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La misión de Mr. Pickett

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Academic year: 2020

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LA MISIÓN D E MR. PICKETT

José F U E N T E S M A R E S

M I E N T R A S L O S E S T A D O S D E L SUR a d o p t a b a n definidas medidas bélicas, en W a s h i n g t o n l a administración d e l presidente Bu¬ c h a n a n boqueaba, y moría p o r f i n de muerte n a t u r a l . S i u n presidente, en todas partes, n o pasa de ser figura decorativa d u r a n t e los meses últimos de su gestión, puede juzgarse cuál sería l a situación de B u c h a n a n en aquellos días previos a l 4 de m a r z o de 1861, en que h i z o entrega d e l poder. Esclavista y su¬ d i s t a p o r convicción, B u c h a n a n había carecido de fuerza p a r a g a n a r l a simpatía franca d e l sur, en tanto que los republicanos, c o m o era de esperarse, le hacían objeto de n a d a piadosos co-mentarios. L o s representantes d e l N o r t e en el Congreso, h a c i a d i c i e m b r e de 1860, pensaban q u e si los acontecimientos se des-encadenaban f i n a l m e n t e en l a f o r m a esperada, se justificaría la necesidad de colgarlo,1 en tanto que los prohombres d e l S u r desconfiaban de él, y en aquellos días se veía a sus agentes r o n d a r por las i n m e d i a c i o n e s de su casa, a m o d o de que n o p u d i e r a o l v i d a r que le tenían en su poder.2 P e r o los temores surianos eran i n f u n d a d o s . H u b b a r d , u n amigo de L i n c o l n , tenía razón c u a n d o suponía que e l presidente se encontraba absolutamente de acuerdo c o n el Sur en p u n t o a l p r o b l e m a secesional. "Se me h a d i c h o p o r personas de gran distinción, y p o r a l g u i e n que h a regresado recientemente de W a s h i n g t o n — e s c r i b i ó H u b b a r d a L i n c o l n — que M r . B u c h a n a n se h a c o m p r o m e t i d o n o sólo a n o oponerse a l a secesión de cual-q u i e r Estado suriano, sino a prestarle su apoyo inclusive. Este es u n hecho i n d i s c u t i b l e a los ojos de los Estados algodoneros, y de aquí su prisa p o r c o n s u m a r l a secesión i n m e d i a t a m e n t e . " 3

A l f i n a l i z a r 1860, l a situación de B u c h a n a n resultaba desesperada. S i n prestigio n i poder en l o político, c o n u n " b l a c k r e p u b l i c a n " en c a l i d a d de sucesor, y sobre todo, en-c i m a , en-con el p r o b l e m a de l a seen-cesión de C a r o l i n a del Sur. E l día último del año h i z o de tripas corazón y se dirigió a l

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C o n g r e s o , p a r a leer su cuarto y ú l t i m o mensaje a n u a l . N o se resolvió a defender abiertamente a l E s t a d o rebelde, pero tam-p o c o se atrevió a tam-p r o tam-p o n e r medidas e n su contra. E n tam-p l e n a a c r o b a c i a constitucional, i n c l i n a d o a l a causa que compartía su corazón, aseguró que n i n g ú n Estado tenía e l derecho de separarse de l a U n i ó n , pero a l m i s m o t i e m p o agregó q u e e l G o b i e r n o federal carecía de facultades legales p a r a mantener a u n E s t a d o dentro de l a U n i ó n .4 G r a c i o s o galimatías que M r . Seward glosó poco después, agudamente, a l escribir: " E s deber d e l presidente ejecutar las leyes, a menos de que a l g u i e n se oponga. Y es claro que n i n g ú n E s t a d o tiene e l derecho de

separarse de l a U n i ó n , a menos de q u e así lo decida." 5

B a j o l a tormenta que se cernía sobre l a c a p i t a l federal y e l país entero, B u c h a n a n entregó e l poder y se fue a su casa, a escribir l a defensa de su administración. Entonces pro-n u pro-n c i ó L i pro-n c o l pro-n su discurso i pro-n a u g u r a l , epro-n e l p l a pro-n o d e l grapro-n lógico y g r a n orador q u e era. S u p a l a b r a quiso ser aceite sobre las aguas broncas, y q u e d ó en voz de solitario. Q u i s o ser u n g r a n político c u a n d o l a política se encontraba atro-p e l l a d a atro-p o r l a fuerza, e h i z o u n l l a m a d o a l a c o n c o r d i a c u a n d o el o d i o cerraba e l h o r i z o n t e y l a d i s c o r d i a corría p o r el viento. H i z o c u a n t o p u d o , cuanto sabía q u e era inútil hacer. F i n a l -mente, dejó l a r e s p o n s a b i l i d a d de l a paz bajo l a cuenta exclu-siva de los hombres d e l Sur. T o d a s las guerras de l a historia han p e n d i d o de u n h i l o , q u e a l g u i e n h a cortado bajo su r e s p o n s a b i l i d a d . S i allí l a g u e r r a pendía también de u n h i l o , los h o m b r e s d e l S u r tendrían que cortarlo. Y l o cortaron. E l h i l o se l l a m a b a E o r t S u m t e r , e n l a Bahía de C h a r l e s t o n . E n e l mes de d i c i e m b r e anterior, B u c h a n a n había llegado a u n acuerdo con los representantes de C a r o l i n a d e l S u r en el Congreso, acuerdo absurdo, p r o d u c t o a l a vez de su con-flicto personal ideológico, y de l a prisa que tenía p o r salir de

sus responsabilidades E l c o n v e n i o se reducía l a

jp ¡romes 3. de no a v i t u a l l a r los fuertes de l a Bahía de C h a r l e s t o n en tanto que las fuerzas d e l S u r se abstuvieran de atacarlos. E n otras palabras, que las guarniciones tendrían que rendirse o m o r i r de h a m b r e ,6 sin quedarles o t r a alternativa. E l con-v e n i o era tan i d i o t a que e l p o b r e de B u c h a n a n , bajo l a presión

