RESTAURADOR FARMACÉUTICO

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AÑO L X V I I BARCELONA 31 AGOSTO I912 NÚM. 16

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La Direcoión no responde de los artículos y sueltos firmados

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MO OÜTT Barcelona 30 Agoste 1912 num. 16

E L R E S T A U R A D O R

- F A R M A e É ü T i e © *

Redacción y Administración: Galle Dniversidad, nóm. 34.

SUMARIO

Auto de procesamiento.—Las Hoi mesas.—Farmacia práctica por el Dr. D. Jose L. Capdepont.—La Reacción de Wassermann.—Cultivo del bacilo tuberculoso.—Nuevos medicamentos.—Noticias.—Folletin.

Auto de procesamiento

Con fecha 26 de Julio de 1911 fué notificado

á nuestro director, D. José Valiés y Ribo, el auto de

procesamiento en méritos de la causa criminal por

injurias que se le sigue á instancias de Antonio

Fita, Luis Amargos, Francisco Sirera, Felipe Guascñ,

José Agell, Fernando Grau Inglada, Miguel Baltá j

José Tarrés, individuos que componen el Sindicato

Farmacéutico Español.

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3*4 El Restaurador Farmacéutico

L A S H O R n O M A S

(J?gentes irjfern05 ^a vido arjinjal)

Una maravillosa harmonía, un equilibrio misterioso de las múlti-ples manifestaciones de la vida, reina en lo que llamamos mundo ani-mado. Todo lo que contribuye al sostén de este equilibrio concurre al mantenimiento de la salud, todo lo que perturba el equilibrio de las fuerzas vitales puestas en presencia, conduce á la enfermedad .Cada or-ganismo tiene una doble vida: vida vegetativa, vida animal. Esta úl* tima comprende toda la actividad del sistema nervioso y de los órganos que de él dependen. La vida vegetativa es ante todo de orden físico-quí-mico: ingestión de materiales nutritivos, transformación de estos ma-teriales, reparto de estos materiales transformados entre los diferentes órganos y cambios químicos en el interior de las células vivas.

La vida vegetativa crea el terreno. Según su constitución química, el terreno es refractario ó favorable á la enfermedad. Las condiciones necesarias al sostén de un terreno refractario á la enfermedad son to-davía poco conocidas. Pero lo poco que de ello conocemos es ya tan interesante, las deducciones que de ello podemos sacar son tan nuevas, que vale la pena de considerarlas un poco.

Las investigaciones sobre la actividad del protoplasma de las célu-las vivas han venido á ocupar un lugar al lado de célu-las que se ocupan de la extructura de los órganos. Se ha reconocido que la función de una célula ó de un órgano no es autónoma en absoluto, sino que se halla en relación con el organismo entero. Es fácil darse cuenta de que las rela-ciones fisiológicas que existen entre los órganos juegan un gran pape^ en la salud y enfermedad, aún cuando la naturaleza exacta de estas re-laciones nos sea en buena parte desconocida.

Desde tiempo ha que se sabe que el sistema nervioso sirve de in-termediario en las relaciones de los órganos unos con otros. Lo que no se sabía y sólo ahora comienza á vislumbrarse es que estas relaciones son igualmente realizadas por medio de ciertos cuerpos químicos fa-bricados por órganos particulares y que circulan constantemente por la sangre. Los órganos de referencia están diseminados por todo el cuerpo. Cada uno de ellos proporciona una substancia química deter-minada. Una vez vertidos en la sangre, los productos de estos órganos

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El Restaurador Farmacéutico 315 amados de secreción interna, son transportados en una parte del orgá.

israo á menudo muy alejada de su lugar de producción, ocasionando según la sensibilidad del órgano que los recibe, ciertas y determinadas modificaciones.

Los productos de esta secreción interna son llamados hormonas. De una manera general puede afirmarse que cada órgano del cuerpo hu-mano produce y secreta /¡ormonas, los unos en pequeña cantidad, á tí-tulo accesorio solamente. Para otros órganos al contrario, la produc-ción de }]ormor¡as parece ser su única razón de ser. Este es el caso so-bre todo de ciertos órganos que por su estructura especial y por sus relaciones estrechas con el aparato circulatorio se han llamado «glán-dulas vasculares»: sean las cápsulas suprarrenales, cuerpo tiroides, glándula pituitaria, timo,*etc

A l lado de estas glándulas, existen órganos que á parte de sus funciones esenciales importantísimas, producen /¡ornjonas muy activas. Este es el caso de las glándulas germinativas masculinas y femeninas, las glándulas mamarias

Durante algún tiempo se ha atribuido á las glándulas vasculares el poder de neutralizar ciertas substancias tóxicas producidas en el pro-pio organismo. Algunas observaciones concernientes á la aparición de síntomas de intoxicación más ó menos grave, consecutivamente á la supresión de una ú otra de estas glándulas, venían á apoyar esta hipó-tesis. Así por ejemplo, el tétanos ó mejor tetania que sobreviene des-pués de la extirpación de las glándulas paratiroideas, recuerda la into-xicación por la toxina tetánica ó por la estrignina. Por otra parte los animales á los que se les extirpan las glándulas suprarrenales mueren en poco tiempo (24 ó 48 horas). Sin embargo hasta el presente no ha sido posible descubrir en estos casos, la ó las substancias tóxicas cau-santes de estos grandes disturbios. He aquí porque se busca hoy día otra explicación referente al papel que juegan las hormonas.

Se sabe que la actividad fisiológica de un órgano cualquiera, se puede estimular ó moderar lo que se puede conseguir con medicamen-tos diversos. Experiencias numerosas permiten afirmar que las glándu-las vasculares proporcionan no solamente productos que excitan los cambios orgánicos sino también productos capaces de moderar y hasta detener estos cambios.

Cuando los productos moderadores faltan, los cambios orgánicos se intensifican de tal modo que pueden llegar á ser peligrosos para el individuo. La impregnación del organismo por los productos de

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cam-3l6 El Restaurador Farmacéutico

bios orgánicos incompletamente destruidos ó eliminados produce la en-fermedad conocida bajo el nombre de auto-intoxicación.

