Relación causal entre fecundidad y participación de la mujer en la fuerza de trabajo

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Relación causal

entre fecundidad y

participación de la

mujer en la fuerza

de trabajo.

Amalia Arriaga

CENTRO DE INVESTIGACIONES

ECONOMICAS

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Relación causal

entre fecundidad y

participación de la

mujer en la fuerza

de trabajo.

Amalia

ia Arriaga

F A C U L T A D D E E C O N O M I A

(5)

A }

\

Primera e d i c i ó n , 1981.

.

3

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3 6 8 6 1

( c ) 1981 por Centro de Investigaciones Económicas

[ de l a Universidad Autónoma de Nuevo León.

Las o p i n i o n e s , J u i c i o s o ideas que pueda

no r e f l e j a n de ninguna forma el c r i t e r ^ ae. d e e x c l u si v a

Económicas de la U n i v e r s i d a d ^ ^ ^ ^ i l n c i o n a d o organismo se r e s p o n s a b i l i d a d de su a u t o r . Sin' embargo l i b r o n Q p u e d e

reserva todos l o s derechos de l a ^ ¡ ¡n t e f o r m a, 0 o d i a n t e

ser reproducido, m en todo m en parte en n y v i ol a c i ó n

sistema alguno, s i n permiso por e s c r i t o del t d i t o r . será denunciada a l a s autoridades competentes.

INTRODUCCION

Para un p a í s que como México enfrenta un crecimiento muy a c e l e r a

-do de su población, es importante e s t a b l e c e r l a s p o s i b l e s v a r i a b l e s que

de-terminan la fecundidad. El e s t a b l e c i m i e n t o de t a l e s f a c t o r e s podría s e r v i r

como base para el a n á l i s i s comparativo de p o l í t i c a para r e d u c i r el c r e c i

-miento de l a población.

La fecundidad ha s i d o ampliamente e s t u d i a d a , tanto en p a í s e s i n

d u s t r i a l i z a d o s , como en p a í s e s en v í a s de d e s a r r o l l o . El enfoaue de a n á l i

s i s ha cambiado a través del tiempo. Los primeros e s t u d i o s u t i l i z a b a n f a c

-t o r e s demográficos y s o c i o l ó g i c o s para a n a l i z a r l a . S i n embargo, a p a r -t i r

de l o s años 6 0 ' s y principalmente durante l o s años 7 0 ' s s u r g i ó l a nueva c o

-r -r i e n t e del enfoque económico del a n á l i s i s de l a fecundidad-^.

El e s t u d i o de l a p a r t i c i p a c i ó n de l a mujer en la fuerza de trabajo

ha r e c i b i d o p a r t i c u l a r atención en los Estados U n i d o s , destacándose en el

2/

área económica l o s t r a b a j o s de Heckman-.

El a n á l i s i s e x p l í c i t o de l a s dos v a r i a b l e s simultáneamente es un

enfoque mucho más r e c i e n t e El problema de la r e l a c i ó n entre fecundidad

y p a r t i c i p a c i ó n de l a mujer en l a fuerza de trabajo es de c o n s i d e r a b l e

im-portancia para el p l a n i f i c a d o r en materia de población. La p o s i b i l i d a d de

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de la población podría conducir a acelerar l a p a r t i c i p a c i ó n de la mujer en

la fuerza de trabajo como otra e s t r a t e g i a de d e s a r r o l l o económico.

Este estudio es un a n á l i s i s , para el caso de México, de l a s dos

v a r i a b l e s bajo el supuesto que ambas se determinan simultáneamente. Se pa£

te de un modelo teórico en donde la unidad que toma la d e c i s i ó n ( l a mujer)

establece simultáneamente el número de h i j o s que desea tener y su p a r t i c i

-pación a c t i v a en el mercado de trabajo. Asimismo se establece cual es la

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I . ANTECEDENTES

A. La Economía del Hogar.

-La idea p r i n c i p a l dentro de la nueva "economía del hogar" es que

la unidad f a m i l i a r es una unidad para la toma de decisiones de una forma

análoga a como lo es l a empresa dentro de l a teoría económica t r a d i c i o n a l .

