• No se han encontrado resultados

IMPLEMENTAÇÃO DE HORTA VERTICAL AGROECOLÓGICA EM UMA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE ITAQUI/RS

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2020

Share "IMPLEMENTAÇÃO DE HORTA VERTICAL AGROECOLÓGICA EM UMA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE ITAQUI/RS"

Copied!
6
0
0

Texto completo

(1)IMPLEMENTAÇÃO DE HORTA VERTICAL AGROECOLÓGICA EM UMA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE ITAQUI/RS. Julianna do Amaral Ritter 1 Mateus Silveira Lorenset 2 Joice Trindade Silveira 3. Resumo: A horta escolar é um espaço de cultivo que envolve uma intensa troca de experiências, onde os envolvidos interagem em uma ação comum, compartilhando sua cultura e seu conhecimento. Sendo assim, o uso da horta escolar agroecológica como uma ferramenta de ensino e, ainda, de promoção à saúde e às escolhas alimentares corretas pode ser eficaz, uma vez que desperta um maior interesse dos alunos em consumir as hortaliças nas refeições, pois estas serão resultado do trabalho realizado pelos próprios alunos. A horta escolar agroecológica foi implantada em uma escola de educação infantil da rede municipal de educação do município de Itaqui/RS, no mês de setembro de 2017. O público-alvo compreendeu os 45 pré-escolares e escolares (com idades entre um e três anos e quatro e cinco anos, respectivamente), matriculados na escola de educação infantil por período integral. As ações para a implementação da horta escolar foram: Apresentação do projeto à direção, aos professores e aos funcionários da instituição para discussão e elaboração de ações de planejamento didático; Escolha das cultivares a serem utilizadas; Limpeza e preparação do espaço físico a ser utilizado; Elaboração da horta com os alunos; Realização de instruções sobre o manejo das cultivares, a necessidade de regá-las e a utilização das hortaliças colhidas. Para o preparo e condução da horta, foram utilizados os seguintes materiais: substrato MecPlant, garrafas PET, pá para jardinagem, ripas de madeira com dimensões de 0,10 m de altura e 2,0 m de comprimento, regadores, sementes e mudas de hortaliças (alface, couve, cenoura, rúcula, beterraba, cebolinha, salsinha, rabanete e pimentão), e etiquetas para identificação das cultivares. As garrafas PET e as sementes e mudas de hortaliças foram doadas por pessoas da comunidade e funcionários da instituição. A horta foi desenvolvida em um pequeno espaço localizado na área externa da instituição, disponibilizado pela direção da escola. Nesta área, foram instaladas quatro ripas de madeira nos muros onde, posteriormente, foram fixadas garrafas PET contendo substrato MecPlant destinadas ao cultivo das hortaliças. A elaboração da horta teve o auxílio dos pré-escolares, escolares, professores e funcionários da instituição. As turmas foram levadas separadamente, permitindo uma maior participação dos mesmos na realização das atividades propostas. Com realização deste projeto, foi possível concluir que a existência de uma horta agroecológica no ambiente escolar institui uma importante ferramenta de ensino e de construção de um comportamento alimentar saudável e de.

(2) uma cultura ambiental sustentável dos alunos e dos funcionários envolvidos. A horta permitiu que os estudantes da educação infantil despertassem seu interesse pela adoção de bons hábitos alimentares, pelo contato direto com o meio ambiente, pela sustentabilidade e, ainda, fortaleceu as relações entre os préescolares, escolares, professores e funcionários da instituição, por meio do trabalho coletivo e cooperado. Diante disso, sugere-se a formação de grupos que busquem implantar hortas agroecológicas nas escolas, auxiliando as comunidades escolares no planejamento, execução, manutenção e colheita das hortas, e levando até elas princípios de alimentação saudável e cultura ambiental sustentável, formas de produção de alimentos, o solo como fonte de vida, entre outros.. Palavras-chave: horta comunitária; educação alimentar e nutricional; sustentabilidade; merenda escolar.. Modalidade de Participação: Iniciação Científica. IMPLEMENTAÇÃO DE HORTA VERTICAL AGROECOLÓGICA EM UMA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE ITAQUI/RS 1 Aluno de graduação. [email protected]. Autor principal 2 Aluno de graduação. [email protected]. Co-autor 3 Docente. [email protected]. Orientador. Anais do 9º SALÃO INTERNACIONAL DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - SIEPE Universidade Federal do Pampa | Santana do Livramento, 21 a 23 de novembro de 2017.

