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Meios de obtenção de prova no âmbito das medidas cautelares e de polícia

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Academic year: 2021

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Meios de Obtenção de Prova

no Âmbito das Medidas

Cautelares ede Polícia

2017'

2ª Edição

Paulo Alexandre Fernandes Soares

Profissional da Polícia de Segurança Pública

Mestre em Ciências Jurídico-Forenses

\TIX

ALMEDINA

(2)

MEIOS DE OBTENÇÃO DE PROVA

NO ÂMBITO DAS MEDIDAS CAUTELARES E DE POLÍCIA 11 Edição: Setembro, 2014

AUTOR

Paulo Alexandre Fernandes Soares

EDITOR

EDIÇÕES ALMEDINA, S.A. Rua Fernandes Tomás, nOs 76, 78, 80 3000-167 Coimbra Te!.: 239 851 904 . Fax: 239 851 901 www.almedina.net·[email protected] DESIGN DE CAPA FBA. PRÉ-IMPRESSÃO

EDIÇÕES ALMEDINA, S.A.

IMPRESSÃO E ACABAMENTO Vasp DPS Julho, 2017 DEPÓSITO LEGAL .p868'i 7 '

Apesar do cuidado e rigor colocados na elaboração da presente obra, devem os diplomas legais dela constantes ser sempre objecto de confirmação com as publicações oflciais.

Toda a reprodução desta obra, por fotocópia ou outro qualquer processo, sem prévia autorização escrita do Editor, é ilícita e passível de procedimento judicial contra o infractor.

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I

GRUPOALMEDINA

ALMEDINA

BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL - CATALOGAÇAo NA PUBLlCAÇAo

SOARES, Paulo Alexandre Fernandes Meios de obtenção de prova no âmbito das

medidas cautelares e de polícia. -2' ed. - (Monografias) ISBN 978-972-40-7068-1

(3)

íNDICE GERAL

RESUMO/ ABSTRACT 15

RELAÇÃO DE SIGLAS E ABREVIATURAS 19

INTRODUÇÃO 23

CAPÍTULO 1 - A POLÍCIA 27

1.1. Evolução do Conceito de Polícia 25 1.2. Conceito de Polícia no Ordenamento jurídico Nacional 30 1.2.1. Sentido material e institucional de polícia 32

1.2.1.1. Sentido material 32

1.2.1.2. Sentido institucional 36 1.3. Conceito Constitucional de Polícia 38

1.3.1. Fins da actividade policial 38

1.3.1.1. Defesa da legalidade democrática 39

1.3.1.2. Garantia da segurança interna 39

1.3.1.3. Defesa dos direitos dos cidadãos 41

1.3.1.4. Manutenção da "ordem pública" 42

1.3.2. Modalidades de polícia 43

1.4. Funções de Polícia 45

1.4.1. Introdução 45

1.4.2. Função de prevenção criminal 46 1.4.2.1. O princípio da oportunidade na prevenção

do perigo 49

1.4.2.2. As acções de prevenção criminal no ordenamento

jurídico nacional 51

303 STJ00105015

(4)

ÍNDICE

1.4.3. Função de investigação criminal 56 1.4.4. A fronteira entre prevenção e investigação criminal 59

1.4.5. Medidas de dupla função 64

1.5. A Polícia no Processo Penal 66 1.5.1. A sua competência no âmbito do Processo Penal 71 1.5.2. Delegação de competências 76 1.5.2.1. Considerações finais 82

CAPÍTULO 2 - MEDIDAS CAUTELARES E DE POLÍCIA 85 2.1. Constitucionalidade das Medidas de Polícia 85 2.1.1. Manifestação do princípio da tipicidade nas medidas

de polícia 88

2.1.2. Medidas de polícia e uso de meios coercivos 90 2.2. Medidas de Polícia Cautelares no Processo Penal 92 2.2.1. Natureza das medidas cautelares e de polícia 94

CAPÍTULO 3 - A PROVA PENAL 97

3.1. Noção e Âmbito 97

3.2. Métodos Proibidos de Prova 101

3.3. Efeitos da Prova Proibida 106

3.3.1. Doutrina do "efeito à distância" ou da eficácia longínqua 114 3.4. Meios de Obtenção de Prova 122

CAPÍTULO 4 - MEIOS DE OBTENÇÃO DE PROVA

NO ÂMBITO DAS MEDIDAS CAUTELARES E DE POLÍCIA 125

4.1. Introdução 125

4.2. Comunicação da Notícia do Crime 126

4.2.1. A notícia do crime 126

4.2.2. A comunicação 127

4.2.3. O prazo 129

4.3. Providências Cautelares 131

4.3.1. Actos imediatos e urgentes para salvaguarda dos meios

de prova 131

4.3.2. Conservação e exame dos vestígios 133

(5)

íNDICE

aI 56 4.3.2.2. Preservação cautelar dos vestígios 138 investigação criminal 59 4.3.3. Recolha de informações 144

64 4.3.3.1. Informações junto dos suspeitos - das conversas

66 informais 144

do Processo Penal 71 4.3,4. Apreensões cautelares e sua conservação 149 76 4.3.4.1. Validação das apreensões 153

82 4.3.4.2. Forma de validação 156

4.3.4.3. Consequências da omissão de validação 157 A.RES E DE POLÍCIA 85 4.3.5. Apreensões de correspondência 159 las de Polícia 85 4.4. Identificação e Solicitação de Informações 166

ipicidade nas medidas 4.4.1. Introdução 166

88 4.4.2. Lei nº 5/95, de 21 de Fevereiro 167 !ios coercivos 90 4.4.3. Pressupostos da identificação 170 no Processo Penal 92 4.4.4. Procedimento e meios de identificação 176 'es e de polícia 94 4.4.5. Identificação coactiva 178

4.4.6. Recusa da identificação de suspeito da prática de crime 181 97 4.4.7. Procedimento de identificação do autor

97 de uma contra-ordenação 186

101 4.4.8. Identificação preventiva de suspeitos 194 106 4.5. Revistas e Buscas Cautelares 201 ou da eficácia longínqua 114 4.5.1. Introdução 201 122 4.5.2. Revistas e buscas não domiciliárias 202

4.5.2.1. As revistas 203

:ÃODEPROVA 4.5.2.2. As buscas não domiciliárias 206

~LARES E DE POLÍCIA 125 4.5.3. Revistas e buscas cautelares 208

125 4.5.3.1. A validação 211

ime 126 4.5.4. Revistas e buscas de carácter preventivo 213 126 4.5.5. Revistas e buscas de natureza excepcional 220 127 4.5.5.1. Buscas domiciliárias 232

129 4.5.5.1.1. Buscas "online" 237

131 4.5.5.2. A entrada no domicílio 238 'a salvaguarda dos meios 4.5.5.3. Buscas domiciliárias de natureza excepcional 241 131 4.5.6. Conhecimentos fortuitos 249

gios 133 4.6. Localização Celular 261

134 4.6.1. Introdução 261

305 STJ00105015

(6)

ÍNDICE

4.6.2. Regime geral da localização celular 264 4.6.2.1. Direitos fundamentais violados pela localização

celular 265

4.6.3. Âmbito de aplicação da medida 269 4.6.3.1. Conservação de dados de localização celular 271 4.6.4. Localização celular de âmbito cautelar 276

4.7. O Relatório 281

CONCLUSÃO 283

BIBLIOGRAFIA 291

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