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Desarrollo de una Aplicacion Android para Usuarios con Presbicia

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Academic year: 2020

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(1)DESARROLLO DE UNA APLICACION ANDROID PARA USUARIOS CON PRESBICIA.. DHAVIAN FERNANDO HERNÁNDEZ ANZOLA. ROLANDO BARON CARREÑO.. UNIVERSIDAD DISTRITAL - FRANCISCO JOSE DE CALDAS FACULTAD TECNOLÓGICA TEC. SISTEMATIZACIÓN DE DATOS BOGOTA D.C 2016.

(2) DESARROLLO DE UNA APLICACION ANDROID PARA USUARIOS CON PRESBICIA.. DHAVIAN FERNANDO HERNÁNDEZ ANZOLA. ROLANDO BARON CARREÑO.. Monografía de Grado Presentada como requisito para optar al título de tecnólogo en sistematización de datos.. Director Rocío Rodríguez Ingeniera de Sistemas. UNIVERSIDAD DISTRITAL - FRANCISCO JOSE DE CALDAS FACULTAD TECNOLÓGICA TEC. SISTEMATIZACIÓN DE DATOS BOGOTA D.C 2016.

(3) NOTA DE ACEPTACION ____________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________. ___________________________ JURADO. ___________________________ JURADO. Bogotá D.C 07 de Abril de 2016.

(4) TABLA DE CONTENIDO. RESUMEN .............................................................................................................................. 12 ABSTRACT.............................................................................................................................. 13 INTRODUCCIÒN..................................................................................................................... 14 1.. FASE DE DEFINICIÒN, PLANEACIÒN Y ORGANIZACIÒN. ............................................ 15. 1.1.. PLANTEMAIENTO DEL PROBLEMA ......................................................................... 15. 1.1.1.. DESCRIPCIÓN .................................................................................................. 15. 1.1.2.. FORMULACION DEL PROBLEMA ............................................................................ 16. 1.1.3.. SOLUCION TECNOLOGICA ...................................................................................... 16. 1.2.. ALCANCES ............................................................................................................... 17. 1.3.. DELIMITACIONES .................................................................................................... 17. 1.4.. OBJETIVOS .............................................................................................................. 18. 1.4.1.. OBJETIVO GENERAL ........................................................................................ 18. 1.4.2.. OBJETIVO ESPECIFÌCO. .................................................................................... 18. 1.5.. MARCO DE REFERENCIA ......................................................................................... 19. 1.5.1.. MARCO TEÒRICO ............................................................................................ 19. 1.5.1.1.. FUENTES PRIMARIAS....................................................................................... 19. 1.5.1.2.. FUENTES SECUNDARIAS .................................................................................. 20. 1.5.2.. MARCO CONCEPTUAL ..................................................................................... 21. 1.5.2.1.. TRABAJOS REALACIONADOS ........................................................................... 21. 1.5.2.2. PRESBICIA ............................................................................................................... 22 1.5.2.2.1.. CLASIFICACION DE LA PRESBICIA. ................................................................... 22. 1.5.2.2.2.. SINTOMAS ....................................................................................................... 23. 1.5.2.2.3.. DETERMINACION DE LA ADICION, .................................................................. 23. 1.5.2.3. DETERMINACION DE LOS PARAMETROS DE CONFIGURACION EN UN DISPOSITIVO MOVIL. 25 1.5.2.4.. ANDROID ......................................................................................................... 26. 1.5.2.5.. JAVA ................................................................................................................ 26. 1.5.2.6.. SQLITE ............................................................................................................. 27. 1.5.2.7.. XML ................................................................................................................. 28.

(5) 1.6.. FACTIBILIDAD ......................................................................................................... 29. 1.6.1.. FACTIBILIDAD TECNICA ................................................................................... 29. 1.6.2.. FACTIBILIDAD ECONOMICA ............................................................................ 30. 1.7.. METODOLOGIA DE DESARROLLO ........................................................................... 31. 1.7.1.. CARACTERISTICAS................................................................................................... 31. 1.7.2.. ESPECIFICACION DE LAS FASES .............................................................................. 32. 1.. MODELADO DEL NEGOCIO ........................................................................................ 35. 1.1.. MODELO DE PROCESOS ......................................................................................... 35. 1.1.1.. Modelo de procesos del Registro de Usuario ........................................................ 35. 1.1.2.. Modelo de procesos de Modificar Datos de Usuario ............................................ 36. 1.1.3.. Modelo de procesos de Cargar Configuración de Usuario. ................................... 37. 1.1.4.. Modelo de procesos de Modificar Datos de Configuración. ................................. 38. 1.1.5.. Modelo de procesos de Iniciar ejercicios visuales. ................................................ 39. 1.2.. MODELOS DE DOMINIO ......................................................................................... 40. 1.2.1.. Modelo del dominio de Registro de Usuario. ........................................................ 40. 1.2.2.. Modelo del dominio de Modificar Datos de Usuario ............................................ 40. 1.2.3.. Modelo del dominio de Cargar Configuración de Usuario. ................................... 41. 1.2.4.. Modelo del dominio de Modificar Datos de Configuración. ................................. 41. 1.2.5.. Modelo del dominio de Iniciar ejercicios visuales. ................................................ 42. 1.2.6.. Modelo de dominio integrado. .............................................................................. 42. 1.3.. GLOSARIO DE TERMINOS ....................................................................................... 43. 2.. FASE DE REQUERIMIENTOS. ...................................................................................... 44. 2.1.. DEFINICION DE ACTORES DEL SISTEMA ................................................................. 44. 2.2.. LISTA PRELIMINAR DE CASOS DE USO. .................................................................. 46. 2.3.. MODELO DE CASOS DE USO DEL REGISTRO DE USUARIO. .................................... 47. 2.4.. MODELO DE CASOS DE USO DE MODIFICAR DATOS DE USUARIO ........................ 48. 2.5.. MODELO DE CASOS DE USO DE CARGAR CONFIGURACION DE USUARIO. ........... 49. 2.6.. MODELO DE CASOS DE USO DE MODIFICAR DATOS DE CONFIGURACION. .......... 50. 2.7.. MODELO DE CASOS DE USO DE INICIAR EJERCICIOS VISUALES. ............................ 51. 2.8.. MODELO DE CASOS DE USO INTEGRADO. ............................................................. 52.

(6) 2.9.. DOCUMENTACION DE CASOS DE USO. .................................................................. 53. 2.9.3.. Documentación de casos de uso proceso Cargar configuración de usuario. ........ 64. 2.9.4.. Documentación de casos de uso de Modificar datos de Configuración................ 66. 2.9.5.. Documentación de casos de uso de Iniciar Ejercicios Visuales. ............................ 68. 3.. FASE DE ANALISIS. ...................................................................................................... 72. 3.1.. FASE DE ANALISIS DE REGISTRO DE USUARIO ....................................................... 72. 3.2.. FASE DE ANALISIS DE MODIFICAR DATOS DE USUARIO. ....................................... 81. 3.3.. FASE DE ANALISIS DE CARGAR CONFIGURACION DE USUARIO ............................. 83. 3.4.. FASE DE ANALISIS DE MODIFICAR DATOS DE CONFIGURACION ........................... 86. 3.5.. FASE DE ANALISIS DE INICIAR EJERCICIOS VISUALES. ............................................ 86. 4.. FASE DE DISEÑO. ........................................................................................................ 93. 4.1.. LISTA INICIAL DE CLASES ........................................................................................ 93. 4.2.. MODELO DE ANALISIS ............................................................................................ 95. 4.3.. MODELO LOGICO ................................................................................................... 96. 4.4.. MODELO FISICO...................................................................................................... 97. 4.5.. MODELO DE BASES DE DATOS ............................................................................... 98. 4.5.1.. DICCIONARIO DE DATOS ........................................................................................ 99. 4.6.. MODELO DE INTERFAZ. ........................................................................................104. 4.6.1.. Lista de vistas del modelo de interfaz. .................................................................104. 5.. FASE DE IMPLEMENTACION.....................................................................................106. 5.1.. DIAGRAMA DE COMPONENTES. ..........................................................................106. 5.2.. DIAGRAMA DE DESPLIEGUE. ................................................................................106. 6.. PRUEBAS. .................................................................................................................107. 6.1.. CASO DE PRUEBA #1. ........................................................................................... 107. 6.2.. CASO DE PRUEBA #2. ........................................................................................... 109. 6.3.. CASO DE PRUEBA #3. ........................................................................................... 111. 6.4.. CASO DE PRUEBA #4. ........................................................................................... 113. 6.5.. CASO DE PRUEBA #5. ........................................................................................... 116. 6.6.. CASO DE PRUEBA #6. ........................................................................................... 118. 6.7.. CASO DE PRUEBA #7. ........................................................................................... 120.

