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Poesía diaria : año 1, n° 4 5, agosto 1984

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(1)
(2)

PO%SIA

DIARIA

M O I

-

1i1Q 4-5

Agosto de

1984

Elicura

Chihuailaf Guido Eytel

Botograffai HMGELO PASTOR A. niagramaolóa: Equipo de Pü,

(3)

Idbroa r e c i b i d o s Publicados

(4)

EDITORIAL

De cuando 0n cuando, desde aL& carta, portadora d S diversas I d i la publicacl6n d e l l i b r o ' selección hecha por Jaime Que2 ra, Conzd-o M i l l b , Waldo Ro, vedo, y otroe.

Con e l paso de l e s d o 8 la COI

de d l á 88 hizo a i g o más aeic un f o l l e t o , artículos de d i a r :

hk~ a b r i l d e 1982, e d i t a d a ahc nificativo Ni0 17* reaparece ]

obatlinado d i r e c t o r efgue sieni

ja au incaneable a c t i v i d a d pot (Lima, 1974), Wh buenas m a n t reyna de Chile" (Bucareet, 19' i979), *Islas flotantesn (But drid,19&4); tamblgn p u b l i c a UI

de poetaa rü111a1108 como Ion Ea:

C a n t u n i a r i , Pinu FiamZnd, ent.

En 1983, conocedor a ñ o e ya 4 edltorisl,inevitablemente reni ticala, conetituye -en Espafla- unída" { L M ) que, a l a fecha, LO son d e poesía); ademáa. wi

bre- de apoyo a las o b r a s e d í

En C h i l e , no pocea imn l o a p reconocen i n f l u u n c L n s du l u y1

BU tretímuio paru p a i u i u t i r u n

Hoy, a 20 d o s de la publica1 a l o s de la +bdiáaporal'i Omar centrales) de PDLSZA DIARIA

3 h lugar del mundo, n o 8 l l a g a b e

i o t i c i a a r entre e l l a a una que h a b l a b a lPoesia Jovun de Chile" (1974) con una aada y que i n c i u f a poetas C Q ~ O skoar Le- j a e , Federico Schopf, Manual S i l v a Ace-

m?8pondencia entre los de aquí y l o s

iua y pronto r e o i b i m o i alguna reyfete, laü fotocopiados.

ira en Espaila y enarbolando un muy s i g ~ ?or e e t o a l a r e s la revista TüILCE. Su

i o M a r Lara, que -en e l exilio- no ce-

stica-1 itararia. Publica: nSerpientesil

?ra8l1 (La Habana, 19751, ''Crónica del 76), "Bl viajero imperfecta" (Bucareat : a r e s t , 1980), y "Fugar con juego" (Ma-

1 par de antologiae y hacs traducciones rbu, María Banue, Marln Sorescu, HLhai r e Q t r O ü .

le "la mezquindad mercantil d e l negocio l e n t e a l a seducción de la palabra po8- la e d i t o r i a l Viiteratura Americana Re- ha publicado 19 t i t u l o a (de l o a c u a l e ~

3 reviata d e literatura -del m i m o nom- tadaa.

Detas de la "generación presunta" que a e n i t l da ürnnr Zara, y o t r o i a g r e d u o e n

u 1 U I ' i C i O .

2i6n d e l primor nimero d e Trilcs y a 11 L a r a responda la entrevista ( p k i n e s A.

(5)

PANICQ

B V l b r a n t e 8 m e a l n a n

cerrados que de l a a p i e l e s Be deetruyen inmóviie s

p l l a a ae a g o l p a n as famélica8

exterminio

de mando metálicas go de e s t i é r c o l

a aublimes heroicas hediondas

e efímeros niños can en las fotografias

haic v i t a l

n m tnrlrrvfo r n s r r h a n nnr l n m rmmnnn rla e a n l n s Púatulas yecan l a t e n t e a

sL aannscrito s i n cruz san ra súbito

de las ramae Lmplorantss T f o t o d n t e s i s )

un o j o L í v i d o a c a r i c i a Comu un tioplo l m aombraa que yertas 88 deelizan

al s í s t o l e sisea sueurrante el diástole diáeporo dispara lae fibra . -

las p o r w impávid aa en m i s pu

las hiler camino al

l a s v o c e s como i á t i

imponente

cortan el y milea d aún s u p l i

y l a a bot,, l-..l.-

----

..-.

