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e la candidatura ica en e 1 Col egio eciicos

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EL TIEMPO (S Meteorológ-lco N.).—Probable hasta las seis de la tarde de' hoy. Cantabria y Galicia: Vientos del Oeste y, lluvias. Resto de E s p a ñ a : Cielo con nubes, tiempo inseguro. Ten-¡peraiura: má.xiíria de ayer, 30 en Sevilla; mínima, 4 en Ijeón. En Madrid: máxima de ayer, 23; mínima. 9. (Véaae en quinta plana el Boletín

Meteorológico.) ,

P R E C I O S

MADRID PROVINCILAS

PAGO AOEUUSTABO

D E S U S C R I P C I Ó N

FKANQIJEO CONCEatTADO

M A D R I D . — A ñ o XXII.—Mfim. 1¡.Úr¿ Miércoles 1 de junio de 1933

C I N C O E D I C I O N E S D I A R I A S

Apartado 466.—Red. y Admón.. ALFONSO XI, 4.—Teléfonos 91090, 91093, 9I09S, 91094, 91095 y 91096

e la candidatura ica en e 1 Col egio eciicos

ctiíicación de Portugal

P r o m e t i m o s a.yer u n amplio c o m e n t a r i o s o b r e el nuevo p r o y e c t o de Consti- tución p o r t u g u e s a , en el que a b u n d a n s a b i a s e n s e ñ a n z a s de experiencia política.

P o r t u g a l quiere p a s a r de la D i c t a d u r a a la n o r m a l i d a d , g a r a n t i z á n d o s e hábil- m e n t e de la a n a r q u í a que i m p e r ó en su t e r r i t o r i o p o r espacio de varios l u s t r o s y que fué la c a u s a ocasional de la i m p l a n t a c i ó n del r é g i m e n de D i c t a d u r a .

M a s con s e r i n t e r e s a n t í s i m a la lección política, q u e r e m o s posponerla a o t r a lección de m á s s i n g u l a r efecto y actualidad. P o r t u g a l , en el nuevo: p r o y e c t o de Corustitución, consolida l a rectificación y a iniciada de l a política s e c t a r i a y a n t i r r e l i g i o s a que, al igual de F r a n c i a , se desencadenó en el p a í s vecino con la i n s t a u r a c i ó n de la Repxíbldca en 1910. Rectifics.ción iniciada, decimos, p o r q u e p a u l a t i n a m e n t e empieza como en F r a n c i a en loa años de l a p o s t - g u e r r a y v a g a n a n d o t e r r e n o en los últimos l u s t r o s en que t e r m i n a p o r i m p o n e r s e el sentido c o n s e r v a d o r y oristiajio del pueblo p o r t u g u é s , c a n s a d o , p o r o t r a p a r t e , d e m u - chos años de r e v u e l t a s y desórdenes estériles.

N o d e j a d e s e r apreciable e s t a v u e l t a en sí m i s m o de P o r t u g a l , a q u e nos referimos, a n t e el c o n t r a s t e que a r r o j a el e x a m e n c o m p a r a t i v o del Código de 1911 y el nuevo p r o y e c t o que se prepara,. Cierto que s e m a n t i e n e l a libertad de cultos y l a s e p a r a c i ó n de l a Iglesia y del E s t a d o , n o o b s t a n t e l a m a y o r í a católica de u n país de t a n s i n g u l a r t r a d i c i ó n en las g e s t a s gloriosas de l a c r i s t i a n d a d y en l a evangelización del Nuevo Mundo. Cierto t a m b i é n que se c o n s e r v a la li- b e r t a d de conciencia y h a s t a el r é g i m e n de secularización de cementerios.. P r i n - cipios e r a n éstos que advinieron con el r é g i m e n republicano que d e s t r o n ó al r e y M a n u e l I I y que después de t a n t o s años de i m p l a n t a c i ó n e r a a c a s o difícil poli- t i c a m e n t e remover. P e r o a p a r t e de c o n s i g n a r s e en el p r o y e c t o el m a n t e n i m i e n t o de l a s relaciones con la S a n t a Sede, que el t r i u n f o de l a República rompió por c o m p l e t o en 1911 y el m a n t e n i m i e n t o t a m b i é n - d e a q u e l C o n c o r d a t o o acuerdo p a r c i a l , ñ r m a 4 o en 1928 y r e l a t i v o a l P a t r o n a t o de l a s I n d i a s Orientales, el E s t a d o p o r t u g u é s reconoce p a l a d i n a m e n t e a l a s organizaciones y asociaciones religiosas l a existencia civil y l a p e r s o n a l i d a d jurídica. Y en e s t e p u n t o l a r e c - tificación del p á r r a f o 12 del a r t í c u l o t e r c e r o d e la Constitución de 1911 no p u e d e s e r m á s a b s o l u t a y completa. .

E r a , en efecto, P o r t u g a l imo de los pocos países de Bluropa q u e constitucio-, n a l m e n t e h a b í a n a d o p t a d o el odioso y t i r á n i c o principio de expulsión de l a C o m p a ñ í a de J e s ú s , que h a recogido t r i s t e m e n t e la n u e v a Constitución española.

E l t e x t o l u s i t a n o era, si cabe, t o d a v í a m á s radical. P o r q u e d a b a eí m i s m o t r a t o que a l a C o m p a ñ í a " a t o d a s l a s d e m á s Congregaciones religiosas y Ordenes m o - n á s t i c a s " , q u e — s e g ú n decía—"no seráji n u n c a a d m i t i d a s en el t e r r i t o r i o p o r - t u g u é s " .

F u é m á s r á p i d a l a revolución p o r t u g u e s a que l a española en l a aplicación del s e c u l a r p e n s a m i e n t o masónico. E n E s p a ñ a el d e c r e t o de disolución d e los J e s u í - t a s vino después de p r o m u l g a d a la Constitución. E l s e c t a r i s m o p o r t u g u é s se an- ticipó incluso a l a n i i s m a medida constitucional. U n sólo plazo de t r e s días—el Gobierno provisional de Teófilo B r a g a fué erigido p o r l a revolución t r i u n f a n t e el 5 de o c t u b r e de 1910—bastó p a r a p e n s a r en las Ordenes religiosas. Y se dictó u n d e c r e t o el 8 d e o c t u b r e que m a n t u v o en vigor, como l e y de l a República p o r t u g u e s a , l a s disposiciones p r o m u l g a d a s el 3 de s e p t i e m b r e de 1759 sobre l a expulsión d e log J e s u í t a s en P o r t u g a l y en t o d a s s u s colonias, el 28 dé a g o s t o d e 1767, explicando e s t a s m e d i d a s y el 28 de m a y o de 1834 que generalizó la expulsión a t o d a s las Congregaciones religiosas. A n o t e m o s a d e m á s que a aque- llas leyes, cuyo espíritu y c u y a l e t r a se a c e p t a r o n en la Constitución de 1911, se

