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TEORIA DE

LA HISTORIA.

ELABORADO POR:

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Í N D I C E

PAG.

INTRODUCCION. — - 1 CAPITULO

1 LA HISTORIA — 3 I I CONCEPCIONES SOBRE LA HISTORIA A TRAVES DE

-LOS GRANDES PEPJODOS--- — - — 23

I I I EL HOMBRE Y LA SOCIEDAD 33 IV LA ESTRUCTURA Y LA EVOLUCION DE LA SOCIEDAD- 43

V LAS LEYES DEL DESARROLLO SOCIAL 51 VI EL DESARROLLO SOCIAL A TRAVES DE LA HISTORIA

LOS MODOS DE PRODUCCION — 65 V I I EL DESARROLLO SOCIAL A TRAVES DE LA

HISTO-RIA. CAPITALISMO Y SOCIALISMO 79 V I I I INTRODUCCION AL METODO HISTORICO 87

IX METODOS DE INVESTIGACION HISTORICA I 99 X METODOS DE INVESTIGACION HISTORICA I I 109 XI LA INVESTIGACION CIENTIFICA DE LA HISTORIA-- 119

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INDICE DE UNIDADES

PAG.

UNIDAD I I UNIDAD I I - V

UNIDAD I I I — - IX

UNIDAD IV X I I I UNIDAD V XVII UNIDAD VI XXI UNIDAD V I I XXVII

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I N T R O D U C C I O N

Es necesario aceptar, a f i n de o r i e n t a r el contenido del t e x t o , que una gran población e s t u d i a n t i l , no reconoce i n t e -rés alguno en l a H i s t o r i a como asignatura de estudio. Esta premisa nos l l e v a a esforzarnos un tanto más para que el lec-t o r encuenlec-tre senlec-tido a su "aprender" de l a h i s lec-t o r i a .

La i n t e n c i ó n de r e a l i z a r este l i b r o , (en realidad son v a r i a s ) es e l despertar un interés concreto en e l estudio de

las leyes del proceso h i s t ó r i c o , que e l l e c t o r encuentre de ¿na forma d i f e r e n t e s e n c i l l a y accesible, el aprendizaje de l a causaefecto de los hechos h i s t ó r i c o s , asf como de su i n -vestigación.

El devenir d i a r i o en l a cátedra nos ha demostrado y tam-bién por qué no, nos ha enseñado, que un alumno es capaz de r e c i b i r casi cualquier conocimiento (por aburrido que antes l e haya parecido) s i quien l o guía, sabe presentárselo con veracidad y e f e c t i v i d a d . El alumno percibe s i e l maestro t i tubea en l a exposición de sus conocimientos y por tanto t i e n -de a no aceptarlos con i n t e r é s , -descuidando obviamente la ma-t e r i a . El o ma-t r o punma-to negama-tivo es cuando un maesma-tro de gran capacidad, no brinda con lenguaje y ejemplos accesibles su conocimiento, quedando el alumno evidentemente s i n comprensión y retención de la materia. Pues b i e n , en este t e x t o t r a -t a r l o s de e v i -t a r los ex-tremos innecesarios.

Evidentemente habrá autores, cuyo encuadramiento del aroblema h i s t ó r i c o sea d i f e r e n t e . No pretendo tener la ver-dad absoluta sobre el planteamiento del conocimiento de la

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L n i l l l , H íá t e dra d e t e o r f-a d e 1 a h i s t o r i a , como una de pectS Por l o tantn6 1 1 5 3- q u e d e b e e*i s t l> res

0 ^ " t o , e x i s t i r á n algunos datos que aisladamen-í f n ^ r ? I n n e c e s a r i o s , pero que forman parte del contexto T i l u L t * C.U r!0- A d e m á s q u e r e m o s expresar, que I j s l n n r l n n ^ f i n f e s t a d a s P °r nuestros a l a n o s a través de sus c o nS 9c 1Pn Ly n dfd U C C Í O?e s e n l a c® t e d r a , han servido de guía

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e i n d i r e c t a m e n t e nos ayudaron a la r e a l i z a c i ó n de este l i b r o .

l e r . SEMESTRE. TEORIA DE LA HISTORIA UNIDAD 1.

¿QUE ES LA HISTORIA? •

INTRODUCCION.

Aquí iniciaremos e l curso de Teoría de l a H i s t o r i a que t i e n e por o b j e t i v o p r i n c i p a l proveer al alumno de elementos s u f i c i e n t e s que l e permitan adoptar una a c t i t u d c r í t i c a ante los acontecimientos h i s t ó r i c o s , y no aceptarlos simplemente como una r e l a c i ó n de datos y fechas.

Efectivamente, veremos cuál es l a importancia de l a His-t o r i a como c i e n c i a , l a a c His-t i His-t u d del h i s His-t o r i a d o r , los punHis-tos de v i s t a que sobre l a h i s t o r i a se han adoptado a través del tiem po.

Como se podrá notar más a d e l a n t e , hemos dejado a un lado l a r e l a c i ó n de hechos p a r t i c u l a r e s y de fechas, no porque ca-rezcan de i m p o r t a n c i a , s i n o porque no es o b j e t i v o de este cur-so.

OBJETIVOS.

A l término de esta unidad el alumno será capaz de:

1 . - D e f i n i r el concepto de H i s t o r i a .

2 . - D i s t i n g u i r l a h i s t o r i a como hecho y como c i e n c i a . 3 . - D e f i n i r e l concepto de t e o r í a de l a h i s t o r i a .

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4 . - Señalar l a u t i l i d a d del estudio de l a h i s t o r i a .

5 . - Señalar l a importancia de la Teoría de la H i s t o r i a en la i n v e s t i g a c i ó n c i e n t í f i c a .

6 . E x p l i c a r l a problemática de l a o b j e t i v i d a d de l a s o c i e -dad y l a h i s t o r i a .

7 . - Ubicar e l papel de l a h i s t o r i a en el contexto de las c i e n c i a s s o c i a l e s .

8 . - E x p l i c a r e l sentido de Teoría de la H i s t o r i a como funda-mento metodológico de las c i e n c i a s .

9 . - Señalar en qué c o n s i s t e l a función del h i s t o r i a d o r . 10.- E x p l i c a r los pasos del h i s t o r i a d o r con respecto a los

datos h i s t ó r i c o s y su i n t e r p r e t a c i ó n .

11.- E x p l i c a r por qué es importante l a i m p a r c i a l i d a d en e l hi s t o r i ador.

12.- Mencionar los aspectos más importantes y algún represen-t a n represen-t e de las s i g u i e n represen-t e s concepciones h i s represen-t ó r i c a s :

a. M i t o l ó g i c a . b. Teológica. c. R a c i o n a l i s t a . d. M a t e r i a l i s t a .

PROCEDIMIENTO.

I . Para l a presente unidad deberás leer primeramente los c a p í t u l o s I y I I del l i b r o .

I I . Formular un c u e s t i o n a r i o de t r e s preguntas por cada o b j e t i v o .

I I I . P a r t i c i p a r en clase y preguntar a t u maestro tus i n t e r r o g a n t e s .

ACTIVIDAD..

Contestar e l c u e s t i o n a r i o adjunto y e n t r e g a r l o . Esta a c t i v i d a d es considerada como r e q u i s i t o para la evualuación. 1. ¿Qué es H i s t o r i a ?

2. ¿Qué es l a h i s t o r i a como hecho? 3. ¿Que es l a h i s t o r i a como ciencia? 4. ¿Defina t e o r í a de l a H i s t o r i a ?

5. ¿Cuál es la u t i l i d a d del Estudio de la H i s t o r i a ?

6. ¿Explique l a posición de la Teoría de la H i s t o r i a en la i n v e s t i g a c i ó n C i e n t í f i c a ?

7. ¿Cuál es el papel de la H i s t o r i a en el contexto de las Ciencias Sociales?

8. ¿Cuáles son los pasos del H i s t o r i a d o r con respecto a los datos y su i n t e r p r e t a c i ó n ?

9. Mencione los aspectos más importantes de la concepción: a) M i t o l ó g i c a .

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CAPITULO I .

LA

HISTORIA.

i . ¿QUE ES LA H I S T O R I A?. La h i s t o r i a es una c i e n c i a , i El i n i c i a d o r de e l l a fue Herodoto, un h i s t o r i a d o r g r i e g o 1 l a -nado por Cicerón como e l "pad/iz de, la k¿6tolla", e s c r i b i ó en nueve tomos su h i s t o r i a en d i a l e c t o j ó n i c o , los cuales han s1 do considerados como unos de los e s c r i t o s más preciados de l a antigüedad.

Huta/Lia eó una teZacÁón en£*e. ío¿¡ acontexúmlzntoA pa&a-doá y psi£¿wte., como una pioy<¿ccJ,<5n hcuua, t i iu&uio, es de-c i r , los ade-contede-cimientos a n t e r i o r e s son de-causa de los que ode-cu- ocu-r ocu-r e n en e l pocu-resente y aquellos con éstos seocu-rán e l o ocu-r i g e n de las consecuencias del mañana. En los acontecimientos h i s t ó -r i c o s e x i s t e una i n t e -r a c c i ó n de " c a u s a - e f e c t o " , que como cade-na se eslabocade-nan unos con o t r o s , de forma t a l , que cuando s e . encuentre una de sus partes " r o t a " o incompleta, s i g n i f i c a r á que se ha I n v e s t i g a d o a fondo, es d e c i r se ha analizado l a c o n t i n u i d a d de ios hechos, hasta un punto que ya no es posible

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prosegui r .

Así pues, es prácticamente imposible t r a t a r de l a Revolu-c i ó n MexiRevolu-cana s i n hablar de sus a u t o r e s ; o d e Revolu-c i r de Ta Indepen dencia de México, que Don Miguel Hidalgo y C o s t i l l a l a d i r i g i d , sólo porque quiso h a c e r l o , s i n a n a l i z a r las COOÓOÓ que l o l l e -varon a encabezar el movimiento, eso s e r í a e s t a r en e l e r r o r .

