Texto completo

(1)

•w

Facultad de Ingeniería Mecánica y Eléctrica

de la U . N . L.

ASOCIACION MEXICANA DE INGENIEÜOS MECANICOS Y ELECTRICISTAS, A. C A

S E M I N A R I O D E I N G . M E C A N I C A

P o n e n c i a :

"SISTEMAS CIRCULANTES"

o n t e r r e y , N ì L

3 *

a o s t o d e 1 9 6 7

o

Presentada p o r :

(2)
(3)
(4)
(5)

Núm. Gias

N ú m . A u t o r N ú m . A d g .

P r o c e d e n c i a

P r e c i o

F e c h a

C l a s i ñ e ó C a t a l o g ó

¿ Z e ^ / f á ^

«cr868A6 R B8M8 tW»

mmKA wìmsnmi "unm m®r

Bosmser,

Facultad de Ingeniería Mecánica y Eléctrica

de la U . N . L.

ASOCIACION MEXICANA DE I N M & O S MECANICOS Y ELECTRICISTAS, A. C

S E M I N A R I O D E I N G . M E C A N I C A

P o n e n c i a :

SISTEMAS CIRCULANTES"

M o n t e r r e y , N . L . A g o s t o d e 1 9 6 7 .

biblioteca universitaria

•ALFONSO REYES"

P r e s e n t a d a p o r :

Capilla Alfonsina Bibliotcr.a Universitaria

FONDO

2 1 1 Kv i

v .

università*»

51239

;

y

ING. H E R I B E R T O C A R B A J A L

(6)

TMo

B

C 3

. ...

PI^'^íJI

woo wiv«-iTMtio

S I S T E M A S C I R C U L A N T E S

a . ) ACEITES CIRCULANTES PARA TURBINAS DE VAPOR b ) . ACEITES CIRCULANTES PARA FABRICA DE ACERO c ) . EQUIPO PARA ELIMINACION DE LOS CONTAMINANTES

TEXACO, S. A.

ING. HERIBERTO CARBAJAL

MONTERREY, N. L. 1 AGOSTO 1967.

«WnSSféÁfc fe H V

ii&joteca

(7)

I N D I C E

ACEITES CIRCULANTES GENERALIDADES ACEITES CIRCULANTES TURBINA DE -VAPOR

ACEITES CIRCULANTES FABRICA DE -ACERO

ELIMINACION DE LOS CONTAMINANTES DE LOS SISTEMAS CIRCULANTES

CONTAMINACION CAUSADA POR LA -OXIDACION DEL ACEITE

EQUIPO PARA LA ELIMINACION DE LOS CONTAMINANTES

SEPARACION POR GRAVEDAD

SEDIMENTACION POR GRAVEDAD Y — PLACAS DE DESVIACION

CENTRIFUGA

FILTROS DE SUPERFICIE FILTROS DE PROFUNDIDAD

PAGINA 1

PAGINA **

PAGINA 9

PAGINA 15

PAGINA 18

PAGINA 19 PAGINA 21

(8)

r %

%

ACEITES CIRCULANTES

Que e s un a c e i t e c i r c u l a n t e ? La mayoría de l a s personas se

han acostrumbrado a a s o c i a r e s t e termino con a l g o determinado

un t i p o de producto que t i e n e c i e r t a s propiedades e s p e c i a l e s

para emplearse en gran c a n t i d a d en un s e r v i c i o b i e n d e f i n i d o ,

-por l o g e n e r a l en una p l a n t a para laminar a c e r o0 una f á b r i c a de

papel o una c e n t r a l de f u e r z a con t r u b i n a s de vapor.

El D i c c i o n a r i o de l a Academia d e f i n e " c i r c u l a r " como"

"mov e r s e en un c u r s o c i r c u l a n t e regresando a su punto de p a r t i d a

t a l como l o hace l a sangre en e l cuerpo". En un s e n t i d o más

a m p l i o , un s i s t e m a c i r c u l a n t e , como se usa en l a L u b r i c a c i ó n ,

-e s un s i s t -e m a -en -e l c u a l -e l Lubricant-e va d-esd-e -e l tanqu-e d-e r -e

serva a l equipo que t i e n e que l u b r i c a r , regresando de nuevo a l

tanque. E s t a d e s c r i p c i ó n se r e f i e r e mas b i e n a l método g e n e r a l

de a p l i c a r e l l u b r i c a n t e , , que a d e f i n i r un s e r v i c i o determinado

de a p l i c a c i ó n . Con e s t e concepto pues, r e s u l t a e v i d e n t e que l o s

" s i s t e m a s c i r c u l a n t e s " se usan para a p l i c a r l u b r i c a n t e en tina

d i v e r s i d a d de s e r v i c i o s . Los motores de a u t o , l o s motores de

a v i a c i ó n , l o s s i s t e m a s h i d r á u l i c o s , l a s máquinas herramientas

y l a s t u r b i n a s son t o d o s e j e m p l o s de l o s s i s t e m a s c i r c u l a n t e s

-en a c c i ó n .

S i g u i e n d o e s t a g e n e r a l i z a c i ó n , podemos d e f i n i r un " a c e i t e

c i r c u l a n t e " como un a c e i t e que se emplea en un "sistema c i r c u

l a n t e " . E s t a d e f i n i c i ó n , como e s n a t u r a l , e l i m i n a i n m e d i a t a

-mente c u a l q u i e r i d e n t i d a d con un s e r v i c i o determinado e i n d i c a

meramente, en un s e n t i d o amplio, l a manera con l a c u a l e l acel

(9)

e s una c l a s e s o l a de l u b r i c a n t e con c i e r t a s p r o p i e d a d e s b i e n -d e f i n i -d a s .

Mas bien» i n c l u y e una v a r i e d a d de productos cada uno de l o s c u a l e s posee l a s c a r a c t e r í s t i c a s que se r e q u i e r e n para que e j e -c u t e e l s e r v i -c i o a l -c u a l se l e d e s t i n a0

Cuales son l o s r e q u i s i t o s de l u b r i c a c i ó n de l o s d i f e r e n t e s t i p o s de a p l i c a c i ó n y s e r v i c i o en l o s c u a l e s se emplean l o s s i s temas c i r c u l a n t e s ? Qué p r o p i e d a d e s t i e n e n que p o s e e r l o s l u b r i c a n t e s para s a t i s f a c e r e s o s v a r i o s r e q u i s i t o s ? Son e s t o s r e q u i s i t o s t a n s i m i l a r e s en dos c a s o s que un l u b r i c a n t e empleado en uno de e l l o s r e s u l t e s a t i s f a c t o r i o para e l o t r o ? . E s t a y o t r a s c u e s t i o n e s acuden a l a mente cuando uno se pone a comparar l o s s i s t e m a s c i r c u l a n t e s y l o s a c e i t e s que en e l l o s se emplean.

En l a s i g u i e n t e d i s c u s i ó n se e s t u d i a n v a r i o s t i p o s de s i s temas c i r c u l a n t e s Junto con l a s p r o p i e d a d e s que s e e x i g e n de -l o s a c e i t e s que con e -l -l o s se emp-lean,.

Antes de empezar con l o s s i s t e m a s i n d i v i d u a l e s se mencionarán c i e r t a s f u n c i o n e s que son f u n d a m e n t a l e s a t o d o s l o s s i s -temas c i r c u l a n t e s »

1 . Tienen que s u m i n i s t r a r una c o r r i e n t e d i r e c t a y c o n t i n u a d a de a c e i t e l i m p i o y de v i s c o s i d a d y temperatura c o n t r o l a d a s a t o d o s l o s puntos de l a maquinaria que r e q u i e r e n l u b r i c a c i ó n y -e n f r i a m i -e n t o .

2 „ - E l c a l o r a b s o r b i d o de l a s a r e a s de f u n c i o n a m i e n t o se despren de en e l c i c l o de retorno»

(10)

m i n i s t r o de a c e i t e limpio» De e s t a manera l a acumulación de -t i e r r a , agua y o -t r o s c o n -t a m i n a n -t e s e x -t r a ñ o s se l a v a n con-tinua-— mente en e l sistema»

E l a c e i t e e s s u m i n i s t r a d o de manera a u t o m á t i c a y a l mismo tiempo a l o s d i f e r e n t e s puntos que l o s n e c e s i t a n y en c o n d i c i o -n e s r í g i d a m e -n t e c o -n t r o l a d a s »

5 . - En a l g u n o s s i s t e m a s „ e l a c e i t e e j e r c e una f u n c i ó n a d i c i o n a l

f

como f l u i d o h i d r á u l i c o para a c c i o n a r partqjs. t a l e s como l e v a n t a -v á l -v u l a s , mecanismos de c o n t r o l y s i s t e m a s de seguridad»

(11)

fca fc

" ACIETES CIRCULANTES» PARA TURBINAS A VAPOR. * Hoy d í a l a t u r b i n a a Vapor moderna t i e n e una capacidad

may o r de 2 6 5 , 0 0 0 k i l o v a t i o s s i e s de t i p o e s t a c i o n a r i o may de mas de 5 5 , 0 0 0 c a b a l l o s s i e s de t i p o marino., Los r o t o r e s de l a s -t u r b i n a s g i r a n a razón de 900 m i l l a s por hora de v e l o c i d a d p e r i f é r i c a y e l vapor a 2 , 3 0 0 l i b r a s de p r e s i ó n y 1100 °P de tempera t u r a pasa sobre l a s p a l e t a s a una v e l o c i d a d de más de 1 2 , 0 0 0 mj. l i a s por h o r a . Es t o d o un cambio desde l o s d í a s en que se e m pleaban l o s a c e i t e s m i n e r a l e s puros para l u b r i c a r t r u b i n a s de nada más que 5 , 0 0 0 k i l o v a t i o s , l a s mayores de su época y que

-funcionaban a 500 °P y 200 l i b r a s por pulgada cuadrada de p r e s i ó n . E s t o s r á p i d o s cambios en l a magnitud de l a s t u r b i n a s y en l a s

c o n d i c i o n e s de su f u n c i o n a m i e n t o t r a j e r o n por c o n s e c u e n c i a s r e -q u i s i t o s más e s t r i c t o s con l o s a c e i t e s -que en e l l a s se emplean. T a l e s r e q u i s i t o s quedaron s a t i s f e c h o s con nuevos y modernos meto dos de r e f i n a m i e n t o y con e l agregado de a d i t i v o s igualmente nue v o s y modernos. Los a c e i t e s que en l a a c t u a l i d a d se emplean para l a s t u r b i n a s duparan mucho más tiempo en s e r v i c i o y a s e g u r a n p r o t e c c i ó n para l a t u r b i n a c a s i por p e r í o d o s i l i m i t a d o s de t i e m -po. Son p r o d u c t o s e l a b o r a d o s para que respondan por completo a t o d a s l a s c o n d i c i o n e s que hoy se p r e s e n t a n en e l f u n c i o n a m i e n t o de t r u b i n a s de vapor y a c t ú a n en e l m ú l t i p l e r o l de l u b r i c a n t e , p r o t e c t o r de s u p e r f i c i e y e n f r i a d o r a s í como de medios h i d r á u l i -c o s y s e l l a d o r e s .

