A r a í z de l a c r e c i e n t e necesidad de obtener l a s d i v e r s a s

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(1)

NOMBRE:

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LUGAR DONDE S E LLEVARA A CABO:

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NOflBRE, PUESTO Y ADSCRIPCION DEL TUTOR EXTERNO:

TITULO DEL PROYECTO:

FIRMA DEL ALUMNO: .-

FIRMA DEL TUTOR

ROSA MARIA PATRICIA VARGAS LINARES

393-32-40

a0222b91

BIOLOGIA CON AREA DE CONCENTRACION EN ECOLOGIA

a5

-

OTOÑO

VEINTE HORAS

CENTRO DE INVESTIGACION Y DE ESTUDIOS AVANZADOS DEL INSTITUTO POLITECNICO NACIONAL

NOVIEMBRE 4, L9BS

M. EN C . GILBERT0 INIGUEZ

COORDINADOR ACADEMIC0 Y PROFESOR ADJUNTO DEL AREA DE ECOLOGIA

COVARRUBIAS

DEPARTAMENTO DE BIOTECNOLOGIA Y BIO- INGENIERIA

PRODUCCION DE LOMBRICES DE TIERRA COMO UNA FUENTE ECONOMICAMENTE POTENCIAL DE PROTEINA

I

(2)

2. JUSTIFICACION Y NATURALEZA DEL PROYECTO.

A r a í z de l a c r e c i e n t e necesidad de obtener l a s d i v e r s a s f u e n t e s p r o t é i c a s que son n e c e s a r i a s para l a a l i m e n t a c i ó n

animal, es conveniente buscar l a s f u e n t e s a l t e r n a s de p r o t e í n a a l a s ya t r a d i c i o n a l m e n t e conocidas.

P o r o t r o l a d o , debido a l f u e r t e impacto ambiental que ocasiona l a contaminación d í a con d í a debido a que tiramos n u e s t r o s d e s p e r d i c i o s y a sean domésticos, a g r í c o l a s o indus- t r i a l e s en e l s u e l o o en l o s d i v e r s o s cuerpos de agua y ya que

l a s l o m b r i c e s de t i e r r a son l o s l a b r a d o r e s predominantes de l o s s u e l o s en zonas templadas, e s importante conocer sus h a b i - l i d a d e s a s í como sus l i m i t a c i o n e s . Un entendimiento más pro- fundo nos p e r m i t i r á promover e l uso de l a s l o m b r i c e s de t i e r r a en l o s s u e l o s a f i n de o p t i m i z a r l a descomposición h e t e r o t r ó - f i c a de l o s d e s p e r d i c i o s biodegradables. ( 2 ) s ( 3 ) P o r l o t a n t o , l a n a t u r a l e z a del p r e s e n t e p r o y e c t o es p r i - mordialmente a p l i c a d a . Asímismo, debido a que actualmente e l Departamento de B i o t e c n o l o g í a y B i o i n g e n i e r í a sólamente ha t r a -

bajado con poblaciones de mosca doméstica, s e r í a i n t e r e s a n t e conocer l o s r e s u l t a d o s en cuanto a obtención p r o t é i c a de l a lombriz de t i e r r a .

(3)

. 2

e s n e c e s a r i o r e c u r r i r a l a r e v i s i ó n de l i t e r a t u r a a f i n de t e n e r un conocimiento más profundo sobre l a b i o l o g í a de e s t o s organismos.

3 . INTRODUCCION.

L o s contaminantes biodegradables i n c l u y e a q u e l l a s sustan -

c i a s para l a s que e x i s t e n mecanismos n a t u r a l e s de t r a t a m i e n t o de desechos. La biodegradación o b i e n e l uso de algún orga- nismo v i v o para descomponer l a s heces de cerdo puede s e r una p r á c t i c a muy Ú t i l para r e s o l v e r e l problema de d e s p e r d i c i o s f e c a l e s .

L o s contaminantes degradables pueden proporcionar e n e r g í a en forma de m a t e r i a o r g á n i c a o b i e n elementos n u t r i t i v o s como f o s f a t o s , carbonatos, e t c . P o r un proceso a d i c i o n a l como e s l a d e s h i d r a t a c i ó n , e l d e s p e r d i c i o orgánico biodegradado puede s e r u t i l i z a d o como un acondicionador para s u e l o s o como un f e r t i l i - zante. Un producto secundario de l a biodegradación es un com-

plemento p r o t é i c o . (11, ( 4 )

Muchos d e t r i t í v o r o s son coprófagos; es d e c i r , que i n g i e r e n s u s t a n c i a s de l a s heces f e c a l e s después de que é s t a s han s i d o e n r i q u e c i d a s p o r l a a c t i v i d a d microbiana d e l medio. L a s lom- b r i c e s de t i e r r a , por ejemplo, s e alimentan de m a t e r i a o r g á n i c a o muerta, primariamente v e g e t a l . S i n embargo, obtienen también algún a l i m e n t o o r g á n i c o de l a t i e r r a que d e g l u t e n m i e n t r a s

excavan.

(4)

Se ha observado pérdida de n i t r ó g e n o y e n e r g í a durante

e l secado del e s t i é r c o l de c e r d o . La composición de l a s heces f e c a l e s del ganado s e ve a f e c t a d o por e l t i p o de d i e t a alimen- t i c i a que o b t i e n e n e s t o s animales.

El s i s t e m a de r e c i c l a m i e n t o animal para u t i l i z a r n u t r i e n t e s no d i g e r i b l e s y productos de l a d i g e s t i ó n y metabolismo podrían c o l o c a r a l o s animales en una p o s i c i ó n c o m p e t i t i v a para s u m i n i s t r a r gran p a r t e de l a s necesidades p r o t é i c a s del mundo.

Todas l a s moléculas v i v i e n t e s del cuerpo e x c e p t o l a s c é - l u l a s g r a s a s e s t á n compuestas de p r o t e í n a . Cada animal debe t e n e r un c o n s t a n t e s u m i n i s t r o de c i e r t a s c a n t i d a d e s de p r o t e í -

na s i t i e n e que c o n s e r v a r su s a l u d .

Algunos aminoácidos s e e l a b o r a n en e l a p a r a t o d i g e s t i v o pero no sucede l o mismo con o t r o s , l o s c u a l e s deben o b t e n e r s e a t r a v é s de l o s a l i m e n t o s . E n l a s r a c i o n e s de mezcla o r d i n a - r i a s

o

en l a s que s e procura e l animal que f o r r a j e a , l a v a r i e - dad de p r o t e í n a s e s s u f i c i e n t e para a s e g u r a r q u e ninguno de l o s aminoácidos e s e n c i a l e s e s t é a u s e n t e .

La mejor medida de p r o t e í n a para l o s rumiantes e s l a can

-

t i d a d de p r o t e í n a a s i m i l a b l e n a t u r a l que c o n t i e n e e l a l i m e n t o .

E l v a l o r de c u a l q u i e r a l i m e n t o p r o t é i c o aumenta grandemente cuando e s reforzado con o t r o s porque l a mezcla de p r o t e í n a s que contengan d i s t i n t o s t i p o s de aminoácidos aumenta en e l ani- mal l a p o s i b i l i d a d de s i n t e t i z a r l o más e f i c i e n t e m e n t e p o s i b l e l a p r o t e í n a que r e q u i e r e . ~

La p r o t e í n a aumenta e l buen s a b o r de l o s a l i m e n t o s . E l

r e s t o de l a s p r o t e í n a s no u t i l i z a d a s como a l i m e n t o p o r e l o r - ganismo pasa a l a s heces y a l a o r i n a y por c o n s i g u i e n t e cuan-

(5)

. 4

t o mayor e s l a c a n t i d a d de p r o t e í n a s en l o s a l i m e n t o s más r i c o s e r á e l e s t i é r c o l o e l abono en p r o t e í n a .

