' C S S
x..
A P R U E B A S DE ALIMENTACION EN
(DUMERIL), ASOCIADAS AL SISTEPlA AGR
CH
I
RAMPAS,
, . f+ LU b l u0 5
/.CACERES
f'kRTfNEZ JORGEA,
MERCADO VILLAVICENCIO
LETICIA,.
CON LA COLABoRACI6N EN EL TRABAJO DE CAMPO DE
LYDIA
FIGUEROA P ~ R E Z
Y
r r i I I I
S U M A R I O
1,
RESUMEN
2, I
NTRODUCC
I
ON
3, ANTECEDENTES
4,
OBJETIVOS
5, MATERIAL
Y
METODOS
5,2, ALIMENTOS
5,3, TRATAMIENTO
DE LOS ALIMENTOS5,1, CONSTRUCCIÓN
DE UNIDADES EXPERIMENTALES5,4,
KEGISTRO
DE DATOS MERISTICOS Y AMBIENTALES6, RESULTADOS
6,1.
TRATAMIENTO
ESTADfSTICO6,2, SUMARIO
DE RESULTADOS6,3.
TASA
D E DESARROLLO6.4,
6,5,
6,6,
FACTOR
DE CONVERSIÓN DE ALIMENTOCOSTO DEL MATERIAL PARA CONSTRUCCIÓN DE JAULAS
SUMAR
IO DE LOS RESULTADOS TAXONÓMI COS7,
DISCUSION
7.1, RESULTADOS
DE LOS TRATAMIENTOS7,3, MEDIO
AMBIENTE7.2,
IORTALI
DAD7,4, JAULAS
9,
GKAFICAS
Y
FIGURAS
AGRADECIMIENTOS:
Queremos manifestar nuestro agradecimiento a todas aquellas
personas que participaron, de alguna manera, en l a elaboracidn
-
de este trabajo, especialmente a Hugo Eloy Garcia y Garcia quien
nos d i o todas l a s f a c i l i d a d e s para su realizacidn; a los
Docto--
res Loyd Sloane y Mireya Bages, A l Ocean. Sergio Guevara por suapoyo y r e v i s i 6 n del manuscrito. También queremos agradecer l a
ayuda prestada por e l personal técnico y de campo de l a Estacidn
Bioldgica del Morro de l a Mancha, Ver.especialmente a l S r . Don
-
Dada l a necesidad de p r a c t i c a r l a i n t e g r a c i d n de sistemas de produc-- c i ó n agropiscícolas para asegurar un manejo y aprovechamiento óptimo de
rg
cursos se propone i n i c i a r estudios tendientes a l a u t i l i z a c i ó n del sistema a g r í c o l a de Chinampas para e l c u l t i v o de peces (en este caso T i l a p i a mela- nopleuna, Dwneril,
1857), en j a u l a s f l o t a n t e s b a j o condiciones rudimenta- r i a s . Para t a l e f e c t o se realizaron pruebas de alimentacidn a p a r t i r de d e sechos agrícolas que mostraron ventajas para su u t i l i z a c i ó n ; es decir:--
buen porcentaje de proteínas y componentes básicos a s í como f a c i l i d a d de
-
manejo, conservación y aceptación; l o s alimentos elegidos fueron hoja de-
yuca, (Manihot suculenta) y c a s c a r i l l a de arroz.Se u t i l i z a r o n organismos con una l o n g i t u d estandar de 6
-
+
1 cm. y un peso promedio de 17.2 g r . con un c o e f i c i e n t e de v a r i a b i l i d a d de 5.13%, que fueron alimentados con l o s productos mencionados, u t i 1 izándose además un-
grupo s i n alimento como c o n t r o l y uno más que r e c i b i d alimento balanceado. Las pruebas t u v i e r o n una duración de 104 días, dándose e l alimento a l o s-
peces una vez a l d í a en proporción de 5% de su peso hlimedo durante l o s p r i-
meros 60 días y un 3% en l o sucesivo. Las pruebas se h i c i e r o n en l o s cana- l e s del sistema de chinampas que se encuentra en l a Estación de Investiga- ciones sobre Recursos B i d t i c o s "Morro de l a Mancha" en Veracruz.Se probó además, e l funcionamiento de j a u l a s f i j a s construidas a par- tir de materiales r ú s t i c o s c o mangle ~ y redes de desecho, determinándose su costo.
