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L O S A D V ERB IO S M EDIEVALES SUSO Y YUSO. M O R FO SIN T A X IS Y D E SA PA R IC IÓ N (T h e m edieval ad v e rb s suso a n d yuso: m o rp h o s y n ta x a n d d is a p p e a ra n c e )

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L O S A D V E R B IO S M ED IE V A LES SU SO Y YUSO.

M O R F O S IN T A X IS Y D E S A P A R IC IÓ N ( T h e m e d ie v a l a d v e rb s suso a n d yuso:

m o r p h o s y n t a x a n d d i s a p p e a r a n c e )

An t o n i o Jo s é Me i l á n Ga r c í a

Universidad de Oviedo Re s u m e n

Los adverbios d e lugar descriptivos suso y yuso, h ered ad o s del latín, d esaparecieron a lo largo del siglo xv. En el castellano medieval, fu e ro n muy utilizados bien en función de ad ita m e n to respecto al verbo, o bien en el in terior d e grupos sintagmáticos c o m p le m e n ­ tan d o a sustantivos y adverbios.

C on la ayuda d e las p rep o siciones, se crean varias form as, d e las q u e u n a s re s p o n ­ día n al c o m p o r t a m i e n to d e la serie de los “d ire c c io n a le s” desuso ~ (arriba) / ayuso ~ (abajo), y otras a la d e los “n o d ire c c io n a le s” dessuso ~ (encima) / deyuso ~ (debajo). A estas hay q u e a ñ a d ir las v ariantes d e ex p re sió n , que n o d e c o n te n id o , desuso / deyuso, resu lta­

d o d e la am a lg a m a d e la prepo sic ió n de co n los adverbios, q u e pasan a se r d e uso mayo- ritario.

P ero d e b id o a la in c a p a cid a d de (de)suso p a ra in dicar el valor direccional, com ien z a ya en el siglo xm a se r desplazado y ree m p la za d o p o r el adverbio prospectivo arriba, q u e se co n so lid a en el XV. A dem ás, la fo rm a “no d ire c c io n a l” dessuso - (encima) e r a desplaza­

da p o r ensomo p o r su escaso r e n d im ie n to fu n cional y esta, a su vez, p o r la in c ip ie n te enci­

ma, e n el siglo xm. En el m o m e n to en q u e los adverbios arriba y encima se afianzan en el sistema (s. xv), d e s e n c a d e n a n el cam bio d e ayuso y deyuso p o r las formas an tónim as abajo / debajo.

Del fu n c io n a m ie n to morfosintáctico d e este diasistema tan com plejo de formas adver­

biales así com o d e su desaparición, dam os cu enta en el trabajo q u e sigue.

P a l a b r a s c l a v e : Morfosintaxis histórica, adverbios de lugar descriptivos “direccionales”

y “n o direccionales”, grupos adverbiales, preposiciones, cam bio lingüístico.

Ab s t r a c t

T h e descriptive adverbs of place suso an d yuso, which were in h e rited from Latin, dis- a p p e a re d d u rin g th e 15th century. T hese adverbs were widely used in Mediaeval Casdlian, eith er in th e function o f com plem ents o f verbs, o r placed inside syntaginatic groups as com plem enta o f n o u n s a n d adverbs.

IIHIJ-:, 11/2016 pp. H9-112.

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F o u r forms were created with th e h e lp o f prepositions; some o f these behaved like the

“direc tio n a l” series (de)suso ~ (arriba) / ayuso ~ (abajo),whereas o th e r form s behaved like the

“non-directionals” dessuso ~ (encima) / deyuso ~ (debajo).Two o th e r expressions can also be m e n tio n e d , o f similar sem antic c o n te n t, desuso / deyuso, which resulted from th e amalga­

m ation o f the preposition dewith th e adverbs; these becam e th e m ost widely used variants.

However, d u e to the inability o f (de)susoto indicate direction, it started to be displa­

ced by th e “prospective” adverb arribaas early as in th e 13th century; this adverb becam e consolidated in th e 15th century. In ad d itio n , th e non-directional dessuso ~ (encima)was dis­

placed by ensomo,d u e to its low functional load, and, in turn, this latter form b eg a n to be replaced with encimain th e 13th century. W h e n th e adverbs arribaa n d encimatook hold in th e system (in th e 15th century), they trig g e re d the re p la c e m e n t o f th e ir antonym s ayuso a n d deyusowith abajo / debajorespectively.

T h e morpho-syntactic behaviour o f this com plex diasystem o f adverbial forms, as well as th e ir disappearance is dea lt with in this article.

K e y w o r d s : Historical m orpho-syntax, descriptive adverbs o f place: “d irectional” and

“non-directional”, adverbial groups, prepositions, linguistic change.

0. Los ad v e rb io s suso y yuso, d e s a p a r e c id o s d u r a n t e el siglo xv, t i e n e n u n g r a n u so e n la o b r a d e A lfo n so X el Sabio. P r o v ie n e n d e los la tin o s SURSUM y d e o r s u m, q u e se u tiliz a b a n ya e n la é p o c a clásica: “s u r s u m d e o r s u m , u ltro c i t r o q u e c o m m e a n tib u s ; C i c e r ó n ”1 ( R a i m u n d o d e M ig u el 8c El M a r q u é s d e M o r a n te 1867: s. v. sursum ). A sim ism o , se d o c u m e n t a n e n te x to s d e l la tín vul­

g a r c o m o e n L a s Inscripciones de Pompeya y e n el lib ro d e M ulom ediána Quirón, e n t r e o tr o s (V eikko V á á n á n e n 1968: §§ 95-1 1 7 ). D el la tín v u lg a r p a s a n a las l e n g u a s ro m á n ic a s y, e n c o n c r e t o , a las p e n i n s u l a r e s : g a lle g o , a s t u r i a n o , c a s te lla n o , n a v a r r o - a r a g o n é s y c a t a l á n (B a s ta rd a s P a r e r a 1953: 8 4 ). D e sd e los p r i m e r o s e sc rito s r o m a n c e s ( M e n é n d e z P id a l et a lii 2003: s. v. suso y yuso) y a lo l a r g o d e t o d o el c a s te l la n o m e d ie v a l, tu v ie r o n u n g r a n r e n d i ­ m i e n t o f u n c io n a l (A lo n so 1986: s. v. suso y yuso). A n t o n i o d e N e b rija

( N e b r ija 1981) y S e b a s tiá n d e C o v a r r u b ia s ( C o v a r ru b ia s 1993) los r e c o g e n e n sus re sp ectiv o s d ic c io n a r io s , p e r o e n el sig lo xvi J u a n d e V aldés p u n ­ tu a liz a “n o ayuso s in o a b a x o ” (1990: 19 4 ), y m á s a d e l a n t e s e ñ a la : “S u s o p o r arriba se u só u n t i e m p o , c o m o p a r e c e p o r el r e f r a n e r o q u e dize: Con m al an d a el huso quando la barva no a n d a de suso, p e r o ya n o lo u s a m o s , e s p e ­ c ia lm e n te e n cosas graves y d e a u t o r i d a d ” (1990: 2 0 7 -2 0 8 ), es d e c ir, p r á c ­ t i c a m e n t e h a b í a n d e s a p a r e c i d o (A lvar y P o t t i e r 1983: 3 0 7 -3 0 8 ). E n el xvii a p e n a s h ay ra s tr o d e ellos, s o lo e n a l g u n a q u e o t r a e x p r e s i ó n los u tiliz a n C e r v a n te s y Q u e v e d o . A c tu a l m e n t e , p e r m a n e c e n e n la t o p o n i m i a 2, así c o m o e n la p a la b r a c o m p u e s t a susodicho.

1 “Moviéndose sin cesar de arriba abajo, de izquierda a derecha”.

