Y NATURALEZA DEL PROYECTO: Debido a l a s o b r e c o l e c c i d n de cactáceati j ó v c n e s con f i n e s c o

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1

(2)

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P B R l I C I P A C I ü N EM l.:L PROYECTO I J U J A W I N 33OT?,i:ICO %XTE!II<iR TITULADO: V~~OPBGACIOR

--

DE CACT:IC~AY MEEIANTC

cumno

CE TEJIDOS VEGLTALSIW

-

Y ETUDXO DE LA S I T U A C I O N ECOLOGICA

---

ACTUAL

D1

LA BAlIRAKCA

E

MEIZTITWN,

--

HICALGO

J U S T I F I C A C I O N

-

Y NATURALEZA

DEL

PROYECTO:

Debido a l a s o b r e c o l e c c i d n de cactáceati j ó v c n e s con f i n e s c o m e r c i a l e s parii 'ornamentación l a s c a c t z c e a s a d u l t a s no son s u s t i t u i - das ya por c a c t á c e a s d e g e c e r a c i o n e t i p o s t e r i o r e s , l o c u a l s e puede comprobar mediante l a o t s e r v a c i ó n de l a & r x i disminucibn de l a PO-- k l a c i Ó n de c a c t o s j6veneb <io r i l l a s de l a c a r r e t e r a y l u e a r e s f5ci.L mente a c c e s i b l e s para e l hombre.

x e d i a n t e ia propagación masiva de l a v e g e t a c i ó n de zonas

á r i d á s podriamos lograr p r o d u c i r c l o n e s de piaritas ornamentales y

-

" d i s t r a e r " l a a t e n c i ó n d e l comprador encaminandola a no hacer via--

jes a M e t z t i t l á n ya que pueden coi:siy.uir a :iejor p r e c i o y de mejor

c a l i d a d sus p l a n t a s ornamentales en un v i v e r o , por e j e m p l o , y de

--

e s t a forma ayudar a e v i t a r l a s o b r e c o l e c t a i n d i s c r i m i n a d a de e s t a s p l a n t a s en su l u g a r de o r i g e n ya que, a f a l t a de e l l a s , . e l s u e l o e 5 t á cada v e z m& e x p u e s t o a la e r o s i ó n e b l i c a y , a l n o haber v e g e t a -

c i ó n , no hay r e t e n c i ó n de s u e l o n i d e agua provocnndose a s í l a in-- f e r t i l i d a d d e la. t i e r r a y l a causa de g r a v e s problemas coffio p o d r í a s e r e l d e t o l v a n e r a s y a s o l v e s de rías y s i s t e m a s d e i r r i g a c i ó n .iue a f e c t e a v a r i a s r e g i o n e s c e r c a n a , a i a r o c i ó n probiema.

Por e s t a r a z ó n e l J a r d i n B o t á n i c o E x t e r i o r , b a j o la a s e o o r í a

d e l Maestro en C i e n c i a s V i c t o r Corona Wavn-Esp*.rza, ha dess. r o l l ü d o un p r o y e c t o en e l c u a l se o f r e c e una alterri..iLiva $ 6 ~ pro;jn

va que además de cum:>lir c3n e l p r o p ó s i t o de d e s v i a r la a t e c i ó n de compradores, como se iiienciorió ;antes, e s t a b l e c e una f u e n t e de trzibajo r;ue p e r m i t i r & l a e x p o r t a c i ó n de muchhs especiii enes de c a c t j c e a s , 1 o c u a l c o n s t i t u y e una nueva f u e n t e de i n g r e s o s para n u e s t r o país. De e s t a menera e l J a r d í n B o t á n i c o "irltentu d i s e w i n a r 1:js d i s t i n tae es- p e c i e s de c a c t á c e a s que se encuentran anieriazni;.:o de e x t i n c i ó n , en

-

umn e s f u e r z o ; p o r p r e s e r v ar e s o s r e c u r s o n .,ara e l futuro" ($1. eii C.

(3)

Asimismo s e dará un pariorama soti..: la s i t u a c i ó n e c o l ó g i c a a 2 t u a l d e l a Barranca d e M e t z t i t l s n , H i d a l g o con e l o l j j e t o de 1lair:ar l a a t e n c i ó n de los l e c t o r e s d e l p r e s e n t e t r a b a j o h a c i i uno de l o s

-

e c o s i s t e m a s p e r t u r b a d o s por l a a o b r e c o l e c t a de l a v e g e t a c i ó n n a t i v a .

d e l lucar.

Por t a n t o , e l p r e s e n t e p o y e c t o e s de i n t i o l e : B á s i c o , aplic;

do y de r e v i s i ó n de l i t e r a t u r a ,

-:

La m i c r o p r o p a g a c i h de p l a n t a es una t é c n i c a muy i m p o r t a n t e

en l a a c t u a l i d a u ya que, g r a c i a s il e l l a , s e :meden o b t e n e r v a r i a s

-

p l a i i t w a p a r t i r d e una sola s e i e i l l a ( F u r a s h i g e , T., M. S e r p a & J.B. Jones

,

1974).

E l método d e l Cultivo de T e j i d o s 'Jeg.etalt:s es una de las f o z urns de micropropagación que u t i l i z a l o s t e j i d o s j ó v e n e s de l a s p1at-1

t a s , l o s c u a l e s aún n o han s i t i o 1 i E n i f i c a d o s . E s t o s t e j i d o s pueden ser: De s e m i l l a , embriones, meristemos, e t c . ( E i l k e y , P.C., 8. H.

McCown, A.C. S i l d e b r a n t , 1978). E l iriétodo c o n s i s t e en proporcioi!ar ii e s t o s t e j i d o s s a l e s y vitarniims r i e c e s s r i a s para su d e s a r r o l l o ::is€ como horrnorias para : x o v o c a r l a d e s i i f e r e n c i a c i ó n p a r c i a l o t o t a l de L-i p l a n t a (Johnson, 3.L1, E.R. Fmino,

1377)

y , mediante diveroati

--

combinaciones de auxinas y c i t o c i n i n a a prorrzovc-r ii f o r m a c i ó n de ca-

llas, b r o t e s , raihes, e t c . (IIartman, A.T., D. KeGtcir, 1975).

De e s t a i':ariera se p e d e c r e . i r un k m c o de germoplauma con e l

c u a l s e ,;uede t r a b a j a r con d i v e r s o s f i n e s o b i e n a p r o v e c h a r l o para g-opagar en f o r m i m s i v a l a pl:irita de i r i t c r k t ; e s p e c í f i c o . D i c h o

--

banco d e ger:!soplasma puede c o n t e r e r m a t e r i a l g c i i z t i c o con caracte-- r i s t i c a s d e s e a h l e s , 10 c u a l ~ o r ~ s t i t u y e un Clon. (Hertiman, E.B., G.J.

