Tp d m a p a Ú & e d e p a / de- ^ a a a c ó n r W ^ e n a /

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Tp d m a p a Ú & e d e p a / de- ^aaac¿ónr W ^ e n a /

///la C i u d a d A u t ó n o m a de Buenos Argentina, a los S días de:, catorce, se r eúne la Sala II de Penal i n t e g r a d a p o r la juez

pre s i d e n t e y los jueces Pedro D a v i d y A l e j a n d r o W . Slokar como Vocales, asistidos por 1

J i m e n a Monsalve, a los efec i n t e r p u e s t o en la presente cauE esta Sala, caratulada: " A i ^ i de casación", e n c o ntrándose rep

'causa w" L2Q7/2013 - S ala

II-s/ r e c u r s o de c a s a c i ó n "

RE G I S T R O N* y/lf I

¡Aires, capital de la República mes de m a y o del año dos mil la Cámara Federal de Casación A n g e l a E s t e r Ledesma como

a S e c r e t a r i a de Cámara María tos de resolver el recurso a N* 1207/2013 del registro de E M I 1 o m % ) &/recurso resentado el Ministerio Público Fiscal por la señora Fiscal General doctora Irma García Netto y la defensa a cargo de la Defensora Pública Oficial ad hoc María

para que los señores jueces Fl o r e n c i a Lago.

Ef e c t u a d o el sorteo

emitan su voto, resultaron d e s i g n a d o s p a r a hacerlo en primer término el juez doctor A l e j a n d r o W. S l o k a r y en segundo y

j

t e r c e r lugar los jueces Angela £ ster Ledesma y doctor Pedro R. David, respectivamente.

El señor jue2 doctor ftlejandró W. Slokar dijo: „ 1,

19) Que por decisión cé fecha 8 de agosto de 2013, el I i '

T r i b u n a l Or a l en lo C riminal n^\2 de es t a ciudad, en la causa \\

n<? 4419 de su registro, resolvió: "RECHAZAR la solicitud de s u s p e n s i ó n del juicio a prueba jrealizada por el imputado

e m a a « j e t (fs. iii/izivt*). |1

C ontra esa resolución,! la defensa oficial interpuso r e c u r s o de c a s a c i ó n (fs. 1 2 4 / 1 3 2 v t a ) , que fue concedido (fs.

133) y m a n t e n i d o en esta instancia (fs. 141).

22) Que el recurrente; e n c a r r i l ó su presentación en ambos incisos del art. 4

i n t e r p r e t a c i ó n del art. 76bis t é rminos del art* 123 del rito.

Que, en primer lugar, petición formulada por [esa] pai

36 CPPN, alegando errónea I

y falta de m o t i v a c i ó n e n ios

señaló que: "...el rechazo de la :.e, fundado en la Convención de

(2)

f A

. I

B e lem do Para y que p r e t e n d e sostener cue el deber asumido por el Estado A r g e n t i n o de investigar, prevenir y sancionar hechos de violencia contra la m u j e r £s incompatible con el insti t u t o

¡'

de la suspensión del juicio a.i(prueba que se ha solicitado, es I

absurdo. E n es t e sentido, ¡j ninguna de las C o n v e n c i o n e s suscriptas por el E s t a d o A r g e n t i n o que se invocan, d e r o g a el art. 76 bis cuarto párrafo dedíc.P., explícita ni tácitamente".

Asimismo, c o n s i d e r ó jq u e : .as Reglas de Tokyo, de Naciones Unidas, 1 las D i r e c t r i c e s sobre la f u n c i ó n de losI \ fiscales, la Declar a c i ó n sobbes orincipios fundam e n t a l e s de

justicia para v íctimas de delitos y abuso de poder, el Conjunto

. • • 1

de Principios de Todas las personas sometidas a cualquier forma de detención o p r i s i ó n y lojs Principios Básicos s o bre la función de los abogados, e s t a b l e c e n un p r o g r a m a p o l í t i c o ­

; j

criminal que reserva el uso jde la pena de p r i s i ó n para los casos más graves e i n c e n t i v a n .medidas d e s c riminalizadoras para los delitos de m e n o r gravedad'

E n t e n d i ó que: "No séj trata, como parece s o s t e n e r el

. . II. ,

Sr. R e p resentante del M i n i s t e r i o Publico Fiscal, que normativa interna se opone a las Conv e n c i o n e s invocadas y, por tanto,

11

estas últimas d e s p l a z a n al de'recho interno, de a c u e r d o a lo (!

previsto en el art. 7 [5] inc. 22 [...] sino que los principios de igualdad ante la ley, razonabi;l i d a d r Derecho Penal de acto y no

i I

de a u t o r , de culpabilidad!, de inocencia, de m á x i m a r e s t r a ctividad penal, del Derecho Penal como 'última r a t i o ', e n tre tantos otros, avalan la apl i c a c i ó n de la n o r m a p r e v i s t a en el art. 76 bis c u a r t o p á r r a f o del C ó d i g o P enal al caso concreto en análisis, y nal pueden ser dejadas de lado, argumentando su inferior jerarp'jia en r e l a c i ó n a a q u é l l a s " .