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n o r d i s t a , t u v o que d a r m a r c h a atrás, y a l mes siguiente m a n d ó provisiones de boca a l F u e r t e Sumter, cuya entrega frustra-r o n los soldados de C a frustra-r o l i n a d e l Sufrustra-r. A q u í estaba y a e l "casus b e l l i " , de b u l t o , pero B u c h a n a n pasó p o r alto el atentado y se sometió u n a vez más: ya sólo le i m p o r t a b a que llegara e l 4 d e marzo p a r a irse a su casa.

L i n c o l n , p o r supuesto, a u n q u e en p r i n c i p i o opuesto a l a i d e a de l a guerra, n o podía transigir c o n u n a situación c o m o esa. Buscó todavía u n a solución política, y e l 8 de a b r i l se dirigió a l g o b e r n a d o r Pickens, de C a r o l i n a , advirtiéndole q u e proporcionaría provisiones de boca a l a guarnición de F o r t S u m t e r , pero q u e se abstendría de enviar refuerzos de h o m -bres o materiales de guerra. L a m e d i d a n o podía ser más c o n c i l i a d o r a , pero e l S u r n o estaba ya para tales refinamientos. E n respuesta a l a n o t a de L i n c o l n , e l gobierno de M o n t g o m e r y d i o instrucciones a l general B e a u r e g a r d p a r a que a l frente de siete m i l soldados confederados, acantonados en C h a r l e s t o n , r e c l a m a r a l a rendición del F u e r t e , que se consumó a l siguiente día. E l 15 de a b r i l , L i n c o l n llamó a filas a 75,000 hombres, y proclamó e l estado de guerra entre los Estados U n i d o s y los

Estados Confederados de A m é r i c a .7 Rechazaba, p o r supuesto,

el presunto derecho c o n s t i t u c i o n a l a l a secesión. S i las leyes de l a federación n o se c u m p l í a n espontáneamente, él acudiría a l a fuerza p a r a hacerlas observar. L i n c o l n , el g r a n político, n o había p o d i d o evitar l a guerra, pero lograba p o r l o menos e l o t r o de sus fines: c o n su ataque sobre F o r t Sumter, e l S u r cargaba c o n l a r e s p o n s a b i l i d a d m o r a l de l a gran c o n t i e n d a .

E N E L M O M E N T O D E E S T A L L A R L A G U E R R A , el N o r t e y e l S u r e r a n ya en r e a l i d a d dos países perfectamente diferenciados. Desde el p u n t o de vista t e r r i t o r i a l o c u p a b a n áreas semejan-tes, pero el índice demográfico, en cambio, n a d a b u e n o augu-r a b a a l a causa d e l Suaugu-r, c o n sus nueve m i l l o n e s de habitantes — c a s i cuatro de los cuales eran negros—, frente a veintidós m i l l o n e s de norteños. E l S u r tenía sus ventajas, p o r supuesto, pero todas insuficientes: u n a m e j o r a g r i c u l t u r a , u n espíritu bélico más v i v o , y sobre todo, esta sí mayúscula, l a de poder

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l l e v a r sobre e l S u r u n a verdadera guerra de conquista. E l Sur, p a r a vencer, n o tenía q u e derrotar y conquistar a l N o r t e . T e n í a sólo que conservar más o menos sus posiciones, hasta convencer a l enemigo de q u e l a única salida honorable sería la d e l reconocimiento de l a secesión.

Posiblemente fueron las tres ventajas que e n v a l e n t o n a r o n a los estadistas surianos. P a s a r o n p o r alto el creciente poderío i n d u s t r i a l d e l N o r t e . P a s a r o n p o r alto que el N o r t e podía fabricar sus propios pertrechos m i l i t a r e s , en tanto que ellos tendrían que a d q u i r i r l o s en el extranjero. O l v i d a r o n que de su enorme cosecha de algodón i n d u s t r i a l i z a b a n menos que u n tres p o r ciento, l o q u e significaba que l a i n d u s t r i a textil d e l Sur, e n su conjunto, beneficiaba l a m a t e r i a p r i m a en cuotas inferiores a las de u n a sola c i u d a d d e l N o r t e , l a de L o w e l l ,

Massachusetts, p o r e j e m p l o .9 N o prestaron atención a l hecho

de q u e u n a sola c i u d a d d e l N o r t e — N u e v a Y o r k — se acercaba entonces a l millón de habitantes, y que l a U n i ó n producía h i e r r o , textiles, calzado, i m p l e m e n t o s de labranza, y empa-caba productos a l i m e n t i c i o s , y construía naves comerciales y de guerra. Q u e el N o r t e c o n t a b a c o n las tres cuartas partes d e l kilometraje total de líneas férreas construidas en el país hasta 1860, y que el índice de analfabetismo suriano — h a s t a u n 15 % de l a p o b l a c i ó n — , contrataba c o n el m e d i o por ciento de regiones c o m o Massachusetts. P e r o sobre todo l a gran dis-p a r i d a d i n d u s t r i a l . A l dis-p r i n c i dis-p i a r l a guerra, sólo el Estado de N u e v a Y o r k producía el doble, en valor de productos m a n u -facturados — y P e n n s y l v a n i a casi el d o b l e — que el total de los Estados Confederados. E l N o r t e producía, sobre el Sur, en l a

relación de doce a u n o .1 0

E n l a p r i m a v e r a de 1861, l a sola sospecha de estas cifras d i s i p a b a l a d u d a acerca de quienes tendrían que vencer, pero entonces las pasiones v e l a b a n su significación. N a d i e d u d a b a de l a v i c t o r i a en el N o r t e . N a d i e d u d a b a de l a v i c t o r i a en el Sur. Sólo que e l p r i m e r g r a n encuentro distó de c o n f i r m a r las previsiones de los datos estadísticos. Bajo l a presión de l a o p i n i ó n pública, y s i n l a suficiente instrucción m i l i t a r , t r e i n t a m i l hombres d e l N o r t e , a l m a n d o d e l general M c D o w e l l , cruzaron e l P o t o m a c en su m a r c h a sobre R i c h m o n d , l a n u e v a

