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PREPARATORIA 15

ÁREA III

Influencias

Greco-Romanas

En El Español

4to. Semestre

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INFLUENCIAS GRECO-ROMANAS EN EL ESPAÑOL.

Coordinadoras.

C e l i n a Leal de Rodriguez. Diana A. Guerra de Muzza.

Elsa P a t r i c i a de l a Garza de Säenz. P a t r i c i a I . Barranco de Gonzalez. Socorro Imelda Balderas Puente.

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I N D I C E .

Pág.

I . CONCEPTOS FUNDAMENTALES. 1

Origen de l a palabra E t i m o l o g í a ; campo que comprende su e s t u d i o . Cambios de las p a l a -b r a s : f o n é t i c o s , m o r f o l ó g i c o s y semánticos. Elementos m o r f o l ó g i c o s de las p a l a b r a s : ra í z y morfemas. Procedimientos que o r i g i n a n palabras nuevas en una lengua. Clases de -p a l a b r a s : s i m -p l e s , -p r i m i t i v a s , d e r i v a d a s , compuestas y p a r a s i n t é t i c a s . E j e r c i c i o s .

I I . ESTRUCTURA DE LA PALABRA. 5

Raíz. Morfema y sus c l a s e s . F l e x i ó n . Desi^ nencia. Seudodesinencia. S e u d o p r e f i j o s .

I I I . IDEAS DE LOS ELEMENTOS QUE FORMAN LA

LENGUA ESPAÑOLA. 17

Elementos que han i n t e r v e n i d o en l a forma c i ó n del español. D i f e r e n c i a e n t r e l a t í n c u l t o y l a t í n v u l g a r . Lenguas romances, -románicas o n e o l a t i n a s . Elementos no lati^ nos del español. Palabras c u l t a s , popula-res y s e m i c u l t a s . E j e r c i c i o s .

IV. EL LATIN. 31

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V. INFLUENCIA GRIEGA EN EL ESPAÑOL.

A l f a b e t o g r i e g o . C l a s i f i c a c i ó n de las pa-l a b r a s griegas por epa-l acento. S i g n i f i c a d o de palabras de o r i g e n g r i e g o .

V I . LA DERIVACION.

D e f i n i c i ó n . Derivados p r i m a r i o s y secunda r i o s . C l a s i f i c a c i ó n de l o s s u f i j o s por su o r i g e n , por l a c a t e g o r í a gramatical del -derivado y por su s i g n i f i c a c i ó n . S u f i j o s de o r i g e n i b é r i c o , germánico, árabe, g r i e go, l a t i n o ; idea que cada uno de estos l e añade al p r i m i t i v o . S u f i j o s españoles más usuales y su s i g n i f i c a c i ó n . S i g n i f i c a d o de palabras d e r i v a d a s , con s u f i j o de o r i -gen g r i e g o .

V I I . LA COMPOSICION.

D e f i n i c i ó n . C l a s i f i c a c i ó n de l o s compues-t o s propios e impropios. Procedimiencompues-to de l a composición propia e impropia en el es pañol. Elementos yuxtapuestos en l a compo s i c i ó n española i m p r o p i a . P r e f i j o s de ori_ gen griego más usuales en el español y su s i g n i f i c a d o . Palabras compuestas con p r e -f i j o s de o r i g e n g r i e g o .

V I I I . SEUDOPREFIJOS Y SEUDODESINENCIAS.

D e f i n i c i ó n . Seudoprefijos y su s i g n i f i c a -do. Seudodesinencias y su s i g n i f i c a d o . Vo c a b u l a r i o .

IX. PALABRAS Y LOCUCIONES EXTRANJERAS.

Razones por las que se introducen al esp^a ñ o l . L a t i n i s m o s . Galicismos. I t a l i a n i s m o s . A n g l i c i s m o s . De diversas lenguas.

APENDICE.

REFERENCIA BIBLIOGRAFICA

Pág

111

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INDICE DE UNIDADES.

UNIDAD I

UNIDAD I I

UNIDAD I I I

UNIDAD IV

UNIDAD V

UNIDAD VI

UNIDAD V I I

UNIDAD V I I I

NOTA: Las demás unidades se l o c a l i z a n eri los o t r o s

l i b r o s del área.

PAG.

IX

XV

XIX

XXV

XXXI

XXXVII

XLI

(8)

I ¥

INTRODUCCION.

El l a t í n fué l a lengua del Imperio Romano, que represen-t ó l a máxima empresa c i v i l i z a d o r a de l a a n represen-t i g ü e d a d . Verdade-ramente l a cima de l a c i v i l i z a c i ó n . En todas las épocas y en todos los p a í s e s , el humanismo c l á s i c o se i n s p i r a en los mode los romanos. La c u l t u r a mexicana es una s í n t e s i s de l a c u l t u ra indígena autóctona y l a c u l t u r a española del Renacimiento; es d e c i r , de l a c u l t u r a española volcada sobre l o s modelos de l a época c l á s i c a . Como p a r a d o j a , e s t u d i a r l a t í n es t a n t o co-mo l l e g a r s e a l a s fuentes mismas de l a c u l t u r a mestiza mexica na. El l a t í n es l a "lengua madre" del español, así como l o es del i t a l i a n o , del f r a n c é s , del portugués y del provenzal. Estas lenguas "romances" no son o t r a cosa que d e r i v a c i o n e s del l a t í n , a través de l o s s i g l o s y en d i f e r e n t e s l u g a r e s .

Para c u a l q u i e r país de habla española, el l a t í n es l a es^ pina dorsal y armazón del idioma n a c i o n a l ; por l o tanto su es t u d i o o simplemente el de las E t i m o l o g í a s , que i m p l i c a una p r o f u n d i z a c i ó n r a d i c a l del c a s t e l l a n o , es para n o s o t r o s , además de un instrumento p r i v i l e g i a d o de conocimientos y de e x

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I

4o. SEMESTRE. AREA I I I . UNIDAD I .

CONCEPTOS FUNDAMENTALES.

INTRODUCCION:

Hoy empezaremos l a ú l t i m a fase de área I I I , T a l l e r de -Lengua y L i t e r a t u r a , que comprende un curso de 8 semanas so-bre e t i m o l o g í a s griegas y l a t i n a s , el cual t e serán de gran u t i l i d a d , y además, t e gustará s i l e das el v a l o r que realmen t e t i e n e , pues t e ayudará a mejorar t u o r t o g r a f í a , a conocer él o r i g e n y s i g n i f i c a c i ó n de las p a l a b r a s ; en f i n , a manejar con mayor a c i e r t o nuestra lengua.

Esta primera unidad t r a t a r á precisamente de l o que son y l a u t i l i d a d tan grande que t i e n e n las e t i m o l o g í a s .

OBJETIVOS:

1 . - Conocer y e x p l i c a r el o r i g e n de l a palabra e t i m o l o g í a .

2 . - Determinar su f i n a l i d a d de e s t u d i o .

3 . E x p l i c a r l a importancia y l a u t i l i d a d de las e t i m o l o -g í a s , en todos aspectos.

4 . - E x p l i c a r los cambios f o n é t i c o s de las p a l a b r a s .

5 . - E x p l i c a r los cambios m o r f o l ó g i c o s de las p a l a b r a s .

6 . - D i f e r e n c i a r las f i g u r a s de d i c c i ó n .

7 . - E x p l i c a r los cambios semánticos de las p a l a b r a s .

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Raíz:

Morfema o a f i j o s :

P r e f i j o s :

S u f i j o s :

I n f i j o s :

F l e x i ó n .

Desinencia:

Seudodesinencia:

S e u d o p r e f i j o s .

9 . - Enunciar por medio de qué procedimientos surgen palabras nuevas en una lengua:

10.- Mencionar y d i f e r e n c i a r las clases de palabras según su elemento y dar ejemplos de cada uno de e l l o s .

PROCEDIMIENTO:

Para que puedas t r a b a j a r con esta unidad debes l e e r -cuidadosamente los c a p í t u l o s I y I I de este l i b r o .

ACTIVIDADES:

1 . En t u l i b r o e n c o n t r a r á s , después del m a t e r i a l de e s t u -d i o , e j e r c i c i o s que -deberás r e s o l v e r en e l salón -de c í a ses, ya sea i n d i v i d u a l m e n t e o en equipo, para a p l i c a r y comprobar t u s conocimientos, despejar dudas y r e a f i r m a r conceptos.

2 . - Además, deberás c o n s u l t a r las s i g u i e n t e s palabras en t u d i c c i o n a r i o Porrúa de l a lengua española:

S u s t a n t i v o :

O b j e t i v o :

Sinónimo:

Antónimo:

Homónimo:

Corrupación:

M u t i l a c i ó n :

3 . - Y c o n t e s t a r l a a u t o e v a l u a c i ó n .

Estas a c t i v i d a d e s deberás r e a l i z a r l a s en el salón de c í a ses y en t u l i b r o , pues serán el r e q u i s i t o para presentar l a e v a l u a c i ó n .

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AUTOEVALUACION.

1 . - Originalmente, ¿a qué se r e f i e r e l a palabra etimología?

2 . - ¿Qué e s t u d i a l a e t i m o l o g í a ?

3 . Escribe por l o menos cuatro consideraciones que hagan e v i d e n t e l a importancia y l a u t i l i d a d de las e t i m o l o -g í a s . '

4 . - Los cambios f o n é t i c o s de las palabras son cambios de:

5 . - Los cambios m o r f o l ó g i c o s de las palabras son cambios de:

6 . - Los cambios semánticos de las palabras son cambios de:

7 . - Define los s i g u i e n t e s conceptos:

Raíz:

Morfema:

Desinencia:

S e u d o p r e f i j o :

Seudodesinencia:

8 . En la lengua surgen palabras nuevas por medio de dos -procedimientos ¿cuáles son?