(3) IMPLEMENTAÇÃO DE HORTA VERTICAL AGROECOLÓGICA EM UMA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE ITAQUI/RS 1. INTRODUÇÃO A alimentação adequada durante a infância é um fator imprescindível para que o corpo se desenvolva e mantenha a saúde durante todos os estágios da vida, pois esta fornece todos os nutrientes necessários a esses processos (VITOLO, 2014). É uma etapa de mudanças tanto no desenvolvimento do organismo quanto nos hábitos alimentares, visto que as crianças incorporam, aos poucos, diferentes alimentos e nutrientes. (ALBIERO e ALVES, 2007). Contudo, o atual comportamento alimentar da população é muito diferente do observado em décadas passadas, onde o consumo de alimentos naturais e saudáveis era mais frequente (MONTEIRO e CASTRO, 2009; MARIN; BERTON; SANTO, 2009). A mudança das escolhas alimentares atuais é notável, uma vez que a preferência dos consumidores deixou de ser a qualidade dos alimentos consumidos e passou a ser a praticidade de consumo dos mesmos (MONTEIRO e CASTRO, 2009). Frente a isso, a execução de atividades de educação alimentar e nutricional torna-se necessária já nos primeiros anos de vida, incentivando o consumo de alimentos naturais e saudáveis, principalmente frutas e hortaliças, que são ricas em micronutrientes e fibras e apresentam baixos percentuais de consumo (AIRES et al., 2011; CONCEIÇÃO et al., 2010; BARBOSA, 2005). Estudos da área de educação nutricional indicam que uma das melhoras formas de promover a saúde e os bons hábitos alimentares é por meio da escola, pois esta constitui um espaço social de intensa aprendizagem e construção de conhecimento, onde os programas de educação e saúde têm maior impacto, pois beneficiam os alunos na infância e na adolescência, refletindo na vida adulta dos mesmos (COELHO e BÓGUS, 2016; MONTEIRO e CASTRO, 2009; IRALA e FERNANDEZ, 2001). O uso da horta escolar agroecológica como uma ferramenta de ensino e, ainda, de promoção à saúde e às escolhas alimentares corretas pode ser eficaz, uma vez que desperta um maior interesse dos alunos em consumir as hortaliças nas refeições, pois estas serão resultado do trabalho realizado pelos próprios alunos (DOBBERT; SILVA; BOCCALETTO, 2009; BRASIL, 2006). A horta escolar é um espaço de cultivo que envolve uma intensa troca de experiências, onde os envolvidos interagem em uma ação comum, compartilhando sua cultura e seu conhecimento (COELHO e BÓGUS, 2016; BORGES; SEABRA; MAGALHÃES, 2010; BRASIL, 2006). Além de permitir o cultivo de diversas hortaliças, frutas, condimentos e espécies medicinais sem o uso de agrotóxicos, já que é de base agroecológica, este espaço também permite o desenvolvimento de habilidades sociais e o fortalecimento de amizades entre os alunos, aspectos que contribuem para o desenvolvimento social dos mesmos (COELHO e BÓGUS, 2016; IRALA e FERNANDEZ, 2001). Outra questão importante da implementação da horta escolar é que esta disponibiliza uma grande variedade de alimentos a baixo custo para complementar a alimentação escolar oferecida aos escolares, permitindo que a comunidade escolar tenha acesso a essa variedade de alimentos e também se envolva nos programas.

(4) de alimentação e saúde desenvolvidos na escola (DOBBERT; SILVA; BOCCALETTO, 2009; BRASIL, 2006). Diante disso, o objetivo deste estudo é implementar uma horta escolar vertical, de base agroecológica, como uma estratégia de Educação Alimentar e Nutricional para alunos de uma escola de educação infantil da rede municipal de educação do município de Itaqui/RS. 2. METODOLOGIA A horta escolar agroecológica foi implantada em uma escola de educação infantil da rede municipal de educação do município de Itaqui/RS, no mês de setembro de 2017. O público-alvo compreendeu os 45 pré-escolares, com idades entre um e três anos, e escolares, com idades entre quatro e cinco anos, matriculados na escola de educação infantil e frequentadores da instituição por período integral. As ações para a implementação da horta escolar foram divididas em 5 (cinco) etapas: Primeira etapa: Apresentação do projeto à direção, aos professores e aos funcionários da instituição para discussão e elaboração de ações de planejamento didático, visando a uma maior efetividade do processo de ensino-aprendizagem e ao despertar dos alunos para a importância ambiental e alimentar do cultivo de hortaliças; Segunda etapa: Escolha das cultivares a serem utilizadas; Terceira etapa: Limpeza e preparação do espaço físico a ser utilizado; Quarta etapa: Elaboração da horta com os alunos; Quinta etapa: Realização de instruções sobre o manejo das cultivares, a necessidade de regá-las e a utilização das hortaliças colhidas. Para o preparo e condução da horta, foram utilizados os seguintes materiais: substrato MecPlant“, garrafas PET, pá para jardinagem, ripas de madeira com dimensões de 0,10 m de altura e 2,0 m de comprimento, regadores, sementes e mudas de hortaliças (alface, couve, cenoura, rúcula, beterraba, cebolinha, salsinha, rabanete e pimentão), e etiquetas para identificação das cultivares. As garrafas PET e as sementes e mudas de hortaliças foram doadas por pessoas da comunidade e funcionários da instituição. A horta foi desenvolvida em um pequeno espaço localizado na área externa da instituição, disponibilizado pela direção da escola. Nesta área, foram instaladas quatro ripas de madeira nos muros onde, posteriormente, foram fixadas garrafas PET contendo substrato MecPlant“ destinadas ao cultivo das hortaliças. A elaboração da horta teve o auxílio dos pré-escolares, escolares, professores e funcionários da instituição. As turmas foram levadas separadamente, permitindo uma maior participação dos mesmos na realização das atividades propostas. Os professores e funcionários auxiliaram na limpeza do local, na colocação das ripas de madeira nos muros e na fixação das garrafas PET nas mesmas, enquanto os alunos participaram das etapas de plantio de sementes, transplantio de mudas e rega da horta. O tempo de desenvolvimento da horta, incluindo todas atividades realizadas pelos estudantes das diferentes turmas, foi de aproximadamente duas horas. Foram realizados acordos com os alunos a respeito da rega, da colheita das hortaliças e da utilização das mesmas. Tais acordos estipularam que: os préescolares são responsáveis pela rega diária da horta no período matutino; os escolares são responsáveis pela rega diária no período vespertino; ambos são responsáveis pela colheita das hortaliças produzidas; e os funcionários são responsáveis pela utilização das hortaliças colhidas na preparação da merenda escolar..

