Química 1 [por] César D. Martínez Acevedo... [y otros]

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NOMBRE: 1 0 2 0 1 2 2 4 6 5

GRUPO:. SEMESTRE. TURNO.

DOMICILIO-VIERNES JUEVES

QUIMICA I, PRIMER SEMESTRE

!

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UNIVERSIDAD AUTONOMA DE NUEVO LEON

RECTOR / DR. MANUEL SILOS MARTINEZ

SECRETARIO GENERAL / DR. REYES S. TAMEZ GUERRA

ESCUELA PREPARATORIA No. 8

DIRECTOR / ING. CESAR D. MARTINEZ ACEVEDO

I-Q. César D. MartÎnez Acevedo

I.Q. Emeterio de la Cruz R.

I.Q. Rafaël Villarreal Guajardo

Q.B.P. Servando Santos Elizondo

I.Q. Juan Manuel Alvarez T.

Profr. Alfredo Alanis Cantû

CÀ v'si

E O O O B M E S O E L A

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PONDO

UNIVERSITARIO

El presente material es un instrumento auxiliar didáctico para alumnos preparatorianos de la U.A.N.L. Su contenido ha sido seleccionado y/o -elaborado de acuerdo al programa aprobado por la Comisión Académica del H. Consejo Universitario, en Mayo de 1983. Su edición se hace con fines estrictamente académicos.

Edición a cargo del Departamento de Editorial

LIC. MA. ESTHELA ALCALA DIAZ Responsable del Departamento

Cd. Guadalupe, N.L., Julio de 1992.

I N D I C E

P a g .

P R E S E N T A C I O N ?

P R O L O G O

9

U N I D A D i: ¿ Q u é es la c i e n c i a ? 1 3

U N I D A D 2: P r o p i e d a d e s y m e d i c i ó n de la m a t e

-r i a 49

U N I D A D 3: T e o r í a a t ó m i c a d e la m a t e r i a ... 103

U N I D A D 4: P e r i o d i c i d a d q u í m i c a .'¿"á- 169

U N I D A D 5: U n i o n e s q u í m i c a s V f

A P E N D I C E S :

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P R E S E N T A C I O N

Desde un principio los propósitos que nos animaron a realizar una labor editorial propia fueron: primero, satisfacer la necesidad de materiales ade-cuados a los nuevos programas; segundo y como una manera de mostrarnos soli-darios con la situación económica del estudiante, vender dichos materiales a un precio, por lo menos,igual al de su costo de producción.

Consideramos que estos propósitos siguen siendo vigentes ya que las con diciones a que obedecen, y los problemas que pretenden resolver, forman par~ te todavía de nuestro contexto educativo actual. Así, adecuar los conteni— dos a los programas del nuevo plan de estudios aprobado por el H. Consejo — Universitario en Mayo de 1983, es un proceso en el que trabajamos y del cual la totalidad de los libros de la presente edición son su resultado. Seguir -proporcionando, por otra parte, a precio mucho más bajos que los del mercado los libros de texto que los estudiantes necesitan para un curso lectivo s e — mestral, es por razones muy obvias de la economía nacional, una medida que -se justifica por sí sola.

Así, pues, esta es nuestra labor y política editorial. Esperemos de — nuestros alumnos y maestros que el esfuerzo que hemos empeñado por hacer po-sible la presente edición, sea visto y comprendido en este sentido.

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Este trabajo es una prolongación y actualización de la tarea que años atrás nuestra Academia iniciara, tendiente a ofrecer a los estu-diantes de esta Escuela Preparatoria un material accesible y adaptado a los requerimientos de nuestros programas de estudio.

Desde un principio nos propusimos como meta llegar a editar un -texto de química -no uno acerca de química- con el fin de propiciarla un mayor interés del alumno por la ciencia y una participación real -en la empresa del descubrimi-ento ci-entífico; para ello t-endríamos que introducir aquí gradualmente un enfoque que permita al estudiante llegar al establecimiento de principios a partir de la observación y-experimentación directas. Creemos que aún falta camino que andar pa-ra llegar a ese objetivo, pero, en todo caso, creemos también que es-tamos en ese camino. Afortunadamente en nuestra escuela es cada vez mayor la preocupación por generar las condiciones que hagan posible -un trabajo maduro en cada academia orientando a introducir en la e n — señanza un enfoque acorde al espíritu de la ciencia moderna.

Por ahora nos hemos contentado con recoger aquí las experiencias que años de trabajo con materiales didácticos adaptados a nuestras ne-cesidades nos han dejado. No sería posible iniciar empresas de mayor

envergadura sin antes poner a tono nuestros materiales con los progra-mas de estudio y con la técnica pedagógica aceptada por nuestra actividad educativa. Uniformizar el trabajo de los maestros, antes que -pugnar por su transformación y mejoramiento.

Agradecemos las valiosas indicaciones que los maestros de la Acá demia de química de esta Preparatoria nos han hecho llegar, mismas — que hemos tratado de recoger en este trabajo. Esperamos que tal sitúa ción se reafirme en el futuro.

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P R I M E R S E M E S T R E

OBJETIVO G E N E R A L :

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INTRODUCCION.

Las condiciones de vida del hombre han cambiado más en los dos últimos siglos que en los miles de años anteriores. Es en este — lapso cuando el hombre ha intentado comprender y controlar su medio ambiente a partir del trabajo científico. Hoy podemos afirmar que-la ciencia, de una forma u otra, está presente en nuestra vida dia-ria y que su influencia se acentuará aún más en el futuro. De ahí la importancia de conocer qué es la ciencia, como se desarrolla la-actividad científica y de qué manera afecta a la humanidad.

El hecho de que solo nos lleguen las noticias de los éxitos en las investigaciones científicas nos puede hacer creer que la c i e n -cia es una cosa ya hecha y muy fácil, que posee recetas infalibles-para alcanzar el éxito. ¡Nada más lejos de la verdad!

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OBJETIVOS.

O B J E T I V O G E N E R A L

Al t é r m i n o de la U n i d a d , el a l u m n o :

A p l i c a r á el m é t o d o c i e n t í f i c o en el e s t u d i o de los fenóme-nos .

O B J E T I V O S E S P E C I F I C O S

El a l u m n o :

1.1. D i s t i n g u i r á e n t r e c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o y c o n o c i m i e n t o -e m p i r ico.

1.2.- E x p l i c a r á los c o n c e p t o s de c i e n c i a y t e c n o l o g í a .

1.3.- E x p l i c a r á la r e l a c i ó n de la c i e n c i a y la t e c n o l o g í a en el d e s a r r o l l o de un p a í s .

1.4.- D i s t i n g u i r á e n t r e c i e n c i a s f o r m a l e s y f a c t u a l e s .

1.5.- E n u n c i a r á la s u b d i v i s i ó n de las c i e n c i a s f o r m a l e s y factua les y sus obj et i vos.

1.6.- E x p l i c a r á las e t a p a s del m é t o d o c i e n t í f i c o .

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1. EL CONOCIMIENTO EMPIRICO-COTIDIANO.

C u a l q u i e r a de n o s o t r o s , ante una s i t u a c i ó n d e t e r m i n a d a , ha cemos uso de los c o n o c i m i e n t o s que p o s e e m o s para afrontar esa s i

tuación. Por e j e m p l o : para m a n t e n e r e n c e n d i d a una fogata c o m ú n " m e n t e a g i t a m o s un c u e r p o plano y rígido sobre ella. Esto lo

ha-cemos con el fin de m a n t e n e r l a e n c e n d i d a . N u e s t r o p r o c e d e r está d e t e r m i n a d o por el c o n o c i m i e n t o que hemos a d q u i r i d o en la prácti

ca; o por imitación. ~

G r a n p a r t e de los c o n o c i m i e n t o s que p o s e e m o s los hemos obtenido a través de la e x p e r i e n c i a o por t r a n s m i s i ó n de g e n e r a ción. A s í , todos sabemos que si d e j a m o s a la intemperie algún -o b j e t -o de h i e r r -o éste se -o x i d a , y h a c e m -o s t-od-o l-o p -o s i b l e p-or --e v i t a r l o ; o bi--en, la tradición nos indica qu--e --en los m --e s --e s d--e ju

lio y a g o s t o , a b a r c a n d o sólo c u a r e n t a días, se p r e s e n t a lo que -se c o n o c e como " c a n í c u l a " : si en los p r i m e r o s días de este perío do llueve, es seguro que d u r a n t e el resto de dicho p e r í o d o 11 ove rá a b u n d a n t e m e n t e , y s u c e d e r á lo c o n t r a r i o de no p r e s e n t a r s e 1lü

via d u r a n t e los p r i m e r o s días. ~

En n u e s t r a vida c o t i d i a n a h a c e m o s uso de e s t e tipo de cono c i m i e n t o s por ser útiles y por tener c i e r t a v a l i d e z . Sin e m b a r " go, é s t o s no resultan del todo e x a c t o s o a p l i c a b l e s a todos los c a s o s . A los c o n o c i m i e n t o s de este tipo se les c o n o c e como e-mpí

i<lco¿ y cot¿cL-íano-ó . ~

C a d a uno de n o s o t r o s a d q u i e r e , en el t r a n s c u r s o de su v i -da, n u m e r o s o s datos e m p í r i c o s sobre el m u n d o e x t e r i o r y sobre --uno m i s m o . Los c o n o c i m i e n t o s c o t i d i a n o s , e m p í r i c o s , se limitan, por regla g e n e r a l , a la c o n s t a n c i a de los h e c h o s y a su d e s c r i p -ción.

