México en los años 20 : procesos políticos y reconstrucción económica : siete estudios regionales

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MEXICO

E N L O S A Ñ O S A U

PROCESOS POLÍTICOS

Y RECONSTRUCCIÓN ECONÓMICA

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1020150901

'Vó/

M É X I C O E N L O S A Ñ O S 2 0

P R O C E S O S POLÍTICOS Y

R E C O N S T R U C C I Ó N

E C O N Ó M I C A

S I E T E E S T U D I O S R E G I O N A L E S

Mario Cerutti

(compilador.)

FACULTAD D E F I L O S O F I A Y L E T R A S

UNIVERSIDAD AUTONOMA DE NUEVO LEON

Claves Latinoamericanas

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C u i d a d o de la edición: René P a r r a

F \ t 3 i

/ 9 13

UNIVERSITARIO

P r i m e r a edición: 1993

DR © Claves L a t i n o a m é r i c a n a s , S.A. de C.V.

Río Niágara 40-bis Col. Cuauhtemoc 06500, México, D.F.

Teléfono 511 1781

DR © F a c u l t a d de Filosofía y Letras,

Universidad Autónoma de Nuevo León,

Ciudad Universitaria, San Nicolás de los Garza, N. L.

ISBN 9 6 8 - 8 4 3 - 1 1 1 - 7

Impreso y Hecho en México

O/faz loR

I N D I C E

P r e s e n t a c i ó n

por Mario Ceriitti 5

E c o n o m í a política e n C h i h u a h u a , 1 9 2 0 - 1 9 2 9

por Mark Wasserman 15

I n d u s t r i a p e s a d a y r e e s t r u c t u r a c i ó n e c o n ó m i c a . La F u n d i d o r a d e Fierro y Acero de M o n t e r r e y (1917-1930)

por Mario Cerutti 51

Poder político, cerveza y legislación l a b o r a l e n M o n t e r r e y (1917-1922)

por Javier Rojas Sandoval 9 8

R e e s t r u c t u r a c i ó n p r o d u c t i v a y c a m b i o s sociales e n el agro n u e v o l e o n e s . El á r e a citrícola:

de la Revolución a C á r d e n a s

por Veronika Siegling 1 5 2

El c a m p o v e r a c r u z a n o e n los a ñ o s 2 0 : r a d i c a l i s m o , e c o n o m í a y política

por David Skerrítt Gardner 1 9 4

A ñ o s 2 0 e n Tlaxcala: la c o n s o l i d a c i ó n d e u n cacicazgo

por Raymorid Th. J. Buve 2 2 5

Despojo d e t i e r r a s , colonias agrícolas y r e f o r m a a g r a r i a e n Tlaxcala

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P R E S E N T A C I O N

Mario Cerutti

i

? lLos a ñ o s 20. P r o c e s o s políticos y r e c o n s t r u c c i ó n

económica" f u e , i n i c i a l m e n t e , motivo c e n t r a l de u n e n c u e n t r o r e a l i z a d o en M o n t e r r e y : s e e f e c t u ó en la F a c u l t a d de Filosofía y L e t r a s de la U n i v e r s i d a d Au-t ó n o m a de Nuevo León, b a j o la c o o r d i n a c i ó n d e q u i e n s u s c r i b e e s t a p r e s e n t a c i ó n , en s e p t i e m b r e d e

1990.

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lo general poco conocidas q u e sólo la indagación en f u e n t e s regionales suele proporcionar.

U n a conclusión provisional del e n c u e n t r o de sep-t i e m b r e f u e q u e los a ñ o s 2 0 c o n s sep-t i sep-t u y e r o n u n a de las claves decisivas del México c o n t e m p o r á n e o : u n a dé-c a d a t a n signifidé-cativa dé-como p a r a d ó j i dé-c a m e n t e podé-co in-vestigada. De lo primero p u e d e n d a r c u e n t a algunos de los artículos q u e incluye e s t e v o l u m e n . Lo segundo q u i z á s se explique p o r q u e los 20 estuvieron rodeados por d o s d é c a d a s s o b r e s a l i e n t e s en el siglo XX mexica-no: la de la Revolución y la de Lázaro C á r d e n a s .

De los t r a b a j o s q u e se debatieron en Monterrey, cinco h a n q u e d a d o incluidos en e s t a edición. El sex-to, dedicado a S a n Luis Potosí, n o f u e incorporado. P a r a suplir e s t a a u s e n c i a se solicitó a David Skerritt G a r d n e r u n a colaboración sobre ese vital e s t a d o cos-tero q u e es Veracruz. Finalmente, p a r a reforzar la m u y i m p o r t a n t e f r a n j a dedicada a la reconstrucción económica, se a ñ a d i ó el t r a b a j o sobre la i n d u s t r i a pe-s a d a de Monterrey.

El resultado f u e u n libro que, a u n q u e no pretende ha-blar de todo lo que acaeció en los 20 en el centro-norte del país, ofrece materiales suficientes sobre los procesos sociopolíticos y las t a r e a s de reconstrucción económica, posteriores a 1917, como p a r a que se obtenga u n a sóli-da impresión de esa décasóli-da funsóli-damental.

E l volumen se a b r e con la colaboración de u n o de los m á s reconocidos e s p e c i a l i s t a s e s t a d o u n i d e n s e s sobre C h i h u a h u a : Mark W a s s e r m a n . El título de s u trabajo "Economía y política en C h i h u a h u a ,

1920-1929" esboza de p a s o la concepción m á s g e n e r a l del libro: i n f o r m a r y analizar sobre el e n t r e c r u z a m i e n t o , tan intenso, de e s a s dos g r a n d e s variables en la vida posrevolucionaria.

W a s s e r m a n c o n c e n t r a s u a t e n c i ó n en u n o de los grandes dilemas q u e se p l a n t e a r o n a los n u e v o s diri-gentes: t e n e r q u e c a b a l g a r p e r m a n e n t e m e n t e e n t r e las n e c e s i d a d e s de u n a r e c o n s t r u c c i ó n económica de sesgos capitalistas y las exigencias de las b a s e s so-ciales q u e h a b í a n h e c h o factible la propia Revolución. "En n i n g ú n otro sector como en la tierra sintetiza el autor f u e t a n evidente el dilema del n u e v o régimen".

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papel de las D e f e n s a s Sociales y la emergencia de di-rigentes q u e i n t e n t a b a n convertirse en caudillos.

Si W a s s e r m a n a b o r d a m á s de u n s e c t o r de la acti-vidad económica c h i h u a h u e n s e , el t r a b a j o a mi cargo se orientó hacia u n r u b r o específico: la i n d u s t r i a fabril. Y d e n t r o de ese ámbito, la p r e o c u p a c i ó n f u e a u s -c u l t a r -cómo e n f r e n t ó la t r e m e n d a -crisis revolu-ciona- revoluciona-ria u n sector t a n estratégico p a r a el desarrollo capita-lista de Monterrey y del espacio económico q u e rodea la c i u d a d como la i n d u s t r i a p e s a d a .

E n e s t e sentido, la trayectoria de la C o m p a ñ í a F u n didora de Fierro y Acero de Monterrey b r i n d a n u m e -rosos e l e m e n t o s p a r a el análisis. Como se r e s u m e en el artículo, el a n d a r de e s a sociedad a n ó n i m a m a n i -f e s t a b a en g r a n m e d i d a el di-fícil t r a n s i t a r de la eco-n o m í a eco-nacioeco-nal. F u e r t e m e eco-n t e d e p e eco-n d i e eco-n t e de las de-m a n d a s i n t e r n a s , F u n d i d o r a q u e d ó asfixiada con la desarticulación del a ú n tímido m e r c a d o nacional Las l i m i t a d a s solicitudes de hierro y acero cayeron a gra-d o s irrisorios, m i e n t r a s ese factor básico gra-del m e r c a gra-d o siderúrgico los ferrocarriles detenía s u m a r c h a o se e n f r a s c a b a en c o m b a t e s militares.

F u e la c o y u n t u r a de la Primera G u e r r a , es decir las d e m a n d a s externas- lo q u e salvó a e s t a e m p r e s a en los críticos a ñ o s de la f a s e a r m a d a . Y ya en los 20 F u n d i d o r a p a s ó c a d a vez m á s a e s t a r p e n d i e n t e de las políticas e c o n ó m i c a s del E s t a d o posrevoluciona-n o . Los tiempos y proyectos de Calles i l u m i posrevoluciona-n a r o posrevoluciona-n s u devenir y lo t e r m i n a r o n de p r e p a r a r p a r a lo q u e sería s u época m á s d o r a d a : la q u e se abriría a m e d i a d o s de los 30, c u a n d o la industrialización p a s ó a convertirse en eje del desarrollo mexicano.

J a v i e r Rojas Sandoval m a n t i e n e la l u p a sobre Mon-terrey y su vida fabril, pero el e s t u d i o deriva hacia u n a s p e c t o q u e W a s s e r m a n , parcialmente, t a m b i é n m e n -ciona: las t e n s i o n e s q u e s u p u s o la creación de u n

nuevo orden entre los d u e ñ o s del capital y s u s a s a l a -riados.

B u e n a p a r t e de la colaboración de Rojas sigue los vaivenes de la legislación laboral en Nuevo León, en-tre la s a n c i ó n de la Constitución de 1917 y la prime-ra m i t a d de la década siguiente. Como s e ñ a l a el a u t o r al comienzo, se p l a n t e a conocer "los efectos q u e pro-dujo el nuevo orden jurídico y político en el c a m p o específico de las relaciones obrero-patronales, así co-mo la a c t i t u d y el c o m p o r t a m i e n t o de los g r u p o s go-b e r n a n t e s , e m p r e s a r i a l e s y ogo-breros en los conflictos ocurridos e n t r e 1917 y 1922".