Entre los órganos productores de hormonas, las cápsulas suprarre-nales ocupan uno de los primeros lugares. F u é el inglés Addisson el que las descubrió en 1855, poniendo de manifiesto la importancia vital de estos singulares órganos.

El descubrimiento de la adrenalina ó extracto cristalizado de las glándulas suprarrenales, ha precisado la manera de accionar de las mis-mas. La adrenalina es una hormona de composición química bien defi-nida. La introducción en la sangre produce un fuerte aumento de la presión arterial con calma y luego aceleración del pulso. Este aumento de la presión es debido á la contracción da los vasos sanguíneos, sobre todo de los de la periferia del cuerpo. La adrenalina circula constante-mente en la sangre. Es preciso considerarla como el principal regula-dor del sistema nervioso vaso-motor. Es un verdadero tónico del cora-zón. He aquí pues un ejemplo claro de lo que es y de como funciona una hormona.

Cierto número de hormonas han sido estudiadas en estos últimos tiempos de una manera más ó menos profunda. Sea ejemplo de ello la glándula tiroidea que ejerce una acción ssbre la nutrición en general (mixedema) lo mismo que sobre el sistema nervioso (cretinismo).

En 1908, el profesor Zuelzer descubrió la horrr¡ona peristáltica lla-mada por él «hormonal». Este producto extraído de la mucosa duode-nal, posee la propiedad de excitar los movimientos peristálticos del in-testino. Se usa de consiguiente con éxito contra la constipación.

La «pituitina» ú hormón pituitario acciona sobre todo sobre los músculos lisos de la matriz y de la vegiga.

En fin, últimamente, Mrs. Perrin y Re ra y han publicado en los «Comptes rendus de la Societé de Biologie» de París, los resultados de sus curiosas experiencias sobre la influencia que diversos productos de secreción interna ejercen sobre la fecundación en el conejo- Han halla, do que el extracto de la glándula tiroidea favorece la fecundación, el extracto hipofisario la retarda y el extracto de la glándula mamaria la impide. El extracto de glándulas suprarrenales hace abortos.

Las diferentes hornjonas ó productos de la secreción interna ejer-cen no solamente una acción favorable ó desfavorable sobre la vida or-gánica ó celular, sinó que tienen unas sobre otras una acción excitante ó debilitante. Es así que las hormonas [segregadas por la glándula t i . roides evitan una exagerada producción de /¡ormorjas pancreáticas. La hormona pituitaria acciona en el mismo sentido.

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• El Restaurador Farmacéutico 317

La acción de las horrqonas sobre el desarrollo, el crecimiento, la reproducción es cosa cierta. Pero investigaciones profundas serán ne-cesarias antes de poder afirmar nada concreto sobre este particular.

La insuficiencia de producción de hermanas causa desarreglos fun-cionales diversos entre los cuales citaremos lo enfermedad de Addison, el bocio exoftálmico, la diabetes, todas ó la mayoría de dispepsias... Un conocimiento más exacto de las hormoqas nos permitirá hallar sin duda, procedimientos terapéuticos capaces de curar estas enfermedades con-tra las cuales la terapéutica actual está muchas veces poco menos que desarmada.

Las hormonas están sin duda llamadas á jugar un papel importante en la lucha por la salud. Gracias á las conquistas de la bioquimiá, cier-tos aspeccier-tos de la vida animal misteriosos hoy, serán mañana jalones donde apoyarnos para andar por terreno firme. La ciencia de la vida habrá dado un paso adelante.

Quizá del conocimiento de estos hechos someramente expuestos en pocas palabras, dependa el mejoramiento del individuo y de la raza.

> Antonio N O V E L L A S Genéve 22 Mayo 1912. F A R M A C I A P R Á C T I C A p o r e l I D r . XD. J o s é XJ. O a p d s p o n A p é n d i c e á l o s a c e i t e s c o n s i g n a d o s e n l a F a r m a c o p e a E s p a ñ o l a ( C o n c l u s i o n ) Aeeite'de sésamo

Sinonimia: Oleum sesami.—J{nile de sésanje (franc.)—CV/o di sésamo {ha\.)~= $esamó/ (alem.)-—¿)/7 of sesamurq.

Proceder¡cia.~De las semillas del $esamum iqdicum L . planta per-teneciente á la familia de la» Bignoniáceas, originaria de las Indias

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3I8 EI Restaurador Farmacéutico

Orientales y China y cultivada en casi todos los países sub-tropicales. {India, Japón, Persia, Guinea, Norte de España, Italia, Turquía, Ruma-nia, Grecia, Rusia y América del Sur). Las semillas son pequeñas, ovi-formes, deprimidas, de color variable y contienen 50 á 70 por 100 de aceite.

Obfencióq.—HLl aceite de sésamo se obtiene lo mismo que el aceite de adormideras, moliendo las semillas y prensando la pasta resultante á la temperatura ordinaria. E l bagazo se muele y prensa en caliente por dos veces consecutivas, pero el producto es de color más oscuro y tiene sabor algo picante por lo que se destina á usos industriales.

Composición.—Este aceite se halla constituido por gliceridas de los ácidos oleico, linolico, palmítico y esteárico. La cantidad de ácidos grasos líquidos asciende en este aceite, según Sane, á 78 por 100. La porción no saponificable además de fitosterina contiene otras substan-cias que son las que dan origen á las reacciones de color propias de esta grasa. De estas substancias citaremos la jesanjina: (C11 H12 O3)2, dextrogira y que funde á 123o, un alcohol de fórmula C25 H44 O, levo-giro y de punto de fusión 137 y sésamo/, éter metilénico de la oxihi-droquinona, substancia cristalizable y de punto de tusión 57o, que no se encuentra como tal en el aceite de sésamo, sino en forma de una combinación compleja, que se desdobla por los ácidos inorgánicos, siendo el sesamol uno de los productos de esta hidrólisis. Parece ser que la reacción ]%audoir¡ (con furfurol y ácido clorhídrico) es producida por el sesamol.

Caracteres.—El aceite de sésamo obtenido por expresión en frío es de un color amarillo pálido, parecido al del aceite de almendras dul-ces. Es bastante fluido, completamente inodoro y de sabor dulce, muy suave y agradable. A algunos grados sobre cero se espesa en masa blanquecina, pero no se solidifica por completo hasta algunos grados bajo cero. Es aceite secante, aún cuando de un poder secante pequeño.