Lo anterior sería funcional si sólo p l a n t e á r a m o s el cómo -(mantener el fuego, evitar la o x i d a c i ó n de los m e t a l e s , p r e d e c i r t e m p o r a d a s de lluvia, etc.). Sin e m b a r g o , el h o m b r e no se ha c o n f o r m a d o con e s t o . Su c u r i o s i d a d , a u n a d a a su i n t e l e c t o , lo ha llevado a e s t u d i a r de una m a n e r a p r o f u n d a y p r e c i s a todo lo -que le rodea y se ha dado c u e n t a de -que c o n o c i e n d o sólo el cómo de las cosas no le bastaba para c o m p r e n d e r l a s ; de ahí que al hom bre le i n t e r e s a r a -y aún le sigue i n t e r e s a n d o - el por qué. C o m o r e s p u e s t a a esta doble i n t e r r o g a n t e -el cómo y el por qué- surge el c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o .

Los h o m b r e s p r i m i t i v o s p o s e í a n ya no pocos c o n o c i m i e n t o s , en forma de datos ú t i l e s , c o s t u m b r e , e x p e r i e n c i a s e m p í r i c a s , re-cetas de f a b r i c a c i ó n , etc., que se t r a n s m i t í a n de g e n e r a c i ó n en g e n e r a c i ó n . S a b í a n hacer m u c h a s cosas y su h a b i l i d a d e s t a b a ba-sada en los c o n o c i m i e n t o s que p o s e í a n .

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de d a t o s , hechos y e x p l i c a c i o n e s sobre d e t e r m i n a d o s fenómenos de ia n a t u r a l e z a . Sin e m b a r g o , la e x p l i c a c i ó n que se le daba tenía un c a r á c t e r s o b r e n a t u r a l . I n d u d a b l e m e n t e que d e n t r o de este con junto de i n f o r m a c i ó n e x i s t í a n c i e r t o s datos y h e c h o s v á l i d o s ; a ~ pesar de ello, éstos no e s t a b a n o r g a n i z a d o s ni r e l a c i o n a d o s e n tre sí; no r e s p o n d í a n a la e x p e r i m e n t a c i ó n , como una m a n e r a de c o m p r o b a c i ó n , ni a una idea general que los e x p l i c a r a . Es con -el s u r g i m i e n t o de la c i v i l i z a c i ó n griega y de sus filósofos que ese n ú m e r o de datos ú t i l e s e n c u e n t r a una e x p l i c a c i ó n g e n e r a l ; es decir: a esos h e c h o s y d a t o s , en a p a r i e n c i a d e s l i g a d o s e n t r e ' s í , los u b i c a n d e n t r o de un p r i n c i p i o g e n e r a l . Es en este punto don de p o d e m o s h a b l a r por p r i m e r a vez de c i e n c i a . En los casos de ~

los fenómenos n a t u r a l e s , de las t r a n s f o r m a c i o n e s que sufre l a m a t e n a , los g r i e g o s las e x p l i c a b a n como r e s u l t a d o de las t r a n s f o ? m a c i o n e s que sufren las s u s t a n c i a s p r i m e r a s que c o n s t i t u y e n a to

dos los c u e r p o s y las c u a l e s c o n s i d e r a b a n que eran cuatro:- f u e - " go aire, tierra y agua. Los g r i e g o s llegaron a este c o n c e p t o -en base a la d e d u c c i ó n y e s p e c u l a c i ó n ; nunca c o n s i d e r a r o n necesa rio c o m p r o b a r con la e x p e r i m e n t a c i ó n este p r i n c i p i o general y — las c o n s e c u e n c i a s que de él se d e r i v a n . Por e j e m p l o : al fundir un m i n e r a l que c o n t u v i e r a c o b r e , éste a p a r e c í a en e s t a d o l í q u i do. D e a c u e r d o con su teoría, los g r i e g o s e x p l i c a b a n que el -p r i n c i -p i o terroso ( s ó l i d o ) que el m i n e r a l c o n t e n í a había sido --r e e m p l a z a d o po--r el p --r i n c i p i o agua; al p --r e d o m i n a --r éste, el cob--re se v o l v í a líquido.

E s t e sistema de p e n s a m i e n t o d é d u c t i v o - e s p e c u 1 ativo predomi no por cerca de 2,000 años, i m p i d i e n d o el d e s a r r o l l o de las cien ci as n a t u r a 1 es.

-2. CARACTERISTICAS DEL CONOCIMIENTO CIENTIFICO.

2.1. C O N C E P T O D E C I E N C I A .

El h o m b r e ha llegado a c o m p r e n d e r la e s e n c i a real (el cómo y el por q u e ) de un gran n ú m e r o de f e n ó m e n o s , entre ellos el de

a c o m b u s t i ó n , o x i d a c i ó n , la fusión de los m e t a l e s , etc. Para llegar a ello hubo de dar r e s p u e s t a a una serie de interrogan -tes, tales como:

- ¿ Por qué al frotar dos p i e d r a s surge una c h i s p a , necesa

ria para iniciar el fuego ? ~ - ¿ P o i q u é al p r o y e c t a r aire sobre el fuego éste se avi —

- ¿ Por qué d e s a p a r e c e la m a d e r a d u r a n t e la c o m b u s t i ó n ? - ¿ Se d e s t r u y e é s t a , o sólo se t r a n s f o r m a en algo ?

¿ Por qué los rayos p r o d u c e n fuego en o c a s i o n e s ?

¿ Por qué no todos los c u e r p o s arden ?

¿ Por qué a p a r e c e h e r r u m b r e sobre los o b j e t o s m e t á l i c o s ?

¿ Por qué no todos los m e t a l e s se o x i d a n igual ?

¿ Por qué al c a l e n t a r un m e t a l é s t e se funde ?

¿ C o n s e r v a las m i s m a s p r o p i e d a d e s en e s t a d o líquido ?

P a r a responder a estas y a m u c h a s c u e s t i o n e s m á s , hubo de -transcurrir tiempo; fue p r e c i s o el e s f u e r z o y d e d i c a c i ó n Te mu

chos i n v e s t i g a d o r e s , así como la a p l i c a c i ó n del m é t o d o c i e n t í f i -co, el cual surge con los trabajos de G a l i l e o . La a p l i c a c i ó n de este m é t o d o en el e s t u d i o de los fenómenos de la na?u aíeza permi

ter c e n t í f ! c oe n tD i o h "" «r a n.c?nJu" ' ° ¿e c o n o c i m i e n t o s con c a r á t I t L V » V ' Díc h o s c o n o c i m i e n t o s p r e s u p o n e n no sólo la

cons-, d e s c r i p c i ó n de los h e c h o s cons-, sino su e x p l i c a c i ó n e n pre ación. La e s e n c i a del c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o c o n s i s t í en la cuíre l oan eg^n e r a l Í Z a?Í Ó n d e l 0 S h e C h°S' e n tras " c a d cubre lo n e c e s a r i o , lo que se halla r e s p a l d a d o por leyes y tras

?ón T \a r f' 1 0 § e nr a l ; S°b r e G S t a b a s e s e ''eva a cabo la i

c\mi.n? d l f e r e^e s fenómenos, o b j e t o s y a c o n t e c i m i e n t o s ? El cono-c i m i e n t o cono-c i e n t í f i cono-c o se basa en la p r á cono-c t i cono-c a e m p í r i cono-c a y o f r e cono-c e la

" f 1 ,E I s e n* 1 do vital de c u a l q u i e r c i e n c i a puede c a r a c t e r i

-zarse de la s i g u i e n t e forma:

¿al** pa«a „alaal

-e« t/d o,l o/n t e r i o r d e c i m o s que el c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o es «.agonal, oljzUvo, ¿¿¿temático, m i ^ c a ^ y ¿alilU.

dn P°r c o n o c i m i e n t o nacional se e n t i e n d e que está c o n s t i t u í

n c o n c e p t o s , juicios, ideas y r a z o n a m i e n t o s , y no p T

s u b J e t i v o ?S ' ^ áge n e s o p r e d i l e c c i o n e s . é / o b j e ? ? ^ ? ™

-x b ) E s i.o l^t-¿ v o p o r q u e c o n c u e r d a a p r o x i m a d a m e n t e con el n h iP to de e s t u d i o . B u s c a n d o a l c a n z a r la verdad real v e r i H c a a ~ a d a p t a c i ó n de las ideas a los h e c h o s r e c u r r i e n d o a ta m e d t c ón" " o b s e r v a c i ó n y e x p e r i m e n t a c i ó n . m e a i c i o n ,

-c) Es ¿ ¿ ¿ t & m á t l c o , pues es un sistema de ideas c o n e c t a d a s 6 n t r e y n° U n de i n f o r m a c t o n e s a g r u p a d a s " c a ó t i c a m e n t e o s i m p l e m e n t e en forma c r o n o l ó g i c a . 8 P

m.H- ' ^ r V " °b j e t i v 0 Pr e c i s a s e r « « c í o . Sin e m b a r g o , por m e d i o del honjbre y/o de los i n s t r u m e n t o s que éste u t i l i z a

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p ¿ i r : ^

-vecho de e l í o s ? " cuantifi car 1 os , m i n i m i z a r l o s y sacar pro

(14)

e) D a d o que el c o n o c i m i e n t o c i e n t í f i c o es e m p í r i c o , a fin -de e x p l i c a r un c o n j u n t o -de fenómenos a t r a v é s -de c o n j e t u r a s basa-das en el c o n o c i m i e n t o e x i s t e n t e tfeben s o m e t e r s e estas a ve/iljíica clón a c o m p r o b a c i ó n por m e d i o de, la e x p e r i m e n t a c i ó n o la e x p e -riencia.

f) Es /Latidle por el hecho de que todo c o n o c i m i e n t o c i e n t í -fico es s u s c e p t i b l e de ser r e e m p l a z a d o por otro u otros que con — c u e r d e n o e x p l i q u e n de una m a n e r a m á s general o p r e c i s a un conjuri

to de fenómenos.