(7) 6.8.. CASO DE PRUEBA #8. ........................................................................................... 122. 6.9.. CASO DE PRUEBA #9. ........................................................................................... 123. 6.10.. CASO DE PRUEBA #10. .........................................................................................124. 8.. RECOMENDACIONES................................................................................................ 130. 9.. CONCLUSIONES. .......................................................................................................131. 10.. BIBLIOGRAFIA...........................................................................................................132.

(8) TABLA DE FIGURAS.. FIGURA 1: MODELO DE PROCESOS DEL REGISTRO DE USUARIO. .................................. 35 FIGURA 2: MODELO DE PROCESO DE MODIFICAR DATOS DE USUARIO. .......................... 36 FIGURA 3: MODELO DE PROCESO DE CARGAR CONFIGURACIÓN DE USUARIO. .............. 37 FIGURA 4: MODELO DE PROCESOS DE MODIFICAR CONFIGURACIÓN DE USUARIO. ......... 38 FIGURA 5: MODELO DE PROCESO DE INICIAR EJERCICIOS VISUALES. ............................ 39 FIGURA 6: MODELO DE DOMINIO DE REGISTRO DE USUARIO. ....................................... 40 FIGURA 7: MODELO DEL DOMINIO DE MODIFICAR DATOS DE USUARIO. .......................... 40 FIGURA 8: MODELO DEL DOMINIO DE CARGAR CONFIGURACIÓN DE USUARIO. ................ 41 FIGURA 9: MODELO DEL DOMINIO DE MODIFICAR DATOS DE CONFIGURACIÓN. ............... 42 FIGURA 10: MODELO DEL DOMINIO DE INICIAR EJERCICIOS VISUALES............................ 42 FIGURA 11: MODELO DEL DOMINIO INTEGRADO, MODELO BÁSICO DEL SISTEMA. ............ 42 FIGURA 12: MODELO DE CASOS DE USO DE REGISTRO DE USUARIO. ........................... 47 FIGURA 13: MODELO DE CASOS DE USO DE MODIFICAR DATOS DE USUARIO. ............... 48 FIGURA 14: MODELO DE CASOS DE USO DE CARGAR CONFIGURACIÓN DE USUARIO....... 49 FIGURA 15: MODELO DE CASOS DE USO DE MODIFICAR DATOS DE CONFIGURACIÓN. .... 50 FIGURA 16: MODELO DE CASOS DE USO DE INICIAR EJERCICIOS VISUALES. .................. 51 FIGURA 17: DIAGRAMA DE SECUENCIA PARA EL CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE REGISTRO. .............................................................................................................. 72 FIGURA 18: DIAGRAMA DE ACTIVIDAD CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE REGISTRO. . 72 FIGURA 19: DIAGRAMA DE COLABORACIÓN CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE REGISTRO. .............................................................................................................. 73 FIGURA 20: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO INGRESAR DATOS DE USUARIO Y PERFIL.................................................................................................................... 74 FIGURA 21: DIAGRAMA DE ACTIVIDAD CASO DE USO INGRESAR DATOS DE USUARIO Y PERFIL. ................................................................................................................... 74 FIGURA 22: DIAGRAMA DE COLABORACIÓN DE CASO DE USO INGRESAR DATOS DE USUARIO Y PERFIL. .................................................................................................. 75 FIGURA 23: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO INGRESAR FORMULA MEDICA....... 76 FIGURA 24: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO AJUSTAR TAMAÑO DE FUENTE. .... 76 FIGURA 25: DIAGRAMA DE ACTIVIDAD CASO DE USO AJUSTAR TAMAÑO DE FUENTE. ..... 77 FIGURA 26: DIAGRAMA DE COLABORACIÓN CASO DE USO AJUSTAR TAMAÑO DE FUENTE 77 FIGURA 27: DIAGRAMA DE SECUENCIA DE CASO DE USO SELECCIONAR FRECUENCIA DE EJERCICIO. ............................................................................................................. 78 FIGURA 28: DIAGRAMA DE ACTIVIDAD CASO DE USO SELECCIONAR FRECUENCIA DE EJERCICIOS............................................................................................................. 78 FIGURA 29: DIAGRAMA DE COLABORACIÓN CASO DE USO SELECCIONAR FRECUENCIA DE EJERCICIOS............................................................................................................. 79.

(9) FIGURA 30: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO GUARDAR PERFIL DE USUARIO. .... 80 FIGURA 31: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO ESTABLECER CONFIGURACIÓN. .... 80 FIGURA 32: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE INICIO DE SESIÓN. .................................................................................................................. 81 FIGURA 33: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO INGRESAR CREDENCIALES. .......... 81 FIGURA 34: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE EDICIÓN. .... 82 FIGURA 35: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO INGRESAR NUEVOS DATOS. .......... 82 FIGURA 36: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO ACTUALIZAR DATOS. ................... 83 FIGURA 37: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO ESTABLECER CONFIGURACIÓN MANUAL.................................................................................................................. 83 FIGURA 38: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO ESTABLECER CONFIGURACIÓN POR FORMULA. ............................................................................................................... 84 FIGURA 39: DIAGRAMA DE ACTIVIDAD CASO DE USO ESTABLECER CONFIGURACIÓN POR FORMULA. ............................................................................................................... 84 FIGURA 40: DIAGRAMA DE COLABORACIÓN CASO DE USO ESTABLECER CONFIGURACIÓN POR FORMULA. ........................................................................................................ 85 FIGURA 41: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO MODIFICAR CONFIGURACIÓN DE SISTEMA. ................................................................................................................ 86 FIGURA 42: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO ENVIAR MENSAJE DE RECOMENDACIÓN. ................................................................................................... 86 FIGURA 43: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO MOSTRAR LISTA DE EJERCICIOS. .. 87 FIGURA 44: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO SELECCIONAR EJERCICIO. ........... 87 FIGURA 45: DIAGRAMA DE COLABORACIÓN CASO DE USO SELECCIONAR EJERCICIO. ..... 88 FIGURA 46: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE EJERCICIO. 89 FIGURA 47: DIAGRAMA DE ACTIVIDAD CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE EJERCICIO. . 89 FIGURA 48: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE EJERCICIO. 90 FIGURA 49: DIAGRAMA DE SECUENCIA CASO DE USO REALIZAR EJERCICIO. ................. 91 FIGURA 50: DIAGRAMA DE COLABORACIÓN DE CASO DE USO REALIZAR EJERCICIO. ...... 91 FIGURA 51: DIAGRAMA DE COLABORACIÓN CASO DE USO REALIZAR EJERCICIO. ........... 92 FIGURA 52: MODELO DE ANÁLISIS DE LA APLICACIÓN. ................................................. 95 FIGURA 53: MODELO LÓGICO DE LA APLICACIÓN. ....................................................... 96 FIGURA 54: MODELO FÍSICO DE LA APLICACIÓN, EN ÉL SE MUESTRA LAS INTERACCIONES ENTRE LAS CLASES A TRAVÉS DE SUS ATRIBUTOS. ...................................................... 97 FIGURA 55: MODELO DE BASES DE DATOS UTILIZADO PARA MAPEAR TODOS LOS DATOS NECESARIOS PARA EL BUEN FUNCIONAMIENTO DE LA APLICACIÓN. ................................ 98 FIGURA 56: MODELO DE INTERFAZ DE LA APLICACIÓN MÓVIL. .................................... 104 FIGURA 57: DIAGRAMA DE COMPONENTES DE LA APLICACIÓN. ................................... 106 FIGURA 58: DIAGRAMA DE DESPLIEGUE DE LA APLICACIÓN EN UN DISPOSITIVO. ........... 106.

