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Prevalencia de factores y conductas de riesgo durante el embarazo en las adolescentes

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Academic year: 2020

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FACULTAD DE ENFERMERIA

SUBDIRECOON DE POSGRADO E INVESTIGACION

PREVALENCIA DE FACTORES Y CONDUCTAS

DE RIESGO DURANTE EL EMBARAZO

EN LAS ADOLESCENTES

LIC. ANA LARIOS LOPEZ

Como requisito parcial para obtener el grado de

MAESTRIA EN CIENCIAS DE ENFERMERIA

Con Enfasis en Salud Comunitaria

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L I C . A N A L A E t Q S L 0 I 7 H Z

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U N I V E R S I D A D A U T Ó N O M A D E N U E V O L E Ó N

F A C U L T A D D E E N F E R M E R Í A

S U B D I R E C C I Ó N DE P O S G R A D O E I N V E S T I G A C I Ó N

P R E V A L E N C I A DE F A C T O R E S Y C O N D U C T A S D E R I E S G O

D U R A N T E E L E M B A R A Z O E N L A S A D O L E S C E N T E S

Por

LIC. A N A L A R I O S L Ó P E Z

C o m o requisito parcial p a r a obtener el grado de M A E S T R Í A EN C I E N C I A S D E E N F E R M E R Í A

(7)

U N I V E R S I D A D A U T Ó N O M A DE N U E V O L E Ó N

F A C U L T A D D E E N F E R M E R Í A

S U B D I R E C C I Ó N D E P O S G R A D O E I N V E S T I G A C I Ó N

P R E V A L E N C I A D E F A C T O R E S Y C O N D U C T A S D E R I E S G O

D U R A N T E E L E M B A R A Z O E N LAS A D O L E S C E N T E S

P o r

LIC. A N A L A R I O S L Ó P E Z

Director de tesis

M . C . E J U A N A E D I T H C R U Z Q U E V E D O

C o m o requisito parcial para obtener el grado de M A E S T R Í A E N C I E N C I A S D E E N F E R M E R Í A

(8)

P R E V A L E N C I A D E F A C T O R E S Y C O N D U C T A S D E R I E S G O D U R A N T E E L E M B A R A Z O E N LAS A D O L E S C E N T E S

B e r t h a Cecilia S a l d a r Gd Secretario

zález P h D

/ m

éd

del R e f u g i o D u r á n López Vocal

(9)

D E D I C A T O R I A

A D i o s por darme la vida, por darme f u e r z a s p a r a lograr otro objetivo en mi vida

profesional tomando en cuenta que sin él n a d a p u e d o hacer.

A m i s padres que siempre m e han apoyado e n toda mi vida. A ti madre porque

me has inspirado ha ser perseverante, y a ti padre p o r enseñarme a ser paciente.

A Josué el esposo, compañero y amigo. T ú q u e siempre has estado en las buenas

y en las malas, que m e has dado ese a p o y o i n c o n d i c i o n a l , por tu amor y paciencia que

has tenido conmigo.

A ustedes m i s dos luceros que iluminan m i v i d a , Hilda Mariani y Blanca

Elizabeth m i s hijitas que h a n tenido a m o r y p a c i e n c i a .

A m i s h e r m a n o s que quiero M o i s é s y D a v i d q u e me han a p o y a d o siempre en

todo y a m i s h e r m a n a s R o s y , Blanca, Elizabeth, E l o i s a y Estrella que quiero y que m e

han apoyado siempre que las necesité.

A m i s c u ñ a d o s y cufiadas p o r el a p o y o m o r a l q u e m e h a n brindado siempre.

A m i suegra Hilda Elisa M e z a Garza, q u e s i e m p r e m e h a apoyado en todo

m o m e n t o que la h e necesitado.

A t o d a mi familia y amigos que s i e m p r e h e c o n t a d o c o n ustedes en todo

(10)

A G R A D E C I M I E N T O S

A la Doctora B e r t h a Cecilia Salazar González p o r su paciencia y disposición a

brindarme siempre su a p o y o para poder seguir adelante, gracias.

A mi asesora, M C E . Juana Edith Cruz Quevedo, que siempre estuvo dispuesta a

brindarme sus c o n o c i m i e n t o s y apoyo en todo m o m e n t o y así poder lograr el objetivo

trazado, mil gracias por su gran apoyo y ayuda.

Al Dr. Florencio R i n c ó n M o n t a ñ o , por brindar su apoyo cuando lo necesité.

Al Sr. Martín F r a n c i s c o R a m o s , p o r las facilidades y apoyo incondicional para la

culminación de este o b j e t i v o .

Al Dr. Luis E n r i q u e de la Garza Bazán, director del Hospital General Oscar

Treviño Cantú del m u n i c i p i o de M o n t e m o r e l o s , p o r las facilidades otorgadas para la

realización de este e s t u d i o .

A m i s c o m p a ñ e r o s d e trabajo que m e han apoyado especialmente a Petra

V á z q u e z y N a n c y Ríos.

A m i s c o m p a ñ e r a s d e la maestría que e m p r e n d i m o s juntas esta nueva experiencia

la cual h e m o s logrado c o n c l u i r gracias a nuestro Dios. A tí especialmente Etla, que

(11)

Tabla d e C o n t e n i d o

Contenido Página

Capítulo I

Introducción 1

Marco de Referencia 2

Estudios Relacionados 3

Definición de Términos 5

Objetivo General 6

Capítulo II

Metodología 7

Diseño del Estudio 7

Población, Muestreo y Muestra 7

Instrumentos 7

Procedimiento de Recolección d e D a t o s 8

Análisis de Resultados 9

Consideraciones Éticas 1 o

Capítulo III

Resultados 12

Características Descriptivas de las A d o l e s c e n t e s 12

Prevalencia General de Factores y C o n d u c t a s de R i e s g o 13

Prevalencia Específica de R e s u l t a d o s A d v e r s o s del E m b a r a z o 15

Capítulo I V

(12)

C o n t e n i d o Página

Conclusiones y Recomendaciones 2 0

R e f e r e n c i a s 2 2

A p é n d i c e s 25

A . Cuestionario de Factores de Riesgo en Adolescentes D u r a n t e su E m b a r a z o 2 6

(13)

