LA DETECCION DE ENFERMEDADES VIRALES, EN PLANTAS

DE

EXPORTAC 1 ON E I MPORTAC I ON.

,

(2)

México, 2 de Octubre de 1 9 8 9

ASUNT0:solicitud de prorroga para entregar el

proyecto final.

M.C. ARTURO PRECIADO LOPEZ SRIO. ACADEMIC0 DE LA DCBS UAM-IZTAPALAPA

PRESENTE:

Por-medio de este conducto la C . OLIVERIA AGUSTINA ESPINOZA HUERTA. egresada d e ésta institución educativa, de la

carrera de Biología y con matrícula 82340850 se dirige a usted, con el objeto de solicitar una prorroga para entregar el proyecto

final.

El

servicio social fue realizado durante el periodo

establecido, pero debido a cuestiones personales y económicas me vi obligada a suspender el manuscrito. Por tal motivo solicitó a usted me conceda una prorroga de 4 meses más. a partir de esta fecha y poder concluir con dicho requisitó.

Agradesco la atención que sirva otorgar a la presente.

A T E N - T A M E N T E

(3)

SECRETARIA DE AGRICULTURA

Y RECURSOS HIDRAULICOS

DIREC.

G.'NL. DE SAiiIDAD VEGETAL dIR2C. dZ 1IJTEC;. YREG. FIT3S.&JIT. SUi3DIX¿CCION^DE APOY3S OPEXATIVOS. ~

D ~ ~ X R E W K G CAFJACITiAC1O;J Y DIVüLGACiGh: !

NUMERO DEL OFICIO

-

EXPEDIENTE

1

12092

5 1 2 . o 1

.oz.

0 2 .

A S U N T O : I n f o r x e Terminación d e S e r v i c i o - S o c i a i .

;:éxic3, D.F., octuDre 2 0 de 1 9 3 9

C . L I C . 5AVIER PEREZ LAND?.ID

DE LA DIEEC. G X L . DE AD,I@IN DE PEXSOiJAL Sü3Di:ECTOr, DE EVALíIACION DE PE2SONAL

A t ' n . :

C .

GORSE SUAEZ H X E 2 ? 4

J e f e d e l 3ei)to. d e C a p t a c i ó n -

i n t e r n a .

.~

,.:e 9er;nito c o n u n i c a r a u s t e d que l a C . O L I V E X A AGUS'i'IiiA ESPIiiOiA

nuzaT<\, con No. de m a t r í c u l a 32540850, ? a s a n t e de l a - c a r r e r a d e

B i o l o z í a d e iJ.A.i.1. I z t a p a l a p a , c u q l i ó s a t i s l a c t o r i a s e n t e con l o s r e q u i s i t o s oue e l s e r v i c i o s o c i a l e s t a b l e c e , c u b r i e n d o un t o t a l

-

de 4 3 0 horac' d u r a n t e e l p e r i o d o d e l 1 0 de a b r i l a l 1 0 6 e o c t u b r e

¿ !

e 1929, e n e l arograma "Fomento a l a Production y a i a 1;roductivi dad A g r o p e c u a r i a y F o r e s t e l " , d i r e c c i ó n T e c n i c a - F i t o p a t c l o g i a y

X e n a t o l o s i a de e s t a D i r e c c i ó n General b a j o l a s u p e r v i s i ó n de l a

- -

:.:.C. Lüura G l a d y s X i e t o Alonso.

m

o =

c o o c . c . ? . - C . D i r e c t o r G e n e r a l de San. Vez.- C d i l .

m i ü

Y W Y + a C . D i r e c t o r d e I n t e g . y :tez. Fit0s.- Edis". L Z 3

<O'? C . D i r e c t o r T é c n i c o . - c d i f .

tu.8

U O I < z C . Coordinador de C a p a c i t a c i ó n . - Edi2.

A m a C . i n t e r e s a d a ,

'O9

C . Coordinaaor A d n i n i s t r a t i v o . - E d i f . C . Jei'e d e l 3 e p t o . Ca9.y D i v . - E d i f .

