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Las cooperativas de viviendas: análisis desde la economía pública

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Academic year: 2023

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LAS COOPERATIVAS DE VIVIENDAS:

ANALISIS DESDE LA ECONOMIA PUBLICA

T r a b a j o que, b a j o l a d i r e c c i ó n d e l P r o f . D r . J o s e B a r e a T e j e i r o , p r e s e n t a Pedro Morbn Bbcauer como

(2)

AGRADECIMIENTOS

En l a e l a b o r a c i ó n d e e s t a t e s i s s o b r e c o o p e r a t i v a s he contado con l a c o o p e r a c i ó n d e g r a n número d e p e r s o n a s

y

d e e n t i d a d e s , q u e , s i n duda, han e n r i q u e c i d o m i c o n o c i m i e n t o d e una r e a l i d a d socio-económica t a n v i v a y c a m b i a n t e .

De t o d o s con q u i e n e s he c o n t a d o debo c i t a r en primer l u g a r a m i s p a d r e s y a m i a b u e l a I s a b e l , d e l o s que he r e - c i b i d o s i e m p r e s u ayuda j u n t o con e l e j e m p l o d e s u inago- t a b l e v o l u n t a d d e t r a b a j o y s e r v i c i o . M i hermano Fernando me ha b r i n d a d o s u c o n s t a n t e apoyo moral y s u s o p i n i o n e s s o b r e g e s t i ó n d e empresas.

M i e s p o s a A r a c e l i , ha s u p u e s t o p a r a m i una v a l i o s a ayu- d a con e l o r d e n a d o r , y con s u p a c i e n c i a en s o p o r t a r l a d i s - c u l p a d e l a T e s i s p a r a no c o l a b o r a r en t a r e a s d e l a c a s a . A e l l a y a m i s h i j o s Pedro Angel, Rocio y A l i c i a l e s . d e b o pe- d i r d i s c u l p a s p o r m i menor d e d i c a c i d n a e s o s r a t o s d e c o n v i v e n c i a f a m i l i a r , que me p a r e c e n t a n i m p o r t a n t e s en l o s p r i - meros alros d e d e s a r r o l l o d e l a p e r s o n a l i d a d .

A l a U n i v e r s i d a d Aut6noma d e Madrid no s ó l o debo m i formación como economista, s i no e l c o n t a r a l l i , p e s e a m i s c i n c o ar3os d e l e j a n i a g e o g r á f i c a , con m i s a n t i g u o s m a e s t r o s , compalreros y amigos.

A l Departamento d e Hacienda y Economia P d b l i c a , l e e x p r e s o m i g r a t i t u d por s e r en e l que me formé y en e l que d i m i s p r i m e r o s p a s o s d o c e n t e s . Tengo l a s u e r t e d e que s u p r i m e r P r o f e s o r Emérito, J o s é Barea T e j e i r o , haya a c e p t a d o l a d i r e c c i ó n d e m i T e s i s . M i g r a t i t u d h a c i a s u p e r s o n a s e une con e l r e s p e t o que s i e m p r e me ha impuesto s u l a b o r , a l haber conjugado l a d o c e n c i a d u r a n t e t a n t o s a ñ o s con una i n t e n s a a c t i v i d a d como g e s t o r p d b l i c o en m ú l t i p l e s c a r g o s d e l a A d m i n i s t r a c i ó n

y

d e empresas p ú b l i c a s .

A l D i r e c t o r d e l Departamento, Maximino C a r p i o , . l e a g r a - d e z c o s u a l i e n t o p a r a l a t e r m i n a c i ó n d e l a T e s i s ,y a J u a n San Román t e n g o que a g r a d e c e r l e , j u n t o con s u a m i s t a d , l a s m ú l t i p l e s c h a r l a s y e l e n v i o d e documentaci6n.

De l a U n i v e r s i d a d d e Murcia he r e c i b i d o s u g r a n hospi- t a l i d a d y m ú l t i p l e s apoyos; en e s p e c i a l e l haberme i n t r o d u - c i d o en e l manejo d e l Framework, e l c u a l h a c o n s t i t u i d o un i n s t r u m e n t o v a l i o s i s i m o p a r a l a r e a l i z a c i ó n d e l a p r e s e n t e i n v e s t i g a c i ó n .

A l Banco H i p o t e c a r i o d e Espalra, l e debo l a p o s i b i l i d a d

d e haber p o d i d o e s t u d i a r l a v i d a d e m ú l t i p l e s promociones

i n m o b i l i a r i a s , con un enfoque f i n a n c i e r o , l o c u a l ha i n f l u i -

do en e l modo d e a n a l i z a r l a r e a l i d a d d e l a s c o o p e r a t i v a s d e

v i v i e n d a s y d e b u s c a r s u g e r e n c i a s p a r a que e s t a s a l c a n c e n

mejor s u s o b j e t i v o s .

(3)

M i g r a t i t u d a l B.H.E. puedo p e r s o n i f i c a r l a en s u a c t u a l P r e s i d e n t e , J u l i o R o d r i g u e z , y e n s u D i r e c t o r a Gene- r a l , C r i s t i n a Nar bona, q u i e n e s d i r i g e n a l a e n t i d a d en e l e s f u e r z o p o r p r e s t a r un b uen s e r v i c i o b a n c a r i o a l o s a g e n t e s r e l a c i o n a d o s con e l s e c t o r d e l a v i v i e n d a a t r a v 8 s d e l mer- c a d o - p o t e n c i a n d o s u c o m p e t i t i v i d a d - , adem ás d e f a c i l i t a r a l a s f a m i l i a s con i n s u f i c i e n t e c a p a c i d a d a d q u i s i t i v a e l d i s - f r u t a r d e u n a v i v i e n d a d i g n a .

A muchos c o m p a ñ e r o s d e l Banco t e n g o q u e a g r a d e c e r s u s c o m e n t a r i o s

Y

e x p e r i e n c i a s o b r e t e m a s i n m o b i l i a r i o s , l o q u e s i n d u d a h a e n r i q u e c i d o m i c a p a c i d a d d e a n h l i s i s . E s p e c i a l menci6n mere c e e l D i r e c t o r d e l D e p a r t a m e n t o d e I n v e r s i o n e s , J e s d s T r e l l o E s p a d a , q u e t a n t a s v e c e s me h a a y u d a d o y anima- d o -cuando no e s p o l e a d o - a t e r m i n a r e s t a i n v e s t i g a c i 6 n .

E 1 c o o p e r a t i v i s m o d e v i v i e n d a s m e ' h a b r i n d a d o d o s g r a n - d e s m a e s t r o s , F e r n a n d o E l e n a y A l f o n s o Vdzquez F r a i l e , en- t r e g a d o s a 81 v i t a l m e n t e d u r a n t e mhs d e 30 a ñ o s , c o n o c e d o r e s d e s u s v i r t u d e s

y

l i m i t a c i o n e s , t a n t o e n s u v e r t i e n t e p r á c - t i c a como t e 6 r i c a . Su p a c i e n c i a y s u a c t i t u d c o o p e r a t i v a han t e n i d o un c l a r o r e f l e j o e n l a i n f i n i d a d d e e n t r e v i s t a s q u e me han c o n c e d i d o , e n l o s materiales q u e a m a b l e m e n t e me han f a c i l i t a d o y e n s u s o b s e r v a c i o n e s m i n u c i o s a s s o b r e l o s mdl- t i p l e s b o r r a d o r e s q u e l e s h e r e m i t i d o . Y n o o l v i d o s u apoyo y c a l o r humano, t a n n e c e s a r i o s c u a n d o v e n c e e l d e s d n i m o a n t e

las d i f i c u l t a d e s s u r g i d a s a l t r a t a r d e a n a l i z a r u n a r e a l i d a d s o b r e l a q u e e x i s t e p o c a b i b l i o g r a f i a y menos d a t o s e s t a - d i s t i c o s , donde m i ú n i c o c o n t r a s t e p o s i b l e e r a s u e x p e r i e n - c i a , p a r a m i t a n v a l i o s a como muchas e s t a d i s t i c a s .

