SURREALISTAS EN DOS POEMAS

Texto completo

(1)

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*_I U N I V E R S I D A D A U T O N O M A M E T R O P O L I T A N A I

L-

R

L- c

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I Z T A P A L A P A

Jc5tc

' A L U M N A :

FRANCO ROJAS MARTHA IRENE

M A T R I C U L A 1

8 8 2 ; 5 0 1 4

SEMINARIO DE INVESTIGACION I

L

I

R

1. C

A

4,trms

i j \ s ~ A 1 ~ \ c A 3

fi

ALGUNOS

RASGOS SURREALISTAS EN

DOS

POEMAS DE PABLO NERUDA"

P R O F E S O R

/ A S E S O R : MARINA MARTINEZ ANDRADE

Te¿t=-Fon/o

.'

6

36

-

Y3-

9 8

P R O F E S O R

L E C T O R : BLANCA MARGARITA GARCIA MONSIVAIS.

(2)

INTRODUCCION

ES notorio que i a poesía contemporánea en Hispanoamérica sur-

ge de una experiencia intelectual que trata de acceder a otra dimensión, que nos l l e v e mas a l l á de l a supuesta realidad en que

se vive.

#

Apoyahdose en l a s búsquedas l i t e r a r i a s o esteticas se preten- de conseguir un lenguaje autÓnomo,t.odo e l l o para manifestar una

I

reaccich negativa ante e l presente histgrico. 7,

1

Por

lo

tanto, en l a vasta creación poeiica de Pablo Neruda

existen diversos factores que l a condicionan, esto es a p a r t i r de l o s años treinta y cuyo resultado va a ser l a creación de una poesfa comprometida.

1

Los

factores que influyen en este momento histórico son 41 l a

profunda c r i s i s económica,

los

problemas p o l f t i c o s , l a guerra

española, l a Irrupción d e l surrealismo y l a d i f u s i & d e l pensa

.-

2

miento marxistan

Sin embargo, a l presentarse diversos y a l a vez

muy

complejos

tópicos en l a obra nerudiana un rasgo que influye parcialmente en e l l a es l a presencia d e l surrealismo, &vanguardia que se,

1

palpa en algunos

9

de sus poemas y especificamente en ",Galope -.

muerto" y "daba110 de l o s sueños",

1.

Pablo

Neruda a la edad de 17 &os ,en 1921, recibe su p r i

mer premio en e l Coneurso de l a Federacion de Estudiantes de

Chr

l e con e l poema

"La

canción de,

la

f i e s t a " Publicada en la revis-

ta Juventud de dicha Federacion.

2. Teodosio Pernandez.

La

poesjla hispanoamericana en e l s i g l o c

XXt(Tsuni~,

Madrid, 1987),pp(W-ó5.

\ < I

(3)

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c

....

i

c

u

L.

c

L-

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L

r

L

Respecto a l a exhitada sensibilidad que nos muestra su obra

1

1

esta se ve fomentada por l a soledad en que v i v í a a partir de

1927 en que es nombrado consul en Rangoon (Birmania) y que term1

-

na hasta en ano de 1932 que regresa a su natal Chile, dando como resultado l a s dos entregas de Residencia en

la

t i e r r a , uno de

sus l i b r o s fundamentales y cuyo contenido se cataloga como unal

/

$I

c->?JJL

1

Poesía d i f í c i l , de apariencia hermética y relacio nable con e l Burrealism, d e l que

l a

a l e j a l a extraor-

-

d i ria luoidez creadora,

la

conciencia d e l quehacer

nee ineditas y en enumeraciones

cadticas

para dar cueij

ta de su descpacidn existencial, de sus obsesiones de

descomposicion y de muert s vivencias sombrías,

PO

r

t h o .

Abundó

en i d g e n e s visionarias, en asooiacio

8 veces de verdadero ca

J ’

cter de on rico.

( 3 )

-

Es en este mbmento cuando no se pdiede estudiar

-.

la obra de Ne ruda analíticamente, puesto que es un periodo hermético y que,.

como l o señala Enrique Anderson Imbert, se perte de l a dicotomfa surreal1 sum-caos I

Verso, sintaxis, ortografía l i b r e s ; comienza e l

i

c

&

caos verborreico. Residencia en

la

t i e r r a . Ahora esta

mos frente a l Neruda cabal. Nos mete en 8u volcán lma-

ginativo.Poesfa obscura p0rq.e e l poeta no acaba d e r r

arar

sus

intuiciones. ES i n u t i l que e l c r i t i c o quiera

apenas es-

%

embozadast mas v a l e que comprenda de ¿ & d e y c6mo surgen..

.

lizar l a s imágenes de Neruda, puesto qu

(4)

Como superrealista, Neruda qiterfa atrapar l a vida rofunda,

mostrar

su fluidez es ontdnea, sacar a

l u z

-

Pos movimientos irreprimido de

i

subconsciente.

El

aoto de poetizar l e daba

P$

8 placer que e l contem

piar un poema logrado.