(10) TABLA DE TABLAS. TABLA 1: VALORES DE ACOMODACIÓN SEGÚN EDAD DE UNA PERSONA EN DIOPTRIAS.. .. 24 TABLA 2: ADICIÓN EN DIOPTRÍAS SEGÚN EDAD DE LA PERSONA QUE PADECE PRESBICIA. 24 TABLA 3. COMPUTADOR DE DESARROLLO. ................................................................. 29 TABLA 4. HERRAMIENTAS SOFTWARE PARA DESARROLLO DE APLICACIONES MÓVILES. .. 29 TABLA 5. COSTOS DEL PROYECTO. ............................................................................ 30 TABLA 1: GLOSARIO DE TÉRMINOS, AQUÍ SE DA UNA BREVE DESCRIPCIÓN A ALGUNOS TÉRMINOS DE LA APLICACIÓN A DESARROLLAR. ........................................................... 43 TABLA 2: REGISTRO DE USUARIO, EN ESTA TABLA SE DESCRIBE LAS TAREAS BÁSICAS DE CADA ACTOR EN EL PROCESO RELACIONADO. ............................................................. 44 TABLA 3: MODIFICAR DATOS DE USUARIO, EN ESTA TABLA SE DESCRIBE LAS TAREAS BÁSICAS DE CADA ACTOR EN EL PROCESO RELACIONADO. ........................................... 44 TABLA 4: CARGAR CONFIGURACIÓN DE USUARIO, EN ESTA TABLA SE DESCRIBE LAS TAREAS BÁSICAS DE CADA ACTOR EN EL PROCESO RELACIONADO. ........................................... 45 TABLA 5: MODIFICAR CONFIGURACIÓN DE USUARIO, EN ESTA TABLA SE DESCRIBE LAS TAREAS BÁSICAS DE CADA ACTOR EN EL PROCESO RELACIONADO. ............................... 45 TABLA 6: INICIAR EJERCICIOS VISUALES, TAREAS BÁSICAS DE CADA ACTOR. ................. 45 TABLA 7: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE REGISTRO. ........... 53 TABLA 8: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO INGRESAR DATOS DE USUARIO Y PERFIL. .. 54 TABLA 9: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO INGRESAR FORMULA MEDICA. ................ 54 TABLA 10: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO AJUSTAR TAMAÑO DE FUENTE. .............. 55 TABLA 11: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO SELECCIONAR FRECUENCIA DE EJERCICIOS. ............................................................................................................ 56 TABLA 12: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO GUARDAR PERFIL DE USUARIO. ............ 56 TABLA 13: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO ESTABLECER CONFIGURACIÓN. ............. 57 TABLA 14: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO ALMACENAR DATOS DE CONFIGURACIÓN. 58 TABLA 15: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE INICIO DE SESIÓN. 59 TABLA 16: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO INGRESAR CREDENCIALES. ................... 60 TABLA 17: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE EDICIÓN. ............ 61 TABLA 18: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO INGRESAR NUEVOS DATOS. .................. 62 TABLA 19: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO ACTUALIZAR DATOS. ............................ 63 TABLA 20: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO ESTABLECER CONFIGURACIÓN MANUAL. 64 TABLA 21: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO ESTABLECER CONFIGURACIÓN POR FORMULA. ............................................................................................................... 65 TABLA 22: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO INICIAR VARIABLE DE TIEMPO DE USO. .... 66 TABLA 23: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO MODIFICAR CONFIGURACIÓN DE SISTEMA. .............................................................................................................................. 67 TABLA 24: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO ENVIAR MENSAJE DE RECOMENDACIÓN.. 68.

(11) TABLA 25: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO MOSTRAR LISTA DE EJERCICIOS............ 69 TABLA 26: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO SELECCIONAR EJERCICIO. ..................... 70 TABLA 27: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO CARGAR INTERFAZ DE EJERCICIO. ......... 70 TABLA 28: DOCUMENTACIÓN DE CASO DE USO REALIZAR EJERCICIO............................ 71 TABLA 29: DESCRIPCIÓN DE DATOS DE LA TABLA USUARIO. ...................................... 100 TABLA 30: DESCRIPCIÓN DE DATOS DE LA TABLA FORMULA ...................................... 100 TABLA 31: DESCRIPCIÓN DE DATOS DE LA TABLA SISTEMA. ....................................... 100 TABLA 32: DESCRIPCIÓN DE DATOS DE LA TABLA SESIÓN.......................................... 101 TABLA 33: DESCRIPCIÓN DE DATOS DE LA TABLA REESTABLECER.............................. 101 TABLA 34: DESCRIPCIÓN DE DATOS DE LA TABLA HISTORICO_USO_DISPOSITIVO. ...... 102 TABLA 35: DESCRIPCIÓN DE DATOS DE LA TABLA HISTORICO_EJERCICIO ................... 103 TABLA 36: NOMBRE DE LAS ACTIVIDADES PRINCIPALES DE LA APLICACIÓN. ................. 105.

(12) RESUMEN Este proyecto fue propuesto con el fin de ofrecer una solución tecnológica a los problemas visuales, específicamente la presbicia, esta se presenta actualmente entre los 37 y 40 años de edad, sus principales síntomas son fatiga visual después de un día de trabajo en frente de un computador o por el uso constante de los dispositivos móviles, se presenta también dificultad para leer textos de cerca, el cristalino va perdiendo progresivamente su capacidad de acomodación para lograr un enfoque de objetos cercanos, durante el proceso de investigación de este proyecto se logra identificar algunos métodos oftalmológicos que permiten identificar a una persona que padece de presbicia o es propensa a presentarla Se implementan algoritmos con el fin de calcular una configuración adecuada para una persona que cuenta con una fórmula de gafas, además se desarrolla un componente capaz de realizar un seguimiento con respecto al uso de un dispositivo durante el día, a partir de este dato se le ofrece cierto periodo de tiempo a la persona realizar una serie de ejercicios recomendados, adicional se encontrara todo el proceso de investigación y desarrollo de la aplicación en cada una de las fases de la metodología RUP. En primer lugar, se aprecian los procesos que una persona realizara sobre un dispositivo, se identifican los casos de uso y con ello se procede a realizar los diagramas correspondientes a cada uno, diagrama de secuencia, diagrama de actividad, diagrama de colaboración, más adelante se encontrara el modelo de base de datos utilizado para manejar y almacenar los datos del usuario dentro de la aplicación. Por último, se exponen los diagramas de componentes y de despliegue en la cual se establece la interacción de la aplicación entre el(los) dispositivo(s)..

(13) ABSTRACT This project was proposed in order to provide a technological solution to visual problems, specifically presbyopia, this is currently presented between 37 and 4 years old, its main symptoms are eyestrain after a day working in front of a computer or constant use of mobile devices, difficulty reading texts closely is also presented, the lens is gradually losing its accommodation capacity to achieve focusing on close objects, during the research of this project can identify some ophthalmological methods to identify a person with presbyopia or is likely to present algorithms in order to calculate a configuration suitable for a person who has a formula glasses are implemented, also a component able to track with respect to the use of a device during the day from this data is developed is provides certain period of time a person perform a series of recommended exercises, additional whole process of research and application development in each of the phases of the RUP methodology was found. First, the processes that a person perform on a device are seen, the use cases are identified and thus proceed to make the corresponding diagrams each sequence diagram, activity diagram, collaboration diagram later the database model used to manage and store user data within the application was found. Finally, component diagrams and deployment in which the application interaction is established between (the) device (s) are exposed..

(14) INTRODUCCIÒN. El objetivo de este Proyecto es el desarrollar una aplicación móvil para persona con presbicia ya que con el paso de los años este defecto visual ha tenido un mayor impacto a medida que se incrementa el uso de dispositivos móviles y pantallas de visualización en nuestra vida cotidiana. La razón por la cual se elige desarrollar este tipo de aplicación es que debido al avance tecnológico y parte fundamental de nuestro desarrollo personal y laboral no se puede prescindir de ella, sin embargo, a razón del daño que le produce a la salud visual de las personas es posible evitar un mayor desgaste con un cambio en nuestra rutina y la adopción de hábitos más saludables como la ejercitación. En vista que hay muchas aplicaciones móviles relacionadas con la salud visual se pretende complementar este tipo de apps en base a un seguimiento personalizado de una persona a medida que hace uso de su dispositivo móvil, la aplicación a desarrollar contiene un módulo que permite llevar el tiempo de uso, además de permitirle al usuario la elección de un tamaño de fuente más agradable para él, en cada fase del desarrollo se tienen en cuenta los métodos oftalmológicos actualmente utilizados para medir la capacidad acomodativa de los ojos de una persona a cierta edad, con esto ofrecer una adecuada configuración sobre el equipo. Como metodología de desarrollo se utilizan las fases de RUP ya que permiten a través de los diagramas UML una mejor visión de lo que se pretende con la aplicación, la identificación de los respectivos módulos y los parámetros manipulables sobre cualquier dispositivo basado en el sistema operativo Android..

