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Lo de 1 di a Por la paz iiternacional

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TJ. 'l'llíSíPd (á. Meteorológico Ñ.).—Probable hasta las seis de la tarde de hoy. Cantabria y Galicia: Viento."!

de! cuarto cuadrante y aguaceros. Resto de E s p a ñ a : Vientos flojos y cielo con pocas nubes. Temperatura:

máxima de ayer, 27 en Murcia; mínima, 3 en Santiago, León, Burgos, Soria, Avila y Teruel. E n Madrid: má- xima dé ayer, 18; mínima. 9. ÍVéa-se en quinta plañía el

Boletín Meteorológico.)

E R E C i O S Í3E: S U S C R I K C I O N ^

M A U R £ D — . . . . 2.50 p e s e t a s a l m e s P R O V I N C a A S . . . , . , 9.00 P^^' t r i m e s t r e

P A G O A D E I ^ N T A H O F R A N Q U E O C O N C E E T A D O

MADRID.—Alio X X I I — N ú n i . 7.0S1 M a r t e s 13 d e ábrU d e 1932

C I N C O E D i C I O N E S D I A R I A S

A p a r t a d o 4 6 6 . - E e d . y Admñti., ALPí>NSO X I . 4 — T e l é f o n o s 91090, 91092, 91093, 91094, 91095 y 91098

mariscal Hindenburgha^a^^ dé la República alemana

LA HACÍENDA DE CATALUÑA

o t r o s d e s c o n t e n t o * ! L a s Cortes C o n s t i t u y e n t e s h a n escuchado y a U l e c t u r a del d i c t a m e n d e l a

Comisión, de E s t a t u t o s , en relación con el d e C a t a l u ñ a . L o s c o m e n t a r i o s s e v a n c e n t r a n d o m u y p r i n c i p a l m e n t e en t o r n o del a s p e c t o financiero de l a a u t o n o m í a . De lo que u n político c a t a l á n h a l l a m a d o " l a p l a t a " . V a m o s a comenzar, pues, el estudio de] proyecto p o r e s t e p u n t o .

L a Generalidad h a cometido a n t e l a s p e r s o n a s e n t e r a d a s de las cuestiones de Hacienda, l a inhabilidad de p r e s e n t a r u n titulo I V q u e a t o d a s luces sig- nifica, o bien l a pretensión de q u e r e r c o n v e r t i r l a a u t o n o m í a en u n negocio a costa de todos los españoles, o bien xma i g n o r a n c i a inexcusable d e los r e d a c t o - res del p r o y e c t o sobre lo que en Alemania, y los E s t a d o s Unidos h a r e g i s t r a d o la experiencia. Y conste que aludimos a países del m á s p u r o federalismo.

El p r o y e c t o d e l a Generalidad, llevado a l a p r á c t i c a , s u p o n d r í a u n a cesión de ingresos n o t o r i a m e n t e excesiva en relación con l o s g a s t o s descentralizados.

V a m o s a h a c e r al lector g r a c i a d e l a s cifras. N o s b a s t a r á p a r a .iustiflcar este a s e r t o el a s e g u r a r que a l g u n o s técnicos c a t a l a n e s se h a l l a b a n h a c e días dis- puestos a s u s t i t u i r en el p r o y e c t o l a cesión g r a t u i t a d e l a contribución de utili- d a d e s y del i m p u e s t o del T i m b r e p o r u n concierto con cupos abonables al E s - t a d o p o r l a Generalidad. L e s c o n s t a b a que en este p u n t o podían t r a n s i g i r . Con má,s espíritu de Justicia el p r o y e c t o d e E s t a t u t o venido de C a t a l u ñ a en 1919, presumiendo que l a s contribuciones d i r e c t a s s u p e r a r í a n a los g a s t o s t r a s p a - sados, establecía como comipensación que si en el r e s t o d e E s p a ñ a e]^ i m p o r t e de l a s m i s m a s contribuciones no se d e s t i n a b a en su totalidad a idénticos g a s -

olvidó a los r e d a c t o r e s

Lo de 1 di a Por la paz iiternacional

• - I I.. » ' I • •

Una alocución del Cardenal Paceüi.

secretario de Estado de la S. Sedé

»

ROMA, 11.—El Cardenal Pacelli, s e - cretario de Estado de l a S a n t a Sede, e n el panegírico pronunciado , e n l a B a s í - Ica Minerva e n honor de Alberto M a g - uo, después de haber recordado el apos- tolado de doctrina y de obras realizado por el S a n t o de Italia, r r a p c i a y Alema- nia, t e r m i n ó haciendo votos, porque " e s - tas tres grandes naciones e n l a gravist- ma crisis presente puedan con espíritu de concordia y de amor p r o c u r a r a ellas mismas y al m u n d o el bienestar qué se encuentra en los principios de l a caridad.

la jUsSticia y l a p a z " .

A l a capilla p a p a l que se celebró en la m i s m a iglesia asistieron 18 Cardenales, e n t r e los que figuraba el Cardenal S e - gura, la a n t e c á m a r a pontificia, Arzobis- pos y Obispos e n g r a n número, el Cuerpo diplomático, l a s Ordenes religiosas y los abogados consistoriales. Los Cardenales, reunidos e n el aula cercana a la sacris tía, e n t r a r o n proceslonalmente e n la igle- es, e n su inmensa mayoría, u n a nación,,,jp^ precedidos de maceres

Redújose la propaganda política, en el pasado domingo, a u n discurso de don, Miguel Maura, otro de d o n José Ortega Gasset y otro de d o n Alejandra Lerroux;

y si alguna nota destaca con vigorosa precisión en esas oraciones, es él descon- t e n t o por algtmas actuaciones sectarias y partidistas de los Gobiernos ^de l a R e - pública.

A juicio del señor Ortega, " e l P a r l a - mento n o funciona como debiera. L a obra constitucional hk sido deplorablemente deficiente. H a y que abandonar, los c r i t e - rios dé partido, y no preocuoar.se m á s que de l a , historia d e , E s p a ñ a " .

Más explícitamente h a n señalado los señores M a u r a y Lerroux, como causa de esa escisión antinacional, causada por estímulos partidistas y sectarios, l a polí- tica persecutoria de l a creencia católica, llevada a la Constitución y agudizada con iniciativas gubernativas.

P a r a el señor M a u r a es " ü n grave error gobernar con olvido de que E s p a ñ a

Circular del gobernador de Tarragonr

• , 1 1 • ' i ' U .