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c a p i t a l confederada. A treinta y cinco m i l l a s a l sur-oeste de W a s h i n g t o n , en u n p u n t o l l a m a d o Manassas J u n c t i o n , el gene-ral B e a u r e g a r d , e l vencedor de F o r t Sumter, acantonaba vein-tidós m i l hombres. M u y cerca, en el valle S h e n a n d o a h , e l general confederado J o h n s t o n tenía bajo sus órdenes nueve m i l más. U n choque entre fuerzas iguales numéricamente. Las armas también iguales. L a decisión correría, entera, p o r c u e n t a d e l mejor espíritu bélico y de l a m e j o r organización. E l 21 de j u l i o se consumó el gran encuentro, sobre e l ria-c h u e l o l l a m a d o B u l l R u n . P r i m e r o se peleó b i e n y tenazm e n t e p o r atenazmbas partes, pero cuando inesperadatenazmente i r r u tenazm -p i e r o n en e l c a m -p o los nueve m i l hombres de J o h n s t o n , los reclutas d e l N o r t e se entregaron a l a fuga. Vergonzosamente a b a n d o n a r o n armas y m a t e r i a l de guerra, y c o r r i e r o n en busca del r e f u g i o d e l Potomac. Jefferson D a v i s , personalmen-te, estuvo presente en l a última fase de l a b a t a l l a . E l Secreta-rio de Estado confederado i n f o r m a b a ese día de q u i n c e m i l bajas nordistas, entre muertos y heridos. T a m b i é n informó que toda l a artillería, provisiones de boca y m u n i c i o n e s d e l ejército de M c D o w e l l se encontraban en manos confederadas, más u n a b a n d e r a de los Estados U n i d o s .1 1

L a c a p i t a l de los Estados U n i d o s , aterrorizada, contem-p l ó d u r a n t e dos días el regreso de los fugitivos, y e l G o b i e r n o llegó i n c l u s o a pensar en a b a n d o n a r l a c i u d a d . P e r o los ven-cedores n o s u p i e r o n capitalizar l a victoria, y W a s h i n g t o n se salvó. E n g o l o s i n a d o s , se d e d i c a r o n a escribir e l n o m b r e de B u l l R u n en l a historia. N a d a más. C o m o tantos otros ven-cedores, antes y después.

U N A N A C I Ó N N U E V A , n a d a inesperada, emergía de l a C o n v e n -ción de M o n t g o m e r y , u n mes justo antes de que A b r a h a m L i n c o l n , en W a s h i n g t o n , o c u p a r a l a P r e s i d e n c i a de los Estados U n i d o s . E l 9 de febrero, fue designado presidente d e l gobierno p r o v i s i o n a l de los Estados Confederados e l famoso Jefferson D a v i s , y en su discurso i n a u g u r a l , entre otras muchas cosas interesantes, d i j o :

H e m o s l o g r a d o n u e s t r a a c t u a l s i t u a c i ó n p o l í t i c a e n f o r m a q u e e n l a h i s t o r i a d e las n a c i o n e s c a r e c e d e p r e c e d e n t e s , p r o p o r c i o n a n d o

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u n e j e m p l o v i v o d e l a i d e a a m e r i c a n a d e q u e los g o b i e r n o s se f u n -d a n e n e l c o n s e n t i m i e n t o -d e l o s g o b e r n a -d o s , y q u e e n e l p u e b l o r a d i c a l a p o t e s t a d d e m o d i f i c a r l o s o s u p r i m i r l o s a d i s c r e c i ó n , c u a n d o esos g o b i e r n o s l l e g a n a ser c o n t r a r i o s a los fines p a r a los q u e se c o n s t i t u y e r o n . . . L o s E s t a d o s s o b e r a n o s , a q u í r e p r e s e n t a d o s , h a n p r o c e d i d o a f o r m a r esta C o n f e d e r a c i ó n , y es u n a b u s o d e l e n g u a j e h a b l a r d e u n a r e v o l u c i ó n p a r a s e ñ a l a r u n a c t o de esta n a t u r a l e z a . C i e r t o q u e f o r m a n u n a n u e v a a l i a n z a , p e r o e l g o b i e r n o se c o n s e r v a d e n t r o d e c a d a E s t a d o . . . H a c a m b i a d o e l i n t e r m e d i a r i o m e d i a n t e e l c u a l m a n t e n í a n r e l a c i o n e s c o n las n a c i o n e s e x t r a n j e r a s , s i n q u e p o r e l l o d e b a n i n t e r r u m p i r s e n e c e s a r i a m e n t e d i c h a s r e l a c i o n e s . . . A n s i o s o s d e c u l t i v a r l a p a z y e l c o m e r c i o c o n todos los p u e b l o s , p o d r e m o s p o r l o m e n o s , s i n o e v i t a r l a g u e r r a , si c o n f i a r q u e l a p o s t e r i d a d n o s r e l e v e d e l a r e s p o n s a b i l i d a d d e h a b e r n o s c o m p r o -m e t i d o e n e l l a i n n e c e s a r i a -m e n t e . 1 2

E n D a v i s , como en L i n c o l n , se observa idéntica preocupación a liberarse de l a r e s p o n s a b i l i d a d que p u d i e r a i m p u -társeles, como causantes de l a guerra, pero en el mensaje d e l presidente de los Estados Confederados se hacia notable, además, l a decisión de echar las bases de las relaciones i n t e r n a -cionales del nuevo país, y ello sin dilación, a l m i s m o t i e m p o que se ajustaban las apremiantes cuestiones domésticas.