Por o t r o lado se r e g i s t r a r o n l a s variaciones de algunos de l o s paráme
-
t r o s físico-químicosmás
importantes durante e l periodo de prueba (O2, pH- 2 -
Los
a n á l i s i s obtenidos se trabajaron estadísticamente medlante a n d l i - sis de varianza y pruebasde
comparacidn de prcwnedios; l o s cuales indicaron d i f e r e n c i a s e n t r e l o s d i f e r e n t e s tratamientos, s i n enibargo no se obtuvo un d e s a r r o l l o aceptable, l o cual pudo deberse bdsicamente a l a s condiciones--
ambientales prevalecientes.2,
INTRODUCCION
Una de l a s formas de obtener alimento a bajo costo es e l uso de dese--
chos vegetales y animales que e l honibre no puede u t i l i z a r directamente, es
-
d e c i r , i n t e g r a r sistemas de producción vegetal y animal que se retroalimen-- t e n mediante e l aprovechamiento de sus desechos; t a l es e l caso de l a i n t e - - gración de l a p i s c i c u l t u r a con l a s actividades agrfcolas, que ofrece grandes a l t e r n a t i v a s en medios r u r a l e s donde e l consumo de prutefna animal es esca-so; este t i p o de sistemas se manejan en algunos paises como China, F i l i p i n a s
y Japbn. (Balvay, 1981; Noriega, 1981).
En México un sistema a g r f c o l a que puede ser usado con estos f i n e s es
-
e l de Chinampas, que de acuerdo con Coe (1971) son grandes y estrechas f r a n - j a s de terreno rodeadas p o r l o menos en t r e s de sus lados por agua, que con un buen manejo pueden producir varias cosechas en un aíío y permanecer f é r t i - l e s indefinidamente. E l sistema de Chinanpas fué uno de l o s soportesmás
i m - l portantes del a economfa
del Imperio Azteca. (GEA, 1978). En l a actualidad aún se p r a c t i c a en algunos lugares de México c m Xochimilco, Mixquic y La-
Chontalpa en Tabasco, ademásde
que puede ser usado en o t r a s zonas inunda--- - b l e s del país. Sin embargo, no hay información acerca del aprovechamiento deI
- 4 -
3,
ANTECEDENTES
.
De a c u e r d o con H a l v e r
(1972)
e l c u l t i v o de T i l a p i a sp. f u e-
practicado en Egipto hace aproximadamente2500
años; hoy día l a T i l a p i a sp.se ha i n t r o d u c i d o y se c u l t i v a en muchas regiones t r o p i c a l e s de América La-- t i n a incluyendo a nuestro pais; esto se &ebb a que presenta una s e r i e 'de c g r a c t e r f s t i c a s ventajosas para su explotación y c u l t i v o , (Bardach, e t . a l .
-
1972;
Kirk,1972;
Ling,1963;
Adang,1980).
Ling QQ.cit.
enumera dichas-
ventajas de l a siguiente manera:1.-
Rápido crecimiento: requieren de cerca de 3 6 4 meses para su de-- s a r r o l l o desde c r f a s jóvenes hasta peces de 150 gr.2.-
Propagación: l a t i l a p i a v i v e en diversas clases de agua, salobre 6 dulce a s í como en zanjas prácticamente de todos l o s tamaños, pantanos, estan-
ques, l o mismo que en depósitos s u p e r f i c i a l e s de agua fangosa, t a l e s como--
arrozales, r e s i s t i e n d o fuertes condiciones adversas.3.-
Son f á c i l e s de alimentar: no requieren una clase especial de a l i - - mentadián; se sustentan de animales pequeños y toda clase de plantas a c u á t i - cas. También aceptan a l imentación adicional.4.- Quda a controlar l o s insectos dañinos: l a t i l a p i a es consumidora de insectos y gusanos, siendo u t i l i z a d a para l i m p i a r estanques y campos art-: ceros.
5.- Se u t i l i z a para c o n t r o l a r pequeñas plantas acuáticas: l a t i l a p i a
-
come gran cantidad de plantas acudticas y ayuda a r e s t r i n g i r su crecimiento.6.-
Quda a f e r t i l i z a r e l agua en l o s estanques: l a rdpida d i g e s t i b i l i-
dad de t i l a p i a y l o s residuos de expulsado se convierten en abono ú t i l para f e r t i l i z a r e l agua en l o s estanques.7 . - Alimento de buena calidad: constituye
un
alimento apropiadopara
los procedimientos de deshidratado, salado, ahumado o productos en escabe-
che.
8 . - Se
reproduce
rápidamente: la tilapia alcanza l amadurez sexual
-
aproximadamente a los cuatro meses y
puede
reproducirse
durantetodo
el--
aEo,
con
intervalos
de dos6
tres meses, además que haygran
cuidadopater
nal hacia las crfas, lo que da una elevada supervivencia.
Sin embargo, Dadzie (1969), Dadzie y Wangila (1980), Pagan (1969,1975),
Chervinski y Myron (1974), mencionan que en ciertas áreas donde se ha
intro-
ducido este ciclido su gran capacidad reproductiva es
considerada un
proble-ma, ya que l a mayoría de las tilapias cultivadas
en
estanques, alcanzan l amadurez a teMrana edad (de
6
a 7m.
de longitud total) lo que ocasionaproblemas de sobrepoblaci6n y reducción de l a talla (enanismo).
--
Este problema se ha’tratado
de
resolver por medio dediferentes
técni-cas
de
cultivo, algunas de las cuales mencionan Huet (1972), Bardach,E.