Lista de Tablas

Tabla Página

1 Características de las Adolescentes 12

2 Prevalencia d e Factores de Riesgo de las A d o l e s c e n t e s D u r a n t e el E m b a r a z o 13

3 Prevalencia d e Conductas de Riesgo d e las A d o l e s c e n t e s D u r a n t e el

Embarazo 14

4 Prevalencia d e Resultados Adversos del E m b a r a z o en las A d o l e s c e n t e s 15

5 Prevalencia Específica de Parto Distócico en Adolescentes 16

6 Prevalencia Específica de Producto M a c r o s ó m i c o en A d o l e s c e n t e s 16

7 Prevalencia Específica de Mortalidad N e o n a t a l en A d o l e s c e n t e s 17

8 Prevalencia Específica de Aborto en A d o l e s c e n t e s 18

(14)

R E S U M E N

Ana Larios López

Universidad A u t ó n o m a de N u e v o León Facultad d e E n f e r m e r í a

Fecha de Graduación: Septiembre, 2002

Título del estudio: P R E V A L E N C I A D E F A C T O R E S Y C O N D U C T A S D E R I E S G O D U R A N T E E L E M B A R A Z O EN A D O L E S C E N T E S

Área de estudio: Salud Comunitaria

Propósito y método del estudio: El propósito del estudio f u e describir la prevalencia de los factores y conductas d e riesgo presentes durante el e m b a r a z o en adolescentes. El diseño es descriptivo de corte transversal ( C o l i m o n , 1990). El m u e s t r e o fue no

probabilístico p o r conveniencia; participaron 9 0 adolescentes m e n o r e s de 20 años que tuvieron u n parto en los años 2 0 0 0 y 2001 d e la ciudad d e M o n t e m o r e l o s , N u e v o León. Se utilizó el Cuestionario de Factores y C o n d u c t a s de Riesgo en Adolescentes Durante su Embarazo ( C F Y C R D E ) que consta d e 42 reactivos; 22 corresponden a factores de riesgo y 2 0 a conductas d e riesgo.

Contribución y conclusiones: El estudio permitió conocer la prevalencia de los factores y conductas de riesgo en el embarazo de las adolescentes m e n o r e s de 2 0 años, Los factores de m a y o r prevalencia en las adolescentes fueron patología obstétrica (60%), m a y o r m e n t e la infección de vías urinarias (16.6%), patología previa (34.4%),

específicamente la anemia (15.6%); dentro d e las conductas de riesgo que prevalecieron fueron el uso de r o p a inadecuada (78.9%), n o buscar información sobre el cuidado del embarazo (65.6%), n o control de peso (61.4%), n o evitar estados de estrés (53.4%), n o caminatas o ejercicios favorables (43.9%), y la inasistencia a control prenatal en el primer trimestre del e m b a r a z o (26.7%). La presencia d e patología previa incrementa la prevalencia de resultados adversos como mortalidad neonatal (R.P= 3.2), aborto ( R . P -2.4), producto de b a j o p e s o (R.P= 2.3) y p r o d u c t o m a c r o s ó m i c o (R.P= 1.2). La presencia del no control d e p e s o c o m o conducta d e riesgo a u m e n t a la prevalencia específica de producto m a c r o s ó m i c o ( R . P = 1.2) y la prevalencia de inasistencia a control prenatal en el primer trimestre del embarazo aumenta la prevalencia específica de aborto (R.P= 6.0). N ú m e r o de Páginas: 3 0

Candidato para obtener el G r a d o de Maestría en Ciencias de E n f e r m e r í a con Énfasis en Salud Comunitaria

(15)

Capítulo I

Introducción

El embarazo en la adolescencia es considerado c o m o un p r o b l e m a social y de

salud pública. T o d o embarazo en adolescente es considerado c o m o d e alto riego, ésto

significa, que en las adolescentes es más probable que el e m b a r a z o n o s e desarrolle en

forma satisfactoria, con u n a mayor probabilidad de morbilidad p é r i n a t a l : b a j o peso al

nacer y prematurez; y un alto riesgo de mortalidad materna, périnatal e infantil (García,

Figueroa, R e y e s & Brindis, 1993; Monterrosa & Bello, 1996). D e a c u e r d o a reportes

estadísticos de la Secretaría de Salud del estado de N u e v o L e ó n ( S S N L , 2001), en el

municipio de Montemorelos, los casos de embarazos en m u j e r e s m e n o r e s d e 2 0 años han

aumentado. D e 5 5 0 casos presentados en 1998, a u m e n t ó a 945 e n 1999 y 770 en el año

2000; de los cuales el 28.5%, 23.4% y 2 8 . 9 % respectivamente, c o r r e s p o n d e n a

embarazadas adolescentes por primera vez.

A l g u n o s factores de riesgo del embarazo en adolescentes p u e d e n ser tratados si

son detectados con oportunidad; la atención inadecuada y el n o contar c o n ella

constituye uno de los principales factores que determinan el resultado adverso del

embarazo en las m a d r e s adolescentes (Emans, L a u f e r & Goldstein, 2 0 0 0 ) . Algunas

adolescentes n o recurren a la atención prenatal ya sea p o r d e t e c c i ó n t a r d í a del embarazo,

por ocultar a la familia el hecho, considerar de poca i m p o r t a n c i a la atención del primer

trimestre o falta d e experiencia con amigas e m b a r a z a d a s ( K i n s m a n & Slap, citado en

Emans et al., 2 0 0 0 ; Kurganoff, E p e l b a u m , Imfeld & M a r t í n e z , 2001).

En la atención de las adolescentes embarazadas s e encuentra q u e estas j ó v e n e s no

logran relacionar el embarazo con la responsabilidad de la m a t e r n i d a d , m u c h a s de las

adolescentes n o c o m p r e n d e n los síntomas y el significado de la edad gestacional (Emans

et al., 2000) lo q u e las lleva a tener conductas de riesgo d u r a n t e su p e r í o d o gestacional.

(16)

adolescentes, enmarcan tres problemáticas: físicas, anímicas y sociales. El índice de

recién nacido con b a j o peso es mayor entre las madres adolescentes que en las m u j e r e s

maduras (Emans et al., 2000; Stevens - Simón, Kaplan & M e Anarney, 1993).

Me A n a m e y (1987) afirma que el b a j o peso al nacer y la mortalidad neonatal se

deben a una serie de factores m a t e m o s c o m o nutrición deficiente, abuso d e sustancias

(cigarrillos, alcohol o drogas ilícitas) e infecciones genitales.