2 Por ejemplo, en La Rioja: San Millán de Suso y San Millán de Yuso, o en Cuenca: Valera d e Suso y Valera de Yuso.

(3)

1. Si n o s a t e n e m o s a su s ig n ific a c ió n , s u s o y y u s o p e r t e n e c e n al g r u p o d e los a d v e rb io s locativos y, d e n t r o d e ellos, a los d e n o m i n a d o s d e s c r i p t i ­ vos ( M a r tín e z 19 9 4 2: 124), p u e s a l u d e n a u n a n o c i ó n sin t e n e r e n c u e n t a al h a b l a n t e o la s itu a c ió n e n la q u e se e n u n c i a n . L os a d v e rb io s d e l u g a r se a g r u p a n e n p a r e ja s d e a n t ó n i m o s c o n u n a s f o r m a s “p ro s p e c tiv a s o d ir e c - c i o n a le s ”, p o r e je m p lo : a r r ib a / a b a jo , y o tr a s “n o p ro s p e c tiv a s o n o d ir e c - c i o n a le s ”: e n c im a / d eb a jo . Las “p ro s p e c tiv a s ” s o n “in tra n s itiv a s ”, e s to es, n o a d m i t e n c o m p l e m e n t o s d e t e r m in a t iv o s , f r e n t e a las “n o p r o s p e c tiv a s ” q u e s o n “tra n sitiv a s ” y p u e d e n llev arlo s (M e ilá n G a r c ía 1998: 19). P e r o e s te n o e r a ni el c o m p o r t a m i e n t o n i la c a su ístic a d e s u s o y y u s o , p u e s a u n q u e f o r ­ m a b a n p a r t e d e l d ia s is te m a d e los a d v e rb io s d e l u g a r m e d ie v a le s , v e n í a n d e l la tín - i g u a l q u e o tr o s c o m o y (<ibi) o e n d e (<INDE) - , e sto es, d e u n a l e n ­ g u a s in té tic a , y t r a t a b a n d e a d a p t a r s e a las n e c e s i d a d e s m o r f o s i n t á c ti c a s d e las l e n g u a s a n a lític a s r o m a n c e s , d e tal m a n e r a q u e , c o n la a y u d a d e las p r e ­ p o s ic io n e s , p a s a r o n a f u n c i o n a r c o m o d i r e c c io n a l e s , n o d i r e c c i o n a l e s y a f o r m a r n u e v o s a d v e rb io s (§ 3 ). P ese a ello , n o l o g r a r o n la r e n t a b i l i d a d f u n ­ c io n a l n e c e s a r ia y, e n c a s te lla n o , p r o n t o c o m e n z a r o n a s e r d e s p la z a d o s p o r las fo r m a s r o m a n c e s a r r ib a / a b a jo ; e n s o m o ~ e n c im a / d e b a jo (§ 10).

2. El o r i g e n d e estas f o r m a s m e d ie v a le s es el p a r tic ip i o l a t i n o u o r s u m

- d e l v e r b o V O R T O - m á s las p r e p o s ic i o n e s SUB y DE: SUB-UORSUM y DE- U O R SU M , a n t ó n i m a s , q u e t e n í a n u n s ig n if ic a d o “d i r e c c i o n a l a r u t a ” ( E b e r e n z 2008: 5 40) o m e jo r, ‘sin t é r m i n o ’. E n e ste s e n tid o , a m b a s s e r ía n fo r m a s ‘n o m a r c a d a s ’ q u e in d i c a n ‘d i r e c c i o n a l i d a d a ’. Y así se c o n s t a t a n e n el r o m a n c e c a s te lla n o —* s u s o a r r ib a / y u s o —* a b a jo:

1) & tomol por la mano & alçol suso ( g e 2 fol. 293r); Et Dédalo llamado ycaro desta guisa & faziendo so duelo cato y uso 8cuio las perinolas andar nadando por la m ar

( G E l 320v); Et ssopo meter la tierra & el mar en medjo por tal ssaber que non ssa-

liesen susonjn yusonjn aca njn alia & ondro los de tantas cosas buenas & ffermo- sas commo y vedes que ha ( g e 6 fol. 167r)

S in tá c t i c a m e n te , s ea c u a l s e a su f o r m a , c o n t r a e n la f u n c i ó n o r a c i o n a l d e a d i t a m e n to :

2 ) Despues desto tomo me ell ángel Grabiel & leuo me swso fastal primero cielo ( p c g I

fol. 169v); alço el braço susocon la espada Joyosa ( p c g 2 fol. 13v); E cato estonces yusoal m undo & uio toda la tierra ( G E l fol. 69r); Et de pies & de manos boluio el canto & derribol & cayo yuso ( G E l fol. 2 7 1 r)

3. S u s o y y u s o a d m i t í a n s e r i n c r e m e n t a d o s p o r a lg u n a s p r e p o s i c i o n e s , q u e v an a i n c i d i r s o b r e e llo s d e tre s fo rm a s: a) l é x i c a m e n t e , i n c o r p o r a n d o d iv ersa s s ig n ific a c io n e s, b ) o r i g i n a n d o n u e v o s a d v e rb io s , e n c u y o ca so , c) m a n i f i e s t a n d is tin to s c o m p o r t a m i e n t o s m o r f o s in tá c tic o s .

3.1. L a p r e p o s ic i ó n a les a p o r t a b a la s ig n ific a c ió n d i r e c c i o n a l ‘h a c i a ’:

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3) & los butres quando uieron la carne dieron se abolar ayusopora tomar la carne (GEl fol. 68v),

p o r e s o so lían c o m p l e m e n t a r a v e r b o s d e m o v i m i e n to q u e la r e g ía n d e l tip o i r a , d e s c e n d e r á , c o rre r a , r e t o m a r a , ( a ) b a x a r a , c a ta r a , etc.:

4) E conuiene que ayan las sobreceias altas e las caberas de las alas retom adas a ayuso e los cuchiellos e las planas allegadas uno a otro ( m - l a fols. 22v-23r); cato a yuso 8c uio al león al pie dell aruol estar mucho omillosa mientre con la boca abierta ( g e I

fol. 251r);

d e tal m a n e r a q u e a t e r m i n ó u n i é n d o s e al a d v e r b i o a m o d o d e p re fijo , así:

5) Et si fueren en las cuentas délos andam ientos que u a n ayuso guarda ell anda­

miento en que fenece la cuenta ( l s a fol. 116r); Et descendieronvna grant pie^a ayuso donde estauan por que tomasen el trecho mayor ( p c g 2 fol. 351 r); assi como corre ayusofastal rio de Minno ( P C G l fol. 183v); & la mano siniestra leuola a las faldas de sus uestiduras & abaxolas ayuso 8ccubriosse muy bien con ellas ( p c g I fol. 61r)

L a c o n s e c u e n c i a fu e q u e a y u s o ( a b a jo ), ya d e c r e a c i ó n r o m a n c e , a s u m ió el sig n ific a d o ‘d i r e c c i o n a l a ’ d e y u s o , p e r o c o m o f o r m a ‘m a r c a d a ’, y, c o n ello , la p o s ib ilid a d d e c o m p l e t a r a v e r b o s estativos:

6) Et tanta era la quexa que cauauan 8cnon con agadones njn con otros estrumentos sola mente mas avn los caualleros con sus espadas mjsmas & descendien los pozos délas cauas tan fondas que egualauan ayusoconel canpo llano del pie del monte

( g e 5 fol. 43r)

P e se a lo d ic h o , n o fa lta a l g ú n e j e m p l o c o n el p r o p i o v e r b o a b a x a r en q u e y u s o a p a r e c e sin p r e p o s ic i ó n , e s t o es, r e fle jo d e la c o e x i s t e n c i a c o n el viejo sistem a:

7) tremió estonces en muchos logares & se derribaron cibdades & muros & en otros logares que se soffundio la tierra et abaxosseyuso 8csalieron las aguas por las uenas déla tierra (geI fol. 168r)

E n c a m b io , s u s o a p e n a s a p a r e c e c o n a. L o s casos q u e h e m o s e n c o n t r a ­ d o e n la o b r a c o n s u l t a d a (véase c o r p u s t e x tu a l) s o n los q u e s ig u e n :

8) e quando saltaren pora yr a la percha; tórnenlas unas dos uezes a la mano por tal que aprendan meior a sa lta r a susoe non gelo fagan muchas uezes ( m - l a fol. 45v- 46r); & los butres quando uieron la carne dieron se abolar asusopora tomar la carne

( g e I fol. 6 8 v ) ; Et si fuer en la que u a a suso;toma la cuenta que ua a suso ( l s a fol.

