Arquitetura Sacra contemporânea: levantamento e análises de obras (2000 - 2015)
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(3) UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO. Christian Michael Seegerer. ARQUITETURA SACRA CONTEMPORÂNEA Levantamento e análises de obras (2000 - 2015). Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Arquitetura e Urbanismo. ORIENTADORA: Profa. Dra. Ruth Verde Zein. SÃO PAULO 2019.
(4) S451a. Seegerer, Christian Michael. Arquitetura sacra contemporânea : levantamento e análises de obras (2000-2015). / Christian Michael Seegerer. 495 f. : il. ; 30 cm Dissertação (mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2019. Orientador: Ruth Verde Zein. Bibliografia: f. 287-389. 1. Arquitetura contemporânea. 2. Arquitetura religiosa. 3. Estudo crítico. I. Zein, Ruth Verde, orientadora. II. Título. CDD 720. Bibliotecária Responsável : Giovanna Cardoso Brasil CRB-8/9605.
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(7) DEDICATÓRIA. A Deus..
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(9) AGRADECIMENTOS A Deus que é um Pai queridíssimo. À minha orientadora Ruth Verde Zein que, desde a graduação e também nesse momento, foi responsável pelo crescimento do meu entusiasmo pela arquitetura e que contribuiu com a realização desse trabalho. Aos professores Dr. Paulo Bruna e Dr. Rafael Perrone por estarem presentes desde a banca de qualificação e terem colaborado com suas considerações. A todos os professores do Programa de Pós-Graduação Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie e de forma especial àqueles que tive o privilégio de cursar suas disciplinas: Dr. Abílio Guerra, Dra. Ana Gabriela Godinho Lima, Dr. Carlos Guilherme Mota, Dra. Célia Regina, Dra. Denise Antonucci, Dra. Eunice Abascál, Dra. Maria Isabel Villac, Dr. Rafael Perrone. Ao colega e amigo Eduardo Castedo Abrunhosa e todos colaboradores da Coordenadoria de Planejamento e Apoio à Logística Acadêmica pelo incentivo para a participação nos congressos internacionais. A todos colegas do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de forma especial ao Ney Zillmer, Larissa Zarpelon, Laíde Sonda, Danielle Lessio, Giesse Andrade, Thiago Pelakauskas, Kátia Guerreiro Sugawara, Taís Ossani, Bárbara Garcia. Ao arquiteto Cristian Undurraga que gentilmente apresentou pessoalmente sua premiada capela no Chile. Ao Padre Jesús Mari, pároco da igreja Jesus em San Sebastián, que também gentilmente explicou e percorreu sua igreja, cujo autor é Rafael Moneo. Aos amigos e colegas Dani Hirano e Daniel Corsi que foram sempre referência e estímulo para a prática profissional e acadêmica. Também agradeço a Esteban Fernández-Cobián, Andrea Longhi,.
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(11) Fernando López Arias, Ignacio Vicens e Humberto Viccina pelas conversas e, ainda que breve, rica convivência. A todos colaboradores do escritório Christian Michael Seegerer Arquitetura, de modo especial a Lucas Hidekazu Ogassawara, que manteve o pleno atendimento das demandas, mesmo em minhas sentidas ausências. A todos da minha família e amigos que peço desculpas por não nomear para não correr o risco de omitir alguém e também tornar uma lista, graças a Deus, quase interminável devido aos muitíssimos nomes. Agradeço a Isabela Gadotti Narciso e Tiago Águila Vigil a colaboração na preparação do artigo para o V Congresso Internacional de Arquitetura Religiosa Contemporânea. Agradeço muito especialmente Gabriela Inomata, Beatriz Ueda e Danielle Lessio que colaboraram na diagramação dessa dissertação..
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(13) “E no meio deles porei meu santuário para sempre.” (Ez 37, 26).
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(15) RESUMO O foco dessa dissertação é a arquitetura de igrejas católicas deste milênio no mundo. A arquitetura religiosa é tema instigante mas relativamente pouco presente nas publicações e congressos do universo acadêmico atual, embora seja tema arquitetônico dos mais exigentes que, simultaneamente, oferece ampla liberdade criativa ao arquiteto. A dissertação foca-se na análise projetual de exemplos da arquitetura religiosa contemporânea buscando compreender a produção recente de arquitetura sacra, verificando como as diretrizes tratadas no Concílio Vaticano II (1963) estão espacialmente presentes nesta produção. Adota como critério de análise o estudo do projeto e da obra de arquitetura obtida através da leitura de documentos, visita às obras e elaboração de desenhos interpretativos que permitam compreender e transmitir os conhecimentos adquiridos. Para embasar a seleção das obras a serem analisadas foi realizado amplo levantamento da produção recente, do ano 2000 até 2015; verificando quais as principais fontes que poderiam contribuir para a construção de um amplo banco de dados sobre essas obras. As três fontes principais encontradas (Frate Sole, CIARC, Faith & Form) permitiram organizar uma listagem com cerca de 300 igrejas, de escalas variadas (capelas, igrejas paroquiais, basílicas, catedrais), espalhadas pelos cinco continentes. Foram propostos alguns critérios de seleção para definir três obras mais relevantes, que foram estudadas em profundidade, como exercício de estudo crítico e referenciado de análise arquitetônica.. Palavras-Chave: arquitetura contemporânea; arquitetura religiosa; estudo crítico..
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(17) ABSTRACT The focus of this dissertation is the architecture of Catholic churches of this millennium in the world. Religious architecture is an intriguing theme, but relatively little present in the publications and congresses of the current academic universe, although it is an architectonic subject of the most demanding that, simultaneously, offers ample creative freedom to the architect. The dissertation focuses on the design analysis of examples of contemporary religious architecture in an attempt to understand the recent production of sacred architecture, verifying how the guidelines discussed in the Second Vatican Council (1963) are spatially present in this production. It adopts as a criterion of analysis the study of the project and the work of architecture obtained through the reading of documents, visit to the works and elaboration of interpretative drawings that allow to understand and to transmit the acquired knowledge. In order to base the selection of the works to be analyzed, a large survey was carried out of recent production, from year 2000 to 2015; verifying the main sources that could contribute to the construction of a wide database on these works. The three main sources found (Frate Sole, CIARC, Faith & Form) allowed to organize a listing with about 300 churches, of varied scales (chapels, parochial churches, basilicas, cathedrals), spread across the five continents. Some selection criteria were proposed to define three more relevant works, which were studied in depth, as an exercise in critical and referenced architectural analysis.. Keywords: contemporary architecture; religious architecture; critical study..