-
-
c i t . ,Jansen
y Shelton (1979). y que se aplican a condiciones deinfraestruc
tura y desarrollo de la localidad en que se trabaje, ofreciendo diferentes
-
ventajas, dentro de estas técnicas tenemos:
1,- Cultivo de t i l a p i a por separación
de
gruposde
edad; requiere de-
la construcci6n de
un
buen número de estanques que permitan separar organis-mos
de diferente talla.2.- Cultivo de tilapia en presencia de un predador;
muchas
veces no dabuenos resultados si
no
se conoce bien el desarrollo de los predadores y--
lasutpihqparciones que se deben sembrar de anbas poblaciones en *es&nc)ues.
3.- Cultivo monosexual
de
tilapiapor
sexado visual; requierede
un-
buen entrenamiento
para
diferenciar los sexos y poder obtener resultados--
- 6 -
4.- C u l t i v o monosexual por obtención de hfbridos; requiere de un buen conocimiento de l a s especies a cruzar, instalaciones adecuadas para t a l
- -
e f e c t o y disposición de dichas especies.
5.- C u l t i v o de i n v e r s i ó n de sexo con uso de hormonas; requiere de cono cimientos precisos para seleccionar l a hormona, a p l i c a r l a dosis, manejar a l o s peces y por o t r o lado se necesitan instalaciones apropiadas.
6.- C u l t i v o de t i l a p i a en j a u l a s flotantes; requiere de l a construcción de jaulas, buena fuente de alimento y buena c a l i d a d del agua.
De estos métodos e l c u l t i v o de t i l a p i a en j a u l a s f l o t a n t e s ha dado bug nos resultados c m medio mecánico para c o n t r o l a r l a reproducción, bajo es- tas condiciones se a l t e r a e l comportamiento sexual de t a l manera que l o s
--
huevos no son f e r t i l i z a d o s , además de que e l cuidado paternal es eliminado debido a que l o s h w v e c i l l o s pasan a través del fondo de l a j a u l a y aunque es probable que algunos de e l l o s sean f e r t i l i z a d o s , a l no haber cuidado pa- t e r n a l disminuyen en gran p a r t e sus probabilidades de supervivencia (Pagán,2.
-
c i t . ; Adang,w.
-
c i t . ) .Por o t r o lado l o s resultados experimentales del c u l t i v o en jaÜlas nuez t r a n claramente, que esta técnica es d s e f i c i e n t e en términos de produc-- c i ó n por unidad de volumen que e l c u l t i v o t r a d i c i o n a l de t i l a p i a en estan--
ques (Kirk,
T.
c.).
Además de que en este caso p a r t i c u l a r , de uso de canales de Chinampas para p i s c i c u l t u r a . ofrece l a s siguientes ventajas:
1.- Da f a c i l i d a d de manejo a l a g r i c u l t o r , que puede c o n s t r u i r sus pro- pias j a u l a s con materiales r ú s t i c o s .
Las ventajas de l a u t i l i z a c i ó n de jaulas para c u l t i v o de t i l a p i a han
-
hecho que se r e a l i c e n investigaciones en e l campo de l a alimentación y den- sidad poblacional para estas especies.Guerrero (1977, 1980), determina l o s fndices de conversión de algunas mezclas de alimentos secos para t i l a p i a y encuentra que l a d i e t a compuesta
por h a r i n a de pescado y salvado de arroz es l a mús e f i c a z , logrando un l n d i
-
ce de conversión de 2.02. E l d e s a r r o l l o de dietas balanceadas t r a e consigo un aumento en e l costo del c u l t i v o l o que l i m i t a su u t i l i z a c i ó n en áreas ry r a l e s (Lovshin- -
e t . a l . , 19741, por l o que se recomienda en estos casos e l uso de alimentos naturales, t a l e s como desperdicios agricolas.- a -
4,
OBJETIVOS
General: Iniciar estudios tendientes a la utilización de los canales
-
del sistema agrícola de Chinampas en el cultivo de Tilapia sp. en jaulas.Particular: Utilizar desechos agrfcolas de las Chinampas como alimento suplementario para Tilapia melanopleura (Dumeril) alojada
en
jaulas dentro-
de los canales.
a) Determinar el crecimiento de
L.
nielanopleura a partir de tres tipos de alimento, 2 naturales y 1 a r t i f i c i a l .b ) Determinar fndices de conversión de los alimentos usados.
c) Determinar l a efectividad de los alimentos tomando en cuenta los
in
-
dices de conversión, aceptación y disponibilidad de aquéllos.
