Taller de redacción II coord. Celina Leal de Rodríguez... [et al.]

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1 0 2 0 1 1 5 3 3 8

1

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i g ^ . 0.' >Mle

w O o.

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TALLER DE REDACCION I I .

Coordinadoras.

C e l i n a Leal de Rodríguez. Diana A. Guerra de Muzza.

Elsa P a t r i c i a de l a Garza de Sáenz. P a t r i c i a I . Barranco de González.

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(4)

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TALLER DE REDACCION I I .

Coordinadoras.

C e l i n a Leal de Rodríguez. Diana A. Guerra de Muzza.

Elsa P a t r i c i a de l a Garza de Sáenz. P a t r i c i a I . Barranco de González.

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(5)

P G M H \ °

FONDO UNIVERSITARIO

INDICE DE UNIDADES.

PAG.

UNIDAD I . 1

UNIDAD I I . X I

UNIDAD I I I . X I 1 1

UNIDAD IV. x v

UNIDAD V. XIX

UNIDAD V I . X X I

UNIDAD V I I . X X I I Í

(6)

INTRODUCCION.

¿ES UTIL NUESTRO LENGUAJE?

Dentro de nuestro t a l l e r , el lenguaje está considerado como una herramienta; con e l l a fabricamos y perfeccionamos -ideas y métodos de t r a b a j o necesarios para c o n v i v i r con nuest r o s semejannuestes. Esnuestamos consciennuestes de que el lenguaje es ú t i l también como medio de expresión de sentimientos y v i v e n -cias .

Ahora b i e n , ¿sería p o s i b l e que una persona s u b s i s t i e r a dentro de una sociedad s i n e x t e r i o r i z a r jamás una idea o un afecto? Sicológicamente esto es imposible. El lenguaje es -una forma de e x p r e s i ó n ; y el hombre es un ser e x p r e s i v o , crea^ t i v o por e x c e l e n c i a .

Pero, ¿respetamos l a expresión de los demás? Hay que r e cordar que el lenguaje no se puede emplear en forma a r b i t r a -r i a ; hay -reglas y usos que, como las leyes que p-rotegen a los ciudadanos en nuestro p a í s , l i m i t a n , s i n r e s t r i n g i r , l a l i b e r tad de expresión a l a que todos tenemos derecho. Con ayuda de esas reglas podemos comprender o t r o s t e x t o s , o p i n a r , conocer y expresar nuestras ideas.

Y no sólo podemos expresar nuestras i d e a s , sino que tam-bién el lenguaje c o n t r i b u y e a l a l i b e r a c i ó n s o c i a l del indivj^ dúo ayudándolo a s a l i r de su c í r c u l o , de su medio, de su b a -r -r i o , i n t e g -r á n d o l o a un mundo más amplio.

Actuemos pues, abriendo nuestro propio camino y el de -nuestros semejantes, expresándonos con p r e c i s i ó n y responsabi^ Tizándonos a l a superación día con d í a .

(7)

PAG.

INTRODUCCION.

:AP.

LOS GRAMEMAS VERBALES.

El gramema de tiempo. El gramema de persona. El gramema de modo. El gra mema de número.

I I CONCEPTO SEMANTICO DEL VERBO. 17

Verbos t r a n s i t i v o s . Verbos I n t r a n s i t i vos. Verbos R e f l e x i v o s . Verbos -Recíprocos. Verbos C o p u l a t i v o s . Ver bos A u x i l i a r e s .

I I I PALABRAS Y COMBINACIONES DE LETRAS QUE PRESENTAN DIFICULTADES ORTOGRA

FICAS. 29

Uso de l a C. Uso de l a S. Uso -de l a Z. Cambios -de Z en C. Las Combinaciones de SC y CC. Las terminaciones CION, SION, CCION, XION. Uso de l a X. Las -combinaciones SCO, SCA, ZG y ZC.

IV LA SEMANTICA. 53

(8)

CAP.

V USOS DE LA G Y J. Reglas y e j e r c i c i o s .

VI DESCRIPCION, DIALOGO Y MONOLOGO. Clases de Descripción. Puntos de l a Descripción. Método para d e s c r i b i r . Descripción de un o b j e t o . D e s c r i p -ción de v a r i o s o b j e t o s . Descrip-ción de un p a i s a j e . Descripción de una -persona. Descripción de acciones.

PAG.

65

V I I CONTINUACION DE DESCRIPCION, DIALOGO Y MONOLOGO. .

C a r a c t e r í s t i c a s del d i á l o g o . Formas de redactar un d i á l o g o .

V I I I LA NARRACION. 9 9

Clases de n a r r a c i ó n . E s t r u c t u r a de l a n a r r a c i ó n i n f o r m a t i v a . Narración l i t e r a r i a . Perspectiva del narrador. Ele-mentos de l a narración l i t e r a r i a . ORTOGRAFIA ( Usos de l a H).

IX USOS DE LA LL, Y, R Y RR. 1 1 3

Reglas y e j e r c i c i o s .

BIBLIOGRAFÍA. 119

EDACCION. UNIDAD I .

LOS GRAMEMAS VERBALES.

En esta unidad veremos l o correspondiente a los gramemas v e r b a l e s , l a cual también corresponde al estudio morfológico de las palabras.

Al terminar el estudio de la presente unidad, e.l alumno logrará los s i g u i e n t e s :

OBJETIVOS.

1 ) . - Comprenderá qué es l a conjugación.

2 ) . - Reconocerá las formas no personales de los verbos.

3 ) . - D i s t i n g u i r á el gramema de persona.

4 ) . - D i s t i n g u i r á el gramema de tiempo.

5 ) . - D i s t i n g u i r á el gramema de modo.

6 ) . - D i s t i n g u i r á el gramema de numero.

7 ) . A d q u i r i r á h a b i l i d a d para l a conjugación de los v e r -bos.

PROCEDIMIENTO.

(9)

CAP.

V USOS DE LA G Y J. Reglas y e j e r c i c i o s .

VI DESCRIPCION, DIALOGO Y MONOLOGO. Clases de Descripción. Puntos de l a Descripción. Método para d e s c r i b i r . Descripción de un o b j e t o . D e s c r i p -ción de v a r i o s o b j e t o s . Descrip-ción de un p a i s a j e . Descripción de una -persona. Descripción de acciones.

PAG.

65

V I I CONTINUACION DE DESCRIPCION, DIALOGO Y MONOLOGO. .

C a r a c t e r í s t i c a s del d i á l o g o . Formas de redactar un d i á l o g o .

V I I I LA NARRACION. 9 9

Clases de n a r r a c i ó n . E s t r u c t u r a de l a n a r r a c i ó n i n f o r m a t i v a . Narración l i t e r a r i a . Perspectiva del narrador. Ele-mentos de l a narración l i t e r a r i a . ORTOGRAFIA ( Usos de l a H).

IX USOS DE LA LL, Y, R Y RR. 1 1 3

Reglas y e j e r c i c i o s .

BIBLIOGRAFÍA. 119

EDACCION. UNIDAD I .

LOS GRAMEMAS VERBALES.

En esta unidad veremos l o correspondiente a los gramemas v e r b a l e s , l a cual también corresponde al estudio morfológico de las palabras.

Al terminar el estudio de la presente unidad, e.l alumno logrará los s i g u i e n t e s :

OBJETIVOS.

1 ) . - Comprenderá qué es l a conjugación.

2 ) . - Reconocerá las formas no personales de los verbos.

3 ) . - D i s t i n g u i r á el gramema de persona.

4 ) . - D i s t i n g u i r á el gramema de tiempo.

5 ) . - D i s t i n g u i r á el gramema de modo.

6 ) . - D i s t i n g u i r á el gramema de numero.

7 ) . A d q u i r i r á h a b i l i d a d para l a conjugación de los v e r -bos.

PROCEDIMIENTO.

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Conjugación del modelo CANTAR.

TIEMPOS SIMPLES

Presente

y o canto - ¿ ¿ c a n t o a i c a n t g , T\o5 cantamos

(cant¿tcóT

c aos cantata

P r e t é r i t o

canté can toó-te cantó canta/no-ó (cantaó¿e¿ó)

c a n t a r o n

Futuro

canta/ié canta/idó c a n t cuiá. canta/iemo* (carita/i&có)

cantaA¿ín

C o p r e t é r i t o

cantaba cantaban cantaba cantá6arno¿ (cantaba¿ó) cantaban MODO INDICATIVO TIEMPOS COMPUESTOS Antepresente he cantado has cantado ha cantado hemos cantado (habéis cantado) han cantado

A n t e p r e t é r i t o

hube cantado h u b i s t e cantado hubo cantado hubimos cantado ( h u b i s t e i s cantado)

hubieron cantado

A n t e f u t u r o

habré cantado habrás cantado habrá cantado habremos cantado ( h a b r é i s cantado)

habrán cantado

A n t e c o p r e t é r i t o

habla cantado habías cantado había cantado habíamos cantado ( h a b í a i s cantado)

habían cantado

P o s p r e t e r i t o

canta/u^. cantaAÍaó cantaAXa c a n t a/ilamoò (canta/LÍaXó )

c a n t ojiXjxvv

A n t e p o s p r e t é r i t o

habría cantado habrías cantado habría cantado habríamos cantado ( h a b r í a i s cantado)

h a b r í a n cantado

NOTA.- Las formas que aparecen e n t r e p a r é n t e s i s

( c a n t á i s ) , ( c a n t a s t e i s ) , ( c a n t a b a i s ) , e t c . , corresponden a l pronombre v o s o t r o s , s i n uso en e l l e n g u a j e hablado de México.

La ú l t i m a forma de cada t i e m p o , c a n t a n , c a n t a r o n , c a n t a -r á n , e t c . , co-r-responde a l o s p-ronomb-res e l l o s , e l l a s y u s t e d e s .