Sus constantes físicos son los siguientes* Densidad =0,921—0,924, número de yodo 103 á 112 y número de saponificación 188 á 193.

Se disuelve fácilmente en éter y cloroformo.

yjdulferaciones.-—Vor su bajo precio es raro encontrarlo adulterado, pero á veces se comprueba la adición fraudulenta de aceite de semi-llas de algodonero.

€xarr¡eq químico.—1). Agítense fuertemente durante medio minuto por lo menos 5 c. c. de aceite con o. 1 c. c. de solución alcohólica de furfurol y 10 c. c. de ácido clorhídrico fumante y déjese reposar: la capa acuosa debe presentar coloración roja intensa (Farms. Alem, y

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El Restaurador Farmacéutico 319

Suiza)—2). Pónganse en un tubo de ensayo 2 c. c. de ácido nítrico de densidad 1,4, superpónganseles 2 c, c. de aceite y otros 2 c. c. de solución benzólica saturada de resorcina y agítese fuertemente^ debe presentar coloración fugaz roja ó violeta-azulado (Farm. Suiza).—5). Practíquese la reacción Solfsien, para lo cual se mezclan 3 c. c. de acei-te con i c. c. de solución clorhídrica de cloruro estannoso, se agita y se calienta la mezcla en baño de maría: debe presentarse coloración roja (Farm. Aust.)—4). En un matracito con| refrigerante de reflujo calién-tense en baño de maría durante quince minutos 5 c. c. de aceite con 10 c. c. de reactivo Halphen: no debe presentarse coloración roja, que in-dicaría la presencia de aceite de algodonero, ni aún después de añadir 5 c. c, de solución sulfocarbónica de azufre y calentar de nuevo du-rante otro cuarto de hora (Farm. Alem.)—5). Agítense dudu-rante un mi-nuto 5 c. c. de aceite con otros 5 c. c. ácido clorhídrico de 1,19 de den-sidad y añádase luego 5 c. c. de solución etérea ai 1 por 1000 de floro-glucina agitando de nuevo: no debe presentarse coloración roja intensa, que indicaría se trataba de un aceite blanqueado ó alterado (Farmaco-pea Suiza).—6), Disuélvanse 2 gr. de aceite en 10 c. c. de cloroformo, añádase á la solución 20 c. c. de alcohol absoluto, 3 gotas de solución de fenolftaleina y 2 c. c, de N/10 solución alcohólica de potasa, y agí-tese; debe presentarse coloración roja persistente, como prueba de que la cantidad de ácidos libres es admisible (Farm. Suiza).

Usos-—Este aceite es oficinal en las Farmacopeas Alemana, Aus-tríaca y Suiza. No sirve para sustituir el aceite de olivas en la obten-ción de emplastos pero es muy apropiado para sustituirle en los un-güentos, y preparaciones análogas. En Oriente se usa como alimento en lugar del aceite de olivas. En la industria tiene mucho uso especial-mente para la fabricacicm de jabones de tocador y de aceites de flores. Viene al comercio en barricas de 150 kilos y no debe confundirse con el aceite de sésanjo alemán sinónimo con que se conoce el aceite de ca-melina^procedente de las semillas de la Camelína sativa L . planta de la familia de las Pedaliáceas.

Aceite de cantáridas

Sinonimia: Jíceite cantaridado.—C/eunj caniharidatum.—Olio canta-ridato {h<i\.)—$par¡ischfíigenót (alem.)

Este aceite medicinal se halla consignado en las Farmacopeas Ale-mana é Italiana.

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320 El Restaurador Farmacéutico

Según la primera se prepara con 3 p. de cantáridas en polvo grue-so y 10 p. de aceite cacahuet por digestión en baño de maría durante diez horas, al cabo de las cuales se cuela con expresión, se deja

sedi-mentar y se filtra por papel.

Según la segunda se digieren por seis horas, en vasija tapada y agitando de cuando cuando, 1 p. de cantáridas *en polvo grueso en 9 de olivas, y después se cuela por expresión etc.

En ambos casos resulta un aceite de color amarillo-verdoso y olor á cantáridas. E l de la Farm. Alemana es próximamenta tres veces más activo que el de la Farm. Italiana.

Aceite cloroformiado

Sinonimia: Oleum Chloroformii. Xinimenfunj Chloroformii.—j{uile cf}loroformée (franc.)—cV//b clorojormizzafo (ital.—6lorofonr¡dl (alem.)

Se halla inscrito en las farmacopeas alemana y suiza entre los acei-tes y en el Códex entre los linimentos (Liniment au chloroforme).

Se prepara mezclando 1 p. de cloroformo con 3 p. de aceite de oli-vas (Farm. Suiza) ó 1 p. de cloroformo con 1 p. de aceite de cacahuet (Farm. Alem.) ó bien 1 p. de cloroformo rectificado del comercio con 9 p. de aceite de adormideras (Códex).

Es líquido diáfano, amarillo, de olor á cloroformo más ó menos in-tenso. Calentando dnrante media hora en baño de maría, en capsulita de fondo plano, lebe perder de su peso la cuarta parte, la mitad ó la décima parte, según la fórmula empleada al obtenerlo.

Debe conservarse en frascos bien tapados.

Aceite fenicado

Sinonimia: Oleum 'pfféííolMm. —¿fuiTé phéqoíée. 3(uile phér¡iquée

(fran.)=CP//o feqicaio {it&l)—Xarbolól (alem.)

Preparación inscrita en el Códex y en la Farmacopea Suiza. E l C ó , dex prescribe obtenerlo disolviendo 2 gr. de fenol oficinal en 98 gr. de aceite de adormideras, por calefacción suave y filtrando después. Se-gún la Farmacopea Suiza se prepara con 1 p. de fenol y 99 p. de acei-te de olivas.

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El Restaurador Farmacéutico 321 Aceité al yoduro mercúrico

Sinonimia: Jíceife de yoduro rr¡ercúrico.—Oleum tiydrargyri biiodati. —J{ui/e d'iodure mercurique. J{ui/e au biiodure de njercure (fran.)

