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Relación entre la webquest y el proceso de aprendizaje en el área de ciencia y ambiente en la institucion educativa “San Alfonso” Ugel 06, distrito de Ate - Vitarte en el año 2015

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UNIVERSIDAD INCA GARCILASO DE LA VEGA

F AC ULT AD DE EDUC ACIÓN OFICINA DE GRADOS Y T ÍT ULOS

TESIS PAR A OBTENER EL TÍTULO DE LICENCI ATU R A ESPECI ALID AD : PRIMA RIA

INVESTIGACIÓN

“RELACIÓN ENTRE LA W EBQUEST Y EL PROCESO DE APREND IZAJE EN EL ÁR EA DE CIENC IA Y AMB I ENT E EN LA

INST IT UCION EDUCAT IV A “SAN ALFONSO” UGEL 06, DIST RIT O DE “ATE - VITARTE” EN EL AÑO 2015”.

PRESENT AD A POR:

BALDEBEL LANO PIZARRO, ISA BEL RUT H VEGA PESCORAN, W ILLIAM H AROL

LIMA – PERÚ

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2 DEDIC ATORI A

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3 RESUM EN

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4 INDICE

C A R Á T U L A 1

D E D I C A T O R I A 2

R E S U M E N 3

Í N D I C E 4

I N T R O D U C C I Ó N 6

C A P Í T U L O I : P L A N E A M I E N T O D E L P R O B L E M A 1 0

1 . 1 D E S C R I P C I Ó N D E L P R O B L E M A 1 0

1 . 2 F O R M U L A C I Ó N D E L P R O B L E M A 3 5

1 . 2 . 1 P R O B L E M A P R I N C I P A L 3 5

1 . 2 . 2 P R O B L E M A S E S P E C Í F I C O S 3 6

1 . 3 O B J E T I V O S 3 6

1 . 3 . 1 O B J E T I V O G E N E R A L 3 6

1 . 3 . 2 O B J E T I V O S E S P E C Í F I C O S 3 6

1 . 4 J U S T I F I C A C I Ó N 3 7

1 . 5 F A C T I B I L I D A D 4 6

1 . 5 . 1 P O S I B I L I D A D E S 4 6

1 . 5 . 2 D I F I C U L T A D E S 4 7

C A P Í T U L O I I : M A R C O T E Ó R I C O D E L A I N V E S T I G A C I Ó N 4 9

2 . 1 A N T E C E D E N T E S D E L A I N V E S T I G A C I Ó N 4 9

2 . 2 B A S E S T E Ó R I C A S 5 8

2 . 2 . 1 W E B Q U E T S 5 8

2 . 2 . 1 . 1 F U N D A M E N T A C I Ó N T E Ó R I C A 6 0

2 . 2 . 1 . 2 C A R A C T E R Í S T I C A S B Á S I C A S D E L A W EB Q U E S T 6 3

2 . 2 . 1 . 3 V E N T A J A S Q U E S E P R O D U C E N E N E L A L U M N O C O N E L U S O D E L A W E B Q U E S T

6 4

2 . 2 . 1 . 4 V E N T A J A S P A R A E L P R O F E S O R C O N E L U S O D E L A W E B Q U E S T

6 8

2 . 2 . 1 . 5 C O M P O N E N E T E S D E L A W E B Q U E S T 7 0

2 . 2 . 2 P R O C E S O D E A P R E N D I Z A J E E N E L Á R E A D E C I E N C I A Y A M B I E N T E

8 0

2 . 2 . 2 . 1 F U N D A M E N T A C I Ó N T E Ó R I C A 8 3

2 . 2 . 2 . 2 T I P O S D E A P R E N D I Z A J E 8 4

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5

2 . 2 . 2 . 4 I M P O R T A N C I A D E L A E N S E Ñ A N Z A D E L A C I E N C I A

9 3

2 . 2 . 2 . 5 ¿ P O R Q U É E N S E Ñ A R C I E N C I A S N A T U R A L E S C O N L A S T I C ?

1 0 1

2 . 2 . 2 . 6 J U S T I F I C A C I Ó N D E L A S T I C E N L A C I E N C I A 1 0 3

2 . 3 M A R C O C O N C E P T U A L 1 0 8

2 . 3 . 1 C O N C E P T U A L I Z A C I Ó N 1 0 8

C A P Í T U L O I I I : H I P Ó T E S I S Y V A R I A B L E S 1 1 4

3 . 1 H I P Ó T E S I S G E N E R A L 1 1 4

3 . 2 H I P Ó T E S I S E S P E C Í F I C A S 1 1 4

3 . 3 V A R I A B L E S E I N D I C A D O R E S 1 1 5

3 . 4 O P E R A C I O N A L I Z A C I Ó N D E V A R I A B L E S 1 1 6

C A P Í T U L O I V : M E T O D O L O G Í A D E L A I N V E S T I G A C I Ó N 1 2 4

4 . 1 T I P O S Y N I V E L E S D E L A I N V E S T I G A C I Ó N 1 2 4

4 . 2 D I S E Ñ O D E L A I N V E S T I G A C I Ó N 1 2 7

4 . 3 P O B L A C I Ó N Y M U E S T R A 1 3 2

4 . 4 M É T O D O S Y T É C N I C A S 1 3 2

4 . 5 I N S T R U M E N T O S D E R E C O L E C C I Ó N D E I N F O R M A C I Ó N 1 3 4

4 . 6 P R O C E S A M I E N T O , Á N A L I S I S E I N T E R P R E T A C I Ó N D E R E S U L T A D O S

1 3 5

4 . 7 M A T R I Z D E C O N S I S T E N C I A 1 4 7

C O N C L U S I O N E S 1 4 8

R E C O M E N D A C I O N E S 1 5 2

F U E N T E S D E I N F O R M A C I Ó N 1 5 3

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INTRODUCCI ÓN

Las p olíticas en la ed ucaci ón p eruan a s obre las T IC. No s e tra ta de un te ma relativ a me nte nu ev o en la p olítica e ducativ a nac ion a l, pues s e i nici a dur ante la déca da d e 1 990. Estas polític as T IC han estad o car acteri zadas, c omo otros á mbitos de l sect or educat iv o p erua no, p or u n a lto grad o d e disc onti nui dad en la s políticas, progr a mas y eq ui pos de gesti ón, así c o mo por un a debi lid ad en los proc esos de plan ificaci ón y ev alu ació n. Estos probl e mas p arece n profun di zar se en el cas o de las T IC, pu es conflu ye n a su a lre ded or un a se rie de ex pectativ as y pro mes as a v eces descon ectad as de la r eal idad. Así, en div ersos mo mento s las T IC se ha n co nv ertido en el centro de pro mesas p olíticas d e me jora miento d e la ed ucaci ón, lo cual h a dificu ltado su concreci ón e n progr a mas y obj e tiv os realizabl es y medi bles.

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esto po de mos in iciar c on una mir ada a l os a ntece dentes de l as políticas T IC en la e ducac ión p e ruana y a l a puesta e n march a d e las pri meras in ici ativ as de la d écada de 1 990. El pr ogr a ma d e educac ió n a d istanci a por te le v isión, qu e co mpartían por es os entonc es a lgu nos ob jetiv os co mo - l a mejor a d e l a c obertu ra escolar – implementación de las políticas TIC más recientes.

Entre las ex peri enci as i nícial es de l a intro ducci ón de l a s tecnolo gías en la educ ació n se encu entra P an a meric a na T eleducaci ón. El cu al se trata b a de la primera “telescuela” por telev isión, i nau gura da e n l os años d e 1 961 y diri gid a p or el Padre Fe lip e Mc. Gregor, que busca ba brin dar e duc ació n d e carácter su pletor io par a ni ños que no po dían acce der a l a escolar ida d,

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2002, e l cua l prod ujo mucha expectativ a por parte de lo s benefic iari os, qu ie nes esper aba n la ll ega da de las c o mputa dora s pro metid as c on c laros tient es po líticos y olv ida nd o l as capacitac io nes y p lan es a tra bajar. El Pr o yecto H UASCAR Á N funcion ó hasta fi nal es de l 200 6 y e n el 2 007 s us funcio nes fuer on absorb id as p or l a D irecci ón Ge neral d e T ecno lo gías Ed ucativ a s, DIGET E, creada por Decreto Supre mo, DS. No 16 -2 00 7-ED. Ya para estos a ños el n uev o progr ama qu e se apl icab a era, OLP C, Progra ma U na La ptop por Ni ñ o, qu e co mo dato inter esante, el Perú es el p aís don de s e i mp l ementó en ma yor esca la. Dic h o progra ma pres ent ó las mis mas falenc ias q ue sus pre deces ores y para s alv ar e l i mpase de p o der e ntreg ar l as l aptop XO se imple mentaría los, C RT , ce ntros de r ecursos tecno ló gicos y l os lla ma dos col eg ios e mb le mátic os ,

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Desde los pri nci pios d e la impl e me ntació n de las T ecnolo gías d e la Inf ormaci ón y Co mu nic ació n tambi én l la ma das T IC se pue de identific ar a lgu nos d e l os princi pal es pr obl e mas q ue ha enfrenta do su ap licac ión e n la e ducaci ón p erua na:

a) La poc a clari dad co n respect o a los objetiv os ed ucativ os. b) La ina dec uad a pla nific ació n, ev aluació n e i mpl e mentac ió n

de los pro gra mas.

c) El énfasis p or priv ati zar p ol íticame nte los pr ogr a mas educativ os, y.