MODO SUBJUNTIVO

TIEMPOS SIMPLES

Presente

c a n t e cantea c a n t e cantemos (cant&có)

c a n t e n

P r e t é r i t o

cantaba o c a n t a r e cantaAaó o c a n t a l e ó cantaba o c a n t a r e

cant<í^airí04 o cantdóemo-6 (cantaACLU o cantoóe¿ó)

cantaban o c a n t a r e n

TIEMPOS COMPUESTOS Antepresente haya cantado hayas cantado haya cantado hayamos cantado ( h a y á i s cantado)

hayan cantado

A n t e p r e t é r i t o

h u b i e r a o hubiese cantado h u b i e r a s o hubieses cantado h u b i e r a o hubieses cantado hubiéramos o hubiésemos cantado ( h u b i e r a i s o h u b i e s e i s cantado)

(11)

Futuro

c a n t a l e cant oteó cantaAe canta*. emo4 (cantaAeXó)

c a n t a r e n

A n t e f u t u r o

- h u b i e r e cantado hubieres cantado h u b i e r e cantado hubiéremos cantado ( h u b i e r e i s cantado)

hubieren cantado

MODO IMPERATIVO

c a n t a t ú

( c a n t a d v o s o t r o s )

FORMAS NO PERSONALES.

m INFINITIVO GERUNDIO PARTICIPIO Simple cantaA cantando cantado Compuesto haber cantado habiendo cantado

Conjugación del modelo TEMER.

MODO INDICATIVO TIEMPOS SIMPLES. Presente temo temeó-teme temewo4 (tem &¿ó) temen TIEMPOS COMPUESTOS Antepresente he temido has temido ha temido hemos temido (habéis temido) han temido

P r e t é r i t o

t e m í temÁj>t<¿. tem¿<5 tenvtmoó (tem¿óíe¿ó) tenUejion Futuro temeré teme/idó temerá temeAe/wM (temeAéXó) temeAán

C o p r e t é r i t o

tem ta temZaó tem la terMÍamoó (tenxlcuU)

temían

P o s p r e t é r i t o

t e r n e r a temeAtaó temeAca temeA^awo4 (temeA¿a¿ó)

temeAXan

A n t e p r e t é r i t o

hube temido h u b i s t e temido hubo temido hubimos temido ( h u b i s t e i s temido)

hubieron temido

A n t e f u t u r o

habré temido habrás temido habrá temido habremos temido ( h a b r é i s temido)

habrán temido

A n t e c o p r e t é r i t o

había temido habías temido había temido habíamos temido ( h a b í a i s temido)

habían temido

A n t e p o s p r e t é r i t o

habría temido h a b r í a s temido habría temido habríamos temido ( h a b r í a i s temido)

(12)

jjODQ^ SUBJUNTIVO. TJEMP0S_S1MPLES, Presente. tema temaó tema temamos (temdcó ) teman

P r e t é r i t o .

tenu.e/ia o t e n u t e temi<¿A¿Lt> o tem¿e¿e¿ tem-óeta o t e n u t e temlbiamo* o t e ml i ò m o ò

( t e mízacUa tenv¿e¿e¿ó)

tenvteAan o tenvée^en

F u t u r o .

tenúeAe teirúeAeó t e n u e/te tem¿&i zmo¿

(tem Xe/ieXô) tem ¿eAm

TIEMPOS COMPUESTOS.

A n t e p r e s e n t e .

haya temido hayas temido haya temido hayamos temido ( h a y á i s temido) hayan temido

A n t e p r e t é r i t o .

h u b i e r a o hubiese temido h u b i e r a o hubieses temido h u b i e r a o hubiese temido hubiéramos o hubiésemos temido

( h u b i e r a i s o h u b i é s e i s t e mido

hubieran o hubiesen temido

A n t e f u t u r o .

h u b i e r e temido hubieres temido h u b i e r e temido hubiéremos t e m i d o '

( h u b i e r e i s t e m i d o ) hubieren temido

MODO IMPERATIVO.

teme (temed

t ú

v o s o t r o s )

INFINITIVO GERUNDIO PARTICIPIO

FORMAS NO PERSONALES.

Simple

temcA tenu, en cío temado

Compuesto

haber temido habiendo temido

Conjugación del modelo PARTIR.

MODO INDICATIVO. TIEMPOS SIMPLES Presente. parto_ partea parte_ part^mo-¿ ( p a r t ¿ 6 ) p a r t e n

TIEMPOS COMPUESTOS

A n t e p r e s e n t e .

he p a r t i d o has p a r t i d o ha p a r t i d o hemos p a r t i d o

(habéis p a r t i d o ) han p a r t i d o

P r e t é r i t o .

p a r t / _ p a r t Z ó ^ e p a r t¿6 p a r t imo*

( p a r t ÍAteÁ¿) partioAcm

A n t e p r e t é r i t o .

(13)

F u t u r o .

partÁAÍ p a r t i t i l i part-tAá partiAe/wM (part-¿t£¿¿ ) p a r t -íA&n

C o p r e t é r i t o .

p a r t e a partXa¿ partXa partXamo-6

( p a r tlaÁ6 ) partían

P o s p r e t é r i t o .

p a r t ^ A Í a p a r t ¿ t í a ¿ p a r t ¿ t X a partiAlamoÁ ( part¿>u.a¿ó ) p a r t ¿A-Can

TIEMPOS SIMPLES.

Presente.

p a r t a partaó p a r t a ' partamos

(part¿t¿á) p a r t a n

A n t e f u t u r o .

.habré p a r t i d o habrás p a r t i d o habrá p a r t i d o habremos p a r t i d o ( h a b r é i s p a r t i d o ) habrán p a r t i d o

A n t e c o p r e t é r i t o .

había p a r t i d o habías p a r t i d o había p a r t i d o habíamos p a r t i d o ( h a b í a i s p a r t i d o ) habían p a r t i d o

A n t e p o s p r e t é r i t o .

habría p a r t i d o habrías p a r t i d o h a b r í a p a r t i d o habríamos p a r t i d o

( h a b r í a i s p a r t i d o ) h a b r í a n p a r t i d o

MODO SUBJUNTIVO.

TIEMPOS COMPUESTOS.

A n t e p r e s e n t e .

haya p a r t i d o hayas p a r t i d o haya p a r t i d o hayamos p a r t i d o ( h a y á i s p a r t i d o ) hayan p a r t i d o

V I I I

P r e t é r i t o .

part^eAa o part^ceòe p a r U e A a i o part^teóe partxeAa o p a r t c e ó e

partléAarnoò o part¿£óc/n¿4 (part/teAa¿6 o part¿eáe¿ó) p a r t «tetan o part^eóen

F u t u r o .

p a r t ^ e A e part¿eAe¿ part¿eAe partl&iwoò (part¿eAe¿ó ) part^eAen

A n t e p r e i é r i : o .

hubiera o hubiese par t i de hubieras o huoiases p a r t i d o hubiera o hubiese p a r t i d o hubiéramos o liuoiéserr.os p a r t i d o ( h u b i e r a i s o h u b i e s e i s p a r t i d o )

hubieran o hubiesen p a r t i d o

A n t e f u t u r o .

h u b i e r e p a r t i d o hubieres p a r t i d o h u b i e r e p a r t i d o hubiéremos p a r t i d o ( h u b i e r e i s p a r t i d o ) hubieren p a r t i d o

MODO IMPERATIVO.

INFINITIVO GERUNDIO PARTICIPIO

p a r t e t ú

( p a r t i d v o s o t r o s )

FORMAS NO PERSONALES.

Simple.

p a r t ¿ * p a r t i e n d o p a r t i d o

Compuesto.

haber p a r t i d o habiendo p a r t i d o

EJERCICIO!)

De acuerdo con l o s i n f i n i t i v o s de l o s s i g u i e n t e s v e r b o s , c l a s i f í c a l o s en l a . , 2a. ó 3a. c o n j u g a c i ó n según -sea:

C a n t a r , l l o v e r , m o r i r , mover, d e b e r , h a b l a r , amar, e s c r i b i r , v i v i r , i r , comprar, t e m e r , v e r , d e c i r , v e n i r , c o r r e r , -m o l e r , p i n t a r , s a l i r , -m o r i r , decla-mar, o r g a n i z a r .

l a . 2a. 3a.

I I . - E s c r i b e un t e x t o breve u t i l i z a n d o el presente de i n d i c a t i v o en l o s v e r b o s .

' i O U r l e " 3 l o ^ <? "

(14)

I I I . - E s c r i b e d e l a n t e de l a forma v e r b a l l a . , 2a. ó 3a según que e s t é en p'fimera, segunda o t e r c e r a persona.

1 3 7 c a n t a r o n C O h a b l á i s

1 j 1 correremos I / i busco

I a I cosían m s o p l a r é

E Ü J l l e g a s t e • • o í a n

fa~l has l l o r a d o r2T! hemos v u e l t o m h a b r á s comido £ 3 3 h a b é i s e s c r i t o

I V . - I n d i c a l a persona ( l a . , 2a. ó 3 a . ) , el tiempo ( P r e s . P r e t . o F u t . ) , el modo: I n d . = I n d i c a t i v o , Sub.= S u b -j u n t i v o o Imp.= I m p e r a t i v o y el número: S i n g . = S i n g u l a r o P l u r . = P l u r a l .

Y M ' n - — ÍN)

L M \ M f l

I* 1 1

U N A N

m :

Comed 1 l o r e n buscad c a n t a b a i s soplaban habían oido

P T M N

l i ; I I psr.ribiremos ¡ i i i i hayan cosido l l i l i v o l v í 1 I I I 1 l l e g ó

t — r F ~ 1 T

^ . h u b i s t e dormido J c o r r e s

V . E s c r i b e s e i s ejemplos en l o s que aparezcan l a f u n -c i ó n a p e l a t i v a s i n usar el i m p e r a t i v o .

N]o O j n W c f c Q o e v e n ^ Q e n c c x r r p

Mo sqlcirón Qae se lo Cowipye mananq.

