Creación de un instituto de geología en la Universidad Autónoma de Nuevo León.

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Creación de un

Instituto

de Geología en la

Universidad

Autónoma

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(4)

Creación de un

Instituto

de Geología en la

Universidad

Autónoma

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• VAU „

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A ~ T E L S . 2*25-43 V 2-33-OJ APDO. POSTAL No. I04

L I N A R E S . N. L.

SR. DR. A L F R E D O P I N E Y R O L O P E Z RECTOR D E L A U N I V E R S I D A D

A U T O N O M A D E N U E V O LEON P R E S E N T E .

-j-istimado S e ñ o r R e c t o r :

A n e x o a la p r e s e n t e , e n v i a m o s a U s -ted el P l a n de T r a b a j o A n u a l p a r a el p e r i o d o c o m p r e n d i d o del lo. d e N o v i e m b r e d e 1S82 h a s t a el 31 de O c t u b r e d e -1983, d e n u e s t r o I n s t i t u t o d e G e o l o g í a .

D i c h o P l a n e s u n p r o g r a m a m u y gene-ral, por lo que p o s t e r i o r m e n t e recibirá Usted a n e x o s es-p e c i f i c a n d o sobre cada u n o d e l o s diferentes es-p u n t o s tra-tados en é l .

Sin o t r o p a r t i c u l a r , r e i t e r a m o s va

-Usted las seguridades d e n u e s t r a atenta y d i s t i n g u i d a — c o n s i d e r a c i ó n .

c.c.p.-Sr. Lie. David G a l v S n A n c i r a , V i c e - R e c t o r . U . A . N . L . c.c.p.-Sr. Dr. C h r i s t i a n S p a e t h , Inspector de GTZ.

c . c . p . - S r . D r . Otto H a m m e s , GTZ c.c.p.-Sr. E n g e l , GTZ

c . c . p . - L o s M i e m b r o s del I n s t i t u t o de G e o l o g i a , U . A . N . L .

(6)

p R O G R A M A D E T R A B A J O A N U A L

PROYECTO- Universidad Autónoma de Nuevo León Instituto de Geología

Linares , N . L .

DURACION DEL PROGRAMA: Del lo. de Nov. 1982 hasta el 31 de Oct. 1983.

El Instituto de Geología de la U . A . N . L . inició sus activi-vidades el lo. de Febrero de 1982 en L i n a r e s , N.L.

Durante el período del lo. de Febrero al 31 de Octubre de 1982 se han escrito los siguientes reportes de actividades

1.- Reporte de actividades de contrapartes m e x i c a n a s . 15-Feb-82 (5 p.).

2 - Reporte de personal, e n s e ñ a n z a , proyectos y equipo. 3 - M a r - 8 2 (58 p.).

3.- Planeación de enseñanza y estudios. 2 8 - J u n - 8 2 (11 p . ) •

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1.1 Personal existente al 31 de Octubre de 1982. 1.1.1 Contrapartes M e x i c a n a s .

a) 1 Coordinador Ing. Benito Muñoz H.

b) 1 Geólogo Americano Dr. Brooks Anderson II. c) 1 Físico Lic. Víctor Aguilera R.

1.1.2 Becarios M e x i c a n o s .

1. Ing. Francisco Medina Barrera

2. Ing. Martín Mario Rangel Rodríguez 3. Ing. Héctor de León Gómez

4. Ing. José Rosbel Chapa Guerrero 5. Ing. Daniel Alberto González Cortez

Grupo II: 6 Becarios. 1. Ing. José Pérez Tinoco

2. Ing. Juan Manuel Chapa Guerrero 3. Ing. Juan Alonso Ramírez Fernández 4. Biól. José Guadalupe López Oliva

5. Biól. Jesús Ramírez Romero. 6. N. N.

1.1.3 Contrapartes M e x i c a n a s , m a e s t r o s por horas. a) Ing. Antonio C a n t ú , Química Inorgánica,

(desde lo.-Mar-82).

1.1.4 Personal no científico

I. Personal que labora para el Instituto de Geología a) 1 T é c n i c o , preparador y l a b o r a t o r i s t a ,

Sr. W. Hähne! (desde lo.-0ct-82) b) 1 Bibliotecaria (medio tiempo)

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II. Personal que presta servicios comunes a Geología y Si 1 vi cultura :

a) 1 Profesor de Inglés

Edgar Martínez (desde Oct-1-82). b) 1 Profesor de Alemán

Herrmann Burkhard (desde O c t - 1 - 8 2 ) c) 1 Contador Mexicano.

C.P. Juan Manuel Contreras (desde M a r - l - 8 ¿ ) d ) 1 Contadora Mexicana

Sra. G. Ramírez P. (desde M a r - 1 - 8 2 )

e) 1 Secretaria español - inglés (tiempo c o m p l e t o )

Srita. M.I. Rodríguez Guerrero (desde Sep-l-«¿). f) 1 Secretaria español-alemán (medio tiempo)

Sra. M.L. Meiburg (desde F e b - 1 - 8 2 ) g) 1 Mayordomo (desde N o v - 1 - 8 2 )

h) 1 Carpintero (desde Feb . -82) i) 1 Mecánico (desde Junio 1982) i) 1 Cocinero (desde Junio 1982) k) 2 Conserjes ( ? )

1.1.5 Personal científico alemán

a) 1 Experto de largo plazo (jefe del equipo a l e m á n ) Dr. P. Meiburg (desde E n e - 2 3 - 8 2 )

b) 1 Experto de largo plazo (Geología) Dr. E. Sbei bertz (desde M a y - 7 - 8 2 ) c) 1 Experto de largo plazo (Mineralogía)

Dr. H. W. Hubberten (desde S e p - 8 - 8 ¿ ) d) 1 Experto de corto plazo (Paleontología)

Dr. D. Schumann (del 3 de Jul.al 6 de Ago-82

1.2 Necesidades de Personal .

1.2.1 Contrapartes Mexicanas

a) Experto de corto plazo: Geología Regional, de M é x i c o , N.N.

b) Experto de corto plazo: Geología del Petróleo con énfasis en y a c i m i e n t o s m e x i c a n o s , N.N. c) 1 Químico: Química Inorgánica,

(lo. S e p - 8 3 ) N.N.

1.2.2 Becarios y estudiantes m e x i c a n o s .

a) Grupo III: 10 Becarios (desde el lo. de Ju l"8 3) ;

b) Estud i antes de G e o l o g í a : 50 (desde lo. de Sep-83).

1.2.3 Contrapartes mexicanas por horas.

a) 1 Biólogo (Zoo!ogía)(desde el lo. de Sep.83).

1.2,4 Personal mexicano no científico. a) 2 Choferes (desde Sep-1-83).

b) 1 Laboratorista químico (desde Ene-l-BJj. c) 3 Técnicos 1aboratoristas y preparadores

(desde Ene-1-83).

1.2.5 Personal científico alemán

a ) r Experto integrado de largo plazo (Sedimentologia). N.N. (desde J u l - 1 - 8 3 )

b) 1 Asistente científico de P r o y e c t o

Di p . -Geol . D. Michalzik (desde Ene-1-83). c) 1 Experto de corto plazo (Paleontollogia)

Dr. D. Schumann (Sep. a Oct. 1983).

d ) 1 Experto de corto plazo ( M i c r o p a l e o n t o l o g í a ) Dr. M. Kaever (Enero a Marzo de 1983).

e) 1 Experto de corto plazo (Hidrogeología)

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2. PIANEACION DE C U B I C U L O S .

2.1 Cubículos provisionales (Ex-Hacienda de Guadalupe).

Después de la p l a n e a c i ó n , el uso de cubículos del I n s t i tuto provisional termina el 31 de Agosto de 1983, desde el lo. de Septiembre de 1983 tendremos un nuevo e d i f i -cio del Instituto en los terrenos de Ciudad Universita-ria .

