ISRAEL FABRIC10 BARBC3SA LEDESMA
L ICENc' IATWRA: H i d r o b i o l o y i a UNIDAD: I t t a p a l a p a
-TRIMESTRE LECTIVO: 94- I HORAS S E M A N A : 20
LWGAR DONDE SE DESARROLLA:
FECHA DE E N I C I O : 8 de n o v i e m b r e d e 1993 FECHA DE TERMINACSON: 12 de mayo de 1994
C L A V E : H.OJ4.93
F I R M A DEL ALUMNO:
F I R M A DEL ASESOR:
""""""""""""""""-
I s r a e l F a b r i c í 1 2 B a r b o s a Ledesma
"""""""""_""""""""""
.. ~
12 d e Mayo de 1994
M. en
C.
ROSAURA CRETHER CONZACEZ Directora de l a Divisidn da C.B.S.P c e o e n t a .
de acuerdo con - e l c o n t e n i d o d e l i n f o r m e d s S e r v i c i o Social
t i t u l a d o , : 'ESTUDIO POBLACIONAL DE LOS STOHATOPODA (CRUSTACEA: Hoplocarida)
€ N
EL GOLFODE:
TEHUANTEPEC, HEXICO" q u e l l e v d ac a b o el alumno de l a licenciatura de HIDROEIOLOGIA: ISRAEL
n o v i e m b r e d e 1993 a l 12 de mayo d e 1994.
"
/
Cabe mencionar que d i c h o i n f o r m e s e d e r i v a d e l p r o g e c t o :
" P r o s p e c c i b n biolbgica de los i n v e r t e b r a d o s b s n t S n i c o ~ , s d e l G o l f o
C o n t r a r a s ) e l cual c o t ~ c l u y d s a t i s f a c t o r i a m e n t e .
a p r o v e c h o la o c a s i 4 n p a r a saludarla.
A t e n t a m e n t e " C A S A A E I E R T A A l T I E M P O "
""""""""""""""""""~" E i 6 1 . & S & A l e . j a n d r n Camboa C m t r e r a s
P r o f e s o r A s o c i ado " C " T/Comp.
ESTUDIO
POBLACIONACDE
COS STOHATOPODA (CRUSTACEA: Hoplocarída) ..*EN
ELcacm
TEHUANTEPEC.
HEXICQ
RESUHEW
Se examinaron 1191 ejemplares del Orden Stomatopoda durante las campañas oceanogrdficas OPC-CT1, MIMAR-V y F E Q U I M B I - 1 , efectuadas e n la plataforma continental del Golfo de Tehuantepec, M4xico. El material examinado se capturd en 27 estaciones de muestreor entre 20 y 7 5 metros de profundidad. Se identificaron siete especies de ‘las familias Eurysquillidae, Lysiosquillidae y S q u i l l i d a s , d e las cuales dos se presentan por primera vez en el Area de estudio. L a familia mds diversificada curresponde a loo Squillidae, eon un ggnero (Squilla) y cinco especies. Los gllneros EurysquilLa y Lysiosquilla estan representados en el Golfo de Tehuantepec por una especia cada uno. Se presenta una breve diagnosisr una lista de material examinado a s i como informacibn relacionada con s u
habitat, su bioloyia y s u distribucibn gewgrdfica. La
representatividad de c a d a una de l a especies en los muestreos realizado!; fu& muy variable, y a que el g4nero Squilla7 e n s í
s d l o r correspondid a mds del 8 2 X del material examinado, siendo
Squilla hdncocli y Squilla p a r v a las especies mds abundantemente encontradds. La distribucidn batimdtrica d e cada especie es
discutida, tanto en lo que 5e refiere
a
los intervalosbatim6tricos como a l a s profundidades donde s e pudo observar una
mayor densidad de o r g d n i ~ m o s ~ presentando un patr6n batim8trico para l a s siete especies que indica una mayor diversidad en l a plataforna intermedia, entre 25 y 60 metros de profundidad. El
dndlisis critico de l a s asociaciones de especies permite
detectar, en forma general, u n a pobre so-ocurrencia entre ‘las
distintas especieSr debids probablemente a l o s niveles
batim4tricos diferentes ocupados p o r ellas. Se ragistt-6 solamente dos casos de co-ocurrencia de cuatro especies y tres c a s o s d e co-ocurrencia de tres especies, Los datos morfometricos (Longitud total, L.T.: y Longitud del caparazdn, L.C.) de los ejemplares de
l a s especies mejor representadas (Squilla hancocki Y Squilla p a r v a ) fueron L r a L a d o s estadisticamenter obtenigndoss una ~ s l a r i d n de crecimiento isomgtrica (L.T.1L.C.) para los
intervalos de tallas consideradas. La fauna de estumatdpodos del Golfo de Tahuantapec incluge a especies que a b a r c a d e s d e 29.90 hasta l o s 243.05 mm de longitud total en sus tallas adultas; desde S I punto de vista pesquero 5 6 1 0 unas cuantas alcanzaron tamaño adecuado (superior a 105 140 mm d e L.T.), a l a v e z que u n a d e e l l a s tsquilfa hancocki), presenta una densidad de poblacidn Suficiente pard Justificdr una eventual explotacidn. Sin embargo, hasta l a fecha, no existe tal.
TITULO DEL
PROYECTO
.-
Estudio poblacional de 10s Stomatopoda (Crustacea:
Heplecarida) en el Golfo de Tehuantcpacr MBxico.
XNTRObUCCfON
Dentro de l a fauna carcinoldgica q u e habita la plataforma continental del Pacifico mexicano? los estomatdpodos constituyen u n g r u p a que hasta hace relativamente pocos años se comen26 a estudiar en forma intensiva. Los e s f u e r z o s realizados p o r investigadoras de diferentes institucionesr tanto nacionales como del extranjero, han aportado un avance significativo en el c o n o c i m i e n t o d e estos crustAceos (Schmittr 1940; Manning, 1968:
1971a; 1972; - 1 9 7 4 : 1976; 1980: Reaka y Manning, 1 9 8 0 ; Hcndrickx y Van der Heidat?, 1983: Hendrickxr 1984'1 1990; Salgado-Barragan,
1986; Hendrickx y Salgado-Barragan, 1989; E I I e s c a s - M m t e r r o s o et a1.r 1?91), en particular para el Golfo de Tehuantepec s e han realizado escasos estudiost entre l o s que destacan los trabajos d a Sosa-Herndnder et al.r ( 1 9 8 0 ) , Herndndez y Villalobos (2984) y G a m b o a - C o n t r e r a s (1990). Por lo que an dicha zona todavía es necesario ~!Ue5treoS que permitan complementar el inventario da d i c h a f a u n a y continuar con los estudios da l a bio'logi'a y ecología de l a s especies que hasta ahl>t-ar han s i d o consideradas como suceptibles de explotacibn comercial (Hendrickxr 1985).