M ú l t i p l e s han s i d o l o s a p o y o s e n d o c u m e n t a c i ó n e i n f o r - ma ción q u e he r e c i b i d o d e l p e r s o n a l d e l a a h o r a denomi nada - y a q u e en e s t o s c a s i d i e z a ñ o s h a cam biado v a r i a s v e c e s d e d e n o m i n a c i ó n - D i r e c c i ó n G e n e r a l p a r a l a V i v i e n d a

Y

U r b a n i s - mo, d e b i e n d o h a c e r e s p e c i a l mención d e s u S u b d i r e c t o r Gene- r a l J o s e J u s t o T i n a u t , d e M a r i a n o P o l o , d e G u i l l e r m o L l a - mas, d e R o g e l i o H e r n á n d e z , y d e l o s e n t r a f i a b l e s y

polémicas

d e s a y u n o s c on L u i s F u r o n e s y J o a q u i n B a r j a .

Muchas más s o n l a s p e r s o n a s a l a s q u e a g r a d e z c o s u ayu- d a . E l hecho d e q u e no l a s c i t e no r e s t a un á p i c e d e m i r e - c o n o c i m i e n t o c o r d i a l .

F i n a l m e n t e , p i d o d i s c u l p a s p o r l a s l i m i t a c i o n e s d e l

p r e s e n t e t r a b a j o , d e l a s q u e s i n d u d a s o y e l d n i c o r e s p o n -

s a b l e .

(4)

INDICE GENERAL

NUHER TITULO

PAGIN

...

...

o PROPOSITO Y PLANTEAHIENTO 1

CONCEPTO sno

LAS~-COOPERATIVAS BLI LA PROHOCION DE VIVIENDAS CONCEPTUALIZACION TEORiCA

VENTAJAS TBORICAS DE LAS COOPERATIVAS

LOS PRINCIPIOS COOPERATIVOS EN LAS DE VIVIENDA OTRAS VENTAJAS DE LAS COOPERATIVAS

REFERENCIA A ESPMA

291 LAS COOPERATIVAS DE VIVIENDAS EN LAS ESTADISTICA' 70

2,2 LAS COOPERATIVAS EN ESPMA 87

2,21 LOS DATOS DEL INSTITUTO NACIONAL DE ESTADISTIC 87 2,22 ESTADISTICAS DE LA UNION NACIONAL DE COOPERATI 93

2,23 ESTADISTICAS H.O.P.U. 96

2,231 EVOLUCION TEHPORAL 96

2,232 EVOLUCION SEGUN PLANES 2,24 CONCLUSIONES

2.25 BIBLIOGRAFIA

3 119

3,1 INTRODUCCION 120

3.2 ATENDIENDO A SU FINALIDAD 12 1 3j3 LAS COOPERATIVAS SEGUN SU ORIGEN

3,4 SISTEHAS DE GESTION

3,5 SEGUN TAHAm DE LA PROHOCION 3,6 SEGUN NUHERO DE FASES

3.7 CONCLUSIONES 3,8 BIBLIOGRAFIA

199

OBJETO 200

LOS SOCIOS COOPERATIVISTAS EN LA ENCUESTA DEL CB 203

EDAD SEGUN VENDEDOR 209

ESTADO CIVIL 213

NUHERO DE HABITANTBS POR VIVIENDA 215

ACTIVIDAD ECONOHICA 219

NIVEL DE INGRESOS 222

NIVEL DE ESTUDIOS 226

TUAH3 DE LOS HUNICIPIOS 228

DESEO DE CAHBIO DE VIVIENDA 231

CONCLUSIONES 234

BIBLIOGRAFIA 237

5,1 CONSIDERACIONES GENERALES 239

5,2 HETODOLOGIA 239

(5)

INDICE GENERAL

EL TIEHPO EN LAS PROHOCIONES COOPERATIVAS 244

ESTRUCTURA DE COSTES DE LAS PROHOCIONES INHOBILI 250

CAPACIDAD DE CONTRATACION DE LAS COOPERATIVAS 261

ANALISIS POR CAPITULOS 262

ANALISIS POSIBLE HEJORA RELACION CALIDAD/PRECIO 293

LAS COOPERATIVAS EN RELACION CON LA PROOCION PUBLI 319

CONCLUSIONES 324

BIBLIOGRAFIA 325

CONSIDERACIONES GENERALES 330

CAPACIDAD DE DESEHBOLSO DE LOS SOCIOS 331

APORTACIONES DE LOS SOCIOS SEGUN CIRCUNSTANCIAS 339

PLANTEAUIENTO 339

- - - - ..-. - - -. - -

POSIBILIDADES SEGUN LAS SITUACIONES DE LOS SOC 341

HOROSIDAD Y ANTICIPO DE LOS SOCIOS 358

PRESTAHO EN PUNCION DEL AHORRO-VIVIENDA 36 1 RESUHEN Y CONCLUSIONES

BIBLIOGRAFIA

7 378

7,1 EL SICTEHA AHORRO-VIVIENDA 379

7,2 LA CUENTA-VIVIENDA EN ESPAÑA 403 7,3 PROPUESTAS

7.4 EL AHORRO-VIVIENDA Y LAS COOPERATIVAS

7; 5 CONCLUSIONES

7,6 BIBLIOGRAFIA

8 ECONOHIA PUBLICA

8.1 HACIENDA PUBLICA 434

8,2 DEFICIT PUBLICO 456

8,3 DEFENSA CONSUHIDOR

~ f f ~ 6 w

8,4 CONCLUSIONES 474

835 BIBLIOGRAFIA 477

9 480 9,l PRINCIPIOS DE TRIBUTACION COOPERATIVA 481

9,2 APUNTE HISTORICO SOBRE LA PISCALIDAD COOPERATIA 483 9,3 PISCALIDAD DE LAS COOPERATIVAS DE VIVIENDAS EN ESP 495 9s4 LA FISCALIDAD DEL AHORRO-VIVIENDA EN ESPAfiA 506

9.6 BIBLIOGRAFIA 510

0 513

10,l INTRODUCCION 5 14

10,2 PLAN Y PRESUPUESTO 515

10,3 CONTABILIDAD 527

10,4 EL PROCESO DE CONTROL 533

10,5 INFORHATICA 553

10,6 CONCLUSIONES 554

10,7 BIBLIOGRAFIA 557

ll S - N O C 560

11,l PLANTEAMIENTO GENERAL 561

11.2 TIPOS DE COP. VIVIENDAS 562

(6)

INDICE GENERAL

11,3 CREACION DE COOPERATIVAS 11,4 DEHANDA

11,5 ELEHENTOS FUNDAUENTALES DE LA PROHOCION 11,6 FINANCIACION

11.7 GESTION

11,8 CONCLUSIONES

(7)

PROPOSITO Y PLANTEAMIENTO

PROPOSITO Y PLaNTEAMIENTO

S i e n d o c o n s c i e n t e q u e e l c o o p e r a t i v i s m o d e v i v i e n - d a s

es

un campo d e e s t u d i o p l u r i d i s c i p l i n a r ,

se va a

a n a l i -

zar

d e s d e l a 6 p t i c a e c o n 6 m i c a , y a q u e

" l a

e x p e r i e n c i a d e - m u e s t r a q u e l a s c o o p e r a t i v a s c u m p l e n s u p o s i b l e f u n c i d n

so-

c i a l s d l o d e s p u & s de h a b e r o b t e n i d o e x i t p e n SU l a b o r e c o n b -

m i c a "

( B e n e c k e , D , 1973, pAg. S O ) , p o n i e n d o e s p e c i a l a t e n c i ó n e n l o s a s p e c t o s r e l a c i o n a d o s c o n l a Economia P 6 b l i c a .