Haas, 1975). Los c l o n e s s e forman ,:or mutaciones creaduü p o r e l mis

u-o hombre mediante radiaciorLes, ;jubstarici;tU d u h i c a s , e t c . La p r o p

g a c i b n de p l u n t a s rceciiante c u l t i v o d e t e j i r l o s v e g t t a l , . s p e r m i t e una r á p i d a r e p r o d u c c i ó n de l a s plzl;taU: y 131, proteg;e c o n t r a enfermedades

ya que 1.26 c o i d i c i o n e s b a j o l a s c w l e s s e l l e v a a c.ibo e l :,roceso

-

s o n a s é p t i c a s (Johnson, J.L., E.R. R:irio, 1979).

-

(4)

g a c i ó n ya 'sue s u d e e a r r o l l o e s extrermi?aniente l e n t o en c o n d i c i o n e s n a t u r a l e s y , a l e s t a r ali;un:,s de sus e r p c i e s awenazad.aas con l a ex-

t i m i a n , s e deben r e a l i z a r métodos de p o p a g a c i ó n r s i d d a para Aue, de e s t a manera crezc:in p o n t o ii:d.ividuos j ó v e n e s que puedan ocupar e l 1ut;ar de 10s adu.ltos ii l a rcuerte de c.5to6 Ú l t i m o s y, a s í , p o d e r cumplir con sus f u n c i o n e s de r e t e n e r s u e l o y aLua ?: e v i t a r l a des- t i f i c ~ s c i b n d e l a s z o n m á r i d a s , su h á b i t a t n a t u r a l (:Iariington, B.A.

1980).

ANTECEDJ!XTFS :

EI Iirimero en i n t e n t a r p r o p i k a r p l a n t a s mediante l a s t é c n i c a s

d e propaf;aciÓn a s e x u a l por e l métndo de 1 6 m i c r o p r o p a p c i b n fué

---

H a b e r l a n d t en 1902, s i n errbarko su ex..;erin:errito f a l l ó ,

En 192.2 Knudson h a b í a lograc?o c u l t i v a r s e m i l l a s de orquide.i*

con e l o b j e t o de a c e l e r m su Eeri:inaciÓn.

En 193’1 P.P. White c u l t i v ó r a í c e s de t0rr);it.e i n v i t r o y e n

--

1939 Nobecourt, Cautheret y I l h i t e , t r a b , j a n d o p o r seijarado, d e s c r i - t i e r o n e l d e s a r r o l l o i n d e f i n i d o d? t e j i d o s d e c a l l o en ieeuio a r t i f &

cia1 (Hartnian, H.T.,

D.E.

K e s t e r , 1375).

La p o p a g a c i ó r i de Cactáceas naedi.iiite c u l t i v o de t e j i d o s ve,% t a l e s h.a s i d o e s t u d i a d a con v a r i o s f i i i e s , como e l cie l a b i o s h t e ü b de a l c a l o i d e s (€I. Er:~ivo, 1?78), l a m w f o g é n e s i s de l a s c a c t á c e a ü , l a o b t e n c i ó n d e l c r e c i m i e ~ ~ t o de c z l l o s (Johnson, J.L,

E.:?.

Einirio, 1979), e t c . S i n embargo, s ó l o ha . ; i d o o b j e t o d e : : u l u i i i o de u11 nÚrnero redu

c i d 0 de investig;:adoreti. !,si nismo se han hecho v a r i o s i n t i t i i t o s ya- r;l obtener e l medio de c u l t i v o r&s i.i:iropiado pari, In piopaGaci5n de e s t a s pl.antas,

-

a

1

Uno d e l o s i n v e s t i t , idores due hün obtcriido r e s u l t a d o s s a t i s -

f c r c t o r i o s s o b r e l a propagación d e c + c t o s es Nauseth (1977) ;ltiien u- t i l i z a e l roedio de Nurasliige & Skoog con a l t a c o i i c r n t r a c i ó n de as--

l e s , adern& d e v a r i o s r e e u l u d o r e s de c r e c i m i e n t o y, desnILdiendo de ca6a uno,

s e

puede c o n t r o l a r la o r t a n o g é n e s i e y l a p r o l i f e r a c ’ i ó n

--

de las c a l l o s .

(5)

tos.

J.L. Johnson y 5.2. Ernino (1979) han demostrado que e l uso de auxin;$s reeponde a c i e l t o s n i v e l e s de auxina d e l a planta forriiarido r a i c e s y a c i e r t o s r i i v e l e s de c i t o q u i n i n a forr!inn30 brotes, s i n en-- b a r g o , l a cantid:xd o n i v e l e s de e s t o s rrgj.iiladores actúa e s p e c i f i c a - mente,

E l p r e s e n t e r p r o y c c t o sa e n f o c a r á a er1contra.r e l medio de

CUL

t i v o adecuado para e l d e s x r r o l l o de Echinocactus nrusonii y Cephalo- c e r e u s s e n i l i s en c o n c r e t o ,

-__.

Se i n t e n t a r á d i f e b e n c i a r e l c a l l o en una p l a n t a coinpieta. Se usarán a u x i n a s como A c i d o N a f t a l e r i A c é L i c o (ANA) y A c i d o I r i d o l b u t h i

C D ( A I E ) y una c i t o : i u i n i n a , K i n e t i n a (K) a d i f e r e n t r - 6 coricenkracio-

nes.

ai

En r e l a c i ó n con e l e s t u d i o que se hará bobre i a Barranca de N e t z t i t l á n , T i d a l g o , se han hecho e s t u d i o c s o b r e la v e g e t a . , i Ó n e x i s

t e n t e (R.S. Mejorüda, 1978). Se buscará ir& b i b l i o g r a f í a si r e s p e c

to.

0;IJETIVOC GE:G?BLT.S:

1.- P r o p a g a c i ó n masiva de Cephalocereus s c n i l i s y Echinocactus

e

s s o n i i con e l f i n de e v i t a r l a ex.tinciÓn de antbas es:,ecies deb&

do a l a s o b r e c o l e c c i d n con f i n e s c o e e r c i n l e s .

2.-

D i s e m i n a c i ó n de l a s d i s t i l i t a s e s p e c i e s de c a c t á c e a e que s e en-- cuentran amenazada6 de e:..;.ii.cii:;.

. .

3.-

Preservación de loa recura06 n a t u r a l e s de l a s zonas B r i d a s p a r a e l futuro.

0BJ"TIVOS t'AKTlCULA:G:2 :

1.- ElaboraciÓn de un método d i d á c t i c o s o b r e e1 c ü l t i v o de t e j i d o s v e p t n l e s para c o n s u l t a de i:.eiw-raciones p o s t e r i o r e s .

2 . - E s t u d i o d e l a Carranca de N e t z t i t l á n , I i i G , i l g o cor110 un e j e m p l o de

e c o s i s t e m a p e r t u r b a d o ,101- l a s o b r e c o l e c t a de 1~ v e g e t a c i ó n n a t i

(6)

I.- R e v i s i ó n B i b l i o g r á f i c a

1.- Para p r e p a r a c i ó n d e medios d e c u l t i v o , 2.- Para p r e p a r a c i ó n de s e i r . i l l e s para sembrar. 3.- P a r a p r e p a r a c i ó n d e c a l l o s para trmiplarAtar. 4.- Para p r e p a r a c i ó n d e meristemos p a i ' ~ c u l t i v a r .