L a política exterior de los Estados Confederados tenía dos metas definidas: en p r i m e r lugar el reconocimiento d e l n u e v o g o b i e r n o p o r parte de las potencias europeas — I n g l a t e r r a y F r a n c i a sobre t o d o — , y luego l a conclusión de u n a alianza ofensiva y defensiva con el gobierno de México. Sólo en el caso de que u n a a l i a n z a de esta naturaleza resultara imposi-ble, l a d i p l o m a c i a confederada reducía sus pretensiones a l s i m p l e aseguramiento de l a n e u t r a l i d a d m e x i c a n a . S i n contar con d i c h a n e u t r a l i d a d p o r u n lado, y p o r el otro con el reco-n o c i m i e reco-n t o areco-nglo-frareco-ncés, reco-n o era posible emprereco-nder más am-biciosas aventuras en p u n t o a relaciones exteriores.

E l 16 de marzo, u n mes escaso después de haberse organi-zado el gobierno, el secretario de Estado M r . R o b e r t T o o m b s instruyó a W i l l i a m L . Yancey, P i e r r e R o s t y A . D u d l e y M a n n p a r a que, c o n el carácter de comisionados especiales de los Estados Confederados de América, desempeñaran en E u r o p a la misión que les c o n f i a b a el presidente. A l a misión se atri-b u í a n los siguientes oatri-bjetivos:

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493 a ) I n f o r m a r a a q u e l l o s g o b i e r n o s — a l d e I n g l a t e r r a p r i n c i p a l -m e n t e — , q u e los E s t a d o s C o n f e d e r a d o s h a b í a n a s u -m i d o d e n u e v o los p o d e r e s a n t e r i o r m e n t e d e l e g a d o s e n e l G o b i e r n o F e d e r a l p a r a e l l o g r o d e f i n e s específicos, b a j o e l p a c t o c o n o c i d o c o m o C o n s t i t u -c i ó n d e l o s E s t a d o s U n i d o s d e A m é r i -c a .

b ) C o m u n i c a r l a f o r m a c i ó n d e u n g o b i e r n o i n d e p e n d i e n t e , c a b a l e n c u a n t o a sus f u n c i o n e s , y d o t a d o d e l o s a t r i b u t o s nece-s a r i o nece-s p a r a o c u p a r u n l u g a r e n t r e lanece-s n a c i o n e nece-s d e l a t i e r r a ; y

c ) R e c l a m a r e l r e c o n o c i m i e n t o , c o m o i n d e p e n d i e n t e , q u e se d e b e a t o d o p u e b l o c a p a z d e g o b e r n a r s e a sí m i s m o , y d o t a d o c o n l a f u e r z a n e c e s a r i a p a r a h a c e r s e r e s p e t a r , n e g o c i a n d o f i n a l m e n t e t r a -t a d o s d e A m i s -t a d , C o m e r c i o y N a v e g a c i ó n c o n d i c h o s p a í s e s , a l o b t e n e r s e e l r e c o n o c i m i e n t o oficial.13

D o s meses después — M é x i c o resultaba menos i m p o r t a n t e q u e I n g l a t e r r a y F r a n c i a — , el secretario de Estado R o b e n T o o m b s extendía n o m b r a m i e n t o e instrucciones en favor de J o h n T . P i c k e t t como "agente d e l g o b i e r n o de los Estados C o n f e d e r a d o s cerca del gobierno de M é x i c o " . A l a misión de P i c k e t t se asignaba como objeto f u n d a m e n t a l l a conclusión de u n a a l i a n z a entre ambos países, que a j u i c i o de Jefferson D a v i s se e n c o n t r a b a abonada p o r razones de toda índole. A l tanto de las precarias relaciones que el g o b i e r n o m e x i c a n o m a n t e n í a c o n los de F r a n c i a e I n g l a t e r r a , y p o r supuesto a l corriente d e l r o m p i m i e n t o con España, q u e aparejaba l a nada vaga amenaza de u n conflicto a r m a d o , Jefferson D a v i s cono-cía también las metas que Juárez perseguía c o n el T r a t a d o M c L a n e - O c a m p o , l a más i m p o r t a n t e de las cuales, prevista p o r l a C o n v e n c i ó n anexa, consistía en l a conclusión de u n a a l i a n z a ofensiva y defensiva c o n los Estados U n i d o s , desti-n a d a a q u e M é x i c o p u d i e r a codesti-ntrarrestar, c o desti-n el a u x i l i o ame-r i c a n o , los planes inteame-rvencionistas euame-ropeos. E l m i s m o Davis fue testigo en W a s h i n g t o n , sólo u n año antes, de cómo influyó sobre todo, en el rechazo d e l T r a t a d o y l a Convención M e L a n e - O c a m p o p o r parte d e l Senado, el riesgo de que las obligaciones bilaterales consignadas en l a C o n v e n c i ó n pudie-r a n apudie-rpudie-rastpudie-rapudie-r a los Estados U n i d o s a u n conflicto bélico con las naciones europeas, y en defensa de los intereses mexicanos. E l presidente de los Estados Confederados de A m é r i c a distaba ele ser u n político i n u K o v i s a d o , y tampoco era u n memo.