9 . - La d e r i v a c i ó n es:

10.- La composición es:

11.- La p a r a s í n t e s i s es:

12.- Define las s i g u i e n t e s clases de p a l a b r a s :

Simples.

Derivadas :

Compuestas :

P a r a s i n t é t i c a s :

RITMO DE TRABAJO:

1er. d í a . - Consulta de p a l a b r a s ; o b j e t i v o s 1 al 3; e j e r c i -c i o s . 1 y I I .

2o. d í a . - O b j e t i v o s 4 al 6; e j e r c i c i o I I I .

3er. d í a . - O b j e t i v o s 7 y 8.

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1

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I . CONCEPTOS FUNDAMENTALES.

La p a l a b r a " E t i m o l o g í a " /p r o v i e n e de dos vocablos g r i e

-gos éruyoo = verdadero y Aoyoo = c o n c e p t o , i d e a , vocablo Su f i n a l i d a d es el e s t u d i o de l a veradera s i g n i f i c a c i ó n de -l a s p a -l a b r a s , mediante e -l c o n o c i m i e n t o de su o r i g e n , de su es t r u c t u r a y de sus t r a n s f o r m a c i o n e s o cambios.

Conociendo l a e t i m o l o g í a de una v o z , se sabe d e s c i f r a r e l v a l o r o s i g n i f i c a d o l i t e r a l o a b s o l u t o de l a p a l a b r a . A s i -mismo, ayuda a conocer e l s i g n i f i c a d o de dos voces sinónimas

p e r m i t i e n d o r e t e n e r l o m e j o r , pues c o n s t i t u y e un poderoso auxi l i a r de l a memoria; además s i r v e para formar rectamente l a s voces derivadas y l a s compuestas, a s í como para descomponer -l a s ya formadas.

Ejemplo: Los elementos que forman b i c i c l e t a ^dan su escencia que tenga dos ruedas. ( 3 i o = dos veces, xuxAoo = c í r c u l o ) . Además, e l s u f i j o eta añade l a idea de peque--ñez, f r a g i l i d a d .

En l a p r i m a r i a y secundaria l a s r e g l a s de o r t o g r a f í a pa-recen i l ó g i c a s e i r r a c i o n a l e s , porque, n i remotamente se supo-ne que l a e x p l i c a c i ó n de l a o r t o g r a f í a se encuentra en l a e t i mología de l a p a l a b r a .

Ejemplo: El vocablo b i o l o g í a se e s c r i b e cpn "B"

p o r l a 3 de B i o a y con "G" p o r l a y de Aoyoo.

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El a r t e e t i m o l ó g i c o se aprovecha para d e s c u b r i r l a a f i r n dad que t i e n e n e n t r e s í los idiomas y éstos con sus d i a l e c t o s así como para comprender l a t e o r í a general de las lenguas, -P- e j . :

C a s t e l l a n o L a t í n Francés I t a l i ario

padre pater pére padre

es e s t es è

dos duo deux due

La e t i m o l o g í a se c o n s t i t u y e como p a r t e esencial de l a L i n g ü í s t i c a , y su conocimiento es indispensable para hablar -y e s c r i b i r correctamente, con p r e c i s i ó n -y con propiedad. Por ú l t i m o , s i r v e como poderoso a u x i l i o y es casi de imprescindible necesidad para el s ó l i d o e s t u d i o de l a gramática p a r t i c u l a r de c u a l q u i e r idioma.

Toda lengua en uso se transforma muy lentamente. No -e x i s t -e n l-enguas -e s t á t i c a s . El pu-eblo r -e a l i z a -estas mutaciones inconscientemente. Estos cambios pueden ser de t r e s c l a -ses: f o n é t i c o s , m o r f o l ó g i c o s y semánticos.

Los primeros cambios que experimenta una lengua son de t i p o f o n é t i c o , o sea, de sonido o pronunciación de las p a l a -b r a s , pues unas surgen, o t r a s desaparecen o se transforman. Pueden a f e c t a r tanto a sonidos v o c á l i c o s como a los consonán-t i c o s y obedecen a c i e r consonán-t a s leyes f o n é consonán-t i c a s de c a r á c consonán-t e r univer

sal o e s p e c i a l . - ~~

Por ejemplo: somnum sueño; annum año.

E x p l i c a c i ó n : La mn, nn d i e r o n ñ; l a u f i n a l se c o n v i r t i ó en o ; l a m~ f i n a l t e n d i ó a desaparecer.

La e s c r i t u r a después, a un r i t m o s e c u l a r , se va acomodan do al a n t e r i o r . A este cambio se l e l l a m a : m o r f o l ó g i c o -porque se r e f i e r e a l a forma y e s t r u c t u r a de las p a l a b r a s . Concretamente, estas t r a n s f o r m a c i o n e s , r e c i b e n el nombre de

f i g u r a s de d i c c i ó n o metaplasmas.

Pueden o c u r r i r p o r :

a) Aumento de l e t r a s :

1. Al comienzo de l a palabra ( p r ó t e s i s ) :

a r r e j u n t a r , por j u n t a r .

2. En medio de l a palabra ( e p é n t e s i s ) :

t r e m b l a r , por t e m b l a r .

3. Al f i n de l a palabra (paragoge):

Esta f i g u r a es l í c i t o solo en poesía, por razón de l a m é t r i c a .

huespede, por húesped.

b) Supresión de l e t r a s :

1. Al p r i n c i p i o de l a palabra ( a f é r e s i s ) :

o r a , por ahora.

2. En medio de l a palabra ( s í n c o p a ) :

navidad, por n a t i v i d a d .

3. Al f i n de l a palabra (apócope):

p a ' , por para.

c) Fusión ( c o n t r a c c i ó n V

d e l , por de e l .

d) Transposición o cambio de lugar de l e t r a s o s í l a b a s ( m e t á t e s i s ) :

p a r a b l a , por p a l a b r a .

Los cambios semánticos c o n s i s t e n en que el pueblo, ade más de m o d i f i c a r las palabras en su sonido y en su forma, a -muchas de e l l a s l e s va dando d i f e r e n t e s i g n i f i c a d o . Esta muí

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p o l i s e m i a . Las causas del cambio semántico son d i v e r s a s : las transformaciones de los hechos o cosas, las v a r i a c i o n e s de los conceptos, el i n f l u j o de los sentimientos humanos, l a a n a l o g í a , las i n f l u e n c i a s s i c o l ó g i c a s y s o c i a l e s , e t c .

Los cambios semánticos ayudan a saber el por qué de cada p a l a b r a , de dónde p r o v i e n e , que s i g n i f i c a d o t e n í a , cómo ha -evolucionado, en una p a l a b r a , por qué se l e llama así a cada cosa, por ejemplo: metro — f e r r o c a r r i l subterráneo. Metro es apócope de m e t r o p o l i t a n o ; y se l e llama así -porque cruza y r e c o r r e l a m e t r ó p o l i , que a su vez t i e n e t a l nombre por ser l a ciudad madre de l a s / l e m á s , en una región -o p a í s . (yryrnp = meter = madre, TTOAIQ = p o l i s = c i u d a d ) .

El ejemplo a n t e r i o r s i r v e para ver los d i f e r e n t e s e l e mentos m o r f o l ó g i c o s que t i e n e n las p a l a b r a s . Son dos: -r a í z y mo-rfema.

I I . ESTRUCTURA DE LA PALABRA.

RAIZ Y MORFEMA.

1 . - Raíz: Es el núcleo común de una f a m i l i a de p a l a b r a s , i n d i c a d o r del sentido fundamental.

Por ejemplo:

l j ^ a r - l i g a d u r a - ljaamento

monte - montaña - montañés

2 . - Morfemas o a f i j o s : son las palabras que se añaden a l a r a í z y son de t r e s t i p o s : p r e f i j o s , s u f i j o s e i n f i j o s .

a) P r e f i j o s : son las p a r t í c u l a s que van antes de l a -r a í z .

Ejemplo:

d e s - l i g a r , d e s - a t a r , re-cortar.

b) S u f i j o s : son las p a r t í c u l a s que están después de l a r a í z .

Ejemplo:

l i g - a r , c o r r - e r , p a r t - i r

c ) I n f i j o s : son las p a r t í c u l a s que se i n t e r c a l a n e n t r e l a r a í z y los s u f i j o s .

Ejemplo:

C o r r - e t e - a r

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p o l i s e m i a . Las causas del cambio semántico son d i v e r s a s : las transformaciones de los hechos o cosas, las v a r i a c i o n e s de los conceptos, el i n f l u j o de los sentimientos humanos, l a a n a l o g í a , las i n f l u e n c i a s s i c o l ó g i c a s y s o c i a l e s , e t c .

Los cambios semánticos ayudan a saber el por qué de cada p a l a b r a , de dónde p r o v i e n e , que s i g n i f i c a d o t e n í a , cómo ha -evolucionado, en una p a l a b r a , por qué se l e llama así a cada cosa, por ejemplo: metro — f e r r o c a r r i l subterráneo. Metro es apócope de m e t r o p o l i t a n o ; y se l e llama así -porque cruza y r e c o r r e l a m e t r ó p o l i , que a su vez t i e n e t a l nombre por ser l a ciudad madre de l a s / l e m á s , en una región -o p a í s . (yryrnp = meter = madre, TTOAIQ = p o l i s = c i u d a d ) .

El ejemplo a n t e r i o r s i r v e para ver los d i f e r e n t e s e l e mentos m o r f o l ó g i c o s que t i e n e n las p a l a b r a s . Son dos: -r a í z y mo-rfema.

I I . ESTRUCTURA DE LA PALABRA.

RAIZ Y MORFEMA.

1 . - Raíz: Es el núcleo común de una f a m i l i a de p a l a b r a s , i n d i c a d o r del sentido fundamental.

