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C o m p a r a n d o u n a y otra o b r a , el resultado es, casi total-m e n t e , favorable a l v o l u total-m e n v n de l a H i s t o r i a M o d e r n a d e
México. México. S u evolución s o c i a l l a aventaja, e n c u a n t o
a sus temas, c o n el del n ú m e r o 5 " C o m u n i c a c i o n e s y O b r a s P ú b l i c a s " , que es de m a y o r comprensión que el correspon-diente, también n ú m e r o 5, de l a H i s t o r i a M o d e r n a d e México. Éste se ciñe a los ferrocarriles y prescinde de los otros medios de comunicación y de las obras públicas. A q u é l trata n o sólo de los ferrocarriles, sino de las comunicaciones marítimas, faros e iluminación de las costas, obras en los puertos; co-rreos y telégrafos, teléfonos; obras públicas urbanas, el des-a g ü e del V des-a l l e y e l sdes-anedes-amiento de l des-a c i u d des-a d de M é x i c o . T o d o esto n o h a t e n i d o cabida, a l menos aparte y en sus de-b i d a s proporciones, en l a H i s t o r i a M o d e r n a d e México.
P o r l a fecha de su impresión (1901), México. S u e v o l u
-ción s o c i a l sólo llega hasta fines d e l siglo x i x , pero en c a m b i o
se extiende a t o d o l o anterior, i n c l u s i v e a l a N u e v a España y a los tiempos prehispánicos. Carece, a su vez, de u n tema tan i m p o r t a n t e c o m o e l de " L a s inversiones extranjeras", par-te l a más novedosa de l a H i s t o r i a M o d e r n a d e México.
Esta, en cuanto a las fuentes históricas, supera a l a otra o b r a , b i e n d o c u m e n t a d a asimismo, a u n q u e n o tan copiosa-mente, ya en l o n a c i o n a l , y a en l o extranjero. Y sólo es de l a m e n t a r , que, en l a p r i m e r a , no estén las referencias a la vista, a l p i e de l a página, sino a l f i n d e l segundo tomo.
O t r a ventaja de l a H i s t o r i a M o d e r n a sobre su ilustre pre-decesora, es l a m e j o r perspectiva de los acontecimientos eco-nómicos del p o r f i r i a t o , m i r a d o s a más de 50 años después. Y la i n d e p e n d e n c i a de criterio, de que n o gozaron los científi-cos porfiristas autores de México. S u evolución s o c i a l .
L a H i s t o r i a M o d e r n a d e México es, pues, en su v o l u m e n v i l , c o n l a salvedad anotada, u n paso adelante en l a historio-grafía económica de nuestro país.
José B R A V O U G A R T E A c a d e m i a M e x i c a n a d e l a H i s t o r i a
H e r i b e r t o G A R C Í A R I V A S , B r e v e H i s t o r i a d e l a Revolución
M e x i c a n a , E d i t o r i a l D i a n a , M é x i c o , 1964.
L e n t a m e n t e se h a n v e n i d o a c u m u l a n d o los materiales ne-f a r i o s para que a l g ú n día se p u e d a escribir u n a " v e r d a d e r a " l i s t o r i a de l a revolución m e x i c a n a , t a n necesaria. E x i s t e n ya iportaciones monográficas de i n d i s c u t i b l e valor, colecciones le documentos — c o m o algunas de las dadas a luz p o r el P a
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tronato para el E s t u d i o de l a R e v o l u c i ó n en Sonora o el Insti-tuto de Estudios Históricos de l a R e v o l u c i ó n M e x i c a n a — v existen también intentos de presentación general de l a revo-lución, p o r períodos más o menos a m p l i o s , como los de V e r a Estañol, T a r a c e n a , M u ñ o z , S i l v a H e r z o g o Valadez, p a r a n a citar sino los más conocidos. Q u i e r o en esta ocasión ofrecer u n breve c o m e n t a r i o de u n a recientísima adición a l a litera-tura, q u e p o r su conveniente extensión, b u e n a impresión, t i r o relativamente elevado y precio m u y accesible, temo tendrá a m p l i a circulación que, desgraciadamente, sólo servirá p a r a p a r a que los lectores a d q u i e r a n los más equivocados concep-tos d e l proceso r e v o l u c i o n a r i o . A m e n a m e n t e escrita t a l c o m o corresponde a u n a u t o r q u e h a sido catedrático de lite-r a t u lite-r a — • l a o b lite-r a se lee c o n aglite-rado, s i n fatiga y c o n pelite-rfecta comprensión.