(4)

-

A d , pues, a medida que e l poeta va tomando conciencia de to

do l o que l e rodea y de l a influencia que tiene sobre 1, va 6

plasmando esta primera poesía ea-~&&8 con Sentimientos como l a

soledad, e l amor desesperado, l a angustia y l o s sueños y nos muestra como,producto f i n a l l a s Residencias I y

Ill

es en este período de 10 años

(1925-1935),

donde a l parecer Neruda retoma l a s corrientes vanguardistas de

la

época, e e l l o parto para

r e a l i z a r este ensayo cuyo propósito es mostrar algunos rasgos

1

surrealistas en dos poemas de Pablo Neruda: e l primero 'I Galope

4

I

9-

1

-

--

-

-

/

i'

-

muerto" y e l segundo, "Caballo de los sueñosv1.

c I

-

-

,.-

I

c

....

c

-

c

I

P

....

.-

....

c

__

.

Enrique And rson Imbeqt. Historia de

la

l i t e r a t u r a hispa

(5)

La

soberbla concretizacldn d e l inmenso deseo, de

l a nostalgia I r r e v e r s i b l e , del a p e t i t o insaciable,

de l a voluntad de dominio y de conquista d e l hombre 'en e l terreno movedizo d e l e s p f r i t u ; los c a s t i l l o s

reservan

mil

puertas secretas cuyos resortes no han

sido ensayados todavía y , de l o a l t o d

sus

almenas,

cabeza, e l camino espeso de l a sangre escribiendo l a palabra mágica d e l nuevo s i g l o ,

Burrealiemo.

l a noche l e e , l o s ojos desorbitados

llJ

s

a l t o s que

la

(6)

r-

I

c

I

c

c

c

....

c

L.,

c

EL

SURREALISMO

i

El

Surrealismo

forma

parte de l a vanguardia europea; aparece

despugs de l a Primera Guerra Mundial y tiene expresiones plásti-

casi y l i t e r a r i a s . ~i p r i n c i p i o parecía

sóio

i a expresidn icono I

pero poco a poco sentó r a í c e s con Eluard, Aragón, Picasso, C h i

-

c l a s t a de

una

secta segulciora d e l anarquismo de Tristán Tzdrai

I

r i c o , Peret. Para muchos resulto un intento f a l l i d o , pero para otros nunca ha muerto.

Esta tendencia que se sitúa en un perfodo de entreguerras es

1

de igual manera muy d i f i c i l de precisar su concepto, puesto que, presenta una rara inestabilidad; como l o señala Cedomil c o i c i

En sentido histÓrico,es d e c i r , como una tendencia datada en e l periodo de entreguerras,

la

presiclón d e l

concepto experimenta una rara inestabilidad. Designa en primer t e h i n o , un grupo de e s c r i t o r e s que se agre ga y desagrega con r e l a t i v a f a c i l i d a d , y cuya a c t i v i dad queda regulada por manifiestos, polémicas, exposi-

clones y v i o l e n t a s recusacioTes, que constituyen

h i s t o r i a externa. Pero tambien, r e s t a como l o &per

manente d e l surrealismo un conjunto d e obras, un

cgc_

p a

l i t e r a r i o surrealista.

(5)

-

-

-

-

.

Sin embargo, esta ultimo de los ismoa europeos se distingue

de l a s o t r a s corrientes de vanguardia porque propone un proyecto de l i b e r a c i ó n tanto s o c i a l como individual.

(7)

c

....

?.

,

A l s e r e l u l t i m o de

los

ismos t r a e como consecuencia que se

-

-conserva y renueva l a v i t a l i d a d de l a s transformaciones l i t e r a - r i a s d e l primer t e r c i o d e l

siglo

XX, puesto que, c o w señala

Golci

*'-El

surrealismo l l e v a encapsulados los rasgos innovadores

6

de l a poesfa y d e l a r t e contempor

neos que l o precedieron"

m

l a l i t e r a t u r a europea l o s movimientos se modifican y dan como consecuencia que por l a evolución l i t e r a r i a , o t r o s se encap

sulen dando paso a que l o s mismos escritored de uno a otro movi

-

,

1

miento,

'y

en e l caso d e l surrealismo en e l Nuevo Mundo se plan I -

teen una conexidn no desconocida n i desprovista de antecedentes,

-

entre l a l i t e r a t u r a europea y una americana que t i e n e sus pro

7

pias modalidades de transformación y d e s a r r o l l o I * '

.

- /

Guiilaume A p o l l i n a i r e acuno por primera vez l a palabra "su

-

r r e a l i s t e " y "surrealisme" en que se r e f i e r e a un nuevo modo de

-

representación de l a realidad en l a l i t e r a t u r a . Pero una d e f i n i ciÓn que ha perdurado ha sido, según e l propio Breton,

,

Surrealismo: sustantivo, psfquico puro por cuyo medio

cionamlento

ea1

d e l pensamie?to.