En N u e v o León existen estadísticas de embarazo en adolescentes y estudios

sobre los problemas que se generan, pero n o se localizaron estudios sobre las conductas

de las adolescentes en t o m o al embarazo q u e a su v e z pueden constituirse en factores de

riesgo que determinan el resultado adverso del m i s m o . El p r o p ó s i t o de este estudio fue

describir la prevalencia de los factores y c o n d u c t a s de riesgo presentes durante el

embarazo en adolescentes.

Marco de R e f e r e n c i a

El presente estudio se guió en los c o n c e p t o s epidemiológicos prevalencia y factor

de riesgo, y f u e necesario definir lo que se c o n s i d e r a conducta de riesgo.

Prevalencia. Se refiere a la proporción de la población que padece una

enfermedad o u n evento en estudio en un m o m e n t o dado. C o m o todas las proporciones,

no tiene dimensiones y n u n c a p u e d e tomar v a l o r e s m e n o r e s de cero o m a y o r e s d e uno,

por lo que a m e n u d o se expresa c o m o casos p o r 100 o por 1000 habitantes (Moreno,

López & Corcho, 2000).

Factor de Riesgo. Se refiere al conjunto de f e n ó m e n o s de naturaleza física,

química, orgánica, psicológica o social en u n individuo q u e por la variabilidad de su

presencia está relacionada con el evento o p u e d e causar su aparición; se p u e d e hablar de

dos tipos de factores de riesgo, factores de riesgo del ambiente interno y factores de

riesgo del ambiente e x t e m o (Colimon,1990). D e n t r o de los factores de riesgo del

(17)

que están asociadas con la aparición del e v e n t o , las cuales s e d e n o m i n a n conductas de

riesgo.

Estudios Relacionados

Burgos y Carrefio (1997) en el estudio realizado e n d o s grupos d e embarazadas

adolescentes nulíparas, consideraron como f a c t o r e s de riesgo p a r a resultados adversos

del embarazo el ser soltera, la baja escolaridad (seis o m e n o s años de estudio), el

analfabetismo absoluto (menos de dos años d e estudio) y el control prenatal insuficiente.

La cesárea, mortalidad perinatal, bajo peso al n a c e r , p r e m a t u r e z y depresión al nacer se

consideraron resultados adversos. El resultado adverso d e m a y o r prevalencia en estos

grupos f u e el parto distócico (17.31%); y los f a c t o r e s de riesgo con m a y o r prevalencia

fueron la b a j a escolaridad (20%) y el ser s o l t e r a (20%); a d e m á s éstos se asociaron con

resultados adversos.

Maida, Mtiñoz, Rtiben y Hochstatter ( 1 9 9 5 ) en u n estudio realizado en 80

adolescentes para conocer las características y las c o m p l i c a c i o n e s obstétricas, reportaron

que 9 1 % de su muestra se encontraban entre l o s 15 y 18 a ñ o s de edad, 8 3 % era su

primer embarazo, 84% tenía procedencia u r b a n a , 4 0 % n o t u v o control prenatal y 4 7 % su

control fue insuficiente. El 7 9 % manifestó p a t o l o g í a obstétrica, dentro de las cuales las

principales f u e r o n infección urinaria, ruptura p r e m a t u r a d e m e m b r a n a s , retardo d e

crecimiento intrauterino y distocias de p r e s e n t a c i ó n . El p a r t o distócico se presentó en

2 1 % d e las adolescentes; el 11% de los r e c i é n n a c i d o s t u v i e r o n un peso de 2 500 gr o

menos.

Me A n a r n e y (1987) afirma que el b a j o p e s o al n a c e r ( < 2 500 gr) y la mortalidad

neonatal se d e b e a u n a serie de factores m a t e r n o s , c o m o n u t r i c i ó n deficiente, abuso de

sustancias (cigarrillos, alcohol, o drogas ilícitas) e i n f e c c i o n e s genitales. Goldenberg y

Klerman (1995) y Stevens-Simon et al. ( 1 9 9 3 ) afirman q u e si la m u j e r tiene b a j o peso, el

(18)

son delgadas. La posibilidad de un buen resultado para la adolescente embarazada y su

hijo m e j o r a con un aumento adecuado de peso y una nutrición correcta (Emans et al.,

2000).

W e g m a n (1994) refiere q u e la atención prenatal en Estados Unidos de Norte

América h a sido más oportuna en los últimos años, pero todavía constituye un problema

en las jóvenes. E n 1992, 43% de las adolescentes menores de 15 años de edad y 59.5%

de las de 15 a 19 años, recibió atención prenatal del primer trimestre, en comparación

con 7 8 % de todas las mujeres embarazadas. El 17% de las adolescentes menores de 15

años n o tenía atención prenatal o la recibía m u y tarde, en comparación con 10% de las

de 15 a 19 años y 5% de todas las mujeres.

Kurganoff, Epelbaum, Imfeld y Martínez (2001) al realizar un estudio

retrospectivo en 3360 mujeres en posparto, encontraron que las adolescentes representan

un 3 0 % y que ellas consultan en forma tardía, pero el seguimiento es adecuado. Las

patologías prevalentes fueron anemia, infecciones de vías urinarias en adolescentes de

10 a 14 años y eclampsias convulsivas en adolescentes de 15 a 19 años. Entre otros

datos, se encuentran algunos resultados adversos del embarazo, tales como mayor

incidencia de prematuros y b a j o p e s o al nacer en las adolescentes, pero sin diferencia

estadística significativa. Llegaron a la conclusión q u e las adolescentes no tienen m a y o r

riesgo perinatal que las no adolescentes.

Plñckinger (1998), realizó un estudio descriptivo - comparativo a 188 primíparas

menores de 16 años y 569 m a d r e s primíparas entre 20 y 24 años para evaluar los riesgos

obstétricos en las adolescentes embarazadas; en este estudio no se detectaron diferencias

significativas entre ambos grupos en relación con la aparición de enfermedades

hipertensivas del embarazo (2.1% v s 3.5%), tasa de partos prematuros (24.4% v s

29.8%), número de recién nacidos con m e n o s de 2 5 0 0 gr de peso (10.1% vs 9.1%), peso

promedio al nacer (3082 vs 3117 gr), frecuencia de crecimiento intrauterino retardado

(19)

périnatal a finales de la primera semana de v i d a (1.1% vs 0 . 5 % ) . E n las m a d r e s

adolescentes el número de operaciones cesáreas f u e m u c h o m e n o r que en las m a d r e s del

grupo control (6.4 % vs 11.3 %; p <0.05). L o s partos e s p o n t á n e o s fueron

significativamente m á s frecuentes (85.1 % v s 74.9 %; p < 0 . 0 0 5 ) .