5.- Coi;,o guía para l a i n t e r p r e t a c i ó n de l o s r e s u l t a d o s . 6.- Para e l e s t u d i o de l a Parr;.nca d e M e t z t i t l á n .

11.- I n v e s t i i , a c i ó n d e Campo

1.- D e s c r i p c i ó n G e o g r á f i c a de l a Zona de Estu-iio. 2.- DescripciÓii E c o l h g i c a de l a Z o ~ i i dt: Estudio,

5.- C o l e c t a de f r u t o s de Cephalocereus s e f i i l l s y Echinocactus A r u s o n i i

111.- T r a b a j o

&

L a b o r a t o r i o

1.- Pre;jaraciÓn a o é g t i c i l de zemillüt; p a r ; seiinbrir sipuierido Itas tkc niciiu de Minocha, S.C. y P.N. Yehra (1974).

2.- E l a b o r u c i ó n d e Medios d e C u l t i v o cuy& cowpouición principalmcn- t e e6 l a s i c u i e n t e :

CaC12 2H20 ,448.

"4NO3 KNOj

K I

c o c i 2 6a20

KH2P04

H BO 3 3

Na2Moo4 2H20

%SO4

7H20

MIX SO^

4n20

CuS04 5H20 ZnS04

*

7H20

(7)

Na2EDTA

I n os i t o1

A c i d o n i c o t í n i c o 0.0005g.

p i r i d o x i n a HC1 O 03058

T i a a i n a HC1 0.0001~,

C i i c i n a

o,

0029

*

( H a r t m n , H.T., E. Kestc!r, 1975.).

E s t e riieclio s e l l a m a Murashige & Skoog y se l e haren d i v e r - -

sas m o d i f i c a c i o n e s para ericoiitrar e l nteiiio a d e c u i o p i r a e l d e s a r r o

110 d e l a s cuct5ce:i; xue ;>retende desarrol3-r eUte proyeci;o. Di---

chiis m o d i f i c ~ i c i o n e s se ka.:;arán en los t r a b a j o s de:

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TlIX I M T 3 I C U I N G SUCCU-

-

(10)
(11)

concuI1Ixoawi

.

...

.

...

..

...

...

...

43

lpL8ltlllU o.. o.. . o

.

. .

.

s s . . o

.

v + 45

I

LXTEIUSI(IRA CITADA

. . .

.

. . .

,

.

.

. . .

.

.

. . .

e..

.

.

..

..

e .

46

APBUDICS

mcmoCU(IIm(YI

o... O..~,...~.

49

(12)

j r r n o o w c c x o r

W b i Q o a l a aobroooloooi6n do oaatkooaa j k e w a 0.n finoa oa

-

maroíaloa p r a ornuontaoí6n,

lu

oaat&oou adulta. no

am

auatitui-

p r o b u n d i r n t o l a obnrvaoibn do

la

gran d l n h e o í b do l a pobhoibn

do o a o t u j h o i u a a o r i l l i a do l a aarnkra y l u p r o o f 6 o i l ~ a t o a000-

d u P W U W t & O M 60 ( I ~ O r a U i o i r O O poirtoriaea, 1 . O U a l 80 p ~ ~ d . 0-

0 1 b l n p i r a O 1 hoilbro.

nodlairto la p o p i ( p o i & n a i r a do l a voptaaióm do lea aonma

-

k í d u podráeiw

lmru

produoir c l o ~ w o do planta. ar&ui.ntaloa J

*dig

traer* l a atonoibi d o l compmdor onoaii.hd.la a no haoor viajo. a

--

a m p l u i t r r r r n t a l o a ea un v i v o r o , par o j a p l . , y do eat. f a t u Y

aymdar a o r i t a r l a mobrocolook i n U l o r L i l u d a da e a t u p l u i t u an au

lugar do

a b n

~i quo, a f a l t a do

ollaa,

e l

awl0

oatk oada vos d a

-

oxpuoato a l a o r a & & y, a l na hrbor vo(ptaoi&, no hay rotonoibn do

-

a w l o n i do q u a provoohdaw a d l a l a f e r t i l í b d do 1. t i o r n y

la

--

o a o u do grirr probiomu coma padriur aor lo. do tolvamraa y 8aolvoa do

río.

y a l a t o r a do i r r í g o i b n quo afootoa a varia. rogioaoa oeroa--

I ? 1 I'

U ~ t a t i t l h 38 qw w d ~ n O O M O p i r a H j m proa10 y d. rju UaZidad

-

W a 1. rO&,h p 0 b 1 0 M .

Por

oat. raaón 0 1 Jardín B o l b i c o Exterior, baja l a i @ O D O r h

--

d o l Iluatro on C i e n c i u Victor

Corona

üava-li.pu.r, ha d o a a r r o l l d o un

proyaoto on 0 1

o u J

n ofrooo una altorruitiva do Fopagaoibi ucriva

--

quo adodo do oumpllr cm 01 popbaito de doaviar la atonoibn do

corn-

prcrdroa, EOEO a.

iwnoion6

urtoa, eatablooo ua. ruonto de trabajo quo

p o r d t l d

la

oxportaoib do i i i o b u o ~ p o c b n o a do oaot&oou, l o cual

-

nora 01 J u d h Bo%&ioa

'@

intonta diaodnar lu dlatintaa eapooioa do oaotáooai qru a0 oaoriontran a n m s a d u do o r t i a c í h

,

on

un

oafuorm

-

p a

p r . i o r * u oaaa roouraoa pira 01 r u t w o n

(n.

on C. Vioter corona

ns

'I1

i J

O W t i t U t . Yo. 8W.a fuOnt0 d. iwMMW pU'a DUO.tr0

DO

Oat4

Vi-aSwr88).

AaLI.88 (10 dark un pnoram iobro l a a i t w c i b o o o l ~ i c a ao

--

toa1 do 1. ñ a r r u i o a do U o t a t i t l b , Bidalgo o m 0 1 objoto do

l l a r

l a

(13)

c r

ri. &ropropa,yci& do piantam

u

una tóonioa muy importinto on

k

aotualldid y8 quo, gracia. a o l l a , a. p>oden obtonu v m r i u p l a n t u

a p a r t e do U M mol. a a i i i l a ()(orWhig.,

T.,

M. Sorpa & J.P. Jon..,

--

1979).

E l d t o d o dol c r l t i v o do tojidom vogotalom os una do X u formam do p o p p c i b quo P t U n la tojidoa jbvonos do lu p l a n k , lom 0%

l e a

a b

no h a mido lignifioadoa.

Do

moni-

l l a , onbriomm, w r i m t o i o i , oto. (Bilkmy, P.C.,

B.

H.

MoCowa, A.C. 8-

dobrint,

1978).

IC1 d t o d o oonmiato on proporoionar a o a t w tojidom 02

provocar & d r d i f o r o n a i i o i 6 n proi.1

o

total do l a plante (Jduuipi,

-

J.L.,

E.R.

Eniao, 1977) y , r d i ~ n t o divermaa o o i b i ~ c l o n o a do muxinu

y oitooinfruil promoror l a f o r u c i & do oallik, brota., raíooa. otc.