Arciiivo de l a Subiiirec. de Apoyos 3 p e r . - E d i f .

t u

u 0

. .

(4)

ASUNTO: Informe terminación de Servicio Social.

Mexico, D.F., octubre 20 de 1989

M.C. ARTURO PRECIADO LOPEZ

SRIO. ACADEMIC0

DE

LA DCBS

UAM-IZTAPALAPA PRESENTE :

Me permito informar a usted que la C. OLIVEHIA AGUSTINA ESPI- NOZA HUERTA, con matrícula 82340850, Pasante de la carrera de Bio- logía de U.A.M. Iztapaiapa. cumplió satisfactoriamente su servicio social, cubriendo un total d e 480 horas durante el período 1’ de abril al l o de octubre de 1989. auxiliando en las siguientes acti- vidades; verificación de la sanidad del material de exportación e importación mediante el empleo de técnicas de laboratorio e inver- nadero; inoculación mecánica y preparaciones del material de inver nadero para observar al microscopio óptico.

A T E N T A M E N T E

(5)

DIAGNOSTICO PARA LA DETECCION DE ENFtKMEDADES VIRALES,

t U Pl.AN1AI: DE EXPORTACIOh! E I M F O N A C I O N

INTRDDUCCION:

Los v i r u s sun p a r a s i t o s o b l i g a d o s en huespedes y t e j i d o s espe-

c i f i c o s . s e c a r a c t e r i z a n p o r su tamario u l r r a r n i c r o s c ó p i . ~ ~ . p o r su

m o l t i p i i c a c i o n i n t r a c e l u l a ~ . su c o m p o s i c i ó n n u c l e o p r o t e í c a y p o r q u e n o han s i d o c u l t j v a d o s en u11 m e d i o l i b r e de c e i i i l a s . S e p r e s e n t a i i

en t r e s íornias: v a r r i l l a , p o i i é d r i c a s Y b a c i l i f o r m e s . C a r e c e n de

m e d i o s p ~ o p i c i o s d e p r o p a g a c i ó n por l o que s e requiere d e i c o i ~ c u r s o

de l o s l l a f f i a d o s a g e n t e s v e c t o r e s . (SARH)

La a f i r i i d a d e n t r e e l v i r u s ?; su h o s p e d a n l e e s muy i n t i m a por

l o q u e ha s i d n i m p o s i b l e e n c o n t r a r un p r o c e d i m i e n t o capaz d e a e s - t r u i r a l o s x - i r u s s i n tles;ruir l o s t e j i d o s d e l a s p l a n t a s q u e í o s

a l b e r g a n .

La s i n r o m a t o l o p í a n o s s i r v e p a r a d i s t i n g u i r l a n a t u r a i e z a de

i a e n f e r m e d a c . d e t e c t a r l a s p l a n t a s e n f e r m a s Y e l i m i n a r l a s p a r a re-

d u c i r !a i n f e c c i o n .

según o1 o r g a n o a f e c t a d o d e l a p l a n t a y de a c u e r d o a l a s c o n t l i - c i o n e s ambien r a l e s

.

(ALL' i 20 )

c i o n e s h i s t o l ó g i c a s u d e f o r m a c i o n e s orgáriicar,

son

l a s nás f r e c u e n - t e s .

M u s a i c o s : e l v i r u s d e s t r u y e i a c l o r u f i i a , s i l a s A r e a s donde s e p i e r d e l a c l o r o i j - l a 5011 d i f u s 3 6 n o s daran un "moteado", s i l a s

á r e a s son c l a r a s v hay a l t e r a c i o n e s e n t r e zonas c l a r o t i c a s y v e i d e n o s d a r á n un "mosaico". Ls c l o r o s i s s e puede p r e s e n t a r , en e l mar- Z e n , en l a p u n l a . e n t r e l a s n e r v a d u r a s de l a s h o j a s . (PINTO)

h e c r o s i s : a l a v a n z a r l o s s i n t o m a s d e moteado. l a s z o n a s n e

t e j i d o s c l o r O t i c o v i e l o puede descomponerse a p a r e c i e n d o manchas n e c r ó t i c a s . Con f r e c u e n c i a a f e c . t , a a l parenquimz y a l a s n e r v a c i o n e s d e l a s h o j a s Y t a l l o s .