Recomienda procedimientos de to lerancia a los alcaldes para

entenderse con los párrocos

Obtuvo 700.000 votos más que el 13 de marzo

»WI»"

de católicos; grave error que abre las! ^ jg^ j ^ i ¡ ^ ofició monseñor Dehuya.

Pide a los "hombres juiciosos" que se "impongan a los secta-

rios y violentos"

T A R R A G O N A , 11.—El g o b e r n a d o r ci- vil h a dirigido a los alcaldes l a siguien- te c i r c u l a r : ,

" E n diferentes : pueblos _ de estas co- m a r c a s s e h a n producido diferencias y discusiones l a m e n t a b l e s e n t r e l a s a u t o - ridades locales y los señores e n c a r g a d o s de l a s iglesias p a r r o q u i a l e s respecto a l a utilización de las c a m p a n a s de los cam- p a n a r i o s p a r r o q u i a l e s y en algunos l u g a , res t a m b i é n , sobre los derechos q u e ca- d a , p a r t e cree t e n e r s o b r e los relojes de los mismos c a m p a n a r i o s .

P a r a a c a b a r con tales diferencias y

Hitler ha ganado dos miMones de sufragios, pero tiene seis mi- llones menos que e! mariscal. El candidato comunista ha per-

dido más de un miiíón de electores

RATIFICACIÓN DE CONFIANZA AL CANCILLER BRUNíNG

tos, C a t a l u ñ a r e i n t e g r a r í a a proporción. E s t o se les olvidó a

poner t r i b u t o s directos en C a t a l u ñ a . N o p o d r í a existir u n i m p u e s t o nacional so- ^^ _,_„..^^ Lerroux. en fin. h a solicitad"

b r e l a r e n t a , como acaece e n l o s Estados, Unidos desde 1913 o en Alemania¡^,,.j o o b j ^ n o " u n a rectificación de poli na Marcelo", de P.Tlestina.-

desde 1920. tic.!i"; ha hecho burla de losdipu(?.dosque

C u a l q u i e r a q u e h a y a leído el i n f o r m e d e l o s r e p r e s e n t a n t e s del ministeriol^e dedican en el P a r i a m e n t o " a t r a g a n de H a c i e n d a , s e h a b r á p e r c a t a d o d e l a s limitaciones fijadas a la labor de los curas y frrile..": h a negrdo el derecho¡

Í i s S L SU c r í t i c a h a i t a d o c i r c u n s c r i t a a u n a m e r a " t a s a c i ó n " del P - ^ - t o . •" a la per^ecuc^^^^^

P o r eso l a Comisión de las Cortes se; h a e n c o n t r a d o sin u n a r i g u r o s a orien- pronunciado e s t a , e n e r g í a n ^ a b í tación. Y, p o r a ñ a d i d u r a , con t é r m i n o s p e r e n t o r i o s . E s necesario t e n e r en c-uenta ovacion^adas^poj^^^^^^^^ ^^^ ^^P^^

estos f a c t o r e s a n t e s de e x a m i n a r el d i c t a m e n . . ^ ^^^ »._'que .se extingue el sentimiento religiosC

E l p l e i t o f e r r o v i a r i o

i > 'i

E n los círculos ferroviarios se asegura que el Gobierno resolverá e n u n plazo breve, acaso d e n t r o del m e s actual, l a petición de a u m e n t o que tienen formula- da los agentes ferroviarios,

I Qije ,se

L a p r i m e r impresión q u e p r o d u c e dicho d o c u m e n t o es q u e la Comisión h a perpigujendo él Crucifijo, que está en el¡ Según parece, la solución que propon- c u a n t í a imiportante l a s p r e t e n s i o n e s económicas del p r o y e c t o ca-|¡,i„,a ¿^ nuestra raza, h a s t a de los no.'drá el ministro de Obras públicas a l G o - cercenado en . - , , . .

t a l á n Se salvan de l a cesión de i n g r e s o s : el i m p u e s t o d e derechos r e a l e s en su creyentes?

totalidad utilidades en su m a y o r p a r t e y T i m b r e en u n a m i t a d . P o r el contra-1 He a h í repetidos p o r oradores afectos

Í r / o s s é r v Í c ^ s de l e g i s l a c i ó n ' e s t a t a l y ejecución c a t a l a n a , que_en_una H g u r o s a , a l J^e,.m^n.^mstaurad™-es de el. , o b e r -..„, „ „ , < . . . . v,-„ ,,„=o,. c„v,,i» in Hacienda central ¡nantes con él. juicios y .ipreciacioncs que.rio, la gratificación a n u a l que en el mp;

i n t e r p r e t a c i ó n del p r o y e c t o de E s t a t u t o d e b í a n p e s a r s o b r e la H a c i e n d a central,¡^^ ^^^^^^_ ^ ^ encontrado cien veces en - "^^-" - ' - - t „ o i ^ „ „ f p i = , nom, dejan a h o r a d e s u f r a g a r e p o r l a m i s m a . A s i s e infiere t á c i t a m e n t e del articulo^^^^^^^^ c o l u m n a s formulados ñor hombreP

que en el d i c t a m e n lleva el n ú m e r o 17. A d e m á s , el E s t a d o p o d r a i m p l a n t a r u n , ^ ^ nuestro campo o p o r nuestr.<i nropia

immiesto sobre l a r e n t a . E n conclusión, el d i c t a m e n s e a p r o x i m a m a s a l a s | p j „ ^ g . .Q^^ ^ O se hiera on lo m á s P a - | S u S P e n s Í Ó n i n d e f i n i d a conveniencias del i n t e r é s público. ,grado de las conciencias de millones d e , ^ ^

M a . a ú n así, n o s o t r o s t e n e m o s q u e f o r m u l a r ,algunos i m p o r t a n t í s i m o s ^ ^ - • ^ ^ : : ^ , ¿ ^ ^ I f ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ i ^ i S f ¿ E " l i Í í í o R c f " i T - Por paros. L i m i t é m o n o s p o r a h o r a a s e ñ a l a r dos d e c i e r t a g r a v e d a d . ¡,e gobierne para toda E s p . ñ a y n o p a r a j ^ e p r ^ S en el i T m a S " V e r d a d y

E n t r e g a l a H a c i e n d a del E s t a d o a l a Generalidaa la contribución terntonai,!^^^.^,^^^^.^^ ^^ ^^^^ cuantos p a r t i d o s ! ¡Justicia", la noticia escueta, s i n comen-

la contribución i n d u s t r i a l , el 50 p o r ciento del i m p u e s t o del Timbre, lo.s i m - | c ^ n d o desde ' a derecha se dicen estasj tario alguno, el texto del cable de p r o - ^ _ „ . ^ , „ „ ^ , ^.,. ^, - „ ^ „ ^^, „^, . ^ . ^ «v.