La reorganización de las relaciones con s u s a s a l a -riados f u e u n o de los m á s e s p i n o s o s a s u n t o s q u e en-frentó el e m p r e s a r i a d o de Monterrey, t a n c á l i d a m e n t e s i t u a d o en el orden porfiriano. S e n t a r s e a discutir con delegados de los t r a b a j a d o r e s o peor a ú n con r e p r e s e n t a n t e s sindicales, hería s u s m á s a r r a i g a d a s concepciones sobre lo social. Pero la Revolución h a -bía c a m b i a d o las reglas de juego, y este hábil g r u p o de b u r g u e s e s s u p o s u m a r negociación con presión y, por ello, salir a d e l a n t e sin m a y o r e s d a ñ o s .

Uno de los pilares de la f u e r z a de los d u e ñ o s del capital e r a n los i m p u e s t o s . Sin su contribución, el E s t a d o surgido en 1917 al m e n o s en Nuevo León no podía f u n c i o n a r . De allí q u e la otra porción del artí-culo de Rojas el dedicado a la no embriagante cerveza y a los i m p u e s t o s resulta u n a p r o p i a d o c o m p l e m e n t o p a r a la c o m p r e n s i ó n del t e m a central.

E n t r e Nuevo León y T a m a u l i p a s se define el escenario i n d a g a d o por Veronika Sieglin: u n espacio n u -trido de ríos y arroyos s u f i c i e n t e m e n t e generoso p a r a convertirse en u n o de los m á s d i n á m i c o s de la agri-c u l t u r a del n o r t e del país.

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ci-tricóla: la e s t i m u l a r o n la llegada del ferrocarril, la aproximación del s i e m p r e incitante m e r c a d o n o r t e a -mericano, las inversiones de u n reducido contingente de e s t a d o u n i d e n s e s y la r á p i d a a d h e s i ó n de propieta-rios locales. Agua, tierra y capital se c o n j u n t a r o n efi-c a z m e n t e en e s t a á r e a del n o r e s t e p a r a h a efi-c e r d e t o n a r c a m b i o s f u n d a m e n t a l e s , en la producción rural, ya a principios del XX.

Lo q u e Sieglin describe s o n los m e c a n i s m o s q u e los propietarios debieron a d o p t a r p a r a s u p e r a r los sobre-saltos de la época revolucionaria. La r e e s t r u c t u r a c i ó n productiva s u p u s o alteraciones visibles en las f o r m a s de t e n e n c i a de la tierra, en el grado de c o n c e n t r a c i ó n del a g u a , en las relaciones con c a m p e s i n o s y a s a l a -riados, en la utilización del crédito, en las vinculacio-n e s covinculacio-n el p o d e r político evinculacio-n su escala m á s d o m é s t i c a : el municipio.

Porque "la Revolución modificó las p a u t a s de a c u m u -lación de capital prevalecientes h a s t a entonces" y "obli-gó a los g r a n d e s agricultores a intensificar la explota-ción de s u tierra y a elevar la productividad", la investigadora a l e m a n a propone q u e el eje de las t r a n s f o r m a -ciones socioeconómicas en la región lo configuró aquel naciente modelo de acumulación, y "no la intervención directa del Estado en la tenencia de la tierra". Los 20, termina, presenciaron "la plena liberación de los meca-n i s m o s capitalistas, que meca-no respetaromeca-n clases sociales ni privilegios tradicionales".

Lo rural, asimismo, s a t u r a el t r a b a j o de David Ske-rrit G a r d n e r . E n s u caso, el pivote del análisis es la f a m o s a trayectoria radical v e r a c r u z a n a (gestora de h o m b r e s como Adalberto Tejeda), de u n d i n á m i c o movimiento c a m p e s i n o y de la crucial i n c u r s i ó n so-ciopolítica de los no m e n o s f a m o s o s r a n c h e r o s .

Skerritt p u n t u a l i z a s i m u l t á n e a m e n t e ciertas varia-bles del universo económico: "en s u c o n j u n t o acota el

comportamiento de la economía v e r a c r u z a n a era de s u m a i m p o r t a n c i a t a n t o p a r a el e s t a d o como p a r a la nación entera, q u e s u f r í a los estragos de la Revolu-ción". E n ese contexto y t r a s recordar la i m p o r t a n c i a del petróleo, el café, el a z ú c a r y los servicios p o r t u a -rios describe el t r i á n g u l o maíz-ganado-ejidos, q u e considera útil p a r a esclarecer los procesos en análi-sis.

La p a r t e ú l t i m a está o r i e n t a d a a las figuras nuevas

y a las figuras viejas. El ejido, los g r a n d e s propieta-rios y los r a n c h e r o s a p a r e c e n a q u í e n primera fila, así como las organizaciones q u e los r e u n í a n y los c o m b a -tes q u e libraban. La sugerencia del a u t o r inglés e s que los 20 implicaron en Veracruz a g u d a s r u p t u r a s y notorias c o n t i n u i d a d e s . E n todo el ciclo, "el E s t a d o apareció como u n elemento f u n d a m e n t a l p a r a q u e in-dividuos y g r u p o s consiguieran s u s objetivos".

El E s t a d o e m a n a d o de la Revolución y s u s h o m -bres, o el n u e v o poder y s u s cacicazgos regionales, j u s t a m e n t e , d e s t a c a n e n el amplio estudio q u e

Ray-m o n d Buve dedica a la vida sociopolítica de Tlaxcala y c o m p l e m e n t a r i a m e n t e de Puebla.

E n s u m i n u c i o s a exposición, el especialista h o l a n -dés d i b u j a los vaivenes de la política e s t a t a l y las p u g n a s locales a p a r t i r de u n dato vertebral: las rela-ciones de los dirigentes regionales con el poder fede-ral. E n especial, con los sonorenses.

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gobierno federal y la estabilidad de s u m a n d a t o , de-m u e s t r a n q u e el g r u p o dirigente tlaxcalteca se ase-mejó m á s al oficialismo del PNR q u e a los cacicazgos posrevolucionarios de los 20".

Si Buve h a c e prevalecer el enfoque del politólogo en s u ensayo, Mario Ramírez R a n c a ñ o revisa Tlaxcala con o t r a s h e r r a m i e n t a s y materiales. Su p r e o c u p a ción regresa a la tierra, a s u propiedad, a los d e s p o -j o s q u e los c a m p e s i n o s h a b í a n sufrido d e s d e tiempos

coloniales, y a lo q u e la Revolución les restituyó a n t e s de 1930.

"Paraíso de los hacendados", este p e q u e ñ o e s c e n a -rio del México c e n t r a l h a b í a sido, a la vez, t e a t r o de los m á s diversos m e c a n i s m o s de expropiación de las c o m u n i d a d e s d e s d e la llegada de los españoles. "Pero esta situación c a m b i a r í a con la revolución de 1910", advierte Ramírez, y u n o de los factores p a r a el t u m u l -t u o s o y beligeran-te d e s p e r -t a r c a m p e s i n o fue el Plan de Ayala.

Tien-as, a g u a s y m o n t e s podrían ser, ahora, recupe-rados. "Foco agrarista peligroso", en Tlaxcala brotó u n hervidero de peticiones c a m p e s i n a s . Ramírez R a n c a ñ o se tomó el trabajo de revisar los dictámenes de 125 ex-pedientes, dados por la Comisión Nacional Agraria en-tre 1917 y 1927. "La vieja imagen de u n a entidad en la q u e mayor parte del territorio pertenecía a las hacien-das, cambia", sentencia, a u n q u e no deja de aclarar q u e la transformación fue mayor o m e n o r según los distri-tos. Los materiales de Ramírez brindan, de paso, u n sólida base para e n m a r c a r el análisis que, previamente, proporcionó Raymond Buve.

R e f o r m a agraria, l u c h a s obreras, actividad industrial, pugna por la tierra y el agua, reestructuración produc-tiva en el campo y en la ciudad, facetas del nuevo or-den político, calidad de las organizaciones c a m p e s i n a s y sindicales, readaptación o desaparición de fracciones dominantes porfirianas, entre otros aspectos, q u e d a n perfilados en este conjunto de trabajos.

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E C O N O M Í A Y POLÍTICA E N

C H I H U A H U A ,

1 9 2 0 - 1 9 2 9

Mark Wasserman *

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L a s exportaciones a g r o p e c u a r i a s y m i n e r a s constituyeron los pilares de la economía de C h i h u a h u a a n -tes de 1910. La vida política g i r a b a en t o r n o a u n a ducida élite q u e controlaba la tierra y m e d i a b a las re-laciones con el gobierno nacional y las c o m p a ñ í a s ex-t r a n j e r a s q u e d o m i n a b a n la i n d u s ex-t r i a m i n e r a . U n a década de g u e r r a s revolucionarias (1910-1920) alteró p r o f u n d a m e n t e esta e s t r u c t u r a . La producción rural, sobre todo la cría de g a n a d o , s u r a m o exportador m á s i m p o r t a n t e , q u e d ó en r u i n a s . La i n c e r t i d u m b r e y la destrucción c o n c e n t r a r o n el control de la m i n e r í a en u n a s c u a n t a s corporaciones de g r a n t a m a ñ o . La revolución d e s t r u y ó la influencia política de la anti-gua élite y s a c u d i ó los cimientos de su dominio sobre las tierras.

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-ción. C u a l e s q u i e r a q u e f u e s e n s u s p r e f e r e n c i a s ideo-lógicas, los n u e v o s g o b e r n a n t e s de C h i h u a h u a (y de México) t e n í a n q u e a s e g u r a r s u propia sobrevivencia en vista de las rebeliones periódicas. Si p u d i e r o n enf r e n t a r s e los retos a s u a u t o r i d a d enfue p o r q u e se g a n a -r o n el apoyo de las clases p o p u l a -r e s m e d i a n t e -refo-r- refor-m a s , e s p e c i a l refor-m e n t e la redistribución de la tierra.