a ñ a d i ó l a derogación de l a t o l e r a n c i a a d m i t i d a en 1901, en f a v o r de las Con- g r e g a c i o n e s religiosas c o n s a g r a d a s e x c l u s i v a m e n t e a la enseñanza, a l a benefi- cencia o a l a p r o p a g a n d a de l a fe y de l a civilización en U l t r a m a r . Y s e ordenó, finalmente, l a expulsión de los religiosos e x t r a n j e r o s o n a t u r a l i z a d o s en P o r t u g a l y s e confiscaron todos los bienes muebles e inmuebles de la C o m p a ñ í a de J e s ú s . S e r í a curioso c o m p a r a r p a s o a p a s o el proceso q u e siguió h a c e v e i n t e años la R e p ú b l i c a p o r t u g u e s a y el. q u e ha, Rdoptadó.nuestrO.pgi.s., L o s i - ^ S f o s son paá que similares, idénticos. L a s m i s m a s m e d i d a s del Gobierno provisional. L a s m i s - m a s elecciones c o n s t i t u y e n t e s . L a m i s m a m a y o r í a dócil p a r a r e d a c t a r u n a Cons- t i t u c i ó n s e c t a r i a y antirreligiosa. L u e g o los m i s m o s Gobiernos de' conSfentra- ción... Y, s o b r e todos estos m a t i c e s , l a línea envolvente g e n e r a l de furor laicista, de t i p o masónico, h e r e d a d o del odioso m a r q u é s de Rombal, que t a n t a s a n a l o g í a s e n c u e n t r a con el de n u e s t r o s políticos de hoy, a los que t a m b i é n p u d i e r a a t r i b u i r - se u n a h e r e n c i a s e m e j a n t e de o t r a s figuras españolas c o e t á n e a s del m i n i s t r o p o r t u g u é s . Veinte a ñ o s h a n b a s t a d o p a r a q u e el p a í s vecino se c u r e de l a fiebre r e v o l u c i o n a r i a y q u i e r a vivir a l m a r g e n de l a s persecuciones y los s e c t a r i s m o s . Y «1 proceso h a sido el m i s m o de F r a n c i a . P o r q u e i m p o r t a decir q u e en todo el traaiscurso de e s t e l a r g o período, l a Iglesia observó en P o r t u g a l l a m i s m a a c - t i t u d q u e h a b í a t r a z a d o y a a n t e s León X I I I e n F r a n c i a , en E s p a ñ a y en Ale- m a n i a . Y así, t r a s l a r u p t u r a t o t a l de relaciones e n t r e l a S a n t a Sede y P o r t u g a l , q u e a c a r r e ó l a revolución de 1910, persistió Benedicto XV en el propósito de r e s t a u r a r l a s , ' h a s t a q u e p o r m e d i a c i ó n de m o n s e ñ o r R a g o n e s i , entonces N u n c i o en Madrid, se restableció en 1918 l a N u n c i a t u r a Apostólica en Lisboa.

N o h e m o s omitido s e ñ a l a r l a s e m e j a n z a de e s t e período de, l a h i s t o r i a c o n t e m - p o r á n e a p o r t u g u e s a con el q u e vivimos h o y día e n n u e s t r a P a t r i a . E s p a ñ a v a , c u a n d o los d e m á s p a í s e s vuelven, a d e s a n d a r el camino, d e s e n g a ñ a d o s y c o n t r i - tos, d e l a Inutilidad de l a perseoucióai reJiglosa. M a s ¿ q u é d u d a cabe q u e t e n d r á q u e rectificar a b s o l u t a m e n t e ? N o es u n a v a n a q u i m e r a l a profecía. A los q u e s i e n t e n el pesimismo y l a desesperanza, h a b r í a q u e r e c o r d a r l e s el que a c a s o sin- t i e r o n tamtoién m u c h o s católicos p o r t u g u e s e s de 1911. H a y que s a b e r e s p e r a r . Y h a y que s a b e r a c t u a r . Como decía Ganivet, los s e c t a r i o s sólo p u e d e n a r a ñ a r l a c o r t e z a de l a nación. Y los a r a ñ o n e s superficiales se c u r a n con facilidad c u a n - do el cuerpo e s t á s a n o y l a s a n g r e p u r a y limpia de infecciones m a l i g n a s . L a de E s p a ñ a es así. P o r eso n o e s t á como en el p a í s h e r m a n o . j m u y lejos el d í a de l a v e r d a d y d e l a j u s t i c i a .

TifJFO INTEGRIENÍE LA PRESIOIOA POR EL

DMPIH

Obtuvo sobre la contraria una ma- yoría de 209 votos

Acudió a votar el 80 por 100 del censo provincial

E s t a c i f r a d e v o t a n t e s e s l a m a y o r q u e s e h a c o n o c i d o

L a c a n d i d a t u r a del d o c t o r P i g a h a t r i u n f a d o íntegra,'- en l a s elecciones del Colegio Médico de Madrid. E l censo profesional se volcó en ellas, doblando casi l a s m e j o r e s v o t a c i o n e s ; desfilaron.

LO DEL DÍA

¿Otro atropello?

E n o t r o l u g a r de e s t e n ú m e r o encon- t r a r á el l e c t o r l a referencia q u e se n o s comunica desde Alicante, de u n a t r o - pello e n el que h a sido v í c t i m a l a co- m u n i d a d de m a d r e s c a p u c h i n a s de di- cha ciudad.

Con j u s t o titulo, siquiera n o e s t u v i e - se i n s c r i t o en el R e g i s t r o de la P r o - piedad moderno, lo cual no h a c e al caso, venía dicha c o m u n i d a d poseyendo desde el siglo X V I I el convento sito en la a v e n i d a de Méndez N ü ñ e ü . L a noche del incendio de los c o n v e n t o s se obligó a l a s m a d r e s c a p u c h i n a s a a b a n d o n a r - lo. E n e s t a s i t u a c i ó n el A j m n t a m i e n t o certifica q u e viene poseyendo quieta, pa, cíficamente y sin i n t e r r u p c i ó n a l g u n a la finca y p r e t e n d e a su f a v o r u n a ins- cripción e n el R e g i s t r o d e l a P r o p i e d a d .