(15) 1. FASE DE DEFINICIÒN, PLANEACIÒN Y ORGANIZACIÒN. 1.1.. PLANTEAMIENTO DEL PROBLEMA. 1.1.1. DESCRIPCIÓN. La presbicia es un defecto visual que se presenta en edades entre los 40 y 45 años el cual afecta el cristalino ya que con la edad, sufre una pérdida de su capacidad de acomodación, esto dificulta a las personas una correcta visión cercana(Valdivia, 2007). En ciertos casos se asocia a las condiciones geográficas en las que vive la persona, pero con el auge de la tecnología, nacen nuevos aspectos en el ámbito profesional y el uso de ordenadores, tabletas y smartphones, por ejemplo, ya se tienen casos de personas que empiezan a sufrir los síntomas comunes de la presbicia a edades entre los 37 y 42 años de edad. El uso de dispositivos móviles es muy común en la sociedad actual y el hecho de mantener la mirada sobre las pantallas a una distancia fija, no permite ejercitar los cambios de enfoque y el cristalino deja de trabajar la plasticidad 1. Esto provoca que con el pasar de los años las personas no puedan visualizar textos u objetos a distancias cercanas en la pantalla del dispositivo y genera un mayor esfuerzo y desgaste de la visión2. Especialistas recomiendan usar lentes multifocales con protección ultravioleta, antirreflejante y graduación, que permita filtrar la intensidad de luz visible emitida por las pantallas para evitar el deslumbramiento y fatiga visual 3. Por otro lado, se encuentran otros métodos oftalmológicos que son utilizados como la cirugía láser, métodos experimentales como gotas para los ojos con el fin de rehabilitar el musculo ciliar4. En el ámbito de las aplicaciones móviles nace Glassoff5 como una alternativa para el cuidado de la salud visual, esta aplicación propone una serie de ejercicios 1. http://oftalmologia-barcelona.com, (2014), Como detener la presbicia., Área Oftalmológica Avanzada, Septiembre 14 de 2014. 2 Rodríguez, Sandra, (2012), Evaluación de corneas hiperprolatas para la corrección de la presbicia, Barcelona, España. 3 http://www.informador.com.mx/tecnologia,(2014), Computadores y Celulares pueden afectar la visión, El informador, Octubre 27 de 2014. 4 www.lanacion.com.ar, (2010), presbicia: Gotas que evitan el uso de anteojos, La nación, Septiembre 16 de 2014 5 CARBAJO, Aitor, Glassesoff, 2013, http:// http://www.applesfera.com/aplicaciones-ios-1/glassesoff-mejoratu-vista-con-esta-aplicacion-de-ios [Consulta: Miércoles, 5 de marzo 2014].

(16) refractivos que ejercitan el ojo, es una aplicación que tiene un bajo costo y está diseñada no solo para personas que sufren de presbicia, pero su principal inconveniente es que está disponible únicamente para personas que manejan dispositivos con sistema operativo IOS. En el caso de Android encontramos aplicaciones que permiten emular las gafas del usuario a través de una configuración manual para leer textos con el uso de la cámara como lente, como ejemplo encontramos a PresbiciaLens, aplicación totalmente gratuita en la tienda de Google play. El principal inconveniente es el no estar disponible para todas las versiones de Android. Estas aplicaciones son propuestas diferentes, económicas y accesibles con respecto a las alternativas propuestas por los oftalmólogos en el mundo, pero que aún hacen faltan mejoras, con el fin de satisfacer completamente la necesidad de una salud visual plena para todos.. 1.1.2. FORMULACION DEL PROBLEMA. ¿Con la implementación de una herramienta software capaz de configurar automáticamente las variables del dispositivo móvil (Tablet o smartphone) de un usuario con presbicia, se podrá mejorar la salud visual de la persona? 1.1.3. SOLUCION TECNOLOGICA. Crear una aplicación Android, capaz de adaptar la configuración de la pantalla de visualización de smartphones o tablets de forma automática: tamaño de fuente, color de interfaz y variables internas relacionadas al funcionamiento de la pantalla del dispositivo: librerías y frameworks de aplicación. La aplicación captura la fórmula de gafas y con ayuda de métodos oftalmológicos definirá una configuración inicial adecuada para el usuario, en cuanto al tamaño de fuente, esta se puede manipular con el fin de satisfacer la necesidad del usuario y que se adapte en el dispositivo y permita una lectura más agradable a la vista sobre la pantalla del dispositivo. También se implementa un módulo de ejercicios que se activara de acuerdo al tiempo de uso en el dispositivo que lleve el usuario, las sesiones recomendadas serán de 10 a 15 minutos..

(17) 1.2.. ALCANCES. -. La aplicación permitirá una configuración adecuada a la persona que padece presbicia pero no se asegura que pueda modificar aplicaciones que manejen un tamaño de fuente fijo.. -. La aplicación cambiara el tamaño de fuente de cualquier aplicación que dependa del tamaño de fuente que el sistema maneja.. -. Permitirá al usuario llevar un seguimiento de su salud visual a través de los dos tipos de históricos, histórico de uso y el histórico de ejercicios visuales, con los datos allí expuestos el usuario es libre de decidir cómo maneja su tiempo con el uso del dispositivo y en qué momento realizar sus ejercicios frecuentemente.. 1.3.. DELIMITACIONES. -. La aplicación estará disponible para versiones de Android superiores a la 4.0 para una mejor experiencia en la aplicación.. -. Además de no poder modificar el tamaño de fuente de algunas aplicaciones, no es posible asegurar el cambio de fuente en páginas web que ya tienen un diseño responsive estático y con una fuente definida para la visualización de texto..

(18) 1.4.. OBJETIVOS. 1.4.1. OBJETIVO GENERAL. Desarrollar una aplicación móvil para personas con presbicia.. 1.4.2. OBJETIVO ESPECIFÌCO. . Identificar cuáles son los métodos de diagnóstico oftalmológico que miden la condición visual de las personas con presbicia.. . Definir las variables configurables en los dispositivos, asociadas con el problema de presbicia.. . Diseñar las interfaces graficas que interactúan con el usuario en el momento de seleccionar la configuración visual apropiada en el dispositivo.. . Diseñar el módulo de almacenamiento de los datos de la fórmula médica de los usuarios con el fin de proponer una configuración predeterminada al usuario acorde a esta fórmula.. . Diseñar un módulo de ejercicios para los ojos.. . Diseñar los módulos de autoconfiguración de cualquier dispositivo basado en Android.. . Realizar las pruebas necesarias para corroborar el correcto funcionamiento de la aplicación..

(19) 1.5.. MARCO DE REFERENCIA. 1.5.1. MARCO TEÒRICO. Con el fin de llevar a buen término el presente proyecto es necesario tener en cuenta bases teóricas y fuentes de referencia que faciliten el proceso de análisis y diseño del software a desarrollar, por otro lado tener en cuenta trabajos relacionados, sus objetivos y problemas solucionados con su implementación. 1.5.1.1.. FUENTES PRIMARIAS. El método de Bates, William Bates, en este libro el autor expone diferentes trastornos visuales y en los cuales expone métodos de muy diferentes a los aplicados por oftalmólogos certificados, estos métodos consisten en una serie de ejercicios para los ojos, propuesta que se propone en nuestro trabajo de investigación. Para el trabajo investigativo se tiene en cuenta el siguiente capítulo del libro: . Capítulo 16: Presbiopia sus causas y consecuencias, en este capítulo el autor explica las causas por las cuales se presenta la presbicia y como a través de una serie de ejercicios la capacidad de acomodación puede mejorar a largo plazo la agudeza visual.6. Trastornos visuales del ordenador Teresa Dapena Crespo – Cosme Lavín Dapena, esta monografía cuenta con una recopilación de la historia y los avances tecnológicos en cuanto al desarrollo de las pantallas de visualización de datos y un estudio profundo de la ergonomía en el trabajo proponiendo una vigilancia periódica de la salud de los trabajadores y permitir la prevención de enfermedades tales como la presbicia o fatiga visual; de allí se tendrán en cuenta temas expuesto en los capítulos: . 6. Capítulo 4: Trastornos Producidos por las PVD – En este apartado se expone las experiencias estudiadas que permiten inferir el tipo de trastorno que puede padecer una persona a causa de las pantallas de visualización de datos teniendo en cuenta factores como el brillo y el contraste.. W. H. Bates. (2012). El método de Bates. Editorial Médica Panamericana. Madrid, España. 192 págs..

(20) . . Capítulo 5: Protocolo Sanitario Específico – Este capítulo se tendrá en cuenta el apartado numero 3 sobre la metodología ya que explica brevemente con datos importantes los factores que se tienen en cuenta a la hora de dar un diagnostico específico sobre los posibles defectos visuales que se pueden padecer con la utilización de dichas pantallas de visualización. Capítulo 6: Etiopatogenia - Este apartado se tendrá en cuenta con el fin de relacionar el estudio con otras enfermedades asociadas a las pantallas de visualización de datos. Curso Programación Android – Salvador Gómez Oliver, Manual de programación en Android que nos permitirá reforzar la capacitación sobre la plataforma en la que se desarrolladora el software.. 1.5.1.2.. FUENTES SECUNDARIAS. Visión y Trabajo - Alfredo Álvarez Valdivia, este articulo ofrece conceptos acerca de la agudeza visual en el contexto laboral aplicando la teoría que abarca el estudio de los distintos defectos visuales y a la vez se encuentra una descripción de las distintas enfermedades visuales junto con su prescripción médica, sintomatología y posibles soluciones. Corrección de la presbicia con lentes de contacto GP - El Centro para la Investigación de los Lentes de contacto, este cuadernillo propone la utilización de gafas y lentes de contacto a pacientes con presbicia, para esto se da una breve descripción sobre la presbicia con información importante sobre los principales síntomas de este defecto visual junto con datos sobre el avance en el desarrollo y uso de lentes de contacto.. Manual de normas técnicas para el diseño ergonómico de puestos con pantallas de visualización 2°Ed – Ángel Rubio Ruiz Esta publicación pretende abordar una temática enfocada a la ergonomía en los puestos de trabajo que requieren el uso de pantallas de visualización de datos, para el presente proyecto se tendrá en cuenta el capítulo 3: Requerimiento de diseño de las pantallas de visualización de datos, esto con el fin de tener datos relacionados con el brillo y contaste que debe manejar una persona en su lugar de trabajo de acuerdo a las iluminación y el ambiente..