Desgraciadamente, t o d o e l l i b r o descansa en l a validez q u e p u e d a darse a l a narración de G a r c í a R i v a s q u i e n , c o n t r a l o q u e era de esperarse en u n a n t i g u o catedrático de h i s t o r i a , en todos los casos n o ofrece o t r a a u t o r i d a d que l a p r o p i a , en apoyo de sus afirmaciones (algunas categóricas y t e r m i n a n -tes), ya que l a o b r a carece totalmente de comprobaciones do-cumentales o bibliográficas. S o r p r e n d e n algunos p u n t o s de vista m u y personales, c o m o c u a n d o a l hacer l a relación cro-nológica de las formas de g o b i e r n o que h a tenido nuestro país a p a r t i r de su i n d e p e n d e n c i a , dice: " l a tercera república federal d u r ó de 1857 a 1863, a ñ o en q u e apareció e l segundo I m p e r i o . . . L a cuarta república f e d e r a l . . . de 1867 a 1 9 1 4 . . . " L o q u e parece i n d i c a r q u e el autor, a l c o n t r a r i o de l o q u e o p i n a n l a mayoría de los mexicanos', piensa que el g o b i e r n o legítimo del país de 1864 a 1866 fué e l d e l a r c h i d u q u e M a -x i m i l i a n o , tachando e n consecuencia de espúreo, el que heroi-camente sostenía Juárez, y q u e i n c l u s o estuvo siempre reco-n o c i d o p o r los Estados U reco-n i d o s . H a y tambiéreco-n descuido ereco-n l a revisión de originales c o m o p o r ejemplo, c u a n d o (en l a pá-g i n a 30) se m e n c i o n a a l " . . .licenciado Félix F. P a l a v i c i n i " , sin p e r j u i c i o de que en otros lugares se le cite correctamente c o m o " i n g e n i e r o " , cjue era. e l título profesional c o n cjiie siem-pre se ostentó. P e r o l o más sensible, n o sólo p o r l a equivo-cada información q u e esnecíficamente se ofrece en equivo-cada caso, son los numerosos errores de información que c o n t i e n e n las páginas del l i b r o y q u e u n a vez descubiertos p o r el lector — c o s a n o difícil, p o r l o b u r d o de los m i s m o s — hace surgir la d u d a de si otras i n f o r m a c i o n e s , sobre las cuales p u e d a care¬ cer de j u i c i o directo, n o estarán i g u a l m e n t e equivocadas, l o q u e a n u l a p o r c o m p l e t o el v a l o r de l a obra.
491 D e esas numerosas informaciones erróneas he escogido a título de ejemplo algunas de las más aparentes. E n muchas se trata de asuntos de p ú b l i c o y general c o n o c i m i e n t o , a ú n entre los legos en detalles de historia de l a revolución, p o r lo q u e su s i m p l e cita basta p a r a q u e e l lector c o m p r e n d a su f a l t a de e x a c t i t u d . N o q u e r i e n d o i n c u r r i r e n el defecto que señalo a l a u t o r de l a B r e v e H i s t o r i a , de no basar sus a f i r m a -ciones en o t r a fuente q u e l a suya, e n cada caso se c i t a a l g u n a o b r a a u t o r i z a d a e n l a que el lector podrá encontrar n o sólo a p o y o a l a corrección que se hace, sino también valiosas i n -formaciones laterales o complementarias.