E s p r e c i s a m e n t e e n el a s p e c t o e c o n ó m i c o d e f a c i l i t a r e l

acceso

d e l a v i v i e n d a

a

l a s p e r s o n a s m o d e s t a s e n un p l a z o d e t i e m p o a c e p t a b l e , d o n d e m á s i m p o r t a n t e s s o n l a s d i f i c u l - t a d e s d e las c o o p e r a t i v a s , y u n a d e l a s c a u s a s f u n d a m e n t a l e s d e q u e e n e l l a s s u r j a n o t r o t i p o d e p r o b l e m a s .

Una m o t i v a c i ó n d e Is p r o s e n t e T e s i s

es

l a d e e n c o n t r a r m e d i o s p a r a r e d u c i r

este

t i p o d e p r o b l e m a s , o r i g i n a d a e n p a r t e e n l a e x p e r i e n c i a d e l d o c t o r a n d o - q u e d e s e a n o

se

r e p i t a e n c u a n t o

a

l o g r o d e o b j e t i v o s p r o p u e s t o s - como s o c i o d u r a n t e o c h o

años

d e u n a c o o p e r a t i v a d e v i v i e n d a s , y miembro d e s u C o n s e j o

Rector

e n g r a n p a r t e d e

ese

p e r i o d o . Dado q u e

se

c o n s i d e r a q u e este t i p o d e d i f i c u l t a d e s se p r e s e n t a c o n

f r e c u e n c i a e n l a s c o o p e r a t i v a s d e v i v i e n d a s ,

se

ha c o n s i - d e r a d o q u e " l a ((1 t i m a r e s p u e s t a

a

d a r

a l a

d i f i c u l t a d d e

los f - r a c a s o

es

a n a l

i z a r

su_- caccsas, y e x a m i n a r s i h a y r e m e d i o " . ( A r a n z a d i D . , 1 9 7 6 , p á g . 1 5 8 ) .

(8)

PROPOSITO

Y

PLANTEAMIENTO

Sobre las cooperativas de viviendas pese al importante volumen de recursos que mueven, y que de ellas depende el atender'una necesidad b6sica de muchas personas existe una bibliografía reducida en España, fundamentalmente volunta- rista, siendo muy escasas las estadisticas y los estudios de viabilidad económico-financiera.

Esta falta de documentación ha tratado de ser suplida por el doctorando, recogiendo la experiencia de personas relacionadas con la promoción inmobiliaria, y especialmente cooperativa, inicialmente en Madrid y posteiioremente en Murcia, por lo que pese a haber tratado de abstraer las notas y carácteres generales para todo el territorio espa- ñol, inevitablemente el análisis de la realidad se refiere a ambitos geográficos y temporales muy concretos. Ello en al- guna medida puede haber sido suplido por mi asistencia a los Seminarios sobre cooperativas de viviendas en Sevilla (1988) y Valencia (1989), y la amplia visibn histórica de Alfonso VBzquez Fraile sobre las cooperativas de viviendas en toda España.

Por tanto, se puede decir que una parte de la base de análisis de la realidad han sido los datos y observaciones obtenidos en las conversaciones con personas relacionadas con cooperativas y la promoción inmobiliaria, tarea grata dado que suele ser gente amable dotada de una atractiva

personalidad.

(9)

PROPOSITO Y PLANTEAMIENTO

Dentro de los instrumentos sugeridos a lo largo del trabajo, los cuales, en la medida de lo posible, se han tratado de contrastar su funcionamiento a través del e ~ e r - cicio profesional en Murcia, el doctorando se siente satis- fecho del desarrollo del ahorro-vivienda, el cual ha demos- trado que tiene un campo de aplicaci6n mucho mas amplio que el de las cooperativas.

Tras el gran esfuerzo

y

tiempo dedicados a 1.a elabo- racián de la Tesis, me sentiria satisfecho si ésta colabo- rara minimamente a que las cooperativas de viviendas puedan contribuir en mayor medida a atender las necesidades de vi-

vienda digna, especialmente de aquellos con reducida capa- * , ., .,,.

i -/'

.

l

.- -

J

cidad económica, y a eYlo éstoy dispuesto a seguir cdntribu-

yendo con m 1 esfu.erzo.

(10)

CAP . 1.- COOPERATIVISMO Pág . 1.-

1 EL COOPERATIVISMO . . . 1

2 LAS COOPERATIVAS EN LA PROMOCION DE VIVIENDAS . . . 6

2.1 2.1.1 CONCEPTUALIZACION TEORICA CONCEPTO . . . . . . 6

6

2.1.2 COOPERATIVAS Y PROMOCION PRIVADA . . . 10

2.1.3 COOPERATIVAS Y PROMOCION PUBLICA . . . 12

2.1.4 RELACION CON OTROS TIPOS DE COOPERATIVAS . . . 16

2.2 2.2.1 VENTAJAS TEORICAS DE LAS COOPERATIVAS DE VIVIENDAS VENTAJAS POTENCIALES . . . . . .

' .

. 19 19

2.2.2

VENTAJAS PARA LAS NACIONES UNIDAS . . . 19

2.2.3 VENTAJAS PARA LA O.I.T. . . . 22

2.2.3.1 DE ORDEN ECONOMICO . . . 22

2.2.3.2 DE ORDEN TECNICO . . . 2 5 2.2.3.3 DE ORDEN SOCIAL . . . 27

2.3 LOS PRINCIPIOS COOPERATIVOS EN LAS COOPERATIVAS DE V 29 2.3.1 LOS PRINCIPIOS COOPERATIVOS . . .

;

. . . 29

2.3.2 LA LIBRE ADHESION . . . 30

2.3.3 ORGANIZACION DEMOCRATICA . . . 33

2.3.4 LOS EXCEDENTES PERTENECEN A LOS SOCIOS . . . . 34

2.3.5 REMUNERACION LIMITADA AL CAPITAL ACCIONAR10 . . 35

2.3.6

EDUCACION EN LOS PRINCIPIOS DE COOPERACION . .

36

2.3.7 COLABORACION INTERCOOPERATIVA . . . 41

2.4 OTRAS VENTAJAS DE LAS COOPERATIVAS DE VIVIENDAS . . 43

2.4.1 REDUCEN LAS NECESIDADES DE GASTO PUBLICO . . . 43

2.4.2 ESCUELA FORMADORA DE GESTORES INMOBILIARIOS . . 44

3

REFERENCIA A ESPAÑA . . . 47

3.1 ANTECEDENTES HISTORICOS . . . 47

3.2

NORMATIVA LEGAL EN ESPAÑA . . .

50

3.2.1 PRECEDENTES LEGALES . . . 50

3.2.2 NORMATIVA ACTUAL . . . 52

4 CONCLUSIONES . . . 54

5 BIBLIOGRAFIA . . . 56

(11)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO P6g. 1.-

E l cooperativismo no es un concepto b n i c o , ya que e x i s t e una gran d i s t a n c i a e n t r e e l cooperativismo p r a c t i c a d o en Yugoslavia o China, y e l de l o s s i n d i c a t o s c a t 6 l i c o s europeos, o l a s coope r a t i v a s de consumo de l o s bancarios. La raz6n de e s t a hetero- geneidad r e s i d e en que " e l llamado e s p f r i t u c o o p e r a t i v a es ante

todo una a c t i t u d , un t a l a n t e que hace r e f e r e n c i a mas a una COOPE-

RACION

ENTRE LOS HOMBRES que a un cooperativismo entendido como sistema econi3mico y s o c i a l , con una i d e o l o g f a uniforme y bien d e f i n i d a " (Elena Díaz, Fernando, 1978, pBg. 2 0 1 ) .