(21) Evaluación de corneas hiperprolatas para la corrección de la presbicia – Sandra López Rodríguez, este trabajo de maestría busca evaluar la técnica quirúrgica de fotoqueratomileusis refractiva modificada en pacientes présbitas con ametropía, mediante mono visión, con un tratamiento personalizado guiado por topografía. De este trabajo se tendrá en cuenta datos acerca de las investigaciones sobre la presbicia, que es, edad a la que se presenta, síntomas comunes, entre otros datos.. http://scielo.isciii.es/scielo.php?pid=S0365-66912002001100003&script=sci_arttext - EDAD DE LA PRIMERA COMPENSACIÓN DE LA PRESBICIA, FACTORES ASOCIADOS Artículo de investigación que muestra los factores que pueden generar que la presbicia se presente a una edad más corta, este estudio muestra ciertos aspectos que de ser tenidos en cuenta pueden llegar a mejorar la visión de los pacientes tratados y prevenir el desgaste visual. Por otro lado, para el trabajo investigativo se tendrán en cuenta la base teórica y la muestra de los pacientes estudiados con el fin de extractar los factores que llevan a una rápida aparición de la presbicia.. 1.5.2. MARCO CONCEPTUAL 1.5.2.1.. TRABAJOS REALACIONADOS. Muchos estudios oftalmológicos se realizan con el fin de encontrar una solución definitiva a los problemas visuales que se presentan hoy en día, en este contexto, investigadores de otras áreas se basan en ellos con el fin de proponer alternativas tecnológicas distintas a los lentes como por ejemplo: . Glassesoff – Esta aplicación creada por el grupo Apple. Inc quienes con esta aplicación buscan dar solución al cansancio visual que provocan las pantallas retroalimentadas y mejorar la visión de las personas. “La aplicación ayuda principalmente a aquellos usuarios que tienen complicaciones para ver objetos desde cerca, como por ejemplo, cuando leemos un libro. La aplicación nos prepara sesiones de entrenamiento de quince minutos, tres veces por semana..

(22) Glassesoff utiliza diversas técnicas oftalmológicas para ejercitar nuestra visión”.7 . PresbiciaLens – Esta aplicación fue diseñada para ayudar personas con presbicia enfocada a mejorar su visión en momentos específicos. Usando la aplicación con un teléfono móvil, las personas podrán enfocar objetos en lugares cerrados sin necesidad de usar su par de gafas.. 1.5.2.2.. PRESBICIA. Presbicia proviene de las unión de dos términos griegos: -presby que significa “viejo” y –tes que significa “propio de”, es decir, “propio de viejos”, en alusión a que la presbicia o presbiopía es una afección que habitualmente no se da en jóvenes. La presbicia es la disminución fisiológica de la acomodación. La acomodación es el proceso por el cual el poder refractivo del cristalino, y por extensión del ojo como sistema óptico, aumenta por la contracción de los músculos ciliares. Este proceso permite enfocar en la fóvea la imagen de un objeto a distancia cercana (40 cm).8 1.5.2.2.1.. CLASIFICACION DE LA PRESBICIA.. La Asociación Americana de Optometría en su Guía para la Práctica clínica en 1998 clasificó la presbicia en cinco categorías diferenciadas en función de sus síntomas:  Presbicia incipiente. Representa el estado más temprano en el que el sujeto presenta síntomas. En este estadío también llamado borderline, temprano inicial o pre-presbicia, la lectura de letras de pequeño tamaño implica un esfuerzo extra y pueden presentar síntomas de manera intermitente en el trabajo de cerca. La exploración optométrica puede ser normal e incluso la persona suele rechazar la corrección óptica.  Presbicia funcional. En este estadío la amplitud de acomodación ha disminuido por debajo del valor requerido por las demandas visuales del 7. CARBAJO, Aitor, Glassesoff, 2013, http:// http://www.applesfera.com/aplicaciones-ios-1/glassesoff-mejoratu-vista-con-esta-aplicacion-de-ios [Consulta: Miércoles, 5 de marzo 2014] 8 R. M. Herranz. (2011). Manual de Optometría. Editorial Médica Panamericana. Madrid, España. 718 págs..

(23) sujeto, de manera que la persona refiere dificultades para enfocar en visión próxima. La edad de aparición de los síntomas puede variar en función de las características de la persona (estado refractivo, demandas de visión próxima, etc.)  Presbicia absoluta. En este estadío se ha perdido la capacidad de acomodar, es decir, la amplitud de acomodación es nula o cero y el punto próximo coincidirá con el punto remoto de la persona.  Presbicia prematura. Se refiere a las personas que tienen una amplitud de acomodación insuficiente para realizar las tareas de visión próxima a una edad menor de la esperada (antes de la cuarta década de vida). Está relacionada con alteraciones ambientales, nutricionales, enfermedades oculares y/o sistémicas o efectos secundarios de ciertos fármacos (psicotrópicos, ansiolíticos, antihistamínicos, alcohol y diuréticos principalmente)  Presbicia nocturna. Es aquella en la que los síntomas aparecen en condiciones de poca iluminación. Está relacionada con el aumento del tamaño pupila y la reducción de la profundidad de campo y de foco presentes en condiciones de poca iluminación. Sin embargo, la presbicia prematura puede generar cierta controversia ya que es una disminución prematura de la amplitud de acomodación y por tanto, parece más adecuado definirse como una insuficiencia de acomodación. 1.5.2.2.2.    . SINTOMAS. Visión borrosa en visión próxima Alejarse la lectura Fatiga ocular Dolor de cabeza. En un principio puede referir visión borrosa ocasional en VL (después de trabajar en visión próxima). 1.5.2.2.3.. DETERMINACION DE LA ADICION,. La cantidad de graduación necesaria que se suministra a pacientes con este tipo de ametropía se denomina Adición. Su valor es siempre de signo positivo ya que sustituye el déficit de la potencia del cristalino. La corrección de la presbicia consiste en suplementar la acomodación mediante un cristal convexo para su uso en visión próxima, de manera que la potencia de la.

(24) lente sustituya a la acomodación que debería realizar el sujeto. Puesto que la etiología de la presbicia es la pérdida fisiológica de la acomodación existen varias tablas que permiten conocer la lente necesaria en función de la edad. De entre ellas destaca la tabla propuesta por Donders donde presenta la amplitud de acomodación en dioptrías en función de la edad (en años).. Edad. Aa. Edad. Aa. Edad. Aa. 1. 18.00. 30. 7.00. 55. 1.75. 10. 14.00. 35. 5.50. 60. 1.00. 15. 12.00. 40. 4.50. 65. 0.50. 20. 10.00. 45. 3.50. 70. 0.25. 25. 8.50. 50. 2.50. 75. 0.00. Tabla 1: Valores de acomodación según la Edad de una persona en Dioptrias... A partir de la tabla de acomodación de Donders, se puede generar la siguiente tabla con adiciones promedio en función de la edad: Edad. Adición. 45 años. De +1.00 a +1.25 D. 50 años. De +1.50 a +1.75 D. 55 años. De +2.00 a +2.25 D. 60 años. De +2.50 a +3.00 D. Tabla 2: Adición en Dioptrías según la edad de la persona que padece presbicia.. Sin embargo, un método más eficaz y personalizado para obtener la adición consiste en obtener la amplitud de acomodación del paciente (Aa) en función de la distancia de trabajo en metros (DT) manteniendo el criterio de mantener la mitad.

(25) de acomodación en reposo en dioptrías (restando al inverso de la distancia la mitad de la Aa): Add=. -. Ecuación 1: Fórmula matemática para calcular la adición necesaria que permita la acomodación visual de un paciente Ejemplo: Paciente de 48 años con una amplitud de acomodación de +3.00 que suele leer a 40 cm.. Add=. -. Add= 2.50 D - 1.50 D Add = +1.00 D No existen ejercicios visuales que puedan eliminar esta anomalía ya que lo que la origina es el envejecimiento fisiológico del ser humano y contra eso aún no podemos luchar. Existen ejercicios de terapia visual para personas con insuficiencia de acomodación, pero está dirigido a jóvenes con el objetivo de ayudarles a normalizar su visión y que logren un buen desarrollo visual y lo mantengan a futuro. Sin embargo, después de los 40 años no tiene caso trabajar esa parte de insuficiencia acomodativa que presentan las personas porque el problema seguirá presente y lo que es más, avanzará hasta llegar a una graduación de +3.00 (es la máxima adición que se agrega a un présbita). 1.5.2.3. DETERMINACION DE LOS PARAMETROS DE CONFIGURACION EN UN DISPOSITIVO MOVIL.. En vista a que la presbicia es la dificultad de visión cercana se pretende lograr una configuración sobre el dispositivo que sea más amigable, para ello se planteó la modificación personalizada del tamaño de fuente del sistema, por otro lado se agrega una variable de tiempo de uso, con esta variable que estará activa mientras se mantenga una sesión activa en la aplicación le indicara al usuario cuánto tiempo lleva utilizando su dispositivo en el día y a partir del dato que el usuario aporto en el momento del registro en la aplicación se le mostrara una notificación para que proceda a realizar ejercicios visuales que toman aproximadamente un minuto en su realización. Una vez que se tiene en cuenta estos parámetros se procede a investigar la documentación requerida para manipularlos dentro del desarrollo de la aplicación..