-., -u..aam y aún ae escucha la f h e b r e m b i c a

y aÚn v i v e n por Los prados renacidoa

l & E voces de e s t i i r c o l

P!

e.

11 e. 11 9. ai

1i y. e. ei

d e l a s f a r i s e o 8 inmorales

y yo digo n o

yo e x i g o que digan no

n o P la^ tinieblaa

al n i l o n u l o 110

porque h u t a cuLnrio

graznar& los h i a l é r i c o s sátrapa6

haata c u h d o l o a gemidas apagadoii

haata cuándo

el Verbo escondido

y m i Amor clama: no no no a la oscuridau.

ti i a visouaidnd FiÍtriiIm d e i e e i h i n iar u vfkroae Y L U d E M LUíial’ U a U d y U a U d U U i l t i dcihDLIy

y l o a d p d o n d e n u a r r n d o a nÚn

B1

- - - --- _ - _ o ---

reguntan a1 n e u t r a l

L nuevo Pilato p a i d o p Ú t r e o

AS d e d o s Lava c u i d a d o s o

a cruz gamada continúa L roce d e h á l i t o s trgmulos

>a campos de pYas Be multiplican

traa f í k a s de adénicoa rniiagro 2 convierten en c e n i z a s

3 5 c u e r v o s S S e n l u t a n el t e r r i t o r i o l o s t o m o s mensajeros

i desconcierta l o c o n c i e r t a n 1 l a s impresas palabras

(6)

*

(7)

GUPPI

T

T

I

S

La

mejor escritura son

l a s carreteras pfiblicae por e l l a pasan con mensajes de guerra

L O S grandes ejércitos

por

e l l a s

vuelven derrotados

i1 medio e s el mensaje

canvoyes de alimentos drogaa prisioneros /trenea autobuses bicicletas

escribiendo

con

l o s p i e s

el

medio e s el mensaje

lnotarios

p o e t a s peregrinos

l t l g ~ n ~ ~ rasguñan

en

la piedra pequeñoa grafflttis

recuerdan con senderos en

su

lengua

a mano alzada

o

esposada su paso por la tierra

Pero la

mejor e s c r i t u r a son las carreteras pfiblicas

& un dia

borrón

8( cuenta nueva

& e s t o s trazos ocultos en el -*lnln

& e s t a página

en

b l a n c o

La

mejor e s c r i t u r a son las carreteras públicé m e Lo dijo Pincoya cuando partió a Queil6n

sobre

una

camioneta blanca como mensaje Son nuestras

v i a s

de

comunicacien

Muchachos no escriban porquerías en e 3 suel

no

escriban porquerías en

e l

c i e l o

debe o r i n a r sin

l e e r

porquedais

Muchacha 8 tomen la p a l a tanen la mock La m e j o r eacritura son L a s carreteras públicz

D i o s

(8)
(9)

TU

NECESIDAD Y

M i NECEDAD

1

O

w

4 U

-n

r rl

u--- - - -

. -

-

- - - - - - - - - - - - y enamorado de t i

(perdidamente

1

C O ~ Q p o e t a a n t i g u o .

LUAN

ARREQUE

(10)

COMO

LATAS

DB

-

CERVZZA VAC IAS

I que paaan p o r una in

?teras

1s de muchachas y música de r a d i o s .

Como latas de cerveza vacias y c o l i l l a s

de cigarrillos apagados, han s i d o mis dias.

Como f i g u r a € p a n t a l l a de

t e i e v i s i i

y desaparecen, asi ha pasado m i vida.

Como l o s automóviles que pasaban rApidos por las

C arr€

con ris:

..

Y la b e l l e z a pasó rápida, C Q ~ Q e l modelo d e l o s

y l a s canciones de l o s radios que pasaron de moda.