(12)

-* V í©

'jfáfti, áépb

car adecuadamente l a s p a r t e s m ó v i l e s a l a vez que t i e n e que man

t e n e r a l s i s t e m a l i b r e de herrumbre y d e p o s i t o s a s i como de e x

-c e s i v o a r r a s t r e de a i r e d e l e x t e r i o r para que e x i s t a l a debida

s e n s i t i v i d a d a todo tiempo. E l l u b r i c a n t e desempeña una parte

v i t a l en e l funcionamiento de e s t e i n t r i n c a d o mecanismo de

cont r o l que e s cont a n n e c e s a r i o para que marche b i e n l a e x cont r a c c i ó n

-d e l vapor a s í como l a s -deman-das -de l a carga e l e c t r i c a .

El a c e i t e t i e n e que l u b r i c a r l o s c o j i n e t e s de l a t u r b i n a

a s í como l o s d e l generador en toda unidad de f u e r z a motriz y

-también l o s e n g r a n a j e s r e d u c t o r e s en donde é s t o s son parte d e l

s i s t e m a mecánico. Para todo e s t o e s e s e n c i a l un a c e i t e l i m p i o

y de l a debida v i s c o s i d a d para e l c a s o . E s t a debe s e r l o s u f i

c i e n t e a l t a para a s e g u r a r l a debida l u b r i c a c i ó n de l a s p a r t e s

-m ó v i l e s y a l a vez l o b a s t a n t e b a j a para a s e g u r a r buen f u n c i o n a

miento d e l equipo de c o n t r o l y pocas p é r d i d a s de f u e r z a . E l In

d i c e de V i s c o s i d a d en s e r v i c i o de t u r b i n a s a vapor e s de poca

-importancia.

El a c e i t e debe s e r v i r como un medio e n f r i a d o r para l o s e n

-g r a n a j e s y l o s c o j i n i e t e s . Su ritmo de c i r c u l a c i ó n ,

temperatu-ra en l a e n t r a d a , v i s c o s i d a d y su l i m p i e z a en cambio son c o s a s

de e s p e c i a l importancia a e s t e r e s p e c t o . En l o s c o j i n e t e s y en

g r a n a j e s se genera c a l o r debido a l c i z a l l e o d e l a c e i t e ; l a f u e r

za que se p i e r d e se transforma en c a l o r . Por ejemplo, un c o j i

-n e t e de 7 por 10 pulgadas que g i r e a 3*600 r . p . m . co-n u-n a c e i t e

de 150 SSU a 100°F, y que e n t r e a l c o j i n e t e a 120°F de

tempera-t u r a causará una pérdida de 12 k i l o v a tempera-t i o s de f u e r z a .

(13)

gftff 9 V P n - s s v JgJ á ^Chr^-CI B f e i » 3

8jb OMOO 1»« BQtUotfrk X entiwi-zecí órneteX* l* *m*i

td «¿«¿xa BUp l**> m t i ¿ evXeso

áíftaq ¿x* -v^eJt- ^imo;/rd.. I JS 3*e¿* «

.ñor. 9 ¿ flMfriflftONi . - ^y t -t-i - «• moiMB t Xt

-- Máiémti 6 . sirt-- 9¿ie#m

- y

sitMü

** k ^ t l m - aoX

oíiíoo

I s a

ít.fc s o s ,Saui> f?*> riwrs gol m

oí i m s«í*i; * >-.- f e , MSieooa^v a l «fc %

^ 3al élb ffh£o*$ltát¡L tam?**** SÍftl

anoiasart sfetscí i&c^tí s i s f f *X

;tc>3 Ü«» « |«iX ¥ SO SS ? *

íísí rará 00o. C * ^P ^•i-^lm ^ ^ ^ -'

S I ai- ei«r k a a f f i ' - ra

t íraftiao^sív mbid&b ai o^esfca

temperatura adecuada a l e n t r a r c o n t r o l a r á n e s a perdida a l a vez

que s e e v i t a n temperaturas e x c e s i v a s en l o s c o j i n e t e s . La

temperatura d e l a c e i t e que va a l o s c o j i n e t e s generalmente s e c o n

-t r o l a para que sea e n -t r e l o s 110 a 120°P y permi-tiendo un aumen

t o de 30 a k0°F una vez en l o s c o j i n e t e s , l a temperatura a l a

-descarga f l u c t u a r á e n t r e l o s 1^0 a l 6 0 ° F .

Como p r o t e c t o r de s u p e r f i c i e s e l a c e i t e t i e n e que s e r v i r

-para p r o t e g e r t o d a s l a s á r e a s de l o s e f e c t o s de l a humedad o sea

d e l agua. La herrumbre y l o s productos c o r r o s i v o s además d e l

daño m a t e r i a l sobre l o s m e t a l e s o b s t r u y e n l a s l í n e a s d e l g a d a s

por donde c i r c u l a e l a c e i t e y a l e s c a s e a r e s t e l o s mecanismos

-de c o n t r o l f u n c i o n a n mal. E s t o t r a e por c o n s e c u e n c i a e l d e s g a s

t e r á p i d o de l a s p i e z a s m ó v i l e s y s i r v e para c a t a l i z a r l a oxida

c l o n d e l a c e i t e .

Hay que e v i t a r que t o d a s e s a s m a t e r i a s dañosas s e acumulen

en e l s i s t e m a l u b r i c a d o r y s i s e han acumulado por c u a l q u i e r r a

zón hay que e l i m i n a r l a s e n seguida por s i m p l e s métodos de p u r i

-f i c a c i ó n .

Algunos s i s t e m a s e s t á n p r o v i s t o s congeneradores e n f r i a d o r e s

con hidrogeno y e l a c e i t e s i r v e para f u n c i ó n menos importante

-como e l s e l l a r para que e l hidrogeno no s e e s c a p e .

PROPIEDADES ESENCIALES. Que propiedades debe t e n e r un a c e l

t e para responder a t a l e s r e q u i s i t o s ? .

1 . - V i s c o s i d a d I n i c i a l Correcta que s e adapte a l a c o n s t r u c c i ó n

de l a maquinaria. Los r e q u i s i t o s para l a s t r u b i n a s v a r í a n d e s

de 150 segundos S a y b o l t a 100°P h a s t a l o s 600 segundos, según

(14)

£&&&. aa

itoi

-ss.5 rmi

2 o - I n i c i a l m e n t e l i m p i o y a d a p t a b l e para métodos r á p i d o s de l i m

p i e z a para que se pueda e l i m i n a r prontamente h a s t a todo v e s t i

g i o de agua o contaminantes,, El agua e s l o peor que hay como

-contaminante a l s i s t e m a de l u b r i c a c i ó n en t o d a t u r b i n a de va

por. Es l a causa p r i n c i p a l de herrubre y c o r r o s i ó n . Tiende a

l a v a r l o s a d i t i v o s d e l a c e i t e y formar e m u l s i o n e s con e l a c e i

t e en p r e s e n c i a de t i e r r a y o t r a s m a t e r i a s . Extrañas e l agua

también c o n t r i b u y e directamente y también i n d i r e c t a m e n t e a l a

formación de c i e n o s . Penetra a l s i s t e m a l u b r i c a d o r por l o s c o

-l -l a r i n e s que s e -l -l a n a -l vapor, como condensación de -l a a t m o s f e r a

c i r c u n d a n t e y de e s c a p e s en l o s e n f r i a d o r e s para e l a c e i t e . Es

imperioso e l i m i n a r a p r i s a l a t i e r r a , e l agua y l o s c o n t a m i n a n

t e s que r e s u l t e n de ambas c o s a s . Para l o g r a r e s t o , e l a c e i t e

-se t i e n e que p r e s t a r f á c i l m e n t e a s e r p u r i f i c a d o . Por l o t a n t o

debe p o s e e r buenas c a r a c t e r í s t i c a s para separarse d e l agua y

poca t e n d e n c i a a e m u l s i f i c a r s e con é s t a y o t r a s m a t e r i a s e x t r a

-ñ a s , Por e s t a razón n i s i q u i e r a pueden t o l e r a r s e peque-ñas

can-t i d a d e s de o can-t r o s a c e i can-t e s con a d i can-t i v o s can-t a l e s como a c e i can-t e s de

mot o r con d l s p e r s o r e s , d e mot e r g e n mot e s , e mot c . , pues d i c h o s agregados

-r e s u l t a n contaminantes en l a s t u -r b i n a s .