P o r n u e s t r a p a r t e d e s e a r í a m o s u n a

« « e f e c t o , a n t e l a u r n a 1.731 de 1°^

2,200 colegiados. E l doctor P i g a h a produjese, n o s h a l l a r í a - t r i u n f a d o p o r u n a m a y o r í a de 209 votoís. i nrP<íPncla de una a n o r m a l i d a d

E l n ú m e r o de v o t a n t e s d e m o s t r ó q u e ¡ ™ ° s .e» p r e s e n c i a ,üe u n a anormaiiciaa iji uuiu-ciu uo u „ „ - n , „ .„fl,,,_^,„ l u r i d i c a i r r i t a n t e . P o r q u e , en efecto, sólo parcialnaente h a podido influir l a ¡ J ^ ^ ^ ^.^^^^ ^ ^ ^ ^ ^ a l e g a r el A y u n t a -

m i e n t o sobre el convento de r e f e r e n - c i a ? N i s i q u i e r a l a prescripción. Y, p o r o t r o lado, ¿ q u é c a u s a h a podido e x t i n - g u i r el derecho de l a c o m u n i d a d ? J u r í - d i c a m e n t e , n i n g u n a . P o r eso, de exis- t i r l a p r e t e n s i ó n municipal, no p o d r í a p r o s p e r a r , y s e g u r a m e n t e q u e d a r í a ex- t i n g u i d a en el propio R e g i s t r o de l a P r o p i e d a d . Dice el a r t í c u l o 26 del r e g l a - m e n t o hipotecario q u e l a s certificacio- nes l i b r a d a s a estos fines p o r l a s Cor- p o r a c i o n e s h a b r á n de c o n s i g n a r el n o m - b r e de quien se h u b i e r e adquirido el i n m u e b l e o derecho c u a n d o c o n s t a s e y el t i e m p o que se lleve de posesión c u a n - do p u d i e r a fijarse a u n de m o d o a p r o - x i m a d o . E s t a s prevenciones, a p l i c a d a s al c a s o de referencia, a n t e l a n o t o r i e - dad de la s e c u l a r posesión p o r l a s m a - d r e s c a p u c h i n a s , h a n de dejar d e s n u d a de r a z ó n cualquier p r e t e n s i ó n a t e n t a t o - ria a l derecho de é s t a s .

£ 1 f r a c a s o a n a r c o s i n d i c a l i s t a

^^¿Qué hay del Estatiito?^^

-»4- E n l a t a r d e del s á h a d o , d u r a n t e s u dl.scurso, ei señor p r e s i d e n t e del Conse- jo afirmaba con su h a b i t u a l suficiencia y d o g m a t i s m o que no se conoce l a opi- nión del pueblo s o b r e el E s t a t u t o . L o decía él, a t e n e í s t a a n t i g u o , oficinista de t o d a l a vida, c u r t i d o p o r el h u m o de los cafés m a d r i l e ñ o s . L o decía el jefe del Gobierno, h a b i t a n t e del palacio de l a t r i p l e g u a r d i a . Quien p a r a e s c u c h a r a l pueblo preci.sa solicitud, t r á m i t e e In- troducción. Quien lee l a P r e n s a e n r e - c o r t e s y a quien los p e n s a m i e n t o s l l e g a n d e f o r m a d o s p o r l a adulación.

M i e n t r a s t a n t o , lector, yo, p o r afición y p o r deber, a n d a b a p e r e g r i n a n d o l a s viejas t i e r r a s de Castilla, buscalia d a t o s sobre l a a g r i c u l t u r a z a m o r a n a , \ desea- h a conocer s u economía y su vida. Y c r u c é l a s c e p a s e n f e r m a s de l a " T i e r r a del Vino", p a s é l a s s e m e n t e r a s p r i e t a s de l a " T i e r r a del P a n " , m e a d e n t r é p o r senderos imposibles de la S i e r r a Cule- bra, vi l a s h u e r t a s meridionales de B e - n a v e n t e y la, c a m p i ñ a p r ó d i g a y fina de la " T i e r r a d e C a m p o s " . Sin d a r m e a conocer m u c h a s veces, no diciendo l a s m á s sino q u e e r a u n p e r i o d i s t a a n d a l u z empleado en Madrid, yo liahlé con los l a b r a d o r e s , p r e g u n t á n d o l e s .ansioso p o r s u s h a b e r e s y s u s precios, s u s g a s t o s y s u s g a n a n c i a s .

P a r a s e r franco, a m i n o m e p r e o c u - p a b a c a r d i n a l m e n t e sino a c u á n t o d a b a n l a s tierra.s, a cómo s e a j u s t a b a n l o s m o - zos de a ñ o o a cómo se p a g a b a n s u s Jornales. Y e r a p a r a m í cosa d e m a r a - villa a l principio, de t r á m i t e a l fin, e s - c u c h a r cómo los campesinos, e n t r e g a - dos a su ooseclia en ciernes, i n t e r r u m - pían m i s p r e g u n t a s p a r a d e m a n d a r m e ;

"Y usted, que v e n d r á de Madrid, ¿ q u é liay allí del Esta,tiuto?"

Sin excepción. P o r l a s t i e r r a s de A v i - la, S a l a m a n c a o Valladolid q u e crucé, e n loa c a m p o s z a m o r a n o s e n q u e m e de- tuve, y o n o h a b l é con n a d i e q-ue, adivi- n a n d o p o r m i s t r a z a s m i procedencia, no m e i n t e r r o g a s e : " ¿ Q u é h a y del E s - , t a t u t o ? " , . . M e lo p r e g u n t a b a n con su-;

p e r a d a curiosidad, llenos de a f a n e s y t e m o r e s , de a d v e r t e n c i a s y de v e n g a n - zas. Y m e lo p r e g u n t a b a n con i n t e r é s único. U n a ta.rde, y o l l e g a b a a u n a a l - deita perdida en l a f r o n t e r a de P o r t u - gal, a l S u r de Alcañices. L a " p i e d r a "

a c a h a b a de a s o l a r su ú n i c a e s p e r a n z a , la, cosecha de c e n t e n o . L o s del pueblo

—ociosos en su ruina—^vinieron a m i como a c u d e n l a s ovejas a l p a s t o r . Yo empecé a p r e g u n t a r l e s de s u s m i s e r i a s . Ellos c o m e n z a b a n a c o n t a r m e de su des- g r a c i a , cuando u n h o m b r e t ó n , c l a r o s los ojos y de firme decir, i n t e r r u m p i ó :

" P e r o — usted, q u e viene de M a d r i d —

¿ e s . v e r d a d que quieren d a r l e a los ca- t a l a n e s u n E s t a t u t o p o r q u e dicen que son m á s que n o s o t r o s ? " . . . Se olvidó la s e m e n t e r a a s o l a d a y y a n o se pensó y habló sino del E s t a t u t o . . .