No obstante, " l a s cooperativas..

.

han s i d o toleradas, miradas -con c i e r t a benevolencia, animadas o sostenidas segCln l o s casos, por grupos e i n s t i t u c i o n e s t a n d i f e r e n t e s . .

.

Esta

aceptacibn o e s t a t o l e r a n c i a t a n amplia, se e x p l i c a porque l a s cooperativas y e l movimiento c o o p e r a t i v o no se entienden de l a misma manera por todos, como tampoco s e persiguen exactamente

l o s mismos f i n e s " ( B a l l e s t e r o , E . , 1984, pbg. 1 6 ) .

Evidentemente, en España e x i s t e tambien e s t a aceptacibn de l a s cooperativas, y se defiende su conveniencia por l a mayoría de l o s grupos s o c i a l e s . Manifestacibn m6xima de dicho consenso es que l a C a r t a Magna que r i g e l a sociedad española, l a C o n s t i t u c i b n de 1978, en su a r t . 129.2,establezca " l o s poderes p l i b l i c o s promoverán eficazmente l a s d i v e r s a s formas de p a r t i - cipacicin en l a empresa y fomentarán, mediante una l e g i s l a c i c i n adecuada, 1 as sociedades cooperat ivas"

.

(12)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO Pág.

2.-

Coherentemente con dicho t e x t o , en l o s programas e l e c t o r a l e s de l o s p r i n c i p a l e s p a r t i d o s p o l i t i c o s aparece, como nota comfin, propuestas para d e s a r r o l l a r e l cooperativismo, aunque obviamente, sus planteamientos y medidas de actuacibn sean d i s t i n t a s .

Respecto a l a motivacibn que impulsa a l o s hombres a u n i r s e en cooperativas, es preciso apoyarse en campos d e l saber, como l a s o c i o l o g l a , y a s l , para e l s o c i ó l o g o Mac I v e r "Es e v i d e n t e que, cuando l o s hombres reconocen l a e x i s t e n c i a de un i n t e r t l s comCln, propenden a cooperar para l l e v a r l o a cabo. Esta coope- r a c i ó n s e basa no s o l o en l a comprensión de l a mayor e f i c a c i a de l a a c c i ó n cooperativa sobre l a a i s l a d a , s i n o tambien porque pertenece

a

l a verdadera esencia del b i e n comtln e l condu- c i r a l o s hambres . a una acción conjunta, e l hacerlas t r a s l a d a r su s e n t i d o de l a s i n g u l a r i d a d a l a a c t i v i d a d cooperativa l o s seres humanos no puedan u n i r s e en l a adhesión a una causa,

t a n t o s i e l i n t e r e s comCln de e s t a r e s i d e en l a f a m i l i a , como en l a nación, l a f e o l a c i e n c i a , s i n un c i e r t o e s t i m u l o que l o s retina en su persecución haci4ndoles cooperar unos con o t r o s " (Mac I v e r , R. M., 1958, p6g. 6 7 ) . En e s t e a n á l i s i s aparece e l concepto de " b i e n comfin", en alguna medida prbximo a l d e l bien p f i b l i c o , que se a n a l i z a mas adelante en e l c a p i t u l o dedicado a l a Hacienda P d b l i c a y l a s cooperativas de v i v i e n d a s .

(13)

CAP. 1.- CUOPERATIVISMO Pág. 3 . -

Se considera oportuno .recordar l a c o n c e p t u a l i z a c i b n de un hispano-americano estudioso y defensor del cooperativismo en España, T u l i o Rosembuj

,

para quien " l a c o o p e r a t i v a es una entidad basada en l a autonomfa de l a voluntad de l a s personas que l a i n t e g r a n para s a t i s f a c e r sus necesidades econcímicas, asf como l a s de n a t u r a l e z a c u l t u r a l y s o c i a l , mediante e l e s f u e r z o propio y l a ayuda mutua.

La razbn de s e r d e l hecho c a o p e r a t i ~ es l a necesidad de ayuda mutua para superar l i m i t e s de o t r a manera infranqueables para e l d e s a r r o l l o de l a a c t i v i d a d deseada por cada una..

.

.Asf,

l a l e c t u r a d e l móvil caoperativo puede objetivamente i d e n t i f i - carse o como l a s o c i a l i d a d de l a a c t i v i d a d , o como l a s o l i d a - r i d a d e n t r e comportamientos bdsicamente egafstas. En ambos casos, e l denominador c a m h es l a e n e r g i a i n d i v i d u a l . La cooperativa es, antes de c u a l q u i e r o t r a cosa, una sociedad de y e n t r e personas, una reunión val u n t a r i a de energia humana" (Rosembuj

,

T u l i o , 1982, pág.

9).

En o p i n i 6 n del a u t o r , l a cooperativa no es una entidad adecuada para todas l a s s i t u a c i o n e s , n i para todas l a s perso- nas, pero hay personas que p r e f i e r e n , por razones de bienes- t a r c o l e c t i v o , o por e s t a r en c o n t r a de l a s entidades que operan con ánimo de l u c r o , d e s a r r o l l a r mas s a t i s f e c h o s su a c t i v i d a d productiva d e n t r o d e l cooperativismo. Adicionalmente, e x i s t e n c i r c u n s t a n c i a s y empresas en l a s que por su p r o p i a naturaleza es más adecuado que se d e s a r r o l l e n por e l sistema cooperativo,

(14)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO P6g.

4.-

dedic6ndose un apartado del Capitulo de Hacienda Pitblica al análisis de las cooperativas de viviendas desde la óptica de los bienes pitblicos.

En suma, se considera que admitiendo la pluralidad de enfo- ques y formas "las sociedades cooperativas constituyen una insti- tucibn esencial a la hora de construir

"

una sociedad mas esta- ble cuanto

menos

utilitarista y cuanto mds fuerte sea su sentido de Ia solidaridad" (Albiñana Garcia Quintana, César, 1983, pAg. 267).

Mas, admitiendo que el que los individuos actiien movidos por la solidaridad contribuye a que la sociedad sea más estable, se considera que la contribución del cooperativismo a la estabilidad social será mayor en la medida en que ofrece una forma de vivir (trabajo-consumo-ocio) alternativa, pero compatible con el resto, con unas relaciones econbmico-laborales distintas en algiin grado a las que ofrecen la empresa privada

y

piiblica,

y

el sector piiblico. En la medida en que haya individuos que se encuentren mejor dentro de las empresas cooperativas, estas estarán contribuyendo a una mayor estabilidad y bienestar social.

Respecto a su conceptualizacitin legal en España, es inevi-

table hacer referencia a la reciente ley 3/87, General de Coope-

rativas que en su articulo primero define: "las Cooperativas son

sociedades que con capital variable y gestibn democrd tica,

asocian, en r&gimen de 1 ibre adhesión y baja voluntaria, a

personas que tienen intereses o necesidades socioeconrSmicas

(15)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO Pág.

5.-

comunes, para cuya s a t i s f a c c i ó n y a l s e r v i c i o de l a comunidad d e s a r r o l l a n a c t i v i d a d e s empresariales, imputándose l o s resultados económicos a l o s socios, una vez atendidos l o s fondos comunitarios, en f u n c i ó n de l a a c t i v i d a d c o o p e r a t i v a que r e a l i- zan".

De l a a n t e r i o r conceptualización destaca s u a i r e economi- c i s t a , - l a primera c a r a c t e r í s t i c a que expone es "sociedad de capi- t a l variables'-. Se establece l a e x i g e n c i a de g e s t i ó n democrática, con l i b e r t a d de entrada y s a l i d a . Respecto a sus f i n e s , destaca su ambicioso o b j e t i v o de atender a l a s necesidades socio-econb- micas comunes de l o s socios, a l tiempo que además " d e s a r r o l l a n a c t i v i d a d e s empresariales a l s e r v i c i o de l a comunidad". En e s t e punto se e n t r a en e l complejo e indeterminado campo de qué se

I

entiende por s e r v i c i o de l a comunidad, l o que se puede a n a l i z a r

.

desde l a b p t i c a de l a Hacienda Ptlblica, y a cuyo o b j e t o se d e s t i - nará un c a p i t u l o .