Por ejemplo:

l j ^ a r - l i g a d u r a - ljaamento

monte - montaña - montañés

2 . - Morfemas o a f i j o s : son las palabras que se añaden a l a r a í z y son de t r e s t i p o s : p r e f i j o s , s u f i j o s e i n f i j o s .

a) P r e f i j o s : son las p a r t í c u l a s que van antes de l a -r a í z .

Ejemplo:

d e s - l i g a r , d e s - a t a r , re-cortar.

b) S u f i j o s : son las p a r t í c u l a s que están después de l a r a í z .

Ejemplo:

l i g - a r , c o r r - e r , p a r t - i r

c ) I n f i j o s : son las p a r t í c u l a s que se i n t e r c a l a n e n t r e l a r a í z y los s u f i j o s .

Ejemplo:

C o r r - e t e - a r

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Ejemplos:

a l t - o l l e v - a r

a l t - a 1 l e v - o

a l t - o s 1 l e v - a s

4 . - Desinencia: es el s u f i j o que l e añade una nueva idea a l a r a í z .

Ejemplos:

cas-a c a r t - a

cas-erón c a r t - ó n

c a s - i t a c a r t - o n c i 1 1 o

5 . - Seudodesinencia o f a l s a d e s i n e n c i a : es l a palabra s i g n i f i c a t i v a que puede s e r v i r de d e s i n e n c i a .

Ejemplos:

c a r n í - v o r o voro = comer

h e r v í - v o r o

i n s e c t í - v o r o

6 . - Seudoprefijo o f a l s o p r e f i j o : es l a palabra con s e n t i do completo que hace las veces de p r e f i j o .

Ejemplos:

a g r í - c o l a a g r i = campo

a g r i - c u l t o r

a g r i - c u l t u r a

La formación de palabras en una lengua surge aduciendo a dos procedimientos que son: p r i m e r o , tomándolas de o t r a lengua y segundo, sacándolas de l o s recursos propios de d i cha lengua, esto puede o c u r r i r p o r : d e r i v a c i ó n , c o m p o s i -c i ó n y p a r a s í n t e s i s .

La d e r i v a c i ó n es la a d i c i ó n de desinencias a la r a í z . ( E j . : c a r t e r o se d e r i v a de c a r t a ) . La composición es l a

-unión de dos o más palabras en una s o l a . ( E j . : mediodía, unión de medio y de d í a ) . La p a r a s í n t e s i s es l a unión de p r e f i j o s más r a í z más s u f i j o s . ( E j . : pordiosero

-p o r - d i o s - e r o ) .

' PRIMITIVAS

PALABRAS

I

SIMPLES

COMPUESTAS

DERIVADAS

PARASINTETICAS

Las palabras simpes son las que t i e n e n una sola r a í z , p. e j . : mar, t i e r r a , I t a l i a , e t c .

Las palabras derivadas son las que proceden de o t r a s de l a misma lengua, p. e j . : marinero (de mar); l i b e r t a d (de l i b r e ) , l i b r e t a (de l i b r o ) .

Las palabras compuestas constan de dos o más voces y , -por lo t a n t o , están formadas generalmente de las dos p a l a b r a s , p . e j . : l i m p i a b o t a s (de l i m p i a r y de b o t a s ) , aguamiel (de -agua y de m i e l ) .

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EJERCICIOS

I . DIVERSAS QLASES DE PALABRAS.

1 . - Escribe un sinónimo de cada una de las palabras s i g u i e n t e s :

Ejemplo: Herida l e s i ó n .

1 . - Bienvenida:

2 . - C o l i s i ó n :

3 . - Descortesía:

4 . - Dragar:

5 . - Empujón:

6 . - Enajenado:

7 . - Enojo:

8 . - I l ó g i c o :

9 . - M a t r í c u l a :

10.- Mentón:

2 . - Escribe el antónimo de cada una de las palabras s i q u i e n t e s :

Ejemplo: Paz - guerra.

1 . - F o r t a l e z a :

2 . - Reciente:

3 . - Sanar:

4 . - L i g e r o :

5 . - F é r t i l :

6 . - Absuelto:

7 . - T r a b a j a r :

8 . - Rápido:

9 . - A r r o g a n c i a :

10.- Aprobar:

I I . LA ETIMOLOGIA, COMO FUNDAMENTO

DE LA ORTOGRAFIA.

1 . - Busca en el d i c c i o n a r i o el s i g n i f i c a d o de las palabras que se t e dan y e s c r í b e l o .

1 . - Botar (de b o t a ) : ;

2 . - Votar (de v o t o ) :

3 . - Bracero (de b r a z o ) :

4 . - Brasero (de b r a s a ) :

%

(18)

6 . - Vacante (de v a c a r , e s t a r l i b r e ) :

7 . - Exotérico (de e x o - f u e r a ) :

8 . - Esotérico (de e s o - d e n t r o ) :

9 . - Deshojar (de h o j a ) :

10.- Desojar (de o j o ) :

2 . - E ^ r i b e una o r a c i ó n que exprese el p e c u l i a r s i g n i f i c a d o ele cada uno de los homófonos s i g u i e n t e s :

Ejemplo: Hasta: Señores, hasta aquí llegamos.

A s t a : La bandera ondea en el a s t a .

1 . - Honda:

Onda:

2 . - Hice:

I c e :

3 . - Baya:

Vaya:

4 . - Aya:

Haya (de h a b e r ) :

b .- Echo:

Hecho:

6 . - V i s e r a :

V i s c e r a :

7 . - Recabar:

Recavar:

8 . - R a l l a r :

Rayar:

9 . - Loza:

Losa:

10.- Consejo:

Concejo:

I I I . CAMBIOS DE LAS PALABRAS.

1 . - Coloca en e l p a r é n t e s i s l a l e t r a c o r r e s p o n d i e n t e , según l a f i g u r a de d i c c i ó n que ocurre en las palabras que se i n d i c a n .

1 . - San por santo. ( ) a) M e t á t e s i s .

2 . - Aqueste» por e s t e . ( ) b) Apócope.

3 . - Hora por ahora. ( ) c ) A f é r e s i s .

4 . - Cien por c i e n t o . ( ) d) Epéntesis.

(19)

6 . - Tan por t a n t o .

7 . - Al por a é l .

8 . - Cuan por cuánto.

9 . - Bandaral por barandal.

1 0 . - Estuata por e s t a t u a .

3 . - Escribe los diversos s i g n i f i c a d o s o acepciones que poseen las palabras s i g u i e n t e s :

1 . - Raíz:

2 . - Pluma:

3 . - V i á t i c o :

4 . - S i e r r a :

• I" .; •

5 . - Cabo:

4 . - Completa las aseveraciones s i g u i e n t e s :

1 . - La expresión " n o t i c i a s c i e r t a s " q u i e r e d e c i r :

2 . - La expresión " c i e r t a s n o t i c i a s " q u i e r e d e c i r :

e) Contracción

f ) Síncopa.

g) Paragoge.

h) P r ó t e s i s .

3.- Acuario (de aqua, agua) es:

4 . - Piscina (de p i s c i s , pez) es:

5 . Construye una o r a c i ó n con cada una de las palabras s i -guientes :

1 . - El orden:

2 . - La orden:

3 . - El cura:

4 . - La c u r a :

5 . - El g u í a :

6 . - La guía :

7 . - El cometa:

(20)

IV. LAS PALABRAS: SUS ELEMENTOS

Y CLASIFICACION.

Escribe todos los d e r i v a t i v o s p o s i b l e s de las s i g u i e n -tes p a l a b r a s :

Mesa:

L i b r o :

A r b o l :

Anima:

L i b r e :

F l o r :

Luna:

C l a s i f i c a y coloca las s i g u i e n t e s palabras en su colum na c o r r e s p o n d i e n t e :

Mesa, boca, p e d r e r a , montaña, descomponer,

-r e y , l á p i z , c a -r p i n t e -r í a , l e c t u -r a , a n t e d i l u v i a n o ,

v o z , contraveneno, p r e j u z g a r , verdadero, v i n a g r e ,

pluma, i n g e n i e r o , cuaderno, s i l l a , c a l l e j u e l a ,

puntiagudo, m a l c r i a d o , poeta, n i ñ o , r e y e z u e l o ,

c o n f u s i ó n , banco, soledad, p a j a r i l l o , empanada,

-p i c a -p e d r e r o , i m -p o -p u l a r , desalmado.

Simples. Derivadas. Compuestas. P a r a s i n t é t i c a s

W

2 .

3 .

4 .

5 .

6 .

7 .

-o

O.

9 .

1 0 .

1 1 .

1 2 .

-

13.-

(21)

-Con un s u f i j o d i s t i n t o en ca<ia una de las p a l a b r a s , f o r ma dos d e r i v a t i v o s de los vocablos que se dan:

Madera:

Cazar:

Carne:

D i e n t e :

Campo:

Escribe los elementos i n t e g r a n t e s de los compuestos s i -guientes :

Limpiabotas:

P a r a b r i s a s :

C o r r e v e i d i l e :

Vinagre:

Parachoques:

Vaivén:

Hi1 van:

Rompecabezas:

Terremoto:

N a u f r a g i o :

4o. SEMESTRE. AREA I I I . UNIDAD I I .

IDEAS DE LOS ELEMENTOS QUE FORMAN LA LENGUA ESPAÑOLA.

INTRODUCCION:

Para l l e g a r a comprender realmente nuestro idioma es ne-cesario conocer sus o r í g e n e s , los elementos que han i n t e r v e n ! do en su formación; ya que el español o c a s t e l l a n o es una de las más importantes lenguas surgidas de l a descomposición del l a t í n . De e s t o , precisamente, t r a t a r á l a presente unidad.

OBJETIVOS:

1.- D i s t i n g u i r l a d i f e r e n c i a e x i s t e n t e e n t r e el l a t í n c u l t o y el v u l g a r .

