INDUSTRIALIZAÇÃO - 3ª SÉRIE

19 

Texto completo

(1)

INDUSTRIALIZAÇÃO

CAPÍTULO 5 – INDUSTRIALIZAÇÃO 1.(UFAL - ADAPTADA)

Texto 1

No campo econômico, o governo estabeleceu uma política cujo objetivo era superar o modelo agrário-exportador, passando a incentivar a expansão das atividades industriais, abriu linhas de crédito para a instalação de novos estabelecimentos e estimularam a criação de conselhos, companhias e fundações para debater a questão da industrialização e da produção industrial.

Texto 2

A economia também passou a estar diretamente subordinada ao presidente da República, que governava com o auxílio dos conselhos técnicos, o governo do Estado Novo deu muita importância à indústria nacional, para ajudar a desenvolvê-la, planejou a hidrelétrica de Paulo Afonso, no rio São Francisco, para o fornecimento de energia; fundou a Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, em 1943. Sua importância foi muito grande, pois passou a fornecer aço à indústria nacional.

Disponível em: http://keullysbraz.no.comunidades.net. Acesso em: 9 dez. 2013.

Os textos se referem a dois momentos distintos da Era Vargas, marcados, respectivamente, a) pelo combate a crise do café e implantação de multinacionais em território brasileiro. b) pela busca de combustíveis fósseis e criação da PETROBRÁS.

c) pela recuperação do preço do café e abertura da economia aos produtos estrangeiros. d) pela implantação da indústria de base e expansão da industrialização nacional.

e) pelo processo de substituição de importação e implantação da base industrial brasileira.

2.(UEL - ADAPTADA) A construção da cidade de Brasília fez parte do processo desenvolvimentista dos anos 1950 liderado pelo presidente Juscelino Kubitschek e seu vice, João Goulart. O projeto modernizante de JK assentava-se na política do “50 anos em 5”, que preconizava, entre outras coisas, dotar o país de uma infraestrutura suficiente para sustentar a industrialização que

a) disseminou o ensino técnico para todas as regiões do país, por meio dos institutos técnicos federais. b) expandiu a construção de usinas hidrelétricas e abasteceu de energia o setor produtivo.

c) implantou a SUDAM, que realizou a modernização e a transformação da região amazônica. d) priorizou a importação de veículos automotores para o país se inserir no mercado internacional.

e) privatizou a Companhia Siderúrgica Nacional, com a abertura do seu capital para investidores estrangeiros.

3.(FGV-SP-ADAPTADA) O conhecimento da industrialização no Brasil, isto é, das formas particulares da industrialização no Brasil, deve estar, explícita ou implicitamente, apoiado na análise das relações entre o café e a indústria. E a análise correta dessas relações é impossível se considerarmos café e indústria como elementos opostos. É indispensável reunir café e indústria como partes da acumulação de capital no Brasil; mais precisamente, como partes das novas formas de acumulação cuja formação encontra as suas origens na década de 1880 a 1890. (Sérgio Silva, Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil) No contexto do Brasil da passagem do século XIX para o XX, acerca das relações entre a produção cafeeira e a indústria,

a) aconteceu o avanço da produção industrial que foi inversamente proporcional ao crescimento da produção cafeeira, uma vez que a entrada de recursos derivada da exportação de café era reaplicada apenas na produção cafeeira.

b) houve a ampliação do trabalho livre que permitiu que parcelas dos capitais acumulados fossem investidas nas atividades industriais, desse modo, a economia cafeeira e a indústria fazem parte de um mesmo processo de desenvolvimento.

(2)

d) os interesses dos cafeicultores e os dos industriais eram excludentes, visto que, com a expansão cafeeira, as maciças exportações desse produto atrapalharam os investimentos na indústria.

e) a exportação cafeeira atrelou o comércio externo brasileiro às importações de produtos industrializados da Europa e dos Estados Unidos, impedido o desenvolvi- mento da indústria no Brasil antes de 1930.