Es

un dictado d e l

-

balmente, por e s c r i t o o de cualquier o t r o modo, e l fun

i n

l a in@ervencio,n reguladora d e l a razón,

e s t e t i c a o moral,

i l o s o f f a : e l surrealismo se basa en

superior de c i e r t a s formes l a aparlcidn d e l mismo,

y en e l l i b r e e j e r c i c i o d e l pensamiento. Tiende a des

(8)

psfquicos, y a s u s t i t u i r l o s en l a resolucich de

los

principales problemas de l a vida. ( 8 )

Desde e l primer Manifiesto d e l Surrealismo, Andre BretÓn, su

apdstol, i n s t ó a sus seguidores a despertar una imaginacio$ que

no temiera a l a locura. De,esta manera, se r e c u r r i ó a todo l o .

asombroso, convulso, a r b i t r a r l o e lnverosfmll. Es por e l l o que esta influencia francesa e j e r c i

6

una particular atracción en

/

Hispanoame%lca, por su doble caracter de lenguaje poético y por l a concepción revolucionaria de l a vida, como señala Golc:

La influencia francesa

Ud

s destacada en l a nueva

poesfa americana

-

se ha dicho

-

rrealismo

,

Esta

Influencia resulta de fundamen-

t a l importancia en Argentlna, Colombia, Chile, Ped, México y Venezu51a. que constituyen los países de ma

-

y o r densidad poetica. E l surrealismo o f r e c e a l o s nuevos poetas e l p F i v i l e g i o de una deslumbradora 11 bertad d e erpresion, e l i n entivo d e l a imagen insÓ-

-

es la d e l su

l i t a , y su permanente ca

2

c t e r experlmental.(9)

S i bien es sabido que con ñ r e d s e sigue una I d e a marcada en cuanto a l a obra surreallsta, l o que viene a establecerse en América es un reino iuturo en e l cual un mmdo nuevo pueda v e r

realizadas

sus

asplraoiones en esta t i e r r a y e l medio para log-

-,

l o va a

ser

e l reino de l a poesfa.

Los

medios para l o g r a r l o van

_.

Tv4

fi

a s e r l a poesfa de mbén Darfo, Vicente Huidobro, César V a l l e j o \

y Pablo Nenida.

n

r

r e t ó n i f i e s t o s d e l Surrealismo, Guadarrams,

Bar

L

r ceiOímA

198üf

p p ' . ~ e ,

9. G0ic.C. Opa c i t . , p.98

(9)

Esta visión d e las cosas nos conduce a hacer algunas conside

--

raciones so&e

la poesfa hispanoamericana; puesto que, esta poe

-

tos similares a

la

tendencia surrealista, pero, de antemano,

in

-

sfa tiene una forma específica de desarrollarse con muchos aspeg

dependiente de su influjo anterior.

Tal

y

como

lo seiiaia Goics

\

ra y que se ve realizada en manifiestos y actividad es la de

Vicente Huidobro ya que

a

partir de

1917

se

/

ento extraordinario de la literatura francesa1 graclas

a

la activiuad de Apoiiinaire, Reverdy, Picasso

y

Juan

Gris

se

logra que

su

presencia en España marque

una

tendencia generaliza

I

da y gregaria en la literatura hispánica.

lo.(

,-

Ib.

,un

primer rasgo coincidente

de

rechazo

y

supera

cidn del realismo decimon6nic0, no puede servir para

convertir toda la poesía nueva en surrealismo.

El

rasgo

c o d n

los

hace partfcipes de la misma época

y

por tanto de

un

sistema

mas

abarcante que

las

tenden

cias particulares,

No

cupo ai surrealismo iniciar

ni

determinar esa ruptura aunque no puede ignorarse que

de su supervivencia en medio de

l o s

ismos ext-1

dos

y

de la inclinación teórica de Andre Breton

pro-

vienen en gran medida las nociones generalizadas

hoy

sobre el sentido de la literatura.

(10)

(10)

-

A diferencia

de l o s

españoles, las contribuciones

de

los la

tinoamericanos a la vanguardia fueron muy limitadas, con excep

-

/

ción

de

ñuidobro,

como

se señaidanteriormente,

que trato

de

-

integrarse en el grupo francés

de

Reverdy.

-

sin embargo, uno de

l o s

latlnoame2lcanos que se sintió ple

namente identificado

con

ei surrealismo fue

ei

peruano César

Moro

instalándose en Paris en 1925, es el único latinoamericano

que participa en el perlddlco

Revolution, dirigido por Bret

FBI

n

d e

1930

a

1933.

i

-

Le Surreallsme

au

Service de la

M&

resultados dio que n aquellos paises de América Latina

4-7

f

dlnde

_-

visitaron surrealistas franceses, fueran

mas

fecundos los

rastros surrealistas. Ejemplo

de

ello fuemnt

Ls

Habana

visita-

da por Robert Desnos en 1928, en Ecuador

en Brasil por Benjamin Peret;

y

sin lugar a dudas en

México,

donde

tiende

a

ser el lugar surrealista por excelencia

por Henri Mlchaux

y

3-

'1

No

ea por azar que Breton llega

a

afirmar que

11

México

/

Ciertamente no faltaron en Hlspanoamerlca

las

manlfestaclo

-

nes

d s

o

menos ortodoxas

del

surrealismo ya que el

mas

tempra

-

drágora constituido en

1937.

