TítuloFormação socioambiental dos servidores da USP e o projeto “Sustentabilidade é ”

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(1)EA NAS ESCOLAS E UNIVERSIDADES eISSN: 2386-4362. Formação socioambiental dos servidores da USP e o Projeto “Sustentabilidade é ...” Socioenvironmental education of USP servers and the project “Sustainability is ...”. Resumo O Projeto de Formação Socioambiental dos Servidores Técnicos e Administrativos da de Gestão Ambiental (SGA), pretende alcançar, por meio de processos participativos Dentro desse processo se desenvolveu, junto a outras propostas comunicacionais, o Projeto “Sustentabilidade é...” uma experiência de pesquisa-ação educomunicativa. Esse projeto envolveu processo de construção de textos de autoria de servidores sobre suas concepções e práticas relacionadas à sustentabilidade e publicação desse material em espaço digital da universidade. O objetivo foi valer-se dos atributos e potenciais da comunicação digital em âmbito institucional para reforçar valores, identidades e práticas associadas aos ideais de no site do Projeto de Formação que mostram o envolvimento e engajamento desses servidores na busca por um mundo e uma universidade mais sustentável. Em continuidade a essa proposta vem-se desenvolvendo, junto aos Grupos de Trabalho envolvidos na construção de Políticas Ambientais da Universidade, diretrizes para favorecer ações de educação ambiental nas mídias da USP e práticas de educomunicação socioambiental no contexto universitário. Astract The Environmental Education Project of Technical and Administrative servers at the University Management (SGA), seeks to achieve, through participatory processes structured in a developed, together with other communication proposals, the project “Sustainability is ... a” educommunication action research experience. This project involved building process servers authored texts on their conceptions and practices related to sustainability and the publication of this material in digital space of the university. The aim was to draw on the attributes and potential of digital communication in the institutional framework to strengthen values, identities and practices associated to the ideals of sustainability. The results include the production and of these servers in the search for a world and a more sustainable university. Continuing this proposal comes to developing, together with the Working Groups involved in the construction of Environmental Policy at the University, guidelines to promote environmental education in the media USP and practices of socio-environmental educommunication in the university context. ambientalMENTEsustentable ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. 989. xaneiro-decembro 2015, ano X, vol. I, núm. 19-20, páxinas 989-1009.

(2) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. Palavras chave Sustentabilidade; Universidade de São Paulo; Formação Socioambiental; Comunicação Key-words Sustainability; University of São Paulo; Environmental Education; Communication. Socioambiental dos Servidores da USP A Universidade de São Paulo -. uma arquitetura de capilaridade, cerca de 2. que atuam em 11 -. por docentes, educadores e especialistas 1. -. -. -. 990. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(3) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... zação da sociedade em grupos articulados de pesquisa-ação-participante, as comunidades de aprendizagem sobre meio ambiente e qualidade de vida, que têm, nos círculos de cultura presentes na proposta política e pedagógica de Paulo Freire, um forte referencial. Busca-se a instauração de espaços públicos comunicativos que permitam a desalienação e a instituição imaginária. -. -. Pessoas que Aprendem Participando (PAPs). processos multiplicadores, dialógicos e -. quatro estágios e que compreende grupos. -. educadores e comunidades aprendentes, onde os educadores são também pesqui-. De acordo com. :. A esperança projetual da EA pautada em coletivos educadores é a da mobili-. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. Figura 2. Diagrama que ilustra a arquitetura de capilaridade do Projeto de Formação Socioambiental dos Servidores Técnicos e Administrativos da USP.. 991.

(4) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. -. da e simultânea nos diferentes campi da. -. -. Ao término do processo todos os partici-. Busca-se, desse modo, contribuir “com a construção de uma universidade sustentável, de forma permanente, articulada, -. continuada e emancipatória”. cursos abordaram temas como: gerencia-. biental a partir de cinco referenciais principais:. potencialidades da comunicação para restabelecer a percepção comunitária; pontuais e globais para fortalecer a identidade, seja esta individual ou coledo Projeto de Formação Socioambiental que ocorreu no campus da USP em Pirassununga. 992. dos de modo compartilhado e livre de. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(5) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... capacidade inerente a cada indivíduo de perceber os problemas ao seu redor e tomar providências a respeito; sociais que intervêm na busca pela feli-. contribuir para “a internalização da sustentabilidade na cultura universitária para que a USP venha se tornar um bom exemplo. -. em Sustentabilidade, para as instituições. -. de ensino Superior” Busca-se “a ampliação da visão, da percepção, da capacidade de análise e das. -. possibilidades de atuação socioambiental. -. dos servidores em seus espaços de traba-. -. lho e de vivência” e “a economia de recur-. exemplos, intentos, possibilidades, infor-. -. A comunicação no Projeto de Formação Socioambiental. cinqüenta especialistas das áreas de edu-. tância de processos dialógicos e partici-. -. -. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. 993.