E n t r e m o s pues en m a t e r i a p a r a señalar algunos de esos errores, que es de advertir n o son los únicos. Sorprende, p o r ejemplo, q u e en l a página 9 a l h a b l a r de l a l u c h a entre las diversas facciones revolucionarias q u e ensangrentaron e l país d e 1910 a 1920, se d i g a que " . . . l u c h a n entre sí maderistas c o n t r a c a r r a n c i s t a s . . . " , l o q u e resulta i m p o s i b l e p o r l a falta de c o n t e m p o r a n e i d a d e n ambos grupos. E n efecto los "made-ristas" surgen a l lanzarse M a d e r o a l a l u c h a cívica, continúan d u r a n t e e l t i e m p o de l a c o n t i e n d a armada, y puede todavía hablarse de ellos hasta e l cuartelazo de 1913, y n a d a más. M i e n t r a s que n o puede hablarse de "carrancistas" — c o n sen-t i d o n a c i o n a l — sino hassen-ta que, m u e r sen-t o M a d e r o , desconoce V e n u s t i a n o C a r r a n z a a l u s u r p a d o r H u e r t a y f o r m a e l ejército " c o n s t i t u c i o n a l i s t a " , c o m o correctamente debe mencionársele. E n l a página 30 se dice q u e " e l 29 de j u l i o [de 1910] fue-r o n puestos en l i b e fue-r t a d M a d e fue-r o y E s t fue-r a d a . . . " l o q u e apafue-rte del p e q u e ñ o e r r o r de fecha (pues fue el 19), d a l a impresión de q u e se h u b i e r a sobreseído e l j u i c i o o q u e los acusados alcanzaran sentencia a b s o l u t o r i a , l o que n o sucedió, pues so-l a m e n t e so-l o g r a r o n su so-l i b e r t a d c a u c i o n a so-l , so-l o q u e semanas más tarde dió a M a d e r o carácter de prófugo c u a n d o a b a n d o n ó San L u i s Potosí p a r a d i r i g i r s e a los Estados U n i d o s .1 M á s
adelante dice. " . . . l a revolución n o m b r ó a M a d e r o presidente p r o v i s i o n a l e l 23 d e l m i s m o mes de n o v i e m b r e [1910], p a r a q u e convocara a e l e c c i o n e s . . . " (p. 37), l o q u e n o es correcto, pues d i c h o carácter de presidente p r o v i s i o n a l , c o n obligación de convocar a elecciones c u a n d o se c o n t r o l a r a l a c a p i t a l de l a r e p ú b l i c a y más de l a m i t a d de los estados, se l o confirió el proDio M a d e r o e n e l artículo 5 d e l P i a n de San L u i s , fir-m a d o p o r él, y fechado el 5 de octubre de 191o.2 T a m p o c o
1 Adrián A G U I R R E B E N A V I D E S , M a d e r o e l i n m a c u l a d o , México, 1962, página 146.
2 M . G O N Z Á L E Z R A M Í R E Z , P l a n e s políticos y o t r o s d o c u m e n t o s , Mé-xico, p p . 38, 41.
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es exacto l o que dice e n l a m i s m a página 37, " . . .en 1909 es-cribió y publicó u n l i b r o , t i t u l a d o L a Sucesión P r e s i d e n c i a l . . . esto l e valió ser expulsado de M é x i c o , radicándose en los Es-tados U n i d o s , desde d o n d e prosiguió su l u c h a contra D í a z . . . " , pues desde fines de enero de 1909 en que apareció el famoso l i b r o , hasta el 7 de octubre de 1910, en que pasó a Estados U n i d o s , n o expulsado p o r el g o b i e r n o sino huyendo de l a c i u d a d de San L u i s Potosí d o n d e se encontraba en l i b e r t a d bajo caución, permaneció en el país l u c h a n d o c o n t r a d o n P o r f i r i o .3
E n relación c o n esa p r i m e r a etapa de l a revolución, en l a p á g i n a 61 a f i r m a q u e " . . . C á n d i d o A g u i l a r , Bordes M a n g e l y V i c e n t e Escobedo se s u b l e v a r o n el 21 de n o v i e m b r e e n l a Sierra de C o a h u i l a . . . " I g n o r o d o n d e se hayan lanzado a l a revolución Bordes M a n g e l y Escobedo, pero por l o que hace a l general A g u i l a r , que fue más tarde e l p r i m e r general en e l escalafón constitucionalista, éste inició sus actividades en su estado n a t a l , V e r a c r u z , incorporándose a G a b r i e l G a v i r a e n Zapotitlán, el 7 de m a y o de 1911 y quedando c o m o segundo jefe de sus fuerzas.4
E n relación c o n l a sublevación orozquista c o n t r a el Presi-dente M a d e r o en 1912, también se hacen afirmaciones inco-rrectas. E n l a página 73 leemos, " . . . O r o z c o . . . libró c o n t r a las fuerzas maderistas los combates de R e l l a n o y B a c h i m b a , saliendo victorioso, y p o r Jiménez y P a r r a l salió de C h i h u a -h u a a l Sur, amenazando c o n extender su m o v i m i e n t o -hasta el centro de l a república." C o m o n o se diferencian clara-mente, sino p o r e l c o n t r a r i o se c o n f u n d e n , las dos etapas de l a campaña c o n t r a O r o z c o , l a impresión del lector resulta claramente incorrecta. Es cierto que en marzo de 1912 t u v o l u g a r l a p r i m e r a b a t a l l a de R e l l a n o , en l a que los orozquistas d e r r o t a r o n a l general González Salas v, efectivamente, se te-m i ó que p u d i e r a n avanzar h a c i a el sur.' Pero el siguiente te-mes de a b r i l se organizó u n a n u e v a c o l u m n a a l m a n d o del general V i c t o r i a n o H u e r t a , q u e en m a y o inflingió dos derrotas a los rebeldes en Conejos y e n R e l l a n o (segunda b a t a l l a de este nombre) y luego, e n j u l i o o b t u v o u n a v i c t o r i a f i n a l y d e f i n i -tiva en B a c h i m b a , d o n d e n u n c a t r i u n f a r o n los orozquistas.