Los c r u s t a c e o s a s t a m a t 4 p ~ d o s 1 lamados com0nmente c a m a r o n e s mantis, constituyen el Qnico orden del grupo da los HOpltXdt*idoS presentes h a s t a n u e s t r o s dias. Son organismos meroplanctbnicns netamente marinos, que de acuerdo con S c h r a m (1969) encontraron su origen a partir de l o s Leptostracosr h a c e unos 400 millones da años en al Devciniro.
Generalmente habitan entre l a s grietas do l a s rocas o del coralr o entre huecoo excavados por e l l o s u otros organismos, por o t r o l a d o r h a b i t a n aguas poco profundasr y muy rara v e z sc han encontrado por debajo de l o s 500 m e t r o s de profundidad (Caldwell y Dingler 1976a: Handrickx, 1984; V a z q u e r , 1987: Dominguez y Reakar 198%: Barnes, 1990).
Dichos crustdceos constituyen u n grupo importante dentro de l a fauna bentbnicar pot- pt-asentar un a l t o grado d e diversidad, identificdndosa cinco superfamilias? da l a s cuales una e5
exclusivamente f6sil (Sculdidae) reconoci9ndose actualmente
c u a t r o de e l l a s r 12 familias, alrededor de 70 ganeros y aproximadamente 350 especies distribuidas en l a s regiones tropicales, subtropicales y templadas del mundo (Hendrickx y Salyado-Earragan, 1991). Se caracterizan p o r ser especies depredadoras de PaCBSr artrbpodos y otros invertebradost s o n
capaces de capturar presas de tamaño considerable: a s u vez constituyen parte de l a alimentacidn de otros organfsmosr
incluido el hombre (McLaughin, 1980: Reaka y Manninyr 1981:
Manningr 1982; Hendrickx, 1983: R e a k a t 1987; P i h l et al.. 1 9 9 2 ; Manning y Campr 1993).
.. - Adcrmds d e su i m p o r t a n c i a como d e p r e d a d o r y como un grupo
a l t a m e n t e d i v e r s i f i c a d s , los e s t o m a t b p o d o s s o n i m p o r t a n t e s para el hombre por c o n t e n e r e s p e c i e s b u e n a s para el consumo y q u e s o n
a p r o v e c h a d a s e n d i v e r s a s regiones d e l mundo como Europa y el
S u d e s t e a s i d t i c o . En MCxico e x i s t e n espacies grandes de e s t o m a t b p o d o s . q u e son escasarneote a p r o v e c h s d a s y a sed para el
consumo l o c a l o p a r a l a e l a b o r a c i b n d e a r t e s a n i a s o en e l mejor
d e l o s c a s o s ? empleadas p a r a f a b r i c a r h a r i n a de p e s c a d o ( C h i r i c h i g n o et al.. 1 9 8 3 ) . V a r i a s d e e s t a s especies se e n c u e n t r a n c o m 9 n m e n t e p r e s e n t e s e n b u e n a c a n t i d a d entra l a f a u n a
d e acompañamiento del c a m a r d n c o m e r c i a l Penaeus S p - r d e s a p r o v e c h d n d o s e d i c h a s especies p e s e a t e n e r c a r n e de b u e n a c a l i d a d y buen s a b o r ( l i e n d r i c k x r 1 4 8 3 ) .
OBJETIVO GENERAL
OBJETIVOS
ESPECIFXCoS
-
I d e n t i ' f i c a c i b n y d e s c r i p c i b n de l a s e s p e c i e s de e s t o m a t b p o d o s e n c o n t r a d o s en l a z o n a d e l G s l f o d e T e h u a n t e p e c .-
R e c o n o c e r \ a d i s t r i b u c i d n r d i v e r s i d a d y abundancia e n l a sc o m u n i d a d e s b 9 n t i c a s d e t a l e 5 especies.
-
D e t e r m i n a r l a s e s p e c i e s m4s a b u n d a n t e s o mds g r a n d e s qu ap o d r i a n r e p r e s e n t a r u n a p e s q u e r i a r e l e v a n t e en el g o l f o d e T a h u a n t e p e c .
tlETUDUCOCIA
Los ejemplares e s t u d i a d o s p r o v i e n e n de l a s c a m p a g a s
o c e a n o g r d f i c a s O P C - G T l t M I M A R - V y F I Q W I M B I - I r r e a l i z a d a s r e s p e c t i v a m e n t e d u r a n t e eneros mayo y n o v i e m b r e de lSS?, a b o r d o
d e l El0 EL PUMA d e l S n s t i t u t o d e C i e n c i a s d e l Mar y L i n n o l a g í a UNAM.
Los estumatdpodoo s e c a p t u r a r a n e n '27 de l a s 5 1 e s t a c i s n e s de m u e 5 t r e o t o t a l s s r d i u r n a s y n o c t u r n a s r u b i c a d a s e n t r e los 220 y
p r e c s t a b l e c i d o s p a r a cada campaRa (Tabla Z s 3 r 4: F i g u r a s
I r 2 , 3).
La r e c o l e c t a s e e f e c t u b p o r medio de r e d e s d e a r r a s t r e d e
t i p o c a m a r o n c r e r con una l o n g i t u d d e 80 p i e s y con u n a a b e r t u r a
de m a l l a d e 1.75 p u l g a d a s . L a d u r a c i d n d a c a d a a,-,,t-aotre f u B d e 3U
m i n u t o s .
E l m a t e r i a l b i o l d g i c o o b t e n i d o 5 9 f i j b ' e n una solucidn d e f u r r n a l d c h i d u a l 8% a bordo d e l buque. Su d e t e r m i n a c i d n r m e d i c i b n 87 metros d e p r s f u n d i d a d r s i g u i e n d o l Q S d e r r o t e r o s
y presarvacidn definitiva en a l c o h o l a l 70x1 asi c o m ~ el procesamiento de los datos, se llevd d c a b o en el Laboratorio de Ecosistemas Bentdnicos, de la Universidad Autdnoma ffetropolitana Unidad Iztapalapo.
L a informacidn sobre el ndmero y localizacibn de l a s estaciones d e colectar l o s datos batim&tricosr así como l a s
fechas de l a s campañas se obtuvieron de Camboa-Contreras (1990).
I. ~
Separacibn del material
Lo5 crustdceas cstomatdpodos se separaron integramenta de
l a s muestras obtenidas de l a s tres campañas occanoyrdficas
consideradas. Dichos ejemplares fueron contabilizados e
identificados hasta nivel da especiti con ayuda de literatura especializada.