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(19) LISTA DE FIGURAS Figura 2.5.1.1 Planilha das obras levantadas. Fonte: Acervo do autor........................................................................................61 Figura 2.5.1.2 Planilha das obras levantadas. Fonte: Acervo do autor......................................................................................62 Figura 2.5.1.3 Planilha das obras levantadas. Fonte: Acervo do autor......................................................................................63 Figura 2.5.1.4 Planilha das obras levantadas. Fonte: Acervo do autor......................................................................................64 Figura 2.5.1.5 Planilha das obras levantadas. Fonte: Acervo do autor......................................................................................65 Figura 3.2.1 Exemplo de diagrama de análise. Fonte: Acervo do autor....................................................................................72 Figura 3.2.1.1 Planilha das obras selecionadas. Fonte: Acervo do autor...................................................................................75 Figura 3.2.1.2 Planilha das obras selecionadas e da avaliação de elementos "volumetria e linguagem". Fonte: Acervo do autor................................................................................................................................................................................................76 Figura 3.2.1.3 Planilha das obras selecionadas e da avaliação de elementos "planta/ altar e sacrário". Fonte: Acervo do autor................................................................................................................................................................................................77 Figura 3.2.1.4 Planilha das obras selecionadas e da avaliação de elementos "torre sineira, cruz e crucificado". Fonte: Acervo do autor..................................................................................................................................................................................78 Figura 3.2.1.5 Planilha das obras selecionadas e da avaliação de elementos "iluminação". Fonte: Acervo do autor.....................................................................................................................................................................................................................79 Figuras 3.2.2.1 a 3.2.2.3 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018...................................................................................................................................82 Figura 3.2.2.4 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.........................................................................................................83 Figuras 3.2.2.5 a 3.2.2.8 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole.org/ index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architettura-sacra &Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..............................................................................................................................................84 Figura 3.2.2.9 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor........................................................................................................85 Figuras 3.2.2.10 a 3.2.2.13 Vista interna. Vista externa. Plantas. Fonte: http://www.fondazionefratesole.org/ index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architettura-sacra &Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..............................................................................................................................................86 Figura 3.2.2.14 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................87 Figuras 3.2.2.15 a 3.2.2.18 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole.org/ index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architettura-sacra &Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..............................................................................................................................................88 Figura 3.2.2.19 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.......................................................................................................89 Figuras 3.2.2.20 a 3.2.2.22 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole.org/ index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architettura-sacra &Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..............................................................................................................................................90 Figura 3.2.2.23 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.......................................................................................................91 Figuras 3.2.2.24 a 3.2.2.27 Vista interna. Maquete. Corte. Fontes: https://www.researchgate.net/ e http://www. arquitecturareligiosa.es/index.php/AR/issue/archive Acesso: 12/06/2018.............................................................................92 Figura 3.2.2.28 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................93 Figuras 3.2.2.29 a 3.2.2.32 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.arquitecturareligiosa.es/index. php/AR/issue/archive Acesso: 12/06/2018...........................................................................................................................................94 Figura 3.2.2.33 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................95 Figuras 3.2.2.34 a 3.2.2.36 Vista interna. Vista externa. Planta. Corte. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architettura-sacra &Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..............................................................................................................................................96 Figura 3.2.2.37 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................97 Figuras 3.2.2.38 a 3.2.2.42 Vista interna. Vista externa. Planta. Fontes: https://www.archdaily.com/106352/ bruder-klaus-field-chapel-peter-zumthor e http://www.arquitecturareligiosa.es/index.php/AR/issue/archive Acesso: 12/06/2018........................................................................................................................................................................................98 Figura 3.2.2.43 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.....................................................................................................99 Figura 3.2.2.44 Vista interna. Fonte: https://faithandform.com/awards Acesso: 12/06/2018......................................100 Figura 3.2.2.45 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.....................................................................................................101 Figuras 3.2.2.46 a 3.2.2.48 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole.org/ index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architettura-sacra&Itemid =181&lang=it e http://www.arquitecturareligiosa.es/index.php/AR/issue/archive Acesso: 12/06/2018......................102 Figura 3.2.2.49 Croquis de análise.Fonte: Desenho do autor......................................................................................................103 Figuras 3.2.2.50 a 3.2.2.52 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018...................................................................................................................................104 Figura 3.2.2.53 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................105 Figuras 3.2.2.54 a 3.2.2.57 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018...................................................................................................................................106.