Esta unidad f a m i l i a r toma decisiones respecto al consumo y la producción

con el objetivo de proporcionar u t i l i d a d a l o s miembros que la componen.

Las decisiones respecto al número total de h i j o s a tener, forman parte

del total de decisiones ya que l o s niños son considerados como bienes

pro-ducidos por la misma unidad f a m i l i a r . Con este nuevo enfoque es posible

establecer claramente cuáles son los beneficios ( u t i l i d a d ) y los costos

(uso a l t e r n a t i v o del dinero y del tiempo) asociados con tener h i j o s .

Por ejemplo, dado que tradicionalmente se ha considerado a la mu

j e r (esposa) como la persona que atiende el hogar y cuida de l o s h i j o s , es

posible obtener el costo de tener h i j o s a través del costo de oportunidad

de la mujer en el mercado de trabajo.

S i n embargo, hay que considerar que la conducta de fecundidad ob

servada depende eñ parte de l a s actitudes hacia el control de la natalidad

y de la extensión de la información acerca de prácticas de control de la

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Por otra parte, otro f a c t o r que puede entorpecer el a n á l i s i s de

l a fecundidad dentro de ese contexto, es el hecho de que la función de uti_

l i d a d de la unidad f a m i l i a r pudiera no ser análoga a l a función de utilidad

de cada uno de los miembros de la unidad familiar., principalmente l a de la

mujer.

Considerando todo esto, se estimó conveniente trabajar con un m£

délo en donde la mujer sea l a unidad que tome la d e c i s i ó n y en donde

inter-vengan además de l a s v a r i a b l e s económicas, c i e r t a s v a r i a b l e s s o c i o l ó g i c a s .

Al hacer esto se está pensando en i n c l u i r c i e r t o s valores que l a sociedad

impone a los individuos y que limitan hasta c i e r t o grado su l i b e r t a d para

e l e g i r .

B. A p l i c a b i l i d a d de los Supuestos de la "Economía del Hogar" a un país en

d e s a r r o l l o .

La teoría de la nueva "Economía del Hogar" ha sido objeto de c r í

t i c a tanto por su carácter r e s t r i c t i v o al considerar únicamente factores e

conómicos, como por los conceptos que i n v o l u c r a . -7 Por ejemplo l o s

con-ceptos como calidad versus cantidad de h i j o s y l a llamada función de

pro-ducción doméstica no son directamente observables. La interacción de man

do y mujer en la toma de decisiones y l a p o s i b i l i d a d de que este tipo de

-decisiones sea más bien secuencia! que instantánea, en el momento de

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Este tipo de problemas r e s t r i n g e la a p l i c a b i l i d a d del enfoque.

Su a p l i c a b i l i d a d a países en v í a s de d e s a r r o l l o enfrenta problemas a d i c i o

nales.

La c r í t i c a p r i n c i p a l a su a p l i c a c i ó n e s t a r í a relacionada con el

concepto "costo de los h i j o s " . -7 Dado que en este tipo de países el nivel'

educativo de las mujeres es bajo, aunado al hecho de que l a s oportunidades

de ocupación para las mujeres casadas son muy l i m i t a d a s , el costo de opor^

tunidad de la mujer s e r í a cero.

Es indudable que ésta es una c r í t i c a v á l i d a . S i n embargo, para

el caso de México, y especialmente dentro de las áreas metropolitanas de

Monterrey, Guadalajara y la ciudad de México, el acceso a la educación y

a l o s trabajos productivos para las mujeres es un hecho. Tomando este

-factor en consideración se procedió a d e s a r r o l l a r un modelo simple que

permitiera tener un marco teórico adecuado, a la vez que pudiera ser

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I I . EL MODELO

El modelo teórico contempla a la mujer dentro de la unidad

fami-l i a r como a una persona que t r a t a de maximizar su u t i fami-l i d a d sujeta afami-l ingre

so (o riqueza) f a m i l i a r . E l l a puede d e r i v a r u t i l i d a d de l o s bienes que

-consume, de l o s h i j o s que t i e n e , y de su p a r t i c i p a c i ó n en el mercado de tra^

bajo, es decir

U = f ( xr x2, x3)

en donde:

X^: representa los bienes que consume

X2: representa l o s h i j o s que tiene

Xg: representa su p a r t i c i p a c i ó n en el mercado de trabajo

La a d q u i s i c i ó n de l o s bienes tipo X^» y X2 estará r e s t r i n g i d o por

el precio (o costo) de e l l o s dado el ingreso f a m i l i a r , es decir

P1 X1 + P2 X2 = W1 + W2

en donde:

P.^ = Costo de los bienes Xj

P2 = Costo de los h i j o s

Wj = Ingreso del marido

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La i n c l u s i ó n de la variaDle X^ dentro de la función de u t i l i d a d

implica que la mujer puede derivar u t i l i d a d por el simple hecho de p a r t í

cipar en el mercado de trabajo, además de la remuneración económica que

recibe. Esto a su vez implica que el costo de l o s h i j o s no es

necesaria-mente igual al s a l a r i o de la mujer, ya que e l l a deriva u t i l i d a d tanto de

X^ como de X^.

Este tipo de a n á l i s i s nos permite derivar funciones de demanda

para cada uno de los factores que intervienen en la función de u t i l i d a d ,

es decir:

X1 = ( Pr Wl , w2> p2>

X2 = g2 ( P2, Wv W2, Pv X3)

x3 - g3 (Wj» w2, x2, P2)

S i nos concentramos en las dos últimas funciones, es posible iji

terpretar estas relaciones como la demanda por número de h i j o s deseados

(fecundidad deseada) y la p a r t i c i p a c i ó n deseada en el mercado de trabajo.

Como puede observarse, en la demanda por niños se incluye como variable

exógena la p a r t i c i p a c i ó n de la mujer en el mercado de trabajo, y en la

p a r t i c i p a c i ó n en el mercado dé trabajo se incluye como variable exógena,

la fecundidad. Es d e c i r , se determinan simultáneamente.

La racionalidad detrás de estas funciones está en que los roles

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de los h i j o s recae principalmente en la madre.

Esta s e r í a la formulación s i se consideraran l o s motivos económi_

eos únicamente, pero como se mencionó previamente, es necesaria la i n c l u

-s i ó n de otra-s v a r i a b l e -s -s o c i o l ó g i c a -s que indudablemente afectan e-ste tipo

de conducta.

Es importante mencionar que se está trabajando con un modelo de

e q u i l i b r i o e s t á t i c o , lo cual no es necesariamente correcto para este tipo

de problema. El supuesto básico detrás de esto es que desde el punto de

v i s t a de la toma de d e c i s i o n e s , el período de referencia completo (toda la

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I I I . LA ESTIMACION DEL MODELO

A. El Tratamiento Economètrico del Modelo.

Dada la formulación teórica del problema, es necesario u t i l i z a r

un método de estimación apropiado para un modelo de ecuaciones simultáneas.

Esto implica la u t i l i z a c i ó n del método de mínimos cuadrados en dos etapas

para e v i t a r problemas de correlación entre l o s errores y l a s v a r i a b l e s inde

pendientes. Se pensó en este método ya que con su u t i l i z a c i ó n es posible

obtener estimadores insesgados y c o n s i s t e n t e s . - ' '

Se planteó el s i g u i e n t e modelo:

FECUN = f (EDMUJ, LUMUJ, TRAB, CONOC, PHIJOS, ÁÑUNI, INGR, v)

TRAB = g (ESMUJ, ARAU, INGR, FECUN, LUMAR, ESMAR, TIOCM, u)

en donde:

FECUN = Medida de fecundidad.

TRAB = P a r t i c i p a c i ó n de la mujer en la fuerza de t r a b a j o . ( E s t a es una

variable dicotómica que toma v a l o r de 1 s i lá mujer trabaja y

de 0 s i no trabaja).

EDMUJ = Edad de la mujer.

LUMUJ = Lugar donde pasó infancia la mujer (variable proxy para ambiente

cultural en que creció. Esta es una v a r i a b l e categórica que to

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C0N0C = Conocimiento de métodos anticonceptivos. (Esta es una v a r i a b l e

dicotómica que toma el valor 1 cuando s í conoce y de 0 cuando

no conoce).