L a t i e r r a c a s t e l l a n a p o r m í r e c o r r i d a , e s t á llena de c a r t e l e s n o m u y g r a n d e s , p e r o de r o t u n d a s l e t r a s r o j a s . E n ellos se a f i r m a : "Somos e s p a ñ o l e s " . " N o q u e - r e m o s sino s e r todos iguales. Abajo el E s t a t u t o " . E s t o lo dicen los c a r t e l e s p e g a d o s en los e s c a p a r a t e s de todos los comercios y de m u c h o s l u g a r e s de Za- m o r a o Benaventei Toro o P u e b l a , B e r - millo o Tordesillas. pueblos y ciudades r e p r e s e n t a d o s en el P a r l a m e n t o p o r r a - dicales socialistas como G a l a r z a , p o r socialistas como S a l v a d o r e s ; elementos de u n a m a y o r í a q u e a p l a u d i ó el d i s c u r - so t r i s t e m e n t e histórico del s e ñ o r A z a ñ a .

Y yo, q u e no soy l e g u l e y o ; y o , q u e no sé de l a s sutiles ficciones ni de los complicados oasuismos de los abogados, no h a g o sino p e n s a r si s e r á posible, en b u e n a m o r a l de Dios, q u e los r e p r e s e n - t a n t e s de aquel pueblo que odia a l E s - t a t u t o v o t e n p o r s u i m p l a n t a c i ó n . Yo sé q u e p a r a hacerlo r e c u r r e n a la sín- tesis h i s t ó r i c a ( i s í n t e s i s histórica, aquí, donde n u e s t r a h i s t o r i a i n t e r n a e s t á p o r h a c e r ! ) d e los e n s a y i s t a s y a los pos- t u l a d o s de u n a p r e t e n d i d a infalibilidad' del r é g i m e n . Doble p e c a d o . P o r q u e , e n j 'Primer l u g a r , l a historia—^la h i s t o r i a

p r e v i a l a h o r electoral en movilizar el censo, a p e s a r de q u e los p a r t i d a r i o s de u n a de l a s c a n d i d a t u r a s e m p l e a r o n en su p r o p a g a n d a p o r l a provincia v a r i o s automóviles oficiales.

C o m e n t á b a s e anoche, después del es- crutinio, a p a r t e de la aludida "movili- zación" de automóviles oficiales, u n a c a r t a , sellada p o r el p a r t i d o radical, en l a q u e s e encarece el v o t a r a u n d e t e r - m i n a d o m i e m b r o de la c a n d i d a t u r a del doctor Hinojar, recomendación que se h a c e extensiva a t o d a ella, al decir:

"Siendo todos los d e m á s que l a compo- n e n afines a n u e s t r a s ideas republica- n a s " y se r e c o r d a b a im manifiesto p u - blicado e n l a P r e n s a p o r los p a t r o c i n a - dores, de e s t a ca-ndidatura, en la que se t a c h a b a de política a l a del doctor Pi.ga.

Algunos de los médicos r u r a l e s v o t a r o n p o r correo en la f o r m a que a u t o r i z a n los E s t a t u t o s del Colegio, m a s o t r o s acudieron p e r s o n a l m e n t e a M a d r i d p a r a h a c e r l o . E n la ú l t i m a sesión, l a de ayer, presidió l a votación el d o c t o r don A r a - celi Carrasco, médico t i t u l a r de Valle- cas. E l desfile de v o t a n t e s fué , ininte- r r u m p i d o ; las intervenciones de a m b a s c a n d i d a t u r a s cumplieron n o r m a l m e n t e s u cometido, y el orden y la corrección

fué absoluto en todos los m o m e n t o s . Como n o t a curiosa c o n s i g n a m o s los do- ce votos de o t r a s t a n t a s d o c t o r a s que t a m b i é n acudieron al Colegio.

J u z g a m o s t a m b i é n de i n t e r é s el d a t o de que votó el 75 al 80 p o r ciento del censo t o t a l de coleg:iados, proporción ele- v a d í s i m a ,si ter^nios- en c u e n t a que -se h a l l a n incluidos én aquél los médicos t i - t u l a r e s de todos los pueblos de la .pro- vincia.

Los resultados

F E E S E D E N T E

D o c t o r A n t o n i o P i g a P a s c u a l , 941 v o - tos.

D o c t o r A. H i n o j a r P o n s , 732.

V I O E P R E S I D E N T E

D o c t o r E n r i q u e Gómez Merino, 963.

D o c t o r J . A . Alonso M u ñ o y e r r o , 710.

S E C R E T A E I O

D o c t o r J u a n F e r n á n d e z P é r e z , 927.

D o c t o r J . M. Llopis Recio, 733.

V I O E S E O K E T A K I O

D o c t o r Calixto González d e Quevedo, 933.

D o c t o r J . M a r t í n Bnrlquez, 729.

T E S O R E B O

D o c t o r Carlos Sáinz de los^ T e r r e - ros, 939.

D o c t o r A. Duque S a m p a y o , 725.

C O N T A D O R

D o c t o r F r a n c i s c o G u e r r e r o , 863.

D o c t o r G. Sanz R u b e r t , 740.

Los cargos de vocales

H a n salido t r i u n f a n t e s los doctores Dionisio H e r r e r o , en r e p r e s e n t a c i ó n de la F a c u l t a d de Medicina; Sánchez Co- visa, d e la Beneficencia g e n e r a l ; Á n g e l C a s t r e s a n a , de la Beneficencia p a r t i c u - l a r ; doctor Piquer, de los forenses y médicos de b a ñ o s ; d o c t o r Olavide, de l a S a n i d a d Civil; Gómez Ulla, de la Beneficencia municipal; R o d r í g u e z Zúñi- ga, de la Beneficencia p r i v a d a ; Sánchez Vega, de los médicos m i l i t a r e s ; N ú ñ e z J u a r r o s , de los de C o m p a ñ í a s ; Víctor H e r r e r o , de las Sociedades de a s i s t e n c i a médico; U n z a g a , de los médicos libres;

Castells, de los de dispensarios y s a n a - torios.

L a c a n d i d a t u r a de los médicos afec- t o s al doctor P i g a l o g r ó diez de los referidos once p u e s t o s . E l p u e s t o de la c o n t r a r i a lo logró el doctor Sánchez Covisa.