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10 C APÍTULO I

PL ANTE AM IENTO DEL PROBLEM A

1.1 DESCRIPCIÓ N DEL PROBLEMA

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integrar los desarr oll os tecn ológ icos a las estructuras curricul ares.

Las T ecnol ogías de la Info r ma ción y la C o munic aci ón ( T IC), con toda l a ga ma de h erra mi entas q ue conti en e: libros (nor mal es o a udi o li bros), p eri ódicos en lín ea ( naci ona les e internac io nal es), dicci onar ios ( de i dio ma nata l, extran jero, sinón i mos y antó ni mos ), encicl op edi as (nor ma les o interactiv as), map as ( a nal óg ic os o di gital es ), d ocu me ntos (líneas de ti empo , map as men tales, etc.) v ideos (v isitas a mus eos de arte y de c ienc ia , a cceso a lab oratori os v irtuales, v iajes v irtuales a ci ud ades o regio nes re motas) y softwar e educativ o inter activ o etc., s e constituyen e n herra mientas funda me ntal es , porqu e son fac ilitad oras y potenc ia doras d e los proces os de a pren di za je .

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riesgo d e enfoc ar esta activ idad des de u na pers pectiv a mer a mente tec nol óg ica, olv ida ndo q ue e l pro ble ma de la educac ió n, con toda su c o mpl e jida d y r eal ida d mu ltiv ariab le, más q ue tecn oló gico es p e d agó gico.

Cuan do se hab la d e la i nt egr aci ón pe dag óg ica de las T IC, se hace r eferenc ia a l a i ntegr ación de la util i zaci ón de meto dol ogías, herr a mie ntas y s oftware ed ucativ o.

Se pue de cons ider ar qu e la v erdader a inte graci ón de las T IC en el á mbito ped ag ógi c o existe cuand o se p ue de d e mostrar que estas herra mientas sirv e n, frecue nte mente, par a l a enseñ an za de los profes ores, e l apr end i zaj e d e los al u mnos, el s egu i mie nto del des e mp eño acadé mico de l os estu dia ntes, y p ara mej orar la r elac ión profe sor - alu mn o, en el marc o de las activ id ades ed ucativ as n or ma les en toda y ca da un a d e las áreas y asi gn aturas de l cent ro educativ o.

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difiere n, o pin and o que éstas pu ede n func io nar c o mo un ele me nto distractor d e l os proc e sos en el a ula.

Reflexi on and o so bre el te ma, pode mos inferir qu e ante s de poner e n práctica l as T IC en el aul a, se requi ere qu e los docent es tenga n un ma nej o total sobr e el co noci miento y utili zac ión de las mis mas, es de cir, el d o mi nio de be s er gl ob al para l ueg o po nerl o en práctica en los alu mnos . En la medi da que l os doc entes ten ga n l a conv icción d e que las T IC represe ntan en e l siste ma ed ucativ o un p unto d e ap o yo importante, inter esante y útil qu e i nclus o gen era n me nos costo, en esa me did a l as po ndrán e n fu ncio na mi ento s in recelos. Los doc entes de ben te ner e n c uenta ta mbi én qu e e l do min io d e estas nu ev as tecno logías res ulta más fáci l par a los alu mnos q ue par a ell os.

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según la p osib ili dad de l a Instit ución E ducativ a y co mpr omiso de los padr es. En gr ados post eriores, d oce ntes de div ersas Áreas de Estu dio, util i zaría n l os mismos par a pres entar l a v ida de un gra n mate mátic o, literato, hér oe naci ona l, historia dor, fe nó me nos natur a les cl i mátic os, esp ecies e n extinció n y de más te mas de ín dole ed ucativ a , todos c on el propós ito d e inc e ntiv ar o i nter esar a l al u mno por el curs o. Incl usiv e po de mos r ecord ar qu e en el añ o de 196 1, en e l Perú se ina ug uró e l Progr a ma Pa na mer ican a T eleduc ació n, el cu al se trataba de la primera “tele escuela” por televisión, dirigida por el P adre Fel ipe Mc. Gregor, que busc ab a br ind ar educac ió n d e c arácter s ecu nda rio para ni ños qu e no po dían acceder a l a esco lari dad for ma l en las b arria das de L i ma.

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rapid e z en el mu ndo entero. C on ca mb ios e n la ma ner a de comunic arse, cr ean do nuev os signific ad os, y ruti nas diar ias en los á mbitos de trab ajo, productiv os, educ ativ os y fami liar es.

Los doce ntes esta mos man eja ndo co nteni dos descont extual i zad os, d ebi do a nuestra poc a c ultura inv estigativ a, el alto costo de bibl iogr afía espec ial i za da, el poco acc eso que he mos tenido a Intern et y al descon oci mi ento en el ma ne jo d e las T ecno lo gías de Infor mac ión y las C o mun icaci on es ( T IC) son hechos qu e nos están de jan do al mar gen de est a rev olució n tecnol ógic a.

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reduci en do las brech as pre exis tentes entre y d entro d e las socied ad es.

En estos esce nar ios, los a lu mnos lle ga n con nue v as necesi da des de apr end i zaj e y n uev as for mas de r el acio narse con e l sa ber, pr oducto de la era dig ital en l a q ue naci ero n. La tradicio nal for ma d e e nseñ ar del doc ente co mo centro d el proceso y tras misor d e i nfor mac ión y el rol pas iv o del alu mno no resp ond e a esta n uev a real idad educ ativ a. El énfasis se traslada de la e nseñ an za al apr endi zaj e y esto su pon e qu e el docent e dej a de ser fue nte de todo conoc i mie nto y p asa a conv ertirse en med iad or y faci li tador de l uso de h erra mi entas y r ecursos nec esari os p ara explor ar y ela borar nu ev os conoci mient os.

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La inte grac ión de l as T IC en e l siste ma e duc ativ o no es u n fenó men o nu ev o, pues ya se han incor pora do des de los orígenes del prop io siste ma div ersos dis posi tiv os y r ecursos tecnoló gic os para el us o ped ag ógico. Sin e mbarg o, es nuev a la env erga dura y el i mpacto q ue las T IC, tales como e l uso de Intern et, cel ular es, co mp utad or as in div idu ales, la telev isió n digita l y l os recurs os dig itales.

En el Per ú la h istoria de l as TIC co mien za en l a déc ad a de 1990, des de el Go bier no del Pre sidente Alb erto Fuj i mori y sus Redes e ducativ as, ro bótica esc olar y e ducac ión a dista nci a. Al peri odo 2 00 1 – 2006 del Gobierno del Presidente Alejandro T oledo y su Pr o yecto Huasc ará n. Al perio do 20 06 – 2011 del segun do Gobi ern o del Presi de n te Alan García y La Dir ecció n General de T ecno logías E duc ati v as y el Pr ogr a ma U na Lapto p por Niñ o. A la actual ida d Gobiern o de l Presid ente Olla nta Hu mal a y el Pro yecto PerúE duca, Pro yecto L uces p ara Aprend er , Pro yecto Ro bótic a Educativ a, y el Pro yecto ODAT IC.

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públ icas. El Pro gra ma E DURE D , de la Un ida d de Red es Educativ as, qu e tenía alr ed edor de 20 0 co leg ios urban os co nectad os en una red dial -up (una red dia l -up es la maner a de con ectarse a i nternet a trav és de una línea tel efónic a) con un a lto costo de acces o. El Proyecto INFOESCUE LA, u n pro yecto d e r obótic a escolar q ue integr aba el Pro gra ma de Mej ora mi ento de la Ca lid ad d e la Ed ucac ión P rimaria ( ME CEP). Este últi mo lle gó a 400 col egi os p úb l icos e n 1 7 ci ud ades de l país y alg unas ev alu acio nes encontrar on un i mp acto signific at iv o del Progr a ma en l o s aprend i za jes.