PHIJOS = Puede tener más h i j o s (medida de f e r t i l i d a d ) . Esta es una

var i a b l e categóvarica que toma el v a l o var de 1 s i puede tenevar más h i

-j o s , de 0 s i no puede tener más h i -j o s y de 9 s i no sabe.

A Ñ U N I = Número de años que ha estado unida.

INGR = Ingreso del marido.

v = E r r o r .

ESMUJ = E s c o l a r i d a d de la mujer.

A Ñ A U = Número de años trabajados antes de unirse (variable proxy para

experiencia).

LUMAR = Lugar donde pasó infancia el marido ( v a r i a b l e proxy para ambieji

te c u l t u r a l en que creció el marido. Variable categórica que

-toma valores 1, 2 y 3).

ESMAR = Escolaridad del marido.

TIOCM = Tipo de ocupación del marido ( v a r i a b l e proxy para ambiente c u l

-tural en que trabaja el marido. Esta es una v a r i a b l e continua

en donde la c o d i f i c a c i ó n del tipo o de ocupación es mayor a

me-dida que el trabajo es menos especial i z a c o ) .

u = E r r o r .

La u t i l i z a c i ó n de un modelo de ecuaciones simultáneas presenta

c i e r t o s problemas econométricos, siendo los más importantes:

a) el problema de e s p e c i f i c a c i ó n incorrecta y

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36866

El problema de e s p e c i f i c a c i ó n incorrecta es s i n duda, muy relevan

te para el problema de i n v e s t i g a c i ó n que se plantea. En el caso concreto del

modelo propuesto, éste se formuló u t i l i z a n d o conceptos teóricos qenealmente

aceptados, por tanto se tiene confianza que el problema de e s p e c i f i c a c i ó n , s i

e x i s t e , no es s e r i o .

Con respecto al problema de i d e n t i f i c a c i ó n se considera que está

• solucionado, ya que de acuerdo con el modelo propuesto el sistema está sobre

identificado. Es d e c i r , hay s u f i c i e n t e s v a r i a b l e s instrumentales para e s t i

-mar cada una de las v a r i a b l e s endógenas.

B. El Tratamiento Econométrico de la Ecuación de P a r t i c i p a c i ó n . 0

La estimación de la ecuación de p a r t i c i p a c i ó n de la mujer en la

fuerza de trabajo requiere un tratamiento p a r t i c u l a r , ya que como se mencio

nó anteriormente, la v a r i a b l e dependiente es una v a r i a b l e dicotónica que

toma el valor de uno s i la mujer trabaja y de cero s i no l o hace. En este

caso, es necesario pensar en un modelo e s t a d í s t i c o que relacione a la varia^

ble categórica con un conjunto de v a r i a b l e s independientes, las cuales

pue-den ser de naturaleza continua o d i s c r e t a .

Con este tipo de relaciones uno tiene que pensar que está tratando

con una función de probabilidad en donde la variable dependiente (Y) aumenta

de valor a medida que los valores de las v a r i a b l e s independientes ( l a s X i s )

lo hacen, es d e c i r , la probabilidad de que una mujer trabaje aumenta a medi^

da que los valores de las v a r i a b l e s e x p l i c a t i v a s , tales como educación, expe

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El método de mínimos cuadrados o r d i n a r i o s no debe usarse, princj^

pálmente porque el modelo es heteroscedástico ( l a varianza del error depe£

de de cada observación). Aunque este problema puede ser corregido u t i l i z a r ^

do el método de mínimos cuadrados generalizados, ninguno de los dos métodos

v /

garantiza que l o s valores estimados para la v a r i a b l e dependiente (Y) queden

8/

comprendidos entre cero y u n o .

-Los dos métodos que son teóricamente correctos para a n a l i z a r este

tipo de relaciones son el a n á l i s i s " p r o b i t " , en donde se supone que l a

fun-ción de probabilidad acumulativa es normal, y el a n á l i s i s " l o g i t " o

regre-sión l o g í s t i c a .