Mafia rvoi Claras Vaya, jypr favsr

.

RITMO DE TRABAJO.

ler. día 2o. día 3 e r . día 4o. día

-O b j e t i v o s 1 , 2 y 3. O b j e t i v o s 4 y 5. O b j e t i v o s 6 y 7.

E j e r c i c i o s .

NOTA: Los e j e r c i c i o s b i e n r e a l i z a d o s serán el r e q u i s i t o para p r e s e n t a r l a e v a l u a c i ó n c o r r e s p o n d i e n t e , no o l v i d e s que deberás e n t r e g a r l o a t u maestro e l día a n t e r i o r a l examen.

LOS GRAMEMAS VERBALES.

( Los gramemas propios del v/e.t6o son l o s gramemas v e r b a -l e s : .

') l a persona . e l modo

7 e l tiempo e l número

( El verbo es l a p a r t e v a r i a b l e de la o r a c i ó n que denota e s e n c i a , a c c i ó n , pasión o estadoJ>comúnmente con e x p r e s i ó n de número y persona. Se menciono en el c a p í t u l o a n t e r i o r que e l gramema de número es e l único que se une a s u s t a n t i vos, a d j e t i v o s y v e r b o s ; l o s demás se unen únicamente con -lexemas v e r b a l e s .

Por e j e m p l o , e l gramema aAon se puede u n i r con lexemas como pas y c a n t :

pas aAon y c a n t aAon

pero no se pueden u n i r con lexemas como c a s t i l l y f á c i l :

(15)

I I I . - E s c r i b e d e l a n t e de l a forma v e r b a l l a . , 2a. ó 3a según que e s t é en p'fimera, segunda o t e r c e r a persona.

1 3 7 c a n t a r o n C O h a b l á i s

1 j 1 correremos I / i busco

I a I cosían m s o p l a r é

E Ü J l l e g a s t e • • o í a n

fa~l has l l o r a d o r2T! hemos v u e l t o m h a b r á s comido £ 3 3 h a b é i s e s c r i t o

I V . - I n d i c a l a persona ( l a . , 2a. ó 3 a . ) , el tiempo ( P r e s . P r e t . o F u t . ) , el modo: I n d . = I n d i c a t i v o , Sub.= S u b -j u n t i v o o Imp.= I m p e r a t i v o y el número: S i n g . = S i n g u l a r o P1ur.= P l u r a l .

Y M ' n - — ÍN)

L M \ M f l

I* 1 1

u n a n

m :

Comed 1 l o r e n buscad c a n t a b a i s soplaban habían oido

P T M N

l i ; I I psr.ribiremos ¡ i i i i hayan cosido l l i l i v o l v í 1 I I I 1 l l e g ó

t — r F ~ 1 T

^ . h u b i s t e dormido J c o r r e s

V . E s c r i b e s e i s ejemplos en l o s que aparezcan l a f u n -c i ó n a p e l a t i v a s i n usar el i m p e r a t i v o .

N]o Q j n W c f c Q o e v e n ^ Q e n c c x r r p

Mo sqlcirón Qae se lo Cowipye ^ananq

Mafia rvoi Claras Vaya, jypr favsr

.

RITMO DE TRABAJO.

ler. día 2o. día 3 e r . día 4o. día

-O b j e t i v o s 1 , 2 y 3. O b j e t i v o s 4 y 5. O b j e t i v o s 6 y 7.

E j e r c i c i o s .

NOTA: Los e j e r c i c i o s b i e n r e a l i z a d o s serán el r e q u i s i t o para p r e s e n t a r l a e v a l u a c i ó n c o r r e s p o n d i e n t e , no o l v i d e s que deberás e n t r e g a r l o a t u maestro e l día a n t e r i o r a l examen.

LOS GRAMEMAS VERBALES.

( Los gramemas propios del vzibo son l o s gramemas v e r b a -l e s : .

') l a persona . e l modo

7 e l tiempo e l número

( El verbo es l a p a r t e v a r i a b l e de la o r a c i ó n que denota e s e n c i a , a c c i ó n , pasión o estadoJ>comúnmente con e x p r e s i ó n de número y persona. Se menciono en el c a p í t u l o a n t e r i o r que e l gramema de número es e l único que se une a s u s t a n t i vos, a d j e t i v o s y v e r b o s ; l o s demás se unen únicamente con -lexemas v e r b a l e s .

Por e j e m p l o , e l gramema aAon se puede u n i r con lexemas como pas y c a n t :

pasaron y cantaron

pero no se pueden u n i r con lexemas como c a s t i l l y f á c i l :

c a s t i 1 la/ion, f á c i l a/ion.

(16)

Sí puede o c u r r i r que un mismo lexema admita gramemas nominales y gramemas v e r b a l e s . Por e j e m p l o , el lexema mud -admite gramemas nominales:

el mudo -»• s u s t a n t i v o . niño mudo a d j e t i v o ,

los mudo-ó s u s t a n t i v o . niños mudo* ->• a d j e t i v o .

Y también admite gramemas v e r b a l e s :

ustedes mudan t ú muda* nosotros mudado* é l muda.

Cuando el lexema se une con gramemas nominales, da l u -gar a s u s t a n t i v o s y a d j e t i v o s .

Cuando el lexema se une con gramemas v e r b a l e s , da l u -gar a v e r b o s .

y# £ aj

'1 i a ron ilinación

c o n s i s t e en agregar al lexema verbal t o -dos los "gramemas que admita en una forma ordenada.jSe puede ver enseguida l a c o n j u g a c i ó n de t r e s verbos que se c o n s i d e -ran modelos. (Ver páginas a n t e r i o r e s ) .

A l a v i s t a de l o s t r e s modelos de c o n j u g a c i ó n , se pue-den hacer v a r i a s observaciones de i n t e r é s :

12. Se han escogido t r e s verbos modelos:

cantaA tm<¿Ji paAtiA.

Cada uno de estos verbos es el r e p r e s e n t a n t e de una cía se de verbos:

0

OmtafLi r e p r e s e n t a a todos l o s verbos cuyo i n f i n i t i v o -termina en d e r i v a t i v o aA, p i n t a r , s a l t a r , na-d a r , a t e . .

Juma*

<A

r e p r e s e n t a a todos l o s verbos cuyo i n f i n i t i v o t e r m i n a en d e r i v a t i v o e/i, comer, d e b e r , c o -r -r e -r , e t c .

r e p r e s e n t a a todos l o s verbos cuyo i n f i n i t i v o -t e r m i n a en d e r i v a -t i v o ¿a, r e í r , d e c i r , s u b i r , -c o r r e g i r , e t -c .

El lexema de cada verbo no v a r í a en toda su c o n j u g a c i ó n :

EH lexema cant - de c a n t a r no v a r í a EH lexema tem - de temer no v a r í a EH lexema p a r t - de p a r t i r no v a r í a .

f&m oiirítoio s i v a r í a n l o s gramemas que se van uniendo a cada le^

Mma-Igj ampio:

cairatíí t envía p a r t o mmta&te. t e m ú u partea caimttf temía p a r t e c&mtamoó temíamos p a r t e m ó cainita/Lon temlan p a r t e n . / tr VA AJ

3J2 \ Has formas no personales del verbo no l l e v a n gramemas.

EH morfema que acompaña a l o s lexemas es un d e r i v a t i v o :

Im^isvCtCvo: Qmmdio: Pm£¿c¿p¿o: cant aA L D cawt ando L D cant ado L D tm ¿a L D tem ¿wdo L D tm ¿do L D pOAt ÍA. L D paAt ¿mdo L D paAt ¿do. L D r o - <r0- cHo

^ Ern l o s tiempos simples aparece el lexema de un s o l o v e r

(17)

c a c á i s ¿ f i f f l o ^ t i r e m o s .

L L L

En cambio en l o s tiempos compuestos aparecen dos lexemas:

El d e l verbo kabeA Y e l del verbo modelo.

Ejemplos:

kab r é cant ado, ' kab rán tw i d o , kab Tan ]oa¿U i d o n r t ~ r ~ r T : L

En l o s tiempos compuestos solamente e l lexema del verbo l l e v a l o s gramemas v e r b a l e s . El lexema del verbo modelo l l e v a e l d e r i v a t i v o p r o p i o de p a r t i c i p i o .

Ejemplos:

hab*¿ cantado h a b ^ n temido hablan part-cdo 6 r a . D Gra. D Gra. D

EL GRAMEMA DE PERSONA, j

El gramema de persona es gramema v e r b a l y , por t a n t o -acompaña a l o s v e r b o s . Las personas g r a m a t i c a l e s son t r e s :

j P r i m e r a persona: l a que habla de sf misma. V Segunda persona: a quien se h a b l a .

( Tercera persona: de quien se h a b l a .

La primera persona e s t á representada por l o s pronombres p e r s o n a l e s : So, Uo*otno¿>, Uoòo*ajou>,) La segunda persona esta representada por l o s pronombres p e r s o n a l e s : Til, Uót<¿d<u> (l/o-¿o&uoó - VoAotAoA). En cambio, l a t e r c e r a persona puede e s t a r

representada por i n f i n i d a d de s u s t a n t i v o s : El fabol, la p o t e ka <¿Z Uo, al vldwto) y además por l o s pronombres personales

( s u s t a n t i v o s t a m b i é n ) : U , Ma, Mo, Mo¿, Mu>, uAtad, -lutados.

0

yo nado

»nosotros nadamos 'nosotras nadamos

' t ú n a d a s ^ - l•

v o s o t r o s nadáis „vosotras nadáis

é l nada, e l l a nada

e l l o s nadan, e l l a s nadan e l niño nada, l o s niños nadan P i l a r nada, mis amigos nadan é s t e nada, a q u é l l o s no nadan.

La t e r c e r a persona se opone a l a primera y a l a segunda en que éstas solamente pueden l l e v a r como s u j e t o l o s pronom-bres personales que se han mencionado a n t e r i o r m e n t e , en camb i o , l a t e r c e r a persona puede l l e v a r como s u j e t o c u a l q u i e r -s u -s t a n t i v o .