5, MATERIAL Y METODOS
5,1,
CONSTRUCCI~N
DE
UNIDADES
EXPERIMENTALES
Este trabajo se llevó a cabo en la Estacidn Experimental
de
ElMo-
rro
de la Mancha enVeracruz,
quecuenta
con unsistema
de Chinampas.En
esta
estación
se construyeron 12 jaulas rústicascon
una red de
pesca
t i p o alquitranado de desecho,con
unaabertura
de19
mn.
de malla y so--portes
de mangle; sus medidas fueron 2x
1x
0.5 m.;con una
capacidad de-
lm3; cada jaula se cubrid
con
la misma redpara
evitar daños y pérdidas.-
(Fig. 1). Las jaulas
fueron
colocadastomando
en cuentalos
análisis preli-minares de l a calidad del agua, que indicaron uniformidad
en
dicha msa deagua; se buscd que su distribución fuera amplia para facilitar l a circula--
ción (Fig. 2) y evitar el efecto de contiguidad
,
García
(1974);
cada
jaulase sujetd con soportes de mangle y se f i j a al fondo
con
piedraspor
medio-
de alambre.
Se
formaron cuatro
grupos detres
jaulas colocandouna
densidad pobla- 'cional de 30 organismos
por
jaula, esto fué de acuerdoa
las condiciones--
presentes y a los trabajos de Adang ~ e .
cit.,
Guerrero,9.
-
cit. y Pag6nc.
-
c i t . La talla de los organismos usados fuede
6 -+
1cm.
de longitud estan-dar y
un
peso promedio de 17.2 g . ya que, a partir de una longitud totalma
yor de 5 cm. (Huet,
=.
c.),
6 cm (DGA-COBIPAC, s/a; Morales,1974)
las-
pequeñas tilapias
son
capaces de aceptar alimento artificial y pueden ser-
sembradas en las jaulas.
Se buscó mantener
una
proporcidn de sekos de 3machos por
una hembra;-
el sexado se realizo mediante l a técnica de tinción descrita por Pretto
-
10-
5,2,
ALIMENTO
Los grupos formados se alimentaron durante un periodo de 104 dias en l o s meses de marzo a j u l i o de 1982; l o s alimentos suministrados fueron
-
l o s siguientes:Grupo I . A este grupo se l e proporcionó e l concentrado comercial de
--
ALBAMEX para t i l a p i a ; l a elección de este alimento fue con e l f í n de tener un punto de conparación con l o s alimentos naturales. E l a n á l i s i s bromatoló- g i c o se muestra en e l cuadro
1.
Grupo 11. A este grupo se l e suministr6 h o j a de Manihot sculenta (yuca), ya que de acuerdo con Ramos (1972) l a apatencia de T i l a p i a melanopleura para hojas de yuca es de 1 y aunque no es l a mejor, e l contenido p r o t é i c o de l a s hojas de yuca es superior a cualquier o t r o f o r r a j e verde para peces, es r i - co en provitamina A, vitaminas C y B y l a c t o f l a v i n a , adem& de l a tasa de
-
conversión para l a hoja de yuca que es buena 9.07 : 1. E l a n á l i s i s bromato- l ó g i c o se muestra en e l cuadro 1.Grupo 111. Este grupo fue alimentado con c a s c a r i l l a de arroz sp., ya que en l o s alimentos probados con una a l t a proporción de este alimento
-
se obtienen buenos resultados en l o s fndices de conversión y es económico
-
(Guerrero op. c i t . ) , ademds de que se u t i l i z a c a s c a r i l l a de arroz como a l i - mento suplementario para t i l a p i a ; ver cuadro 1 para e l a n a l i s i s bromatológi-
- -
co
.
Cuadro
1.
Análisis bromtol6gicos de los alimntos empleados (INIREB).Balanceado Comercial Hoja de Yuca Cascarilla de Arroz
Proteínas 24.23% 18.9% 4.48%
Fibra 7.09% 15.31% 23 .O28
Centzas/s 7 .aa% 12.9% 12.22%
Humedad 9.76% 0.0% 0.0%
Estracto
etéreo
-
7.03%-
Estracto
Libre de N. 51.04% 45.58% 59.68%
Una vez establecidos los grupos se orden6 l a distribucidn de los alimen- tos obteniéndose el siguiente diseño experimental :
Cuadro
2.
Grupo Balanceado Hoja de Cascarilla Testigo comercial Yuca de arroz.
r
I1 Irr IVJaulas
5
1
4
2Jaulas
6
7
9 3-
I2-
5,3,
TRATAMIENTO
DE LOS ALIMENTOSLas hojas de Manihot sculenta (Yuca) se cortaron,. se extendieron sobre p e r i ó d i c o y fueron cubiertas con una red para e v i t a r pérdidas, dejándg
se secar hasta que adquirieron una censistencia quebradiza; posteriormente
-
se t r i t u r a r o n y se almacenaron.
E l arroz fue descascarillado y t r i t u r a d o en un molino, e l salvado obte
-
n i d o se c o i 6 dando una mayor proporción de c a s c a r i l l a de arroz, ya que ésta f l o t a y puede ser consumida por l o s organismos.Los alimentos suplementarios fueron suministrados una vez a l día en un
5%
del peso t o t a l de l o s organismos por j a u l a durante l o s primeros 57 dfas ye l 3% e l r e s t o de l a prueba.