Aunque

a

pesar

de

ello, no se

pue

-

/

-

nero e importante fue el surrealismo chileno del grupo

La

Nan

d e

pasar

por

alto la aversión

de l o s

sFrrealistas chilenos ha

cia Pablo Neruda.

-

( '

7-

~

...

11. Jorge Schwartz.

Las

vanguardias latinoamericanas.

Textos

(11)

Ya que en e l primer numero de Mandrágora, Huldobro publica un poema ine'dito mostrando con e l l o su apoyo a l movimiento, hecho

que, s i n lugar a dudas marca una distancia entre Neruda y Manara'

-

gora por l a r i v a l i d a d marcada entre Huldobro y e'ste.

Stefan Baclu comparte también esta aversión por Neruda con l o cual l o excluye de su Antologfa surrealista latinoamericana

,

en

l a cual. reproduce palabras de Andre BretÓn pronunciadas en

Ms'xi-

co en

19381

No cono2co Residencia en l a t i e r r a de Pablo Neru da, pero sea como fuere, no podrfa juzgnrla bajo su: vinculaciones y afinidades con e l surre lismo,sino t o r mantuvo recientemente, provocando a l o s ladrones prof eslonales sobre l a s persecuciones que s u f r i ó , su mamente exageradas para e l uso de c i e r t a propaganda,

basta

para

d e s c a l l f l c a r l o totalmente d e l punto de

v i s t a surrealista. ( 1 2 )

de

una

manera retrospectiva!

la

a g i t a c i

a

n que

su

au

0

Pero, a pesar de e l l o , no se puede negar e l caracter pionero, y surrealista de Residencia en l a t i e r r a ! ya que un poeta es o no deja de s e r s u r r e a l i s t a cuando e l apóstol d e l movimiento de van guardia a s í l o decida. Prueba de e l l o es l a aflrmaclJn que hace Juan Larreal

c

-

($u personalldad guarda no pocas afinidades Don

e l rreallsmo... Puede d e c i r s e que l a personalidad d e l poeta chileno es e l primer dominio establecido

por e l surrealismo en Ameí-ica a s í como l a contraprue

ba d e l a efectiva, correlación que e x i s t e entre este-

(12)

* _

~l

intentar mdstrar en e s t e ensayo l o s rasgos surrealistas en

dos poemas de Pablo Neruda, .I

es

fundamental saber cuáles eran l o s

1 I

1 ,

E l surrealismo franceá

--

cuyo I n f l u j o no s o l o trascendió en

-

postulados básicos de esta vanguardia,

l a l i t e r a t u r a , sino también en las a r t e s p l á s t i c a s

--

se propu-

, I -)

,

so,9?fla l i t e r a t u r a

como

una

práctica de l a escritura automa'cica ' I

y a través de la cual se h a d a p o s i b l e acceder a l funcionamiento

c

c

I.

-..

r e a l d e l pensamiento y como señala

T.

Fernandez:

?

...

La

inmerdión en e l mundo de l o s sueños y d e l

Inconsciente. Trascendiendo l o l d t e r a r l o , se preten- d l a l a intuición y e l conocimiento de l a realidad,_ a l margen de l o s l f m l t e s de l a razo'n, como soluclon a

los

problemas de l a existencia humruia. n i e también un Intento de anular l a s contradicciones, de hacerse con e l reino perdido, de recuperar l o s poderes

ma'gi-

cos de la palabra.

(14)

Este lenguaje s i n reserva es e l que se pretende lograr g dar

-

v a l i d e z "este lenguaje que me parece adaptarse a todas l a s c i r cunstancias de l a vida. Esto nos induce a c r e e r ' que no se "apren de'>, sino que uno no hace mas que "re-aprender"

".

-

15

Sin embargo, l a materia prima que va a s e r v i r para e s t e t i p o

(13)

l a .

2a.

3a.

4a.

5a.

ANALISIS

DE

LOS POEKAS

c

A. " CABALLO DE LOS SUENOS " (16)

ÉSTR6FAS: innecesario, viéndome en l o s esgejos,

con un gusto a semanas, a biógrafos, a papeles,

arranco de m i corazón a l capitán d e l i n f i e r n o , establezco clkusulas ind e f inidamente t r i s t e s , Vago de un punto a otro, absorbo ilusiones,

converso con l o s sastres en sus nidosr

e l l o s , a menudo, con voz f a t a l y f r í a , cantan y hacen h u i r los maleficios.