La o p o s i c i ó n que hay e n t r e nado, nadas, nada es de perso na y se i n d i c a por medio del gramema que acompaña al lexema -nad:

primera persona, nado: concuerda con yo segunda persona, nado$: concuerda con t & t e r c e r a persona, nada: concuerda con ¿ l , Ma, <¿JL niño, el joven...

Hay que t e n e r en cuenta que los gramemas o , a s , a , de -nado, naden, nada; no son e x c l u s i v o s del gramema de persona, ya que, a l mismo tiempo que i n d i c a n persona, i n d i c a n o t r o s

-gramemas: femenino, masculino y p l u r a l . l a . persona

{

2a. persona

i

<2 3a. persona ¿ J ^

>

(18)

'EL GRAMEMA DE TIEMPO.]

El gramema de.tiempo es gramema v e r b a l y , por t a n t o , acompaña a l o s v e r b o s . Hay t r e s tiempos fundamentales:

Pasado - F u t u r o

Presente

Ejemplos:

F u t u r o

Presente

i n d i c a tiempo pasado. i n d i c a tiempo v e n i d e r o

i n d i c a tiempo n e u t r o : n i pasado n i veni

d e r 0 y o

e l -rvOS

OSVs -e / ( o 6 • t ú nadarás

e l l o s nadarán ustedes nadarán

é l nada

ustedes nadan e l l o s nadan

l^ferso'vcx u o.

o5e s

-P r é t e r i t o o pOiSQ^O

yo nadé t ú nadaste , e l l o s nadaron

3 - ac* C e \ \ o 5

-El p r e s e n t e se opone a l f u t u r o y a l p r e t é r i t o en que é s t o s i n d i c a n un tiempo v e n i d e r o o pasado.

Juan c a n t a r á Juan c a n t ó

Juan canta

—>• tiempo v e n i d e r o —>- tiempo pasado

( n i venidero! " M n i pasado í

Futuro P r e t é r i t o

Presente

. . . . / 3 a . persona. En e l verbo c a n t a d , l a forma flM 1 n d l ct i e m p o g a t u n o

, , ^ . . . . / 3 a . persona. En el verbo cant<5, l a forma o i n d i c at i e m p o .

o ' pAS

è

t n el verbo c a n t a , l a forma a i n d i c a < T ~ " ?a' Pe r s o n a

^ . t l e m p o : p u e n t e .

Por l o t a n t o , la o p o s i c i ó n que se e s t a b l e c e e n t r e canta nd, cantó y canta es una o p o s i c i ó n de t i e m p o .

EL GRAMEMA DE MODO,/

El gramema de modo es gramema verbal y , por t a n t o , acom paña a l o s v e r b o s . En n u e s t r o idioma hay t r e s modos: i n d i c a " t i v o - s u b j u n t i v o - i m p e r a t i v o .

Véase l a o p o s i c i ó n que se e s t a b l e c e e n t r e l o s verbos -de estas o r a c i o n e s :

a) Tú canta* muy b i e n

b) Tal vez t ú cantea muy bien c) Canta t ú .

persona: 2a. per / sona. ~ En a) l a forma oó de cantoó i n d i c a : ^ - — t i e m p o : p r e s e n t e .

modo: i n d i c a t i v o

persona: 2a. per sona. En b) l a forma es de canteó i n d i c a : -tiempo: p r e s e n t e .

modo: s u b j u n t i v o y es.

persona: 2a. per sona. ~~

f En c) la forma a de c a n t a i n d i c a : ^ - t i e m p o : p r e s e n t e .

modo: i m p e r a t i v o . —Ve*

La o p o s i c i ó n que se e s t a b l e c e e n t r e :

cantoó canteó canta

(19)

no es o p o s i c i ó n de persona: l o s t r e s son 2a. persona, no es o p o s i c i ó n de tiempo: l o s t r e s son p r e s e n t e ,

por t a n t o , es una o p o s i c i ó n de modo y está i n d i c a d a por l a s formas:

oó e¿ a

Los t r e s modos se oponen e n t r e s í de e s t a forma:

12 / F l i n d i c a t i v o y el s u b j u n t i v o se oponen a l i m p e r a t i v o f en que é s t e tiene" en el l e n g u a j e f u n c i ó n a p e l a t i v a u m -( camente, es d e c i r , se d i r i g e a l a segunda persona grama V t i c a l para mandar, r o g a r , e x h o r t a r , o r d e n a r . . ^

f i? i p r e s a yeq f e $ _

Ejemplos: i

c^ompna un balón

van por e l l i b r o , Rafael

cowic hasta e l puente

}

I m p e r a t i v o .

La o p o s i c i ó n que se e s t a b l e c e e n t r e el i n d i c a t i v o y e l

s u b j u n t i v o es que el indicatiívo_exores?i r e a l e s . , d i c e l a a c c i ó n s i m p l e y s e n c i l l a m e n t e c o m o t a l a c c i ó n .

Ejemplos:

cantaAÚA el sábado Dos y dos ¿on c u a t r o

L u i s a -tcene n o v i o

}

I n d i c a t i v o

El s u b j u n t i v o expresa hechas i r r e a l e s o expresa a c t i t u des mertWlS¿ del que l i d l j l a : duda, d e s e o . . .

Ejemplos:

Tal vez llague mañana i O j a l á liuava e l domingo I

Acaso no vuelva nunca

}

S u b j u n t i v o

Hay que t e n e r en cuenta que, aunque se ha d i c h o que e l i m p e r a t i v o t i e n e f u n c i ó n a p e l a t i v a únicamente y que se d i r i -ge a l a segunda persona para mandar, r o g a r , e x h o r t a r . . . , no

Y a h \JO

r

O, ' ^ O h f c f ^ d / J C Í Q .

se q u i e r e d e c i r oue e l i n d i c a t i v o y e l s u b j u n t i v o no pue desempeñar también d i c h a f u n c i ó n a p e l a t i v a .

Véanse ejemplos de f u n c i ó n a p e l a t i v a con i n d i c a t i v o y s u b j u n t i v o :

con ¿ncUcatívo con subjuntivo No jugando hoy Que vanaa en seguida No t>aldndn al p a t i o Que se l o compxa barato Mañana madAugajuU. Anote., por f a v o r .

EL GRAMEMA DE NOMEROJ

El gramema de número es fundamentalmente n o m i n a l . Solamente el s u s t a n t i v o cambia de s i g n i f i c a d o al u n i r s e con el -gramema de número:

niño niños

L . I

un nino más de un n i ñ o .

El a d j e t i v o y el verbo pueden l l e v a r también gramema de número, pero no r e c i b e n ningún s i g n i f i c a d o a l u n i r s e con é l . En el a d j e t i v o y en e l verbo aparece el gramema de número úni camente para e s t a b l e c e r concordancia con el s u s t a n t i v o .

un niño r u b i o uno-ó n i ñ o * r u b i o * un n i ñ o canta uno¿ niño¿ cantan

Hay dos números: S i n g u l a r y P l u r a l

Véanse l a o p o s i c i ó n que s e ' e s t a b l e c e e n t r e los verbos de estas dos o r a c i o n e s :

(20)

Eni a) l a forma dòte, de c o m p r a t e i n d i c a i

, persona :2a.per^ sona.. -tiempo: p r e t e r ì ^ -modo:indi c a t i v o

^número: s i n g u -l a r .

En l a forma axon de compraron i n d i c a

persona: 2a.per sona. tiempo: preterì^

V t 0' •

Y S n o d o : i n d i c a t i v o

numero: p l u r a l . r .

Ha ©.posición que se establece e n t r e :

éUfíraAto. y compra/ion

mi® es <dle persona: ambos son 2a. persona,

ira» es de tiempo: ambos son p r e t é r i t o , ^ .

ira, es de iiodo: ambos son i n d i c a t i v o . Por t a n t o , es una ©pisüeiiéini de número.

La o p o s i c i ó n de número que se establece está indicada BK&jr l a s formas:

OAt<L y a A o n

2o. SEMESTRE:. REDACCION. UNIDAD I I .

ESTUDIO DEL VERBO. (CONTINUACION).

En l a presente unidad,continuamos con el estudio del v e r bo, desde el punto de v i s t a S i n t á c t i c o , Semántico y M o r f o l ó g i -CO •

Al t e r m i n a r el e s t u d i o de l a presente unidad, el alumno lograra los s i g u i e n t e s :

OBJETIVOS.

1.- E x p l i c a r á el verbo desde el punto de v i s t a semántico, s i n t á c t i c o y m o r f o l ó g i c o .

2.- Empleará las d i f e r e n t e s clases de verbos por su r e l a c i ó n semantica.

a) Verbos t r a n s i t i v o s .

b) Verbos i n t r a n s i t i v o s .

c) Verbos r e f l e x i v o s .

d) Verbos r e c í p r o c o s .

e) Verbos c o p u l a t i v o s .

f ) Verbos a u x i l i a r e s .

PROCEDIMIENTO.

(21)

RITMO DE TRABAJO.

»

l e r . día - O b j e t i v o 1.

2o. día - Del o b j e t i v o 2

3er. día - Del o b j e t i v o 2

4o. día - Del o b j e t i v o 2

(Verbos t r a n s i t i v o s e i n t r a n s i t i v o s ) .

(Verbos r e f l e x i v o s y r e c í p r o c o s ) .

(Verbos c o p u l a t i v o s y a u x i l i a r e s ) .

CONCEPTO SEMANTICO DEL VERBO.

El verbo se e s t u d i a desde t r e s puntos de v i s t a :

S i n t á c t i c o .

M o r f o l ó g i c o .

Semántico.