puestos m i n e r o s y u n a p a r t e d e los i n c r e m e n t o s de l a recaudación p o r utilida- quejas o aquellas acusseionr-s. a las cmi- testa del J;!^ ."^Ini^tro Cox M^^^^^^ ^ ^ I , pendiendo casi siempre de a m b a s p i t e s - des, a m é n de o t r o s ingresos m e n o s i m p o r t a n t e s . Y s u r g e n las p r i m e r a s p r e - , . ^ , „ ; „ j.^mcrfismo ni IR .iusticiP V^M^n^'^o^^P^^^f^^^^^^^ ^^.^t^de

g u n t a s : ¿ E n v i r t u d d e q u é d a t o s s e p r e s u m e que estos ingresos fiscales e s t á n poner la m á s leve t.lri». se n o . acu.sa dp ^ í ; ¿ ^ f ' / " J Í , \ ; S e a d o s U i sanción en ' gtialdad con los g a s t o s t r a s p a s a d o s ? A d e m á s , aunque lo e s t u v i e r a n al p r e - agresores de la República. ¿Aient.in con- - •

. . « . e ¿ h a b r í a n d e e s t a r l o e n el ftituiro? T é n g a s e en c u e n t a q u e n o s e debe causar perjuicio n i a l a H a c i e n d a del E s t a d o , n i a l a H a c i e n d a de l a Generalidad.

ten n o r m a s r e g u l a d o r a s de las relaciones Daffina. \l^^ deben m e d i a r e n t r e l a s a u t o r i d a d e s 'civiles }'• los r e p r e s e n t a n t e s de l a Igle- 'sia católica, a t e n d i e n d o a l a necesidad

que existe de r e g u l a r la utilización de tales utensilios en los pueblos, m e per- mito r e c o m e n d a r a los alcaldes atiendan l a s p r e s e n t e s instrucciones.

E s preciso, en p r i m e r término, procu- r a r u n a c u e r d o con l o s r e c t o r e s o en- c a r g a d o s de l a s p a r r o q u i a s , los cuales, estoy seguro, no se opondrán a recono- cer los derechos que, a u n q u e sólo fuese por c o s t u m b r e - - f u e n t e de derecho t a m - bién a d m i t i d a p o r los c a n o n i s t a s y p o r loa cánones—tienen los pueblos sobre di- ,chas cosas, que h a s t a ho y h a n venido de abril conceden actualmente l a s C o m - i ^ t ü i ^ a n d o r-n común con l a Iglesia, a la pañías a todos sus agentes. 'cuaj en m u c h o s de ellos l a s ofrecle-1

ron c o r d i a l m e n t e . ' e n los t i e m p o s de iden.

tificación y confusión q u e h a s t a a h o r a ' hemos vivido. E s t o produjo de hecho, u n estado de condominio revelado en t o - das p a r t e s p o r hechos indiscutibles, t a - les como el s a t i s f a c e r los A y u n t a m i e n - tos todos los ga.sLos d e conservación y del personal eni.-argado del servicio, d e -

B E R L I N , 11.—Las elecciones presi- denciales celebradas a y e r p o r segimd»

vez h a n dado el siguiente r e s u l t a d o : Hindenburg, 19.359.642 votos — 52,1 % Hitler, 13.417.460 votos — 36,8 % T h a l m a n , 8.706.388 votos — 10,1 % . C o m p a r a n d o estos r e s u l t a d o s con los de l a p r i m e r a vuelta s e tienen l a s dife- rencias siguientes:

H i n d e n b u r g g a n a 70S.912 votos.

H i t l e r g a n a , 2.078.175.

T h a l m a n pierde 1.276.8Ú9,

E s t a s cifras son el mejor c o m e n t a r i o de l a s elecciones. L o s c o m u n i s t a s , con- vencidos de la inutilidad de su esfuerzo se h a n abstenido en m u c h a s p a r t e s de Alemania, incluso en Berlín, adonde se h a b í a hecho a l g u n a p r o p a g a n d a q u e fal- t ó casi en absoluto en el r e s t o del país.

Con todo, algunos resultados locales au-

\L^ MILLOHllMVOJOA __..

bierno será el a u m e n t o de m i l pesetas anuales e n los haberes de todos los fe- rroviarios, suprimiendo, p o r el c o n t r a -

en 1 senté;

t r a ella esos hombres, fervorosos servido- res del régimen, también descontentos, también fiscales del secetarismo republi-

formulo u n a enérgica protesta p o r con- . q u é m e c a n i s m o c o m p e n s a d o r p r o d u c i r á l a nivelación n e c e s a r i a e n t r e a m b a s pgj^g.

Haciendas si l a i m p o r t a n c i a d e l o s ingresos y d e los g a s t o s v a r í a s e en dis-, g j ^ ^^^^ frente a esta coincidencia e s í s i d e r a r violada la. Constitución y l a Ley jiautnod,», fti^jo^ V !oportuno señalar ciertas discrepancias. No;<">- Defensa de la Repúbhca, de exclusi-

^ ' " p ^ e v i < a ° e s t r e n el d i c t a m e n l a posibUidad d e q u e el E s t a d o cree u n i m p u e s t o j a nosotros, e n efecto, siho a esos prohom-P;^^^^Pl^a'=^» I > | B A T l ! ' " & s ^ r d i r " c - i costa, n a t u r a l m e n t e , de reibajar l á presión de l a s a c t u a l e s ^;on-,txeft reputolicaíioe, . » ' d e b í - a * K m r - á ^ ^

los A p e s a r de esto, n u e s t r a conciencia p e r i ó d i c a s ' d e Madrid y provincias, esto .de h o m b r e s de derecho n o n o s p e r m i t e golaernndor civil h a impuesto u n a m u í - 1 a c o n s e j a r a l o s pueblos u n a i n c a u t a c i ó n fa de 1.000 pesetas y l a suspensión i n - forzosa, ni medios de violencia p a r a la definida del periódico. Respetuosamente ,jtijización, p a r a los fines de l a vida cí

sobre l a r e n t a , a

tiibuciones d i r e c t a s . A s í dice el a r t í c u l o 19 del p r o y e c t o : consecuencia; porque sus actos parlamen- tarios n o responden a sus palabra»? e n el

nos confines de donde a r r a n c a y aque líos otros h c s t a donde llega. Ahora está de moda—y la siguió e n su di.'ícurso de

"Si <>1 E s t a d o c r e a el impuesto sobre Is r e n t a y con l a ! motivo s u p r i m e alguna .^^j^j^ p ^ j , ^^^ ^^ cpinión pública, que dp l&i contribucione.s cedidas a l a Generalidad o la.3 modifica en forma que se|¡,g e n t e r a con gusto de t a n sensatas d e - rertuzca .=u rcntlimiento, concederÁ a la H a c i e n d a de la Generalidad l a s compen-,.i¡jj,j^f.jQj,gj_ ^^ fi„ mucho en su sinceri- saciones que procedan e n recursos de la m i s m a n a t i u a l e z a . " jrind n i en su eficacia.