Vázquez, Almirall, Cruz y Álvarez (1997) estudiaron a 1 1 0 embarazadas de 12 a

19 años de edad y un grupo control con igual n ú m e r o de e m b a r a z a d a s m a y o r e s de 19

años, donde 5 0 % fueron menores de 18 años. En 17.3% de los h i j o s de las adolescentes

se observó un peso al nacer menor de 2500 gr en c o m p a r a c i ó n c o n el grupo control

donde sólo el 13.7% de sus hijos tuvieron p e s o m e n o r a 2 5 0 0 gr. El 13.7% de los hijos

de las adolescentes presentaron b a j o peso p a r a su edad g e s t a c i o n a l en c o m p a r a c i ó n a

7.3% del grupo control. Un porcentaje significativamente m a y o r d e los nacimientos

entre la 28a y 36a semana de gestación, correspondió al g r u p o d e adolescentes.

Definición d e T é r m i n o s

Prevalencia de Factores y Conductas d e Riesgo. E s la p r o p o r c i ó n de cada factor y

conducta de riesgo alrededor del embarazo en adolescentes e n t r e el total de los casos,

todo multiplicado p o r 100.

Factor de Riesgo. E s una característica o circunstancia d e t e c t a b l e en la

adolescente durante su último embarazo que se sabe asociada c o n un aumento en la

probabilidad de resultado adverso del embarazo.

Conducta d e Riesgo. Son las acciones que la a d o l e s c e n t e realizó u omitió durante

el embarazo y se consideran un factor de riesgo p a r a el r e s u l t a d o del m i s m o . Para

seleccionar estas conductas, se consideraron las acciones que r e f i e r e la N o r m a Oficial

Mexicana ( N O M - 0 0 7 - S S A A 2 - 1 9 9 3 ; Secretaría de Salud, 1993) p a r a la atención de la

m u j e r durante el embarazo.

Resultado Adverso del E m b a r a z o . Se consideró a la c o n s e c u e n c i a negativa del

(20)

(aborto), muerte neonatal, parto distòcico, bajo p e s o al nacer (< 2 5 0 0 gr) y producto

macrosómico (> 3 5 0 0 gr).

Objetivo General

Describir la prevalencia d e los factores y conductas de riesgo presentes durante el

(21)

C a p í t u l o IJ

M e t o d o l o g í a

En el presente capítulo se describe el diseño del estudio, p o b l a c i ó n , muestreo y

muestra, instrumentos, procedimientos de r e c o l e c c i ó n d e datos, análisis de resultados y

consideraciones éticas.

Diseño del Estudio

Se realizó u n estudio descriptivo d e c o r t e transversal ( C o l i m o n , 1990), ya que se

trata de observar la prevalencia de los f a c t o r e s y c o n d u c t a s de riego durante el embarazo

en adolescentes.

Población. M u e s t r e o y Muestra

La población la c o n f o r m a r o n las a d o l e s c e n t e s m e n o r e s d e 2 0 años de la ciudad

de Montemorelos, N u e v o León que tuvieron un parto e n los años 2 0 0 0 y 2001. El

muestreo fue no probabilístico p o r c o n v e n i e n c i a (Polit & Hungler, 1999). La muestra

consistió de 90 adolescentes m e n o r e s de 2 0 a ñ o s que p a r i e r o n en dos hospitales de

segundo nivel de la ciudad de M o n t e m o r e l o s , N u e v o L e ó n y con domicilio en esta

ciudad.

Instrumentos

Se utilizó el Cuestionario d e F a c t o r e s y C o n d u c t a s de R i e s g o en Adolescentes

Durante su E m b a r a z o ( C F Y C R D E ; a p é n d i c e A ) con u n total d e 4 2 reactivos, construido

exprofeso para este estudio. Se divide en d o s p a r t e s , la p r i m e r a m i d e los factores de

riesgo presentes durante el embarazo en la a d o l e s c e n t e c o n 22 reactivos; dado que

algunas características personales constituyen f a c t o r e s d e riesgo, los datos de

(22)

Los reactivos valoran en f o r m a continua la edad, años de escolaridad, ingreso

e c o n ó m i c o mensual, número de p e r s o n a s que dependen del ingreso, inicio de vida

sexual, edad al primer embarazo, n ú m e r o de embarazos, duración del último embarazo y

p e s o al nacer del producto del ú l t i m o embarazo. La escolaridad s e consideró como factor

de riesgo, cuando f u e m e n o r o igual a seis años (Burgos & Carreño, 1997).

A través de categorías se identificaron el estado marital, estado civil, ocupación,

d e p e n d e n c i a económica, patología p r e v i a (anemia, desnutrición, hipertensión y otros) y

patología durante el embarazo (diabetes, anemia, amenaza de aborto, hipertensión,

infecciones de vías urinarias y otras), lugar donde se atendió el parto, tipo de parto,

procedimientos durante el parto, i n f e c c i ó n ginecológica previa al embarazo, n ú m e r o de

hijos vivos, e m b a r a z o s i n t e r r u m p i d o s (abortos) y número d e hijos que fallecieron en el

p r i m e r año de vida.

La segunda parte del i n s t r u m e n t o valora las conductas d e riesgo presentes

durante el e m b a r a z o en la a d o l e s c e n t e , c o n 20 reactivos. Los p r i m e r o s cinco reactivos

corresponden a la conducta d e asistencia a control prenatal y son de tipo dicotòmico. Los

15 reactivos restantes valoran con r e s p u e s t a s si, n o y algunas veces, conductas como

vigilancia del peso, c o n s u m o de t a b a c o y alcohol, cuidado de alimentación,

automedicación, c o n s u m o d e c o m p l e m e n t o s vitamínicos, contacto con sustancias

dañinas, descanso, seguimiento de i n d i c a c i o n e s medicas, b ú s q u e d a de información sobre

el embarazo, actividad física ( v i a j e s o ejercicios bruscos y caminatas y ejercicios

respiratorios), preparativos p a r a la l l e g a d a del bebé, b ú s q u e d a d e atención medica

inmediata, u s o de r o p a y calzado p r o p i o del embarazo.

