ACUERDO GENERAL SOBRE ARANCELES ADUANEROS Y COMERCIO

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ACUERDO GENERAL SOBRE

ARANCELES ADUANEROS Y COMERCIO

RESTRICTED

COM.TEX/l6/Add.3 7 de octubre de 1 Distribución especial

Comité de los Textiles

Grupo de trabajo sobre medidas de reajuste

Original: inglés/español

INFORME DEL GRUPO DE TRABAJO SOBRE MEDIDAS DE REAJUSTE Addendum

Nota de la Secretaría

Se adjuntan las notas recibidas de las delegaciones de Argentina, Canadá, Colombia, Corea, Estados Unidos, Hungría y Yugoslavia sobre la evolución

reciente de la industria textil en esos países. Estas notas se han presentado en respuesta a la carta enviada por el Presidente del Grupo de trabajo, de fecha 23 de julio de 19Ô0, en la que invita a los países participantes a propor-cionar la información solicitada por el Comité en su reunión de julio con objeto de que el Grupo de trabajo pueda proseguir su labor sobre las medidas de reajuste Se considerará que forman parte de la sección III del Informe.

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A- Medidas de reajustes de estructura

Continua en vigencia la Ley 21.6C8 del 23/7/1977 qu-2

fuera oportunamente comunicada a la Secretaría del GATT por nota

VS. 44/79 del 11/9/1979. Desde entonces se ha establecido un

regimen especial para la instalación de empresas textiles en la

provincia de la Rioja que se detalla a continuación:

1. Desgravaciones: a) impuestos a las ganancias y capitales a

10 años de pdazo con un porcentaje decreciente que parte del

ICO

%

de desgravación para los primeros 5 años hasta el 10

%

para el último año; b) exención del impuesto a los sellos por

10 años; c) para el impuesto al valor agregado, 15 años de

desgravación en un porcentaje decreciente que va desde el

100

%

para los primeros 5 años hasta el 15

%

para el

decimo-quinto año; d) exención de derechos a la importación de

maqui-narias e insumos.

2. Beneficios para los inversionistas de las empresas promovidas:

a) desgravación del pago de impuesto a las ganancias de las

sumas efectivamente invertidas;

b) diferimiento del pago de los impuestos a las ganancias, al

valor agregado, al patrimonio neto, al capital de empresas y

a las tierras libres de mejoras.

B— Datos estadísticos de textiles y vestidos

a) Producción

Producto 1979 Enero/Marzo

(tonelad.) 1980 (toneladas)

Fibras cortadas,sintéticas y

artifi-ciales, sin cardar,peinar ni haber

sufrido otra operación preparatoria

del hilado,cables para discontinuos

de fibras, y desperdicios de fibras

textiles sintéticas y artificiales 26.724

Hilados sencillos de algodón 83.600

Hilados sencillos de fibras

sintéti-cas y artificiales 34.782

2.851

15.000

3.349

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b) Producto bruto interno del sector textiles,prendas de vestir

industria del cuero (clasificación industrial internacional

uniforme de las actividades económicas - CIIU - 32)

Año _ Valor del PIB en millones de

pesos a precios de 1960

1973 590,4

1974 770,1

1975 804,8

1976 767^8

1977 721,6

1978 655,6

1979 678,9

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Página h

CANADÁ

INDUSTRIA MANUFACTURERA DEL CANADÁ Y FÁBRICAS DE PRENDAS DE VESTIR PARA SEÑORA, CABALLERO Y NIÑOS: ÍNDICE DEL VALOR REAL AÑADIDO POR HORA-HOMBRE TRABAJADA (1975-1979)

(1971 = 100)

1 9 7 5

1 9 7 6

19 77 19 78 19 79 Tasa a 19 7 1

1 9 7 1

1 9 7 5

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1 3 0 . 3

1 2 5 . 4

1 4 0 . 0

1 4 3 . 8

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1 1 9 . 6

1 1 6 . 8

1 2 7 . 6

1 2 7 . 1

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1 1 4 . 5

1 1 4 . 5

1 2 7 . 9

1 5 1 .

