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SOLICITUD DE OFERTAS

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Academic year: 2022

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(1)

GOBIERNO DE LA REPÚBLICA l)H HONDURAS

FO ND O VIAL

S O LIC IT U D DE O F E R T A S

Licitación Privada No. LP-FV-RVP-019-2015

OPERATIVO DE BACHEO ASFALTICO PREVIO A SEMANA SANTA EN EL (LOS) TRAMO(S) DE LA

RED VIAL PAVIMENTADA:

West Bay - Empalme Ruta 146.

Tegucigalpa MDC, Febrero 2015

(2)

A c o n tin u a c ió n se p re se n ta la in fo rm a c ió n b ásica m e d ia n te la cual se re g irá el p ro c e so de L icita ció n P riva d a No. LP -FV -R V P -0 1 9 -2 0 1 5 , para la e je c u c ió n del O PER A TIVO DE BACHEO A S F A L T IC O PREVIO A SEM AN A SA N TA EN EL TRAM O DE LA RED V IA L PAVIM EN TAD A:

W EST BAY - EM PALM E RUTA 146.

a) Lugar, día y hora para presentación de O fertas Económ icas:

O fic in a s del Fondo V ia l, C o lo n ia Lo m a s de M a ya b , A v e n id a C o p a n , C a lle H ib u e ra s, c o n tig u o a E d ificio H o la n d a , T e g u c ig a lp a , M D C, el día V iern e s 13 de Febrero del año 2015 a las 10:00 AM.

S e re q u ie re la p re se n ta c ió n de Un (1) O rig in a l y U na (1) C o p ia , las c u a le s d e b e rá n e n tre g a rs e en un so b re s e lla d o , las m is m a s d e b e rá n e n c o n tra s e firm a d a s y s e lla d a s en ca d a una de su s h o ja s p o r el re p re s e n ta n te legal de la e m p re sa o fe re n te

b) D escripción de las Especificaciones, ca n tid a d e s y co n d icio n es esp eciales de la obras a contratar:

El C o n tra tis ta , con e le m e n to s s u fic ie n te s q ue s u m in is tra r á p o r su c u e n ta y rie sg o , se o b lig a a c o n s tru ir para el G o b ie rn o , el P ro y e c to O P ER A TIV O DE BACHEO A S FA LTIC O PR EVIO A SEM AN A SA N TA EN EL TRAM O DE LA RED V IA L PA VIM EN TA D A : W EST BAY - EM PALM E RUTA 146, de c o n fo rm id a d con las E s p e c ific a c io n e s , D is p o s ic io n e s E s p e c ia le s y c o n v e n io s s u p le m e n ta rio s a n e x o s al C o n tra to .

S e a d ju n ta E s p e c ific a c io n e s T é c n ic a s y C u a d ro de C a n tid a d e s de O bra el cual d e b e rá s e r lle n a d o p o r el o fe re n te con el re s p e c tiv o p re cio u n ita rio para cad a a c tiv id a d a d ju n ta n d o el a n á lis is de c o sto s c o rre s p o n d ie n te .

2

(3)

Cuadro de Cantidades

West Bay - Empalme Ruta 146 Departamento de Islas de la Bahía

Longitud: 3.80 Kilómetros

No. Concepto de Obra Unidad Cantidad Precio Unitario

(Lermpiras)

Total (Lempiras)

1 Excavación de Baches M3 107.92 -

2 Acarreo de Mezcla Asfáltica Ton - Km 12,882.62 -

3 Suministro y Colocación de Mezcla Asfaltica en

Caliente Ton 248.22 -

Total de las Obras de Mantenimiento Rutinario

(A+B+C) Lps -

T o da la d o c u m e n ta c ió n a n te rio r d e b e rá s e r d e v u e lta s firm a d a y s e lla d a en se ñ a l de a c e p ta c ió n .

c) Plazo de M antenim iento de las O fertas:

La o fe rta d e b e rá m a n te n e rs e p o r un p e rio d o de 30 d ía s a p a rtir de la fe ch a de p re se n ta c ió n de las o fe rta s.

d) G arantía de M antenim iento de Oferta:

La G a ra n tía de M a n te n im ie n to de O ferta se rá p o r un m o n to del 2% del m o n to de la o fe rta , d e b e rá s e r p re s e n ta d a m e d ia n te G a ra n tía B a n ca ria o F ian za e x te n d id a p o r una C o m p a ñ ía A s e g u ra d o ra con una v ig e n c ia de 30 d ía s a p a rtir de la fe ch a de p re s e n ta c ió n de la o ferta .

Esta d e b e rá a d ju n ta rs e a la O ferta E c o n ó m ica . e) Aceptación o no de O fertas Parciales:

No se a c e p ta ra n O fe rta s P a rciales.

f) Monto de la G arantía de C um plim iento de Contrato:

El M on to de la G a ra n tía de C u m p lim ie n to de C o n tra to se rá del 15% del m o n to del co n tra to . Con una v ig e n c ia de 130 d ía s a p a rtir de la fech a de la firm a del c o n tra to y la m ism a se rá p re s e n ta d a en un p e rio d o no m a y o r de C u a tro (4) d ía s d e s p u é s de firm a d o el c o n tra to .

(4)

g) Form a de Pago:

El G o b ie rn o re v is a rá a n te s de e fe c tu a r el p ago, los c e rtific a d o s de las c a n tid a d e s de tra b a jo e je c u ta d o , los q u e se rá n p re p a ra d o s p o r EL C O N T R A T IS T A en los fo rm a to s s u m in is tra d o s p o r Fon do V ial con los s o p o rte s c o rre s p o n d ie n te s , a p ro b a d o s p o r el S U P E R V IS O R y el Fondo V ia l, la no p re se n ta c ió n en el fo rm a to c o rre s p o n d ie n te será c a u sa l para no d a r in g re so a la s o lic itu d de pago.

La e s tim a c ió n d eb e rá a c o m p a ñ a rs e e n tre o tro s d o c u m e n to s , del C e rtific a d o de c u m p lim ie n to de s e rv ic io s , é ste d e b e rá e x te n d e rlo la S u p e rv is ió n del P ro y e c to c o m o sig u e: "E l s u s c rito , C e rtific a que:

los s e rv ic io s p o r los c u a le s se so lic ita el p ag o han sid o e fe c tu a d o s s a tis fa c to ria m e n te y son p a g a d e ro s de c o n fo rm id a d con los T é rm in o s del c o n tra to ".

El G o b ie rn o re c o n o c e rá in te re s e s a la ta s a p ro m e d io c o rre s p o n d ie n te al m e s en que se e fe c tú e el p ag o para o p e ra c io n e s a c tiv a s del s is te m a b a n ca rio n a c io n a l, c u a n d o se p ro d u zc a n a tra s o s en el pago de su s o b lig a c io n e s p o r c a u s a s que le fu e re n im p u ta b le s , p o r m á s de c u a re n ta y c in c o (4 5 ) d ía s c a le n d a rio c o n ta d o s a p a rtir del in g re so en el S IA F I, el c o rre s p o n d ie n te pago de in te re s e s , se h ará a m á s t a rd a r en la fe ch a del s ig u ie n te pago p a rc ia l, c o n tra re c ib o de co b ro p re s e n ta d o p o r el c o n tra tis ta de a c u e rd o al fo rm a to p ro p o rc io n a d o p o r el F on do V ia l.