Especial r e f e r e n c i a merece e l c r i t e r i o de r e p a r t o que se establece "imputándose l o s r e s u l t a d o s económicos a l o s socios.,.

en f u n c i ó n de l a a c t i v i d a d cooperativa que r e a l i c e n " . Este c r i t e r i o , que como p r i n c i p i o goza de elevada aceptacibn, puede t e n e r d i f i c u l t a d e s en s u a p l i c a c i b n a l a s c o o p e r a t i v a s de consu- mo, y especialmente a ' l a s de vivienda, ya que l a a c t i v i d a d

( a p o r t a c i ó n ) c o o p e r a t i v a que r e a l i z a n l o s s o c i o s s u e l e s e r muy reducida, a excepcibn de l o s miembros de l o s 6rganos d i r e c t i v o s , y, por e l c o n t r a r i o , l a aportación monetaria normalmente es supe- r i o r a l a r e a l i z a d a en o t r a s cooperativas, y dependerá d e l p r e c i o

(16)

CAP.

1.-

COOPERATIVISMO P6g. 6.-

d e l p i s o e l e g i d o , por l o que en caso de que e l a h o r r o generado por l a s c o o p e r a t i v a s de v i v i e n d a s sea homog8ne0, l o s que compren un p i s o mayor (mayores desembolsos) obtendren mayor b e n e f i c i o en t e r m i n o s a b s o l u t o s ( i g u a l en t e r m i n o s r e l a t i v o s ) independiente- mente de su a c t i v i d a d en l a c o o p e r a t i v a .

2 LAS COOPERATIVAS EN LA PROMOCION DE VIVIENDAS

2.1 CONCEPTUALIZACION TEORICA

2 .

l.

1 CONCEPTO

"Una c o o p e r a t i v a de v i v i e n d a s es una c o o p e r a t i v a de consumidores e s p e c i a l i z a d a en e l s u m i n i s t r o a sus s o c i o s de un l u g a r donde v i v i r en u n i ó n de SLU f a m i l i a r e s . Y por ana- l o g i a , con una d e f i n i c i b n s i m p l i f i c a d a de l a c o o p e r a t i v a de consumo que me gusta emplear, como "una t i e n d a propiedad de sus c l i e n t e s " , d e f i n i r i a m o s e s t a c l a s e de sociedades d i c i e n d o que son "empresas i n m o b i l i a r i a s propiedad de l o s u s u a r i o s de l a s v i v i e n d a s " ( E l e n a D i a z , ~ e r n a n d o , 1978, pAg. 6 7 ) .

Estamos pues, a n t e c o o p e r a t i v a s de consumo e s p e c i a l i z a - das, l a s c u a l e s t i e n e n como n o t a d i f e r e n c i a d o r a respecto a l r e s t o de l a s de consumo, e l que en p r i n c i p i o e l bien se a d q u i e r e una s o l a vez - l a mayoria d e l r e s t o de l o s consumos ( a l i m e n t a c i ó n , c r 8 d i t o ) son r e c u r r e n t e s , por l o que caben mejoras de d e c i s i ó n por l o s s o c i o s , v i a a p r e n d i z a j e y por l a

(17)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO Pág.

7.-

e x p e r i e n c i a

-

' y l a importancia d e l v a l o r - t a n t o por sus e f e c t o s en l a calidad de v i d a d e l i n d i v i d u o , como por e l importe d e l precio- del bien que se adquiere.

E l profesor Ciurana,Jos& Maria d e s c r i b e l a s bases de su actuaci6n a l d e f i n i r l a s como " a q u e l l a s que e s t d n c o n s t i t u i d a s por l o s f u t u r o s usuarios de l a s mismas y que con ayuda de l o s c a p i t a l e s que e l l o s aportan, l a s subvenciones o f i c i a l e s y demds medios de f i n a n c i a c i ó n , l o g r a n l a c o n s t r u c c i ó n de sus v i v i e n d a s a p r e c i o de coste y s i n b e n e f i c i o para e l pmpie- t a r i o o promotor" (Ciurana, Maria 1968, pág

.

1 4 6 ) .

En r e l a c i ó n con e l 6 l t i m o punto, s e considera opor- tuno matizar que no es que no haya b e n e f i c i o , s i n o que caso de producirse un mayor v a l o r añadido, e s t e repercute integra- mente sobre e l u s u a r i o 6 l t i m 0 , a l c o i n c i d i r l a persona del

promotor con l a d e l adquirente. Adicionalmente e l benefici.0 podría ser de naturaleza d i s t i n t a a l a económica, ya que * seg6n Vanek " l o s socios buscan atender l a s a t i s f a c c i ó n de sus necesidades. Puede haber personas que e n t r e n a formar p a r t e de una cooperativa con un c r i t e r i o a l t r u i s t a , pero, l o mas n a t u r a l , es que tengan un a f d n de a u t o b e n e f i c i a r s e , entendiendo e s t e i n t e r e s de l o s s o c i o s p o r mejorar su s i t u a - c i b n personal, en un s e n t i d o no e s t r i c t a m e n t e monetario".

(Vanek,

J,

1971, pág. 4 6 ) .

(18)

ChP. 1.- COOPERATIVISMO Pag. 8.-

Para la O.N.U. "la función principal de las coopera-, tivas inmobiliarias consiste en facilitar

a

sus miembros vivienda, siendo el modo mas frecuente la construcción de inmuebles. En principio

no

real izan actividad lucrativa y actdan exclusivamente en inter&s de sus miembros. Los miembros contribuyen personalmente a su financiacidn efectuando generalmente el pago en efectivo. Las coopera-

tivas de viviendas recurren, naturalmente, para la construc- ción de los inmuebles, a diversas fuentes de ayuda finan- ciera, por ejemplo a los poderes pdblicos, a los organismos especializados de c d d i t o y a las organizaciones sociales"

(O.N.U., 1985, pBg. VIII).

De la conceptualizacián realizada por el alto orga- nismo internacional, es de destacar el que "act6an exclusi- .vamente en interes de sus miembros", lo que de acuerdo con tal definición hace discutible la verdadera naturaleza econámica de las que mas adelante se analizaran como coopera- tivas "marrones".

De la definición del alto organismo internacional cabe destacar:

a ) Su fin principal (pero no

finito)

es facilitar

vivienda a sus miembros

-a

lo que habría que añadir zonas

de utilizacián conjunta y equipamiento social-. Por tanto,

es aceptado que promuevan secundariamente otro tipo de

construcciones, tales como locales comerciales (lo que es

(19)

-CAP. 1.- COOPERATIVISMO Pag.

9.-

bastante frecuente en España), y desde luego e d i f i c a c i o n e s complementarias, garajes, e d i f i c i o s s o c i a l e s , p i s c i n a s e i n s t a l a c i o n e s deportivas.

b)

" M

r e a l i z a n a c t i v i d a d l u c r a t i v a " . T a l como se i n d i - caba anteriormente, c i t a n d o a Vanek, l a c o o p e r a t i v a t r a t a r á de atender l a s necesidades de l o s socios, a l o que hay que añadir, siguiendo l a d e f i n i c i b n de l a O.N.U., e l que actua- r a n "exclusivamente en i n t e r é s de sus miembros", por l o que cabe preguntarse nuevamente s i se puede a d m i t i r como coope- r a t i v a s l a s denominadas "marrones", que t a n t a d i f u s i ó n están alcanzando en l a a c t u a l i d a d en España.