--

( t l a r t r n ,

R.T.,

D. Itoator,

1975).

Smtw tojidoa puodon mort

111

i d 1.8 ;IV i t 8 i i n u i ~ . o o i i r L . para U. d ~ i . ~ o l l O OW0 hoi.io- p U A

-

Do u t a mnora me puodo croar ua barno do gernoplaau oon 0 1

--

aual so puodo trabajar oon divoraoa finem

o

bioa aproveotiarlo p u a pr= pmgar on fuu i m i v a l e planta de i a t a r i s o a p c i f i o o . Dicho banco do

gernoplaow p o d o coatenor r t o r f . 1 g o d t i c o coa o a r a o k r h t i o a m damos

Loa

o l o m m mo f o r u n por m k c i o n o m naturale.

o

oroadia p u 01 mmiu

-

hoibro r d í a n t o r a d i a c i o n u , mubaturciam químicas, otc.

k

propaga

--

oi6n do p k n t u r d i ~ n t o cultivo do tojidom v o p t i l e s pormito una rip&

da roproduccibn do lu p1uitM y l w p r o t o p oontra enfermodadom ya

--

quo iu condioionom bajo ]u cuiiem a0 110va e cabo 01 prooomo aon

~ i n

t i o u (Johiuon, J.L.,

E A

h i n o , 1979).

b10me 10 O U l l OOMUtUyO un O l O a . (Eorrur,

E.&,

G.J. SAM,

1975).

--

1‘1

PIAntM OW0 X U 0 A C t h O . W reyuioron d. .#t. &todo 60 P O p g a - oi6a ya quo au d o i a r r o l l o os o x t r o u d ~ o n t o l o a t o on oondioionu aatu-

r d r y, a l o m k r aigpnaa de bua oapooioa a U M n d a a

om

l a oxtinci&,

eo dobon r o a l i s a r o&todos do p r o p g a c i & rapid. para quo, de esta w

-ra oroscuh p o n t o individum j6vonea quo puedan aaupr 0 1 lugar do lip.

a d u l t a a

la

muorto de ostoa 6ltiifm y , a d , podor aunplir con sua I u s

cioium do rotenor muoio y agua y o v i t u l a domertificicibi do 1- %o--

(14)

9-

Dern;g

I

E l p b r o on l n t e n k r p r o p g u plantas medlnto lu thnloam do p r o p y o l b a aaoxcul por 0 1 .(todo do 1. mloropropngiolón fui

P

.

-

-

borlandt on lq02, sin ombargo au o x p o r i u n t o faiib.

Iln 1922 IúPudaon h a b h logrado oultlvar s o i l l l a m do orquidou

-

oon 0 1 objoto do a o o l o r u mu g o r = l ~ o i ó n .

En

199

P.P.

Whit. c u l t i v ó rafomm do tomato

&a

y on

1939

üabooout, C.uUorot Whit., trabajando pU ~ ~ p w a d o , d O a 0 r l b l . F r

-

e l d o r r r o l l o índofliido do tojldom do 0.11s on .odio a r t í f l o i . 1

(Ear2

man,

H.T.,

D.E.

Komtor,

1975).

, I *

1”

k

gcopa#8el& do caotiooam r d l a n t o oulttvo do t o j l d w ~ m 6 o t r

los h. mida u t u d l a d a coo varíaa Mana, 00.0 0 1 do l a blw~nt.mlm do

-

aloeloidem (E. Bravo,

1976),

lm

morfo&oola do l m m o a o t & o o u . l a ob-- tonolb5 do1 oroolmlonto do crlloe (Jobiuoa,

J.L.,

E.B.

L i n o .

1979),--

oto4 B i n r b r 6 0 , s ó l o ha mido -joto do eotudlo do un o b r o r o d u c t

do de Z I I T W ~ ~ R ~ ~ O O . Ani a l m o so ban h o b o varios lntentom para ob-

toner 0 1 modlo do c u l t i v o a b apropiedo p u a l a pop.gaoi& do omtu

-

p l a n t u .

On0 do

l w

l n v r t i g n d a o m QUO han obtmiida romultadom m i t b f a o - tarlor sobro l a p r m p r ~ o i b i , do caotm u h w o t h (1977) quioa u t l l i u o1 r d l o do npruhigo & 8kow o00 a i k oonooitrací& do malos, 8 d . d ~ do

vnrlrm

r o y l n d r o m do cro<lmiento (hornonam) y , dop.ndlondo do 0.-

da une, 00 p o d o oontrolmr is o r ~ n o ( t ¿ n w l y l a prollforaaiba do loa

o a l l w

.

‘In(

i d

niiwoth

(1977)

uaa t r b l i n 01 r d i a do

u1i

y 8 t a b

(lw)

m o d i -

floada i i g O l ’ m t 0 con 33c d. n i t r a t o d. u o n í o 4- d. nitratos.

J.L.

JoJuuoa

y

E.U.

-o (1979) h a d.rastrada quo 01 uso do

a u x í ~ m rempondo a olortom nivolom do au.ii. do l a planta faaando pa-

i o u

y a o á o r t w n k o i r de oitoquininm formando brotoa, oin ombargo,

la oantldad

o

n l v o b m do ut# roguladroa a o t b ompedfloatusnto.

E l ~ n e n t o proyooto s o onrooó a ouooutru e l sodio do oultivo

adoouado

p r i

01 d r a r r o l l o do &hLn.cactu ~ x . w o n ~ y Coohnlee orow

-

on oon8roto.

(15)

uu , - u .

+

d o l Butfiiao (Am), Aoido Indalac6tioo (AIAI y lllucitoquiafia, K i a o t l

m

(it) o diforontom oonaontraoionem.

Lir rolaoibn coa 01 oetudio do 10 e i t w c i & ocolb@aa aotuol do l a krreaoa da k t r t i t l h ~ , Hidalso, 80 han hocho estudioii mobro l a vo-

gotaci& e r t t e n t o (If.$. nejoradi,

1978)

(0. 0. aaldorba, 1980). E l

-

promonto trabajo potondo onfeoar

d m

onto oetudto hacia 1. poblacibn

d. 18 W p O b QUO p?OtOadO p r O p ( r A r , -OO.? mu&-, on #u hib&

tot n a t u r a .

oBJS2IVOS PAñTICU&4RE8 1

1.- S h b o r a c i b a do un e6todo d i d h t i c o mabro e l o u l t i r o do tojibom ve-

* W gotalom plra consulta do gonoriaionom yootariorum.

i*

2.- Emtudio do

le

aitumcibn ocolbgica dm

la

ñarruaa do ktstitl&,

E$

b l g o eoeo un eJorplo do o o w i m k u perturbmi. por l a mobro~ol.cto

(16)

M4<naUL*

USTODO8

Y TECMICM:

I.- 80~i.t& Btblioir r i f i c a

1.- Para preparaoión de amdim do cultivo.

2.- Para p o p r a c i 6 n de s e i i l l a i p r a sembrar.

30- Para preparación do c a l l o s pnra trlsplantar.