Medidas morfomdtricas
Las siguientes medidas s e tomaron en fresco con ayuda de un microscopio de diseccitin swift stereo eighty MICAPSA y u n a rcglil'la graduada hasta 0.S mm para a q u e l l a s eJemplarss d e m e n o s d e 40 mm de longitud total, mientras qua para ' l o s especimsnes da mayor t a m a # o se reguiri6 de un vernier de pldstic~> graduado:
a ) Rastro
b ) Caparazdn
c ) T d r a x
d ) A b d o m e n y e ) Telson
Ademds s e consideran o t r o s aspectos tales como:
f ) S e x a d o ? y
9) Peso f r e s c o individual
Los caracteres y medidas; morfom&tricas que se c n n s i d e t * a r ~ n anteriormente s e utilizaron para conformat- al primer catdlogl:, de Stomatopods del Golfo de Tehuantepec (Anexo 2). Ademdsr para l a s esipscies m e j o r representadas {Squilla hsncocki y Squilla p a r v a )
S + establecen l a s ecuaciones de relacidn morfomCtrica y el
coeficiente de rorrelacibn (r) para l a s variables longitud total y del c a p a r a z b n ( C u r t s , 1 9 8 4 ) ? 113 que permite el = i n i c i o d e registro5 que apoyen l a existencia de una pesquería artesanal o c m e r c i a l de estomatdpodos en l a z o n a del Golfo d e Tahuantepec.
Se presentan v a r i o s aspectos p a r a cada una de las especies c o n s i d e r a d a s r como lo son l a dieynosis basada en descripciones anteriores en l a l i t e r a t u r a l s a l e c c i ~ n d n d o s e l a s características consideradas como FIAS importantes para su identificacitin) r
material examinador distribucidn, habitat y biología, los cuales se basan en l a literatura especializada referente a l Orden Stomatopada. Esta informacibn 5 8 complement6 en su oportunidad c o n las datos obten.idos en e2 presente estudio.
Se c o n f o r m b un diagrama d e asociacidn de e s p e c f e s , el c u a l
se r e f i e r e a la aparicidn de 9 s t a s en un m i s m o arrastrer lo que permite impulsar el desarrollo de una eventual pesquería.
.. .
l.- BQsqueda y consulta de literatura especializada.
2.- Separacibn de l a s especies de e ~ t o n a t b p o d o s de todas las muestras colectadas.
3.- Idantificscibn hasta nivel espacífiso de tl2do5 los individuos separados.
4.- Registro de medidas morfomCtricas [longitud total y longitud del caparazdnr a s í como rostrol tdraxr abdomen y tel5on)r sexado y peso fresco individuales.
5.- Andlisis da los resultados obtenidos y elaboracidn del reporte final.
08JETIVOS Y METAS ALCANZADM
1 . - Se contribuyd a l c m o c i m i e n t s d e l a s poblaciones de Stomatopoda existentes en el G o l f o d e Tshuantepec.
2.- S e ' identificaron siete especies de Stomatopoda
(EurysquilZa veleroniSr Lysiosqwilla pananicar Squilla bigeloui, S. hancockir S. mantoid+ar S. panonensis y S. parva) existentasr pertenecientes a tres gdneros en el Golfo de Tehuantapec.
3.- Sa reconorid la diversidad y abundancia de cada una de l a s especie5 identificadas durante traes campaKa5 ocsanogrdficas.
4.- Sa relacion6 l a incidencia de las especies de
estomatdpodos con l a profundidad de muestrso,
5.- SS p r o v e e u n a s e r i e d e infsrmacitin morfomCtricas, inexistentas h a s t a l a f e c h a r p a r a la5 especies m85 a b u n d a n t e s (Squilla hancocki 9 Squilla p a r v a ) que podrian representar u n a importancia erolbgico-pesquera particularmente significativa,
6.- SS conform6 al primer catalogo de StomatopmJa del G o l f o
d e Tehuantepec con un total d e 1191 especimanesl pertenecientes a t r e s g 6 n e r o s r s i e t e e s p e c i e s I d e l a Universidad Autbnoma
Metropolitana Unidad XZtdpalapdr laboratorio de Ecosistemas Bentdnicos (Departamento de Hidrobiologíal.
7.- SS obtuvo experiencia profesional en el e s t u d i o y m a n e j o de ct-ustéiceos Hoplocdridos.
RESULTADOS
Se a x a m i n d
un
total de 1191 ejcmplat-es (364 machos, 610 hembras y 17 individuos no s e x a d o s ) (tabla 171, que representanla totalidad d e l material capturado durante 20s muestraos de las csnpaífas OPC-CT1r MIMAR-V y FIQUIMBI-I ( t a b l e 1 ) . Se reconocieron tres g4neros y siete especiesr pertenecientes a las familias Eurysquillidae, Lysiosquillidae y Squillidae.
Familia EVRYSQUILLIDAE
Eurysquilla vclerconis Schmitt, 1940
Diagnosis: O j o s con l a cdrnea bilubulada y alargadar
fuertemente oblicua con respecto a l a baser marsanda un dngulo de 45' o mds; rostro triangular, sin espina apical: proceso
antenolar agudo y c o n el dpice rebasando un poco el nivel de l a 5 escamas; dactilo de l a garra con 7 u 8 dientes y un l b b u l o cerca d e la base de s u margen externo; 8ngulos posterolaterales de t o s S
' y 6' somitos abdominales t e r m i n a d o s en espina; carina
intermedia del 5' somito abdominal sin espina p o s t e r i s r ; telson c o n das pares de carinas l a t e r a l e s bien marcadas y un tercer par reducido a una serie de t u b $ r c u l o s ; pr-olunyacidn b a s a l del urbpado terminada en dos espinas ( l a interna es mds larga) c o n el margen interns con una espina o lbbuls corto (Schmitt, 1940; Manning, 1970) (figura 4 ) .
Wstsrial Examínado: 2 math05 ( L . T . 22.56-24.23 m m ) y 7 hembras (L.T. 13.67-26.98 m m f en cuatro estaciones de 31 a 73 metros de profundidad.
M X M A R - V : E-54, 3 h e m b r a s ( L . T . 13.67-15.54 m m f ; E-101, 1 macho ( C . T . 24.23 mm) y 1 hembra ( L . T . 20.07 m m ) . F I B U I M B I - I : E-13, 3 hembras ( L . T . 13.83-26.98 m m ) : E-39Af 1 macho
(L.T. 22.56 m m ) (tabla 6 ) .
Pístríbucibn: En el F a r í f i c o E s t e r desde Bahi'a d e los
Angeles e n el l a d o Oeste de Catifot-nia y frente a B a h i a S a n t a
M a r í a r S i n a l o a , en el lado Este hasta l a I s l a San J Q S Q Perlas en el G o l f o d e P a n a m a (MdntlinJ, 1 9 7 1 b ; 1974; Hendrickx y S a l g a d o -
Barraganr 1989). Incluyendo l a s colectas del presente
t r a b a j o r E . vaieronis h a s i d o registrada en solamente 13 localidades del Pacifico Este Tropical.