2.1.1 Cubículos existentes al 31 de Octubre de 1982. a) 3 cubículos del personal científico.^

b) 1 cubículo del Coordinador de Geología

c) 2 cubículos para los Becarios (Grupos I y II) d) 3 cubículos para uso común con el Instituto de

Si 1 vi cu 1 tura :

1. 1 Sala de Juntas. 2. 1 Secretaría 3. 1 Cocina.

e) Cubículos en construcción en la Ex-Hacienda de Guadalupe - 5 unidades,

f) Cubículos de edificio de laboratorios. 1. Laboratorio de Sed imentología

2. Cubículo de balanzas

3. Almacén para equipo óptico. 4. Laboratorio de Geoquímica.

5. Cubículo de preparación de secciones delgadas. 6. Laboratorio para preparación de m u e s t r a s .

7. Almacén de colecciones y núcleos de perforación. 8. Almacén para colecciones científicas.

2.1.2 Necesidad de cubículos (Ex-Hacienda de Guadalupe). (Plazo de lo. de Nov. 1982 - 31 Ago. 1983).

a) 2 cubículos para científicos. b) 1 laboratorio de fotografía.

2 2 construcción del nuevo edificio del Instituto de G e o l o g í a .

(Cd. Universitaria L i n a r e s ; desde lo. Sept. 1983)

Remitirse al plano de edificio nuevo de Julio de 1982.

3.3 Equipo óptico

3. p L A M A C I O T U i i C E ^

3.1 Vehículos

1. l VW Combi (desde Enero 1 - 1 9 8 3 ) ? 1 JeeD (desde Marzo 1 - 1 9 8 3 )

3*. Autobús para transportar los e s t u d i a n t e s . (50 p e r s o n a s , desde lo. Sep. 1983).

3.2 Colecciones c i e n t í f i c a s .

1 Colección para enseñanza geológica (por lo p r o n t o ,

ver lista d e P e d i d o la n 7 ; í . p na 1 e o n t o l o g í a (por lo pronto)

2. Colección para ensenanza de paleontoiogiavM a

3 Colección para ensenanza de mineralogía c n s i y

4. Colección**para^enseñanza de petrografía y génesis de

-y a c i m i e n t o s .

6 M i c r o s c o p i o s de p o l a r i z a c i ó n .

5 E s t e r e o s c o p i o s ^ d e espejos p a r a i n t e r p r e t a c i ó n de -fotografías aéreas (por lo pront

10 Brújulas geológicas (por o pr to) . 1 Equipo de laboratorio de fotografía

(desde M a r - 1 - 1 9 8 3 )

1 Fotomicroscopio (Mar-1-83).

? S i S ^ Í J S S S ^ S Í K ' - ^ p S í í S í e i i normales con vidrio 1 M i c r o s c o p i o " d e ^ É r z ( • E r z m i k r o s K o p - )

Binocular (Wild) con un espejo p a r a dibujar. 1 E s p e c t r ó m e t r o de absorcion atómica

1 D i f r a c t ó m e t r o de rayos X.

\ Ver 1 i sta de \ n e c e s i d a d e s . 3.4 Amueblado de laboratorios

1. Laboratori o de 2. Laboratorio de 3. Laboratorio de

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3.5 M o b i l i a r i o para los c u b í c u l o s de c o l e c c i o n e s y o f i c i n a s . 1) M u e b l e s de t r a b a j o para dos b e c a r i o s (Grupo II).

2) A c o n d i c i o n a m i e n t o de c u b í c u l o para 10 b e c a r i o s (Grupo III) (menos 5 b e c a r i o s del Grupo I). (

3) E s t a n t e s para las c o l e c c i o n e s .

4 ) M u e b l e s para tres c o n t r a p a r t e s del p r o y e c t o (desde -el lo. de Enero de 1983).

5) M u e b l e s para una c o n t r a p a r t e de proyecto (desde Julio lo. de 1 9 8 3 ) .

6) M u e b l e s para la B i b l i o t e c a p r o v i s i o n a l .

3.6 A e r o f o t o s y m a p a s g e o l ó g i c o s .

(pedido de a c u e r d o a las n e c e s i d a d e s ) .

3.7 A c o n d i c i o n a m i e n t o de c u b í c u l o s en el nuevo e d i f i c i o de -CdT~Uni versi tari a .

(desde el lo. de S e p t i e m b r e de 1983).

4. E N S E Ñ A N Z A .

En la d u r a c i ó n del programa hay e n s e ñ a n z a en cuatro g r u p o s . G R U P O I ( 5 b e c a r i o s , hasta F e b r e r o 1 9 8 3 )

El fín de la etapa de e n s e ñ a n z a en L i n a r e s , es una función de a c o n d i c i o n a m i e n t o del Instituto con m i c r o s c o p i o s de po-l a r i z a c i ó n .

C o l e c c i ó n de m i n e r a l e s m á s i m p o r t a n t e s f o r m a d o r e s de rocas y f ó s i l e s y m o d e l o s de c r i s t a l e s .

S e c c i o n e s d e l g a d a s para e s t i m a c i ó n Óptica de r o c a s .

Por causa de p r o b l e m a s de a c o n d í c i o n a m i e n t o es n e c e s a r i o -revisar el plan de e n s e ñ a n z a de 3 de Marzo 1 9 8 2 , T E N ] ® " ? ° u n r e t r a s o de 2 m e s e s en caso de uso de a c o n d i c i o n a m i e n t o

a n t e s de lo de N o v i e m b r e de 1 9 8 2 es pos ible terminar la etapa de e n s e ñ a n z a del Grupo I con un p r e e x a m e n en g e o l o -gía p a l e o n t o l o g í a a f i n a l e s de f e b r e r o de 1983.

El e s t u d i o en A l e m a n i a será i n m e d i a t a m e n t e d e s p u é s del pre-e x á m pre-e n . Los lugarpre-es dpre-e pre-e s t u d i o pre-en A l pre-e m a n i a son Clausthai y D a r m s t a d t .

G R U P O II (6 b e c a r i o s , 3 d e s d e lo. de Julio de 1982, 2 desde lo. S e p t i e m b r e 1 9 8 2 , 1 N . N . )

Para la e n s e ñ a n z a del Grupo II e x i s t e el m i s m o plan q u e j a -ra el G r u p o I (ver plan de e n s e ñ a n z a del 3 de Marzo de 1 9 8 2 , anexo 1; 2 . 1 0 ; p. 15 y p l a n e a c i ó n de e n s e ñ a n z a de estudio de 28 de Junio de 1 9 8 2 ; anexo 1 - 3 ) .

G R U P O III (10 b e c a r i o s desde lo. de Julio de 1983).

Ver p l a n e a c i ó n de e n s e ñ a n z a y e s t u d i o de lo. de Julio 1 9 8 2 , anexo 1 - 3 .

G R U P O DE E S T U D I A N T E S I (50 e s t u d i a n t e s ) .

E m p e z a r á n los e s t u d i o s el lo. de S e p t i e m b r e de 1983. El co m i e n z o es una función de r e a l i z a c i ó n del nuevo edificio en

el t e r r e n o de Cd. U n i v e r s i t a r i a . Para la e n s e ñ a n z a son v á l i d o s :

. . . P l a n e a c i ó n de e n s e ñ a n z a del 3 de M a r z o de 1982.

- P a n e a c i ó n de e n s e ñ a n z a y e s t u d i o del 28 de Junio de 1982. : : : R e p o r t e de medio año (anexo 3 / p . 5 ) del 12 de S e p t i e m b r e

-de 1982.

5. P R O Y E C T O S DE I N V E S T I G A C I O N .

Desde la f u n d a c i ó n del Instituto de O o l o g i a se han planeado dos p r o y e c t o s de i n v e s t i g a c i ó n que estaban d i v i d i d o s en 11 -S u b - p r o y e c t o s .

año de 12 de S e p t i e m b r e de 1982 p . 9 - 1 4 .

5 1 Fueron t e r m i n a d o s antes de e m p e z a r el programa de año nuevo lll r e s u l t a d o s ° p o d r á n ser''¡uíl1¿ados en corto t i e m p o .