Desde el punto de v i s t a de a p l i c a c i ó n es p r e f e r i b l e u t i l i z a r l a

regresión l o g í s t i c a ya que la función acumulativa de probabilidad l o g í s t i c a

aproxima bastante a la normal y es mucho más f á c i l de c a l c u l a r . Desde el

punto de v i s t a teórico también tiene ventajas ya que los supuestos con r e ¿

pecto a la d i s t r i b u c i ó n conjunta de l a s "variables e x p l i c a t i v a s es menos

r e s t r i c t i v a .

Considerando estas ventajas de la regresión l o g í s t i c a se decidió

u t i l i z a r l a en la estimación de la ecuación p a r t i c i p a c i ó n de l a mujer en l a

fuerza de trabajo.

C. Información U t i l i z a d a en la Estimación del Modelo.

Los datos que se u t i l i z a r o n para la estimación del modelo fueron

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La Encuesta Mexicana de Fecundidad fue realizada en 1976-1977 por

la Secretaría de Programación y Presupuesto, a través de la Dirección

Gene-ral de E s t a d í s t i c a , y con apoyo de las Naciones Unidas. Algunos de l o s

ob-9/

j e t i v o s - de la Encuesta se establecieron como:

a). Incrementar e l . e s t u d i o c i e n t í f i c o de uno de l o s componentes más importan

tes de la dinámica demográfica como es la fecundidad, atendiendo especial^

mente a sus aspectos e x p l i c a t i v o s .

b). A s i s t i r al gobierno con la información necesaria para la formulación de

p o l í t i c a s de población en el campo e s p e c í f i c o de la fecundidad.

c). Obtener la información que permita c o n s t r u i r bases s ó l i d a s sobre l a s cua

l e s se apoyen l o s programas de evaluación de l a s p o l í t i c a s que se han —

adoptado en r e l a c i ó n con la fecundidad.

Como puede observarse, la información obtenida encaja bastante bien

en el modelo propuesto, ya que además proporciona información sobre p a r t i c i p a

ción actual y pasada de las mujeres en el mercado de trabajo.

Se definieron como mujeres e l e g i b l e s a todas aquéllas entre 15 y

49 años de edad, exceptuando a l a s mujeres de 15 a 19 años s i éstas eran sol^

teras y no habían tenido algún h i j o vivo. El número total de e n t r e v i s t a s a

nivel individual fue determinado en 7,000 las cuales se d i s t r i b u y e r o n en todo

el p a í s , asignándose la proporción de e n t r e v i s t a s en cada población de acuer

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Dada la formulación del presente estudio se decidió seleccionar

una submuestra del total de c u e s t i o n a r i o s levantados. Los c r i t e r i o s de se

lección fueron los s i g u i e n t e s :

1. Se seleccionaron únicamente a las mujeres que estaban unidas o

casadas en el momento de la e n t r e v i s t a . Esto con el objeto de

anal i zar su conducta dentro del marco de referencia del modelo

formulado.

\

2. Se seleccionaron únicamente a mujeres que r e s i d í a n en localida^

des de más de 100,000 habitantes en el momento de la e n t r e v i ^

ta. Esto con el objeto de asegurar, hasta c i e r t o punto, que

las mujeres tenían acceso a la educación y oportunidades de.tra

bajo que el modelo implica.

La submuestra quedó limitada a 2,293 mujeres que s a t i s f a c í a n l o s

r e q u i s i t o s requeridos.

Es importante mencionar que esta -jbmuestra constituye un bloque

de información de corte t r a n s v e r s a l en donde se incluyen mujeres de d i v e r s a s

edades, que pueden haber completado el tamaño de f a m i l i a deseado o no. Por

esta razón se incluyeron las v a r i a b l e s edad de la mujer y número de años unj[

da como parte del conjunto de v a r i a b l e s e x p l i c a t i v a s de la fecundidad. La

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I l I

IV. RESULTADOS EMPIRICOS

A. Metodología.

Como se mencionó anteriormente, el método de estimación apropia^

do es el de mínimos cuadrados en dos etapas. Aunque existen programas de

computadora que pueden hacer la estimación directamente, se decidió hacer

la estimación a través de dos regresiones separadas, que representan la

primera y segunda etapa, para estar en p o s i b i l i d a d de u t i l i z a r la r e g r e

-sión l o g í s t i c a en la ecuación de p a r t i c i p a c i ó n .