Hay un país extenso en e l c i e l o

con las supersticiosas alfombras d e l a r c o - i r i s , y con vegetaciones vesperalesi

hacia a l l í me d i r i j o , no s i n c i e r t a f a t i g a ,

pisando una t i e r r a removida de sepulcros un tanto yo sueno entre esas plantas de lemmbre confusa. Paso entre documentos disfrazados, entre orígenes, vestido como un s e r o r i g i n a l y abatido:

amo l a miel gastada d e l respeto, 81 dulce catecismo entre cuya,s hojas

duermen v i o l e t a s envejecidas,pesvanecldas,

y l a s escobas, conmovedoras d e a u x i l i o :

en su apariencia hay, sin duda, pesadumbre y

Yo destruyo l a rosa que s i l b a y,la ansiedad raptoral yo rompo extremos queridos: y aun mas,

aguardo e l tiempo uniforme, sin medida:

un sabor que tengo en e l alma me deprime.

Que d í a ha sobrevenido! Que espesa l u z de leche, compacta, d i g i t a l me favorece!

He

oído

relinchar su r o j o caballo

desnudo, s i n h rraduras y radiante.

galopo 1,"s cuarteles d e s i e r t o s de soldados y un e j e r c i t o Impuro me persigue.

frescos,

certeza.

Atravieso con

2

1 sobre l a s i g l e s i a s ,

16. I' Caball o de l o s sueños" está tomado de Residencia en l a

(14)

sus

o j o s de eucaliptos roban sombra,

su cuerpo de campana galopa y golpea.

Yo necesito un relámpago de f u l g o r persistente,

un deudo f e s t i v a l que asuma mis herencias. 6a.

Desde e l punto de v i s t a cronoldgico

.

y formal existeklen - Velvte

poemas de

amor

los) signos que caracterizarán

err

Residencia, t a

-

,

/

,

l e s como i a metafora, e l r e c u r r i r a l a comparacion y a i n s i m á

-

,

Renes surrealistas.

Por

e l l o se señala que l a poesfa de Residencia es "una poesfa

rom'ntica por l a exacerbación d e l sentimiento, surrealista por l o s constantes buceos en e l subconsciente y muy personal por e l fantastic0 despliegue de imágenesn I 17

<i

Podrfamos p a r t i r de aquq nuestro a d l l s i s d e l poema ya que en contramos en

-6

algunos versos o imágenes que encajan perfecta /

-

mente con e l surrealismo.

En

un

p r i n c i p i o hay que se'ialar l a ubicación d e l poema en

Re

sidencla, ',Cabello de l o s sueños" se encuenttra despugs de "Galo

-

pe muerton; esta dlsposlcidn nos hace pensar en l a contraposl

-

cion que e x i s t e entre e l 'I galope v i v o de

los

sueñosn v 8 ,I' Galo-

pe muerto", es d e c i r ,

con

e l I' caballo de l o s sueños" se

nos

se

nala

un

posible camino para superar e l sin sentido de l a vida

que pudiera manifestarse en un "b@alope muerto".

,

L

I ,

-

Como señala Carlos C o r t h e z

"la

a l t e r r a n c i a de vida-muerte

re

presentada en forma de sinécdoque en e l galopar (ya detenido) de

un

caballo, ahora mediante e l galope vivo de l o s sueños, se nos

señale un posible camino para superar e l sin sentid; de l a vida"

-

18

I !

"-..

17.

E m l l l a n o g l e z Echarri y José

Ma.

Roca

F.

Historia de l a

l i t e r a t u r a espanola e hispanoamericana, Aguilar, m d r i d , 19791

(15)

Los primeros versos describen a un hombre ocupado, realizando

L I-- I

l a s tareas de una gente comun, siguiendo de c i e r t a manera l o s r i t u a l e s que e l común de l a gente r e a l i z a : pero e l unido afLn de e s t e hombre en particular es e l de "Lexorcizar e l tiempo"

-w

-

L

Innecesario, viéndome l o s e.pejos,

establezco c l

eF

usulas indefinidamente t r i s t e s . con un gusto a s,ema?as biogra,fos, a papeles, arranco de m i orazon capltan d e l i n f i e r n o la.

Vago de

un

punto a o t r o , absorbo ilusiones, 2a. converso con l o s sastres en

sus

nidosi

e l l o s , a menudo, con

voz

f a t a l y f r í a , cantan y hacen h u i r los maleficios.

Este r i t u a l que toda l e gente hace es ",verse en l o s espejos" y "vagar de un punto a o t r o m i s i n embargo se quiere 'Larranacar d e l corazón a l capitán d e l infierno" que es e l tiempo.

Es en esta segunda e s t r o f a donde e l comparar a l o s pájaros con leLlos sastres," es cuando e l poeta mezcla esta realidad pal- pable, como son los pájaros, o b j e t i v o s , con l a surrealidad o n í

r i c a : es d e c i r , l a Imagen deformada de sastre-p'jaro.