La labor r e a l i z a d a en l a i n v e s t i g a c i ó n h i s t ó r i c a s i n duda es extensa, pero necesaria para l l e g a r a encontrar l a verdad, ya que, una vez que el hecho h i s t ó r i c o se ha r e a l i z a d o , no pue de r e p e t i r s e , n i sus causas ni sus consecuencias; no es como

las matemáticas por ejemplo, donde s i se quivocan al e f e c t u a r l a s o p e r a c i o n e s de una f ó r m u l a , éstas pueden1 v o l v e r ' a i n -t e n -t a r s e ; o como en el caso de l a química en la cual un e x p e r i mentó puede r e p e t i r s e cuantas veces se quiera bajo las mismas c i r c u n s t a n c i a s obteniendo siempre el mismo r e s u l t a d o . En la h i s t o r i a , una vez que se ha efectuado una b a t a l l a , (como l a del 5 de Mayo en Puebla, por ejemplo), ya no puede r e p e t i r s e , ya que s i se efectuara nuevamente, s e r í a o t r a , y completamen-t e d i f e r e n completamen-t e , por no e s completamen-t a r , ni las mismas personas, ni las mijs mas armas o e x p l o s i v o s , ni s e r í a a f i r . de cuentas, e l mismo tiempo, hora, d í a o año. Cuantas veces se r e p i t a será d i f e r e n t e . Por e s t o , es importante la labor del i n v e s t i g a d o r , encont r a r daencontos únicos y o r i g i n a l e s sobre encont a l o cual hecho h i s encont ó r i -c o , sometiéndolos a un j u i -c i o -c r í t i -c o que nos permita saber que hemos llegado a l a verdad.

2. DEFINICIÓN. Muchas de las d e f i n i c i o n e s que se han v e r t i -do sobre l a h i s t o r i a , mencionaremos algunas de las más impor-tantes y precisando a l f i n a l l a que consideremos más adecuada.

Para P a r i s , E. y Bayet, J. "La h i s t o r i a no es una cien-c i a simple: ni mera narracien-ción ni m e r a x r í t i cien-c a de t e x t o s , sino un amplio conjunto de ciencias para un t r a b a j o común. Objetiva por su serenidad i m p a r c i a l ; s u b j e t i v a por estar condicionada por cánones e x e g é t i c o s , depende de la capacidad de reconstruc-c i ó n reconstruc-completamente personal de quien a e l l a se d e d i reconstruc-c a " (2)

2 ^

( ) París, E y Bayet, J.-Historia romanie Vol. 1-París 1940 Pág. 429.

Marc Bloch señala que el o b j e t i v o p r i m o r d i a l de la h i s -t o r i a c o n s i s -t e en comprender e! presen-te por el pasado y és-te por aquel. Bloch enuncia: "La incomprensión del presente na-ce fatalmente por la ignorancia d e l pasado; pero quizá es más i n ú t i l todavía esforzarnos para comprender el pasado s i n un conocimiento c o r r e c t o del presente". (3)

Lucien Febvre "en el d e s a r r o l l o de l a h i s t o r i a problema, e l h i s t o r i a d o r ya no e s t u d i a r á e l pasado s i n antes plantear toda una s e r l e de cuestiones. Por el c o n t r a r i o como hombre i d e n t i f i c a d o y comprometido con su presente, e s t u d i a r á l a tris t o r i a con un c u e s t i o n a r i o elaborado, en función de sus preocu paciones y problemas a c t u a l e s " . )

Las a n t e r i o r e s son d e f i n i c i o n e s o conceptos de d i f e r e n tes autores y t r a t a d i s t a s , la que aquí proporcionamos proba -blemente sea l a más p r á c t i c a y a c c e s i b l e . "La hittonia e¿ U ciencia que. estudia ¿o¿ ke.ch.o-i> y acoyi£ecimiento¿ que. ¿e de,i>a Molían a üiavfo del tiempo, cnjynol6gic.cwie.yvte coordinado*".

La palabra h i s t o r i a d e r i v a del griego ki¿.to^ie, que en d i a l e c t o Jónico ki&toi s i g n i f i c a " e l que sabe", de donde k¿6tu h.e.o es: i n t e n t a r saber, i n f o r m a r s e , entonces klt>£on.eo t i e n e " el sentido de i n v e s t i g a c i ó n o indagación; por t a n t o , h i s t o r i a etimológicamente s i g n i f i c a " indagación". En s í e T ' T M ^ a ^ -to de los acontecimien-tos y hechos dignos de ser recordados.

3. LA HISTORIA COMO HECHO Y COMO CIENCIA. La h i s t o r i a COI1IO hecho sólo enuncia o describe los acontecimientos en forma na r r a t i v a . La h i s t o r i a como c i e n c i a i n t e n t a pasar de una mera d e s c r i p c i ó n a un a n á l i s i s , i n t e r p r e t a c i ó n , - e v a l u a c i ó n del acón t e c i m i e n t o , es d e c i r a una comprensión h i s t ó r i c a .

Consideremos este término de c i e n c i a : por ciencia se en tiende el conjunto s i s t e m á t i c o de conocimientos, métodos y

(3) Marc Bloch- Apologie pour L 4Historie-1949 (Traducci©*^ al Español. Int. a la Historia).

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conceptos con que el hombre dessribe y e x p l i c a los fenómenos que observa.

. Algunos autores afirman que no puede ser c i e n c i a l a h i s -t o r i a porque aquella siempre habla de generalidades y és-ta sólo estudia hechos humanos ú n i c o s , que no pueden r e p e t i r s e . La c i e n c i a no es t a n sólo un cúmulo de conocimientos, sino una e x p l i c a c i ó n o b j e t i v a y racional del, u n i v e r s o , a través de hechos comprobados y de relaciones permanentes e n t r e l a causa y el e f e c t o a las cuales llamamos por medio de las

cua-les se pueden p r e d e c i r los resultados de determinada acción. Es d e c i r , l a c i e n c i a jsxiste cuando los métodos a p l i c a d o s , sus técnicas e instrumentos obedecen a leyes o formas de ejecución permanentes.

La aseveración de que " l a energía no se crea ni se destruí y e , solamente se t r a n s f o r m a " , es evidentemente una ley que siempre se cumple. ¿Pero cuáles son las leyes de l a h i s t o r i a ? Sendtaré ai i g u a l que Juan Brom "evidentemente ésta se r e f i e -re ( l a h i s t o r i a ) a un conjunto de fenómenos que t r a t a de lo que sucede con las sociedades humanas a través del t i e m p o " . (5) Agrega " s o l o el estudio del hombre a través del tiempo puede dar respuesta e esta pregunta, como en otras ramas del ser hu-mano, se necesita acumular una gran cantidad de datos

concre-t o s , i n concre-t e r p r e concre-t a r l o s , v e r i f i c a r l a i n concre-t e r p r e concre-t a c i ó n hecha, depu-r a depu-r l o ya encontdepu-rado, v o l v e depu-r a buscadepu-r más d a t o s , es una labodepu-r paciente y ardua. Solamente cumplida esta tarea es posible a f i r m a r legítimamente que l a h i s t o r i a es una a c t i v i d a d c i e n t í -f i c a . Los casi t r e s milenios de h i s t o r i a e s c r i t a , desde Hero-doto hasta nuestros d í a s , permiten a f i r m a r decididamente, que se t r a t a de una c i e n c i a , en toda la extensión de l a palabra". (6)

La abrumadora cantidad de resultados obtenidos, permiten a f i r m a r que l a h i s t o r i a es una c i e n c i a , con un campo p e r f e c t a -mente d e l i m i t a d o y que aunque sus hechos examinados sean únicés* su e s t u d i o y proceso de ejecución reúnen una s e r i e de c a r a c t e -r í s t i c a s o b j e t i v a s , ya que de no se-r así entonces, ¿qué es l o que hasta hoy, ha estudiado y t r a n s m i t i d o l a h i s t o r i a ? y algo más importante ¿Cómo l o ha hecho?

(5) Juan Brom- Para comprender la Historia-Edit. Nuestro Tiem-po-197 4- Pág. 18.

(6) Juan Brom-Op Cit. Pag. 18

Ahora b i e n , a estas a l t u r a s no es posible a f i r m a r que los actos humanos, son automáticos o r e p e t i t i v o s , como si e s t u v i e -ran en l a b o r a t o r i o s y dentro de una probeta.

La esencia misma del hombre no l o p e r m i t e , ¿pero qué aca-so el cúmulo de estudios h i s t ó r i c o s obtenidos hasta l a fecha no marca una r e l a c i ó n o b j e t i v a de los acontecimientos de l a humanidad? ¿Qué acaso esos sucesos h i s t ó r i c o s no fueron rea-les? ¿ Acaso no e x i s t e n procedimientos y técnicas metodológi-cas en el estudio de l a h i s t o r i a ? La-verdad es~que estudia cam-pos d i f e r e n t e s a todas las ciencias (como cada una de e l l a s ) y por l o mismo sus efectos no son los mismos ni en la misma forma que las demás; auá luya^-bon ¿>ocÁatej>.

El estudio de los recursos humanos demuestra que el i n d i -viduo en p a r t i c u l a r se motiva p o s i t i v a o negativamente en su a c c i ó n , según sea e l i n c e n t i v o o i n h i b i d o r , que reciba o desee r e c i b i r . La r e l a c i ó n premio o c a s t i g o a una acción, hace que la persona se condicione d i r e c t a o indirectamente en su activj_ dad y esta r e l a c i ó n t i e n e efecto sobre la h i s t o r i a de l a huma-n i d a d , cuahuma-ndo uhuma-na sociedad o grupo de persohuma-nas ehuma-n p a r t i c u l a r , actúan bajo c i r c u n s t a n c i a s de premio o c a s t i g o ; t a l e s como ob-tener valores económicos, morales, r e l i g i o s o s , f a m i l i a r e s , i d e a l e s , personales, e t c .