115v); Et después mueue la armella delgada do son las axatabas que es de dentro en la armella m enor del rectificar a suso 8cayuso fasta que ueas la luna délos dos forados cíelas dos axatabas ( l s a fol. 141v); Et despues m ueuelas axatabas a suso 8c ayuso fata que ueas la estrella por las dos axatabas ( l s a fol. 142r); cata aquella sen- nal sobre qual grado es délos signos que uan em par daquella cuenta quier sea la cuentaayuso o a suso 8csab su alongamiento del comiendo de Capricornio ( l s a fol.

116r);

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salvo e n el ú l t i m o e j e m p l o e n q u e la p r e p o s ic ió n p a r e c e a n a l ó g ic a y e n c o n t r a s t e c o n a y u s o , e n los a n t e r i o r e s v ie n e i m p u e s t a p o r el v e r b o . P a r e c e , p u e s , q u e , e n r o m a n c e , s u s o -a d i f e r e n c i a d e y u s o - r e c h a z a b a o n o a d m i t í a f u n c i o n a r c o m o d ir e c c io n a l. E ste h e c h o s e r á la c a u s a p r i n c i p a l d e l r e e m ­ p l a z a m i e n t o d e esto s a d v e rb io s y d e su c o n s i g u i e n t e d e s a p a r i c i ó n . P o r a q u í e m p i e z a el re a ju s te d e estas fo r m a s (§ 10).

S in e m b a r g o , e sta p r e p o s i c i ó n a es f r e c u e n t e c o n la v a r ia n t e r o m a n c e d e su s o , e n q u e d e ya se h a b í a a m a l g a m a d o c o n el a d v e r b i o (§ 3 .2 .), así:

9) Et alearon las aguas ell arca & traxieron la las ondas sobre toda la tierra & andaua ella a desusocomo Ñaue enla alta mar ( g e I fol. 14r); & diz que fue esto por que ell astil deste candelera de fierro fue et cubierto adessusotodo de foias doro muy bien que del fierro non parescie njnguna cosa ( g e I fol. 199v); m andaua iusticiar unos oinnes & que los mando atar de pies & de manos & echar los en aquel lago & que se andauan biuos adessuso ( g e I fol. 59r) ; Et el agua desta laguna a una muy maraui- llosa uertud que ningún animal que en ella entra nol dexa descender al fondo;

antel faz andar adesuso ( L a p . fol. 74v); Et a en si estranna propriedat que quando la echan en el agua tía a fondo & si la echan en el uino anda adesusonadando ( L a p .

fol. 75v)

P e r o e n esto s c o n te x to s n o p a r e c e q u e a t e n g a u n a sig n ific a c ió n d e

‘m o v i m i e n to h a c i a ’ s in o d e ‘m o v i m i e n to p o r , s o b r e ’, s im ila r al d e estas p r e ­ p o s ic io n e s , o in c lu s o e n c o n v a lo r d e ‘s itu a c ió n lo c a tiv a ’. L a r e la c i ó n a p o - sitiva d e e s te a d v e r b io c o n s in ta g m a s o g r u p o s s in ta g m á tic o s t r a n s p u e s to s a a d v e rb io v ie n e a c o n f i r m a r e s ta s ig n ific a c ió n :

10) Simaco departe que andauan adesuso por somo del uientre déla madreala senieianta déla ñaue que anda en las ondas de la mar ( g e I fol. 76v); fizo su oration queles mostrasse el el logar cierta mientre o era el cuerpo de Joseph & puso sobrell agua en el nilo aquella foia adesuso por el N ilofasta que uino & se paro desuso en el dere­

cho o el sepulcro estaua ( G E l fol. 158r); Mas sobre toda la otra fechura olio espar- zudo adesuso por todos las panes& desque estos panes fuessen guisados desta mane­

ra ( g e 1 fol. 208r); los egipcianos non trayen uestidas andauan se a desuso sobre la

mar&clas ondas aduzien las alosjudios & ellos cogien las todas assi ( g e I fol. 162v);

la minera desta piedra es en cima dun mont. Et no la fallan fonda sotierra; mas adesuso en la fa z della ( L a p . fol. 74v);

n ó t e s e q u e e n to d o s los e je m p lo s h a y c o r r e f e r e n c i a l i d a d , h o m o c a t e g o r i a - lid a d y a u to s u f i c ie n c i a d e a m b o s t é r m i n o s , c a ra c te rís tic a s estas d e la a p o ­ sición. O b s é r v e s e a d e m á s q u e estas p r e p o s ic i o n e s (so b re , p o r y e n ) n o s o n d ire c c io n a le s .

3.2. O t r a d e las p r e p o s ic i o n e s q u e m a tiz a b a n a a m b o s a d v e r b io s f u e de, q u e les a ñ a d í a su s ig n ific a d o e t im o ló g ic o d e ‘o r i g e n ’. E n los e j e m p l o s s ig u ie n te s p u e d e n v erse c o m p l e m e n t a n d o a v e r b o s cu y o l e x e m a se r e f i e r e al p u n t o d e p a r t i d a d e l m o v i m ie n to c o m o c a e r de, tr a e r d e, ti r a r d e, e c h a r de, v e n i r de, lle g a r de, s a c a r de, etc.:

(6)

1 1 ) a ) C a d e q u a n t a s u e z e s m e a b a x o c o n t r a l a g u a p o r b e s a r l a t a n t a s u e z e s s e a l ç a

8c llega o t r o s s i de yuso f a s t a s o n t o d e l a g u a ( g e 2 f o l . 1 2 6 r ) ; E t a l a s v e z e s f e r i r c o n v n e s t r u m e n t o m u y f u e r t e p a r a q u e b r a n t a r l e & sacarle vn c a n t o deyuso p o r q u e s e d e r r i b a s e & c a y e s s e e l m u r o ( g e 5 f o l . 3 3 r )

b ) d e d í a l e s traye u n a n u u e de suso p o r q u e l a c a l e n t u r a d e l s o l n j n o t r a c o s a d e l l a e r n o n l e s p u d i e s s e n f a z e r m a l ( G E l f o l . 1 6 0 r ) ; e n e l l o g a r o s o p o q u e a u i e d e y a z e r f i z o a s s e r r a r l a s u i g a s d e m a n e r a q u e l cayessen desuso 8c l a i n a t a s s e n (p ggI

f o l . 7 7 v ) ; a r r e d r a r o n s e l o s x r i s t i a n o s d e n d e p o r l a s m u c h a s s a e t a s & m u c h a s p i e d r a s q u e tirauan de suso ( p c g 2 f o l . 2 1 5 r ) ; a l o s o m n e s q u e n a d a u a n s o b r e l l a g u a echo l e s d i o s de suso U u u i a & n u f d e f u e g o & r e b o l u i o l o s e t m e t i ó l o s s o e l a g u a 8c a l l i l o s a f f o g o t o d o s ( g e ! f o l . 1 6 2 r ) ; L o s c o r r o m p i m i e n t o s q u e uie- nen de suso d e l c i e l o ( g e I f o l . 2 7 0 v )

S o n n u m e r o s o s p u e s los v e r b o s q u e n e c e s it a n la p r e p o s i c i ó n d e p a r a esp e c ific a rle s el ra sg o s e m á n t i c o d e ‘p r o c e d e n c i a ’. P o r lo t a n t o , la f r e ­ c u e n c i a d e u s o c o n a m b o s , u n i d a a su r e m i s i ó n d isc u rsiv a y a n a f ó r ic a c o m o p o r e je m p lo :