E s t e t r a b a j o e x a m i n a la política económica p o s t r e -volucionaria (1920-1929) de C h i h u a h u a . S u objeto es c o m p r e n d e r la evolución de la e s t r u c t u r a de relacio-n e s e relacio-n t r e el relacio-n u e v o régimerelacio-n relacio-naciorelacio-nal, la flamarelacio-nte élite c h i h u a h u e n s e , los sectores m á s i m p o r t a n t e s de la economía estatal, y las clases populares. Enfoca tres sectores principales de la economía q u e a f e c t a r o n en f o r m a crítica lo político: dos á r e a s de i m p o r t a n c i a tra-dicional, tierra y minería; y u n a tercera, el juego, q u e adquirió i m p o r t a n c i a en la d é c a d a de los veinte y pro-porcionó f o n d o s al m u n d o político c h i h u a h u e n s e de u n m o d o directo.

REFORMA A G R A R I A

C n n i n g ú n otro sector como en la tierra f u e t a n evi-dente el dilema del nuevo régimen. Con excepción de Francisco R. Almada, u n m a e s t r o de primaria, todos los g o b e r n a d o r e s del e s t a d o d u r a n t e los 2 0 e r a n o se convirtieron en t e r r a t e n i e n t e s ; y como tales, t e n í a n en alta estima el concepto de propiedad privada. H a s -ta el m á s radical defensor de la reforma agraria, Luis L. León, g o b e r n a d o r d u r a n t e 1929 y 1930, se o p u s o con obstinación a la a g r i c u l t u r a colectiva y s u versión mexicana, el ejido.

Con todo, la a g r i c u l t u r a en 1920 e s t a b a en r u i n a s . Casi no q u e d a b a g a n a d o en las v a s t a s l l a n u r a s de C h i h u a h u a , los c a m p o s p e r m a n e c í a n sin cultivar y los s i s t e m a s de irrigación no se e m p l e a b a n . El capital y las b a s e s n e c e s a r i a s p a r a s u r e c u p e r a c i ó n se hallab a n , al m e n o s a corto plazo, en m a n o s de los l a t i f u n -distas, c o n t r a q u i e n e s h a b í a n l u c h a d o las m a s a s re-volucionarias. La r e s p u e s t a de la n u e v a élite consistió en realizar la reforma agraria, en especial c u a n d o la obligó la p r e s e n c i a a m e n a z a d o r a de P a n c h o Villa (hasta 1923), las g r a n d e s rebeliones (delahuertista en

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ción. C u a l e s q u i e r a q u e f u e s e n s u s p r e f e r e n c i a s ideo-lógicas, los n u e v o s g o b e r n a n t e s de C h i h u a h u a (y de México) t e n í a n q u e a s e g u r a r s u propia sobrevivencia en vista de las rebeliones periódicas. Si p u d i e r o n enf r e n t a r s e los retos a s u a u t o r i d a d enfue p o r q u e se g a n a -r o n el apoyo de las clases p o p u l a -r e s m e d i a n t e -refo-r- refor-m a s , e s p e c i a l refor-m e n t e la redistribución de la tierra.

E s t e t r a b a j o e x a m i n a la política económica p o s t r e -volucionaria (1920-1929) de C h i h u a h u a . S u objeto es c o m p r e n d e r la evolución de la e s t r u c t u r a de relacio-n e s e relacio-n t r e el relacio-n u e v o régimerelacio-n relacio-naciorelacio-nal, la flamarelacio-nte élite c h i h u a h u e n s e , los sectores m á s i m p o r t a n t e s de la economía estatal, y las clases populares. Enfoca tres sectores principales de la economía q u e a f e c t a r o n en f o r m a crítica lo político: dos á r e a s de i m p o r t a n c i a tra-dicional, tierra y minería: y u n a tercera, el juego, q u e adquirió i m p o r t a n c i a en la d é c a d a de los veinte y pro-porcionó f o n d o s al m u n d o político c h i h u a h u e n s e de u n m o d o directo.

REFORMA A G R A R I A

C n n i n g ú n otro sector como en la tierra f u e t a n evi-dente el dilema del nuevo régimen. Con excepción de Francisco R. Almada, u n m a e s t r o de primaria, todos los g o b e r n a d o r e s del e s t a d o d u r a n t e los 2 0 e r a n o se convirtieron en t e r r a t e n i e n t e s : y como tales, t e n í a n en alta estima el concepto de propiedad privada. H a s -ta el m á s radical defensor de la reforma agraria, Luis L. León, g o b e r n a d o r d u r a n t e 1929 y 1930, se o p u s o con obstinación a la a g r i c u l t u r a colectiva y s u versión mexicana, el ejido.

Con todo, la a g r i c u l t u r a en 1920 e s t a b a en r u i n a s . Casi no q u e d a b a g a n a d o en las v a s t a s l l a n u r a s de C h i h u a h u a , los c a m p o s p e r m a n e c í a n sin cultivar y los s i s t e m a s de irrigación no se e m p l e a b a n . El capital y las b a s e s n e c e s a r i a s p a r a s u r e c u p e r a c i ó n se hallab a n , al m e n o s a corto plazo, en m a n o s de los l a t i f u n -distas, c o n t r a q u i e n e s h a b í a n l u c h a d o las m a s a s re-volucionarias. La r e s p u e s t a de la n u e v a élite consistió en realizar la reforma agraria, en especial c u a n d o la obligó la p r e s e n c i a a m e n a z a d o r a de P a n c h o Villa (hasta 1923), las g r a n d e s rebeliones (delahuertista en

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c u a n d o f u e r a necesario, y el poder r e c u r r i r a u n a g r a n c a n t i d a d de t e r r e n o s de propiedad del gobierno nacional. La m a y o r p a r t e de e s t o s últimos h a b í a n pertenecido a Luis Terrazas, f u e r o n a d q u i r i d o s por el p r e s i d e n t e Alvaro Obregón en 1922, y a d m i n i s t r a d o s por la Caja de P r é s t a m o s p a r a O b r a s de Irrigación y F o m e n t o de la Agricultura.

Las condiciones en la h a c i e n d a S a n t a G e r t r u d i s en 1921 i l u s t r a n la destrucción o c a s i o n a d a por u n a dé-c a d a de g u e r r a . Su dé-c a s a prindé-cipal e s t a b a en r u i n a s , n o t e n í a n p u e r t a s pero se h a l l a b a c u b i e r t a de ser-p i e n t e s de cascabel. Las c o s e c h a s h a b í a n desaser-pareci- desapareci-do y los s e m b r a d í o s e r a n l a s t i m o s a m e n t e p e q u e ñ o s ; el s i s t e m a de irrigación e s t a b a d e s t r u i d o . No q u e d a b a n m á s q u e seiscientos a n i m a l e s , q u e se e n c o n t r a -b a n a merced de lo-bos q u e p a r e c í a n e s t a r por d o n d e q u i e r a .2

Tres a ñ o s de s e q u í a y c o s e c h a s fallidas (en 1920, 1921 y 1922) e x a c e r b a r o n el d a ñ o . C h i h u a h u a tuvo q u e i m p o r t a r del resto de México p a r a poder alimen-t a r s e ; no f u e sino h a s alimen-t a m e d i a d o s de la d é c a d a que las c o s e c h a s volvieron a n o r m a l i z a r s e .3 Algunos

esti-m a r o n q u e el e s t a d o perdió h a s t a el 90 por ciento de s u g a n a d o d u r a n t e la revolución.4

Los dirigentes necesitaban conservar el apoyo de las clases populares q u e h a b í a n soportado la carga m á s p e s a d a de la revolución, m i e n t r a s q u e a la vez debían fomentar u n clima apto para que terratenientes locales y extranjeros invirtieran en la producción.

El i m p u l s o a la reforma agraria se inició d u r a n t e el gobierno de Ignacio C. Enríquez, quien en 1921 apro-bó dotaciones por m á s de 4 1 mil h e c t á r e a s p a r a ocho p u e b l o s y 1,500 cabezas de familia.5

T a m b i é n la impulsó la Ley e s t a t a l de Reforma Agra-ria en 1922 que, de a c u e r d o con el g o b e r n a d o r , tenía corno propósito desintegrar los latifundios y c r e a r

pe-queños propietarios.6 E n t r e 1921 y 1924 E n r í q u e z

presidió la distribución de 4 2 9 , 3 1 7 h e c t á r e a s ; sólo San Luis Potosí y Y u c a t á n repartieron m á s t i e r r a s d u r a n t e este período.7 A p e s a r de la r e n u e n c i a del

go-bierno nacional a expropiar p r o p i e d a d e s de extranje-ros m i e n t r a s se negociaba el reconocimiento diplomático de los E s t a d o s Unidos, p o s e s i o n a r i o s c h i h u a h u e n s e s invadieron t i e r r a s de t r e s c o m p a ñ í a s n o r t e a -m e r i c a n a s , la I n t e r n a c i o n a l L a n d a n d Live-stock Company (Hacienda de Corrales), la Cargill Land a n d Lumber C o m p a n y , y la C h i h u a h u a L u m b e r Com-p a n y .8 La Internacional Land a n d L u m b e r C o m p a n y

perdió 15 mil acres, incluyendo u n i m p o r t a n t e a b a s -tecimiento de a g u a así como excelentes t i e r r a s en el valle ribereño de Villa López.9

Enríquez, al igual q u e Obregón, t r a t ó de g u a r d a r u n equilibrio e n t r e los a r d i e n t e s r e c l a m o s r e f o r m i s t a s y la necesidad de r e s t a u r a r la a g r i c u l t u r a (en el caso de C h i h u a h u a , la ganadería). El g o b e r n a d o r favoreció la venta del latifundio T e r r a z a s al e m p r e s a r i o esta-dounidense A r t h u r Me Q u a t t e r s por e s t i m a r q u e esti-mularía la recuperación agrícola y aceleraría la distri-bución de tierras a p e q u e ñ o s propietarios. Obregón, tras a p r o b a r inicialmente la t r a n s a c c i ó n , se sometió a la e n o r m e p r o t e s t a p o p u l a r c o n t r a la v e n t a p r o p u e s -ta, y el gobierno federal adquirió la finca en 1 9 2 2 .1 0