3 Stanley R . Ross, F r a n c i s c o I . M a d e r o , Apóstol d e l a d e m o c r a c i a m e x i c a n a , México, 1959, p p . 63-112.
4 G a b r i e l G A V I R A , S U actuación politico-militar-revolucionaría, Mé-xico, 1939, p p . 35-37.
s j . R O M E R O F L O R E S , A n a l e s d e l a Revolución M e x i c a n a , México. 1960, tomo 1, p p . 228-226.
493 C o r r e s p o n d i e n t e a esa m i s m a campaña, fue e l i n t e n t o de f u s i l a m i e n t o de V i l l a , que García R i v a s relata de l a siguiente m a n e r a : " . . . H u e r t a m a n d ó a l c o r o n e l R u b i o N a v a r r e t e que lo a p r e h e n d i e r a y fusilara; pero el c o r o n e l l o remitió a Mé-x i c o bajo su responsabilidad, alegando que H u e r t a se equivo-caba, pues V i l l a era fiel a M a d e r o y n o pensaba t r a i c i o n a r l o " (p. 86). R u b i o Navarrete, efectivamente, fue e l encargado de a p r e h e n d e r a V i l l a , pero n o de fusilarlo, pues no se enteró de q u e esto i b a a llevarse a cabo hasta que se l o comunicó el te-n i e te-n t e c o r o te-n e l R a f a e l R o m e r o L ó p e z , c u a te-n d o estaba a p u te-n t o de consumarse l a ejecución p o r soldados a l m a n d o del coronel A l e m á n Pérez. E l p r o p i o R u b i o N a v a r r e t e suspendió l a eje-c u eje-c i ó n , p e r o n o es exaeje-cto que r e m i t i e r a a V i l l a a M é x i eje-c o " b a j o su r e s p o n s a b i l i d a d " , pues l a remisión l a h i z o el p r o p i o H u e r t a , según telegrama que dirigió a M a d e r o el 4 de junio.« E n relación c o n el cuartelazo de febrero de 1913, a b u n d a n los datos equivocados. E m p i e z a p o r decir (p. 88), que el com-p l o t q u e c u l m i n ó c o n l a sublevación de l a C i u d a d e l a fue " . . .organizado desde C u b a , p o r los generales M a n u e l M o n d r a -g ó n , G r e -g o r i o R u i z y el c i v i l C e c i l i o O c ó n . . . " , c u a n d o en r e a l i d a d éstos, y otros c o m p r o m e t i d o s , desarrollaron toda l a t r a m a desde l a c i u d a d de M é x i c o , c o m o puede verse en relatos escritos p o r quienes p a r t i c i p a r o n en l a m i s m a .7 T a m b i é n se
hace alusión (p. 38) a que . . el 9 de febrero se r e b e l a r o n en T l a l p a m y T a c u b a y a , los generales Félix D í a z y M a n u e l M o n d r a g ó n , quienes l i b e r t a r o n a B e r n a r d o R e y e s . . . " y más adelante se dice (p. 99) que a este ú l t i m o " . . J o sacaron de su prisión los sublevados a l m a n d o de Félix Díaz, que tam-b i é n h a tam-b í a sido l i tam-b e r a d o de l a c á r c e l . . . " S i c o m o se dice co-rrectamente en esta segunda cita, Félix Díaz estaba preso en la penitenciaría c u a n d o comenzó l a sublevación, m a l p u d o i n i -c i a r l a j u n t o -c o n M o n d r a g ó n en T l a l p a m o T a -c u b a y a . Ade-más, es también inexacto que Díaz h u b i e r a c o n c u r r i d o a po-ner e n l i b e r t a d a Reyes (encerrado en l a prisión m i l i t a r de Santiago), pues fue precisamente l o c o n t r a r i o , los sublevados p u s i e r o n p r i m e r o en l i b e r t a d a Revés y, ya e n compañía de éste, se t r a s l a d a r o n a l a penitenciaría d o n d e l i b e r a r o n a D í a z .8