4.-

Para preparacibn de merhtemom para cultivar. 5.- CODO guía para l a interpretación de r e a u l t a d u .

6.- Para e1 eitudio de l a iituacibn ecoi6gica de l a Barranoa do MotstA

.

tl&.

111 11.- i n v o i t i a a c i 6 ~ do Camw

I *

1.- D W C I i P O I G L Q o e a i f i c a de l a Zona de k t u d i a :

k < u ü u c i b n

& &

üarranoa

&

n e t s t i t l &

So& U. Sinckos Hejorada

(19781,

l a Barrama do Bhtstitlb OB-

t i situada om l a p r t o oentral d e l Eatado do Hidel60 y abarca una do--

prod611 amplia y profunda ontro l a Siorra do Paobuca y l a Siorra do %%

cualti*. Por i o fondo i e oncau~nn la s agua. del

Río

Orando o de

---

I(.tatitl&, que iigru. UM dirocoi& general del Sur Buroite a l N o r - M o r ~

oste, formando UM vega f6rtil.

El

aocoio a l a porci& modia de l a

BE

r r w a e8 por

la

Carrotora Federal No.

85

dosde l a Ciudad de H6rico

--

h i t a Pachuoa, de a l l í por l a Carretera I'odual MOO 105 quo crus. l a

-

Barrrnoa para dupu6s l l e g a r a !hcualtip&,

Melange,

Xuejutla y Tanto-

yuca, donde ontronoa con l a carretera T I I X ~ M - T N ~ ~ O O .

lm

1 I'

Ir

carretore crus. e1

Ria

ü e t s t i t l h en e l poblado de Acalmo y

pasando 0 1 d o , ae d e i v í a una carretora estatal p a v i r n k d c que o i g u i o ~

do la vega conduoo a l poblado de M o t s t i t l h i un camino de terraasria

-

mime h u t a 01 poblado de San Criritóbal.

Ir

Carretera Foderal No. 105 parte de Paehwa, y con rumbo g o o

ral h c i r e1 k t e - l o r u t . i e eleva p r a oruzar l a Siorra de PaChUCA en

01 lugar l l a m d o " C u a s .&eudai", COCO. de Boa1 d e l Hmnto.

Do

a p a i

-

t o r ma direaoibn a1 Moreste, b a s p r e c i p i t a d a r b e hasta e 1 poblado

-

de O m i t l h y, son l a miirni diroccibn genoral i i y e bajando haota e l

Ca

i n o h o , dondo cambia a l Norte y d e s p u b hacia e1 Y o r w i t e para l l e g a r

a Atotonilco e1 Qrindo, a 2,136 metros de altitud1 pasa p o r Lagunillas

(17)
(18)

r r o Colerado y d r p u & d r c i e n d e bruacamonte a l a Barranca de Uotmti--

tlkr,

cruzando 0 1 río on 0 1 puente de Acaloi..

l u r t r a SOM de oatudio est6 en l a carretera estatal que s i y o por l a vega .obro l a margen dorecha del r í o b a t a la poblaaibn de Mot=

titl&n,,p.aando por le caeoríos do Vigo, BUOM V h k ,

Carrisal,

Ban

-

Podro T l r t o i l c o , Troa Cruaw, k

Pail.,

E l S a i i t r o y Tecrui (Vbiso 0 1

mapi l o . 1).

80 procodib a d o n b a toair loa eiguiantos dataa .obre l a B a r r a ca do lktrtitlhi

CLIMA

En gonoral, e l c l í r do l a Barranca do M e t s t i t l h 00 Seco 8 0 n L

ail.f.de. So ~ t a c i ó n m & i aeca 00 en invíorno. Loa m60a on quo rocibe l a myor cantidad do precipitación son de juU'o a aeptiembn (Gild. O.,

ig80), miondo oat. bpoaa

in

más caiurma con una toaiporatura n á r i u

--

promedio de s p r o x i r d u e n t o 31% y poca m c i i a c i ó n entre l a s temporat&

proaenti antom d e l a o l a t i c i o de verano

(E.

66nch.s Mojerada,

1978).

-

.

1*

Jii

~ M I U ~ H aiondo bata. entre 18% y 22C. E l ~ U E in& calionto eo

E l c l i a de l a región de Wotstitlhn ea irido y oxtroaooo. k

-

precipitacibn pluvial do l a rogión en p r o r d i o oa de 427.4 EB y " l a

--

evaporación anual fluctha entra los 1713 nm y loa 2 078 nn" (S&cher

-

U., 1978). Coa0 s e

modo ver oa

muy

a l t o .

E l p r o r d i o p i r a W t s t i t l h 00th dado en 1715 ma.

''17

<I"

Entre otros factmes que han t r d d e como aonsecuencia e i clima

&ido de l a rogión do Uetmtibl&n, adomha do l m ante. mencionadip. oat&:

k profundidad que tiono l a caEada, mu poaici6n porpondiculu a

lri VbntO. dominintei, Ya quo &stoa Ú1ti.M son hÚMd06 g provionon

-

d o l Oolfo do übxice, tienen UM velocidad media de 4 m/sog. Adomi.,

-

los a w l w de eata región no rotionon l a h u r d a d , l a rogión rocibo 11p.

f W r t 0 cantidad de iiuolacibn anual, a a u a b e t a do

ovaporacióa y una baja humodad atmosf6rica (Slnchrz Mejarada,

1978).

tan a l t o grado do

Cabe aclarar quo " l o toda l a vega oath aujota a l m i s m o tipo do i e q u h " ( S b c h o z Mejorad.,

1978)

ya que, debide a l a orisnkaci&i

lad.*aa y a1 efocto de eibalao, se iuacitan taiPbi¿n r n i c r o c l i r s an al-

gUMa gartea de l a Barranca.

(19)

la

aona O#CO6ida para e l promento trabajo om la do Voordom, ya

quo on o l l a 00 ha oncontrado 01 índice m&m a l t o do l a poblaci6n do

n i i o j i t w m , nombro que mo ha asignado a Conhalecrrou m o n l l i o Cactacoae,

planta on l a cual hemom t o v d o e s p c i a l intor&o dobido a quo om una do

lam ompoíos on p l í g r o do oxtincián y do l a cual hablarómom con

d m

d z tail.. pomtorisrrnto.

--

L.

8 O M de Venadom tione

le

8igUiOnte fkriUla Cliii.tOl¿giCa:

W

h

W" ( w ) (O) g que n a ~ indio. un C l i U m.00 momic&lido (88) COMO 01

dol to& ia barranca on genoral, ou temporrrtura w d i a ama1 o. do 2O%, t i e m rógiwa do lluilam en verano (w). e1 clima os oxtroiomo (o) y l a r r a h a do l a tompratura os do tipogaagom. E l clima do l a zonm do Vo* dem d i f i e r e dol do l a 20- do Xotatitl& en genoral en cuanto a l a

m c i l a o í 6 n do tompraturai r d k s mwauales,

la

cual ostd ontre

9

y

7-

.C on Voordom y e l grado do arid08 em m u p r i o r a 22.9 en eeta zona,

--

d o n t r u , quo on Uotatitl& e l grado do u i d o a em

inferior

a o o t a oifra

(a.

