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T e l . 7- 97- 40- 88 M a t r í c u l a 82234017.
B O L O G I A
T R I M E S ' T R E L E C T I V O 8 8 P ~~
H O R A S A~ L A S E.M AlN A:: 3 5
LABORATOPXO DE OCEANOGRAFIA
Y
LABORATORIO DE ANaLISIS INSTRUMENTAL-
Fscha de i n i c i o : - Septiembre 8 8 Fecha de tenninacibn: Marzo 89
I
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To
R Es~ F w c I s c o C O N T ~ ~ R S
ESPINOSA. P m m s o R asocIADo *-Dei T. C. LABORATORIO DE OCEANOGRAFIA.I
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TBCIO TORRES ñ L V W 0 . PROFESOR AS1STENTE"A"
T. C. LABORATORIO DE OCEANOGRAFIA. -
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Análisis de l a c o n c e n t r a c i ó n deCd, C r , Cu, Fe, N i y P b enalgunos organisms marinos, sedimento y agua de l a B a h í a l a Ventosa, Oaxaca"
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n
1983
FRANCISCO CON!i'RERAS ESPINOSA
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ANALISIS
DE
LA
coNmlRACI0N
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,JUSTIFICACION Y NATUIiaLEZA DEL PRBYECTO.
En l a actualidad muchos de los cuerpos,de agua que s e encuentran en nues- tro p d s están siendo contaminados con aquas de desecho, que no han r e c i b i d o un tratamiento p r e v i o para eliminar l a c sustancias tóxicas que llevan. AlgiuiaS
de estas sustancias como los metales pesados, a l l l e g a r a
los
sistemas natura- l e s son acumulados en l o s sedimentos y no pueden considerarse como i n e r t e s yaque son fuentes p o t e n c i a l e s de converstón Bioquímica p o r medio de
los
micro- organisms; además estos metales ligados a compuestos orgánicos son suscepti-b l e s a penetrar en l a cadena alimenticia y aumentar sus concentraciones, con-_
-
virtiendose asf en p e l i g r o s o s para e l hombre.~-
__-__
Por l o expuesto anteriormente l a adición indiscriminada de sustancias
tóxicas contaminantes a los ecosistemas acuáttcos
,
deterioran l a calidad d e l agua impidiendo, por un lado su u t i l i z a c i ó n para consumo himiano, para a c t i v i - dades agrícolas, pesqueras y de recreación; y por otro inhibe e l buen desarro-I10 de una v i d a acuática sana.
I
Debido a l a importancia que r e v i s t e l a conservacl6n de
l a
calidad d e laqua, e l presente t r a b a j o pretende npdiante una investigaci6n básica cuanti- f i c a r - l a concentración de los metales pesados en l a Bahía
recibe aguas provenientes de l a r e f i I i e r i a de Salina Cruz, Oax. La detennina- ciÓn se l l e v a r á a cabo en agua, sedimentos y organismos
(ostión)
ya
p a r t i r de los valores encontrados s e señalarán l a s zonas c r f t i c a s d e l ecosistema.k
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~1 m d i o ani?iente puede ser afectado por muchos contaminantes como son:
_rlaguicidas, detergentes, partículas suspendidas y microorqanismos patógenos Entre otros. Recientemente, io5 metales t ó x i c o s se han i d e n t i f i c a d o como una :.ueva c l a s e de contaminantes, muy p e l i g r o s a para e l medio ambiente.
'
LOS metales pesados son potencialmente dañinos, persistentes y t ó x i c o s
For largos periódos de tiempo; son parte de algunos plaguicidas y se disper- san a l ambiente como t a l e s o en desperdicios y emisiones industriales no controladas. Los metales más t6xicOs :para l o s organisms, por l a s enfermedar Ees que oriqinan son: cadmio, m r c u r i 0 , p l o m ( Henningan, 1973).
-
En
ocasiones l o s compuestas que forman algunos metales son d s peligrc- 50s que e l m e t a l en s i mismo, y su concentración aumenta a l pasar de un ni- v e l t r ó f i c o a otro a través de l a cadena alimenticia. Además de l o anterioralgunos son tóxicos en determinadas etapas de l a vida de c i e r t o s organismos y
-
estos acumulan más que e l medio circundante, aunque su variabilidad de a c m -
lación en l o s diferentes
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Órganos depende de l a rapidez de su<liminación, d e l
-
1
I
tiempo de retención y de l a capacidad de destoxicación (SCEP, 1976).- En e l caso de los sistemas a c d f e r o s , éstos son contaminados, generalmen-
t e , debi,do a l a descarga de drenaje, y es muy d i f í c i l m d i r l a
concentration
de metales ya que se encuentran en cantidades muy pequeñas, por l o que gene----raimente son cuantificados en l o s organis~ms o en el'sedimento.
I C A D M I O
~l cadmi0 es un metal blando, blanco, fácilmente fundible, s i m i l a r a l
zinc y a l plomo en algunas propiedades
Y
soluble en ácidos minerales. Bioiogi- camente e s un elemento no esencial n i benéfico y posee un a l t o potencial toxi-C W . E ~ caamio puede s e r un factor e t i o l ó g i c o en algunos procesos patol6gicos
'
como son : tumores t e s t i c u l a r e s , diSfiuiCiÓn renal, a r t e r i o e s c l e r o s i s , inhibi-*
I
ción en e l crecimiento, enfermedades crónicas y cáncer ( Russell, 1979).I
E l envenenankneto por cadmio produce
una
enfermedad llamada " i t a i - i t a f " , que a f e c t a l o s huesos ya que provoca una descalcificación cuando e l c a l c i o e s sustituido por e l cadmio, además lesiona l a médula &ea e inhibe c i e r t o s sis-temas enzimáticos ( Vizcaíno, 1980 ) .