El c o n tra tis ta no podrá a le g a r in c u m p lim ie n to del G o b ie rn o y s o lic ita r el p ag o de los in te re s e s m e n c io n a d o s en el p á rra fo a n te rio r, si ha p re se n ta d o en fo rm a in c o rre c ta los d o c u m e n to s de co b ro ; ta m p o c o podrá h a c e rlo si in cu rre en a tra s o s q u e le fu e re n a trib u ib le s d u ra n te la e je cu ció n del c o n tra to , o c a s io n a n d o con e llo a tra s o s en los d e s e m b o ls o s p re s u p u e s ta d o s p ara d e te rm in a d o p e río d o fisc a l y la s u b s ig u ie n te d e m o ra en lo s s ig u ie n te s e je rc ic io s , y si in c u rre en c u a lq u ie r o tra c o n d u cta d e te rm in a n te del re tra so .

4

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h) Lugar y Plazo m áxim o de entrega de las obras:

El lu g a r de e n tre g a se rá en la o b ra m ism a u b ica d a en el sitio d e s ig n a d o p o r la G e re n c ia T é cn ica del Fon do V ia l al m o m e n to de la in sp e cc ió n fin a l p re v io a la re c e p c ió n de las m is m a s y el p la zo de e n tre g a será de 30 d ía s c a le n d a rio a p a rtir de la fe ch a de e m isió n de la O rd e n de In icio .

i) C riterio de Selección y A djudicación:

La C o m is ió n de E v a lu a ció n re v isa ra las O fe rta s E c o n ó m ic a s y de c u m p lir con los re q u is ito s s o lic ita d o s s e le c c io n a ra la o fe rta e c o n ó m ic a que p re se n te el p re cio m ás bajo.

La A d ju d ic a c ió n se hará en un p e rio d o no m a y o r a S ie te (7) D ía s c a le n d a rio d e s p u é s de la p re se n ta c ió n de o fe rta .

j) Firm a de contrato:

A cto q ue se lle v a ra a cab o en un p e rio d o no m a y o r de C u a tro (4) d ía s c a le n d a rio d e s p u é s de e m itid a y a c e p ta d a la n o tific a c ió n de a d ju d ic a c ió n .

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ESPECIFICACIONES T E C N IC A S

Excavación en Bache

Sum inistro y Colacación de Mezcla Asfáltica Acarreo de M ezcla Asfáltica

(7)

E X C A V A C IÓ N DE B A C H E S

Descripción

Este trabajo consiste en el corte (Con Sierra) de los bordes en forma rectangular, excavación con herramienta o equipo manual y la evacuación de todo material por debajo de la superficie del pavimento existente en cualquier tipo de baches, removido hasta las cotas y en las formas que señalen los planos o indique el Ingeniero. El material removido será trasladado a sitios de desperdicio que autorizará el Ingeniero.

Medición v Forma de Pago

La Excavación de Baches se medirá y pagará por m etro cúbico excavado, rem ovido y trasladado a zonas de depósito autorizadas, haciéndose dicha medición en el sitio original del bache, es decir, el volum en real de las cajas que se hayan excavado por debajo de la superficie existente. El precio incluirá toda la mano de obra, equipo, herram ientas y dem ás im previstos necesarios para cortar, excavar, remover, trasladar y depositar el m aterial extraído, conform e a estas Especificaciones.

(8)

SUMINISTRO Y COLOCACIÓN DE MEZCLA ASFÁLTICA

D e scrip ció n .

Estas especificaciones incluyen los requerim ientos generales que son aplicables a todos los tipos de pavim entos asfálticos realizados con mezcla en planta. El trabajo consiste en la construcción de una o más capas de mezcla asfáltica sobre una fundación preparada.

M ate ria le s.

Los m ateriales deberán satisfacer los requerim ientos de las siguientes secciones o subsecciones contem pladas en la tabla siguiente extracción proveniente del manual general de carreteras

Cemento portland 701.01

Asfalto 702

Agregado 703

Relleno mineral 703.1

Cal hidratada 714.03

(A) C om posición de las m ezclas. Una mezcla asfáltica en planta estará compuesta por una com binación de agregados, asfalto, relleno mineral y aditivos com erciales según se especifique. El Contratista proporcionará una fórmula de mezcla de obra que deberá ser aprobada por el Ingeniero para cada tipo de mezcla.