D e lo a n t e r i o r p o d e m o s c o n c l u i r que la c i e n c i a es un conjun to de cono cimiento * /tacionale*, objetivo*, a ¿¿temático A t exacto*,

y /Latidle*, cuya veracidad en gene/ial *e comp/iuela a t/iavé* de la pláctica *ocial.

La a p l i c a c i ó n del m é t o d o c i e n t í f i c o en la F í s i c a , la p a u l a -tina a c u m u l a c i ó n y a n á l i s i s de d$tos y o b s e r v a c i o n e s sobre los --d i s t i n t o s c o m p o r t a m i e n t o s --de la m a t e r i a llevaron a una c l a r a --dife r e n c i a c i ó n e n t r e lo que en ese e n t o n c e s c o n s t i t u í a la F í s i c a y lo que surgía como la Q u í m i c a . Es d e c i r , se inició el e s t u d i o de la m a t e r i a d e s d e dos p u n t o s de v i s t a d i f e r e n t e s , pero r e l a c i o n a d o s

-e n t r -e sí.

La Q u í m i c a , para c o n s t i t u i r s e en c i e n c i a , tuvo que d e t e r m i nar c l a r a m e n t e el o b j e t i v o a e s t u d i a r , e l a b o r a r los c o n c e p t o s -c o r r e s p o n d i e n t e s a d i -c h o o b j e t o - ^ es 19fene-cer las leyes f u n d a m e n t a

les, p r i n c i p i o s y teorías que i9 rigen* En Q u í m i c a el o b j e t o de e s t u d i o es la mate/iia y *u* t/ian*/Lo simado ne* f los c o n c e p t o s que -aclara: mate/iia, ma*a, pe*o, etc, ; las leyes, p r i n c i p i o s y teo -rías, la fundamental es la de la c o n s e r v a c i ó n de la m a t e r i a . Esto p e r m i t i ó d i f e r e n c i a r l a c l a r a m e n t e de o t r a s c i e n c i a s y d e l i m i t a r -su c a m p o de e s t u d i o . * "••>

3. CLASIFICACION DE LAS CIENCIAS, OBJETIVOS DE LAS CIENCIAS

NATU-RALES.

H a b r á s o b s e r v a d o que a lo largo de n u e s t r o e s t u d i o nos h e -m o s r e f e r i d o ú n i c a -m e n t e a las c i e n c i a s que e s t u d i a n los fenó-menos

de la n a t u r a l e z a , es d e c i r , a q u e l l a s c i e n c i a s que e s t u d i a n h e c h o s rea les. En g e n e r a 1 se a c o s t u m b r a hablar de do* gsiande* giupo* de ciencia*: /Lo/imale* y -/Láctica*, Las p r i m e r a s e s t u d i a n la /Loima de la* Idea*; no se r e f i e r e n a nada que se e n c u e n t r e en la r e a l i d a d . Por tanto, no p u e d e n u t i l i z a r n u e s t r o s c o n t a c t o s con ésta para

( * ) P o d e m o s a ñ a d i r a é s t o q u e u n a c i e n c i a e x i s t e c o m o t a l c u a n d o los p r i n c i p i o s q u e la r i g e n s o n i n d e p e n d i e n t e s e n t r e sí y n o d e d u c i b l e s de n i n g ú n p r i n c i p i o o c o m b i n a c i ó n de p r i n c i p i o s d e o t r a s c i e n c i a s . T a l e s la s i t u a -c i ó n de la Q u í m i -c a -c o n r e s p e -c t o a l a s d e m á s -c i e n -c i a s .

c o n v a l i d a r sus c o n c e p t o s . A este grupo p e r t e n e c e n la L ó g i c a y la M a t e m á t i c a . Por e j e m p l o : todos m a n e j a m o s los n ú m e r o s en n u e s t r a s a c t i v i d a d e s d i a r i a s ; así h a b l a m o s de que faltan q u i n c e m i n u t o s pa^ •ra las diez, que n u e s t r a p r e p a r a t o r i a es la n ú m e r o ocho, que el año tiene 365 días, pero, ¿quién ha llegado a ver un ocho, un tres o un simple uno? M a n e j a m o s o b j e t o s a s o c i a d o s a un c o n j u n t o de ideas (concepto de n ú m e r o ) y e m p l e a m o s s í m b o l o s para r e p r e s e n tarlos: 1, 8, 7, etc. E v i d e n t e m e n t e que el c a m p o de e s t u d i o de la L ó g i c a y la M a t e m á t i c a es m á s c o m p l i c a d a que lo que hemos e x puesto, pero esto servirá para aclarar la d i f e r e n c i a entre c i e n -cias formales y factuales.

La* ciencia* /actúale* e*tudian lo* hecko*, aquello * que — ocu/i/ien en la /tealldad y, po/i tanto, hacen u*o de la ex.pefiiencia pata comp/ioHai *u* concepto* y leye*.

Las c i e n c i a s se ordenan de a c u e r d o al s i g u i e n t e d i a g r a m a :

/

Lóg i ca

M a t emá tica

CIENCIAS*

HI STORICO-SOCI A L E S

FACTUALEí

N A T U R A L E S

oc i o 1ogía E c o n o m i a H i s t o r i a

C i e ñ e i a p o l í t i c a P s i c o l o g í a social

F í s i c a Q u imi ca Bi o 1ogía

P s i c o l o g í a individual

D e a c u e r d o a esta c l a s i f i c a c i ó n la Q u í m i c a queda u b i c a d a co m o una c i e n c i a natural y factual. D e m o d o tal que debe cumplir

-con los o b j e t i v o s de las c i e n c i a s n a t u r a l e s , que son:

b).D e s c u b r i r la e s e n c i a de los fenómenos de la n a t u r a l e -za, conocer sus leyes y prever sobre su base nuevos fe n ó m e n o s .

A p l i c a r en la p r á c t i c a las leyes de la n a t u r a l e z a en -b e n e f i c i o de la h u m a n i d a d .

(15)

dos del p e t r ó l e o , los d i f e r e n t e s t i p o s de p l á s t i c o s , la f a b r i c a c i ó n de n u e v o s m e d i c a m e n t o s , e t c . En g e n e r a l , b a s t a m i r a r a n u e s t r o a l r e d e d o r y p e n s a r d e t e n i d a m e n t e de d ó n d e p r o c e d e n las -c o s a s q u e nos r o d e a n ; l l e g a r e m o s a la -c o n -c l u s i ó n de q u e un g r a n n ú m e r o de e l l a s p r o v i e n e n de la i n d u s t r i a q u í m i c a y q u e , en m e nor o m a y o r g r a d o , h a n s u f r i d o c a m b i o s en su e s t r u c t u r a o r i g i -n a l . P o r e j e m p l o : el p a p e l q u e e m p l e a m o s p a r a e s c r i b i r -o de q u e e s t á h e c h o e s t e l i b r o - se o b t i e n e de la c e l u l o s a ( m a d e r a ) por d i v e r s o s p r o c e s o s q u í m i c o s ; el a c e r o , c o b r e , a l u m i n i o y d i -v e r s o s m e t a l e s q u e e n c o n t r a m o s y m a n e j a m o s se o b t i e n e n por di-ve_r sas r e a c c i o n e s q u í m i c a s a p a r t i r de c i e r t o s m i n e r a l e s ; de igual m a n e r a las p i n t u r a s , b a r n i c e s , d i s o l v e n t e s , c o m b u s t i b l e s (gasolj_

n a , g a s , gas L . P . , e t c . ) , a l g u n o s f e r t i l i z a n t e s y d i v e r s o s t i p o s de p l á s t i c o s , q u e s o n m a t e r i a l e s q u e a d i a r i o e m p l e a m o s , t o d o s e l l o s p r o v i e n e n de d i v e r s a s t r a n s f o r m a c i o n e s del p e t r ó l e o .

¿ C o n s i d e r a s q u e t o d a s las a p l i c a c i o n e s de la c i e n c i a h a n r e d u n -d a -d o en b e n e f i c i o -del h o m b r e ?

E s t a c u e s t i ó n la d i s c u t i r e m o s en el t r a n s c u r s o de las s i — q u i e n t e s u n i d a d e s , p e r o es s e g u r o q u e d a d a la i n f o r m a c i ó n q u e re c i b e s de la p r e n s a , r a d i o y t e l e v i s i ó n te has f o r m a d o ya un jui-c i o a jui-c e r jui-c a de é s t o .

4. RELACION ENTRE CIENCIA Y TECNICA.

L a u t i l i z a c i ó n p r á c t i c a de las l e y e s de la n a t u r a l e z a (cien c i a s n a t u r a l e s ) ya c o n o c i d a s se h a l l a en r e l a c i ó n d i r e c t a c o n la t e c n o l o g í a , m a n i f e s t á n d o s e en los c a m p o s de la i n d u s t r i a , a g r i c u l t u r a , s a n i d a d , m e d i o s de t r a n s p o r t e , c o m u n i c a c i ó n , e t c . D i c h a — c o n e x i ó n c o n la t é c n i c a p r o d u c c i ó n es f u n d a m e n t a l p a r a las c i e n -c i a s n a t u r a l e s , a tal g r a d o q u e se p u e d e p e n s a r q u e e x i s t e un -c o n d i c i o n a m i e n t o m u t u o e n t r e el d e s a r r o l l o c i e n t í f i c o y la p r o d u c c i ó n , a u n a d a a las e x i g e n c i a s de la t é c n i c a , p u e s no s ó l o la p a r -te e x p e r i m e n t a l , s i n o t a m b i é n el a s p e c t o t e ó r i c o de e s t e tipo de c i e n c i a s , d e b e í n t e g r a m e n t e su d e s a r r o l l o a la p r o d u c c i ó n p u e s la n e c e s i d a d de u t i l i z a r las n u e v a s f u e r z a s y los c u e r p o s de la n a t u r a l e z a e m p u j a a los c i e n t í f i c o s a e s t u d i a r l a de u n a m a n e r a m á s c o m p l e t a y p r o f u n d a , a d e s c u b r i r sus leyes y a g e n e r a l i z a r el m a

-t e r i a l e m p í r i c o .