Sin e m b a r g o , no c r e e m o s q u e ios i n t e r e s e s de l a H a c i e n d a queden d e ^ d a - j Con ; f " i ^ ^ - v ' q i í r plde"^es^^^^^^

mente a s e g u r a d a s p a r a cuando i l e p e t a l ocasión, f ' - q - ^ - / ^ - - ^ - - - - ; c ° n e n d t a r a t e n e r en s u s m a n o s l a s organizaciones a d m i n i s t r a t i v a s ce l a s con.i.oucio-i

nes territorial, i n d u s t r i a l y de u t i l i d a d e s ; y t o d a s ellas s e e n c o n t r a r á n en p o d e r de la Generalidad. A d e m á s , ¿ t e n d r í a el E s t a d o , de h e c h o v í a libre p a r a el n u e v o impuesto sobre l a r e n t a , si l a Generalidad se o b s t i n a s e en n o r e b a j a r u n o s i m - puestos cedulares p r e v i a m e n t e cedidos p o r el E s t a d o m i s m o ? ¿ E s q u e el E s - tado podría, como dice el a r t í c u l o » , s u p r i m i r o r e d u c i r en C a t a l u ñ a l a con- tribución t e r r i t o r i a l y l a i n d u s t r i a l c u a n d o y a en el 18 s e h a desprendido de Ide^ hac, e l l a s ' ; Y c u á l e s s e r í a n l a s "compensaciones ea, r e c u r s o s d e l a m i s m a n a t u -

raleza" s i l a s c o n t r i t o o i o n e s : cedulares b a j a n e n C a t a l u ñ a al advenimiento de xm i m p u e s t o sobre l a r e n t a ? ^ , , ..

E l p r o b l e m a financiero q u e p l a n t e a n los E s t a t u t o s regionales es todavía m á s

hondo de lo q u e d e e s t a s consideraciones p u e d a desprenderse. P o r h o y n o s l i - , ^ ^ - — — ^ - - - ¿ ^ - ^

vil, de l a s m i s m a s cosas, a u n q u e reco- nociendo l a utilidad de é s t a s y la conve- niencia de p r o c l a m a r y de h a c e r re.spe- t a r l o s derechos q u e puedan ]o=- puebio?

reivindicar.

P o r esto aconsejamos, como declamos, nés. Este es ei único d a t o de i m p o r t a n - ¡ e l a c u e r d o sincero, el p a c t o leal, con los cía, porque el resultado estaba previsto,;representantes de las iglesias que tienen

12

10

8

6

4

7

0

- — —t-

1

^ ^ h s ^ ^gK(f

— - -

i ^ ¥ ^ í 1

se h a n r e p a r t i d o e n t r e H i t l e r y H i n d e n - burg, en l a proporción de 4 a 1, p e r o no se h a n a b s t e n i d o como h a b í a r e c o m e n - dado H u g e n b e r g , el jefe d e los n a c i o n a - listas, y a q u e l a cifra d e v o t a n t e s e s m á s b a j a q u e en e l 13 d e m a r z o , y e s a disminución corresponde casi e x a c t a m e n - te al n ú m e r o de votos que h a perdido el candidato c o m u n i s t a . E n t o t a l h a n v o - tado 36.588.140 electores, m i e n t r a s el 13 de m a r z o lo hicieron 37.660.377. T o d a s l a s regiones d e A l e m a n i a a c u s a n e s t a disminución, e x c e p t o B a v i e r a .

Los r e s u l t a d o s p o r circimsoripoiones son c a s i l o s m i s m o s q u e en l a ocasión anterior. H i n d e n b u r g obtiene m á s v o t a - ción en el centro, el s u r y el oeste, al p a - so que H i t l e r g a n a l a elección e n el N o r - t e y e n el E s t e d e A l e m a n i a . C o m o l a vez a n t e r i o r , el p r i m e r r e s u l t a d o recibi- do fué el d e l a sección electoral m á s a l - t a de E u r o p a en el Z u g s p i t z e en Bavie- ra, que envió l a siguiente votación: H i n - denburg, 8 9 ; H i t l e r , 4 3 ; T h a l m a n , 5. L a proporción e s casi l a m i s m a q u e a n t e s , pero h a n v o t a d o m e n o s electores.

E n Berlín, H i n d e n b u r g h a obtenido 218.000 votos, é Hitler, 141.000. L a m a - yoría o b t e n i d a p o r el m a r i s c a l H i n - d e n b u r g h a sido m u y considerable e n H a m b u r g o , B u i s b u r g o , Colonia, M u l - heim ( R u n o ) , H e s s e , Leipzig. T a m - bién h a obtenido m a y o r í a e n B r u n s - wick, c a p i t a l c o n s i d e r a b a como feudo d e los r a c i s t a s .

E n Scheverin h a tenido m a y o r í a Hitler.

De los r e s u l t a d o s d e l a s elecciones p o r distritos, r e s u l t a q u e H i t l e r h a obtenido m a y o r í a en P o m e r a n i a , T u r i n g i a , H a n o - vre d e ! E s t e , Slesvig-Holstein, C h e m n i t z y Zwickau, es decir, on seis c i r c u n s c r i p - ciones de l a s 35 en q u e e s t á dividido el t e r r i t o r i o del R e i c h a los efectos electo-

El éxito del m a r i s c a l : H i n d e n b u r g s e ha a c e n t u a d o m á s en Colonia, Aquis- gran, A l t a B a v i e r a y S u a v i a .