En l a s i n t a x i s s e e s t u d i a l a f u n c i ó n n..P p!

t n la m o r f o l o g í a se E s t u d i a l a forma de los verbos, es d e c i r

-su e s t r u c t u r a i n t e r n a ? — '•

En el enunciado:

El a r t i s t a p i n t a b a .

. _ La palabra pintaba e s , desde el punto de v i s t a s i n t á c t i c o núcleo del p r e d i c a d o , y como núcleo del predicado es v e r b o . ' — Desde el punto de v i s t a m o r f o l ó g i c o , es una palabra formada -por un lexema y c i e r t o t i p o de gramemas. Además de estos s i g | n i ñ e a d o s s i n t á c t i c o y m o r f o l ó g i c o de l a palabra p i n t a b a , hay

otro s i g n i f i c a d o más en dicha p a l a b r a . La palabra pintaba s i g n i f i c a una acción que es r e a l i z a d a por a l q u i e n . En este -caso, el a r t i s t a .

Lo mismo sucede en los s i g u i e n t e s enunciados:

El gato come.

Jaime e s c r i b e una c a r t a .

(22)

RITMO DE TRABAJO.

»

l e r . día - O b j e t i v o 1.

2o. día - Del o b j e t i v o 2

3er. día - Del o b j e t i v o 2

4o. día - Del o b j e t i v o 2

(Verbos t r a n s i t i v o s e i n t r a n s i t i v o s ) .

(Verbos r e f l e x i v o s y r e c í p r o c o s ) .

(Verbos c o p u l a t i v o s y a u x i l i a r e s ) .

CONCEPTO SEMANTICO DEL VERBO.

El verbo se e s t u d i a desde t r e s puntos de v i s t a :

S i n t á c t i c o .

M o r f o l ó g i c o .

Semántico.

En l a s i n t a x i s s e e s t u d i a l a f u n c i ó n n..P p!

t n la m o r f o l o g í a se e s t u d i a l a forma de los verbos, es d e c i r

-su e s t r u c t u r a i n t e r n a ? — '•

En el enunciado:

El a r t i s t a p i n t a b a .

. _ La palabra pintaba e s , desde el punto de v i s t a s i n t á c t i c o núcleo del p r e d i c a d o , y como núcleo del predicado es v e r b o . ' — Desde el punto de v i s t a m o r f o l ó g i c o , es una palabra formada -por un lexema y c i e r t o t i p o de gramemas. Además de estos s i g | n i ñ e a d o s s i n t á c t i c o y m o r f o l ó g i c o de l a palabra p i n t a b a , hay

otro s i g n i f i c a d o más en dicha p a l a b r a . La palabra pintaba s i g n i f i c a una acción que es r e a l i z a d a por a l q u i e n . En este -caso, el a r t i s t a .

Lo mismo sucede en los s i g u i e n t e s enunciados:

El gato come.

Jaime e s c r i b e una c a r t a .

(23)

En estos enunciados hay t r e s verbos: come, e s c r i b e y c o r r e r á n y cada uno d? e l l o s s i g n i f i c a n una acción r e a l i z a -da por a l g u i e n , en este caso, el gato,- Jaime y l o s a t l e t a s .

Por l o t a n t o , l o s verbos, además de tener un s i g n i f i c a -do s i n t á c t i c o y m o r f o l ó g i c o , s i g n i f i c a n también acciones. Es^ t e s i g n i f i c a d o , d i s t i n t o del s i n t á c t i c o y del m o r f o l ó g i c o , -es el s i g n i f i c a d o semántico. Así pu-es, en los casos a n t e r i o r e s , el verbo, semánticamente, s i g n i f i c a acciones.

Sin embargo, en o t r a s ocasiones, el verbo s i g n i f i c a se-mánticamente o t r a cosa que no son acciones.

Veremos l o s s i g u i e n t e s ejemplos:

Los peces están en el agua.

Los t u l i p a n e s crecen en el j a r d í n .

Los verbos están y crecen de l o s enunciados a n t e r i o r e s no s i g n i f i c a n una acción sino un estado y un proceso. El verbo además de s i g n i f i c a r semánticamente acciones, s i g n i f i -ca también estados procesos de los s u j e t o s .

Estos s i g n i f i c a d o s semánticos del verbo se resumen d i -ciendo, que el concepto de verbo desde el punto de v i s t a se-mántico, es l a palabra que d i c e l o s comportamientos del suje t o .

Unas veces el comportamiento será una a c c i ó n :

Los jóvenes e s t u d i a n .

Otras veces el comportamiento será un estado:

El agua está f r í a .

Otras veces el comportamiento será un proceso:

Las rosas f l o r e c e n en el j a r d í n .

Clases de verbos por l a r e l a c i ó n semántica que t i e n e n con ©ttiruBS elementos del enunciado.

El verbo, ya se ha v i s t o en s i n t a x i s , guarda estrecha r e -Uaoón con l o s r e s t a n t e s elementos del enunciado. De l a misma mamera que se r e l a c i o n a s i n t á c t i c a m e n t e con o t r o s elementos, -tanfoíén t i e n e con esos mismos elementos,relaciones semánticas. Sepm esta r e l a c i ó n , e x i s t e n verbos t r a n s i t i v o s , i n t r a n s i t i v o s , reflexivos, r e c í p r o c o s , c o p u l a t i v o s , a u x i l i a r e s .

( A) VERBOS TRANSITIVOS. ^

Son aquellos verbos que necesitan un o b j e t o d i r e c t o para oampUetar su s i g n i f i c a d o . El s i g n i f i c a d o de su acción no es -oarrpleto s i no l l e v a el o b j e t o d i r e c t o .

I r e n e p a r t i ó el p a s t e l . .

El s i g n i f i c a d o de l a acción de p a r t i r no es completo s i nr® se p a r t e a l g o .

Se observa en l o s s i g u i e n t e s ejemplos:

Los alumnos e s t u d i a n Química.

s npr——

El mecánico a r r e g l o el c a r r o .

JLos verbos estudian y a r r e g l ó son verbos t r a n s i t i v o s . La ara<&ni de e s t u d i a r no es completa s i no se e s t u d i a nada.

i ) VERBOS INTRANSITIVOS.

Pertenecen a esta c l a s e , aquellos verbos cuyo s i g n i f i c a -ba es completo s i n necesidad del o b j e t o d i r e c t o .

Ejemplo:

(24)

Aquí el verbo es.tudiar t i e n e , por s í s o l o , un s i g n i f i -cado completo. Es completo porque en este mensaje, en esta comunicación, l o que i n t e r e s a comunicar no es l o que e s t u -d i a n , sino más bien el hecho mismo -de e s t u -d i a r .

Si se quiere s i g n i f i c a r solamente el hecho mismo de es-t u d i a r , el verbo, s i n el o b j e es-t o d i r e c es-t o , es-t i e n e senes-tido com-p l e t o . Por l o t a n t o , aquí, en este c o n t e x t o , el verbo estu-d i a r es i n t r a n s i t i v o .

En cambio, s i en el mensaje, aquí sigue el -se de-sea comunicar no sólo el hecho de e s t u d i a r , sino tam-bién l o que se e s t u d i a , entonces, el verbo e s t u d i a r , solo t i e n e una s i g n i f i c a c i ó n incompleta. Es necesario que l e -acompañe el o b j e t o d i r e c t o . En esta ocasión el verbo estu-d i a r es t r a n s i t i v o .

Veamos o t r o s ejemplos:

El camión cargó l a mercancía al amanecer.

El camión cargó al amanecer.

En el mensaje del primer ejemplo se desea comunicar no sólo el hecho mismo de cargar sino también l o que se carga. Necesita o b j e t o d i r e c t o ; por eso en este mensaje el verbo -cargar es t r a n s i t i v o .

En cambio, en el mensaje del segundo ejemplo sólo se -desea comunicar el hecho mismo de c a r g a r ; por eso no necesi ta l l e v a r o b j e t o d i r e c t o . En este mensaje el verbo cargar es i n t r a n s i t i v o .

Esto ocurre con muchos verbos, unas veces son t r a n s i t i vos y o t r a s i n t r a n s i t i v o s .

Se observa en los s i g u i e n t e s enunciados:

T r a n s i t i v o s . -• I n t r a n s i t i v o s .

El coro cantó una bonita canción. El coro cantó muy bien.

T r a n s i t i v o s . . . . — " i n t r a n s i t i v o s . « hermano e s c ñ b j ó l a c a r t a . Mi hermano e s c r i ^ el

despa-r " i . C h O .

En e l campo resjmx, a i r e puro. En l a ciudad r e s £ i r o con d i f i -c u i t a d .

i . t a ü s d i r e c t° * ^

-estos verbos es que no ne s n ' q U e S U C e d e c o n

el s i g n i f i c a d o complejo 6 1 °b j e t° d i r e c t o Pa r a tener

Por ejemplo, nacer, b r i l l a r , i r .

El niño nació en la c l í n i c a .

Esta noche, las e s t r e l l a s A j i l a n mucho.

c) VERBOS REFLEXIVOS. — • Se .

¡ r a . *

Ejemplo:

Carlos j e peina. OlT~~~~—^

es uE! , ! lr b 0 P 6 i n a e s r e f le x i v o porque el objeto d i r e c t o se

es U misma persona que el s u j e t o - C a r l o s - . Car os reaTT

Za f a a c ci o n y l a acción r e f l e j a en é l .

En e l enunciado:

Carlos se lava la cara.

01 0D

(25)

el o b j e t o d i r e c t o — l a cara— forma p a r t e de l a persona del s u j e t o (La cara de C a r l o s ) .

En el enunciado:

Carlos lava a su hermano.

El verbo lava aquí no es r e f l e x i v o , porque Carlos es quien r e a l i z a l a acción y una persona d i s t i n t a —su herma-no— es quien r e c i b e la' a c c i ó n .

Son verbos r e f l e x i v o s :

Peinarse, v e s t i r s e , m i r a r s e , l a v a r s e , q u i t a r s e , e t c . j

D) VERBOS RECIPROCOS.