E en l o s r i o de

b a l a n c e p r o t é i c o a d q u i e r e un s i g n i f i c a d o e s p e c i a l rumiantes por sus r e l a c i o n e s con e l consumo v o l u n t a -

f o r r a j e . Cuando una r a c i ó n es d e f i c i e n t e en p r o t é i n a hay una tendencia n a t u r a l de comer más c a n t i d a d de alimento d e f i c i e n t e en un esfuerzo para l l e n a r l o s r e q u i s i t o s mínimos

de p r o t e í n a d e l cuerpo.

(5),

( 6 )

D i v e r s o s e s t u d i o s s e han r e a l i z a d o en l a U n i v e r s i d a d de Nuevo York u t i l i z a n d o a l a lombriz de t i e r r a E i s e n i a f o e t i d a como f u e n t e p r o t é i c a .

La lombriz de t i e r r a - E. f o e t i d a es comúnmente conocida

como l a lombriz d e l e s t i é r c o l . S e alimenta de m a t e r i a l densa mente poblado por microorganismos como p r o t o z o a r i o s . S i n embargo, - E . f o e t i d a no puede ganar peso n i d e s a r r o l l a r s e s i

s e c o l o c a en o t r o s medios como son: c e l u l o s a , papel p e r i ó d i c o , fragmentos m i n e r a l e s .

-

E s t e organismo es muy dependiente d e l m a t e r i a l r i c o en c i e r t o s t i p o s de m a t e r i a o r g á n i c a . N u t r i e n t e s que son f á c i l - mente metabolizados por o t r o s animales como l a albúmina, l a c a s e í n a , s a c a r o s a , e t c . , son t ó x i c o s para - E . f o e t i d a . Proba-

blemente e s t o s e deba a procesos de fermentación o de p u t r e - f a c c i ó n que pueden o c u r r i r en e l i n t e s t i n o de l a lombriz o b i e n en e l medio ambiente que l a rodea.

(6)

t a n t o como u n transformador de d e s p e r d i c i o s . Los a n á l i s i s

muestran que - E . f o e t i d a c o n t i e n e u n t o t a l de 60% de p r o t e í n a

concentrada. Asímismo, e s muy r i c a en m i n e r a l e s y v i t a m i n a s . (2)

5 rn OBJETIVOS

-

E l p r e s e n t e proyecto t i e n e

u n

doble o b j e t i v o . E n prime -

r a i n s t a n c i a e s de v i t a l importancia c o n t r i b u i r de alguna forma a l a b a t i m i e n t o de l a contaminación ambiental que a c t u a l -

mente s e t i e n e por e l mal manejo de l o s r e s i d u o s p e c u a r i o s .

E n segundo l u g a r , e s n e c e s a r i o c o n t r i b u i r a l a búsqueda de nuevas f u e n t e s a l t e r n a s de p r o t e í n a sobretodo para l a a l i - mentación animal. Se ha comprobado que l a lombriz de t i e r r a , aunque no aprovecha e l n i t r ó g e n o p r o t e i c o , s í puede i n c o r p o r a r a su metabolismo n i t r ó g e n o p r o t é i c o que s e encuentran en r e s i - duos p e c u a r i o s , ayudando de e s t a manera a c o n c e n t r a r l a p r o t e - í n a a s í como h a c e r l a más d i g e r i b l e .

E l t r a b a j o en resumen c o n s i s t e en e s t a b l e c e r l a s condi- c i o n e s adecuadas para e l d e s a r r o l l o y l a producción de lombriz

de t i e r r a en e s t i é r c o l de cerdo.

b - PROGRAMA Y METODOLOGIA DEL TRABAJO.

Ya que actualmente e l Departamento de B i o t e c n o l o g í a y

B i o i n g e n i e r í a del C I E A del IPN desconoce l a b i o l o g í a de l a lorn b r i z de t i e r r a s e r e a l i z a r á l o s i g u i e n t e :

(7)

0

.

. 6

e s t o s e e s t a b l e c e r á n l a s c o n d i c i o n e s ambientales Óptimas para su buen c r e c i m i e n t o en l a b o r a t o r i o . Dentro de e s t a s condiciones ambientales podemos mencionar:

-

Temperatura Óptima

-

Grado de humedad

-

I n t e n s i d a d l u m í n i c a

-

Concentración de oxígeno

2) Una amplia r e v i s i ó n b i b l i o g r á f i c a para conocer c u a l e s l a e s p e c i e de lombriz de t i e r r a que sea l a más adecuada para s u d e s a r r o l l o en e s t i é r c o l .

3) A s u vez, es n e c e s a r i o r e a l i z a r d i v e r s a s pruebas de produc t i v i d a d a f í n de conocer l a densidad adecuada por gramo de e s t i é r c o l a f í n de obtener una p o b l a c i ó n e q u i l i b r a d a ; e s d e c i r , en donde no e x i s t a n r i e s g o s de competencia i n t r a e s p e -

c í f i c a y a sea por e s p a c i o o b i e n , p o r alimento.

7 - CRONOGRAMA D E A C T I V I D A D E S -

Noviembre, Diciembre y Enero s e r á n n e c e s a r i o s para una r e v i s i ó n b i b l i o g r á f i c a y de e s t a manera obtener l a s bases ade- cuadas para a r r a n c a r con e s t e nuevo p r o y e c t o .

(8)
(9)

. 7

8 -

-

L I T E R A T U R A C I T A D A -

( 1 ) CALVERT, C.C.; MARTIN, R.D.; MORGAN, N.D. I' House F l y

L a r v a e B i o d e g r a d a t i o n o f Hen E x c r e t a t o U s e f u l

Products. poul S c i e n c e . V o l . 49. (1970). Páginas: 588-589.

( 2 ) HARTENSTEIN, ROY. " P r o d u c t i o n o f Earthworms as a Pote!

t i a l l y Economical Source o f P r o t e i n ' I . B i o t e c h n o l o g y

-

& B i o e n g i n e e r i n q . Vol. 23. No 8. (1981). P á g i n a s :

1

1797-1811.

(3) HARTENSTEIN, R.; KAPLAN, D.L.; MALECKI, M.R.; NEWHAUSER, E.F. " M a t e r i a l s Supporting Weight Gain by t h e E a r t h

w o r m E i s e n i a F o e t i d a i n Waste Conversion Systems ' I .

A g r i c u l t u r a l Wastes. V o l . 2. (1981). Páginas: 43-60.

( 4 ) ODUM, EUGENE P. " E c o l o g í a ' I . Ed S.A. de C . V . T e r c e r a E d i c i ó n ,

t o r Méx

a l I n t e r a m e r i c a n a , co. 1972. Pág: 292.

(5) PAYNE, W.J.A.; WILLIAMSON, G. " La Ganadería en Regiones

T r o p i c a l e s 'I. E d i t o r i a l Blume. Primera E d i c i ó n .

España, Página: 63.

( 6 ) SMITH, L.W. R e c y c l i n g Animal Wastes a s P r o t e i n Sources.

(10)

/NOMBRE:

T E L E F O N O P A R T I C U L A R :

M A T R I C U L A :

CLAVE:

/CAR R E RA :

T R I M E S T R E L E C T I V O :

H O R A S P O R S E M A N A :

L U G A R D O N D E S E L L E V O A CABO:

F E C H A D E I N l C

/FECHA D E T E R M

O :

N A C I O N :

R O S A M A R I A P A T R I C I A V A R G A S L I N A R E S

3 9 3 - 3 2 - 4 0

8 0 2 2 2 6 9 1

86-5-032 I.* c.