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Precisamente a l hecho de encontrarse enterado de las urgen-cias mexicanas h a de atribuirse l a oferta n a d a velada, desli-zada en las instrucciones de Pickett, que apenas o c u l t a b a su condición de cebo y anzuelo:

Si los E s t a d o s C o n f e d e r a d o s t u v i e r a n q u e d e f e n d e r a M é x i c o contra c u a l q u i e r i n v a s i ó n e x t r a n j e r a , es o b v i o q u e p o d r í a n h a c e r l o con m a y o r eficacia y r a p i d e z q u e c u a l q u i e r a o t r a n a c i ó n d i s -tante.14

Esta verdadera promesa, c o n t e n i d a en el m e m o r á n d u m a Pickett, ofrecía u n a garantía a los viejos temores de Juárez en p u n t o a l a intervención europea — e s p a ñ o l a p r i n c i p a l -m e n t e — en los asuntos de México, a c a -m b i o de contrarrestar las maniobras de W a s h i n g t o n que sin d u d a p r o c u r a b a n tam-bién, en a q u e l m o m e n t o , asegurar u n a alianza con el gobierno m e x i c a n o .

Ésta era l a meta, el f i n a l a vez i d e a l y f u n d a m e n t a l . P e r o era preciso contar también c o n l a p o s i b i l i d a d de que el go-b i e r n o m e x i c a n o , p o r m u y explicago-bles temores, n o accediera a concertar l a a l i a n z a propuesta. Entonces e l agente se con-formaría c o n asegurar el segundo de los objetivos, o sea el de una garantía de n e u t r a l i d a d frente a l conflicto q u e se venti-l a b a en venti-los Estados U n i d o s . E n este caso, trataría de conse-g u i r que M é x i c o h i c i e r a extensivos, a los confederados, los beneficios y p r i v i l e g i o s contenidos en los T r a t a d o s celebrados entre su g o b i e r n o y el de los Estados U n i d o s .

P a r a concertar u n a a l i a n z a entre ambos pueblos, a b u n d a -ban las razones en opinión de Jefferson D a v i s :

A m b o s p u e b l o s — s e lee e n e l m e m o r á n d u m a P i c k e t t — se o c u p a n p r i n c i p a l m e n t e e n l a b o r e s a g r í c o l a s y m i n e r a s , s i e n d o p o r l o m i s m o h o m o g é n e o s sus i n t e r e s e s . P o r o t r o l a d o , l a i n s t i t u c i ó n d e l a e s c l a v i t u d d o m é s t i c a e n u n p a í s , y l a d e l p e o n a j e e n e l o t r o , e s t a b l e c e n e n t r e e l l o s tales s e m e j a n z a s e n sus r e s p e c t i v o s s i s t e m a s d e t r a b a j o , q u e b a s t a r á n p a r a e v i t a r q u e se p r o p e n d a , d e u n a u o t r a p a r t e , a d e s c u i d a r los i n t e r e s e s o s e n t i m i e n t o s d e l a o t r a . i s

E n s u m a : que l a misión q u e se encomendaba a M r . P i c k e t t n o podía resultar más f l e x i b l e : reclamar el r e c o n o c i m i e n t o de los Estados Confederados, en el caso de considerarlo viable, y

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n o hacerlo e n el contrario; p r o p o n e r u n a alianza entre ambos países, si l a estimaba hacedera, y n o tocar el asunto, también e n e l caso contrario. Pero algo era i m p o r t a n t e , absoluta-m e n t e f u n d a absoluta-m e n t a l : asegurar l a n e u t r a l i d a d absoluta-m e x i c a n a durante l a c o n t i e n d a . L a sola idea de que tropas de l a U n i ó n pudie-r a n cpudie-ruzapudie-r p o pudie-r t e pudie-r pudie-r i t o pudie-r i o m e x i c a n o , y atacapudie-r a los confedepudie-rados p o r l a espalda, ponía fuera de q u i c i o a Jefferson Davis.

T o d o lo f l e x i b l e que se q u i e r a e n relación con las diver-sas cuestiones diplomáticas planteadas en su m e m o r á n d u m , M r . P i c k e t t tenía que mostrarse i n f l e x i b l e en p u n t o a l pro-b l e m a de l a n e u t r a l i d a d . P a r a asegurarla tendría que valerse d e todos los medios, sin que m a l fundados escrúpulos le h i c i e r a n torcer su c a m i n o a l objetivo propuesto. E l memo-r á n d u m concluye maliciosamente:

A l A g e n t e se l e p r o p o r c i o n a r á n m e d i o s s u f i c i e n t e s p a r a q u e m a n t e n g a s u d e c o r o d i p l o m á t i c o y se a l l e g u e c o l a b o r a d o r e s d e f i a r , así c o m o p a r a q u e p a g u e l o s i n f o r m e s i m p o r t a n t e s q u e se l e p r o -p o r c i o n e n , y o t r o s s e r v i c i o s secretos, c u a n d o s ó l o -p o r ese m e d i o p u e d a o b t e n e r l o s . U n m i l l ó n o c o s a así, e m p l e a d o j u i c i o s a m e n t e , b a s t a p a r a c o m p r a r e l r e c o n o c i m i e n t o d i p l o m á t i c o d e a q u e l G o -b i e r n o . L o s m e x i c a n o s n o p e c a n p o r exceso d e e s c r ú p u l o s (overs-c r u p u l o u s ) , y n u e s t r a m i s i ó n a (overs-c t u a l n o (overs-c o n s i s t e e n m e j o r a r su m o r a l i d a d e s