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Proyecto 3.1 Geología del corredor Linares-Galeana. s u b - p r o y e c t o 3.1.1 Estratigrafía del Período Cretácico.

3.1.2 Modelo de Ambiente de Sedimentación. 3.1.3 Tectónica y T e c t o g é n e s i s .

3.1.5 Hidrología y Geohidrología Cárstica. 3.1.6 Mapeo geológico en detalle del Corre

dor Linares-Galeana.

3.1.7 Evaluación de Materias Primas.

Proyecto 3.2 Exploración de Arcillas en el Estado de Nuevo León .

s u b p r o y e c t o 3.2.1 Preparación de la sección estratigráfi -ca de la Sierra Madre Oriental en la --cercanía de Monterrey.

3.2.2 Evaluación Fotogeológica .

3.2.3 Análisis de Arcillas en las cercanías -de Galeana y M o n t e r r e y , N.L.

5.3 Nuevos proyectos de investigación.

S u b - P r o y e c t o 3.1.9 Mi ñera 1 ización de cobre en la Sierra de San Carlos (Tamaulipas) .

3.1.10 Sedimentación fluvial del Río Pablillo, (N.L.).

3.1.11 Las fuentes termales mineralizadas de -la región Cerro P r i e t o , Linares, N.L. Proyecto 3.3 Espeleogeología de las grutas de Bustamante,

-N.L.

El nuevo proyecto y los nuevos subproyectos pueden p u b l i carse en forma de reporte de investigación en un libro de español (con gastos de G T Z ) junto con los terminados y en -preparación antes del término del 1er. año.

/ >

ING. BEN *KL7F.OZ H E R N A N D E Z

/

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A

TELS. 2-25-43 Y 2-33-01 ARDO POSTAL No. >04 L I N A R E S . N . L.

D R . P E T E R H . E . M E I B U R G

Pftortsoa DI «loieciA

U N I V E R S I D A D A U T O N O M A ' D E N U E V O L E O N INSTITUTO DE GEOLOGIA

APARTADO POSTAL 104 67 700 LINARES. N. L.. MEXICO TELEFONOS 821-72543 V 821-23301

Dr. A L F R E D O PINEYRO LOPEZ RECTOR DE LA U . A . N . L .

P r e s e n t e

D a r m s t a d t , 12 Sept. de 1982

Estimado D o c t o r :

Envío a Usted el reporte de a c t i v i d a d e s de medio año para el período del 1o de Febrero de 1982 al 28 de A g o s t o de 1982. Para su c o n o c i m i e n t o .

A T E N T A M E N T E Dr. P. MEIBURG

P. P-P. P.

Lic. David Galván Ancira - V i c e - R e c t o r U.A.N.L. Sociedad Alemana de Cooperación Técnica (GTZ) Dr. Christian Spaeth - Inspector de GTZ

Dr. B. M ü l l e r - U s i n g - I n-sti tuto de Silvicultura

Ing. B. Muñoz H¿z. - Coordinador del Instituto de Geología Los m i e m b r o s del Instituto de Geología

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12 de Septiembre de 1982.

REPORTE DE MEDIO AÑO.

Para su presentación a la Sociedad Alemana de Cooperación Técnica (GTZ).

PROYECTO: Universidad Autónoma de Nuevo León, México.

Período del reporte: lo. de Febrero al 28 de Agosto de 1982. T e r m i n a c i ó n : lo. de Septiembre de 1982.

Los reportes siguientes enviados a la GTZ durante el período del reporte son anexos al presente reporte de medio ano.

1) Reporte sobre las experiencias a n t e s , durante y despues del viaje a México con informaciones para los colegas -del futuro proyecto (5 P.), 2 de Febrero de 1982.

2) Reporte sobre las actividades de las contrapartes mexi-canas (5 p.), 5 de Febrero de 1982.

3) a. Plan de trabajo (personal, e n s e ñ a n z a , proyectos cien tífi eos y equi po) .

b. Planeación del nuevo Instituto.

c. Plan de trabajo para un geólogo extranjero. d. Programa de enseñanza de Becarios.

e. Lista de necesidades de colecciones (58 p.), 3 de --Marzo de 1982.

4) E n s e ñ a n z a , plan de estudios y Memorándum de asistencia del proyecto (11 P - ) , 28 de Junio de 1982.

5) Programa de trabajo para el Jefe del equipo alemán --(5 p.), 29 de Julio de 1982.

1• Cubículos del Instituto

Un día después de llegar a Linares, Nuevo León, México (24.1.1982) había en el Instituto de la Ex-Hacienda de Guadalupe un total de 18 cubículos.

El uso de ellos es actualmente como sigue: 6 Cubículos Instituto de Silvicultura. 2 Cubículos Vice-Rectoría.

3 Cubículos uso común.

6 Cubículos Instituto de Geología.

1 Cubículo (ex-iglesia) sala dormitorio para los trabajadores.

La situación es difícil pero no crítica por que: - todos los miembros del Instituto aceptan

las dificultades.

- actualmente se construyen 6 cubículos en los terrenos de la Ex-Hacienda de Guada-lupe.

- algunos cubículos en la zona de laborato rios provisionales mejoran la situación.

2. Personal .

En el Instituto de Geología trabajan ahora:

2.1 Colegas Mexicanos del Proyecto:

1 Coordinador: Ing. Benito Muñoz Hernández. desde Julio de 1981.

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1 Geólogo Americano: Dr. Brooks D. Anderson II

Cooperación para a c o n d i c i o n a m i e n t o de Instituto común, ejercicios geológicos y clases de petrografía de rocas m a g m á t i c a s , planeación y realización de trabajo

geoló-gico de campo en el marco de proyectos de enseñanza e investigación.

1 Físico Mexicano: Lic. Víctor M. Aguilera R.

Enseñanza básica de los becarios en la asignatura de -f í s i c a , -física e x p e r i m e n t a l , cooperación en el trabajo del Instituto común, cooperación en programas de ense-ñanza e investigación de campo.

5 Becarios Mexicanos (Grupo 1)

Cuatro tienen terminado de Ingeniería Civil y un pasan te; iniciaron el estudio el 21 de Julio de 1981, empe-zando el estudio de geología en Febrero (1982). Todos los becarios de este grupo han tenido durante el tiempo del reporte continuamente y con gran interés participa-ción en todas las clases que hemos ofrecido.

3 Becarios Mexicanos (Grupo 2)

Todos con terminación de estudios Ingeniería Civil; empezaron sus estudios de geología el lo. de Julio de -1982: otros becarios han iniciado la misma fecha, pero se-han separado algunos días después de tener más cono-c i m i e n t o s sobre el tiempo de duracono-ción y necono-cesidades de

la carrera: las tres becas están d i s p o n i b l e s . 2 . 2 Contrapartes de tiempo parcial.

Ing. A. Cantú y contrapartes realizan la enseñanza de -química inorgánica para los becarios en Linares. El es responsable de este programa. La enseñanza no incluye la práctica de laboratorio.

4

-Lic. Imelda Chalita.

Enseña desde Febrero de 1982 el idioma inglés y a par-tir de julio las clases las imparte en las instalacio-nes de la Ex-Hacienda de Guadalupe.

H. Andre de M.

Enseña el idioma alemán en combinación con M. Greszus y después con M. de Flores, en un principio en M o n t e r r e y , y después en la Ex-Hacienda de Guadalupe.

2.3 Personal N o - C i e n t í f i c o .

En las instalaciones de la Ex-Hacienda trabajan las si-guientes personas para los Institutos de Geología y Sil_ v i cu 1 tura .

1 Secretaria e s p a ñ o l , desde febrero de 1982 incluyendo entre sus actividades la contaduría de los institutos además del transporte del personal entre Linares y la Haci enda.

1 Secretaria e s p a ñ o l a l e m á n , (Sra. Luisa M. M e i b u r g ) ; -medio tiempo, de febrero a mayo de 1982 en cooperación privada y con contrato desde mayo a la fecha con la -U . A . N . L .

1 Secretaria e s p a ñ o l i n g l é s ; para esta posición no se -ha encontrado una persona con calificación apropiada para desarrollar esta actividad.