2 . - Determinar a qué se llama lenguas romances, románicas o n e o l a t i n a s .

3 . - Enumerar las lenguas romances.

4 . - Enumerar los elementos no l a t i n o s del español y dar ejem píos de e l l o s .

5 . D e f i n i r qué son palabras c u l t a s o c u l t i s m o s y qué son -palabras populares o t r a d i c i o n a l e s .

6 . Nombrar palabras que c o e x i s t e n en sus formas c u l t a y -p o -p u l a r .

(22)

PROCEDIMIENTO:

Consulta el m a t e r i a l a d i c i o n a l i n c l u i d o a c o n t i n u a c i ó n .

ACTIVIDAD:

1 . - Resuelve durante l a c l a s e y en t u l i b r o , los e j e r c i c i o s que se encuentran después del m a t e r i a l de e s t u d i o . Son el r e q u i s i t o para presentar l a e v a l u a c i ó n , j u n t o con t u autoevaluación bien contestada.

NOTA: En el examen se i n c l u i r á n preguntas sobre los e i e r c i -c i o s .

AUTOEVALUACION.

1.- ¿Por qué se l e llama al c a s t e l l a n o lengua española?

2 . - ¿A qué se llama l a t í n c u l t o ?

3 . - ¿A qué se llama l a t í n v u l g a r ?

4 . - Las lenguas romances son las que:

5.- Enuncia los elementos no l a t i n o s del español.

6 . - Escribe cinco palabras de o r i g e n griego que pasaron al español.

7 . - Escribe cinco palabras de o r i g e n árabe que pasaron al español.

8 . - Escribe cinco palabras de o r i g e n hebreo que pasaron al español.

9 . - Escribe cinco palabras de o r i g e n americano que pasaron al español.

10.- Escribe cinco palabras de las lenguas modernas que pa-saron al español.

(23)

13.- ¿Qué palabras son llamadas semicultas?

14.- Escribe cinco ejemplos de palabras que c o e x i s t e n en su forma c u l t a y p o p u l a r .

RITMO DE TRABAJO:

l e r . d í a . - O b j e t i v o s 1 al 4.

2o. d í a . - O b j e t i v o s 5 y 6; e j e r c i c i o s I a IV, de elemento p r e i b é r i c o hasta el árabe.

3er. d í a . - E j e r c i c i o V, de elemento hebreo hasta t e r m i n a r .

4o. d í a . - O b j e t i v o s 7 al 9; l e c t u r a de palabras c u l t a s y populares; e j e r c i c i o V I ; autoevaluación y repa-so g e n e r a l .

XVI x I

I I I . IDEAS DE LOS ELEMENTOS QUE

FORMAN LA LENGUA ESPAÑOLA.

El c a s t e l l a ñ o , p o r s e r v i r de instrumento a una l i t e r a t u -ra más importante que l a de o t r a s regiones de España, y sobre todo por haber absorbido en s í o t r o s dos romances p r i n c i p a l e s hablados en l a Península ( e l leonés y el navarroaragonés), -recibe más propiamente el nombre de lengua española.

El español es fundamentalmente una lengua de o r i g e n l a t i n o : e l setenta y cinco por c i e n t o de sus vocablos, a p r o x i -madamente, proceden del l a t í n .

Además de los elementos l a t i n o s , en l a formación de núes t r a lengua han i n t e r v e n i d o elementos no l a t i n o s de los que hablaremos más a d e l a n t e . Primero haremos r e f e r e n c i a del l a -t í n por ser l a "lengua madre" del español.

El l a t í n fue o r i g i n a l m e n t e el d i a l e c t o hablado en el L a c i o , r e g i ó n cuya c a p i t a l era Roma. Posteriormente el l a t í n predominó sobre los demás d i a l e c t o s de l a Península I t á -l i c a y se c o n v i r t i ó en -l a -lengua o f i c i a -l de-l imperio romano. Podemos hablar de dos " t i p o s " de l a t í n : el l a t í n c u l t o o lengua l i t e r a r i a y el l a t í n v u l g a r empleado en la c o n v e r s a -ción de las gentes medias y de las masas populares.

El l a t í n c u l t o o l i t e r a r i o era el que se enseñaba en -las escue-las y el que todos pretendían e s c r i b i r pero, durante el I m p e r i o , las d i v e r g e n c i a s se ahondaron en grado c o n s i -derable y se e s t a c i o n ó , mientras que el l a t í n v u l g a r , con ra pida e v o l u c i ó n , proseguía el camino que había de l l e v a r al -nacimiento de las lenguas romances, románticas o n e o l a t i n a s .

(24)

13.- ¿Qué palabras son llamadas semicultas?

14.- Escribe cinco ejemplos de palabras que c o e x i s t e n en su forma c u l t a y p o p u l a r .

RITMO DE TRABAJO:

l e r . d í a . - O b j e t i v o s 1 al 4.

2o. d í a . - O b j e t i v o s 5 y 6; e j e r c i c i o s I a IV, de elemento p r e i b é r i c o hasta el árabe.

3er. d í a . - E j e r c i c i o V, de elemento hebreo hasta t e r m i n a r .

4o. d í a . - O b j e t i v o s 7 al 9; l e c t u r a de palabras c u l t a s y populares; e j e r c i c i o V I ; autoevaluación y repa-so g e n e r a l .

XVI x I

I I I . IDEAS DE LOS ELEMENTOS QUE

FORMAN LA LENGUA ESPAÑOLA.

El c a s t e l l a ñ o , p o r s e r v i r de instrumento a una l i t e r a t u -ra más importante que l a de o t r a s regiones de España, y sobre todo por haber absorbido en s í o t r o s dos romances p r i n c i p a l e s hablados en l a Península ( e l leonés y el navarroaragonés), -recibe más propiamente el nombre de lengua española.

El español es fundamentalmente una lengua de o r i g e n l a t i n o : e l setenta y cinco por c i e n t o de sus vocablos, a p r o x i -madamente, proceden del l a t í n .

Además de los elementos l a t i n o s , en l a formación de núes t r a lengua han i n t e r v e n i d o elementos no l a t i n o s de los que hablaremos más a d e l a n t e . Primero haremos r e f e r e n c i a del l a -t í n por ser l a "lengua madre" del español.

El l a t í n fue o r i g i n a l m e n t e el d i a l e c t o hablado en el L a c i o , r e g i ó n cuya c a p i t a l era Roma. Posteriormente el l a t í n predominó sobre los demás d i a l e c t o s de l a Península I t á -l i c a y se c o n v i r t i ó en -l a -lengua o f i c i a -l de-l imperio romano. Podemos hablar de dos " t i p o s " de l a t í n : el l a t í n c u l t o o lengua l i t e r a r i a y el l a t í n v u l g a r empleado en la c o n v e r s a -ción de las gentes medias y de las masas populares.

El l a t í n c u l t o o l i t e r a r i o era el que se enseñaba en -las escue-las y el que todos pretendían e s c r i b i r pero, durante el I m p e r i o , las d i v e r g e n c i a s se ahondaron en grado c o n s i -derable y se e s t a c i o n ó , mientras que el l a t í n v u l g a r , con ra pida e v o l u c i ó n , proseguía el camino que había de l l e v a r al -nacimiento de las lenguas romances, románticas o n e o l a t i n a s .

(25)

Las lenguas romances son:

1 . - Gallegoportugués (Antigua H i s p a n i a ) .

2 . - Español (España).

3 . - Catalán (España).

4 . - Provenzal (Sur de F r a n c i a ) .

5 . - Francés ( F r a n c i a ) .

6 . - Sardo (Cerdeña).

7 . - I t a l i a n o ( I t a l i a ) .

8 . - Réti co o retorromano (Parte de Suiza e I t a l i a )

9 . - Dàlmata (Lengua m u e r t a ) .

10.- Rumano (Rumania).

La r a d i c a l d i s t i n c i ó n e n t r e las lenguas romances se de-be a t r e s f a c t o r e s p r i n c i p a l e s :

1? El h i s t ó r i c o o c r o n o l ó g i c o , o sea, el d i f e r e n t e grado de evolución alcanzado por el l a t í n , de acuerdo con el momento en que se i n t r o d u j o en cada uno de los países r o -manizados.

El e t i m o l ó g i c o , es d e c i r , los d i s t i n t o s grupos é t n i c o s y l i n g ü í s t i c o s , que en cada l u g a r e n t r a r o n en contacto con l a lengua de Roma.

3? El s o c i a l , las r e l a c i o n e s de todo t i p o : p o l í t i c o , r e l i -g i o s o , c o m e r c i a l , e n t r e los diversos t e r r i t o r i o s .

Aunque e l español es una lengua p r i n c i p a l m e n t e l a t i n a , en su formación i n t e r v i n i e r o n los s i g u i e n t e s elementos no l a t i n o s :

a) Elemento p r e i b é r i c o , especialmente el vascuence. Le propor ciona los a d j e t i v o s terminados en ez, p. e j . : a l t i v e z ,

l u c i d e z , i d i o t e z , v e j e z , e t c .

b) Elemento i b é r i c o , c é l t i c o y c e l t i b é r i c o . De éste ú l t i m o son: cama, l o n a , p e r r o , g o r r a , i z q u i e r d o , p i z a r r a .

*

c) Elemento c a r t a g i n é s y f e n i c i o .

d) Elemento g r i e g o , es el segundo elemento importante en l a -formación del español: b i b l i o t e c a , escena, comedia, c o r o , drama, gramática, f i l o s o f í a , i d e a , melodía, m e t á f o r a , mu-seo, oda, r a p s o d i a , r e t ó r i c a , s á t i r a , s i n f o n í a , t r a g e d i a y o t r o s muchos.