C ) Es de destacar como en l a breve conceptualización, se expresa l a necesidad de ayuda f i n a n c i e r a , e s p e c i f i c a n - dose como p o s i b l e s fuentes l o s poderes p i t b l i c o s , organis- mos e s p e c i a l i z a d o s de c r é d i t o y organizaciones s o c i a l e s . En e s t e punto, cabe señalar, t a l como se a n a l i z a r a detenidamen- t e en e l c a p i t u l o de f i n a n c i a c i ó n , que en España hasta l a p u b l i c a c i ó n de l a normativa de V.P.O. para 1989 obtenian como 6nica v e n t a j a f i n a n c i e r a un préstamo potencialmente mayor ( l a c u a n t í a l i m i t e d e l préstamo h i p o t e c a r i o es un p o r c e n t a j e d e l modulo a l g o s u p e r i o r ) , pero que en muchos casos l a s entidades f i n a n c i e r a s ponen obst6culos para su concesi6n.

(20)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO P6g. 10.-

2.1.2 COOPERATIVAS Y PROMOCION P R I V A D A

No hay que v e r en l a s cooperativas de v i v i e n d a s un mundo totalmente a l e j a d o de l a promoción con Animo de l u c r o , ya que segQn, 61 por t a n t o s años presidente de l a Uni6n Nacional de Cooperativas de Viviendas y propulsor de muchas de e l l a s , Alfonso VAzquez F r a i l e : "En m a t e r i a de s u e l o y urbanismo, de legislacic5n, de f i s c a l idad, de f i n a n c i a c i ó n , de preocupación por l a c a l i d a d ambiental, son c o i n c i d e n t e s l o s c r i t e r i o s de l o s promotores con y s i n Animo de l u c r o . Osf ha s i d o siempre, a t r a v é s de l a s comisiones de l o s Planes de D e s a r r o l l o , o de l a s Consejos d e l I n s t i t u t o Nacional de l a Vivienda, e l suelo, l a urbanización, etc., ocasiones en l a s que siempre nos hemos encontrado e i d e n t i - f i c a d o , y as1 es ahora, y l o sera en e l f u t u r o , ya que l a s preocupaciones comunes en l a s materias enumeradas generan soluciones compartidas" (Vázquez F r a i l e , A l f o n s o , 1979, pag. X ) .

Ahora b i e n , para e l mismo a u t o r " E l movimiento cooperativo de viviendas no debe 1 i m i t a r s e a un simple

&gano promotor de a l o j a m i e n t o s f a m i l i a r e s a precios econ6micos, b i e n c o n s t r u i d o s y ubicados en 1 ugares adecuados, s i n o hacer de é l un a u t & n t i c o y e f i c a z instrumento de d e s a r r o l l o comunitario y de promoción s o c i a l

...;

ahora ya pretendemos y en muchos casos hemos

(21)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO Pbg.

11.-

conseguido rotundamente, no s o l o hacer viviendas coopera- tivas, s i n o hacer hombres c o o p e r a t i v i s t a s , f a m i l i a s coope- r a t i v i s t a s " (Vázquez F r a i l e , Alfonso, 1971, pág 9).

En e s t e punto, se considera e v i d e n t e que l a s coopera- t i v a s de v i v i e n d a s puede c o n t r i b u i r a que e l ciudadano tenga no s b l o un mayor e s p í r i t u c o o p e r a t i v i s t a , s i no i n c l u s o un mayor e s p f r i t u de ciudadanía y comprenda mejor l a toma de decisiones c o l e c t i v a , de un modo democrático, y en l a medida en que l a cooperativa tome l a s d e c i s i o n e s racionalmente a t r a v k s d e l presupuesto, sus s o c i o s tengan un mayor i n t e r k s en e l seguimiento de l a d i s c u s i ó n y cumplimiento de l o s Presupuestos d e l Estado.

No obstante, en l a p r á c t i c a , se considera que l o s s o c i o s de l a s cooperativas de v i v i e n d a s en España entran motivados en su mayoría exclusivamente por l a p o t e n c i a l mejor r e l a c i ó n c a l i d a d / p r e c i o que o f r e c e tebricamente e s t e sistema de promoción, producikndose una f a l t a de i n t e r é s y de deseo de colaborar en l a buena marcha de l a promoción, que se pone de m a n i f i e s t o en l a s d i f i c u l t a d e s de encontrar s o c i o s que se presenten a l o s cargos de d i r e c c i ó n de l a cooperativa, y que es muestra de que en muchos casos, l o s s o c i o s internamente piensan que t i e n e n e s t a b l e c i d a con l a cooperativa una r e l a c i 6 n comprador-vendedor semejante a l a que establece e l adquirente con una promotora privada.

(22)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO Pbg. 12.-

2.1.3 COOPERATIVAS Y PROMOCION PUBLICA

"Las c o o p q r a t i v a s a b r e n a muchas f a m i l i a s de ingresos módicas e l Ltnico camino a l a l c a n c e de sus p o s i b i l i d a d e s para a d q u i r i r una buena v i v i e n d a .

. . .

Descargan a l Estada y a l a s municipal idades de g r a n p a r t e de sus r e s p o n s a b i l idades a d m i n i s t r a t i v a s y ecam5micas en m a t e r i a de v i v i e n d a "

(O.I.T., 1964, p6g. 1 2 ) .

Hasta fecha r e c i e n t e e l Estado y l a s m u n i c i p a l i d a d e s apenas han t r a t a d o de apoyar su p o l í t i c a de v i v i e n d a s o c i a l en l a s c o o p e r a t i v a s , por l o que a l no concederlas l o s medios oportunos, l a a c t i v i d a d de e s t a s no ha d e s a r r o l l a d o todas sus p o s i b i l i d a d e s en e s t e campo. No o b s t a n t e , ultimamente en Barcelona y Madrid ( P l a n

18.000)

se e s t á n planteando acciones coordinadas con l a s c o o p e r a t i v a s , o f r e c i & n d o l a s s u e l o y p o s i b i l i d a d e s de f i n a n c i a c i b n , c o n f i a n d o en e l l a s como instrumento para que, f r e n t e a l o s i n a s e q u i b l e s p r e c i o s de l a v i v i e n d a para l a s c l a s e s media, media-baja, l a s c o o p e r a t i v a s ofrezcan una v í a de atender t a l necesidad b 6 s i c a , d e n t r o de 1 as 1 i m i t a d a s p o s i b i l i d a d e s presupuestarias de l o s organismos responsables.

Adicionalmente, dado que l a C o n s t i t u c i á n Española propugna que e l Estado deberA de proveer de una v i v i e n d a d i g n a a todos l o s españoles, no o b s t a n t e , f r e n t e a planteamientos a n t e r i o r e s de l a Promoci6n PCtblica, no se c o n s i d e r a necesario e l que haya que o f r e c e r l a en propiedad

(23)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO Pdg. 13.-

a aquellos con ingresos reducidos -(la denominada demanda insolvente)-, y menos a6n que esta tenga que ser de una calidad elevada.

En primer lugar, no tiene mucho sentido ofrecer una vivienda con elevadas prestaciones financiadas vía impositiva a personas que no necesitan esas prestaciones, y que incluso no tienen capacidad para disfrutarlas, ya que no han resuelto minimamente otro tipo de necesidades básicas tales como alimentación, vestido, educación y atención sanitaria. Por lo que una vivienda con elevadas prestaciones no la van a utilizar en todas sus posibilidades, y preferirán que parte de ese gasto se destine a satisfacer otras necesidades, habiendo obrado racionalmente, en aquellas contadas ocasiones en que han vendido parte de las instalaciones de la vivienda, tales como tuberías, puertas, etc., para poder atender a otras necesidades b6sicas.