Otras personas que trabajan en la Ex-Hacienda: 1 M a y o r d o m o ( d e s d e 1981)

1 Carpintero (desde febrero 1982) 1 Mecánico (desde junio 1982) 1 Cocinero (desde"junio 1982)

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UNIVERSIDAD A U T O N O M A DE NUEVO LEON

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A

T f f L S . 2-2S-«S Y 2-39-01 APDO. POSÌ

L I N A R E S . N . L .

5

-p si ini :

. i ! Ih ' ih

2.4. P e r s o n a l C i e n t í f i c o A l e m á n (contrapartes d e l p r o y e c t o ) .

1 Profesor de Geología (jefe de equipo):Dr.P,Meibura

(desde 24 de enero 1982). Ver misión de trabajo

(Anexo 5.)

1 P r o f e s o r de G e o l o g í a : D r . E . S e i b e r t z (desde 7 jnavo

1982).

1 P r o f e s o r de P a l e o n t o l o g í a : Dr- D S c h u m a n n / D a r m s t a d t (3 J u l i o - 6 A g o s t o 1982) e x p e r t o de corto p l a z o por u n m e s c o n 10 H s enseñanza cada semana.

3. E N S E Ñ A N Z A .

La enseñanza se h a r a l i z a d o durante el tiempo del reporte en d o s grupos.

G r u p o I (5 b e c a r i o s d e s d e febrero d e 1982) G r u p o II (3 b e c a r i o s d e s d e julio 1982)

El o f r e c i m i e n t o de las c l a s e s esta orientado hacia las n e c e s i d a d e s d e estudio de la geología en A l e m a n i a ,

(la. e t a p a , semestre del Io al 4) El obietivo es la e

"comparación (el plan con A l e m a n i a ) con las tareas que son la base para tener el nivel n e c e s a r i o para obtener el c e r t i f i c a d o del p r e - e x a m e n . D e s p u é s de los estudios , los b e c a r i o s M e x i c a n o s tienen q u e efectuar un p r e e x a -men',: tal c o m o en A l e m a n i a , el cuál es un requisito aue exigen las U n i v e r s i d a d e s (ver p l a n de enseñanza, anexo 4 d e l 28 d e junio 1982).

A s i g n a t u r a o b i i g a t o r i a ' G e o l o g í a / P a l e o n t o l o g í a .

. La enseñanza ofrecida c o n t i e n e clase, e j e r c i c i o s y p r a c t i c a s d e campo: se h a n realizado durante el tiem po del reporte las a c t i v i d a d e s siguientes (grupo I d e b e c a r i o s ) :

UNIVERSIDAD A U T O N O M A DI N U E V O L E O N

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A

raes. »•« « y s- s s ' o i > p d o p o s t a l n o. te*

LINARES. N. L.

6

-(1) Elementos de Geoloqla ( Meiburg)

terminado

(2) Geología estructural / Tectónica (Meiburg)

en proceso

(3) Geología histórica (Seibertz)

en proceso

(4) Práctica de campo (Anderson, Meiburg, Seibertz)

en proceso

(5)• Práctica de campo individual con asesoria (Ander

son, Meiburg. Seibertz)

iniciado.

(6) Paleontología ( Schvunann )

casi terminado.

(7) C o n s t r u c c i o n e s anatómicas d e los grupos inverte-b r a d o s m a s importantes. (Schumann)

terminado.

E n los m o m e n t o s actuales e x i s t e n serias d i f i c u l -tades d e b i d o a la falta de equipo ó p t i c o (Microsco-pios) . m a p a s aeologícos, literatura e s p e c i a l i z a d a ; muy crítica es la falta de colecciones d e p e t r o a r a f í a y — p a l e o n t o l o g í a , en caso de tardanza de entreaa d e equipo no será posible realizar el 1er. p l a n de enseñanza en el tiempo p l a n e a d o , n i tampoco m á s a c t i v i d a d e s d e los m a e s t r o s y becarios.

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UNIVERSIDAD A U T O N O M A DE N U E V O LEON

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A

TELS. 2-25 41 V 2-3S-01 APDO. POSTAL No. «04 L I N A R E S . N. L.

7

-Este tipo de forma de enseñanza fué muy efectiva (a

pesar de la devaluación del peso y del esfuerzo que los

participantes tuvieron que hacer).

E l G r u p o IX de b e c a r i o s h a empezado con las clases (1) (3), (4), (5), y t e r m i n a d o (7).

Asignatura obligatoria Mineralogía/Petrografía.

Introdución básica de la asignatura ha comenzado

(1) Petrografía: Rocas magmáticas (Anderson).

(2) P e t r o g r a f í a : Rocas s e d i m e n t a r i a s (Meibura/Sei'bsrtz) En septiembre de 1982 i n i c i a r á el Dr. Hubberten la e n s e ñ a n z a de M i n e r a l o g í a e n u n a forma intensiva. A q u í la falta de m i c r o s c o p i o s d e polarización v de sec ciones d e l g a d a s es c a t a s t r ó f i c a para el progreso d e la clase (Optica básica de los m i n e r a l e s formadores de rocas ).

N o h e m o s tenido p r o g r e s o con el acondicionamiento de r o c a s sedimentarias, m a g m á t i c a s y metamórficas i n -c l u y e n d o se-c-ciones d e l g a d a s y los m i n e r a l e s más -comunes para la enseñanza. N o fue p o s i b l e acelerar la entrega de c o l e c c i o n e s aue han sido o r d e n a d a s en febrero d e

1982 en los Estados U n i d o s . ^ c i g n a t u r a Química I n o r g á n i c a .

La enseñanza está en m a n o s d e profesores M e x i c a n o s (ver p u n t o 2.2.) o f r e c e m o s a los becarios una p a r t i d — Dación en un curso práctico d e o u í m i c a inoraánica en la U n i v e r s i d a en A l e m a n i a , e s p e c i a l para aeóloaos en el período d e receso escolar.

A s i g n a t u r a Física Experiment.a_!___

La enseñanza es c o m p a r a b l e con las necesidades en A l e m a n i a .El Grupo I de b e c a r i o s ha t e r m i n a d o i n s t r u c c i ó n

UNIVERSIDAD AUTONOMA DE N U E V O LEON

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A / TECS. 2-23-43 Y S-33.0I A P D O P OS T A L No. ,04

L I N A R E S , N. L.

8

-sobre Física Experimental en julio d e 1982. Ofrecemos la participación de u n curso e x p e r i m e n t a l p o r u n se-m e s t r e en la Universida que los r e c i b i r á en Alese-mania.

Enseñanza del Idioma Alemán.

A l fin del tiempo de preparación en L i n a r e s tienen conocimientos del idioma Alemán que n o son suficientes para empezar los estudios en A l e m a n i a , tendrán que par ticipar en las Universidades d e Clausthal y c a r m s t a d t en cursos intensivos. L a duración está p l a n e a d o para 3 meses.

Enseñanza del Idioma Inglés.

La calidad de la enseñanz¿ del idioma no es obli-gatoria para la continuación del estudio en A l e m a n i a , pero los geólogos M e x i c a n o s d e l futuro tendrán necesi dad de publicaciones en el idioma inglés y es indispen sable tener conocimientos del m i s m o .

L o s conocimientos actuales n o son suficientes. Proyectos d e investigación;.

El Instituto d e Geología de la U.A.N.L. ha planea do para el primer año dos proyectos d e investigación son divididos e n 11 subproyéctos (ver anexo 3. plan d e trabajo de 3 de m a r z o de 1982.)

T o d o s los factores siguientes:

Posibilidad d e realización con el personal que exis te en el Instituto

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I N S T I T U T O D E G E O L O G I A

TELS. 2-25-43 Y 2-33 01 APOO. POSTAL No. 104 L I N A R E S . N. L.

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-Preferencia de las actividades cientificas en el campo P a r t i c i p a c i ó n de los b e c a r i o s

T e r m i n a c i ó n del tiempo de trabajo a 2 años Utilidad económica de los p r o y e c t o s

S o l u c i ó n a los p r o b l e m a s y necesidades del Edo. de N . L., con preferencia e n la zona de Linares.