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1 2 8 . 6

1 2 8 . 9

3 . 2 3 . 4 3 . 0

(5)

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INDUSTRIAS TEXTIL, DE GÉNEROS DE PUNTO Y MANUFACTURERA.

INDICE DEL VALOR REAL AÑADIDO POR HORA-HOMBRE

TRABAJADA (1976-1979)

Año

Industria

textil

127,3

137,3

lUU,0

1^5,6

(1971 = 100)

Géneros.

de punto"

110,6

117,

k

133,8

135,0

Industria

manufacturera

1976 127,3 110,6 118,0

1977 137,3 117,U 123,6

1978 lUU,G 133,8 128,6

1979 11+5,6 135,0 128,9

Tasa anual de crecimiento compuesta - tanto por ciento

1971-79

h,Q

3,8 3,2

1971-76 5,0 2,0 3,1*

1976-79

h,6

6,9 3,0

^Con inclusión de la ropa de punto.

(6)

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COM.TEX/l6/Add.3 Página 11

CPRM

1. Evaluación de los efectos de las medidas de asistencia para el reajuste La ley de promoción de la modernización de la industria textil fue promulgada y entró en vigor en 1979, con la finalidad de l) crear un fondo especial para la industria textil, 2) establecer un complejo industrial para lograr la especialización y 3) elaborar nuevas tecnologías. Como esta ley está en vigor desde hace un año solamente, parece difícil evaluar el cambio estructural de la industria textil coreana. Oportunamente, se pondrá a disposición del GATT la información pertinente.

2. Medidas de liberalización del comercio de los textiles

Las autoridades coreanas han procedido sin descanso a liberalizar el comercio de los textiles y este esfuerzo se proseguirá al ritmo del des-arrollo de la economía coreana.

El cuadro siguiente ilustra la tendencia de la liberalización del comercio desde 1977. Año 1977 1978 1979 1980

Artículos sometidos a la restricción de las importaciones

66 (de un total de 110 artículos según la

Nomenclatura de la NCCA) 33 ( " ) 27 ( " ) 27 ( " ) Coeficiente de liberali zación ^ 0 {%) 7 0 {%) lh (%) lh {%)

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COM.TEX/l6/Add.3 Pagina 12

ESTADOS UITIDOS

Evolución reciente de las industrias estadounidenses de los textiles y el vestido

Productos textiles

Si bien la demanda global de textiles se mantuvo bastante bien durante el primer semestre de 1980 a pesar de la debilidad de la coyuntura económica, los sectores de la industria textil relacionados con las industrias del auto-móvil y la construcción de viviendas han venido registrando un nivel bajo de pedidos. El índice de producción industrial de textiles disminuyó-un 1,1+ por ciento durante el primer semestre de 1980 con respecto a 1979 y los sectores textiles relacionados con las industrias del automóvil y de la construcción de viviendas registraron una demanda floja. Algunos estudios no oficiales realizados en el sector textil en su conjunto revelan que en el tercer trimestre se ha producido 'una nueva disminución de la producción.

Durante el primer semestre de 1980, el consumo de fibras textiles aumento un 2 por ciento con respecto al mismo período del año anterior. Las existencias aumentaron también un 2 por ciento durante ese período de I98O; las de textiles de algodón disminuyeron, pero no compensaron la mayor acumulación de existencias de textiles de fibras artificiales. El valor de las expediciones del primer semestre de 1980 fue superior en un 7 por ciento al de las correspondientes al mismo período de 1979, pero los precios aumentaron en la misma medida.

En el primer trimestre de 1980 la producción de tejidos anchos fue de 2.8OO millones de yardas lineales, lo que representa un aumento del 8 por ciento con respecto al trimestre anterior, si bien la cifra es inferior

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COM.TEX/16/Add.3 Pagina 13

producción registrado en el primer trimestre correspondió en su mayor parte a los tejidos de lana y de fibras químicas. El porcentaje de utilización de la capacidad de las fábricas textiles durante el primer semestre de 1980 fue del 85,1 por ciento, frente al 86,7 por ciento en el primer semestre de 1979 y el 88,0 por ciento en la totalidad de dicho año.