4 . 1 . C I E N C I A Y T E C N O L O G I A E N E L D E S A R R O L L O D E U N P A I S .

L a u t i l i z a c i ó n p r á c t i c a de las leyes q u e m a n e j a c a d a una de las c i e n c i a s se h a l l a en r e l a c i ó n d i r e c t a c o n la t e c n o l o g í a .

D e f i n i e n d o t e c n o l o g í a c o m o los m e d i o s , p r o c e d i m i e n t o s y e q u i p o u t i l i z a d o s en el p r o c e s o de f a b r i c a c i ó n i n d u s t r i a l de un

-p r o d u c t o , nos d a m o s c u e n t a q u e la c i e n c i a a m e d i d a q u e a v a n z a en sus i n v e s t i g a c i o n e s c r e a n d o n u e v o s c u e r p o s de c o n o c i m i e n t o s h a c e u n a a l i m e n t a c i ó n de e s o s c o n o c i m i e n t o s p a r a q u e se m o d i f i q u e n y m e j o r e n los p r o c e d i m i e n t o s y el e q u i p o p a r a q u e se v a y a m o d e r n i

-z a n d o c a d a v e -z m á s la t e c n o l o g í a . C o n e s t o c o n f i r m a m o s esa' r e í a c i ó n d i r e c t a e n t r e c i e n c i a y t e c n o l o g í a de la q u e h a b l a m o s al --p r i n c i --p i o . D i c h a c o n e x i ó n es f u n d a m e n t a l --p a r a el d e s a r r o l l o de un p a í s m a n i f e s t á n d o s e en los c a m p o s de la i n d u s t r i a , a g r i c y j tu-ra, s a n i d a d , m e d i o s de t r a n s p o r t e , c o m u n i c a c i ó n , e t c . I

Es b a s t a n t e o b v i o q u e e n t r e m a s t e c n o l o g í a p r o p i a t e n g a un p a í s d e p e n d e r á m e n o s de o t r o s p a í s e s . C u a n d o un p a í s t i e n e tecn o l o g í a c o m p l e t a p a r a los p r o c e s o s d e f a b r i c a c i ó tecn de p r o d u c t o s se d i c e q u e es un p a í s " D e s a r r o l l a d o " y por el c o n t r a r i o sí no -d o m i n a la t e c n o l o g í a y -d e p e n -d e -de la -de o t r o s p a í s e s se -d i c e q u e es un p a í s " S u b d e s a r r o 1 1 a d o " .

¿ E n qu é p o d e m o s d e c i r q u e d i f i e r e n las s o c i e d a d e s t e c n o l ó g i c a s a v a n z a d a s de las m e n o s a v a n z a d a s ? p u e s en q u e l a s a v a n z a das d o m i n a n los p r o c e s o s p a r a r e u n i r m a t e r i a l e s s i m p l e s y e l a b o -rar o t r o s m a s c o m p l e j o s , c a m b i a r a l g u n o s m a t e r i a l e s en o t r o s q u e s a t i s f a g a n m e j o r u n a n e c e s i d a d e s p e c í f i c a (en e s t o a y u d a la q u í -m i c a ) , p u e d e n u s a r un -m a t e r i a l a d e c u a d o p a r a u s a r s e en un s a t é l i

te e s p a c i a l o p a r a h a c e r y r e p a r a r u n a v á l v u l a en un c b r a z ó n a r -t i f i c i a l (la m a y o r í a de los m a -t e r i a l e s de q u e e s -t á C o m p u e s -t a u n a v á l v u l a a r t i f i c i a l p a r a un c o r a z ó n no e x i s t í a n h a c e 3 0 a ñ o § ) -n u e s t r o p a í s ha d a d o ya los primero.s p a s o s p a r a c t é a r i u t e c -n o í o g i a p r o p i a en v a r i o s c a m p o s d e s t a c á n d o s e el p r o c e s o d é r e d u c c i ó n d i r e c t a ( f i e r r o e s p o n j a ) p a r a f a b r i c a c i ó n de a c e r o : ^ H Y ^ S A ) <jue

-i n c l u s -i v e ya se e x p o r t a a m á s de u n a d e c e n a de p a í s e s . O t r o s --c a m p o s a d e l a n t a d o s son el de la i n d u s t r i a p e t r o 1 e r a ¿y i a i n d u s

-t r i a m a n u f a c -t u r e r a q u e ya f u n c i o n a n c o n su p r o p i a -t e c n o l o g í a , re s o l v i e n d o p r o b l e m a s de e x p l o r a c i ó n , e x p l o t a c i ó n y c o n t r o l d e ' p o " zos p e t r o l e r o s (en el c a s o de la i n d u s t r i a p e t r o l e r a ) q u e i n c l u -s i v e e -s t á n ya -s i r v i e n d o a o t r o -s p a í -s e -s .

P a í s e s b a s t a n t e d e s a r r o l l a d o s c o m o los E . U . A . , y la U R S S por m e n c i o n a r s ó l o d o s de e l l o s , v e n d e n t e c n o l o g í a a n u e s t r o -p a í s -p e r o lo h a c e n en f o r m a de " -p a q u e t e " y e s o i m -p i d e q u e los m e d i o s , m é t o d o s , p r o c e d i m i e n t o s y e q u i p o s se d e s g l o c e n de tal m a n e ra q u e los p o d a m o s a s i m i l a r y a d e c u a r a las c o n d i c i o n e s del - ~ p a í s . E s por e s o q u e t e n e m o s la n e c e s i d a d u r g e n t e de u t i l i z a r n u e s t r o s r e c u r s o s y m a t e r i a l h u m a n o c o o r d i n a d o s p a r a l o g r a r t e -ner n u e s t r a p r o p i a t e c n o l o g í a en t o d o s los c a m p o s y m e j o r a r a s í

las c o n d i c i o n e s d e n u e s t r o p u e b l o y de n u e s t r o p a í s .

5. EL METODO CIENTIFICO.

(16)

cer o r d e n a d a m e n t e las c o s a s , o p r o c e d i m i e n t o s para tratar un con junto de p r o b l e m a s , p o d e m o s definir al m é t o d o c i e n t í f i c o como e l o r d e n que se sigue en las c i e n c i a s para investigar y buscar la -. v e r d a d -. ¿ S i g n i f i c a ésto que en la a p l i c a c i ó n del m é t o d o cientí

fico se g a r a n t i z a n por a n t i c i p a d o el d e s c u b r i m i e n t o de nuevos he chos y la invención de n u e v a s t e o r í a s , a s e g u r a n d o así el é x i t o de

la i n v e s t i g a c i ó n c i e n t í f i c a ? A n t e s de r e s p o n d e r a esta cues -tión a n a l i c e m o s los s i g u i e n t e s c a s o s :

En el siglo X V I I I uno de los p r o b l e m a s que m á s a p a s i o n a b a e intrigaba a los q u í m i c o s de esa é p o c a era la d e t e r m i n a c i ó n de la e s t r u c t u r a del b e n c e n o ( c o m p u e s t o o r g á n i c o ) ; é s t o s h a b í a n fra c a s a d o en todos sus intentos por resolver esta c u e s t i ó n . U n o de

los i n v e s t i g a d o r e s que m á s interés d e m o s t r a b a en resolver este -p r o b l e m a era A u g u s t o K e k u l é , q u í m i c o a l e m á n . E s t e , al igual que m u c h o s de sus c o n t e m p o r á n e o s , sabía que el b e n c e n o c o n s t a b a de

-seis á t o m o s de c a r b o n o y -seis de h i d r ó g e n o , m á s ¿cuál era la for m a en que éstos se c o m b i n a b a n , a c o m o d a b a n y unían en el e s p a c i o ? K e k u l é dio con la s o l u c i ó n de una m a n e r a poco c o m ü n . P e r o dejem o s que sea él dejem i s dejem o q u i e n nos la r e f i e r e : " ( . . . ) E s t u v e en dejemi -m e s a e s c r i b i e n d o un -m a n u a l , pero el t r a b a j o se e s t a n c ó , -m i s pen-s a m i e n t o pen-s e pen-s t a b a n m u y lejopen-s; lopen-s á t o m o pen-s pen-s a l t a b a n ante m i pen-s o j o pen-s , con mi vista m e n t a l d i s t i n g u í a sus largas series r e t o r c i é n d o s e cual s e r p i e n t e s ; de p r o n t o , una de las s e r p i e n t e s se a g a r r ó de su p r o p i a cola y en esa p o s t u r a e m p e z ó a voltear ante m i s ojos -como si m e lanzara un reto. M e sentí c o m o d e s p e r t a d o por la ful

g u r a c i ó n de un rayo (...)". ~

U n a imagen " e v e n t u a l " , surgida en la c o n c i e n c i a de K e k u l é le a y u d o a hacer la d e d u c c i ó n de que los á t o m o s de c a r b o n o son -c a p a -c e s de -c e r r a r s e y formar a n i l l o s tal fué la s o l u -c i ó n a este p r o b 1 emg .

O t r o caso similar al a n t e r i o r es el de H u y g h e n s (siglo - X V I I I ) , quien al o b s e r v a r el m o v i m i e n t o de las oías c o n c i b i ó la -T e o r í a O n d u l a t o r i a de la Luz.