"Que Dios nos guíe"

y todo el interés de la contienda residíala s u f a v o r l a presunción " d e j u r e " de en el n ú m e r o de votos que podrían o b t e - i l a propiedad de l a s m e n c i o n a d a s cosas, ner los racistas,...Y conviene h a c e r resal-i El a n t e d i c h o a c u e r d o e n t e n d e m o s po- t a r la cifra, porque, cuando los partidof-ldria fácilmente establecerse sobre l a ba- polítícos luchen aislados, sin fundirse lo.s se de p e d e r s e g u i r utilizando los pueblos votos de media docena en el nombre m á s las c a m p a n a s d e los c a m p a n a r i o s p a r r o - prestlgioso de l a República germánica, quiales en l a m i s m a f o r m a c o m o se v e - los doce millones de sufragios que pueden nía hacie'ido h a ^ t a a h o r a , e s t o es, p a r a las necesidades de l a vida local; p o r política nacionRl". P u e s vea quiénes son"'^s'-^i' ^CUÍUHÍI un ÍJ-M^J uc;tioivu. ¡ejemplo, p a r a s e ñ a l a r ias h o r a s de em-

a má.í d? nosotros—, quiénes le a c u s a n ' P o r su masa, en primer termino. Si losjpezar y t e r m i n a r los t r a b a j o s en los días política antinacional. " í r a t r í -

cicln*'. ' - w^ - . ., I

, _ , i.^. n ^írtí" íi-,-,.T-n o i*,'o n nriQ file,,"??, rípí 99j? r l i n i l t í í - !

£No es a u n hora de rectificar?

Valencia el jefe del G o b i e r n o - h a b l a r de considerarse incondicionales del jefe r a

"política n a c i o n a l " . P u e s vea quiénes Eon|Cista t e n d r á n u n peso decisivo.

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mitam,os a u n a s o m e r a introducción. O t r o m a y o r a m p l i t u d .

d í a d e s a r r o l l a r e m o s el t e m a con

Por su masa,

resultados de ani;eayer se repitiesen en ¡iaboraüler, anuncios de fiestas, toques de u n a s elecciones genérale.';, Hitler y los s u - f u e g o , l l a m a d a a s o m a t é n , e t c é t e r a . vos formarían u n a fuerza de 323 diputa-j Y en c u a n t o a los relojes, en los ca- aos—uno p o r cada 60.000 voto.s—frente isos q u e los A y u n t a m i e n t o s cuiden d e s u U n c a s o nná.;¡a 323 de los n;nipos coaügados p a r a lair'onfervación pueden hacerlo tam,Mén en

• ¡contienda del domingo. Aíicid.insa a los.adelanto, sierapro que p o r p a r t e de ¡os Quiere el gobernador de Teruel que se|22;i hitleriano.^ SO comunislas (por r a - l s e ñ o r e r r e c t o r e s r,s reconozca a aquéllos le pida permi.so para p r o n u n c i a r u n ser-j^Qjip^ ^^¡p pj lector }\\7.zc.v& obvia.-, dos-i.-íu c!e»c?I]n fj? cnn-'l-^minio cuando m e -

acom-ii-Hi^t; f\p la Ipfíiirn do lr> ínforr.ir.oión.lnc-".

os yetes del I N o créeme.

móii e n u n a igle¡3ia, y que Sf; acom-ipy^s d^ la lectura do

pane a la petición el enunciado del jcomputamos al ccniuni.smo que m o r a l m e n t e ns legal

El jefe de la k s e naval de Mahón, destituido

Lindbergh pagó el rescate

• - - < ' •

Desde entonces no sabe nada ni de su hijo ni de los s-ecuestradores

t e m a de que el predicador vaya a o c u - | i 3 de marzo), y ce verá fácilmente quejmeníe, h o y poi- hoy, p u e d a n los Ajmn parse. Así se desprende de u n a c o m u n i - gs imposible gobernar contra los racistas, jtaml en tos r e c l a m a r o t r a intervención.

cación que h a enviado al Obispo de la MO se olvide que éstos constituyen u n j E s t i m o t a m b i é n paradoja, ridicula, diócesis. _ Igrupo homogéneo, y los adversarios e s t á n coritra-^eníldo manifiesto y s e c t a r i s m o No hace muchos días nos ocupábamos ¡reparados p o r divergencias t a n h o n d a s , l a m e n t a b l e l a pretensión de a l g u n o s de en este lugar de lo que llamábamos " e x - «ye únicamente e n ca-sos como el preson-ju t i 1 i z i r las" c a m p a n a s p a r r o q u i a l e s ceso de celo" de algunas autoridades. El|(-e. d u r a n t e u n minuto, alrededor de un'—utensilios de la l i i u r g i a religiosa—pa- gobernador de Teruel se h a excedido m á s nombre respetado y venerable h a n p o d i - i r a actos de laicismo, y p o r esto a los a ú n . Porque e n aquel comentario r e - j a o spr oh-idadas. ¡hombres juicio,''os d e n u e s t r a d e m o c r a -

El crecimiento racista

t o r i z a n l a s sospechas de q u e H i t l e r ha tenido '/otos c o m u n i s t a s . P o r ejemplo, en Hesse D a r m s t a d t H i n d e n b u r g h a g a - nado d e l a p r i m e r a a l a s e g u n d a vuelta 7.000 votos, m i e n t r a s H i t l e r h a a u m e n - t a d o 33.000. A h o r a bien, el candidato nacionalista obtuvo en la p r i m e r a vuel- t a sol 3 16.000 votos y es difícil c r e e r que l a diferencia e n t r e 16.000 y 40.000, s u m a del a u m e n t o de los dos candidatos, s e de- ba a p e r s o n a s q u e en l a p r i m e r a \'uelta no v o t a r o n t a n t o m á s c u a n t o que el c a n didato c o m u n i s t a h a perdido 36.000 vo- tos de u n a elección a o t r a .

E n general, los votos d e D u s t e n b e r g

H i n d e n b u r g h a dirigido u n manifiesto al pueblo a l e m á n dándole l a s g r a c i a s p o r h a b e r renovado s u confianza e n él y j u - r a n d o que c o n t i n u a r á sirviendo a l a P a - t r i a y á l pueblo a l e m á n con t o d a s s u s fuerzas.

"Acepto—dice—^mi reelección p a r a l a Presidencia. Fiel a mi j u r a m e n t o , conti- n u a r á ejerciendo m i s funciones en i:n e s p í r i t u d e imparci.^lidad y equidad y con e! firme deseo d e a y u d a r a A l e m a - n i a a o b t e n e r l a l i b e r t a d y l a i g u a l d a d de d e r e c h o s en el e x t e r i o r y h a l l a r l a unidad y el p r o g r e s o en el interior.