5,4,
REGISTRO
DE DATOS MERfSTICOS Y AMBIENTALESPara determinar e l estado de l o s organismos se tomaron muestras
-
-del 50% de l a población de cada j a u l a a l i n i c i o , posteriormente del’ 30% y a l
’
f i n a l de l a prueba se muestreó-el 100% de l a población; l o s peces se captu- r o n con una r e d de mano. Los datos registrados fueron: l o n g i t u d t o t a l , a l t u - r a del cuerpo, peso del organismo y sexo.La l o n g i t u d y l a a l t u r a fueron medidas con un i c t i ó c t r o de a c r í l i c o
-
de escala1:lOO
cm;
e l peso se r e g i s t r ó con una balanza granulométrica.Es--
t o s datos fueron tomados cada 30 días aproximadamente; e l sexado se r e a l i z b mediante l a técndca de t i n c i ó n antes mencionada; diariamente se anotó l amor
t a l i d a d , e l suministro de alimento, l o s residuosde
alimento y estadode
l a s Saul as.su estado y los restos
de
comida en el tracto digestivo, otros se conserva-ron para su posterior identificación dada l a gran confusión taxonómica exis-
tente debida a l a sobreposición de caracteres.
Durante el periodo de prueba se realizaron 4 ciclos de 24 horas deter-
minando las variaciones de l a concentración de oxfgeno disuelto, temperatu--
-
14-
6,
RESULTADOS,
6,1,
TRATAMIENTO
ESTADfSTICO,A l f i n a l de l a prueba y para poder determinar l a s d i f e r e n c i a s de
-
-
acuerdo a l o s tratamientos se r e a l i z ó un ANAVA para Long. t o t a l de todas l a s unidades experimentales e l cual d i o l o s siguientes resultados:
Cuadro 3.
Causas GL
sc
CM
F
FO. 05 FO.01Muestra 11 157.66 14.33 21.17 1.83 2.34 E r r o r 222 150.23 0.676
T o t a l 233 307.89
E l c o e f i c i e n t e de v a r i a b i l i d a d fue de 7.45%
F = 21.17> 1.83 y 2.34 por l o t a n t o Ho: M1= M2= M3
...
Mz se rechazaUna vez establecido que s í se d i o una d i f e r e n c i a altamente s i g n i f i c a t i va en l a s unidades experimentales se procedió a ubicar en donde se daban
--
esas d i f e r e n c i a s mediante una prueba de comparación de promedios SNK (Stu-- dent-Newman-Kleus) Reyes, (1980) y Zar, (19741, obteniéndose l o s i g u i e n t e :Cuadro 4.
Tratamiento y # de Jaula
T-10 Y-8 T-3 Y-7 Y - 1 A-11 A-4 A-9 T-2 Al-6 Al-12 A l - 1 5 1L.T. 9.86 10.29 10.3 10.62 10.73 10.75 10.79 10.88 11.07 11.85 12.28 12.43
i Mortal id a d 30%
Oías 57
53.3% 66.6%
27 27
29%
Para determinar, ahora, s i e l sexo i n f l u y b de alguna manera en l o s trg tamientos, se r e a l i z 6 un N A V A de dos caminos (Sokal y Rohlf, 1969) obte--- niéndose l o siguiente:
Cuadro 5.
Causas
GL
sc
CM F F 0.05Alimento 3 459.80 153.26 78.19 9.28
Sexo 1 13.13 13.13 6.69 10.10
E r r o r 3 5.89 1.96
T o t a l 7 478.82
FO.01 29.5 54.1
E l c o e f i c i e n t e de v a r i a b i l i d a d fue de 5.29%
Alimento F = 78.19s9.28 y 29.5 por l o t a n t o M1=M2
=...M
se rechaza Sexo F = 6 . 6 S 4 0 . 1 por l o t a n t o M1= M2 se acepta.E l peso alcanzado por l o s machos fue de
x
= 27.73 110%E l peso alcanzado por l a s hembras fue de
x
= 25.16 100%a
6,2,
SUMARIODE LOS RESULTADOS
Cuadro 6 .# de peces por j a u l a i n i c i a l
Media i n i c i a l de peso en g.
Media f i n a l de peso en g. Mortalidad % Producción neta FCA absoluto Tasa de desarro-
i l k 3
en %1 2 Balanceado comercial
I
30 16.39 38.25 4.99 623.01 4.75 133.37Hoja de Yuca
7
30 16.49 22.23 26.66 126.28 14.66 34.80Cascari 11 a Testigo de arroz
I
I
I
N
30 30
17 .O3 16.85
26.20 20.24
26.66 20 .o0
201.74 81.36
10.14
--
53.84 20.11
-
16-
1.- Produccibn neta: d i f e r e n c i a en peso promedio ( f i n a l - i n i c i a l ) p o r
-
e l número de organismos a l f i n a l de l a prueba.2.- FCA abs.: d i v i s i b n de l a cantidad t o t a l de alimento d i s t r i b u i d o por e l d e s a r r o l l o e x t r a obtenido, asumiendo que este se debe Únicamente a l a l i - - mento empleado. (Huet.