Y

no ha quedado nada de a q u e l l o s d í a s , nada, más que latas vacias y c o l i l l a s apagadas, r i s a s en fotos marchitas, boletos r o t o s .

Y el aserrín con que al amanecer barrieron';los bares.

a u t o a

.. ,

(11)

MULETA

6sta vieja muleta

a la c u a l nuevamente acudo

e s

e l

sustituto

o s a t e i i w

sustituye su imagen

Cada hombre c a d a m u j e r

tiene derecho a a u pierna

ortopédica

con t a l de caminar

C Q ~tal de atravesar

(12)

tenemos además de nuestros o j o s

un t r i s t e o l o r a tierra abandonada.

En

e s t e l a r g o estrecho que me sigue

un

barco desde el p u e r t o se desata:

Alguien cerrará m i corazsón

y va a poner m i f r e n t e p o r candado.

(13)

BSPSJO Y AVbMIDA

¿A dónde caminar p o r estas c a l l e s

si el, ritmo de m i boca e s t á despierto!

a dónde, solo, q u i e t o , medio muerto,

m í r a n d o aquel e s p e j o de Versalles?

A q u í , en el abriéndome c sencillament

roncando sin salir de m i s zapatos.

o

w 4

3 W

C

ri)

T a l vez a l z a n d o e l brazo y o l v i d a n d o

la b i l i s y la sangre d e t e n i d a ;

tal vez c o n la razón o equivocado,

m o r d i e n d o l o s metales, t i r i t a n d o ,

ir6

por el azul de la avenida;

(14)

GOTAN

Esa

mujer se

parecía a la palabra nunca,

desde La nuca l e subia un encanto particular una especie de Olvido donde guardar l o s o j o e ,

e a a mujer se m e i n s t a l a b a en e l c o s t a d o izquierdo.

Atención atención y o g r i t a b a atención

pera e l l a invadia c o m o amor, como la noche, las 6ltimas s e ñ a l e s qiie h i c e para e l o t o ñ o

se a ?1 oleaje de SUB

Dent,,

U " u** U ~ " ~ * U * W - I I A W A U V d S @ C O B ,

caian a pedazos la f u r i a , la t r i s t e z a ,

la s

30bX

Cuanrrlo se Iue yo t i r i t a b a como un conbenado,

con un cuchillo brusco me maté,

voy a pasar t o d a

la

muerte,tendido con

su

nombre, éi

moverá

m i boca por La U l t i m a vez.

JUAN

GELMAN

(15)

I

I

I

Ornar

Lara

ENCUENTRO Y BUSQUEQA DE LA POESIA

O M ~ , &OMO EMPBZASTE

A

ESCRIBIR,

Q

m

TE

MOTIVO

A

LLI;Q, Y COMO VES dilORA

LO

QUA

BAS %COmIDo?

Creo

que p o r c a s u a l i d a d . Yo t e n i a que decirle

u-

nas cosas

muy

importantes y urgente6 a una f i g u -

ra

preciosa que v e í a a veces en el Liceo de

Im-

p e r i a l . M Q tuve e l coraje de decírselo personal- mente (40 t a l ves eso hubiera banalizado

el

a-

sunto?) de modo que lo hice en perfectos endeca- silaboa que comenzaban "Si supieras, ay, N a n a , cuánto sufro'.

Yo

t e n i a entonces 1-5 &OS apenas

pero e l suficiente buen sentido corno para haber preservado siempre e s o s versos de lectura

extra-

ña, Tampoco Nana l o s conoció.

LO

hecho desde entonces hasta acá será t a l vez

ia

búsqueda de esa fikura preciosa que se pasea en f i l a p a r a l e l a y en sentido inverso (Mujer/ P o e d a ) , a la que alguna v e z habre r o z a d o el vea- tido. B ~ h q u e d a , pues.,

.