Habitat y Bfotog<a: Lo5 tamaños citados en l a literatura p a r a E. velaronir ( L . T . ) son de 17 d 37 mm en m O t h Q S r d e
18 a 44 mm en hembras y l a s profundidades de captura oscilan e n t r e 29 y 91 metros: no se indica dimorfismo sexual (Schmitt,
1940; M a n n i n g I 1971b: 1974: Hendrickx, 19843. Los ejemplares
capturados en el presente estudio fueron encontrados entre 31 y 73 metros de profundidad, e incluyen a nueve sjsmptaresr 2 machos d e 22.56 a 24.23 mm ( L . T . ) y 7 hembras de 13.67 a 26.98 mm
( L . T .
> .
Asoeiaciones: Se capturd junto con Squilla hancocki en tres oc a s i ones
.
.. .
F a m i l i a LYSIOSQUILLIDRE
Lyriorquilla prnoníca Manning? 1971
D i a g n o s i s : Placa rostral cordiformet con una carina media poco marcada en el tercero anterior; escafoccrito antenat esbelto y l a r g o ( m d s de tres veces el ancho)? pigmentado con negro: dactilo de l a garra con 10 a 1 1 dientost el diente proximal muy pequeña; quilla ventral del 8* somito toracico terminado en una proyeccibn triangular aguda; segmentos abdominales lisos, 5 i n
tubkrculos ni dientes d o r s a l e s 1 el sexto presentando arrugas
submedianas r una pt-ominencia lateral y a l g u n o s surcos transversales c e r c a del borde anterior: telson desprovisto de
t u b 4 r c u l o s o espinas, con una clevacibn triangular mediana bien marcada y de cada lado una lateral menos marcada; partes
l a t e r a l e s y posteriores del telson c m pequeñas depresiones (Manningr 1 9 7 1 a ; 1974) (figura 3 ) .
Material EXlflinddO: 4 machos ( L . T . 22.15-222.7 m m ) Y 2 hembras (L.T. 22.77-26.88 mm) en tres eftaciones de 28 a S6 metros de profundidad.
3 machos ( L . T . 22.1s-23.92 m m ) y 1 hembra ( L . T . 22.77 mn): E-28, M I M A R - V : E-1081 1 hembra (L.T. 26.88 am). F L Q W I M B I - 1 : E-39Br 1 macho ( L . T . 212.7 m m ) ( t a b l a 7 ) .
Pistribucfbn: LysiosquilZa panamice ha s i d o registrada solamante en e1 G o l f o de Panamd, L a Libertad1 Ecuador y f r e n t e al
r;o 1:ctapar Guerreror M&xico (Salgado-Barragan e Illescas- Monterrosor 15'87: Illescas-Monterroso et al.? 1391). No se teni:an
datos d e s u presencia en el G o l f o de Tehuantepec.
H a b i t a t y Biotogia: Se tiene p o c a informacibn a c e r c a del ambiente que ocupa; ha sido colectada con redes de c u c h a r a
(salabres) en zona5 de poca profundidad ( 3 me'trosl atraida p o r
14mparas de superficie (Planning, 1971a) y con redes camaroneras a 37 metros (Salgado-Barragdn e I l l e ~ c a s - M o n t c r r ~ o s o ~ 1987) Los seis especimenes considerados en el pre5ente trabajo pertenecen a profundidades de captura entre 28 y 56 metrost incluyen 4 machos y 2 hembras.
Familia SQtlILLIDAE
Squilla bigsloui Schmitt, 1940
Diagnosis: R o s t r o con carina media; proceso l a t e r a l del 3" somíto toracicu terminado en una e s p i n a , . c u r v a d a h a r i a
adelante: S epipoditos: el p r o c e s o lateral del 6" y 7' somitos tordcicos terminan en una espina dirigida hacia a t r d 5 ; dactilo de l a garra con S a 7 dientes (normalmente' seis): telson mes l a r g o que ancho, c13n el Idbulo prelatsral terminado en espina; carina submedia de los t r e s primerus som'itos abdominales sin espina posterior (Schmittl 1940 y Manningt 197Lb) (figura 6 ) .
l l a t + r í a l Examinado: MIMAR-V: E-108, 3 machos ( C . T . 2 4 . 5 4 - 2 6 . 6 1 mm) y 10 hembras ( L . T . 19.03-30.36 mm)
a
S¿ metros( t a b l a 8 )
Dfrtrfbucfbn:
Desde el a l t o Golfo de California hasta CaboSan Lucasr B a j a California Sur, l a B a h í a de CUaymaSr Sonora g l a s Islas Marías, Nayarit (Schmittr 1940: L u k e r 1977: Hendrickx y Salgado-Earraganr 1989). Squilla bigelowi se caracteriza por su distribuci4n esencialmente dentro del Golfo de California
(Salgado-Barragan, 1986). Existe sin embargo una cita en F u n t a A r e n a s , C o s t a Ricar d e t r e s machos por Boonc (1930). La presencia de 13 eJemp1ares en este estudio, tres machos y diez hembras dentro del G o l f o de Tahuantepsr indica una extansibn a sus
limites de distribucidn en al Pacifico mexicano.
Habitat y Bfologia: Las t a l l a s señaladas para
S q u i l l a bigsloui ( L . T . ) en la literatura s o n de 45 a 100 mm
(ambos s e x o s ) (Bruscar 1980). Entre los especímenes colectados durante e1 presente estudio se observan machos de hasta 27.61 mm y hembras de hasta 30.36 m .
L a profundidad de residencia de e s t a especie no asta bien d e f i n i d a r y a que existen selectas a profundidades de b a 150 metros (Bruscdr 1 9 8 0 ) . El material e:taminado fu& coIsctado a u n a profundidad de 56 metros.
L a gran mayoria de l a r c o l e c t a s de Squilla biqeloui est4 relacionada con capturas en fondos da tipo lodoso (Schmittr
1 9 4 0 ) ,
Arocíacioner: Fu@ e n c o n t r a d a c o n Squilla pananensis, S. hancocki y Lgsiosquilla panamica una vez con c a d a una.
Squilla hancocki Schmitt, 1940
D i a g n o s i s : C a r a p a c h o c o n l a carina no bifurcada
anteriormente y l a carina intermedia llegando hasta el borde anterior: cinco epipoditos; proceso lateral de\ 3' somito tordcico delgado, curvado suavemente h a c i a adelanter el p r o c e s o
lateral de 105 siguientes dos 812mitos áe dirige ligeramente hacia atrds en forma de punta no aguda, no e s p i n i f ~ r m e ~ s o l a m e n t e l a s carinas submedias del 6" somito abdominal presentan espinas
p o 5 t s r i o r e s : 9 1 telson c o n u n a s e r i e d e tub&sulos, d o r s a l e s r laterales a l a carina media g en l a porcidn anteriot- principalmsnter ddndole a s p e c t o rugoso (Schmittt 1940; Manning,
1971b) (figura 7 ) .