La Independencia de México, se r e a l i z ó , porque sus precu£ sores y contemporáneos mantenían un i n c e n t i v o de obtener su l i b e r t a d e independencia s o c i a l y p o l í t i c a , luchando hasta con v e r t i r su o b j e t i v o en r e a l i d a d ; por parte c o n t r a r i a su i n c e n - ' t i v o era c a s t i g a r a aquellos que osaban s o l i v i a n t a r s e buscando a través de e l l o mantenerse en el poder.

Queda l a a n t e r i o r exposición como una r e l a c i ó n t e ó r i c a de l o que a f i n de cuentas pudiera ser un i n t e n t o de a u x i l i a r al conocimiento de l a ejecución de las leyes sociales en e l estu-d i o estu-de l a h i s t o r i a . Aquí como al i n i c i o no pretenestu-demos la verdad u n i v e r s a l , sino m a n i f e s t a r un c r i t e r i o .

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des-c r i b e todo un des-cúmulo de des-conodes-cimientos sobre el pasado de la humanidad, precisando nombres, fechas y lugares; d i f e r e n t e a l a t e o r í a de la h i s t o r i a que estudia el proceso h i s t ó r i c o como t a l y busca una comprensión estructurada de los acontecimien-tos en su r e l a c i ó n de causa-efecto. En otras palabras, es e l estudio de la H i s t o r i a como c i e n c i a .

5. UTILIDAD DE LA HISTORIA. La c l á s i c a pregunta del estudian t e ante esta materia es: ¿Y para qué me s i r v e l a h i s t o r i a ? El empeño que han r e a l i z a d o los investigadores durante t a n t o tiempo en adecuar l a h i s t o r i a a la vida humana como r e a l i d a d , demuestra una continuidad y un i n t e r é s en esta c i e n c i a . Aún y cuando una gran población e s t u d i a n t i l no encuentra un obje-t i v o d e f i n i d o al e s obje-t u d i a r l a h i s obje-t o r i a , no s i g n i f i c a que ésobje-ta carezca de importancia o que las demás ciencias sean más im-p o r t a n t e s .

»

Tradicionalmente el hombre siempre ha sido a f e c t o a t r a -t a r de conocer e l f u -t u r o como una forma de seguridad incon-s c i e n t e , de l o que l e va a acontecer, y de cómo r e a l i z a r l o que l e conviene de acuerdo a ese f u t u r o . Pues b i e n , conocer e l pasado con todas sus manifestaciones comprendiendo sus cau^ sas y procesos de d e s a r r o l l o , hasta l l e g a r a sus posibles consecuencias, ayudará s i n duda en l a e x p e c t a t i v a , que como consecuencia o b j e t i v a de una s e r i e de acontecimientos a n t e r i o r e s , permiten, no s ó l o a d i v i n a r sino razonar el suceso a rea-l i z a r .

Por esto se dice que l a importancia de la h i s t o r i a se basa en la atutofUdad c¿e.n£¿ú¿ca, que se da a través de l a comprensión de las leyes del d e s a r r o l l o s o c i a l , las cuales nos permiten i n t e r v e n i r con conciencia de nuestros f i n e s .

La importancia no radica como los estudiantes suelen * creer en s ó l o conocer como narraciones o novelas los hechos importantes del pasado. Ante esto e l l o s se preguntan ¿y qué . obtengo con saber h i s t o r i a ? ¿prácticamente con e l l o , no resto o m u l t i p l i c o , ni efectúo reacciones químicas o f í s i c a s ? y eso es l o que quiero e s t u d i a r , p r o b a b l e m e n t e en e l momento en que se haga esa pregunta, t f n g a razón, pero l a u t i l i d a d r a d i -ca en o t r a p a r t e .

El estudio de las caoóoó que provocan un suceso h i s t ó r i -co, <¿JL hzcko en &Z y Ioj> con¿e.cue.ncíai de.1 m¿ómo son parte esencial del estudio que también r e a l i z a la t e o r í a de la his t o r i a , a través de l a cual aprendemos, la r e l a c i ó n de los acontecimientos, su frecuencia y su proyección. En f i n la h i s t o r i a no es sólo narración.

En l a i n t e r p r e t a c i ó n h i s t ó r i c a no e x i s t e el j u i c i o de las acciones, es e l l e c t o r quien debe f o r m u l a r bajo su c r i t e -r i o un -razonamiento c -r í t i c o sob-re l a exposición de los hechos que formule e l h i s t o r i a d o r .

J.B. Duroselle señala al respecto " e l autor ha de e s f o r -zarse en d e s c u b r i r los o b j e t i v o s , las i n t e n c i o n e s , las motiva-c i o n e s , las motiva-convimotiva-cmotiva-ciones, i n motiva-c l u s o los mitos de motiva-cada una de lab

partes i n t e r e s a d a s , s i n acomodarlas a sus propios j u i c i o s de v a l o r ; ni d e c l a r a r excátedra que fulano ha defendido la causa j u s t a mientras que l a del autor era i n j u s t a " (7) . La

posi-ción es c l a r a , ya que de o t r a forma puede pensarse que sólo el h i s t o r i a d o r t i e n e un c r i t e r i o o b j e t i v o de l o j u s t o . De l a i m p a r c i a l i d a d del i n v e s t i g a d o r hablaremos más ampliamente en o t r o punto.

Para los dramaturgos, quizás el aspecto p o s i t i v o de l a -h i s t o r i a , es que c o n s t i t u y e un amplio margen de i n s p i r a c i ó n para sus obras. Pero no podemos negar que e x i s t e una gran ex-p e r i e n c i a en los asex-pectos ex-p a r t i c u l a r e s y c o l e c t i v a s de la huma nidad.

5.1. La e.xpe./Ue.nc¿a dz ta hí&tonla. La experiencia que pro-porciona el conocer l a h i s t o r i a , indudablemente enriquece los valores c u l t u r a l e s de l a sociedad, su t r a d i c i ó n , su f o l k l o r e , su esencia misma. Por ejemplo en l a h i s t o r i a del a r t e , para establecer las épocas de sus obras, es necesario hacer una i n v e s t i g a c i ó n h i s t ó r i c a y r e c u r r i r a documentos contemporáneos que demuestran al a r t i s t a la o r i g i n a l i d a d de sus hechos. En , todos los casos de i n v e s t i g a c i ó n c i e n t í f i c a en r e l a c i ó n con sus i n v e n t o s , es necesario e s t u d i a r toda l a secuencia de los mismos, a f i n de demostrar su a u t e n t i c i d a d y avance. Aquí la

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H i s t o r i a es un a u x i l i a r de las demás c i e n c i a s , proporcionando abundante m a t e r i a í a l a imaginación.

La e x p e r i e n c i a pemiite que el hombre enriquezca su pensa-miento y ésta l a dá l a h i s t o r i a ; a través de e l l a , pretende

c o n s t r u i r su f u t u r o . Pero, a l r e s p e c t o , es necesario compre^ der que s i bien el pasado e x p l i c a el presente, y éste a aquel F entre los dos no adivinan e l f u t u r o , pero señalan una tenden-c i a tenden-como un sentido l ó g i tenden-c o .

La cantidad de c i r c u n s t a n c i a s que actúan en un hecho his-} t ó r i c o , son t a n t a s , que su complejidad e v i t a que se reproduz-can exactamente; las relaciones causales son inseguras y las semejanzas con el presente son p a r c i a l e s .

Aun cuando a c o r t o plazo las tendencias sean percibidas , esto no a u t o r i z a a ningún h i s t o r i a d o r a señalar que esos pasosj seguirán indefinidamente como s i fuese algo mecánico, sino que» c a d a • c i r c u n s t a n c i a causa c a r a c t e r í s t i c a s especiales a medida que se avanza en e l devenir h i s t ó r i c o .

La sociedad en g e n e r a l , en todas sus e s t r u c t u r a s y n i v e -les s i e n t e l a necesidad de conocer l a h i s t o r i a de su pasado ya sea por c u r i o s i d a d , e l deseo de emoción o bien como c u l t u r a .

La h i s t o r i a como decimos no se e n c i e r r a en fórmulas matem á t i c a s , ni e n c i e r r a en s í una p r o f é t i c a v i s i ó n sobre el f u t u

-ro. Más b i e n : ubica su enfoque en el tiempo proporcinando una s e r i e de antecedentes y datos sobre un gran número de proble-mas a c t u a l e s , colocándolos en su c o n t e x t o ; da un sentido de

c o n t i n u i d a d ; d e s a r r o l l a el e s p í r i t u c r í t i c o y l a r e f l e x i ó n ; permite conocer mejor al hombre; y algo i m p o r t a n t e , enseña l a r e l a t i v i d a d de las cosas.

6. IMPORTANCIA DE LA TEORÍA DE LA HISTORIA EN LA INVESTIGA-CIÓN CIENTIFICA. El h i s t o r i a d o r no puede como los demás cien t í f i c o s de otras ramas, (la f f s i c a , l a química) r e p r o d u c i r en un la b o r a t o r i o , las condici ones de un suceso pasado. El t r a b a j o h i s t ó r i -co l l e v a al descubrimiento de l a viAdad hí¿£óA¿ca. Un r e l a t o en r e a l i d a d no se considera históricamente verdadero hasta que no ha pasado por e n t r e l a coladera de l a c r í t i c a h i s t ó r i c a .

Sin embargo, una vez, que e l suceso h i s t ó r i c o realmente ha o c u r r i d o , ya no e s , ni nunca será, por l o cual es inaccesi b l e . Lo real sólo se l e m a n i f i e s t a al hombre por medio de la conciencia que de e l l o t i e n e . La información l e proporciona la mayor parte de su conocimiento del mundo e x t e r i o r . Por o t r a parte se podría d e c i r que l a poAczpciÓn de los hechos j a -más es p e r f e c t a , y que l a tkan¿m¿&¿tfn de los hechos a menudo

es i n f i e l y que l a selección de los hechos (por s í misma) oca-siona una deformación s i s t e m á t i c a de la verdad. De donde se i n f i e r e que nuestro conocimiento es inexacto e incompleto.