Además, a t r a v é s del lenguaje popular l a t i n o hemos r e c i b í do en el español numerosos vocablos: barranca, a n t r o , c i ma, g r u t a , h o r i z o n t e , i s t m o ; p i e d r a , amoníaco, a r c i l l a , cobre, c r i s t a l , diamante, m e t a l ; caña, c r i s t a n t e m o , f r i j o l , g e r a n i o , orégano, p e r e j i l , v i n o , zumo; c r i s á l i d a , -e l -e f a n t -e , p u l p o , r i n o c -e r o n t -e ; a p o t -e o s i s , bod-ega, b ó r i c a , c e l o , c i r c o ; g u i t a r r a , chisme, d i s c o , ensayo, e p i t a f i o , e s t a d i o ; f é r e t r o , hipódromo, m e l a n c o l í a , p i r a , p i r o p o , -p r o -p i n a , t r i u n f o .

Por o t r a p a r t e , el l a t í n s i r v i ó de v e h í c u l o que t r a s l a d ó numerosas voces de c a r á c t e r e c l e s i á s t i c o , del griego al -español, t a l e s como: á n g e l , a p ó s t o l , bautismo, b l a s f e m i a , c a t ó l i c o , cisma, c r i s t i a n o , C r i s t o , d i a b l o , d i ó c e s i s , euca r i s t í a , e v a n g e l i o , excorcismo, h e r e j í a , i g l e s i a , m á r t i r , m i s t e r i o , paraíso y o t r a s más.

(26)

e) Elemento germánico, su i n f l u e n c i a es f u e r t e porque v i v i ó dos s i g l o s en i n t i m o contacto con l o s romanos, p. e j . : -g u e r r a , r o b a r , -ganar, -g u i a r , o r -g u l l o , r i c o , f r e s c o , blan-do, e t c .

f ) Elemento árabe, es el más importante después del g r i e g o , ya que dominó a l a Península por 8 s i g l o s y aportó al e^ pañol los s i g u i e n t e s t é r m i n o s : a c e i t u n a , acequia, alace na, a l a c r á n , alambique, a l a z á n , albacea, a l b ó n d i g a , albo r o t o , a l b o r o z o , a l c a c h o f a , a l c a n c í a , a l b u f e r a , a l c a n t a n l i a , a l c o b a , a l c o h o l , a l d e a , a l f a l f a , a l f a r e r o , a l f i l e r , a l f o m b r a , á l g e b r a , algodón, a l g u a c i l , a l h a j a , a l h e l í , -a l h ó n d i q -a , -alm-acén, -almoh-ad-a, -a l q u i l e r , -a j u -a r , -a r -a n c e l , azahar, a z o t e , azotea, azucena, a z u l , a z u f r e , c é n i t , cer o , c i f cer a , e l i x i cer , gandul, gañán, guacerismo, haceragán, j a -r -r a , j a z m í n , j i n e t e , o-rangután, m a q u i l a , n a -r a n j a , n o -r i a , q u i l a t e , recua, sandía, t a b i q u e , t a h ú r , t a l c o , tambor, -t a r e a , -t a r i f a , -t a f e -t á n , -t a l i s m á n , z a n a h o r i a , z a n j a .

A los árabes debemos l a p r e p o s i c i ó n hasta, l a s i n t e r j e c -c i o n e s : i e h ! , ¡ h o l a ! , ¡ a r r e ! y ¡ o j a l á ! , los i n d e f i n i d o s : f u l a n o , mengano y zutano.

g) Elemento hebreo, en nuestro v o c a b u l a r i o han quedado pala bras de o r i g e n hebreo modificadas a t r e v é s del l a t í n : -Benjamín, David, Eva, E s t e r , G a b r i e l , I s a b e l , Ismael, Ja-cobo, Jesús, José, J u d i t , Lázaro, Manuel, Matías, Mesías, M i g u e l , Zacarías; a l e l u y a , amén, c á b a l a , edén, f a r i s e o , -hebreo, hosanna, j u b i l e o , j u d í o , r a b i n o , sábado.

h) Elemento americano, a p a r t i r del descubrimiento de Améri ca, se i n t r o d u j e r o n en el español numerosas voces p r o c e -dentes de las lenguas americanas.

De las A n t i l l a s provienen: c a c i q u e , caimán, c a n í b a l , canoa, caoba, c a r e y , c o l i b r í , guayaba, hamaca, j u r a c á n , -maíz, papaya, sábana, tabaco, t i b u r ó n .

De México surgen: c u a t e , e s c u i n c l e , t o c a y o , mecate, c h l e l e , m e t a t e , j i c a r a , n o p a l , petaca, p e t a t e , t i z a , chama-co y o t r o s .

Sudamericanas son: coco, t a p i r , cancha, cóndor, papa, -puma, e t c .

i ) Elemento de lenguas modernas. Debido a las r e l a c i o n e s -c u l t u r a l e s , h i s t ó r i -c a s , p o l í t i -c a s y -comer-ciales de Espa-ña con o t r o s países europeos, han entrado en nuestro i di o ma voces procedentes sobre todo del f r a n c é s , i t a l i a n o ,

-i n g l é s y alemán que ya se han -incorporado al español:

a) Del f r a n c é s : c o m i t é , endosar, l o t e r í a , buró, t r á f i c o , p r e m i e r , d e b u t a r , h o t e l , reproche, f i c h a , b u f e t e , cade t e , broche, e t c .

b) Del i t a l i a n o : e s p a g u e t i , c a r i c a t u r a , p i a n o , ' p i l o t o , banco, c h a r l a , fachada, a l e r t a , o p e r e t a , soneto, coro n e l , pestaña, e t c .

c) Del i n g l é s : cheque, c o c t e l , b i s t e c , y a t e , f i l m e , t ú -n e l , r i f l e , m i t i -n , vagó-n, e t c .

d) Del alemán: b l i n d a r , bloque, boxeo, draga, r i f a , sa-b l e , t o n e l , t o a l l a , v a l s y o t r a s .

Las palabras c u l t a s o c u l t i s m o s son las de i n t r o d u c c i ó n más t a r d í a en el idioma, fueron tomadas del l a t í n c l á s i c o cuando era ya lengua muerta. Apenas s u f r i e r o n m o d i f i c a c i o -nes y y fueron incorporadas al idioma por los l i t e r a t o s , p. e j . : dominical ( d o m i n i c a l i s ) , a r t í c u l o ( a r t í c u l u s ) , e t c .

Palabras populares o t r a d i c i o n a l e s son las que proceden del l a t í n v u l g a r , fueron usadas siempre por el pueblo el cual

las transformó con el uso, p. e j . : dueño (dominum), o t r o -( a l t e r u m ) , pueblo -(populum).

C u l t a s . Populares

a c r e . a g r i o ,

ánima. alma,

(27)

C u l t a s .

a u s c u l t a r .

b o t i c a .

cal i d o .

c a p i t a l .

c a p í t u l o .

c l a v í c u l a .

c o a g u l a r .

c o l o c a r .

c o n c i l i o .

c r i p t a .

décimo.

d e l i c a d o .

d i r e c t o .

dominar.

d u p l i c a r .

e s t r i c t o .

f a c t u r a .

f a s t i d i o .

forma.

f r a n q u i c i a .

f r í g i d o .

i m p l i c a r .

í n s u l a .

í n t e g r o .

l a b o r a r .

l e q a l .

1 imi t a r .

Populares.

escuchar.

bodega.

c a l d o .

caudal.

c a b l i d o .

c l a v i j a .

c u a j a r .

c o l g a r .

concejo.

g r u t a .

diezmo.

delgado.

derecho.

domeñar.

d o b l a r .

e s t r e c h o .

hechura.

h a s t í o .

horma.

franqueza.

f r í o .

emplear.

i s l a .

e n t e r o .

l a b r a r .

l e a l .

1 i n d a r .

C u l t a s . Populares.

l u c r o . l o g r o .

l u m i n a r i a . lumbrera.

mácula. mancha.

m a l i c i a . maleza.

m a s t i c a r . mascar.

minuto. menudo.

móv i 1. mueble.

nominar. nombrar.

o p e r a r . o b r a r .

plano. 1 laño.

pleno. 11eno.

r a d i o . rayo.

r á p i d o . raudo.

r e c u r r i r . recorrp^\. J

r e c u p e r a r . r e c o b r a r .

r u p t u r a . r o t u r a .

s e c u l a r . s e g l a r .

s e l v á t i c o . s a l v a j e .

s i gno. seña.

Las palabras que son más antiguas que los c u l t i s m o s , pero más r e c i e n t e s que las populares y por eso r e s i n t i e r o n m e -nos cambios que las segundas y más que las primeras son llama das s e m i c u l t a s . Por ejemplo: s i g l o , p e l i g r o , e t c .

(28)

Por ejemplo:

I. ^

*tt •fe

íf 1«.

«i i'

• «11!

IS!

I l

e u l t a

semi cui t a

popular

l e g a l i t a t e m

1-egal i dad

l e a l t a d

a p i i c a r

plegar

1 l e g a r

EJERCICIOS.

V. ELEMENTOS DEL ESPAÑOL.

Busca en el d i c c i o n a r i o y e s c r i b e el s i g n i f i c a d o de los s i g u i e n t e s vocablos de o r i g e n no l a t i n o .

A . - ELEMENTO PREIBERICO.

1. A q u e l a r r e :

2. Bazar:

B.- ELEMENTOS IBERICO, CELTICO Y CELTIBERICO.

1. P i z a r r a :

2. Bardo:

C.- ELEMENTO GRIEGO.

1. Rapsodia:

2. Chisme:

3. A p o t e o s i s :

(29)

5. A n t r o :

6. Cima:

7. Zumo:

8. Geranio:

9. Hipódromo:

10. P i r o p o :

D.- ELEMENTO GERMANICO.