P o d r í a m o s c o n c l u i r ( r e s p o n d i e n d o a n u e s t r a p r e g u n t a ) que el m é t o d o c i e n t í f i c o no es un p a t r ó n i n f a l i b l e para lograr d e s c u b r i m i e n t o s . E n t o n c e s , ¿ q u e r e m o s dar a e n t e n d e r que todos los d e s c u b r i m i e n t o s e i n v e s t i g a c i o n e s r e a l i z a d a s por los c i e n t í f i c o s son c u e s t i ó n de suerte o del a z a r ? La r e s p u e s t a a e s t a p r e g u n t a es -un rio r o t u n d o ; esta clase de " s u e r t e " se p r e s e n t a en a q u e l l o s que p o s e e n una c i e r t a a c t i t u d c i e n t í f i c a , c o n s i s t e n t e en: c o m p r e n s i ó n p r o f u n d a del p r o b l e m a , una m a y o r i n t u i c i ó n , un p e n s a m i e n t o disci-p l i n a d o y c r e a t i v o y sagaz, d i s disci-p u e s t o a sacar disci-p r o v e c h o de las sit u a c i o n e s i m p r e v i s sit a s . E s sit o s facsitores, en m a y o r o m e n o r g r a d o , -juegan un papel i m p o r t a n t e en el é x i t o de la i n v e s t i g a c i ó n . Indu d a b l e m e n t e que cada i n v e s t i g a d o r (incluso los antes m e n c i o n a d o s ) " s i g u i e r o n y siguen d u r a n t e sus i n v e s t i g a c i o n e s c i e r t a s p a u t a s ge-n e r a l e s que m a r c a el m é t o d o c i e ge-n t í f i c o . E s t a s , de m a ge-n e r a g e ge-n e r a l , nos indican la m a n e r a de p l a n t e a r p r o b l e m a s y poner a p r u e b a (com p r o b a r ) la s o l u c i ó n p r o p u e s t a . El seguir e s t a s p a u t a s evita

per-26

d e r s e en el c a o s a p a r e n t e d e los f e n ó m e n o s . P o d e m o s e n u n c i a r l a s

de la s i g u i e n t e m a n e r a : a s

1.- I d e n t i f i c a r el p r o b l e m a y e n u n c i a r p r e g u n t a s b i e n f o r m u l a d a s ; d e s e c h a r los a s p e c t o s n o e s e n c i a l e s d e l -m i s -m o y r e c o p i l a r t o d o s los d a t o s p o s i b l e s r e l a c i o n a

d o s con e s t e . —

2. F o r m u l a r h i p ó t e s i s q u e t r a t e n de e x p l i c a r , e n f o r m a -g e n e r a l y s i m p l e , el p r o b l e m a ; es d e c i r , e n u n c i a r — c o n } e t u r a s q u e den r e s p u e s t a al p r o b l e m a .

3. S e l e c c i o n a r o d i s e ñ a r las t é c n i c a s con q u e h a b í a d e -° nV e r Í fÍC a r S e l a h iP6t e s i s , p r e v i a c o m -p r o b a c i ó n de la c o n f l a b i l i d a d d e é s t a s .

4.- L L e v a r a c a b o la c o m p r o b a c i ó n .

5.- A n á l i s i s de los r e s u l t a d o s y c o n c l u s i o n e s .

r e f o r z a d a Z ® ^ P ^ c i ó n r e s u l t a p o s i t i v a la h i p ó t e s i s q u e d a • c i e r t a p a r a una g r a n c a n t i d a d de casos p u e d e

-p i t e t o d o ^ l ° ^ S Í S S l a h i p 6 t e . i . / , e

re6. E l a b o r a r u n i n f o r m e e s c r i t o s o b r e todo el c i c l o de -; 1 n ^V e S t l 9 a <?Í O n y f o r r a u l a r l o s n u e v o s p r o b l e m a s o r i g i n a d o s p o r los r e s u l t a d o s de la i n v e s t i g a c i ó n .

a u i e r t ? ™ ^ p a u t a s.d e i n v e s t i g a c i ó n son a p l i c a b l e s p a r a c u a l — C 1fn c i a- En el c a s o de las c i e n c i a s l l a m a d a s e x p e r i m e n t a l e s r e v i s t e n e s p e c i a l i n t e r é s los p u n t o s 3 y 4, q u e c o n f

' "y e n Ia e sfn c i? m é t o d o e x p e r i m e n t a l . A n t e s de p a s a r ™ e s t u d i o de e s t e m é t o d o , e x p l i c a r e m o s e n q u é c o n s i s t e n cada u n o de los p a s o s d e l m é t o d o c i e n t í f i c o . F a c i l i t a r e m o s la t a r e a ü t i -d oá t l ™ P *r a b°l a' es d e c i r , la n a r r a c i ó n de u n s u c e s o f i n g i

I r n n d e d u c e p o r c o m p a r a c i ó n o s i m i l i t u d , una v e r d a d ^ i m p o r t a n t e o una e n s e ñ a n z a .

d , E j e m p } ° d e p r o b l e m a c i e n t í f i c o . Es n e c e s a r i o q u e e l e s t u d i a n t e sepa l o c a l i z a r , con toda p r e c i s i ó n , u n p r o b l e m a c i e n t í f l t í f i c nS Cpl m Í rrd° ' p a r a e l l° ' t o d o c o n o c i m i e n t o q u e no sea c í f s t í f i c o . P a r a h a c e r p o s i b l e e s t o , se le p e d i r á al e s t u d i a n t e " T e d r n r n h ?U b l Í C a C Í O n?S c i e n t í f i< ^ P * r a q u e e n t r e s a q u e u n ¿ se c a r a c t e r í s t i c o s ? C 1 6 n t l f l C°S * - c u e n t r e , a su v e z , s^s r a s g o s " El s i g u i e n t e .ejemplo se r e f i e r e al p a p e l de los e s p e r m a t o z o i d e s en la f e c u n d a c i ó n . E n el s i g l o x v i l í , los c i e n t í ? I c o s

-z l i e ? U r? S o8 C Ó m° 8 1 S S m e n ^ s c u l i n o ' c a u s a b a í . l i z a c i o n del o v u l o . S e p e n s a b a en d o s h i p ó t e s i s :

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1.- El fluido seminal del macho debe entrar en contacto directo con el huevo antes de que empiece el d e s a -rrollo, o

2.- Era únicamente necesario que un gas o vapor, que despedía el semen al evaporarse, hiciera contacto -con el huevo (óvulo).

Parece ser que la segunda posibilidad, la hipótesis del vapor alcanzo mayor difusión, por lo cual el científico italia-no Lázaro Spallanzani (1729-1799) la puso a prueba.

Planteamiento del problema. ¿ Afectan los vapores de --los espermatozoides^a la fertilización ? Se ha discutido duran-te largo tiempo y aún se discuduran-te, si las parduran-tes más visibles ygruesas del semen ayudan en la fecundación ( empezando así el desarrollo ) del hombre y de los animales; o si una parte muy -sutil como el vapor que emana de este y al cual se le llama "aura espermática", es suficiente para llevar a cabo esta f u n -ción.

Aquí se plantea el problema: ¿ causa el semen propiamen te el desarrollo del huevo ? o ¿ lo hace el vapor que emana del semen? En este momento debemos ver si se trata de un problema -científico y observamos que sí lo es en virtud de que es racional y objetivo, susceptible de verificación, etc. Además d e b e -mos constatar que se trata de un problema correctamente plantea

do. —

Cuerpo de conocimientos existentes. En la época de Spallanzani, había dos hipótesis que trataban de explicar el --problema de la fecundación. Una de estas hipótesis sostenía que el vapor espermático realizaba la fecundación; Spallanzani seña la la falta de evidencia experimental de esta hipótesis. Otra -hipótesis sostenía que la fertilización ocurre conjuntamente o-acompañada por la parte material del semen. El científico no se inclina hacia una u otra explicación, hasta no confirmar con la experiencia cuál es la verdadera ( objetividad ).

Observación. Para poder decidir sobre el problema es de gran importancia utilizar un medio eficiente que consiste en se parar el vapor del cuerpo mismo del semen y hacerlo de tal mane ra, que los embriones queden más o menos envueltos en el vapor7 y observar, de esta manera si nacen los organismos por medio del mero vapor.

Hipótesis.^Si nacen los organismos por medio del vapor, entonces, esto sería evidencia de que este vapor seminal ha si-do capaz de fertilizar, o si, por el contrario, no nacen, enton ees, estaríamos igualmente seguros de que el vapor espermático-solo es insuficiente y que se necesita acción adicional de algu na parte material de esperma. , ~

Encontramos aquí una suposición al mismo tiempo que una predicción. La ciencia predice acontecimientos.

Experimento. Para poder bañar los huevos totalmente enel vapor espermático, Spallanzani puso sobre un cristal de r e loj un poco menos de once gramos de líquido seminal de varios -sapos. En un cristal similar, pero un poco más pequeño, puso 26 huevos, los que debido a la viscosidad de la gelatina, estaban-fuertemente adheridos a la parte cóncava del cristal.

Aquí se trata de un experimento, ya que el científico -realiza una modificación consciente de la realidad. Asi mismo,-se describe el aparato experimental utilizado. El dimismo,-seño de l¿s aparatos experimentales es a menudo una parte muy importante — _&el experimento..