3 . R e s i s t e n t e a l a o x i d a c i ó n y a formar c i e n o en c o n d i c i o n e s

r e l a t i v a m e n t e suaves durante e x t e n s o s p e r í o d o s . La formación

y s u b s i g u i e n t e d e p ó s i t o de productos de l a o x i d a c i ó n se puede

combatir de l a manera más e f i c a z por medio de l o s i n i b i d o r e s

-a n t i o x i d -a n t e s que s e incorpor-an -a l o s -a c e i t e s p-ar-a t r u b i n -a . Es

t o s componentes se emplean ahora mucho en l o s a c e i t e s de t u r b i

-na ya que r e s u l t a n muy e f i c a c e s en h a c e r más l e n t o e l ritmo de

o x i d a c i ó n aun s i l a máquina f u n c i o n a en c o n d i c i o n e s s e v e r a s y

(15)

icr

o DA

<mmmt k nm u*. uimtu mmnm

• ) i n t r

ww

nrjirmssr.tmr'-en p r e s e n c i a de contaminantes e x t r a ñ o s . El c i e n o e s p e r j u d i c i a l

primero porque obstruye l o s p a s a j e s para e l a c e i t e y d i f i c u l t a

-l a s p a r t e s d e -l r e g u -l a d o r . Puede ademas provocar un ataque corro

s i v o sobre l a s p a r t e s de l o s c o j i n e t e s y l o s componentes d e l c i é

no s e r v i r á n para c a t a l i z a r más l a o x i d a c i ó n d e l s i s t e m a para e l

a c e i t e .

k » - P r o t e g e r c o n t r a l a formación de herrumbre s i l l e g a a p e n e t r a r

agua a l s i s t e m a l u b r i c a d o r . Los a c e i t e s modernos para t r u b i n a

-c o n t i e n e n un i n h i b i d o r -c o n t r a l a herrumbre que e s -compatible -con

l o s o t r o s i n h i b i d o r e s que s e emplean y l a s c o n d i c i o n e s que e x i s t a n

en e l s i s t e m a de l a t u r b i n a de vapor.

No debe r e s u l t a r c o r r o s i v o a l a s p a r t e s de l a t u r b i n a . Los

componentes de cobre y de a c e r o y l o s c o j i n e t e s de babbit son

-l a s p a r t e s s u j e t a s a a t a q u e .

5 . - Muy r e s i s t e n t e a formar espuma. Todos l o s a c e i t e s r e t i e n e n

a i r e en s o l u c i ó n . En c o n d i c i o n e s a t m o s f é r i c a s l o s a c e i t e s para

t u r b i n a c o n t i e n e n 15 por c i e n t o de a i r e a l volumen. Durante e l

f u n c i o n a m i e n t o , e l a i r e se mezcla con e l a c i e t e de d i v e r s a s

ma-n e r a s . S i ma-n embargo l a f u e ma-n t e p r i ma-n c i p a l para a r r a s t r a r o a t r a —

par a i r e e s en l o s c o j i n e t e s . E x i s t e un v a c í o en una propor

c l o n de l a p e r i f e r i a en l a mayoría de l o s c o j i n e t e s , que e s una

c a r a c t e r í s t i c a que t i e n e por o b j e t o e v i t a r que haya derrames de

a c e i t e . Algunos d i s e ñ o s y también en c a s o de a j u s t e s i m p e r f e c

t o s pueden c a u s a r una e x c e s i v a acumulación de a i r e y e s t o da

l u g a r a que se forme espuma. Cuando é s t a se h a l l a en gran c a n

-t i d a d puede s e r causa de que -todo e l s i s -t e m a f u n c i o n e mal s i e l

(16)

-Oñí o xa « s e f i f t ^ x o - © f e mionesetq n©

« ¿ t e a m * 6 * 1 * * * X© s o l twp'XGq o?©mirtq WÍ*%GO m 's&QOTO'tq 8 W e b * e b e i ñ » i Q b & l u & s x X»fe s o r é f i q 8BX

¿ l o X*>fe s e ^ i c ^ o b o l v. í i s t a n i t o o aoX e s ^ f ^ t **X o v i a

B^B® BB©*ai8 Xefe /ioíoaMXO mi S«B IBSÍXBSBO B*Bq a*iiT?e& ort

* Je -fe ¿woaari©* ** «sítete^

MfUdtFTZ

&Tflq 80áS8&GB(

89$

£

008

BOJ ,10bm0l*ídtf£

BffieíBxB XB

£10s *Xo'X3acpH»t- s í *f?p ©~efssít,X©rt s i «reino© •fofcictdrti mr ffsrí&xovr?oo

>sB¿al-xa :jtf.u seño£¿?ÍJbíy&Q bm£ x »©Xqae • & ssrp s©iofetaf 'nr a o r ^ o *'.ox

,10<IBV ®l) BffidUtfi BX ©fe

Bffl

©ífr8X8

X©'

ít©

achí «1. ©f

c 8©^IBCJ «B

X

B OVXsoteoo iBíXtfe©*! ©d©f

e OH

©HssáB ¿ 8 / s t ^ s a©;ta«jl gaX

•i

: 1 9 í t s i í e i B © í l © © B SOX 8 0 Í > 0 T i I f l ^ I i f l l B í í í l B T ® *

B'TBq ©OB 8 0 Í S B Í f O l o l f e S C © ílü*.¿-í 0 8 O© ©TCB

X© ©ánBtxrÜ .naawXov X* ©rila ©fe o i a e i © rcoq £X 2©«©iíso© BtilcruJJ

8 ©f

e S 1© IfOO bXOSí

>M ©8 -Vlf.B Xfr '.f-UeííOÍOi V '

* Bifif a» oIOBV mr »#«1x3

#

8©$©frXio© ©*XB •sbq

BÍS» 8©

%

8©¡t©nít

0

^ 8®X ©fe bH^BS BX ÍI© BX ©fe OOXO

«fe 8©«BTTBfe *zmd &&P ^mjire o á e £ do -xoq ©n©i* ©»P BoX^teHeioBM©

8©^8tft« 088© fí© StetÚmÁS ^ eoS©8Xfe SOlKfsXA ,©$i©OB

- afe o3a© t

©*

x

X

b ©fe fíoioBXPiwroB ícbbií'®© nskeisq boj?

-übo XIB5S

fí© aXXaii ®a

b

^8©

ofe«B»0 enrió! ©a ©ffp

b

tbb

^X

X© t e XBffl snoXofttíl Bffl©^8Í8 X© ©feeá 8«Íf>Bfe BBWBO 1©8 ©feeirq feafeii*

-8

©fe

vfc Bpiroe©

Hi &vp

BtBCi -

~OB.

SUR9&©f

e ©^SBioX ¿if8 OH Ofí©8Ífe

haga y e l a i r e s e e s c a p e . Los a c e i t e s modernos para t r u b i n a e s

t a n e l a b o r a d o s para que s e desprendan rápidamente d e l vapor y

-para que además tengan poca t e n d e n c i a a formar espuma, A menudo

se emplean a g e n t e s antiespumantes para a c e n t u a r e s t a c a r a c t e r í s

t i c a .

Con e l empleo de a c e i t e s muy r e f i n a d o s , hechos con. s t o c k s

e s p e c i a l e s y en combinación con un numero de m a t e r i a s a d i t i v a s ,

l o s a c e i t e s modernos para t u r b i n a dan muchos años de s e r v i c i o

-en c o n d i c i o n e s normales de f u n c i o n a m i e n t o , Pero -en c o n d i c i o n e s

d i s t i n t a s l a v i d a ú t i l de un a c e i t e e s r e l a t i v a m e n t e c o r t a .

Los a c e i t e s para t u r b i n a de vapor son de a l t a c a l i d a d y

e s t á n e l a b o r a d o s para u s a r s e en l o s s i s t e m a s de t u r b i n a de v a

por que n e c e s i t a n desde unos pocos h a s t a v a r i o s m i l e s de g a l o

-n e s y do-nde l o s r e q u i s i t o s , s i b i e -n e s t r i c t o s e s t á -n b i e -n d e f i —

n i d o s . También s e l e s emplea mucho en a j l l c a c i o n e s h i d r á u l i c a s

y o t r o s campos en que l a s demandas son t a l e s que l o s a c e i t e s de

t r u b i n a e n c a j a n p e r f e c t a m e n t e . En algunas o t r a s a p l i c a c i o n e s

-para s i s t e m a s c i r c u l a n t e s , l a s c a r a c t e r í s t i c a s no s e adaptan a

l o s r e q u i s i t o s y por l o t a n t o o t r o s a c e i t e s no s o l o r e s u l t a n

-mejores para e l t r a b a j o , s i n o que son e s e n c i a l e s .

« ACEITES CIRCULANTES» PARA FABRICAS DE ACERO.

La maquinaria de l a s f á b r i c a s de a c e r o e s pesada y r o b u s t a

pero a l mismo tiempo t i e n e que p r e s t a r s e a f u n c i o n a r con

marcada p r e c i s i ó n y de manera e s p e c i a l en t r a b a j o s de laminado en

l o s que e l e s p e s o r de l a s planchas de a c e r o deben a j u s t a r s e a

-e s t r -e c h a s t o l -e r a n c i a s qu-e s -e r i g -e n por c a l i b r a c i o n -e s -en l a s cua

(17)

Oñí o xa «mfttrsétifc 9,eún&ntm*3noo eb mi ocies eiq fie

« ¿ t e a m * a*¿*oa X» a a t a a a s aoX e w r z t e d o twp'XGq o t e m t v ?