1 2 ) s a l i ó d é l a t i e r r a a u e n g a r s e d e s u m u g e r c o m o de suso auedes oydo ( p g g 2 f o l . 8 2 r ) ; s e g u n d desuso cuenta l a e s t o r i a ( p c g I f o l . 1 5 r ) ; P r i s o g a y o A g r i p a e s t e d e q u i u o s

desuso fablam os ( p c g I f o l . 6 6 v ) ; & m a t o l o s a A m o s s e g u n d q u e desuso a contado l a e s t o r i a ( p c g I f o l . 8 0 v )

p ro p ic ia r o n q u e d e p e r d ie r a su ra sg o d e ‘p r o c e d e n c i a ’ y se s u b s u m ie ra e n d i­

c h o s adverbios. E n to d o s los e je m p lo s q u e s ig u e n d e n o in d ic a ‘p r o c e d e n c ia ’:

1 3 ) a ) E t p o r e n d d i x i e r o n a l g u n o s d e l l q u e m o r a r a de suso m a s d e q u a r e n t a a n n o s

& q u e e l l a p r e n d i ó t o d o s l o s s a b e r e s d e l c i e l o ( g e 2 f o l . 2 7 v ) ; E t p o r l a g r a c i a d e d i o s ; subieron l e s e l l o s de suso & g a n a r o n l e s l a c a b e s ç a d e l M o n t . E t l i b r a ­ r o n d e l o s m o r o s e l l o g a r (p g g 2 f o l . 3 0 2 r ) ; E l l a f u e p r i u a d o & a s c o n d i o l s o e l l e s t r a d o d u n c a m e l l o & assentosse de suso. E l p a d r e e s c o d r i n n o t o d a l a t i e n d a s i n o n a l l i o e l l a s e y e & n o n f a l l o n a d a ( g e I f o l . 8 3 r ) ; & p u s i e s s e n l e a a r o n & s u s f i j o s l a s m a n o s s o b r e l a c a b e ç a c o m o f i z i e r o n a l u e z e r r o [ . . . ] m a n d o l q u e t o m a s s e e l l o t r o c a r n e r o & q u e l pusiessen o t r o s s i l a s m a n o s de suso a a r o n & s u s f i j o s . D e s i q u e l d e g o l l a s s e e l m i s m o ( g e I f o l . 2 0 8 v )

b ) E t s o b r e a q u e l l o q u e l a u i e d a d o d i o l d o s t i e r r a s q u e e r a n a m a s r e g a n t í a s . E t s e g u n t d i z l a e s t o r i a d é l a b i b l i a ; e l l u n a e r a deyuso 8c e l l o t r a de suso ( g e 2 f o l . 5 5 v ) ; S i e m p r e f a r a t u s e n n o r d i o s c a b e c a d e t i & n o n c o l a & estaras t u s i e m p r e

de suso 8c non deyuso ( g e I f o l . 3 3 4 v )

Es decir, a p a re c e u n a v a ria n te d e e x p r e s ió n p a r a c a d a ad v e rb io : d e su so y d eyu so , p e r o el c o n te n id o sigue s i e n d o el m ism o: a r r ib a / a b a jo ( E b e re n z 2008:

53 8 ), y am b o s, a u tó n o m o s . S u r g e n p u e s u n a s fo rm a s a m a lg a m a d a s c o n de, orto g ra fiad a s j u n t a s o s e p a ra d a s, q u e , e n c o n t r a d e lo q u e p u e d a p are c e r, n o se con v irtió e n prefijo p u e s to q u e d e jó d e significar ‘o r i g e n ’, las q u e d e sp la ­ zan a s u s o y y u s o ' y p a sa n a s e r u tiliz ad as m a y o r ita r ia m e n te ( E b e re n z 2008:

538).

3 Solamente suso en remisión discursiva -con verbos dicendi y en fórmulas estereotipadas- man-

(7)

Y d e b i d o a su c a r á c t e r a n a f ó r i c o , ya se a p r e c i a b a e n e s ta e t a p a d e l i d io ­ m a u n a t e n d e n c i a a la c o m p o s i c i ó n d e (d e ) s u s o c o n el p a r ti c ip i o d ic h o , e n el xiii c o n la v a r ia n te d e s u s o (1 4 ), p e r o e n el xv c o n s u s o (1 4 a ):

14) & este obispo onias segund cuenta Maestre godofre en la diziochena parte del libro pantheon fue en la pleytesia desuso dicha por que el cónsul Scipion nasica uino a Syria ( g e 4 fol. 278r); cuerno es dessuso dicho ( p c g I fol. 67v)

14) a) Pues el suso dichoVirgilio sin penitencia non la dexó ( c o r b 100-101); y me solto la lengua y la mano para vos dem andar la petición suso dicha( c f p g 2 1 3 ) ; fue vn doctor llamado Diego de Campos, changaller del suso dicho rrey (mh 189)

3.2.1. A d e m á s , la p r e p o s i c i ó n d e c o n s u s o a p o r t a b a la sig n ific a c ió n d e

‘“ e n la c a r a s u p e r i o r [ d e u n o b j e t o ] ’ —c o m o el a c tu a l e n c im a—” ( E b e r e n z 2008: 5 3 8 ), e x a c t a m e n t e ‘p o r ’ = ‘p o r a r r i b a ’4 o r i g i n a n d o la f o r m a “n o p r o s p e c tiv a ” d e s u s o (§ 6 .), así:

15) 8cpartiendo se ella del diz que uino un buho & echos le desuso al ninno 8c crubiol con las alas por le tener a calentura & que non morisse & deffender le de las aues ( g e 4 fol. 3v); E el mando pintar en la mano diestra de la su ymagen la sennal de la cruz & escreuille dessuso aquesta es la sennal del dios uiuo que uence siempre ( p c g I fol. 112v) E entendiendo que auien a uenir muchas pestilencias p o r el mundo; allego el por si mismo m ucha llenna & fizo muy grand fuego & echosse desuso 8cquemosse alli (p c g I fol. 94r); & acaescio a Euridice a passar poro ella estaua & pusol el pie de suso 8cla culueura torno la cabes^a & m ordio la & Euridice murió dello ( g e 2 fol. 246r)

3.2.2. P e r o la p r e p o s ic i ó n d e p u e d e t e n e r o tr a s f u n c i o n e s y sig n ific a ­ c io n e s. Así, p o r u n a p a r te , es tr a n s p o s i t o r a d e l a d v e r b i o a a d je tiv o d e n t r o d e u n g r u p o s in ta g m á tic o (1 6 a ) y, p o r o t r a , sirve a la c r e a c i ó n d e la f o r m a r o m a n c e “n o p r o s p e c tiv a ” d e y u s o ~ d e b a jo ( 1 6 b ) , o r t o g r a f i a d a s , i g u a l m e n t e , j u n t o o s e p a r a d a d e l a d v e rb io :

16) a) Respuso les Alexandre esta razón non se gouierna si non de la prouision de suso esto de dios cuyos semientes nos somos ( g e 4 fol. 226r); Las otras aguas que uinien de parte de suso recesaron ( g e 2 fol. lOv); partió con el las aguas de suso délas de deyuso ( g e I fol. 2r); fata que se alleguen ambos all orizon occidental déla parte de yusodéla tierra ( l s a fols. 45r-46r); lo affirma el dicho de aristotil que dize que los cuerpos deyusoque son los terrenales se mantenen & se gouier- nan por los mouementos de los carpos de susoque son los celestiales por uolun- tat de dyos ( L C fol. 2v)

tiene un cierto uso: quando fuxiera ante Glodoueo assi como lo dixiemos suso ante desto en esta esto­

na ( P C G l fol. 154v); fueron su fijo & sus sobrinos los nombrtulos suso caualleros libres en armas (PCG2 fol. 304r); que quiere dezir tanto como cinquaenteno assi como contamos suso( G E l fol. 54r); ca ya aue- mos tablado della suso e n cabo dell éxodo (geI fol. 279r); & en cabo de todo llamaron la athenas por la razón que mostramos suso o fablamos de los saberes del Rey Juppiter ( g e I fol. 150r).

4 Esta significación de ‘por’ de la preposición de era muy usual en el castellano medieval, así:

& por los de los malos que se castigassen d efazer mal & por esto fue enderegado el curso del mundo de cada una cosa en su orden ( p c g I fol. 154v).