(20) Figura 3.2.2.58 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................107 Figuras 3.2.2.59 a 3.2.2.62 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018...................................................................................................................................108 Figura 3.2.2.63 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.....................................................................................................109 Figuras 3.2.2.64 a 3.2.2.67 Vista interna. Vista externa. Fonte: http://www.fondazionefratesole.org/ index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018.....................................................................................................................................110 Figura 3.2.2.68 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor........................................................................................................111 Figuras 3.2.2.69 a 3.2.2.71 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018.....................................................................................................................................112 Figura 3.2.2.72 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.......................................................................................................113 Figuras 3.2.2.73 a 3.2.2.75 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018.....................................................................................................................................114 Figura 3.2.2.76 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.......................................................................................................115 Figuras 3.2.2.77 a 3.2.2.80 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.arquitecturareligiosa.es/index. php/AR/issue/archive Acesso: 12/06/2018............................................................................................................................................116 Figura 3.2.2.81 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor........................................................................................................117 Figuras 3.2.2.82 a 3.2.2.84 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018.....................................................................................................................................118 Figura 3.2.2.85 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.......................................................................................................119 Figuras 3.2.2.86 a 3.2.2.89 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.arquitecturareligiosa.es/index. php/AR/issue/archive Acesso: 12/06/2018...........................................................................................................................................120 Figura 3.2.2.90 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................121 Figuras 3.2.2.91 a 3.2.2.94 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018....................................................................................................................................122 Figura 3.2.2.95 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................123 Figuras 3.2.2.96 a 3.2.2.98 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018....................................................................................................................................124 Figura 3.2.2.99 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor.....................................................................................................125 Figuras 3.2.2.100 a 3.2.2.102 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018....................................................................................................................................126 Figura 3.2.2.103 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor....................................................................................................127 Figuras 3.2.2.104 a 3.2.2.106 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018....................................................................................................................................128 Figura 3.2.2.107 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor....................................................................................................129 Figuras 3.2.2.108 a 3.2.2.110 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................130 Figura 3.2.2.111 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................131 Figuras 3.2.2.112 a 3.2.2.114 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................132 Figura 3.2.2.115 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................133 Figuras 3.2.2.116 a 3.2.2.119 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................134 Figura 3.2.2.120 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................135 Figuras 3.2.2.121 a 3.2.2.123 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................136 Figura 3.2.2.124 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................137 Figuras 3.2.2.125 a 3.2.2.127 Vista interna. Vista externa. Plantas. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................138 Figura 3.2.2.128 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................139 Figuras 3.2.2.129 a 3.2.2.131 Vista interna. Vista externa. Corte. Fonte: http://www.sparanomooney.com/st-.
(21) joseph-the-worker-catholic-church e https://faithandform.com/awards Acesso: 12/06/2018.....................................140 Figura 3.2.2.132 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................141 Figuras 3.2.2.133 a 3.2.2.135 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................142 Figura 3.2.2.136 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................143 Figuras 3.2.2.137 a 3.2.2.139 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: https://www.plataformaarquitectura.cl /cl/02-92089/iglesia-ponferrada-vicens-ramos e http://www.arquitecturareligiosa.es/index.php/AR/issue/arch ive. Acesso: 12/06/2018...............................................................................................................................................................................144 Figura 3.2.2.140 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor..................................................................................................145 Figuras 3.2.2.141 a 3.2.2.144 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................146 Figura 3.2.2.145 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................147 Figuras 3.2.2.146 a 3.2.2.148 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................148 Figura 3.2.2.149 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor..................................................................................................149 Figuras 3.2.2.150 a 3.2.2.153 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it e https://www.archdaily.com.br/br/788386/igreja-e-centro-paroquial-em-burgos-vzarquitectos Acesso: 12/06/2018...............................................................................................................................................................150 Figura 3.2.2.154 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................151 Figuras 3.2.2.155 a 3.2.2.157 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................152 Figura 3.2.2.158 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................153 Figuras 3.2.2.159 a 3.2.2.161 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................154 Figura 3.2.2.162 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor..................................................................................................155 Figuras 3.2.2.163 a 3.2.2.165 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................156 Figura 3.2.2.166 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................157 Figuras 3.2.2.167 a 3.2.2.169 Vista interna. Vista externa. Planta. Fonte: http://www.fondazionefratesole. org/index.php?option=com_phocagallery&view=category&id=7:premio-internazionale-di-architetturasacra&Itemid=181&lang=it Acesso: 12/06/2018..................................................................................................................................158 Figura 3.2.2.170 Croquis de análise. Fonte: Desenho do autor..................................................................................................159 Figura 4.1.1 Igreja do Jubileu. Fonte: Acervo do autor.....................................................................................................................171 Figura 4.1.2 Croqui de localização. Fonte: Desenho do autor......................................................................................................173 Figura 4.1.3 Croqui de aproximações. Fonte: Desenho do autor................................................................................................174 Figura 4.1.4 Croqui de aproximações. Fonte: Desenho do autor...............................................................................................175 Figura 4.1.5 Croqui de implantação. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................176 Figura 4.1.6 Os elementos estruturais são os quatro muros portantes. Fonte: Acervo do autor..................................177 Figuras 4.1.7 a 4.1.9 Volumes brancos: coro, confessionários e retábulo. Fonte: Acervo do autor..............................178 Figura 4.1.10 Eixo de circulação transversal. Fonte: Acervo do autor......................................................................................179 Figura 4.1.11 Croqui da planta do pavimento térreo do conjunto. Fonte: Desenho do autor.........................................180 Figura 4.1.12 Escultura de Santa Maria. Fonte: Acervo do autor.................................................................................................181 Figura 4.1.13 Croqui da planta do primeiro pavimento do conjunto. Fonte: Desenho do autor....................................182 Figura 4.1.14 Croqui da planta do pavimento térreo da igreja. Fonte: Desenho do autor...............................................184 Figuras 4.1.15 a 4.1.18 Cruzes da dedicação da igreja. Fonte: Desenho do autor................................................................186 Figura 4.1.19 Croqui da planta do primeiro pavimento da igreja. Fonte: Desenho do autor...........................................187 Figura 4.1.20 Croqui das fachadas leste e oeste. Fonte: Desenho do autor..........................................................................188 Figura 4.1.21 Porta de acesso ao batistério (a segunda, da esquerda para a direita). Fonte: Acervo do autor......189 Figura 4.1.22 Croqui do corte transversal do conjunto. Fonte: Desenho do autor.............................................................190 Figura 4.1.23 Croqui do corte longitudinal da igreja. Fonte: Desenho do autor..................................................................190 Figura 4.1.24 Croqui do corte transversal da igreja. Fonte: Desenho do autor.....................................................................191 Figura 4.1.25 Presbitério e retábulo. Fonte: Acervo do autor......................................................................................................192 Figura 4.1.26 Croqui da elevação do retábulo. Fonte: Desenho do autor..............................................................................192 Figura 4.1.27 Retábulo com Crucificado e escultura de Deus Pai. Fonte: Acervo do autor............................................193 Figura 4.1.28 Croqui presbitério. Fonte: Desenho do autor.........................................................................................................194 Figura 4.1.29 Detalhe da pedra sob o altar. Fonte: Acervo do autor........................................................................................195 Figura 4.1.30 Mármore bege sob o coro. Fonte: Acervo do autor............................................................................................196.