*%go m 's&QOTO'tq 8aaaba efyetñ »tobtilugfi íeb s a r é a q 8aX

¿x.o X*>í> boX V. í i S t a n i t o o aoX a.b a a t f f a * s a l o v i a

Xa mmtzlB Leb / l o i o a M x o aX a«ü i*s¿Xs;*bo a*aq tunines ort

Í A S A L L L A -FE * X « * Í T E T G 3 / A S A Í O I T -

,4-• anidirr:? áTfiq aoirea&ea e a í i a . o a a o J ,iobmol*ídtf£ a c a b a l a Xa « f S «

£10s ta a*?p a^cf^r^iafi &S MtxSaoo lotíot^al tus físríeiúaoo

.mSzlxe •jL'i- a & f i o i a a i \ « a X q a e aa aíff» s e i o M a ? 'nr a o r ^ o *'.oX .loqarv al) dfflducrít bX ab a s a í f a l a Xa- ita

ac^X ^jBsiíí'XiJ^ a l . afc a a ^ i a q aaX a ov-taoTtoo rtaíXtíaai ada© o«

- nos stMmá aj> üssáeeiitoo eoX x w a é « ai) t aaífíajsoqao©

auaaás ¿ 8 / sttís aa^ia*! s a l

y.&tt&l$ei B a i l a s * aoX aoJboT ^assKiaa í w í o t a jj&ffaáaxüa^: ^un

s - m i -..sá/eoB s o l a a o l ^ a t a o a . í a s e n o l o í f c s e o ..iior.¿f oa as» s i t a

Xa aánatxrü .naawXov X* aríla aí> o $ a e í o t o q £X s e a e i i s Q O Mcttotsr^

aasiavX^ efe a la nao aXos^a »a -vif.a Xa

* - ^ o q o ^ t a a e a a m a t a l x S aoX na a a a * i a ^aq

bís» e a a s p %a a ¡ l a n í t o 3 aaX afe aX na a l i é l ' t ^ aX afi nozo

af> aa«rtTaJb « p d a ^ g - t a ^ i v a o -soq a n a l * ©»P a o i í a H a ^ o a i r a o - o a ^ a q a i a a ^ s a t a aí> o e a o « a aetúmÁS ^ eoSaaXfc sorarsXA * a $ i a o « - T e i i a afe ííoiaaXPiwrofi asií « b u s o nekeuq eoi? -üjso x i a s s - « a aXXart aa a ¿ a a .aaurqaa aereó 1 aa airp a t a a ^ X

Xa te X/aa anoXofttíl a a a ^ a í a Xa ©¿eá a®^ a ^ «ai/ao i a e ebetsq bsbiú -aais ea aairoaa ¿4 awp ataci .oaBU^s^b aáaaioX ¿ira e&r&nq on onaaií)

haga y e l a i r e se e s c a p e . Los a c e i t e s modernos para t r u b i n a e s

t a n e l a b o r a d o s para que se desprendan rápidamente d e l vapor y

-para que además tengan poca t e n d e n c i a a formar espuma. A menudo

se emplean a g e n t e s antiespumantes para a c e n t u a r e s t a c a r a c t e r í s

t i c a .

Con e l empleo de a c e i t e s muy r e f i n a d o s , hechos con. s t o c k s

e s p e c i a l e s y en combinación con un numero de m a t e r i a s a d i t i v a s ,

l o s a c e i t e s modernos para t u r b i n a dan muchos años de s e r v i c i o

-en c o n d i c i o n e s normales de f u n c i o n a m i e n t o , Pero -en c o n d i c i o n e s

d i s t i n t a s l a v i d a ú t i l de un a c e i t e e s r e l a t i v a m e n t e c o r t a .

Los a c e i t e s para t u r b i n a de vapor son de a l t a c a l i d a d y

e s t á n e l a b o r a d o s para u s a r s e en l o s s i s t e m a s de t u r b i n a de v a

por que n e c e s i t a n desde unos pocos h a s t a v a r i o s m i l e s de g a l o

-n e s y do-nde l o s r e q u i s i t o s , s i b i e -n e s t r i c t o s e s t á -n b i e -n d e f i —

n i d o s . También se l e s emplea mucho en a j l l c a c i o n e s h i d r á u l i c a s

y o t r o s campos en que l a s demandas son t a l e s que l o s a c e i t e s de

t r u b i n a e n c a j a n p e r f e c t a m e n t e . En algunas o t r a s a p l i c a c i o n e s

-para s i s t e m a s c i r c u l a n t e s , l a s c a r a c t e r í s t i c a s no se adaptan a

l o s r e q u i s i t o s y por l o t a n t o o t r o s a c e i t e s no s o l o r e s u l t a n

-mejores para e l t r a b a j o , s i n o que son e s e n c i a l e s .

« ACEITES CIRCULANTES» PARA FABRICAS DE ACERO.

La maquinaria de l a s f á b r i c a s de a c e r o e s pesada y r o b u s t a

pero a l mismo tiempo t i e n e que p r e s t a r s e a f u n c i o n a r con

marcada p r e c i s i ó n y de manera e s p e c i a l en t r a b a j o s de laminado en

l o s que e l e s p e s o r de l a s planchas de a c e r o deben a j u s t a r s e a

-e s t r -e c h a s t o l -e r a n c i a s qu-e s-e r i g -e n por c a l i b r a c i o n -e s -en l a s cua

(18)

« :x<xt& l a b qürt sv^---. -y* '>:• a -m* >

M a a s s á c a l a naa.

aiooieVrióa ®o#sart ^ssmb aa^iaa« o»X£*® xa la

'., . ' t c- «a r '

-i e l M ? - ns otra! -i w-^í T aí- «:::*?©£ at.u . o i

! .»cftoc -3 1$SI«¡»E a.'' « t i e o B «B * 5

:cc f>i

» M a s

- X Jw&fiiXac a3X* 9b -toa Toqav ao «huq-xiij

'Adlrf? • • *Í 8 ^acrt cr ao t; i

-— s V t o f t J t l c ' b o X ? - * ? eoooq s s » a

- h r l í iietfaa ia a ' - '

eBÓílii^tfeiif 8 ano 1 OJIO U f a fía 'Oílafttt «aX^aa a a A da

- aeiXiísá's ©X@8 «»ir gra^z:»©* sot-o o i % istiíifipw ao*

„8®I l i o n a s a moa »srp oitis • » o ' " a^as? 8aio£»íc

¡ a é a é ^ s s e íhta&a eJb e*aJt-Tcí8l e&X 9b MtMñ í&pa&

'Í?o:k1 t&eiútoíiff^ éétt&B&xq a a a t S o«»iss X» o t a s

íí* r,si • ajb 3 t¿ rf? - T " ;.?. ? ^ iq

... a Tre^i) o4? -d-í- aflb a&ádaeXw . r-J ^ s ^ v ^ n- axr.p :

« i o a M vaiísrí-a-froq^í al> «de*- 'nbá&Xj&q t é ^ s o q a«*» a a í

t a l maquinarla a menudo t i e n e que f u n c i o n a r en c o n d i c i o n e s muy

a d v e r s a s , l o c u a l e s una de l a s r a z o n e s por l a s c u a l e s se em—

plean l o s s i s t e m a s c i r c u l a n t e s de a c e i t e . La s e v e r a contamina

c l o n que se encuentra n e c e s i t a e l cuidado c o n s t a n t e d e l a c e i t e

para que se oonserve l o más l i m p i o y puro que sea p o s i b l e .

A c o n t i n u a c i ó n se d e s c r i b e n d i f e r e n t e s a p l i c a c i o n e s de

-l o s s i s t e m a s c i r c u -l a n t e s en -l a s f á b r i c a s de a c e r o .

COJINENTES PARA CUELLO DE RODILLO TIPO PELICULA DE ACEITE EN -CILINDROS PARA TRABAJAR RECIO.

E s t e equipo e j e c u t a e l t r a b a j o muy pesado en l a s f á b r i c a s

de a c e r o ya que t a l e s r o d i l l o s son l o s que l l e v a n l a mayoría

de l a c a r g a . Como e s de suponerse, l a s c o n d i c i o n e s de f u n c i o

-namiento son muy s e v e r a s y a l mismo t i e m p o , e l s i s t e m a l u b r i c a

dor e s t á s u j e t o a mucha contaminación por e l agua, escamas de

f á b r i c a , a c e i t e de l o s r o d i l l o s y t i e r r a .

Las pesadas c a r g a s que hay que manejar n e c e s i t a n e l uso

-de a c e i t i e s -de gran v i s c o s i d a d y é s t a s ya v i e n e e s p e c i f i c a d a

por e l p r o p i o f a b r i c a n t e de l o s c o j i n e t e s , quien l a ha c a l c u l a

do de acuerdo con l a v e l o c i d a d , temperatura y c o n d i c i o n e s que

i n t e r v e n g a n .

La gran contaminación d e l a c e i t e c i r c u l a n t e e s un p r o b l e

ma de l o más s e v e r o . En e l laminado de a c e r o en c a l i e n t e e s

que hay que r o c i a r grandes c a n t i d a d e s de agua f r í a sobre l o s

-c i l i n d r o s para e n f r i a r l o s , l a -contamina-ción d e l a -c e i t e por -cau

sa d e l agua que pasa a t r a v é s de l o s s e l l o s en l o s c o j i n e t e s ,

e s marcadamente grande. E l r o c i a d o de agua a gran p r e s i ó n tam

(19)

t',ii: &ó «¿¡j* »té« &

. ; '•.. ' I • r.

• ¿í s "5 M £ÍS¡yí

yhashliss Le

d&q ^ oiq&IL B&i

» r t e d l i c<e

> .; iob^ a fta

ate & ' - . ' i . -m.