E.
cit.;
Kuri, 1979).3.- Tasa de d e s a r r o l l o en
X:
d i f e r e n c i a de peso promedio f i n a l-
i n i - - c i a l x 100 d i v i d i d o e n t r e e l peso promedio i n i c i a l . (Mazide.
c.,
1979).6,3,
TASA
DE DESARROLLO Cuadro 7.rasa de d e s a r r o l l o (incremento en peso por dfa) de T. melanopleura c u l - t i v a d a en j a u l a s dentro de l o s canales de l a s Chinampas con d i f e r e n t e t i p o de alimento.
Número de dfas (g/dfa)
0-27 27-57 57 -a9 89-104 0-104
Grupo I O. 330 0.130 0.085 0.370 0.205
Grupo I 1 O. 150 O. 040 -0.011 0.035 0.050
Grupo I11
o.
220 -0.050 Q.025 O. 150 -0.080Grupo I V O. 160 -0.014 -0.020 O. U05 0.050
6,4,
FACTOR
DE CONVERSIÓN DE ALIMENTO, (Gráfica 3 ) .Cuadro
a.
FCA abs. de T. melanopleura cultivada en jaulas dentro de l o s canales de l a s Chinampas con d i f e r e n t e s t i p o s de alimento.
NÚniero de dfas
0-27 27-57 57-89 89-104 0-104
Grupo I 2.39 9.39 10.05 2.59 4.75
Grupo I 1 5.27 24.37
--
15.30 14.66Grupo I11 2.99
-__
26.21' 4.72 10.14S i tomamos e l inverso del FCA obtendremos e l Coeficiente energético
-
de desarrollo, es d e c i r l a proporcidn de l a energfa del alimento que se usa para e l crecimiento, debido a que nos reporta l a misma información que e l-
FCA, en términos de energfa-desarrollo, únicamente daremos l o s promedios--
obtenidos para cada grupo para una mejor comprensión de l o s resultados.CEC promedio Grupo I 0.210
Grupo I 1
O.
068Grupo I11
O.
0986,5,
COSTO DEL MATERIAL PARA CONSTRUCCIdN DE JAULAS,C u a d r o 9.
Costo del material para construccidn de jaulas ( u n i t a r i o ) .
Concepto
Red alquitranada de 19 mn.
de l u z de malla. A l anbre del gad0 Alambre grueso H i l o alquitranado Clavos
Costo t o t a l Costo s i n r e d
. Canti dad
-
cos t o2.32 Kg. 1,277.65
0.25 Kg. 10.00
0.25 Kg. 10.00
0.83 Kg. 23.30
---
1.601,322.55
44.90
Para e l c o r t e y constnicci6n de una j a u l a se requieren aproximadamente
6,6,
SUMARIO
DE LOS RESULTADOS TAXON~MICOS,Cuadro
10.
Sumario de l o s resultados de taxonanfa
Familia CICHLILME
T i l a p i a melanopleura (Dumeril,
1857)
en Welcome(1964)
y Leee.
a.
(1976).
T i l a p i a melanopleura (Cuvier), T i l a p i a r e n d a l l i (Boulenger) en Morales
9.
-
c i t .M a t e r i a l examinado:
14
ejemplares de una L. t. de8.9
a12.3
y6.8
a-
9.5
de L s t .Medidas expresadas en % de l a L.st. del material examinado.
Ejemplares de
6.8
a9.5
de L. s t . : Cabeza.:32.16
a36.26.
Altura.:
42
30 a46.59.
o.:
xv
P.:
14 (12)
(11).
13 (lo),
XV,14 (11,
X V I ,13 (2);
A.: 111, 9(3),
111,10
(11);13 (2);
B r . :9 (14)l.
Esc. en s e r i e l o n g i t u d i n a l29 (3), 28
1.-
Branquiespinas de l a rama i n f e r i o r del primer arco branquial. Coloración.7 ,
DISCUSION
De
acuerdo con Adang op. c i t . l a f l e x i b i l i d a d del d e s a r r o l l o es mani-- festado de diferentes maneras, algunas de l a s cuales están relacionadas a factores t a l e s como e l espacio y e l suplemento de alimento, e l pez se de-- s a r r o l l a rápidamente cuando ambos factores son plenos, por l o tanto, l a can-
t i d a d y c a l i d a d de alimento como e l espacio son determinantes para e l de%- r r o l l o ; Adang encontró un mayor crecimtento de1.