El número de trabajadores empleados en la industria textil de los Estados Unidos durante el primer semestre de 1980 fue de 878.300, cifra

inferior en un k per ciento a la correspondiente al mismo período de

1979-La tasa de desempleo de dicha industria durante ese mismo semestre fue del 7,3 por ciento, frente al 7,7 por ciento en 1979. La tasa anual de desempleo de 1979 fue del 6,1+ por ciento.

El promedio de horas trabajadas semanalmente durante el primer semestre de I98O fue de 1+0,1+, frente a 1+0,0 en 1979- Ese mismo promedio fue

de 1+0,3 en lo que se refiere a todo el año 1979-Industria del vestido

Se dispone de lates sobre los costes industriales de determinadas prendas de vestir hasta mayo le I960. Si se comparan tales datos con los de los cinco primeros meses de 1979 puede verse que algunos sectores de la industria se desenvolvieron bien, mientras que otros no fueron tan afor-tunados (véase el cuadro II). La información sobre la industria revela que dicha situación persistió durante el verano de 1980.

El número de obreros de la producción empleados en la industria del vestido durante el primer semestre de 1980 fue de I.IIU.700, frente

a I.I3I+.9OO el año anterior. El promedio de horas trabajadas semanalmente por obrero durante el primer semestre de 1980 fue de 35,6 horas, frente a 35,1 horas durante el mismo período de 1979. El promedio de horas traba-jadas semanalmente durante todo el año 1979 fue de 35,2.

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COM.TEX/l6/Add.3 Página ll+

CUADRO I

PRODUCCIÓN DE TEJIDOS ANCHOS DE LOS ESTADOS UNIDOS (en millares de yardas lineales)

Período 1978 1979 1e r trim. 2.° trim. 3e r trim. 1+.° trim. Total I98O 1e r trim. Producción 11.1+19 2.91+2 2.678 2.1+97 2.626 10.71+3 2.831 Porcentaje de variación con respecto al período

anterior -9,0 -6,8 +5,2 -5,9 +7,8 (con respecto al -3,8 1e r trim, de 1979) -3,8

NÚMERO DE TRABAJADORES EMPLEADOS EN LA INDUSTRIA TEXTIL

Período 1978 1979 Enero-junio Enero-junio 1979 I98O PROMEDIO Período 1978 1979 1e r trim. 2.° trim. 3e r trim. 1+.° trim. DE Promedio total I98O 1e r trim. 2.° trim.

DE LOS ESTADOS UNIDOS (en millares) Trabajadores empleados 900 891 909 878 P o r c e n t a j e d e v a r i a c i ó n c o n r e s p e c t o a l p e r í o d o a n t e r i o r

HORAS SEMANALES DE LOS TRABAJADORES EN LA PRODUCCIÓN TEXTIL

(Horas)

Todas las industrias

1+0,1+ 1+0,1+ 3 9 , 8 1+0,1 1+0,1 1+0,2 1+0,1 39,1+ - 1 , 0 -4,0 EMPLEADOS Textiles 1+0,1+ 1+0,1+ 3 9 , 7 1+0,1+ 1+0,9 1+0,3

M,i

39,7

(15)

COM.TEX/16/Add.3 Pagina 15

CUADRO II ,1/

CORTES- DE DETERMINADAS PRENDAS DE VESTIR Y EXPEDICIONES DE SUÉTERES PARA CABALLERO, SEÑORA, JOVENCITA Y NIÑOS

(En millares de docenas)

Enero-mayo de 1979 Enero-mayo de 198o Porcentaje de variación Para caballero T r a j e s Abrigos y gabanes Chaquetas de s p o r t y v e s t i r P a n t a l o n e s de v e s t i r de P a n t a l o n e s t i p o vaquero P a n t a l o n e s de t r a b a j Camisas de v e s t i r Camisas de s p o r t de Camisas de s p o r t c o n f e c c i o n a d a s con t e j i d o s Camisas de t r a b a j o S u é t e r e s P a r a s e ñ o r a , j o v e n c i t a y Chaquet as T r a j e s de c h a q u e t a , i n c l u i d o s l o s de p a n t a l ó n V e s t i d o s Camisas B l u s a s S u é t e r e s 0 punto n i ñ o s 611 139 1+98 5.138 7.905 152 3.603 I I . 6 9 9 3.080 1.612 91+1+ 633 1.189 5.1+50 3.039 12.337 I.65I+ 521+ 131 5I+0 1+.773 8.397 128 3.209 12.352 3.260 1.61+5 I.05I+ 697 957 5.902 3.681+ 12.1+1+9 2.115 - 1 4 , 2 - 5 , 8 8,1+ - 7 , 1 6,2 - 1 5 , 8 - 1 0 , 9 5,6 5,8 2 , 1 1 1 , 7 1 0 , 1 - 1 9 , 5 8 , 3 2 1 , 2 0,9 2 7 , 9