En ese sentido, r e f i r i ó que: "...la a p l i c a c i ó n e n el

¡l .

presen-e caso, de la sus p e n s i ó n del juicio a prueba, r e s u l t a absolutamente compatible con lí:s Convenciones de Belem do Pará, en tanto, por un lado, la o b l i g a c i ó n de inv e s t i g a r ya se ha cjmplido; la sanción a la quel^e alude bien podría tenerse por

|l

cumplida mediante la imposición de las reglas de c o n d u c t a que establece el art. 27 bis del C'.P., mientras que la i m p osición

(3)

. Cause. 3 “ 1207/2013 -Sala II- ¿r&tbOl "A^fcb, Aftto E M B t l

. i l . S. •" ■’

de pena de prisión no cumpliría

, hA E f l l _ .

j s / recurso dQ casación”

I

'dicha obligación, en tanto ésta tiene por fin resoci.alizar y no: castigar, conforme al mandato e s t a b l e c i d o en nuestra carta H a gna y en compromisos i n t e r n a c i o n a l e s asuinidos tambiin por el E s t a d o Argentino, que de o t r o modo, también podrían. generar responsabilidad i n t e r n a c i o n a l ".

A su vez, estimó que los delitos relacionados con la e n t e n d i d a como la obl i g a c i ó n de siempre y en todos los casos tampoco, que d e b a deducirse de siempre juicios que culminen co

;j "...la obl i g a c i ó n de sancionar ¡

^■iolencia de género no debe ser |dictar sentencia condenatoria jrespecto de estas conductas? =lla una obligación de realizar i una sentencia. Antes bien, el r e f e r i d o com p r o m i s o iiíter nacional de sancionar debe ser e n t e n d i d o como la obligación estatal de legislar tipos penales q u e c o n t é m p l e n la p u n i c i ó n de & s ás conductas, si es que ya no existieren/ independie n t e m e n t e

juicios que se sustancien p o r e

ajustarise á las pautas y parámetros propios del debido proceso legal vigentes en el país del q

Bajo esa directriz, a d o p t a d o por el astado Argénti T r i b u n a l para denegar la suspen asistido, debe ser entendido c legisladores, a quienes se les fuera d e l c a t á l o g o penal la

del trámite que tengan los ¡;as causas, los cuales deberán

ie se t r a t e ™ " .

i

subrayó que: "...el compromiso no al cual hace referencia el sión de juicio a prueba a [Su] 3mo un m a n d a t o dirigido a los impone el deber de no dejar r e p r e s i ó n de este tipo de conductas, si es que no e n c o n t r a r e n previstas con anterioridad, y que los Estados; signat a r i o s de la Convención

i

han r e p u t a d o p a r t i c u l a r m e n t e graves, pero en forma alguna ese m a n d a t o puede entenderse co m o d i r i g i d o a los jueces, lo cual implicaría c o n d i c i o n a r su i m p a r c i a l i d a d y SU independencia.-". De ot r a banda, sostuvo que: "...no es verdad que la

h

C o n v e n c i ó n e s t a b l e z c a una d i s y u n t i v a de hierro: juicio ind e f e c t i b l e y condena o absolución. Muy por el contrario, de m o d o e x p r e s o se con t e m p l a n m e d i o s de com p e n s a c i ó n justos y eficaces, dif e r e n t e s al juicip p r o p i a m e n t e dicho, que en nuestro país se identifican, justamente, entre otros institutos

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alternativos, con la suspensióji^ del juicio a prueba. U n sistema de garantías diferenciado, de ¡acuerdo al tipo de delitos que se

Finalmente, a legó qu

trate, implicaría a d m i t i r que¡existe un Derecho Penal distinto para cierto tipo de autores".!

s; "La aplicación de la doctrina que se critica implica que todos los delitos que t e n g a n como

victima a una m ujer y que representen alguna forma de violencia de género no son susceptibles'

c onflicto y d e ben con c l u i r i n t e r p retación de la ley de :

de u n a s olución a l t e r n a t i v a al en juicio y sentencia. Una es t a índole t r a e r í a a p a rejadas soluciones v e r d a d e r a m e n t e irracionales, más irr a c i o n a l e s que