Enríquez, sin embargo, no siempre estuvo del lado de los g r a n d e s t e r r a t e n i e n t e s : se e n f r e n t ó a la familia Zuloaga c u y a s propiedades prerrevolucionarias e r a n inferiores sólo a las de T e r r a z a s y al p o d e r judicial fe-deral c u a n d o ordenó a colonos agrícolas e n c a b e z a d o s por G u a d a l u p e Gardea p e r m a n e c e r en t i e r r a s q u e o c u p a b a n en la h a c i e n d a de Bustillos, h a s t a q u e el tribunal resolviera sobre s u p r o p i e d a d .1 1

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protestó por la "obstrucción sistemática de las f u e r -z a s r u r a l e s y g u a r d i a s m u n i c i p a l e s contra la g e n t e q u e se decide a ejercer s u s reconocidos d e r e c h o s a solicitar la restitución de s u s ejidos". Declaró q u e el gobierno e s t a t a l era "inmoral" y q u e el nacional debe-ría retirar al g o b e r n a d o r (Enríquez).1 2 E n efecto, por

lo m e n o s dos veces d u r a n t e su m a n d a t o se utilizaron g u a r d i a s r u r a l e s e n contra de los a g r a r i s t a s . No obs-t a n obs-t e , los logros de Enríquez en c u a n obs-t o a reforma agraria le permitieron r e c l u t a r u n g r a n n ú m e r o de c a m p e s i n o s p a r a c o m b a t i r la rebelión de De la H u e r -t a .1 La revuelta no p e n e t r ó en C h i h u a h u a .

Los a g r a r i s t a s se i m p a c i e n t a r o n a ú n m á s con el a v a n c e de las r e f o r m a s d e s p u é s q u e Enríquez dejó el cargo y Reinaldo Talavera lo sucedió, en 1924. R ó m u -lo Alvelais, primero como secretario de Gobierno y m á s t a r d e como gerente de la C a j a de P r é s t a m o s , q u e s u p e r v i s a b a las a n t i g u a s t i e r r a s de Terrazas, provocó s i n g u l a r ira. Los a g r a r i s t a s exigieron s u destitución: lo c o n s i d e r a b a n hostil a s u s i n t e r e s e s .1 4 Un crítico

dijo q u e el g o b e r n a d o r era "un enemigo abierto de la Revolución".1 5 Talavera utilizó la f u e r z a en por lo m e

-n o s u -n a ocasió-n p a r a desalojar a g r a r i s t a s de t i e r r a s q u e les h a b í a n sido c o n c e d i d a s por el gobierno nacio-n a l .1 6 Evidentemente, al finalizar la a m e n a z a de la

rebelión d e l a h u e r t i s t a , n o h a b í a n e c e s i d a d u r g e n t e por u n a reforma e x t e n s a y prolongada.

J e s ú s Antonio Almeida, g o b e r n a d o r de 1924 h a s t a s u deposición en 1927 m e d i a n t e u n golpe de estado, t o m ó el cargo con f u e r t e respaldo de colonos agraris-tas, ejidatarios y obreros, pero pronto se g a n ó la re-p u t a c i ó n de ser contrario a la reforma a g r a r i a .1 7

Du-r a n t e s u m a n d a t o , Almeida y su familia se conviDu-rtie- convirtier o n en i m p o convirtier t a n t e s pconvirtieropietaconvirtierios de b o s q u e s m a d e convirtier a -bles y, posteriormente, en significativos g a n a d e r o s .1 8

A u n q u e no h u b o a m e n a z a s de i m p o r t a n c i a al

régi-m e n revolucionario d u r a n t e su t r u n c a d o período, propició u n considerable n ú m e r o de dotaciones. E n 1926 el c ó n s u l n o r t e a m e r i c a n o en C h i h u a h u a afirmó q u e la a d m i n i s t r a c i ó n de Almeida concedía, al m e n o s , u n apoyo tácito a a g r a r i s t a s q u e invadían t i e r r a s p a r a g a n a d o : dichos o c u p a n t e s ilegales, con fre cuenc ia , n o e r a n d e s a l o j a d o s .1 9 Irónicamente, c u a n d o Almeida s e

a u s e n t ó del cargo p a r a irse de l u n a de miel con s u n u e v a esposa, S u s a n a Nesbitt Becerra (hija de u n a de las propietarias m á s ricas en el occidente d e Chi-h u a Chi-h u a ) , el i n t e r i n o J o r g e M. C á r d e n a s expropió 3 , 1 6 8 h e c t á r e a s a la familia de la n o v i a .2 0

La política de Almeida tenía como p r e o c u p a c i ó n f u n d a m e n t a l proteger los d e r e c h o s de la propiedad privada y m a n t e n e r la f u e r t e r e c u p e r a c i ó n económica q u e tuvo l u g a r a m e d i a d o s de la d é c a d a . Rechazó n u -m e r o s a s peticiones de restitución y dotación ( -m u c h a s de s u s resoluciones f u e r o n revertidas por posteriores gobernantes). Almeida m a n t e n í a conexiones con no pocos de los h a c e n d a d o s m á s p r o m i n e n t e s , y s i m p a -tizaba con ellos e n lo ideológico. Aprobó el ardid de u n o de s u s amigos, Ian Benton, p a r a h a c e r q u e s u h a c i e n d a f u e r a declarada t i e r r a s nacionales, y se la i n t e r c a m b i a r a por o t r a s de c u a l q u i e r p a r t e del e s t a -d o .2 1

H u b o a c u s a c i o n e s en el s e n t i d o de q u e el g o b e r n a -dor h a b í a d a d o t r a t o preferencial a la familia T e r r a z a s

22 por los i m p u e s t o s a t r a s a d o s q u e debía al e s t a d o . E n 1926 Almeida rechazó al m e n o s t r e s i m p o r t a n t e s d e m a n d a s de dotación en c o n t r a de i m p o r t a n t e s te-r te-r a t e n i e n t e s .2 3 Resulta m á s revelador, tal vez, el

he-cho de q u e en los pocos m e s e s q u e siguieron a s u de-posición, c u a r e n t a p u e b l o s elevaron peticiones de tie-r tie-r a .2 4 E s posible a s i m i s m o q u e h u b i e r a u s a d o las

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Almeida, sin embargo, al igual q u e Enríquez, bus-c a b a m a n t e n e r el equilibrio e n t r e las d e m a n d a s po-p u l a r e s y la necesidad de s o s t e n e r la recupo-peración económica. E n el caso de la C o m p a ñ í a Agrícola y Ga-n a d e r a P a l o m a s eGa-n 1926, a Ga-n u l ó la resolucióGa-n de la

comisión agraria local y rechazó la petición de Puerta de P a l o m a s y Vado de Fusiles. Pero luego a y u d ó a ne-gociar u n a c u e r d o entre los a g r a r i s t a s y P a l o m a s cu-y a s c l a u s u l a s establecían q u e la c o m p a ñ í a debía'ven-d e r al gobierno nacional varios miles debía'ven-de hectáreas que, a s u vez, se e n t r e g a r í a n a los peticionarios 2 6

Al-m e i d a arregló t a Al-m b i é n u n convenio p a r a q u e los resi-d e n t e s resi-de Zaragoza, resi-distrito resi-de Hiresi-dalgo, obtuvieron d e r e c h o s de a g u a s a cambio de reconocer a Federico S i s m e g a como propietario legítimo de la h a c i e n d a Be-lia Vista.

i ^ ° o C r V e 0 ' q U Í C n f U e d e c t 0 go be m a d o r para

1 J 2 8 - 1 9 3 2 , d e s p u é s q u e participara en el golpe que derroco a J e s ú s Antonio Almeida, d u r ó sólo cinco me-ses en el cargo: en m a r z o de 1929 se unió a la revuel-ta de Gonzalo E s c o b a r c o n t r a Calles.

El último g o b e r n a d o r de la época, Luis León, era u n l a t i f u n d i s t a q u e p e n s a b a q u e el colectivismo era antimexicano". A raíz de la rebelión de E s c o b a r tuvo la "tarea v e r d a d e r a m e n t e a b r u m a d o r a de desarm a r a los g u a r d i a s desarm u n i c i p a l e s y c a desarm p e s i n o s a r desarm a -dos . Se quejó de q u e en los últimos m e s e s de la ad-m i n i s t r a c i ó n Caraveo el e s t a d o cayó en ad-m a n o s de conservadores, c a p i t a l i s t a s y l a t i f u n d i s t a s , q u i e n e s p e r s e g u í a n a obreros y c a m p e s i n o s . León a c u s ó a to-dos aquellos q u e le h a b í a n precedido, y culpó a Enrí-quez y Almeida p o r q u e "predicaron la Revolución y n u n c a hicieron n a d a por ella". En j u n i o de 1929 d u -r a n t e u n a convención de o-rganizaciones o b -r e -r a s y c a m p e s i n a s , León p r o p u s o la organización del Partido Revolucionario C h i h u a h u e n s e , c o m p u e s t o por el

an-tiguo Partido Liberal Progresista y el bloque radical de la legislatura estatal. Declaró q u e los principios de la Revolución no h a b í a n t r i u n f a d o , ni e n lo social ni en lo político; q u e no se h a b í a d a d o a la población r u -ral la a y u d a p a r a o b t e n e r la tierra q u e los h a r í a eco-n ó m i c a m e eco-n t e ieco-ndepeeco-ndieeco-ntes; y q u e eco-no se ot orga ba eco-n a los obreros todos los d e r e c h o s q u e las leyes estipu-laban. 9