n i l o t i c a a bajas densida des c u l t i v a d a en j a u l a s f l o t a n t e s , a l a que se suministró e l mismo t i p o de alimento. García op. c i t . menciona que e l mayor tamaño y peso de t i l a p i a-
c u l t i v a d a en estanques se obtuvo en aquellos en l o s que l a tasa de siembra f u e l a menor, determinando un efecto densidad-crecimiento. En e l presente t r a b a j o l a prueba SNK para l o n g i t u d i n d i c ó igualdad en una r e p e t i c i ó n de-
l o s tratamientos 11,I 1 1
y I V ( v e r cuadro 4) esto nos a f i r m a r í a que no hu- bo una d i f e r e n c i a e s t a d í s t i c a s i g n i f i c a t i v a e n t r e estos tratamientos, por l o menos en l a s repeticiones mencionadas, s i n embargo tomando en cuenta l o r e f e r i d o anteriormente, encontramos que en esas j a u l a s se d i 6 una elevada mortalidad durante l a primera fase de l a prueba, es d e c i r l o s organismos-
de dichas repeticiones tuvieron condiciones de espacio más favorables parasu d e s a r r o l l o , l o que i n t e r f i e r e en l a evaluación de l o s alimentos. Para
-
e l i m i n a r ese probable e f e c t o no se tomaron en cuenta l a s repeticiones en-
donde o c u r r i ó e s t a mortalidad. De esta manera l a prueba e s t a d í s t i c a SNK-
nos muestra en un 0.05 uniformidad en el tratamiento I y bien diferenciado delos
demás tratamientos; uniformidad en e l tratamientoI11
pero poco d i - ferenciado de l o s tratamientos I yI1
l o s cuales no mostraron una d i f e r e n - c i a e s t a d í s t i c a s i g n i f i c a t i v a entre s í . E s t a prueba p e r m i t i ó t r a b a j a r , aho-
r a con l o s promedios de l a s repeticiones.
- -
- -
-
20-
7,1,
RESULTADOS
DE
LOS TRATAMI EMTOSGrupo I . - El concentrado comercial presentó tanto l a mejor tasa
-
de desarrollo como FCA l o que destaca l a superioridad de este alimento ba-- lanceado respectoa
los otros alimentos de l a prueba, esto l o comprobamos-
revisando
su
a l t o contenido proteico, 30%, menor proporción de f i b r a 12.0% y mayor humedad 9%. Judrez et. a l . (1981) indica una relación del porcenta- j e de humedad del alimento ysu
aprovechamiento por l a carpa hervívora C.-
idellus; a mayor humedad mejor aprovechamiento. Respecto al alto contenido protéico se proporciona mayor energía que puede ser utilizada en e l creci-- miento, esto también l o podemos relacionar con e l mayor valor para e l CEC-
y por l o tanto menor FCA. Sin embargo aun cuando presenta estas ventajas sucosto y dificultad para adquirirlo y conservarlo limita
su
utilización en-
e l medio rural.Grupo 11.- La hoja de Yuca (Manihot sculenta), no presentó una dife- rencia significativa con e l grupo I V empleado c m testigo dando una produc
-
cidn relativa del 20.26% respecto a l tratamiento I y una tasa de desarrollo
muy pobre 34.80%; incluso hay pérdida de peso en el tercer mes y por
lo
tan-
to una tasa de desarrollo negativa l o que indica, probablemente, el no a p E vechamiento del alimento a pesar de su contenido'protéico del 18.9% supe-- rior a l de l a cascarilla de arroz y menor contenido de fibra 15.31%. Es p r o bable que l a baja aceptabilidad hacia l a hoja de yuca dé una explicación al pobre desarrollo obtenido además de que su presentación seca también pudo
-
haber interferido en su utilización. El FCA de 14.66 es relativamente a l t o en relación a l esperado de 9.07 que menciona Ramos op. c i t . dando una pobre utilización para el crecimiento.-
21-
-sarro110 negativa, en este
caso
durante el segundomes.
Aunque mostrd sermejor alimento que l a yuca es muy inferior al balanceado comercial, l o cual no ofrece ventajas para su utilizacidn directa, bajo las condiciones preva- lecientes en l a prueba, ya que como vemos, tiene un escaso contenido proté1 co 4.48% y un alto contentdo en fibras 23.02%; es probable que estos resul- tados, un poco más favorables que la yuca, se deban a su mayor aceptación. El FCA de l a cascarilla de arroz fue de 10.14.
Grupo 1V.- Este grupo testigo permití6 ver el desarrollo obtenido a
--
partir de l a produccián natural dentro de las jaulas y mostrd ser e s t a d í s t i
camente igual al crecimiento obtenido
en
el tratamiento 11, estonos
puededar
una
idea muy aproximada de l a importancia que tiene el desarrollo de--
perifiton ("Aufwchs") dentro de las jaulas y el alimento suspendido en l a-
masa de agua en estos sistemas.Se obtuvo una producci6n del 13.05% relativo a la produccidn del tra-- tamiento I y
una
tasa de desarrollo de 53.84%. Estos valoresson
los más ba-
jos y se dieron pérdidas de peso durante el segundo y tercer mes.
El andlisis del tracto- digestivo y estado de los organisms-mostraron en todos los grupos restos del alimento suministrado. No se encontraron pa- rásitos o huellas de enfermedad.