(22) Figura 4.1.31 Madeira na circulação para o coro. Fonte: Acervo do autor..............................................................................197 Figura 4.1.32 Detalhe da cobertura e fechamentos da fachada frontal em vidro. Fonte: Acervo do autor..............197 Figura 4.1.33 Detalhe do sacrário. Fonte: Acervo do autor..........................................................................................................198 Figura 4.1.34 Croqui de estudo da materialidade em cores. Fonte: Desenho do autor...................................................199 Figuras 4.1.35 e 4.1.36 Implantação e croqui. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-chur ch-2...................................................................................................................................................................................................................200 Figura 4.1.37 Planta do térreo. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2..........................200 Figura 4.1.38 Planta primeiro pavimento. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2....200 Figura 4.1.39 Corte 1-1. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2...........................................201 Figura 4.1.40 Corte 2-2. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2........................................201 Figura 4.1.41 Corte 3-3. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2.........................................201 Figura 4.1.42 Croqui do corte. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2............................201 Figura 4.1.43 Elevação 5. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2.....................................202 Figura 4.1.44 Corte 4-4. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2.......................................202 Figura 4.1.45 Croqui da elevação. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2....................202 Figura 4.1.46 Croqui da elevação. Fonte: http://www.richardmeier.com/?proj ects=jubilee-church-2....................202 Figuras 4.1.47 a 4.1.51 Vista externa. Fonte: Acervo do autor...................................................................................................203 Figuras 4.1.52 a 4.1.56 Vista externa e interna. Fonte: Acervo do autor...............................................................................204 Figuras 4.1.57 a 4.1.62 Vista interna. Fonte: Acervo do autor...................................................................................................205 Figura 4.2.1 Capela do Retiro. Fonte: Acervo do autor.................................................................................................................207 Figura 4.2.2 Croqui de localização. Fonte: Desenho do autor..................................................................................................208 Figura 4.2.3 Casa de retiro. Fonte: Acervo do autor.....................................................................................................................209 Figura 4.2.4 Vista do pátio interno a partir da varanda com a capela ao fundo. Fonte: Acervo do autor...............210 Figura 4.2.5 Croqui da implantação. Fonte: Desenho do autor.................................................................................................210 Figura 4.2.6 Croqui do corte esquemático longitudinal. Fonte: Desenho do autor............................................................211 Figura 4.2.7 Jardim na cota do perfil natural do terreno. Fonte: Acervo do autor..............................................................211 Figura 4.2.8 Croqui dos percursos. Fonte: Desenho do autor....................................................................................................212 Figura 4.2.9 Croqui do acesso. Fonte: Desenho do autor............................................................................................................212 Figuras 4.2.10 e 4.2.11 Acesso principal frontal, acesso lateral para o jardim do nível da capela e ao fundo, à esquerda, acesso subterrâneo secundário. Fonte: Acervo do autor..........................................................................................213 Figura 4.2.12 Hall de distribuição logo após a descida da rampa do acesso principal frontal Fonte: Acervo do autor....................................................................................................................................................................................................................214 Figura 4.2.13 Vista do mesmo hall a partir do interior da capela. Fonte: Acervo do autor.............................................215 Figura 4.2.14 Croquis de estudo dos acessos e adequação do terreno. Fonte: Desenho do autor.............................216 Figura 4.2.15 Disposição assimétrica do corredor na nave. Fonte: Acervo do autor.........................................................217 Figura 4.2.16 Croqui da planta baixa da capela. Fonte: Desenho do autor...........................................................................218 Figura 4.2.17 Croqui dos apoios. Fonte: Desenho do autor.........................................................................................................219 Figura 4.2.18 Fachada frontal (face norte); nota-se o apoio quase no limite das vigas. Fonte: Acervo do autor...219 Figura 4.2.19 Croqui dos elementos compositivos da fachada. Fonte: Desenho do autor............................................220 Figura 4.2.20 Recorte no elemento de madeira para permitir o acesso ao interior da capela. Fonte: Acervo do autor..................................................................................................................................................................................................................220 Figura 4.2.21 Croqui da altura do elemento vertical em madeira. Fonte: Desenho do autor.........................................221 Figura 4.2.22 Detalhe do sacrário e, ao lado, verifica-se a alça da porta de vidro para acesso à área externa e com função eventual de ventilação. Fonte: Acervo do autor......................................................................................................222 Figura 4.2.23 Detalhe das camadas do fechamento vertical: vidro, madeira, ferro e concreto. Fonte: Acervo do autor...................................................................................................................................................................................................................223 Figura 4.2.24 Croqui de diagramação da madeira. Fonte: Desenho do autor....................................................................224 Figura 4.2.25 Forro e elemento vertical de madeira. Fonte: Acervo do autor....................................................................225 Figura 4.2.26 Detalhe do presbitério e retábulo. Fonte: Acervo do autor............................................................................226 Figura 4.2.27 Croqui dos elementos litúrgicos do presbitério. Fonte: Desenho do autor..............................................227 Figura 4.2.28 Detalhe do sacrário e sua base. Fonte: Acervo do autor.................................................................................227 Figura 4.2.29 Croqui do presbitério e retábulo. Fonte: Desenho do autor..........................................................................228 Figura 4.2.30 Detalhe da nave e da ausência de estrutura sob os elementos de madeira. Fonte: Acervo do autor...................................................................................................................................................................................................................229 Figura 4.2.31 Implantação geral. Fonte: http://www.undurraga deves.cl/?p=354.............................................................231 Figura 4.2.32 Croqui inspiração. Fonte: http://www.undurraga deves.cl/?p=354..............................................................231 Figura 4.2.33 Planta primeiro pavimento. Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354............................................231 Figura 4.2.34 Croqui da implantação. Fonte: http://www.undurraga deves.cl/?p=354..................................................231 Figura 4.2.35 Croqui da elevação. Fonte: http://www.undurraga deves.cl/?p=354..........................................................231 Figura 4.2.36 Corte 1-1. Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354................................................................................232 Figura 4.2.37 Corte 2-2. Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354..............................................................................232 Figura 4.2.38 Corte 3-3. Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354..............................................................................232 Figura 4.2.39 Corte 4-4. Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354.............................................................................232 Figura 4.2.40 Corte 5-5. Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354.............................................................................233.