(16)

COM.TEX/16/Add.3 Pagina l6

CUADRO III

NUMERO DE TRABAJADORES EMPLEADOS EN LA INDUSTRIA DEL VESTIDO DE LOS ESTADOS UNIDOS.

(En millares de trabajadores empleados en la producción)

Periodo 1978 1979 Enero-junio 1979 Enero-junio 1980 Trabajadores empleados l.ll+l+,6 1.123,5 1.13l+,9 l.lll+,7 Porcentaje de variación

con respecto al período anterior

-1,8 -1,8

PROMEDIO DE HORAS SEMANALES DE LOS TRABAJADORES EMPLEADOS EN LA PRODUCCIÓN DE PRENDAS DE VESTIR

(Horas) Pe 1978 1979 ríodo l.er trimestre

2.°

trimestre 3.er trimestre 1+.° I98O trimestre Promedio total l.e r trimestre

2.°

trimestre Todas l a s i n d u s t r i a s 1+0,1+ 1+0,1+ 3 9 , 8 1+0,1 1+0,1 1+0,2 1+0,1 39,1+ V e s t i d o 35,5 35,1+ 3^,9 3 5 , 3 35,1+ 35,2 3 5 , 7 35,1+

(17)

C0MoTEX/l6/Addo3

Página 17

HUNGRÍA

Información destinada al Grupo de trabajo del Comité de los Textiles

Parte A

Estado de la industria

10 Exposición general sobre las industrias nacionales de los textiles

Hungría

Hungría tiene una industria textil relativamente importante. Entre ésta y la del vestido representan alrededor de un 9 por ciento del valor global de la producción industrial y un 16,8 por ciento de las personas que

trabajan en la esfera industrial lo hacen en el sector textil y del vestido0

Alrededor de un 50 por ciento de los productos acabados se destinan al

consumo nacional y satisfacen aproximadamente un 80 por ciento de la demanda de vestido» La calidad del suministro de vestido nacional ha mejorado paula-tinamente, se han puesto en el mercado productos nuevos y modernos y se ha ampliado el surtido, aunque los abastecedores extranjeros aún gozan de buenas oportunidades para vender sus productos en el mercado húngaro pues las

economías de escala no permiten la fabricación nacional de muchos productos» La otra mitad de productos terminados se exporta, en proporciones casi

iguales, a la zona del rublo y a las demás regiones»

Hungría dio información detallada sobre la anterior situación de la industria textil en los documentos C0M»TEX/w/25 y C0M»TEX/w/36. Esta información figura ahora en la parte III del documento C0M»TEX/l6»

2» Datos sobre el estado actual de la producción y el comercio de textiles Hungría

A comienzos del decenio de 1970, se decidió llevar a cabo la recons-trucción de la industria textil en un período de diez años» En total se

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C0MoTEX/l6/Add»3

Página l8

asignaron 30»000 millones de forints para la modernización de los medios de producción, la instalación de equipo moderno y, en un grado menor, la

creación de nueva capacidad en la industria textil y del vestido. No obstante, a mediados de los años 70 la disminución de la fuerza de trabajo se aceleró de modo inesperado llegando a una tasa anual del 1 al 1,5 por ciento; en Budapest, uno de los mayores centros de la industria textil, la disminución de la fuerza laboral fue bastante superior a un 5-6 por ciento al año» Como resultado de ello, la nueva capacidad sirvió, en muchos casos, para compensar la falta de mano de obra.