Verificación de la hipótesis. El científico puso el

se-H?nrn hr i S t a l S°b r? S1 P r i m e r° y Permanecieron unidos durante

-£ 5? 8 n S U 1?bJr a t o r i o' a u n a temperatura de 18§f La qo

ta de fluido seminal fue colocada precisamente bajo los'huevo!

d e b e r\h a b e r sido totalmente bañados po e vapor qué

emano, mas aun, la distancia entre los huevos y el líquido no

era de mas de 1 l ig n e (2.2 mm.). Spallanzani examinó esíos hue"

vos despues de cinco horas y los encontró cubiertas de un rocín

rampnfp6 ^ *e d O S a l tocarlos; sin embargo esto era

úní-nnTdn L U n a P a r t e d e l S e m e n' e l c u a l s e h ak í a evaporado y dismi

h ^ f d o ! P 6 S O U n g r a m° y m e d i o' L o s hu e v o s entonces h a b í L sidl

no üodía M n a n g r a m n° y,m e d i° d e v a p°r espermático; ya que éste

uno en el otro ^ ^ C r Í S t a l e s t a n estrechamente l i j o f

-A pesar de todo esto, al ponerse en agua los huevos semurieron. La falta de desarrollo corresponde a una conclusión -falsa; o sea la predicción que sigue, de aceptarse la hipótesis que se esta probando, no se convierte en realidad. Mediante te experimento Spallanzani, destruyó la hipótesis del vapor es-permático; sin embargo no quedó del todo satisfecho y continuo-repitiendo sus experimentos. La verificación no es definitiva,-es susceptible de nuevas posibilidaddefinitiva,-es.

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provoCado-por el i n v e s t i g a d o r para r e a l i z a r o b s e r v a c i o n e s m e j o r c o n t r o l a d a s

S ^

t w m b s b - . . !

K

^ í '

s t ^ U Í

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n e c e T a r i o í d e a r n u e v a s í é r n f r l 1 n v e s'1Sa d o r, P ^ e s en o c a s i o n e s es e x a r t i í n d f f " ? t é c n i c a s y a p a r a t o s , así c o m o c o m p r o b a r la

los f e n o m e n o s q ul m i C 0s , e s t o s se c o n t r o l a n m e j o r en el l a b ó r a t e !

-r -r o l l o de 1 e x p e -r i m e n t o ! q presente d u r a n t e todo el d e s a - 7

» 2 : s ir

:

m o s a: "Todos 1 os m ¿ t ate i s e d ? 1 a í a n " on e 1 " c a ^ o r V

c i 6n y' c o n s i s t e e H a r U r V * i n d u" i ó n r e c i b e el n o m b r e de d e d u c

P a r a íI e ga r l W V . o ^ V r i ^ . ¡ ^ Y i ^ '' — 7

7. LA APLICACION DEL METODO CIENTIFICO.

Para concluir esta unidad, y a modo de ejemplo de la aplicación del método científico en la Química, presentamos a continuación Ios-trabajos desarrollados por Joseph Priestley y Antonio L. Lavoisier,mismos que permitieron a este último formular la moderna teoría de -la combustión. Justo es ac-larar que no pretendemos con los siguientes párrafos el reforzar la ya de por si popular imagen de la c i e n -cia que considera a esta como producto del esfuerzo individual de al gunos cuantos sabios, pero tampoco pretendemos restarle méritos a la inmensa obra, que en el campo de la Química realizara Lavoisier. — Antes bien, deseamos resaltar como algo esencial y determinante, por un lado, el trabajo de una comunidad científica, que arrojando resul tados, lo hace la mayor de las veces a tientas y sin un cabal conoci miento de causa; por el otro el trabajo de un miembro de esa comunidad científica que, como producto de su mentalidad, organiza y da forma-a lforma-as ideforma-as, inspirforma-aciones y conocimientos de sus contemporáneos.

Pretender limitar los antecedentes científicos con que estaba -Lavoisier únicamente a los trabajos de Black y Priestley sería pecar de ingenuos; sin embargo por razones de espacio nos limitaremos fundamentalmente a estos dos experimentadores, sin dejar de reconocer -como'' determinantes en la formación intelectual de Lavoisier los tra-bajos, entre otros, de Jean Rey, Pierre Bayen y Cari V. Scheele.

LA TEORIA DEL FLOGISTO.

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en ambos casos estos ingredientes estaban solo vagamente definidos y no se les empleaba en la explicación de los diversos fenómenos observados.

Jorge Ernesto Stahl (1660-1734), basándose en los trabajos de Joachin Becher, formulo la llamada Teoría del Flogisto. Según esta Teoría este no es identico ni al azufre del cual solo es un constituyente ni al fuego --del cual es la condición material- el flogisto puro no puede ser aislado, no tiene estado sólido, líquido o gaseoso, aunque el humo que escapa de la combustión de los aceites este en gran parte formado por flogisto. Los — cuerpos fácilmente inflamables, como aceites, carbón, azufre, fósforo, gra sa, etc., son ricos en flogisto, este puede pasar a los cuerpos carentes de el. Esta teoría explicaba que un cuerpo está formado por dos partes: -una de ellas era el flogisto, la otra variaba según de qué cuerpo se trata ra. La unión de estas dos partes confería al cuerpo su apariencia y p r o — piedades características.

Así, por ejemplo, y de acuerdo a esta teoría, el azufre estaba forma-do por el flogisto y el áciforma-do sulfúrico. Al quemar el azufre se desprendía el flogisto, en forma de llamas, y quedaba un residuo: el ácido sulfúrico. La unión de ambos formaba el azufre. El fósforo estaba formado por ácido-fosfórico y flogisto; al quemar aquél se desprendía el flogisto y quedaba-corno residuo el ácido.

A\ calentar un cuerpo rico én flogisto con otro carente de él, el flo-gisto pasa del primero al segundo de tal modo que si calentamos un mineral que contiene poco flogisto con carbón vegetal rico en éste, el flogisto pa sa del carbón al mineral, lo cual daba como resultado la formación de u n — metal.

| MINERAL + FLOGISTO = METAL

La Teoría del Flogisto logró aceptación rápidamente, pues fundamentó casi todos los hechos experimentales que se habían ido acumulando en aque lia época: la flama ascendente de una vela, y en general de toda sustan— cia que arde, que aparentemente tira del cuerpo que se quema y que indica ba que el flogisto se escapaba durante la combustión. Lo observado, por-ejemplo, cuando en una cuchara de hierro se calienta una pequeña cantidad de plomo pulverizado, que. se funde, quema y transforma en un polvo amari-llo. De acuerdo con la teoría del flogisto, ese polvo amarillo es ceniza

jie plomo ,__o plomo menos flogisto. Por lo tanto, si se podía encontrar — algún camino para añadir flogisto a esta ceniza 'de plomo, se producirá -otra vez plomo. Y esto es precisamente lo que pasaba al calentar la cení za de plomo con carbón, sustancia catalogada como rica en flogisto, el — cual pasaba del carbón a la ceniza.

Presentamos aquí, de manera resumida, los fundamentos y considerado nes de la Teoría del Flogisto que daba explicación a ciertos fenómenos — químicos; esto como parte del paso del método científico que señala "Iden tificar el problema y enunciar preguntas bien formuladas; desechar los as^ pectos no esenciales del mismo y recopilar todos los datos posibles rela-cionados con éste". Lavoisier necesariamente estaba enterado hasta el mí nimo detalle de esta Teoría ya que como la totalidad de los químicos de -la época aceptaban ésta como válida.

Durante más de un siglo, se consideró que la teoría del flogisto era una explicación correcta de la combustión y hubo muchos experimentadoreseminentes de la química que la aceptaron como correcta. Pero surgieron -dificultades que los seguidores de esta teoría no lograron explicar. Las-sustancias mas combustibles, como la madera, el papel y la grasa, parecían consumirse en gran parte al arder. El-hollín y las cenizas restantes eran mucho más ligeras que las sustancias originales, lo cual era de esperar ya que el flogisto había abandonado la sustancia original. Pero cuando un me tal se dejaba a la interperie y se enmohecía (actualmente decimos que se -oxidad y de acuerdo con la teoría de Stahl, se debería de producir un desprendimiento lento del flogisto lo cual provocaría una disminución en el -peso del metal. Igual caso debería presentarse al calcinar (calentar fuer temente) un metal, pues recordemos que

METAL = MINERAL + FLOGISTO

con el fuerte calentamiento el Flogisto debería escapar y quedar sólo el -mineral, mucho mas ligero. Sin embargo, los hechos experiment&les no concordaban con lo que la teoría proponía, pues tanto el metal "enmohecido" -como el calcinado pesaban más que antes.

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Estas discordancias obligaron a emprender una nueva serie de investigaciones, pues se plantearon con una nueva serie de interrogantes'.

La explicación de los cambios de peso durante la combustión vendría a encon-trarse en los gases que aparecían o desaparecerían mientras se formaban los c o m —

i

puestos. La respuesta global a esta problemática la dio Antonio Lorenzo Lavoi eier (1743-1794), basado en los trabajos de ilustres predecesores.

IDENTIFICACION DE GASES.

En 1756 el químico escocés Joseph Black, uno de los más renombrados de la é-poca, había explicado la formación de los carbonatos (substancias que expuestas a un intenso calor pierden un gas, además, los ácidos actuando sobre estos carbonatos, hacen aparecer el mismo gas, "aire fijo". Lo llama Black reconociendo que nada tiene que ver con el aire común y que es un gas perfectamente distinto), y -su descomposición mediante la existencia de un cuerpo gaseoso, el primero de esta clase realmente aislado e identificado, el gas carbónico. En realidad, desde ha-cíía más de medio siglo que se había entrevistado la existencia del gas carbónico, pero los químicos, por respeto a las teorías aristotélicas, no se decidían a admi tir que el aire atmosférico no fuese el único cuerpo gaseoso de la naturaleza.

Por primera vez en la historia de la química Black había demostrado la exis-tencia de un gas (entonces llamado un "aire") que no era el aire atmosférico.