B l O L O G l A / C O t ~ A R E A DE C O N C E N T R A C I O N E N E C O L O G I A

8 6

-

PRlllAVERA

V E I N T E H O R A S

C E N T R O D E I N V E S T I G A C I O N Y D E E S T U D I O S A V A N Z A D O S D E L I N S T I T U T O P O L I T E C N I C O N A C I O N A L

N O V

A B R

E M B R E 4 , 1985

L 3 0 , 1 9 9

/NOMBRE, P U E S T O Y ADSCRIPCION H. E N C . G I L B E R T 0 I A I G U E Z C O V A R R U B I A S D E L T U T O R E X T E R N O : P R O F E S O R A D J U N T O D E L A R E A D E E C O L O G I A D E P A R T A M E N T O DE B I O T E C N O L O G I A Y B I O -

i N G E N l E R l A

/;\TULO D E L P R O Y E C T O :

F I R M A D E L ALUMNO:

F I R M A D E L TUTOR:

(11)

I .

--

T I T U L O .

,. ,

,..

...,

..-

,..

P ~ ~ o d u c c i ó n d e L o m b n i c e s d e T i e n n a como u n a F u e n t e Econó- m i c a m e n t e P o t e n c i a l d e P n o t e X n a .

I I . - I N T R O O U C C I O N .

A c t u a L m e n t e La u t i l i z a c i ó n d e l o m b n i c e s d e t i e n n a s o b n e d e s p e n d i c i o s b i o d e g n a d a b k e s c u e n t a c o n d i u ens os b e n e d i c i o s e c o n ó m i c o s p o t e n c i a l e s p a n a

eL

hombne como s o n :

-

Las L o m b n i c e s d e t i e n n a , como b u e n t e a l i m e n t i c i a , n e p k e - s e n t a n u n a t t o v a t o n

p ~ ~ o t é i c o .

Los c o s t o ¿ - d e a c a n h e o y a l m a c e n a m i e n t o d e Lob d e s p e a d i -

cios

d e e b t i 6 i l C O l s e v e n d i s m i n u i d o s ya q u e e x i s t e u n a n e d u c c i ó n en c u a n t o a l v o l u m e n d e Los mismos c u a n d o Las

l o m b n i c e s

d e t i e a n a CheCen e n d i c h o s m e d i o s . (11, ( 2 1

?

La e s p e c i e d e L o m b n i z d e t i e n n a q u e s e u t i l i z a a c t u a l m e n t e c o n mayon b n e c u e n c i a en 1 0 6 e X p e h i m e n t O b d e L a b o n a t o n i o es

E i s e n i a j o e t i d a l a c u a l s e a l i m e n t a d e m a t e h i a l e s d e n s a m e n t e

p o b l a d o s p o n m i c n o o n g a n i a m o s t a l e s como

e s t i é ~ ~ c o L

y Lodo6 a c t i v a - d o s . Se

Le

c o n o c e a c t u a l m e n t e a e d t a e s p e c i e b a j o d i v e n s o 6 nom-

bnes como: g u s a n o h o j o , g u s a n o z e b n a , veame A o j o , e t c .

E i s e n i a j o e t i d a e6 u n i n v e n t e b n a d o a L t a m e n t e n e p n o d u c t i v o menOb

pnoLL6ico

q u e La mosca d o m é s t i c a Musca d o m e s t i c a o Lo6

nemátodos peno e6 mucho más d 6 h t i L q u e O t J L O b i n v e n t e b n a d o s .

(12)

E i s e n i a j o e t i d a c u e n t a c o n una c o n c e n t n a c i 6 n p n o t h i c a

d e

aphoximadamente

el

6 0 %

d e

¿ u

p e s o

b e C 0 . A ¿u

v e r ,

e¿ hÁCa

e n m i n e n a l e s

y

v i t a m i n a s . 15)

La

e b p e c i e

E i b e n i a j o e t i d a s e e n c u e n t n a comunmente e n

l u g a n e s donde gnandes c o n c e n t n a c i o n e s

d e

m a t e h i a o n g á n i c a ¿ e

e s t á n deghadando. F h e c u e n t e m e n t e , h e

l e

c o l e c t a en l o 6 m o n t o n e s

( 4 1

d e compohta y

d e

e b t i l k c o l .

,.,

, ,..

-

,.

L.-

*.

...

....

.

..

.

...

. .

..&.

Cnece

muy

b i e n

e s t a

e s p e c i e

e n una a m p t i a v a n i e d a d d e

h e s i d u o s a g n i c o l a s i n c l u y ' e n d o

e s t i h n c o l

d e ganado

y

p u e h c o ,

h e b i d u o s ~ a n g o s 0 ¿ ,

excnementos

d e

p o l l o ,

p a v o , p a t o , c o n e j o ,

c a b a l l o . d e s p e h d i c i o b

d e

papa

y

p u l p a d e p a p e l . I 2 1

Considehando q u e l a l o m b h i z

d e

t i e n h a c u e n t a con l a ha-

b i l i d a d d e manejan e x i t o b a m e n t e Lob d e b p e h d i c i o h b i o d e g h a d a b l e s ,

p u e d e o b t e n e n s e p o t e n c i a l m e n t e ghandes c a n t i d a d e h d e p h o t e i n a

como n e a u t t a d o de l a COmpObta. E s t a d u e n t e p o n t é i c a ha d i d o .

a c e p t a d a como una 6ohma n u t n i t i v a cuando b e ha i n t h o d u c i d o e n l a s

d i v e n b a b

d i e t a h

paha a n i m a l e b como b o n

e t

ganado y l o s p e c e s . ( 5 )

.

I I I . O B J E T I V O S .

La6 a c t i v i d a d e s d e b a n h o t l a d a s como behV.iC-iO s o c i a l t u v i e

-

,

&on los s i g u i e n t e s o b j e t i v o b :

1 . Conoce4

e t

c i c t o

b i o l d g i c o d e l a l o m b n i z

d e

t i e m a .

2 . COnbCth c u a l ea l a

ebpecie

adecuada q u e ' p u e d a fcheceh

b a t i b ~ a c t o h i a m e n t e e n e b t i 6 n c o t d e c e n d o .

3 . Conocen y e b t a b l e c e h l a b c o n d i c i o n e b a m b i e n t a t e h como 6011: l u z , t e m p e h a t u h a , humedad, e t c . , e n

e t

l a b o n a t o h i o a d i n

d e

p e a m i t i a

el

buen d e b a u o L l o y p h o d u c c i d n d e La t o m b h i z

(13)

IV.

-

MATERIAL,. HETODOS Y RESULTADOS.

A .

-

M A T E R I A L .

...

-..

I . , .- ...I . .

...

3 0 8 4 0 b I I 1 1 8 0 I O 40 4 1

E j e m p l a n e s

d e

Lombhices d e t i e n n a .

Fnascos d e v i d n i o , tamaRo c h i c o

(Genbeni.

R e c i p i e n t e s

d e

p l á s t i c o

d e

35 x 15 cms.

R e c i p i e n t e

d e

p l á s t i c o

d e

75

x

30

cms.

B a l a n z a g a a n a t a n i a .

Pan

de

g u a n t e 4 d e p l á s . Z i c o .

E s p á t u l a .

cms2 d e m a l l a b i n a d e t e t a [ m a n t a

d e

c i e l o .

Kgs. d e

e s t i 6 n c o t de

c e n d o .

Kgs.

apnoximadamente d e t i e n h a común. ~

Kgs.

apnoximadamente

d e

t i e n n a p n o c e d e n t e d e m a c e t a s .

Apanato c e n n i d o n manca J y l e h c o n t a p a

y

b a s e .

B . METUDUS Y R E S U L T A D O S .