J O H N T . P I C K E T T , típico caballero d e l Sur, m o r a l m e n t e m u y semejante a su g r a n amigo, el a n t i g u o m i n i s t r o de los Estados U n i d o s e n M é x i c o , M r . J o h n F o r s y t h , cuya recomendación d e b i ó tener a l g u n a i n f l u e n c i a en su n o m b r a m i e n t o , " partió de M o n t g o m e r y con destino a V e r a c r u z , p o r t a d o r además de u n a carta credencial de Jefferson D a v i s p a r a B e n i t o Juárez, q u e como todas las de su género presentaba a l agente de los Estados Confederados de A m é r i c a , y solicitaba del gobierno m e x i c a n o que se le recibiera y d i e r a el trato que, a l a recí-p r o c a , se recí-prorecí-porcionaría a los agentes que M é x i c o acreditara cerca d e l g o b i e r n o de los Estados C o n f e d e r a d o s .1 8

E l 12 de j u n i o se e n c o n t r a b a ya en V e r a c r u z M r . Pickett, pues lleva esta fecha l a extensa n o t a que dirigió a l m i n i s t r o de R e l a c i o n e s José M a r í a M a t a , p r e v i a advertencia d e l carác-ter exclusivamente p r i v a d o de l a m i s m a . E l texto de M r .

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P i c k e t t , en cierta m e d i d a cauto y astuto, podría i n c l u s o ser c a l i f i c a d o de inteligente si, c o m o premisa p r e v i a , reconocié-semos l a i m b e c i l i d a d de los demás. Pretende e l agente, e n pocas palabras, pasar a l a c i u d a d de M é x i c o p a r a establecer allí, c o n e l g o b i e r n o , relaciones de amistad y b u e n a v e c i n d a d . P e r o claro, tampoco desea exponerse a u n frentazo. P r i m e r o q u i e r e conocer l a o p i n i ó n de M a t a acerca de l a v i a b i l i d a d de su misión:

Si m i m i s i ó n h a d e ser i n ú t i l — e s c r i b e P i c k e t t c o n s e r á f i c a i n g e n u i d a d — , a u n q u e n o p r e t e n d e m u c h o m á s q u e a n u n c i a r a u n v e c i n o i n m e d i a t o e l n a c i m i e n t o d e u n a n u e v a n a c i ó n , n o m e i n s -p i r a g r a n e n t u s i a s m o a f r o n t a r n i los riesgos d e l c a m i n o , n i e l f a t a l t i f o d e l a c i u d a d d e M é x i c o . i o

A p r o v e c h a l a ocasión, p o r supuesto, p a r a enhebrar u n a serie de consideraciones acerca d e l m o v i m i e n t o separatista de los Estados Confederados, cuyos orígenes h a n de bus-carse en los mismos motivos que p r o d u j e r o n las luchas intes-tinas de M é x i c o , a saber: l a defensa de l a soberanía de los Estados e n c o n t r a de las usurpaciones d e l g o b i e r n o central. P a r t i e n d o d e l p r i n c i p i o de que " e l derecho de gobernar se f u n d a en el consentimiento de los gobernados, n o hemos hecho más q u e i m i t a r e l ejemplo de nuestros vecinos m e x i -canos",2» concluye Pickett, s i n que l a m o n s t r u o s i d a d d e l elogio le h i c i e r a t e m b l a r e l pulso. Insiste u n a y o t r a vez en que los Estados C o n f e d e r a d o s n o l u c h a b a n p o r i m p o n e r su d o m i n a -ción sobre los Estados del N o r t e , s i n o sólo p o r i m p e d i r que éstos se i m p u s i e r a n a ellos. P i n t a luego en los colores más vivos l a amenaza d e l "atroz despotismo" y concluye c a m p a n u damente: "nosotros n o l o tememos, pero ¿qué será de H i s p a n o -américa c u a n d o l a i n t o l e r a n c i a p u r i t a n a y l a intromisión yan-q u i c u b r a n e l hemisferio?" Y a l presentar a M a t a sus con-dolencias p o r e l asesinato de M e l c h o r O c a m p o : " ¡ q u é r o t u n d a semejanza entre el p a r t i d o de l a Iglesia e n M é x i c o , y los p u r i t a n o s d e l N o r t e . Podría decirse que los extremos se to-c a n ! "2 1

H a c í a b i e n el agente confederado a l forzar su dialéctica hasta tales extremos, pero desgraciadamente padecía u n a gra-ve pasión epistolar, hasta e l grado de q u e , u n a gra-vez en sus

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m a n o s , dejaba correr l a p l u m a s i n m i r a m i e n t o s . P a r a cual-q u i e r h o m b r e c o n m e d i a n a s e n s i b i l i d a d política, colocado e n e l desempeño de u n puesto c o m o e l suyo, l a historia de las relaciones diplomáticas entre M é x i c o y los Estados U n i d o s te-n í a que caer e te-n e l d o m i te-n i o de l o p r o h i b i d o . A te-n t e e l riesgo d e recordar e l pasado, habría retrocedido c u a l q u i e r p r i n c i -p i a n t e en cuestiones di-plomáticas, -pero n o ciertamente M r . P i c k e t t :