De manera alguna el h i s t o r i a d o r que estudia las conse-cuencias de l a evolución h i s t ó r i c a , jamás podrá ver los hechos h i s t ó r i c o s de l a misma manera que un p a r t i c i p a n t e del mismo. En s í , e l h i s t o r i a d o r s u s t i t u y e una representación v i v i d a de los sucesos por una representación c r í t i c a .

Pero los p r i n c i p o s de la c r í t i c a h i s t ó r i c a , que forman la base de todo conocimiento, se transforman y mejoran s i n cesar, al i g u a l que ocurre con la verdad h i s t ó r i c a , ya que és-ta es en c i e r t o modo, una verdad dinámica y no e s t á t i c a , una verdad que se va estableciendo progresivamente (a medida que

la i n v e s t i g a c i ó n avanza y se p u r i f i c a ) s i n poder alcanzar un n i v e l de certeza a b s o l u t a , que por o t r a parte no es propia de su esencia.

7- OBJETIVIDAD DE LA SOCIEDAD Y LA HISTORIA. El papel del h i s t o r i a d o r es de gran importancia dentro de l a h i s t o r i a , ya que a través de él conoceremos l a mayoría de los acontecimien-tos hi stó r i c o s .

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Objetividad. ¿Hasta qué punto son los h i s t o r i a d o r e s i n d i -viduos y hasta qué punto son producto de su sociedad y de su época? ¿Hasta qué punto son los hechos de la h i s t o r i a hechos de I n d i v i d u o s aislados y hasta qué punto hechos sociales?

El h i s t o r i a d o r » es, indudablemente, un ser humano i n d i v i -d u a l ; pero también es un fenómeno s o c i a l pro-ducto, a la vez que p o r t a d o r , consciente o i n c o n s c i e n t e , - d e l a sociedad a la .que pertenece; y que en t a l concepto, se enfrenta con los

he-chos del pasado h i s t ó r i c o .

La gran h i s t o r i a se e s c r i b e precisamente cuando la v i s i ó n o b j e t i v a d e l pasado por parte del h i s t o r i a d o r se ilumina con sus conocimientos de los problemas del presente.

Marc Bloch en su l i b r o IwOwducclón a la Hi&tonia e s c r i -be: "No t e n d r í a i n t e r é s alguno que encabezáramos este l i b r o , centrado en t o r n o a los problemas reales de l a i n v e s t i g a c i ó n , exponiendo una larga y r í g i d a d e f i n i c i ó n . Su cuidadosa p r e c i s i c i ó n no deja solamente escapar l o mejor de todo impulso i n -t e l e c -t u a l ; Su p e l i g r o más grave, c o n s i s -t e en no d e f i n i r -tan cuidadosamente s i n o con e l único f i n de d e l i m i t a r mejor: l o que s i n duda puede r e d u c i r es este tema o esta manera de t r a -t a r l o , Pero c u i d a d o . . . eso no es h i s -t o r i a " . Bloch con-tinua "¿Somos, pues, ( l o s h i s t o r i a d o r e s ) veedores de los tiempos antiguos para c o d i f i c a r las tareas permitidas a las gentes del o f i c i o , y , para reservar el e j e r c i c i o de esas tareas a nues-t r o s maesnues-tros panues-tennues-tados como los f í s i c o s y los químicos que son más d i s c r e t o s : que yo sepa jamás se les ha v i s t o q u e r e l l a r se sobre los derechos respectivos de l a F í s i c a , de la Química, de l a Química- F í s i c a o de l a Física-Química". (8)

Y para c o n c l u i r l a aportación de Bloch señalaremos este o t r o p á r r a f o de su mismo l i b r o "No es menos c i e r t o que f r e n t e a l a inmensa y confusa r e a l i d a d , el h i s t o r i a d o r se ve necésa-, riamente obligado a señalar el punto p a r t i c u l a r de a p l i c a c i ó n

(8) Marc Bloch. Op. Cit.

de sus ú t i l e s ; en consecuencia, al hacer en e l l a una e l e c c i ó n , evidentemente no será l a misma que, por ejemplo, la del bió-logo ya que será propiamente una e l e c c i ó n del h i s t o r i a d o r . Este es un a u t é n t i c o problema de acción.

•8. EL LUGAR DE LA HISTORIA EN RELACION A LAS DEMÍS CIENCIAS SOCIALES.- Existe una a c t i t u d muy p e c u l i a r entre los es-p e c i a l i s t a s de las Ciencias Sociales d i f e r e n t e s a l a h i s t o r i a , ésta a c t i t u d es l a de d i s t a n c i a r s e de e l l a . Los economistas, los s o c i o l o g o s , los antropologos e t c . se e s p e c i a l i z a n t a n t o que consideran a l a h i s t o r i a como una c i e n c i a aparte y extraña

a la de e l l o s , pero s i bien es c i e r t o que son materias con pro cedimientos d i f e r e n t e s , también es c i e r t o que la h i s t o r i a en s í , (no l a t r a d i c i o n a l ) es una c i e n c i a que apoya fundamental-mente a las o t r a s c i e n c i a s .

Todas las ciencias s o c i a l e s , requieren de una e s t r u c t u r a y procedimiento h i s t ó r i c o para c o n t i n u a r con sus i n v e s t i g a c i o -nes y para l o g r a r sus f i n e s .

La economía, la s o c i o l o g í a , l a a n t r o p o l o g í a , e t c , requie-ren de una " c i e r t a h i s t o r i a " que les permita formular compara-ciones e s t a d í s t i c a s , y de procedimiento que solo con una es-t r u c es-t u r a h i s es-t ó r i c a se puede l o g r a r . De eses-te modo nos aes-treve- atreve-mos a a f i r m a r que el l u g a r de l a h i s t o r i a en r e l a c i ó n a las

demás c i e n c i a s sociales es fundamental o l o que es más dentro de las Ciencias Humanas, debe de e x i s t i r o e x i s t e t a l concate-nación entre sus estudios que s i son indispensables unas a otras de manera t a l que no es posible a f i r m a r que pueda e x i s t i r una sola de e l l a s i n d i v i d u a l m e n t e , s i n tener contacto o r e l a -ción con o t r a s .

La H i s t o r i a e s t r i c t a m e n t e considerada no solo es narración de hechos humanos con r e l a c i ó n a una n a c i ó n , s i n o también des-c r i p des-c i ó n de des-c u a l q u i e r prodes-cedimiento de i n v e s t i g a des-c i ó n s o des-c i a l , económica, matemática, e t c .

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9. TEORIA DE LA HISTORIA COMO FUNDAMENTO METODOLÓGICO DE LAS CIENCIAS SOCIALES. Como ya señalamos Teoría de l a H i s t o -r i a , es e l e s t u d i o del p-roceso h i s t ó -r i c o como t a l , a t-ravés de una comprensión estructurada de los acontecimientos. Es d e c i r no e s t u d i a los hechos h i s t ó r i c o s como una narración del pasa-do, sino como una verdadera r e l a c i ó n de causa e f e c t o . Teoría de l a H i s t o r i a es el verdadero proceso c i e n t í f i c o de l a h i s t o -r i a.

La c o n d i c i ó n y l a c a l i d a d de-las h i p ó t e s i s que se replantean como l e y e s , por e l h i s t o r i a d o r en e l proceso de su i n v e s t i g a c i ó n , son s i m i l a r e s a las h i p ó t e s i s de c u a l q u i e r c i e n t í f i -co en sus i n v e s t i g a c i o n e s . Los resultados en Teoría de l a His-t o r i a , son d i f e r e n His-t e s a las demás c i e n c i a s s o c i a l e s , en cuanHis-to que en a q u e l l a cambian necesariamente, los l u g a r e s , las perso ñas, e l tiempo y probablemente algunos hechos; pero los r e s u l -tados o b j e t i v o s socialmente son s i m i l a r e s en cuanto a proceso y f i n . Las h i p ó t e s i s plantean las causas (causalismo) por l o que se presupone, determinado d e s a r r o l l o y r e s u l t a d o ; ES d e c i r en l a misma c a l i d a d y condición de los hechos s o c i a l e s deben obtener e l mismo r e s u l t a d o f i n a l .

Ahora b i e n metodológicamente l a H i s t o r i a t i e n e siempre su proceso, es d e c i r para l l e g a r a conocer el pasado es necesario i n v e s t i g a r y para i n v e s t i g a r e x i s t e una s e r i e de pasos muy de-f i n i d o s ( l o s estudiaremos con detenimiento más adelante) los cuales no importa como los llame cada a u t o r , el proceso en s i siempre será e l mismo.

Metodológicamente l a Teoría de l a H i s t o r i a fundamenta e l proceso de las o t r a s ciencias s o c i a l e s , simple y sencillamente porque en cada una de e l l a s para l l e g a r a obtener un resultado c l a r o de sus h i p ó t e s i s deberán emplear un proceso de i n v e s t i g a -c i ó n en e l que ne-cesariamente se hara una d i s t i n -c i ó n de he-chos " h i s t ó r i c o s y no h i s t ó r i c o s " dentro de cada c i e n c i a y además r e a l i z a r á cada c i e r i t f f i c o una "CAJXÍCCL úitoAna y otAa ¿xteAna" de cada- s i t u a c i ó n , a s í como una i n t e r p r e t a c i ó n documental de cada hecho, a s í .como una secuenciación de su a u t e n t i c i d a d , para a l f i n a l t e r m i n a r con una "Construcción H i s t ó r i c a " d e s c r i p t i v a de cada experimento c i e n t í f i c o que l a haya brindado un r e s u l t a

-do o b j e t i v o en su i n v e s t i g a c i ó n .