De

acuendo c o n

los

o b j e t i v o s e s t a b l e c i d o d ,

h

b i n

de

cono-

c e n

el

c i c l o b i o l ó g i c o d e l a l o m b n i z

d e

t i e n n a

y

l a

e s p e c i e

adecuada pana C U C e h

sobne

e s t i é h c o l

d e

c e n d o , s e n e a l i z ó una

a m p l i a i n v e s t i g a c i ó n b i b l i o g h á & ¿ c a , d e l a c u a l s e anexa u n R e p o n t e

q u e s t paesentó comw a n t e p h o y e c t o a d i n a l e d d e l mes d e Eneno

a l

M. en C . G i l b e n t o I ñ i g u e z C o v a n h u b i a s , h e s p o n s a b l e d e

e s t e

p h o -

y e c t o a n t e

e-!

Depantamento d e B i o t e c n o l o g i a y B i o i n g e n i e n i a d e l

C e n t h o

de

i n v c s t i g a c i b n

y

d e E s t u d i o s Avanzados d e l I n s t i t u t o

P o l i t é c n i c o N a c i o n a l .

Esta

i n v e s t i g a c i b n b i b l i o g n á b i c a c o n s i s t e d e

d o s

p a h t e s p a i n c i p a l es :

l a pnimena p a n t e c o n s i s t e e n una i a t h o d a c c i b n en donde s e

mencionan l a s c a h a c t e n i s t i c a s p h i n c i p a l e s d e l a l o m b n i z d e t i e h i l a

(14)

d e l p h y l u m .

L .., r -

.-

r-

”...

I

L

La s e g u n d a p a n t e c o n s i 6 t e en u n a h e c o p i t a c i d n d e d i v e n b o b a h t i c u l o s a b i n $ d e )c o n o c e n cuaLe¿ d o n Lo6 d a c t o n e s a m b i e n t a l e 4

que i n d l u y e n en s u h e p k o d u c c i d n y c u a l

e¿

l a m e t a d o l o g i a paira l a p n o d u c c i ó n d e l a s mismas en l a b o h a t o h i o .

Una v e z q u e s e c o n t d c o n l a b i b . l i o g h a 6 i a s u d i c i e n t e p a h a e b t a b l e c e h l a b c o n d i c i o n e ¿ a m b i e n t a l e s p a h a l a p n o d u q c i d n d e l o m b h i z d e t i e h h a , b e p n o c e d i ó a l a ¿ s i g u i e n t e s a c t i v i d a d e s .

S e s o l i c i d a d i v e h s o s a u t o n e s en

e l

e x t h a n j e n o l a c l a v e a n i v e l e s p e c i e d e La d a r n i l i a L u r n b h i c i d a e ya q u e a c t u a l m e n t e en M k x i c o no s e c u e n t a c o n e s t a i n 6 o h m a c i ó n y es d e v i t a l i m p o n t a n -

c i a COnXah c o n e l l a p a h a p o d e h i d e n t i d i c a n l a e s p e c i e a d e c u a d a . C o l e c t a en d i u e h b a b o c a b i o n e s d e u n o s 3 0 8 e j e m p l a h e s d e l o m b h i z d e t i e h n a . E s t a c o l e c t a s e h e a l i z á en l a z o n a a l e d a ñ a a l c a n a l de.! d e s a g ü e u b i c a d o CehCa d e L a U n i v e n b i d a d i b e h o a m e h i - c a n a . S e c o l o c a n o n Las m u e b t n a s en pequeños dhabcob d e v i d n i o

.

o n g a n i s m o s .

’ c o n t e n i e n d o p a n t e d e l { a n g o en

e l

c u a l s e e n c o n t h a n o n a , e b t o s

P o b t e h i o h m e n t e , a d i n d e p h e p a h a h

e t

m e d i o d e c u l t i v o a d e c u a d o y c o n t a n c o n b u d i c i e n t e c a n t i d a d d e t i e h h a b e p h o c e d i d a C e h n i h a p n o x i m a d a m e n t e 4 0 k i l o b d e X i e h h a , misma q u e due

c o l e c t a d a

en

l o b j a h d i n e s d e l C T E A - I P N c o n l a a y u d a d e l a p a h a t o C e h n i d o h mahCar Y l Q h .

Se h e a l i z a h o n , d i d e h b a b m e z c l a ¿

d e

t i e h h a C q n e 4 t i k h C Q l

en u n a p h o p o n c i ó n d e 7 5 / 5 0 % y b e COlOCahOn a p h o x i m a d a m e n t e

i o

t o m b h i c e b en c a d a h e c i p i e n t e d e p l b b t i C 0 . A l c a b o d e 8 dXab b e ObbehvÓ q u e l a s u p e i r 6 i c i e d e c a d a h e c i p i e n t e b e e n c o n t h a b a c o n - t a m i n a d o p o h h o n g o b . S i n embahgo, l a s l o m b h i c e b Como e s t a b a n h a s t a e l dando d e c a d a u n o d e e¿fOb h e c i p i e n t e b b o b h e v i v i e h o n . h e c i p i e n t e d e p l d s t i c o d e 7 5 x 3 0 cms.

1.

(15)

- 5 -

A b l l v e z , t n e b e j e m p h h e b d e L o m b n i z d e t i e m a 6 u e n o n c o l o c a d a b en u n n e c i p i e n t e d e p.&íbtico c o n t e n i e n d o Ú n i c a m e n t e e b t i 6 n c o L d e c e h d o y c l a n a m e n t e

6 e

o b b e n v d q u e l a b l o m b n i c e b

no p u d i e n o n bOpOlc.tait e b t e m e d i o y m u n i e n o n i n m e d i a t a m e n t e .

Como

e l

m e d i o d e c u l t L v o d e b e c o n t e n e h t i e n n a y e b t i 6 h C O l

en u n a p n o p o n c i ó n d e 9 : 1 n e b p e c t i v a m e n t e ,

e¿

n e c e b a n i o mantenen

c o n b t u n t e La humedad ea c u a l d e b e e b t a a a l 6 0 % . .. Como b e d e b c o - n o c i a c u a l ena

e l

p o n c e n t a j e d e humedad t a n t o d e La t i e n n a como d e L e ¿ t i 6 h C O l b e neafiz6 l a p n u e b a c o n o c i d a como C a p a c i d a d d e

R e t e n c i ó n

d e Humedad. Se a b b e n v 6 q u e

eK

c o n t k n i d o

¿e

humedad p a h a

e t

eb.ti6nco.t eb d e u n 7 5 % .

N u e v a m e n t e

¿ e

h e a l i z a n o n d i v e n b a b m e z c l a d d e t i e h h a c o n

e ¿ t i h n c o l

en l a b b i g u i e n t e s p n o p o n c i o n e b :

J . 2. 3. 4 . 5. 6 . 7 . 8 .

T i e n n a

í

Gnatnod

1

9 0 0 8 0 0 7 0 0 8

6 0 0 5 0 0 4 0 0 300 2 O0

E¿

ti

hhc O e

Ghamob

I O0

2 O0

300

4 0 0

5 0 0 6 0 0 7 0 0

a 0 0

y n u e v a m e n t e b e c o n t a m i n 6 con hongob en

l a

b U p e h 6 i C i e .

Como n u e b t n o m e d i o b e c o n t a m i n a b a c o n h o n g o b , A e a l i z a m o b n u e v a m e n z e n u e v o b m e d i o b d e c u l t i v o peno en e b t a o c a d i ó n no b e

mezcló

la

t i e a n a c o n

el

e b t i h n c o L , b i n 0 ~ u e b e a g n e g 6 en c a d a

n e c i p i e n t e una d e l g a d a capa d e t ¿ t i d h c o l en d i b t i n t a b p h o p o n c i o

ne¿ d e t i e n h a y

¿ e t a p 6

c a d a uno d e [ O b o c h o n e c i p i e n t e s c o n

(16)

. ,

... . ..

r. -

...