(6) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. -. com uma tiragem de três mil exemplares e -. -. rou, então, um conjunto de propostas con-. -. Dentre os meios eletrônicos, encontra-se: a -. -. -. e facilitar o acesso de pesquisadores e do-. forma digital para abrigar textos, fotos,. -. ticas relacionadas ao processo de for-. sobre pesquisas e indica pautas e fontes, por meio de boletins eletrônicos, “para mais. -. de seis mil redações de jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão de todo o país. -. e que também podem ser consultados no site www.usp.br/agenciausp”. painéis eletrônicos, sistema de teleexemplo, tem uma editoria dedicada a -. 994. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(7) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... empregados para contribuir ainda mais. -. a sustentabilidade socioambiental nos es-. mentos, mais que enunciar ou proclamar soas consultadas, linguagem empregada,. -. enquadramentos adotados e importância. algumas matérias de caráter noticioso, -. Frequentemente, a mídia é entendida como “fonte de informação” e seu pacidadãos. Para bem servir a democra-. -. cia, segundo este enfoque tradicional, a mídia deve transmitir informações de forma objetiva e imparcial para a au-. -. diência. A partir deste ponto de vista,. -. a crítica do papel político da mídia se restringe geralmente a ressaltar a falta de objetividade ou a imparcialidade das. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. 995.

(8) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. está a visão de que ao tratar de temas. não adotou, formalmente, a sustentabili-. políticos a mídia deve impedir que valores e ideologias (principalmente dos relato dos “fatos” (a noção de objetivi-. -. dade) ou evitar que os meios de comunicação favoreçam um grupo, partido ou candidato (a noção de imparcialida-. cultura institucional, está em consonância -. A sustentabilidade, por seu turno, mesmo. -. -. para desencadear as bases éticas e so-. cacional, de âmbito institucional, de maior. -. -. cionais, é um importante instrumento de. -. gestão, ensino, pesquisa, extensão e, in-. 996. -. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(9) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... como: “algo que pudesse expressar es-. Identidade Visual e Portal do Projeto de Formação Socioambiental De forma paralela e junto ao grupo res-. -. mento de uma plataforma digital por uma. O logotipo tornou-se necessário para fortalecer o sentimento de pertencimento, modo, ilustrar materiais impressos e digi-. Socioambiental para promoção de identidades.. -. -. -. discutidos e estabelecidos pelos memkits do projeto de Formação Socioambiental.. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. 997.

(10) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. Pesquisa-ação educoamunicativa “Sustentabilidade é...”. foram publicados, na forma de depoimen-. A sustentabilidade, embora e em cer-. -. -. fala em Sustentabilidade se fala em suseconomia ou da sociedade? – e de quem – quais classes sociais?. “oscilam desde um sentido avançado de desenvolvimento, associado à justiça socioambiental e renovação ética, até uma perspectiva conservadora de crescimento econômico ao qual se acrescentou uma variável ecológica” (LIMA,. -. -. onde também encontram-se publicados, na forma de depoimentos, os resultados da ação educomunicativa ‘Sustentabilidade é...”.. res e de identidades expressos e comu-. 998. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(11) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... nicados dentro da esfera do processo de. assinatura de um termo de compromisso -. -. -. -. -. -. dos materiais foi necessária para que fos-. -. dos dentro de uma estética e padrão in-. A partir de então, procedeu-se a alguns foi fornecer repertório teórico-prático em. estudos de análise dos discursos enuncia-. De acordo com SOUSA “quando a análise -. do discurso é quantitativa, pode ser de-. questionário com três frases a serem com-. na pesquisa-ação educomunicadora “Sustentabilidade é”. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. 999.