4.(ESPM - ADAPTADA)

Nos seus anos de governo procurou retomar suas antigas linhas de política econômica nacionalista e intervencionista, agora voltada em especial para os setores da indústria de base, siderúrgica e petroquímica, energia, transportes, frigoríficos e técnicas agrícolas.

(Francisco Teixeira. Estudos de História do Brasil.)

O programa tinha 30 metas, sendo que a de maior visibilidade era a de número 27, que tratava da implantação da indústria automobilística. Na época, cerca de 300 mil carros importados circulavam no Brasil. O presidente que- ria produzir outros tantos para promover o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, aliviar o balanço de paga- mentos.

(Revista História Viva, no 76, p. 24. Os textos correspondem

a) ao Programa de Metas de Juscelino Kubitschek e ao Plano Lafer, implementado na segunda presidência de Getúlio Vargas;

b) ao Plano Lafer, implementado na segunda presidência de Getúlio Vargas e ao Programa de Metas de Juscelino Kubitschek;

c) ao Programa de Metas de Juscelino Kubitschek;

d) ao Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG) praticado na presidência do Marechal Castelo Branco;

e) ao Programa de Aceleração do Crescimento do presidente Lula e ao plano econômico implementado na presidência de Fernando Henrique.

5.(PUCSP) Examine a tabela:

Os dados nos mostram que

a) a participação proporcional do número de estabelecimentos da indústria paulistana caiu no conjunto do Estado com a aceleração da industrialização no Nordeste brasileiro.

b) a perda percentual da indústria paulistana no que se refere ao número de estabelecimentos segue outro curso, se compararmos com o que acontece com o número de postos de trabalho. c) a posição da indústria paulistana perdeu espaço, pois há um notório processo de desconcentração dessas atividades para os municípios vizinhos e para outros mais interiorizados.

d) há uma discreta perda da indústria paulistana (número de estabelecimentos) e não é possível pelos números concluir sobre algo significativamente novo na industrialização do Estado.

e) com indústrias de condições tecnológicas desiguais não há conexão clara entre o número de estabelecimentos e os valores de produção e renda. Um número pode cair e o outro não.

6. (UFRN) A Terceira Revolução Industrial, que se iniciou desde a década de 1970, vem impulsionando alterações no que se refere à espacialização de áreas fabris. No atual ciclo de inovações, configuram-se novas regiões industriais que primam pela localização nas proximidades de

a) grandes aglomerações de força de trabalho. b) áreas com recursos naturais abundantes.

(3)

7.(UEL - ADAPTADA) No início do século XX, o desenvolvimento industrial das cidades criou as condições necessárias para aquilo que Thomas Gounet denominou “civilização do automóvel”. Nesse contexto, um nome se destacou, o de Henri Ford, cujas indústrias aglutinavam contingentes de trabalhadores maiores que o de pequenas cidades com menos de 10.000 habitantes. O nome de Ford ficou marcado pela forma de organização de trabalho que propôs para a indústria.

A organização do trabalho nos princípios propostos por Ford, baseia-se

a) na organização dos sindicatos de trabalhadores dentro da fábrica que transformou-os em colaboradores da empresa.

b) na implantação da produção flexível de automóveis que garantiu uma variedade de modelos para o consumidor.

c) na produção em massa foi substituída pela de pequenos lotes de mercadorias, a fim de evitar estoques de produtos.

d) na potencialização do parcelamento de tarefas, largamente utilizado por Taylor.

e) na necessidade de se obter ganhos elevados o que implicava a organização fordista uma drástica redução dos salários dos trabalhadores.

8.(PUCRS - ADAPTADA)

A figura representa uma política desenvolvimentista do governo Juscelino Kubitschek, vivenciada pelos brasileiros entre 1956-1961.

A política desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek é

a) modernizadora, mas não é nacionalista e, por isso, desvaloriza o capital estrangeiro.

b) desnacionalizadora, pois representa um momento de entrada significativa de multinacionais no Brasil. c) modernizadora, pois incrementa as indústrias nacionais com capitais oriundos das multinacionais norte-americanas.

d) desnacionalizadora, já que conquista o mercado externo, no mundo globalizado.

e) modernizadora e, ao mesmo tempo, desnacionalizadora, por não ter sido implantada por nacionalistas e por ter provocado um aumento da tecnologia nas empresas nacionais.