(8)

b) la meatad deste cerco es toda uia de yuso dell orizon ( l s a fol. 55r); faz sennal en la tierra Aeyuso de tos pies 8cmide desde aquella sennal fata la rayz daquella cosa

( l s a fol. 64v); quem en las con fuste de mirto sobre los picos entrel oio ela

fruent e de yuso délos picos ( L a p . fol. 115v)

E n (1 6 a ), t a n t o s u s o c o m o y u s o se c o n v i e r t e n e n ad je tiv o s, d e b i d o a la a c c i ó n tr a n s p o s i t o r a d e la p r e p o s i c i ó n de, y f u n c i o n a n c o m o a d y a c e n te s o c o m p l e m e n t o s d e t e r m in a t iv o s d e lo s su stan tiv o s. O d i c h o d e o t r a m a n e r a , la p r e p o s ic i ó n d e ( u n i d a o n o a lo s a d v e rb io s ) n o f o r m a p a r t e d e ellos;

m i e n t r a s q u e e n ( 1 6 b ) , a m o d o d e p re fijo , se le x ica liz a c o n y u s o o r i g i n a n ­ d o la f o r m a r o m a n c e “n o d i r e c c i o n a l ” d e y u so , s i n ó n i m a d e la a c tu a l d eb a jo . L a p r e p o s ic i ó n d e le i n c o r p o r a su s ig n ific a c ió n ‘f i j a n d o ’ u n e s p a c io , e s to es, le m a r c a u n lím ite al m o v i m i e n t o d i r e c c i o n a l d e y u s o , c o n lo c u a l p a s a a s e r u n a d v e rb io e stá tic o , “n o d i r e c c i o n a l ”. Al s e r “n o d i r e c c i o n a l ”, es

“tra n s itiv a ” y p o r lo t a n t o a d m i t e c o m p l e m e n t o s d e t e r m in a tiv o s , e n cuyo ca so , n o se t r a ta d e u n a ‘l o c u c ió n p r e p o s it iv a ’ d e b a jo d e ( E b e r e n z 2008:

5 3 9 ). L a re la c ió n q u e e s ta b l e c e n su s t é r m i n o s es d e s u b o r d i n a c i ó n 5. Y ello es a sí p o r q u e p o d í a f u n c i o n a r a u t ó n o m a m e n t e , si n o t e n d r í a q u e a p a r e c e r s i e m p r e c o n j u n t a m e n t e c o n de.

17) et subrie el fuego dell ara dell altar que estaua de yuso ( g e I fol. 203r); Et fallaron los unos llagados & muertos a ffiero. Los otros quebrantados las caberas & los cuerpos como los pusiera d e yu so e\canto que derribara Thydeo ( g e 2 fol. 275r); por que non auie puesto de yusoassentamiento njnguno de basos (gf.1 fol. 203r); enla color délas uenas que son de yuso e n las lenguas de los maruecos puede om ne con- noscer de que color serán los fijos ( g e I fol. 255r);

n ó t e s e e n el ú ltim o e j e m p l o el a d v e r b i o d e y u s o ( - d e b a jo ) a p u e s t o al a d ita ­ m e n t o d e lu g a r e n la s le n g u a s d e los m a r u e c o s .

E n defin itiv a, varias s o n las f u n c i o n e s y s ig n ific a d o s d e e s ta p r e p o s i ­ c ió n : el d e ‘o r i g e n ’ o ‘p r o c e d e n c i a ’; t r a n s p o s i t o r a d e los a d v e r b io s a a d je ­ tivo e n u n g r u p o s in ta g m á tic o n o m i n a l ; le x ic a liz a d a , f o r m a d o s a d v e rb io s

“n o d ir e c c io n a le s ”: d e s u s o ( p o r a r r ib a ~ e n c im a ) y d e y u s o (d e b a jo ); y , a m a lg a m a ­ d a , o r i g i n a las v a r ia n te s d e e x p r e s i ó n re sp e c tiv a s d e s u s o ~ a r r ib a y d e y u s o ~ a b a jo .

3.3. E n m e n o r m e d id a se c o m b i n a b a n c o n las p r e p o s ic i o n e s (e s )c o n tr a ( 1 8 a) , f a z (18b) y p o r (1 8 c ). L a p r i m e r a le i n c o r p o r a b a ‘o r i e n t a c i ó n lo c a ti­

v a ’ ( M o r e r a 1990: 302) o, si se q u i e r e , la sig n ific a c ió n ‘e sp a c ia l sin d e t e r ­ m i n a c i ó n d e l í m i t e ’ ( M o r e r a 1998: 2 4 0 ):

18) a) sus alongamientos del centro déla Lamina son escriptos escontra yusoen el lado par déla linna circular mayor ( l s a fol. 113v); ell otra mano tenie contra yuso mostrando con el dedo las letras (pcc.1 fol. 5v); las aguas que dalli ayuso dont ellos estauan corrieron contra yusocomo solien ( g e 2 fol. lOv); E el suffriendo

5 Véase José Antonio Martínez et alii (2012: 576).

(9)

aquellas losenias & 1 1 0 uedando gelas cato contra suso ( l ' C G l fol. 75r); ella non puede yr suso ca tan grant e(l)[s] la pesadunbre déla manziella del pecado mortal que es en ella que n u n q u a puede yra arriba si non siempre contra yuso con la grant pesga del pecado déla m uert que tiene sobre si ( g e 2 fol. I72r)s;

p o r su p a r t e fa z , p r o v i e n e d e f a c ie a d ( M o r e r a 1998: 232-233) y a p o r t a el s e n ti d o c o n t e x tu a l ‘d i s c u r r i e n d o e n d i r e c c i ó n a ’ ( M o r e r a 1998: 238-239):

18) b) Et desi mueuela tabla fa z a susofata que caya la fin daquel signo ( l s a fol. 185r);

sube contra suso quier en el que descendefaz ayuso ( l s a fol. 116r); & sea ell otro medio desta linna que saledel centro fa z ayusocontra la .b. fin déla hora sey- sena & comengamiento déla setena ( l s a fol. 69v)

y la p r e p o s ic i ó n j o r q u e le a ñ a d í a el d e ‘m o v i m i e n to i n d e t e r m i n a d o o p u n ­ t u a l ’ d e u n lu g ar:

18) c) daquellas poliduras o moleduras dieren a alguno a beuer quantidat sabuda;

desfazer le a todo el figado saliendosangre por dyusoassi que nunqual queda­

ra fasta que m uera ( L a p . fol. 3r); dieren abeuer lectuario de uioletas con una poca de cecamonia fazerge lo a echar por de yusoenguisa quel no(l) fara mal nin­

guno ( L a p . fols. 117v-118r)

E n r e s u m e n , p o r u n a p a r te , las p r e p o s ic i o n e s q u e a d m i t e n esto s a d v e r ­ bios son: a, de, (es)contra, f a z y por, p o r o t r a , s e m á n t i c a y f u n c i o n a l m e n t e , n o so lo m a tiz a n la sig n ific a c ió n d e los a d v e r b io s s in o q u e t a m b i é n s o n las r e s p o n s a b l e s d e c r e a r n u e v o s a d v e r b io s c o n el fin d e c o n f o r m a r el p a r a ­ d i g m a a d v e rb ia l lo ca tiv o r o m a n c e d e f o r m a s “tra n s itiv a s ” e “i n tra n s itiv a s ”.