.

F.. -. *-. .,..

e.. ,

~.

...

*.._. L I *.

.-

..

. I . .... I. -.

.-.

b n i c e s

d e

tienna en cada uno d e

l o s

h e c i p i e n t e s .

Al cabo

d e

t n e s

d i a s s e o b s e h v 6 que La m e z c l a

s e

t o n n a b a

duna,

pon

Lo

que s e t n a t ó n u e v a m e n t e

peho

e n esta o c a s i b n

uti-

l i z a n d o tiehna d e m a c e t a , obsenvando que

d e

esta donma no

¿ e

corn

p a c t a b a

eL

m e d i o

pnocunando mantenenlo

siempne

húmedo.

V. D I S C U S I O N .

l a pnimena p a n t e d e

m i

s e h v i c i o s o c i a L que c o n s i s t i ó en

una i n v e s t i g a c i ó n b i b l i o g n á d i c a s e c u m p l i d

sati¿6actoniamente,

d e acuendo c o q

l o s

o b j e t i v o s e s t a b l e c i d o s , ya que antes

de

m i

p a n t i c i p a c i ó n s e d e s c o n o c i a en

e l

l a b o n a t o n i o

d e

Ecologia

d e l

Uepantamento d e B i o t e c n o L o g i a y

Bioingenienia

d e l

C I E A - I P N

l a

b i o l o g i a d e La L o m b n i z

d e

tienna.

La pnimena o c a s i d n que s e c o l e c t a n o n muestnas d e L o m b n i

-

ce6

d e

t i e n h a

como

d e s c o n o c i a m o s c u a l ena ¿u a s p e c t o s e

c o l e c -

tanon d e d i v e h s a s e s p e c i e s .

c o n s u L t d c o n

La

b i b L i o g n a 6 l a con que s e c o n t a b a e n

e l

Labonatg

&io,

nos dedicamos a c o l e c t a n nuevamente

peno

h e s t n i n g i b n d o n o s

a c o l e c t a n l a e s p e c i e que a n o s o t h o s nos i n t e n e s a b a

y

q u e

a p a h e n t e m e n t c ena l a e s p e c i e E i s e n i a j o e f i d a , quedándonos pen-

d i e n t e

d e

necibin l a s C l a V e b

a

n i v e l e s p e c i e que soLicitamos

a

d i v e a s o s a u t o n e s e n

e l

extnanjeho y

pon

l o t a n t o , La i d e n t i d i -

c a c i ó n e n b a s e a cLaves d i c o t b m i c a s , peno ena i m p o h t a n t e comen

zah a heaLizan d i v e h s a s p h u e b a s , aunque desconocibnamos L a

e s p e c i e d e n u e s f n o

i i l t e h é s ,

a

d i n d e ganan

t i e m p o .

Postenionmente,

una vez y u e s e

La segunda p a n t e d e m i d e n v i c i o A o c i a t que c o n d i d t i 0 en

phuebas d e l a b o n a t o n i o ,

e l

pnoblema p n i n c i p a t que s e t u v o due

que COnbtantementC

e l

m e d i o d e c u l t i v o s e contaminaba e n b u

s u p e h 6 i c i e con hongos. Paha eV.¿tah

e s t o ,

s e

c u b n i e h o n cada uno

(17)

- 7 -

POb.tekiO&mente, O t h O d e t O b p h o b t e m a b Con Q u e nOb e n i n e n

ZamOb due que a l momento d e m e z c l a n ea t i e n n u común c o n

e l

e b t i é n c o l d e c e h d o , a l c a b o d e uno6 c u a n t o s d i a d ea t i e m a b e c o m p a c t a b a y b e h a c i a d u h a . R e a t i z a m o b m e Z C t a b n u e v a m e n t e peno

u t i l i z a n d o en e s t a o c a s i b n z i e h n a q u e

¿e

u t i l i z a en Lab m a c e t a d

y no l a t i e h n a q u e p n o c e d i a d e

l o ¿

j a h d i n e b d e l C I E A - I P N , o b t e -

n i e n d o como n e b u t t a d o u n a mejon m a n i p u l a c i d n d e l m e d i o y d e s a p a h e c i e n d o l a c o m p a c t a c i b n , c u i d a n d o q u e

el

m e d i o d e c u l t i v o b e m a n t u u i e h a ¿ i e m p h e húmedo, p h o c e d i e n d o mbb t a h d e a i n t h o d u c i h d i e z i n d i v i d u o ¿ p o n n e c i p i e n t e .

Cabs m e n c i o n a n q u e u n compañeno d e l a U A M , e b t u d i e n t e d e

l a c a h h e h a d e B i o l o g i a c o n bnea d e c o n c e n t n a c i d n en i o o . t o g i a ,

a c t u a l m e n t e ¿ e ‘ZflCUenXha h e a l i z a n d o ¿ u b e h U i C i 0 d o c - i a l en

el

D e p a h t a m e n t O d e B i o t e c n o l o g i a y ñ i o & n g e n i e n i a d e l C I E A - I P N

d e n t h o d e l m i s m o p n o y e c t o h e a l i z a n d o d i v Q h ¿ a ¿ phuebas d e p h o d u g t i u i d a d a b i n d e c o n t i n u a h c o n e b t e p h o y e c t o .

,

V I , C O N C L U S I O N . t

C o n b i d e h o q u e

e l

p a e s e n t e h e p o n t e ¿ o b n e

m i

¿ e h u i c i o ¿ o c i a l c o n t i e n e s b l a m e n t e

el

c o m i e n z o d e u n g h a n p n o y i c t o q u e

¿ e

d e n a h h o l l a a c t u a l m e n t e en

el

D e p a 4 t a m e n t o d e ñ i o t e c n o l o g i a

y 8 i O i n g e n i e h . & d e l C I E A d e l I P N .

Una d e l a ¿ p h i n C i p a l e ¿ p h e o c u p a c i o n e b Q U t i e n e ~ e t hombae

modehno

e¿

t a h e d u c c i d n d e .to¿ h e c u h b o 6 n a t u h a l e s pOh l a e x p t o -

t a c i ó n i n m o d e a a d a d e l o b m i b m O ¿ . P o n

elto,

e¿

d e v i t a l i m p o h - t a n c i a l a b ú b q u e d a d d e nueva6 a t t e h n a t i u a s Q U p e h m i t a a ~ l a

h u m a n i d a d d e a a h h o k ? ~ a h ¿ e b i n COn&¿nUUh a u m e n t a n d o La d e g h a d a c i d n d e l o b heCUh606 n u t u n a l e s c o m o h a h t a eL m o m e n t o ha b u c e d i d o .

Una d e l a ¿ cauba6 d e La h e d u c c i d n d e

Lo¿

h e C U h b 0 b n a t u -

h a l e s eb L a c o n t a m i n a c i d n d e e s t o b d e b p e h d i c i o s t a n t o i n d u b t h i a

(18)

...

*. -~. r

r

".

...

-

."

_.

..

., ..

...

L-

.^,

. .

.

e n lugair d e hepiredentah un phobtema

mb¿

paha

el

hombhe p u e d e n

beir aphovechadob

como

una b u e n t e a l t e h n a d e a l i m e n t a c i b n a n i m a l

que d i h e c t a m e n t e b e n e d i c i a a l hombhe.