(5) 3. RESULTADOS e DISCUSSÃO A apresentação do projeto da horta escolar, de base agroecológica, à direção, aos professores e aos funcionários da instituição gerou debates sobre a importância e a necessidade de implementação de atividades educacionais que incentivem os alunos a ter responsabilidade, a cuidar do meio ambiente e a melhorar seu comportamento alimentar; aspectos que podem ser trabalhados por meio da elaboração da horta escolar. A implementação da horta permitiu o desenvolvimento social e pedagógico dos alunos. O trabalho coletivo é de extrema relevância, pois faz com que as crianças aprendam a trabalhar e realizar atividades respeitando seus colegas (COELHO e BÓGUS, 2016; FAGIOLI e NASSER, 2008). Além do respeito, é preciso que o grupo aprenda a fazer acordos, utilizando argumentos para conseguir questionar o trabalho realizado por todo o grupo (COELHO e BÓGUS, 2016). A participação coletiva na elaboração da horta escolar exigiu que todos os préescolares e escolares se envolvessem totalmente no trabalho, de modo que as ações de cada um fizessem com que todos ficassem mais unidos e trabalhassem juntos. Por outro lado, verifica-se que a realização deste projeto proporcionou inúmeras vantagens aos envolvidos. Além do aprendizado pessoal, o projeto demonstrou efeito social, abrangeu o conceito de sustentabilidade, expondo a ideia de que o uso irresponsável de hoje indica a falta de recursos naturais amanhã e, assim, promoveu também a conscientização ambiental dos alunos. Além dos fatores citados, os alimentos produzidos no meio escolar possuem um significado totalmente diferente para as crianças, pois estas passam a compreender que, antes de chegar ao prato onde realizam as refeições, os alimentos passam por um longo processo de plantio e crescimento (ALBIERO e ALVES, 2007), os quais foram vivenciados por eles durante o cultivo da horta. Esse tipo de compreensão é capaz de modificar o comportamento alimentar das crianças, uma vez que estas apresentam maior interesse em consumir aquilo que foi produzido por elas mesmas (COELHO e BÓGUS, 2016; DOBBERT; SILVA; BOCCALETTO, 2009; ALBIERO e ALVES, 2007). A horta escolar implementada não teve retornos financeiros e o destino de toda a produção será a merenda escolar fornecida às crianças. A utilização das hortaliças colhidas será possível somente a partir da quinta semana após a elaboração da horta, uma vez que as cultivares semeadas necessitam de tempo para se desenvolverem. Contudo, este projeto permitiu a promoção da valorização do meio ambiente, abrangendo conceitos de sustentabilidade e economia, e a viabilidade do aprendizado gratuito por parte dos pré-escolares, escolares, professores e funcionários. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com realização deste projeto, foi possível concluir que a existência de uma horta agroecológica no ambiente escolar institui uma importante ferramenta de ensino e de construção de um comportamento alimentar saudável e de uma cultura ambiental sustentável dos alunos e dos funcionários envolvidos. A horta permitiu que os estudantes da educação infantil despertassem seu interesse pela adoção de bons hábitos alimentares, pelo contato direto com o meio ambiente, pela sustentabilidade e, ainda, fortaleceu as relações entre os préescolares, escolares, professores e funcionários da instituição, por meio do trabalho coletivo e cooperado..