©I .eibiwM

aa&a a l a a o l ¡xael^

• /v.íif^i--."-^ • 'va stfp ato*©

OQffP/a

¿ép V

<*,ffg f 7

- vVj" ShKfoa B I - / - í: • -X-.-. bl

r iB • .rr.-s'r» •. >. afr.: & c se :

fferriXI

que t r a e e l a c e r o a n t e s de que e n t r e a l grupo de l o s c i l i n d r o s

laminadores y e s t o c r e a una f u e n t e a d i c i o n a l de contaminación.

En l o s t r a b a j o s de laminado en f r í o , e l contaminado a causa

d e l a c e i t e de l o s r o d i l l o s c o n s t i t u y e o t r o problema. E s t o s

-a c e i t e s p-ar-a r o d i l l o con su c o n t e n i d o de -a c e i t e g r -a s o son f -a t -a

l e s para l a s propiedades de s e p a r a c i ó n d e l agua que poseen l o s

a c e i t e s c i r c u l a n t e s .

Todo a c e i t e mineral se oxida gradualmente en s e r v i c i o y de

modo e s p e c i a l cuando se h a l l a en í n t i m o c o n t a c t o y grandes tem

p e r a t u r a s con e l a i r e , agua y p a r t í c u l a s c a t a l í t i c a s de e s c a —

mas de f á b r i c a . El r e s u l t a d o e s un aumento gradual en

produc-t o s a c i d l c o s y de o x i d a c i ó n a s í como l a formación de pequeñas

c a n t i d a d e s de jabones m e t á l i c o s . E s t o s m a t e r i a l e s pueden even

tualmente p r e c i p i t a r s e f u e r a d e l a c e i t e y junto con e l agua y

l a s escamas de f á b r i c a forman una acumulación s i m i l a r a l c i e n o .

La p r e s e n c i a de e s t o s contaminantes no puede p e r m i t i r s e y hay

que emplear medios e f i c a c e s para e l i m i n a r l o s .

La mayoría de l a s f á b r i c a s e s t á n equipadas para poder pu

r i f i c a r a c e i t e en grandes c a n t i d a d e s a s í como también t i e n e n

l o s medios para e l i m i n a r e l agua y l o s contaminantes durante

-l a o p e r a c i ó n . Aunque -l a mayoría d e -l agua y de -l o s

contaminant e s se a s i e n contaminant a n en e l contaminantanque c o l e c contaminant o r y s e e x contaminant r a e n de a l l í r e

-gularmente o se q u i t a n por c e n t r i f u g a c i ó n o f i l t r a d o a p r e s i ó n ,

e l c o n t e n i d o de contaminación se acumula gradualmente h a s t a un

punto en que se hace c o n v e n i e n t e r e t i r a r e l a c i e t e d e l s e r v i

-c i o -con dos tanqueso Cada tanque t i e n e una -capa-cidad de 5,000

(20)

-San

n a v e

X «

s e r v i c i o cada dos semanas? m i e n t r a s una tanda t r a b a j a l a o t r a

se r e a c o n d i c i o n a . E s t o asegura una r e s e r v a de a c e i t e l i m p i o

-pronta a e n t r a r en s e r v i c i o en c u a l q u i e r momento«,

Especialmente en o p e r a c i o n e s de laminado en c a l i e n t e en

-l a s que e -l a c e r o a 1 , 8 0 0 °F e n t r a en -l o s r o d i -l -l o s , e -l c a -l o r de

l a conducción y de l a r a d i a c i ó n aumenta l a temperatura d e l acel

t e c i r c u l a n t e de manera c o n s i d e r a b l e0 En e s t a misma o p e r a c i ó n

en que e l agua y l a s escamas de f á b r i c a pueden a b r i r s e paso has

<9 ^

t a e l a c e i t e , e s a s c o n d i c i o n e s producirán una o x i d a c i o n r e l a t i

vamente rápida d e l a c e i t e y en l a s c u a l e s l a s c a r a c t e r í s t i c a s

-de e s t a b i l i d a d no son l o s u f i c i e n t e a l t a s .

PROPIEDADES ESENCIALES. Para que un a c e i t e sea s a t i s f a c o t r i o

-en un s i s t e m a de a c e i t e c i r c u l a n t e para l o s c o j i n e t e s de c u e l l o

de r o d i l l o en p e l í c u l a de a c e i t e t i e n e que p o s e e r l a s s i g u i e n t e s

propiedades?

Los r e q u i s i t o s a cuanto v i s c o s i d a d f l u c t u a n e n t r e l o s 600

y l o s 500 Segundos S a y b o l t a 100°F y aun más cuando l o s c o j i n e

-t e s g i r a n a b a j a s v e l o c i d a d e s . La v i s -t u r a . La -tempera-tura de

l a masa d e l a c e i t e en su c i c l o de r e t o r n o e s aproximadamente de

100 130°F y l u e g o se e n f r i a h a s t a que d e s c i e n d e a unos 100°F

-a n t e s de ponerlo nuev-amente en c i r c u l -a c i ó n .

E l a c e i t e nuevo t i e n e que p o s e e r e x c e l e n t e s c a r a c t e r í s t i

-c a s para l a s e p a r a -c i ó n d e l agua y r e t e n e r t a l e s propiedades

dur a n t e e l s e dur v i c i o . Se debe dur e s t a dur b i e n a l a p u dur i f i c a c i ó n podur

métodos de l a r g a e s c a l a para q u i t a r l e e l agua, escama de f á b r i

-c a , t i e r r a y -c i e n o y también para s e p a r a r l e e l agua y l a t i e r r a

(21)

de f u n c i o n a m i e n t o en c o n d i c i o n e s a d v e r s a s . Cuando mejores p r o p i e d a d e s de s e p a r a c i ó n t i e n e un a c e i t e más l a r g o tiempo puede -c o n t i n u a r en s e r v i -c i o y más f á -c i l r e s u l t a e l l i m p i a r l o .

ENGRANAJES ENCERRADOS Y COJINETES DE MESAS LAMINADORAS. EN BASTIDORES DE PIÑONES Y JUEGOS REDUCTORES EN ENGRANAJE.

En e s t o s s i s t e m a s se i n s t a l a n uno o dos t a n q u e s c o l e c t o r e s debajo d e l n i v e l d e l equipo para p e r m i t i r e l r e t o m o por g r a v e -dad.

E l agua y l a s escamas de f á b r i c a se a s i e n t a n p a r c i a l m e n t e por gravedad y e l r e s t o se e l i m i n a por f i l t r a d o a p r e s i ó n o cen t r i f u g a d o a l a c e i t e . E s t e inmediatamente pasa a l o s e n f r i a d o r e s en donde se l e reduce l a temperatura h a s t a que l l e g u e aproximada mente a unos 100°P a n t e s de que v u e l v a a l punto de a l i m e n t a c i ó n en e l c i c l o . E l tamaño de l o s t a n q u e s para e l manejo de e s t o s -a c e i t e s c i r c u l -a n t e s v -a r í -a desde 1 , 0 0 0 -a 1 2 , 0 0 0 g -a l o n e s según se-a e l numero y tamaño de l a s u n i d a d e s que se hayan de l u b r i c a r en -e l s i s t -e m a .

PROPIEDADES ESENCIALES. Para que pueda f u n c i o n a r adecuadamente -en e s t o s c a s o s , e l a c e i t e c i r c u l a n t e debe p o s e e r l a s s i g u i e n t e s c a r a c t e r í s t i c a s :

Las grandes c a r g a s que l a s laminadoras t i e n e n que l l e v a r -demandan e l u s o de a d i t i v o s para p r e s i ó n extrema en l o s a c e i t e s l u b r i c a n t e s . Los a d i t i v o s que se empleen no deben d e t r a c t a r a l a s o t r a s c a r a c t e r í s t i c a s que t e n g a e l producto s i b i e n puede -p e r m i t i r s e c i e r t a merma en l o s r e q u i s i t o s -para l a s e -p a r a c i ó n d e l agua.

(22)

ttli

e l i m i n a r d e l a c e i t e durante e l procedimiento de p u r i f i c a c i ó n .

-En l a mesa laminadora, l í n e a de e j e s e i m p u l s i o n e s e s p e c i a l e s ,

l o s s i s t e m a s c i r c u l a n t e s r e q u i e r e n a c e i t e s con v i s c o s i d a d e s

-desde l o s 400 a 1 , 4 0 0 Segundos S a y b o l t a 100°F. Las v i s c o s i d a

d e s mas b a j a s se p r e f i e r e n cuando l a s e p a r a c i ó n d e l agua r e s u l

t a un problema y donde l a s l í n e a s d e l a c e i t e son l a r g a s y e s t á n

sometidas a b a j a s temperaturas en e l I n v i e r n o , en l o s b a s t i d o

r e s de p i ñ o n e s y en l o s juegos de e n g r a n a j e s r e d u c t o r e s , l o s

-s i -s t e m a -s de a c e i t e c i r c u l a n t e demandan v i -s c o -s i d a d e -s que f l u c t u

an de 1 , 5 0 0 a l o s 3,500 Segundos S a y b o l t a 100°F. Los grados

más e s p e s o s se usan por l o g e n e r a l en l o s b a s t i d o r e s de p i ñ o n e s

y l o s más l i g e r o s en l o s e n g r a n a j e s r e d u c t o r e s .

Para e v i t a r l a formación de e m u l s i o n e s y c i e n o r e l a t i v a

-mente se n e c e s i t a una rápida s e p a r a c i ó n d e l agua, escamas y t l e

r r a . Los s i s t e m a s de p u r i f i c a c i ó n que s e usan son e x t e n s o s y

c a s i hace f a l t a una p u r i f i c a c i ó n c o n t i n u a para que l o s a c e i t e s

c i r c u l a n t e s en e s t a c l a s e de equipo se mantengan en buenas con

d i c i o n e s de limpieza y para que no formen e m u l s i o n e s e s t a b l e s .