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..
toxicidadgrupos s u l f i d r o s y a l t e r a r l a f o s f o r i l a c i 6 n oxidatfva en
el
c i c l o r e s p i r a t o r i o , También se puede concentrar en algunas algas verdes que a l s e r consumidas pro- ducen envenenamiento en organisms acuáticos y p o s t e r i o n e n t e a l hombre ( Wag-ner, 1 9 7 4 ) .
d e l cadmio no. depende de 1.a f o m qu?mtca.. ‘ . E s t e m e t a l puede l i g a r
. I
cuando existen a l t a s concentraciones produce :una disminución en l a pro- ducción de huevos de algunos peces, también produce una a l t a mortalidad duran- t e l a freza. En ostras como Crassostrea v i r g i n i c a prcduce un desarrollo anor-
mal en l a s larvas, además estos organismos en estado adulto son capaces de acu-
mular grandes cantidades de c a 6 o y de otros metales (Russell, 1979). . - ~
Las fuentes principales de cadmio son 2 l a s minas y fundidoras (en
sus
alrede-dores), plantas de galvanoplastia e i n d w t r i a s q u l A c a s y t e x t i l e s , a s í como l a s de pigmentos. También es u t i l i z a d o en l a fabricación de acumuladores, de materiales p l á s t i c o s y en l a i n d u s t r i a atómica (desacelerador de neutrones)
( Rodier, 1981).
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- C R O ~ - ~ M O
En l a industria es poco u t i l i z a d o e l cromo puro, en cambio
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sus de.~
tienen mucha demanda. Los bicromatos son u t i l i z a d o s en l a i n d i s t r i a qdndca. Las‘sales de crorm son u t i l i z a d a s como mordientes en pinturas y como colorantes
(verde de cromo, r o j o de cromo y a m a r i l l o de cromo). También s e u t i l i z a para e l curtido de p i e l e s y cueros. A l agua i n d u s t r i a l u t i l i z a d a en e l enfriamiento, se le añade compuestos crómicos como antlco-rrosivos. La presencia de c r o m en e l agua se debe generalmente a que las industrias-de galvanoplastia v i e r t e n sus aguas de desecho en los cuerpos acuáticos.
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. .
E l cromo puede encontrarse en dortformas de oxidación, en estado t r i v a l e n - t e ( c r d t a s ) o hexavalente (cromatos y dicramatosl, de estos e l 6 s t63aco es e l hexavalente, ya que t i e n e una acciijn t ó x i c a hepatorreanal y además es caqce- r€geno. Con respecto a l medio acuático, los organismos i n f e r i o r e s to?erqn un l í m i t e de 0.05 mq/i de c r o m t o t a l ; y son más sensibles que los pece%, 1 s cua-
P
les toleran un l í m i t e de 1 mg/l de crom t o t a l ( Rodier, 1981).$
I
+
E l cromo hexavalente ES i r r i t a n t e ! y corrosivo de l a s membranas hucosas,
es absorbido por ingestión, inhalacibn o por l a p i e l . Tarbién produce cancer pulmonar, ulceración, perforación d e l septum nasal, una gran variedad de c o m plicaciones respiratorias y afecciones en a l p i e l . E s e l único elem
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...,..concentracih en los pulmcnes no di:ninuye con
la
edad.En e l medio acuático l a toxicidad depende de l a especie, estado de w i d a c i h y d e l pH. E l crecimiento y supervivencia de a l e v i n e s y estados juveniles d e l sala
m h , s e ven afectados por e l cromo hexavalente. También se ha v i s t o que reüuce en
un 50%
de 5.0 mq/l de crano hexavalente (Russell, 1979 ).
I
l a f o t o s í n t e s i s en e l alga qigante Macrocystis p y r i f e r a a una c m c e n t r a c i h
C O B R E
E l cobre se encuentra en la naturaleza e n forma de cuprita y de malaquita. Los usos d e l c&r% ’ ~ e ~ p r ~ ü c ~ o ~ e i ~ t ~ i c o s , mmedas y placas metálicas; l o s
óxidos y sulfatoc scn usados en pesticidas, a l q i c i d a s y funqicidas. Frecuentemente e l cobre e s incorporado a pinturas y maderas para i n h i b i r e l crecimiento de alqas
y organismos invertebrados.
E l cobre e s un elemento t r a z a €!sencia1 para la prwagaci’ai de plantas, e j e - cuci’ai de funciones v i t a l e s , en enzjmas importantes y juega un papel muy importan-
te
en la s í n t e s i s de l a c l o r o f i l a . 1:s requerido en e l metabolismo animal, en algu- nos invertebrados es importante en :la química sanguínea y para la-síntesis de he- mcglobina, l a hemocianha ( p r o t e h a ) contiene cobre y es u t i l i z a d a en e l sistema-
transportador de oxígeno en la sangime. S i n embargo, una dósis excesiva de cobre a&Ga cano emético en los mamíferos ( Russell, 1979 )._ _
I
-
Generalmente proviene de l a c o r r o s i & de las tuberias o de aquas de desecho ~de l a industria t e x t i l y raramente oorrespcnde a l residuo de las sales de cobre u t i l i z a d a s para eliminar algas. La toxicidad d e l cobre para la vida acuática de- p p d e de l a cantidad de oxígeno disuelto, temperatura, c a l c i o , magnesio y cuando
la alcalinidad e s muy baja e l ccbre aumenta su t o x i c i d a d R d i e r , 1981
1.