Preparación oleosa medicinal inserta solamente en el Códex, ei cual aconseja obtenerla disolviendo 0,20 gr. de yoduro mercúrico en 46 gr.de aceite de olivas purificado y esterilizado. La solución debe hacerse en matraz previamente esterilizado, y se auxilia con un calor que no debe pasar de 60o y agitando sin cesar.

Este aceite contiene 4 miligramos de yoduro mercúrico por centí-metro cúbico. Se repone en frascos pequeños, esterilizados previamen-te, que se conservan al abrigo de la luz.

Terminaremos este artículo y lo que á los aceites se refiere, con las fórmulas de los aceites medicinales no oficiales, pero que por su mucho uso se encuentran consignados en los principales formularios.

jflceite balsámico (Bouchardat). Bálsamo de Tolú y benjuí aa 10 gr. Esencia de Cayeput y esencia de limón aa. 2 gr., éter 50 gr. y acei-te de almendras dulces 1000 gr. El bálsamo de Tolú y el benjuí se di-suelven en el éter, se agrega la solución al aceite de almendras, se ca-lienta suavemente hasta que desaparezca el olor á éter y se añaden las esencias.

jÑceife á la cocaína, fOleum Cocaini. jKol{ain6l). Cocaína pura 2 gra-mos, aceite de almendras dulces 98 gr.

jtfceife de hormigas (Oleum formicarum. Ameisenól). Hormigas frescas 200 gr., sulfato sódico desecado 200 gr., aceite de olivas 1000 gr. Digiése por diez horas de 60 á 70o.

JÑceite á la loretina )01eum loretini. Loretinól). Loretina ó loreti* nato de bismuto 20-30 gr.. aceite de olivas esterilizado 80-70 gr.

JÑceite mentolado (Oleum mentholi. Mentholól). Mentol 2,5 gramos, aceite de olivas 50 gr. Uso externo. Como antiséptico y anestésico de las mucosas.

Jíceife naftalinado (Oleum Naphthalini. Naphthalinol). Disuélvasen á suave calor TO p. de naftalina en 100 p. de aceite de olivas.

J/Iceife nervino (Oleum nervinuni. Nervenol). Esencias de romero y de tomillo aa. 5 gr., manteca de laurel 10 gr., aceite de manzanilla 80 gr. Mézclense.

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3 22 El Restaurador FarmacéuticQ,

jVceífe popu/eól] (Oleum populi. Pappelkknospenól. Pappelól). Ye-mas de álamo secas 100 gr., éter-alcohol 100 gr., amoníaco líquido de

10 por ico 2 gr., aceite de olivas I O O O gr. Prepárese como el aceite de

beleño (véase éste), y JJceite coloreado. A) de rojo (Aceite rojo). iUcannina 2 gr., aceite de

olivas iooo gr. Disuélvase. Sirve de base á otras preparaciones, como el aceite de macasar. B) efe verde (Aceite verde). Clorofila 5 gr., aceite de olivas 1000 gr. Disuélvase á suave calor, déjese sedimentar durante ocho días y decántese. Se usa para dar coior verde á otras preparacio-nes grasas.

JJceite al óxido de zinc (Aceite de zinc. Oleum Zinci-ZLnkól). Oxido de zinc para uso externo y aceite de olivas aa. 25 gr. Mézclese. Se usa. como astringente suave para inflamaciones de la piel. '

L a r e a c c i ó n d e W a s s e r m a n n por L . Grimbert.

( C o n t i n u a c i ó n ' )

Técnica de la reacción de Wassermann. —En tres tubos de ensayo, se vierte sucesivamente: A g u a f i s i o l ó g i c a 1*5. c . c. / ' j A n t i g e n o (extracto de h í g a d o sifiUtico al ••.!(>/ S u e r o d e l e n f e r m o q u e h a d e e x a m i n a r s e . o ' 2 S u e r o d e c o b a y o n t i e v o a l ^ j ^ { c o m p l e m e n t ó ) o'/ 6>'2 o'j 0'2 o'2 o'/ o'i

Se prepara igualmente un tubo testigo con:

A g u a fisiológica . r 6 c . c . S u e r o d e l e n f e r m o . . . , . . . , . o ' 2 S u e r o d e c o b a y o n u e v o a l ^ / ^ . . . , . . . , o ' i

Pero, sin añadir antígenp. Ebte tubo testigo tiene por objeto ase" gurarse de que el suero del enfermo no fija por si solo el complemento.

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El Restaurador Farmacéutico'' ¡323 Cuando se empieza una serie de exámenes, se asegura que el|

antí-geno no fija el complemento.

En tres tubos se vierte sucesivamente:

A g u a fisiológica . . . . \ . , 1 " / c , c . ix-6 i l 5 A n t i g e n o { E x t r a t o d e h i g a d o ) . . ; . o'/ o ' 2 o ' j S u e r o d e c o b a y o n u e v o { c o m p l e m e n t o ) . , o ' i o ' i o'/

Sin suero del enfermo;

Por último, para comprobar que el suero de cobayo nuevo con-tiene complemento y que la actividad del mismo no se ha modificado por la permanencia en la estufa á 37o, se mezcla en un tubo i'8 de agua fisiológica con o'i de suero de cobayo nuevo al

1/2-Y, para asegurarse de que el suero de cobayo nuevo no es hemo-lítico para los glóbulos de carnero, se prepara un último tubo testigo conteniendo, como el precedente, 1*7 de agua fisiológica y o"2 de suero de cobayo, tubo en el cual se añadirá, después de permanencia en la estufa, glóbulos de^carnero s i n s e n s i b i l i s a t r i z , es decir sin suero

anti-carnero.

Todos los tubos destinados á la reacción de Wassermann así como los tubos testigos son mantenidos á la estufa á 37o durante u n a h o r a y m e d i a , pasada la cual se añade á cada uno ellos:

G l ó b u l o s r o j o s d e c a r n e r o a 5 p . 1 0 0 . . . 1 c. c.

y

S u e r o a n t i c a r n e r o i n a c t i v a d o p o r c a l e f a c c i ó n á ¿ 6 (1) o ' i

Se agitan y se llevan á la estufa á 37° durante m e d i a h o r a , después

de lo cual se anotan los resultados.