1. S u b p r o y e c t o 3.1.1.

P a r a mejorar los c o n o c i m i e n t o s d e estratigrafía de las formaciones Cretácicas en la Sierra Madre O r i e n t a l se h a n analizado p e r f i l e s largosy p e r p e n d i c u

lares a los eies de las m o n t a ñ a s . El espesor total a -ditivo d e las capas analizadas tienen casi 9,500 m

Este trabajo es la base p a r a construir u n plano qeoló gico .

P a r t i c i p a n t e s : Los m i e m b r o s del Instituto y los beca-rios d e los grupos I y II

Estado actual: Ha progresado tal como lo planeada 2. S u b p r o y e c t o 3 . 1 . 2 .

El desarrollo de un m o d e l o de construcción de am-b i e n t e durante el período C r e t á c i c o en la región ñores te de M é x i c o es una función d e análisis d e D e r f i l e s es

tratiqráficos que son la base para la solución de p r e — y

guntas p a l e o g e o g r á f j.cas y aprecias los depósitos d e pe tróleo en ésta región.

Material para analisis p o s t e r i o r e s h a sido coleccionado en el campo, ordenado y almacenado en la Hacienda.

La p r e p a r a c i ó n de material para su análisis no ha sido posible debido a la falta de e q u i p o de laboratorio. P a r t i c i p a n t e s : todos los m i e m b r o s del Instituto , qrupos de b e c a r i o s I y II.

- Estado actual: Ha progresado tal como fué planeado.

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A

T E L S 2-2S-43 Y 2 33-01 APDO. POSTAL No. 104 L I N A R E S . N. L.

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-• 3. S u b p r o y e c t o 3.1.3

La tectón ica d e la Sierra M a d r e Oriental fué formada p o r la Revolución Laramídica h a c e 65 millo nes d e años.

Las actividades se concentraron a los dos corredo-res entre M o n t e r r e y y L i n a r e s , estando aun en la etapa c u a l i t a t i v a . A l g u n a s preauntas especiales d e tectogénesis v las formaciones estructurales han tenido algún progreso.

Con la asesoria del Centro de Educación Audiovisual de la U.A.N.L. en M o n t e r r e y estamos p r e p a r a n d o una película d e demostración en este tema.

P a r t i c i p a n t e s : Meiburg y gruDo I de Becarios.

Estado A c t u a l : Ha habido cambios desDués de la pla-neación.

Los p r i m e r o s resultados v la película van a s e r m o s trado en el Congreso de Geología Latinoamericana en n o v i e m b r e de 1982, en Gottingen. Alemania.

4 - S u b p r o y e c t o 3.1.4

En la Sierra M a d r e Oriental se han depósitado durante el período J u r á s i c o Superior yacimientos d e v e s o , en éste depósito (yeso y halita) se han forma do durante la Revolución Laramídica domos de sal en las zonas d e los ejes de los anticlinales, dichos d e p ó s i t o s d e sal están en la superficie o muy cerca y han sido afectados por la solución en proporcio-nes y p r o f u n d i d a d e s diferentes.

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-n u c l e a d a , al fi-n de aaosto la perforació-n te-nia 260 m , todavía e n e l yeso.

P a r t i c i D a n t e s : V . M . A g u i l e r a , B. A n d e r s o n , P . M e i b u r g B. M u ñ o z , G r u p o I d e b e c a r i o s .

Estado actual: terminado, d i c t a m i n a d o un peligro po-tencial para la ciudad d e G a l e a n a de lo cual fué avi sado el rector de la U . A . N . L . y el gobernador de N.L. La p r e s e n t a c i ó n de los r e s u l t a d o s d e la investigación

se hará en Gottingen (exposición v película) la publi cación y el resumen ( imprenta).

S u p r o y e c t o

3.1.6-E1 p r o y e c t o Hidrología e Hidrogeología carstica del Cañón Santa Rosa, n o h a sido iniciado.

Suproyecto 3.1.6

La realización de este p r o y e c t o es una función del progreso d e los p r o y e c t o s 3.Í.1 y 3.1.2 La p r e p a r a -ción del mapa geológico del corredor Linares-Galeana se ha iniciado en algunas p a r t e s . E n dicha preparación participan los becarios del Grupo

I-Participantes: B. A n d e r s o n , P. M e i b u r g , Becarios grupo I y se incorporaran D r o x i m a m e n t e los del grupo II.

Estado actual: El p r o g r e s o es m á s lento que lo planea do.

Subproyecto 3.1-7

La prospección de m a t e r i a s primas esta sin éxito espectacular- La primera etapa del análisis se ha rea lizado en un depósito de cobre en la Sierra de San -C a r l o s , Tamaulipas v en y a c i m i e n t o s de yeso de Galea

n a . N.T..

P a r t i c i p a n t e s : B. A n d e r s o n , F. M e i b u r g . B. Muñoz, E. Seibcrtz .

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TELS 2-25-43 V 2-39-Ot APDO. POSTAL No. 104 ; linares, N. L.

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-Becarios grupo I .

Estado actual: iniciado. 4.8. Subproyecto 3.1.8

Una de las p r i m e r a s actividades comunes fué el m a p e o de los terrenos de Ciudad U n i v e r s i t a r i a con geología en detalle . Los r e s u l t a d o s h a n sido mostrados en un mapa geologíco , u n plan de uso de suelo y un p l a n o d e estabilidad del terreno en una escala de 1:5,000, las perforaciones Dosteriores fueron muy efectivas. L a investigación es la base para el plan d e construcción de e d i f i c i o s y el uso del terreno d e la nueva Universidad.

Participantes: V - M . A g u i l e r a . B. A n d e r s o n , P. Meiburg, B. M u ñ o z , B e c a r i o s del grupo 1.

Estado actual: L o s resultados serán presentados en una publicación.

4.9. Subproyecto 3.2.1

El analisis d e estratigrafía d e la -.Sierra Madre Oriental en la c e r c a n í a de M o n t e r r e y dará como resul-tado la estimación de materias primas básicas en gran-des cantidagran-des en lugares cercanos a la industria

(Caliza, D o l o m i t a , Yeso, Arenisca y Arcilla).

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TELS 2-25-41 Y 2-33-01 ARDO. POSTAL No. 104 L I N A R E S. N. L.

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-¡l!¡

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Participantes: V.M. Aguilera, B. Anderson, P.Meiburg B. Muñoz, Grupo I Becarios.

Estado actual: La parte de trabajo en el campo de — este subproyecto ha sido terminado en julio 1982. La colección de muestras es grande y está almacenado en el Instituto. El progreso del trabajo es una fun-ción de equipo de los laboratorios y de acondiciona-miento del equipo óptico.

4.10 Subproyecto 3.2.2.

La interpretación fotogeológica básica es un me todo auxiliar para realizar los subproyectos 3.1.3 a 3.1.7 tenemos las aerofotos de las secciones transver sales d e las regiones Linares y Monterrey. La inter-pretación se realiza con la ayuda de un estereoscopio simple de espejos, en el estado actual solamente para la planeación de las actividades del campo.

4.11 Subproyecto 3.2.3

El análisis de arcilla en las cercanias de Mon-terrey y Galeana no ha sido iniciado. Los trabajos son una función del progreso del acondicionamiento de los laboratorios de sedimentología y geoquímica. Participantes: V.M. Aguilera y E. Seibertz en planea ción y desde Sept. 1982, Dr. Hubberten.

Estado actual: N o iniciado.

5. Preparación de becarios Mexicanos para sus estudio en Alemania.

El grupo I de becarios debe hacersdespués del

plan de enseñanza en la mitad ce diciembre de 3£82 un prc-examen en Linares que es comparable en calidad

iqnaturas de institutos geológicos y paleen con las asig

tológicos en Alemania

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-Para lograr este objetivo tué y es necesario renunciar a tiempo libre durante el programa de enseñanza, lo — cual fué aceptado por los becarios.