Cuanto mas a l t o e s e l í n d i c e de v i s c o s i d a d (menos cambio

de v i s c o s i d a d con l a temperatura) y cuanto más b a j o e l punto

de f l u i d e z , e s más f á c i l e l arranque de l a maquinaria a baja

-temperatura a r a í z de un p e r í o d o de i n a c t i v i d a d y mejor se —

e f e c t ú a l a l u b r i c a c i ó n en e l arranque.

El a i r e que penetre en e l a c e i t e debe s e r capaz de e s c a

-parse con r a p i d e z durante e l tiempo de parada d e l equipo. Cuan

do mayor sea l a r e s i s t e n c i a a formar espuma mejor s e r á e l f u n

(23)

-son mayores l a s c a n t i d a d e s de a i r e que penetran a l a c e i t e . La p r e s e n c i a de escamas de f á b r i c a agua y a i r e a e l e v a — das temperaturas en un ambiente de m e t a l e s c a t a l i z a d o r e s t a l e s como e l c o b r e , l a s c o s a s t i e n d e n a una o x i d a c i ó n r e l a t i v a m e n t e r á p i d a y a l d e t e r i o r o d e l a c e i t e a menos que sea producto de buena e s t a b i l i d a d a l a o x i d a c i ó n . Es n e c e s a r i o i n c o r p o r a r e s t a propiedad a un a c e i t e para que t e n g a l a v i d a ú t i l de s e r v i -c i o que se d e s e e .

Además, para que un a c e i t e s e a s a t i s f a c t o r i o no debe co— r r o e r l a s p a r t e s componentes d e l s i s t e m a , se debe a d h e r i r b i e n a l o s e n g r a n a j e s aun cuando hay agua p r e s e n t e y no se debe s e

-parar durante l o s p e r í o d o s de almacenaje o simple i n a c t i v i d a d . ELIMINACION DE LOS CONTAMINANTES DE LOS SISTEMAS DE — ACEITE CIRCULANTE.

El mantenimiento de l o s s i s t e m a s , i n c l u s i v e l a f r e c u e n c i a y grado de e l i m i n a c i ó n de l o s c o n t a m i n a n t e s , e s una p a r t e i n t e g r a l de l a s c o n d i c i o n e s de f u n c i o n a m i e n t o que imperan en c u a l -q u i e r s i s t e m a de c i r c u l a c i ó n de a c e i t e , e i n f l u e n c i a en b a s t a n t e medida e l f u n c i o n a m i e n t o que se puede e s p e r a r de un a c e i t e en p a r t i c u l a r . Los a c e i t e s l u b r i c a n t e s e l e g i d o s adecuadamente pueden r e s i s t i r c i e r t a s c o n d i c i o n e s d e s f a v o r a b l e s durante m a yor tiempo que l o s a c e i t e s (puede) mal empleados o de b a j a c a -l i d a d . S i n embargo, ningún a c e i t e puede compensar por e n t e r o l a s c o n d i c i o n e s de f u n c i o n a m i e n t o d e f e c t u o s a s o e l mantenimien t o inadecuadoo

(24)

son mayores l a s c a n t i d a d e s de a i r e que penetran a l a c e i t e . La p r e s e n c i a de escamas de f á b r i c a agua y a i r e a e l e v a — das temperaturas en un ambiente de m e t a l e s c a t a l i z a d o r e s t a l e s como e l c o b r e , l a s c o s a s t i e n d e n a una o x i d a c i ó n r e l a t i v a m e n t e r á p i d a y a l d e t e r i o r o d e l a c e i t e a menos que sea producto de buena e s t a b i l i d a d a l a o x i d a c i ó n . Es n e c e s a r i o i n c o r p o r a r e s t a propiedad a un a c e i t e para que t e n g a l a v i d a ú t i l de s e r v i -c i o que se d e s e e .

Además, para que un a c e i t e s e a s a t i s f a c t o r i o no debe co— r r o e r l a s p a r t e s componentes d e l s i s t e m a , se debe a d h e r i r b i e n a l o s e n g r a n a j e s aun cuando hay agua p r e s e n t e y no se debe s e

-parar durante l o s p e r í o d o s de almacenaje o simple i n a c t i v i d a d . ELIMINACION DE LOS CONTAMINANTES DE LOS SISTEMAS DE — ACEITE CIRCULANTE.

El mantenimiento de l o s s i s t e m a s , i n c l u s i v e l a f r e c u e n c i a y grado de e l i m i n a c i ó n de l o s c o n t a m i n a n t e s , e s una p a r t e i n t e g r a l de l a s c o n d i c i o n e s de f u n c i o n a m i e n t o que imperan en c u a l -q u i e r s i s t e m a de c i r c u l a c i ó n de a c e i t e , e i n f l u e n c i a en b a s t a n t e medida e l f u n c i o n a m i e n t o que se puede e s p e r a r de un a c e i t e en p a r t i c u l a r . Los a c e i t e s l u b r i c a n t e s e l e g i d o s adecuadamente pueden r e s i s t i r c i e r t a s c o n d i c i o n e s d e s f a v o r a b l e s durante m a yor tiempo que l o s a c e i t e s (puede) mal empleados o de b a j a c a -l i d a d . S i n embargo, ningún a c e i t e puede compensar por e n t e r o l a s c o n d i c i o n e s de f u n c i o n a m i e n t o d e f e c t u o s a s o e l mantenimien t o inadecuadoo

(25)

n e s de f u n c i o n a m i e n t o más c u i d a d o s a s y durante l o s p e r í o d o s de f u n c i o n a m i e n t o d e f e c t u o s o se pueden e s p e r a r l o s e f e c t o s de una contaminación aun más r á p i d a . En p a r t i c u l a r , l o s f l u i d o s para l a b r a de m e t a l e s e s t á n s u j e t o s a l a contaminación de p a r t í c u l a s m e t á l i c a s y a b r a s i v a s como r e s u l t a d o n a t u r a l d e l t r a b a j o que l l e v a n a cabo Es n e c e s a r i o un equipo de a c o n d i c i o n a m i e n t o para e l i m i n a r e s t o s c o n t a m i n a n t e s r á p i d a y e f i c i e n t e m e n t e y a s e g u r a r un a c e i t e a c e p t a b l e y una d u r a c i ó n adecuada d e l e q u i

-po, a s í como e l mejor f u n c i o n a m i e n t o p o s i b l e .

E l a c e i t e p r o c e d e n t e de l o s s i s t e m a s contaminados puede -s e r de-scargado con f r e c u e n c i a y reemplazado, pero e n t r e l o -s cambios de a c e i t e pueden o c a s i o n a r s e s e r i o s d a ñ o s . La a l t e r n a t i v a p r e f e r i d a e s tomar l a s medidas p r o t e c t i v a s adecuadas r e s -p e c t o a l a c e i t e y a l equi-po -por medio de l a e l i m i n a c i ó n de l o s c o n t a m i n a n t e s , l o c u a l prolonga s i g n i f i c a t i v a m e n t e l a duración d e l equipo con menos cambios de a c e i t e0 E x i s t e una r e l a c i ó n -d e f i n i t i v a e n t r e l a l u b r i c a c i ó n e f e c t i v a y l a l i m p i e z a -d e l acejL t e . Es más, l a c a l i d a d d e l l u b r i c a n t e e s t á n en r e a l i d a d r e l a -c i o n a d a s -con l a e x -c e s i v a -contamina-ción d e l produ-cto en s e r v i -c i o o con un mantenimiento inadecuado.

CONTAMINACION DEBIDA A MATERIAS EXTRAÑAS.

*

(26)

o x i d a c i ó n y e s t a b i l i z a d o r e s de l a e m u l s i ó n , son b i e n c o n o c i d o s . Otros p o s i b l e s r e s u l t a d o s de e s t e t i p o de contaminación i n c l u -yen l a t u p i c i ó n de l a s t u b e r í a s de a c e i t e y e l e f e c t o a d v e r s o sobre l a s c a r a c t e r í s t i c a s de s e p a r a c i ó n d e l agua y formación -de espuma.

2 . - E l agua procedente de l a c o n d e n s a c i ó n o e s c a p e s de v á l v u l a s o s e l l o s , e s c a p e s d e l s e r p e n t í n de r e f r i g e r a c i ó n , e t o . , puede c a u s a r l a formación de herrumbre en l a s p i e z a s d e l e q u i p o . E s t e contaminante también promueve l a o x i d a c i ó n d e l a c e i t e y l a formación de d e p ó s i t o s , y se combina con l a s u c i e d a d para -formar e m u l s i o n e s con e l a c e i t e . Los m e t a l e s de l o s s i s t e m a s , que como e l cobre y e l h i e r r o a c t ú a n como c a t a l i z a d o r e s a l pro mover l a o x i d a c i ó n d e l a c e i t e , son c o n s i d e r a b l e m e n t e mucho más a c t i v o s en l a p r e s e n c i a de l a humedad.

3 « - La arena para machos, que queda en l o s moldes de m e t a l pro c e d e n t e s de l a f u n d i c i ó n , y l a s p a r t í c u l a s de m e t a l p r o c e d e n t e s de l a máquina o e l t a l l e r de r e p a r a c i o n e s , pueden c a u s a r r e s u l t a d o s s i m i l a r e s a l o s que hemos d e s c r i t o en e l primer tema«

Las p a r t í c u l a s de m e t a l p r o c e d e n t e s d e l d e s g a s t e de v a r i a s p i e z a s mecánicas como l o s c o j i n e t e s , a n i l l o s de p i s t ó n y engran J e s , pueden c o n d u c i r a r e s u l t a d o s s i m i l a r e s a l o s d e s c r i t o s en primer tema.