(26) 1.5.2.4.. ANDROID. Android es un sistema operativo y una plataforma software, basado en Linux para teléfonos móviles. Además, también usan este sistema operativo (aunque no es muy habitual), tablets, notebooks, reproductores de música e incluso PC’s. Android permite programar en un entorno de trabajo (framework) de Java, aplicaciones sobre una máquina virtual Dalvik (una variación de la máquina de Java con compilación en tiempo de ejecución). Además, lo que le diferencia de otros sistemas operativos, es que cualquier persona que sepa programar puede crear nuevas aplicaciones, widgets, o incluso, modificar el propio sistema operativo, dado que Android es de código libre, por lo que sabiendo programar en lenguaje Java, va a ser muy fácil comenzar a programar en esta plataforma9.. Figura 1: Sistema de capas de Android Fuente: telekita.wordpress.com. 1.5.2.5.. JAVA. Java es un lenguaje orientado a objetos, eso implica que su concepción es muy próxima a la forma de pensar humana10. Características. 9. Báez M, Borrego A, Cordero A, Introducción a Android, Madrid, España, Ed E.M.E. http://www.mundojava.net/, Curso de Programación a Java, (2012) , Septiembre 21 de 2014.. 10.

(27) . . . Es un lenguaje que es compilado, generando ficheros de clases compilados, pero estas clases compiladas son en realidad interpretadas por la máquina virtual java. Es un lenguaje multiplataforma: El mismo código java que funciona en un sistema operativo funcionará en cualquier otro sistema operativo que tenga instalada la máquina virtual java. Es un lenguaje seguro: La máquina virtual al ejecutar el código java realiza comprobaciones de seguridad, además el propio lenguaje carece de características inseguras.. 1.5.2.6.. SQLITE. SQLite es una herramienta de software libre, que permite almacenar información en dispositivos empotrados de una forma sencilla, eficaz, potente, rápida y en equipos con pocas capacidades de hardware, como puede ser una PDA o un teléfono celular. SQLite implementa el estándar SQL92 y también agrega extensiones que facilitan su uso en cualquier ambiente de desarrollo. Esto permite que SQLite soporte desde las consultas más básicas hasta las más complejas del lenguaje SQL, y lo más importante es que se puede usar tanto en dispositivos móviles como en sistemas de escritorio, sin necesidad de realizar procesos complejos de importación y exportación de datos, ya que existe compatibilidad al 100% entre las diversas plataformas disponibles, haciendo que la portabilidad entre dispositivos y plataformas sea transparente.11 SQLite es un sistema gestor de base de datos relacional (RDBMS). SQLite es en realidad una librería que está enlazada dentro de las aplicaciones. Todas las operaciones de base de datos se manejan dentro de la aplicación mediante llamadas y funciones contenidas en la librería SQLite12.    . 11. SQLite se basa en el Lenguaje Estructurado de Consultas (SQL) SQLite es una herramienta de software libre. Cuenta con librerías de acceso para muchos lenguajes de programación. Requiere poco espacio en tiempo de ejecución. http://sg.com.mx/revista/17/sqlite-la-base-datos-embebida#.VwSG2PnhDIU, SQLite: La Base de Datos Embebida, Diciembre 15, 2015. 12 Báez M, Borrego A, Cordero A, Introducción a Android, Madrid, España, Ed E.M.E, Pág. 55..

(28) 1.5.2.7.. XML. XML (Extensible Markup Language) es un lenguaje de etiquetas, es decir, cada paquete de información está delimitado por dos etiquetas como se hace también en el lenguaje HTML, pero XML separa el contenido de la presentación. XML se plantea como un lenguaje estándar para el intercambio de información entre diferentes programas de una manera segura, fiable y libre, ya que no pertenece a ninguna compañía.. Figura 2: Estructura de XML, Fuente: http://ww.mundolinux.info/que-es-xml.htm. Es una especificación para diseñar lenguajes de marcado, que permite definir etiquetas personalizadas para descripción y organización de datos. Sirve para Representar información estructurada en la web, de modo que esta información pueda ser almacenada, transmitida, procesada, visualizada e impresa, por muy diversos tipos de aplicaciones y dispositivos13.. 13. http://www.mundolinux.info/que-es-xml.htm, (2012),Septiembre 23 de 2012. Área. de. Programación. y. Desarrollo,.

(29) 1.6. FACTIBILIDAD 1.6.1. FACTIBILIDAD TECNICA Para el desarrollo del proyecto se tiene en cuenta que el desarrollo de aplicaciones Android requiere de un buen equipo de desarrollo, para ello se plantea las especificaciones para la computadora establecidas en la Tabla 1 y el software requerido para el desarrollo de la aplicación (ver Tabla 1). COMPUTADOR DE DESARROLLO Marca:. Lenovo – G40. Sistema Operativo:. Windows 8.1 Professional. Procesador:. Procesador Intel® Core™ i7-4600U. Memoria RAM:. Configurado con 8 GB DDR3L 1600 MHz (máx. 16 GB). Disco Duro:. 1 Terabyte. Tarjeta Gráfica:. Gráficos Mobile Intel® HD de memoria gráfica compartida, dinámicamente asignada Tabla 3. Computador de desarrollo. SOFTWARE. Sistema Operativo:. Windows 8.1. Sistema Gestor de Base de Datos:. SQLite. Interfaz de Desarrollo:. Android Studio - SDK Android. Lenguaje de Programación:. Java - Android. Tabla 4. Herramientas Software para desarrollo de aplicaciones móviles..

(30) 1.6.2. FACTIBILIDAD ECONOMICA En cuanto a la factibilidad económica, después de realizar el estudio de los recursos a utilizar y la respectiva cotización además del recurso humano, en la tabla 5 se presenta los costos requeridos para el desarrollo del proyecto. RECURSO. DESCRIPCION. CANTIDAD. COSTO UNITARIO. COSTO TOTAL. Equipo de desarrollo. (Computador). 1. $ 1.800.000. $ 1.800.000. Equipo Móvil. (Celular - Tablet). 2. $ 380.000. $ 760.000. Papelería. Resma de papel. 2. $ 10.000. $ 20.000. Software. Android Studio SDK Android. $0. $0. Analista de Sistemas. Ejecutor de Proyecto. 528 horas. $ 15.000. $ 7.920.000. Desarrollador Software. Ejecutor de Proyecto. 528 horas. $ 15.000. $ 7.920.000. Horas Tutor. Ejecutor de Proyecto. 32 horas. $ 30.000. $960.000. Total. $ 19.380.000 Tabla 5. Costos del proyecto.. Los datos expresados en la tabla anterior en cuanto al costo del recurso humano están valorados de la siguiente manera: . El desarrollador de software al igual que el analista de sistemas tendrá una intensidad de trabajo de 22 horas semanales, de lunes a viernes durante 6 meses.. . El tutor del proyecto tendrá una intensidad de trabajo de 2 horas semanales, durante 4 meses..

(31) 1.7.. METODOLOGIA DE DESARROLLO. Después de realizado un estudio acerca de la metodología que encaje con el desarrollo de proyecto se eligió la metodología RUP (Rational Unified Process) ya que permite ordenar y estructurar el desarrollo de software, en la cual se tienen un conjunto de actividades necesarias para transformar los requisitos del usuario en un sistema software (Amo, Martínez y Segovia, 2005), además, es una metodología flexible y que da una visión más amplia del proyecto a ejecutar. En cuanto a la historia de RUP, inicialmente fue llamado UP (Unified Process por sus siglas en ingles que significa Proceso Unificado) y luego fue nombrado a RUP por el respaldo de Rational Software de IBM. Esa metodología fue lanzada en 1998 teniendo como sus creadores a Ivar Jacobson, Grandy Booch y James Rumbaugh.14. 1.7.1. CARACTERISTICAS RUP es un proceso basado en los modelos en cascada y por componentes y describe tres características fundamentales: . Dirigido por los casos de uso, esto permite describir un servicio que el usuario requiere del sistema.. . Es centrado en la arquitectura ya que comprende las diferentes vistas del sistema en desarrollo, estas vistas corresponden a: o Modelos de casos de uso o Análisis o Diseño o Implementación o Despliegue. . Iterativo e incremental que significa que la aplicación se divide en pequeños proyectos.. Como se puede apreciar, esta metodología permite llevar un mejor control de las actividades a realizar durante el desarrollo del proyecto y da una mejor perspectiva de los que se desea llevar a cabo. 14. PÉREZ, Oiver Andrés, Cuatro enfoques para el desarrollo de software RUP-MSF-XP-SCRUM, 2011, Pág. 65.