(23) Figura 4.2.41 Corte 6-6. Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354..............................................................................233 Figura 4.2.42 Croqui Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354....................................................................................233 Figura 4.2.43 Corte perspectivado. Fonte: http://www.undurragadeves.cl/?p=354.......................................................233 Figuras 4.2.44 a 4.2.49 Vista externa. Fonte: Acervo do autor...............................................................................................234 Figuras 4.2.50 a 4.2.55 Vista externa e interna. Fonte: Acervo do autor.............................................................................235 Figuras 4.2.56 a 4.2.61 Vista interna. Fonte: Acervo do autor..................................................................................................236 Figura 4.3.1 Igreja de Jesus. Fonte: Acervo do autor.....................................................................................................................239 Figura 4.3.2 Croqui da localização. Fonte: Desenho do autor...................................................................................................240 Figura 4.3.3 Croqui da localização e implantação. Fonte: Desenho do autor......................................................................241 Figuras 4.3.4 e 4.3.5 Face norte e oeste do conjunto de apoio e acesso secundário à igreja. Fonte: Acervo do autor...................................................................................................................................................................................................................242 Figura 4.3.6 Croqui da implantação e eixos da obra. Fonte: Desenho do autor................................................................243 Figura 4.3.7 Croqui da volumetria e seu entorno. Fonte: Desenho do autor.......................................................................244 Figura 4.3.8 Planta do térreo. Fonte: Desenho do autor..............................................................................................................245 Figura 4.3.9 Croqui da planta baixa do conjunto. Fonte: Desenho do autor.......................................................................247 Figura 4.3.10 Croqui do átrio e seus elementos. Fonte: Desenho do autor.........................................................................249 Figura 4.3.11 Croqui das alturas internas. Fonte: Desenho do autor.......................................................................................249 Figura 4.3.12 Croqui da planta baixa do primeiro pavimento (coro). Fonte: Desenho do autor...................................251 Figura 4.3.13 Coro e varanda interna (à esquerda). Fonte: Acervo do autor.......................................................................252 Figura 4.3.14 Croqui de corte esquemático da nave. Fonte: Desenho do autor.................................................................253 Figuras 4.3.15 e 4.3.16 Fotos do forro. Fonte: Acervo do autor................................................................................................254 Figura 4.3.17 Croqui de estudo do forro e iluminação natural. Fonte: Desenho do autor..............................................254 Figura 4.3.18 Croqui da planta baixa da projeção do forro. Fonte: Desenho do autor....................................................255 Figura 4.3.19 Croqui da planta baixa do nível térreo. Fonte: Desenho do autor................................................................255 Figura 4.3.20 Croqui da planta baixa do batistério. Fonte: Desenho do autor...................................................................256 Figuras 4.3.21 e 4.3.22 Fotos do batistério. Fonte: Acervo do autor......................................................................................257 Figura 4.3.23 Croqui da planta baixa da Capela do Santíssimo. Fonte: Desenho do autor...........................................258 Figura 4.3.24 Foto da Capela do Santíssimo. Fonte: Acervo do autor..................................................................................259 Figuras 4.3.25 e 4.3.26 Fotos da janela da Capela do Santíssimo. Fonte: Acervo do autor........................................260 Figura 4.3.27 Foto da Capela do Santíssimo. Fonte: Acervo do autor....................................................................................261 Figura 4.3.28 Croqui da planta baixa da Capela do reconciliação. Fonte: Desenho do autor.......................................261 Figuras 4.3.29 a 4.3.31 Fotos da Capela da reconciliação e de seus acessos. Fonte: Acervo do autor...................262 Figuras 4.3.32 Croqui da planta baixa da sacristia. Fonte: Desenho do autor....................................................................263 Figuras 4.3.33 a 4.3.35 Fotos da sacristia. Fonte: Acervo do autor........................................................................................264 Figura 4.3.36 Croqui da planta baixa da nave. Fonte: Desenho do autor.............................................................................265 Figura 4.3.37 Foto da nave central. Fonte: Acervo do autor......................................................................................................265 Figura 4.3.38 Foto do presbitério a partir da nave lateral direita com nave lateral esquerda à frente e ao lado a nave central. Fonte: Acervo do autor...............................................................................................................................................266 Figura 4.3.39 Croqui da planta baixa do presbitério. Fonte: Desenho do autor................................................................266 Figura 4.3.40 Croqui da área do presbitério. Fonte: Desenho do autor................................................................................267 Figura 4.3.41 Planta do primeiro pavimento do conjunto anexo. Fonte: Desenho do autor.........................................269 Figura 4.3.42 Planta do segundo pavimento do conjunto anexo. Fonte: Desenho do autor.........................................271 Figura 4.3.43 Detalhe das alvenarias de altura maior. Fonte: Desenho do autor..............................................................272 Figura 4.3.44 Vista dos sinos instalados em uma das alvenarias de altura maior. Fonte: Acervo do autor...........272 Figura 4.3.45 Detalhe das alvenarias. Fonte: Desenho do autor..............................................................................................273 Figura 4.3.46 Planta das alvenarias perimetrais da cobertura. Fonte: Desenho do autor.............................................273 Figura 4.3.47 Detalhe da cobertura do acesso lateral. Fonte: Acervo do autor.................................................................274 Figura 4.3.48 Detalhe da cruz na fachada leste. Fonte: Desenho do autor.........................................................................274 Figura 4.3.49 Detalhe da cruz na fachada leste. Fonte: Acervo do autor.............................................................................275 Figura 4.3.50 Planta da estrutura da igreja. Fonte: Desenho do autor..................................................................................275 Figura 4.3.51 Implantação geral. Fonte: https://www.archilovers.com/projects/185350/iglesia-de-iesu.html.....276 Figura 4.3.52 Planta térreo. Fonte: https://www.archilovers.com/projects/185350/iglesia-de-iesu.html..............276 Figura 4.3.53 Planta primeiro pavimento. Fonte: https://www.archilovers.com/projects/185350/iglesia-de-iesu. html....................................................................................................................................................................................................................276 Figura 4.3.54 Planta segundo pavimento. Fonte: https://www.archilovers.com/projects/185350/iglesia-de-iesu. html....................................................................................................................................................................................................................277 Figura 4.3.55 Corte 1-1. Fonte: https://www.archilovers.com/projects/185350/iglesia-de-iesu.html........................277 Figura 4.3.56 Corte 2-2. Fonte: https://www.archilovers.com/projects/185350/iglesia-de-iesu.html......................277 Figuras 4.3.57 a 4.3.61 Vista externa. Fonte: Acervo do autor..................................................................................................278 Figuras 4.3.62 a 4.3.66 Vista externa. Fonte: Acervo do autor................................................................................................279 Figuras 4.3.67 a 4.3.71 Vista externa e interna. Fonte: Acervo do autor..............................................................................280 Figuras 4.3.72 a 4.3.77 Vista interna. Fonte: Acervo do autor...................................................................................................281.