A esta clase pertenecen aquellos verbos cuya acción es ejecutada por dos o más s u j e t o s .

Mi hermano y t u primo se ayudan mutuamente.

Los verbos recíprocos se d i c e que son una c l a s e especia de los verbos r e f l e x i v o s y l o único que les d i f e r e n c i a de lo<! verbos r e f l e x i v o s es e l s i g n i f i c a d o de p l u r a l i d a d , y el de ra c i b i r mutuamente l a acción del verbo.

Carmen y Juan se cartean en el verano.

El s e n t i d o r e c í p r o c o de este verbo es que Carmen e s c r i be c a r t a s a Juan y , recíprocamente, Juan e s c r i b e c a r t a s a -Carmen.

Debido al parentesco que t i e n e n l o s verbos r e f l e x i v o s jí r e c í p r o c o s , a veces r e s u l t a d i f í c i l d i s t i n g u i r el v a l o r r e -f l e x i v o o recíproco de un verbo. Esto sucede sobre todo — cuando l l e v a el s i g n i f i c a d o de p l u r a l i d a d .

En e l s i g u i e n t e enunciado:

Mis hermanas se peinan.

El verbo peinarse puede t e n e r v a l o r r e f l e x i v o o v a l o r -reciproco. Por esta razón, para a c l a r a r el sentido en que se ha de tomar el verbo, el c o n t e x t o exige c i e r t a s palabras. -Estas palabras funcionan semánticamente para i n d i c a r cuál es el v a l o r s i g n i f i c a t i v o del verbo.

En e l ejemplo a n t e r i o r , mis hermanas se peinan, no se -sabe s i e l verbo es r e f l e x i v o o r e c í p r o c o . En cambio, s i se dice mis hermanas se peinan mutuamente, l a palabra que se ha añadido, mutuamente, nos i n d i c a el v a l o r recíproco del verbo. Se ha de t e n e r presente estas palabras o expresiones para -e v i t a r confusion-es. Estas palabras o -expr-esion-es pu-ed-en s -e r : mbo a o t r o , mutuamente, recíprocamente, e n t r e s í , e t c .

Ejemplo:

(26)

Verbo r e c i p r o c o puede ser c u a l q u i e r verbo r e f l e x i v o cuya acción sea ejecutada mutuamente por dos o mas s u j e t o s .

Peinarse, l a v a r s e , v e s t i r s e , e t c .

E) VERBOS COPULATIVOS.^

A esta c l a s e pertenecen aquellos verbos que s i r v e n para u n i r el p r e d i c a t i v o al s u j e t o . Considerados en s í mismos, no t i e n e n una s i g n i f i c a c i ó n semántica t a n completa como l a que -se ha v i s t o en l o s verbos a n t e r i o r e s .

No es l o mismo el s i g n i f i c a d o semántico de verbos como -e s c r i b i r , c o r r -e r , p -e i n a r s -e , -e t c . qu-e -el poco s i g n i f i c a d o d-e l o s verbos ser y e s t a r .

En el enunciado:

Carmen e s c r i b e .

Todo l o que se d i c e de Carmen l o expresa el verbo escri be.

En cambio, en el enunciado: Carmen es e s c r i t o r a todo l o que se d i c e de Carmen l o expresa el p r e d i c a t i v o ; el verbo es sólo t i e n e el s i g n i f i c a d o de lazo o unión e n t r e el sujeí y~el p r e d i c a t i v o .

Sin embargo, el uso de estos dos verbos, ser y e s t a r , s establece unas r e l a c i o n e s semánticas d i s t i n t a s cuando el pret c a t i v o es un a d j e t i v o que s i g n i f i c a una c u a l i d a d .

Se observarán las d i f e r e n c i a s semánticas en los siguien tes ejemplos:

f Isabel es a l e g r e . ( Isabel está a l e g r e .

3 [ Isabel es e l e g a n t e . \ Isabel está elege;nt

En los primeros ejemplos se ha usado el verbo s e r ; en segundos, el verbo e s t a r .

Desde el punto de v i , t a semántico, es d i f e r e n t e usar el varitas ser o usar el verbo e s t a r .

Sí se usa el verbo s e r , la cualidad a t r i b u i d a al s u j e to» en un caso a l e g r e , en o t r o e l e g a n t e , se presenta como -mima c u a l i d a d que es permanente en el s u j e t o , Isabel es aleqre

putr n a t u r a l e z a . a—

Lo mismo puede d e c i r s e de l a cualidad elegante por natu-ir® II eza.

Por l o t a n t o , a t r i b u i r con el verbo ser presenta una o a l i d a d permanente en el s u j e t o .

S i , por el c o n t r a r i o , se usa el verbo e s t a r , l a c u a l i -abd a t r i b u i d a al s u j e t o , en un caso a l e a r e , en o t r o elegante se presenta como una c u a l i d a d t r a n s i t o r i a en el s u j e t o , p r o - ' áwoda por algún acontecimiento a n t e r i o r , Isabel está a l e q r e ¡ p ^ u e l e ha sucedido a l g o ; por ejemplo, ha r e c i b i d o u ñ a ^ ~ toa n o t i c i a . Isabel está e l e g a n t e , porque, por ejemplo, se ha puesto un v e s t i d o nuevo. En ambos casos, se nota que Has dos c u a l i d a d e s , a l e g r e y e l e g a n t e , son algo t r a n s i t o

-a l g o p-as-ajero.

Se observará también en l o s s i g u i e n t e s ejemplos:

— ' ESTAR.

Juan es t r i s t e . Juan está t r i s t e .

Inés es guapa. Inés está guapa.

El papel es a m a r i l l o . El papel está a m a r i l l o . Finalmente, e x i s t e n unos cuantos a d j e t i v o s c a l i f i c a t i vas que cambian su s i g n i f i c a d o según se usen con el verbo -ser o con el verbo e s t a r .

Por ejemplo, no t i e n e n l a misma s i g n i f i c a c i ó n :

Ser malo que e s t a r malo.

Ser l i s t o que e s t a r l i s t o .

(27)

Ejemplos:

Carlos es l i s t o .

Carlos esta l i s t o para v i a j a r .

T E N E - V . F) VERBOS AUXILIARES.

° ' .. Los verbos a u x i l i a r e s , como su nombre l o i n d i c a , son ver bos que l a Lengua n e c e s i t a para a u x i l i a r a o t r o s verbos. Sucede que en c i e r t a s ocasiones se desea expresar esos s i g n i f i -cados con una palabra s o l a , t i e n e que r e c u r r i r a o t r a , que le a u x i l i a . Estos son l o s verbos a u x i l i a r e s .

Con el enunciado:

Pedro e s t u d i a todas l a s noches.

Simplemente se expresa e l hecho de que Pedro e s t u d i a por l a s noches.

Si además se q u i e r e expresar que Pedro t i e n e l a o b l i g a -c i ó n de e s t u d i a r todas l a s no-ches, enton-ces hay que r e -c u r r i r a o t r o s verbos verbos a u x i l i a r e s que añaden l a idea de -o b l i g a c i ó n .

Pedro t i e n e que e s t u d i a r todas l a s noches. 4

Pedro debe e s t u d i a r todas l a s noches.

Los verbos t i e n e y debe son a u x i l i a r e s .

Otros ejemplos:

El t r e n h£ l l e g a d o con r e t r a s o .

Voy a contaros un cuento.

E l l o s habían - s i d o premiados.

EJERCICIO

1. Escribe 2 oraciones con verbo t r a n s i t i v o :

' ~ B i p e r r o corre, e * e/ Pghcjoe .

2.._= 2r / ¡ A O J j j € . 9 Q g o e J _ Í°Q rCjüC •

2. Escribe 2 oraciones con verbo r e c í p r o c o :

[ " ' y ¡ w o _ y -éjj A e,>--yviano .se, o yod a n c.on

^ O C\y ¡o__s__ y Jo j s ¿ c j y j q / q ^ , q s < j jOQf^á

En e l espacio e s c r i b e e l nombre del verbo según l a r e -l a c i ó n semántica en e -l enunciado:

a). Los jóvenes e s t u d i a n música. ^ s / í i y/o

b ) . G r a c i e l a y L u i s se aman. c- c ° '

c ) . Santiago se lava l a s manos. r e f l e x i v o

-d ) . Los niños son i n o c e n t e s . o o ^ p U 1 q -L) y o

e ) . Los alumnos t i e n e n que aprobar

(28)

2o. SEMESTRE. REDACCION. UNIDAC I I I

LETRAS DE ESCRITURA DUDOSA.

Para nosotros l o s mexicanos es d i f í c i l saber cuando una palabra se e s c r i b e con C, S o Z por r e s u l t a r l o s sonidos parecidos. En cambio para los españoles no e x i s t e este p r o -blema puesto que pronuncian cada una de las l e t r a s d»?l

aoece-* dario en forma d i f e r e n t e .

Uno de l o s remedios para este problema es " v i s u a l i z a r " el uso c o r r e c t o de l a s p a l a b r a s ; una vez que nos acostumbremos a e l l o , eliminareacostumbremos gran p a r t e de nuestros problemas o r -t o g r á f i c o s .

OBJETIVOS.

1.- Comprenderá l a s r e g l a s para e l uso de la 1 y l a X.

2.- A p l i c a r á en e j e r c i c i o s dados cada una de

PROCEDIMIENTO.

En e l c a p í t u l o I I I de t u l i b r o , encontrarás l o s pasos a seguir para l o g r a r l o s o b j e t i v o s a n t e r i o r e s .

RITMO DE TRABAJO:

Para e l o b j e t i v o 1 i n v e r t i r á s el tiempo de dos c l a s e s .

Para e l o b j e t i v o 2 i n v e r t i r á s e l tiempo de dos c l a s e s . C, l a S, la

(29)

AUTOEVALUACION.

L o c a l i z a con toda franqueza tus e r r o r e s y e j e r c í t a t e t ú mismo en e l l o s .