Gran importancia para la realización del programa es la adquisición de los microscopios de polarización y las colecciones (rocas, minerales y fósiles) y los aparatos y secciones delgadas para enseñanza y ejerci-cios; hasta ahora no ha sido posible recibir el material básico, el cual es urgentemente necesario. Probablemen-te no es posible Probablemen-terminar en el tiempo planeado.

Después del pre-exámen (en el plan actual el 15 de Enero de 1983) saldrán 3 Becarios al Instituto Geológico d e la Universidad Técnica de Claustnal y 2 a la Universidad Técnica de Darmstadt, al Instituto Geologico Paleontoló-gico .

Entre la u.A.N.L. y los dos Institutos Alemanes, se es-tan preparando convenios de cooperación, los cuales in-cluyen la posibildad de formalizar acuerdos concretos necesarios en algún momento.

La enseñanza en la segunda parte del estudio tiene una duración de 1£ meses e incluye un curso de introducción al Idioma Alemán (curante este tiempo los exámenes no están planeados).

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-de c o o p e r a c i ó n entre la U . A . N . L . y el Instituto Geoló-g i c o P a l e o n t o l ó Geoló-g i c o de la U n i v e r s i d a d de GottinGeoló-gen. Instalación d e los cubículos del Instituto provisional en la E x - H a c i e n c a de G u a d a l u p e .

Durante el tiempo de reporte fueron amueblados y elec-t r i f i c a d o s los cubículos. E n dos cubículos se han p u e s to i n s t a l a c i o n e s sanitarias.

En todos los cubículos ha sido instalado clima, pero a c t u a l m e n t e n o es posible su u s o por que el voltaje de la red eléctrica es muy bajo. L a adquisición del m a t e -rial d e oficina y dibujo está realizado. Los libreros, v i t r i n a s y e s t a n t e s para el almacenaje de las m u e s t r a s está terminada d e acuerdo con lo planeado.

C o n s t r u c c i ó n de los laboratorios provisionales.

En c o o p e r a c i ó n con el d e p a r t a m e n t o de Construcción -de la U . A . N . L . , se h a iniciado durante el tiempo del

reporte la construcción de los laboratorios en u n edi-ficio aparte de la casa grande de la üx-Hacienda:

L a b o r a t o r i o para preparación de m u e s t r a s , sedimento-looia, g e o q u í m i c a , preparación d e secciones d e l g a d a s , almacén de colecciones, incluyendo núcleos ce p e r f o r a -ción, un c u b í c u l o para balanzas y un almacén para equi-po óptico. El ccificio estata casi listo para el fin de A g o s t o .

Plancacj ón del n u e v o edificio del Instituto de Gec]_ooía El plan del n u e v o Instituto ce Geología en el Ierre

UNIVERSIDAD AUTONOMA DE NUEVO LEÓN

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A

TELS. 2-25 43 V 2-33 01 APDO. POSTAL No. 104 L I N A R E S . N. L.

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-de Ciudad U n i v e r s i t a r i a al Sur -de Linares, fue dis-cutido en diferentes r e u n i o n e s con los A r q u i t e c t o s d e la U.A.N.L. A finales d e J u l i o d e 1982, la p l a n e a c i ó n ha sido terminada; el nuevo edificio esta planeado para 300 estudiantes y deberá tener las carreras d e

C i e n c i a s de la Tierra m á s importantes, en este edificio están integrados un m u s e o g e o l ó g i c o , salones para en-señanza básica d e C i e n c i a s N a t u r a l e s (Química Inorgá-nica, Física E x p e r i m e n t a l y M a t e m á t i c a s ) . Ha sido cam-biado el primer plan (ver a n e x o 3 y 5 de M a r z o de 1982) de ser realizada la construcción d e una sola fase y el edificio en un solo n i v e l , p e r o es posible, en caso de más necesidades el aumentar la construcción horizontál y verticalmente.

H e m o s asesorado al Departamento de Construcción de la U.A.N.L. sobre la planeación de u r b a n i s m o de la nueva Ciudad Universitaria. La base para el proyecto fué el u s o de un p l a n o de uso de suelo y p l a n o geológico rea-lizado por el Instituto de Geología.

Colaboración con la biblioteca del Instituto.

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UNIVERSIDAD A U T O N O M A DE N U E V O LEÓN

I N S T I T U T O D E G E O L O G I A

TELS 2-25-43 V 2-33-01 ARDO POSTAL N o . 104

L I N A R E S . N . L.

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-P r i m a s cíe Kannover h a ofrecido g r a t i s el servicio de información sobre la literatura c i e n t í f i c a .

El Instituto de Geología tiene por eso un registro c o m -p l e t o ce todas las -p u b l i c a c i o n e s d e Ciencias d e la Tie-rra que tratan de M é x i c o (mas d e 1,000 citas).

10. V e h í c u l o s del Instituto

El Instituto de Geología en L i n a r e s dispone d e los si-g u i e n t e s v e h í c u l o s para sus a c t i v i d a d e s d e campo:

1 Camioneta 2 J e e p s 1 Combi V W

11. P e r m i s o d e Trabajo

A c t u a l m e n t e está sin resolverse los p e r m i s o s para trabajo y estancia de tocos los m i e m b r o s A l e m a n e s del proyecto. El transporte de equipaje oficial y personal n o fué bue-no durante su paso por EE. U U .

M á s informaciones están c o n t e n i d a s en los reportes de la GTZ (ver p. 1)

A T E N T A M E N T E

P. MEIDURG

/

P. D. A n e x o norarios F e b r e r o - A g o s t o de 2982 (Sp)•

' N 5 T, TU TO D E g e o l o g í a TELS. 2-25.43 V 2-33 0,

L I N A R E S N. L.

ANEXO h o r a r i o s f e b r e r o - a g o s t o de 1982 (8 p . )

A T E N T A M E N T E

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(25)

UNIVERSIDAD AUTONOMA DE NUEVO LEON

INSTITUTO D E GEOLOGIA

V. CARRANZA 200 PTE. TELEFONO J - 2 5 - 4 3

AneXO 1

APDO. POSTAL No. 104

L I N A R E S , N . L .

15.2.1982

PLAN DE TRABAJO DEL INSTITUTO DE GEOLOGIA« U.A.N.L»

Periodo Febrero 1982 - Enero 1983

1. PERSONAL

2. ENSEÑANZA

3. PROYECTOS

4. EQUIPO

1. PERSONAL (Instituto de Geologia)

1 oí 1 5 _ ? e b r e r o _ l 2 8 2 _ £ P o s i c i o n e s _ a c t u a l

1 Coordinador: Ing. B. Muñoz Hdz.

1 Prof. de Geologia: Dr. P. Heiburg

1 Prof. de Geofisica: Lic. V. Aguilera Reyes

5 Becarios

005 Secretaria (español): G. Ramirez de L.

0«3 Conserje

1 ^ 2 l _ M S £ £ 2 _ 1 2 § 2 _ £ N u e y o _ £ e r s o n a l }

1 Prof. de Geologia: Dr. B.Anderson

3 Prof. de Quimica: M/H Ing. A. Cantu

QBP S. Guerra

10 Ve Prias

1 Prof. de Ingles: M/H Lic. I. Chalita

1 Prof. de Alemán: M/H H. Andre de Medina

l o l_Abril_1_282

0*5 Secretaria (con conocimientos ingles/aloman): N.N.

1 . 4 1 _ H a v o _ 1 9 8 2

.1 i-rof. de Geologia: (Dr. E. Seibertz)

2 ± 5 _ _ 1 _ J u l i o _ l 9 8 2 _

1 Prof. de Paleontología (por 1 mes): (Dr.D.Scfcunann)

6 Becarios

1 . 6 2 _ S e n t i e m b r e _ l 9 8 2

1 Prof» de Geologia/Mineralogia: (Dr. H.-W.Hubberten)

1 Secretaria (espanol/ingles): N.N.

(Secretaria G.Ramirez de L. pasara a Silvicultura;

M/H Maestro por horas

NoNo No nombre

Plantilla de Personal/Horario

1) 1 Coordinador: Ing.B.Muñoz Hdz.