Aquí r e s u l t a r í a d i f í c i l señalar cual c i e n c i a fue primero s i l a h i s t o r i a o c u a l q u i e r o t r a de las s o c i a l e s , l o que s i po demos a f i r m a r es que metodológicamente en su i n v e s t i g a c i ó n la H i s t o r i a y las Ciencias S o c i a l e s , pueden ser a u x i l i a d a s por el mismo Método de I n v e s t i g a c i ó n C i e n t í f i c a .

l o . FUNCIÓN DEL HISTORIADOR. La función p r i n c i p a l del h i s t o -r i a d o -r hab-rá de c o n s i s t i -r , básicamente, en obtene-r los datos h i s t ó r i c o s que l e p e r m i t i r á n e s t u d i a r un acontecimiento deter minado y después procecer al a n á l i s i s y evaluación de estos d a t o s , con la f i n a l i d a d de proporcionar a la humanidad un cono cimiento c e r t e r o y f i d e d i g n o sobre los acontecimientos estudia dos.

Para c u a l q u i e r lado que veamos, encontraremos que la mayo r í a de las c i e n c i a s t r a b a j a n observando directamente el objeto de su e s t u d i o , o a veces, hasta reproduciéndolo, en condicio-nes c o n t r o l a d a s , por medio del experimento. La h i s t o r i a no cuenta con esas f a c i l i d a d e s ¿Cómo r e p r o d u c i r en un l a b o r a t o r i o los acontecimientos del pasado?

Solo el h i s t o r i a d o r dedicado a .los acontecimientos de su propio tiempo podría basarse en la observación d i r e c t a o de primera mano; pero aquí nos encontramos con que el espacio de tiempo observado es muy reducido; y por o t r o lado todo depen-derá en gran parte de l a información que reciba de otras per-sonas, quedándose totalmente vedado el experimento, porque después de todo ¿Cómo hacerlo? El h i s t o r i a d o r cuando mucho podrá observar otros acontecimientos, muy semejantes, p a r e c i -dos, pero nunca iguales a los que quiere observar para compren d e r l o s , a lo más podrá hacer una simulación t e ó r i c a .

Ahora b i e n , ¿cómo obtiene el h i s t o r i a d o r su conocimiento. A excepción de contadas ocasiones el conocimiento h i s t ó r i c o

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querrá l o s e r í a n las armas que en e l l a se u t i l i z a r o n . Existen o t r a s como l o s documentos, los t e s t i m o n i o s , e t c .

Las fuentes son myy variadas y todas e l l a s podrán propor-c i o n a r a l h i s t o r i a d o r importantes d a t o s , ya que todo produpropor-cto de l a a c t i v i d a d humana, correctamente i n t e r p r e t a d o , nos dice algo acerca de l a e x i s t e n c i a y de las p a r t i c u l a r i d a d e s de ésta y de sus autores. Por ejemplo e l encontrar restos de un esque

l e t o hunano, no sólo i n d i c a que en ese lugar e x i s t i e r o n hom-bres en e l pasado, s i n o que haciendo estudios sobre e l l o s , nos puede señalar l a época de su e x i s t e n c i a y la p o s i b l e r e l a c i ó n con algún grupo o raza humana.

i

Una p a r t e muy importante de l a labor del h i s t o r i a d o r es l a tocatizacÁ-ón, que algunas veces no será nada f á c i l , de las fuentes h i s t ó r i c a s . Para e s t o , como para l a evaluación de las fuentes y los d a t e s , e l i n v e s t i g a d o r no deberá o l v i d a r nunca, que l a h i s t o r i a es una de las c i e n c i a s sociales y que se en-cuentra estrechamente l i g a d a a todas e l l a s , además de también 4 ' e s t a r l o con muchas de las n a t u r a l e s .

Las c i e n c i a s , se apoyan mutuamente unas y o t r a s , f a c i l i -tando e l hallazgo y comprensión de sus datos y problemas. La t é c n i c a será también indudablemente una de sus herramientas. El examen de l o s instrumentos que el hombre u t i l i z a para actuar sobre l a n a t u r a l e z a , o también para r e l a c i o n a r s e con sus seme-j a n t e s forma p a r t e medular de l a t é c n i c a . La enorme importan-c i a de estos elementos, es e v i d e n t e , ya que e l l o s determinan, en gran p a r t e , l a forma de vida de los hombres y su capacidad por i n t e r v e n i r en e l medio ambiente.

Sobre algunos recursos en p a r t i c u l a r ( f u e n t e s , ciencias a u x i l i a r e s y demás) que e l h i s t o r i a d o r u t i l i z a en su l a b o r , hablaremos más adelante.

11- OBTENCION Y ANALISIS DE LOS DATOS HISTORICOS.- La o b t e n

-c i ó n de los datos h i s t ó r i -c o s , ya sean en forma d i r e -c t a o -con a u x i l i o de las c i e n c i a s , es fundamentalmente e> primer paso d e l i n v e s t i g a d o r en su obra. El a n á l i s i s , destinado a compro-bar l a a u t e n t i c i d a d y comprensión de los d a t o s , será s i n lugar a dudas su segundo paso.

De primera i n s t a n c i a parecerá que los datos de mayor ere d i b i l i d a d son aquellos que provienen de iuenteA Intencionada*, sobre todo cuando se basan en observaciones personales de los r e l a t o r e s . Sin embargo, debe c o n f i a r s e , ya que es bien sabi -do que'varios t e s t i g o s de un mismo suceso, aunque no tengan ningún i n t e r é s d e f i n i d o en é s t e , suelen dar versiones contra-d i c t o r i a s contra-de é l ; por lo cual no hay por que suponer mayor ca-pacidad de observadores de sucesos h i s t ó r i c o s . Puede suceder también por ejemplo en las cAónlca* y demás formas de informa-ción que l a verdad sea d i s t o r s i o n a d a por el deseo del autor de r e n d i r un homenaje a algún d i r i g e n t e o ensalzar alguna acción en concreto.

Por o t r o l a d o , los datos de origen ¿neonaciente, so n cier-tamente, más d i f í c i l e s de i n t e r p r e t a r , pero suelen estar me-nos deformados. Los utensilio* o keAJiamienta* no tienden a informar en p a r t i c u l a r nada a nadie, pero mucho revelan al observador i n t e l i g e n t e y preparado acerca de l a forma de vida de quienes construyeron y u t i l i z a r o n esos a r t e f a c t o s . Hay m ú l t i p l e s métodos que u t i l i z a l a i n v e s t i g a c i ó n moderna para determinar el grado de confianza que se puede t e n e r , uno sería el e l i m i n a r las apreciaciones s u b j e t i v a s del autor de l a inves t i g a c i ó n evaluando correctamente a sangre {nZa por métodos c i e n t í f i c o s .

En cuanto a los documento6 el h i s t o r i a d o r deberá antes que nada comprobar su autenticidad, valiéndose para e l l o de métodos y técnicas c i e n t í f i c a s . Otro aspecto a considerar s e r í a que algunos de los términos o acepciones cambian con el tiempo y lugar (en la d i f e r e n c i a de c u l t u r a s ) debiendo tam-bién cuidarse su e s t u d i o .

El i n v e s t i g a d o r debe tomar en cuenta, por una parte los elementos exactos y f i j a r s e en el contexto del período. En todo caso deberá preguntarse s i es real el conocimiento estu-d i a estu-d o , o s i habrá estu-de estu-desecharlo, t o t a l o parcialmente.

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l u la útieApfi&tacrLón. Hemos señalado hasta aquí que el -h i s t o r i a d o r deberá primeramente encontrar los datos y seguida-mente comprobar su a u t e n t i c i d a d , pero esto no l o es todo ya que un buen i n v e s t i g a d o r , buscará la forma de e x p l i c a r l o s , de i n t e r p r e t a r l o s , y de establecer su r e l a c i ó n de causa-efecto. Para e l l o t i e n e que a n a l i z a r los hechos, ver cuales son sus componentes fundamentales y v o l v e r l o s a s i n t e t i z a r ; de esta fonna a través de una a c t i v i d a d d i a l é c t i c a , l o g r a r á encontrar las relaciones causales y podrá suponer leyes de la evolución h i s t ó r i c a , leyes cuya formulación'deberá c o n f r o n t a r con l a p r á c t i c a , con los acontecimientos r e a l e s , para c o n f i r m a r l a , desecharla o m o d i f i c a r l a .

Uno de los primeros problemas que se presentarán será s i n duda el saber s i todos los elementos o datos de i n v e s t i g a c i ó n con que cuenta son todos de i g u a l v a l o r o no. Es bien conocido y a , que no toconocidos los h i s t o r i a d o r e s piensan i g u a l de d e t e r -minados personajes o hechos, por l o cual para algunos l a impor

t a n c i a es d i f e r e n t e a l a de los o t r o s investigadores según sea su forma de pensar, p e r o , l a evaluación de los datos t i e n e que corresponder a una v i s i ó n de c o n j u n t o , como resultado de cono-cimientos p r e v i o s , correctamente evaluados e i n t e r p r e t a d o s .

12. IMPARCIALIDAD DEL HISTORIADOR. Se ha señalado, con algu na f r e c u e n c i a , que la h i s t o r i a l a escriben los grupos que se encuentran en el poder (en c u a l q u i e r época y c u a l q u i e r l u g a r ) , s i esto es c i e r t o , también l o e s , que no c o n s t i t u y e una defen-sa o acudefen-sación de persona alguna. El h i s t o r i a d o r no debe ni nrotonrio r o n a r H r plogins o rpnroches. simplemente busca com-prender al hombre en su época y l u g a r , lo cual permite recupe-r a recupe-r valorecupe-res c u l t u recupe-r a l e s del pasado.