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cumplir de mod o más eficie nte sus res po nsab ili dad e s frente a la ed ucaci ón.

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Ahora b ien, si b ien en l a ca mp a ña in icia l de d ifusió n de l pro yecto s e señ al ó qu e l a modal id ad d e trans misió n satelital d e conte nid os ed ucativ os sería bi d irecci ona l, es decir, q ue las escu el as n o só lo rec ibiría n una señ al , sino que ta mbié n p odrían tra nsmitir infor maci ón p or me dio del satél ite, en l a prácti ca esto n o fue así, pu e s por la pre mura d el la n za mi ent o so lo se pro pici ó un a diná mica de co mu nicac ión un i direcci ona l, d eja ndo e n claro u na v e z más que in cluso a pes ar de la s capacitac io nes a los doce ntes que se p ued an p oner e n práctica, e l bu en progr a ma infor mátic o o de educ ació n a distanci a por tel ev i sión con e l que se pu eda co ntar, nada es más i mporta nte a fin d e cuent as qu e el interé s político d e alg un os, el cua l p odría liter al me nte ech ar todo por l a bor da co n tal de a segurars e los i nteres es propi os o figur etis mos po líticos.

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salari al, pero ta mbi én de for mac ión) l os pr ofesore s encarn ab an el mod elo ed uca tiv o me morístic o y d e transmisió n d e conte nid os que el Mi nisteri o d e Educaci ón busca ba s up erar a trav és de un o constructiv ista, centrado e n el al u mno y e n un a construcció n de apre ndi zaj e s más a utón o ma. L a tecnolo gía, en este senti do, res taba prota gon is mo a lo s docentes, quienes adquirían un rol “complementario”, de facilitad ores, de ntro del Pro gra ma.

T ras la salida de Fuji mori d el pod er, y lu eg o de l Gobiern o d e Valentín Paniagua, EDIST fue “absorbido” por el Pr o yecto Hu ascar án , del e ntonces nuev o presid ente d e la Rep úbl ica Al ej andro T oled o. Con esto, los C entros Pil oto d e Educac i ón Secu ndar ia Rura l a Distanci a (CPED) pasaron a llamarse “Centros EDIST” y e l pro gr a ma de educ ació n a d istancia pas ó a l la mars e “Secundaria Rural a Distancia para Menores”

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la pro ducci ón d e materi al a udi ov isual, así co mo con l a impresi ón y distri buci ón op ortuna de materi ales, e n tanto este pro yecto per manec ió siempre co mo un p iloto , lleg ó un momento e n el que sur gier on a lgu n a s dificulta des p ara su funci ona mie nto.

Entre el las s e enco ntraba n l os cuestion a mi entos de lo s padres de fa mil ia so bre si l a ed ucació n qu e reci bían su s hijos en el marco de este proyecto también era “piloto” y otras v incula das a l a situ ació n de l os ma estr os q ue s e desempeñaban en una modalidad “no oficial”. Es así que e ntre 20 04 y 20 05 este pro gra ma p ierd e ap o yo y l a educac ió n a d istanci a p asa a formar parte del V ic e mi nisteri o de Gesti ón Ped ag ógica .Ya des de es e entonc es se pue den i dentif icar alg unos d e lo s princi pal es pro ble mas qu e ha enfrenta do la apl icaci ó n de las T IC en la e ducac ión p eru ana:

a) La poc a clar id ad co n resp ecto a los obj etiv os educativ os y

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ev idenci as sobr e e l i mpacto d e las T IC, lo cu al hac e difícil, al dí a de ho y, con ocer c uál es el r eal i mpacto d e la tecno logí a en l as escu elas . Otra consecue ncia d e esto es qu e en l a actua lid ad l a s políticas T IC no está n articula das co n los de más ele me ntos de l proc es o educativ o.

En este caso enco ntra mo s un pro ble ma d e disconti nu ida d e n l a p olítica de tecnol ogías ed ucativ as, motiv ado por la u rge nci a de mo strar a la op ini ón púb lic a imáge nes del Go bier no tra baja nd o y sup eran d o obstácul os. En sol o dos añ os d e existenc ia e l Pro yect o Huascar án ha bía ca mb iad o ya dos v eces de posició n dentro d e la or gan i zaci ón d el M i nisterio de Educ ació n; y otras v arias v eces más de co mp osició n inter na .

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T IC podría tra er a la educ aci ó n per uan a; sobr e e l us o político si n pl ane a mie nto q ue se ev idenció en l a entre g a de co mputa doras; y s obre los i ndici os de corru pció n e n los proces os d e c o mpra d e b ie nes y conc esio nes, entr e otros. Durante este per iod o, la gestión de las p olítica s T IC estuv o marcada por d os ele mentos pr inci pal es: l a creació n de l a D irecc ión G enera l de T ecnolo gías Educativ as (D IGET E) y el Pro gra ma Una La ptop p o r Niño.

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asocia ba es pecífica mente co n e l Gobier no d e Ale ja ndr o T oledo. Así, la DIGET E absorbe al Pro yecto H uascar án; mi entras q ue e l Pro yecto d e Educac ión en Áre as Rural es (PEAR) y el Pro gra ma de Me jora miento de l a Educaci ón Sec und ari a son a bs orbid os por l a Dir ecció n General d e Educac ión Intercu ltural, Bili ngü e y R ural y por la Dir ecció n Gener al de Ed ucació n Bás ica R egu lar , respectiv amente.

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traducidas son “una laptop por niño”. Así, se establec ió un co ntacto c o n OL PC, don de se prop uso a Perú co mo b en eficiar io de este progr a ma y se o btuv o una mu estra de l as co mp uta doras q ue ofrecía est a organ i zaci ón. Esta muest ra f ue pres entad a ante e l Poder E jecutiv o, do nde el pro yecto fue a prob ad o. Co n esto se acudi ó al Co ngres o de la Rep úbl ica par a solicitar l a apr ob ac ión para l a compra d e 25 0 mi l laptops para n iños .

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colab ora n. Se c onecta n u no c o n otro, co n e l mu nd o, y con un futuro más br ill ante .

Sigui en do es a líne a, en Perú el Progra ma r espo nde a l a de man da de c ali dad ed ucativ a y de e qu ida d a trav és d e la i ntegrac ión de las T IC en el proceso ed ucativ o des d e la ide ntida d naci ona l, e n es pec i al en aq uel las zonas co n ma yor índic e de pobr e za, altas tasas de a nalfa betis m o , exclusi ón soc ia l, disp ersió n d e la p obl aci ón y b aja s tasas de conc entrac ión de p ob lac ió n esc olar, par a contribu ir a la eq ui dad ed ucati v a en las áre as ru r al es. Ade más, c o mo el Progr a ma bus ca mej orar la cal id ad d e la ed ucaci ón, n ecesita moder ni zar y potenc iar e l rol d e sus doce ntes .

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éstas, las que co ntaran co n el ectricida d y co nexi ón a Intern et .

Sin e mb arg o, en l a seg un da et apa del pro yecto s e tuv o que a ban don ar el mo de lo 1 a 1 por falta de rec ursos y se optó enton c es p or e ntregar una lapto p p or cad a d ie z alu mn os en el resto d e esc uelas pri m ar ias a n iv el nacio na l. En c ada escu ela se crearon los Ce ntros d e Recursos T ecno lóg icos (C RT) que agru pab an la s computad oras y al gun os recur sos adici on ales. Si bi e n con esta me did a s e d eja ba de aplic ar l a ide a de que e l niño pud iera ser e l usu ario exclusiv o y a tie mp o completo de las co mputa doras , al men os se b usca b a propic iar u n contact o reg ular y f recuente de l os al u mn os con la tecn olo gía.