-

c

1 1

En

l a s siguientes dos estrofas presentan e l tránsito de un

d

ambiente cotidiano (como en las estrofas l a . y 2a.) a un ambien- t e o n í r i c o , resaltando de gran manera uno de los postulados de ñretón que señalar

-

Creo en l a futura armonización de estos dos este

dos,

aparentemente tan contradictorios, que son e l

sueño y l a realidad, en una eseecle de realidad ab soiuta,

en

una sobrer'ealidad o surrealldad, si a s í

-

se l e puede llamar.

(bo)

-

18

20.

BFBto'n.2.

OR. c i t . , p.30

Alal? S1card.El pensamiento poe%ico de Pablo Neruda,; Gre

ka

i d ,

1981,

p.luo.

(16)

my un pais extenso en e l c i e l o

con

las

supersticiosas alfombras d e l a r c o - i r i s ,

3a. y con vegetaciones vesperales:

hacia a i i l me d i r i j o , no s i n c i e r t a f a t i g a ,

pisando una t i e r r a removida por sepulcros un tanto

yo sueño entre esas plantas frescos,

d e legumbre confusa,

A d i f e r e n c i a de l a segunda e s t r o f a donde ’se ‘ 3 a g a de un pun

-

t o ? t r o u t ya en esta tercera se vislumbra e l lugar donde e l

yo po&lco se trasladará siendo e‘ste un lugar .donde hay “ ~ n a

t i e r r a removida de sepulcros un tanto f r e s c o s “ ) es aquí como se marcden un principio d e l anhisls,que se nos muestran versos con carácter surrealista, donde todo e l l o es Qm dictado d e l pensamiento, s i n l a i n t e r v e n c i ó ~ g u l a d o r a de l a razon

’‘.

\

f 21 /

4a

Paso entre dQcumentos disfrutados, entre origenes, vestido como un

ser

o r i g i n a l y abatido:

a*ao la miel gastada d e l respeto, e l dulce c a t e c l s m entre cuyas hojas

duermen v i o l e t a s envejecidas, desvanecidas; y

las

escobas, oonmovedoras de a u x i l i o :

en su apariencia hay, s i n duda, pesadumbre y

Yo destruyo l a rosa que s i l b a y l a a,nsledad raptorat

yo rompo extremos queridos: y aún mas, aguardo e l tiempo uniforme, x l n medida: un sabor que tengo en e l alma me deprime.

certeza.

Ya en esta e s t r o f a se nos se‘iala e l recorrido que hace e l yo poe%lco en su sueño, porque hay que a d v e r t i r que se encuentra en

un momento ms’gico-onírico y que, de c i e r t a manera, e s t e estado de

ensoñación

doras de a u x i l i o y las v i o l e t a s que duermen envejecidas y desva

necidas.

-

io

maestra a i eniazar elementos como escotas,jconmove

-

(17)

we

d i a ha sobrevenido! Que espesa l u z de leche,

compacta, d i g i t a l , me favorece!

He ofdo relinchar

su

rojo

caballo

desnudo, s i n he raduras y radienate,

galopo#s cuarteles d e s l e r t o s de soldados y un e r c l t o impuro me persigue.

Sus ojos de eucaliptos roban sombra,

su

cuerpo de campana galopa y golpea. Atravieso con

7

e l sobre l a s i g l e s i a s ,

En

esta antependltima e s t r o f a se marca l a plenitud d e l estado

v

//

o n í r i c o con l a exclamacidn Que d.fa ha sobrevenido! es d e c i r , se

l l e g a a l a plenitud d e l suefio.

Es aqui donde surge l a figura p r i n c i p a l d e l poena y es l a d e l caballo, e l sfmbolo c e n t r a l de esta e s t r o f a

7

que da t i t u l o a l poema ya que a i

notar

l a s c a r a c t e r í s t i c a s de é s t e como son

ia

v i

-

talidad, l a pasión y e l movimiento i l i m i t a d o s i r v e para dar m e s

-

t r a de l a s ansias liberadoras que quiere toner e l poeta: aunque aqui vaya unido a i odstantivo campana que como s a l a AlOnso/nOs marca l o I' rotundo, henchido y sonoro" , Es d e c i r , los ojos de,

/

/

\

22

A

caballo iluminan

4

a mundo y a l galopar e l galope de su cuerpo

golpea y suena como una campana.

Yo necesito un relámpago de f u l g o r persistente, un deudo f e s t i v a l que asuma mis .herenciac.

A l concluir este poema en l a s dos últimas líneas se observa

e l deseo d e l yo l í r i c o por s a l i r de ese mundo g r i s en e l que se encuentra y desea algo permanente e intenso.

-

22. Amado Alonso. W i a y e s t i l o de Pablo Neruda, Sudamerl

(18)

B.

" GALOPE MUERTO " (23)

/

ESTROFASi Como cenizas, como mares poblandose, en la sumergida l e n t i t u d , en l o informe,

- "

~

la. _ . -2s. 3s. 4a.

5a.