El proceso de reconstrucción, que perseguía en principio la finalidad de aumentar el volumen de la producción, experimentó a partir de 1978 una modifi-cación en virtud de la cual se atribuye una importancia especial al mejora-miento de la eficiencia y a la transformación de la estructura productiva. En los cuadros I. " 1, 2 y 3 se expone la situación en lo que respecta al valor de la producción y de los principales artículos, así como a la dinámica del incremento anual del volumen de la producción de ciertas ramas.

Factores tanto internos como externos aconsejaron el paso a un sistema de producción y una gama de productos más racionales, por lo que se prevé que en 1980 la producción de la industria del algodón será más de un 10 por ciento inferior a la obtenida en 1975»

En cuanto a la producción global de la industria textil, se prevé que la producción de 1980 será estacionaria o disminuirá respecto de la conseguida en 1979. En esta situación global, correspondería a la industria algodonera una disminución del 2,5 al 3 por ciento, mientras que la industria de los artículos de mercería y la de los géneros de punto aumentarían entre el 3 y el 5 por ciento y en la industria de la confección se registraría un incre-mento del 1 al 2 por ciento» En la industria del lino y el cáñamo está disminuyendo la elaboración de fibras naturales debido a las cosechas agrí-colas insuficientes y, en parte, porque es escasa la fuerza de trabajo dedi-cada a la producción de dichas fibras. Estas ramas tradicionales de cultivo están perdiendo importancia progresivamente y se está pasando, a un ritmo cada vez más acelerado a la elaboración de fibras sintéticas -polipropileno-, lo que hace a la producción más eficiente porque aparecen más y nuevos

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La búsqueda de nuevos perfiles, y la utilización de nuevas materias primas se da también en otras ramas: por ejemplo, para la producción de

tejidos de lana se usan materias básicas que contienen lana y fibras viscosas; en las industrias de la seda y de los géneros de punto se utilizan cada vez más los hilados de algodón; de la producción de camisas se ha pasado a la de blusas y vestidos de señora, más rentables.

Por considerables que sean los resultados conseguidos en cuanto a rees-tructuración de la producción, resultan insuficientes. La falta de activos líquidos en el mercado interior dificulta en gran medida una evolución rápida y dinámica.

No se puede considerar que la reconstrucción en la industria de los textiles haya terminado, y ello por diferentes razones, por ejemplo: las cantidades previstas han resultado insuficientes a causa del aumento de los precios de los equipos. Durante los cinco últimos años, la producción de

la industria del vestido ha experimentado un aumento anual del 1 por ciento. En cuanto a las exportaciones húngaras a zonas de monedas convertibles, el principal mercado es Europa Occidental, y en particular la Comunidad Europea. Otra parte importante de estas exportaciones se destinan a países desarrollados de ultramar con economía de mercado. Lamentablemente, la parte que corresponde a los países en desarrollo en las exportaciones húngaras hacia países de monedas convertibles ha quedado reducida recientemente a alrededor del 20 por ciento.

Las exportaciones a la zona del rublo se realizan en el marco de acuerdos interestatales a largo plazo, que garantizan a la vez una producción segura y economías de escala relativamente importantes.

Se considera que los mercados de la CEE, que absorben actualmente el 50 por ciento de las exportaciones húngaras a zonas de monedas

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Hungría mantiene relaciones comerciales de carácter tradicional que, en la mayoría de los casos, suponen más que meras transacciones comerciales.

Nuestros clientes, agentes y empresas mixtas estudian y comunican las necesi-dades previsibles de los mercados y las variaciones de la moda, además de señalar las tendencias que deben seguirse en el desarrollo de la producción. Las crecientes relaciones que Hungría mantiene en la esfera de la cooperación influyen favorablemente a largo plazo en la estructura de las exportaciones, en el' nivel de calidad de los productos y el volumen de negocio.

Aunque el trabajo sobre pedido en general, y en la industria del vestido en particular, presenta muchas ventajas técnicas, puede bloquear las capaci-dades, pues subordina la producción a los requisitos impuestos por los

clientes, lo que produce inseguridad. No se considera aconsejable un aumento más rápido de esta actividad.