1. Guarecer:

2. Heraldo:

3. Feudo:

4. Blasón:

5. A r r e o :

6. Escarnio:

7. Aleve:

8. Esquivar:

9. O r g u l l o :

10. Guardia:

E.- ELEMENTO ARABE.

1. Acequia:

2. Alambique:

3. Albacea:

4. A l b u f e r a :

5. A l g u a c i l :

6. Arancel :

(30)

8. Guarismo:

9. Tahúr:

10. A j u a r :

F . - ELEMENTO HEBREO.

1. Cabala:

2. F a r i s e o :

3. Edén:

4. Rabino:

G.- ELEMENTO AMERICANO.

1. Cacique:

Jicar a :

Cóndor:

H.- ELEMENTOS DE LENGUAS MODERNAS.

I . Endosar:

2. Premier:

3. Fachada:

4. Opereta:

5. Coctel :

6. M i t i n :

V I . ELEMENTOS DEL ESPAÑOL.

Escribe el nombre de las 3 lenguas que han c o n t r i b u i d o a l a formación del español:

1.

2 .

3.

Escribe l a palabra c u l t a que corresponda a cada una de las populares que se dan:

1. A g r i o :

(31)

3. Salvaje

4. Nombrar

5. H a s t í o :

6. Horma:

7. F r í o :

8. I s l a :

9. Entero:

10. L e a l :

11. Seña:

12. L a b r a r :

13. Logro:

14. Mascar:

15. Hechura

4o. SEMESTRE. AREA I I I . UNIDAD I I I .

EL LATIN.

INTRODUCCION:

t

Por l o v i s t o anteriormente ya sabes el porqué de l a -gran importancia que, a t r a v é s del tiempo, ha t e n i d o para no sotros l a lengua l a t i n a .

En esta unidad trataremos de conocer algo del f u n c i o n a -miento del l a t í n , l o fundamental de esta lengua que dio vida a l a n u e s t r a .

OBJETIVOS:

1.- E x p l i c a r Ta d i f e r e n c i a que e x i s t e e n t r e las lenguas de f l e x i ó n s i n t é t i c a s como el l a t í n y las de f l e x i ó n a n a l í -t i c a s como el español.

2 . - E x p l i c a r qué es l a d e c l i n a c i ó n y cuál es su u t i l i d a d .

3.- Enumerar cuántos géneros, números y casos t i e n e el l a t í n

4 . - E x p l i c a r el s i g n i f i c a d o de los casos l a t i n o s : nominativo g e n i t i v o , d a t i v o , a c u s a t i v o , v o c a t i v o y a b l a t i v o .

5. E n l i s t a r las terminaciones de las cinco d e c l i n a c i o n e s -l a t i n a s .

(32)

PROCEDIMIENTO:

Para c o n t e s t a r los o b j e t i v o s es necesario e s t u d i a r el -m a t e r i a l a d i c i o n a l que se l o c a l i z a enseguida, incluyendo el v o c a b u l a r i o .

ACTIVIDADES:

1 . - Haz l o s e j e r c i c i o s que vienen a c o n t i n u a c i ó n del mate-r i a l de e s t u d i o .

2 . Transcribe en t u cuaderno y aprende el s i g n i f i c a d o de -las palabras del v o c a b u l a r i o que se enumeran a continua c i ó n :

1 . - E p i s t o l a r .

2 . - Moroso.

3 .

4 .

5 .

6 .

7 .

8 .

9 .

-Perenne.

Confi s c a r .

Longevidad.

Oropel.

Damnificar.

I n s i g n e .

P r e j u z g a r .

10.- Amoral.

1 1 . - Osculo.

1 2 . - Pedestre.

13.- Extemporáneo

14.- Civismo.

15.- Famélico.

1 6 . - A r t i c u l a r .

1 7 . - Egreso.

18.- Ingreso.

19.- Manumitir. 2 5 . - Osario.

20.- G é l i d o .

21.- J o r n a l .

22.- Fidedigno.

23.- Fideicomiso.

24.- R e i v i n d i c a r .

2 6 . - L o c a t a r i o .

2 7 . - F i s c a l .

2 8 . - P r e s t i d i g i t a d o r .

2 9 . - Anales.

3 0 . - Ecuanimidad.

3 . - Redacta oraciones u t i l i z a n d o las palabras a n t e r i o r e s ( 3 0 ) .

4 . - Contesta l a a u t o e v a l u a c i ó n .

Estas a c t i v i d a d e s r e a l i z a d a s en el salón de clase y en t u l i b r o son e l r e q u i s i t o para presentar l a e v a l u a c i ó n .

(33)

AUTOEVALUACION.

¿Cómo se e s t r u c t u r a n l a s ' p a l a b r a s de las lenguas de -f l e x i ó n ?

¿Por qué e l l a t í n es una lengua de f l e x i ó n s i n t é t i c a ?

¿Por qué e l español es una lengua de f l e x i ó n a n a l í t i c a ?

¿Qué es l a d e c l i n a c i ó n ?

Escribe qué s i g n i f i c a n las s i g u i e n t e s p a l a b r a s :

Nominativo:

G e n i t i v o : ! I ¡ :• Y I 'A J - - ' J - •

D a t i v o :

A c u s a t i v o :

V o c a t i v o :

A b l a t i v o :

E n l i s t a las terminaciones de cada una de las cinco de-c l i n a de-c i o n e s :

l a . "

2a.

3a.

4a.

5a.

7.- Escribe el s i g n i f i c a d o de las s i g u i e n t e s p a l a b r a s :

Perenne:

I n s i g n e :

Ingreso:

Egreso:

Osario:

Anales:

Pedestre:

Ecuanimidad:

RITMO DE TRABAJO:

l e r . d í a . - O b j e t i v o s 1 al 3.

2o. d í a . - O b j e t i v o s 4 al 8; e j e r c i c i o s .

3er. d í a . - O b j e t i v o 9; p a l a b r a s .

(34)

IV. EL LATIN.

El abecedario l a t i n o consta de las 25 l e t r a s s i g u i e n t e s

A B C D E F G H I J K L M

a b c d e f g h i j k l m

N O P Q R S T U V X Y Z

n o p q r s t u v x y z

En los s i g l o s I I y I I I a . c . aparecen los primeros es-c r i t o s l a t i n o s ya propiamente l i t e r a r i o s .

El l a t í n pertenece a las lenguas llamadas "de f l e x i ó n " porque sus palabras constan de una r a í z a l a cual se unen -otros elementos ( l o s morfemas) que se combinan con e l l a f o r mando una unidad i n d i v i s i b l e .

Estas lenguas de f l e x i ó n se c l a s i f i c a n , a su v e z , en a n a l í t i c a s y s i n t é t i c a s . En l a lengua s i n t é t i c a se r e l a c i o -nan unas palabras con o t r a s por medio de t e r m i n a c i o n e s , como en el g r i e g o , l a t í n , s á n s c r i t o , e t c . En las lenguas a n a l í t i cas, en cambio, expresan las r e l a c i o n e s de las palabras e n -t r e s í , por medio de p r e p o s i c i o n e s , verbos a u x i l i a r e s o par-t í c u l a s en g e n e r a l , p. e j . : e l español, f r a n c é s , i par-t a l i a n o , e t c .

Ejemplo: L a t í n : F a c i l l i m a dictum tamen d i f f i c i l l i m a factum.

(35)

En el l a t í n e x i s t e n dos f l e x i o n e s : l a nominal (o d e c l i -nación) y l a verbal (o c o n j u g a c i ó n ) .

Declinación es una s e r i e ordenada de los casos, los cua les expresan las diversas funciones que en l a o r a c i ó n e j e r -cen el s u s t a n t i v o , el a d j e t i v o y el pronombre l a t i n o s .

Conjugación, es l a s e r i e ordenada de todas las voces de v a r i a i n f l e x i ó n , con que el verbo expresa sus d i f e r e n t e s mo-dos, tiempo, números y personas.

El l a t í n t i e n e t r e s géneros (masculino, femenino y neu-t r o ) , dos números ( s i n g u l a r y p l u r a l ) y seis casos (nominaneu-ti v o , g e n i t i v o , d a t i v o , a c u s a t i v o , v o c a t i v o y a b l a t i v o ) .

1 . El nominativo ( n o m i n a t i v u s ; de nominare: nombrar) i n d i -ca generalmente el s u j e t o de la o r a c i ó n .

2 . - El g e n i t i v o ( g e n i t i v u s ; de gígnere: engendrar) puede ex presar posesión o p e r t e n e n c i a , c u a l i d a d , e x p l i c a c i ó n , -e t c .

3 . - El d a t i v o ( d a t i v u s ; de daré: d a r ) es el caso de l a per sona o cosa, en cuyo provecho o daño se r e a l i z a l a ac- " ción v e r b a l . En d a t i v o va el complemento i n d i r e c t o .

4 . - El a c u s a t i v o ( a c c u s a t i v u s ; de acusare: a t r i b u i r ) señala el ser sobre el cual recae l a acción del verbo. Es el caso del complemento d i r e c t o en los verbos t r a n s i t i v o s .

5 . - El v o c a t i v o ( v o c a t i v u s ; de vocare: l l a m a r ) s i r v e para -llamar o invocar a una persona o cosa p e r s o n i f i cada.

6 . - El a b l a t i v o ( a b l a t i v u s ; de a f u e r r e : q u i t a r ) i n d i c a r e í a ciones de o r i g e n , l u g a r , tiempo, modo, causa, e t c . , y -es el caso de los complementos c i r c u n s t a n c i a l e s .

Para encontrar los elementos que desempeñan las f u n c i o nes de n o m i n a t i v o , g e n i t i v o , a c u s a t i v o , d a t i v o , v o c a t i v o y -a b l -a t i v o en l-a o r -a c i ó n , es conveniente tener presentes l-as s i g u i e n t e s preguntas para a p l i c a r l a s al o los verbos:

A.- Nominativo.- ¿Quién? o ¿Qué?