Sinchos Uejorada,

1978),

dado que e l índico do ovaporaci& anual

-

-

'3

On N t A a ü M 0s de 1920 ( V h M O g&ffCa# 1 y 2 mobro C l i U i ) .

HIDROLOOXA

E1 S o )Iotititl& p r t e n e c o a le V u t i o n t o de1 Golfo do Uóxico. ]En 1. parto baja do l a

Cuonca

del a 0 Uetatitlhn oe encuentra l a

Ba---

r r w a de Uetatitl&. E l

Río

U e t z t i t l b tione forma alargada y om

p-:

to do l a cuenca dol B i o P&nuco, tieno UIU longitud aproxiuda do 110

-

lu y mido 26 motroo do ancho on promedio. Su diroccibn gonsral 04 de

dl1e.m.

'3

.a

Ii

k p ~ do Uotrtitl& o6 una reprooa produoto do un domliaa--

mionto toctóníco intoiuo eobro e l locho dol r i o on 01 lugar l l a u d o

E1

h b l 6 n . Eok l a p o r alcansó a ocupar 17 I[. de longitud por aproximad5 monte 2 XB de anaho on un principio p r o dompuh 80 conmtruyeron do.

-

tunoleo quo l a domagurn on l a actualidad, de manora quo

el

n i v e l d o l

-

agua do l a iaguuiu meoncuontrr p n o r a l i s n t e a 1 2 3 3 m.8.n.s.

(a.

S(tichos UoJorada, 1978).

La Vega, 0rient.d. do 88E a IURT, puedo dolimitarm conoiduando

CORO su principio 0 1 punto l i a n d o Vonadom, .OM en dondo roalisiiom

-

n u u t r o ootudio, mltuado a 20. 280 de l a t i t u d 1 J

98.

42, do longitud

(20)
(21)
(22)
(23)

'3

3.57&*

0.037%

(24)

100.0 aL.

19.0 El. 10.0 al. l0.O

a.

5.0 DA.

2.0

El.

10.0 i1. 0.5

d.

0.5

ml.

0.1 Bl.

30.0

e.

kmnoiCplkdlogacnrtirrpcitlrrwv

80 o s l a r l d prlwro

la

oaatidad do hwi- quo 80 dbawba u t l l l -

80 oiabar6 un

oaidro

OM

lu

d l f o r s n t r conorntraoieara de h o r q

a m .

aa quo rno

lben

s p r o b u ooa 01 objbto do ver ouhl

ora

l a mia adoorda

para o1 o n o U e a t o y .popigaotbo de l m plaat. e p r t l r db oiliorn.

A aurtiauaoióa a0 doaoribk& dotal&d.~*nto l o a o&iouloa of--

t p r d u p r a l a o h b o r . o i k do uno aoráo do l¿ taatoml8ntos o011 2

hwia

an#: Kliutim

(K)

y ioido 2 , ~ - D ~ l o r o f o n o x i n a ~ t i 6 0 (2.4-O). Do bata

-

mmrm protbnda o u i p l l r uno do objotávw partieubirea o011 f i a o a

--

(25)

C&lculr p r a

loa

1Pntaaiomtom o m XIllETZNA

(101

10

w./l.:

ai5,aa

-

in

0.010-

x

X I 4.69 X

loo5

Se ub. y* l a wS.ri6.Q de l m 0.010 4. de

klmetiiu,

ebwa

u

b d n

e U e u l r

p i r a mabor o u l o t u

mililitrw

do 0 . b conaoahracibn

eo

o m o r i t a n pmri obtmner l a nelaridad dada.

-5

lo I

4.65

X 10

k

a3

.xw.

‘%

a,*

x 8 l 0

8 l . t.

Doe p *do I

x

x

D l .

-

?87.46ks

x

10-1

=

4.65

x

10-5

x

a3.33

loA

(26)
(27)
(28)
(29)
(30)

"3

(31)
(32)
(33)
(34)

y--- - 1

(35)
(36)

TAMILIA

TAHILIA

TAnILxA

TANILIA

FANILXA

FAHIZU

T A ü U A

(37)
(38)
(39)
(40)
(41)
(42)
(43)
(44)

t

4

P

2

.I

$

(45)

,/

.ab .sr/

. O 3

.a

(46)
(47)
(48)

. , ,. ,..,.

.

. .. . ...~--, ....,

,-._ .<

... , . . .... .,

.

..

(49)

_1 '11

Qr&flaa

No.

7

I Aurnto on V ú u r n P n i o d i o

do

los

~ n d í v l d U M ,

(50)

'I],

.J

3

k

(51)
(52)

Lg c a U w obtenidos c o z ~ ~ u ~ n todo 0 1 medio de C U l t i T O en

57

d&

M.

t

-

6

mg./i.,

2,4-D

En

o l l a ee puode a p o c í a r 01 o o l o r v o z

do d.

l a

o m i l m , s e a a l ¿st. de

l a planta, ya que &t. a h fotoeintotisa. So p e d e v e r ta1bi6n cl8ra- arat. quo

la

planta efectfia intercambio gaseoso por l a presencia do go

t í t u on e 1 f r M C 0 . Esto se dobe a que e l frasco no e s t i tapado h e r -

ticamento.

La

figura No.

8

mueatra e l resultado do uno de l o s tratamientoel

d e a d i f o r O n c í ~ í & ~ 6 1 0 p u c í . 1 60

6

mg./l.

N6toso taEbi6n que* a l i g o t u e l modio, como se puede apreciar

en e1 fruto d e l contro hay U M ~ pequeflril manchas caf6s, e e ü i l 6sti do

quo l a planta DO e n p b u i e o c u y urge cambiarla de medio de cultivo

con 01 objeto de que ¿ata no muera

'I

rig.

8.-

Cephalocerew s e n i l i a

,

bajo tratamiento: ¡C=6~./1* 2,4-D=6mg./l. N6teeo e l tamiflo alcanzado por e l c a l l o después do

57

d h s

a p a r t í r de l a fecha d e l trasplante.

-

k figura lo. 9 muefitra, en e l extreso izquierdo, a Caphaloca--

En

-

-

r e m s e n i l í e bajo e l mismo tratamiento:

K=6w./l.,

2,4-D=6eg./l.

efite caso l a planta no ha podido efectuar e l intercambio gaeeoso ya que e l tubo en e l que Be encuentra está herméticamente cerrado, además no

(53)

t r u p l a n t a d a a otro medio después de

45

d b s apart* de l a fecha d e l

-

trasplnnto, ya que su parte inferícr mmtraba mrnchur café8 qw -diez ban que l a planta se empeaaba a 6 e C U .

Elsegiindo tubo (de izquierda a derecha) muestra a Ceirhalooereiu En esta s e n i l l . bajo un'tratnmiento de K I 10 mg./l.,

2,4-D

=

2 -./l.