Respecto a que la vivienda sea en propiedad fuertemente subvencionado, y de calidad, ello puede dar lugar a grandes colas de demanda que en parte s e podría satisfacer mediante otros sistemas de promoción incluso de mayor coste social, pero que exigen un mayor esfuerzo de desembolso para el individuo -aunque en algunos casos asequible-. Por lo que este tipo de actuaciones genera una demanda social siempre

insatisfecha.

(24)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO P á g . 14.-

P o r

o t r a

p a r t e , e l h e c h o d e q u e se e n t r e g u e n e n p r o p i e d a d , i m p i d e q u e l a s o c i e d a d , u n a v e z q u e l a p e r s o n a y a n o n e c e s i t e

l a

v i v i e n d a - b i e n p o r q u e t r a s l a d a s u d o m i c i l i o ,

o

p o r f a l l e c i m i e n t o - , p u d i e s e o f r e c 8 r s e l a

a o t r a

p e r s o n a n e c e s i t a d a .

F i n a l m e n t e , l o s q u e

se

han b e n e f i c i a d o d u r a n t e muchos a ñ o s d e u n a v i v i e n d a g r a c i a s l a E s t a d o , o b t e n d r 6 n -caso d e q u e

se

l e s h a y a e n t r e g a d o e n p r o p i e d a d - c o n s u v e n t a , c u a n d o n o l a n e c e s i t e n -en o c a s i o n e s p o r h a b e r m e j o r a d o s u s i t u a c i ó n e c o n ó m i c a u n o s i n g r e s o s a d i c i o n a l e s s i g n i f i c a t i v o s , q u e n o t i e n e n n a d a q u e v e r c o n el f i n p r e t e n d i d o d e a t e n d e r s u n e c e s i d a d d e v i v i e n d a d i g n a .

P o r t a n t o , se c o n s i d e r a q u e

seria

p r e f e r i b l e o f r e c e r a l a , p o b l a c i ó n c o n m e n o r e s i n g r e s o s v i v i e n d a e n a l q u i l e r , e n l u g a r d e e n p r o p i e d a d d e c a l i d a d e l e v a d a y a m p l i t u d

" n o r m a l ' p a r a

o t r o

t i p o d e p o b l a c i ó n ( a u n q u e sea m á s a g r a d a b l e e l d i s e ñ a r p o r l o s a r q u i t e c t o s ,

y

e l r e g a l a r p o r

l o s

p o l i t i c o s v i v i e n d a s a m p l i a s y d e c a l i d a d ) , s i e n d o a c o n s e j a b l e

a

c a m b i o o f r e c e r un mayor nCmero d e v i v i e n d a s

m

m o d e s t a s

y

e n a l q u i l e r , f o r m a n d o p a r t e d e un p a q u e t e i n t e g r a d o d e a t e n c i ó n

a

l a t o t a l i d a d d e l a s n e c e s i d a d e s b á s i c a s d e los d e s t i n a t a r i o s .

AdemAs, si l a v i v i e n d a q u e o f r e c e e l E s t a d o e n c o n d i c i o n e s e c o n ó m i c a s muy f a v o r a b l e s

e s

d e i g u a l o m á s c a l i d a d q u e l a q u e

se

o f r e c e

a

t r a v & s d e l m e r c a d o y c o n

(25)

CAP.

1.-

COOPERATIVISMO P6g. 15.-

elevado precio, se estar6 desincentivando el esfuerzo personal, e incentivando el fraude fiscal y de gasto p6blico. A , si por el hecho de poder justificar menos ingresos s e puede tener una vivienda mejor, o bien no interesar& esforzarse para aumentar los ingresos -ya que ello supondría una perdida de calidad de vida en el importante capitulo de la vivienda-, o bien se tratara de actuar dentro de la economía subterrbnea, no ya por razones de evasión de impuestos, sino para alcanzar los beneficios del gasto phblico, en este caso concreto de vivienda en condiciones ventajosas.

Adicionalmente, considerando los problemas actuales que plantea el dbficit p6blico en los países occidentales, que tal como muestra el Cuadro-11-1, estan reduciendo el número de viviendas de promocibn pública, no es previsible que-a corto plazo se pueda atender todas las necesidades sociales de vivienda. Por lo que una elevada calidad de vlvlenda ser6 a cambio de un menor n6mer0, y con ello no se estarb optimizando la utilización de recursos para alcanzar en el mayor grado posible el objetivo de que "todos los españoles puedan disfrutar de una vivienda digna".

Tal como se analiza en el Capitulo de Economía Poblica,

apartado de Dt2ficit Phblico, las cooperativas de viviendas

pueden contribuir a atender la necesidad de vivienda social

reduciendo las necesidades de Gasto Público en un doble

aspecto, facilitando la construcci6n de nuevas viviendas, y

(26)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO P6g. 16.-

posibilitando una m 6 5 adecuada utilización del parque pttblico de viviendas existentes, a traves de una gestión cooperativa.

Respecto a la capacidad de ofrecer el cooperativismo una mayor eficiencia en relación a la promoción pública -dadas las críticas de falta de eficiencia recibidas por esta Qltima-, su análisis se aborda en el Capitulo de Eficiencia.

2.1.4 RELACION CON OTROS TIPOS DE COOPERATIVAS

Ha existido dentro del mundo cooperativo español una especie de consideracibn de hermano menor hacia el cooperati- vismo de viviendas. Prueba de ello, a nivel oficial, es que la Dirección General de Cooperativas, al plantearle el tema de la presente tesis en 1986, sugirieron que se entrara en contacto con el Ministerio de la Vivienda, ya que sus líneas de actuación y trabajos de investigacibn s e centran fundamen- talmente en las cooperativas de trabajo asociado. Esta situa- cibn está cambiando, ya que en 1989 la referida Dirección General está potenciando las cooperativas de viviendas

MAS esto no sólo no pasa en el mundo oficial, ya que a

nivel real, existe poca comunicación entre el cooperativis-

mo de viviendas fquiz6s este sea uno de los orígenes de sus

males) con los otros tipos de cooperativas. Así, tal como

(27)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO' P6q.

17.-

muestran l a s e s t a d i s t i c a s a n i v e l p r o v i n c i a l en España, no e x i s t e c o r r e l a c i ó n e n t r e e l peso d e l c o o p e r a t i v i s m o de v i v i e n d a s con e l t o t a l a n i v e l p r o v i n c i a l , t a l como se muestra en e l apartado de e s t a d i s t i c a s de c o o p e r a t i v a s de v i v i e n d a s en España.

Este a l e j a m i e n t o de l a s c o o p e r a t i v a s de v i v i e n d a s con e l r e s t o d e l c o o p e r a t i v i s m o , no r e s u l t a acorde con sus planteamientos i n i c i a l e s , ya que l o s " s o c i a l i s t a s u t b p i c o s "

planteaban como uno de l o s ~ i l a r e s de l a nueva sociedad l a o r g a n i z a c i ó n de l a v i v i e n d a . Buen ejemplo de e l l o es l a d e s c r i p c i ó n d e l a e s t r u c t u r a de l a "comunidad i d e a l ' ' que r e a l i z a Owen: "Todo programa d e s t i n a d o a m e j o r a r l a s i t u a - c i ó n de l o s t r a b a j a d o r e s deben comprender medios para impe- d i r que sus h i j o s a d q u i e r a n malos h d b i t o s y para i m b u i r l o s de buenas costumbres; debe p r e v e r para e l l o s una enseñanza y un a d i e s t r a m i e n t o o p o r t u n o s ; o f r e c e r un t r a b a j o adecuado a l o s a d u l t o s ; d i r i g i r su t r a b a j o d e manera que produzcan l o s máximos b e n e f i c i o s para el l o s y pa- l a s o c i e d a d : ponerlos en c o n d i c i o n e s que l e s a l e j e n d e l a s t e n t a c i o n e s i n d t i l e s , y que unan estrechamente sus i n t e r e s e s y sus deberes.