Haterial Examinado: 4 7 1 machos ( L . T . 18.25-88.47 m m ) r 499 hembras ( L . T . 17.42-243.0s m m ) y 15 ejemplares de s e x o no determinado ( C . T . 27.14-48.57 m m ) en 18 estacisnes de 21 a 73 m e t r o s de profundidad ( t a b l a 91 13).
Relac.ioneo Horfon4tricas: El examen de l a relacidn L.T./L,C. ,
pat-a machos y hambras ( F i g u r a 12) permite establecer en amboá
C a 5 0 s r un arreglo lineal:
machos L . C . = 0.218 L . T .
-
0.495 (r=
0.983)hembras L . C .
=
0.205 L . T .-
0.023 (r = 0.980)Dístribucídn: Squilla hancocki presenta un petrdn de
distribucibn muy regularr extendiQndose desde Bahía San Ignacio, Sinaloa en el GoIro de Californiar Mbxico (Handrickx y Van der Hefdenr 1983b: Hendrickxr 1984) hasta Paitar Per9 ( M a n n i n g r
1 9 7 2 ) .
Habitat y B i o l q 4 a : Squilla hancocki ha sido colectada hasta l a fecha en l a zona sublitoral y a profundidades de entre 29 y 220 metr-os. Se ha sncsntrado en fondos lodosus y con importante material detrítico.
Los tamaños citados en la literatura son de 20 a 105 mm para macho5 de 32 a 107 mm para hembras (Reaka y Manning, 1 9 8 0 ) . En el presente estudio, rin embargol se obset-varon especímenes de mayor tamaXot hasta 2 4 3 . 0 5 mm e n hembras.
Squilla hrncocki presenta un dimorfismo sexual en el grado de engrosamiento de l a s carinas de los dientes marginales del telson, los c u a l e s aparecen mds gruesos en l o s machos.
Hendrickx ( 1 9 8 4 ) señala a S. hancocki en capturas realizadas f r e n t e a las costas de Sitialoar observdndssg temperaturas de entra 13.4 y 27'C y concentraciones d e oxígeno d i s u e l t o d e 4.10 a 4 . 1 3 m l / l asociadas t o n l a presencia de esta especie.
Asociaciones: Squilla hancocki f u l co'1ectada j u n t o c o n todas l a s demds especiesr resaltando s u asociacidn con S. p a r v a en diez o c a s i o n e s ~ c o n Eurysquilla velsronis y S. pananensis en tre5.
Diagnosis: R o s t r o subtuadrador con carina5 media y
marginale5 bien marcadas: S epipoditos; carina media del
carapacho bifurcada anteriormente; proceso lateral del 5* somito tordcico corto y recto en vista dorsal; proceso lateral de1 4* somito tordcico liger-amente bilobulado, los proce5os laterales del 6" y 7" somitos tordcicos dirigidos hacia atrds y terminados en dngulo agudor solamente las carinas submedias de1 6" somito abdominal terminadas en espina; telson sin ornawntaciones
darsales
,
con los Idbulos prelaterales presentes pero no espinados (Bigelow, 1894: M a n n i n g 7 1971b) (figure 8 ) .tlaterfel Exaninado: 5 machos ( L . T . 104.6-2Q1.4 m m )
y 3 hembras ( L . T . 48.20-192.1 m m ) en s e i s estaciones de ES a 28 metros de profundidad.
MIMAR-V: Un total de cuatro eapecímenesr 3 machos ( L . T . 104.4-207.4 m m ) y 1 hembra ( L . T . 192.1 m m ) . FIQWIMBI-I:
Un total de 4 ejemplares c s l e c t a d o s en t r e s estacione5t 2 machos ( L . T . 159.0-139.8 m m ) y 2 hembras (L.T. 48.20-151.10 mm) (tabla 1 0 ) .
1.-
i
Distribucibn: Squilla Rantoidea presenta una auy amplia ,
distribucidnr desde Cuaymasr Sonorar MBxico, harta TumbeSr Pera
(Hendrickx y Salgado-Barraganr 1989; 1991). S i n embargot los
registros en MBxico 5 6 limitaban al Golfo d e California y @ I
I
Golfo de Tehuantapec (Harndnder y Villalobosr 1984; Salgada- Barragan, 1 9 8 6 ) .
H a b i t a t y Biologfa: Existe poca infarmaci4n d i s p o n i b l e en la literatura acerca de Squilla nmtoidmt, una espssia que i n c l u s o se consideraba e s c a s a en todo el Pacifico Esta Tropical. Las tamaños registrados son de 76 a 190 mm ( L . T . ) en machos y de 102 a 222 mm ( L . T . ) en hembras: en el transcurso del presente e s t u d i o r s e puda examinar en v a r i a s ocasiones especimenes mds g r a n d e s r de hasta 201.4 m m a n machos, p a r a l a s hembras no ocurre así, registrdndoss t a l l a s de hasta 192.1 mm ( L . T . ) .
L a informacidn disponible s e X a l a a e s t a especie como
r e s i d e n t e de aguas poco profundas ( 4 a 60 metros) r s o b r e
s u b s t r d t a 5 dr8no5OSr d S O C i d d d c o n t m p l r a t u r a s m a y o r e s d las 2 0 ° C
y en concentraciones elevadas d e oxigeno a 1 0 5 4 . 0 m l / l
( I l l s s c a s - ~ o n t e ~ r o s o a t a i . . 1 9 9 1 ) .
Asociaciones: F u g capturada c m S q u i l l a p a r v a en t r e s ocasione'^^ y c o n Lysiooquilla panamica y S. hancocki una v e z c o n cada una.
S q u i l l a panamensis Bigelowl 1891
biognosís: Roritro con c a r i n a s m e d i a g m a r g i n a l e s ) 5 epípodftos r caparazdn con carina media b i f u t - c a d a anteri0rmenLer
proceso lateral del S" somito t ) w A c i c o p a c o a g u d o r delgado y curvado hacia adelanter abdomen con l a s rarinas submedias d e 1 4 " , S " y 6* som1tos abdominales terminados en u n a e s p i n a posterior: t o l r i o n anchor en los machos e 5 t d engrosado en s u margen p r i n c i p a l en l a base de l o s dientes: ldbul):, prelateral bien marcado per-13 s i n espina terminal (Srhmittr 1 9 4 0 ; M a n n i n g r 1 9 7 1 b ) (figura 9 ) .
Material Exarrinsdo: 4 machos ( L . T . 35.93-e9.0 m m ) r S hembras
( L . T . J6.68-72.64 mml) en t r e s e s t a c i o n e s de 4 5 . 3 a 56 metros de profundidad.
M I M A R - V : E-lr 2 machos ( L . T . 70.42-89.0 mm) y 2 h e n b r a s
FIQUIMBI-I: E-39Br 1 macho ( L . T . 35.93 m m ) y 3 hembras
( L . T . 56.68-72.64 mm) (tabla 11).