Como el objetivo p r i n c i p a l de este estudio era determinar la di_

rección causal más fuerte entre fecundidad y p a r t i c i p a c i ó n de la mujer en

la fuerza de trabajo, se procedió a trabajar con dos modelos. En el p r i

-mer modelo se u t i l i z ó la ecuación de fecundidad en la pri-mera etapa y l a

ecuación de p a r t i c i p a c i ó n en la segunda. En este modelo se trataba de pro

bar s i la v a r i a b l e fecundidad era un factor determinante en la d e c i s i ó n de

p a r t i c i p a r en la fuerza de trabajo.

En términos g r á f i c o s esto podía representarse como:

Obtenida en

(20)

En el segundo modelo se u t i l i z ó la ecuación de p a r t i c i p a c i ó n en

la primera etapa y la ecuación de fecundidad en la segunda. La h i p ó t e s i s

de este modelo era que la p a r t i c i p a c i ó n de la mujer en la fuerza de traba

jo determinaba la fecundidad. En términos g r á f i c o s ^ e s t o podía representa^

se como:

Obtenida en la primera etapa

Los c o e f i c i e n t e s de la ecuación de p a r t i c i p a c i ó n en donde se uti^

l i z ó regresión l o g í s t i c a fueron obtenidos con el programa MAXLIK.—'' Los

coeficientes de la ecuación de fecundidad fueron obtenidos usando el paque^

te e s t a d í s t i c o SPSS.

B. Resultados de l o s Dos Modelos.

Los resultados de los dos modelos aparecen en el Cuadro 1. La va

r i a b l e PROBTR representa la probabilidad de que la mujer trabaje (resultado

de la regresión que constituye la primera etapa). La v a r i a b l e HIJEST repre

senta número de h i j o s estimados (resultado de la regresión que constituye la

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CUADRO 1

Coeficientes obtenidos en los dos modelos utilizados para determinar la Dirección Causal entre Fecundidad y Particj^ pación de la Mujer en la Fuerza de Trabajo.

Resultados de la Segunda Etapa.

Variables Participación es la

Variable Dependiente Variable Dependiente Fecundidad es la

CONSTANTE (-5.2117) -1.4463** 2.2527

ESMUJ (5.9551) 0.4108**

HIJEST (-0.3967) -0.0107

AÑAU (2.8313) 0.0129**

INGR (-0.5944) -0.0000U4 (-2,9822) -0.00002**

ESMAR (-0.8976) -0.0356

LUMAR (-1.0371) -0.0505

TIOCM (-2.8424) -0.0061**

AÑUNI (22.0173) 0.2188**

PROBTR (-6.6000) -4.2727**

EDflUJ (4.4991) 0.0430**

LUMUJ (-3.6182) -0.2279**

CONOC (-2.8495) -0.3752**

PHIJOS -0.0188 0.7141

NOTA: Los valores de t correspondientes a los estimadores de los parámetros aparecen entre paréntesis.

(22)

Sí:

En el Cuadro 2 aparecen los resultados correspondientes a la primera etapa de los dos modelos mencionados.

CUADRO 2 ^

Coeficientes obtenidos en los dos modelos u t i l i z a d o s . Resultados de la Primera Etapa.

Variables Fecundidad es la Variable Dependiente Variable Dependiente Participación es la

CONSTANTE 1.5998 (-6.5316) -1.6650**

AÑUNI (22.493) 0.2248**

LUÍIUJ (-5.071) -0.3145**

INGR (-4.108) -0.00003** (-0.5919) -0.000004

EDMUJ (3.996) 0.0386**

TRAB. (-2.222) -0.2660*

CONOC (-1.824) -0.2388

PHIJOS (-0.525) -0.0140

ESMUJ (6.2861) 0.4402**

FECUN (1.3734) 0.0245

AÑAU (2.8506) 0.0130**

ESMAR (-0.643) -0.0254

LUMAR (-0.9110) -0.0444

TIOCM (-2.^7969) -0.0060**

NOTA: Los valores de t correspondientes a los estimadores de los parámetros aparecen entre paréntesis.