Si aún no dominas alguna p a r t e de l a unidad repasa de nuevo el m a t e r i a l .

PALABRAS Y COMBINACIONES DE LETRAS QUE PRE-SENTAN DIFICULTADES ORTOGRAFICAS.

La Dra. H i l d a Perera, Doctora en F i l o s o f í a y L e t r a s , -Ex-Directora del Departamento de Español (2a. Enseñanza) de la Academia Ruston de l a Habana, Cuba, se dedicó durante va-rios años a i n v e s t i g a r para encontrar un método que h i c i e s e amena l a d i s c i p l i n a de e s c r i b i r correctamente. Primeramente buscó el consejo de maestros que t u v i e r a n mucha e x p e r i e n c i a en esta enseñanza y e n c o n t r ó , para su s o r p r e s a , que l a mayo-r í a de e l l o s habían desechado las mayo-reglas de o mayo-r t o g mayo-r a f í a pamayo-ra volver a los antiguos métodos de l a copia y el d i c t a d o . ¿Por qué? "Las nuevas generaciones - o p i n a r o n - leen poco y ven mu cho cine y t e l e v i s i ó n ; esto t r a e como consecuencia un vocabü"

l a r i o r e d u c i d o " . —

La Doctora no se resignó y comenzó a r e u n i r un vocabula r i o , tomando como base los e r r o r e s de o r t o g r a f í a más frecueñ" tes en los alumnos; las palabras de uso c o r r i e n t e en los p e " r i ó d i c o s , r e v i s t a s y conversaciones de a d u l t o s ; las l i s t a s -de e r r o r e s que se i n c l u y e n en los l i b r o s -de o r t o g r a f í a y gra mática; y las l i s t a s que l e proporcionaron otros compañeros -maestros.

Elaboró varios " t e s t s " o pruebas con oraciones en las que se i n c l u í a n palabras de d i f í c i l o r t o g r a f í a , para ser apli_ cadas a alumnos de enseñanza media. Estas pruebas dieron l o s " siguientes r e s u l t a d o s :

(30)

b. Que los alumnos rara vez cometen e r r o r e s al e s c r i -b i r pala-bras frecuentemente i n c l u i d a s en anuncios, programas de t e l e v i s ó n , e t c . , cuya imagen v i s u a l -les es f a m i l i a r .

c . Que una v i s i ó n defectuosa engendra f a l t a s de o r t o -g r a f í a .

d. Que e l desconocimiento del contenido conceptual de l a palabra da l u g a r a e r r o r e s cometidos a l e s c r i b i r l a .

En resumen, para poder e s c r i b i r correctamente una pala-bra hay que v i s u a l i z a r l a y g r a b a r l a en nuestra mente, saber p r o n u n c i a r l a debidamente y conocer su c o n t e n i d o .

Veremos en esta unidad, a q u e l l a s palabras que por su d i f i c u l t a d ofrezcan mayor p o s i b i l i d a d de e r r o r .

Las reglas para el uso de l a C, S, X y Z y a l gunas combinaciones.

USOS DE LA C.

a. Leu palabieu deUvadeu de oVwu que ¿e esesUben coi. C.

Ejemplo: c í t r i c o - c i t r a t o , c i t r i c u l t u r a , c i t r i n o .

Las palabras terminadas en clón que proceden de p r i -m i t i v o s ter-minados en to.

Ejemplo: atento - a t e n c i ó n , e l e c t o - e l e c c i ó n .

Las palabras derivadas de o t r a s que posean t .

Ejemplo: grato - g r a c i a , Egipto - e g i p c i o .

La primera persona del p r e t é r i t o de i n d i c a t i v o (gocé, y el presente del s u b j u n t i v o (goce) de los verbos -terminados en zcin.

Ejemplo: a l c a n z a r , c a z a r , danzar, e t c .

Los d i m i n u t i v o s terminados en cito, clUo y clco, con sus femeninos y p l u r a l e s .

Ejemplo: nuevecito - n u e v e c i t a , p e c e c i l l o - pececi-l pececi-l o s , huevecico - huevecicos.

Las palabras derivadas de o t r a s que tengan z así corno los p l u r a l e s de o t r a s que terminan en esta mis ma l e t r a .

(31)

g. Las palabras terminadas en encía (menos Hortensia) y en ancla (menos a n s i a , que s i g n i f i c a deseo).

Ejemplo: c i e n c i a , e x p e r i e n c i a , t e n d e n c i a , c o n c i e n c i a , ! i g n o r a n c i a , t o l e r a n c i a , ambulancia, s u b s t a n - 1 c i a , e t c .

h. Las palabras terminadas en ¿cXa, lcÁ,ey icÁ,o> menos

a l i s i o s .

Ejemplo: m a l i c i a , c o d i c i a , j u s t i c i a , p l a n i c i e , v i c i o , p e r j u i c i o , f e n i c i o , e t c .

i . Los verbos terminados en coa, menos s e r , coser y t o -s e r .

Ejemplo: conocer, padecer, convencer, cocer (de c o c i -n a r ) , r e t r o c e d e r , -etc.

j . Los verbos terminados en c í a , y dacÁA, menos a s i r .

Ejemplo': c o n d u c i r , p r o d u c i r , t r a d u c i r , d e c i r , l u c i r , z u r c i r , e t c .

USOS DE LA S

a. En Zoa patabiaA derivada* de o&ioa que ¿e eócAlben con S.

Ejemplo: s a l v a r - s a l v o , salvados, salvoconducto, salvamento, s a l v a v i d a s , e t c .

b. La mayoría de l a s palabras cjue empiezan con ¿eg, ¿¿g, menos c i g a r r o , c i g a r r a , cigüeña, cegesimal, e t c .

Ejemplo: s e g u i r , según, segundo, s i g u i e n t e , sigma, e t c . __

i&lS&'JM

En a d j e t i v o s y verbos que se c o n v i e r t e n en s u s t a n t i -vos mediante la t e r m i n a l Uón, a f í n de p a r t i c i p i o s en &o y s u s t a n t i v o s en *o>i; en verbos cuyo i n f i n i t i v o

termina en tOi o cU/i.

Ejemplo: p r e c i s o p r e c i s i ó n , e x t e n s o e x t e n s i ó n , t r a n s -m i s o r - t r a n s -m i s i ó n , c o n f e s o r - c o n f e s i ó n , d i s c u

t i r - d i s c u s i ó n , p e r s u a d i r - p e r s u a s i ó n . ~

La t e r m i n a c i ó n alAión.

Ejempl o: emulsión, e x p u l s i ó n , i m p u l s i ó n , e t c

La t e r m i n a c i ó n ts-imo de los s u p e r l a t i v o s .

Ejemplo: m a l í s i m o , bonísimo, r i q u í s i m o , l e j í s i m o s , muchísimos, e t c .

La t e r m i n a c i ó n ¿ l v o de los a d j e t i v o s excepto nocivo y l a s c i v o . Los nombres de esos a d j e t i v o s terminados en

Ejemplo: excesivo-exceso, c o r r o s i v o - c o r r o s i ó n , p r o g r e s i v o - p r o g r e s i ó n .

Las terminaciones verbales a¿e9 eae.

Ejemplo: m i r a s e , llamase, d i j e s e , oyese, hablase, e t c .

Las palabras terminadas en 0¿o (que s i g n i f i c a abundan

cía o c o n s i s t e n c i a ) . ~

Ejemplo: l a t o s o , c h i s t o s o , g e l a t i n o s o , c e l o s o , gaseo-so.

Las palabras terminadas en <¿¿áj> e ¿ ó ¿ ó .

(32)

j . Las terminaciones ¿&f ense de algunos g e n t i l i c i o s

(excepto vascuence).

Ejemplo: cordobés, portugués, p a r i s i e n s e , londinense, estadounidense, canadiense, c o s t a r r i c e n s e , e t c

í Cuidado con las homófonas '.

Cede ( t r a n s f i e r e algo a

o t r o ) . Sada ( a s i e n t o , residencia, domici 1 i o ) .

Esa pats no cada la sada da los Juagos Olímpicos.

Cabo (carnada de l a trampa). Sebo (grasa s ó l i d a y dura de animal herbívoro) A ules da pone*. al cabo, al cazado*, untó la tAampa con seb fiando.

Masa ( c o n j u n t o ) . Maza (arma).

La masa da jóvenes sa datavo anta las mazcu, da los atacan tas.

Tasa (medida, r e g l a )

Cede ( t r a n s f i e r e algo a o t r o ) .

Caso (suceso, a c o n t e c i -miento) .

Taza ( v a s i j a pequeña con asa)

Sede ( a s i e n t o , r e s i d e n c i a ) .

Cazo ( v a s i j a ) .

LA Z.

En las pala bias deAlvadas de otAcu qua sa a&cAÍban con z.

Ejemplo: z a r z a - z a r z a l , zarzamora.

En las palabras terminadas en azo (que s i q n i f i c a a u m e n t a t i v o ) .

Ejemplo: p e r r a z o , t r a n c a z o , cabezazo, manazo, t e l e -fonazo, e t c .

Las terminaciones zuato, ezueJto (que s i g n i f i c a dimi-n u t i v o o d e s p e c t i v o ) .

Ejemplo: m u j e r z u e l a , j o v e n z u e l o , bestezuela, e t c .

En los a d j e t i v o s y verbos sustantivados que terminan en ez, eza, anza, (menos gansa y mansa) y azao (me nos r a s g o ) .

(33)

e Las terminaciones Iza, Izal, (que s i g n i f i c a abundan c i a ) .

Ejemplo: g o l p i z a , p a l i z a , c a r n i z a , p a s t i z a l , b a r r i -z a l .

f . Las patronímicas que terminan en az, <¿z, iz, oz. Ejemplo: Díaz, Pérez, O r t í z , Muñoz.

EJERCICIOS.