(24) APRESENTAÇÃO Esta dissertação elaborada no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie sob a orientação da professora doutora Ruth Verde Zein é resultado de uma vontade de longa data de desenvolver pesquisas em arquitetura, em especial, projetos de arquitetura. Existia também a vontade de compaginar três lides: a da pesquisa, a do projetar e a do ensino de arquitetura. Tem como objetivo melhor conhecer a arquitetura contemporânea, estudar seus projetos, e ativar uma base de conhecimento que contribua para o exercício do projeto, seja no ato de fazer ou no de ensinar. Acredito que o convívio com minha então orientadora de trabalho final de graduação, a professora Ruth Verde Zein, tenha importante influência na minha formação. Além de ter sido seu monitor na disciplina de Arquitetura Contemporânea, fui seu orientando também na iniciação científica. Desenvolvi, assim, o gosto por pesquisar e pude comprovar sua relevância na formação de um bom profissional. Uma vez formado em 1996 e trabalhando com projetos de arquitetura de diversos usos e escalas, o interesse na área acadêmica sempre existiu, porém, conseguir compatibilizá-lo com compromissos de projeto não foi possível até o ingresso no Mestrado em 2017. Mesmo assim, uma e outra vez, fui realizando ações para manter vivo esse interesse: aulas em programas de pós-graduação, participação em bienais e outros eventos, organização de grupo de estudo para visita à obras de arquitetura. Ações que permitiram conhecer colegas, hoje amigos, como Daniel Corsi e Dani Hirano (nas visitas às obras), ouvir pesquisadores e profissionais como Hugo Segawa, Carlos Eduardo Dias Comas (nos Seminários de Arquitetura Latinoamericana e nos Docomomo), Álvaro Siza, Mario Botta (bienais e eventos), e professores como Paulo Bruna e Josep Maria Montaner (aulas na pós-graduação), e, sempre, manter algum contato com a professora Ruth Verde Zein. Em 2017 iniciei o tão desejado mestrado, na área de projeto e com a Profa. Dra. Ruth Verde Zein como minha orientadora novamente. A escolha do tema Arquitetura Sacra Contemporânea foi feita principalmente devido a experiência profissional em projetar.
(25) espaços sagrados como pequenos oratórios, capelas e igrejas. Tema certamente instigante e referencial na arquitetura de todos os tempos, comprovou-se durante a pesquisa ser pouco protagonista nos dias atuais. Seja por ser tema pouco publicado, seja por ser tema pouco estudado, o primeiro desafio foi o de definir as fontes de dados para o estudo. Além de melhor identificar a produção contemporânea desta arquitetura, uma segunda intenção de pesquisa foi a de buscar entender como o Concílio Vaticano II (1962 - 1965) – marco na história recente da Igreja Católica – influenciou a organização espacial e arquitetônica dessas obras de arquitetura. E um terceiro e último objetivo foi o de realizar um estudo crítico e referenciado, ou análise, de algumas dessas obras, escolhendo entre as de mais alta qualidade e reconhecimento mundial, verificando pormenorizadamente as soluções de projeto adotadas. O presente trabalho reúne em sua primeira parte a contextualização da arquitetura sacra e o modernismo e também a arquitetura sacra e o Concílio Vaticano II. A seguir apresenta o inventário organizado pela pesquisa contendo quase 300 obras de igrejas projetadas ou construídas entre os anos 2000 até 2015 (no anexo estão apresentadas fichas de todas as obras). A segunda parte apresenta a análise gráfica de elementos constitutivos de cerca dessas 40 igrejas e como as diretrizes do Concílio influenciaram seus arranjos espaciais. A parte final apresenta o estudo crítico e referenciado de três das obras mais significativas do período estudado, todas situadas fora do Brasil, e que foram objeto de intensa pesquisa, visita e estudo aprofundado do objeto arquitetônico empregando, entre outros recursos, o desenho (croquis) interpretativo como instrumento de análise. Acredita-se que os objetivos do trabalho foram alcançados. A produção contemporânea foi levantada e conhecida; o Concílio Vaticano II estudado e esclarecido enquanto influenciador da arquitetura sacra contemporânea; três obras de elevada qualidade foram objeto de estudos críticos e referenciados e tiveram seu caráter sacro identificado. Espera-se que se tenha contribuído com a produção deste conhecimento específico e que seja aproveitado em outros trabalhos, quer seja de arquitetura religiosa, quer seja de arquitetura contemporânea ou de estudos críticos..