(L.T. 58.53-72.59 m m ) ; E-108, 1 macho ( L . T . 34.50 m m ) .
Dfrtribucidn: Squilla panamensis se distribuye en todl2 el P a c i f i c o Este Tropicalr desde l a bahia de G u a y m a s r Sotmrar M&:<icor hasta T u m b e s r Pw(=lr extendidndose el limite Norte d e distribucidn anterior de l a especie (Mazatlbnr S i n a l o a t p o r mdá d e 6'50 K m . A d e m d s r existen d o s cita5 an C a l l a o r ferQr publicadas pur Manning (1974) y por V e l s z et a l . t t 1 9 8 4 ) I 4ue pueden s e r
considerados coma fuera del limite. El h i c o registro en el G o J f o
Habitat
y Bíalogir: S q u i l l a panrrrenrir e s considerada como tipicamente tropicalr aunque h a sido colectada en dos o c a s i o n e s en aguas templadas del Perdír en C a l l a o . Veleze t
al.* (1984) la señalan en esta regi6n y atribuyen su presencia a la influencia d e l a corriente de "EL NIfiO" d u r a n t e los aiios 1982-83...
Asociaciones: Aparecid junto con Squilla hancocki en tres ocasionesr con Lgsiesqutlla prnamics en dosr 9 S. bigeloui
y S. parva en una ocasibn.
D i a g n o s i s : O j o s t r i a n g u l a r e s r r o s t r o con carina media y carina marginal ( e s t a Qltima no muy conspicua); caparazbn con
carina media s i n bifurcacidn anteriorr proceso lateral del 5* samito en forma de espina corta y o b t u s a r comprimida a n t e r o - pusteriormenter los 6' y 7' somitos t o r b c i c o s eon el proceso
lateral ancho y redondeado de l a punta, dirigido ligeramente hacia a t r d s ; abdomen con l a carina submedia de los S' y 6'
somitos con una espina p o s t e r i o r : dngulcts prslateralas del t e l s o n bien marcados, s i n espina (Eiyetowf 18?4: Schmittr 1 9 4 0 ; PlanningI l(jr7lb) (figura 101.
Haterial Exaninado: 75 machos ( L . T . 15.80-64.45 m m ) , 8 4 hembras ( L . T . 19.86-70-09 m m ) y dos ejemplares de s e x o n o determinado ( L . T . 20.38-20.9Q3 en 17 estaciones da 2U a 73 metros da profundidad ( t a b l a 1 2 , 13).
Relaciones ?lorfonbtrfcss: L a relacibn L.T./L.C. para machos
y hembras (Figura 13) es d e tipo lineal expresado p o r l a s siguientes scuaciones:
machos L.C. = 0 . 2 0 1 L . T . + 0.SlO ( P = 0.9&Sl
hembras L.C. = U.208 L . T .
-
0.036 (r = 0 . 9 8 7 )== .-...
Distribucibn: Squilla p a r v a se distribuye en el P a c i f i c o Oriental desde Tumbes? F w d r hasta Topalobampor SinaIoar M G x t c o
( S c h m i t t r 1940: Hendrickx y Salgado-Barraganr 19891. Hasta l a f e c h a en el G o l f o de Tehuantspec 4 6 1 0 5 8 contemplaba
el
r e g i s t r o de esta especie p o r Hsrndndez y Villalobos ( 2 3 8 4 ) .Habitat 9 Biologia: Squilla p a r v a ocupa ambientes
litorales en a g u a s poco profundas de 7 a 44 m e t r o s ? sobre fondos Iodosos o dt'en*2SOSr pero h a sido observada
ocasionalmente en fonda5 de t i p o rocoso. Es una especie
de aguas tropicales, la mds pequeña del gknero Squilla en
el Pacífico Oriental. Las tallas SlsñdladaS en la
literatura v a n de 22 d 7 5 mm e n machos y de 19 a 77 m m en hembras. En el pre5ente es,Cudior se observb especimeees de tamago superior, de 15.80 d 64.48 mm en nacho5 g de 19.86 a
70.09 m m para hembras' ( L . T - 1 . El material colectada 5e
e t x o n t r b entre 20 y 73 metros d e profundidad. L a s concentraciones
:. de oxigeno disuelto van d e 0.8 d 5.9 m l i l y l a s
temperaturas entra 15.6 y 26.4OC (Hendrickx y Salgado-Barragan,
1991; Iliescas-Monterroso et el.. 1991).
Asociaciones: S q u i l l a p a r v a se capturd junto con todas l a s
demds especies, excepto S. bigsloui- resaltando s u asociacibn con
S. honcocki en d i e z ocasionas, con S. mantoidea en tresr con
Eurysquillr v+leronir en dos y con Lysiorquilla pananiea @n una ocasidn.
DISCUSIQN
1.- COMPOSICION DEL MATERIAL EXAMINADO
A travgs de l a s diferontes colectas en el GQlfo de Tehuantepec se obtuvo un total de 1191 especimenes de estamatbpodos ( 3 6 4 machos, 610 hembras y 17 individuos no
ssxados) que fueron observados (tabla 17) y~ en s u mayoría ( 9 3 % ) medidos, correspondientes a tres generos y siete especies ( t a b l a
15), l a mayoria de e l l a s colectadas en la campaña U I M A R - V . S e g b n l a e s p e c i e r al ndmet-o d e individuos examinados, así
c o m o el ndmero de estaciones de colecta correspondientes a estos espcrimsnes 'es muy variable (tabla 17). Por c,jemploI el ntjmet-o mdximo de especimenes observados correspondid d l a s especies del gllnero S q u i l l a (mds del 82X del total)r lo cual refleja una mayor
acsesibilidad de captura y una mayor densidad de poblacibn de l a s mismas. E s t 3 abundancia y accesibilidad explica el porqu@ l a m a y o r i a d e l a s especies y variedades de Squilla del Pasífico Oriental eran reconocidas por Eigelow desde 1891.
Durante la campaña MIMAR-V fueron capturados 1083 ejemplares correspondientes a sirte especies r t r e s g C n w o s y tres familias
durante un total de 14 muestreos. L a familia que presentb un mayor nbmerno de especies en esta campaRa fu4 Squillidae, con c i n c o especies pertenecientes al genero Squilla. Considerando l a
totalidad de los muestreosr Squilla hancocki fud l a especie dominante, habillndose capturad22 9 3 3 ejemplares (441 m a C h O 5 r
477 hembras y I S espacímenes de s e x o no determinado)r en 13 estaciones (tabla 9 y 13). Dentro de l a m i s m a familia le siguieron en abundancia Squilla parva con 144 ajamplarss
(66 machos, 77 hembras y un o r g a n i s m o de s e x o no determinado) en 1 1 estaciones. Squilla bigeloui con 13 ejemplares (3 machos g 10 h e m b r a s ) en una estacidn. Squilla penairensis c o n c i n c o
ejemplares ( 3 machos y 2 hembras) en dos estaciones y por OltimOt t r e s ejemplares machos y una hembra pertenecientes a S q u i l l a mantoidea.