. l \

las que propone el s i s t e m a pejial e n sí mismo, que c u l minaría con una serie de delitos de menor entidad (amenazas, abusos de armas, lesiones leves, etcétera), que h a b i t ú a I m e n t e son dirimidos por vías alternativas, e n la r e a l i z a c i ó n de juicios

l

que el sistema d i f í c i l m e n t e podría procesar c o n los rec u r s o s con que cuenta en la act u a l i d a d y que, en de-initiva, ni siquiera es c o n v e n i e n t e resolyjer de ese nodo (racionalización de recursos escasos c o n el propósito de reorientarlos a causas

i

|

de mayor complejidad). Tal es.^l caso que nos ocupa, en el que se niega la suspensión, de juicio a prueba a [su] asistido, imputado por el d e l i t o de ; a menazas c o a c t i v a s , sólo por encuadrar el Lecho er* una 'cutestión de género' , lo cual torna el fallo i r r a c i o n a l " .

E n definitiva, solicitó que se haga lugar al recurso ! ¡

y se disponga la c o n c e s i ó n =de la s u s p e n s i ó n del juicio a prueba.

3o) Q u e a fs. 142 íse pusieron las a c t u a c i o n e s en término de oficina. A £s. l43^tL45 se presentó la señora Fiscal General, doctora Irma G a r c í a TJetto, y s o licitó que se r e c h a c e el recurso de la defensa, p o r cuanto: "...la d e f e n s a no ha cuestionado que el suceso aquí

del requerimiento de e l e v ación u n hecho de v i o l e n c i a especial

imputado, conforme se desprende a juicio de la causa, constituye m e nte dirigido c o n t r a la mujer. P o r lo que el caso en examen :'fee conecta d i r e c t a m e n t e con los bienes tutelados por la Conven :ión de B e lem Do Paré../

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Asimismo, argumentó'

e n c u e n t r a debida m e n t e fundada en razones de política criminal referidas al caso en particular

gue la o p o s i c i ó n fiscal; /\..se

i en orden a la valoración de la incidencia del hecho imputado, así como en política criminal de c a r á c t e r general, a partir de e s p e c í f i c a en que se inscribe, un delito e n m a r c a d o en el contebtto de v i o l e n c i a de g é n e r o " . la p o n d e r a c i ó n de la materia y la v o l u n t a d de la víctima en 4^) Que a £s. 1 5 0 s S u p e r a d o la etapa prevista en e actua c i o n e s quedaron en condici

— i:d— Que el recurso interp

s d e j ó c o n s t a n c i a de haberse ]¡ art, 4 68 CPP1I, por lo que las ¿nes de ser resueltas.

aesto es formalmente admisible., toda v e z que satisface las exigencias de interposición y de admisi b i l i d a d (arts. 463 y 444 (IPPN) ; además, a pesar do que no

i

se t rata d e u n recurso contra uia de las decisiones enumeradas en el art. 4 57 del men c i o n a d o cigesto, debe considerarse, por sus efectos, c o m p r e n d i d a en esa íenumeración en los términos en que lo ha establecido la Corte £¡uprema de Justicia de la Nación

(vid. Fallos: 320:2451, entre otros). -IX

Q ue r en primer lugar. l l evo d icho en el precedente caratulada? J'Tortone, Lisandro j reg. 19.676, rta. 16/02/12) en

de b e reunir las exigencias de f u n d a m e n t a c i ó n y sólo es v i n c u l a n t e cuando solicita la suspensión del juicio, pero no a

leí d e s i g n i o incriminante del la inversa. El l o así, porque

a c u s a d o r no se deriva la vincul a c i ó n necesaria de un juzgador, habida c u e n t a que -si así fuelra- la opinión incriminadora fiscal d o m i n a sobre la decisión juri s d i c c i o n a l y la suerte (mala) del encausado quedaría 1.librada a la discrecionalidad -y h asta aún arbitrar i e d a d - del reclamo de parte.

E n ese orden, la doctrina de nuestro cimero tribunal ‘!

nacional ha establecido que: "fiíja ley procesal permanentemente

7 l

somete a los fiscales al controlj jurisdiccional, en cuanto que

I-ç o r r e s p o n d e consignar cuanto i «Tortone" (causa n* 14.686, otros s/ recurso de casación", órden a que el dictamen fiscal

(6)

corresponde que La p e r s e c u c i ó n penal siga progresando" {Fallos-: 327:5863, in re "Quiroga", considerando 33, el resaltado nc> es del original).