Si el suero examinado procede de un sifilítico, no habrá hemolisis, porque el complemento habrá sido fijado sobre el sistema antígeno -|-sensibilisatriz especifico del suero humano; se dice, en este caso, que la reacción de Wassermann es positiva.

Si, al contrario, el enfermo no es sifilítico, tendrá lugar la hemoli-sis, y la reacción será negativa.

Estos resultados no tienen ningún valor mientras los testigos no lo confirmen, es decir hasta que la hemolisis se haya producido en los tubos testigos. Esta hemolisis probará, en efecto, que ni el suero del enfermo, ni el antígeno, en las dosis empleadas, han podido fijar el complemento, y este último ha conservado su actividad.

Resumiremos estas diversas operaciones en la tabla siguiente: (1] Excepto en el último tubo.

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3^4 El Restaurador Farmacéutico t Q

t

C H 0 Q 25 o H c) co ctf *J *J 4J O O O H H H « o ••5 --j O 3 09S "B op^uai -130 cuatiJBO ooi jod 9 "B ap sojnqoir) (ojiiauiaidiuoD) GAanu oÁ^q ouijajua p p (ousSpuy) i \V, ODIIJIIJIS Op O o b b b o o o B Bjn;sa BJ B z l i ? •eacq i CJ o o o d d b b b M t\l t^l ü d b b b O H p o o b b b b b b d tO TÍ- fO 'O 3 r7} be « o b b o o o o b b o o b b •o ON E E c U

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El Restaurador Farmacéutico 325

Como se vé, si el principio de la reacción de Wassermann es de los más sencillos, la técnica es muy delicada y necesita reactivos bioló-gicos que sólo pueden prepararse en ciertos medios. Por lo tanto, se ha buscado el modo de simplificarla para hacerla accesible á todos los la-boratorios. E l método de Bauer parece realizar este desideratum.

J/íéfodo de fiauer.—Bauer ha observado que el suero humano es normalmente hemolítico para los glóbulos rojos de carnero. Esto quie-re decir que contiene una sensibilisatriz natural capaz de fijarse sobquie-re los hematíes de carnero para permitir á la alexina normal (complemen-to) que contiene como todos los sueros, el hemolizarlos.

Un suero sifilítico contendrá, sobre esta sensibilisatriz natural, una sensibilisatriz específica, el anticuerpo sifilítico.

Si, pues, hacemos reaccionar sobre la maceración de hígado sifilí-tico (antígeno) el suero humano fresco, procedente de un sifilísifilí-tico, la sensibilisatriz específica fijándose sobre el antígeno, provocará la fija-ción del complemento. Si añadimos enseguida á la mezcla, glóbulos ro-jos de carnero, estando fijado el complemento, la sensibilisatriz

hemolí-tica natural no podrá reaccionar y no habrá hemolisis.

Si se trata de un suero normal, es decir no conteniendo sensibili-satriz específica, el complemento no habrá sido fijado y, al añadir gló-bulos de carnero, estos, encontrando á la vez la sensibilisatriz hemolí-tica normal y el complemento, se hemolizarán.

He aquí como se dispone la experiencia:

Como la sensibilisatriz hemolítica rio existe sino en débil cantidad, es preciso emplear una débil cantidad de glóbulos rojos de carnero, ó sea o'i en lugar de 1 c. c.

Hay que servirse del suéro sifilítico ó supuesto tal, fresco, es decir sin calentarlo á 56o.

Por último, es preciso asegurarse de que el suero es bien hemolí. tico para los glóbulos rojos de carnero. De aquí la necesidad de un tes-tigo. ' •• • - : ' ^ '"' " ' *' ' •'

En tres tubos se vierte sucesivamente:

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320 El Restaurador Farmacéutico Números Testigo Suero sifilítico fresco o'i c. c. O'I 1 O'I Agua fisiológica 0*2 C. C. O'I c. c. o'3 c. c. Extracto de hígado sifilíti-co á i (antige-O'I c. c. O'2 o'o Glóbulos de carnero á 5 p. ico 0*3 c. c. O'I O'I Hemolisis O o Total Cuando se ha dejado la mezcla suero -{- antígeno hora y media á la estufa á 37o y se añaden enseguida los glóbulos de carnero, 5 minu-tos bastan para que haya hemolisis en el tubo testigo. Si al mismo tiempo es nula en los otros tubos, es que el resultado es positivo. Ade-más, mantenidos estos últimos media hora en la estufa permanecen ne-gativos.

Este método mucho más simple que el de Wassermann da resulta-dos análogos. En algunos casos, según Armando Delille (1), se ha visto un Bauer positivo confirmado por la clínica mientras que el Wasser-mann había sido negativo. Esta superioridad del método de Bauer es debida, según ciertos autores, á que usa el suero humano no calentado á 56o; en la reacción de Wassermann, esta calefacción atenúa y á veces destruye la sensibilisatriz específica.

E l método de Bauer tiene la ventaja de no necesitar la prepara-ción de un suero de conejo anticarnero, ni la separaprepara-ción de suero fresco de cobayo. Y , como el antígeno, es decir la maceración de hígado sifilí-tico, se encuentra hoy en el comercio, no hay más que procurarse gló-bulos rojos de sangre de carnero, lo que no ofrece ninguna dificultad. Es por lo tanto, fácil de hacer en todos los laboratorios.

(1) yír»za«rf Z><f/í7/í, Técnique du diagnostic Pur le méthode de la déviation du com-plement; Paris, Masson, editeur, 1911.

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E) Restaurador Farmacéutico 327

CULTIVO DEL BACILO TUBERCULOSO

POR LOS

ORES. R. TURRÓ Y J. ALOMAR

Director y Ayudante del Laboratorio bacteriológico de Barcelona (1).