El

p n e d e n t e t i r a b a j o t h a t 6 a l

e¿t.¿éircol

d e cehdo como u n

m e d i o

d e c u l t v i o paha La p ~ ~ o d u c c i b n d e lomblrices d e t i e n h a paira

l a o b t e n c i b n d e piroteinab a p a o v e c h a b l e e n La a t i m e n t a c i b n d e

ganado. Condideno que

el

e . a t i 6 h c o l

d e c e h d o no e6

e t

único

d e d p e h d i c i o o h g á n i c o u t i l i z a b l e , d i n o que d e b e n

de

e x i b t i h O t h 0 4

m a t e n i a l e 6 que p u e d e n t e n t h e s t a midma a p l i c a c i b n . A b u v e z ,

no b ó t a m e n t e l a ¿

l o m b h i c e b

d e t i e h i l a ¿on

l o ¿

Ú n i c o ¿ ohganiidmod

capaced

d e

deghadah e ¿ t a m a t e h i a o h g á n i c a . A c t u a l m e n t e en

el

C I E A - I P N

¿ e

e s t á

u t i l i z a n d o a l a modca dOmhbtiCa paha deghadah

e l

e ¿ . t i é n c o l d e c e h d o .

PO&

t o

t a n t o ,

e ¿ t e

p h o y e c t o e6 Ú n i c a -

m e n t e el p u n t o d e p a h t i d a paha una i n m e n b a d e n i e d e p h O y e C f O ¿

d e i n v e s t i g a c i b n y d e a p l i c a c i o n e d que p u e d e n d e b a h n o l t a h d e a l

.

(19)

- 9 -

VII.

111

r

1 4 1

"*"

151

,.

B I B L I O G R A F I A .

F I E L D S O N , R . S . ' T h e Economic F e a s i b i l i t y 0 6 Eaathwonm

C u t t u n e

o n

A n i m a L 1 a s t e s " . AgnicuLtuaaL E c o n o m i s t .

1

N a t i o n a l

Institute

o

6

A g h i c u l t u a a l Engineeaing

O p e a a t i o n a t Reseaachl

.

G A S S E R , J . K . R .

" C o r n p o s t i n g

0 6 A g a i c u l á u h a l 6 Oiheil

Wastes". E l s e v i e a A p p l i e d S c i e n c e P u b l i s h e a s .

London. 1 9 8 4 .

HAK E N S T E I N , R.; E D W A R D ,

F.;

N E U H A U S E R , E.F.; K A P L A N ,

U.

" R e p h o d u c t i v e P o t e n t i a l

o

6

t h e Eaathwoam EL6 e n i a

4 o e t j d a " .

Oecologia.

V. 4 3 . 1 9 7 9 .

R E I N E C K E , A . J . ; K R I E L , J . R . " I n 6 l u e n c e 0 6

r

empenattune

O n

T h e R e p a o d u c t i o n 0 6 t h e Eahthwoam E i s e n i a F o e t i d a " .

S o u t h A Q ~ i c a n J o u a n a l 0 6 ZooLogy. V, 1 6 . N o 2 . 1 9 8 1 .

T

A F F O R D , E . A . , T A C O N , A . G . " N u t a i t i v e V a l u e

0 6

t h e

Eanthwbam UendnodaiLus s u b a u b i c u n d u s

Gaown

o n S e w a g e .

A g a i c u l t u a a t Wa¿.te¿. V. 9 . N o 4 . 1 9 8 4 .

*

(20)

P A T R I C I A V A R G A S L I N A R E S .

PROYECTO DE SERVICIO SOCIAL.

DEPARTAMENTO DE BIOTECNOLOGIA Y BIOINGENIERIA.

(21)

.-. , .

.

.

INTRODUCCIOA

I . CARACTERISTICAS PRINCIPALES DE LOS ANELIDOS.

3. Paired d e l cuenpo COmpUebta p o h una e p i d e h m i b e x t e x n a y

p o x

d o 6 capab m U b C U k I h e b metahmehizadab: una

d e

mubcu-

l a t u h a

ciaculax

e x t e n n a y otha i n t e h n a d e múbcuLo L o n g i

-

.tudinaL, t a p i z a d a

pon c o m p l e t o

pon

e l

p e ~ i t o n e o p a x i e t a l .

En g e n e h u e , bucee

e x i b t i h

una c u t l c u L a beghegada p o h ea

e p i d ehmib

.

5 . Cabeza

d e

c o m p l e j i d a d uahiable, t l p i c a m e n t e c o m p u e s t a

p o h un begmeflt0 p n e o n a l , e l p n o t o b t o m i o y p o t un p e h i 6 2 0 ._

m i o que l l e v a l a boca.

6 . S i s t e m a c i h c u ~ a t o x i o cehhado e n

e l

que

l a

b a n g h e he.cohhe

un uabo d o h b a t

de

atn6b h a c i a a d e L a n t e y un uabo uentnnl

d e

a d e l a n t e h a c i a a t n 6 b . A menudo

e x i s t e

un p i g e m e n t o

.

h e b p i t h a t o h i o d i s u e l t o en

eL

plasma s a n g u x f l e o .

7 .

E.!

celoma e6 un e b q u i z o c e l e genehaemente ebpaciOb0 y di-

v i d i d o en compahtimentoh b e g m e n t a h i o d .

8 . Phehenta o h i g i n a l m e n t e un pax

d e

n e i h i d i o b en c a d a begmen

-

t o

c o n e x c e p c i ó n d e l p h i m e h o y d e l Ú L t i m o .

. .

(22)

9 . PlleAentan u n a n i t t o n e l l u i o b o p e l l i e 6 0 6 d g i c o que c o n t i e n e

L o b g c l n g L i 0 b c e h e b l l ü t e b d o l l b a t e b . LOb g a n g L i O b b u b e b o - 6 á g i c o b y d u b C O n e C t i U O b y un c o a d d n n e l l U i O b 0 venthat.

jaLonndo p o l l d o 6 p a l l e b d e g a n g t i o b b e g m e n t a l l Á O b y pon C O f l e X i O n e b C O m i b U l l a L e b .

1 0 . S e g r n e n t a c i d n e b p i l l a e d e t e t m i n a d a y p h i m i t i u a m e n t e una

(23)

- 3 -

I I . _CLASlFlCAClDl DEL . PHYLUM ANNELIDA. *

EL p h y l u m A n n e L i d a pheb e n t a t h e b ghandes CLab eb :

P o L i q u e t o b , O e i g o q u e t o h

e

H i h u d X n e o b , s i e n d o Lab d L t i m a b dob

cLabeb p e h t e n e c i e n t e b a L o b C L i t e t a d o b

.

A c o n t i n u a c i d n b e p h e b e n t a

La

c L a b i d i c a c i 6 n d e L PhyLum

A n n e L i d a b e g a n M i c h a e L b e n (1928, 1 9 3 0 1 , h c b t n i n g i t n d o n o b

c í n i c a m e n t e a La clase d e L o b O L i g o q u e t o b p o t beR. ea C&zbe q u e no6 i n t e h e b a e b t u d i a h .

P H Y L U M A N N E L I D A

Clase O L i g o c h a e t a

Ohden P L e b i o p o h a Ohden P i l a h o p o h a

S u b o h d e n L u m b h i c u L i n a F a m i L i a L u m b h i c u L i d a e FamiLia B h a n c h i o b d e L L i d a e

Ohden O p i b t h o p o h a

S u b o h d e n H a p L o t a x i n a

Familia H a p L o t a x i d a e

FamiLia A L L u h o i d i d a e FamiLia S y g e n o d h i L i d a c

F a m i l i a M o n i L i g a b t h i d a e

\

S u b o h d e n L u m b h i c i n a

Famieia GLObb O b c o L e c i d a e

(24)

F a m i l i a G l o b 6 o ¿ c o l e c i d a e . S u b 6 a m i l i a M i c n o c h a e t i n a e Sub

6

a m i l i a Honmo g a b t a i n a e S u b d a m i l i a C n i o d n i l L i n a e

F a m i l i a lumbnicidae

Subonden Megascoleina F a m i l i a Megabcolecidae

S u b d a m i l i a A c a n t h o d n i l l i n a e

S u b d a m i l i a O c t a c h a e t i n a e S u b d a m i l i a O c n e h o d n i l i n a e Sub

6

a m i l i a Meg a b co l e c i n a e

F a m i l i a E u d n i l i d a e

c !