S i g u i e n d o el r e l a t o de los acontecimientos referentes a l a De-cena T r á g i c a , dice: " e l día 11... se declaró l a c i u d a d en es-tado de sitio, siendo n o m b r a d o jefe de las operaciones y
co-6 Federico C E R V A N T E S , F r a n c i s c o V i l l a y l a Revolución, México, 1960, 7 L u i s L I C E A C A , Félix D i a z , México, 1958, p p . 13.1 y ÍS. R o d o l f o R E -YES, D e m i v i d a , M a d r i d , 1929, p p . 194 y ss.
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m a n d a n t e general de l a plaza, V i c t o r i a n o H u e r t a . . . " (p. 89). E n r e a l i d a d el n o m b r a m i e n t o de H u e r t a se hizo desde l a m a -ñana d e l d o m i n g o 9, en que se inició el cuartelazo, pues a l trasladarse M a d e r o de C h a p u l t e p e c a P a l a c i o , tuvo q u e refugiarse m o m e n t á n a m e n t e e n l a Fotografía D a g u e r r e d o n d e , i n -f o r m a d o de que el comandante m i l i t a r de l a plaza, general L a u r o V i l l a r , resultó h e r i d o en el combate de l a P l a z a de l a Constitución, eligió p a r a s u b s t i t u i r l o a V i c t o r i a n o H u e r t a , q u i e n m o m e n t o s antes se presentara a ofrecer sus servicios, protestándole l e a l t a d .9
Es b i e n sabido que el artículo 40 d e l p l a n de G u a d a l u p e ,
f i r m a d o e n l a h a c i e n d a del m i s m o n o m b r e el 26 de marzo de 1913, confiere el cargo de P r i m e r Jefe d e l Ejército C o n s t i t u -cionalista a d o n V e n u s t i a n o , que formalmente aceptó d i c h a i n v e s t i d u r a en d o c u m e n t o f i r m a d o el 18 de a b r i l siguiente, por l o q u e es totalmente erróneo l o que en l a página 133 se lee: " c u a n d o en 1914 las fuerzas norteamericanas i n v a d i e r o n el p u e r t o de V e r a c r u z , C a r r a n z a enarboló el P l a n de G u a d a -l u p e , a s u m i e n d o e-l 26 de marzo de ese año -l a j e f a t u r a d e -l Ejército C o n s t i t u c i o n a l i s t a " . I n c u r r e en el error de situar en el 2 6 d e m a r z o d e 1 9 1 4 , el o r i g e n de l a designación de C a -rranza c o m o Jefe d e l Ejército C o n s t i t u c i o n a l i s t a , cosa que su-cedió el 2 6 d e m a r z o d e 1913 y, además, de que el 26 de marzo de 1 9 i 4 , d o n V e n u s t i a n o t o m a r a t a l a c t i t u d , como consecuen¬
cia d e l desembarco americano en V e r a c r u z , que n o sucedería sino u n mes después, el 21 de a b r i l . .