¡

Sentado ello, p a r a jun m e j o r abordaje del sufc Jite, corresponde reseñar que lp presunta d a m n i f i c a d a habla m a n i f e s t a d o durante el t r a n s c u r s o de la audiencia ques "Mi

experiencia con [a m e ensenó a madurar, tengo 18 anos y no quiero recibir na d a de él, mi; ¡hija está como t i ene que estar, le abuela materna c u bre sus necesidades materiales, ahora tengo

' I'

un nene con otra pareja que me!: aporta para mis dos hijos, yo no quiero n&da de él. Me costó rejhacer mi v i d a y tuve un trauma por las amenazas, no quiero recibir los doscientos pesos ($2 0 0 ), mi ma dre tampoco. P r e t e n d e m o s que

i sobre es t e marco, ei audiencia p r e v i s t a en el art.I se opuso a la c o n c e s i ó n de la!

la causa siga".

señor Fiscal General durante la 293 del rito (cfr. fs. 119/120),

s u s p e n s i ó n del juicio a prueba., lo que quedó v e r t i d o en eL ac.jta de la siguiente manera: "...el

instituto en cuestión, de la suspensión del juicio a prueba, que en principio se fue acomodando a nuevas posturas,

.1

tratamientos específicos, criterios amplios, el primer fallo de l

la corte se p e rmitió ampliar Ola resolución de Con f l i c t o s bajo

i' ,

este aspecto y se fue sentando doctrina. Es un i n s t i t u t o dinámico, se va m o d i f i c a n d o c

momento se le da importancia a'

on distintas posturas, en este la adhesión del Estado Argentino a la convención de JB e lem Dojfara'. Eso- es lo que r e c e p t ó la C o rte en el fallo JGóngora"'.

A su vez, se de j ó s e n t a d o . q u e a l egó que: "Nosotros c o m o fiscalía man t e n e m o s que eQ. fallo tiene una excepción, que es e scuchar a la victima, laj p o s i b i l i d a d de r e n u n c i a r a un de r echo o a u n a d e v o l u c i ó n nadie se lo puede quitar. A l nacer el instituto se escucha a la victima para ver si acepta o no el

i! . .

ofr e c i m i e n t o de reparación. L a voz de la víctima es importante i

pa r a saber, en estos c a sos sijjes aplicable la doctrina emanada ¡i

del fallo 'Góngora'. Yo acá Jás escuché, es d i f í c i l para una víctima, que no esté vinculadá; al ámbito judicial, entender de qué se trata, p i den solucionlés que nosotros n o les podemos

(7)

1

9j%>uz¿

brindar. No hay una expresión que este proseso se resuelva ba] s u s p e n s i ó n del juicio a prueba

falta de parte de la victima, n¿' hace falta con decir no quiero s a ber na d a m á s , no roe i n t e r e s a más el conflicto, acá no es claro, hay miedo, y ¿sí entiende^ que cobra vigencia la doctrina defl] f a llo 'G.ón.gora' y por

C ausa N° 1 2 0 7 / 2 0 1 3 - S a l a I I -

ffti EmaBSU. g M ü s/ r e c u r s o cié casación''

liara-, precisa y voluntaria de o la. órbita del instituto de la

Esto es lo que creo que hace

ello la fiscalía se opone a r e s o l v e r esta cuestión bajo la O r b i t a del instituto".

!

A su turno, los \ m a g i s t r a d o s intervinientes s o s t u v i e r o n que: "...lo que d e b ei analizar el tribunal, por el

c a r á c t e r v i n c u l a n t e de la oposición f o r m u l a d a por el señor fiscal, general, es si ésta negritiva se e n c u e n t r a debidamente fundada. En este p unto del anáJisis efectuado, cabe recordar que el d e ber de m o t i v a r las c

(art. 69 del C.P-P-) rige tambi I

onclus i o n e s de sus dictámenes én r e s p e c t o de aquéllos en los que el fiscal e m ita opinión sobre la procedencia del beneficio ce la sus p e n s i ó n del juicio a

fines de c o n c l u i r la improcedeijipia d e l instituto en análisis una m e r a a f i r m a c i ó n abstracta"

Finalmente, agregaron o p o r t u n a m e n t e conferida, el

r a z o n a m i e n t o orientado a explic..tar las razones p o r las cuales c o n s i d e r a b a que, en el caso ju-z

a p l i c a c i ó n del instituto en cueiftión, en virtud dé la doctrina e m a n a d a del fallo 'Góngora' de

prueba. Y [...] no basta a los

que: "...al contestar la vista s eñor fiscal desarrolló un

jado, no r e s u l t a r í a posible la

la C.S.J.N., sumado a la falta de una e x p r e s i ó n clara, vol u n t a r i a y p r e c i s a por parte de la victima de resolver el conflicto: a través de la suspensión del

I i

juicio a prueba. Por lo expuesto, erigi é n d o s e la fundada

i .

oposición del señor fiscal general como u n obstáculo insalvable a la p r e t e n s i ó n del imputado <<:rt. 76bis, a contrario sensu, del C.F-), el pedido de su3per]i

p uede prosperar...".