4. C o m o c u a l q u i e r a d v e r b i o lo c a tiv o y e n f u n c i ó n d e a d i t a m e n t o , a m b o s p o d í a n c o n t r a e r la f u n c i ó n s u b o r a c i o n a l d e a p o s i c i ó n b i e n c o n o tro s a d v e r b io s (19a) o b i e n r e s p e c t o a u n s u s ta n tiv o t r a n s p u e s t o a a d v e r ­ b io p o r p r e p o s ic i o n e s (1 9 b ):

19) a) Q uando se paro sobre la fuent beuiendo & trauaiando con las manos por ell agua paresciol yusola su ymagen allí o el agua estaua ( g e 2 fol. 124v)

b) 8cquel fiziesse suso enel techouna finiestra ( c f . 1 fol. 12v); & desque fue Moysen suso en el montellamol nuestro sennor dios & dixol ( g e I fol. 179r); & tomo a elias & al^ol suso all aer ( g e 2 fol. 228r); E cato estonces yuso a l m undo 8cuio toda la tierra et paresciol pequeña ( P C G l fol. 69r); & descendie de una sierra

& llegaua yuso a u n v a lí ( p c g 2 fol. I72v); Et uolando ellos ueyen los los omnes que estauan yuso por las tierrasfaziendo sus lauores ( g e 2 fol. 320r)

N ó te s e c o m o las a p o s ic io n e s le m a r c a n u n l ím ite al m o v i m i e n to d ire c - c io n a l d e los a d v e rb io s , es d ec ir, q u e el lím ite d i r e c c i o n a l a p a r e c e s i e m p r e f u e r a d e los a d v e rb io s e n u n a u n i d a d o c o n s t r u c c i ó n a d v e rb ia l.

6 Nótese en este ejemplo la oposición de yuso con arrilm y no con suso.

(10)

E stas a p o s ic io n e s e s tá n f o r m a d a s p o r u n s o lo g r u p o a c e n t u a l , es d ec ir, s o n “u n i m e m b r e s ”. A h o r a b ie n , si r e c i b e n a l g ú n c o m p l e m e n t o s e a e s te d e t e r m in a t iv o (20a) o u n a o r a c i ó n a d je tiv a ( 2 0 b ) , p a r e c e q u e se v u e lv e n

“b i m e m b r e s ”, p u e s c r e e m o s q u e se h a c e n o t a r la p r e s e n c i a d e u n a p a u s a e n t r e ellas:

2 0 ) a) Et tomo los priuado & subió los suso al muro de cerca su casa ( g e 2 fol. 7r); & tan­

tos fueron los moros que suso enla espesura délas oliuas fallaron que mataron

( p c g 2 fol. 327r); & ell monte dexosse caer con ellos yuso enfondon del Ryo ( p g g 2

fol. 3v); Et nemproth pues que los uio allanados yuso al pie daquellas sierras ( g e !

fol. 18r)

b) la una a nombre oca q u e es suso en la montanna que llaman monte doca ( p c g ! fol.

4 v ) ; subie e l suso a un otero que auie y mas alto ( p g g 2 fol. 4 0 v ) ; Et començo el estonces a sobir suso por una escalera que auien los deia huest alçada alli por fuerça ( g e 2 fol. 2 9 3 v )

El a d v e rb io p u e d e v e n i r a p u e s t o a u n su sta n tiv o t r a n s p u e s t o p o r p r e ­ p o s ic ió n a la f u n c i ó n d e a d i t a m e n t o , y a m b o s , a su vez, lle v a r o t r o t é r m i n o a p u e s to , e n cuyo caso se c o m b i n a n los d o s tip o s d e a p o s ic ió n , la u n i m e m - b r e y b i m e m b r e . L a b i m e m b r e e n e s te caso e s p e c ific a c o n e x a c t i t u d el l u g a r al q u e se r e f i e r e la u n i m e m b r e :

21) fizo aquel Rey de los coriberatos su cibdat cercal monte palatino yuso enel ual a l p ie del monte ( G E l fol. 31v); Passaron alexandre & su hueste aquel rio suso sobrel logar o fa lla ra n los ypotam os ( g e 4 fol. 223r); & leo Baruc del cuerpo daquel libro las pala­

bras de iheremias en la casa del sennor en la cantara del tesoro; de Gamarias fijo de Saphan notario enel uestiario mas de suso en la entrada déla p u erta nueua déla casa del sennor ( g e 4 fol. 93v)

R e s p e c to a la c o lo c a c ió n , lo n o r m a l es q u e s o n los a d v e rb io s los q u e se s itú a n d e l a n te d e l t é r m i n o a p u e s to , sin e m b a r g o , n o fa lta a l g ú n caso e n q u e se in v ie rte n los té r m in o s :

22) Non faras pora ti cosa entallada fascas ydolo njn semeiança njnguna daquello que es enel cielo suso njn daquello que es en la tierra yuso ( g e I fol. 181 r ) ; Nin faras njn­

guna semeiança de cosa que sea en el cielo de suso njn en la tierra de yuso njn daque­

llas cosas que son en las aguas so la tierra ( g e I fol. 182r)

A h o r a b ie n , si f o r m a n a p o s i c i o n e s c o n a d v e rb io s d e íc tic o s d e lugar, s u e l e n s e r estos los q u e o c u p a n la p r i m e r a p o s ic ió n :

23) & aquesto quel nos llamamos aquí suso en este capitulo ( g e 4 fol. 179r); Et ally oyen correr el agua so el yelo & que fazie rruydo alta yuso subiendo los carros & que- brantauan el yelo con las ruedas ( g e 5 fol. 6 4 v )

5. U n a c o n s t r u c c i ó n c a r a c t e r ís ti c a d e t o d o el c a s te lla n o m e d ie v a l, y q u e p erv iv ió h a sta hoy, es la f o r m a d a p o r u n “n o m b r e p r o p i o (2 4 a ), o c o m ú n , c o n t a b le o m e d ib le , c o n a r t í c u l o ( 2 4 b ) , s e g u id o s d e u n a d v e r b io locativo

(11)

d i r e c c i o n a l ”, q u e e n e s te ca so s i e m p r e es a y u s o y n u n c a s u s o , lo q u e d e m u e s t r a u n a vez m á s la in c a p a c i d a d d e e s te a d v e r b io p a r a a s u m i r d i c h o valor. V é a n s e los s i g u i e n t e s e je m p lo s :

2 4 ) a) & cogieron se Salón a ayuso su sen na alçada faziendo muestra que se yuan

( p g g 2 fol. 167r); Despues desto fuesse yendo con su caualleria Tomes a ayuso

contra Alúa ( p g g 2 fol. 36r); Et yndo la foz a ayuso llegaron a Huerta ( p c g 2 fol.

167r)

b) Et quando vio venir los suyos fuyendo la mo[n]tana ayuso tanxo vna bozina

( p c g 2 fol. 2 0 v ) ; el Cid diziendo esto uieron uenir la cuesta ayuso los poderes de

los francos ( p c g 2 fol. I 7 2 v ) ; & dexaron luego a Simón & uino ell ayre ayuso 8c cayo cercal templo de Romulo ( p c g I fol. 7 8 v ) ; & yendo el ninno en aquel uaso ell agua ayuso por el rio ( G E l fol. 136v)

S e m á n t i c a m e n t e se t r a t a d e g r u p o s a d v e rb ia le s lo ca tiv o s e n los q u e los su stan tiv o s, ya s e a n n o m b r e s p r o p i o s ya c o m u n e s c o n v e r t i d o s e n p r o p i o s p o r el a r tí c u lo , t i e n e n a l g ú n s e m a d e lu g ar. F u n c i o n a l m e n t e , el a d v e r b i o

a y u s o se e r ig e e n el n ú c l e o d e l g r u p o , m i e n t r a s q u e el s u s ta n tiv o a c t ú a c o m o u n i d a d s u b o r d i n a d a . P o r e llo , f u n c i o n a n c o m o a d i t a m e n t o s sin la n e c e s id a d d e s e r tr a n s p u e s to s p o r p r e p o s ic i ó n ( M a r tín e z 1 9 9 4 1: 8 3 -1 1 4 )7.