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Cuan do e l MINEDU s e da c u enta de que no p odr á prov eer co mputad oras 1 a 1 y deci de conc entrar s us esfuer zos e n la cr eaci ón d e lo s Centros d e Rec urso s T ecnológic os, la DIGET E, de forma co mp le me ntaria a l reparto de l as lapto ps XO, emp ie za a d iv ersificar l a oferta d e tecn olo gía a l a s escuel as. U na de la s princi pal es in ici ativ as en este sentido fu e u n pro gra ma de robótic a escol ar. Este progra ma tenía ya u n antece dente en el Pr o yecto INFOESCUELA, que fu e desarro lla do dura nte l a déc ad a de l os n ov enta au nqu e esta v ez estuv o artic ula do a l trabajo con las XO, e n tanto estas co mp utad oras c ont aban co n softw are qu e per mitía mani obrar l os k its. La idea era q ue los centro s de recurs os tuv ieran un a oferta tecnoló gica v ariad a qu e per mitier a a todos los al u mno s hacer uso de al gun a forma d e tecno log ía e ducativ a.

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de recursos tecn oló gic os se bus caba qu e estos cole gio s pudi era n ser ta n atr activ os pa ra las fa mil ias de c las e me dia c o mo los c ole gios priv ados a l os qu e sue le n env iar a s us hi jos. E n este sentido, los c entros d e recursos de l os cole gios e mbl e mátic os fueron l os más completos y c onta ban c on l a ptops XO y note book s conv encio nal es para h asta tres salon es (lo qu e facilitab a el trab ajo 1 a 1 e n det ermina dos mo mentos).

T ambién s e rep artier o n k its de rob ótica p ara us o exclusiv o con las XO, software par a co mpr ensi ó n lectora, sets de cie ncia recr eati v a, etc.

En resu mid as cue ntas pod e mos decir, que El Progr a ma OLPC tuv o sus méritos, ta mb ié n es corr ecto d ecir q u e se di o e n u n co ntexto d e p o ca o nul a p lan ificaci ón, dond e par ecier a hab erse p ensad o qu e esta er a innec esari a y la tec nol ogía s uficiente y eran por sí solas, suficie ntes par a gen erar l os cambios d ese ados.

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aprop iaci ón y soste nib ili da d d e la tec no logía ed ucativ a en las escue las. La fa lta de plan ificaci ón d a cu ent a tamb ién de l a poca o nu la ev ide ncia q ue ex iste sobre e l impacto de las T IC e n l a edu cación, en esp ecia l c o n respecto a l as din á micas d e uso y apro piac ió n.

Co mo sus anteces ores (H u ascarán y E DIST ), el Progra ma OLP C satisfacía mu y bien la ló gica p olítica d e pro yectar un a i mag en pos itiv a d el Go bier no mie ntras s e cumplía c on obj etiv os mí ni mos de acces o a l a tecnología. “entregando computadoras”.

A pesar de esto, se co nsid era q ue el i mpacto de l as XO en las hab ili dad es cog nitiv as es positiv o y re pres enta u n av ance sobr e e l cu al ha y q ue se guir constru yend o estrategias que per mita n profu ndi zar y ext end er esto s resultad os.

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y Co mu nicac ió n ( T IC) e n las DRE/UGEL y c o mu nid a d educativ a, p ara s u a prov echa mi ento pe dag ógic o e n e l proceso d e ens eña n za a pren di zaje .

Este sistema p er mite a los profesores, directiv os, alu mn os y p adres d e famili a acceder a h erra mi entas , serv icios y r ecurs os ed ucativ os de ac uerd o con s u s propi os gustos y neces ida des d e infor maci ón. T odo esto a trav és de una PC, laptop, no tebook , T ablet o celula r con con exió n a intern et.

El siste ma ti ene ta mbié n como o bjetiv o ge nera r espaci os d e construcc ión y ge stión de l co noci miento , trabajo c ola borativ o e interc ambio d e exp erie ncias . Asimis mo, p er mite un a co mu nicaci ón conti nua entr e profesores, a lu mn os y l a co munid ad e ducativ a en s u conju nto, p or me dio d e sus div ersos s erv icios y funcion al ida des:

- Recursos e duc ativ os. - Artículos.

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Este último pro yecto ed ucativ o, tiene característica s que lo h acen d iferent es a sus predeces ores, cue nta co n conv enios o ali ados ta les como; Microsoft, Inte l, T elefónica, OLPC, IBM, OEI, EXE, CIS CO, ADVANCE, MAL I, IICD, BA CKUS, R IMAC. Ade más de conti nu ar l a línea de pro yectos co mo un a laptop par a p or n iño y añad ir otras co mo:

Proyecto Robótica Educativa (constru yen do mo del os rob óticos con XO y W eDo)

Proyecto Luces para Apr ender (capacitac ió n T IC en las zo nas rura les)

Proyecto OD ATIC (por una e ducaci ón i ncl usiv a con eq uid ad y T IC para la ed uca ción pú bl ica)

TIC para Apr ender (i nici ativ a en marca da de ntro del proyecto “Luces para Aprender” que tiene como obj etiv o brin dar o portuni da des de apren di zaje a trav és del uso de recursos T IC).

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tomar c on seri ed ad su ro l de activ istas funda menta le s en el p aso a la soc ied ad d el c onoci mient o y fac ilitar a las nuev as ge nerac ion es su cor recta educ ació n para s u reali zació n pl ena e n ell a.

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36 1.2 FORM ULACIÓ N DEL PROB LEM A

1.2.1 PROBLEM A PRIN CIP AL

¿Qué relació n existe entre la w ebqu est con el proces o de apre nd i zaj e en el ár ea d e cie ncia y a mbi ente ?

1.2.2 PROBLEM AS ESPE CÍ FICOS Problema específico 1

¿Cómo se relac ion a la W ebquest con el proc eso d e apren di zaje co nceptu al?

Problema específico 2

¿Cómo se relac ion a la W ebques t con el proc eso d e apren di zaje pr oced i menta l?

Problema específico 3

¿Cómo se relac ion a la W ebquest con el proc eso d e apren di zaje actitu din al?

1.3 OBJETIVOS

1.3.1 OBJETIVO GENER AL

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37 1.3.2 OBJETIVOS ESPECÍ FICOS

Objetivo específico 1

Ide ntificar la re laci ón entre l a w ebqu est y el pr oceso d e apren di zaje co nceptu al.

Objetivo específico 2

Señal ar la re laci ón e ntre la we bquest y el pr oceso d e apren di zaje pr oced i menta l.

Objetivo específico 3

Verificar la re laci ón entre l a w ebqu est y el proc eso d e apren di zaje actitu din al.

1.4 JUSTIFIC ACIÓ N

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Estos medi os, ca da día más pr e sentes en nuestras v idas, n os obli ga n al profesor ad o a re ali za r un e sfu er zo p or d o min arlos y ser cap aces de tra ns mitir a n uestros alu mnos los conoci mient os neces arios p ara que éstos l os utilic en, tanto en su v ida cotidian a co mo en s u formac ión y ed ucaci ón, y sie mpre d e un a maner a crítica, constructiv a y soli dar ia.

Las n uev as T ecnologías de la Infor mació n y C o mun icaci ón están ocasi ona ndo prof und os c ambios e n l a soc ied ad actua l, ente los c ual es la esc uel a no p uede per ma necer aje na. Estas nuev as tecno lo gías per miten no sola mente nuev as for mas de acceder a la i nfor mac ión, si no tamb ién nuev os métod os de transmitirla.

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Ha y c onse nso ge nera l e n tor no a la trasc en denc ia qu e tie ne el ár ea de las cie ncias e n l a e ducaci ón bás ica; l a activ id ad científica es un a de las princ ip ales c aracterísticas de l mu ndo conte mpor án eo y l a e duc ació n de be r esp ond er d e la mej or forma pos ibl e a esta r ea lid ad. El d ebate se ha tras la dad o hacia c ó mo me jorar la e duc ació n de tod os los estud iantes en cienci as p ara qu e, por un a p arte, pue da n co mpren der el mu ndo alta me nte tecno ló gico en el que v iv en y p articip an activ amente e n é l; y por o tro, ofrec er h erra mi entas funda me ntal es par a qu ien es po r curiosi dad o gusto v ean en las cienc ias un a opci ón profes io nal. Precisa mente, es en este sentido que se está n mov iend o v arios países con el o bjeto de reformar la e nse ñan za de l as ci encias. U n nú mero i mp ortante de i nv estigad ores en to do el mu ndo se ocu pan actu al me nte en deter mi nar co n clari dad c uá les son l as mejor es prácticas en la e nseñ an za d e las Ci enc ias Naturales.