León e s t r u c t u r ó u n plan de c u a t r o p a r t e s p a r a agi-lizar la reforma agraria: i n c r e m e n t ó el p e r s o n a l de la comisión agraria local, a u m e n t ó el n ú m e r o de em-pleados del d e p a r t a m e n t o de a g r i c u l t u r a p a r a a y u d a r a elevar la producción de los ejidos y p e q u e ñ o s pro-pietarios, estableció u n a Sección de C a m i n o s p a r a o b r as públicas, e invirtió m á s dinero en la e d u c a c i ó n pública. León y el jefe de la comisión agraria, Car-los Terrazas, recorrieron p e r s o n a l m e n t e el e s t a d o y e s c u c h a r o n las peticiones de la gente p a r a q u e se r e s t i t u y e r a n s u s t i e r r a s .3 1

El cónsul norteamericano observó que, a diferencia de Caraveo, León parecía ser popular sólo entre las or-ganizaciones de obreros y agraristas radicales, mien-tras ignoraba omien-tras asociaciones por completo. Se mos-tró m u y activo en cuanto a reforma a g r a r i a .3 2

León h a b í a llegado a C h i h u a h u a p a r a b o r r a r los úl-timos vestigios de la insurrección de E s c o b a r . No sólo el g o b e r n a d o r Caraveo se h a b í a p u e s t o del lado de los rebeldes, sino t a m b i é n m u c h o s m i e m b r o s de la le-gislatura e s t a t a l así como los a y u n t a m i e n t o s de las dos c i u d a d e s m á s i m p o r t a n t e s , Ciudad J u á r e z y Chi-h u a Chi-h u a (lo q u e indica u n considerable s e n t i m i e n t o en c o n t r a del régimen callista) 3 3 La efervescencia

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F r a n c i s c o R. Almada p o r q u e m a r c h ó f u e r a del e s t a d o p a r a organizar el Partido Nacional Revolucionario. C u a n d o salió, hizo u n llamado a s u s o p o n e n t e s , "los e l e m e n t o s capitalistas", p a r a q u e a c e p t a r a n s u derro-ta a n t e la Revolución. Si a c e p t a b a n las n u e v a s leyes, les. ofrecía g a r a n t í a s y derechos; se u n i r í a n todos pa-ra t r a b a j a r por la r e c o n s t r u c c i ó n del e s t a d o .3 4

For-m u l ó c l a r a For-m e n t e de este For-m o d o u n a versión u n t a n t o m á s radical del c o m p r o m i s o Obregón-Calles a n t e la reforma agraria.

Almada, reflejando en p a r t e la c o n s t a n t e n e c e s i d a d de a p o y a r al c a m p o c h i h u a h u e n s e (que se e n c o n t r a -b a t a m -b a l e a n t e como c o n s e c u e n c i a de la reciente re-belión) y en parte, tal vez, s u s preferencias ideológi-c a s personales, resultó s e r u n reformista estridente. A fines del v e r a n o de 1929 envió u n a circular a los p r e s i d e n t e s m u n i c i p a l e s en la c u a l i n d i c a b a h a b e r s e e n t e r a d o de q u e a l g u n o s f u n c i o n a r i o s locales se h a -b í a n involucrado en las d i s p u t a s e n t r e t e r r a t e n i e n t e s y a g r a r i s t a s q u e h a b í a n solicitado tierras, y q u e dic h o s f u n dic i o n a r i o s se h a b í a n diconvertido en i n s t r u m e n t o s de los h a c e n d a d o s . Les advirtió q u e no se p u -s i e r a n del lado de e-sto-s último-s: -si tal p r á c t i c a conti-n u a b a , los c a s t i g a r í a .3 5 D u r a n t e s u gobierno h u b o

u n e n o r m e a u m e n t o en el n ú m e r o de solicitantes de restitución y dotación de tierras. Almada a f i r m a b a que, en consecuencia, la c a n t i d a d de t i e r r a s en culti-vo se h a b í a elevado en forma e s p e c t a c u l a r .3 6

La política de a m b o s gobiernos el federal y el e s t a -tal, d u r a n t e la d é c a d a de 1920 de p r o c u r a r el equili-brio entre las d e m a n d a s p o p u l a r e s de tierra, p o r u n lado, y las p r e f e r e n c i a s ideológicas t a n t o como las ne-c e s i d a d e s p r á ne-c t i ne-c a s de u n a r e ne-c u p e r a ne-c i ó n agríne-cola por el otro, tuvo tal vez s u mejor d e m o s t r a c i ó n en el destino del antiguo latifundio Terrazas. La familia T e r r a -zas volvió a c o m p r a r a la Caja de P r é s t a m o s 500 mil

hectáreas, equivalentes a poco m e n o s del veinte por ciento de la finca original. La cifra se a p r o x i m a b a a la cantidad concedida a las colonias a g r a r i a s por la Ca-j a de P r é s t a m o s . De los 2.7 millones de h e c t á r e a s ori-ginales, h a b í a 1.6 millones sin distribuir en 1 9 3 0 .3 7

Más ilustrativo a ú n de la n a t u r a l e z a d u a l de la po-lítica agraria c h i h u a h u e n s e resultó el h e c h o de q u e varias de las f o r t u n a s postrevolueionarias de esa e n -tidad e s t a b a n b a s a d a s en la adquisición de porciones de las t i e r r a s de Terrazas, v e n d i d a s por la C a j a de P r é s t a m o s . E n t r e tales f o r t u n a s se e n c o n t r a b a n las de Almeida, Bermúdez, B o r u n d a , Carrillo, Quevedo y R u s s e k . E s a s familias y el r e s u r g e n t e T e r r a z a s en-cabezaron el renacimiento de la cría de g a n a d o en el estado.

Las políticas m e n c i o n a d a s p a r e c e n h a b e r consegui-do parcialmente su propósito. A u n q u e las estadísti-cas son incompletas y las cifras a veces varían en for-m a considerable, la producción de cultivos básicos se recuperó e n t r e 1923 y 1929. y el n ú m e r o d e c a b e z a s de g a n a d o m o s t r ó u n a u m e n t o n o t a b l e .3 9 La b a t a l l a

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MINERIA Y MANO DE O B R A

L o s gobiernos e s t a t a l y federal se e n f r e n t a r o n a otra d u r a ta re a : b u s c a r el equilibrio entre las exigencias de la clase t r a b a j a d o r a por u n a m a y o r r e m u n e r a c i ó n y m e j o r e s condiciones laborales, y la n e c e s i d a d de m a n t e n e r la r e c u p e r a c i ó n de la i n d u s t r i a m i n e r a . Es-to se vio complicado por tres diferencias respecEs-to de la agricultura. Primero, la minería y a h a b í a r e c u p e r a -do p a r a 1920 el valor prerrevolucionario de s u pro-ducción y generó considerables i ng r es os y empleos h a s t a fines de la d é c a d a . S e g u n d o , se h a l l a b a con-c e n t r a d a en m a n o s de u n reducon-cido g r u p o s de gran-d e s c o m p a ñ í a s ; gran-d i c h a s corporaciones t e n í a n u n a tre-m e n d a influencia econótre-mica. La sitre-mple a tre-m e n a z a del cierre de s u s operaciones hacia vacilar los esfuerzos r e f o r m i s t a s . Por último, las p r i n c i p a l e s c o m p a ñ í a s m i n e r a s e r a n corporaciones n o r t e a m e r i c a n a s q u e uti-lizaban al gobierno de los E s t a d o s U n i d o s p a r a prote-gerse.

P a r a 1919, la minería h a b í a recobrado s u p r o d u c -ción (valorada en dólares e s t a d o u n i d e n s e s ) previa a la revolución. E n 1921 se extrajo y benefició m á s oro en C h i h u a h u a q u e en n i n g ú n otro m o m e n t o de su historia. D e s p u é s de e s t a n c a r s e en 1922, la p r o d u c -ción m i n e r a l se elevó c u a t r o c i e n t o s p o r ciento de

1923 a 1926, y se m a n t u v o alta h a s t a los inicios de la depresión en 1 9 2 7 .4 0

Los g o b e r n a n t e s c h i h u a h u e n s e s t r a t a r o n de m a n -tener el delicado equilibrio entre la satisfacción de las d e m a n d a s radicales de m i n e r o s sindicalizados y las grandes c o m p a ñ í a s e x t r a n j e r a s , q u e r e p r e s e n t a b a n casi la totalidad de la producción. E s t a s ú l t i m a s ele-varon a m a r g a s p r o t e s t a s y c o n t r a r r e s t a r o n en f o r m a

agresiva casi todos los e s f u e r z o s por a u m e n t a r los s a -larios y m e j o r a r las condiciones laborales.