¿ Q u i é n f u e e l p r i m e r o e n r e c o n o c e r a M é x i c o e l d e r e c h o d e p a í s b e l i g e r a n t e ? — e x c l a m a — U n P r e s i d e n t e d e V i r g i n i a . Q u i e n f u e e l p r i m e r o e n r e c o n o c e r s u i n d e p e n d e n c i a a b s o l u t a ? U n P r e s i -d e n t e -d e T e n n e s s e e , u n S e n a -d o r -d e K e n t u c k y , y u n e n v i a -d o -d e C a r o l i n a d e l S u r . E n las ú l t i m a s é p o c a s , a l t r i u n f o d e l P l a n d e A y u -d a , e l G e n e r a l J a m e s G a -d s -d e n , -d e C a r o l i n a -d e l S u r , M i n i s t r o P l e n i p o t e n c i a r i o d e los E s t a d o s U n i d o s , a b a n d o n ó l a c i u d a d d e M é x i c o p a r a i r a a b r a z a r , e n C u e r n a v a c a , a l G e n e r a l A l v a r e z. 2 2

M a s n o se detiene aquí, p o r supuesto. U n a vez con l a p l u m a en l a m a n o , n o h a y p o d e r h u m a n o que p u e d a fre-n a r l o . Sigue, y c o fre-n e l m a y o r desembarazo alega, como servi-cios, todos los actos que M é x i c o h u b i e r a p o d i d o esgrimir c o m o ofensas.

¿ Y F o r s y t h ? ¿ Y M c L a n e ? , p r e g u n t a b a t o d a v í a . E n c a m b i o ¿ q u i é -nes e c h a r o n a b a j o l o s t r a t a d o s d e F o r s y t h y d e M c L a n e ? A u s t e d , m i q u e r i d o a m i g o , n o n e c e s i t o d e c i r q u e t a l f u e l a o b r a d e los Se-d o r e s y a n q u i s . P e r o a Se-d m i t o q u e m e estoy v o l v i e n Se-d o p r o l i j o . . .23

L o que se estaba v o l v i e n d o M r . P i c k e t t era otra cosa. U n p o c o tonto, p o r ejemplo. P o r grande que fuera l a pasión a m e r i c a n a de hombres c o m o José M a r í a M a t a , n o era menos cierto que m e n c i o n a r en M é x i c o l a l a b o r diplomática de los hombres d e l S u r equivalía, p o r l o menos, a n o m b r a r l a soga e n l a casa d e l ahorcado. M a t a d i o cuenta a Juárez c o n l a n o t a p r i v a d a de M r . P i c k e t t , y e l presidente resolvió c o n t e m p o r i z a r . T a m p o c o era aconsejable d a r a l agente con-federado c o n l a p u e r t a en las narices. C o n l a h a b i l i d a d n a t a d e l político, Juárez sabía que c u a n d o las agudas crisis se presentan, es u n b u e n p r o c e d i m i e n t o hacer que c h o q u e n las fuerzas enemigas, p a r a obtener, d e l choque, resutados medios.

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U n a de esas fuerzas se encontraba, y actuaba ya poderosamen-te en l a c a p i t a l : M r . T h o m a s C o r w i n , nuevo m i n i s t r o de los Estados U n i d o s . ¿Por qué, pues, n o dejar franco el paso a l otro, a l confederado? C i e r t o que podría p r o v o c a r algunos emba-razos a l g o b i e r n o , pero era también i n d u d a b l e que serían mayores los beneficios si se le m a n e j a b a juiciosamente. Vistas así las cosas, M a t a contestó el 19 de j u n i o : reconocía en p r i m e r l u g a r cuán difícil resultaba l a misión d e l agente de los Esta-dos ConfederaEsta-dos; agregaba que, de m o m e n t o , el gobierno m e x i c a n o n o se encontraba en condiciones de resolver satis-factoriamente los asuntos que el m i s m o agente planteaba, y concluía autorizándole a pasar a l a c i u d a d de M é x i c o , donde se le atendería y serviría en l a m e d i d a p o s i b l e .2 4 N a d a en suma: l a clásica " s a l i d a " de u n político.

E N W A S H I N G T O N , mientras tanto, hacía largos meses que n a d i e descansaba, n i W i l l i a m H . Seward, el p r o v i d e n c i a l hallazgo de L i n c o l n p a r a e l D e p a r t a m e n t o de Estado, n i el tenaz M a t í a s R o m e r o . C o n l a m i r a puesta en su f i n p r i m o r d i a l — d e s b a r a t a r los planes confederados sobre M é x i c o — , L i n -c o l n h a b í a estudiado -c o n todo -c u i d a d o e l n o m b r a m i e n t o de u n n u e v o m i n i s t r o p a r a este país. Pensó en a l g u i e n cuyo solo n o m b r e sirviera, a l a vez que p a r a escandalizar en los Estados d e l Sur, p a r a que M é x i c o l o r e c i b i e r a como testimonio del c a m b i o r a d i c a l que se operaba en el r u m b o de l a d i p l o -m a c i a n o r t e a -m e r i c a n a , y en su favor -m a n d ó extender el n o m b r a m i e n t o . E l h o m b r e era T h o m a s C o r w i n , de K e n t u c k y , famoso catorce años antes, c u a n d o en el Senado de los Estados U n i d o s criticó vigorosamente l a guerra que el presidente P o l k h a b í a l l e v a d o a M é x i c o , oponiéndose además a l a autorización de nuevos fondos p a r a fines m i l i t a r e s .

L i c e n c i e m o s n u e s t r o s e j é r c i t o s — d i j o C o r w i n e n t o n c e s — , h a g á m o s l o s v o l v e r i n m e d i a t a m e n t e d e n t r o d e n u e s t r o s l í m i t e s r e c o n o -c i d o s ; d e m o s t r a d l e a M é x i -c o q u e sois s i n -c e r o s -c u a n d o de-cís q u e n o d e s e a m o s q u i t a r l e n a d a p o r c o n q u i s t a . . . h a g a m o s , e n este t e m p l o c o n s a g r a d o a l a r e p ú b l i c a , u n a s o l e m n e l u s t r a c i ó n : l a v e m o s d e n u e s -tras m a n o s l a s a n g r e m e x i c a n a , y s o b r e estos a l t a r e s , e n p r e s e n c i a d e esa i m a g e n d e l p a d r e d e l a P a t r i a q u e n o s c o n t e m p l a d e s d e l o a l t o , j u r e m o s c o n s e r v a r u n a p a z h o n r o s a c o n t o d o e l m u n d o .