Las varias fracciones del agregado serán medidas, uniform em ente graduadas y proporcionadas en forma tal de que la mezcla resultante satisfaga los requerim ientos granulom étricos de la fórm ula de mezcla de obra. La fórmula de mezcla de obra con las tolerancias perm itidas deberá encontrarse dentro de los límites especificados para cada tipo en particular de mezcla asfáltica y deberá establecer lo siguiente:

1. Un porcentaje único de agregado que pase cada tam año de tam iz requerido.

2. Un porcentaje único de cem ento asfáltico a ser añadido al agregado.

3. Un rango de tem peratura, dentro del cual se elaborará la mezcla

4. Un rango de tem peratura recomendada para la com pactación de la misma.

8

(9)

Con una anticipación de por lo menos veintiún días al com ienzo de la producción de la mezcla, el Contratista remitirá al Ingeniero, por escrito, una fórm ula de mezcla de obra para cada tipo de mezcla a utilizar, respaldada por datos de ensayo de laboratorio, m uestras y orígenes de los com ponentes, e información sobre las relaciones de viscosidad-tem peratura del cem ento asfáltico, a fin de su aprobación. La fórmula de mezcla en obra para cada mezcla será efectiva hasta que sea modificada por escrito y aprobada por el Ingeniero supervisor.

Si se propone un cam bio en el origen de los m ateriales o la fórm ula de mezcla en obra resulta ser insatisfactoria, el Contratista deberá som eter una nueva fórm ula por escrito para la aprobación del Ingeniero S upervisor y entonces

podrá proceder a la producción de la nueva mezcla.

Luego de que la fórm ula de la mezcla sea establecida, todas las mezclas provistas para el proyecto deberán encontrarse dentro del siguiente rango de tolerancia para cada ensayo individual:

Material que pasa el tamiz N° 4 y mayores

± - % (sugerido 7)

Material que pasa los tamices N° 8 al N° 100

± - % (sugerido 4)

Material que pasa el tamiz N° 200

± - % (sugerido 2) Asfalto ± - % (sugerido de

0.25 a0.30) Temperatura de

mezcla

± - % (sugerido 10° C)

El agregado será aceptado condicionalm ente, en el acopio al pie de la planta.

El asfalto será aceptado condicionalm ente en su origen de producción. El m aterial será ensayado antes del mezclado en planta y de su com pactación para verificar su adecuación a la fórmula de mezcla de obra presentada, en el momento de su colocación.

Las características de calidad de las m ezclas se establecen en base a distintos niveles de tránsito, siendo:

(10)

Tránsito Método Marshall

Liviano Carpeta y Base

Mediano Carpeta y Base

Pesado Carpeta y Base

Min. Máx. Min. Máx. Min. Máx.

Compactación, Número de golpes por cara

35 35 50 50 75 75

Estabilidad, N (Ib.)

3336 (750)

5338 (1200)

8006 (1800) Fluencia, 0.25 mm

(0.01 pulg.)

8 18 8 16 8 14

% de vacíos de aire 3 5 3 5 3 5

% de vacíos del

agregado mineral VER TABLA DE VACIOS MINIMOS

% de vacíos

llenados con asfalto

70 80 65 78 65 75

Método Hveem

Valor estabilómetro 30 - 35 37 ---

Linchamiento, mm.