La obra h i s t ó r i c a no j u s t i f i c a a nada ni a nadie, e l hi -t o r i a d o r no debe evaluar o i n s i s -t i r sobre si de -t a l o cual hecho se deduce c u l p a b i l i d a d o inocencia. Es importante que l a persona que se dedique a la i n v e s t i g a c i ó n h i s t ó r i c a sea impa/uUaí, cualidad necesaria al e m i t i r j u i c i o s sobre todo en cuanto a h i s t o r i a se r e f i e r e , ya que el hecho de seleccionar

los acontecimientos que deben e s t u d i a r s e , p r e f i r i e n d o unos y desechando o t r o s , es función s u b j e t i v a de la persona ( h i s t o r i a dor) y del medio s o c i a l en que se desenvuelve. Un h i s t o r i a d o r s e r i o deberá primeramente ser i m p a r c i a l , evitando los p r e j u i -c i o s , l a morda-cidad y l a inven-ción de -c i r -c u n s t a n -c i a s ajenas al hecho h i s t ó r i c o .

Concretando, l a <ijnpaJicÁa£ídad del h i s t o r i a d o r radica en que no s a c r i f i c a l a j u s t i c i a a consideraciones personales. Es d e c i r , debe ser j u s t o y o b j e t i v o en sus apreciaciones, s i n tener predi l e c c i ó n en favor o en contra de una persona o cosa.

Cuando los acontecimientos narrados sean realizados en tiempo más o menos presente o contemporáneo es algo n a t u r a l que quién los d e s c r i b a , tenga una p a r t i c i p a c i ó n o i n t e r é s , dándole determinado enfoque, que por la pasión de su posición

no l e permite objetivamente ver desde fuera y de una manera imparcial todos los elementos de j u i c i o que p a r t i c i p a n en e l suceso h i s t ó r i c o .

Así por ejemplo, s i un m i l i t a r o ciudadano contemporánea-mente ha p a r t i c i p a d o en lo personal o en l o f a m i l i a r en l a observación de un hecho h i s t ó r i c o como una b a t a l l a , l a d e s c r i p -ción de e l l a haga, e l t i n t e o "sabor" que l e ponga será indu-dablemente f r u t o de su pasión. Es l ó g i c o que s i la b a t a l l a fue ganada por su e j é r c i t o , la manera de e n f o c a r l a será una y si la pierde será o t r a , y no t a n t o por d e s c r i b i r la v i c t o r i a o l a d e r r o t a , sino su punto de v i s t a sobre l o j u s t o de haber ga-nado o en su caso l o i n j u s t o de haber perdido.

En el caso a n t e r i o r , s i e l h i s t o r i a d o r fuera un m i l i t a r de grado menor que q u i s i e r a asegurar sus ascensos o su posi-ción probablemente ensalsaría en t a l forma la imagen del coman dante, que buscaría consciente o inconscientemente agradarle

para buscar sus favores o apoyo.

Sin duda alguna, este h i s t o r i a d o r s e r í a p a r c i a l en su j u i c i ó , por agregar aspectos personales s u b j e t i v o s , que no e x i s -t i e r a n o nada -tenían que ver con el acon-tecimien-to.

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La exigencia de i m p a r c i a l i d a d al s e l e c c i o n a r los datos y fuentes de i n f o r m a c i ó n , t a n t o como cuando debe e s c r i b i r s e l a h i s t o r i a , es un elemento esencial e i n s u s t i t u i b l e en todo h i s -t o r i a d o r . Es-to s i g n i f i c a que debe ser j u s -t o y honrado i n -t e l e c tualmente. Pero supongamos que no fuera a s í , imaginen uste-des, s i los investigadores en vez de señalar hechos verdade-r o s , foverdade-rmulaverdade-ran c i verdade-r c u n s t a n c i a s y verdade-relaciones que nada t u v i e verdade-r a n que ver con el suceso h i s t ó r i c o . De ser a s í , qué sabríamos ahora, "un gran montón de mentiras" (por l l a m a r l e de alguna manera) hundiendo a l a humanidad en un una inmensa confusión.

Piensen ustedes s i el descubridor de l a p e n i c i l i n a , al momento de d e s c r i b i r la h i s t o r i a de su h a l l a z g o , exagerando señala com ponentes d i f e r e n t e s , a f i n de sólo él conocer los elementos i n t e g r a n t e s y nadie más la pueda r e a l i z a r . ¿No s e r í a esto una f a l t a de honradez ante l a humanidad? Claro que s í .

Ser i m p a r c i a l en la h i s t o r i a es tan importante como e l contenido de todas las c i e n c i a s .

"Sea cual sea su buena v o l u n t a d , es tan sólo un i n d i v i d u o (el h i s t o r i a d o r ) entre la masa de los demás, y su o p i n i ó n personal carece realmente de importancia. El autor no debe adoptar una a c t i t u d dogmática. I n d i g n a r í a a todos con su sufi_ c i e n c i a y de este modo s a c r i f i c a r í a i n ú t i l m e n t e su tarea esen-c i a l que es e x p l i esen-c a r " .

La obra del i n v e s t i g a d o r , sólo debe pretender comprender a l hombre en su época, medio y c i r c u n s t a n c i a s .

El h i s t o r i a d o r debe procurar t r a n s m i t i r su saber a l a hu-manidad, escribiendo de una forma c l a r a el conocimiento del

pasado en l a c u l t u r a de l a sociedad.

13- CUALIDADES LITERARIAS DEL HISTORIADOR. Desde e l p u n t o de

v i s t a l i t e r a r i o , l a h i s t o r i a propiamente d i c h a , también debe ser una obra de a r t e . Tratándose en efecto de hacer r e v i v i r e l pasado, esto supone en el h i s t o r i a d o r los dones combinados del e s c r i t o r , del p i n t o r , del psicólogo y del poeta. La imagi^ nación p o é t i c a , sobre todo l a que da v i d a a los hechos y perso najes del pasado,es un precioso e indispensable a u x i l i a r del

h i s t o r i a d o r . Sólo e l l a permite e l t r a b a j o de reconstrucción del devenir humano, s o c i a l y e s p i r i t u a l a l mismo tiempo, que incumbe al h i s t o r i a d o r .

En conc.wiun e l h i s t o r i a d o r es un ser como c u a l q u i e r -o t r -o , que p a r t i c i p a de l a h i s t -o r i a , a l a vez que l a -observa.

E& un elemento más de ese d e s f i l e de hechos y aconteceres de I» h i s t o r i a , y su punto de v i s t a depende del l u g a r donde se encuentra a l momento de observar. Cuenta con diversas fuer tes de información las cuales deberá en todo momento de preci-s a r , epreci-s d e c i r , v e r i f i c a r preci-s i preci-su información epreci-s d i r e c t a o de preci- se-gunda mano. Ahora, siempre que i n i c i e su t r a b a j o , deberá como primer paso hacer l a recopi1 a c i ó nid e datos y enseguida v e r i -f i c a r su a u t e n t i c i d a d ; aún y cuando e l hecho de un documento sea a u t é n t i c o no s i g n i f i c a que su contenido l o sea. Lo ante-r i o ante-r poante-rque podante-rá encontante-raante-r duante-rante sus i n v e s t i g a c i o n e s que algurtos autores desearon alguna vez i n f l u i r subjetivamente en

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CAPITULO 2 .

CONCEPCIONES SOBRE LA HISTORIA A TRAVES DE LOS

GRANDES PERIODOS.

INTRODUCCIÓN. En una acepción amplia, h i s t o r i a i m p l i ca la idea de " p r o g r e s o " , como l a que queda c i r c u n s c r i t a al estudio de los entes estrictamente " c u l t u r a l e s " en su doble v e r t i e n t e o b j e t i v a y s u b j e t i v a . J. Huizinga la d e f i n e en los s i g u i e n t e s términos: " H i s t o r i a es l a forma e s p i r i t u a l en que una c u l t u r a r i n d e cuentas de su pasado".

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kutotÁo-g r a c i a en e l mundo kutotÁo-griekutotÁo-go y romano. E l l o se debe a que, en l a producción h i s t o r i o g r á f i c a de l a antigüedad c l á s i c a , apa-r e c i ó poapa-r papa-rimeapa-ra vez un esfueapa-rzo de v e apa-r o s i m i l i t u d .

Herodoto, T u c í d i d e s , P o l i b i o , T i t o L i v i o y T á c i t o forra-ron problemas concretos de l a sociedad griega y romana, y aun que en su obra i n c l u y e r o n elementos m i t o l ó g i c o s y f a b u l o s o s , generalmente los presentaron como procedentes de o t r a s personas y los impugnaron abiertamente. En consecuencia, l a i n -t e r v e n c i ó n d i v i n a había desaparecido y se buscaba a nivel -humano una comprensión de estos acontecimientos. Al mismo tiempo rechazaban l a h i s t o r i a concebida como poesía o novela e i n t r o d u j e r o n e l rigor científico mediante l a comparación de las f u e n t e s , el encuadramiento geográfico y el e s t a b l e c i m i e n -to de l a c r o n o l o g í a , con l o que sentaron las bases de l a eru-d i c i ó n moeru-derna.

Otro f a c t o r c a r a c t e r í s t i c o de l a h i s t o r i o g r a f í a antigua fué su pragmatismo; la h i s t o r i a t e n í a como f i n a l i d a d p r i n c i -pal educar y e j e m p l a r i z a r , dado que se p a r t í a de l a concep-ción cíclica de l a h i s t o r i a , es d e c i r , del constante r e t o r n o de las v i c i s i t u d e s humanas.

2. CONCEPCIÓN TEOLÓGICA. En l a h iSt o r i o g r a f í a medieval de-sapareció el e s p í r i t u c r í t i c o , pues se admitieron s i n ningún reparo como verdaderos hechos f a n t á s t i c o s y m i t o l ó g i c o s ; se abandonó el encuadramiento de los acontecimientos narrados en un espacio y un tiempo bien d e f i n i d o s y se d e b i l i t ó l a i n d i v i d u a l i z a c i ó n de los personajes. Las producciones mas c a r a c t e -r í s t i c a s fue-ron l a crónica, simple acumulación de datos ano-tados cronológicamente s i n ningún nexo i d e o l ó g i c o , l a hagio-grafía y las historias universales, que abarcaban desde l a a p a r i c i ó n del hombre hasta el advenimiento del c r i s t i a n i s m o ; Su a p o r t a c i ó n más importante fue l a concepción providenciales ta de l a h i s t o r i a expuesta en forma s i s t e m á t i c a por San Agus-t í n .