Ademas, la lista de los cuerpos gaseosos aumentó rápidamente gracias a Joseph Priestley (1^733-1804) nacido en un poblado cerca de Leeds, en Yorkshire, Inglate— rra. Priestley consiguió descubrir media docena de gases o al menos los caracteri

completamente. Empleo como líquido para recoger y encerrar los gases en la cu-ba neumática el mercurio, con el que pudo estudiar los gases solubles en el agua.-En 1771 se intereso" por el fenómeno de la fijación de gas carbónico ((X^) sobre —

las plantas; en 1772 aisló por primera vez el dióxido de nitrógeno (NO^), luego el .óxido de nitrógeno, amoníaco gaseoso, ácido clorhídrico gaseoso, bióxido sulfuroso

gaseoso; etc. (En el sistema de asignar nombres de la época "aire nitroso disminu-ido", "aire nitroso", "aire alcalino", "aire ácido" y "aire ácido vitriólico").

Pero es el hecho de que ciertos compuestos como las bases alcalinas (hidroxi-dos de sodio y potasio), la cal (óxido de calcio), la magnesia (óxido de magnesio) etc. Pierden o recuperan sus propiedades originales debido a la intervención d e — un gas (un "airé?) lo que atrae la atención de Antonio Lavoisier, trayendo a escena a este gran revolucionador de la Química.

Este ultimo fenómeno había sido ya estudiado por Black, quien había dado a co ^aocer sus observaciones en un clásico trabajo titulado "Experimentos sobre magne—

sia, cal viva y otras substancias alcalinas". En este sentido, la famosa memo-ria de Black antes citada, ejerce sobre Lavoisier una fuerte influencia, lleván dolo no solo a repetir los experimentos del gran químico escocés, sino a —— ampliarlos. Se interesa también por los trabajos realizados hasta ese momento por Priestley (hay que señalar que transcurre el año de 1772) y se decide a re-producir también los trabajos de aquel.

En este momento Lavoisier esta en posición de cumplir con "identificar el-problema..." "... y recopilar todos los datos posibles relacionados con éste". Pues conoce los postulados de la Teoría, las discrepancias surgidas entre ésta-y los resultados experimentales ésta-y, lo más importante, las evidencias del papel que parecen jugar los "aires" en los fenómenos de combustión.

En efecto, es en el curso del año 1772 que Lavoisier toma plena conciencia de la naturaleza de los gases y la parte que algunos de ellos podían desempeñar en las reacciones químicas, en particular en los fenómenos de oxidación y de — combustión.

Durante todo este año trabaja en torno al problema de la, calcinación y fi-nalmente el lo. de Noviembre del mismo año deposita un pliego sellado en la Acá demia Real de Ciencias abierto y leído el 5 de Mayo del año siguiente, y que con tiene la declaración siguiente:

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En esta breve reseña de sus experiencias con azufre, fosforo y litargia — (PbO) Lavoisier nos muestra por un lado:

1. Que al quemar azufre y fosforo se producía un aumento de peso, en c o n — tra de lo esperado.

2. Que este aumento de peso se debe a "... la gran cantidad de aire que se fija durante la combustión..."

3. A partir de los resultados obtenidos de una serie de experimentos sobre dos casos particulares formula una explicación general.

4. Nos describe sus experimentos. Por el otro:

1) Que hay que "Elaborar un informe escrito sobre todo el ciclo de la inves; tigación..."

2) Que tuvo que efectuar un "Análisis de los resultados y conclusiones". Pa ra efectuar ese informe.

Así, Lavoisier establece un paralelo -más aun, una identificación- entre el aumento del peso del fosforo y el de azufre quemado con la combustión en g e n e — ral y con la calcinación de los metales. También observo que el fenómeno inver-so, la reducción de una cal metálica (el litargirio) mezclada con carbón, se da-con una enorme producción de gas. Por otra parte, se encuentra todavía apegado a las concepciones y a la terminología del flogisto, y habla siempre de aire en-general y no de una parte especial del aire, como hoy sabemos que ocurre en rea-lidad.

Lavoisier dedica el fin de 1772 y los comienzos de 1773 a la elaboración de un programa de trabajo que le permita ordenar y sistematizar los conocimientos -derivados del estudio de los "aires", del papel que juegan éstos en los fenóme— nos de la combustión, de la respiración, de la calcinación; para lo cual en su diario de laboratorio, específicamente el 20 de Febrero anota el estado de los conocimientos relativos a la formación de los gases en las reaccions químicas, -texto fundamental para comprender el pensamiento de Lavoisier y apreciar el pro-pósito de la guía. "Antes de comenzar la larga serie de experiencias que me pro pongo realizar sobre el fluido elástico qué sé desprende de los cuerpos, sea por -la fermentación, sea por -la desti-lación, sea finalmente por -las combinaciones de todas clases, lo mismo que sobre el aire absorbido y.la combustión de un gran — número de sustancias, creo necesario expresar por escrito algunas reflexiones pa ra formularme a mí mismo el plan que debo seguir. Es un hecho comprobado que, -en un gran número de circustancias, se despr-ende de los cuerpos un fluido elásti co: pero existen varias teorías acerca de su naturaleza..."

Luego enumera las diversas hipótesis enunciadas por otros: se trata del ai-re atmosférico mismo, o bien de otro fluido distinto, el aiai-re fijo, o bien de — emanaciones sutiles "de las que se podía distinguir una infinidad de especies". Comprueba que todos los experimentos acumulados que ocupan contemporáneamente a-químicos de todos los países, no son suficientes todavía para elaborar una t e o — ría completa y satisfactoria. Señala la confusión que existe en relación a la -naturaleza y a las propiedades de estos "aires" que se tiende a multiplicar, en lugar de tratar de averiguar si sus diferencias no se deben a mezclas o a la pre sencia de impurezas en número pequeño de gases definidos.

Finaliza con la conclusión siguiente donde se resume un programa de traba— jos que seguirá escrupulosamente durante quince años: "La importancia del tema -me indujo a retomar todo este trabajo que -me pareció apto pare producir una revo-lución en la física y en la química. Creí necesario considerar tan sólo como in dicaciones todo lo que había sido hecho con anterioridad; me he propuesto r e p e —

tirio todo con nuevas precauciones a fin de relacionar lo que conocemos sobre el aire que se fija o que se desprende de los cuerpos con los otros conocimientos -adquiridos y formar una teoría. Los trabajos de los autores que acabo de citar-considerados desde este punto de vista, me han presentado secciones separadas de una gran cadena, de la que se han unido solo algunos eslabones. Pero falta aÚn-una inmensa serie de experiencias para formar aÚn-una continuidad... Esta manera de encarar el tema me ha hecho sentir la necesidad, primero de repetir, y luego, de multiplicar, las experiencias que absorben el aire a fin de que, conociendo el origen de esta sustancia, pudiera rastrear sus efectos en todas las diferentes -combinaciones .

"Las operaciones por las cuales se puede llegar a fijar el aire son: la ve-getación, la respiración de los animales, la combustión, en alguna circunstan cia la calcinación y, por último, algunas combinaciones químicas".

Nos encontramos aquí, nuevamente, con las siguientes consideraciones:

1. A partir de su Última serie de experiencias Lavoisier identifica nuevamente -el problema -el fluido -elástico que se desprende de los cuerpos sea por-la fermentación, sea por por-la destipor-lación, sea finalmente por por-las c o m b i n a d o — nes^de todas clases, lo mismo que sobre el aire absorbido en la

combustiónEnumera las hipótesis enunciadas sobre este problema y toda la información -sobre el caso.

Lavoisier no adelanta ninguna hipótesis, se limita a observar y estudiar sus-resultados experimentales.

3.- Aunque no señalamos en este escrito los experimentos desarrollados por Lavo! sier,-- dada su extensión si debemos señalar lo siguiente"... me he propuesfo repetirlo todo, con nuevas precauciones..." y "... primero de repetir, y lúe go de multiplicar, las experiencias que absorben el aire..."

El primer fruto de este trabajo fue una extensa memoria que presento a la -Academia Real de Ciencias. Esta., con la aprobación de la -Academia Real de Cien cías. Esta, con la aprobación de la Academia, apareció como volumen suelto en enero de 1774, llevando el título de Opusculos físicos y químicos. Los O p ú s c u los se componen de dos partes. La primera trata históricamente el problema de -i, a i r e s ' deteniendose especialmente a estudiar las experiencias de Black y -su aire fijo . En la segunda parte describe -sus experiencias y expone -sus con-clusiones. Entre las que destacan.

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-"Que diversas circunstancias indicarían que la totalidad del aire que respiramos noes apta a fijarse para entrar en la combinación de las sales-metálicas, sino que existe en la atmósfera un fluido elástico especial que se encuentra mezclado con el aire y que es en el momento en que se agota 'este fluido conteniendo en la campana, cuando la clacinación no se puede

-continuar".

Una de las objeciones contra la afirmación de que el aumento de peso-durante la calcinación se debe a una parte del aire que se fija en el m e — tal se basaba en la admisión hecha por Boyle de que eran las "partículas -de fuego" las que pasaban a través -de las pare-des -del recipiente don-de sehacia la calcinación de los metales y que teniendo peso y agregándose al -metal determinaban el comprobado aumento de peso.

Bajo este estado de cosas Lavoisier inicia el año de 1774 convencido de la validez de su hipótesis: una parte del aire atmosférico es el que se fija con las cales metálicas; y trabaja con nuevos elementos (plomo y e s — taño) en la comprobación de ésta y por consiguiente en la refutación de la de Boyle.

En febrero de 1774 provoca la calcinación de una cierta cantidad de -plomo y estaño en ampollas cerradas al calor, después de haber pesado cui-dadosamente la cantidad de metal usada y los recipientes cerrados antes de exponerlos al fuego. Los pesa luego al final del experimento y no comprue ba ninguna variación de peso total. Así, en contra de la opinión corrien-te, el fuego no ha cedido ninguna materia pesada al metal a través del vi-drio. Al abrir la ampolla siente el soplo del aire que penetra al inte rior, pesa y anota el aumento de peso que es igual al de los metales u s a — dos en el experimento, que luego pesará por separado; ahora está en condi— ciones de afirmar que el-aumento de peso de los metales calcinados proviene de una parte del aire atmosférico que se ha fijado sobre estos metales. — Queda por identificar todavía esta parte de aire que algunas observaciones podrían hacer confundir con el gas carbónico. Para avanzar en sus d e s c u — brimientos, necesita un medio más adecuado que la calcinación del plomo o estaño. En el mercurio encontrará el material ideal.