En e l medio acuático causa daño princzpalmente a los peces, pues reduce l a producción de anticuerpos, en c m c e n t r a c i m e s de 1.0 ppm; además afecta e l creci-
m i e n t o y e l d e s a r r o l l o de algunos organismos marinos. En algunos casos l a s crncen- traciones de cobre son d s a l t a s en los orqanismcs debido a que e s t e metal e s ab- sokbido; también l a precipitación y l a a d s a r c i h , permite remover e l cobre d e l me- d i o acuático (Duffus, 1980; Plunkett, 1968 c i t a d o en: PEMEX, 1986).
H I E R R O
Es e l cuarto elemento más abundante que s e encuentra en la naturaleza. Es c m s t i t u y e n t e de algunos suelos cano los a r c i l l o s o s , s e encuentra en algunas +o- cas y en e l aqua en cantidades variables ( Russell, 1979 ) .
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... . . I-P -'- . :
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.. - ..: .... &*e. .-aquas s u p e r f i c i a l e s y se debe a l a l i x i v i a c i ó n de los terrenos circundantes
o
a l a contaminación industrial. Es soluble e n estado reducido (ferroso) y cuan- do es oxidado e s m y poco soluble ( Rodier, 1981 ) .
E l h i e r r o es un elemento t r a z a e s e n c i a l para l a s plantas y animales y es irportante en e l mecanism de transporte de oxígeno en l a sangre de todos l o s
vertebrados y de algunos invertebrados; cuando se presenta una d e f i c i e n c i a de h i e r r o amenta l a f a c i l i d a d de absorción de algunos metales pesados corn e l
cadmio. Para que e l h i e r r o sea constderado corn t ó x i c o , su consumo debe s e r muy a l t o , puesto que sblo una p e q ~ i i a cantidad e s absorbida. E l consumo e x cesivo p o r largos periódos causa ciirrosis hepática, alteraciones en l a corrien-
te sanguínea e inhibición de l a actnvidad enzimática ( D u f f u s , 1980 c i t a d o en:
PEMEX, 1986
1.
Su toxicidad para l a v i d a acuática e s t á en l a función d e l estado q d d c o d e l metal. En presencia de oxígeno d i s u e l t o s e fonna e l hidróxido de h i e r r o que se deposita en l a s branquias de les peces y l a s colmatan (Rodier, 1981).
Tanto e l hidróxido de f i e r r o ccmo e l 6xido de f i e r r o
forman
f l o c u l o s , Ique cuando están susupendidos - en e l ayua, pueden s e r dañinos pues se p r e d p i -
tan, destruyendo e l h a i t a t de algunos invetebrados, planFas y cubriendo intezs- t i c i o s que son-utilizados para incubar huevos de peces ( Russell, 1979
1.
-
S i l o s cuerpos acuáticos presentan concentraciones a-as de h i e r r o y se
c d i n a n con l o s ácidos de los drenages, e l hierro p w d e s o l u b i l i z a r s e y ele- v a r l o s n i v e l e s tóxicos. Por o t r o lado e l h i e r r o amenta l o s e f e c t o s dañimos d e l d i ó x i c o de azufre y otros cancezígenos(Duffus, 1980 c i t a d o en: PEmEX,1986) ~
N T Q U E L
E s un elemento metálico de c o l o r blanco plateado que es considerqdo com
relativanente tóxico a l hombre ( Russell, 1979
1.
Es un conponente común en l o s t e j i d o s v e g e t a l e s y animales. Se puede en- contrar como coniponente d e l p e t r ó l e o en forma de metaloporfirinas provenientes de l o s pigmentos s i n t é t i c o s y r e s p i r a t o r i o s de organi+s f 6 s i i e s . Ests pre-
sente en aguas residuales industriales como e f e c t o de a c k r o s i 6 n d e l acezo inoxidable, de aleciones de níquel y cobalto y de baño
i
de electrogalvaniza- ciÓn de metales (Salas, e t a1,1973 c i t a d o en--
: PEMEX,1986).E l sistema g a s t r o i n t e s t i n a l no absorbe rápidamente e l nfquel, s610 cuan- de se encuentra en forma de Carbonílo de níquel, que e s causante de l a mayoría de l a s intoxicaciones graves por e s t e metal. R e c i e n t e d n t e se ha demostrado que e l níquel t i e n e una propiedad carcinógena que está relacionada con proce-
sos industriales.
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La tolerancia a l a toxicidad en organismos acuáticos e s t á influenciada por
e l p ~ , e f e c t o s de agregación, especie y otros factores (PEMEX, 1986).
Generalmente se encuentra asociado a cianuro, mercurio y arsénico, todos provenientes de l a contaminación de origen i n d u s t r i a l (Rodier, 1981).
P L O M O
Se encuentra ampliamente difundido en l a corteza t e r r e s t r e , aunque e s un
componente menor. En promedio, e l agua de mr contiene 0.03 g/l, pero en l a s zonas costeras se puede encontrar d i e z veces 6 s é s t a cantidad. Las aguas su- p e r f i c i a l e s no contaminadas no sobrepasan 0.1 mg/l, s i su contenido e s más elevado, se debe a una causa externa (Rodier, 1981).