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progra mas infor mátic os por pa rte de l a lu mn o s e r efiere, no siend o ó bice par a q ue éste d es arroll e u na actitud ple na me nte particip ativ a en otros aspect os de la activ idad. (Ru bio Engraci a 20 06)

Es por el lo qu e sería i mportant e prep arar u n au la p ara est a activ idad, deb ido a la i nfraestructura q ue muc has institucio nes educ ativ as no p os een, es mejor ll ev ar a cab o en la mis ma aul a ordi nari a, me d iante un e qui po portáti l co n conexi ón a Intern et, que per mita la pro yecció n e n p ared, como activ idades pr ev ias a l a profund i zac ión post erior en e l aula d e infor mátic a, alig eran do el horari o de utili zació n de ésta, lo c ua l res ulta interes ante d eb ido a la cr ecie nte demanda de dicha aula. “La educación tiene aquí una función difícil e importa nte ya que de be formar a los pr ofesio na les de l futuro ad aptá ndos e a las nu ev as pautas qu e están marcan do los medios de comunicación” (Segovia Nuria 2007).

Actual ment e se d isting uen tres razones par a inc luir a las T IC en la e ducac ión: la ec on ómica, l a social y la ped agó gica.

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requer i mie ntos e n d iv ersas áre as de l merc ado la bora l p ara tener pers ona l con ha b ili dad e s en el us o de las IT C. El ma nej o d e los co mp utador es, intern et y otras tec n olo gías como cel ular es y ag en das d i gitales, p or su p arte, es u n aspecto i mp ortante de e mp le abi lida d. A escal a glo bal ex isten altas expectativas de que los países que adopten la “era de la información” obtendrán beneficios económicos.

De esta for ma, la to ma de concie nci a de la di me nsió n econó mica pu ede al ertar a lo s educ an dos a a dqu irir ta les destre zas y a al gun as a to mar a las T IC como u n el emento adici on al qu e los con ducir á a un a especi al i zaci ón v ocacion al.

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mi e mbros n o tiene acc eso a l as nuev as tecnolo gías, o lo tienen en for ma l i mitad a, esp eci al mente des de el mo mento en que a lgu nos serv icios p úbl icos han co men za do a d esarro llar “servicios en línea”

Razón pedagógica. - A su turn o, se ce ntra e n e l ro l d e l as T IC en los procesos d e en señan za y a pre ndi zaje. Su potenci al se ha d esarro lla do a celera da mente d e la ma no d e los av ances de las nu ev as tecnologías, pas and o de programas que se basaban en el método de “ensayo y error” con li mita do uso en u n p eq ue ño nú mer o d e asig natur as a comple jas herr amie ntas d e a po yo en dif erentes asp ectos d el proceso d e e nseñ an za -apr end i za je. E n este á mb ito, l as T IC han de mostra do que pu ed en ampli ar l as o portun ida des de apren di zaje, ya que a portan d a tos de rea lis mo y actua lid ad. Por otra parte, estas pue de n apo yar el desarr oll o de habi lid ad es su peri ores de pens amiento, incl u ye ndo an ális is y síntesis.

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más creativ a q ue p arte d esde el mis mo estu dia nte cu and o desea c o mpr obar s us resu lta dos. Los si gu ientes puntos resu men l os i mp actos de las T IC en ed ucaci ón:

Equidad y desc entralización: Las person as de lo s establecimientos educacionales pueden sentirse “parte de una comunidad escolar”, independiente del lugar geográfico en q ue s e encu entren. Los pro fesores, por ej e mp lo, p ued en tener acceso a l a mis ma infor mación y pro yectos, ya se a que estén en u na escu ela rur al, un p uebl o o la ca pital re gio nal.

Nuevas forma s de ens eñar y d e aprender: los e duc ador es pued en a prov echar estos recur sos de maner a educ ativ a, por eje mp lo, p articip and o en pro yec tos colab orativ os nac ion ales e internac io nal es. Las consec uenci as de este tip o de activ idades, a s u v ez, s e pu eden a nal i zar des de c uatro puntos d e v ista:

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en funci ón de su tra baj o, ya que el pr oceso d e con ocer inv olucra al s ujeto q ue apr en de.

o Apr endizaje: Los a lu mn os pue den des arrol lar la ca paci da d de ser apre ndic es autó no mos. Esta les p er mite a mpli ar sus fronteras de c on oci mi ento, a l a v ez qu e s e prep aran p ara desenv olv erse mej or en la soc ie dad d e la infor mació n.

o Informática: Los partici pantes y su medi o e scol ar se v an fami liar i zan do c on l as telec o mu nicaci on es, amplía n su v isión de mund o as i mil an la tec nolo gía en f orma grad ual (alfabeti zaci ón di gital).

o Currículo: Se produc e un a integrac ión grad ual de conteni dos d e las difer entes as i gnaturas.

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Co mo resu ltado se o bserv ará un ca mbi o de actitud e n los docent es, los al u mnos, estar án más motiv ados par a conti nuar en la escu ela, se dis minu ir án c onflictos entre l os doce ntes y se fome ntará e l trabaj o en eq ui p o.

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basad o e n e l soc io c onstruct iv ismo ped agó gic o q ue, sin olv idar l os de más conte nid os del c urrículo, ase gura a los estudia ntes las c o mp etenci as en T IC qu e la s ocie da d de man da y otras ta n i mp ortan tes como la c urios ida d y el apren der a a pren der, la in iciativ a y resp onsa bil id ad, el traba jo en eq uip o.

1.5 F ACTIBILID AD

1.5.1 POSIBILIDADES

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apren di zaje en e l ár ea de cie n cia y a mb iente a dqu ier e un c arácter multid i me nsio nal, r esultad o de la v arieda d de l os rec ursos mu lti med ia qu e nos pu ede ofrecer la s T IC. Con esta inv estigació n, quere mos tambié n respon der lo q ue pl ante a el Pro yecto Educ ativ o Nacio nal (PE N), que es un doc umento pr op uesto p or e l Conse jo Naci ona l de E duc a ción y asu mi do co mo desarro llo de la Déci mo Se gun da p olítica de est ado, e l cual c onte mp la e n e l Obj etiv o Estratégico 2, result ad o 2, política 7.4 q ue a la letra d ic e: Uso efic a z cre ativ o y cultural mente perti nente de las nuev as tecn ol ogías d e infor maci ón y co munic ació n en todos l os niv el e s educativ os (PEN al 2 021).

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48 1.5.2 DIFICULT ADES

De orden espacial. -

La inv estig ació n se re ali zó c on los estud iantes de 6to grado, secciones “A, B y C” en la institución educativa “San Alfonso”, en el Distrito de “Ate – Vitarte” UGEL 06, el cual exigi ó un esfu er zo ma yor p or pa rte de los inv estiga dores.

De orden temporal:

Debi do a la li mitaci ón de la h erra mie nta a uti li zars e lo s inv estigad ores tuv ieron que r ea l izar un tra baj o col abor ativ o sincrón ico, es dec ir, en ti e mpo re al y no de maner a asincró nica, pu di énd olo re ali zar lo v ía internet, pero, para la obtenci ón de datos fide dig nos q ue a yu den a l a inv estigaci ón , este método qu e do d escartad o as ien do más obv io el tie mp o a ded icarl a a la inv estigaci ón.

De recur sos:

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C APÍTULO II

M ARCO TEÓRICO DE LA INVE STIGACIÓ N

2.1- ANTECE DENTES DE L A I NVESTIG ACIÓ N

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51 A- NIVEL INTERN ACION AL

AUTOR : Sara Espin o za Po nce

INSTITUCIÓN: Univ ersida d T ecnológ ica de Isra el

AÑO: 2009

CIUD AD: Quito – Ecuador

TÍTULO: Co mo apl icar las T IC en el aul a en la asign atura d e In gles.

CONCLUSIONES:

La i mport anci a que tie ne l as T IC como h erra mi enta s para u n mejor d esarro ll o de l os apre ndi zajes e n la s clases d el i di oma i ngl és, el t rabaj o ex peri mental es me dia nte e l us o d e l os W ESTQUEST el mis mo qu e ayuda a la pre parac ión d e la s diferentes activ ida de s escolar es p ermitié ndo les co pia r de mej or man era l o s conteni dos que dese a el profe sor env iar; ade más, lo s docent es d ebe n s er c autel oso en c onsi derar e l n iv el d e los estudi antes par a sel eccio n ar la activ idad qu e se requi era d esarro llar. El instru me nto de i nv estigació n utili za do es l a pr ue ba de tra d ucción id io mátic a y un a ficha de observ ació n proc edi mental. Destac a co mo u n

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factor importante, l a motiv ación co mo un o de lo s ele me ntos qu e interv ien e en el proceso de e nseñ an za - apren di zaje, no s ol o co mo estí mu lo por la nec esi dad d e infor maci ón, si n o medi ante la asign aci ón qu e el ob jet o de apr en di za je tie ne p ara l a rea li dad c otidi an a de l alu mn o.