6a

o

como se oyen desde e l a l t o de los caminos cruzar las campanadas en cruz,

teniendo e s e sonido ya parte d e l metal,

confuso, pensando, h a c i d d o s e polvo

en e l mismo mollnb de l a s formas demasiado lejos,

o

recordadas

o

no v i s t a s ,

y $1 perfume de

las

c i r u e l a s que rodando a t i e r r a

s e pudren en e l tiempo, Infinitamente verdes.

AqU 110 todo t a n rápido, tan v i v i e n t e ,

inm ?l v i l s i n embargo, como i a poleo l o c a en s í

e s a s ruedas de

los

motores, en f i n .

Existhendo como las puntadas secas en l a s costuras c a l l a d o , por alrededo

mezclando todos los misma,

d e l á r b o l ,

Es que de dónde, por dónde, en qué o r i l l a ?

E l rodeo constante, i n c i e r t o , tan mudo, como las l i l a s alrededor d e l convento,

o l a llegada de 1 muerte a l a lengua d e l buey g;ue cae a tumbos, ardabajo, y cuyos cuernos

quieren sonar.

/.

Por eso, en l o inmdvil, deteniendose, p e r c i b i r , entonces como a l e t e o inm nso, encima,

a y , lo que m i corazdn pálido no puede abarcar, en multitudes, en lágrimas saliendo apenas,

JC esfuerzos humanos, tormentas,

acciones negras descubiertas de repente como h i e l o s , desorden v a s t o ,

ocefinico, para

m í

que entro cantando,

como una espada entre Indefensos. como a b e j a s muertas o

nz

meros,

Ahora bien, de q u d e s t a hecho e s e surgJr d e palomas

que hay e n t r e a noche y e l tiempo, como una

barranca

d

meda?

Ese sonido ya tan largo

que cae l i s t a n d o d e piedras l o s caminos,

d s b i e n , cuando

solo

una ho

c r e c e de improviso, extend1

k"

ndose s i n tregua,

Adentro d e l a n i l l o d e l verano

una vez l o s grandes zapalfcs escuchan, estirando sus plantas conmovedoras,

d e e s o , de

lo

que solicitdndose mucho,

(19)

..-

Como n o t a introductoria de este poema hay que senalar c l a d i

-

versidad de circunstancias que imperaban en la e s c r l t u t a d e los

c

I

c

r-

i r-

J

poemas de Residencia en l a tierra8 algunos como 'I Serenata"

,

"Madrigal" y "Galope muerto" fueron compuestos en C h i l e , a n t e s

d e la p a r t i d a de Nenida hacia e l Oriente.

SI bien se parte inicialmente en Residencia con "Ga;Lope muer

-

to", aqu

f

e l a u t o r nos hace s e n t i r

la

a l t e r n a n c i a de vida-muerte

representada en e l galopar (ya detenido) de un caballo.

f

Es d e c i r , e l t f t u l o es una contradlccion puesto que, e l galo

-

.

pe e s movimiento y por l o tanto vida que se contrapone con e l

a d j e t i v o que l e acompaña "muerto". En l a segunda e s t r o f a como se n a l a Sicard? se ha "substituido a l Vacd nocturno l a plenitud d e

una realidad que

es

fuente de angustia a causa precisamente de

aut o bdeit l e i d a d I'

-

-

\ .

24

.

Aquklo todo t a n

r

d

pido, t a n v i v i e n t e ,

inm

d.

v i l

s i n embargo, como

ia

polea loca en

s f

misma,

esas ruedas de los motores, en f i n .

Eñ1stbel)do como

las

puntadas secas en

h s

costuras

c a l l a d o , por alrededor, d e l a r b o l , , de t a l modo,

gezclando todos

los

limbos de sus c o l a s ,

Es

que d e dónde, por dónde, en que o r i l l a ? J

Esta e s t r o f a i d e n t i f i c a e l tkrmino de l a comparacidn a n t e r i o r que permanecid ausente: "aquello", ahoka es caracterizado por la

'y

velocidad y a l a

vez

por l a inmovilidad; es d e c i r " e x i s t e " pero

a la vez es P'caiiado".

(20)

Es

que de dónde, por dónde, en qué

mrilla?

e l rodeo constante, i n c i e r t o , tan mudo,

o la llegada de la muerte a la lengua d e l buey que cae a tumbos, guardabajo, y cuyos cuernos

, como las l i l a s alrededor d e l convento,

quieren sonar,

Aqu

f

e l espacio delimitado e s e l convento, pero también hay

un olvido como s G l a Manuel Alcidesi

1

La

última

unidad de la estraga presenta un e i e

mento altamente v i t a l - l e lengua d e l buey- en una-

l a s de l a primera e s t r o f a , La lengua e s i n s t i n t o , t e nura y contacto, tambih expresividad. Hay un a-

f

ff

n de permanencia en e l buey, en sus cuernos, en

l o 4 s a l t o de 61

Frente a l s i l e n c i f k d e ese “galope muerto“, sum y

cifra de la realidad de la c u a l e l hablante quiere nar, e l a n s i a de vida en l o que muere. ( 2 5 )

posición y sentido similar a l perfume de las c l r u e I.