(32) 1.7.2. ESPECIFICACION DE LAS FASES RUP comprende 2 aspectos importantes por los cuales se establecen las disciplinas: Proceso: Las etapas o flujo de trabajo de esta sección son:      . Modelado de negocio Requisitos Análisis y Diseño Implementación Pruebas Despliegue. Soporte: En esta parte nos conseguimos con las siguientes etapas:   . Gestión del cambio y configuraciones Gestión del proyecto Entorno. La estructura dinámica de RUP es la que permite que este sea un proceso de desarrollo fundamentalmente iterativo, y en esta parte se ven inmersas las 4 fases descritas anteriormente15:    . Inicio(También llamado Incepción) Elaboración Desarrollo(También llamado Implementación, Construcción) Cierre (También llamado Transición). RUP en cada una de sus fases (pertenecientes a la estructura estática) realiza una serie de artefactos que sirven para comprender mejor tanto el análisis como el diseño del sistema estos artefactos son los siguientes: Inicio: En esta fase se busca establecer un acuerdo entre todos los interesados acerca de los objetivos del proyecto     15. Documento Visión Diagrama de casos de uso Diagrama de procesos Especificación de Requerimientos. Pérez, Oiver Andrés, Cuatro enfoques para el desarrollo de software RUP-MSF-XP-SCRUM, 2011, Pág. 66.

(33) Elaboración: Esta fase busca establecer la arquitectura base del sistema que sirva de soporte a las fases de diseño e implementación  . Documento Arquitectura que trabaja con las siguientes vistas. Vista Lógica: o Diagrama de clases o Modelo E-R (Si el sistema así lo requiere). . Vista de Implementación: o Diagrama de Secuencia o Diagrama de Actividad o Diagrama de Colaboración o Diagrama de Estados. . Vista Conceptual: o Modelo de dominio Vista física: o Pruebas. o Documentación de pruebas.. . Construcción:   . Especificación de requisitos faltantes. Diseño y desarrollo de cada caso de uso. Pruebas.. Transición: Esta fase busca asegurar que el software esté disponible para todos sus usuarios.   . Pruebas finales Pruebas de producción Estabilización. La metodología RUP es un proceso de desarrollo de software que trabaja de la mano con el UML y es una de las metodologías estándar más usadas para el análisis, desarrollo y documentación de sistemas orientados a objetos, además no se puede dejar de mencionar su aplicabilidad en proyectos de corto tiempo y poca.

(34) complejidad, pues la metodología tiene la capacidad de poder adaptarse a diferentes tipos de proyecto software16.. 16. Pérez, Oiver Andrés, Cuatro enfoques para el desarrollo de software RUP-MSF-XP-SCRUM, 2011, Pág. 67.

(35) 1. MODELADO DEL NEGOCIO 1.1. MODELO DE PROCESOS 1.1.1. Modelo de procesos del Registro de Usuario. Figura 1: Modelo de procesos del Registro de usuario..

(36) 1.1.2. Modelo de procesos de Modificar Datos de Usuario. Figura 2: Modelo de proceso de Modificar datos de usuario..

(37) 1.1.3. Modelo de procesos de Cargar Configuración de Usuario.. Figura 3: Modelo de proceso de Cargar Configuración de Usuario..

(38) 1.1.4. Modelo de procesos de Modificar Datos de Configuración.. Figura 4: Modelo de procesos de Modificar Configuración de Usuario..

(39) 1.1.5. Modelo de procesos de Iniciar ejercicios visuales.. Figura 5: Modelo de proceso de Iniciar Ejercicios visuales..

(40) 1.2. MODELOS DE DOMINIO 1.2.1. Modelo del dominio de Registro de Usuario.. Figura 6: Modelo de dominio de Registro de Usuario.. 1.2.2. Modelo del dominio de Modificar Datos de Usuario. Figura 7: Modelo del dominio de Modificar datos de usuario..

(41) 1.2.3. Modelo del dominio de Cargar Configuración de Usuario.. Figura 8: Modelo del dominio de cargar configuración de usuario.. 1.2.4. Modelo del dominio de Modificar Datos de Configuración..

(42) Figura 9: Modelo del dominio de modificar datos de configuración.. 1.2.5. Modelo del dominio de Iniciar ejercicios visuales.. Figura 10: Modelo del dominio de Iniciar ejercicios visuales.. 1.2.6. Modelo de dominio integrado.. Figura 11: Modelo del dominio Integrado, modelo básico del sistema a realizar..

(43) 1.3.. GLOSARIO DE TERMINOS Concepto. Descripción. Usuario. Es el actor es el encargado de hacer uso del sistema de registro creando y modificando los datos de su cuenta dentro del sistema.. Sistema. Es el actor encargado de administrar los datos de la cuenta del usuario y es quien se encarga de realizar las tareas programadas según la configuración de usuario elegida.. Interfaz. Es la forma en que los usuarios pueden comunicarse con la plataforma, y comprende todos los puntos de contacto entre el usuario y el sistema.. Sesión. Es el cuadro espacio-tiempo en el que un usuario accede y utiliza los servicios de la aplicación móvil.. Nombre de Usuario. Es el nombre único alternativo que usa un usuario dentro del sistema y con el cual podrá ser identificado en el momento del inicio de sesión.. Contraseña. Es una forma de autenticación que utiliza información secreta para controlar el acceso hacia algún recurso informático en este caso el acceso a la plataforma.. Cargar Interfaz. Es la acción que le permite a sistema iniciar una interfaz de usuario, conocida mejor como actividad en el entorno de Android. Tabla 6: Glosario de términos, aquí se da una breve descripción a algunos términos de la aplicación a desarrollar..

(44) 2.1.. 2. FASE DE REQUERIMIENTOS. DEFINICION DE ACTORES DEL SISTEMA. Proceso 1: Registrar Usuario. Actor. Descripción. Usuario. Es el encargado de suministrar los datos personales que almacenara la app con el fin de realizar seguimientos personalizados de acuerdo a los parámetros que defina en este proceso.. Sistema. Es el usuario que se encarga de almacenar los datos del usuario para seleccionar la configuración adecuada que necesita o suministrar los datos de configuración del dispositivo.. Tabla 7: Registro de Usuario, en esta tabla se describe las tareas básicas de cada actor en el proceso relacionado.. Proceso 2: Modificar datos de usuario. Actor. Descripción. Usuario. Es el encargado de cambiar los datos personales del perfil de usuario que en el momento se está utilizando, además es capaz de eliminar este perfil si así lo prefiere.. Sistema. Es el usuario encargado de suministrar la interfaz gráfica donde el usuario modificara sus datos personales almacenados en la app, además administra estos datos de acuerdo a la elección del usuario.. Tabla 8: Modificar datos de usuario, en esta tabla se describe las tareas básicas de cada actor en el proceso relacionado..

(45) Proceso 3: Cargar configuración de usuario. Actor. Descripción. Usuario. Es el usuario encargado de solicitar la activación de la configuración adecuada para su perfil.. Sistema. Se encarga de aplicar la configuración sobre el dispositivo según lo solicite el usuario.. Tabla 9: Cargar configuración de usuario, en esta tabla se describe las tareas básicas de cada actor en el proceso relacionado.. Proceso 4: Modificar configuración de usuario. Actor. Descripción. Usuario. Es el encargado de modificar los atributos configurables del dispositivo según sea por formula oftalmológica o por configuración manual. Sistema. Realiza los procesos de validación de datos ingresados por el usuario, guarda y aplica los cambios establecidos por el usuario.. Tabla 10: Modificar configuración de usuario, en esta tabla se describe las tareas básicas de cada actor en el proceso relacionado.. Proceso 5: Iniciar ejercicios Visuales. Actor. Descripción. Usuario. Es el encargado de realizar los ejercicios propuestos por la aplicación.. Sistema. Es el que administra los ejercicios visuales de acuerdo al seguimiento realizado al usuario durante el tiempo que se use el dispositivo.. Tabla 11: Iniciar ejercicios visuales, tareas básicas de cada actor..