AUTOR : Roberto E mi lia no Esca ndó n

INSTITUCIÓN: Univ ersida d T ecnológ ica de Isra el

AÑO: 2009

CIUD AD: Quito – Ecuador

TÍTULO: Las T IC e n la ens eñ an za apr en di zaj e de las mate máticas para octav os de Básica.

CONCLUSIONES:

La inv estigaci ón de mostró qu e en la actua lid ad, lo s profesores si gue n d esarro lla nd o las cl ases magistra le s sin apl icar l as T IC dentro de l pr oceso d e infor mac ión; l o cual ge nera cierta des motiv ación en los estud iantes , asien do parec er las asi gn aturas co mo cie ncia s comple jas y d ifíciles, ya que l o s doc entes no reci be n l a

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adecu ad a capac itació n para e l uso de las T IC en el aula.

El instru mento de inv estigac ión usad o es un a fic ha d e observ ació n de des e mpe ño profesio nal. En est a inv estigaci ón s e ex plic a q ue en la instituci ón educ ativ a referida, n o cuenta co n los me d ios neces ari os ni con l a v oluntad p ara pon er e n march a un p lan de actual i zac ió n y ad quis ició n e n T IC, q ue per mita n me jor ar l a ca lid a d del pr oceso d e ens eña n za – aprendizaje de las mate máticas.

AUTOR : Lópe z G. M. y Morc ill o O.

INSTITUCIÓN: Univ ersida d Co mplute nse d e Ma drid

AÑO: 2007

CIUD AD: Ma drid - Espa ña

TÍTULO: Las T IC en la e nse ñan za de l a Biolo gía en l a Educac ión S ecun daria.

CONCLUSIONES:

Destacan c o mo a portes q ue un a de las posi bles v ías d e incorp oraci ón de l as T IC al t rabaj o ex peri mental, l a constitu ye los l abor atorios v irtuales, los cua les no so l o

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pued en ap ortar nuev os e nfoq ues para traba jar esto s conteni dos, sin o qu e v ienen a solv entar a lg unos d e lo s probl e mas q ue pres enta n el trabaj o en e l lab orator i o tradicio nal. L a ad quis ició n de labor atori os v irtuales o paqu etes i nfor máticos de si mul ación, es un a alter nativ a a to mar en cu enta en instituc io nes que n o d ispo ne n d e l presup uesto p ara ad qu i rir mater ial es rea les par a confor mar un l abor atorio de experi mentos. Ad e má s ofrece al a lu mn ad o una for ma nuev a e interes ante d e poner en pr áctica l o apre nd ido en clas e y más au n si n correr los ries gos de d años físicos y mater ial es, qu e pued e con ducir u n la b orator io r eal de exper i mentac ión.

B- NIVEL N ACION AL

AUTOR : Mir and a Q. E.

INSTITUCIÓN: Univ ersida d N aci ona l En riqu e Guzmá n Vall e

AÑO: 2008

CUID AD: Li ma - Perú

TÍTULO: Efectos del método d e ense ñan za computari za en el apr en di zaj e

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signific ativ o de los estudi antes en el área d e Cie nci a y A mbie nte d e las institucio nes e ducativ as secun daria s de Juli aca, Perú.

CONCLUSI ONES:

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conoci mient os de alter nativ a múlti ple y fichas d e observ ació n.

AUTOR : Choq ue L.R.

INSTITUCIÓN: Univ ersida d Naci on al Ma yor de S an Marc os

AÑO: 2009

CIUD AD: Li ma - Perú

TÍTULO: Estudio d e a ulas de i nnov ació n peda gó gicas y d esarr oll o de capaci da des e n tecn olo gía de infor maci ón y co mu nicac ión (T IC).

CONCLUSIONES:

Concl u ye q ue e l estud io d e l as aul as de inn ov ació n peda gó gica per mite un ma yor des arrol lo d e l as capaci da des de a dqu isici ón d e in formació n. Encue ntra diferenc ias si gn ificativ as en el in greso a p ortale s educativ os p ara d iscern ir i nfor mación c ie ntífica, reali zar búsqu ed as av anzad as y us ar la infor mac ió n para l a s tareas esc olar es; ad e más, otro de los aspecto s

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positiv os enco ntrad os, fue la p a rticipaci ón e n eq uip o po r parte de los ed ucan dos, l o c ual mejor o el desarr oll o d e las ca paci da des de estrateg ia s de apr end i zaj e. Us o como instru mentos de l a i nv estigació n: un a pru eb a d e conoci mient os y fic has de o bserv ación todos el lo s v alidad os con o pin ión de ex p ertos. Es imp ortante e l trabajo de esta tesis, p or cua nto inci de e n el trab ajo e n equi po par a e l a pren di zaje y uso de la T IC par a desarro llar l as ca paci dad e s de bús que da y autofor maci ón e n el al u mno.

AUTOR : Escure A. G. S.

INSTITUCIÓN: Univ ersida d N aci ona l En riqu e Guzmá n Vall e

AÑO: 2008

CUID AD: Li ma - Perú

TÍTULO: El méto do exp ositiv o asistido por orden ad ores utili zand o mo delo s interactiv os e n l a ense ñan za univ ersitaria .

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58 CONCLUSIONES:

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Es mu y i mportante esta inv estig ación, por c uanto inc id e en el uso de or de nad ores e n la educ ació n un iv ersitaria , emple an do mo del os int eracti v os y por que per mit e resolv er uno de l os prob le mas más pr eocu pa ntes en l a enseñ an z a univ ersitari a actu al: el des arrol lo d e habi lid ad es p ara rea li zar inv estigaci on es ci entífica s reforzand o l a teoría y c on dic iona nd o la practic a e n función de l as nec esid ades del estu dia nte con l a particip ació n activ a y p er man e nte del d oce nte, que s e v e inv olucrado en tod o el pr oce so.

2.2. M AR CO TEÓRICO 2.2.1. WEBQUEST :

CONCEPTO : Seg ún, Ma nu el Area Mor eira, profes or de la un iv ersidad de L a L agu na, Espa ña. se d efin e W ebquest del sig uie nte modo:

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 W ebQuest es una activ idad enfoca da a la inv estigaci ón, en la q ue la i nf o rmac ión us ada p or los alu mn os es, en su ma yor parte, d escarg ada d e Intern et. Básica me nte es u na e xplorac ión diri gid a, qu e cul min a con la pr oducc ión de u na pá gin a W eb, donde se publ ica e l resulta do de u na i nv estigació n.

 W ebQuest es un a metodo lo gía de apre ndi zaje b asad o funda me ntal mente en l os recursos qu e nos proporc io na Internet qu e incit an a los al u mn os a inv estigar, potenc ian e l pe nsa mie nto crítico, la creativ idad y la to ma de d eci siones, contri bu yen a desarro llar difer entes c a paci da des ll ev ando así a l os alu mn os a transfor mar l os cono cimientos a dq uiri dos .

 W ebquest ; es un mod elo d idác tico que cons iste e n una inv estigaci ón gui ada do nde la ma yor parte de l a infor maci ón proc ede d e Inter n et. El co nce pto fu e propu esto por Be rnie Dodge (inv estigador d e la Univ ersid ad Estatal d e San Di ego) en 199 5.

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superi ores. Ad e más c ontri bu ye a q ue los alu mno s adqu ier an co mpetenc ias v incul adas a la soc ied ad d e la infor mac ión (co ncepto q ue h ace referenc ia a la er a que e l ser h uman o está atrav es ando en l a actua lid ad, con un acceso si n pr eced ent es a la i nfor maci ón, ta nto para su div ul gaci ón co mo p ara s u consu mo).

 W ebQuest : Es una herr a mie nta que for ma p arte de u n proceso de apr end i za je gu iad o, con recursos que e n su ma yoría proce de n de Inter net , que pro muev e la utili zac ión d e ha bil ida des cog nitiv as superi ores, e l trabajo c oo perativ o, la a uton o mía de l os estu dia ntes e inclu ye un a ev alu ació n auté nti ca. El antec ede nte d e estas activ idades l o constitu ye el uso de ret os en e l desarro llo de a mb ie ntes de a p rendi zaje basa dos e n tecnolo gías de la i nfor maci ón y comunic ació n, que s e aplic an d esde 1 980.