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.~. - ’E l p l o m se u t i l i z a en baterías de automóviles, productos metálicos (Aiea- d o n e s ) , productos químicos (principalmente t e t r a e t i l o de plomo), pigmentos y
pinturas, armas y municiones, soldaduras, fusibles e l é c t r i c o s , a l f a r e r f a y cor mo antidetonante en l a gasolina. E l plomo l l e g a a l medio acuático por varias v í a s , que son: a) P o r arrastre, debido a l a l i x i v i a c i ó n de l o s suelos que con-- tienen este metal; b) Transportado por l a atmósfera y depositado en el.-dio acuático por l a l l u v i a o por e l viento; c) Por descargas industriales, siendo esta fuente i a más importante, por se:r l a que aporta a l t a s concentraciones.
La concentración de plomo en e l ;agua e s t á relacionada con l a d e l a i r e ,
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e l sustrato edáfico, los volúmenes de descargas industriales, el dinamism y e l gasto del cuerpo receptor, así como de l a s corrientes y mareas (PEMEX, 1985).
La solubilidad del plorm disminuye cuando l a alcalinidad d e l agua dismi- nuye, e s t o es en ausencia de sulfuros (Rodier, 19811. Este mismo autor señala que l a intoxicación p o r plomo produce transtornos c l í n i c o s , anomalías b i o l ó g i - cas, alteraciones histopatológicas variadas.
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A l absorberse forma una p e l i c u l a cagulante y genera alteraciones hemato-
l ó g i c a s . En e l hon33re causa saturnismo que provoca transtornos nerviosos, d i - gestivos y renales (Vizcaino, 1980).
E l plomo no es p e l i g r o s o debido a su absorción de dósic tóxicas, s i n o
más bien a una acmulacaión de dósis que podrían considerarse cas.
como no
tóxi-
E l 90 % de plano ingerido en e l agua Y en 10s alimentos e s excretado con
l a s heces en l o s adultos, los n i ñ o s e x c + e t a s ó l o e l 50%. La v i d a acuática puede perturbarse a p a r t i r de una concentración de 0.1 mg/l, y los e f e c t o s
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A R E A 1) E. E S T U . D 1 O
La Bahla dc l a Ventosa, e s t á situada dentro d e l Golfo de Tehuantepec y se l o c a l i z a a 5 km a l Nw d e l P W x t x ~ de Salina C r u z ; s e encuentra entre l o s parale- l o s 16°10'y 16'40'L.N. y l o s meridianos 95OO5'y 95'30'L.E.
~1 rfo TehuantePec que nace entre l a S i e r r a Madre de üaxaca y l a S i e r r a Madre d e l Sur, desemboca en l a bahía, arrastrando considerables cantidades de sedimentos &e en l a actualidad, no l l e g a n a l ecosistema debido a l a construc- ción de l a presa Benito Juárez. Aden& e l aporte d e l río a l a bahía es nulo, debido a que l a barra se encuentra totalmente cerrada (Carranza-Edwards, 1980).
En e l área se encuentra una r e f i n e r í a que a r r o j a agua de desecho a i mar, por medio de un emisor submarino situado a 2 km de l a costa en dirección SE y
a ma profundidad aproximada de 15 m ( -López, 1986).
~~
A N T E C E D E N T E S
En e s t a región se han r e a l i z a a o estudios a n i v e l d e l Golfo de Tehuante- pec, principalmente-del comportamiento de l a s corrientes. Con respecto a l a
Bahía de la--ventosa l a m a y o r í a de =studios t h i é n corresponden a corrientes
oceánicasl
I
-1
~~ ~Uno e s e l realizad; por e:L CI-CESE (1982), en e l cu& se detectó l a exis- tencia de una corriente en dirección Oeste durante c a s i todo e l año, esta corriente se modifica durante l a época de vientos provenientes d e l Norte, los cuales provbcan ma circulación de agua s i p e r f i c i a l hacia e l S u r y en conse- cuencia se e ~ t a b l e c e - u n . g r a d i e n t e de presión d i r i g i d o hacia e l centro d e l Golfo de Tehuantepec, originando o t r a c o r r i e n t e con dirección Este.
.
b'
Existen estudios como e l de Roden (1'961), donde se' i n v e s t i g ó l a relación entre l o s vientos y l a s tenpe:raturas de l a s u p e r f i c i e d e l mar. Este autor ubicó una relación entre l a s bajas temperaturas en i n v i e r n o con l a divergencia
inducida por e l viento en e l t:ransporte de masas; realizando un a n á l i s i s es- pectral de l a s anomalías de lo!; v i e n t o s y l a s temperaturas, r e s u l t ó que l a s primeras dispuestas en cuadradhs adyacentes de dos rados de l a t i t u d y longitud son coherentes y casi SimUltáneaS. De l o anterior c nciUyó que e x i s t e una rela- ción d é b i l e inversa entre l a temperatura y l a s a
d .
malías d e l viento.Huerta y Tirado (1985), r e a l i z a r o n un estudio de l a f l o r a marina de l a cos- t a d e l Golfo de Tehuantepec. Estos autores observafin que l a mayor parte de l a
f l o r a común en una zona, no se encuentra en l a s demás, por tanto, concluyen
que l a f l o r a CamBia a l v a r i a r l a s c a r a c t e r í s t i c a s !isiográficas. En e l área se
encontraron un poca más de ochenta especies, l a mayoría de poco tamaño y consi-
i
.
. . . .-:... .A.
..
. .
deran a l a región como pobre en su f l o r a ; además por l a s especies observadas con- sideran que un 65%
na.
de éstas no
habían
s i d o descritas anteriormente para esta zo-Por o t r o lado se han hecho estudios de anélidos poliquetos en l a s costas de Salina Cruz; LÓpez (19861, &sem7Ó una gran s i m i l i t u d entre todas l a s estacio- '
nes muestreadas, s i n errbargo indica una mayor diversidad en Salina Cruz y una mucho menor en Salina Marquez.