L a m e n t a b l e s incidentes h a n señalado l a j o r n a d a del domingo en M a d r i d y en o t r a s capitales españolas. Anarcosindi' calista^ y comunistas, en rebeldía con^

t r a l a a u t o r i d a d , quisieron a l a r d e a r de su f u e r z a y p r o v o c a r o n c a r g a s y t i r o - teos. H u b o v í c t i m a s inocentes, pacífi- cos t r a n s e ú n t e s o r e p r e s e n t a n t e s de la a u t o r i d a d que c a y e r o n cumpliendo con s u deber. P a r a todos ellos n u e s t r a con- dolencia, y p a r a los últimos, ademáis l a alahaiijja y el homenaje merecidos. •

•' E l nifívi-fiQierito a n a r e o s i n d i c a l i s t a f r a - casó p o r . c o m p l e t o en casi t o d a s las ciu- dades de E s p a ñ a : en o t r a s , sólo p a r c i a l - m e n t e — a g i t a c i ó n , paro—^y p o r breve t i e m p o consiguió s u s propósitos. NO t e - nia ambiente. Tropezó con el b u e n sen- tido del pueblo, deseoso a ñ o r a m á s que n u n c a de p a z . M a s de l a t r a n q u i l i d a d callejera, como se h a c e responsables a las a u t o r i d a d e s , es de j u s t i c i a a t r i b u i r - les el éxito t a m b i é n . Y el domingo, en Madrid, los e n c a r g a d o s de m a n t e n e r el orden supieron a c t u a r con p r u d e n c i a y energía frente a u n e n e m i g o bien a r - m a d o y s i n , e s c r ú p u l o s , y sofocaron r á - p i d a m e n t e l a s t e n t a t i v a s de los elemen- tos p e r t u r b a d o r e s , sin g r a v e m o l e s t i a del vecindario.

L a d e m o s t r a c i ó n fué tají eficaz, que los a g i t a d o r e s a b a n d o n a r o n p r o n t o s u s propósitos y M a d r i d disfrutó de u n do- m i n g o t a n e n c a l m a como l a s circims' t a n c i a s podían p e r m i t i r . D e s p u é s de los d e s c u b r i m i e n t o s realizados en l a s pasa- d a s s e m a n a s e s t a b a n a u t o r i z a d o s todos los t e m o r e s . N o s e h a n realizado, .y si en lo r e f e r e n t e a l a p a r a l i z a c i ó n de ser- vicios, a l a h u e l g a , el pueblo s e e n c a r gó de deshacer los cálculos de anarquis- t a s y comunistas, corresponde al minis t r o de l a Gobernación, a l a Dirección de Seguridad, a los Cuerpos a r m a d o s de la Policía, y a los a g e n t e s , el m é r i t o de ha,ber sofocado l a s tenta.tivas de los r e - voltosos. Y no seremos n o s o t r o s quienes s e lo r e g a t e a r e m o s .

L o d e l C o l e g i o d e M é d i c o s

Hoy ya habrá Gobienio en Alemania

Un Ministerio derechista con ei apo- yo de Hiíier y la neutralidad

del Centro

Los r e s u l t a d o s electorales d e l a v o t a - ción del Colegio de Médicos c e l e b r a d a a y e r e n c i e r r a n u n a n u e v a lección y u n nuevo ejemplo. Trixmfó r o t u n d a m e n t e la c a n d i d a t u r a q u e enca,bezaba el doctor P i g a . C a n d i d a t u r a que se p r e s e n t a b a co- m o apolítica y en l a que figuraba l a r e - p r e s e n t a c i ó n de las fueráas de orden y de sentido profesional. E s t o es, salió de- r r o t a d a p r e c i s a m e n t e l a c a n d i d a t u r a p o - lítica, en l a q u e d e s t a c a b a n p e r s o n a s de que vive el pueblo con s i T ^ e n t i r y s ñ ¡significación g u b e r n a m e n t a l y franco t r a b a j o - d i s t a m u c h o de c i e r t a s Í n t e r - i m a t i z de izquierda. E n o t r o s t é r m i n o s . p r e t a c l o n e s a t e n e í s t i c a s . Después, p o r

que los pueblos n o se detienen en él

la clase m é d i c a m a d r i l e ñ a h a repelido e s t a vez de m o d o enérgico a los e m p e p a s a d o , sino que a n d a n hacia" el por-i^3-<ifs desde h a c e t i e m p o en a d q u i r i r un venir.

P o r -eso l a s g e n t e s de Castilla y de Andalucía, de A r a g ó n y de E x t r e m a d u - r a , les dicen a los políticos: " ¡ D e j a o s de h i s t o r i a s ! L a v o l u n t a d de E s p a ñ a , lá E s p a ñ a viviente, n o l a del siglo X V o el XVII, n o l a de a y e r o l a d e a n t e s de a y e r , es m a n t e n e r s e unida, con r e s - p e t o p a r a l a s regiones, p e r o sin m á s s o b e r a n í a q u e l a de la nación". Sin E s t a t u t o s c a p a c e s de s e x t u p l i c a r el n ú - m e r o de los oficinistas en> u n p a í s de i n n u m e r a b l e b u r o c r a c i a . Sin obligarnos a p a g a r con sólo el p r o d u c t o de e s t a t i e r r a , c a d a vez m á s vieja, m á s esquil- m a d a , m á s g r a v a d a , l a p e s t e de los sueldos sin medida. Si a h o r a n o pode- m o s s o s t e n e r u n a hacienda, ¿ c ó m o v a - m o s , a sostener m á s t a r d e a dos o a t r e s o a d i e z ? "

E s t o es lo q u e y o oí q u e q u e r í a n

— hlen p a l a d i n a m e n t e e x p r e s a d o — en Z a m o r a . E s t o es lo q u e v e r á quien r e - c o r r a aquellos pueblos, quie.n se deje t o s t a r p o r su sol y a z o t a r p o r su aire.

m e d r o y p u j a n z a política en el seno de Corporaciones puramiente profesionales.

E l caso del Colegio de Médicos con- firma i m a vez m á s l a r e a l i d a d d e f u n a m b i e n t e q u e c a d a d í a se a c u s a c o n iiiás d e s t a c a d o s perfiles. Y e s t e a m b i e n t e no es otro, como venimos a d v i r t i e n d o , q u e Un sentido profundo de oposición q u e l a t e en el i n t e r i o r de l a s conciencias es- p a ñ o l a s c o n t r a los a l a r d e s revoluciona- rio.'! de los p a r t i d o s g u b e r n a m e n t a l e s . Reacción, en luia p a l a b r a , q u e r o m p e y se a c u s a l e g a l m e n t e al e x t e r i o r en c u a n - t o s e p r e s e n t a u n a o p o r t u n i d a d electo- ral d e cualquier índole que sea. Y es hoy el Colegio de Médicos, como fué a y e r la A c a d e m i a d e J u r i s p r u d e n c i a , como fue- ron h a c e m e s e s los Colegios d e Licen- ciados y D o c t o r e s .