O t r o curioso a n a c r o n i s m o puede leerse en l a página 43, d o n d e se dice q u e los hermanos Flores M a g ó n , " t r a t a r o n de f u n d a r u n a república socialista en l a B a j a C a l i f o r n i a , tan p r o n t o c o m o se d i e r o n cuenta de que C a r r a n z a n o habría de seguir en su p r o g r a m a de gobierno, sus ideas t a n r a d i c a l e s . . . " M a l p o d í a n los Flores M a g ó n realizar el t a n d i s c u t i d o m o v i -m i e n t o e n l a B a j a C a l i f o r n i a , que tuvo l u g a r de enero a j u n i o de 1911, c o m o reacción a l a a c t i t u d q u e asumiría C a r r a n z a después de febrero de 1913, c u a n d o encabezó l a l u c h a c o n t r a H u e r t a .1 1
E n relación con Zapata, p o r q u i e n n o muestra simpatía, hace u n a i m p u t a c i ó n c a l u m n i o s a . E n l a página 116 leemos: " E m i l i a n o Z a p a t a , q u e seguía o p e r a n d o en M o r e l o s , llamó
9 J . M . T O R R E A , L a D e c e n a Trágica, México, 1963, p p . 56-57. 10 Isidro F A B E L A , E l Pían d e G u a d a l u p e , México, 1963, p p . 68-69. 11 L o w e l l L . B L A I S D E L L , T h e D e s e r t R e v o l u t i o n . B a j a C a l i f o r n i a , i p u , M a d i s o n , 1963. y M a r i o G I L L, " T u r n e r , Flores Magón y los Filibusteros" en E p i s o d i o s M e x i c a n o s , México, 1960.
495 c o n engaño a los Orozco, de C h i h u a h u a , acudiendo solamente el padre, q u i e n fue fusilado tras brevísima causa s u m a r i a que le instauró"; tal cosa es absolutamente falsa, como puede verse en cartas suscritas p o r el p r o p i o O r o z c o padre, solicitando ser r e c i b i d o p o r Zapata. E n l a p r i m e r a , fechada el 15 de marzo d e 1913, O r o z c o se d i r i g e a Z a p a t a " . . .suplicando a su respe-t a b l e p e r s o n a l i d a d me conceda u n a e n respe-t r e v i s respe-t a . . . " Insisrespe-te en o t r a m i s i v a del 24 d e l m i s m o mes, d o n d e dice " . . .traigo u n a c a r t a de m i h i j o p a r a u s t e d . . . " , agregando "también traigo u n a carta f i r m a d a p o r el presidente de l a R e p ú b l i c a [Victo-r i a n o H u e [Victo-r t a ] , auto[Victo-rizándome p a [Victo-r a ve[Victo-r a u s t e d . . . "1 2
N u e v o s errores de fechas y sucedidos se consignan en l a p á g i n a i g g , donde puede leerse, " e n 1914 llegó C a r r a n z a a So-n o r a , e iSo-ncorporó a O b r e g ó So-n a su Estado M a y o r , dáSo-ndole e l g r a d o de general de División el 29 de j u n i o , y encomendán-d o l e más tarencomendán-de l a J e f a t u r a encomendán-d e l Ejército encomendán-d e l Noroeste". L o c i e r t o es que C a r r a n z a llegó a H e r m o s i l l o el 22 de septiembre de 1913, permaneciendo ahí hasta n o v i e m b r e .1 3 L o s ascensos
y n o m b r a m i e n t o s a O b r e g ó n t u v i e r o n las siguientes fechas: g e n e r a l b r i g a d i e r , 15 de m a y o de 1913, general de brigada,
i ° d e j u l i o de 1913; jefe d e l c u e r p o de Ejército del Noroeste, e n septiembre de 1913 (día 2 0 ? ) ;1 4 general de división, 29 de
j u n i o de 1914.1 5
T a m p o c o es más feliz el a u t o r c u a n d o se refiere a l a C o n -v e n c i ó n . E n página 76 asienta: " c u a n d o C a r r a n z a postergó a V i l l a . . . este se separó de los carrancistas, asistiendo a l a C o n -v e n c i ó n de Aguascalientes p a r a desconocer a C a r r a n z a , impo-n i e impo-n d o u impo-n gobierimpo-no coimpo-nveimpo-ncioimpo-nista eimpo-n l a persoimpo-na de su geimpo-neral R o q u e González". P e r o n i González G a r z a (representante per-s o n a l de V i l l a en l a aper-samblea) era general per-s i n o coronel, n i fue designado presidente en Aguascalientes, pues este puesto l o o t o r g ó l a C o n v e n c i ó n a l general E u l a l i o Gutiérrez el i ° de no-v i e m b r e de 1914.1 6 Más adelante e l a u t o r de l a B r e v e H i s t o r i a
se o l v i d a de esa correcta referencia a González G a r z a como ele-m e n t o de i n d u d a b l e filiación v i l l i s t a , " . . .habiendo en el país
12 G i l d a r d o M A G A Ñ A , E m i l i a n o Z a p a t a y e l a g r a r i s m o e n México, Mé-xico, tomo n i , 1953, p p . 103 y 106.