- A b o l s a m i e n t o de l a l á m i n a f o l i a r ; hay z o n a s a m a r i l l a s y v e r d e s . - D e s a r i o l l o irregular de l a 1ámir.a f o l i a r ; cuando s ó l o c r e c e n las

n e r v a d u r a s " h o j a s cie a g ü j e t a " .

- E n a c i o n e s ; c r e c i m i e n t o d e l a n e r v a d u r a c e n t r a l en foi-ma d e v e r r u g a

t n t r e o t r a s d e f o r m a c i o n e s s e p r e s e n t a n lus tumores. p e r d i d a de

i a s i m e t r i a de l a s h o j a s e n r o l 1 a m i e n t . o de l a s h o j a s , p r o t u b e r a n c i a en f r u r o s . d e f o r m a c i o n d e f r u t o s Y d e s v i a c i o n e s en c o l o r .

enanismo o a c h a p a r r a m i e n t o . r a q u i L i s i m , cambios de h á b i t o , r a m i f i c a - . c i e n e x c e s i v a tie l a s p l a n t a s en t a l . l o s , ramas d e h u l e eri manzano y

cambio de e p o c a de f l o r a c i ó r ~ de l a p l a n t a . (Plh'TU)

por verr,a o i n j e r t o ; p o r s e m i l l a u o t r o s 6 r g a n o s de p r o p a g a c i ó n , p o r

i n s e c t o s . por fanerógamas p a r á s i t a s )- por el t e r r e n o . (U'AL'iEH)

íntimamente r e l a c i o n a d o con e l m e t a b o l i s m o c e l u l a r d e l a p l a n t a

h ó s p e d a n t e , s e h a c e más d i f í c i l su c o n t r o l .

Eii la a c t u a l i d a d se s i g u e n c i o r tas p r á c t j . c a s p a r a m i n i m i z a r

l o s danos c a u s a d o s por l o s v i r u s eri un c u l t i v o d e t e r m i n a d o . E s t a s

p r á c z i c a s son fundamentalmente p r e v e n l i v a t . d e b i d o a que r e s u l r a i n c u r a b l e , pues no e x i s t e un t r a t a m i e n t o e f e c t i v o y a p l i c a b l e e n

campo. (SARH j

Los v i r u s producen daños en s u h o s p e d a n t e er1 d i f e r e n t e forma:

Síntomas como l o s i n o s a i c o s . f a l t a d e c r e c i r i c m t o y d e f o r m a -

D e f o r m a c l o i i e s h i s t o l ó g i c a s :

E! d e s a r r o l l o d e l a p l a n t a tanibien so puede v e r a f e c r a d o por

Los métodos d e t r a n s m i s i ó n de l o s v i r u s v e g e ~ a l e s puede s e r

(6)

OBJET 1 VO:

Verificación de la sanidad del material vegetal nacional

e

importación. mediante el empleo d e técnicas especificas de labo- ratorio e invernadero.

PROGRAMA :

Corroborar mediante técnicas fitopatológicas. la sanidad del material d e exportación e importación recibidas.en el laboratorio de Fitopatalogia y -Nematología de la D.G.S.P.A.F.

fermedad viral y preparaciones de inclusiones citoplasmáticac del material de invernadero para observar al microscopio Óptico.

Realizar inoculación mecánica para transmisión de posible en-

ACTIVIDAD DESARROLLADA: Inoculación mecanica

Preparación del inóculo. Consiste en cortar un pedacito de la planta enferma, aproximadamente lcm2 de lamina foliar. se muele en un moitero con 1 o 2 gotas d e fosfato dibásico de potasio .al 1% o agregar SOLAM al íJ.02M y pH=7-8 para evitar la inactivación del vi-

rus por oxidación.'