Prof. de Geologia: Dr«P.Meiburg

Prof. de Geofisica: Lic.V.Aguilera R.

Profo de Geologia: Dr.B.Anderson

Prof. de Geologia: Dr. E.Seibertz

Prof,

F M Á H J J A S O . N D E

2)

3)

4 ) 5 )

6)

de Paleontologia: M/H

Dr.DoSchumann

7) 1 Prof. de Mineralogía: Dr.H.W.Hubberten

8a)1 Prof. de QuimicasM/H Ing.A.Cantu 1

8b)1 Prof. de QuímicasM/H QBP S.Guerra >

8c)1 Prof. de Quimica:M/H IQ V.Prias

J

9) 1 Prof. de Ingles: M/H Lic.I.Chalita

10) 1 Prof. de Alemán: M/H H.Andre de M.

11) *5 Becarios (Grupo I)

12) 6 Becarios (Grupo II)

13)'0,5 Secretaria (español): G.Ramirez de L.

14) 1 Secretaria (espanol/ingles): N.N.

15) 0,5 Secretaria (ingles/aleman): N.N.

(26)

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Anexo 1

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Anexo 1

PROYECTOS DE INVESTIGACION

• Xos -proyectos del Instituto de Geología para el primer

'^ano {periodo: Febr. 82 - Ene. 83) han sido programados

teniendo en cuenta los siguientes factores:

Personal limitado al contratado por el Instituto

Aprovechamiento de las experiencias de los expertos

en proyectos similares

Considerando la falta de equipo básico, las actividades

se orientaran principalmente a la investmgaci&n en

• el campo •

- Participación de los becarios en los proyectos v

subproyectos

J

limitación de la duración de proyectos a 2 anos

Beneficio economice significativo como resultado

de la investigación

(33)

Anexo 1

^PROYECTOS DE INVESTIGACION (Vista general)

g

0

1 Geologis_del_Corredor_Linares_-_G

Sub-Proyectos

3.1.1 Estratigrafía del periodo Cretácico

3.1.2 Modelo de ambiente de sedimentación

3.1.3 Tectónica y Tectogenesis

3.1.4 Modelo de JDiapirismo y Erosion

3.1.5 Hidrología e Hidrogeologia carstica

3.1.6 Mapeo geologico en detalle del corredor

Linares-Galeana ' ..

3.1.7 Evaluación de materias primas

3.1.8 Mapa geologico de C.U. Linares y Plan de uso

del suelo

Exrploracion de arcillas en el estado_de_No_Lc

-Sub-Proyectos

3.2.1 Preparación de la sección estratigrafica de la

Sierra Madre Oriental en la cercania de Monterrey

3.2.2 Evaluación Fotogeologica

(34)

3*1 Proyecto: GEOLOGIA DEL CORREDOR "LUIARSS—GALS&NA '

•Con al presente se iniciará el estudio geologico general

.en detalle del Estado de Nuevo León. Esta región presenta

caracteTis'tricas geológicas importantes, ya que en ellas

se encuentran expuestas gran parte de las formaciones

mesozoicas que componen la Sierra Madre Oriental asi

como la tectónica de la zona« Al mismo tiempo, se tiene

una gran accesibilidad al area de estudio. Por lo anterior

mencionado, es también fácil la incorporacion de los

becarios al trabajo en el presente proyecto«

3« Subproyecto£^ Estratigrafía del Periodo Cretácico

.Resumen:

JS1

estudio d.e la estratigrafía es basica en la

preparación de otros estudios geologicos. En la región

Linares-Galeana se tienen exposiciones de grandes espesores

de formaciones cretácicas (mas de 3 km de sedimentos),

¿suyo estudio permitirá establecer correlaciones con otras

áreas de exposxexon en la Sierra Madre Oriental,

„JEL acceso a los lugares de exposición es tal que permitirá

.la -incorporasion inmediata de los becarios a las areas de

, estudio, ademas de poder integrar los. resultados al marco

general de la Geologia del Estado de Nuevo León.

OBJETIVOS

Se- pretende conocer y definir en detalle la secuencia

sedimentaria--cretácica estudiando .las rcaracteristicas

petrográfi cas de las rocas para'interpretar la sucesión

.edad y facies para conocer su evolución en el tiempo

geológico*

METODOLOGIA

.Empezando en la base del periodo en la cercania de

Galeana es necesario estudiar capa por capa, con esta

forma de trabajo es posible conocer la forma de

depósito en la dirección del tiempo. El trabajo

incluye una descripción de las rocas conymetodos

simples de campo. 'Es necesario estimar,el espesor

de los estratos, describir las estrucj^ras sedimentarias

utilizar Has clasificaciones modernas de calizas,

también es necesario registrar y estudiar los fósiles

para determinar la edad de los estratos. Es posible

interpretar la forma de sedimentación de los estratos

en el -campo, pero-es necesario colectar muestras para

el anal i sis de facies y. distribución espacial de fósiles.

El proyecto terminará con la presentación de la secuencia

.de todo -el periodo... IJna vez obtenidas las muestras es

^necesaria analizarlas en el laboratorio, para lo cual es

impresindible procesarlas en forma de laminillas para

obser-varlas al microscopio y hacer s u clasificación.

FLAN DE TRABAJO

El trabajo se desarrollará con exposiciones teóricas

acerca de las tareas a realizar y con actividades de

campo con dos jornadas por semana, iniciándose con la

participación de todo el grupo, para cambiar en una

segunda etapa-con una labor en grupos pequeños. .El

inicio se tendrá en el mes de febrero para terminar

(35)

Coordinacion de Sub-Pnyecto

Dr. P. Meiburg

Participación intensiva

Dr. B. Anderson

-Dr. .K. Seibertz

Participación en grupo

Geof . V.

Aguilera

Jng. B. Muñoz

Dr. D. Schumann

5 Becarios (Grupo I )

EQUIPO

Parte correspondiente al trabajo de campo

2 Vehiculos

Fotografías aereas

Planos geológico*

5 Estereoscopios

Equipo y material de dibujo

6 Martillos

6 Brujulas

5 Mochilas

Pintura

Combustibles y Lubricantes

Viáticos

Parte de laboratorio

2 Cortadoras 6 Microscopios

4 Pulidoras Material de vidrio

Reactivos químicos Almacén de muestras

Anexo

1

3.1.2 Sub-Vro yecto "MOVELO VE

AMBIENTE P£

SEV1MEHTACION"

Re*umen: En el periodo Cretácico de ta Sierra Madre Oriental

del Norte todo* Lo* sedimento* iuerón depo*itado* en condicione*

marina*, En e*te periodo *e han ¿ornado principalmente caliza*

y roca* carbonatada* motilando *en*ible* variacione*

en

el

ambiente de depó*ito. Con ayuda del análi*i* de micro ¿acie*

como la uóada en la indu*tria petrolera e* posible describir

concretamente ta profundidad de depocitación, velocidad de lab

corriente*, el contenido de *ale* y la* a*ociacione* de ¿auna.

OBJETIVOS

a) Conocimiento de la* condicione* de dejpo*itación de ta*

roca* afilorante* en 'el área

b) Elaboración de un modelo de *edimentación

c) A

náli*i* de lo* cambio* de ambiente en lo* *entido*

horizontal y vertical

dJ Aplicación a la exploración petrolera

METOVO LOGÍ A

En el análi*i* del ambiente de *edimentación e* nece*ario

el e*tudio e*tratigrá¿ico previo (*ubproyecto 3.1.1). La*

ba*e* de análi*i* de la* roca* carbonatada* *on la* cla*i¿icacione*

derTOLK

{ 7 959) , GKABÁl« ( 7 962 )

y VUNH

AM ( 7 965 ) .

E*to* modelo*

han *ido e*tandarizado* en la indu*tria petrolera. El u*o de

e*-to* modelo* ha propiciado grande* progre*o* en la exploración

de petróleo en mucha* parte* del mundo. La interpretación tiene

tre* etapa*.