Cada s i t u a c i ó n histórica, socio-histórica, s o c i o -

hist6rico-cultural enfrentará al poeta a d i s t i n -

tos estimulos y problemaa,

Pero,

en definitiva, considero que siemqre,

en

cualquier situaci&t,el poeta se enfrentara a una d i t i c u l t d ineludible:

(16)

8u

propio yo, BUS p r o p i o s demonfo8,su lucha con- siga mismo.

responder, de conocerme a deaconoceme, de sem-

b r a r y c o s e c h a r . Obsesiva y d f a a n a , m i rela- ción

con

la p o e s f a ea perversa y apacible, dulce

y feroz.

M e

explicor yo la busco siempre, y

en

e m bhqueda a veces la hiero o soy torpe.

¿CUAL

O CUALES l l 3 TUS LIBROS HAN LOGRADO REPRE-

SXNTAR MEJOR

TU

PQSICION?

Algo de "Los buenos dias",algo de "Oh buena8 ma-

xleraar', a l g o de tfpUgar con juegot1". En el sentido

de que he creido ver germinar ahi

l o

que siempre

he deseado hacer: un buen l i b r o de poemas.

¿QUE S I G N I F I C O T R I N E PARA

TI

Y PAU

U

HISTORIA P O E T E A

RE

XSQS

(Y

DE

ESTOS) d O S ?

Se ha hablado baatante de Trilce e a t o s 6 l t i m o a

tiempos. Hace d g U Q f 3 d i a s me

l h g 6

de I t a l i a todo un Librito dedicado a e s t e grupo y ae' que

en

una universidad de Francia alguien prepara

su

tesis de doctorado sobre

el

terna. Fe cuento es-

t o porque e s

una

s i t u a c i h que

m e

o b l i g a a v e r

lag e0888 de otro modo, Siempre v i a T r i l c e m&s

cerca de

la

d c d o t a , d e l juego que de lo traa-

cendente. 'Prilce fue una gran oportunidad para d i v e r t i r n o s , p a r a practicar lo que Gonzalo Rojas

llama

la

" p o e d a activa". Nosotros eabhnos que

(17)

eatái

dernai

tic01

doa.

entrt dad f

hoy 1

gene]

diez1 de B ~ J tendi B U

ii

lena

1

I

jugando en serio pero nunca

nos

dimos

3iacia i m p o r t a n c i a .

ramos

XraternoB o C ~ U S -

3 , a o i i c i a r i o s o críticos pero nunca infatua-

so

significó

en e808 tiempos, ya l e j a n o s ,

3 1964 y 1973: solidaridad g r u p a l , fraterni-

?n

la búsqueda, rigor en e l juicio.

Lo

que

s i g n i f i c a e s t á a& p o r verse.Se habla de una

ración "diezmadan. y

no

e s broma.

Lo

que Be

n6

fue una actitud, un modo de trabajo, un

r r o l l o que sin e l quiebre 1973 o t r o signo d a hoy.

Por

lo menos seria meno8 com licada

IsereiÓn en

e l

d e s a r r o l l o de la pues

7

a chi- contemporbea.

EN E:

DENTI

rn:RE;I

FICAI

\

Euedt

gune 1

se

e i d e f i i

t i e n -

se ni

1

en

UI

SSITAS

ALGUNAS

CIRCUNSTANCIAS

FJSICAS

E

ES

PARA

ESCRIBIR? Horas, a mano, a máqc l o , sentado, solo, e t c .

NO puedo eecribkr a mano,

s ó l o

a máqu

ado, m10, pero escuchando a l o lejoa un uñ suave leve rumor humano. Mtlaho café

de

caf6

o té. Muy t a r d e en 3a noche c

cano, casi de rnacirugada.

STOS MOM&NTOS

LA PObSIA

CHILENA SE ESC

30 Y FUEM DEL PAIS,iQUE

CARACTERISTICAS

YC1A.N A &STAS DOS POESIAS

Y

C U U S LAS

f ?