(12) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. qualitativa, usualmente denomina-se aná-. tando diversos seres vivos, suas poten-. lise do discurso”. cialidades e diferenças”. -. ção seguinte”; -. -. tinuem tendo acesso aos bens naturais”. pecialmente de radicais mais empregados. cursos naturais; reduzir, reutilizar e reci-. clar os materiais de maneira adequada; reduzir o consumo”. destinar corretamente todos os resíduos”; consciência de reciclar, reutilizar e eco-. destaque:. nomizar para não cair no desperdício”; das, reuso dos subprodutos e descarte dos resíduos em locais apropriados e -. protegidos”;. cientemente para que não faltem recursos para as gerações futuras”; cursos naturais garantindo sua preser-. -. vação e disponibilidade às futuras gera-. pensar a maneira de viver e sobreviver”;. ções”; com o meio ambiente sem comprometer. lidade por nossas ações e suas conse-. os recursos naturais das gerações futuras”;. quências”.. sos naturais disponíveis para as gerações futuras “;. 1000. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(13) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... plendor, poder, dinâmica e caos”.. ram, compartilhamos brinquedos. Minha irmã organiza feiras de trocas de roupas. -. e brinquedos”;. ordenado (...)”;. -. cado”;. lhantes, bem como a do nosso planeta. -. melhor e contínua, sem quebra de ecos-. gens (sacolas plásticas), só utilizo emba-. sistemas e sacrifício de espécies”;. lagens retornáveis para os refrigerantes”;. seus elementos e não como seu preda-. uso ao máximo, estimulo troca-venda de. dor”.. coisas que não uso, descarto pilha apropriadamente, separo óleo de cozinha,. As respostas relacionadas ao item “no. planto árvores (uma vez ao ano) – propriedade da família, economizo água – reutilizo material orgânico vai pra horta”; pés das bananeiras repercutiram no. consumo, de compostagem, de uso racio-. nascimento de cachos maiores, pencas. nal de água, energia e para mobilidade:. e bananas mais robustas [...]; chuvas e da máquina de lavar roupas”. priorizar artigos duráveis e reaproveitar. Tenho roupas que foram de minha mãe, outras que customizei e uso a mais de. e bacias para ser usada na lavagem do. dez anos. Costumo evitar o excesso de. quintal e nas plantas”;. embalagens e muitas vezes recuso sacolas e caixas para presente. Consumo mais. de lavar (...) coleto e utilizo a água de. alimentos frescos e por isso acabo não. chuva;. consumindo muito tetra pak e isopor”; da chuva e sistema de aquecimento so(evito ir a shoppings), conservo os obje-. lar, piso grama etc”;. tos da casa (essa prática herdamos dos meus pais)”; do carro”; compro roupas, sapatos e eletrônicos, uso o que tenho por muitos anos. Meus -. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. de bicicleta”. 1001.

(14) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. -. bientais, sustentabilidade e gestão ambiental”;. mento pessoal: -. -. bre sustentabilidade”;. postas concentraram-se na questão da. conhecimento em todos os espaços que. do descarte ecologicamente correto de. ocupo”;. -. -. convivo a terem uma postura de respeito. -. tantes”;. com os recursos naturais”; as (...) a minha volta (...) e minha conduta. -. sempre que possível é de economia”; e vizinhos o que aprendi”; de óleo de cozinha”. -. quisa”;. sequências globais: -. que eu posso causar no meio em que. prio exemplo e aplicação”;. vivo”;. todo para educação”; -. ples e da cultura de paz”.. soas”; causar menos impacto, para dar bons exemplos (...)”. teriais didáticos sobre as questões am-. 1002. trago para meu ambiente de trabalho. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(15) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... esses cuidados, tentando conscientizar. -. colegas e alunos da importância dos pe-. -. quenos atos” de materiais dentro do ambiente de trabacom o intuito de transformá-los em obras -. cionadas pelos participantes da pesquisa-ação comunicativa. referentes ao conceito, boas práticas, bem. -. de atitudes e comportamentos exemplana questão – sustentabilidade, dia-a-dia e por participantes do processo de forma-. -. não representam, necessariamente, a to-. -. Análise quantitativa das respostas da pesquisa-ação. -nos, destacar termos associados ao con-. “Sustentabilidade...” nessa análise foram: uso, lixo, água, recur-. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. 1003.