Huxtado (1985). l i e d a cabo un estudio de l o s elementos f i c o f l o r í s t i c o s
más abundantes que se presentan en las e s c o l l e r a s d e l puerto de Salina Cruz, con
e l f i n d e p r a p o r ~ o n a r e l e i i p n t n s ~ u e d a i r para c a r t e r i z a r a l a s esco- l l e r a s como a d i e n t e s ; encontrando dos zonas marcadamente diferentes de d i s t r i - bucibn, debidas principalmente a l a s condiciones de exposición; una, con o l a s mucho m6s agitadas y violentas y o t r a de r e l a t i v a calma. O t r o aspecto importan- t e que resalta este autor es l a peculiaridad que e l substrato sea a r t i f i c i a l con c a r a t e r í s t i c a s muy d i f e r e n t e s a uno natural, induce a que l a velocidad de enfriamiento, composición minerdt, capacidad y conductividad térmica, puede s e r determinante en l a composición f i c o f l o r í s t i c a de l a e s c o l l e r a .
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O B J E T I V O S
Cuantificar l a concentracl6n de los diferentes metales,
en organismos, agua y sedimento d e l &ea de estudio.
cemparar los v a ores obtenidos COP los valores per-
mitidos p o r l a egisiaci6n mexicana.
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señalar las zonas c r í t i c a s basándose en l a incidencia
de sus concentraciones
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Se realkzwSn dos muestwos generales durepte e l seiyi’e&o, En cuanto
a l
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barh í n , dos de las cuales están situadas donde existen &sores de agua de dev secho.
.
, , ,
Los m s t r e o s para organismos se r e a l 1 z a i . h en l a s estaciones. 4 , 5;6
y 7 , debido a que en esos lugares se ubrcan inportantes bqncos o s t r f c e l a s .
coi) respecto a l o s sedimentos se tomar& muestras donde se encuentra e l emi-
-- ..~ ~~~ ~ ~ ~ ~
de aguas de desecho de l a r e f i n e r í a . ~~
N E T O D O L O G I ñ
Las técnicas a u t i l i z a r son las qiie tienen e l valor de confiabilidad
~
a l t o p o s i b l e y tomando en cuenta l o s recursos que se poseen.
-
-
Preparation d e l materialE l material u t i l i z a d o s e lava previamente con jabon l i b r e d e fosfatos, deppués se enjuaga con agua b i d e s t i l a d a y se deja-de 3 a 5 días en una
so-
lu.-ión limpiadora de ácido n í t r i c o a l 15%, finalmente se enjuaga-con aquadeionizada.
~ - _
-
.
-
Procecmhiento de l a s muesirasTodas l a s muestras son conservadas a b a j a temperatura, sobre todo
or-
ganisms y sedimento; a l a s muestras de agua se l e s adiciona 3 ml de ácido,,$trice concentrado para e v i t a r 1.a pérdida por adsorción.
~
Repetir hasta que
que e l t e j i d o e s t é completamente negro
~
i
Calcinar a 450°C durante,
'
24 hrc (Cenizas blancas )= a l i z a r l a s lecturas en ecpectmfotb-
-
I
Digerir con 0.5 ml de HNO3 a 90°CI
Evaporar i i sequedad
I I
I
Añadir HN03 a i 10% ( 5 ml )I
.-
I
Aforar a 50 ml con agua deionizada
I
I
Longitudes de onda para l a s lecturas:Cd 228.8
nm
Fe 248.3 11111C r 357.9 nm
r$
232 11111cu
324.7 nm283*3
-Gordon, et a l , 1972.
-Polprasert, 1982
- V i l l a r r e a l - T r w i ñ o , 1986
--
i
S E D I M E N T O
Homogenizar
G
r
a sequedadI
Agregar 50 mi de "03 concentradoI
Agregar 10 mlde "03 a l 10 %
Tomar sobrenadante
L
-
4
I
Aforar a 50 ml con agua deionizadaI
Longitudes de onda para l a s lecturas: Cd 228.8
nm
Fe 248.3 iiiii C r 357.9nm
N i 232m
Cu 324.7
nm
Pb 283.3 nm-Carrondo, 19.84 -Oliver, 1973
" -Poiprasert, 1982 'i
" A
~
la. Pazte
200 m l de l a muestra
2q. Parte
2üü m l de l a muestxa d i s u e l t a anterior- mente, ajustar e l pkl a 4 con h i d r b i d o
de scdio o ac. c l o r h í d r i c o 0.1 M.
I
3Añadir Buffer de acetatos 4 m l y 5 m l de d i e t i l dfeiocarbamato de sodio a l 1%.
-~ - .
+
I
Evaporar a sequedad-
D i g e r i r C c 4 m l de qC.
c l o r h f d r i c o y 2 ml de ac. n í t r i c o , a c a l a
medio
I
Evaporar a sequedad con c a l o r medio
*
(5
Repetir e l lavado con 20 m l de metil-isobutil-cetcna
I
Realizar l a lectura en un espectrc- fotánetro de absorci6n at'mica
Adicionar 1
m l
e ac.I
c l o r h í d r i c o,
a
,I
Disolver con 2QQ
m l
de agua deionizi?da,I
Añadir 20 m l de m e t i l - i s a b u t i l - c e t c a
I
I
Agitar y permitir l a separación de capas1
Cu 324.7 nm Pb 283.3 nm -APHA, 1975
J
-Rcdier, 1981 -Van Loan, 1982c
1.