En las obras técnicas de bacteriología (cuando menos en las que nosotros conocemos) se consignan los resultados excelentes que se ob-tienen de la patata para el cultivo del bacilo tuberculoso, sin hacer la salvedad que existe un gran número de variedades de ese tubérculo en que estos resultados son escasos ó nulos. Nosotros hemos ensayado nueve variaciones de patatas españolas, dos italianas y una del Medio-día francés, en que hemos fracasado. La variedad clásica es la llamada patata de Holanda; sólo con .ella hemos obtenido los cultivos que en las obras técnicas se describen. Revisten, pues7 un interés práctico para cuantos se dedican á trabajos bacteriológicos hacerlo constar así. La misma variedad holandesa, á los dos años de cultivarla en Catalu-ña, ya degenera, y abrigamos la casi seguridad de que, á la cuarta ó quinta generación, será tan estéril como las demás variedades del pais. La patata resulta un medio más favorable para el cultivo del ba-cilo tuberculoso cuando se la prepara según los procedimientos que vamos á indicar, que difieren bastante de la técnica seguida hasta ahora. Nosotros, con la patata cortada en pedazos como de ordinario, preparamos caldos y medios nutritivos sólidos.

La fórmula del caldo de patata es la siguiente:

Agua glicerinada al 5 por 100, 100 partes.

^ T T i

Cortes de patata de Holanda 50 » Se macera durante diez minutos al autoclave á 125o; después se filtra por algodón y se reparte en matraces. E l decocto obtenido es de color ambarino y de consistencia semisirúposa. Sin neutralizar su reac-ción ligeramente ácida, se siembran, poniendo un especial cuidado en ' que las películas sobrenaden en la superficie; basta impregnar de culti-vo finísimas rodajas de corcho para lograr, con seguridad, su efecto. Las razas de bacilo tuberculoso Lowenstein, Pioliane, Nocard, Bhering, que poseemos, procedentes del «Instituto Pasteur de París», en la pa-tata ordinaria tardan de diez á doce días en germinar y algo más én él caldo de carne de caballo y en el caldo Nocard-Roux. En nuestro cal-do la germinación es ostensible á las cuarenta y ocho horas,

formán-. •• formán-. •> i'formán-.', v f

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3^8 El Restaurador Farmacéutico

dose una densísima película que ha invadido toda la superficie del lí-quido al cabo de diez días; sus bordes son dentellados, es muy frágil y no adquiere nunca la densidad y las ásperas rugosidades de los medios líquidos actualmente usados. Un cultivo de ^tuberculosis humana, que debemos á la benevolencia del profesor Y . Courmont, ha tardado seis días en germinar; pero el segundo paso se desarrolló con la misma precocidad que los anteriores.

Jtfedios nutritivos sólidos.—Hemos desechado la patata tal como se viene empleando actualmente, ya para el cultivo del bacilo tuberculo-so ^ ya para su aislamiento, y usamos el medio sólido obtenido según la siguiente fórmula:

Caldo de patata. ( . . . 98 partes. Agar. . . 2 »

Sin neutralizar se tunde al autoclave, se filtra y se reparte en tu-bos inclinados. La germinación es ostensible á las cuarenta y ocho ho-ras, ya en forma de puntos blanquecinos, ya amarillentos, según sean las razas sembradas. Nunca estos cultivos presentan el aspecto rugoso de los cultivos actuales ni forman la costra espesa o densísima que for-man en el agar Nocard-Roux, en el agar Hayden y en la patata; á pe-sar de esto los cultivos resultan característicos á simple vista.

Cuando se siembran sobre el agar de patata indicado ganglios de cone" jitos de Indias tuberculizados, la germinación suele apuntar entre los

quince y veinticinco días, desarrollándose luego rápidamente. Si al apuntar la colonia se la trasplanta á otro tubo, ó á un matraz de nuestro caldo, ya se muestran adaptados al nuevo medio, pues su desarrollo es manifiesto á los dos ó tres días, completo á los diez ó doce. Las siem-bras de esputos ofrecen, como es natural, la dificultad de la concurren-cia de especies cuyo desarrollo es más precoz; así y todo, es raro que, sembrando á la vez seis ú ocho tubos, no se obtengan colonias de ba-cilos tuberculosos entre los veinte y veinticinco días en algunos de ellos. La siembra del pus es más dificultosa por cuanto los microbios piógenos

se desarrollan en este medio.

Aparte la precocidad en el desarrollo y la simplicidad técnica en la preparación de estos medios de cultivo, nuestro método presenta otras ventajas sobre los procedimientos actuales. Así, en el caldo como en el agar de patata, los bacilos son más fácilmente disgregables que en los medios actuales en los cuales la separación es imposible. Basta de-positar, sobre el portaobjetos, una gota de agua y una partícula de cul-tivo, para poder obtener, con un estilete rígido, la disociación del gru-mo y una repartición, casi hogru-mogénea, de los elementos bacilares.

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El Restaurador Farmacéutico 329 La preparación de las tuberculinas con estos cultivos ofrecen, desde

luego, la ventaja de la eliminación de las peptonas. Desde hace más de un año venimos obteniéndolas en el laboratorio de estos cultivos, y los ensayos clínicos que con ellas llevamos afectuados, demuestran que no se conducen como las que actualmente se emplean; apenas determinan reacción febril, el enfermo acusa un sentimiento de euforia manifiesta, sobre todo en las tuberculosis cavitarias, y aumenta constantemente de peso. Nuestros trabajos, sin embargo, no nos autorizan todavía á sacar conclusiones definitivas ni sobre la acción de estas tuberculinas, ni so bre la técnica de su preparación, que requieren más detenido estudio.

u e v o s m e d i c a m e n t o s

JÑdallm.—Introducida en terapéutica por la casa Bayer y

Compa-ñía, es el derivado ureico del ácido bromodietilacético, de fórmula: C2 H 5 \

> C . Br. CO.—NH. CO. NH2 G2 Y & X

Su síntesis se ha realizado con el objeto de obtener una combina-ción parecida al veronal, reuniendo la accombina-ción terapéutica de este

úl-timo y el de las combinaciones bromuradas.

Se presenta en forma de un polvo blanco, cristalino, casi sin sa-bor, de punto de fusión 117o—118o después de repetidas recristaliza-ciones en el alcohol débil, casi insoluble en el agua fría (o'os por 100), fácilmente soluble en el alcohol, acetona y benzol, difílmente soluble en el éter de petróleo.