. .
7,2
IMORTALIDAD,
La mortalidad,
como
hemos visto, afectd el desarrollo ya queno
hubo-
una
densidad constante en todas ias repeticiones teniendo consecuencias en-
el análisis de l o s resultados. La menor mortalidad
se
present6 en el grupo Isiendo de 4.99% mientras que
en
los demás grupos l a mortalidad fue alrededor de 26%, esta diferencia pudo deberse a la mejor resistencia de los organis--
22
-
l a toma de datos meristicos hubo una pérdida por escape del 3.88% de l a p o b l a c i d n t o t a l que no se tornó en cuenta en l o s r e g i s t r o s de mortalidad.
7,3,
MEDIO
AMBIENTE4
Como hemos v i s t o hasta ahora, s f se manifestó una d i f e r e n c i a e n t r e c a s i todos l o s tratamientos relacionada con e l t i p o de alimento s i n embargo,
se tuvo una producción neta muy pobre, ya que l o s reportes para producción de t i l a p i a en j a u l a s f l o t a n t e s i n d i c a n un crecimiento de 20 cms. con
un
pe-so promedio de 250 gr. en cuatro meses (DGA-COBIPAC
9.
s).
S i revisamos ahora l o s resultados obtenidos de l o s a n á l i s i s de agua encontraremos que a u n queel
PH l a temperatura y l a transparencia se encuentran dentro de los ran- gos t o l e r a b l e s por l a especie, l o s n i v e l e s de oxigeno fueron, en promedio, muy bajos, es d e c i r menos de 2 ppm, siendo esta concentración l a mínima r e - querida para obtener una buena producción. Sin embargo, l o s organismos res- t i e r o n e s t a baja concentración, i n c l u s o mostraron diferencias en e l c r e c i--
miento. Es importante r e c a l c a r l a r e s i s t e n c i a de esta especie a bajas con-- centracionesde
oxigeno d i s u e l t o ya que se r e g i s t r a r o n valores de menos de0.80 mg/l de 02. (Gráficas
5
y 6).Por o t r o lado, Sipe (1981) i n d i c a que como resultado de l a disminución , de l a concentración de oxígeno, se reduce e l consumo de alimento.
Todos estos datos nos aportan bases para e x p l i c a r e l pobre d e s a r r o l l o alcanzado por los organismos.
7,4,
JAULAS
-
Las j a u l a s construidas a p a r t i r de materiales rústicos, como soportesde mangle, redes de desecho y alambre' mostraron un estado s a t i s f a c t o r i o a l f i n a l de l a prueba, durante e l transcurso de ésta únicamente se observaron
pequenas rupturas en 4 j a u l a s que fueron reparadas. No se encontró ningón
los
canales, estas ú l t i m a s llegaron a posarse en l a s j a u l a s s i n causar ma- yores danos.,
depredador dentro de l a s j a u l a s aunque se observaron tortugas y j a i b a s enY
Se observó l a cantidad de p e r i f i t o n que se desarrolló sobre l a malla, que es abundante y puede l l e g a r a c u b r i r por completo l a l u z de malla, e v i - t a r l a c i r c u l a c i ó n y e l funcionamiento de l a j a u l a , s i n embargo con una es- coba o r a s t r i l l o , l a s j a u l a s pueden ser mantenidas en buen estado s i l a
l i m
pieza se r e a l i z a periódicamente. Finalmente e l costo de l a construcción de l a j a u l a es mínimo, siempre y cuando se adquieran l a s redes de desecho. Ver Cuadro 9.-
24-
8, CONCLUSIONES
Y
RECOMtNDAC IONES
E l sistema a g r í c o l a de Chinampas ofrece buenas perspectivas para a c t i - vidades de p i s c i c u l t u r a , siempre y cuando se r e a l i c e n algunas modificacio-- nes para mejorar l a c a l i d a d del agua, t a l e s como: favorecer l a c i r c u l a c i ó n
y oxigenación del agua p o r e l c o n t r o l de su entrada a l sistema.
Los
desechos vegetales y e l alimento balanceado u t i l i z a d o s en esta- -
prueba no mostraron una e f i c i e n c i a adecuada para su u t i l i z a c i ó n en este sis tema con f i n e s p r á c t i c o s , ya que aunque e l balanceado comercial proporcionó l a mejor tasa de d e s a r r o l l o y FCA, no se obtuvo una producción aceptable en ningún caso. Sin embargo, estos resultados se vieron determinantemnte afec-
tados por l a s precarias condiciones ambientales, sobre todo e l contenido de oxígeno d i s u e l t o .S i bien l o s desechos agrícolas probados no dieron buenos resultados
-
(bajo l a s condiciones ambientales precarias) es necesario continuar inves-- tigaciones para l a u t i l i z a c i ó n de éstos, en forma d i r e c t a o de mezclas que puedan s e r elaboradas p o r e l campesino s i n depender de suministro externo.c
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