I. La interpretación durante el trabajo dt campo paJLa la

obtención del perfil.

II. Colección de mue*tra* .con tipo* de *edimentación variada

para *u análi*i* de laboratorio; cortado, de*va*tado y

pulido de mue*tra¿ a*i como la preparación de *eccione*

delgada* y lámina* tran*párente*.

E*tudic. de lámina* con ayuda de micro fichero y e*tudio de

(36)

Anexo 1

III, En

una etapa mas avanzada, se harán ¿nvcstlgtLclones

geoquímicas; .estimación de contenidos pequeños de ¿a

. 1t.taiU.6n • £ * - M n << Ca-Mg if an¿t£¿¿¿6 de te-ó-ío-ó de n o .

. catibo nato s haciendo uso

de de

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-de

rayos.X espectro fotometría.

.TEVSOUAd.

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Pt. PeíeA Melburg

:

P*. Brooks Anderson

Vr. E. Se.lbcA.tz

.Vr. H.-W. Hu.bbcA.tcn

.Geo f, Vicio* Aguilera

Jng

.

Benito Muñoz

11 Becarios

EQfflPO

Equipo y material pana pA.cpaA.aA. secclones delgadas y láminas

transparentes:

1 Espectro fotometro de Absorción Atómica

1 SlfractrÓmetro de Rayos

X

Reactivos químicos

Material de vidrio

2 Ulero ficheros [para estudio de lámina* transparentes)

7 Pro yector de diapositivas

Microscopio de polarización

Equipo de fotografía 11 camara y equipo de revelado)

AA.ch.lvo de Ziminas delgadas

Almacén de rocas (pulidas)

7, 3

SU&~

r

PR&¥FÜTO

" "^TECTO^/ICA y

TECTOGENESIS"

Seamnen* :&4L._Sn&*a. Itetex.Oriental fue-plegada. des-puzs de ta

deposltaclón del periodo CA.et6.clco, durante ¿a orogénesis ¿a

reglón de sedimentación se lúe acortando por los ptegamlentos

y deformaciones producidas por los movimientos. Se determinar*.*

las grandes estructuras.por medio de lotos aereas y vuelos de

reconocimiento /<lreconstruirán las estA.uctuA.as subterráneas,

avaluación del -transpsAte tectónico y la cronología de la

deformación.

*" UBJt I i VOS

Se pretende obtener los mapas de es fuerzo-deformación, asi

como los mapas del movimiento de la lltÓsfera y las causas

que la oA.lglnaA.on haciendo una estimación de los eventos

orogénlcos en el tiempo. Los resultados de este sub-proyecto

son.parte complementarla del mapa de Geología General del

...

arca de estadio y-del mapa pallaspdstlco.

VCETOVD LOGIA

•Se conocerán las deformaciones de las rocas sedimentarlas

expuestas en la superficie mediante mediciones con brujula

y cinta de ¿os. echados, rumbos, magnitud de lracturos y su

orientación en el campo, auxiliándose en la observación de

i*,

fotograflás aereas para controlar las grandes estructuras

por medio de.Imágenes estereoscópicas* La Interpretación

de los datos de campo se hará mediante representaciones

•grafleos en redes de Schmldt

(

proyecciones azimutales de

Lambert) de donde ¿c obtendrán los perfiles estructurales

: para la estimación de los desplazamientos de las masas de

(37)

J dentificació n de. tas estructuras medianas

úbtención de dato* con la ayuda de brújala

Vibujo de diagrama* tectónicas

.e

interpretación

y reconstrucción de las condicione* de

e* fuerzo* -deformado ne*

Mapeo estructural delarea, tomando como ba*e

al perfil del corredor Linares-Galeana mediante

ob*ervacione* de campo, interpretación de

fotografia* aerea* y vuelo* de reconocimiento.

PERSONAL

Coordinación de .Subpro yecto

Vr. P.Meiburg

Participación inten*iva

Participación en grupo

Ing. B. Muñoz

Geof- V.Aguilera

1 grupo* de becario* [11 per*ona*)

EQUIPO

Vehículos

fotografia* aerea*

Plano* geológico* y topográfico*

.Estereoscopio*

Mzsade dibujo

Vede* de Schmidt

Equipo y material de dibujo

Bibliografía

Martillo*

12 Brújala* [6 Breithaupt y b

.CIAR

{="frciberger Kompa**)

Mochila*

Pintura

Combu*tible* y lubricante*

Viático* y altimetro*

PLAH VE TRABAJO

Primera etapa

^Segunda etapa —•

Tercera etapa

Cuarta etapa

.SUB-TROYECTO

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M0VEL0 VE VJAPJRJSMO. V EROSTOW

fc*Í?**«rrnEir3 -pz&xzrdo Jarás lno.Sup&uL&rnnZes del tz.zt&dc.o'

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Laguna de ^ocaipro fundidad y alta concentración salina,

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c.pnnducicadas^. .

JIMCOA

zuaporita* como yeso y-hatlta, -es-tué roca*

están presentes en la profundidad y han *ido cambiada* por la

ero*ión *ubterránea [*ubero*ión]. En la región de Galeana hay

una .a* o dación de formacione* variada*, e*ta reglón muestra

un-modelo ~ de gran importancia. El anallsis de e*ta* e*tructura*

ofree. la po*ibilidad de con*truir un modelo para el conocimiento

S

L

L

.otras ^zstnur turas que presenten similitudes con ellas.

OBJETIVOS

1) Conocimiento de lo* domos producidas -por ¿a diferenda de

densidad de la* roca* evaporita* con *u* vecino*.

2) E*tudio de la ero*ion producida en la* roca* evaporita*.

JU Vefinición de. trampa* eslrudunnle* para ta..industria petrolera.

.4) Veterminaclén de minerales asociados con las evaporita*

. y su posible explotación.

WET0V0L0G1A

'Mapeo en el campo con toma de muestra*, medición de la*

/

manife*tacione* car*tica* en la zona Galeana, analisis quimico

de la* aaua* y reconstrucción de la* e*tructura* car*tica*.

TLÁK VE TRABAJO

Ia. parte? ..visita de -estjuxcXura* y mapeo en el campo con

ayuda de aereo fotografia*.

:la:.parte: .. Medición-de profundidades de aq¡ua. Batimetría

Eji -ta Laguna de Labradore*, mue*tra* de roca* evaporita* y

(38)

J*rparte? Análisis en el laboratorio del contenido de aniones

con el equipo de espectrometría de absorción atómica.

TTRSOVAL

Coordinación de Subproyecto

Vr. P.Melburg

Participación Intensiva

¥anticipación en grupo

Vr. H.W. Hubberten

Grupo l de. becarios

(5)

¿Grupo II át.-becarios [6]

EQUIPO

Como subproyecto 3.1.2

-g&Aiimen: .. ±

XL

JiegJJ) n Galcana-linares . esta comprendida, en

¿-.parte, en la cuenca hidrológica del .Rio Santa Rosa. El

.. volumen de descarga anual no ha sido estimado por lo cual es

conveniente estudiar tanto el flujo superficial como

sub-terráneo para dltectar la posibilidad de un futuro aprovechamiento

para el futuro requerimiento de la Cd. de Linares.

Este programa, nectsita Un periodo de observación de 2 años

mínimo des pues de los cuales se continuará para tener resultados

mas dlflnltlvos.

ta presencia, de rocas calizas en esta área y las manifestaciones

superficiales del fenómeno cárstico en ellas hace suponer la gran

. Importancia del mismo para el. movimiento del agua subterránea.

OBJETIVOS

7.

Vetermlnaclón de las posibles formadones aculferas

1. Estimación de la red dejflujo cárstica

3. Cuantlflcaclón del recurso agua

localización de zonas de mayor probabilidad de explotación

i-METOVO L0G7 A

1. Análisis -de los registros de las estaciones meterologlcas

existentes en el area

2. Elaboración de un mapa hldrogeologlco

3. Estimación de la precipitación y volúmenes de es curamiento

superficial

Estimación de los volúmenes de infiltración

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