Hervida con agua, se descompone poniéndose en libertad el ácido bromhídrico:

C7 H13 N2 O2 Br = H Br - f C7 H12 N2 O2

El segundo producto de desdoblamiento es la x-dietilhydantoina:

C2 H 5 \ / C O — N H > C < 1 C2 H5 / ^ \ N H _ C O

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33° El Restaurador Farmacéutico

Se forma también con abundancia en el tratamiento de la adalina por la piridina hirviendo.

Sometida á la acción d é l a s álcalis calientes y diluidos, en solu-ción acuosa, da etilcrotonylurea:

C2 H5NV

O C . CO. N H . CO. NH2 CH.3 C H , X

y un compuesto oleoso de punto de ebullición elevado {283o—286o), formado, según el análisis de dos restos de adalina, pero cuya exacta composición no ha podido establecerse hasta hoy.

Vacantes de jÑuxiliarías de facultad de f a r m a c i a . — h a l l a n va-cantes en las Facultades de Farmacia de la Universidades de Granada y Santiago una Auxiliaría del segundo grupo, en cada una, dotadas ambas con la gratificación de 1.000 pesetas, las cuales han de proveerse per oposición libre, según lo dispuesto en el Real decreto de 24 de A b r i l de 1908 y Real orden de esta fecha. Los ejercicios se verificarán en Madrid en la forma prevenida en el Reglamento de 8 de A b r i l de

i g i o .

Para ser admitido á la oposición se requiere ser español, no ha-llarse el aspirante incapacitado para ejercer cargos públicos, haber cumplido veintiún años de edad, ser Doctor en Farmacia ó tener apro-bados los ejercicios para dicho grado, condiciones que habrán de reu-, nirse antes de terminar el plazo de esta convocatoria.

Los aspirantes presentarán sus solicitudes en este Ministerio en el improrrogable término de dos meses, á contar desde la publicación de este anuncio en la Gaceta de Madrid, acompañadas de los documentos que justifiquen su capacidad legal, pudiendo también acreditar los mé-ritos y servicios á que se refiere el artículo 7.0 del mencionado Regla-mento.

A los aspirantes que residan fuera de Madrid les bastará acreditar, mediante recibo, haber entregado, dentro del plazo de la convocatoria, en una Administración de Correos, el pliego certificado que contenga su instancia y los expresados documentos y trabajos.

Este anuncio deberá publicarse en los Boletines Oficiales de las pro-vincias y en los tablones de anuncios de los establecimientos docentes; lo cual se advierte para que las autoridades respectivas dispongan des de luego que así se verifique sin más que este aviso.

Madrid, 31 de Julio de 1912.—El Subsecretario, Rivas {Gaceta 11 Agosto).

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El Restaurador Farmacéutico 331

Se hallan vacantes en las Facultades de Farmacia de la Uniuersi-dad Central dos plazas de Auxiliar del tercer grupo, dotadas con la gratificación anual de 1.500 pesetas, las cuales han de proveerse por oposición libre, según lo dispuesto en el Real decreto de 24 de A b r i l de 1908 y Real orden de esta fecha. Los ejercicios se verificarán en Madrid en la forma prevenida en el Reglamento de 8 de A b r i l de Para ser admitido á la oposición se requiere ser español, no ha-llarse el aspirante incapacitado para ejercer cargos públicos, haber cumplido ventiún años de edad, ser Doctor en Farmacia ó tener apro-bados los ejercicios para dicho grado, condiciones que habrán de reu-nirse antes de terminar el plazo de esta convocatoria.

Los aspirantes presentarán sus solicitudes en este Ministerio en el improrrogable término de dos meses, á contar desde la publicación de este anuncio en la Gaceta de Madrid, acompañadas de los documentos que justifiquen su capacidad legal pudiendo también a creditar los méritos y servicios á que se refiere el artículo 7.0 delmencionado Re-glamento.

A los aspirantes que residan fuera de Madrid les bastará acreditar, mediante recibo, haber entregado, dentro del plazo de la convocatoria, en una Administración de Correos, el pliego certificado que contenga su instancia y los exptesados documentos y trabajos.

Este anuncio deberá publicarse en los Boletines Oficiales de las pro-vincias y en los tablones de anuncios de los establecimientos docentes, lo cual se advierte para que las autoridades respectivas dispongan des-de luego que así se verifique sin más que este aviso.

Madrid, 31 de Julio de 1912.—El Subsecretario, Rivas {Gaceta 13 Agosto).

Tribunales nombrados,—Para las dos auxiliarías vacantes en el ter-cer grupo de la Facultad de Farmacia de Madrid:

Presidente, D. José Rodríguez Carracido; vocales: D. José R. Gó-mez, D. Francisco de Castro, D, Bernabé Dorronsoro y D . Macario Blas y Manada, como competente; suplentes: D . César Chicote, don Marcelo Rivas Mateo, D. Jesús Goizueta Díaz y D. Diego Pérez Ca-ruana, como competente.

Para las auxiliarías del segundo grupo de Farmacia de las Facul-tades de Granada y Santiago:

Presidente, D. José Rodríguez Carracido; vocales: D. Joaquín 01-medilla, D. José Casares Gil, D . Bernabé Dorronsoro y D. Ricardo García Mercet, como competente; suplentes: D. Martín Bayod, D. Juan Luis Díaz Tortosa, D. Enrique de Cuenca y D. Julián de Madariaga, como competente.

Congreso de J{idrologia.—El I X Congreso internacional de Hidro-logía, Climatología y GeoHidro-logía, bajo el patronato de S. M . el Rey,, se celebrará en Madrid del 15 al 22 de Octubre de 1913. E l Comité espa-ñol organizador ha designado para formar la Subsección de Química

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33^ El Restaurador Farmacéutico

hidrológica á D. José Casares, Presidente: D . José R. Carracido, don Eugenio Piñerúa y Alvarez y D . Ramón Llord y Gamboa, Vicepresi-dentes; D. José Ubeda Correal, D . Macario Blas y Manada y D. Eduar-do Abras Xifra, Secretarios.

Xas especialidades fanr¡acéuticas en jyforjfevideo.—Atendiendo á lo solicitado por varios representantes de especialidades íármacéuticas, el Ministerio del Interior remitió á la H . Asamblea general un proyec-to de ley, por el cual se prorroga por un año el plazo que fijó el ar-tículo 5.0 de la ley de Farmacias en vigencia para el despacho, sin re-ceta médica, de especialidades cuya venta no estuviera autorizada por el Consejo Nacional de Higiene.