2.2.1.1. - FUND AM ENT ACI ÓN TEÓRIC A

L A TEORÍ A DE L A Z ON A D E DES ARROLLO PRÓXIMO (ZPD) DE LEV VYGOTSKY:

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(Coop eraci ón c o mo c ond ició n socia l d e apren di zaje, escrito p or Cr istóbal Su áre z Guerrero 20 00, Pág 129).

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Por tal ra zón l a ZDP ju eg a un pap e l funda me ntal e n las práctic as p edag óg icas, ya a l hacer la d istinci ón entre l o s niv eles en la ca pac ida d d e l os estudi ante s, facilita l a creació n y dise ño d e estrategias d e enseñ an za, que se an útil es para cad a indiv idu o de acuer do c on s u i n telige nci a, y su forma de ad qu irir el c onoci mient o, ade más forta lece l as rel acio ne s social es y contribu ye al mejor a mi ent o d e l a comunic ació n entre estu dia nte - estudia nte y docent e-estud iante.

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y d iv ertido el apre ndi zaje, a prov echan d o sus habi li dad es para fort alecer su s debi lid ad es y lo más i mp ortante n o imposi bil itarles la ZDP, sino pe rmitir les qu e interactúe n con sus co mpa ñeros y apr end a n de ell os.

2.2.1. 2.- C AR ACTE RÍSTIC AS BÁSIC AS DE L AS WEBQUETS.

 Primero. Sus activ ida des pued en reali zarse e n el trasc urso de u n a clase y cubrir un te ma mu y espe cífico o desarro llar tod o un mód ulo a l o largo de un tie mpo ma yor.

 Segun do. Activ ida des de este tipo, bie n diseñ ad as, per mite n int ere sar al estudia nte y mante ner el inte rés a lo largo de tod a la activ ida d logra nd o incre me ntar su co mpr esió n sobre e l tema tratad o.

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relativ amente fácil actu ali zarla y darl e una n uev a conn otació n acor de con las necesi da des de l currícul o o de los estudia ntes.

2.2.1. 3.- VENT AJ AS QUE SE PRODU CEN EN E L ALUM NO CON EL USO DE L A WEBQUEST :

 El al u mno es e l prot ago nista absol uto del proc eso d e apre ndi zaje.

 Las W ebQuest tienen u n a gran posib ili da d d e a dapta bil ida d d el gr ado de dificu ltad de l as tareas a las capaci da des de l os alu mnos.

 Las W ebQuest es un recurso mu y motiv ador ya q ue prov oca c urio sidad p or conocer e l fin al de la av entura que se le propo ne.

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no ha y qu e buscar la si mpl e me nte en la red, hay que “fabricarla”.

 Con l as bu enas W ebQuest se pone n en jueg o tod os l os proc esos c ognitiv os superi ores: tra nsfor maci ón de infor maci ón de fue ntes y formatos div ersos, co mpre nsi ón, co mparaci ón, elab oraci ón y co ntraste d e h ipótesis, anál isis, síntesis, creativ idad, et c.

 Las W ebQuest prov ocan en el alu mno una actitu d positiv a hac ia la ma teria qu e se esté tratand o, fomenta ndo l a curiosi dad, la cr eativ ida d y el gusto p or el traba jo. Este recurso educ ati v o i nv ita a descu brir, disfrutar y pens ar.

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 Con la W ebQuest los est udia ntes sienten una pred ispos ició n al tr abaj o en grupo, el d ocente se co nv ierte en un me dia dor y ad e más a u me nta el grado de cooper aci ón y a yu da en tre los estudia ntes frente al ap ortad o por el profesor.

 Las W ebQuest refuerza n la au toestima de los estu di antes por qu e pro muev en la cooper aci ón y l a co lab oraci ón e ntre ellos, ya qu e ca da e studiant e dese mp eñ a un ro l esp ecífico e n el se no del gr upo para res olv er un a tarea común. Ade más al trab ajar en equi pos cooper ativ os se desarr oll a la i nteracció n social.

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motiv acio nes i ntelectu al es o sus inqu ietu des profes ion ales.

 Ma yor é nfasis e n e l a p rendi zaje autón omo d e los estudia ntes, incorp ora ndo dif erentes ac tiv idades tanto in div idua les c o mo gr up al es en las que e l estud iante deb e asu mir una p arte importante d e l a r espo nsa bil id ad en el desarro llo de su proc eso auto fo rmativ o.  Las exp erie ncias de apr en di za j e de las

W ebQuest prepar an a los al u mnos para experi enci as si mi lares y re ales y es o les proporc io na ma yores y me jor es recursos para i ntegrars e en soc i edad y desarro llars e co n éx ito. Un é xito por otra parte porq ue lo q ue ha n a prend id o, de una ma nera gru pal, hac ie ndo más durad ero es e conoc i mie nto .

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de ev aluac ión, q ue h ace más claro y fácil el apr en di za je.

 Entre l os a pren di zajes qu e p romuev e figuran asp ectos re laci ona dos con l a alfabeti zaci ón infor macio nal, con la inv estigaci ón y rel acio nad os con los usos de l a infor mac ión.

 Permiten cre ar un cl i ma d e trabajo per man ente, en el qu e los grup os está n concentra dos.

2.2.1. 4.- VENT AJ AS P AR A EL P ROFESOR CON EL USO DE L A WEBQUEST :

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 Las W ebquest es una estrateg i a v ersátil adapt abl e a cua lqu ier c onteni do acadé mico.

 Las W ebQuest se ad apta mu y bie n a probl e mas a bi ertos qu e ad mite n v arias soluci on es, y en el q ue se interrel acio na n v arias áre as, o temátic as.

 Puede n can ali zar sus propuest as didáctic as a trav és de las T IC y dis eñar experi enci as de a p rendi zaje signific ativ as de maner a atractiv a.

 Puede n s orpre nd er a los a lu mn os/as co n una v isió n, org ani zació n y fil o sofía del trabajo n uev a y d istinta.

 Ensanch an su c onoc i mie nto s obre los recursos dis po nib les par a ej ercer su profesió n, gan an e n opc ion es, son más plura les y mej oran s u capaci da d comunic ativ a.

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que p ued en co mpartir su tra bajo c on otros co mp añ eros, exte nd er sus pro yectos y l lev arlos más al l á d e su grupo-c las e y a la v ez pu ede n disfrutar del tra baj o d e otros. Se pu ede trabaj ar en red de ma nera efic a z, rápid a y enriq uec edor a.

 Educan en v alor es: coo peraci ón, respons ab ili dad, s ens ibi lid ad, trabajo bien hech o, i mpl icaci ón, co mu nicaci ón, etc.

 Las W ebQuest constitu ye n u na excele nte v ía para canali zar l os procesos cre ativ os en el marco de experi enci as si gnific ativ as de apren di zajes.

2.2.1.5 COM PONENTES DE L A WEBQUEST 1) INICIO:

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referenci a a al go concr eto, obs erv able, qu e inv ita a po ner atenci ón de lo que se v a presentar.

a) M OTIVACIÓN:

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su intel ige ncia, ap o ya dos en sus capaci da des y su motiv ación.

2) L A INTRODUC CIÓN:

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b) CONCEPTU ALIZ ACIÓN :

Es la ela borac ión deta lla da y o rgani zad a de u n co ncepto a p artir de d atos concretos o rea les seg ún el te ma q ue se presente. L a conce ptua li zac ión se da e n una pers pecti v a abstracta y si mp lifica d a del co noci miento qu e tene mos de l "mund o", y q ue p or cu alq ui er ra zó n quere mos repr esentar.

Esta repres entaci ón es nuestr o conoci miento del “mundo”, en el cual cada co ncept o es expr esa do e n término s de relac ion es v erbales c on otros concept os y con sus ej e mp los “del mundo real”.

3) L A T ARE A:

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exposic ió n v erbal, una ci nta de v ideo, construir una pá gin a W eb o reali zar u n a obra de teatro. Un a W ebQuest exitosa se pued e util i zar v arias v eces, bie n en cl ase s diferentes o en difer entes a ño s escolar es. Cada v ez l a activ idad pu ed e se r mod ificad a o red efini da y se pue de des afiar a lo s estudia ntes para qu e p r op ong an a lg o q u e v aya más l ejos, d e tal ma ner a, que se a má s profund a qu e las anter iores.

Ma nue l Ar ea Moreir a , hac e una referenci a a los doc e (12) tipos d e tarea q ue se de b e tener en cu enta al h acer u na W ebQuest:

 T areas de auto recon oci mi ento  T areas de misteri o

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 T areas Científicas  T areas periodísticas

 T areas de construcció n de cons enso  T areas de juici o.