Procedimiento de R e c o l e c c i ó n de D a t o s

U n a v e z q u e se o b t u v o la a p r o b a c i ó n de la C o m i s i o n e s d e Ética y de

Investigación de la Facultad d e E n f e r m e r í a de la Universidad A u t ó n o m a de N u e v o León,

(23)

través de los registros hospitalarios, se obtuvieron las direcciones de las adolescentes

que tuvieron un parto en los años 2 0 0 0 y 2001 y tuvieran dirección de la ciudad de

Montemorelos, N.L.

Se utilizaron croquis de la localidad para ubicar los d o m i c i l i o s y las adolescentes

fueron visitadas p a r a la aplicación del cuestionario. Se le explicó a cada adolescente el

propósito del estudio y se le solicitó su participación de f o r m a voluntaria, solicitando la

firma del consentimiento infomiado (apéndice B). Al aceptar participar y de disponer d e

tiempo en ese m o m e n t o , se le aplicó el cuestionario, de lo contrario se determinaba un

día y hora para tal fin; el tiempo de aplicación f u e de 15 a 2 0 m i n u t o s . Las adolescentes

que no se encontraron, se les realizó hasta una tercera visita antes de decidir

considerarlas c o m o pérdidas.

Análisis de Resultados

La información se procesó a través del p r o g r a m a estadístico Statistical Package

for the Social Sciences (SPSS) versión 10. Para el análisis de la i n f o r m a c i ó n se utilizó

estadística descriptiva c o m o frecuencias y proporciones. Se d e t e r m i n ó la media,

mediana, m o d a y desviación estándar de las variables continuas.

Posteriormente se determinó la prevalencia general d e los factores y conductas de

riesgo a través de la fórmula:

Frecuencia d e factor

o conducta d e riesgo o

resultado adverso del embarazo x 100 = Prevalencia General

(24)

Finalmente, se determinó la prevalencia específica de resultados adversos en

presencia o ausencia de los factores y conductas que resultaron de m a y o r prevalencia

general y la razón d e prevalencia a través de las siguientes formulas:

Resultado Adverso

Presente Ausente

Prevalencia específica en presencia del

factor o conducta de riesgo = ( a / a + b ) (100) o 60 1/3 O

2

u T3 u re

§

o i-. CLh <D u ta 3

<

Prevalencia específica en ausencia del

factor o conducta d e riesgo = (c/c+d) (100)

Razón de Prevalencia (R.P.) = Prevalencia específica en presencia del factor o

conducta de riesgo / Prevalencia específica en

ausencia del factor o conducta d e riesgo

Consideraciones Éticas

Las disposiciones generales del R e g l a m e n t o de l a Ley General de Salud en

Materia de Investigación en Salud (Secretaría de Salud, 1987) dispone que toda

investigación que se realice en seres h u m a n o s , deberán considerar:

De acuerdo al artículo 14, fracción VII, el presente estudio cuenta con el

dictamen favorable de la comisión de ética de la Facultad de E n f e r m e r í a de la

Universidad A u t ó n o m a d e Nuevo León, para garantizar el respeto a la dignidad y

protección a los derechos y bienestar de los sujetos.

Se p r o t e g i ó la privacidad de los sujetos de investigación manteniendo la

confidencialidad y el anonimato d e los m i s m o s , además se garantizó su participación

voluntaria, la libertad de retirar su consentimiento y dejar de participar en el estudio

(artículo 14 fracción V; artículo 2 0 y artículo 21 fracción VIII). Se solicitó aprobación

(25)

El presente estudio se consideró sin riesgo, ya que no se realizó intervención

alguna que afectara fisiológica, psicológica o socialmente a las p e r s o n a s participantes,

(26)

Capítulo III

Resultados

Características Descriptivas de las Adolescentes

El p r o m e d i o de edad de las adolescentes participantes f u e de 18.9 años

( D E = 1.62), c o n una m e d i a de escolaridad de 8.6 años ( D E = 2.10). El inicio d e su v i d a

sexual f u e a los 16.2 años en promedio ( D E - 1.57). Un 85.6% d e las madres

adolescentes v i v e n con pareja, 84.4% dependen e c o n ó m i c a m e n t e exclusivamente de

ésta. El 6 1 . 1 % están casadas y 78.9% son amas d e casa; sólo el 3.3% continúan

estudiando, el resto abandonó la escuela. El 44.4% de sus familias, tienen un ingreso

mensual de entre $ 2 1 0 0 . 0 0 y $3000.00 y, 3 .4 personas en promedio dependen d e este

ingreso, sin e m b a r g o existen casos en que hasta ocho personas d e p e n d e n del m i s m o

ingreso.

Tabla 1

Características de las Adolescentes

Característica

Valor

M í n i m o

Valor

M á x i m o

M d n X D E

Edad 15 22 19 18.93 1.62

Escolaridad 3 13 9 8.61 2.10

Inicio de v i d a sexual 12 19 16 16.20 1.57

E m b a r a z o p o r p r i m e r a v e z 13 2 0 17 16.93 1.51

(27)

Prevalencia General de Factores y Conductas de Riesgo

Se reporta la prevalencia general de los factores y conductas d e riesgo presentes

en las adolescentes durante su embarazo, asi c o m o la prevalencia de resultados adversos

del mismo.

En la tabla 2 se presentan las prevalencias de los factores de riesgo, en ella se

puede observar que el factor con m a y o r prevalencia fue la patología obstétrica, dentro de

ésta predominó la infección de vías urinarias. La patología previa, tuvo alta prevalencia,

en ésta, la anemia se presentó mayormente.

Tabla 2

Prevalencia de Factores de Riesgo de las Adolescentes Durante el E m b a r a z o

Factor de R i e s g o

/

Prevalencia

Patología obstétrica 54 60.0%

Infección de vías urinarias 15 16.6%

Patología previa 31 34.4%

A n e m i a 14 15.6%

Infección ginecológica previa al e m b a r a z o 12.2%

B a j a escolaridad (<6 años) 23 25.6%

Fuente: C F Y C R D E n = 90

En la tabla 3 se presentan las prevalencias de las conductas de riesgo durante el

embarazo en las adolescentes, en ella se p u e d e observar que la conducta con m a y o r

prevalencia f u e el uso de r o p a inadecuada en el embarazo, la n o b ú s q u e d a de

información en relación a el cuidado y desarrollo de un embarazo, el n o control o

(28)

e m b a r a z o . Las conductas de riesgo de menor prevalencia fueron el c o n s u m o de alcohol

y el f u m a r durante el embarazo.