P i d o a t o d o s l o s h o m b r e s y m u j e r e s a l e m a n e s ; a l o s q u e m e dieron su voto, como a l o s q u e n o m e v o t a r o n : A b a n - donad l a s d i s c o r d i a s y e s t r e c h a d l a s i - .as. Como hice y a h a c e siete a ñ o s pido a h o r a o t r a v e z l a colaboración del p u e - blo a l e m á n entero. E s n e c e s a r i a l a con- c e n t r a c i ó n de t o d a s l a s f u e r z a s p a r a d o - m i n a r l a s diflctfltades y l a situación a n - g u s t i o s a d e los t i e m p o s a c t u a l e s . Sólo uniéndonos s e r e m o s lo b a s t a n t e f u e r t e s p a r a d o m i n a r n u e s t r o destino. P o r e s t o : Adelante, unidos y q u e Dios nos guíe."

Los racistas

H i t l e r h a publicado en l a P r e n s a de su p a r t i d o u n manifiesto e n t u s i a s t a de g r a t i t u d a s u s v o t a n t e s y diciendo q u e el r e s u l t a d o del d o m i n g o d e b e a v i v a r

El " H e r a l d o " de anoche publica u n a interviú con el m i n i s t r o d e M a r i n a , a la cual p e r t e n e c e n estos p á r r a f o s :

—Me interesaría mucho, aenor minis- tro, eonoo-er s u opinión. sobre los inci- dentes de los que fuimos testigos.

—No m e g u s t a h a b l a r ; usted lo sabe...

Apenas llegué al ministerio ordene la destitución del jefe de la base naval de Mahón. No se lo h e dicho a nadie, por- que esto, como t a n t a s cosas, creo que no deben hacerse público p o r m i . Aü- verti que en la sala de l e c t u r a de m a n - nerJa no había m á s q u e periódicos de tibio republicanismo o no republicanos, V .se lo dije delante dei presidente. Me contestó el jefe que las suscripciones costaban caras. Además, la base n o es- taba engalanada como, es costumbre, y se h a destituido al señor Ibánez, quien embarcará como le corresponde.

—<Y en C a r t a g e n a ?

—Los periódicos de allí me h a n orlen tado.

—¿Vio usted aquel letrero con s u co- ronita "^

• - ¿ E l del "Salón del T r o n o " ? ^¿Que alcance puede darse a eso? Quiza tro- no puede t o m a r s e como sitio p a r a el icfe del E s t a d o . De mayor importancia es lo ocurrido en la fiesta en homena- ie a la República, donde varios marinos que estaban en las plateas g u a r d a r o n una actitud despectiva. Yo, realmente, ni me fijé e n e s o ; pero, en fin, parece que hubo desafecto.

—Algunos m a r i n e r o s se a c e r c a r o n a nosotros, los periodistas, y n o s señala- ron su poco oculto deseo de t i r a r a l agua a algunos oficiales.

—lA disciplina a bordo es m u y seve- ra, y, n a t u r a l m e n t e , h a b r á m a r i n e r o que guarde ese p e n s a m i e n t o ; pero como el comandante sepa m a n t e n e r s e en su puesto, no h a y cuidado. E s t o se probo el U de abril. E l barco bien m a n d a d o y que tuvo ¡su conato de insurrección saivó el bache, aunque lo m a n d a r a un oficÓEl de ideas monárquicas. E s t o del monarquismo de la Marina que t a n t o se h a criticado es u n poco exagerado.

Hay antirrepublicanos en la A r m a d a , igual que en el E j é r c i t o y en los de- más d s p a r t a m e n t o s . N o e s q u e yo dis- culpe a ."nadie. Aquí toda la oflcíalídad y muchas j-afe,? son devotos del^ régi- men, y p a r a corregir a lo-s demás es-

cordábamos hechos que denotan la m e - : N O disminuyen estas consideraciones la;r-ia señalo este hecho, p a r a q u e con su KTTTirizi vni>Tf q _ P l "íensacional ""<^* ^^^^ '""" ' í " ^ riertos alcaldes y SO-'importancia dei triunfo oWenido a n t e a y e r j a u t o r i d a d so imponrian sobre los secta-

^.rii^Ál Mil M c-nvimtílM^^^^ perrJeuen legítimas m a n i l e s - . p o r el mariscal Tlindcnhurg. Alemania ,r¡o,« y violentos v h n g a n r e s p e t a r las rapUj del hijo del c o u m e l i . i i i í i u e i ^ i n a ^ ^ ^^^pj,^^^ ^ . ^.p^^^^^ , j ^ ^ nrimer término, v E u m n a . dpsmié.s. „,<.,-,X,„„,^o= „ . ;„c .irt-^i<.,ar,oia or, lo p a s a d o p o r u n a n u e v a fase, cuyos d e t a

lies a l s e r conocidos h a n producido enorme impresión en l a opinión n o r t e - a m e r i c a n a .

H o y se h a sabido que el coronel Lind- b e r g h h a b í a llegado a u n a c u e r d o con los a u t o r e s del r a p t o y les h a b í a e n t r e - g a d o c i n c u e n t a mil dólares p a r a que le

r e v e l a s e n e x a c t a m e n t e el l u g a r donde se e n c o n t r a b a su hijo. Cuando s e fué a b u s c a r al niño, no se le e n c o n t r ó e n el l u g a r designado p o r l o s a u t o r e s del

r a p t o . E s t o s h a n r o t o todo c o n t a c t o conjf^g i ^ igle.sia,'española. Someter a l a a u tariones externas de piedad, algunas e n - tre ellas que notoriamente pertenecen a la esfera de los derechos individuales.

Pero el gobernador de Teruel p e n e t r a ya en el recinto Sagrado del templo y quie- re equiparar el pulpito a cualquier t r i - b u n a pública de conferencias.

No podemos comprender l a insensata política de quienes n o cejan e n su e m - peño de herir a los católicos e n sus sen- timientos m á s caros, n i g u a r d a n a la Iglesia las consideraciones que, de suyo, .se le deben, y .singülanrienté h a ' m e r e c i - el coronel L i n d b e r g h desde que recibie-

ron los c i n c u e n t a m i l dólares. - E n v i s t a de lo sucedido se h a c e u n nuevo l l a m a m i e n t o a todos l o s ciuda- d a n o s de l o s E s t a d o s Unidos p a r a que cooperen en l a s investigaciones q u e si- g u e l a Policía p a r a a v e r i g u a r el curso seguido p o r los billetes de Banco en- t r e g a d o s a los s e c u e s t r a d o r e s y que, al p a r e c e r , e s t á n m a r c a d o s .