La promulgación de u n a n u e v a ley laboral en 1922 desató u n a ola de h u e l g a s y a m e n a z a s de huelga. Los mineros de las c o m p a ñ í a s m á s g r a n d e s de S a n t a E u -lalia, incluyendo la American Smelting a n d Refining Company (ASARCO), se d e c l a r a r o n en h u e l g a , en b u s c a de salarios m á s altos, m e j o r e s condiciones sa-nitarias, destitución de s u p e r v i s o r e s abusivos, elimi-nación de m a n o de obra por c o n t r a t o y reconocimien-to de s u s i n d i c a t o .4 1

Un millar de t r a b a j a d o r e s , r e p r e s e n t a d o s por la Alianza Sindical de Obreros de Avalos, llegó a la huel-ga en la f u n d i d o r a ASARCO en s e p t i e m b r e de 1923: ocurría allí por p r i m e r a vez desde diciembre de 1917. El gobernador Enríquez, de quien se dice s i m p a t i z a b a con los h u e l g u i s t a s , d e s p a c h ó d o s c i e n t o s s o l d a d o s para prevenir la violencia. Al igual q u e en S a n t a E u -lalia, los m i e m b r o s del sindicato p r o t e s t a b a n por los bajos salarios m í n i m o s y los despidos injustificados, y exigían la destitución de s u p e r v i s o r e s .4 2 La

res-puesta de la ASARCO, como lo sería con f r e c u e n c i a en el f u t u r o , consistió en a m e n a z a r con s u s p e n d e r s u s operaciones. Enríquez alentó las negociaciones, y la huelga t e r m i n ó .4 3

(19)

incluía j o r n a d a de ocho h o r a s y salario mínimo, pero no p u s o fin a la práctica de t o m a r m a n o d e obra por contrato, ni restituyó s u s empleos a los "agitadores" d e s p e d i d o s .4 4 E n m a y o de 1924, d u r a n t e u n

movi-m i e n t o c o n t r a las c o movi-m p a ñ í a s de S a n t a Eulalia, los g u a r d i a s r u r a l e s a t a c a r o n y a r r e s t a r o n a los huelg u i s t a s . Doscientos m i n e r o s m a r c h a r o n en m a n i f e s -tación h a c i a el palacio de gobierno e n a r b o l a n d o u n a b a n d e r a r o j a .4 5 La huelga t e r m i n ó d o s s e m a n a s m á s

t a r d e con m e j o r a s en el salario m í n i m o y d e s c a n s o los domingos, pero la adopción de m a n o de obra por c o n t r a t o se m a n t u v o .4 6

Al principio la n u e v a ley tuvo "un decidido efecto desalentador" en las c o m p a ñ í a s m i n e r a s ,4 7 pero p a r a

1925 ya se h a b í a n a d a p t a d o .4 8 Los p a t r o n e s hallaron

m o d o s de evadir la reglamentación. El c ó n s u l n o r t e a -m e r i c a n o reportó en 1924 q u e "la aplicación e s t á t e m p l a d a por el b u e n sentido", y q u e la ley no h a b í a a f e c t a d o s e r i a m e n t e al distrito.4

Alrneida se o p u s o a u n a legislación laboral radical y r e h u s ó p u b l i c a r en el Periódico Oficial las r e f o r m a s p r o m u l g a d a s por la l e g i s l a t u r a .5 0 El g o b e r n a d o r n o

e s t a b a d i s p u e s t o a p o n e r en peligro el a u g e minero. L á z a r o C a n a l e s , f u n c i o n a r i o de la C o n f e d e r a c i ó n O b r e r a de C h i h u a h u a , a c u s ó a Almeida de violar la ley del e s t a d o y el Artículo 123 de la Constitución. Asimismo, lo culpó de t r a t a r de dividir a obreros y c a m p e s i n o s .5 1

Todavía a m e d i a d o s de 1927, d e s p u é s de q u e el precio de los m i n e r a l e s h a b í a empezado a declinar, el

Engineering and Mining Journal r e p o r t ó q u e la m i n e

-ría en México gozaba de u n a "regular prosperidad" a p e s a r de los elevados i m p u e s t o s , las fricciones labo-rales, restricciones y regulaciones q u e i n c r e m e n t a b a n el costo de la p r o d u c c i ó n .5 2

El desasosiego laboral en los c a m p o s m i n e r o s re-crudeció en 1926. E n p a r t e p o r q u e la Confederación Regional de O b r e r o s Mexicanos se c o m p r o m e t i ó a consolidar las organizaciones laborales en C h i h u a -h u a , y en p a r t e p o r q u e ya -h a b í a signos de depresión. E n la primavera, el g o b e r n a d o r y el p r e s i d e n t e m u n i -cipal de la ciudad de C h i h u a h u a e n c a b e z a r o n u n co-m i t é de a r b i t r a j e q u e ico-mpidió u n a h u e l g a c o n t r a ASARCO. H u b o u n a huelga, sin embargo, en j u n i o : el despido arbitrario de e m p l e a d o s y la s e g u r i d a d f u e r o n las c u e s t i o n e s cruciales.

E r a evidente q u e las c o m p a ñ í a s m i n e r a s llevaban la v e n t a j a . Si bien los t r a b a j a d o r e s lograron a l g u n a s m e j o r a s en teoría, las p a t r o n e s b u r l a b a n las r e f o r m a s a las leyes y los a c u e r d o s t a n d u r a m e n t e g a n a d o s , con el apoyo tácito de los gobiernos nacional y e s t a -tal. La ú n i c a consolación f u e q u e los empleos en mi-nería a u m e n t a r o n a 2 0 mil y p e r m a n e c i e r o n e s t a b l e s en e s a c i f r a ,5 4 lo q u e r e p r e s e n t a b a u n a u m e n t o de

(20)

J U E G O

M i e n t r a s q u e el análisis c o n c e r n i e n t e a la tierra y la r e f o r m a agraria en C h i h u a h u a dilucida las relacione, e n t r e las clases p o p u l a r e s , los diferentes niveles gu-b e r n a m e n t a l e s y las élites (nueva y antigua), la histo-ria del j u e g o legalizado en el e s t a d o p o n e al desnudo los conflictos e n t r e los gobiernos locales, e s t a t a l y fe-deral por la hegemonía política. Una larga tradición de a u t o n o m í a m u n i c i p a l y regional p e r s i s t í a en Chi-h u a Chi-h u a . El régimen nacional se e n f r e n t ó a u n a dila-t a d a lucha, q u e no dila-tuvo éxidila-to sino h a s dila-t a los úldila-timos a n o s de la a d m i n i s t r a c i ó n de Lázaro C á r d e n a s , para s u b o r d i n a r a los poderes local y estatal.

Los funcionarios locales y del estado favorecieron con firmeza el juego legalizado: lo consideraban la fuente de ingresos que tanto necesitaban s u s gobiernos, crónica-m e n t e cercanos a la bancarrota, y a crónica-m e n u d o incapaces de p a g a r a s u s empleados. Los funcionarios federales aludiendo casi siempre elevados principios morales se opusieron al juego en general. Se encontraba sin em-bargo en d i s p u t a la posibilidad de disponer de grandes s u m a s , asi como la autonomía política q u e alcanzarían los gobiernos municipales y estatal. Los ingresos prove-nientes del juego proporcionaban u n cierto grado de in-dependencia al a y u n t a m i e n t o respecto al estado y a este respecto al gobierno federal. Cada nivel se resistía a que se t r a s p a s a r a n los límites de su autoridad.

El juego legalizado se inició en Ciudad J u á r e z en 1909, c u a n d o el gobierno e s t a t a l otorgó concesiones para u n hipódromo, u n casino, lotería y m á q u i n a s t r a g a m o n e d a s . El hipódromo c o n t i n ú o o p e r a n d o d u -rante la revolución (hasta 1917), y v a r i a s concesiones de este tipo f u e r o n a d a r a m a n o s de líderes revolu-cionarios como Hipólito Villa.5 5 En Ciudad J u á r e z ,

cuyo papel como centro de distribución comercial de los revolucionarios h a b í a llegado a s u fin, con u n f u -turo q u e a p a r e c í a desolador, h u b o r u m o r e s en 1919 de convertir a la ciudad en otra "Montecarlo".5 6

Enríquez, u n obregonista leal, tal vez reflejando la oposición de su líder al juego legalizado, a s u m i ó el car-go con u n a disposición desfavorable. C l a u s u r ó u n esta-blecimiento q u e por sí solo proporcionaba al estado cincuenta mil pesos al mes. C u a n d o la legislatura esta-tal reautorizó el juego en febrero de 1921, el gobierno federal retiró s u destacamento de Ciudad J u á r e z , po-niendo así en peligro el orden y la seguridad de la ciu-dad. E n la avalancha de negociaciones q u e siguieron, Ciudad J u á r e z ganó el derecho a u n a porción de los in-gresos generados por los casinos que, anteriormente, se destinaban sólo al estado. Sin embargo, Enríquez tuvo q u e volver a cerrar los casinos en abril de 1921, y permanecieron c l a u s u r a d o s con excepción de dos se-m a n a s en diciese-mbre de 1921 h a s t a septiese-mbre de

1922, c u a n d o el mismo Enríquez, desesperado por in-gresos, solicitó que se reabrieran las salas de juego. El gobierno federal se rehusó, y en vez de ello envió al es-tado cien mil pesos p a r a cubrir gastos.

(21)

1 9 26 0S G s uPr i m i e r o n d e nuevo todas las

restriccio-nes, y se generó t a n t o dinero q u e ese año el gobierno municipal de Ciudad J u á r e z p u d o salir de d e u d a s por primera vez desde que se tenía m e m o r i a .6 1 E n marzo

de 1927 se cerró el casino principal de la ciudad, el Tí-voli, por órdenes del gobernador Almeida.6 2 D u r a n t e

los meses que siguieron, lo volvieron a abrir, cerrar, y abrir u n a vez m á s . El gobierno federal intentó de nuevo controlar el juego mediante el cierre de los p u e n t e s in-ternacionales a las cinco de la tarde. E n febrero de

1928 se reinauguró el Tívoli. Se dice que el gobierno

c en t r a l amenazó con llamar a las tropas p a r a

impedir-lo. En j u n i o de 1928 el casino abrió, pero en abril de 1929 otro impulso reformista, por parte de la adminis-tración de Emilio Portes Gil, lo clausuró.

Los i n t e r e s e s políticos ligados al j u e g o crecieron t a n t o de 1930 a 1932 q u e estalló u n a l u c h a a r m a d a entre las facciones q u e i n t e n t a b a n controlarlo. Los ingresos r e s u l t a n t e s del j u e g o legalizado c o n s t i t u í a n u n (tal vez el) elemento crítico en la política del e s t a -do h a s t a q u e Lázaro C á r d e n a s le p u s o fin, en 1934.

No todos los j u a r e n s e s e s t a b a n a favor del j u e g o le-galizado; a l g u n o s s i n d i c a t o s obreros se o p o n í a n e in-c l u s o ^soliin-citaron a Calles q u e lo s u s p e n d i e r a en

1926. Un importante sector de la comunidad comer-cial, encabezado por la C á m a r a Nacional de Comercio de Ciudad J u á r e z , t a m b i é n se opuso: p e n s a b a n que tal actividad tenía u n efecto perjudicial en el t u r i s m o tradi-cional y d e m á s negocios de la localidad.