I _

(25)

..

_-

- 5 -

111.

-

CARACTERISTICAS PRINCIPALES D E LA SUBORDEN LUMBRICINA.

106 O V ü h A O b h e e n c u e n t h a n LocaLizadoh en

ee

begmf?ntO

númeho thece, aunque en atgunah o c a b i o n e h t a m b i t n en eL segmen -

t o

númeho d o c e .

EL c L i t e L o

t i e n e

m 6 A

d e

una c t L u L a d e ghuebo y &Ob huevos

en boilma c o h h e s p o n d i e n t e t i e n e n menOb v i t e l o .

E h , t O h OhganibmOb en h u mayohxa A O n L o m b h i c e b d e t i e h h a ,

misma6 que p e h t e n e c e n a La FamiLia Lumbhicidae. E j C m p L O h :

ALLoLobophoha CaLigiMOha, ALLoLobophoha c h L o h o t i c a , Vendnobaena

h u b i d a , E i b e n i a d o e t i d a , Eihenia h o h e a , Lumbhicuh hubeLLuh,

Lumbhicuh Z U L h e h t h i h , O c t o e a h i o n cyaneum, A p o h h e c t o d e a t u h g i d a ,

(26)

I V . CARACTERISTICAS PRINCIPALES DE LA CLASE OLICOQUETOS.

1 V . I . Habitat y Dibtnibucibn Ecolbgica.

La mayohXa de L o b 2,500 ebpecieb de OLigoquetob viven en

Lob bueLob t e h h e b t h e b , aunque aLgunob viven en agua dulce y uno¿ pocob b o n mahinob. Lab Lombhiceb de t í e h h a , pehtenecienteb a l a FamiLia Lumbhicidae, habitan en Lob buelos húmedob de todo

e l

mundo, phedehentemente en L o b d t h t i e e b de Lab hegioneb tempLadab.

E b t o 6 ohganibmob pehmanecen entehhadob debajo en

e t

bubbueLo duhante

e l

dxa, peno duhante La tuirde, ebpecialmente debput6 de

La LLuvia emehgen a La supeh6icie.

Lob bUeLOb que contienen bastante matehia ongánica o pot

Lo

menab una capa bupeh6icia~ de humus mantienen Lab poblaciones

de OLigOquetOb mdb ghandeb.

EL

ghada de humedad, acidez y La

textuha d e l bueLo pueden poneh LimitaCiOneb en La dihthibuci6n.

l o b bUCLOA ácido6 bOn habitat ebpeciaLmente debdavohabLeb paha c a s i todas Lab ebpecieb debido a La dediciencia de ioneb de

caLcia l i b n e b , necebahiob paha que eL gubano mantenga un pH máb

a l t o

en bu banghe.

L o b túneles de Lab ebpecieb máb ghandeb como lumbhicub t e h h e b t h i b b e obbehvan desde La bupehdicie hasta vahiob methob de pho6undidad, begún La naXu/raLeza deL buteo. Lo6 gubanob jdveneb

cabo4 centxmethob de La capa de humus que contienen giran cantidad

de matehia ahgánica.

y Lab CbpeCieb pequeñab, en cambio, eb-tán hebthingidob a L o b U -

EL

OLigoqueto t e h h e b t h e conbthuye b u agujeho donzando b u exthema antehioh a thawtb de Lab ghietab y taagando tienha. EL

matehiaL aledecado que b e mezcLa con moco hecubhe

e l

intehion d e L

(27)

- 7 -

Lab lombnices de t i e a k a bOn impontante6 en l a debcompobi

-

ción de l a matenia ongdnica

d e l buelo.

En sueLob pulvenizados, l a donma y l a distnibucibn de L a matenia ongdnica due

el

n e b u l -

tado de que l a b lombnices de tienira be entienten y mezclen l a matenia ohgdnica con lab panttlculas minenaleb d e l

suelo,

pnodu- ciendo aghegados estabLe6.

Paila que La6 Lombhiceb de tienha hobnevivan deben existin detehminadab condicioneb ambientaLe6. Debido a bu capacidad tan Limitada de movimiento, e s t o b OtganibmOb be ven donzado~ a V i v i h

en zonab Cehcanab a b U b 6 u e n t e b aeimenticiab.

La mighación e b t á Limitada poh ea phOpia inhabilidad de L a especie a movehde, siendo Lab bahhehab de La mignación La6 cadenad montañoba6, Lob debiehtob,

e l

mah,

e l

clima, L a extehmi

nación, e i c . -

I V. 2. AnatomLa Extehna.

EL

metameilibmo b e encueniha bien debailhoelado en esta

clase; CahleCen de pahapodiob y e.t photohtomio suele beh un

peQUeñ0 LóbuLo hedondeado o un cono diminuto b i n aplndickd s e n -

h o t i a e e s . (Fig. 1 . A ) .

Lab Lombticeb de t i e t k a 6on de mayoh tamaño que l a b doh- ma6 acuáticah. Sub bedas 6011 d u e h t e b y c o t t a d y en phinCipi0

b e encuenthan en cuaiho pdheb, do6 dohboventnaeeó y dab ventto-

eatehaeeb como en Lumbticub.

Lob oeigoquetob pobeen beta¿, mibmab que bUe&¿n 6eh s i g - moides con Lab puntab bimpeeb, bldidab

,

pectinadab o modidicadas

.

dientes a t a b tombhices de tiehha s e phoeongan bóeamente una

COhta dibtancia máb a l l á d e l integumcnto. [Fig. 1.81.

(28)

I .

., .

..

..-.

~~. .

I”.

” ... ._-,

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c.

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I..

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..

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(29)

.

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..

I._

I , .

”.

V e

cada l a d o

d e

un degmento hay ¿aCOb b e t a l e ¿ e n

Lo¿

que

b e

b e c h e t ü n Lab ¿e$üb y d e l o b que

e s t a b

Unehgen en g h U p 0 6

o

h a c e ¿ .

DO¿

d e l o b g h U p 0 b & o n v e n t h a l e d y d o ¿ v e n t h o k t e h a . t e ¿

o

donboLateha.teb.

EL

númeho

d e

b‘ztab p o t haz v a h t a

de

uno

a

v e i n t i c i n c o .

V e

aquX

e l

nombhe

d e

O t i g o c h a e t a ~ u e q u i t h e

d e c i h

poca¿ b e t a ¿ .

1 V . 3 . Pahed Cohpohal y CeLoma.

Una deegada c u t L c u L a hecubhe L a c a p a e p i d e h m i c a Q U ~con-

t i e n e C 6 e U L ü b geandueaheb 4eChetOhcZb de moco.

lo¿ músculob c i h c u L a h e ¿ e b t á n muy bien de¿ahhoLLado¿ y

L o b t a b i q u e b que Aepahan

eL

celoma e h t á n h e L a t i v a m e n t e compLeto6

e x c e p t o en Lab e x t h e m i d a d e b a n t e h i o h y p o b t e h i o h . ( F i g . 2 ) .

Lab Lombhiceb

d e

tiehha p u e s e n t a n e n aegunob ca¿o¿ e¿6Ln

-

tehe¿ alhededon. d e La¿ peh6ohacioneA

d e

Lo¿

t a b i q u e s paha con-

thoLah

e l

6Lujo d e L LXquido ceL6mico d e un hegmento

a

o t h o .