La tare a es la parte más i mport ante d e u n a W ebQuest y existe n muc has ma neras d e asign arla. Par a ell o pue de v erse los 1 2 tipos d e tare as más co mu nes y se su gier e n algu nas for mas par a o ptimi zar s u utili zac ión.

C) SISTEM ÁTIC A:

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4) L A CONCLUSIÓN:

Resu me l a ex peri enci a y estimula l a reflexió n ac erca d el pr oces o de tal man er a que extie nda y ge nera lice l o apr endi do. Co n esta activ idad se pr eten de qu e el profeso r ani me a l os al u mn os par a q ue su gier a n algu nas for mas d iferent es de hacer la s cosas con e l fin de mej orar la a ctiv idad.

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con bu ena pr edis posic ió n po r parte de l alu mn ad o pro pici an do un v erdader o apren di zaje co nstructiv o e i nvestigad or e n él.

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del Ad ulto, deb erían se pr iori dad d e la s autorid ad es educ ativ a s.

Estas encicl op edi as se e lab ora n a partir d e las ap ortacio nes de to dos los pr ofesores d e l país (de la r egi ón, l ocal ida d o instituci ón ) que q uier an pro porc ion ar g ratuita ment e mater ial es; ap untes, e jercic ios resue ltos o no, test, esqu e mas, a ni maci ones , progra mas, se trata de hace r una obr a colab orativ a con las a portac i ones de u n ampli o colectiv o de d ocentes.

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80 C) SÍNTESIS:

Es un susta ntiv o feme nin o d eriv ado de l a pala bra gri eg a synth esis, qu e indica u n a composic ión o arreg lo. U na síntesis pued e ser un r esu me n, un s u mar io, u na sinops is , es dec ir, un a d escripci ó n abrev iad a d e los c onte ni dos más importantes de un d eter min ad o texto.

5) L A EV ALU ACIÓN:

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estánd ares y constructi v is mo s e a plic an a las W ebQuest : metas clar as, v aloraci ó n acorde c on T areas específicas e inv olucra r a los estu dia ntes e n el proceso d e ev aluaci ón.

C) SUM ATIV A:

La ev alu ació n su mativ a es aque ll a reali zada desp ués d e un p eríodo d e apren di zaje, o e n la fi nal i zaci ón de u n progra ma. Esta ev aluació n tiene co mo propós ito cal ificar e n funci ó n de u n rendi mient o, otorg ar un a cer tificación , sobre el n iv el alca n zad o de los alu mn os.

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unos o bjetiv os prev ios . (Lo ide s Sambo y 2009).

2.2.2. PROCESO DE APRE NDIZAJ E EN EL ÁRE A DE CIENCI A Y AM BIENTE.

 CONCEPTO PROCESO DE APR ENDIZ AJE:

El proc eso de a pre ndi zaje es i ndiv idu al, au nq ue s e llev a a ca bo e n u n entor no s oci al d eter min ado. Par a el d esarro llo d e este proc eso, el i ndiv idu o pon e e n marc ha d iv ersos mec anis mos cognitiv os que le per miten interi ori zar l a nu ev a informació n qu e se l e está ofrecie ndo y así conv e rtirla en co noc i mie ntos útiles. Esto quier e decir que cad a perso na desarro llar á un pr oces o de a prendi zaj e difere nte d e acuerd o a su cap acid ad co gnitiv a.

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trav és de los cual es los e studiant es lle ga n al apren di zaje “. (Zabalza, 2001:191).

(Dr. Pere Marqu ès Grae lls, L a rev olución e ducativ a en inter net, Barce lon a: CissPra xis .2001) Nos defin e el acto di dáctico c o mo la actuac ión del profes or par a facilitar los apr end i zaj es d e l os estudia ntes. Se trata de u na actuac ión cu ya natur ale za es esenc ial ment e comunic ativ a. El citad o autor c ircunscri be el fin de las activ idad es d e ens eña n za de los proces os d e apren di zaje co mo el l ogro d e d etermina dos o bjetiv os y esp ecifica c omo con dici ones n ecesari as:

 La activ idad i ntern a de l al umno. Que lo s estudia ntes p ue dan y qu ier an re ali zar la s operac io nes co gnitiv as conv en ientes p ara ell o, interactua nd o con l os recurs os educativ os a su alcanc e.

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ÁRE A DE CIENCI A Y AM BIENT E . CONCEPTO :

Co mpre nd er conc eptos, pr inci pi os, le yes y teorías d e la ci enci a, des arrol lar hab i lida des y actitud es científicas par a con ocer el mundo natura l, expl ica r fenó men os natur al es, saber e nfrentarlos y ofrece r alternativ as de s oluc ión a lo s probl e mas loc al es, regio nal es, naci on ales o mund iales, e ntre otros: l a conta min aci ón a mbi enta l, el cambio cl i mático, e l deterior o de nuestros ecosist emas, la ex plotac ió n irracio nal de los rec ursos natura les, las enfer me dad e s y ep ide mias.

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conocimientos”. (UNESCO, Declaración de Budapest sobre la C ie ncia y el Us o del Sa ber Cie ntífico, 1999)

2.2.2.1. - FUND AM ENTO TE ÓRICO  TÉORI A DE ZIMM ERM AN :

La e nseñ an za de cie ncia y t ecnol ogía en Primaria contri bu ye a desarr oll ar capaci da des donde se evidencia “la aplic ació n de l os métodos y los princip ios d e la i nv estigació n ci entífica a l ra zo na mi ento o a la r esol uci ón d e pr egu n tas o situac ion es probl e mátic as […], comporta el uso de habi lid ad es i mp lica da s en gen e rar, ev aluar y rev isar ev idencias y te orías , así como tamb ién la c apac ida d d e reflex i onar s obre el proceso de ad quis ició n y rev isión d e conoci mient o” (Zimmerman 2007: 173).

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infor maci on es en nuev as v isiones, de reali zar juic ios sobr e su u so y to mar decisi on es b asad as e n i nfor mac ión q ue per mitan antici par l os i m p a ctos de la tecnolo gía y pod er partici par asertiv ame nte en el e ntorno d e maner a fu nd a mentad a.

2.2.2.2. TIPOS DE APRE NDIZ AJE

1.-CONTENIDO CONCEPTU AL: - CONCEPTO:

Corresp on den al áre a d el s ab er , los h ech os, fenó men os y c once ptos q ue l o s estudi antes pueden “aprender”. Dichos contenidos pued en tra nsfor marse en apr e ndi za je s i se parte de l os con oci mi entos pr ev ios que e l estudia nte pos ee, qu e a su v ez se interrel acio na n con los otro s tipos d e conteni dos.

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le yes, en unci ados, teor e mas y mo del os. Sin embarg o, no b asta con obten er infor maci ón y tener conoc i mie ntos acerca d e las cosas, hechos y c onc eptos de un a deter mina da áreas c ientífica o coti dia na, es prec iso ade más c o mpre nd erlos y es tablec er relaci ones s ig nificativ as con otros concept os, a trav és de un proces o d e interpretac ió n y to mand o en cuenta lo s conoci mient os prev ios que se p oseen.

Son infor macio nes, i mplic a un conoci mient o factual. Su apre nd i zaj e requ ier e record ació n o recon oci mi ento litera l. Para q ue los datos y hechos c obre n sig nifica do, los al u mno s debe n dis pon er de CON C EPTOS que per mitan interpr etarlos. U n conc epto des ign a un conj unto d e obj etos , sucesos, situacio nes, sí mbo los que ti enen cierta s características co mu nes (COLL, 1992).

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Cotidi an os. - C once ptos ci entí ficos (ob jeto de e nseñ an za) añ ade n l a p ertenenc ia a sistemas conc eptua les or gan i zados. For ma parte de u na jer arquía o re d de concept os .

a) PRINCIPIOS:

Es una le y o re gla q ue se cu mp le o d eb e

seguirs e con cierto pr op ósito, como

consecu enc ia n ecesar ia d e al g o o con el fin

de l ograr un prop ósito. L as le yes natur ale s

son ej e mpl os de princ ipi os físicos, en

mate máticas, a lg orit mia y o tros ca mpo s

tamb ién existen princ ipi os nec e sarios o q ue

se cu mpl en s in más o q u e d ebería n

cumplirs e si se preten de tener cierto esta do

de hec hos.

b) TEORI AS:

Referencias

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