serie de plantas indicadoras (hospederas herbáceas que tienen reac- ción conocida a determinados virus). Para facilitar la entrada del virus

se

requiere lesionar las hojas con carborundum Y luego se pone el inóculo con una gasa humedecida frotando sobre la superfi- cie d e la hoja, evitando daños o dañar el tejido, también se puede usar espatulas de vidrio, pinceles, etiquetas de plástico, palillos

Es importante evitar la contaminación, cuando se aplican dos o Plantas indicadoras. Las plantas suculentas son más facilmente Una vez inoculado el virus se recomienda lavar las plantas Método de inoculación. Se realiza mediante'el empleo de una

.

con algodón. más virus. de infectar.

para eliminar los inhibidores que vienen en el inóculo; sin el pe- ligro de quitar el virus debido a que las fuerzas electrostaticas retienen la partícula del virus. Al lavar las hojas se aprecian me- jor los síntomas locales.

icrosco ia ó tic

r o s virut al ger tan pequeños, no pueden ser observados con microscopía óptica, pero las inclusiones que'forman dentro de las células ya sea en citoplasma o en n'úcleo si pueden observarse con relativa facilidad. este es un buen recurso para ser enipleado'como auxiliar en el diagnóstico de enfermedades virales, principalmente en lugares en'donde s o l o se dispone de un microscopio óptico. aun- que requiere del conocimiento de los grupos de virus fitopatógenos.

Técnica con Colorante Rosa d e Bengala

(7)

1 0 s que contenga una gota d e formo1 al 1016 se deja reposar d u r a n t e

lj niin.. por último se lavan con a g u a destilada Y se observa al m i c r o s -

c o p i o .

RESULTADOS:

VXP = virus X de la p a p a

VMF = virus mosaico d e l frijol

VMH = virus mosaico d e l haba

V J T = virus jaspeado d e l tabaco

VMT = virus mosaico d e l tabaco

VMP = virus mosaico d e l pepino

VMAT = virus mancha anular d e l tabaco

.

(8)

FECHA

30-VI

30--VI 10-VI YO-VI 13- I 1 1 -89 1 3 - 1 11- 89 29- 1 11-89 29- I I 1 -89 29- 1 I I - 89

28-1V-89 2-V-89 2-V-89 3 - v - 8 9

18-v-69 23-V- 89

14 - V 1 - 8 9 14-VI-85 30-VI - 8 9

8 9 8 9

- 89 - 8 9

25-VI I 7-VI I I 10-VI I 11-VI1

8 9

8 9

- 8 9

- 8 9

23-VIII-89 24-V11I-89 1 - IX-8'3

4-IX-89 6-1X-89 6-IX-89 13-1X--89 13-IX-89 13-15--89

1 3 - l X - - & 9 29-IX-89 29-IX-89

11-x-89 2 7 -XI -89

LOCAL I DAD USA Holanda

Ixtopan N

.

Zelanda

USA Holanda

USA Guerrero Sinaloa Hi da 1go Veracruz

Pcebla Puebla Puebla Veracr uz

España Brasil Metepec México Guerrero Argentina Puebla Nayar i t Sjnaloa

Africa S j.na 1 oa USA China Metepec Mbxico Guerrero Metepec Méxj.co Chalco Mi c hoacán Chet.uma1 Tabasco Canada

CULT I VO Soya Papa J i tomate

Kiwi Soya Remolacha Soya Papayo Soya J i toma te

Papayo Papa Papa Papa Semilla de pistache Alfalfa Semilla de soya Bulbos de Gladiola Frijol y Haba Chile de árbol Ciruela pasa J i toma te Chayote Soya Palma de Soya coco Miniclavel Semilla de ajo Papa alpha Papayo Papayo Nogal Jitomate Chile jalapeño Cacao Semilla de papa

SECC 1 ON Vir ología Vir ologíci ,t

..