El hecho de haber autorizado el Consejo Nacional de Higiene la venta de un número muy limitado de especialidades con las formalida-des que indica la ley respectiva, fué motivo para que aquella Corpora-ción haya aconsejado la prórroga que autoriza esa venta con carácter precario y mientras se efectúen los análisis de que habla el artículo 6.° de la ley de Farmacias.

El proyecto sancionado por el Poder legislativo ha quedado con-vertido en la siguiente ley, que promulgó el Poder ejecutivo cori fecha 29 de A b r i l de 1912:

Artículo i.0 Prorróguese por un año el plazo establecido por el artículo 5.0 de la ley de 35 de Abril de 1910, para que los expendedo-res de especialidades farmacéuticas puedan proceder á su venta sin re-ceta médica.

Nuestro apreciado compañero don Ramón Roigé, farmacéutico de Prat de Llobregat, ha obtenido en los Juegos Florales de Gracia el pri-mio del alcalde de Barcelona, don Joaquín Sostres, por su trabajo so-bre «Autonomía municipal», y el de don Ricardo Fabra por su trabajo «Disertació demostrativa de'que la primera y mes sólida base de la moralisació humana está en la educació de la escola y la familia».

Reciba el|amigo|Roigé nuestra enhorabuena.

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HeGomendamos asimismo por sa peeonoeida pureza química

todos los demás productos farmacéuticos

de nuestra fabPieaeíon, especialmente: Acetato bornílico; Acetato

isobornílieo; Acido agalli-co; Acido Bórico en crista-les, laminilla y polvo; do fénico; Acido láctico; Aci-do salicílico; Alcanfor sin-tético, quimicamente puro. Bismuto en sus varias

prepa-raciones ; B ó r a x ; Borneol; Bromuros y preparaciones diversas de bromo.

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de potasa; Yoduro de sosa.

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PHOSPHORRENAL-ROBERT

F o r m a » d e l M e d i c a m e m t o . — P a r a este medicamento se ha adoptado las tres formas: granular, elíxir é inyectable, teniendo cada una de ellas ventajas para suministrar al organismo los prin-cipios medicamentosos.

/ 0 j>hosphorrenal~7{obert {granular)

Composición.—Como su nombre lo indica entra en su composición el PhO y AsO combinados con el ONaa y el OCa, el ácido nucleínico y la estrignina. Sirviéndole de vehículo la sacarosa.

Dosis. -Una cucharada pequeña, niños media cucharada. Después ó antes de las dos principales comidas

2.° phosphorrenal~í{oberi con nuez de J(oIa {granular) Composición.—La misma anterior más 10 0/0 de nuez de kola. D o s i s . - I d e m anterior.

3.° phosphorrenal~7{oberi sin azúcar {granular) C o m p o s i c i ó n . - L a misma que el 1.° pero con gluten en vez de azúcar. Dosis.—Idem que el primero.

^.0 phosphorrenal~7{oberf {elixir) C o m p o s i c i ó n . - L a misma que el 1.° pero en forma de elíxir. Dosis. —Idem. I.0

5.° phosphorrenal~7{obert ferruginoso {elíxir) Composición.—Idem anterior más metil-arsinato de hierro 2 Vs cen-tigramos por cucharada pequeña.

Dosis.—Idem 1.°

6.° phosphorrenal-7(oberi con yodo {elixir)

Composición.—Idem anterior más 5 centigramos de yodo por cucha-rada pequeña.

Dosis.—Idem anterior.

r.0 phosphorrenal~1{obert {inyectable)

Composición.—Como su nombre lo indica entra en su composición el Ph, el As y el ácido nucleínico combinados con el Na y además la estrig-nina sirviéndoles de vehículo e} agua destilada.

Dosis.—De 1 á 2 cm.3

8.° phosphorrenal-Jiobert ferruginoso {inyectable) Composición.—Idem anterior más 2 centigramos de cacodilato de Fe por 1 cm.3

Dosis.—De 1 á 2 cm.*

9,° phosphorrenal~7{obert recalcificador {granular) Composición.—Como su nombre lo indica entra en su composición le Ph y el As. Ademas el acido nucleínico, el fosfato tricalcio el carbonato calcio, óxido de magnesia y la cebada g-erminada (malte), sirviéndole de vehículo la sacarosa. Dosis.—Idem. 1.° P R E P f l R f l D O P O R p n t w n c é U T i c o É IKGETIIERO QUIJHICO V L a u L a u r i a . 74, F a r m a c i a R O B E R T - B A R C E L O N A """VBHHIHHHÍIHIH^HHHHHHMHHHHHHHHÍIHBÍIHHH».

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IMPORTANTISIMO:—Circula en el comercio, y con profusión, un aceite de almendras dulces de latas cuadrangulares, marcas B. C. 6 sin marca, y otras redondas litografiadas imitando las nuestras, que no tiene nada de almendras. Afirma lo que decimos que en todos los centros donde se eip««den aceite de almendras dulces, se cotizan á menos precio que la cantidad de almcndias que se necesitan para obtención. Bastará para convencerse de nuestra aserción tomar cuatro par-tes de aceite, siete de ácido nítrico y una de agua en un tubo de ensayo ó frascríto de cristal, y agitar la mezcla: no pierde el color si es puro y toman color rojo más ó menos intenso, casi todos los aceites que se acostumbran emplear para la sofisticación.

tBBMumMmmmMMumummuuummamuuummMummumummmumuMunuumumummmuummmuaammmmmummmmmummumuuummummummm m u m u a m m u * m u m m u a m t i a a a a a a m a u * a * * u a m a M B m m a u m m t i u m u m M m a a m i u m m m m i m i m mmwaamm immmmnmm

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HPHOBHOO P O t t U R H E R U flCHDEffflH D E JWHDICITlA D E BHt^CEItOflH

Recomendamos á los señores farmacéuticos que al pedir ó formular el Jarabe Climent; no dejen de consignarlo, Hipofosfitos Salud, con el fin de que,se distinga de sus similares.

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