T a b l a 3

Prevalencia de Conductas de Riesgo de las Adolescentes Durante el E m b a r a z o

Conducta de Riesgo

/

Prevalencia

U s o de ropa inadecuada durante el embarazo 71 78.9%

N o búsqueda d e información sobre el desarrollo del 59 65.6%

embarazo y su cuidado

N o control del p e s o durante el embarazo 54 61.4%

N o evitar estados d e estrés 48 53.4%

N o caminatas o ejercicios favorables durante el embarazo 39 4 3 , 9 %

Inasistencia a control prenatal en el primer trimestre del 24 26.7%

embarazo

V i a j e s y ejercicios bruscos durante el e m b a r a z o 16 17.7%

Contacto con sustancias nocivas para el e m b a r a z o 15 16.6%

N o cuidar su alimentación durante el e m b a r a z o 12 13.3%

N o tomar c o m p l e m e n t o s 7 7 . 7 %

Automedicación 7 7 . 7 %

N o seguir indicaciones medicas 6 6 . 7 %

Inasistencia a control prenatal en el segundo trimestre del 6 6 . 7 %

embarazo

Inasistencia a control prenatal en el séptimo m e s del 6 6 . 7 %

embarazo

Inasistencia a control prenatal en el octavo m e s del 6 6 . 7 %

embarazo

Fumar durante el embarazo 4 4 . 4 %

C o n s u m o de alcohol durante el embarazo 3 3 . 3 %

(29)

En la tabla 4 se presentan los resultados adversos que las adolescentes

experimentaron en sus embarazos, entre los cuales se destacan l a preval ene i a d e partos

distócicos (64.4%) y productos macrosómicos (31.1 %).

j

Tabla 4

Prevalencia de Resultados Adversos del Embarazo en las A d o l e s c e n t e s

Resultado Adverso

/

Prevalencia

Parto distócico 58 6 4 . 4 %

Producto macrosómico (>3500gr) 2 8 3 1 . 1 %

Muerte neonatal 8 8 . 9 %

Aborto 7 7 . 8 %

Producto de bajo peso (<2500gr) 7 7 . 8 %

Fuente: C F Y C R D E n=90

Prevalencia Específica de Resultados Adversos del E m b a r a z o

En la tabla 5 se p u e d e observar que la prevalencia e s p e c í f i c a de parto distócico

en presencia d e b a j a escolaridad y de uso d e ropa inadecuada es m a y o r que cuando no

existen estos factores de riesgo.

A través de la razón de prevalencia se puede observar que la prevalencia d e parto

distócico es 7 veces m a y o r en presencia de b a j a escolaridad y 1.4 v e c e s m a y o r cuando

(30)

Tabla 5

Prevalencia Específica de Parto Distòcico en Adolescentes

Presencia Ausencia

Factor o Conducta Prevalencia Prevalencia RP de Riesgo n específica de parto n específica de parto

distocico distòcico

56% 6 7 8 % 7.0

6 9 % 19 4 7 % 1.4

n = 90

La prevalencia específica d e producto m a c r o s ó m i c o en presencia o ausencia de

un factor o conducta de riesgo. En presencia de p a t o l o g í a previa y n o control de peso, la

prevalencia d e producto m a c r o s ó m i c o es m a y o r q u e ausencia de estos factores de riesgo.

A través de la razón d e prevalencia se puede o b s e r v a r que la prevalencia de producto

macrosómico es 1.2 veces m a y o r cuando existe patología previa y 1.2 veces mayor

cuando no h a y control de p e s o (tabla 6). Baja escolaridad 23

U s o d e ropa

inadecuada 71

Tabla 6

Prevalencia E s p e c í f i c a de Producto M a c r o s ó m i c o en Adolescentes

Factor o C o n d u c t a de Riesgo n Presencia Prevalencia específica de producto m a c r o s ó m i c o

n

Ausencia Prevalencia específica de

producto m a c r o s ó m i c o

RP

Patología p r e v i a 31

N o control d e peso 54

3 5 %

3 3 %

59

36

28%

2 7 %

1.2

(31)

En la tabla 7 se observa que la prevalencia específica de mortalidad neonatal es

m a y o r en presencia d e patología previa y cuando n o se evitan estados de estrés. A través

de la razón de prevalencia se puede observar que la prevalencia mortalidad neonatal es

3.2 veces m a y o r cuando existe patología previa y 3.0 veces m a y o r cuando no se evitan

estados de estrés.

Tabla 7

Prevalencia Específica de Mortalidad Neonatal en Adolescentes

Presencia A u s e n c i a

Factor o Conducta Prevalencia Prevalencia R P

de Riesgo n específica de n específica mortalidad

mortalidad neonatal neonatal

Patología previa 31 16% 59 5 % 3.2

No evitar estados de

estrés 48 12% 42 4 % 3.0

n= 90

En la tabla 8 muestra que la prevalencia específica d e aborto es m a y o r en

presencia de inasistencia a control prenatal en el primer trimestre del embarazo y en

presencia de patología previa. A través de la razón de prevalencia se p u e d e observar que

la prevalencia de aborto es seis veces m a y o r cuando existe inasistencia a control prenatal

(32)

Tabla 8

Prevalencia Específica de Aborto en Adolescentes

Presencia Ausencia

F a c t o r d e Riesgo Prevalencia Prevalencia RP n n

específica de aborto específica de aborto Inasistencia a

control prenatal en el p r i m e r trimestre

del e m b a r a z o 27

Patología previa 31

n= 90

18% 63 3 % 6.0

12% 59 5 % 2.4

En la tabla 9 se observa que la prevalencia específica de producto de b a j o peso es

m a y o r en presencia d e patología previa y uso d e r o p a inadecuada. A través de la razón

de prevalencia se p u e d e observar que la prevalencia de producto d e bajo peso es 2.3

veces mayor cuando existe patología previa y 2.8 veces m a y o r cuando existe uso de ropa

inadecuada.