A l igual, en la campa3ia M I M A R - V I l a familia Eurysquillidae
e s t d representada por una especie perteneciente a Eurysquilla. Se
Eaptur5 un macho y cuatro hembras en dos estaciones del lado'
continental del Golfo. Por dltimo, se coloctb a una hembra de Lysiorquilla PdndniCl (Lysiosquillidae) a u n a profundidad de 54 metros.
En las colectas realizadas durante l a campaga F I Q U I M B I - 1 , s e obtuvo un total de seis especies pertenecientes a 'las familias Eurysquillidaer Lysiosquillidac y Squillidae. Squilla hancocki
..
-
!se present5 con una fuerte dominancia, observado en el nQmrPro d e ejemplares colectados (22 machos g 21 hembras). Le siguen en abundancia Squilla p a r v a ( 4 machos y cuatro hembras en cuatro estaciones), Lysiosquilla panarrice ( 4 machos y 1 hembra an dos estaciones), Squilla mantoidea (2 machos y 2 hembras en dos
estaciones), Eurysquills veleronir y SquilLr panamenois
(con 1 macho y 3 hembras para cada una de ellas I e n 2 y 1 estaciones respectivamente).
Durante el presente estudior en la campaiia OPC-CT1 s e colectb un total de 18 ejemplares, correspondientes a dos tespetie5r un g4net-o y una familia, en dos estaciones de un total d e 9 muestreos. Pertenecientes a Squilla hancocki ( 8 machos y 1 hembra) y Squilla parva (5 machos, 3 hembras y un ejemplar no saxado,).
L a especie Squilla hancucki fue de l a s mds abundantes en l a s campaXas MIMAR-V y F I Q U I M E I - I r lo cual ratifica lo reportado en
l a bibliografía en lo que respecta a su distribucidn muy regular en el Pacifico, as: como alta representatividad en las capturas.
La segunda especie m6s numerosa f u Q Squilla parva con 161 ejemplares totales. La5 d a m h s especies de Squilla, Eurysquilla y
Lgsiosquillrr con excepridn de S. bigelouir se presentaron con cierta regularidad en l a s colectas de las campaiias M I M A R - V y
FIQUIMEI-11 c o n lo que s e podria aseverar que s u presencia nu es
rara en l a Zona del Gslfo de Tehuantepec. L a ausencia de
S. bigeloui en estas colectas pueda atribuirse por la
caractarizacibn en s u distribucidn esencialmente dentro del Golfo de California, asi c~mo s u presencia aislada en var i 3s
localidades (Bsoner 1930; Scshmitt, 1 9 4 0 ; Luke, 1977; Hendrickx y Salgado-Barragan, 1 0 8 9 ) .
2 . - DISTRIBUCION EATIMETRICA
El andlisis batim@tr:cn d e l a s siete especies colectadas
(tanto biblioyrdfico corno observado), indica una tendencia a ocupar profundidades entre 20 y 73 metros. De l a s cuales tre5 son de aguas m d s profundas (Eurysquilla veleronisr
Squilla hancocki y S q u i l l a p a r v o ) y las restantes son poco definidas en cuanto a s u profundidad de residencia (tabla 18).
Hendrickx y Salyado-Barragan (1989) presentaron una
c o m p i l a c i b n d e las distribuciones batimdtricas de 25 especies de estomat5podos señaladas para aguas del G o l f o de California,
incluyendo límites inferior y superior de colecta para
cada una de las especies consideradas. Lysiosquilla pandmicdr
recientemente colectada en aguas mexiranas (Salyado-Earragan e Illescas-Monterroso, 1987), ha sido encontrada entre 3 y 9 Q metros de profundidad, un intervalo batim$trico relativamente
amplio para una misma espacie.
Generalmente, los límites superior- e inferior de distribucidn batimdtrica son solamente indicativosl ya que
reflejan las condiciones extremas de profundidad de l a s cuales una especie detrrminada"puede eventualmente ser capturada. M A S significativo, es el determinar l a frecuencia de captura y el gradu de abundancia de una especie dada a distintos niveles batimdtricos, establecidndose de esta manera l a preferencia de
dicha especie en c u a n t o a su nivel de residencia (Hendrickx y Salgado-Barraganl 19‘71).
En la T a b l a 18, se indica, para cada especie, el n6maro d e estaciones de colecta durante el presente estudio a distintos niveles batim6tricos (escala continua de O a 80 metros) comparado c o n l a batimetría reportada en l a literatura para l a s mismas.
Eurysquilla veleronir es u n a d e l a s especias de estomatdpodos del Pacifico Este Tropical que presenta una
distribuci4n batimCtrica muy amplia, desde 29 a 118 metros sE?ghI Hendrickx y Salgada-Barragan (1989): el material examinado
d u r a n t e el presente estudior fue colectado entra 31 y 73 metros (tabla 6 y 8f lo cual nos nuestra una marcada preferencia para
aguas relativamente s o m e r a s por parte de Euryrquilla veleronir. Cysiosquilla panamica, encontrada’ en profundidades entra 28 y S¿ metros en este estudio (tabla 8 I r fue citada por Manning
( 1 9 7 1 a )
,
por Salgado-Barragan e I 1 lescas-Monterroso (1987) y Hendrickx y Salgado-Earragan (1989) como una especie viviendo e n t r e 3 y 30 metros de profundidad.LIDS datos batimCtricos disponibles para l a s especies d e 1
genero Squilla son mds completos, ya que se pudo cslectar mayor
cantidad de material en l a magoria de los c a s o s r 113 que permite establecer de manera confiable l a preferencia de dicha especie en c u a n t o a s u nivel de residencia.
Squilla ‘bigPlOuir l a especie de Squills menos capturada en el presente estudio se distribuye desde 6 a 150 metro5 (Brusca,
1 9 8 0 ) ~ el material examinado fue hallado a m d s d e 50 m e t r o s d e profundidad (tabla 8 ) .
Squills haincockit a pesar de haber s i d o capturada a
profundidades muy variables (29 a 220 metros segdn Reaka y
Manning, 19801, presenta una distribucibn batimetrica muy
c o n s t a n t e s i se csnsidcra el material examinado durante el p r e s e n t e estudiar el cual se encontrb a profundidades entre 21 y 73 m e t r o s ( t a b l a 9 y 1 8 ) .