D u r a n t e la d é c a d a de 1920, el j u e g o constituyó en C h i h u a h u a u n a c u e s t i ó n política. El régimen nacio-nal b u s c a b a minimizar la a u t o n o m í a de los gobiernos e s t a t a l y local. Si se les m a n t e n í a al borde de la b a n -carrota, dichos gobiernos d e p e n d e r í a n de la a y u d a fe-deral y, por lo tanto, e r a n m á s s u s c e p t i b l e s al control de la Ciudad de México.

L A S D E F E N S A S S O C I A L E S

; iííC

C o n el t r a n s c u r s o de los veinte, el poder político en C h i h u a h u a evolucionó d e s d e su cimentación en el poder militar local, d u r a n t e la p r i m e r a m i t a d de la década, h a s t a las e t a p a s iniciales del partido político nacional, p a r a 1930. Los p r i m e r o s d o s g o b e r n a d o r e s "constitucionales" electos, Enríquez y Almeida, h a -bían sido, i n m e d i a t a m e n t e a n t e s de s u s elecciones, jefes de las D e f e n s a s Sociales del estado.

Enríquez organizó e s t a s u n i d a d e s p a r a m i l i t a r e s locales (compuestas por p e q u e ñ o s propietarios, a p a r c e ros, a r r e n d a t a r i o s y peones) en 1916 p a r a c o n t r a r r e s -tar las guerrillas villistas en las z o n a s r u r a l e s . Las u n i d a d e s pronto se convirtieron en " i n s t r u m e n t o s po-líticos" p a r a m a n t e n e r el equilibrio de poder e n t r e el gobierno civil e s t a t a l y los j e f e s de la zona militar federal. En a l g u n o s lugares se volvieron h e r r a m i e n -tas de los caciques locales.

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1 9 26 0S G s uPr i m i e r o n d e nuevo todas las

restriccio-nes, y se generó t a n t o dinero q u e ese año el gobierno municipal de Ciudad J u á r e z p u d o salir de d e u d a s por primera vez desde que se tenía m e m o r i a .6 1 E n marzo

de 1927 se cerró el casino principal de la ciudad, el Tí-voli, por órdenes del gobernador Almeida.6 2 D u r a n t e

los meses que siguieron, lo volvieron a abrir, cerrar, y abrir u n a vez m á s . El gobierno federal intentó de nuevo controlar el juego mediante el cierre de los p u e n t e s in-ternacionales a las cinco de la tarde. E n febrero de

1928 se reinauguró el Tívoli. Se dice que el gobierno

c en t r a l amenazó con llamar a las tropas p a r a

impedir-lo. En j u n i o de 1928 el casino abrió, pero en abril de 1929 otro impulso reformista, por parte de la adminis-tración de Emilio Portes Gil, lo clausuró.

Los i n t e r e s e s políticos ligados al j u e g o crecieron t a n t o de 1930 a 1932 q u e estalló u n a l u c h a a r m a d a entre las facciones q u e i n t e n t a b a n controlarlo. Los ingresos r e s u l t a n t e s del j u e g o legalizado c o n s t i t u í a n u n (tal vez el) elemento crítico en la política del e s t a -do h a s t a q u e Lázaro C á r d e n a s le p u s o fin, en 1934.

No todos los j u a r e n s e s e s t a b a n a favor del j u e g o le-galizado; a l g u n o s s i n d i c a t o s obreros se o p o n í a n e in-c l u s o ^soliin-citaron a Calles q u e lo s u s p e n d i e r a en

1926. Un importante sector de la comunidad comer-cial, encabezado por la C á m a r a Nacional de Comercio de Ciudad J u á r e z , t a m b i é n se opuso: p e n s a b a n que tal actividad tenía u n efecto perjudicial en el t u r i s m o tradi-cional y d e m á s negocios de la localidad.

D u r a n t e la d é c a d a de 1920, el j u e g o constituyó en C h i h u a h u a u n a c u e s t i ó n política. El régimen nacio-nal b u s c a b a minimizar la a u t o n o m í a de los gobiernos e s t a t a l y local. Si se les m a n t e n í a al borde de la b a n -carrota, dichos gobiernos d e p e n d e r í a n de la a y u d a fe-deral y, por lo tanto, e r a n m á s s u s c e p t i b l e s al control de la Ciudad de México.

L A S D E F E N S A S S O C I A L E S

; ICC

C o n el t r a n s c u r s o de los veinte, el poder político en C h i h u a h u a evolucionó d e s d e su cimentación en el poder militar local, d u r a n t e la p r i m e r a m i t a d de la década, h a s t a las e t a p a s iniciales del partido político nacional, p a r a 1930. Los p r i m e r o s d o s g o b e r n a d o r e s "constitucionales" electos, Enríquez y Almeida, h a -bían sido, i n m e d i a t a m e n t e a n t e s de s u s elecciones, jefes de las D e f e n s a s Sociales del estado.

Enríquez organizó e s t a s u n i d a d e s p a r a m i l i t a r e s locales (compuestas por p e q u e ñ o s propietarios, a p a r c e ros, a r r e n d a t a r i o s y peones) en 1916 p a r a c o n t r a r r e s -tar las guerrillas villistas en las z o n a s r u r a l e s . Las u n i d a d e s pronto se convirtieron en " i n s t r u m e n t o s po-líticos" p a r a m a n t e n e r el equilibrio de poder e n t r e el gobierno civil e s t a t a l y los j e f e s de la zona militar federal. En a l g u n o s lugares se volvieron h e r r a m i e n -tas de los caciques locales.

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Desde s u s inicios, las D e f e n s a s Sociales estuvieron lejos de s e r u n a f u e r z a radical. T a n t o los líderes locales como los g o b e r n a d o r e s las utilizaban p a r a m a n t e -n e r el orde-n y los d e r e c h o s de p r o p i e d a d .6 8 Después

del asesinato de Villa en 1923, y de la derrota de la re-belión delahuertista a principios de 1924, s u s contin-gentes y apoyo logístico sufrieron u n a enorme reduc-ción. D u r a n t e la última parte de la década (y h a s t a el inicio de los treinta) los jefes de la zona militar federal, considerando a las fuerzas paramilitares con notable desconfianza, p u g n a r o n por su d e s a r m e .6 9 La mayor

parte del tiempo a c t u a b a n como policía local, persi-guiendo ladrones y abigeos.7 0 C u a n d o Escobar se

su-blevó, en 1929, los líderes locales encontraron m u c h a s dificultades para reclutar g u a r d i a s q u e combatieran a los rebeldes.

Las Defensas Sociales fueron u n tosco antecedente del PNR. Su objetivo era conquistar la a y u d a de habi-t a n habi-t e s rurales de habi-todo habi-tipo para el régimen revoluciona-rio. Al igual que el PNR, eran populistas pero, a diferen-cia del partido, no eran corporatistas. Lo que es m u y importante es que tenían ba s e s a nivel local y estatal, eran utilizadas para a p u n t a l a r el poder del régimen es-tatal y como contrapeso a n t e el gobierno nacional.

El tercer g o b e r n a d o r electo, Marcelo Caraveo, era el jefe de operaciones militares del ejército federal en

C h i h u a h u a j u s t o a n t e s de s u elección. Su a s c e n s o in-dicó u n a transición del p o d e r l o c a l / e s t a t a l al poder coercitivo nacional. E s t a transición f u e incompleta, por s u p u e s t o , p o r q u e él tenía u n a b a s e política local y el régimen nacional n u n c a le tuvo e n t e r a confianza. Su s u c e s o r Luis León f u e u n o de los f u n d a d o r e s del Partido Nacional Revolucionario vino a C h i h u a h u a específicamente p a r a organizarlo. Se necesitarían, sin embargo, casi diez a ñ o s p a r a q u e el PNR s e n t a r a s u s reales en el estado.

C A U D I L L O S

D u r a n t e los a ñ o s veinte, la economía y la política de C h i h u a h u a a f r o n t a r o n los m i s m o s p r o b l e m a s d e otros e s t a d o s y del régimen nacional. No o b s t a n t e , como h e m o s visto, s u s líderes revolucionarios los abordaron con las limitantes de las peculiares f u e r -zas sociales y económicas del estado. Y en c u a n t o a los líderes m i s m o s , en a l g u n o s e s t a d o s como Veracruz, S a n Luis Potosí, Y u c a t á n , T a b a s c o y T a m a u l i -pas, las h a b i l i d a d e s y determinación de c a d a u n o de ellos moldeó el desarrollo político y económico de s u entidad d u r a n t e la d é c a d a . 2 En cierto n ú m e r o de

es-tados (incluyendo a l g u n o s m e n c i o n a d o s en el g r u p o anterior) los líderes dirigían "laboratorios de la revo-l u c i ó n " /3 Ningún caudillo poderoso emergió de

Chi-h u a Chi-h u a , y n i n g u n o se e m b a r c ó en e x p e r i m e n t o s so-ciales de e n v e r g a d u r a . Sin d u d a , al m e n o s u n o de ellos a s p i r a b a a establecer u n f e u d o político, y h u b o otro gobernador q u e abrazó la retórica "radical". Pero en C h i h u a h u a no se repitió n i n g u n a de e s t a s expe-riencias.

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Méxi-Desde s u s inicios, las D e f e n s a s Sociales estuvieron lejos de s e r u n a f u e r z a radical. T a n t o los líderes locales como los g o b e r n a d o r e s las utilizaban p a r a m a n t e -n e r el orde-n y los d e r e c h o s de p r o p i e d a d .6 8 Después

del asesinato de Villa en 1923, y de la derrota de la re-belión delahuertista a principios de 1924, s u s contin-gentes y apoyo logístico sufrieron u n a enorme reduc-ción. D u r a n t e la última parte de la década (y h a s t a el inicio de los treinta) los jefes de la zona militar federal, considerando a las fuerzas paramilitares con notable desconfianza, p u g n a r o n por su d e s a r m e .6 9 La mayor

parte del tiempo a c t u a b a n como policía local, persi-guiendo ladrones y abigeos.7 0 C u a n d o Escobar se

su-blevó, en 1929, los líderes locales encontraron m u c h a s dificultades para reclutar g u a r d i a s q u e combatieran a los rebeldes.