(27)

.aobiooítoo nexo ?,a -0» eh 3 a r o b a s i X íd & ú ^ e <¡ n c í o s M ^

«sjXoítí noioártiifiá jscs ab oq - a . a a sd aóX>a3Xi/aer aaXdi^o*

c a r a v b a o í o é l s a ? s^; so, ai) a a ^ i a s a l s b a o i o x q t i aX x m

- íioloamrol ^ a. Xab ííoíoBiBqsa 53 i á s t r © ¿ o a r 6 o aaX sidos* .•biHtfqSa

aaXtfvXav si) .¿a o iieb.ioo ab a t a a b a o o r q XS - S

9f)9uq , , o ¿ a ,nc tóic-a^ u i ©£ n l t f n e q r e a l a b a a q a o s a ,aoXi©a o

.oqíiri- • ¿ou ¿ ¿ e l e a s i /ta © irtísiirersíi eb r k o a n C t laaxra-'i

ecUso* í-vi . xc & : avrisXdísaS aSrs^niassíioo «* »3

-

vtsu

. •-

iíc

•: fifi i - oo aa , ac íf ¿oq 3b ab «o.5 s a=<r¿o 1

-íí;J3Sala • • ' t ' V.3Ja^aia . : 3 Xa «00 s a n ó l a I ^ m s ^

_q I s a a r •••-í * -js y ar * : : sitl Xa Y. a r d a s X©

orrew-ásnr odofJí• • ebrg , nos , -- • l a b noiorii ix<. fe

ibamurf ¿,I ©b s:on©a©rq sorlic>£

6 •

»-oxq Ibüsl: &t Bsbloia aoX fíe sbaüp . .sofíoam a r s q ^ - -i

3©S'tt©b©oorq r.8c a * s b aaXxrol toaq a s i v „noXoibm;! a l ab aacfns.ó- r

ü/a©r r a s c a s Lano? - *raq«r e-b reX.fa* Xa o « n i i . : * h

j j ; íts <jcfi- :^saf> bo¿ • esro aoX a asraXXfiixs í * ó«

; , a i r a v 9 # ; 1 - í" ? á»-*' baí-crc aá ab .-Ul q

, ^ a ó í c : c v áo> ¿9$Bttttoo s o l o/floo a a o i n i a

,, ;• x - ., a < ¿ JÍ-- ,. a o bao ü rXo-íütí^-o i

«aa .. • • '¡ .

t . ^ C w . . ; . . . . ... : í i' ve i , .i i . f i o í J

-l a -l ti"..- •>-. e i yoiao'-G a b a - j « ¿ J t a á s a ^ ©id:J-Biicígor • •

l9Qs eb 1©Í> ort^íiab s o t f i a o g e b xíoioaanol aX v,

- - ax'j •• •> y ari.br..¿ :.rtecs 6b a o ^ í s o q t

.-•«p x©í í se u >s ?!> agraX a.t a a ? : .

-6 . - La d i l u c i ó n d e l combustible causada por f a l l o s en l o s s i s t e

mas de c o m b u s t i b l e , funcionamiento en f r í o o inadecuada v o l a t i

-l i d a d , t i e n e un e f e c t o adverso sobre -l a e s t a b i -l i d a d d e -l a c e i t e

y causa una r e d u c c i ó n en l a v i s c o s i d a d d e l a c e i t e .

7 . Los productos químicos a n t i c o n g e l a n t e s y p r o c e d e n t e s d e l

-s i -s t e m a de r e f r i g e r a c i ó n debido a e -s c a p e -s en e -s t e ú l t i m o pueden

causar l a inmediata formación de d e p ó s i t o s en e l a c e i t e y a

me-nudo hacen que e l motor se pare.

8 . - Contaminantes m i s c e l á n e o s , t a l e s como p i n t u r a procedente de

l o s r e v e s t i m i e n t o s de l a s s u p e r f i c i e s i n t e r n a s , m a t e r i a l de

empaquetaduras de a s b e s t o , b o r r a s p r o c e d e n t e s de l i m p i a d o r e s y

-compuestos para e l b a r r i d o pueden t u p i r l a s t u b e r í a s de a c e i t e ,

hacer que se formen d e p ó s i t o s en e l a c e i t e y a c e l e r a r e l d e s

-g a s t e .

Mum* tmamm

CONTAMINACION CAUSADA POR LA OXIDACION DEL ACEITE.

El a c e i t e se d e t e r i o r a d e b i d o a l a o x i d a c i ó n que se presen

t a a l ponerse en c o n t a c t o con e l a i r e . La o x i d a c i ó n e s c a t a l i

-zada por m e t a l e s y compuestos a s o c i a d o s , e s p e c i a l m e n t e l o s que

e s t á n en l a forma de p a r t í c u l a s f i n a s , y e s a c e l e r a d a por l a s

temperaturas e l e v a d a s . Tal como mencionamos a n t e r i o r m e n t e , a l

-gunos de l o s c a t a l i z a d o r e s más a c t i v o s i n c l u y e n e l h i e r r o y e l

c o b r e . En l a s e t a p a s i n i c i a l e s , l o s productos de l a o x i d a c i ó n

son por l o g e n e r a l s o l u b l e s en a c e i t e , pero a l f i n a l se v u e l —

ven i n s o l u b l e s en e l a c e i t e a medida que prosigue l a d e t e r i o r a

c i ó n .

(28)

.aobiooítoo

nexo

-0» eh

ssiobssiXícfsias <¡ ¿ícíd >í £

-o

«sjXorrX

íigd ab

oq - a . s a

sd

aóx>aili/a©i a & ± a i ¡ c i

c a i a v b s o i o é l a © ? s i ; so, ai) es';i©.j¿Jí s a l ©b a o i o x q t i s i x m

- n o í o s m i o 1 ^ a ¡s l a b xxoXosisqaa 5¿> i i a t i a i o a i s o 3sX sidos*

aaliJvlBv 9i) . o nb:.o& l í e t e o s a b aifieb©ooiq s a a * 1 3 - £

sbauq , , o i a , n c tóic-a^ u i =>b n l i n a q i e a l a b a a q s o a a . a o l i s a o

.oqixji: • ¿ ¿ e l e a a l xt© s:tfrjrei©£t ai) r k o a n o - ' t s £ isaxr*",

d ü e o ^ í-vi . u^Jb xc & J a v r i & l t í i z & C e¿n^nim&snos a 3

-vtsu af . •- iíc •: Bñi ' - oo ©a , a c íf ¿oq 3b ab n o3 ; s>r¿o 1 ;

íí;J3Í&ÍB • • ' t ' Vví-Jüiafü . v." ,B-¿ 3 X» ñor. aaaoiaíijffla . -> .«

_q Xa a a i ; ..-• ¿ » ./j? V a!-' ¿ í i o a : • ©lií X© Y. ©icios X© orre

w-odofjí • f - A r a b i a > nos , --. l a b noXosi ix<. fe

ibeiüürf ¿,I £>b j>í íi© a o v í te s 6 •

»-Dxq I s c 3 . « . ' BS-bloia s o l na sbawp . .aoxíosm -auni*.

3©in©b©ooiq r.sc ©* ©b aAÍssoltesq a s i v „noXoibm;! a l ©b sese n ó

-ü/a©i i s a a s s Lano? : . s q a i e-b reX.fB* Xa a « n i i . : * h

„ B i s a i i e , - i i i q ; i:*, o i r :DB&b s o . • s s r p aoX s aaiaXXfítfs * * o «

. a i i s v © > f +RÍ5.V; • 1.* ? na;: . IT ab ,-ÚL o* =•"

, % xióíc: c v áo> c s i e í i i f oo s o l o«100 a s o X n i a

,, ;.í - ., * , o Jí-.- ,. ¿fija sobSv Mddl s 1

t . ^ C w . . ; . . . . ... : í x VC i , • ^ • n o d . . ,

-l a -l ti"..-- •>-. e i ¡romo^q ©:ba-jnaXOása^ ©id:J-Biicígor • •

X©os ©b l a b ort^íiab aoiXaoqeb x í o i o s i n o l sX v,

- - •• •> y ©itbr..¿ :.rtecs 6b a o i í a o q =Jb t

.-•«p x©í í se i. >5 -fb s s i s X s.t a a? :. •• ;

-6 . - La d i l u c i ó n d e l combustible causada por f a l l o s en l o s s i s t e

mas de c o m b u s t i b l e , funcionamiento en f r í o o inadecuada v o l a t i

-l i d a d , t i e n e un e f e c t o adverso sobre -l a e s t a b i -l i d a d d e -l a c e i t e

y causa una r e d u c c i ó n en l a v i s c o s i d a d d e l a c e i t e .

7 . Los productos químicos a n t i c o n g e l a n t e s y p r o c e d e n t e s d e l

-s i -s t e m a de r e f r i g e r a c i ó n debido a e -s c a p e -s en e -s t e ú l t i m o pueden

causar l a inmediata formación de d e p ó s i t o s en e l a c e i t e y a

me-nudo hacen que e l motor s e pare.

8 . - Contaminantes m i s c e l á n e o s , t a l e s como p i n t u r a procedente de

l o s r e v e s t i m i e n t o s de l a s s u p e r f i c i e s i n t e r n a s , m a t e r i a l de

empaquetaduras de a s b e s t o , b o r r a s p r o c e d e n t e s de l i m p i a d o r e s y

-compuestos para e l b a r r i d o pueden t u p i r l a s t u b e r í a s de a c e i t e ,

hacer que s e formen d e p ó s i t o s en e l a c e i t e y a c e l e r a r e l d e s

-g a s t e .

toma tmamm

CONTAMINACION CAUSADA POR LA OXIDACION DEL ACEITE.