(26)
(27) SUMÁRIO INTRODUÇÃO.........................................................................................................................................................29 PARTE 1: ARQUITETURA SACRA....................................................................................................................33 1.1 ARQUITETURA SACRA E MODERNIDADE.......................................................................................35 1.2 ARQUITETURA SACRA E O CONCÍLIO VATICANO II.................................................................39 PARTE 2: LEVANTAMENTO/ INVENTÁRIO................................................................................................49 2.1 DEFINIÇÃO DAS FONTES.......................................................................................................................51 2.2 FRATE SOLE...............................................................................................................................................53 2.3 CIARCS.........................................................................................................................................................55 2.4 FAITH & FORM..........................................................................................................................................58 2.5 RESULTADOS............................................................................................................................................59 2.5.1 PLANILHA DAS OBRAS LEVANTADAS..................................................................................60 PARTE 3: SELEÇÃO ENTRE AS OBRAS LEVANTADAS.........................................................................67 3.1 CATEGORIZAÇÃO E SELEÇÃO............................................................................................................69 3.2 SELEÇÃO E ANÁLISES............................................................................................................................71 3.2.1 PLANILHA DAS OBRAS SELECIONADAS E DA AVALIAÇÃO DE ELEMENTOS......74 3.2.2 FICHAS E CROQUIS DAS OBRAS SELECIONADAS..........................................................81 3.3 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA ESTUDOS CRÍTICOS E REFERENCIADOS..................160 PARTE 4: ESTUDOS CRÍTICOS E REFERENCIADOS.............................................................................167 4.1 IGREJA DO JUBILEU - RICHARD MEIER, ITÁLIA.........................................................................171 4.2 CAPELA DO RETIRO - CRISTIAN UNDURRAGA, CHILE.......................................................207 4.3 IGREJA DE JESUS - RAFAEL MONEO, ESPANHA...................................................................239 CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................................................................283 REFERÊNCIAS.....................................................................................................................................................289 ANEXOS................................................................................................................................................................293 GLOSSÁRIO....................................................................................................................................................293 FICHAS DAS OBRAS LEVANTADAS......................................................................................................301 CROQUIS DE ESTUDO................................................................................................................................449 IGREJAS DE ÁLVARO SIZA.......................................................................................................................487 CAPELAS DA BIENAL DE VENEZA DE 2018.....................................................................................495.
(28) 28.
(29) INTRODUÇÃO Motivações Este trabalho procurou estudar a arquitetura específica de igrejas católicas deste milênio no mundo e também questões de análise de arquitetura. 1) Qual é a produção recente de arquitetura sacra? 2) Quais questões tratadas no Concílio Vaticano II estão presentes nesta produção? 3) Qual a contribuição do estudo de projeto e obra de arquitetura através da leitura de documentos, visita à obra e elaboração de desenhos interpretativos para a produção e transmissão de conhecimentos? São essas questões que serão discutidas ao longo do trabalho. A arquitetura religiosa é um tema instigante, porém pouco presente nas literaturas, publicações, congressos e universo acadêmico. Compreensível consequência do modernismo, nunca deixou e nunca deixará de ser tema arquitetônico dos mais exigentes e ao mesmo tempo aquele que mais liberdade criativa oferece ao arquiteto. Levantamento de dados O levantamento da produção recente no mundo, do ano 2000 até 2015, foi o primeiro objetivo do estudo. Para tanto, foi de capital importância encontrar fontes de dados que pudessem contribuir para a construção de um amplo banco de dados. As três fontes definidas permitiram conhecer cerca de 300 igrejas de escalas variadas (capelas, igrejas paroquiais, basílicas, catedrais) espalhadas em cidades nos cinco continentes. A principal fonte foi a premiação quadrienal da Fundação Frate Sole, de Pávia, Itália, que reconhece a melhor igreja cristã construída nos últimos dez anos. Contribuiu com a maioria dos dados e ofereceu um amplo panorama da produção mundial e no recorte de tempo desejado. Outras duas fontes completaram o levantamento: as atas das cinco edições já celebradas do Congresso Internacional de Arquitetura Religiosa Contemporânea e as mais recentes edições da premiação anual da revista norte americana Faith & Form. Essas fontes facilitaram o acesso às informações básicas de cada. 29.
(30) obra, tais como autoria, local e data, assim como a algumas imagens de cada projeto. Concílio Vaticano II Principalmente no universo católico, e em especial àqueles que se relacionam com a liturgia, arte e arquitetura, muito se especula a respeito do Concílio Vaticano II (1962 - 1965). Marco histórico da Igreja Católica Apostólica Romana, o concílio tratou de questões, dentre outras, relativas à liturgia e sua relação com a arte e arquitetura, porém, muito menos do que se pensa ou se comenta. O resultado da pesquisa, por mais surpreendente que tenha sido, foi a de que poucos pontos originários do concílio remetem à arquitetura, como se verá adiante. Foram identificadas referências diretas do concílio em relação a arquitetura em apenas dois documentos conciliares: a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium sobre a sagrada liturgia, datada em 4 de dezembro de 1963 (o primeiro documento oficial do concílio) e o Decreto Presbyterorum Ordinis sobre o ministério e a vida dos sacerdotes, datada em 7 de dezembro de 1965. 30. Nestes dois documentos, e em poucos pontos, aparecem algumas diretrizes relativas à arquitetura sacra, que são apresentadas de tal modo a deixar ampla liberdade em sua aplicação. A partir da interpretação desses pontos e de outras realidades, foram definidos elementos possíveis de serem identificados nas obras levantadas e tentou-se estabelecer uma relação entre os pontos dos documentos conciliares e a arquitetura sacra contemporânea. Seleção de obras Para o prosseguimento do estudo se fez necessária a seleção das obras mais relevantes dentre aquela amostragem de 300 obras iniciais. Aplicando determinados critérios chegou-se a um número de 39 obras com grau de interesse relevante para a tentativa de identificação dos pontos dos documentos conciliares e outras características. Alguns critérios para a avaliação e seleção das obras foram seus autores, localidade, reconhecimento dado pela crítica e premiações, caráter formal, etc. Essa seleção procedeu-se com o apoio da análise gráfica dessas obras, considerando certos elementos constitutivos de sua arquitetura e é apresentada em.