(46) 2.2.. LISTA PRELIMINAR DE CASOS DE USO.. Usuario:  Ingresa datos de usuario y perfil  Ingresar Formula Medica  Ajustar Tamaño de Fuente  Seleccionar Frecuencia de Ejercicios  Ingresar nuevos datos  Ingresar credenciales  Seleccionar Ejercicio  Realizar Ejercicio  Establecer configuración por formula  Establecer configuración manual  Modificar Configuración de Sistema. Sistema:  Cargar Interfaz de registro  Cargar interfaz de inicio de sesión  Guardar perfil de usuario  Establecer configuración  Almacenar datos de configuración  Cargar interfaz de edición  Actualizar datos  Enviar mensaje de recomendación  Mostrar lista de ejercicios  Mostrar ejercicio  Iniciar variable de tiempo de uso.

(47) 2.3.. MODELO DE CASOS DE USO DEL REGISTRO DE USUARIO.. Figura 12: Modelo de Casos de Uso de Registro de usuario..

(48) 2.4. MODELO DE CASOS DE USO DE MODIFICAR DATOS DE USUARIO. Figura 13: Modelo de Casos de Uso de Modificar datos de Usuario..

(49) 2.5. MODELO DE CASOS DE USO DE CARGAR CONFIGURACION DE USUARIO.. Figura 14: Modelo de Casos de Uso de cargar configuración de usuario..

(50) 2.6. MODELO DE CASOS DE USO DE MODIFICAR DATOS DE CONFIGURACION.. Figura 15: Modelo de Casos de Uso de Modificar datos de configuración..

(51) 2.7.. MODELO DE CASOS DE USO DE INICIAR EJERCICIOS VISUALES.. Figura 16: Modelo de Casos de Uso de Iniciar ejercicios visuales..

(52) 2.8.. MODELO DE CASOS DE USO INTEGRADO..

(53) 2.9.. DOCUMENTACION DE CASOS DE USO.. No. Caso de Uso 1. NOMBRE CASO DE USO Cargar Interfaz de Registro. ACTORES. Sistema. OBJETIVO. Generar la interfaz que permite interactuar con el usuario, con el fin de obtener los datos del mismo.. PRECONDICIONES Interfaz inicio sesión abierta POSCONDICIONES Habilitar campos de edición.. FLUJO DE EVENTOS. Actividades Lanzar la interfaz de registro y esperar del Actor respuesta o acción del usuario Respuesta El sistema permitirá la digitación de los del Sistema datos.. Si el sistema no da respuesta alguna lo más probable es que no se puede conectar a la base de datos. Por favor revisar que al ingresar los datos no se tecleen caracteres especiales. Documentación de casos de uso de proceso Registro de Usuario.. MANEJO DE SITUACIONES EXCEPCIONALES 2.9.1.. Tabla 12: Documentación de caso de uso Cargar Interfaz de Registro.. No. Caso de Uso 2. NOMBRE CASO DE USO Ingresar datos de usuario y perfil. ACTORES. Usuario. OBJETIVO. Llenar los campos de la interfaz de registro. PRECONDICIONES Campos editables habilitados POSCONDICIONES Campos debidamente diligenciados FLUJO DE EVENTOS. Actividades Llenar adecuadamente todos los campos del Actor que encuentre en la interfaz Respuesta El sistema permitirá la digitación de los.

(54) del Sistema datos. Y validación de los mismos MANEJO DE SITUACIONES EXCEPCIONALES. Si el sistema no da respuesta alguna lo más probable es que no se puede conectar a la base de datos. Por favor revisar que al ingresar los datos no se tecleen caracteres especiales.. Tabla 13: Documentación de caso de uso ingresar datos de usuario y perfil.. No. Caso de Uso. NOMBRE CASO DE USO. 03. Ingresar Formula Medica. ACTORES. Usuario. OBJETIVO. Llenar los campos específicos para leer la formula medica. PRECONDICIONES POSCONDICIONES. -. Campos editables habilitados Habilitar la edición de formula medica. Campos debidamente diligenciados. Actividades del Actor. Llenar adecuadamente todos los campos de formula medica. Respuesta del Sistema. El sistema permitirá la digitación de los datos de formula. Y validación de los mismos.. FLUJO DE EVENTOS. MANEJO DE SITUACIONES EXCEPCIONALES. Si el sistema no da respuesta alguna lo más probable es que no se puede conectar a la base de datos. Por favor revisar que al ingresar los datos no se tecleen caracteres especiales.. Tabla 14: Documentación de Caso de uso Ingresar Formula Medica..

(55) No. Caso de Uso. NOMBRE CASO DE USO. 04. Ajustar Tamaño de fuente. ACTORES. Usuario. OBJETIVO. El usuario ajustara el tamaño de fuente que mejor le vea conveniente. PRECONDICIONES. componentes de configuración de letra habilitados. POSCONDICIONES. Mostrar ajustes. FLUJO DE EVENTOS. MANEJO DE SITUACIONES EXCEPCIONALES. Actividades del Actor. El usuario deberá seleccionar el tamaño de letra. Respuesta del Sistema. el sistema deberá mostrar el tamaño de letra seleccionado por medio de un texto. Si el sistema no da respuesta alguna lo más probable es que no se puede conectar a la base de datos. Por favor revisar que al ingresar los datos no se tecleen caracteres especiales.. Tabla 15: Documentación de caso de uso Ajustar tamaño de fuente.. No. Caso de Uso 5. NOMBRE CASO DE USO Seleccionar Frecuencia de Ejercicios.. ACTORES. Usuario. OBJETIVO. El usuario seleccionara el tiempo en que desea realizar ejercicios.. PRECONDICIONES componentes de selección de tiempo habilitados. POSCONDICIONES Mostrar selección. FLUJO DE EVENTOS. Actividades del Actor. El usuario deberá seleccionar el número o rango en minutos en el que desea realizar ejercicios.

(56) MANEJO DE SITUACIONES EXCEPCIONALES. Respuesta del El sistema deberá mostrar el Sistema tiempo seleccionado. Si el sistema no da respuesta alguna lo más probable es que no se puede conectar a la base de datos. Por favor revisar que al ingresar los datos no se tecleen caracteres especiales.. Tabla 16: Documentación de caso de uso Seleccionar Frecuencia de ejercicios.. No. Caso de Uso. NOMBRE CASO DE USO. 06. Guardar Perfil de usuario. ACTORES. Sistema. OBJETIVO. Almacenar el nuevo perfil de usuario. Almacenando el nombre de usuario contraseña y demás datos personales del usuario.. PRECONDICIONES. componentes diligenciados. POSCONDICIONES. Mostrar confirmación positiva o negativa. FLUJO DE EVENTOS. MANEJO DE SITUACIONES EXCEPCIONALES. editables. tipo. personal. totalmente. Actividades del Actor. Verificar y guardar todos los datos personales que digito el usuario. Respuesta del Sistema. el sistema devolver un mensaje satisfactorio en caso tal de que todo se almacene bien, en caso contrario mostrara un error. Si el sistema no da respuesta alguna lo más probable es que no se puede conectar a la base de datos. Por favor revisar que al ingresar los datos no se tecleen caracteres especiales.. Tabla 17: Documentación de caso de uso Guardar Perfil de Usuario..

(57) No. Caso de Uso. NOMBRE CASO DE USO. 07. Establecer Configuración. ACTORES. Sistema. OBJETIVO. Establecer la configuración en la pantalla del dispositivo de acuerdo a los datos ingresados anterior mente por el usuario.. PRECONDICIONES. Los datos ingresados anteriormente por el usuario deben estar insertados en la base de datos. POSCONDICIONES. Mostrar confirmación positiva o negativa. Actividades del Actor. Verificar que los datos estén almacenados en la base de datos e iniciar la configuración establecida por el usuario. Respuesta del Sistema. el sistema devolver un mensaje satisfactorio en caso tal de que todo se ejecute bien, en caso contrario mostrara un error. FLUJO DE EVENTOS. MANEJO DE SITUACIONES EXCEPCIONALES. Si el sistema no da respuesta alguna lo más probable es que no se puede conectar a la base de datos. Por favor revisar que al ingresar los datos no se tecleen caracteres especiales.. Tabla 18: Documentación de caso de uso Establecer Configuración.. No. Caso de Uso 08. NOMBRE CASO DE USO Almacenar Datos de Configuración.. ACTORES. Sistema. OBJETIVO. Almacenar todos configuración.. los. datos. que. corresponden. PRECONDICIONES componentes editables totalmente diligenciados. a.

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Figura 1: Sistema de capas de Android Fuente: telekita.wordpress.com.  1.5.2.5.  JAVA
Figura 6: Modelo de dominio de Registro de Usuario.  1.2.2.  Modelo del dominio de Modificar Datos de Usuario
Figura 8: Modelo del dominio de cargar configuración de usuario.  1.2.4.  Modelo del dominio de Modificar Datos de Configuración
Figura 9: Modelo del dominio de modificar datos de configuración.  1.2.5.  Modelo del dominio de Iniciar ejercicios visuales
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Referencias

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