E l r e l a t o d e lo sucedido h a sido h e c h o en u n informe p r e s e n t a d o p o r el jefe d e l a Policía d e l estado d e N u e v a .lersey, quien en n o m b r e del coronel L i n d b e r g h pide l a colaboración y a y u d a de todos.

Assoíiiatedi P r e s s .

Nuevas negociaciones

H O P E W B L L , 11.—El coronel Lind- b e r g h a m a n i f e s t a d o que desea e n t a b l a r nueva.? negociaciones con los r a p t o r e s de su hijo, con objeto d e v e r si es posible que a c e p t e n el c a m b i a r l o s billetes dp Banco e n t r e g a d o s p o r u n a cantidad igual de oro en m o n e d a s o lingotes.

torldad ecle.giástica a la vejación de t e ner que" soilciíar especial permiso p a r a cada sermón que se pronuncie, es, n o y a desconocer derechos sacratísimos, sino lanzar injustamente i m a ofensa inútil.

Si, p o r r a r a circunstancia, algún sacer- dote se extralimitase desde el pulpito, a u - toridades superiores tiene que «abrían lla- marle la atención. Si, p o í motivos t e m - peramentales, o p o r algún olvido m o m e n - táneo, se registrase el hecho, n o se evi- t a r á ciertamente enviando el t e m a del sermón al gobernador civil. Bien poco escrúpulo h a n demostrado los gobernado- res, p o r o t r a parte, p a r a imponer m u l - t a s y castigos a dignísimos sacerdotes, por u n a simple denuncia y eri c o n t r a del testimonio de sus oyentes. D e modo, que lo hecliOipor el gobernador de Teruel n o ptiede: interpretarse de otra m a n e r a que como u n a manifestación* m á s del deseo de herir los sentimientos catóhcos y los derechos de la Iglesia, de que parecen p o - .«efdñs algunas autoridades.

Y volvemos a dirisirnos al

en primer término, y Europa, después, h a b r á n visto con satisfacción l a derrota del jefe racista. El presidente d e l Reich es u n a g a r a n t í a c o n t r a Hitler mismo si el día de m a ñ a n a lOs " n a z i s " participan eri el Gobierno. Pero los resultados elec- torales son u n a advertencia p a r a todos.

El nacionalismo de estilo racista—dentro y fuera de Almania—es u n a a m e n a z a y un peligro. Conviene estudiar el fenóme- no fríamente, evitando el método d e c u - brir al adversario de insultos, buscando u n descrédito inipo.sible c u a n d o se t r a t a de u n movimiento lleno d e p u j a n z a y de ideal. Puesto que, se a c a b a d e , celebrar el centenario de Goethe, citemos u n a f r a - se suya que, e n síntesis, decía a s í : " A b o - rresico t a n t o a los que efectúan l a s revo- luciones como a quienes l a s h a c e n inevi- tables.

mencifm.idas noiiiias d ^ tolerancia, en la convicción de q u e s e r v i r á n así m e j o r a n u e s t r o r é g i m e n , del cual h a n de con- s i d e r a r los m á s firmes cimientos, el r e s - p e t o a l derecho y a l a conciencia d e t o - dos los ciudadanos.

T a r r a g o n a , 8 de abril de 1932.—El g o - b e r n a d o r civil, R. N o g u e r y Oomet."

aiii<ía!iiiH:i!!iaiiiiH!iii!R!iiiiai!«»fliiHiii!iBiuin^i!iH!iniKiiimi

L o s M i r a l l e s Dos líneas n a d a m á s p a r a subrayar como conviene el extraño suceso de la nueva detención de estos muchachos, que pronto s u m a r á n el a ñ o d e estancia e n la Modelo. Colocados e n situación d e p r i - sión a t e n u a d a p o r motivo d e l a grave enfermedad de u n o de sus fantiliares, se les • encarcela n u e v a m e n t e el m i s m o d í a qué u n a j u n t a de médicos manifiesta su pesimismo respecto d e aquella e n f e r m e - dad. F u e r a d é l a prisión; ;en v i r t u d 'de u n auto; no se les m u e s t r a a í prenderles, otro, que anule el anterior. Detenidos, n o se les conduce a la cárcel, sino que p a s a n la noche en la Dirección de Seguridad.

índiee - resumen

12 abril 1932

8

10

ex infante, que fué alumno... Ordené u n a requisa r á p i d a e imprevista, y a y e r e s - t u v o h a b l a n d o conmigo el director de la Escuela, quien m e m o s t r ó u n a alo- cución vibrante que les había dirigido

Gobierno '^' ^° ingresan e n l a Modelo h a s t a el día í E s é.sía u n a política de pacificación? ¿N^ •'istuente al medio día.

.seria co.sa de poner coto a e.stas "iniciati- I « ' ' / q " ^ ^^^^ S"^*"^"'"u *°^"--' ^ ' V S i í ' v a s " , que u n a vez acá, y allá o t r a vez.'^as de u n a medida gubernptiva. Y h e - e n v e n e n a n el ambiente y dificultan la^^'!"' « - " ^ ^ ^ ^^'^^'^^'^ y_lo.s derechos d e ronvívencia eivil? I^°® ciudadanos siguen siendo e n t r e n o s - convivencia civii/ i^^^.^ ^^^^ ^^^^ pertenece a l a esfera del

J^t e l s í i d o n a s a l e m a n a s ' n ú t o El caso de los h e r m a n o s M i r a ü s s es láignó de l l a m a r l a atención p o r s u s c a - , El mariscal Hindenburg h a sido reeli-lracterístieas de persecución a c e n t u a d a : | - . . . . „ a l prineripic dei cureo.._.Hay^deficiencias, ¿¿Q pgj,^ j¡j . ; - , ¡ . - ;. ^-,,,, Rgich. Su.= 'pero es a ú n m á s i m p o r t a n t e como :sín!o- tamo,^ oon loa m a n d o s en la mano. Haca; que corrijo y no lo oigo, «• un día ei ,„„ , „ „

poco roe habían dicho que los mucha- cho.? de la Escuela N a v a l conservaban insignias del viejo régimen; retrato» del

/

Congres., m e exigiei.a conocer lo,. he-i™tos h a n a u m e n t a d o de la primera a la ma que como c^aso. iDe.spues d e t a n t o s : , chos entonces .se d a r í a n cuenta del tra-i^egunda vuelta e n 700.000, m i e n t r a s que elogios como le h a n t r i b u t a d o a l a Cons- j bajo' de .la. R^púbUca ?» l a AMnada. líos de Hitler h a n crecido e n dos miUo-ltitución t e ^^^«'i • '1^

Clneniatógrafos y t e a t r o s . . . P á g .