Tabla 9

Prevalencia Específica de Producto de.Bajo P e s o en Adolescentes

Factor de R i e s g o

Presencia Ausencia

Prevalencia

n específica producto

de bajo peso

Prevalencia

n específica producto

d e bajo peso

RP

U s o d e ropa

inadecuada Patología previa 71 31 14% 19% 19 59 5% 8% 2.8 2.3

(33)

Capítulo IV

Discusión

El embarazo en la adolescencia se considera un problema d e salud pública y d e

alto riesgo y aunado a éste existen factores diversos que pueden desencadenar u n

resultado adverso en el embarazo. E n el presente estudio los factores de riesgo con

m a y o r prevalencia ftieron la patología ginecoobstetrica de las cuales prevalece

m a y o r m e n t e la infección de vías urinarias, patología previa y la b a j a escolaridad. Estos

hallazgos concuerdan con estudios reportados por M a i d a et al. (1995) y K u r g a n o f f et al.

(2001) quienes encontraron una alta prevalencia d e patología obstétrica y al igual que en

el presente trabajo, la principal también f u e la infección d e vías urinarias.

La prevalencia encontrada de b a j a escolaridad es similar a la reportada p o r

Burgos y Carreño (1997) quienes además refieren que este factor se asoció con la

presencia de parto distòcico.

Las conductas de riesgo de m a y o r prevalencia fueron el u s o de ropa inadecuada,

la no búsqueda de información, el n o control de peso, n o evitar estados de estrés, no

realizar caminatas o ejercicios favorables y la inasistencia a control prenatal durante el

primer trimestre del embarazo. Sólo la inasistencia a control prenatal ha sido reportada

en diversos estudios epidemiológicos c o m o conducta de riesgo; M a i d a et al. (1995) y

W e g m a n (1994) reportan u n a prevalencia d e no control prenatal en j ó v e n e s m e n o r e s de

15 años similar a lo encontrado en este estudio.

La prevalencia de resultados adversos que presentaron las adolescentes, difiere

en un gran p o r c e n t a j e de lo reportado por otros autores; referente al resultado adverso

del parto distòcico, se presentó con u n a alta prevalencia, en el estudio de Burgos y

Carreño (1997) se reporta con una prevalencia m e n o r y P l o c k i n g e r (1998) reporta una

(34)

El tener un producto de bajo peso c o m o resultado adverso del embarazo, se

observó con b a j a prevalencia; en forma similar, Maida et al. (1995) y Plockinger (1998)

reportan una prevalencia baja. K u r g a n o f f et al. (2001) sólo mencionan que h u b o m a y o r

incidencia d e bajo p e s o al nacer, sin reportar la prevalencia.

El producto macrosómico, la muerte neonatal y el aborto son señalados c o m o

resultados adversos p o r la literatura médica, aunque no han sido reportados c o m o tal en

estudios epidemiológicos, sin embargo en e] presente estudio tienen u n a prevalencia

notable.

Aun cuando n o f u e propósito de este trabajo establecer asociación d e riesgos con

resultados adversos, s e p u d o observar que la prevalencia específica de resultados

adversos como mortalidad neonatal, aborto, producto de bajo peso, parto distòcico y

producto macrosómico, es m a y o r en presencia de patología previa dentro d e las cuales la

de m a y o r prevalencia f u e la anemia. La presencia del no control de peso c o m o conducta

de riesgo aumenta la prevalencia específica d e mortalidad neonatal y producto

macrosómico; y la prevalencia de inasistencia a control prenatal en el p r i m e r trimestre

del embarazo a u m e n t a la prevalencia específica de aborto.

Conclusiones y R e c o m e n d a c i o n e s

Los factores de riesgo d e mayor prevalencia en las adolescentes f u e r o n patología

obstétrica, m a y o r m e n t e la infección d e vías urinarias; patología previa, específicamente

la anemia. D e n t r o de las conductas de riesgo que prevalecieron fueron el u s o de r o p a

inadecuada, n o b u s c a r información sobre el cuidado del embarazo, n o control de peso,

no evitar estados de estrés, n o caminatas o ejercicios favorables y la inasistencia a

control prenatal en el primer trimestre del e m b a r a z o .

La prevalencia específica de mortalidad neonatal, aborto, producto de b a j o peso,

(35)

Se recomienda realizar un estudio comparativo entre adolescentes y m u j e r e s j ó v e n e s

m a y o r e s de 2 0 años para observar las diferencias en la prevalencia de factores y

conductas de riesgo y resultados adversos del embarazo y así determinar si la edad es un

modificador d e las prevalencias.

Además, es necesario r e f o r z a r en las adolescentes la importancia de paternidad

responsable c o m o m e d i d a d e promoción d e la salud, y en adolescentes embarazadas la

(36)

Referencias

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poblaciones embarazadas adolescentes nulíparas. Revista hospital m a t e r n o infantil

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Plockinger, B. (1998). Cuando las niñas se convierten en madres. Problemas de

embarazo en niñas entre 11 y 15 años. R e v i s t a Cubana Pediátrica (1) 14.

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adolescencia: repercusión biosocial durante el p r i m e r año d e vida. R e v i s t a C u b a n a

Pediátrica (69)2, 82-88.

(39)
(40)

Apéndice A

Cuestionario de Factores de Riesgo en Adolescentes Durante su E m b a r a z o

(Alonso y Esquivias,2001)

I. Factores de Riesgo

1. A ñ o s cumplidos.

2. Estado marital 1. Con pareja 2. Sin pareja 3. Estado civil

3. A ñ o s de escolaridad.

4. Ocupación.

1. A m a de casa 2. E m p l e a d a 3. Estudiante

4. Estudia y trabaja 5 Otro (especificar)

5. ¿ D e quién depende usted económicamente?

1. D e sus padres 2. De su pareja 3 D e Usted m i s m a

4.0tro(especifique)

6. Ingreso mensual familiar, (salarios mínimos)

7. N ú m e r o de personas que dependen del ingreso familiar.

(Pregunte en forma sencilla y anote la respuesta en el lugar correspondiente c u i d a n d o

N o dejar espacios en blanco, ya q u e n o existen respuesta b u e n a s o malas).

8. A que edad inició su vida sexual

9. A que edad se embarazó por primera v e z

10. Antes d e embarazarse tenía alguna de las siguientes e n f e r m e d a d e s ?

1. Desnutrición 2. Del p u l m ó n 3. D e la presión 4. A n e m i a

5. Ninguna 6. Otra(especifique)

11. ¿Cuantos embarazos ha tenido (considerando el actual)?