En cuanto a nuestras exportaciones a los mercados de los Estados Unidos, la aplicación del trato de la nación más favorecida ha mejorado apreciablemente nuestra posición y los precios al por menor que pueden conseguirse en los

mercados; sin embargo, otros factores -por ejemplo, el aumento de los gastos de transporte- han impedido que se produzca el aumento previsto del volumen de negocio.

Exportaciones húngaras de algunos productos*

1970 1975 1978 1979 Tejidos de algodón y tipo algodón

acabados (millones de m ) 83,1 89,1+ 102,9 88,8 Tejidos de lino y cáñamo acabados

(millones de mr)

Géneros de punto (miles de toneladas) Ropa interior (miles de piezas) Prendas de vestir exteriores

(millones de piezas) 12,8 l6,l 18,0 17,2

9,7

3,8

.087

9,6

h,9

6.958

9,7

7,9

5.901

7,4

8,6

7.571+

*

(21)

COM.TEX/16/Add.3 Página 21

Importaciones húngaras de las materias primas más importantes Algodón en rama (miles de toneladas)

Lana lavada (miles de toneladas) Mechas de lana peinada (toneladas) Fibras químicas (miles de

toneladas)

Mechas de fibras artificiales peinadas (toneladas)

Hilados de algodón y tipo algodón (miles de toneladas) 9 7 , 7 3,4 .086 36,2 871 3,9 12 9 2 , 8 2 , 9 . 0 1 1 1+8,2 561+ 1 1 , 4 9 9 , 3 2 , 7 1.222 1 51,0 687 1 2 , 3 95,1+ 2 , 7 .140 4 7 , 4 532 8,8

Datos de la Oficina Estadística Central de Hungría, 1980. 3. Información sobre inversiones, capacidad productiva y empleo, e

información general sobre precios , salarios y otros índices pertinentes Hungría

Se prevé que de 1976 a 1980 se habrán invertido aproximadamente de 17 a 18.OOO millones de forints en la industria textil y del vestido

para modernizar la producción. Parte considerable de esta cantidad, aproxima-damente el 30 por ciento, se habrá dedicado a finalidades no productivas,

entre otras la ampliación de las prestaciones sociales y el traslado de algunos talleres a provincias para proteger el medio ambiente.

Las cantidades asignadas para inversiones se habían utilizado casi totalmente durante el período anterior a finales de 1978 y primer semestre de 1979- A causa de tendencias desfavorables en el mercado mundial, los beneficios de las empresas productoras han disminuido, de modo que dichas empresas disponen de menos fondos propios para continuar el desarrollo.

El desarrollo de la industria textil debe basarse fundamentalmente en los recursos internos de cada fábrica. La asistencia de la administración central tiene carácter complementario. Las condiciones para conseguir créditos son más estrictas que antes. Los bancos y empresas tienen que ponerse de acuerdo sobre el incremento que se pretende de la capacidad de

(22)

COM.TEX/16/Add.3 Página 22

producción, el volumen de las ventas de exportación y el aumento de la eficiencia. Se espera reducir al 40 por ciento la parte correspondiente a créditos en las inversiones y al 15 por ciento la de la asistencia

presupuestaria.

La industria textil no goza de especial preferencia. Lo mismo cabe decir con respecto a los créditos necesarios para las inversiones en otras ramas de la industria. Los salarios de la industria textil están reglamen-tados de manera centralizada, al igual que ocurre con las demás industrias, y el nivel salarial es el mismo que existe por término medio para todos

los trabajadores industriales en Hungría.

La industria textil no goza de preferencias en lo relativo a impuestos, pagos al presupuesto y obtención de beneficios.

Parte B

Expansión y reorganización de la industria y desarrollo de sectores concretos

1. Planes oficiales y de otro tipo para la expansión de la industria textil y del vestido

Hungría

No existe un programa centralizado para el desarrollo de la industria textil. En las fábricas que funcionan de manera autónoma, se aplica un único criterio para el desarrollo de la producción y de las exportaciones : la rentabilidad. El Ministerio de la Industria Ligera orienta y controla las distintas ramas en lo que concierne a las diversas escalas de aumento o de reducción de la producción. En la actualidad, la rentabilidad es el factor decisivo; por ello no se conceden créditos ni otros medios de apoyo a las ramas y empresas menos eficientes, lo que ocasiona una reducción de la producción.