13 A l f r e d o B R E C E D A , México R e v o l u c i o n a r i o , México, 1941, pp. 47, 50. 14 A l v a r o O B R E G Ó N , O c h o m i l kilómetros e n campaña, México, 1917, p p . 95, 124, 203.
15 J u a n B A R R A G Á N , H i s t o r i a d e l Ejército y l a Revolución C o n s t i t u -c i o n a l i s t a , Méxi-co, 1946, tomo 1, p . 725.
16 F . B A R R E R A F U E N T E S , Crónicas y d e b a t e s d e l a s s e s i o n e s d e l a S o -b e r a n a Convención R e v o l u c i o n a r i a , México, 1964, p p . 672-674.
496
tres presidentes: el constitucionalista C a r r a n z a , el convencionis-ta G o n z á l e z G a r z a y el v i l l i s t a E u l a l i o G u t i é r r e z . . . " E n reali-d a reali-d n o h a y razones p a r a l l a m a r " v i l l i s t a " mejor que "conven-c i o n i s t a " a l general Gutiérrez, q u e a l verse o b l i g a d o a aban-d o n a r l a c i u aban-d a aban-d aban-de M é x i c o precisamente p a r a escapar a l a pre-sión de V i l l a , lanzó u n enérgico manifiesto fechado el 13 de enero de 1915, en que d e n u n c i a c o n energía l a c o n d u c t a de éste y l o cesa terminantemente c o m o jefe de l a División del N o r t e ; " mientras que González G a r z a designado p a r a substi-t u i r a E u l a l i o Gusubsti-tiérrez, sí era elemensubsti-to i n c o n d i c i o n a l de V i l l a .1 8
" E l 16 de a b r i l [de 1915] fue m u e r t o frente a T a m p i c o c u a n d o pretendía atacarlo el general v i l l i s t a M a c l o v i o H e r r e r a el más l e a l y valiente colaborador de V i l l a . " E l autor, que s i n d u d a se enteró de l a filiación v i l l i s t a q u e en u n a época t u v o M a c l o v i o H e r r e r a , i g n o r a desgraciadamente q u e con posterio-r i d a d se incoposterio-rpoposterio-ró a C a posterio-r posterio-r a n z a y q u e a l m o posterio-r i posterio-r accidentalmente frente a N u e v o L a r e d o , n o T a m p i c o c o m o erróneamente se dice, estaba defendiendo esa p l a z a c o n fuerzas constitucionalis-tas de l a División d e l B r a v o , c o n t r a los contingentes villisconstitucionalis-tas m a n d a d o s p o r Rosalío Hernández.1»
P a r a n o alargar demasiado esta serie de citas de los múlti-ples errores que contiene el l i b r o que comentamos, terminaré c o n u n a de mínima i m p o r t a n c i a , pero q u e muestra el descuido en el acopio de materiales y l a i n e x a c t i t u d de los datos ofre-cidos e n l a B r e v e H i s t o r i a . Se trata de l a r e n u n c i a q u e en l a época d e l delahuertismo h i z o el licenciado Alessio R o b l e s , q u e se relata en l a página 179: " . . . Alessio R o b l e s , enton-ces secretario de H a c i e n d a en l u g a r de D e l a H u e r t a . . . re-n u re-n c i ó e re-n u re-n tore-no a l t a re-n e r o . . . " / c u a re-n d o ere-n r e a l i d a d el suce-sor de D e l a H u e r t a en l a Secretaría de H a c i e n d a fue el inge-n i e r o P a ñ i , mieinge-ntras q u e Alessio R o b l e s substituyó a R a f a e l Z u b a r a n C a p m a n y en d i c i e m b r e de 1921, en el cargo de Se-cretario de I n d u s t r i a , C o m e r c i o y T r a b a j o , que era el q u e des-e m p des-e ñ a b a des-el 22 ddes-e octubrdes-e ddes-e 1922 c u a n d o rdes-enunció, p a r a sdes-er s u b s t i t u i d o por M a n u e l Pérez T r e v i ñ o .2 0
17 José V A S C O N C E L O S , L a T o r m e n t a , México, 1958, pp. 120 y ss. 18 Martín L u i s G U Z M Á N , M e m o r i a s d e P a n c h o V i l l a , México, 1960,
PP- 795-796¬
19 C e l i a H E R R E R A , F r a n c i s c o V i l l a a r d e l a H i s t o r i a , México,^ 196!, p p . 112-142. A . A Í O R A L E S J I M E N É Z , H o m b r e s d e l a Revolución M e x i c a n a , Mé-xico, 1960, pp. 162-164.