(23)

C. Interpretación de l o s Resultados.

Si se analizan l o s resultados obtenidos, es posible c o n c l u i r que

el segundo modelo es el que mejor explica la dirección causal entre

fecun-didad y p a r t i c i p a c i ó n de l a mujer en l a fuerza de trabajo. En ambos

mode-los la r e l a c i ó n entre las dos v a r i a b l e s es negativa, pero en el segundo, el

coeficiente de p a r t i c i p a c i ó n es definitivamente s i g n i f i c a t i v o . Variables

como número de años unida, que r e f l e j a el número de años que la mujer ha es^

tado expuesta a concebir, edad de l a mujer, lugar donde pasó su i n f a n c i a y

conocimiento de métodos anticonceptivos, también son s i g n i f i c a t i v o s . En ge

neral, el conjunto de v a r i a b l e s seleccionadas explica en buena parte el f e

-nómeno de la fecundidad (La R obtenida fue de .49). S i analizamos ahora la

ecuación de p a r t i c i p a c i ó n , que corresponde a l a primera etapa del segundo mo

délo, los resultados tienen más sentido. La probabilidad de que una mujer

trabaje está en función directa de su educación y de su experiencia de tra

bajo, y es este t i p o de mujer l a que de acuerdo con los resultados del mode

l o , r e s t r i n g e su fecundidad. El coeficiente de - 4 puede interpretarse como

que a'medida que la probabilidad de que una mujer trabaje aumenta, el número

total de h i j o s que desea tener disminuye en promedio en cuatro h i j o s ,

supo-niendo que se mantuvieran constantes l o s otros f a c t o r e s .

El coeficiente del ingreso también merece un comentario.—'' Se ha

discutido mucho el efecto que el ingreso tiene en la determinación del tama

ño de la f a m i l i a . La mayoría de los autores arguye que los h i j o s son bienes

superiores (dentro de este enfoque de a n á l i s i s ) y que su número deberá aumeji

tar a medida que el ingreso aumenta. S i n embargo, tal como muchos autores

(24)

"cantidad" de h i j o s que una unidad f a m i l i a r desea tener. Los resultados

de este estudio parecen estar de acuerdo con esto. Aunque el coeficiente

del ingreso es muy pequeño, es negativo y es s i g n i f i c a t i v o , lo que i m p l i

-c a r í a que, probablemente, l o que la unidad f a m i l i a r desea es aumentar la

(25)

C O N C L U S I O N

En este estudio se ha analizado la r e l a c i ó n causal entre fecun

didad y p a r t i c i p a c i ó n de la mujer en l a fuerza de trabajo u t i l i z a n d o un

modelo simple dentro del contexto de la nueva "economía del hogar", y

-usando datos para México.

En el modelo se incluyeron tanto v a r i a b l e s económicas como socio

l ó g i c a s y se encontró que l a p a r t i c i p a c i ó n de la mujer en la fuerza de tra

bajo es uno de l o s factores que determina la fecundidad, afectándola nega

tivamente, y que la d i r e c c i ó n causal de p a r t i c i p a c i ó n a fecundidad es la

que predomina.

Este resultado es importante porque permite establecer que una ma

yor p a r t i c i p a c i ó n de la mujer en l a fuerza de trabajo conduciría a una dis^

minución en la tasa de fecundidad. Dado que la p a r t i c i p a c i ó n de la mujer

en la fuerza de trabajo depende, de acuerdo con los resultados empíricos

obtenidos, de su nivel educativo y de su p a r t i c i p a c i ó n anterior en el merca

do de trabajo, s e r í a conveniente que se considerara el incrementar el

acce-so a la educación y al trabajo productivo para la población femenina, como

p o l í t i c a s i n d i r e c t a s para l o g r a r una disminución en el crecimiento de la po

blación.

Aunque el modelo u t i l i z a d o es simple y se apoya en supuestos fuer

t e s , los resultados empíricos obtenidos permiten concluir que ha sido una

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BIBLIOGRAFIA

1 . - Bean, Frank D. "Review Symposium of S c h u l t z ' s economics of the f a m i l y " . Demography, Vol. 12, 1975.