en l a d s agu& arma f r o n t a l .

hablar, un sonido s e yergue, aquello que quiere so

-

En la cuarta e s t r o f a s e muestran dos sfmbolos que englobar

td

e l sentido de l a

misma,

son

las

a b e j a s g las hormigas! e l l a s

-

son sfmbolo de

lo

numeroso recordemos sus enjambres y hcrmigue

ros,

por

lo

que las a b e j a s a q u f s o n toinacias como v a l o l e c j o s l t i

-

vos y e n t u s i a s t a s en contraposicidn con las hormigas que son

marcadas como

l o

negativo y enojoso.

-

En “@lope muerto” en medio de e s t e s i n sentido, d e e s t o des

-

/

trucción y d o l o r surgen de igual manera los

f

mpetux v i t a l e s

-

/

v i s t o s a t r a v é s de las palomas, que emergen d e l a humcda barran

ca que e s el tiempo y l a noche,

fld

(21)

L

L

i

c

i-

/

Ahora b i e n , d e que esta hecho e s e s u r g i r de palomas

que hay e n t r e l a noche y e l tiempo, como una

barranca hdmeda?

-

A q u f en e s t e poema l a intencidn d e l poeta c o n s i s t e en expre

2

sar la g é n e s i s de la

materla

a t r a v k s de e l l a misma, u t i l i z a n d o

d e i g u a l manera l a s i d g e n e s i n s d i i t a s o en su t o t a l i d a d versos que l o l l e v a n a formar idgenes de destruccidn o deformacidni

u t i l i z a de i g u a l manera l a e s t r u c t u r a o n f r l c a en l o s dos poemas

(22)

c

.

.

Como

se

m a r c 6 e n e l principio d e e s t e a d l i s i s y espec

/

fica I

.zort'zk

1

mente en e s t o s dos poemas "\_CaloPe muerto " y "&aballo de l o s

c sueños't, e l poeta 'no8 d e j a entrever su desolaci6n e x i s t e n c i a 1

-

y que apoyándose en algunas c a r a c t e r i s t i c a s proplas d e l surrea lisntp/ nos

va

a

mostrar imágenes v i s i o n a r i a s , enumeraciones caó ticas y asociaciones i n k d i t a s ; todo e l l o englobando l a vis

J -

on o n i r i c a que

les

da

a

las cosas.

-

b

A medida

Be

que e l poeta va tomando conciencia de su r e a l 1 '

dad ten la que s e encuentra inmerso, aún s i n quererlo realmcnte, t i e n e que piasmar en

ésta

su primera poes a sentimientos a t e r r a

dores como l a soledad, la angustia y l o s sueños.

f

-

/

Son l o s suenos, e l producto o n f r i c o que va a impulsar de

gran manera toda e s t a carga expresiva que s e muestra en l o s poe

mas a n t e s c i t a d o s y que s i bien Breton no considera e s t a p o e s d propi-a

'de

caracter

s u r r e a l i s t a , s i t i e n e en e l l a c a r a c t e r i s t i

cas que

l o

avalan.

2

-

'!

Es

en @an medida una necesidad de comunicación que quiere

F-

i"

s e r expresada en sus poemas hecha con una fantasia sorprendente fantasfa que va a nacer d e l monstruoso mundo d e los suelios.

c..

(23)

L

m-

a

P

b

-

L

B I B L I O G H A F I A

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r-

-

L.

L

c

(24)

,

Casa a h t a al tiempo

UNIVERSIDAD AUTONOMA METROPOLITANA

SEMINARIO DE INVESTIGACION: LIRICA CLAVE: 225493

TRIMESTRE: 94

I

PROFESORA RESPONSABLE: Marina Martinez Andrade SINODAL: Blanca M. Garcia Monsivais

ALUMNA:

m C 0 ROJAS MATRICULA: 88235014

TEMA:

"ALGUNOS RASGOS SURREALISTAS DE DOS POEMAS DE

PA-

BLO NERUDA"

CALIFICACIaN: S (aprobada)

Después de haber leído

y

anotado el trabajo realizado

por la alumna Martha Irene Franco Rojas, las suscritas hemos

decidido otorgarle la calificación de S por las siguientes razones :

El trabajo cumple sólo en forma suficiente con los

requisitos para acreditar el seminario. La redacción es

apresurada

y

la argumentación, por tanto, insuficiente. Faltó

una lectura más analítica de la bibliografía y aprovecharla

mejor en el desarrollo del tema.

Por lo anterior, antes de publicarlo se recomienda

tomar en cuenta los puntos antes señalados para mejorar la

consistencia del trabajo, así como la revisión minuciosa de

ografía del mismo.

A T E N T A M ~ E

COORD. LETRAS HISPANICAS

UNIDAD IZTAPALAPA

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