Según San A g u s t í n , l a causa ú l t i m a de l a h i s t o r i a es l a Providencia, que guía y dispone el curso de los acontecimien-t o s , acontecimien-t a n acontecimien-t o los favorables como los desfavorables, con l a f i n a

l i d a d de que s i r v a n de e x p e r i e n c i a y preparen e l advenimiento de l a verdad, es d e c i r , del r e i n o de Dios. Esta concepción aportó un elemento de r a c i o n a l i d a d i m p o r t a n t e , pues p e r m i t i ó

superar, el azar y l a f o r t u n a , c a r a c t e r í s t i c o s de l a h i s t o -r i o g -r a f í a c l á s i c a , y f a v o -r e c i ó l a a p a -r i c i ó n de l a h i s t o -r i a entendida como progreso.

3. CONCEPCIÓN RACIONALISTA. A l término d@ l a Edad Media se i n i c i ó un proceso de s e c u l a r i z a c i ó n que tanbién tuvo sus maní festaciones a n i v e l h i s t o r i o g r á f i c o . La concepción teológica quedó relegada a un segundo plano y los acontecimientos huma-nos pasaron al primero.

Con el Renacimiento los elementos m i t o l ó g i c o s y sobrena-t u r a l e s fueron descarsobrena-tados d e f i n i sobrena-t i v a m e n sobrena-t e , y con el descubrí miento de los autores c l á s i c o s se recuperaron las exigencias

c r í t i c a s . Esto f a v o r e c i ó l a a p a r i c i ó n , todavía muy p r i m i t i v a , de l a e r u d i c i ó n ; l a arqueología, l a numismática y l a c r í t i c a de t e x t o s d i e r o n sus primeros pasos durante e l s i g l o XVI. Las historias universales, que t a n t o se habían d i f u n d i d o en l a Edad Media, fueron s u s t i t u i d a s por l a h i s t o r i a p a r t i c u l a r de un país o por l a h i s t o r i a concreta de un aspecto del

espí-r i t u humano.

El humanismo r e n a c e n t i s t a , con su i n t e n t o de r e t o r n a r a la antigüedad c l á s i c a , s u s t i t u y ó a Dios como causa última de los acontecimientos por la voluntad y los intereses de los i n

d i v i d u o s , analizados aisladamente.

La v i r t u d , el ingenio de los i n d i v i d u o s , era l a clave -p r i n c i -p a l que e x -p l i c a b a , según Maquiavelo y G u i c c i a r d i n i , exponentes máximos de la h i s t o r i o g r a f í a r e n a c e n t i s t a , los p r i n -cipales acontecimientos de la humanidad. Con l a h i s t o r i a pragmática, defendida por estos a u t o r e s , r e s u c i t ó asimismo Ta i n t e r v e n c i ó n del azar y la f o r t u n a y l a concepción cíclica. La h i s t o r i a , según l a concepción r e n a c e n t i s t a , debía s e r v i r para dar a conocer los fenómenos p a r t i c u l a r e s que i l u s t r a r a n la actuación del hombre y l e p e r m i t i e r a n alcanzar l a f e l i c i

-dad. • Desde mediados del s i g l o XVII la oposición a algunas f o r

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ca-r á c t e ca-r sagca-rado que había t e n i d o , y l a c ca-r í t i c a h i s t ó ca-r i c a ca-recha zó t a n t o las fábulas y f a l s i f i c a c i o n e s medievales como las de los h i s t o r i a d o r e s antiguos. Con los progresos de la erudición y e l auiaento de documentos y n o t i c i a s se d e s a r r o l l ó una aguda c r í t i c a sobre su v a l o r y se crearon Tas bases c i e n t í f i c a s de l a s c i e n c i a s auxíttaAes. Sin embargo su preocupación p r i n c i -pal g i r ó en t o r n o a Tos problemas de Ta causalidad h i s t ó r i c a .

Bousset, aunque s i g u i ó aceptando l a t e o r í a providencia-l i s t a , concedió un importante papeprovidencia-l a providencia-l a actuación humana. Vico formuló en Scíenza Hueva (1725) los p r i n c i p i o s del desa-r desa-r o l l o de l a humanidad debido a sus pdesa-ropias necesidades. V o l t a i r e , Condorcet y Montesquieu rechazaron el p r i n c i p i o r e -n a c e -n t i s t a de que l a causa u l t i m a de la h i s t o r i a se e-nco-ntra- encontra-ba en la actuación i n d i v i d u a l y se esforzaron en l a búsqueda de leyes y causas generales que pudieran e x p l i c a r l a . La

f u n c i ó n del h i s t o r i a d o r , no podía s e r , en consecuencia, la simple acumulación de d a t o s , sino que debía i n c l u i r también, y p r i n c i p a l m e n t e , un esfuerzo para a n a l i z a r internamente los acontecimientos y para d e s c u b r i r la naturaleza del pasado me-d i a n t e e l e s t u me-d i o me-de aquellos fenómenos más generales y u n i f o r

raes. —

La f i n a l i d a d p r i n c i p a l de la h i s t o r i a debía ser l a de educar y e j e m p l a r i z a r , primero a los soberanos y después al res t o de l a sociedad. Junto con el pragmatismo reapareció de nue" vo e l concepto de progreso. Con el t r i u n f o de los p r i n c i p i o s " de l a Revolución francesa y l a consolidación de los Estados n a c i o n a l e s , las t e o r í a s h i s t ó r i c a s de Ta I l u s t r a c i ó n fueron s u s t i t u i d a s progresivamente.

Frente a los postulados r a c i o n a l i s t a s del s i g l o X V I I I , i n teresados exclusivamente por los hechos más generales y u n i f o r mes, l a h i s t o r i o g r a f í a de l a primera mitad del s i g l o XIX se ~~ e s f o r z ó en r e i n v i n d i c a r aquellos fenómenos mas completos y par t i c u l a r e s que habían i n t e r v e n i d o en la formación de los Esta-dos n a c i o n a l e s . Entre sus formulaciones más fecundas está l a del doAíVCialZo há tónico, l o que i m p l i c ó concebir l a h i s t o r i a como una e v o l u c i ó n necesaria. El h i s t o r i a d o r se i n t e r e s a tan-t o por l a antan-tigüedad como por l a Edad Media o . e l Renacimientan-to. Al mismo tiempo que rechazó d e f i n i t i v a m e n t e la h i s t o r i a prag-mática como maestra de l a vida y se pusieron los cimientos de

una concepción científica de l a h i s t o r i a . Por primera vez se produjo una f u s i ó n entre e r u d i c i ó n y pensamiento h i s t ó r i c o .

Mommsen, T h i e r r y y Fustel de Coulanges supieron aprove-char las importantes producciones e r u d i t a s de los s i g l o s XVII y X V I I I y basándose en estas fuentes trazaron a n á l i s i s h i s t ó

-ricos mucho más profundos. En consecuencia, las ciencias au-x i l i a r e s mejoraron sus métodos de t r a b a j o , se i n i c i ó la p u b l i cación de nuevas colecciones documentales y se perfeccionaron las exigencias del t r a b a j o e r u d i t o . La d i v i s i ó n por especial i d a d e s , una mayor i n d i v i d u a especial i z a c i ó n de especialos personajes h i s t ó -r i c o s , estudiados en íntima -r e l a c i ó n con su medio h i s t ó -r i c o , los primeros esfuerzos para v i n c u l a r orgánicamente las d i v e r -sas r e a l i z a c i o n e s humanas, datan también de este período.

Asimismo durante l a ¿poca Momdntica a d q u i r i ó un e x t r a o r -d i n a r i o -d e s a r r o l l o l a {filosofía de la historia, en pugna con los e r u d i t o s y los h i s t o r i a d o r e s . La gran problemática que inaugura l a f i l o s o f í a de l a h i s t o r i a en l a Edad Moderna es la de l a r e l a c i ó n hombre-naturaleza.

Hegel señala el cambio profundo de perspectiva y abre cauce a las líneas de o r i e n t a c i ó n f u t u r a s : una nueva concep-ción de l a r e l a c i ó n hombre-naturaleza se abre camino, a la par que una nueva consideración del hombre en cuanto ser h i s t ó r i -co.

Hegel (En las Vori esungen über d i e Philosophie der Geschichte) combate la d i s t i n c i ó n de Rousseau entre 'es-tado n a t u r a l ' y ' e s t a d o s o c i a l ' del hombre, d e f i n e al hombre como h i s t ó r i c o , ( é l es l o que es por un proceso de a d q u i s i c i o -nes; sólo su devenir es su e s e n c i a ) ; h i s t o r i a equivale a desja r r o l l o racional de l a humanidad. Pero Hegel sigue aferrado a la c o n t r a p o s i c i ó n hombre-naturaleza, que l e conduce a l a dis^ t i n c i ó n e n t r e " c i e n c i a s del hombre" y " c i e n c i a s de l a natura-l e z a " . Esta d i s t i n c i ó n será recogida por Winatura-lhenatura-lm D i natura-l t h e y , quién d i l u c i d a r á sus causas: h i s t o r i a i m p l i c a e v o l u c i ó n ,

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4. CONCEPCIÓN MATERIALISTA. La concepción hegeliana de l a h i s t o r i a i n f l u y e decisivamente en Karl Marx, quien no obstan-t e , l a formula con mayor c l a r i d a d e i n obstan-t e n obstan-t a , a obstan-través del;maobstan-te rlalismo dlalícllco, u n i f i c a r naturaleza y hombre. Marx se opone al idealismo hegeliano: l a conciencia autónoma no es e l o r i g e n , e l motor de l a h i s t o r i a ; s ó l o l o r e a l es fundamento, c o n d i c i ó n de p o s i b i l i d a d de l a h i s t o r i a . En l a r e l a c i ó n d i a

-l é c t i c a e inmediata de -l o rea-l descansa e-l materia-lismo h i s t ó r i c o ( l a h i s t o r i a como s í n t e s i s de las relaciones b á s i c a s ) , que, a su v e z , es condición necesaria del materialismo d i a l é c t i c o .