(23)

COM.TEX/l6/Add„3 Página 23

Tendencias probables de la evolución de la estructura de la producción en la industria textil

Industria del algodón : Esta industria evoluciona hacia la producción de tejidos de malla de lizo, panas abordonadas, artículos de algodón, telas impermeables, sargas, muletones y diferentes clases de popelines, es decir, tiende a la fabricación de materiales básicos para prendas de vestir "sport"

En la industria de la seda son de prever avances en la producción de materiales modernos para forros interiores y aumentará la de hilados textu-rados de colores, que se destinarán en parte para el consumo interno y en parte para los mercados de exportación.

Como los artículos de mayor demanda son los de pura lana, el desarrollo de la industria de la lana se orienta hacia la elaboración de materias natu-rales básicas tanto en el caso de los tejidos de lana peinada como en el de los de lana cardada.

Por lo que respecta a la industria del lino y del cáñamo, está previsto producir, sobre todo a base de materias sintéticas, artículos textiles

para uso doméstico, tejidos para usos industriales, fibras de pilioleína, cuerdas, artículos de cordelería y sacos, además de damascos de lino, tejidos jacquard y artículos textiles de moda.

Es aconsejable que la industria de los artículos de mercería avance en la producción de accesorios de vestido para la rama de la confección, y en la de cortinas y visillos y artículos de aseo.

Industria de los géneros de punto : En cuanto puede preverse, la moda tiende hacia la preferencia por los tejidos de punto planos, tubulares o en cadena. Sin embargo, también en esta esfera es de prever que se pase a emplear materias básicas no sintéticas.

2. Planes gubernamentales adoptados o previstos para reorganizar o modernizar la industria

Hungría

(24)

C0MoTEX/l6/Add.3

Página 24

No hay ningún programa gubernamental para el desarrollo de la industria textil.

El desarrollo de la industria textil húngara está orientado hacia la "microestructura" de cada empresa; es también un factor importante la flexibilidad con que las empresas adaptan su producción a las diversas exigencias del mercado dotándoles de una eficiencia cada vez mayor. Criterio esencial del desarrollo : la rentabilidad de la producción

El atractivo, el éxito de las modas, los matices de novedad y el "capital humano" acumulado en la tecnología constituyen un factor más deci-sivo para la fijación de los precios que los índices tradicionales, razón por la cual habría que coordinar los costos de producción y de venta para cubrir efectivamente los gastos.

Tratamos de desarrollar la producción haciendo que los productos que suministramos incorporen valores más marcadamente intelectuales y de

servicio. En diversos sectores de nuestra industria de los textiles y del vestido se estudian las posibilidades de cooperación. Necesitamos fundamen-talmente desarrollar las capacidades para la elaboración de las fibras de algodón y de lana, para el acabado, y concedemos especial importancia a la adquisición de conocimientos técnicos y a la estructura de la producción. 3. Medida en que los gobiernos prevén el desarrollo de sectores

determinados de la industria textil y del vestido Hungría

Véase la Parte B. - 1. Parte C

Medidas y políticas de reajuste relacionadas con el párrafo 4 del artículo 1 del AMF.

(25)

COM.TEX/l6/Add.3 P á g i n a 25 Hungría Véase la Parte A. - 2. 2. Medidas gubernamentales Hungría Véase la Parte B. - 1. Parte D .

Aumento del acceso al mercado Hungría

Véase la Parte A. - 2.

(26)

COM.TEX/l6/Add.3 Página 26 0 u cri 2 cri U cri Xi en • H U -P 03 ci C • H cri rH <L> VO u 0 a T ! 0 r H m -P a • H rH O C H m 3 3 0 H • H H 3 CI) 1 n PH T3 (0 rH 3 ^5 ( H O H cri > r H (1) T ) a VO • H O cri B M r, tm • H - p a; > rH (1) S rH • H -P X CD P 03 ça | cri K ta ta eu CD r-t , C 3 O 3 • - 1 r « CO •r-l CO > O eu - P S-i 3 fi O O o H II ir\ t -ON • H O

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(27)

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(28)

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I

(29)

COM.TEX/16/Add.3 Página 29

YUGOSLAVIA INDUSTRIA TEXTIL YUGOSLAVA

En los últimos años la industria textil ha venido representando aproximada-mente el 9 por ciento de la producción total de la industria.