Completa las s i g u i e n t e s p a l a b r a s ; t r a t a de recordar en cada una de e l l a s l a r e g l a c o r r e s p o n d i e n t e .

graso 5 o

i n s t i t u e , i o n ,

persua 5 i v o •

f i ne Z a.

mai Z a l .

pe C- e r a .

independen C i a .

Gonzále Z •

persecu C i ó n . 1 impie Z. a. bende c i r .

q r a n d í S imo.

Examina estos vocablos y formula l a r e g l a .

r e a l i z a r

atomizar

a u t o r i z a r

v o c a l i z a r

h i p n o t i z a r

Busca en el d i c c i o n a r i o e l s i g n i f i c a d o de las siguien-tes p a l a b r a s ; elabora una o r a c i ó n con cada una de e l l a s :

Poso 5 e - d i m e . A ^ Q

Pozo / - / o V O . ¿ r / e - ^ r Q

C i t a r c j g r - . o

S i t a r i c o c i o n .

Rosa

F l o r de. í J O S Q l

Roza R e \ e . r S o p e r f i l é ¿ç_ C . O •

C e b o - C ^ Q * * " ^0* Pqx^^K C r i CjQi^éíqH~ Q q 4 r o O o \ w \ Q 1 e s

-Sebo G r Q S q < > ¿ l i ¿ c ¡ d e . \cyjs <u n , r v ^ Q U s

l l o r o s .

Masa M e z c l a p C i S ^ Q S ^ y K e . r e n . 4 g

M a z a A r wycx d e . G Q ! Q c i á c x d e - V ^ ^ Q . 1

Las s i g u i e n t e s son palabras que se prestan a mucho e r r o r , v i s u a l í z a l a s :

IDIOSINCRASIA. HIPOCRESTA. PECECITOS. CONEXION.

CAMBIOS DE Z en C. La se transforma en delante de ta y l a (excepto eczema, Ezequiel y Z i g z a g ) .

(34)

pez pececito d i e z y s e i s d i e c i s é i s

l á p i z l á p i c e s almorzar almorcé

voz v o c e c i t a diez y ocho d i e c i o c h o

EJERCICIOS.

Escribe e l p l u r a l de diez palabras terminadas en z.

m a í z . - m o c e e s A i & Z — J ^ X ^ F e i i JL ^ . f e l i c e s - - W . - l o ^ e s ,

1 \Z. - c q 1/ r,e.S

a v r c i Z - <XvroC.es,

Llena l o s espacios en blanco con l a forma verbal adecuada.

No creo que este c o l o r o w ^ c ^ X C e con aquél. armonizar

Es improbable que él se e s p e c i a l i c e en matemáticas. e s p e c i a l i z a r

No me f p e K ^ i a i r . f o r z a r

Yo no a Carlos a y e r , " l o c a l i z a r

Ayer L g * ^ ! i C 6 mis papeles. l e g a l i z a r

No creo que CX^ vnoe_r ce.. almorzar \Q p i z - 16 p i c e l i

p e z

y o Z ' v o c ^ S

-No t e e s f o e y c e s e n demasía, e s f o r z a r

Escribe en pasado los verbos i n c l u i d o s en estas oraciones:

Presencio la escena; y l e a u t o r i z o para que tome l a d e c i s i ó n que l e parezca.

P**e§enc.\é t<\ e s c e r ^ ; ^ \e. o l o Wí cé ^ o e - f c c ^ a

Almuerzo y me voy. *>*or\ ^ o t

r ° i ü le^Z? ¿y °r9a n 1 z o todo inmediatamente.

C a r a c t e r i z o al personaje más infame de la obra

^ c x r q c A e ^ c e a l p e r s o n e . - . r v t o ^ d e U ' o ^ . A t e r r i z o para s a l v a r a los p a s a j e r o s " , d i c e el p i -l o t o f U e r r C¿ p ^ c x -l &-lt; * p e s e b r e s ,

d i c e - e.1 p i l o - t o - r J '

Escribe en l e t r a s los s i g u i e n t e s números, primero

compuesta P y l u e 9° f 0 r m a n d o u n a

i e z. Y s e i s - r l . P f - . ^ e - i s .

V s¡e-fc s ¡ e 4 e

1 8-d ' £ * y o c - K o ct i ^ r . ^ c K o

19- ^ ' e ¿L y " Q e v e , <j'[ e c i v e

WS COMBINACIONES SC Y CC.

no • 'c 1 3 r a m°s claramente las combinaciones ¿c y cc a 1 " ^n 9 U n a d ir 9u l t a d ^ e s c r i b i r l a s , pero su pronun

(35)

EJERCICIOS.

Separa en s i consulta en el

imprescindible s e i s c i e n t o s miscelánea abSCeso eSCéptico faSCinante d i s c í p u l o aSCenso eSCena obSCeno

efervescencia trascendencia víSCera

s u s c e p t i b l e piSCina conSCiente oSCilar aSCética

labas las palabras de l a s i g u i e n t e l i s t a d i c c i o n a r i o los s i g n i f i c a d o s que ignores

d i- L i e . s e í s

-rr\ t S - c e - >\e(\

q b«» - c e - S o

(2..S- C ¿ p - i ~C-Q

d r s - c i - J2J1

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-v i s - c e - r a

s o s - c e p - - ¿>¿g

- P /' S - C i - Ki Q

c . c » c i e n - te

o S - - t ar

-q j S - C ¿ - ^ \ H i -q . .

Llena los espacios en blanco con palabras i n c l u i d a s en l a l i s t a a n t e r i o r .

Es imprescinj-.íjiu'e venga rápidamente.

El péndulo o s c \\ < x y marca el r i t m o .

Es un espectáculo o b s c e n o

¿Quieres agua e p é r \ / e ¿ c

Lo Q < o < J 2 > p i t:án a coronel .

Tu hermano es muy j e s c é p ^ T C C

Es famosa U e s ce v^ ° d e l asesinato de César en la

tragedia de Shakespeare.

L o s o s c e t ' son personas i n d i f e r e n t e s y descreídas.

l a (fe casa es de agua dulce.

La operaron tfe «n Q ^ s e S O en un d i e n t e .

¿tonque los .poetas ss nieguen a creerlo., el corazón no es más que Hita y í s c ^ v

Es un l o c o ; no está c o n s c i e n ^ d e sus actos.

En un desastroso accidente de f e r r o c a r r i l h u b o S e i s c \ e n -b & 3 , v í c t i m a s .

Hay quien opina m $ Santa Teresa fue más cnc rce p -ti k f e

que mística1. • ) —

En esa mesa hay una w ^ i s c e l ó A o b j e t o s .

Ciertos a r | 1 s t a s c^eeo no ser ¿ p ok>5>de nadie.

Ko deoe d e c i d i r s e a l a l i g e r a vp asmto de tan inmen-sa -e. y-q^ c e A , d g . v \ c l A

Subraya 'én las seguientes o r p a l a b r a s que contengan él grupo SC.

El i n t e r é s y el t a l e n t o son los %1-qós ©díi s u e r o s cons mentes y VTcitos. ( B a l z a c ) .

(36)

En su Facundo, Domingo Faustino Sarmiento r e a l i z ó un e s t u d i o de trascendental importancia para el a n á l i s i s de l a h i s t o r i a a r g e n t i n a .

José Campeche, primer p i n t o r p u e r t o r r i q u e ñ o , d i o mues-t r a s de mues-t a l e n mues-t o desde su adolescencia.

En el p a l a c i o de V e r s a l l e s hay una miscelánea de e s t i -los a r q u i t e c t ó n i c o s .

El absceso l e produjo d o l o r .

Escéptico, es sinónimo de i n c r é d u l o .

Es f a s c i n a n t e l a b i o g r a f í a de Miguel Henríquez, zapate ro mulato p u e r t o r r i q u e ñ o y c o r s a r i o español.

En l a conferencia de Ginebra se t r a t a r o n asuntos de enorme trascendencia.

Un buen p e r i o d i s t a r e a l i z a r e p o r t a j e s de efervescente a c t u a l i d a d .

M a r t í fue d i s c í p u l o del poeta Mendive.

Su ascenso fue inmerecido.

En las obras de O ' n e i l hay escenas de un dramatismo i n superable.

Era un espectáculo obsceno.

El hígado es una viscera i m p o r t a n t í s i m a .

Cuando i n v a d i e r o n España, los árabes construyeron pala c i o s f a s t u o s o s . En uno de e l l o s había una p i s c i n a l l e na de mercurio procedente de las célebres minas de A l -madén.

Sólo los inconscientes desprecian el genuino v a l o r de nuestras t r a d i c i o n e s hispanoamericanas.

l a p r e s i ó n atmosférica o s c i l a b a según ascendíamos o descendíamos.

Eugenio María de Hostos, t r a b a j ó f e b r i l m e n t e para que se concediera un p l e b i s c i t o ' a l a población p u e r t o r r i -queña .

Los s u s c e p t i b l e s sufren innecesariamente.

Separa en s í l a b a s las palabras de la l i s t a s i g u i e n

t e : 3

inyeCCión j ry- V e c -je. \ & A _

a c c i o n i s t a q q_ ~CLiO - r \ \ s

infeCCi ón j n ^ e x ^

oCCídente Q c - c

-ünaCCesible j - n a c - c e - s ' , - b l e

aCCeder q, ç . ç e - J e r .

Subraya en las s i g u i e n t e s oraciones, las palabras que contengan el grupo CC.

Oespués del año 1825, l a Revista de Occidente c o n t r i -buyo a l auge de la c u l t u r a española. '

Welázquez jamás accedió a que Cortés emprendiera l a conquista de México.

Ona i n y e c c i ó n de p e n i c i l i n a puede c o n t r o l a r el desa-r desa-r o l l o de una i n f e c c i ó n .

La i n a c c e s i b l e cumbre del Monte Everest fue vencida por una expedición b r i t á n i c a .

G-os a c c i o n i s t a s velaban celosamente sus i n t e r e s e s .

Figure

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