Sobre l a base del hecho h i s t ó r i c o p r i m a r i o son e x p l i c a -bles las relaciones que l o c o n s t i t u y e n :

1) La necesidad ( s u j e t o ) y su ó cutió ¿acción ( o b j e t o o na t u r a l e z a ) .

2) El trabajo (mediación con la que, una vez lograda l a s a t i s f a c c i ó n de l a necesidad primera, nacen nuevas necesida-d e s ) ,

3) La familia (primera r e l a c i ó n s o c i a l ) .

4) Las relaciones sociales ("manera s o c i a l en que se rea l i z a l a mediación del t r a b a j o " ) .

5) La Interacción entre las fuerzas de producción ( t r a b a j o ) y las.relaciones sociales.

6) La conciencia como producto social (no separada de l a n a t u r a l e z a ) .

7) El lenguaje ( m a t e r i a l e i n s t r u m e n t a l ) .

Las relaciones de producción c o n s t i t u y e n l a base que ge-nera y s o s t i e n e l a superestructura. La misma conciencia v i e -ne determinada por su ser s o c i a l , es una s u p e r e s t r u c t u r a .

Entre base y s u p e r e s t r u c t u r a se establece una r e l a c i ó n d i a l é c t i c a : l o s . productos de l a conciencia ( i d e o l o g í a s o ins t i t u c i o n e s ) actúan, a su vez sobre las i n f r a e s t r u c t u r a s .

Las relaciones del hombre con e l producto de su t r a b a j o o con su medio son el fundamento de l a a l i e n a c i ó n , y de l a d i v i s i ó n de l a sociedad en c l a s e s , una de las cuales domina en un momento determinado; e l motor de l a h i s t o r i a es la lucha de clases.

La concepción marxista de l a h i s t o r i a descansa sobre un optimismo humanista, que t i e n e sus orígenes en las f i l o s o f í a s de los s i g l o s XVIII y XIX; l a h i s t o r i a es un progreso h a c i a1 t o t a l r e a l i z a c i ó n de l o humano.

La h i s t o r i o g r a f í a europea de l a segunda mitad del s i g l o XIX se v i ó dominada por las teorías positivistas, según las cuales e l h i s t o r i a d o r debía preocuparse de r e p r o d u c i r l a

rea-l i d a d , de mostrar "cómo sucedieron exactamente rea-las cosas", según formuló Rar.ke, su representante más c a r a c t e r í s t i c o . Debía e v i t a r s e l a i n t e r v e n c i ó n del pensamiento, de l a i n t e r -p r e t a c i ó n , -pues en caso c o n t r a r i o se m i s t i f i c a r í a l a r e a l i d a d que se quería e s t u d i a r . La verdad solo podía conseguirse me-diante un a n á l i s i s de las fuentes y l a c r í t i c a de los t e x t o s .

Al f a l t a r l e una t e o r í a capaz de i n t e g r a r los aconteci-mientos a i s l a d o s , l a concepción p o s i t i v i s t a de la h i s t o r i a , aunque perfeccionó los medios de i n v e s t i g a c i ó n , transformó lo que era un medio- el t r a b a j o e r u d i t o - en un f i n , y , en d e f i n i t i v a , negó l a r a c i o n a l i d a d de la evolución h i s t ó r i c a .

5. CRITICA Y CONCEPCIONES CONTEMPORÁNEAS. Desde comienzos del s i g l o XX empezaron a verse las d e f i c i e n c i a s del p o s i t i v i s mo como método h i s o r i o g r á f i c o y se produjo una reacción de Inspiración cristiana. Así, B e r d i a e f f sostiene l a t e s i s deque

es imposible un humanismo que afirma el s a c r i f i c i o de genera-ciones enteras a l a promesa de un f u t u r o de perfección "del que sólo se beneficiarla la humanidad futura". Tal idea de -progreso se h a l l a en franca c o n t r a d i c c i ó n con l a idea de una salvación (fuera de tiempo) que a f e c t a r á a toda l a humanidad.

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'"morfología h i s t ó r i c a " , a n a l i z a las c u l t u r a s como seres vivos (pe nace maduran y se mueren; Europa que formuló el mito del progreso h i s t ó r i c o , ha llegado a l a decadencia; una cultuAa nuciere cuando se transforma en civilización, y ese paso es inje w f t a b l e .

A m o l d Toynbee, aunque concibe las c i v i l i z a c i o n e s como C¿C£¿COÓ, i n t e n t a p a l i a r , desde una postura c r i s t i a n a , este f a t a l i s m o ; considerando l a voluntad humana como un elemento a c t i v o en l a h i s t o r i a , i n t r o d u c e en ésta l a r e l a t i v i d a d y acepta l a decadencia de Occidente en t a n t o que es c i v i l i z a -c i ó n r e -c t o r a ; l a -c i v i l i z a -c i ó n -c r i s t i a n a se ha -convertido en urna "componente" de l a "gran sociedad"; Toynbee desoccidenta-l desoccidenta-l z a desoccidenta-l a h i s t o r i a , pero, en contra de Spengdesoccidenta-ler, afirma desoccidenta-l a par-t i c i p a c i ó n de l a volunpar-tad en el proceso h i s par-t ó r i c o ; las c i v i V i zaeiones son "una respuesta humana a l a i n c i t a c i ó n " de l a na-t u r a l e z a f í s i c a . Toynbee se pregunna-ta s i hay que opna-tar por una v i s i ó n c í c l i c a o por una visión p/iogicsiva de l a h i s t o r i a e i n t e n t a una suerte de s í n t e s i s : es p o s i b l e que "un plan d i -v i n o " se d e s a r r o l l e en e l i n t e r i o r de esta mecánica c í c l i c a die l a h i s t o r i a y "sea el soberano medio del progreso".

Todas estas concepciones que arrancan del s i g l o X V I I I , s©n construcciones sistemáticas que u t i l i z a n e l método compa-r a t i v o . Contcompa-ra e l l a s se levanta una c o compa-r compa-r i e n t e que postula lia i r r e d u c t i b i l i d a d de los hechos h i s t ó r i c o s , "su c a r á c t e r ( p a r t i c u l a r " . Benedetto Croce, desde su kistorviclsmo, i n t e n t a M i a r e l s e n t i d o de l a h i s t o r i a eludiendo una s i s t e m a t i z a -c i ó n . Combate el "ra-cionalismo a b s t r a -c t o " o "iluminismo" diel s i g l o X V I I I y proclama l a "inmanencia absoluta" de l a his^ tari a ; v i d a y r e a l i d a d son h i s t o r i a y no algo d i s t i n t o .

Hay que e v i t a r que e l h i s t o r i c i s m o se transforme en " f i -l o s o f í a de -l a h i s t o r i a " ; -l a h i s t o r i a es mucho más r i c a y com-p l e j a que toda s i s t e m a t i z a c i ó n que — y esta es l a herencia die l a f i l o s o f í a alemana— o l v i d a la i n t u i c i ó n y deduce l a hij> t o r i a a pnioni, a n a l í t i c a m e n t e . Incluso el marxismo a pesar sil© su m a t e r i a l i s m o , no traspasa el marco de un " t e o l o g i s m o " . El s e n t i d o de l a h i s t o r i a se h a l l a según Croce, en el d e s p l i e gpe i n f i n i t o de l a l i b e r t a d .

También desde otros sectores de la h i s t o r i o g r a f í a se -produjo una reacción contra el p o s i t i v i s m o y un esfuerzo para hacer i n t e l i g i b l e l a h i s t o r i a . Con l a aceptación del Marxismo, o en algunos casos oponiéndose a é l , se luchó por d e r r i -bar las -barreras que separaban las diversas d i s c i p l i n a s y bus car l a unidad de l a materia h i s t ó r i c a mediante las relaciones orgánicas con l a economía, la g e o g r a f í a , la s o c i o l o g í a y la e t n o l o g í a .

Frente a l a i n v e s t i g a c i ó n aislada de los hechos se seña ló l a necesidad de f o r m u l a r h i p ó t e s i s parciales y v e r i f i c a r -las con los hechos y , una vez comprobadas, pasar a otras ma's amplias. Esta concepción h i s t ó r i c a se d e s a r r o l l ó fundamental mente en F r a n c i a , a p a r t i r de l a labor de Marc Bloch y Lucien

Febvre, c r i s t a l i z a d a en l a r e v i s t a "Annales" que r e f l e j a la evolución del pensamiento h i s t ó r i c o francés desde 1529, al que han aportado una notable c o n t r i b u c i ó n E. Labrousse y Fernand Braudel.

CONCLUSIÓN. En l a a c t u a l i d a d la tendencia más g e n e r a l i -zada se basa en la construcción de una " h i s t o r i a t o t a l " , orientada a la colaboración i n t e r d i s c i p l i n a r i a con las o t r a s ciencias humanas y s o c i a l e s para i n t e g r a r armónicamente los datos económicos, p o l í t i c o s y c u l t u r a l e s , así como sus mutuas i n t e r r e l a c i ones.

Por o t r a p a r t e , esta tendencia, que ha integrado p a r c i a l mente los postulados de l a h i s t o r i a c u a n t i t a t i v a ( »3. Marc-yewski) t i e n e que a s i m i l a r también la problematización c r í t i ca del e s t r u c t u r a l i sino, formulada principalmente por Levi-Strauss y Foucault, que l l e g a a poner en cuestión l a validez misma de l a h i s t o r i o g r a f í a t a l y como se ha d e s a r r o l l a d o

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