El valor de la producción de la industria textil se divide a partes aproximadamente iguales entre los hilados y tejidos (51,5 por ciento) y los artículos textiles acabados (.48,5 por

ciento).-'-En cuanto a la producción, los resultados materiales de los tres últimos años fueron los siguientes :

Hilados y tejidos de materias textiles a/

Hilados de algodón— (tm) Hilados de lanaW (tm)

Tejidos de algodón^/ (millares de m ) Tejidos de lana (millares de m ) Tejidos de seda artificial

(millares de m )

Artículos textiles acabados

Prendas interiores (millares de m ) Prendas de vestir de materias textiles

(millares de m^ )

Otras prendas de vestir (millares de m ) Géneros de punto (tm)

Medias (millares de pares)

1977 120.898 46.132 383.876 78.715 U2.139 75-142 105.921 50.091 24.719 154.709 1978 117.832 44.526 410.303 73.401 40.906 83.838 122.669 57.587 26.317 166.542 1979 119.853 43.433 4l8.l62 74.796 39.168 89.763 142.519 68.794 29.074 176.713

— Con inclusión de los hilados de fibras celulósicas.

— Con inclusión de los hilados de fibras de sisal y de abacá. c/

— Con inclusión de los tejidos de fibras celulósicas artificiales Durante el período 1976/1978 la producción de la industria textil aumentó más lentamente que la producción global de la industria, como se desprende de los índices siguientes:

Total de la industria

Producción de hilados y tejidos de materias textiles

Producción de artículos textiles confeccionados 1976 91,4 91,5 98,0 1977 100,0 100,0 100,0 1978 108,7 101,0 105,1 Estos datos corresponden al año 1977- Los artículos acabados

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En 1979, la industria textil empleaba a 338.200 trabajadores, habiendo sido esta cifra de 264.600 en 1972. Así pues, en 1979 trabajaba en la industria textil el l6 por ciento de los trabajadores empleados en la indus-tria y la minería.

En 1977, las unidades de producción alcanzaron la cifra de 1.146, de las cuales 798 fabricaban artículos textiles acabados y 348 producían hilados y tejidos.

Durante el período 1973-78 las inversiones básicas de la industria

textil se multiplicaron por 2,7, sin embargo la parte a ellas correspondiente de las inversiones básicas totales de la industria disminuyó en el mismo período del 9 al 4,8 por ciento.

El valor global de las exportaciones yugoslavas de textiles aumentó de 7.737 millones a 9-4l8 millones de dinares durante el período 1977/1979, es decir, creció un 21,7 por ciento. Las exportaciones de hilados y tejidos se incrementaron a un ritmo aproximadamente igual al de las exportaciones de artículos textiles acabados.

De las exportaciones totales de productos textiles realizadas en 1979, el 56 por ciento correspondió a los productos acabados y el 44 por ciento a los hilados y tejidos.

Durante los tres últimos años, las exportaciones de productos textiles, que representaban el 8,2 por ciento de las exportaciones totales de productos industriales y de la minería, quedaron reducidas al 7,8 por ciento de las mi smas.

En el período 1977/1979, el valor de las importaciones totales de

artículos textiles aumentó de 5-721 millones a 7-l80 millones de dinares, es decir un 25,5 por ciento. Las importaciones de artículos textiles acabados crecieron a un ritmo más rápido que las importaciones de hilados y tejidos, a pesar de que estos últimos constituyen la mayor parte de las importaciones de textiles (75 por ciento en 1977 y 73,5 por ciento en 1979).

Las importaciones de productos textiles representan aproximadamente el 3 por ciento de las importaciones totales de productos industriales y de la minería.

El excedente de la balanza comercial yugoslava en el sector de los textiles aumentó un 11 por ciento en los tres últimos años, es decir, pasó de 2.016 millones a 2.238 millones de dinares.

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