(6) Diante disso, sugere-se a formação de grupos que busquem implantar hortas agroecológicas nas escolas, auxiliando as comunidades escolares no planejamento, execução, manutenção e colheita das hortas, e levando até elas princípios de alimentação saudável e cultura ambiental sustentável, formas de produção de alimentos, o solo como fonte de vida, entre outros. 5. REFERÊNCIAS AIRES, A. P. P. et al. Consumo de alimentos industrializados em pré-escolares. Revista AMRIGS, v. 55, n. 4, p. 350-355, 2011. ALBIERO, K. A.; ALVES, F. S. Formação e desenvolvimento de hábitos alimentares em crianças pela educação nutricional. Revista Nutrição em Pauta, v. 15, n. 82, p. 17-21, 2007. BARBOSA, O. A. Avaliação do estado nutricional e frequência de consumo de alimentos de crianças de 4 a 6 anos de idade: o caso da Escola Municipal de São Judas Tadeu ± Uberaba/MG. 92f. 2005. Dissertação (Mestrado em Ciências), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2005. BORGES, R. S.; SEABRA, S. J.; MAGALHÃES, J. Hortas domésticas: uma análise dos motivos para o cultivo de hortaliças em Cáceres-MT. Revista de Ciências AgroAmbientais, v. 8, n. 1, p. 69-81, 2010. BRASIL. Portaria Interministerial n. 1010 de 8 de maio de 2006. Institui as diretrizes para a Promoção da Alimentação Saudável nas Escolas de educação infantil, fundamental e nível médio das redes públicas e privadas, em âmbito nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 10 de maio de 2006. COELHO, D. E. P.; BÓGUS, C. M. Vivências de plantar e comer: a horta escolar como prática educativa, sob a perspectiva dos educadores. Revista Saúde e Sociedade, v. 25, n. 3, p.761-771, 2016. CONCEIÇÃO, S. I. O. et al. Consumo alimentar de escolares das redes públicas e privada de ensino em São Luís, Maranhão. Revista de Nutrição, v. 23, n. 6, p. 9931004, 2010. DOBBERT, L. Y.; SILVA, C. C.; BOCCALETTO, E. M. A. Horta nas escolas: Promoção da saúde e melhora da qualidade de vida. São Paulo, SP: UNICAMP; 2009 [acesso em 21 set 2017]. Disponível em: https://www.fef.unicamp.br/fef/sites/uploads/deafa/qvaf/livro_afqv_cap13.pdf FAGIOLI, D.; NASSER, L. A. Educação Nutricional na infância e na adolescência. 2.ed. Rio de Janeiro, 2008. 241p. IRALA, C. H.; FERNANDEZ, P. M. A escola promovendo hábitos alimentares saudáveis. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2001 [acesso em 20 set 2017]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/horta.pdf MARIN, T.; BERTON, P.; SANTO, L. K. R. E. Educação nutricional e alimentar: por uma correta formação dos hábitos alimentares. Revista Fapciência, v. 3, n. 7, p. 7278, 2009. MONTEIRO, C. A.; CASTRO, I. R. Por que é necessário regulamentar a publicidade de alimentos. Revista de Ciência e Cultura, v. 61, n. 4, p. 56-59, 2009. VITOLO, M. R. Nutrição da Gestação ao Envelhecimento. 2.ed. Rio de Janeiro, 2014. 576p..

(7)

Referencias

Documento similar

Com uma obra multifacetada, da prosa à poesia, da entrevista à crónica, do ensaio à investigação literária, José Viale Moutinho tem sido distinguido, quer em Portugal, quer

Para o desenvolvimento da sistemática identificou-se, dentro dos 2 anos de projeto de implementação do sistema VMI com a empresa foco e seus distribuidores, 4

As escolhas alimentares da população estudada se deram em relação aos alimentos oferecidos na escola, a cultura alimentar de suas famílias e suas relações cotidianas. Ao refletimos

30 Esta afirmação não deixaria de soar estranha aos ouvidos de uma sociedade, cujo regime democrático impunha, aos magistrados em fim de mandato, um processo de «prestação

Portanto, é legítimo ter por hipótese a existência de uma Socio- logia da Tradução no sentido estrito da palavra, e tentar delimitar o escopo de uma abordagem sociológica útil

Também, foram analisadas as diferenças nos resultados obtidos nas três escalas do questionário em função da experiência e formação em cuidados paliativos dos

As escolhas alimentares da população estudada se deram em relação aos alimentos oferecidos na escola, a cultura alimentar de suas famílias e suas relações cotidianas. Ao refletimos

Referente à primeira pergunta da entrevista, pode-se dizer que houve uma preponderância de concepções associadas ao que há de mais recente em termos de teoria sobre