I
” ..
” ,
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E L I Z A B T A B B B N A L M A B T 1 I Q E ; Z
E
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4.-
1
TEL.
797-40-98
MATRICULA.
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EFBOTOS
DEL
Cux
Cd.,
L I ñ I O ACUATICO"
ffiUyN0
"Biectos del Cu,
Cd
y
Pb
(Bn
e l crecimiento del
l i r i o
acuático^
-.
Justificación
Y
naturaleea
del
p k y e c t o
En la
actualidad muchos
da
10s
cuerpos
de
que se encuentran
en nuestro paie, e e t h Siendo contapinadas
con
Wua
de
desecho que
n o
han
recibido
un
tratamiento
previo
para eliminar lam sustancia#
tbxicars; que
ademb de
destnlir estos ecosistemas reducen l a positti-
l i d e d
de
ser utiliaadas
ya sea para e l
consumo
humano, agricultura
u
otros
usos.
Por
1o'tantoD
os
necesario encontrar técnicas
adecua-
dae
que sean eficientes, cuyo costo
no
sea muy elevado
y
puedan
h p -
t a m e
a las
posibilidades
y
Uecn+ogfr
d d
p d s .
tdcnica para
remover
l o s metales pesados, que sea eficiente
y
costee-
ble,
con
ayuda
del
l i r i o acuhtico,
en
aguas
de
desecho
que han
reci-
bido
un
tratamiento previo.
Por
estas
raconea,
oon
e l pressnte trabajo
s e
pretende
buscar
una
introaucoión
ti&
t
B i c a o r n i a
1 ,
es
una
plan
o~
de planta
del
-¡forte
de
b a
llegado
' a
. .
l a s
s e i s especies
de
Eichhorda, 8ol&nente
. -E.
C r e S S i m sha venido
a
ser
una
plsga, ya que
esta especie
está
adaptada para sobrevivir
en
un
amplio
intervalo
de
condiciones climáticaa,
y
ha
causado
groves
probl&as
en
areas tropicalee
y
subtroficales. Ademb,
se
ha *'at0
que
aparentemente prospera mejor donde l a s actividades humana6
hon
perturbado
en gran
manera
algunos
ambientes acuáticos (g%edOWsklD
. ,...
19781.
E
:
crassipes
es considerada
una
plaga dentro
de
l o s
marpos
de
agua, por su alta tasa
de
reproducci6n,
e v i t a n d o
un
drenaje adecua-
do,
detekendo l a circulacidn
y
en algunos casos provocando inunda-
. "
?
i'
I
-* -*
?
se procuraba destruirlp, pero últimamente se
han
realieado estudios
sobre esta
planta,
para poder tener
un
Control sobre
su
crecidento,
ver su posible utilieacibn Lproaucción
de
bi0g-e
producción de pa-
pel, etc.)
y
como removedor
de
nutrientes.
Se
ha observado que
l o s factores que Controlan e l crecimeinto
y
l a multiplicación aon:
-
Ei
clima
-
Competencia con otras plantas
-
Insectos
y
animales
predadores
-
Nutrientes
(Baruah,
1981)
Adam&
no
puede crecer
en
aguas
salobres,
ya
que
a una
concen-
tración de
660
p p l a planta muere (Baruah,
1981).
Ya que e l
l i r i o acuático es capaz de actuar como removedor de
nutrientes, metales pesados
y
algunos compuestos orgánicos (Kauf-
man,
1979),
se, h a planteado
l a
posibilidad de
utiliearlo'
. .en.&antag
¿le
t r a t d e n t o de
agua de desecho
. .que se encuentr
rnGT
contarninida,
, 'ayudando en e l tratamíento,. de estas.
y
además controlando e l areof-
miento
del-
~ i r i o - i c u á t i a o . . :Poeterionnente~
se.-~coe+hi
l a
produccidn de biogas, elaboración de papel
y
tabl-e
dos,
conaicíonante del
suelo
y
dimento para
animales,
depe
de l o s tóxicos presentes an
d aguas.
. .
*>.
. . .
. .
Antecedentes general es
& - l a
actualidad
se
han
realizado diversos estudios en
e l '
mundo,
, .
referente a
l a
utilización
dei
l i r i o acuático, para e i 'trat-iento
de
agWcontaminadas.
. ~.B a d
(1981),
r e a l i z ó estudios en
l a Inaia acerca del creci-
miento del l i r i o acuático, producci6n de biogas
y
utiiizaci6n de
l a
planta.
Is1
experimento
s e
realiz6 en estanques
sin
paredes
y
con te-
cho de viiddo, observando que
l a
multiplicacibn de
l a
planta incre-
mente con
l a
concentm'ci6n de'sales, pero
a
'expensas del crecímíen-
* . .portante, ya que es parte de
l a
pared celular, ayudando
en
e l sopor-
t e
inea6nico de
l a
planta.
Con
reepaoto
a l
potasio, ee o b s e d , quo
no
afecta
l a
niultiplicacibn, pero
si el
inoremento
en
biomasa
üe
í a
planta individuai.
En
cuanto
al
fósforo,
se ohservb, e l cfeciiaiento
muy pobre en
toda8
l a s concentarciones.
La
producción de biogas
se
l l e v o
a
cabo en
un
digeator, obteniendo producción conetante
de
Baa,
durante
dos
dias
y
después declino.
E&&
Y A .
(198l),
hizo estudios para u t i l i z a r
e l
l i r i o acuiti-
co en e l
tratamiento de aguae residuales provenientes iie r e f i n e d -
de azúcar.