12 ¿Cuántos meses duró su último embarazo?

13 ¿Dónde atendió su parto?

1. En hospital /clínica 2. En consultorio particular 3. En el hogar

14 ¿Que tipo de parto tuvo?

(41)

15 Procedimientos utilizados durante el parto.

1. Se usaron fórceps 2 . Le pusieron puntos en su vagina?

3. Le acomodaron a su bebé para que pudiera nacer

4. Otros(específique)

16. ¿ T u v o alguna infección ginecológica antes d e su embarazo?

1. Si . 2. N o 3. N o sabe

17. ¿ T u v o alguna enfermedad (gineco-obstétrica) durante ese embarazo?

1. N o 2. Sangrado transvaginal (amenaza de aborto) 3.

A n e m i a

4. Diabetes 5. Infecciones (l.T.S.) 6. Hipertensión

7 Otra(especifique)

18. ¿Cuanto pesó en Kg. su hijo(a) al nacer?

19. ¿Cuantos hijos vivos tiene?

1. n i n g u n o 2. uno 3. dos 4. tres 5. cuatro o más.

20. ¿ Cuantos e m b a r a z o s interrumpidos(abortos)

1. n i n g u n o 2. uno 3. dos 4. tres 5. cuatro o m á s .

21. ¿ N ú m e r o de hijos que fallecieron en el primer año d e vida?

(42)

II. Conductas de Riesgo

( M a r q u e con una "X" la respuesta que h a y a e l e g i d o la entrevistada)

R E S P U E S T A

P R E G U N T A

SI N O

1 .¿Asistió a consulta de control prenatal d u r a n t e los primeros 3

m e s e s de su embarazo en alguna unidad m é d i c a ?

2. ¿Asistió a consulta de control prenatal e n t r e 5 y 6 meses?.

3.¿Asistió a consulta de control prenatal entre el s é p t i m o mes?.

4. ¿Asistió a consulta de control prenatal e n t r e el octavo mes?.

5. ¿Asistió a consulta de control prenatal e n t r e l a s d o s semanas

antes del nacimiento del bebé?.

SI N O A l g u n a s

V e c e s

6. ¿Cuidó que su peso al final del embarazo e s t u v i e r a alrededor

de los 12 kilos?

7. ¿Evitó f u m a r durante el embarazo?

8. ¿Evitó consumir alcohol durante el e m b a r a z o ?

9. ¿Cuidó de que su alimentación tuviera c a r n e (pollo, p e s c a d o ,

res), cereal (frijol, arroz, habas), leche y h u e v o durante el

embarazo?

10. ¿Evitó tomar la automedicación?

11. ¿Tomó los complementos vitamínicos o hierro durante el

embarazo?

¿Evitó el u s o o contacto d e sustancias que p u d i e r a n afectar el

embarazo?(cloro, ácido muriàtico, tiner, etc.)

12. ¿Procuró estar relajada y tranquila evitando situaciones de

estrés durante su embarazo?

13. ¿Siguió todas las indicaciones y r e c o m e n d a c i o n e s p o r el

medico y la enfermera, como acudir a realizarse los

(43)

14. ¿ B u s c ó información por su propia cuenta sobre el desarrollo

y c u i d a d o s del embarazo?

15. E v i t ó viajes o ejercicios bruscos que pusieran en riesgo la

v i d a de su h i j o ?

16. R e a l i z ó caminatas o ejercicios respiratorios que ayudaran al

desarrollo del embarazo?

17. ¿ U s t e d hizo preparativos para recibir su b e b é en casa por

e j e m p l o : le consiguió ropa, pañales, y un espacio, le buscó

n o m b r e .

18. ¿ C u a n d o sospechó o se dio cuenta q u e estaba embarazada

b u s c ó atención m é d i c a ?

19. ¿Siguió utilizando prendas ajustadas y zapato alto durante su

(44)

A p é n d i c e B

Consentimiento Informado

L a Lic. en Enfermería A n a Larios, solicita mi participación en su estudio sobre factores

y conductas de riesgo del embarazo en adolescentes. Sé que m e h a r á p r e g u n t a s sobre mis

datos personales y de mí bebe, así c o m o de conductas d e salud que realicé mientras

estuve embarazada. Ana Larios m e ha explicado que mi participación es voluntaria, que

m i s datos no podrán ser identificados ya que ella dará a conocer la i n f o r m a c i ó n en f o r m a

general para obtener su grado de maestría. M e h a informado q u e m e p u e d o retirar en el

m o m e n t o que yo lo desee, que el cuestionario es anónimo, a d e m á s q u e no existe riesgo

alguno para mi persona, así c o m o la información que se obtenga será confidencial. El

tiempo aproximado para contestar a sus cuestionarios es de 20 m i n u t o s .

Firma del entrevistada Lic. A n a Larios López

(45)

R E S U M E N A U T O B I O G R A F I C O

A n a Larios López

Candidato para obtener el grado de Maestría en Ciencias de E n f e r m e r í a con Énfasis comunitaria.

T e s i s : P R E V A L E N C I A D E F A C T O R E S Y C O N D U C T A S D E R I E S G O D U R A N T E

E L E M B A R A Z O E N L A S A D O L E S C E N T E S .

C a m p o de estudio: Salud Comunitaria

Biografía: Nacida en Lázaro Cárdenas, Tihuatlán; V e r a c r u z el 2 2 d e M a y o d e 1966; hija d e Cecilio Larios Alvarado y María López Pérez.

Educación: Egresada d e la Universidad de M o n t e m o r e l o s N u e v o L e ó n con el grado de Licenciatura en E n f e r m e r í a en 1995.

Experiencia L a b o r a l : E n f e r m e r a del Hospital La Carlota(2000), actualmente Auxiliar d e entomología e n la Jurisdicción N o . 7 de la Secretaría de Salud en M o n t e m o r e l o s

N u e v o León.

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Tabla  d e  C o n t e n i d o  Contenido Página  Capítulo I  Introducción 1  Marco de Referencia 2  Estudios Relacionados 3  Definición de Términos 5  Objetivo General 6  Capítulo II  Metodología 7  Diseño del Estudio 7
Tabla Página  1 Características de las Adolescentes 12

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