C u a l q u i e r s i n t a g m a s u s ta n tiv o o g r u p o n o m i n a l , salvo los t e m p o r a le s , n e c e s ita s e r t r a n s p u e s t o p o r p r e p o s ic i ó n p a r a d e s e m p e ñ a r la f u n c i ó n d e a d i t a m e n t o , y e n esto s g r u p o s n o s u c e d e así. R e p á r e s e e n el ú l t i m o e j e m ­ p lo d e (2 4 b ) “y e n d o el n i n n o e n a q u e l u a s o ell a g u a ay u so p o r el r i o ”, e n el q u e t e n e m o s tre s a d i t a m e n t o s lo ca tiv o s e n r e la c ió n d e y u x ta p o s ic ió n , d o s t r a n s p u e s to s p o r p r e p o s i c i ó n e n a q u e l u a s o y p o r e l r i o , p e r o el o tr o , e l l

a g u a a y u s o , n o la n e c e s i t a p o r q u e la f u n c i ó n d e u n g r u p o r e s p o n d e s ie m ­ p r e a la f u n c i ó n d e la c a t e g o r í a d e s u e l e m e n t o n u c le a r, y e n e s te caso es el a d v e rb io , p o r e so f u n c i o n a c o m o a d i t a m e n t o . L a sin ta x is se m u e s t r a t e r c a y p a r e c e ir r e f u t a b l e . A y u s o p u e s n o d e b e s e r e n t e n d i d o c o m o u n a

‘p r e p o s ic i ó n p o s p u e s t a ’ ( E b e r e n z 2008: 5 4 0 ) 8. S e m á n t i c a m e n t e , el a d v e r ­ b io le s e ñ a la al s u s ta n tiv o u n a p r o s p e c c i ó n ‘h a c i a ’ el l u g a r ‘sin t é r m i n o ’9.

El t é r m i n o “a d q u e m ” s ie m p r e a p a r e c e e n u n a c o n s t r u c c i ó n al m a r g e n d e l g r u p o a d v e rb ia l, c o m o se a p r e c i a e n el ú l t i m o e j e m p l o d e l g r u p o (2 4 a ) l l e ­ g a r o n a H u e r t a . P e r o lo r e a l m e n t e d is tin tiv o d e estas c o n s t r u c c i o n e s es q u e

7 Gemma Rigau y Manuel Pérez Saldanya entienden que estas construcciones “se originaron a partir de construcciones introducidas por una preposición que perdió sus propiedades fonológicas”, véase “Formación de los sintagmas locativos con adverbio pospuesto”, en <filcat.uab.cat./clt/publica- cions/reports/pdf/GGT-06-18.pdf>.

8 Para las diversas interpretaciones de esta construcción, véase Alejandro Velázquez Elizalde, “Un constructo en peligro: caracterización de la estructura sustantivo + adverbio locativo en la Historia del Español”, en línea, UNAM, págs. 2-3.

9 Otros entienden que el adverbio tiene una función similar a la del adjetivo calificativo, esto es, con valor modificador, véase Concepción Company Company (1992: 20), y Carlos Sánchez Lancis (2002:979-990).

(12)

e n e s ta e t a p a d e la le n g u a , f r e n t e a lo q u e a c o n t e c e hoy, a d m i t í a n i r a c o m ­ p a ñ a d a s d e l a r t í c u l o 10.

Y, c o m o a c tu a lm e n te , e n u n ú n i c o e je m p lo , se e n c u e n t r a sin el a rtíc u lo :

25) E l a s que s o n a l t a s d e t r a s e b a x a s d e l a n t r e c o r r e n m u c h o cuesta ayuso e cuesta arri­

ba c p o r l l a n o ( m - l a f o l . 196v),

p e r o n ó t e s e q u e e n este ca so t i e n e v a lo r m o d a l q u e , c o n los a trib u tiv o s o l la m a d o s t a m b i é n p re d ic a tiv o s , s o n e n e m i g o s o i n c o m p a ti b l e s c o n el m o r ­ f e m a a r tíc u lo .

A u n q u e los g r u p o s a d v e r b ia le s q u e r e c o g e m o s a c o n t i n u a c i ó n p u d i e ­ r a n p a r e c e r sim ila re s a los vistos e n (2 4 ), d i f i e r e n e n v ario s a s p e c to s , así:

26) fagan tragar agua a un palombino e aten le la garganta e cuelguen gela cabera a yusoe este assi una noche & un día e otro dia ( m - l a fol. 69r); e dexenlas estar una pieca cabega ayuso por tal que les ande la melezina por los cuerpos ( m - l a fol. 124v);

Et despues algaras la armella & pornas la su faz partida; faz ayuso 8c pornas la regla sobre cada dos sennales ( l s a fol. 134r),

a ) el su sta n tiv o ya n o es d e t ip o lo ca tiv o , b ) v a n sin a r tíc u lo , c) el g r u p o a d q u i e r e la s ig n ific a c ió n “m o d a l ”, y d ) sus t é r m i n o s m a n t i e n e n u n a re la ­ c ió n d e s o lid a rid a d . S o n c o n s t r u c c i o n e s q u e se u tiliz a n c u a n d o se q u i e r e i n d i c a r u n a d e t e r m i n a d a p o s i c i ó n d e u n a p a r t e d e l c u e r p o .

S e m á n t i c a m e n t e i d é n t i c o s a los d e s c rito s a n t e r i o r m e n t e (2 6 ) , p e r o c o n la v a r ia n te d e i n c o r p o r a r el a r tí c u lo , s o n los q u e sig u e n :

27) Desi pon la lamina en tierra la fa z ayuso 8c este la sortija contra la parte de medio

dia ( l s a fol. 121 r); Desi pon la lamina la faz ayuso en el logar del primero cata-

miento de guisa que puedas ueer del canto déla Lamina la cabera del cuerpo ere- cho ( l s a fol. 131 r);

se t r a t a d e c o n s t r u c c i o n e s m u y c e r c a n a s a las “c lá u su la s d e s c rip tiv a s ” (B ello 1981: §§ 1176-1179), p e r o c o n la v a r ia n te d e l a d v e r b io e n vez d e u n a d je tiv o o s u sta n tiv o a d v e rb ia liz a d o . E n c u a l q u i e r caso, se c o n v i e r t e n e n c o n s t r u c c i o n e s c a ra c te rís tic a s d e la p r o s a a lfo n s í y d is tin ta s a las d e l e s p a ­ ñ o l a c tu a l.

C o n u n c o m p o r t a m i e n t o f u n c i o n a l ig u a l a los c o m e n t a d o s e n (24a-b), a u n q u e c o n u n a e s t r u c t u r a le v e m e n t e d i f e r e n t e ya q u e se a c o m p a ñ a n d e la p r e p o s ic i ó n p o r son:

2 8 ) t a n t o s m a t o d é l o s m o r o s q u e l a s a n g r e l e c o r r i e por el cobdo ayuso ( p c g 2 f o l . 2 2 4 r ) ;

& d e s c e n d i ó por laymagen ayuso ( g e I f o l . 7 5 r ) ; q u e s e d e x a r a u e n i r por las reías ayuso

p o r u n l u g a r p o r o s e c o g i e n l a s a g u a s d e l a l l u v i a ( g e 2 f o l . 2 0 6 r ) ; f u e r o n s e por el

10 Construcción que todavía se mantiene al menos hasta finales del xiv así: boluio la cabera e fuese la calle ayuso( l , c z , pág. 136); se fue la ribera arriba( i . C Z , pág. 151); E ellos yendo vn barranco ayuso, dixo vn escudero que estaua con su señor (i.c:z, pág. 220); Commo omne non siente tanto frío si corre, / corrí la cuesta ayuso, ca diz ( i . B A , estrofa 01007).

(13)

muro ayuso g a n a n d o q u a n t a s t o r r e s y a u i e ( p c g 2 f o l . 3 2 9 r ) ; a t e n d i e r o n 8c g u a r d a ­ r o n l a m a r 8c q u a n d o l a v i e r o n l l e n a m e t i e r o n l o s n a u j o s & a l a m e n g u a n t e f u e - r o n s e por ella ayuso q u a n t o m a s p u d i e r o n ( g e 5 f o l . 4 6 r )

Si e n los e je m p lo s (2 4 a -b ), el “s u s ta n tiv o m á s a d v e r b i o d i r e c c i o n a l ” n o n e c e s i t a b a la p r e p o s i c i ó n p a r a f u n c i o n a r c o m o a d i t a m e n t o , d e b e m o s e n t e n d e r q u e e n (28) t a m p o c o , p o r lo q u e h a y q u e i n t e r p r e t a r q u e la p r e ­ p o s ic ió n p o r t i e n e v a lo r e x p le tiv o . L a ú n i c a p r e p o s ic i ó n d e estas c o n s t r u c ­ c io n e s es p o r y p a r e c e q u e , d e b i d o a su s ig n ific a c ió n d e “l u g a r a trav é s d e l c u a l se r e a liz a u n a a c c i ó n ”, se lim ita a m a t i z a r la s ig n ific a c ió n d e v e r b o s d i r e c c i o n a le s c o m o correr, descender, ven ir, etc ., c o n el su sta n tiv o q u e le sig u e , e s to es, n o t i e n e v a lo r f u n c i o n a l s in o s e m á n tic o .