EL DESCUBRIMIENTO DEL "AIRE VITAL".

Su atención se fija en el mercurio gracias a los trabajos de otros dos-químicos realizados en 1774. Por una parte el farmacéutico militar Bayen-publicó dos memorias que describen experimentos sobre sales de mercurio — descompuestas y transformadas en óxido y sobre la propiedad de este óxido-de óxido-descomponerse con el calor

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Sin embargo, recibirá las noticias más importantes del inglés Joseph Priestley. Al calentar el óxido rojo de mercurio bajo una campana inver-tida, Priestley recogió el primero de agosto de 1774 un gas que, como comprueba con asombro, mantiene la combustión. Se trata del oxígeno.

En el transcurso de los meses siguientes Priestley visitó París y vio a Lavoisier; en octubre le habló de sus experimentos con óxido de m e r c u — rio, que recibía el nombre de precipitado per se porque se formaba sobre la superficie del mercurio cuando se lo calentaba. Priestley repitió sus experimentos en presencia de Lavoisier.

Pero estudiemos esto más detenidamente; Priestley hacia comienzos del año de 1774, había podido conseguir un lente muy poderoso, con el cual injL ció toda una serie de experiencias para estudiar, sin utilizar el fuego, -la acción del calor sobre varias substancias cuyos "aires" recogía en v a — sos cerrados. "Con este aparato", escribe en el segundo volumen de sus ex perimentos y observaciones, "después de varias otras experiencias..., el

-lo. de agosto de 1774 intenté extraer aire de mercurius calcinatus per se y luego con el recurso de estos lentes,encontré que con mucha facilidad — expulsaba aire. Habiendo obtenido este gas tres o cuatro veces, conforme a la cantidad del material de que disponía, lo puso en contacto con agua,y comprobé que no se disolvía en ella. Pero lo que me extrañó más de lo -que puede decirse, fue el hecho de -que una vela -quemaba en a-quel aire con una llama notablemente vigorosa, mucho más que la amplia llama con que la-vela quema en el aire nitroso tratado con hierro o con hígado de azufre —

(se trata de oxidulo de nitrógeno, ^ 0 , obtenido reduciendo el óxido, NO); pero, no habiendo observado en ninguna especie de aire un tan notable fenó meno, sino en esta especial modificación"del aire nitroso, y conociendo — que el ácido nitroso no se había usado en la preparación del mercurius cal cinatus, estaba completamente perplejo sobre la manera de explicarme este hecho".

En los días siguientes, Priestley repitió la experiencia, e hizo o — tras similares con el plomo rojo (minio Pb^O^), obteniendo el mismo aire. Así Priestley se convenció de que "el mercurius calcinatus debía conse guir de la atmosferá la propiedad de producir tal especie de aire, siendo-iguales los procedimientos de preparación de aquella substancia y la del plomo rojo", y esta parte que conseguía debía ser una parte nitrosa o áci da.

En el mismo mes de agosto el sabio inglés dejó de lado estas expe riencias,acompañando a su patrón, Lord Shelburne a un viaje al continente. De manera que en París comunicó a otros sus descubrimientos, en particu— lar a Lavoisier. A su regreso,en noviembre, Priestley reanudó sus e x p e — riencias con el gas que, más tarde, llamará "aire desglogisticado" y reco-noció algunas otras de sus particularidades interesantes. Así, el 21 de noviembre de 1774 reconoce en modo claro y completo que el nuevo aire por

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el descubierto el lo. de agosto, era absolutaménte diferente del "aire nitrosdesglofisticado" (el oxídulo de nitrógeno). El lo. de marzo de1775 comprueba que el nuevo aire es respirable y por eso dice que es aire común, pero el 8 dfel.mismo mes se convence de que es mejor que el -aire común, llamandolo-aire desflogisticado.

Lavoisier en marzo de 1775 repite las experiencias de Priestley -con la cal de mercurio, y después de rechazar que el aire desarrollado era como creía antes "aire fijo"; afirma que lo que se obtiene era -aire común "con un poco de la naturaleza del -aire inflamable" (H„). — Durante aproximadamente un mes Lavoisier continua con una serie de ex-perimentos con el óxido de mercurio, lo que le permite aclarar en for-ma precisa las diferencias entre el gas carbónico (C02) el aire vital-(0?), el aire inflamable (£L) y el aire fijo (N2> mismas que c o m u n i — -ca a la A-cademia en abril del mismo año (1775). Justo es reconocer la importancia que tuvo para la realización de estas experiencias los re-sultados reportados por Priestley en el segundo volumen de sus Experi-mentos y Observaciones.

Durante 1776 y buena parte de 1777 Lavoisier continua realizando sus experimentos, desarrollando en abril de 1776 su célebre experien— cia con el óxido de mercurio rojo misma que se describe en casi todos-Ios trabajos de química:

"Introduje cuatro onzas de mercurio puro en un recipientes cerra-do, de vidrio, -escribió- luego encendí el horno y lo mantuve asi d u — rante doce días. Al segundo día, había empezado a aparecer ^diminutas partículas rojas sobre la superficie del mercurio". Cuando la mayor -parte del mercurio se hubo convertido en un polvo rojo. Lavoisier re-tiró del fuego el recipiente de vidrio, que había pesado cuidadosamen te antes del experimento, y pesó su contenido, nuevamente. Se e n c o n — tro con que no hubo aumento de peso.

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Como el recipiente de vidrio estaba cerrado, nada pudo entrar o -escapar durante el calentamiento. Sin embargo, cuando abrió el r e c i — piente, notó que el aire entraba violentamente dentro de él. Para La-voisier, esta entrada violenta de aire indicaba que parte del aire del recipiente se había consumido durante el calentamiento y había dejado espacio para que pudiera penetrar más aire. Después que entró el aire dentro del recipiente, lo pesó, una vez más, y comprobó el aumento en peso. Dedujo entonces lógicamente, que este aumentojgualaba el peso -de algo que estaba en el aire contenido en el recipiente y que se había combinado, durante el calentamiento,con el mercurio, formado el polvo rojo. Como medida de precaución, invirtió su experimento original. To mó el polvo rojo de mercurio y lo calentó a temperatura más alta. En-contró que el polvo rojo se convertía en mercurio y que se desprendía un gas, y, mediante una serie de pruebas, encontró que este gas era — idéntico al aire deflogistizado que Priestley había descubierto. Por lo tanto, concluyó que el gas que había en el aire, era el causante de la combustión.

Durante todo este lapso de tiempo (mas de año y medio) el trate o -experimental de Lavoisier no presenta variaciones apreciables, antes' bien si prueba y comprueba sus datos experimentales, es con la intención de no cometer errores, de contar con datos seguros y rigurosos. Perc, en cuanto al aspecto teórico, todo se concibe de manera completamente dife-rente, hacia 1778, en una nueva publicación de su memoria de 1775, lo — que plantea Lavoisier es algo mucho más desarollado, diriase que por fin Lavoisier ha encontrado la clave del problema.

"De acuerdo a esto, parece que el principio que se combina con los metales durante su calcinación, y que les aumenta el peso, no es otra -cosa que la parte mas pura del aire que nos rodea, que respiramos y que pasa,en esta operación, del estado de expansibilidad al de solidez; si -por lo tanto se le obtiene en el estado de aire fijo, en todas las reduc ciones metalicas en que se emplea el carbón, es a la combinación de estl ultimo con la parte pura del aire que se le debe el efecto y es muy probable que en todas las cales metálicas no darían, tal la del mercurio, -mas que aire eminentemente respirable, si se pudiera reducirlas a todas-sin adición, de la misma manera que se reduce el mercurio precipitado — per se. Todo lo que acabamos de decir del aire de las cales metálicas puede aplicarse naturalmente al que se obtiene del salitre merced a la detonación; se sabe que la mayor parte de este aire se encuentra en el estado de aire fijo, que es mortal para aquellos animales que lo r e s p i ran, qu<= tiene la propiedad de unirse fácilmente con la cal y los á l c a -lis, de dulcificarlos y hacerlos cristalizar; pero, como al mismo tiempo la detonación del salitre no se produce sino agregándole carbón u otro -cuerpo cualquiera que contenga flogisto, no se puede dudar que no acaez-ca todavía en esta circustancia, una conversión del aire eminentemen-te respirable en aire fijo; de donde se deduciría que el aire combinado-en el salitre... es la parte respirable del aire de la atmósfera d e„n r n visto de su expansibilidad, y que es uno de los principios que constituye el acido nitroso. Estamos obligados a concluir, que el principio al que se le ha dado hasta ahora el nombre de aire fijo, es la combinación de -la parte eminentemente respirable del aire con el carbón " (C02).

Lavoisier llamaba al oxígeno aire vital y al nitrógeno, exhalación-residual porque se trataba del gas que quedaba en la campana de mercurio despues de la calcinación o después que un pájarito hubiera respirado — allí dentro. Priestley, que estaba en posesión de los mismos resultados y que hasta los había comunicado antes a la Royal Society de Londres,

ha-bía denominado a los dos nuevos gases: aire deflogisticado y aire flogis ticado. Los dos sistemas comienzan a enfrentarse desde ese momento. La

voisier, ha adoptado el nombre de "aire vital" es decir, un gas diferente del aire atmosférico y diferendiferente de aquella exhalación residual que -constituye los cuatro quintos del aire atmosférico.

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