CMO se puede a p e c i a r 1. velocidad con que l a planta c o n i u w 1 0 me---

dio cultivo. Su coloración es verde c l a r o

en

l a parte superior, con

-

diaiinutnm espinas biancm, l a parte c e n t r a l tiene un color verde into= so J

la

parte inferiar adquiri6 U M tonalldad clara. También se pue- de apreciar en e l centro una mancha café, seilal ésta de que l a planta debe s e r trasplantada a un W ~ I O medio de cultivo.

Fig.

9.-

De

izquierda a derecha: Cephalocereus e e n i l i s b a j o trotamie=

to: K I

6mg./l.,

2.4-D

=

6

eg./l.l Cephalocereus seniiis b a j o trata---

miento:

K

=

10 Eg./l.,

2.4-D

=

2 mg./l.l Echinocactw nrueonii bajo

--

tratamiento:

K

o

4

mg./l.,

2.4-D

E

O

mg./l.; Echinocactus nrusonii b a

j o tratamiento: S i b hormonas.

Se probaron tratamientos de Cephaiocereua e e n i l í s con Kine tina solamente pero M todos l o s casos l a planta 13e secó.

Trabajo de Lsboratbrio: Echinocactus nrueonii

(54)

loe t r a t a m b n t w con Kinetins

(K)

.olamente, d a d o como resultado e l

-

.

origen

de brote. en e 1 c a l l o ( f i g . No. 10).

T a m b i h M obmrró QUO 1~ p l i n t c t l u que me dejaban

en medio.

-

de cultivo ain hormona., d w p h de 30 dim a p r t i r &e l a fecha da l a a i r s b r a , oattiliabui y ae originaba un c a n o

(Pa.

NO.

9).

Fig. 10.- Echinocactucl arusonii b a j o tratamiento:

K

=

10 mg./l.,

2,4-D=

O ag.B., e1 c a l l o a e ha cubierto da brotes, su coloraci& e. verde

--

c l a r a , no c o l l ~ u ~ b e l medio con tanta rapides como en loa o t r w caeos. Tampoco aumentd de tamaao tan rápido coco los otros CMOIS.

Los

tratamientos con cmbinacionea de Kinetina y A.N.A., A.I.B.,

A.I.A. provocáron reaccione. de oxídaclbn en todas l~ plantan experi- mentada.

,

tanto Cephalocereua s e n i l l s como Echinocactus prusoníi, cau- sando a s í l a muerte inmediata de l~ misEas.

En

ningún aaao tanto de Ceohalocereua s e n i l i e como de Echinocaá-

(55)
(56)

nientra Helia

Bravo

E.

(1978)

declara on su

libro

"IM

Cactbean de

-

M¿xfcen a l dscrcribir a CeDImlwerecis nenílias

*La

polinixación l a ha--

c m algunca nurai&l.gom*.

Por

l o tanto, d . s p & n de aonsultar entu,

--

f w n t e e bibliogr&ficrn he llegado a l a o o ~ l ~ í & de quo p o b a b l w e n t e

Co~h.locero~rr n o n i l b mea poliníaido p o r alguni. especie de alO8sOPhaR~.

-

Fie.

11.- Cephalworeus s e n i l í a , i n d i v i d u o Joven,, se desarrolla b a j o l a

+%esE.ladora. Nótese l o e n c a r p o

(57)

Lm

o w t r e p r o o o m r 4 m iiporturtoe do i n t o r a o o i h quo contri% CrocinL.nto, oamblo rogom&

yea a l domarrolle do

u

c a l l o t f p l c o mont

r e , difor.noiaai& y p t r b n do fornacibn.

+-

a n t r o dol patrón tiploo dol ourmo do d o a u r o l l o d o l oallo tk. do un f r a g w n t o do tojido me p o d o d i v i d i r en trom o t a p u i 1-0-

o i k , dírLt6a y d i f o r o n c i & c i h . E a t w poooeom do domarrollo so

pue-

don c a r a o t o r i a u por c a i b i w OB 01

t-ao

do l a

mami.

do lam o b i u l u

do l a o o l o n b

.iIf

00.0 on Ir omtniotura y on toda l a o o n d i o i h n t a b b U o i dol to jido.

1%

hiwro

L j UD. famo d. i n d U ü ü i & durant.

Ir

Cual X U C b l U l U

-

mo poparm prm dividirme, mo activa 0 1 iotabeltmmo

poro

01 tamaño do

XU cóluima piruiuoo oonmtanto y om par o i & o quo, a mimplo vimta, om-

ai fama «I ioaonmpiou.

f h i o e fi.iológio0 do lam e 6 l w l u on o1 t n s p l & n t o ánioial y oon lu oondioioiom do c u l t i v o ompio&dam. A omta f u o 1 0 miguo

una

f u o do

--

afntomim & ~ t i r a y 0 1

inioio

do l a di.miauoi& dol orocinionto do lu

-

oóiulam por l a oourronoia do divisionom on lam c a p e porifbricas do

--

l a p l h t u k trupi&ntada. üuranto omta f u o oaurro un rosromo p r w o - a i r 0 h o i a

un

omtado iorimt«s&tico

o

de t i n r a ( d w d i f o r e a o i a o i h ) on l a o r o g l a n u oxtorma d o l c a l l o , remultando l a formad& do un patrbn do orociiionto p r r t í o u l u . E l ramso d i a t i n t i r o do omta f u o om quo 1.

divimi&

k

?omoltado por todam lam rogionem oxtorium dol o a l l o dojan-

do un jmquoño oontro dontro

& e l

cual hay o b l u l u sin d i v i d i r . Won--

t i i a l i u t e

la

formaai& do ostructurmm dlforonct.dam (difOmB.i80ih

--

eigne a

i w

cubiom rogroeivom y me I n i c i a un nuoro ourmo de d O a i r r b -

lie.

(Stroot,

1977).

k

duración

do omta famo ruta con 01 ostado

1

E1 poooato trabajo o b t u ~ o corn@ roeultado d w do lu trom ata--

p u ant06 monoioaada~ do1 ourmo do domarrollo d o l oallo. amto proba--

b l o w n t o 00 doba a quo 01 &cid0 ~ , ~ - D ~ l o r o f o n ~ a a b t l c e a l w n i r o l n

do trataiionto o r p r i u n t a d o m haya

inhibido

l a mwfogóaoaim (V.H.

Chi-

vos.

ooiriioaoién

pormonai).

80 mugioro 6 0 &m oitooininao piudoa r o m u l t u iiportantom on O

01 o o n t n l do l a forma do l a e plantam, a a l come on l a dirimibn c e l u l u

(58)

.-

r d k n t o un c a b l e on l a coniorm~cidn p o t b i c a de

lns

a b a o oauosndo

igrandiaf.nto da l a s obiuias y pomterioroitnto l a d l v b l k o o l u l u .

n i

i a i o i o

do k dlvloión on

las

c a w extariorom d o l tojido o0

r o l a c i m a oon

una

oantidad do f a o t r e o quo iatoraot6ia, inoluyondo l a

roopuomta a l a horída en l a o u p r f i c i o oortida da 1i planta.

a) M&s d b p o n i b l l i d a d do orágono. b)

o ) d )

Entro

--

ollw r t t i :

D.opod&míonto

d.

rápido do Coz

I ~ c r o m n t o do la di.ponib1lld.d de nrtríontoo Wboraclba d m r&pldA do un í n h í b í d r v o l & t i l

( I o w u L D i ~ í d . ~ , 1971,

.

tadon on Stroot,

1976).