A h o r a b i e n , la i n c o r p o r a c i ó n d e por, a u n q u e n o i n c i d e s o b re la f u n c i ó n d e l g r u p o , a f e c ta a su e s t r u c tu r a , p u e s t o q u e le p e r m i t e al su sta n tiv o a c o m ­ p a ñ a r s e d e a d y a c e n te s a d je tiv o s (2 9 a ), así c o m o al a d v e r b i o c o o r d i n a r s e a o t r o s a d v e rb io s d ir e c c i o n a l e s (2 9 b ):

2 9 ) a ) & d e r r i b o l a por unas escaleras a yuso ( p c g 2 f o l . I 1 9 r ) ; q u e n i n o por aquella ribe­

ra ayuso en aquel dia mismo ( g e 2 fol. 3 2 6 v )

b) Et la calentura muy grand tanto entro por la tierra a dentro 8c ayuso que fundió metales de uenas que auie allí dellos ( g e I fol. 7r)

P o r ú l t im o , so lo h e m o s e n c o n t r a d o d o s e je m p l o s e n q u e la v a r ia n t e des- suso le s e ñ a la el ‘m o v i m i e n to h a c i a ’ al su sta n tiv o , lo q u e u n a vez m á s c o n ­ f i r m a la re s is te n c ia d e este a d v e r b io a a s u m i r d i c h o valor:

30) Et passo allende el Rio euffrathes & començo a andar por las proujncias dessuso

( g e 5 a fol. 107v); [E]n esto andaua el Rey antioco perssia & le vencieron por las tie­

rras dessuso 8c oyo de vna cibdat muy nombrada de perssia que llamauan elmayda

( g e 5 a fol. llOv)

6. O t r o s g r u p o s a d v e rb ia le s , e n q u e su so y yu so d e s e m p e ñ a n la f u n c i ó n d e n ú c l e o n o m i n a l , s o n a q u e llo s e n los q u e se a c o m p a ñ a n d e a d v e r b io s c u a n t if ic a d o r e s e n f u n c i ó n d e t é r m i n o s te rc ia rio s :

3 1 ) Et es saturno como dixiemos por la planeta mas de suso ( g e I fol. 7 0 v ) ; ( g e 4 fol.

9 3 v ) ; & desi otro muro mas dessuso de canto quel cercana todo lo al ( g e 5 A fol.

1 6 0 r ) ; Unas de las estorias mas a arriba en los annos & otras mas yuso que non ay

fuerça ( g e 4 fol. 1 9 3 v ) ; como era mancebo de grand entendim iento & libre pora fazer a priessa todo grand fecho. Cato todos los logares de aderredor bien de suso dond el Rio uinie a la uilla & mesuro los ( g e 4 fol. 5 4 v )

Al c o m b i n a r s e c o n estos a d v e rb io s c u a n tita tiv o s , c o n f r e c u e n c i a d a n l u g a r a o r a c i o n e s c o m p a ra tiv a s :

3 2 ) Et la ñaue en que don Remont yua descendió muy mas ayuso quela otra ( p g g 2 fol.

3 5 I r )

(14)

P o r lo d e m á s , p u e d e n t a m b i é n c o m p l e m e n t a r s e c o n u n a o r a c i ó n a d je ­ tiva d e relativo:

33) E poblaron y muchas [...] E sennalada m ientre toledo e fizieron cibdat yuso en lo lanno que non quisieron poblar suso o eran los castiellos ( P C G l fol. 9r)

E s ta f u n c ió n n u c l e a r d e u n g r u p o a d v e r b ia l la s ig u e n d e s e m p e ñ a n d o c u a n d o llevan c o m p l e m e n t o s d e t e r m in a t iv o s , los q u e e s p e c ific a n a (de)suso ( 3 4 a ) , (de)yuso (3 4 b ) o, in c lu s o , a la f o r m a p r o s p e c tiv a ayuso (3 4 c ):

34) a) començo a tablar de suso del muro a los de fuera & dezir les a grandes uozes

( P C G l fol. 180r); pierde la piedra la claridat que a en si & enturuia se luego &

faz se desuso della como una n u f ( L a p . fol. 27r); ell otra sangre que fincaua echaua la al pie dell altar & la gordura quemaua a desuso del assi como oyestes que se fazie en los sacrifficios ( g e I fol. 229v)

b) & pusieron le su espada tizón en la m ano et el braço atado & aguysado yuso déla uestidura tan bien et tan sotil mientre que era marauilla en como tenie la espada ( p g g 2 fol. 2 5 2 v ) ; Et en esse dia mismo fue tomado de los nuestros el Castiello ferral so que a unas pedraias peligrosas & en la Ribera yuso dell arro­

yo unos logares de pennedos ( p c g 2 fol. 302r); Et es en la Ribera de Teio de yuso de Toledo ( p c g 2 fol. 64r); & que tenga en la cabeça corona & ante si figura de cuerno & dyuso de sus pies estas letras ( L a p . fol. 104v)

c) Et si fuer el grado en la az que ua ayuso délos signos toma la cuenta que es escripta sobrel andamiento ( l s a fol. 1 1 5 v ) ,

ya q u e e n esta e t a p a m e d ie v a l los a d v e r b i o s d ir e c c io n a le s ayuso o adelante, a d i f e r e n c i a d e hoy, a d m i t í a n c o m p l e m e n t o s d e te r m in a tiv o s , e s to es, e r a n t a m b i é n tran sitiv o s (M e ilá n G a r c í a 2013: 3 4 2 ), lo m is m o q u e e n el e s p a ñ o l d e A m é r ic a . Si b ie n , el h e c h o d e q u e desuso y deyuso a d m i t a n c o m p l e m e n ­ tos d e m u e s t r a q u e t a m b i é n l l e g a r o n a s e r “n o d i r e c c i o n a l e s ”, s ig n ific a c ió n q u e a lc a n z a n g ra c ia s a la p r e p o s i c i ó n de (§ 3.2.1.).

7. L a f o r m a d ir e c c i o n a l ayuso, i g u a l m e n t e , e n t r a b a a f o r m a r p a r t e d e g r u p o s n o m i n a l e s tr a n s p u e s to s a a d v e r b i o p o r la p r e p o s ic ió n de c o n signi­

fic a c ió n locativa:

3 5 ) aquellos tomauan los cuerpos & despennauan los de los adarues ayuso ( p c g I fol.

8 2 v ) ; tomaron los & ataparon les las bocas & echaron les déla torre ayuso ( p c g 2 fol.

3 2 9 r ) ; dixieron los auctores délos gentiles que déla cintura ayuso auie fechura de

dragón ( g e I fol. 9 4 ) ; colgauan las de somo délas cabesças del monte ayuso ( g e 5 a fol.

1 4 9 r ) ; El agua de Duero toda yua tinta de sangre délos que murien de la Villa a

ayuso ( p c g 2 fol. 1 5 2 v ) ; las otras cosas que son délos cielos a ayuso ( g e I fol. 8 9 v ) n .

El s in ta g m a p r e c e d i d o p o r de es el t é r m i n o “e x q u o ”, q u e i n d i c a el

‘p u n t o d e p a r t i d a ’ o ‘p r o c e d e n c i a ’, y f o r m a u n a c o r r e la c i ó n c o n el a d v e r­

11 Tenemos un único ejemplo en el que la forma del adverbio es la latina yuso y110 la romance ayuso: 8c quando salire el sol salid uos de la cibdad a muy grand priesa pero non que descendades del moni yuso mas que faredes como qui quiere dar salto sobre los de la huest (ge4 fol. 117r).

Referencias

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