El a c e i t e s e d e t e r i o r a d e b i d o a l a o x i d a c i ó n que s e presen

t a a l ponerse en c o n t a c t o con e l a i r e . La o x i d a c i ó n e s c a t a l i

-zada por m e t a l e s y compuestos a s o c i a d o s , e s p e c i a l m e n t e l o s que

e s t á n en l a forma de p a r t í c u l a s f i n a s , y e s a c e l e r a d a por l a s

temperaturas e l e v a d a s . Tal como mencionamos a n t e r i o r m e n t e , a l

-gunos de l o s c a t a l i z a d o r e s más a c t i v o s i n c l u y e n e l h i e r r o y e l

c o b r e . En l a s e t a p a s i n i c i a l e s , l o s productos de l a o x i d a c i ó n

son por l o g e n e r a l s o l u b l e s en a c e i t e , pero a l f i n a l s e v u e l —

ven i n s o l u b l e s en e l a c e i t e a medida que prosigue l a d e t e r i o r a

c i ó n .

(29)

d e t e r i o r a r s e d e b i d o a l a p o l i m e r i z a c i ó n (encadenamiento o de m o l é c u l a s h a s t a formar cadenas cada vez más p e s a d a s ) como r e -s u l t a d o de l a e x p o -s i c i ó n a c o n d i c i o n e -s de o x i d a c i ó n a e l e v a d a temperatura. Otra p o s i b l e c o n s e c u e n c i a de e s t e t i p o de medio ambiente extremo e s l a formación de coque y o t r a s s u s t a n c i a s

-s i m i l a r e -s p r o c e d e n t e -s de l a d e -s c o m p o -s i c i ó n t é r m i c a d e l a c e i t e l u b r i c a n t e .

E s t o e s más probable que ocurra en l a vecindad de l a s "zo nas, f c a l i e n t e sM l o c a l e s . Otra forma b a s t a n t e c o r r i e n t e de con t a m i n a c i o n c o n s i s t e en l a formacion de un d e p o s i t o p a r e c i d o a l a mayonesa y que t i e n d e a a p a r e c e r cuando se emplean a l g u n o s a c e i t e s en l o s motores de combustión i n t e r n a . E s t e c a s o e s — a s o c i a d o por l o g e n e r a l con temperaturas d e l c á r t e r b a j o l o -normal y l a p r e s e n c i a de m a t e r i a l e s de e s c a p e en l a f a s e a c u o s a o de h i d r o c a r b u r o que sean químicamente a c t i v o s .

Para o b t e n e r una i d e a más completa a c e r c a de l a o x i d a c i ó n d e l a c e i t e y s u s c a u s a sp y e f e c t o s , se recomienda a l l e c t o r -que se r e f i e r a a dos e d i c i o n e s p r e v i a s de e s t a p u b l i c a c i ó n 1 . 2 .

EQUIPO PARA LA ELIMINACION DE LOS CONTAMINANTES.

(30)

de un f u n c i o n a m i e n t o l i b r e de problemas.

Lo más nuevo en un equipo de a c o n d i c i o n a m i e n t o d e l a c e i t e para mantener l a l i m p i e z a d e l a c e i t e s e r í a un d i s e ñ o que per— m i t i e r a l a p u r i f i c a c i ó n más e f i c i e n t e a l a mayor v e l o c i d a d y a menos c o s t o y e s p a c i o . Aunque pocas v e c e s se p r e s e n t a e s t a s i t u a c i ó n i d e a l , muchos f a c t o r e s t a l e s como l o s que aparecen a c o n t i n u a c i ó n pueden s e r c o n s i d e r a d o s en l a s e l e c c i ó n de d i -cho equipo a u x i l i a r para o b t e n e r una u t i l i d a d máximas

( 1 ) Tipo y tamaño de l a unidad,

( 2 ) Tipo de a c e i t e empleado,

( 3 ) Economía ( I n v e r s i ó n de c a p i t a l , c o s t o s de i n s t a l a c i ó n y mantenimiento, y f a c t o r e s s i m i l a r e s ) ,

(4) Tipo de s e r v i c i o y c o n d i c i o n e s de f u n c i o n a m i e n t o , ( $ ) Volumen de a c e i t e ,

( 6 ) E s p a c i o d i s p o n i b l e ,

( 7 ) T i p o , c a n t i d a d y c o m b i n a c i o n e s de l o s c o n t a m i n a n t e s ( 8 ) A d a p t a b i l i d a d de l a unidad a l equipo a u x i l i a r ,

( 9 ) Tipo y c a l i d a d d e l c o m b u s t i b l e empleado, y (10) Grado de p u r i f i c a c i ó n d e s e a d o .

Ningún método o s i s t e m a de p u r i f i c a c i ó n ú n i c o e s e l más -adecuado para t o d a s l a s c o n d i c i o n e s de f u n c i o n a m i e n t o y t o d o s l o s equipos» E l que e s enteramente adecuado para una s i t ú a c i ó n puede no s e r l o n e c e s a r i a m e n t e para o t r a , y a menudo una -combinación de s i s t e m a s e s l o que se n e c e s i t a para o b t e n e r una p u r i f i c a c i ó n más e f i c i e n t e .

(31)

-a©8 bv ñ.c.

s e r v i c i o o una combinación de l a s d o s . La o p e r a c i ó n por p a r t i d a s r e q u i e r e e l paro d e l e q u i p o , m i e n t r a s que se l l e v a a cabo l a p u r i f i c a c i ó n a menos que s e empleen dos p a r t i d a s de -a c e i t e . Adem-as0 l a o p e r a c i ó n por p a r t i d a s no proporciona l a -e l i m i n a c i ó n d-e l o s c o n t a m i n a n t -e s a m-edida qu-e -e s t o s s-e forman, por t a n t o e l equipo puede dañarse durante e l p e r í o d o de acumula c l o n .

Ha s i d o d e s a r r o l l a d o un numero de p r o c e d i m i e n t o s e x a c t o s para medir l a e f e c t i v i d a d d e l equipo empleado para l a e l i m i n a c i ó n de l o s c o n t a m i n a n t e s s ó l i d o s . La d i s t r i b u c i ó n de c o n t a m i -n a -n t e s de tamaño de p a r t í c u l a s que queda-n e-n e l a c e i t e puede s e r r e g i s t r a d a en forma e s t a d í s t i c a . S i n embargo, e x i s t e d i f i c u l t a d en l a p o s i b i l i d a d de r e l a c i o n a r l a forma r e a l de l o s contaminan t e s a su diámetro promedio según ha s i d o informado, y l a i n d u s t r i a no ha l l e g a d o a normar l a s m e z c l a s de c o n t a m i n a n t e s para -s e r empleada-s en p r u e b a -s .

SEPARACION POR GRAVEDAD

La s e p a r a c i ó n por gravedad de l o s c o n t a m i n a n t e s i n s o l u b l e s p r e s e n t e s en l o s s i s t e m a s de a c e i t e c i r c u l a n t e puede s e r a l c a n zada mediantes ( 1 ) t a n q u e s de s e d i m e n t a c i ó n ( 2 ) s e d i m e n t a c i ó n -para gravedad y p l a c a s de d e s v i a c i ó n , ( 3 ) c a n a l e s de gravedad y ( 4 ) unidad de f l o t a c i ó n . Cada uno de e s t o s métodos e s t r a t a d o a c o n t i n u a c i ó n en brevedad en l a s e c c i ó n s i g u i e n t e .

TANQUES DE SEDIMENTACION.

(32)

-»98 fí.C«

s e r v i c i o o una combinación de l a s d o s . La o p e r a c i ó n por p a r t i d a s r e q u i e r e e l paro d e l e q u i p o , m i e n t r a s que se l l e v a a cabo l a p u r i f i c a c i ó n a menos que s e empleen dos p a r t i d a s de a c e i t e . Ademas, l a o p e r a c i ó n por p a r t i d a s no proporciona l a -e l i m i n a c i ó n d-e l o s c o n t a m i n a n t -e s a m-edida qu-e -e s t o s s-e forman, por t a n t o e l equipo puede dañarse durante e l p e r í o d o de acumula c i ó n .

Ha s i d o d e s a r r o l l a d o un numero de p r o c e d i m i e n t o s e x a c t o s para medir l a e f e c t i v i d a d d e l equipo empleado para l a e l i m i n a c i ó n de l o s c o n t a m i n a n t e s s ó l i d o s . La d i s t r i b u c i ó n de c o n t a m i -n a -n t e s de tamaño de p a r t í c u l a s que queda-n e-n e l a c e i t e puede s e r r e g i s t r a d a en forma e s t a d í s t i c a . S i n embargo, e x i s t e d i f i c u l t a d en l a p o s i b i l i d a d de r e l a c i o n a r l a forma r e a l de l o s contaminan t e s a su diámetro promedio según ha s i d o informado, y l a i n d u s t r i a no ha l l e g a d o a normar l a s m e z c l a s de c o n t a m i n a n t e s para -s e r empleada-s en p r u e b a -s .

SEPARACION POR GRAVEDAD

La s e p a r a c i ó n por gravedad de l o s c o n t a m i n a n t e s i n s o l u b l e s p r e s e n t e s en l o s s i s t e m a s de a c e i t e c i r c u l a n t e puede s e r a l c a n zada mediantes ( 1 ) t a n q u e s de s e d i m e n t a c i ó n ( 2 ) s e d i m e n t a c i ó n -para gravedad y p l a c a s de d e s v i a c i ó n , ( 3 ) c a n a l e s de gravedad y ( 4 ) unidad de f l o t a c i ó n . Cada uno de e s t o s métodos e s t r a t a d o a c o n t i n u a c i ó n en brevedad en l a s e c c i ó n s i g u i e n t e .

TANQUES DE SEDIMENTACION.

Figure

Actualización...

Referencias

Actualización...

Descargar ahora (40 pages)