B.- G e n i t i v o . - ¿De quién? o ¿De qué?

C.- A c u s a t i v o . - ¿A quién? o ¿A qué?

D.- D a t i v o . - ¿Para quién? o ¿A qué?

E.- V o c a t i v o . - Debe observarse el o f i c i o (no es e l s u j e -t o , sino una llamada al mismo).

F.- A b l a t i v o . - ¿Dónde?, ¿Cuándo?, ¿Cómo?, e t c .

Existen seis casos l a t i n o s del s i n g u l a r y del p l u r a l , -sólo i n t e r e s a n a nuestro e s t u d i o c u a t r o : el nominativo y el g e n i t i v o del s i n g u l a r , para i d e n t i f i c a r l a d e c l i n a c i ó n ; y el acusativo (del s i n g u l a r y del p l u r a l ) , porque del a c u s a t i v o proceden generalmente los nombres españoles.

Hay cinco esquemas o modelos que siguen los nombres l a t i nos para f e l x i o n a r s e en casos. Se llaman " l a s cinco d e c l i n a - " c i o n e s " . Son las s i g u i e n t e s :

DECLINACION. TERMINACION.

l e r a .

2da.

2da. neutro

3era.

3era. neutro

4 t a .

5 t a .

a - ae

us - i

um - i

i s - i s

e - i s ; o - i s ; en - i n i s .

us - us

(36)

EJERCICIOS.

V I I . LAS DECLINACIONES LATINAS.

1 . - Escribe en e l p a r é n t e s i s l a l e t r a que corresponda:

1. El s u j e t o de l a o r a c i ó n va en caso:

a) nominativo. b) v o c a t i v o . c) d a t i v o ,

d) a b l a t i v o . ( )

2. El complemento d i r e c t o , en caso:

a) a c u s a t i v o . b) a b l a t i v o . c) g e n i t i v o ,

d) d a t i v o . ( )

3. El complemento i n d i r e c t o , en caso:

a) a c u s a t i v o . b) d a t i v o . c) a b l a t i v o ,

d) v o c a t i v o . ( )

4. El complemento c i r c u n s t a n c i a l , general-mente en caso:

a) v o c a t i v o . b) d a t i v o . c) a b l a t i v o ,

d) n o m i n a t i v o . ( )

5. El complemento d e t e r m i n a t i v o nominal, generalmente en caso:

a) n o m i n a t i v o . b) g e n i t i v o . c) v o c a t i v o ,

d) d a t i v o . ( )

2 . Escribe en su correspondiente columna los nombres l a -t i n o s , de acuerdo con l a d e c l i n a c i ó n a que per-tenecen.

a f f i n i s - e : l a suerte í n s u l a - a e : l a i s l a , s i l v a - a e : el bosque, a u r u m - i : el o r o .

1upus, i : el l o b o , v u l g u s , i : el v u l g o .

r e m e d i u m - i i : el remedio, consensus-us: el consenti

miento, a l i m e n t u m - i : e l a l i m e n t o , r e s - e i : el asunto,

c o r r u s - u s : el c a r r o .

d o m i n u s , i : el señor, v u l p e s , i s : l a z o r r a , a v i s , i s : el ave.

sensus, us: el s e n t i d o , cornu, us: el cuerno,

e q u i t a t u s , u s : l a c a b a l l e r í a m a t e r i e s , e i : l a madera, spes, e i : l a esperanza.

sonus-i : el sonido, manus-us: l a mano,

rosa-ae: l a rosa. n a u t a - a e : e l navegante, a l b a - a e : blancas. . agnus-i : el cordero,

m a l u s - i : malo,

s e r i e s - e i : l a s e r i e .

PRIMERA DECLINACION. SEGUNDA DECLINACION

(37)

VOCABULARIO.

1 . - A£ea, ¿¿eae: s u e r t e , a z a r .

A l e a t o r i o , - a l a Z e x U o / U u Áf- a , - u m ) : r e l a t i v o a l j u e g o de

a z a r , dependiente de a l g d n suceso f o r t u i t o .

2 - Anana, anime.: a l m a , s o p l o o a l i e n t o v i t a l .

Animado,-a (avUmaXjuA ,-a,um; de dvujno,-(Vid): ser dotado de v i d a . - A n i m a d v e r s i ó n (anMnadveAA¿o,-cn¿s;de anúnadveA to -oaz, compuesto de anona*, ad y vwt,o: v o l v e r ) : ene-m i s t a d , o j e r i z a . - Aniene-mal [animal,-aLCi,): ser v i v i e n t e , animal . - A n i m a r [animo,-a¿ ,-aAt]: i n f u n d i r e l a l m a , e l ánimo o e l v a l o r . - A n i m o s i d a d (anúno¿¿taó,-cutc&i: a v e r -s i ó n , o j e r i z a . - D e -s a l m a d o (cíe¿: p r i v a c i ó n ) : -s i n a l m a , f a l t o de c o n c i e n c i a , c r u e l , inhumano.-Ecuanimidad

(aequoó,a,um: i g u a l ) : i g u a l d a d de ánimo, s e r e n i d a d . -Exánime ( e x : p r i v a c i ó n , f u e r a ) : s i n alma, s i n v i d a . - Ina nimado Un: n o , y animatci&, p a r t . pas. de avumo,

-OJKL): s i n v i d a , no v i v i e n t e . - L o n g a n i m i d a d [longu¿,-a,

-um: l a r g o ) : grandeza y c o n s t a n c i a de ánimo en l a s ad-v e r s i d a d e s . -Magnanimidad (magniu, -a,-um:grande): grande za y e l e v a c i ó n de á n i m o . - P u s i l a n i m i d a d {}xu>MuA,~a, -um: d é b i l , muy p o c o ) : encogimiento de á n i m o . P u s i l á n i me: d é b i l de ánimo.Reanimar r e i t e r a c i ó n ) : r e s t a

-b l e c e r l a s f u e r z a s . - U n a n i m i d a d '(unu6,-a,-um: uno, ú n i -c o ) ; -c o n f o r m i d a d , -c o n s e n t i m i e n t o .

3 . - Aqua, aquae.: agua.

A c u a r i o [aquanM.im,-il): d e p ó s i t o de agua para peces, p l a n t a s , e t c . - A c u á t i c o , - a [aqu.aUcu¿,-a, -um}: que v i v e en e l agua.-Acueducto [aquae.duc¿LL$,~oó; de aqua y ducXuA,

de duco: c o n d u c i r ) ; conducto a r t i f i c i a l de a g u a . A c u o -s o , - a [aquo&uA,-a,-um): abundante en agua o p a r e c i d o a e l l a . - A g u a m a n i l (aqüaman¿£c,-£¿ó; de aqua y manu¿: ^ ma-n o ) : palama-ngama-na para l a v a r s e l a s mama-nos.- Desaguar {de&:

(38)

Anca, cuinaa: a r c a .

Arcano [ancanuA ,-a, -um): escondido en e l a r c a , r e s e r v a -d o , s e c r e t o .

COUACL, caaóae: causa, cosa", r a z ó n , proceso.

Acusar [aacuAo,-a/ie; de ad: a y cauAa.): d e n u n c i a r , d e l a t a r . C a u s a l (caaóa¿¿ó,a¿e): r e f e r e n t e a l a c a u s a . -Concausa (cum: c o n ) : cosa que, en unión de o t r a , produce algún e f e c t o í Excusar ( e x c a á o , a ¿ , a / i e ; de e x : f u e -r a , y cauAcuie.): d i s c u l p a -r , j u s t i f i c a -r . - Inexcusable

UnexctMab¿¿¿6,-¿£e; de l n : no, e x : f u e r a , c.aüAaAn y 6¿¿¿ó): que no se puede excusar o j u s t i f i c a r . - Recusar

(i.ecu6o,-a/te; de /ie y cauóaAe): r e c h a z a r , r e h u s a r . -I r r e c u s a b l e [ÁJiAzciuAabltiA,-¿¿e; de -ót, /ie, caitóa^e y 6.¿£¿Ó): que no se puede rechazar o r e h u s a r .

CUAA, cxfiae: c u i d a d o .

Curar [cuAo,-aA,-a/Lz): c u i d a r , s a n a r . - Curable (cotííb.¿-£ ¿ ó , - 6 ¿ (cotííb.¿-£ e ; de duJuxAo] : que se puede c u r a r . - Curación

(cuAcubCo,-OVUJ>; de c u r a r e ) : a c c i ó n y e f e c t o de c u r a r o c u r a r s e . - C u r i o s o , - a [CUAÍOAUA ,-a,um); que t i e n e c u r i o

-s i d a d , c u i d a d o -s o . - Curia ( c o t ó i , - a e : -senado, con-sejo que t e n í a a su cuidado l o s asuntos p ú b l i c o s ) : t r i b u n a l , c o r t e . - I n c u r i a (¿ncu/Ua,-a£;cle ¿N: negación y CHAO.:

c u i d a d o ) : d e s c u i d o , n e g l i g e n c i a . - Seguro,-a (¿eco/ioó,-a, -um; de -óe: s i n y c o t a : cuidado ) : descuidado, t r a n q u i l o . - M a n i c u r o , - a [manuA,-OÓ: mano): e l que c u i d a de l a s manos.- Pedicuro (peó, ped¿Ó: p i e ) ; que cuida de l o s p i e s . Sinecura (¿¿ne: sin. y cuta: c u i d a d o ) : empleo r e -t r i b u i d o que ocasiona poco o ningún -t r a b a j o . - Procurar

(pho: p o r ) : c u i d a r , hacer d i l i g e n c i a s o e s f u e r z o s para c o n s e g u i r l o que se desea.