(pulg.) ______

0.762

(0.030) ____

0.762

(0.030) __

0.762 (0.030)

% de vacíos de aire 4 - 4 4

T A B L A DE V A C IO S M INIM OS DEL A G R EG A D O (VM A) EN PORCIENTO

Tamaño Máximo Nominal VMA Mínimo, %

Vacíos de Aire de Diseño, %

P u lS- mm 3.0 4.0 5.0

No. 16 1.18 21.5 22.5 23.5

No. 8... 2.36 i 19.0 20.0 21.0

...No. 4... .. 4.75... 16.0 17.0 18.0

3/8” 9.5 14.0 15.0 16.0

1/2” 12.5 13.0 14.0 15.0

3/4” 19.0 12.0 13.0 14.0

1.0 25.0 i i - o 12.0 13.0

...1.5... ... 37.5... 10.0 11.0 12.0

2.0 50.0 ...9.5... 10.5 11.5

2.5 63.0 9.0 10.0 11.0

10

(11)

Mediante las Especificaciones Especiales se establecerá para cada obra las características exigidas para la mezcla a utilizar, de acuerdo a las condiciones locales. El dosaje de la fórm ula de obra se llevará a cabo m ediante el Método Marshall.

(B) A g re g a d os. Se deberá tener especial cuidado en la form ación de acopios para evitar la segregación y proveer suficiente espacio de alm acenaje que permita separar los acopios según el tam año de cada agregado.

Los acopios de agregados gruesos serán form ados generalm ente en forma tal que ninguna capa exceda el metro veinte de espesor. La zona de acopios deberá ser m antenida prolija y ordenada y los acopios serán de fácil acceso a fines de su muestreo.

Los diferentes tam años de agregados deberán ser m antenidos separados hasta que sean enviados al elevador de frío que alim enta el secador. Se fija un 5.0 % de humedad m áxim a para que sean autorizados a em plearse los agregados, en la elaboración de la mezcla asfáltica.

D ESIG N ACIÓ N DE LAS M EZCLAS Y TAM AÑ O M ÁXIM O N O M IN A L DE LOS AG R EG A D O S (% P)

1 1/2" (37.5

mm) 1 (25.0 mm) 3/4 (19.0 mm)

1/2" (12.5 mm)

3/8" (9.5 mm)

2 100

1 1/2" 90 - 100 100

1" 9 0 -1 0 0 100

3/4" 5 6 -8 0 9 0 -1 0 0 100

1/2" 5 6 -8 0 f...

9 0 -1 0 0 100

3/8" 5 6 -8 0 9 0 -1 0 0

N° 4 2 3 -5 3 2 9 -5 9 3 5 -6 5 4 4 -7 4 5 5 -8 5

N° 8 15-41 19 -4 5 2 3 -4 9 2 8 -5 8 3 2 -6 7

N° 16 N° 30

N° 50 4 - 16 5 - 17 5 - 1 9 5 - 2 1 7 - 2 3

100 N°

200 0 - 6 1 - 7 2 - 8 2 - 10 2 - 1 0

ASFALTO POR PESO MEZCLA TOTAL (%)

3 - 8 3 - 4 4 - 1 0 4 - 1 1 5 - 11

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Si se requiere otra granulom etría, puede ser sum inistrada por el Ente a cargo del proyecto.

(C) A d itivo s m ejorad ores de adherencia o de silico n a s. Las fuentes de provisión de los aditivos, los m ejoradores de adherencia y de siliconas deberán ser aprobados por el Ingeniero.

Los aditivos deberán ser añadidos en la proporción determ inada por el Ingeniero, basada en el análisis de laboratorio y procedim ientos de diseño de mezcla en laboratorio. La proporción a em plear del aditivo deberá ser confirm ada por el laboratorio de campo, durante la producción.

La adición de los aditivos a la mezcla se efectuará m ediante un apropiado método "in line", u otro método aprobado.

R o d illo s.

Será de uso obligatorio, un rodillo m etálico vibratorio liso y una com pactadora neumática, siendo estos capaces de com pactar la mezcla a la densidad especificada y revertir su m ovim iento sin levantar o arrancar la mezcla. Los rodillos serán autopropulsados y operados a velocidades que eviten el desplazam iento de la mezcla. Todos los rodillos deberán ser operados de acuerdo a las recom endaciones del fabricante. Los rodillos vibratorios tendrán controles separados para la energía de vibración y de propulsión y no se permitirá el uso de equipos que provoquen la trituración del agregado.