R e s u l t a d o s a s í fortalecen y a l i e n t a n p a r a la lucha. Son l a confirmación de u n a t á c t i c a . Los t a n t e o s positivos de u n a experiencia. Y ai p a r debieran a c r e - d i t a r a los a d v e r s a r l o s que s u política de revolución y s e c t a r i s m o es f r u c t u o s a

El nuevo canciller, von Papen, per- tenece al partido catclico, pero no lo representa en esta ocasión

• —

Ñ A U E N , 31.—La solución de la cri- sis a l e m a n a se h a conseguido m u c h o m á s r á p i d a m e n t e de lo que podía espe- r a r s e con l a constitución de u n Minis- terio de t r a n s i c i ó n e n c a r g a d o de dirigir la política del Reich h a s t a que t e r m i - nen l a s conferencias internacionales.

P r e s i d i r á este ministerio v o n P a p e n , p r o p i e t a r i o de " G e r m a n i a " y diputado del C e n t r o en l a Dieta p r u s i a n a m u y conocido p o r s u s tendencias favorables al nacionalismo a l e m á n .

P e r o no o s t e n t a r á la representación del p a r t i d o y h a s t a se dice que a n t e s de a c e p t a r eJ e n c a r g o de f o r m a r Gobierno que | e fué ofrecido p o r el canciller, es- t a t a r d e , a p r i m e r a h o r a , después de t e r m i n a d a s las consultas, h a dimitido su filiación política y s e r á u n canciller independiente.

Todo ello se h a t r a m i t a d o con tal r a - pidez, q u e los círculos políticos de Ber- lín no h a n salido t o d a v í a de su s o r p r e - sa. U n a h o r a después de h a b e r a c e p t a d o el e n c a r g o de f o r m a r ministerio se a n u n c i a b a que von P a p e n presentaría la l i s t a ministerial m a ñ a n a y se publi- c a b a la p r i m e r a lista probable, que se- grún l a s noticias de ú l t i m a h o r a es la l i s t a definitiva en este f o r m a :

Canciller, Von P a p e n ; Negocios E x - trajijeros, Von N e u r a t h ; Interior, B a r ó n de Gayl o B a r ó a von O s t e n ; Agricultu- ra, B a r ó n von L u n i n g k ; T r a b a j o , Goer- deler; Economía, W a r m b o l d ; Hacienda, Sch-werin Grossick; Defensa Nacional, General von Schleicher; J u s t i c i a , J o e l ; Comimiíjaciones, Schaetzel.

(Continúa en la t e r c e r a plana)

Quince días en la caree

MURCIA, 31.—Para evitar u n a ma- nifestación del público que fuera a es- p e r a r la salida de los detenidos de Mo- lina de Segura, que h a n cumplido u n a quincenat p o r n o p a g a r la m.iilta que les i m p u s o el gqberiiadQr, se a^lela.ntó la h o r a de ser puestos en libertad.

D u r a n t e su p e r m a n e n c i a en la cárcel, estuvieron sometidos al régimen común, sin gozar las v e n t a j a s de los presos po- líticos.

E n el Asilo de Ancianos, inmediato a la prisión, oyeron u n a misa los ex carcelados con sus familiares y muchos amigos, que llenaban las naves del t e m - plo. Los ancianos c a n t a r o n sentidos mo- tetes.

Como h a b í a g r a n lujo de precaucio- nes, pues las inmediaciones de la cár- cel estaban t o m a d a s por fuerzas de Se- guridad, Policía y G u a r d i a civil, se acon- sejó a los elementos católicos que de- sistieran de los agasajos proyectados p a r a e v i t a r la imposición de nuevas sanciones. Lo reunidos se dispersaron y en -diversos coches los éx carcelados r e g r e s a r o n a Molina de Segura. A su sa- lida de Murcia y a la llegada a Molina, las m u c h a c h a s a r r o j a r o n flores a los co- ches y los g r u p o s de g e n t e s les aplau- dieron frenéticamente.

D u r a n t e todo el día h a n sido visita- dísimos los detenidos, a cuyo efecto lle- g a r o n de -los pueblos limítrofes destaca- dos . elementos. U n a Comisión llegó del pueblo de Cehegín, que dista 60 kiló- metros, con el fin de saludarles en tér- minos m u y entusiastas. Se continúan recibiendo demostraciones de simpatía de toda E s p a ñ a .

Conf erenciaie Gokoecka seke el Estatuto

"Lo que ha venido a las Cortes, no es sino un Estatuto de convivencia". "Lo que se concede no es elprograma máximo

de los autonomistas, sino ei mínimo del separatismo"

> mh^ t

EL SEÑOR GIL ROBLES PRESENTA DOS ENMIENDAS AL DICTAMEN

Castigo a una enfermera

I».

H a sido suspendida de empleo y suel- do la e n f e r m e r a profesional, que hace días envió a la P r e n s a u n a c a r t a . E n dicha c a r t a se h a c í a c o n s t a r que el doc- tor N o g u e r a s había cumplido siempre con su deber e n el establecimiento que estaba bajo su dirección.

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Ayer, a las siete y media de la tarde, dio sü anunciada conferencia en lo-g .sa- lones de Acción Popular el e> ministro lor. Antonio Goicoechea. L a anuencia de público fué a y e r mayor, si cube, que en los días anteriores. Desde las seis de la tarde, h o r a y media ant-es de la anuncia- da, estaban ocupados totalmente los asientos del salón de actos de Acción P o - pular. Cuantas peiisonas acudieron des- pués de la hora citada, hubieron de se- guir la disertación del conferen-ciante en pie desde las s e c r e t a r í a s y dependencias de Acción P o p u l a r y a ú n desde los pasi- llos y escaleras de la casa.

Al aparecer en el salón el señor Goi- coechea, a quien a c o m p a ñ a b a n allgunos miembros de la Directiva de Acción P o - pular, fué acogido con u a a gran ova- ción y vivas al presidente de la Acade- mia de J u r i s p r u d e n c i a y gritos alusivos al reciente triunfo obtenido por el con- ferenciante ed las elecciones p a r a cubrir el cargo citado. E l n ú m e r o de personas que ayer asistieron a la conferencia del señor Goicoechea pasó de c u a t r o miil.

El señor Goicoechea comenzó recor- dando, que en la anterior conferencia, cuando se disponía a estudiar el conteni- do interno del proyecto de E s t a t u t o , hu- br, de suspenderla por falta de tiempo.

Desde entonces h a ocurrido un aconteci- miento histórico, según la cohorte nu- merosa de agradecidos y esperanzados

¡lama al discurso recientemente pronun- ciado por el presidente del Consejo de ministros. E n ese discurso se h a hecho u ñ a blasfema interpretación de la his- toria, al decir que los Reyes se aprove- charon de loe valores fiestacados de la P a t r i a p a r a su exclusiva conveniencia.

El orador desmiente esta es-pecie, y en apoyo de su teoría aduce la la,bor de los Reyes Católicos, que de u n a E s p a ñ a des- m e m b r a d a y pobre hicieron u n a P a t r i a grande y fuerte.