Se realizaron tres ensayos
y
l a
planta
decayo en l a s doe
prlmerv, debido
tal vez
a l
a l t o contenido de nutrientes. Durante
a
tercer ensayo
se hicieron
algunas
modificaciones
y
se
obeervb
una
remoción de
DBO5,
DQO
bastante satisfactoria;
en
cuanto a sólidos
suspcn8ldos
l a
remoción
no
f u b
muy
notable.
üolverton
3
iüc
Donald en
1975, realizaron
estudios
pars
u t i l i -
sar
leguaas
de
l i r i o acubtico para
e l
tratamiento de
-
de
deee-
cho,
obteniendo buenos remitados,
ja
que
que
hubo
upgreducción
de Sb’lid03 suspendidos,
DBQ5
y
otros
parhastroe
a
nivelee
debajo
de
+-loa
estandara. satabiecidoa
por-la
Agesnciaa
üa
P?
e l
h b i * -
te. También observaron que e l volumen de l i r i o repu
l a
cantidad de agua
que
va
a
ser procesada
y
l a
pureea deseada
o
requerida
para
su
utiliaación.
epenae as-
Wolverton
y
Xc
Donaid
en
l%9
hicieron
estuaios aobre
l a
pro-
.ductivldad
d e l
l i r i o ecu&tico
y
su cosecha. La8 velocidades de cre-
cimiento fueron monitoreadas en
dos
lagunas
con aguas
de
desecho,
conteniendo aiierentes cantidades de nutrientes.
Observaron
que *du-
r a t e e l verano
l a
tasa
de crecimiento ea muy
alta,
pero que
tam-
bién depende de
l a
concentracibn de nutrientes disponibles.
Ade-
más
tratan de establecer
l a
productividad
anaai
d e l
l i r i o
acuático
I
y
l a a velocidades de produccidn
por
hectárea
por
año.
Antecedentes
UAEi
B1
departamento
de
3iotecnolog€a
reákieb
un
proyecto respecto
t
“Transformacibn
f
ernentativp
de%l i r i o
aCdtiCo en concentrado
pro-
téico*
y
qiometanacibn &pida
del
l i r i o
acuátioo.
En
a
mismo
de-
partemento
Honroy
en
1986
l l e & a cabo
un proyecto sobre -Digestión
anaerobia
y
l i r i o acufitico
en
e l tratemiento
de
aguas
residgalesa.
Sarquis
en
1986,
.tambi6n realiz6 un trabajo
de
Servicio Social acer-
ca de
l a
“Cinética de crecimiento del l i r i o acuático*.
En
estos proyectos se pretende u t i i i a v e l l i r i o , despugs de
haberse utilizado para eliminsr nutrientes,
en
l a s
plantas
de
tra-
tamiento.
Con
l o s
trabajos anteriores se
ha
concluido que:
-
La
rapidez para remover nutrientea depende
de
l a cantidad de
materia orgánica (M.O.)
presente,
a
mayor cantidad de M.O,
laa
raí-
ces tenderán a
l a
anaerobiosis, dejando de absorber mtrientea.
-
Creciendo en condiciones óptimas absorbe sustancias tbxices,
aunque despuke de un tiempo
los
regresa
a l
medio.
-
-
La
rapiaez de crecimeinto depende de
l a
ooncentracián
de
nu-
trientes, temperatura ambiente, intensidad
luminosa
Jfotoperl6do.
-
-
ñxiste correlación
entre
l a
rapidis
de
absorcidn de
nitrbgeno
._
-
y
f
&sf
oro.
‘ YOb
jetivoe
-
Conocer
l o s
efectos que tiene sobre e l l i r i o acuático
l a s
di-
ferentes concentraoiones de metales pesados, respecto a
l a
biomasa
producida, velocidad de reproduccibn
y
aspecto g e n e r d
de
l a
P l M t B
-
Verificar l a tasa
de
absorcibn
y
liberación
de
nutríentes.
. ,
.
..,.
. ,PEbgrama
ymetodoloda
üetrzibajo
X.-:
Revisibn bibliográfica
2.-
Se montad l a técnica
de
a d l i e i n de metales peeados
( C a r -
:
Cd
y
Pb),
por e l método
de
spectrofotometrfa
do
absorcibn
a t ó a c a .
3r-Bn
cubetrd
de
@áStiCQ Se@ O n d r b
80%
dü
l i r i o
a c d e c o
en
üolucSonee nutritivas que contendrán niveles
áü
IQg/lde
Pb,
de
CU
Y
mg/l
da Ca.
Bn
otra cubeta
h a b d
un
testigo
con solución
nutritive pero
sin
metales; otra cubeta contendrá li-
r i o
a c d t i c o s i n soiucibn' niutritiw
ni metales pesados. La solución
m t r i t i v a e s t d conatituida por1
-
ire
so4
30
ml
en 401
Modificaba
a s
ñondo
1981
Ca
C i 2
20
m i
en
401
Edta-
Ha
1 9
m
i
en
401
Fe
SO4
7H+
18
m
i
en'401
l
b
C12
4ñN
1.5
ial
eh
401
=3
BQ3
8
id
en 401
*
4.-
Se
tomarán diariamente muestras de metales pesados, aumento
en peso
y
n6mero
de
h o j a s ,
así
co
a l a
semana
se
me
te
y
Pbsioro'por
Anns-
Wpof,
'197-5).
Csda.eemana
~. 88re
perimentos
en
continuo'
a d i z
. .
6.-.
& , . l a
planta"pi1oto
d¿
t
DBO,
por
l i r i o
acdtico.