Los datos batim6tricos disponibles en 1 3 literatura p a r a Squilla mantoidea muestran que es u n a especie de aguas poco profundas ( 9 a 6Q metros de acuerdo con Hsndr-ickx y S a l g a d o - E a r r a g a n r 1989; Xllescas-Montcrroso et al.. 1991f. LSS siete ejemplares colectados fe obtuvieron a profundidades entre 25 y 2.3 metros (tabla
lo),
por l a poca abutldancia d e e s t a e 5 p e c i e e n l a s COleCtas t7o s e augura l a presencia en a g u a s po(=13 pt-ofunda5 en la zona del Golfo de Tehuantepec.8qUilla pandRbt”isr encontrada en profundidades muy
variables en la literatura (desde 18 a 102 metros segdn Hgndrickx y Salgado-Barraganr 1989; Illescas-Ml~nt9rr~oso et al.. 1 9 ~ 1 ) ~ c a p t u r a d a d u r a n t e el presente estudio entre 45.3 y 36 metros
(tabla 1 1 Y 18). for S U parter Squilla p a r v a r una especie característica de aguas someras (7 a 65 metros) 4 8 capturd s S e n C i a l m m t e a r r i b a d e 10s 20 metros de profundidad con una predominancia en nQmero d e e s p e c i m e n e s y d e capt;ural aproximadamente entre 25 y 30 metro5 de profundidad
(tabla 12 y 18) Hendrickx Y Salgado-Barragan, 1989;
Illescas-Monterroso et al.? 1991). SquilZa p a r v a rye r e g i s t r a d a Por Schmitt (1940) a 214 metro5r y aunque no s e h a
vueltu a tener noticia de e s t a a tales profundidades, s e h a observado que es coman a profundidades no mayorgs a 4 6
1.
m e t r o s r p o r lo que el r e p o r t e de S c h m i t t puede
c o n s i d e r a r s e C O ~ O e r r b n e o .
De a c u e r d o a lo a n t e r i o r , podemos c l a s i f i c a r l a s e s p e c i e s d e e s t o m a t b p o d o s p r e s e n t e s en e l Golfa d e T e h u a n t e p e c d e l a s i g u i e n t e n a n a r a ( t a b l a 1 9 ) .
L a s e s p e c i e s de l a p l a t a f o r m a i n t e r m e d i a (25-60 m e t r o s )
s o n Cyriosquilla pananical Squilla mantuidear S. panamensis,
S. hancockt y S. parva: r o n l a s dos Q l t i m a s p e n e t r a n d o en l a z o n a c i r c a l i t o r a l ( 1 0 a 25 m e t r o s ) y c u b r i e n d o b u e n a p a r t e de l a p l a t a f o r m a e x t e r n a (60-120 m e t r o s ) : o t r a s d o s e s p e c i e s que s e
i n t e g r a n a l a p l a t a f o r m a i n t e r m e d i a s o n Squilla bigeloui c o n 13 Ipjamplares Q n i c o s en u n a s o l s e s t a s i b n ( E s t . 108, M I M A R - V ) ( t a b l a 8 ) a u n a p r o f u n d i d a d de 56 m e t r o s ; y Eurysquílla veleronis, que a p a s a r ds'l b a j o nQmero de c a p t u r a s
llega d c u b r i r h a s t a l a z o n a m e d i a d e la p l a t a f o r m a e x t e r n a , l o c u a l c o r r o b o r a l o s r e g i s t r a s de H e n d r i c k x y S a l g a d o - B a r r a g a n
( 1 9 9 1 1 . A s i n i s m a r una d e l a s e s p e c i e s t i p i c a s de l a p l a t a f o r m a e % t e r n a l o e s Squilla bigclouir q u e p r e s e n t a o c a s i o n a l m e n t e
f u e r t e s d e n s i d a d e s d e p o b l a c i b n en l a p l a t a f o r m a in t e r m e d i a , lo c u a l n o es c o n s t a t a d o en e l p r e s e n t e e s t u d i o .
3.- ASOCIACION DE ESPECIES
DespuPs d e h a b e r e x a m i n a d o un t o t a l d e 1 1 9 1 i n d i v i d u o s , ctDlactados c o n r e d e s d e t i p o c a m a r o n e r a d u r a n t e l a s t r e s campa3ias c o n s i d e r a d a s e n al p r e s e n t e e s t u d i o (OFC-CTlr M I M A R - V y F I Q W I M E I - I ) , En t o t a l , s e c o n 5 i d e . t - 4 27 a r r a s t r e s , d e l o s c u a l e s 9 p r e s e n t a r o n por lo menos u n a e s p e c i e d e e s t o m a t b p o d o s en l a c a p t u r a . A n a l i z a n d o l a a p a r i c i b n d e e s p e c i e s de e s t o m a t b p o d o s p o r campaña, se o b s e r v a 4 u e en el c a s o d e L OPC-GTlt de 9 e s t a c i o n e s d e C l 3 L e c t a t o t a l e s , B n i c a m e n t s s e e n c o n t r a r o n e j e m p l a r e s de e s t o m a t d p o d o s e n d o s d e e l l a s ( 2 2 x 1 ( E s t . 1 1 4 y 1 1 5 ) r ambas
n o c t u r n a s ( t a b l a 1 4 ) . E n c a m b i o , e n l o s demas m u e s t r e o s que f u e r o n e n p a r t e d i u r n o s y n o c t u r n o s (MIMAR-'J y F I Q W I M B I - I ) t el p o r c e n t a j e d a a p a r i c i d n d e e s t o m a t S p c t d ~ > s e n lo5 a r r a s t r e s s e e l e v b e n t r e 50 y 67% ( t a b l a 1 4 ) .
C o n s i d e r a n d o t o d o s los a r t - a s t r e s d o n d e e n s a l i e r o n
e s t o m a t b p o d o s ~ sdlo d e e n d o s g s t o s s e l o g r b o b s e r v a t - c u a t r o e s p e c i e s J u n t a s : en l a e s t a c i b n 108 ( M I M A R - V )
(Lysiosquilla pananicar Squilla bigsleui, S. honcocki y
S. pananensis) y e n la e s t a c i d n 39B (Lysiosquilla panamica, Squilla hancocki, S. pananensir y S. p a r v a ) d e l a campsFia F I Q U I M B I - I . En lo que se r e f i e t - e a a s o c i a c i o n e s d e t r e s e s p e c i e s r
e s t a s s e o b s e r v a r o n e n t r e s o c a s i o n e s . E n el M I M A R - V se o b s e r v b d o s a s o c i a c i o n e s t r i p l e s , d e e s t a s u n a lo e s Squilla haneocki y Squilla parva c o n Euryrquilio veleronisr y l a o t r a lo fu4
l a s mismas S. hancocki y S. parva c o n S. manto-idea. L a o t r a o c a s i b n et? qua se p t - e s e n , t . a r o n t r e n e s p e c i a s f u e d u r a n t e la campaña F I Q U I M B I - I e n l a e s t a c i b n 13 (Eurgsquilla veleronid, Squilla honcockf y S. parva).
C o n s i d e r a n d o I t a f r e c u e n c i a de o c u r r e n c i a d e d o s e s p e c i e s e n un m i s m o a r r a s t r e r n o s e n c o n t r a m o s c o n un t o t a l d e 6 e s p e c i e s d e