Estatuto de convivencia

sufrir el suplicio de Tántalo, a que se vieron sometidas el día de la q u e m a de los conventos.

La enseñanza

Después de a f i r m a r que la política que a h o r a se sigue es la de conceder a los s e p a r a t i s t a s catalanes cuanto solicitan y de a l e n t a r a los que quieren repartirse ia t i e r r a y a r r u i n a r de esta forma la eco- nomía nacional, el señor Goicoechea sos- tiene que lo que a h o r a h a venido a I-as Cortes no es u n proyecto de Constitución catalana, sino que los catalanistas lla- m a n mero E s t a t u t o de convivencia; algo asi como u n E s t a t u t o de relaciones exte-

|4lfiorca e n t r e dos E s t a d o s independientes.

' Lo que en 1919 se soliqá-taba de las Cor- te.55 era-, efectivamente, u n a Constitución, Aquéilo se rechazó, y ahora, a pesar de fjue con notable superchería se dice qua la Constitución española n o es federal, se conceden a d e t e r m i n a d a persona faculta- des omnímodas, como son las que ei!

artículo 46 del proyecto de E s t a t u t o con- fiere al presidente de la Generalidad. Se- gún este artículo, al presidente de la Ge- neralidad corresponde convocar eleccio- nes p a r a el P a r l a m e n t o de C a t a l u ñ a y el s e ñ a l a r ' q u é individuos poseen la cualidad de electores.

Autonomía municipal

E n el E s t a t u t o n o se habla p a r a n a d a del régimen municipal de Cataluña. Sa- bíamos que en el camino descentralizador

la p r i m e r a necesidad que se presenta es la de regular la función del Municipio, porque lo primero de todo es la autono- mía municipal. Sin embargo, la autono- mía del Ayuntamiento no se g a r a n t i z a en el E s t a t u t o en m a n e r a alguna, toda vez que, aunque se 8,flnna que ee concederá la a u t o n o m í a a los Ayuntamientos, corres- ponderá a la Generalidad el s e ñ a l a r las m a t e r i a s a que la a u t o n o m í a h a de alcan- zar. Y es que, como la Historia enseña que en distintas circunstancias algunos Ayuntamientos se unieron con Castilla contra las pretensiones de la propia Ca- taluña, h a habido necesidad de e n t r e g a r a los Ayuntamientos, atados de pies y manos, a la Generalidad. E s decir, que nuestros legisladores actuales h a n apa- rentado olvidar que e n E s p a ñ a el Muni- cipio tiene t a n t a fuerza y personalidad j-como la propia región. Pero solamente!

h a n pretendido a p a r e n t a r l o ; saben que el Ayuntamiento puede ser en algún mo- mento u n a b a r r e r a españolista, y h a n pro- curado que quede sjjjeta a la Generalidad.

(Ovación.)

Orden público

De todos los aspectos que el E s t a t u - to presenta, el de m a y o r interés es el que se refiere a la enseñanza. Yo soy partidario de la libertad de enseñanza en c u a n t o signifique el reconocimiento de la igualdad p a r a l a iniciativa priva- da. Pero no se t r a t a de esto, sino de en- t r e g a r la enseñanza a enemigos j u r a d o s de la integridad de la p a t r i a . E n el I n s - tituto-escuela el español se enseña co- mo asignatura, dos h o r a s a la, semana, m i e n t r a s que p a r a el francés se dedi- can tres horas. E s decir, que la políti- ca catalanista, no se c o n t e n t a r á h a s t a que no h a y a acabado con el castellano en Cataluña.

Luego c e n s u r a la organización judi- cial independiente, porque a u m e n t a r á las diferencias e n t r e el apéndice , foral y el derecho civil español, cada día m á s pequeñas. Combate t a m b i é n la cesión de tributos en la f o r m a que el dictamen p a r l a m e n t a r i o preconiza. E n este _aspec-

;to se m u e s t r a p a r t i d a r i o de la fórmula Ipi-opuesta en su libro por el señor La- irra, de conceder a la región u n a p a r t i - cipación fija sobre la percepción del E s - tado, procedimiento que a c t u a l m e n t e se sigue en los países federales.

Luego afirma el señor Goicoechea q u e no existe el pretendido hecho diferen- cial, sino u n regionalismo, perverso.

T e r m i n a diciendo q u e lo que a h o r a sé concede no es, como h a dicho Lerroux, el p r o g r a m a máximo de loa autonomis- tas, sino el p r o g r a m a m í n i m o del sepa- ratismo.

El señor Goicoechea, que fué frecuen- temente interrumpido p o r las ovaciones del auditorio, fué ovacionado con entu- siasmo al t e r m i n a r su conferencia,

E n t r e los aplausos de los concurren- tes, a los q u e se s u m a r o n los del públi- co que p a s a b a por la calle de Alfonso X I , subió al coche que le condujo a su do- micilio.

l a m i a rectificar^i Mau- ra y Ortega y.Gassel

El presidente de la C á m a r a , al recibir a los periodistas, les rogó que anuncia- r a n que las oposiciones a oficiales le- t r a d o s del Congreso serán hoy, a l a s nueve de la m a ñ a n a . Dijo que esperaba inucho de ellas, porque, según noticias que tenía; se iba a p r e s e n t a r gente m u y bien p r e p a r a d a .

— P o r lo demás—añadió el señor Bes- t e i r o ^ n p h a y n i n g u n a novedad. La dis- cusión sobre la totalidad de la Heforríia Agraria h a llegado a u n p u n t o de s a t u - ración y a u n de sobresaturación. H a y todavía nueve diputados pendientes del uso de la palabra. Yo espero que m a ñ a n a la C á m a r a tome algún acuei'do limitan- do el tiempo de las intervenciones. Bien podría ser, sin embargo, que m a ñ a n a mismo se acabe, teniendo en c u e n t a que hoy h a n hablado siete oradores y u n o de la Comisión.

Dijo también que el m a r t e s de la se- m a n a próxima empezará ia discusión del articulado.

Con respecto al E s t a t u t o , se le pregun- tó si h a b í a nuevas peticiones de pala- bra, a lo que contestó n e g a t i v a m e n t e .

—Por lo menos h a s t a a h o r a n o he r e - cibido ninguna, y en c u a n t o a las recti- flcaciónes creo que sí las harán—dijo—.

P o r lo demás, n o m e h a n hecho t a m p o - co_ n i n g u n a indicación sobre la ' a l t e r a - ción del plan.