De lo expuesto, se advierte que el a guo ha realizado i

una c o r r e c t a val o r a c i ó n sobre la[ fundamentación y logicidad de la o p o s i c i ó n fiscal, que e i

a d e c u a d a m e n t e motivada, lo que

7

sión del proceso a prueba no

la especie se encuentra otorga sustento suficiente al

(8)

rechazo recurrido.

En efecto, el señor Fiscal G e n eral r e a l i z ó ana vinculación de las especificidades de la hipótesis y los hechos b a j o examen, en aras de explicüJtar las circunstancias puntuales de la especie que s u s t e n t a n su n e g a t i v a a la c o n c e s i ó n de la suspensión del juicio a prueba. Así, tuvo en c o n s i d e r a c i ó n lo

i :

m a n i f e s t a d o p o r la damni f i c a d ^ durante la a u d i e n c i a pre v i s t a p o r el art. 293 del rito, y implicancia en r e l a c i ó n a la dinámica del instituto y la reciente jurisprudencia de la Corte Suorema de Justicia de la Nación.

Por lo expuesto, p r o p o n g o rechazar, sin costas, el recurso de c a s a c i ó n i n t e r p u e s t o por la defensa, (arts. 471 a

ii

contrario sensu, 530 y c c d s . G

Así voto.

?PW) .

La señora juez A n g e l a E s ter Ledesma dijo: i o il

A d h iero a la solución propuesta por el doctor Slolcar, : i

pues el repres e n t a n t e del. Min i s t e r i o Público F i s c a l formuló oposición adecuadamente fundada a la concesión de la suspensión

i %

I

-del juicio a prueba respecto d'e A l ^ ^ . Ello por cuanto apoyó su ! i

negativa en un análisis de o p o r t u n i d a d basado en r a z o n e s de política c riminal vin c u l a d a s a) la prosec u c i ó n de la acción en el caso concreto -c£r. fs. 119^120- y, al ser su consentimiento un requisito de p r o c e d e n c i a (|árt. 76 bis, cuarto p á r r a f o del Código P e n a l ) r el t r i b u n a l deifjuicio no e s t a b a f a c u l t a d o para

i ’• aplicar el instituto e n cuestión.

Ello de conformidad! al v o tar en las causas nro.

I A l b e r t o s / recurso de casación 20 de diciembre 2006; nro. 1 2 ;. Hé c t o r s/ r e c u r s o de casación" 11 de agosto de 2 0 1 0 ; nro. 12|. A n t o n i o s/ recurso de casación

con los fundamentos que expuse 7095 caratulada "Yañez, Carlos 1, registro 1550/06, resuelta el 341 caratulada "Franco, E d u a r d o , r e gistro 1162/10, r e s u e l t a el 9 65 car a t u l a d a "Myborg, R i c a r d o ", registro 215bis/ll, del 17 de

15.352 caratulada "Acosta J v n g

m a rzo de 2011, de la Sala III de esta Cámara; y c a usa uro. , P ablo si recurso de c a s a c i ó n ", r e gistro 20499, del 3 de octubre de 2 012, de esta Sala II,

; i

(9)

GP, j / j Q p -j '£&> / causa N° 1207/2013 "Sala

ZI-lp<íx»iwra {¿/'ederai de \(>ct¿a<«¥n C\enoC "Aires, Alan Emanuel Octavio s / r e c u r s o d© casación"

Tal es mi voto.

El señor juez doctor Pedro R, D a vid dijo;

S l o k a r .

Que adhiere a la solución' p r o p u e s t a poi: el doctor ¡

¡ Po r todo lo expuesto,

R E C H A Z A R el recurso de casación interpuesto por la i

l

defensa, SIN COSTAS (arts. 471 & c o n t r a r i o sensu, 530 y ccds. C P P N ) .

Regístrese, n o t i f í g u é s e f comuni q ú e s e y remítase al leí Tribunal RESUELVE:

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