Las Defensas Sociales fueron u n tosco antecedente del PNR. Su objetivo era conquistar la a y u d a de habi-t a n habi-t e s rurales de habi-todo habi-tipo para el régimen revoluciona-rio. Al igual que el PNR, eran populistas pero, a diferen-cia del partido, no eran corporatistas. Lo que es m u y importante es que tenían ba s e s a nivel local y estatal, eran utilizadas para a p u n t a l a r el poder del régimen es-tatal y como contrapeso a n t e el gobierno nacional.

El tercer g o b e r n a d o r electo, Marcelo Caraveo, era el jefe de operaciones militares del ejército federal en

C h i h u a h u a j u s t o a n t e s de s u elección. Su a s c e n s o in-dicó u n a transición del p o d e r l o c a l / e s t a t a l al poder coercitivo nacional. E s t a transición f u e incompleta, por s u p u e s t o , p o r q u e él tenía u n a b a s e política local y el régimen nacional n u n c a le tuvo entera confianza. Su s u c e s o r Luis León f u e u n o de los f u n d a d o r e s del Partido Nacional Revolucionario vino a C h i h u a h u a específicamente p a r a organizarlo. Se necesitarían, sin embargo, casi diez a ñ o s p a r a q u e el PNR s e n t a r a s u s reales en el estado.

C A U D I L L O S

D u r a n t e los a ñ o s veinte, la economía y la política de C h i h u a h u a a f r o n t a r o n los m i s m o s p r o b l e m a s d e otros e s t a d o s y del régimen nacional. No o b s t a n t e , como h e m o s visto, s u s líderes revolucionarios los abordaron con las limitantes de las peculiares f u e r -zas sociales y económicas del estado. Y en c u a n t o a los líderes m i s m o s , en a l g u n o s e s t a d o s como Veracruz, S a n Luis Potosí, Y u c a t á n , T a b a s c o y T a m a u l i -pas, las h a b i l i d a d e s y determinación de c a d a u n o de ellos moldeó el desarrollo político y económico de s u entidad d u r a n t e la d é c a d a . 2 En cierto n ú m e r o de

es-tados (incluyendo a l g u n o s m e n c i o n a d o s en el g r u p o anterior) los líderes dirigían "laboratorios de la revo-l u c i ó n " /3 Ningún caudillo poderoso emergió de

Chi-h u a Chi-h u a , y n i n g u n o se e m b a r c ó en e x p e r i m e n t o s so-ciales de e n v e r g a d u r a . Sin d u d a , al m e n o s u n o de ellos a s p i r a b a a establecer u n f e u d o político, y h u b o otro gobernador q u e abrazó la retórica "radical". Pero en C h i h u a h u a no se repitió n i n g u n a de e s t a s expe-riencias.

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MéxiCO, g o b e r n a d o r provisional de C h i h u a h u a , alto f u n -cionario d u r a n t e el gobierno d e V e n u s t i a n o C a r r a n z a y brigadier general a la e d a d de treinta a ñ o s .7 4

Agrón o m o e d u c a d o eAgrón los E s t a d o s UAgrónidos, e r a u Agrón a d m i -n i s t r a d o r capaz, te-nía amplia experie-ncia e-n agricult u r a , h a b í a r e u n i d o dos organizaciones miliagricultares m a -sivas, y c o n t a b a con u n a firme b a s e p o p u l a r e n t r e las D e f e n s a s Sociales de C h i h u a h u a . Los a n t e c e d e n t e s de E n n q u e z t e n í a n m u c h o en c o m ú n con los de Adal-berto Tejeda, quien dominó la política v e r a c r u z a n a d u r a n t e los v e i n t e /5

El g o b e r n a d o r Enríquez d e m o s t r ó u n a c o n s i d e r a b l e habilidad p a r a la organización popular: estableció en el e s t a d o la Liga de C o m u n i d a d e s Agrarias y la Confe-deración de Obreros, dirigió las p r i m e r a s restitucio-n e s y dotaciorestitucio-nes a ejidos, e i m p l a restitucio-n t ó colorestitucio-nias agríco-las y g a n a d e r a s . S u h o n e s t i d a d era bien conocida y a u n q u e , como ya h e m o s visto, tenía s u s d e t r a c t o r e s a p a r e n t e m e n t e n o s o p o r t a b a u n a f u e r t e oposición' Desde luego, p u d o a s e g u r a r q u e Almeida lo s u c e d i e r a como gobernador. A p e s a r de todo esto, E n r í q u e z se d e s v a n e c i ó en u n a relativa o s c u r i d a d a p a r t i r de

1924.

Existen v a r i a s r a z o n e s posibles p a r a s u d e s a p a r i -ción política. Primero, h a b í a d e s e m p e ñ a d o u n papel i m p o r t a n t e en las negociaciones q u e c o n d u j e r o n a la adquisición de las t i e r r a s de T e r r a z a s por M c Q u a t -ters, y h a b í a defendido la t a n i m p o p u l a r venta m u c h o tiempo d e s p u é s de s u cancelación. S e g u n d o , el deli-cado acto de equilibrio e n t r e la reforma y la reconstrucción e s t a b a d e s t i n a d o a socavar s u posición p ú -blica. Tercero, a l g u n o s críticos lo a c u s a r o n de falta de decisión p a r a sofocar la rebelión d e l a h u e r t i s t a en C h i h u a h u a , y esto p u e d e h a b e r s e m b r a d o la semilla de la desconfianza en las m e n t e s de los dirigentes n a -cionales. Cuarto, Almeida, d e t e r m i n a d o a c o n s t r u i r

u n feudo familiar en el estado, resultó ser u n protegi-do i n d e p e n d i e n t e . Por último, existe poca evidencia de q u e lo espoleara la ambición.

Almeida d e s d e luego sí poseía ambición, pero n o lo-gró el apoyo p o p u l a r generalizado ni obtuvo u n res-paldo sólido de la ciudad de México. El Correo de Chi-huahua calificó su primer a ñ o en el gobierno como "el d e s a s t r e político del almeidismo".7 7 Instaló a s u

her-m a n o coher-mo p r e s i d e n t e her-m u n i c i p a l de Ciudad J u á r e z y a s u c u ñ a d o como p r e s i d e n t e de C h i h u a h u a .7 8 E s t e

último resultó ser m u y i m p o p u l a r .7 9 Su oposición a

la clase t r a b a j a d o r a y el tibio apoyo p r e s t a d o a la reforma agraria le restó c o n s e n s o popular. Su m a t r i m o -nio y asociación activa con m i e m b r o s de la oligarquía prerrevolucionaria, así como el claro u s o de s u posi-ción p a r a promover i n t e r e s e s económicos de s u fami-lia, socavaron a ú n m á s su apoyo. C u a n d o u n g r u p o encabezado por F e r n a n d o Orozco E. y Marcelo C a r a -veo lo derrocó en abril de 1927, h u b o poca p r o t e s t a pública. A u n q u e no q u e d a c o m p l e t a m e n t e claro si el p r e s i d e n t e Calles conspiró con los d e m á s p a r a elimi-n a r a Almeida, elimi-no hizo m u c h o p a r a ielimi-nterferir elimi-ni lo

80

restituyó en el cargo.

Marcero Caraveo f u e lo m á s parecido a u n caudillo tradicional q u e tuvo C h i h u a h u a d u r a n t e la d é c a d a de 1920 8 1 E r a u n héroe militar con c a r i s m a , pero no

tuvo la paciencia necesaria p a r a c o n s t r u i r u n a a m -plia b a s e de apoyo s u s t e n t a d a en el clientelismo, co-m o hizo S a t u r n i n o Cedillo en S a n Luis Potosí, por ejemplo. En vez de ello, se p u s o del lado de la fallida rebelión de E s c o b a r a p e n a s u n o s m e s e s d e s p u é s de h a c e r s e cargo de la g u b e r n a t u r a .

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Agri-c u l t u r a y Desarrollo y la SeAgri-cretaría del ComerAgri-cio y T r a b a j o , s e retiró a s u recién a d q u i r i d a h a c i e n d a de T e r r e n a t e s (parte d e la a n t i g u a finca T e r r a z a s , la h a c i e n d a de Encinillas) e n 1 9 2 7 .8 2 C u a n d o C a r a v e o

se u n i ó a los e s c o b a r i s t a s . Calles d e s i g n ó g o b e r n a -dor a León, q u e recogió la a n t o r c h a de E n r í q u e z com o u n i f i c a d o r y o r g a n i z a d o r de los g r u p o s a g r a r i s -t a s y l a b o r a l e s . León, s i n e m b a r g o , h a b í a e s -t a d o a u s e n t e de C h i h u a h u a d u r a n t e m u c h o s a ñ o s y n o c o n t a b a con u n a b a s e real, a p a r t e de q u e se le n e -c e s i t a b a en la -c i u d a d de Méxi-co p a r a -con-ciliar l a s f a c c i o n e s a raíz del a s e s i n a t o d e Obregón y p a r a a y u d a r a f o r m a r el PNR.

E n C h i h u a h u a h u b o u n a docena de g o b e r n a d o r e s e n t r e 1920 y 1929. Ninguno de ellos estuvo en el car-go m u c h o m á s de t r e s a ñ o s . No h u b o tiempo de eregir u n a b a s e de poder s u s t a n c i a l o d u r a d e r a . Rodrigo Quevedo (1932-1936) sería el primer g o b e r n a d o r pos-trevolucionario q u e completó su a d m i n i s t r a c i ó n .

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