Las intervenciones de mañana

q m e n n o _ s e a ciego p a r a n o o b s e r v a r , c o n t r a ellos y beneficiosa e n g r a d o su^

que E s p a n a es a l g o m a s q u e u n a r e ó - ^ o p a r a los q u e se v e n o b l i | a d o s p o r p a g o de e n s a y i s t a s ensoberbecidos, p a r a í e i i a m i s m a a m a n t e n e r s e en S n a deno- los que l a H i s t o r i a es su i n t e r p r e t a c i ó n ¡ ( j a , j a oposición, y-i

c a p r i c h o s a y la r e a l i d a d nacional l a t e r - tulia del café,

A n t o n i o B E K I t t ü D E Z C Á S E T E P o r t i e r r a s d e ¡Samora, m a y o 1932.

e s t a oposición y m i e n t r a s m á s s e a n l a s a r b i t r a r i e d a d e s que se c o m e t a n , ñ i á s claro s e r á el h o r i - z o n t e f u t u r o d e . l a s d e r e c l i a s . e n l a v i d a política e s p a ñ o l a .

E l jefe del Gobierno—dice—^ha preten- dido justificar la cesión del cuidado de m a n t e n e r el orden público, diciendo que íel que tiene el m a n d o necesita disponer de l a autoridad, y esta declaración h a hecho d e r r a m a r l á g r i m a s de g r a t i t u d a los c a t a l a n i s t a s , por la comprensión del Gobierno. Sin embargo, conviene t e n e r presente ¡o que a este respecto se legis- la en los países federales, a pesar de que a q u í se h a hecho la afirmación solemne de que la Constitución española no es federal. E n Austria se promulgó después de la g u e r r a u n a Constitución en la que se concedía, a los países el m a n t e n i m i e n - to del orden público; pero p a s a r o n nueve años e n t r e constantes conflictos y hubo de reimirse n u e v a m e n t e la Convención p a r a d e c r e t a r que esta función correspon- de exclusivamente al E s t a d o . Nosotros tenemos, además, u n a experiencia sin acudir al extranjero. E n 1640, coincidien- do con la rebelión de P o r t u g a l , se su- blevó C a t a l u ñ a p a r a acogerse al protec- torado de Luis X n i , primero, y de Luis XTV, después. P o r último, solicitó el perdón de E s p a ñ a y Felipe I V h u b o de imponer, como condición única p a r a con- cederlo, que el orden público fuese fun- ción exclusiva del E s t a d o . P e r o con esta abominación histórica que nos es t a n fre- cuente (Risas) desaprovechamos todas les lecciones. Cuando las Mancomunida- des solicitaban el E s t a t u t o de Cataluña, se pedía que u n gobernador general In- tervinie-se en la política de C a t a l u ñ a c-on voto suspensivo de los acuerdos de la reglón a u t ó n o m a . Ahora, el presidente del Consejo h a b l a de u n organismo de enlace, sin d u d a porque piensa que eso del g o b e r n a d o r e r a r e s u c i t a r los v i r r e - yes, cosa, n e f a n d a que todos los demócra- t a s abominan. (Una voz: ;,Y las Vascon- g a d a s ? ) E s verdad que en las Vascon- gadas, como son f u n d a m e n t a l m e n t e de- rechistas, se procede de distinto modo, p e r o ' y a el propio Azaña confesó que pro- cedía con los enemigos de d i s t i n t a m a - n e r a que con los amigos.

a casa de tossiünaleslpeStr^i^cícS^^iS 's:sío%

eonflict,.~ "-- -."---"' " ~ - ' r

démos e.star seguros de que no se pro- duzca algún hecho que hiera la suscep- tibilidad de las gentes de uniforme, y é s t a s quizá entonces n o se resignen a, Terminado el folletín

"La alegría que vuelve"

que con tanto agrado han se- guido nuestros lectores, hoy co- menzamos a publicar

La a s a de los ojos azules

novela debida a la pluma ágil de Jacqueline Riviére^ escritora de fino espíritu y depurado es-

tilo literario.

El ambiente cosmopolita y mo- derno, la justesa con que están trazados los caracteres de loa personajes y él estudio que se hace de las costumbres a través de una intriga en la que están perfectamente equilibrados loa factores real y novelesco, ha-

cen de

La casa de los O jos azules

un folletín ameno, lleno de in- terés y emoción, que nuestros lectores habrán de saborear con

deleite.

La traducción de

E n la sesión de m a ñ a n a i n t e r v e n d r á n p a r a rectificar los señores M a u r a y Or-

tega y Gaisset. E n c u a n t o a don Melquía- des Alvarez se propone t a m b i é n interve- nir en el debate de totalidad. Si éste se diera por t e r m i n a d o con las rectificacio- nes, lo h a r í a en ¡a discusión del p r i m e r artículo. De todos modos, cree que su intervención será también m a ñ a n a , o lo m á s tarde, pasado m a ñ a n a .

El diputado federal señor Valle, de l a Comisión de E s t a t u t o s , se propone igual- m e n t e intervenir m a ñ a n a a continuación

de los señores M a u r a y Ortega y Gasset.

Una tregua necesaria

Los periodistas h a b l a r o n ayer t a r d e con el señor M a u r a sobre la reacción que v a operando en la opinión el discur- so del señor Azaña sobre el E s t a t u t o .

—^Por algo no pedí yo, c o n t r a r i a m e n t e

ii!iii!Miiii!Miiiiiaiiii:i!iiii@!ii!in¡iniiínii!i!Eiiiiimii¡iBiiii!HiuiiBiir

está hecha expresamente para EL DEBATE por Emilio Ca-

rrascosa.

índice - resumpti.

1 junio 1932

Depoi:,,es P á g . 4 CinemajtógrafoB y t e a t r o s . . . Tág. i L a v i d a e n M a d r i d P á g . S I n f o n n a c l ó n c o m e r c i a l y

financiera P á g . 6 Crónica de sociedad P á g . 6 Del color de m i cristal (Las

a c e i t u n a s ) , por "Tirso Me-

d i n a " P á g , 8 N o t a s del bloch P á g . 8 L a casa de los ojos azules

(folletín), por Jacqueline

Rivicre P á g . 8 PROVINCIAS.—Se organiza e n Ca- t a l u ñ a la S e m a n a del Mar.—Se apla- za, el mitin de Acción P o p u l a r en Eani.ora por falta de permiso.—Los obreros de F e r r o l c e l e b r a r á n u n ple- biscito p a r a resolver el conflicto.—

P r o t e s t a s c o n t r a la importación de trigo,s en S a l a m a n c a (págs. ?>, 4 y 8).

—o—

E X T R A N J E R O . — C o n t r a las costum- bres de Norteamérica, el presidente Hoovsr habla en el Senado.—Ha sido e n c a r g a d o de f o r m a r u n Gobierno de derechas en Alemania von Papen, dip-utado católico. — Crisis total en

m u e r t o en P a r í s el conde de Buga- Ual (páginas 1, 3 y 4).

Referencias

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