2 . - Becker, Gary S. "An economic a n a l y s i s of f e r t i m y " en Demographic and Economic Change in Developed Countries. National Bureau of Economic Research. Princeton U n i v e r s i t y P r e s s , 1960.

3 . - Namboodiri, N. K. "Review symposium of S c h u l t z ' s economics of the f a m i l y " . Demography, Vol. 12, 1975.

4 . - Nerlove, Marc. "Household and Economy: Toward a new theory of population and economic growth". Journal of P o l i t i c a l Economy, Vol. 82, 1974.

5 . - S c h u l t z , Theodore W. "The value of children: An economic p e r s p e c t i v e " . Journal of P o l i t i c a l Economy, Vol. 81, 1973.

6 . - Smith-Lovin, L. and A. R. Tickamyer. "Labor force p a r t i c i p a t i o n , f e r t i l i t y behavior and sex r o l e a t t i t u d e s " . American S o c i o l o g i c a l Review, Vol. 43, 1978.

7 - T u r c h i , Boone A. "Microeconomic theories of f e r t i l i t y : A c r i t i q u e " . Social Forces, Vol. 54, 1975.

8 . - Waite, L. J. and R. M. Stolzenberg. "Intended childbearing and labor force p a r t i c i p a t i o n of young women: I n s i g h t s from

nonrecursive models". American Sociological Review, Vol. 41, 1976. .

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N O T A S :

1/ Véase por ejemplo el Suplemento del "Journal of P o l i t i c a l Economy". ~~ Vol. 81, 1973, que está dedicado íntegramente a la "economía del

hogar".

2/ Heckman, J . J . (1974), "Shadow p r i c e s , market wages and labor s u p p l y " , ~~ Econometrica 42.

3/ Véase por ejemplo: Waite, L. J . and R. M. Stolzenberg (1976) ~~ "Intended childbearing and labor force p a r t i c i p a t i o n of young women:

I n s i q h t s from nonrecursive models". American S o c i o l o g i c a l Review 41, y Smith-Lovin L. and A. R. Tickamyer (1978) "Labor force p a r t i c i p a t i o n ,

f e r t i l i t y behavior and sex r o l e a t t i t u d e s " . American S o c i o l o g i c a l Review 43.

4/ Esta sección está tomada en gran parte de: Frank D. Bean (1975) "Review Symposium". Demography 12.

5/ Véase por ejemplo: Turchi, B. A. (1975) "Microeconomic Theories of " F e r t i l i t y : A c r i t i q u e " , Social Forces 54.

6/ Véase por ejemplo: Nerlove M. (1974) "Household and economy: Toward ~~ a new theory of population and-economic growth". Journal of P o l i t i c a l

Economy 82.

7/ Las propiedades de l o s estimadores de mínimos cuadrados en dos etapas ~ se pueden encontrar en cualquier l i b r o de Econometría que incluya

modelos de ecuaciones simultáneas.

8/ Una e x p l i c a c i ó n muy c l a r a de l o s problemas e s t a d í s t i c o s que se presentan s i se u t i l i z a mínimos cuadrados o r d i n a r i o s o mínimos cuadrados g e n e r a l i

-zados para estimar el tipo de r e l a c i ó n mencionada se encuentra en: Nerlove M y S J. Press (1973) " U n i v a r i a t e and M u l t i v a r i a t e Log-Linear and L o g i s t i c Models". R-1306-EDAINIH, Rand Corporation. Santa Monica, C a l i f o r n i a .

9/ Encuesta Mexicana de Fecundidad. Informe Metodológico. SPP. México 1978. Página 2.

10/ El programa MAXLIK es un programa en FORTRAN para obtener estimadores ~ ~ de máxima v e r o s i m i l i t u d y fue e s c r i t o en 1977 por Bronwyn H. Hall quien

tiene derechos de autor sobre el mismo. Este programa se c o r n o en una computadora IBM 370 en la Universidad de C a l i f o r n i a , R i v e r s i d e , g r a c i a s a la colaboración del Profesor S. J. Press.

11/ El coeficiente de la variable ingreso ha sido i n f l u i d o por el número de ~ ~ observaciones que no tenía dato de ingreso (aproximadamente el 8«.). Para

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F A C U L T A D D E E C O N O M I A

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