Epístola, npXAtolav: c a r t a .

E p i s t o l a r [upíAtolahiA ,-aAt): r e f e r e n t e a l a s e p í s t o l a s o c a r t a s . - E p i s t o l a r i o [(¿.plstolasUuA ,-XÁ.): l i b r o que con t i e n e l a s e p í s t o l a s o c a r t a s del a u t o r .

8 . - Fama, fiamae.: fama.

Famoso,-a l(amoAu¿,-a,-m): que t i e n e f a m a . - Infamia U n : n e g a c i ó n ) : d e s c r é d i t o , deshonra. (Compárese

tam-b i é n ¿n^ame., infaman., ¿niamadoh. e Xn^amacUón)Difamar [cU^amaAz; de DÍA: p r i v . ) ' : d e s a c r e d i t a r . (Compárese

también cíi^amadoh., difamado y cU^amacZón).

9 . - Flamma, {¡¿ammao.: l l a m a .

Flamear [ Ríanme ,-ah.e.: d e s p e d i r l l a m a s ) : t r e m o l a r ,

o n d e a r . - Flamante (¿ l a n m u i A,- U n t í A ; p a r t . p r e s . d e (¡lammo,

-o j v l) : r e s p l a n d e c i e n t e , n u e v o . - I n f l a m a r {¿n¿lammo, -ate,

de ¿n: i n t e n s . ) ; a c a l o r a r , e n a r d e c e r . - Soflama U u b : d e b a j o ) : llama t e n u e , bochorno, p e r o r a t a . - F l a m í g e r o , - a

(falammlgeA,-qjwl,-ahum; de qqAo,-¿t>,~<¿Ae: l l e v a r ) : que a r r o j a o despide llamas o i m i t a su f i g u r a .

1 0 . - Fohma, ^ohmao.: f o r m a , a s p e c t o .

A e r i f o r m e [CLZA, a<¿AÁA: a i r e ) : p a r e c i d o a l a i r e . B i f o r

-rne [bis: d o s ) : de dos f o r m a s . - C a l e i forme [catix,,cdlí CÁA: c á l i z ) : en forma de c á l i z . - C a u l i f o r m e (cautos ¿antis: t a l l o ) : en forma de t a l l o . - FXLCío/umz ¿tum,-i:

h i l o ) : en forma de h i l o . - F i l i c i f o r m e [{UÁXF &IL¿CÁA: helecho.): en forma de h e l e c h o . - F l a g e l i f o r m e [l¿agelZum,

h f l a g e l o , a z o t e ) : en forma de f l a g e l o . I n f u n d i b u l i -forme Un^undXbuZwmf-¿: embudo); en forma de

embudo.-Moni 11 forme [movuZt, morúJUs: c o l l a r ) : en forma de co-l co-l a r . - M u co-l t i f o r m e [mutuA?-a,-um:mucho): de muchas f o r

-mas.- Naviforme [nav¿Ó, nav¿¿: n a v e ) : en forma de n a v e . -ConforíTiar (c.um: con, y fiohma/ie.: f o r m a r ) : a j u s t a r , con-c o r d a r . - Conforme (con¿ohm-á>,-e): p r o p o r c i o n a d o , acorde. Deforme (cíe: p r i v . ) : desproporcionado o i r r e g u l a r en l a f o r m a . - Fórmula ({ ó h j m u l a ,- a e ; dirn. de ¿ohm): modo ya e s t a b l e c i d o para e x p l i c a r o p e d i r , e j e c u t a r o r e s o l v e r una cosa con p a l a b r a s p r e c i s a s y d e t e r m i n a d a s . - Formal [ f i o m a J U A , - e ) : r e l a t i v o a l a f o r m a . - Hermoso,-a

orno-AUA,-a,-um): b i e n formado, p r o p o r c i o n a d o , b e l l o .

1 1 . - \kohja, mohán: t a r d a n z a , d i l a c i ó n .

(39)

d e t i e n e o a p l a z a . - Morar (mo*oi,-cuu¿,-cuU) : h a b i t a r , r e s i d i r .

Mv&ua, a l v( U : v i e n t r e . .

A l v e o : cauce de un r í o . - A l v é o l o [alvaoluAt, dim. de

alve.uA): c a v i d a d , c e l d i l l a .

Ann.uA, anni: año. ^ . _ . i i a

Anales ( p l u r . de a.nnaLü>,-ala): c r ó n i c a por a n o s . - Anua r i o [annuaAMiA,-a,-m): l i b r o que se p u b l i c a cada a n o . -A n i v e r s a r i o [anniveAAaAiuA; de veAAaAíuA; y e s t e de ue/t¿uA,-a,-um, p a r t . pas.de veAto, vtAteAü: v o l v e r ; : que vuelve o se r e p i t e todos l o s a ñ o s . - A n e j o , - a (de

año): que t i e n e v a r i o s a ñ o s . - Hogaño [koc auno): en és-t e a ñ o . - Perenne (peAemés-tcó,-e; de peA: i n t e n s . , aum): c o n t i n u o , i n c e s a n t e , s i n i n t e r m i t e n c i a s . - Solemne \Ao-lemu¿,-e.; de AoluA,-a,-um: s o l o , ú n i c o ) : que se c e l e -bra con e x t r a o r d i n a r i a pompa.

VeuA, V(U: Dios.

Deidad [dzitaA ,-OUA): d i v i n i d a d . - D e i f i c a r ( d e x ^ c o , - a * e ; de ¿¿co/ie; y é s t e , de {,0.0X0, fidceAe.: h a c e r ) : di_ v i n i z a r . - Semidiós { ¿ m i : m i t a d , medio ) : c a s i d i o s .

VigituA, dígití: dedo.

Dedal [dig¿tate.-aZi6: c u b i e r t a de l o s dedo¿): instrumen t o c i l i n d r i c o y hueco, puesto en l a extremidad de un de do para empujar l a aguja s i n r i e s g o de h e r i r s e . - I n t e r d g i t a l (espacio) (de intoA: e n t r e , y cU.gituA : dedo): es pació e n t r e l o s d e d o s . - P r e s t i d i g i t a d o r [ p m e A f a 6 , - a ,

-um: p r o n t o , v e l o z ) : á g i l de dedos.

Vola A, dolí: engaño, d o l o .

Doloso,-a [doloAuA,-a,-um): engañoso.

FiAcuA, íisci: f i s c o , e r a r i o .

F i s c a l ( a d i . ) {{I&COJUA,-AL<¿): r e l a t i v o al f i s c o . F i s

-cal ( s u s t . ) (de ii & c o ) : el r e p r e s e n t a n t e del m i n i s t e r i o p ú b l i c o . - C o n f i s c a r lcon(¿6cafiz; de curr1: con y ¿Í A C U A:

f i s c o ) : p r i v a r a a l g u i e n de sus bienes y a p l i c a r l o s al f i s c o .

18.- HumuA, humi: t i e r r a , s u e l o .

Humilde [kumitU ,-le.: que se baja hasta el s u e l o , que se a r r a s t r a por l a t i e r r a ) : b a j o , s i n n o b l e z a . - Humi-l Humi-l a r (h u m i l l o , -aAe.; de humiLti): a b a t i r . - Exhumar (ex: f u e r a ) : sacar de l a t i e r r a , d e s e n t e r r a r . - Inhumar Un:

en, d e n t r o ) : e n t e r r a r .

19.- LOCUA, locX: l u g a r .

Local [IOCOJUÁ ,-e.): p e r t e n e c i e n t e al l u g a r , propio de

él o el l u g a r mismo.- L o c a t a r i o [loc.a£cvUu¿,-a,-um; de

loco ,-OA ,-aA.e.): a r r e n d a t a r i o . - Locomóvil [móvibú,-e, c o n t r a c c i ó n de movibiíiA,-e; de move,o,-éAe): l o que se puede mover o t r a s l a d a r de un l u g a r a o t r o . - Locomo-c i ó n [motío,-6vU¿: moción; de movco ,&ie.: mover): t r a s -l a c i ó n de un -l u g a r a o t r o . - Locomotor,-ora [moton,-otuj>:

que mueve; de mov/eo,-£A<L: mover): que mueve o t r a s l a d a de un punto a o t r o . - Colocar (cum: con, y locaAe.) : po-n e r , s i t u a r . - D i s l o c a r (cU¿: separación, a l e j a m i e n t o ) : sacar una cosa de su l u g a r .

2 0 . - ModuA, modi: modo, manera.

Módico [módicuA,-a,-um): a r r e g l a d o , mesurado, escaso.-Módulo [móduluA,-i: medida): cantidad que s i r v e de me-d i me-d a . - Mome-derar [modeAoh., -OALA, -OAÍ) : t e m p l a r , a j u s t a r ,

obrar con medida.- Modesto,-a [modzAtuA,-a,-um): medi-do en sus a c t o s , a s p i r a c i o n e s , . e t c . - Molde [módaluA,-i):

Modelo que debe i m i t a r s e o r e p r o d u c i r s e . - M o d i f i c a r

[fiicaAe., de fiado,-eAe.: h a c e r ) : a r r e g l a r , cambiar, esta b l e c e r orden y modo.- Omnímodo,-a [omniA,-e: todo) : que l o abarca t o d o , completo, a b s o l u t o .

2 1 . - RÍVUA, nivi: a r r o y o , r í o .

Rival [nÁvaJUA,-e.): competidor, a d v e r s a r i o . - R i v a l i d a d

[hivaJUXáA, -ójtió): o p o s i c i ó n . - D e r i v a r [detuvo, ~OA , -ane ••

a p a r t a r las aguas): t r a e r su o r i g e n de a l g o . (Compárese

de/u.vación, deAÁvado, e t c . ) .

2 2 . - VIMXA, VÍAX. ( n . ) : veneno, podre, humor maligno.

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