(16) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. -. profundas no seio das sociedadesem prol. consumo, representada pelo radical “eco-. -. -. -. presente sem comprometer a possibilidade. Sustentabilidade adjetiva ou substantiva?. parece ser a parte consensual de um am-. plo e acalorado debate de disputa de sentido em torno dos discursos sobre sustenLIMA,: Embora a sustentabilidade presuma,. te para atitudes e comportamentos, uma. como campo, um substrato comum viável” para as relações entre a sociedade e a natureza, esta base comum é. -. muito vaga e permite leituras diversas. consciência acerca da importância do fa-. 1004. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(17) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... -. acordo com Moema. que coor-. denou a equipe facilitadora do processo essa ressaltada por Leonardo BOFF e para quem:. participantes argumentaram que o desenDetrás de esta palabra [sostenibilid] se. econômico conforme o modelo atual, nun-. esconden algunas verdades, pero tam-. “o que temos. como adjetivo se añade a cualquier cosa sin cambiar la naturaleza de la. que pensar é no reordenamento da vida no planeta e não em crescimento, pois. cosa; por ejemplo, puedo disminuir la. chegamos aos limites e, inclusive, extrapo-. polución química de una fábrica colo-. lamos os mesmos”. que vomitan gases, pero la manera de relacionarse la empresa con la naturaleza de donde saca los materiales para la producción, no cambia; continúa devastando. (...) Por lo tanto, la sostenibili-. -. dad es solamente de acomodación y no de cambio; es adjetiva, no sustantiva. La sostenibilidad como sustantivo exige un cambio de relación con la naturaleza, la vida y la Tierra. El primer cambio comienza con otra visión de la realidad. La Tierra está viva y nosotros somos su porción consciente e inteligente. No estamos fuera y encima de ella como quien domina, sino dentro como quien cuida, aprovechando sus bienes, pero respetando sus límites. Hay interacción entre el ser humano y la naturaleza. (...) La sostenibilidad como sustantivo sucede cuando nos hacemos responsables de proteger la vitalidad y la integri-. possibilita a cada uma delas [as socieção e consumo, bem como de bem estar a partir de sua cultura, de seu desenvolvimento histórico e de seu ambiente natural” (...) deixa-se de lado o padrão das sociedades industrializadas, enfatizando a possibilidades da existência de uma diversidade de sociedades sustentáveis, desde que pautadas pelos princípios básicos da sustentabilidade ecológica, econômica, social e política. De acordo com LIMA. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. 1005.

(18) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. “desenvolveu a noção de Ecodesenvolvimento, e nas propostas da Comissão Brundtland”. ceito, não se pode desconsiderar, como -. -. -. A sustentabilidade, num cenário tão in-. -. ca e uma tônica conciliadora que tendia. siderando-se todos os elementos e condi-. plementa Lima, “não responde igualmente. De acordo com Diegues, a sustentabilidacomo:. rente ao mercado se orienta para a con-. um princípio ético, normativo e, portansistema sustentável. Para existir uma sociedade sustentável é necessária a sustentabilidade ambiental, social e política, sendo um processo e não um -. Crescimento implica sempre menos meio ambiente. De fato, o planeta (o ecossistema global) não cresce; se a economia cresce – e ela é parte do planeta –, obviamente menos meio am-. além de ser uma questão ética é um dos -. do com LIMA. 1006. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(19) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... -. -. de áreas degradadas, gerenciamento de. tentabilidade socioambiental também não é um saber simples, tampouco um saber. gestado, o que só pode ocorrer a partir tampouco é apenas uma questão de saber, depende também de um poder e de -. -. tecnologias, e sobretudo, a ética, a educamediante a promoção de ações comunicativas que favoreçam a expressão de todos os membros da comunidade universitária em seus esforços de produção e difusão de conhecimentos sobre os temas concernentes às ações práticas voltadas para o cuidado com. De modo que nesse contexto e momento,. o meio ambiente e a sustentabilidade”. -. Nesse contexto e dentro dessa perspectiprecisa comportar essa dimensão aberta e. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. -. 1007.

(20) LAURA ALVES MARTIRANI, FERNANDA. DA. ROCHA BRANDO. E. LETÍCIA BACCARIN. de uma cultura e de práticas dialógicas -. uma cultura de sustentabilidade ambien-. bilidade é, portanto, mais que um discur-. -. -. : “se nos empenharmos, um planeta mais sustentável talvez não seja uma utopia”. -. -. -. -. -. 1008. -. -. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20.

(21) Formação socioambiental dos servidores da USP e .... -. -. -. -. -. ambientalMENTEsustentable, 2015, (II), 20. 1009.

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Figura 2. Diagrama que ilustra a arquitetura de  capilaridade do Projeto de Formação  Socioam-biental dos Servidores Técnicos e  Administrati-vos da USP.

Figura 2.

Diagrama que ilustra a arquitetura de capilaridade do Projeto de Formação Socioam-biental dos Servidores Técnicos e Administrati-vos da USP. p.3

Referencias