I

C.nonf*t

qrna

en$&& oígui6 01 p t r b do aroo&míoatm dooorito

a n t o r i r r i t o , d n OibUgO, no alcansb i drdífer.noíu?oo t O t d M S b

-

ya quo, 0-0

u

i r i o s t r i on l a flbpri

8,

01 o i l 1 0 aún oonmomn ou aapa-.

o í d i d p r i ofoottur l a f o t w i n t o ~ i o . &to t a l VOL 00 dobo i lu homo

do o x p o a i o l h

a

l a loc.

Lr

trataaiuitom h W i 0 i u l r 000. I

K*r/l.(2,4-D4e./l

1 I(

=

8 a . D .

2,- .I

4.a.fi.t

coablnaoicnoo do o í t w i a i u o cea A ~ i i . 1 . ~

Aden., A.1.A. r r u l t i r o n oor dailinoo p r a las plantas y t a l vos o.

-

doba a o110 qui l i e plriatu l i b r h a n o o r p u r t r poUfon6iicom, quo h a

biora roaaol.irs do u l d a o l h y f i n a l m a t o

murkbran.

lbtam oubotanaiao

propla u i t l b i o s l do l a planta.

@ O @ m m m t O

aetturm

Q-0 rompcreot~ a un M d i O adTOr#O p P O T n u i b 0 li -.

1

l o #o lo& 01 uiraisamlonto do In o a l l w on ninguno do I r o s

a r oxporFwntadr dobido probablornto i l a p r o p o r e i b do hoeionam on

ton,

u

doair, u1 huir do oxporilurtar t r a t a d o a t o o ooa mayor a a a t L - dad do oitwi.isio quo do o u r l n u o0 pruoba

une

mjor proparoiba do $E

t u

ú i t i u o oon r o o p a t o a iu primorao, q u i d o0 puada # b t o a u l a di-. f o r o a o i a o i ~ do l a planta dosoadn, como ougioro Yomor

(1976).

1- d i f e r o n t r 0.rbiaaoionw dO i e d 0 qUO 0 1 1M 0Mtid.d.S invlor-

P Y

en

lado h r o o t h

(1977)

hn

roport.de

la

o b t o n o i h do

rd--

oom on oriot~ooas bajo t r i t u l o n t o o oon iltu conoontra~ioaoo do auxí--

M o

(64

qt./l.).

lo

oo pudo r o a l i s u 01 p r o n t o trabajo oon tma AL-

(59)

80~1 y , por tanto, don muy caree1 do mnora quo, por

e l

momento, no 0.

r o o o a o ~ d i b l e proper .etas plmntae por medí- aono b t o , a menoe quo

eo l a t o n t i r a extraer las hormona. r e ~ ( e t a l e e en itbrrfce.

Rompeoto a l reeultado obaerrado on e l a m o do

t b r - Y +

a

bajo e1 tratamíente n i n horiiOIIM, bato ee dobo probablo.rto a quo

alguna do lam v i b u i n i a dol r d l o , probablomOüte 1. t i r d i u - ñ o i í ~ í o t o r

Loyolar, comunlo&dbn pormoail), aotbi aobre l o a n l r o l o i do Klnotlna

--

propia do l a planta.

L.

hOrieM promove l a d l r i i l b n c o l u l u d o l to-

j l d o r r l e t a i l t l c e do l a p l h t u l a a UM rolooidad elerada, do aamra

-

que, l e i o ¿ l u l u opid&rmlou (d1foronCiad.s) do l a planta ne piedon -0

moguir omto ritmo do d l r l e l b n oo1u.ul.r y 0. dobldo a o i l 0 quo l a pl&t&

la

teriisr por omtallu y dar origon a un anllo.

1

E l tratailento oon f

=

10 ~6.0, 2 , k D

=

-./l. d l 6 buen roiuA tad., J. quo me or%gla&ron bastante. brotoa on e l malla, por l e que me p o d e ror quo no u noouarlo 01 2,4-0 a n í n g u v oencoitr.o16ii, a d l f r

n ~ i . do C.

a

ouyo t r a t a d o n t o oon

2,4-D

om nooemarlo aunquo

-

hora tunda &to n UM m b i u aonoontrioibn pmra o r i t a r la i o r t m do

-

l a planta. tste d e n i r t r a quo l a s diforontoi trata8íentoe oon hormD--

m e a que eo i o r t e n la. plantam dan romultadw dfforontoa en oada 0.0

v o i r b a j o orp.rL.ntaal&.

Adom&, ~ I d l f e r o n o i n J on oetabllSdad y a d a p t a b l l l d d a u d i w

domfaruablem eo d m dobido a

aallw

dorlvadw do .atados j u v o n i l r y

r d u r u . ($tout. ~ y e r L B r i t t ,

i969*

Pobbiiu b H u r o y , 1970, c i t n d w 1

,

M Iltroet,

1977).

k

r u p u o a t a quo UM parto r e s o t a l o plant. db a o b r k a u k t y In--

a h d e l o r o o ~ n t o puodo variar e o g h i n oep.cle y l a variedad.

cluao una v u l o d ~ d dekrainadn puodo roepondor do maaora d i f e r a t o en

c o n d i c i o a r aubientalom dietintam (Robort J. Ioaror,

1976).

&a dlforoiai.m om l w roeultadoa do t r a h j m roal.tadom en va-

ri.dadom í g u r l r m me pueden dar dobído a r u i a c i o n r oa

loa

omtadu #i-

m1elkis.l

o

do demarrollo do l a planta u t i l i s a d a on cada

uno

do l o a

-

o x p r i . o a t r , d f f o r e i o i n on l~ c o d l i o ~ o n u ~ b i e n t a l e e on quo orooe -di planta y dlforenciia on 01 eitado n u t r l a l w v l y 1. abmorol6n y

--

(60)

l m fluotuurtes do lam plank. on diforon0.s e t a p a 5 b i O l b g i C U ~ as& 0-0 81 8OdO eII QUO C.d. 6UbDtUACb Mt-1 d0 orO8ídOnte b t 0 F W t b

o m lam s u b s t u w i u aplicadas.

Do M O . O ~ que oioopro se van a encontrar orcepcienes dobido

a

-

1w ofoctm on k s plantam do un regulador d e l c r o c i d e r t e a i tratar

-

do oat.blo.oo

u.

r e g l a generill r e l a t i v a a l o a efootom en la6 p l a n t u de

un

rogulidor de1 arecimiento.

Cabe aolarar adomis que e l material usado en 03. prosonto oxp.r&

r n t o 00 obtuvo @partir de e e a i l i a s y 0s por asta ras& quo liri g r i f i -

0.0 i u o e t n i valoros bptipao J i í n i r a a l 0 j . d o i del valor prcaedio on

(61)

Figure

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Referencias

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