20 Gustavo C A S A S O L A , H i s t o r i a Gráfica d e l a Revolución M e x i c a n a , i9o o - z $ 6 o , México, 1960, tomo m, p p . 1579, 1646.
497 Es de alabar el esfuerzo de García R i v a s para presentar su
B r e v e H i s t o r i a d e l a Revolución M e x i c a n a , lamentamos q u e
no haya tenido o p o r t u n i d a d de documentarse en f o r m a debi-da sobre el tema que i b a a desarrollar.
E n r i q u e B E L T R A N
L o t a M . S P E L L , P i o n e e r P r i n t e r : S a m u e l B a n g s i n México
a n d T e x a s , A u s t i n , U n i v e r s i t y of T e x a s Press, 1963, p p . X I I -|~
230.
C u a n d o el r e v o l u c i o n a r i o español Francisco X a v i e r M i n a organizó su expedición en ayuda de l a causa de l a i n d e p e n -d e n c i a m e x i c a n a en 1816, sabía que l a p r o p a g a n -d a impresa llegaría a tener u n a gran i m p o r t a n c i a . Es probable q u e tanto él c o m o su m e n t o r m e x i c a n o , el r e n o m b r a d o clérigo Servando T e r e s a de M i e r , se h a l l a r a n bajo l a impresión del fracaso de los revolucionarios mexicanos a las órdenes de H i d a l g o en
181011, cuando i n t e n t a r o n a d q u i r i r u n a i m p r e n t a e n los p r i meros meses de su campaña, a l a que sucedió casi i n m e d i a -tamente u n a derrota, n o sólo en el c a m p o de batalla, sino en la l u c h a p o r conseguir e l apoyo del p u e b l o . M i n a trajo con-sigo u n a prensa portátil desde Inglaterra: a su llegada a Bal¬ t i m o r e , p a r a r e c l u t a r adeptos, invitó a unirse a l a expedi-ción a u n j o v e n i m p r e s o r de B o s t o n , Samuel Bangs.
A u n q u e l a empresa de M i n a fracasó en 1817, esto n o ocurrió antes de que e l y a n q u i de diez y ocho años fuera i n t r o d u c i d o a l a costa d e l golfo, desde G a l v e s t o n I s l a n d y a d q u i -r i e -r a expe-riencia i m p -r i m i e n d o dec-retos, canciones pat-rióticas y mandatos m i l i t a r e s en castellano, i d i o m a para él poco co-n o c i d o . E co-n su relato de las aveco-nturas de Baco-ngs c o co-n M i co-n a y su descripción de l a p r o p a g a n d a procedente de su i m p r e n t a , L o t a M . S p e l l h a i n c l u i d o g r a n c a n t i d a d de atractivas infor-maciones acerca de l a i n f o r t u n a d a b a n d a de insurgentes, sien-d o fuente sien-de tales i n f o r m a c i o n e s sien-diversos archivos sien-de M é x i c o y de los Estados U n i d o s .
L i b r a d o d e l pelotón de ejecución en vista de sus conoci-mientos especializados, Bangs se encontró en u n a cárcel de M o n t e r r e y . A u n q u e l a p r i m e r a i m p r e n t a había sido i n t r o d u -c i d a en N u e v a España -casi u n siglo antes de que los antepa-sados de Bangs l l e g a r a n a P l y m o u t h en 1625, las p r o v i n c i a s fronterizas del norte n o gozaban de este adelanto c u l t u r a l , c o m o sucedía en l a p l a n i c i e central. L a prensa c a p t u r a d a a M i n a y el p r i s i o n e i x / B a n g s f u e r o n los primeros en hacer u n a publicación en M o n t e r r e y . E n el curso de los seis años