,I I, 1, 11 ** 11 I t 11 I, <t 9 , Invernadero 11 Virologia 11 .t Invernadero Vi r ología

11 11 11 11 11 I t 11 11 11 DlAGNOSTICO ( - )

( - 1

( - )

( + ) VMF ( + ) VMH ( + ) VJT ( -

1

( + ) VJT VMT ( + ) VMP ( + ) VAMT

( - 1

( - 1

(-1

( - )

(9)

DISCUS ION :

En base

a los

resultados obtenidos

se

observa que del total d e muestras recibidas ( 3 5 muestras) de exportación e Importación, d u -

rante el periodo de Marzo

a

Noviembre, 2 5 muestras resultaron -:-.. negativas v 1 2 fueron positivas. por Io cuál se considera que un poco menos del 50% resulto ser positivo. D e

las

12 muestras positi- vas 11 son nacionales y sólo 1 internacional. Estos resultados d e - muestran que el mayor número de cultivos son de nuestro país y

i.n-

cluye hortalizas y leguminosas, los cuales son cultivos de gran importancia para esté.

Esto sólo se basa en los resultados presentados. ya que no se puede afirmar con certeza que esto en realidad suceda. debido a que no es un número representativo de muestras.

El número d e muestras fue ampliado a los meses de Marzo a NO- viembre para tener un mas amplio concepto de los resultados.

En cuanto a las muestras trabajadas en el banco del invernade- ro, s ó l o se transmitia el virus de una planta infectada a una sana, mediante la prueba de inoculación mecánica tener plantas con l o s

(10)

CONCLUSION:

b

Mediante las pruebas de inoculación mecánica y la técnica d e microscopia Óptica se pudo demostrar si las plantas analizadas te- nían caracter infectivo

o

no. Tomando

en

cuenta la prueba d e inocu-

lación mecánica y los síntomas que presentaban. permitió detectar las plantas enfermas. Sin embargo hubo casos

en

los cuales esto n o

fue

posible

o

paso desapercibido, debido a que existen inhibidores en la planta donadora que pudieron haber impedido la transmisión

o

el órgano empleado no fue el apropiado, haciendo necesario el empleo de otra técnica: microscopia óptica; debido al tamaño tan pequeño del virus, no puede ser observado, pero pueden observarse inclusiones que forman dentro de las células que se encuentran generalmente en el citoplasma y a veces en el núcleo.

En la mayoría de las muestras analizadas se emplearon las dos técnicas, para obtener un mejor diagnóstico. De ambas técnicas la de microscopia óptica fue más confiable.

Las muestras de exportación e importación revisadas durante este lapso, muestran un mayor porcentaje de infectividad las plan-

tas nacionales.

Es de vital importancia que el agricultor mantenga en constan- te observación sus cultivos, para que al menor indicio de infec- ción viral. sea analizada

una

muestra de la planta infectada y poder controlar a tiempo la infección, evitando el tener pérdidas considerables en su cultivo. ya que una vez implantado el virus, es imposible eliminarlo y sólo puede ser controlado.

(11)

RESUMEN :

Los virus desde hace ihuchos miles de añvs han causado daños

i

graves al hombre, a sus animales Y

a

sus cultivos.

transmisión d e una planta h f e r m a a una sana, puede realizarse por Cualquier planta puede sei afectada por uno o m&s virus. S u

simple contacto. por rozamiento de una planta con otra u oc.acionari- do heridas.

En muy pocos casos los virus son benéficos al agricultor, casi siempre causa daños que pueden significar una gran pérdida en gran- des extensiones d e cultivo.

(12)

LITERATURA CITADA:

A l v i z o V.

ti..

elal. ( 1 9 8 7 ) 3%MBs €3

VlROLPGLB

-Up

Ed. C O N A C Y T , MC?xico, D.F. pág. 1-13

León G. H., ( 1 9 8 2 ) Eh'FElUERARU ' L2ECULTIVOmEb.ESTABOR.E

v,

S A R H , 2" ed. M é x i c o , pág. 5 . 9 - 1 3

P i n t o C .

B.

(1981) VIROLO &RICOLA. Chapingo, M e x i c o , pág. 1-18

Walter J . Ch. (1977.) !3UQMGU VEGETAL

.

Ed. O M E G A , 2' e d . C a s a n o v a 2 2 0 , B a r c e l o n a , pág. 5 0 - 5 3 y 5 5 1 - 6 3 1

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