(31) fichas específicas. Estudos críticos e referenciados Na parte final da dissertação foram realizados estudos de caso, ou exercícios de estudo crítico e referenciado, e se procedeu à análise arquitetônica de três importantes obras da arquitetura sacra contemporânea presentes no levantamento e selecionadas entre as 39 obras de maior interesse. Nessa parte, a questão da sacralidade na arquitetura é importante, mas não é o tema exclusivo, pois se procurou estudar cada obra de forma ampla e aprofundada. Foram considerados não apenas os elementos que definem como lugar sagrado, mas todo o conjunto da sua arquitetura. Como, por exemplo, a volumetria, a relação com o entorno, as soluções de projeto aptas a se obter certos resultados específicos, de caráter litúrgico ou não. Entretanto, o caráter sacro é vislumbrado ao final do estudo como consequência natural dos objetos estudados. Este estudo crítico e referenciado não teve como finalidade principal tratar de questões como o significado da arquitetura religiosa, simbolismos e como deve ser o projeto de uma igreja católica. Tampouco procura tratar de questões pontuais, exclusivas, como a iluminação definida nesta ou naquela arquitetura, ou os materiais ou cores mais utilizadas. As obras são abordadas enquanto realidades que fazem parte do universo do campo da pesquisa: seu todo é o objeto de estudo. Resultados e anexos A dissertação encerra-se com a apresentação de considerações finais relativas ao amplo levantamento elaborado, da identificação de influências do concílio em 39 obras selecionadas e da síntese dos estudos críticos e referenciados de três obras. Atendendo às oportunas sugestões apresentadas pela banca de qualificação, apresenta como anexos os seguintes conteúdos: glossário com os termos mais utilizados e específicos da arquitetura sacra, apresentação de três igrejas de Álvaro Siza e das onze capelas do Pavilhão da Santa Sé na 16ª. Exposição Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, Itália, em 2018.. 31.
(32) 32.
(33) PARTE 1 ARQUITETURA SACRA. 33.
(34) ARQUITETURA SACRA. 34.
(35) ARQUITETURA SACRA. 1.1 ARQUITETURA SACRA E MODERNIDADE A produção da arquitetura cristã desde o século 3 ou 4 contribuiu ao longo da história com inumeráveis exemplares que procuram ser local adequado para a relação do ser humano com Deus. Em cerca de 16 a 17 séculos de história, a arquitetura sacra cristã foi inventada, sofreu modificações, influências – e determinou influências –, e, para dizer de algum modo, evoluiu com o desenvolvimento da própria religião a que está ligada. Este trabalho não pretende reproduzir o conhecimento já acumulado sobre a vasta história da arquitetura cristã, nem sequer da arquitetura cristã moderna, pois esse já pode ser acessado através da obra de inúmeros autores, na qual destaca-se, por exemplo, Fábio Müller, Gabriel Frade, Marcio Antonio Lima, María Diéguez Melo, Esteban Fernández-Cobián, Ivan San Martín, Fernando López Arias e tantos outros. Nosso foco de atenção e estudo volta-se para a arquitetura cristã mais recente, próxima, contemporânea. E se interessa pelo estudo da arquitetura enquanto construção e fruto de definições projetuais. O. período. 35. imediatamente. anterior. ao. deste trabalho, o Modernismo, tem também. recorte. temporal. interesse para a. compreensão do contemporâneo, e por isso é oportuno considerálo, contextualizando algumas das principais questões propostas pela a arquitetura sacra desse período. Com o Modernismo a arquitetura sacra encontrou, talvez, seu maior desafio, tanto quantitativo como qualitativo. O tema da arquitetura sagrada não constitui uma das preocupações centrais da arquitetura moderna, entendida aqui em sentido restrito como o movimento que surge na Europa, com particular força e nitidez, depois da I Guerra Mundial. (OYARZÚN, 1997, p. 12). E ainda, conforme constatou Zein (2005), segundo esses autores, essa quase ausência repercutiria de duas maneiras: Quantitativamente, o número de casos destacados é baixo, comparado com o de outros períodos históricos. Qualitativamente,.
(36) ARQUITETURA SACRA. salvo exceções, as igrejas realizadas respondem a casos de aplicação de princípios da arquitetura moderna, mais do que de exploração dos mesmos. O que significa que enfrentar esses encargos não constituiu, para os arquitetos, uma oportunidade de explorar novas fronteiras para a arquitetura (OYARZÚN, 1997, p. 14). As razões destas ausências Nascem de uma ampla mudança de mentalidade que marca o próprio advento da modernidade amplo senso; acirrando-se nas vanguardas do século XX, cuja ânsia por romper laços com o passado não poderia facilmente coadunar-se com a inevitável necessidade de respeitar, transformar e renovar a tradição que é inerente à projetação de espaços sagrados. (ZEIN, 2005, p. 187). É fato que havia desde o final do século XIX um desejo de renovação litúrgica no seio da Igreja Católica, conforme afirma Arias (2015, p. 81), “ao final do século XIX e início do XX, a arte cristã pós-romântica sofreria o que Timothy Verdon denominou <<esgotamento 36. poético>>”. Depois da I Guerra Mundial assistimos à singular sinergia entre teólogos e pastores influenciados pelo Movimento Litúrgico e arquitetos e artistas do Movimento Moderno, inflados de desejos de renovação espiritual e estética–, no início do século 20 são uma prova desta aspiração, não somente em território europeu. (ARIAS, 2015, p. 81). E não somente a liturgia aspirava por renovação e atualização em relação ao mundo moderno, mas em certo sentido, toda a Igreja Católica. Essa aspiração trazia questões as mais variadas e complexas a serem processadas e interpretadas pela instituição no novo século, tendo contribuído para a organização e realização do Concílio Vaticano II (Roma, 11/10/1962 – 8/12/1965). O Concílio teria como principal missão a atualização e definição de ação para os tempos presentes e futuros, através do “influxo do Espírito Santo, que em sua ação vivificadora quis (...) um grande movimento de renovação em todo o Cristianismo” (BALAGUER, 1986). De certa forma também o Movimento Litúrgico estabeleceu.
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