9.(MACKENZIE - ADAPTADA)

Quadro Operários, de Tarsila do Amaral, 1933. Óleo sobre tela 150 X 205 cm. Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo Coleção Governo do Estado de São Paulo.

Tarsila do Amaral (1886-1973) é considerada a primeira-dama do modernismo brasileiro e uma das responsáveis pela arte genuinamente nacional. Os temas que mais a interessavam eram os sociais e entre toda a sua obra, se destaca a tela Operários.

A industrialização brasileira

a) ocorreu de forma tardia, tendo por base o processo de Substituição de Importações.

(4)

c) teve como primeiro e principal meio de transporte industrial foi o automotor, favorecido por eficiente malha rodoviária, que dinamizou a circulação dos mercados desde o início da economia cafeeira.

d) resultou um êxodo rural lento e gradativo, transformando cidades, como São Paulo, em grandes centros metropolitanos.

10.(IFMG - ADAPTADA)

Disponível em:

http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2012/10/industria-automobilistica-definido-o.html. Acesso em: 21/11/2012.

A imagem retrata um cenário presente na chamada Terceira Revolução Industrial ou Revolução Técnico-Científica, a qual fez surgir novos processos de produção e grandes mudanças nas relações de trabalho dentro das empresas capitalistas.

Uma alteração significativa diz respeito

a) à informatização do processo produtivo e à ampliação do emprego de modo geral.

b) á automação do processo produtivo e à necessidade de mão de obra reduzida, mas qualificada e especializada.

c) ao surgimento do Fordismo, conjunto de métodos para a produção em série, com os quais vários operários produzem mais em menos tempo.

d) à ausência completa de trabalhadores em todas as fases da produção, visto que as máquinas regulam todo o processo produtivo.

11.(UFSJ-ADAPTADA) A montadora Ford, de capital norte-americano, anunciou hoje (04/01/2012) a produção global de um modelo de utilitário esportivo, o EcoSport, projetado por cerca de 1,2 mil engenheiros brasileiros e argentinos no centro de desenvolvimento da companhia em Camaçari, na Bahia. O carro, que deverá ser vendido em 100 países, será produzido nas fábricas da Ford na Bahia, na Tailândia e na Índia. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-04

As características da produção industrial atual representada pelo lançamento do Novo Ecosport demonstram

a) a estreita relação entre pesquisa e tecnologia e desconcentração industrial na produção de produtos globais.

b) a rígida padronização (estandartização) dos produtos com o objetivo de atender o gosto dos clientes. c) a produção baseada no modelo Jus in time, que exige grandes almoxarifados no interior das fábricas. d) a linha de produção fordista, com eliminação da terceirização na produção e na incorporação de mão-de-obra pouco qualificada de países em desenvolvimento.

(5)

O capitalismo já conta com mais de dois séculos de história e, de acordo com alguns estudiosos, vive-se hoje um modelo pós-fordista ou toyotista desse sistema econômico.

Uma estratégia própria do capitalismo pós-fordista presente neste anúncio é:

a) concentração de capital, viabilizando a automação fabril b) terceirização da produção, massificando o consumo de bens c) flexibilização da indústria, permitindo a produção por demanda d) formação de estoque, aumentando a lucratividade das empresas

13. (UERJ) Andy Warhol (1928-1987) é um artista conhecido por criações que abordaram valores da sociedade de consumo; em especial, o uso e o abuso da repetição. Esses traços estão presentes, por exemplo, na obra que retrata as latas de sopa Campbell’s, de 1962.

www.moma.org O modelo de desenvolvimento do capitalismo e o correspondente elemento da organização da produção industrial representados neste trabalho de Warhol estão apontados em:

a) taylorismo – produção flexível b) fordismo – produção em série

c) toyotismo – fragmentação da produção d) neofordismo – terceirização da produção

(6)

Figure

Actualización...

Referencias

Actualización...