Estos b e n e f i c i o s no pueden s e r o f r e c i d o s a l o s i n d i v i - duos y a l a s f a m i l i a s p o r separado n i a l a s masas demasiado numerosas.,. Cada a l d e a comprenden un cuadrado de e d i f i c i o s con capacidad para a l o j a r a 1.200 personas..

.

El e d i f i c i o c e n t r a l c o n t i e n e l a c o c i n a p t l b l i c a , l o s d e p ó s i t o s y todos l o s s e r v i c i o s necesarios para c o c i n a r y r e c a l e n t a r en forma

(28)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO PAg. 18.-

eficiente. A la derecha hay un edificio con la escuela de los niños mAs pequeños en la planta baja, una sala de lectu- ra y un lugar de oraciones en el primer piso" (Magriñá, Josep; 1981, pág. 130).

Como es sabido, este y otros ambiciosos proyectos similares no pudieron ponerse plenamente en práctica, habiéndose dado mfiltiples razones de por qué no tuvieron Bxito tales planteamientos. No se considera preciso entrar en el análisis de las causas,

ya

que se intentaron desarro- 1lar"en un marco socio-econbmico muy distinto. Lo que si resulta evidente es que en el nacimiento tebrico del coope- rativismo, este ha considerado

a

la vivienda elemento fundamental para alcanzar sus objetivos, lo cual contrasta con los planteamientos actuales de aislamiento del coopera- tivismo de viviendas respecto del resto del cooperativismo en España, cuando no de abandono (de una parte significa- tiva) en manos de personas con motivaciones de lucro

y

sin espíritu cooperativista.

El otro planteamiento es en que medida, el coopera-

tivismo genera posteriormente vida cooperativa. Asf para

Magriña " E1 cooperativista que ha obtenido s u vivienda

desea seguir gozando de s u mayor eficacia -lograda por el

efecto multiplicador de la cooperativa- para obtener otros

bienes y servicios. La conciencia en un mismo espacio de

varios bloques o edificios de viviendas promocionadas coope-

ratfvamente debe conducir por fuerza a pensar en seguir uti-

(29)

1

C A P . 1.- COOPERATIVISMO P á g . 19.-

1 izando l a v i a c o o p e r a t i v a para r e s o l v e r con e f i c a c i a l a s necesidades de l a p o b l a c i ó n que r e s i d e en d i c h o nltcleo"

( M a g r i ñ a , Josep, 1981, pAg. 1 3 2 ) .

Dado que en España se han promocionado grandes p o l i - gonos e i n c l u s o ciudades ( T r e s Cantos en Madrid es un c l a r o e j e m p l o ) , s e r i a de i n t e r é s a n a l i z a r en que medida en e s t o s ntlcleos urbanos e x i s t e una mayor v i d a c o o p e r a t i v a , siendo e s t a t a r e a mas p r o p i a de e s t u d i o s s o c i o l 6 g i c o s que econ6- micos.

2.2 VENTAJAS TEORICAS DE LAS COOPERATIVAS DE V I V I E N D A S

2.2.1 VENTAJAS POTENCIALES

La pregunta a r e a l i z a r s e es c u a l e s son l a s p o s i b l e s v e n t a j a s d e l a s c o o p e r a t i v a s de v i v i e n d a s , para e l l o se c o n s i d e r a oportuno a n a l i z a r l a s razones expuestas por l a s Naciones Unidas y l a O.I.T..

2.2.2 VENTAJAS PARA LAS NACIONES U N I D A S

Para l a s Naciones Unidas " E l qcte l a constrctcción para l a s c l a s e s populares deba r e a l i z a r s e p o r l a s asociaciones de v i v i e n d a s c o n s t i t u y e un pctnto c a r d i n a l en l a p o l i t i c a de l a v i v i e n d a . En e s t e t e r r e n o 1 a empresa p r i v a d a s e considera

(30)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO

Pág. 20.-

demasiada i n e s t a b l e para poder asegurar e l a b a s t e c i m i e n t o de v i v i e n d a s ' a l a p o b l a c i d n , a un r i t m o u n i f o r m e y debido a su e s t r u c t u r a . La v i v i e n d a es un b i e n demasiado i m p o r t a n t e para que s e someta, l o m i s m a que o t r a s mercancfas, a l a s condiciones generales d e l a v i d a c o m e r c i a l y no se debe nunca e x p l o t a r l a escasez en p e r j u i c i o d e l o s i n q u i l i n o s "

(Naciones Unidas 1957, pág.

11).

En e l planteamiento expuesto, e s de d e s t a c a r l a consi- d e r a c i ó n de i n s u f i c i e n c i a de l a empresa p r i v a d a para s a t i s - f a c e r l a demanda de v i v i e n d a s a un " r i t m o u n i f o r m e " . Eviden- temente e s t e p l a n t e a m i e n t o no s e r i a muy c o m p a r t i d o a f i n a - l e s de l o s años 8 0 , cuando e s t á en auge l a c o n f i a n z a en l a empresa p r i v a d a . No o b s t a n t e , r e s u l t a e v i d e n t e que para l o s n i v e l e s más b a j o s de r e n t a l a i n i c i a t i v a p r i v a d a no ha d e s a r r o l l a d o f ó r m u l a s capaces de o f r e c e r una v i v i e n d a digna.

"C)1 subrayar algunas de l a s ventajas,.. s e debe de

mencionar en p r i m e r l u g a r que hace p o s i b l e l a c o n s t r u c c i ó n de v i v i e n d a s sanas, a un p r e c i o razonable, ya que d i c h a s o r g a n i z a c i o n e s t r a b a j a n s i n f i n e s de 1 u c r a e d i f i c a n d o a p r e c i o de costo" (Naciones Unidas, 1957, pAg. 1 1 ) . Esta razón, expuesta por e l a l t o organismo i n t e r n a c i o n a l en primer l u g a r , y que s i n duda ha s i d o l a causa fundamental que ha movido a c i e n t o s de m i l e s de españoles a a s o c i a r s e en régimen c o o p e r a t i v o , para a d q u i r i r su v i v i e n d a , e s a n a l i z a d o con d e t e n i m i e n t o en e l c a p i t u l o dedicado a l a e f i c i e n c i a , ya

(31)

CAP. 1.- COOPERATIVISMO Pág. 21.-

que puede suceder que en situaciones de inadecuada organiza- ción de la cooperativa, el incremento de costes sea superior a los beneficios de la empresa privada.

"En virtud de las considerables subvenciones que el Estado confiere a la construcción social y a la consecuente influencia que ejerce sobre la dirección y administración de dichas de los ciclos económicas" (Naciones Unidas, 1957,

pag.

11). En este punto hay que señalar que han sido repe- tidas las instrumentaciones del sector de la vivienda para fines de política económica general, de lo que es claro ejemplo el "Decreto Boyer" de 1985. En el capitulo dedicado a la Hacienda Pttblica se planteará si a través de las coope- rativas de viviendas se puede obtener una respuesta mAs ade- cuada en la palitica anticiclica.

"En general, las asociaciones real izan construcciones

de entidad mayor que las de la empresa privada.

E s t a

faci-

1

i ta el planteamiento de barrios posibil itando la real iza-

cidn de servicios comunes necesarios y ofreciendo a

SLI

vez

tipos d e viviendas tan variados que resulte posible satis-

facer las diversas necesidades de la comunidad". Resulta

claro que el Estado a traves de la normativa sobre urbanísmo

cuenta con un instrumento potente para influir en la organi-

zación

y

realización de los servicios comunes,

y

dado que en

España se han realizado A.C.T.U.H. es en los que se ha

concedido a las cooperativas terrenos para la construcción

de poligonos residenciales, habría que analizar en que

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