:sPE-

i i n a ,

iina,

1 ru-

;,u-

1 muy

iRIBE ;

DI-

UNI-

3 raBgos diferenciadorea entre la poesía que scribe en Chile y fuera d e Chile. Pero en i i t i v a y o creo que

no

existe e88 doble ver-

te. Blxiate ulla eola poeafa c h i l e n a , i n s e r t a

2 8 tradición poética que e s la nuestra, que itre de e i i a y.ilegar& a

ella.

(18)

mis abuelos

no

v i e r o n (ni 8 0

e s t e roquerfo incandescente;

e l i o a murieron a U i donde nacieron y vivieron

ain

saber de e a t o s caminos que se abren

paisaje duro,

m n + r s slnrm4rlna l n n n a d e p a n i n a

y l a s p o l v o s a s c a l l e s de Imperial.

(19)
(20)

llegaba hasta m i s piernas las d é b i l e s

las

traidoraa

que

no

esperaban

otra

señal para bajar

I

v o l a r

I

en

vergonzante seguimiento

l

%ncuentro

en

B u c a m s t n

1

era necesario

encontrarme

Gpidamente II

servir .sino para encontrame?

I

Sn

e g o 8 tiempos yo e s c r i b í a

un

poema t i t u l a d o

porque -pensaba ya-

la

poesía para qué otra COBB puede

3;ao

fue

deapuds de egcribir muchas c a r t a s preguntando

dónde estoy? Nadie sabia dónde estaba

y

no

p o d i m decirmelo

de

modo

que

empecé

a d e c i r a diestra y siniestra

pretégeme con d g o e2 curad

y eso ya lo habfa dicho N i & , - ,

_ - - _ _ - - _

pero y o IIQ sabia m a n o y dicha sea de paso

el

cororiel novaceanu sostiene que yo

no

espa'iul

y c h i l e n o me pregunto si sabre' a 10 rnegor

prote'geme

con

a i

(sin saberlo yo xbara

cuyo recuerdo me Llri4ZIJA- vu-w urDrw-.r)

pero ~ S Q

era Paria).

Protégeme

con

a ~ g o e l

corazbn

~ e g u f a repitiendo a d i e s t r a y siniestra

y como

no

me e n t e n d h

empecé a e s c r i b i r u n o s poemitae i n s i d í o a o a

20

i

1

1

11

I

1/

I)

1 a l g o de valdiviano

un

poco de i n p e r i d i n o

I

1

(21)

Un

d f a

en Portocal16

(en

P o r t o c d i ú hay

un

s o l a m a r i l l o

como cáscara

de

una tarde

en

P o r t o c d i ú

(en

P o r t o c a i i ú hay unos grandes p a j a r o a

con

una aola

una noche en P o r t o c d i i i

(estaba escrito que n o te

encontraria en

P o r t o c a l i c pero guardo el recuerdo de e s a espera y huellas

de picotazos

en

Soma de coxazón)

n a r a n j a )

pata y p i c o s en f o r m a de

cmae6n)

Xn t

que

en

1

2508 tiempos y a se había descubierto e3 payaso

hay

en

m i

iraldivia t o d o s fuimos payaso8 y o t r o s /

tros malabaristas

:irco bien montado mas

s i n

red protectora

fa que hacerse el t o n t o 8er

certero

en

la

cuerda

a

no

deaplomairse

en e l

agua Q la mierda

(22)

despierto a me

y se obstinaba

Y un bromiata: alguien que vive aún. S i l ~ n ~ + n @ dianoche algulen enloquecia

L quién soy yo?

En

esos tiempos

muc:

otros habian

muerto

- L.

había muerto

R e d

había muerto Alexfs

Héctor

habia muerto de l o s

Guille:

Fe

de ri Altenor

en e s o 8

tiempos yo a h no habia l l o r a d o . . '

22

(23)

Ao

No e s verdad que las madrugadas amanezcan con e l s o l ,

con la l e n t a a u r o r a y l o s cerros negros,

Las tl

aman€

d e l aire que nada t i e n e , L W l l a n @ C

e s e er

Las rnadrug

b a j o la l u z de l o a faroles callejeros

en

la

b o l s a del t r a b a j a d o r r

medio dormida, m e d i o helada

medio a f l f g i d a , m e d i o h a s t i a d a

medio r o t a , medio honrada

y llenas de s o l cuando van p'al. trabajo.