< . , , < - ' .7.-
Los
resultados se a n a l i s a r h conforme
a un
modelo
, w
de
crecimibnto
.-y
remocibn
que
ee
está
obteeiendo.
L ..
I ,.
1 .
L .
A N A L I S I S
D E
L A
C O N C E N T R A C I O N
D E
Cd,
Cr,
Cu,F e ,
N i
y
PbE
N
A L G U N O S
O R G A N I S M O S
M A R I N O S , S E D I M E N T O S
Y
A G U A
D E
L A
B
A H
I
A
L A
V E
N T
O S
A,
O
A X
fiC A.
I N T R O D U C C I O N
El
medio
ambiente
puede ser
afectado
por
muchos
contaminantes
como son:
plaguicidas,
detergentes,
particulas
suspendidas
ymicroorganismoe patdgenos entre otros. Recientemente,
los metales tóxicos
se
han identificado como una nueva clase de
contaminantes, muy peligrosa para el medio ambiente.
Los
metales pesados son potencialmente dañinos, persistentes
y
tóxicos por largos periódos de tiempo; son parte de algunos
plaguicidas
y sedispersan al ambiente como tales
o
en desperdicios
yemisiones industriales no controladas.
Losmetales más tóxicos para
l o s
organismos,
porl a s
enfermedades que originan son: cadmio.
mercurio
yplomo
(Hennigan, 1973
) .En ocasiones
l o s
compuestos que forman algunos metales eon
más peligrosos que el metal mismo,
ysu concentración aumenta al
pasar de un nivel trófico a otro a través de la cadena alimenticia.
Además de lo anterior,
algunosson tóxicos en determinadas etapas de
la vida de ciertos organismos
yéstos acumulan más que el medio
circundante, aunque
suvariabilidad de acumulación en
l o sdiferentes
órganos depende de la rapidéz de su eliminación, del tiempo de
retención
yde la capacidad de destoxificación
(SCEP.
1976
) .En
el
caso de
l o ssistemas
acuíferos,
éstos
son
contaminados, generalmente, debido a la descarga de drenaje,
yes muy
dificil medir la concentración de metales, ya
quese encuentran en
cantidades muy pequeñas, por
lo
que generalmente son cuantificados en
l o s
organismos
o
en el sedimento.
C A Q M L Q
El
cadmio es un metal blando, blanco, fácilmente fundible,
similar al zinc y al plomo en algunas propiedades
ysoluble en ácidos
minerales. Biológicamente
e sun elemento no esencial ni benéfico
yposee un alto potencial t6xico.
El
cadmio puede ser un factor
etiológico
en algunos procesos patológicos como son:
tumores
testiculares, disfunción renal, arterioeeclerosis, inhibición en el
crecimiento, enfermedades crtjnicas
ycáncer
(Russell,
1979
) .El
envenenamiento por cadmio produce una enfermedad llamada
"itai-itai", que
afecta
los
huesos
ya
que
provoca
una
descalcificacibn cuando el calcio es sustituido por el cadmio, además
lesiona
la médula
Ósea e inhibe ciertos sistemas
enzimáticos
(
Vizcaino,
1980
) .Aparentemente
l o s
bajos niveles de calcio
yvitamina
D
sensibilizan
al
organismos para acumular cadmio, cuando existe un
exceso en el ambiente; la toxicidad del cadmio no depende de la forma
quimica. Este metal puede ligar grupos sulfidros
yalterar la
fosforilación oxidativa en
el
ciclo respiratorio. También se puede
concentrar en algunas algas verdes que al ser consumidas producen
envenenamiento en organismos acuáticos
yposteriormente al hombre
(Wagner,
1974
).
Cuando
existen
altas,
concentraciones
produce
una
disminuci6n en la produccitjn de huevos de algunos peces, Cambien
produce una alta mortalidad durante la freza. En ostras como
CrassostreavirPinica
'produce un desarrollo anormal en las larvas;
además estos organismos en estado adulto, son capaces de acumular
grandes cantidades de cadmio
y
de otros metales
(Russell,
1979
) .Las
fuentes principales de cadmio son:
las minas
yfundidoras
(en sus alrededores
) ,plantas de galvanoplastia
e
industrias químicas
y
texti:Les,
así como de pigmentos. También
es
utilizado en la fabricación de acumuladores, de materiales plásticos
y
en la industria atómica
(Desacelerador de neutrones
) (Rodier,
1981).
C B Q M Q
En la industria es poco utilizado el cromo puro, en cambio
sus derivados, tienen mucha demanda.
Los
bicromatos son utilizados en
la industria química. Las
sales de cromo son empleadas como
mordiente en pinturas
y
como colorantes: verde de cromo,
r o j o
de
cromo
yamarillo de cromo. También se utiliza para el curtido de
pieles
ycueros.
Al
agua industrial utilizada en el enfriamiento, se
le añade compuestos crómico~i
como anticorrosivos. La presencia de
cromo en el agua se debe generalmente a que las industrias de
galvanoplastia vierten sus aguas de desecho en los cuerpos acuáticos.
,
dicromatos
una acción
al medio
El
cromo puede encontrarse en dos formas de oxidación, en
estado
trivalente
(cromitas
)o
hexavalente
(cromatos
Y
,
de éstos el máis tóxico es el hexavalente, ya que tiene
tóxica hepatorrenal y además es cancerígeno. Con respecto
acuático,
los
oripanismos inferiores llegan a tolerar un
límite de
0.05mg/l de cromo total; y son más sensibles que
los
peces,
l o scuales toleran
un limite de
1
mg/l de cromo total
(