D e p o r t e s P á g . L a vid» en Madrid P á g .

Crónica d e sociedad P á g . I n f o r m a c i ó n o o m e r e l a 1 y

financiera P á g , Charlas aérea* , ( E l d e s -

a r m e ) , p o r Alfredo K i n -

delán P á g . P a l i q u e s femeninos (Epis-

tolario), p o r " E l Amigo

T e d d y " P á g . 10 N o t a s del block P á g . 10 l i » alegría q u e vuelve (folle-

tín), p o r Marie le Miére. ' P á g . 10

—o—

PKO•*^^íCIAS.—Homenaje a los con- cejales dé la Lliga-en- Barcelona.—

Se celebra la Asamblea de los Sin- dicatos Agrícolas de Cataluña.—^Huel- ga de obreros de l a electricidad en Valencia y C?stellón.—Un m u e r t o y dos heridos en G r a n a d a (págs. 3 y 4).

EXTKAN.JKRO.—Hindenburg reele- gido presidente d e la República ale- m a n a e n l a s e g u n d a v u e l t a p o r 19.S59.000 votos c o n t r a 13.417.000 o b - tenidos p o r el jefe d e los racistas.—

Violenta erupción volcánica e n los Andes; se h a n sentido terremotos y r=;tá li(¡\iendo ceniza y arena en m u - chas ciudades de A r g e n t i n a y Chile j

' (páginas l ' y l ó ) . !

ELECCIONES ALEMANAS COMPARADAS

P A R T I D O S 1.'

Votos en 1923 v u e l t a 3.* vuelta.

V o t o s en 19.S2 1.* v u e l t a 2.« v u e l t a C o m u n i s t a s 1.871.815

Socialistas 7,785.678 D e m ó c r a t a s 1.565.136 Centro 3.863.676 B á v a r o s 1,002.278 P a r t i d o Popular... \

10.387.523 N a c i o n a l i s t a s

1.931.591

13.752.640

4.982.079

18.661.736

3.706.388

19.369.612

14.639.399 R a c i s t a s 2S4.471

2.55T.S76

11.338.571 13.417.460

El p r i m e r c u a d r o es u n a c o m p a r a - ción escueta de l a s cifras d e votos o b - t e n i d a s p o r l o s diferentes c a n d i d a t o s en los c u a t r o escrutinios presidenciales ce- lebrados p o r l a República a l e m a n a . E n la p r i m e r a v u e l t a de 1925 cada p a r t i - do p r e s e n t ó su c a n d i a t o propio, excep- t o l o s p o p u l a r e s y los n a c i o n a l i s t a s que- j u n t a r o n s u s votos e n el ex m i n i s t r o J a r r e s . Ludendorf fué el c a n d i d a t o r a - cista, el canciller M a r x , el del c e n t r o católico, el p r i m e r m i n i s t r o de P r u s i a , B r a u n , el de los socialistas, u n m a g i s - t r a d o , Hellpaoh, r e p r e s e n t ó a los demó- c r a t a s , el p r i m e r ministi'o de B a v i e r a , al p a r t i d o p o p u l a r d e s u p a í s , y T h a l - m a n fué p o r p r i m e r a v e z c a n d i d a t o de los c o m u n i s t a s . N i n g u n o obtuvo m a y o - ría a b s o l u t a .

E n l a s e g u n d a v u e l t a s e f o r m a r o n dos coaliciones: el bloque del I m p e r i o — nacionalístass., r a c i s t a s , b á v a r o s y p a r t i - do p o p u l a r a l e m á n — y el bloque del P u e - blo—socialistas, c e n t r o y d e m ó c r a t a s . L o s p r i m e r o s ofrecieron l a c a n d i d a t u r a ai m a r i s c a l H i n d e n b u r g , q u e r e s u l t ó vea cedor f r e n t e a l canciller M a r x , c a n d i - d a t o del o t r o grupo, p o r 14.639.899 vo- tos, c o n t r a ia.752.640.

E l crecimiento d e l a e x t r e m a dere-

el Centro. E n el cuadro, d o n d e los p a r - t i d o s e s t á n o r d e n a d o s r i g u r o s a m e n t e p o r s u s d o c t r i n a s d e izquierda a d e r e - cha, s e a d v i e r t e f á c i l m e n t e el c a m b i o que h a sufrido l a política g e r m a n a . D e - fienden a h o r a a H i n d e n b u r g los m i s m o s p a r t i d o s q u e e n 1925 v o t a r o n a l canci- ller M a r x , m a s los d o s p a r t i d o s p o p u l a - r e s d e B a v i e r a y d e A l e m a n i a , l o s n a - cionalistas disidentes ( c r i s t i a n o s socia- les y c o n s e r v a d o r e s ) y el p a r t i d o eco- nómico del Reich. L o s t r e s últimos c i t a - dos no e x i s t í a n en 1924 o disponían d e m u y e.scasa fuerza. P o r eso no e s t á n i n - cluidos en l a e s t a d í s t i c a que publica- mos. H o y e s preciso mencionarlos, p o r - que s u m a n d o s millones d e v o t o s .

L o s c u a d r o s y el gráfico m u e s t r a n bien, c l a r a m e n t e el a v a n c e á e l a e x t r e - m a d e r e c h a a l e m a n a bajo el impulso personal d e H i t l e r . E n 1924 y 1925 l a personalidad m á s d e s t a c a d a d e l r a c i s m o es el g e n e r a l Ludenforf. P e r o el político es m u y inferior a l m i l i t a r y m i e n t r a s H i t l e r e s t u v o en l a cárcel el p a r t i d o s e desmoronó, a D'-'A,?' •!>,' ->-,,-••-- - • • ••

ro del g e n e r a l . Desüe d o s msii-ones a e \/o- t o s bajó h a s t a algo m e n o s d e 300.000 un a ñ o después. E n 1928 h a r e c o b r a d o p a r t e de s u s h u e s t e s , p e r o h a s t a l a c r i - sis de 1930 no a p a r e c e como u n f a c t o r cha h a desplazado a H i n d e n b u r g h a c i a i m p o r t a n t e en la política dei Reich,

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