(24)

AS1 COMO A’RES...

Aai

como

eres,

con

t o d o l o ajeno y

l o

t u y o ,

celebra

en tu

corazón la aparición de e s t a s

primesaa hojas de lechugas.

iMiradlas!

,

qué verdecitas e s t á n

y tan tiernas!

L o s pequeños niños también serán asft

tan t i e r n o s , tan más apegados

a la tierra que l o s grandes.

e s t a s pequeñas p h n t i t a 8 ,

aunque n o vivan mucho,

aunque se v u e l v a n desp

y p r o n t o , por e l a i r e ,

definitivamente desaparezcan entre l o s sueños.

Contemplad

S R G I Q MANSILLA

(25)
(26)

EL VUELO DI3

LA

LLUXCA

Alguien ahora

le ha

incendiado el bosque,

Alguien ahora

ha

prendido l a a aernenterae,

Siguen

l a s mxas envolviéndolo. Su d i e n t e echa a correr l o a animaes.

Los

dispara. S a l t a n cual ratas, c u a l venadosI Se desbocan, Alguien ha puesta una l O C O m O t O r a en su8 pulmones. T a l vez la chispa

a d t 6

de

un

aaerradero.

C u a l la culebra repta entre l o s pastos,

S o p l a y r e m p l a , como asfixiado. Se enamora de aquella Iloica. S a l t a por encima

de aquella cerca. Mientras

a l l á

lejos

siguen

y siguen l o s anirndes dando vueltas.

E 8 todo

el

humo. Bs a q u e l l a l a r g a

m a r c a apoyada sobre el a n c a de una vaca.

A q u e l l a lengua, que desolada se sumerge

entre

las breñas,

Es

sólo aquel n o t r o .

Es t o d o e l bosque

un

s o l o relámpago,

PABLO

GUIÑEZ

(27)

D

soy poeta f r o n t e r i z o

no

a610 por

geograffa:

la

frontera de

la

v i d a

e s

el

terreno que piso.

Entrs sales y granizos

voy

recorriendo e l

camino

que e s

m i

deber y m i sino:

canto al. cielo y a

la

tierra,

canto a

la

paz

y La

guerra,

a

lo

humano Y 30 divino,

v é

mt, k w i l i y A . r b ~ u u y U C l * c j . A ~ ~ W

soy anciano y soy c h i q u i l l o

Lo

simple

y

l o

extraordinario

llevo siempre en m i equipade

y

en

e a t e tan l a r g o viaje por adentro de m i pueblo,

v e r m a ver80 yo celebro

l a s

gracias de su lenguaje.

y aoy tmbi&n

l o

centrario.

27

I

(28)

A

mi nadie

m e

encadena con ira ni can amor: soy

p á j a r o

volador

di

Ni a,

nd.uAG L;uIua

porque a 61 poco

le

importa que

Lo

tienten

con

pasteiegx

va

la

abeja a b u s c a r mieles

y Las rnowaa a la torta.

La

despedi-

agui doy la despedida,

asi

yo voy p a r la vida,

p o r la vida

asi

yo VOY,

-

nada espero donde e s t o y , donde estoy ya nada eepero,

no

eepanto ni desesperot

no

desespero

ni

espanto Q W B YO C O ~ Q auiero c a n t o

SEGUNDO P E W T A

(29)

-

Taller de LiteraCura "ROCITpAtm y Ed. Guerra 33* Antofegaeta-19@:

Sexgio Gaytán- E jercicioa d e l componedor H e r n h Rivera- Me8 del m a r y o t r o s poemas

Aria1 Sentib&es= &DÓnde está? Jaime Ceballoarr Poemas

Gonzalo Rejae (E1 Porniclo),Pablo Newda,Oacar

I I W , D . Turkeltaub, Hanuel Siiva,P. Jolly,RaÚi

Zurita- Ah Mor

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'Ocho Poemas pare un a

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Referencias

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