EXAbzen 6ibhab mu¿cuLahe¿ e n t h e Lab Capab pehAtOneUl?eA d e cada

t a b i q u e que aL p a h e c e h ayudan a hegULah La p h e b i ó n d e l LLquido

ceLómico d u h a n t e Lab c o n t h a c c i o n e b de L o b m Ú b C U L O b d e La patted

COhpOhaL.

L O A t a b i q u e b d e C i e h t O b begmenXOb C e 6 d L i C O b b e e x t i e n d e n

h a c i a La p a h t e p o b t e h i o h adoptando dohma d e boebah y b e CahUCte

R i z a n p o h b e h muy mUbCULaht¿. l a c o n t h a c c i ó n d e ebta¿ boebab

aumentan La p h e b i ó n ceL6mica y pueden p h o d u c i h e v e h b i ó n d e La

6 a h i n g e

o

¿A La boca e h t á cehnada pueden caubah a l a h g a m i e n t o d e L

phimeh segmento paha e x c a v a h .

-

Cada compahtimento c e L ó m i c o , b a L V 0 e n Lab e x t h e m i d a d e b

,

comunica con

eL

e x t e h i o h

p o t medio

d e

un p o h o mediodohbat phovL¿

t o

d e un e 6 6 X n t e h LocaLizado en

Lo¿

6uhcoA i n t e h b e g m e n t a h i o b .

(30)

F I G W NO. 2

Se han b~pahad0 capas buCe.biva6 de tejido paha mobthat bu6 heeaciones.

E l cuetlpo eb un .tubo dentho de oXho .tubo; Lob dab .tubo6 eb.1231 bepahadab poh el

cama.

El

cdoma b e ohigina como un pm~ de cavLdades .eateheae.b, dentm de

cada b O m ¿ t a que a.L expanwe empujan bU c u b i d pe/L¿ton& c0ntz.a

Lab

pahedeb del cumpo y del .tubo digeALivo domando

el

peh¿toneo pahietae y

d

víscehae

Al

ponme en contacto

Lab

dab

cubiehAu

en l a &ea media b e doman ESQUEMA VE LA ORGANIZACION DE

LOS

SOMITAS V E UN ANELIUO.

hCbpedvcVllente.

Lob mebentehiob d o u h y ven0u.l COmpUebhb poh dab capas de p&neo.

CWIAVL en contacto kk.6 cubiehtas peh¿ton&eb de dab bOm¿ta6 adyacentes b e

doma un beph, compuesto .también poh dab capa¿ de p&neo.

h a , lob metane&Ld¿ob.

antdoh poh un nedmbhma y a!. exlLtehioJ~ pOh un ne@~idiopom.

Al

(31)

-

11

-

E b f o b pOhOb e x u d a n L L q u i d o celdmico q u e ayuda a COnbehVLLh

l a

humedad d e l i n t e g u m e n t o .

L

. .

. ,

.

..

c

.<~

.

....

w.

- ,

.-

I

U.

4 .

Locomo c i d n .

La c o n t h a c c i d n d e l a m U b C U L a t U h a L o n g i t u d i n a L eb mdb i m

-

p o h t a n t e en La e x c a v a c i ó n pues enbancha La m a d h i g u e h a o ancla

L a t u h a ciA.cuLah y e t a t a h g a m i e n t o C O n b i g U i e f l t e d e L O S b e g m e n t o b

b 0 n muy i m p o h t a n t e b en

e t

h e p t a i h y p h o d u c e n b i e m p h e u n a p u e b a -

c i ó n d e p h e b i 6 n d e L L q u i d o ceLómico.

[ O b b e g m e n t o b en

La

p u k e d d e é b t a . La conthücción d e

La

m U b C U

-

L a b b e t a b b e e x t i e n d e n d u h a n t e La conthaccidn L ü n g i t t u d i -

naL y b e hethaen d u h a n t e

La

c o n t ~ ~ a c c i ó n cihcuLah. Cada begmento

b e mueve h a c i a a d e L a n t e en pabob d e d o 6 a t h e 4 C e n t ~ m e t h O b , a

u n a v e l o c i d a d d e b i t t e a d i e z paboa pon. m i n u t o . La d i h e c c i b n d e Lab ondab d e c o n t h a c c i ó n p u e d e n i n v e h t i h b e

Lo

q u e p e i r m i t e aL

g U b a n 0 a h h a b t h ü h b e hacia ü Z h d b .

I V. 5. Nuthición.

Lab L o m b h i c e b b e a l i m e n t a n d e m a t e h i a o h g d n i c a en debcom- g u e h a . UtiLizan a b i m i b m 0 matehiaL o h g á n i c o o b t e n i d o d e L Lodo o d e La tiehiha q u e eb i n g e h i d o en

eL

CUihbO d e La e x c a v a c i ó n .

P O b i C i b n

La

b u p e h d i c i e y p u e d e n ahhabthah C O b a b a La m a d h i -

(32)

abhe en una pequeña cavidad bucal

La

cual

a b u vez comunica con

una dahinge más ILbpaCiOba. La paned donsaL de l a Cdmaha 6ah.h-

gea e6 gLandulan y mUbCUlOba y dohma una especie de bulbo o

c o j L n que c o n s t i t u y e

eL

Ungano pnincipal de ingestidn. (Fig. 31.

En l a s lombhiceb de Ziehha l a hahinge actúa como bomba. La pahte antehioh d e l vehme bale de ¿u excavación y l a boca

ebte momento, La dahinge expehimenta una b e h i e de conthacciones

que bombean

eL

aLimento hacia La boca. Las glándulas dahlngeas

beCh&an una s a l i v a que contiene moco y enZimah (piloteabab en Lumbhicidos; amiLasa en Eibenia).

phCbiOna COnXha pahtlCULüb de humus phebenfeb '¿L suelo. En

--

La daninge conduce a un eb66ago LubuLah ebthecho que puede esta& modidicado en didenentes niveLes paha dohmah una moLLeja y en Los Lumbhlcidos un buche. En Lumbhicus a b l como

en 0 X h 0 6 miembhos de La mibma damilia existen buche y moLLeja

en eL exthemo deL eb66aco.

Un hasgo CUhaCteh&tiCO deL esódago de

LOA

OLigoquetos es La phebencia de gLdnduLab caLcl6ehas. Las CEtU&%b glandula-

he6 be hallan situadas en evaginaciones ebpeCiaLe¿ de

l a

pahed

ebodágica a didehentes n i v d e b , según ea especie. Cuando

muy desahhollada, l a hegión gLanduLah compLetamcnte bepahada de La Luz deL eb66ago y desde

eL

exteh.iOh be ve como una photu- behancia L a t e h a t o dohbal.

Las gLánduLab caLcl6ehas pahticipan en La heguLación

i d n i c a más que en La digesti6n. Funcionan paha tibehan a l cueh

pa deL exceso de c a l c i o absohbida con

e l

alimento y paha mante-

n'2h un pH constante en La sanghe y

eL

Llquido ce~ómico contho- Lando Lob niveLeb de caecio y de iOneb cahbonato. Cuando

e l

n i v e l de COZ en L a sanghe s e hace excesivo [con una baja consi- guiente d e l pHJ,

e l

i 6 n cahbonato be Liga aL calcio en Las geán -

dueas caLc.X(deha¿ y es exchetado en e l ebbhago en ,$ohma de caecita, que no es abbohbida duhante su thánsito intebtinae. [ F i g . 41.

(33)

-

13

-

C

(34)
(35)

-

I S

-

FIGURA

NO.

4 GLANUULAS CALCIFERAS

VE

LA LOMBRIZ V E TIERRA.

Cohte . t m n ~ v m d du? esOdag0 d e La

Lombhiz

d e .tÁtiehha Aeeobophoha en donde b e pueden

apmcian

Lad gedndLLead c d C n ~ ~ chcundantes.

Figure

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Referencias

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