Control de Calidad.

Se debe practicar los ensayos de granulom etría de los agregados a utilizar en la fabricación de la mezcla asfáltica, también se realizará la prueba Marshall a cada 150 toneladas de mezcla ingresada al proyecto. Mediante la utilización de adecuados term óm etros, se debe controlar la tem peratura de colocación y com pactación de la mezcla asfáltica en campo, la cual debe estar com prendida en un rango de 248°F a 302°F (120°C a 150°C).

No se perm itirá dejar inconcluso el proceso de colocación de la mezcla en el área de bache excavado, tom ándose las medidas de seguridad pertinentes con la señalización requerida, la cual será definida por el Ingeniero Supervisor.

12

(13)

M edición v Form a de P a g o .

Se pagará por tonelada de mezcla asfáltica colocada, con aproxim ación de dos dígitos. El cálculo analítico a utilizar para determ inar la cantidad en toneladas a pagar, es el siguiente: El volum en de la caja excavada m ultiplicado por la respectiva densidad de la mezcla, la cual debe ser obtenida de las pruebas de laboratorio realizadas por el Supervisor.

La medición en peso se efectuará mediante el em pleo de balanzas para cam iones con sistem as electrónicos autom áticos de registro e im presión de los pesos, a prueba de m anipuleos inadecuados. Lo a n te rio r será tom ado única y e x clu sivam en te com o un parám etro de referen cia para d e te rm in a r la cantidad de la m ezcla que ingrese al proyecto.

El Contratista debe to m ar en cuenta en su a n á lisis de precio unitario para esta actividad, un % de d e sp erd icio de m ezcla asfáltica en el proceso de colocación de esta, el cual debe ser co n sid e ra d o por el Contratista al m om ento de calcu lar sus costos.

Los originales de los registros im presos serán facilitados en forma diaria al Ingeniero Supervisor.

No se harán ajustes en el precio unitario de contrato por variaciones en los pesos específicos de los agregados que den lugar a diferencias respecto a las cantidades del proyecto.

(14)

ACARREO DE MEZCLA ASFALTICA

D e scrip ció n .

Se reconocerá el acarreo de la mezcla asfáltica desde el sitio de producción hasta el inicio del proyecto, por lo que no deberá ser considerado por el contratista en el costo de la actividad Sum inistro y Colocación de Mezcla Asfáltica;

Adicionalm ente se reconocerá el acarreo de la mezcla Asfáltica dentro de los lím ites del proyecto contratado originalm ente; (Específicam ente desde el inicio del proyecto hasta el sitio final de colocación).

La mezcla asfáltica acarreada debe estar cubierta com pletam ente m ediante la utilización de toldos que abarquen com pletam ente la paila de la volqueta, esto con el propósito de conservar la tem peratura de la mezcla. Así mismo, el equipo de acarreo debe estar en óptim as condiciones, a fin de prevenir cualquier desperfecto en el mismo, que ocasione retrasos en la llegada de la mezcla al proyecto, con el consiguiente enfriam iento de la misma.

El con tratista deberá su m in istra r los vales co rre sp o n d ie n te s con el objeto de poder d eterm in ar el sitio de proceden cia de la Mezcla A sfáltica.

Cuando se incorporen tram os a solicitud del Fondo Vial, el Supervisor deberá seleccionar y reconocer para pago, la ruta más corta entre el origen del producto y el sitio de colocación.

M edición v Form a de P ag o .

El A carreo de M ezcla A sfáltica se pagará por Ton -km de m ezcla colocada en su punto final. El procedim ien to de cálcu lo será de form a analítica con sid era n d o la distancia d esde la planta hasta el cen tro id e del bache.

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Referencias

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