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E l 6 de a b r i l , c o n ventaja de mes y m e d i o sobre los con-federados, se entregaron a M r . C o r w i n las instrucciones para s u misión. Jamás habían salido d e l D e p a r t a m e n t o de Estado conceptos como los que se c o m u n i c a b a n ahora a l n u e v o minis-t r o . P o r p r i m e r a vez se dejaba e n paz e l viejo asunminis-to de las reclamaciones, que había p r o p o r c i o n a d o hasta entonces — y q u e proporcionará d e s p u é s — el tema conflictivo de las

rela-ciones entre ambos países,2 5 p a r a ocuparse de los designios

agresivos de l a Confederación en p r i m e r término, y luego de los proyectos intervencionistas de las potencias europeas. E r a preciso convencer a l g o b i e r n o m e x i c a n o de que en l a guerra c i v i l n o se v e n t i l a b a n intereses locales de los Estados U n i d o s , s i n o cuestiones que afectaban el f u t u r o de todos los pueblos d e América, y p a r t i c u l a r m e n t e d e l país vecino:

E l t r i u n f o d e l g o b i e r n o d e los E s t a d o s U n i d o s — d e c í a S e w a r d — , p u e d e d e p e n d e r e n p e q u e ñ a p a r t e d e l a a c c i ó n d e l G o b i e r n o y e l p u e b l o m e x i c a n o s . E l P r e s i d e n t e d e M é x i c o n o p u e d e d e j a r d e v e r q u e lejos d e a p r o v e c h a r a s u p a í s l a d e s t r u c c i ó n o d e b i l i t a m i e n t o d e l a a u t o r i d a d f e d e r a l ( e n los E s t a d o s U n i d o s ) esto n o p o d r í a s i n o e x p o n e r l e a t e r r i b l e s p e l i g r o s . P o r o t r a p a r t e , l a c o n t i n u a c i ó n d e l a a n a r q u í a e n M é x i c o d e b e ser n e c e s a r i a m e n t e u n a t r a c t i v o p a r a los q u e c o n s p i r a n c o n t r a l a U n i ó n , e s t i m u l á n d o l e s a b u s c a r s u e n g r a n d e c i m i e n t o a c o s t a d e c o n q u i s t a s e n M é x i c o , y e n o t r o s t e r r i t o -r i o s d e l a A m é -r i c a e s p a ñ o l a . . . L a o -r g a n i z a c i ó n d e u n g o b i e -r n o d i s t i n t o e n l a p a r t e d e l a U n i ó n q u e l i n d a c o n M é x i c o , s e r í a m á s p e r j u d i c i a l p a r a este p a í s q u e p a r a los E s t a d o s U n i d o s. 2 8

A l l í m i s m o , e l a r g u m e n t o f u n d a m e n t a l :

I n t e r e s a a las n a c i o n e s d e A m é r i c a ser a m i g a s p o r l a m i s m a r a z ó n q u e s o n v e c i n a s , y p r e s t a r s e a y u d a y a p o y o las u n a s a las o t r a s , e n l a m e d i d a c o m p a t i b l e c o n l a s o b e r a n í a q u e c a d a u n a d i s f r u t a , t a n t o e n c o n t r a d e a c t i v i d a d e s t e n d i e n t e s a s u d e s i n t e g r a -c i ó n i n t e r n a -c o m o e n -c o n t r a d e i n f l u e n -c i a s e x t r a n j e r a s , m á s a l l á d e sus f r o n t e r a s. 2 7

Éste era u n lenguaje que tenía que sonar c o m o música celestial en los oídos de Juárez. Catorce meses antes, sólo p a r a obtener u n a declaración c o m o esa, e l Benemérito se había sometido a las i n d i g n a s estipulaciones d e l T r a t a d o M c L a n e - O c a m p o . Y n o l a consiguió, a pesar de l o que cedió entonces. A h o r a , p o r el vuelco en los acontecimientos

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domés-ticos, L i n c o l n se l a m a n d a b a gratis. E n el arranque m i s m o d e l a g u e r r a , a sólo seis días de que sobre F o r t Sumter p r i n c i p i a r a n a caer las bombas confederadas, W a s h i n g t o n m o d i -ficaba, a f o n d o , su política m e x i c a n a . . .

E N L O S E S T A D O S C O N F E D E R A D O S , p o r supuesto, n o se conoció e l texto de las instrucciones de M r . C o r w i n , pero si e l hecho d e su n o m b r a m i e n t o , y e l escándalo se armó e n M o n t g o m e r y t a l y c o m o L i n c o l n l o tenía previsto. Y a en las instruc-ciones a P i c k e t t se le decía q u e h i c i e r a ver a l presidente Juárez q u e los Estados Confederados observaban, " c o n sor-p r e s a " , q u e e l gobierno de W a s h i n g t o n " n o había v a c i l a d o " en n o m b r a r m i n i s t r o p l e n i p o t e n c i a r i o , cerca d e l g o b i e r n o de M é x i c o , a u n h o m b r e " i n f a m a d o e n su p r o p i o país, y e n e l extranjero, como t r a i d o r n o t o r i o " , agregando que d i c h o n o m -b r a m i e n t o resulta-ba " i n s u l t a n t e p a r a l a d i g n i d a d m e x i c a n a " y q u e l a sola negociación de u n T r a t a d o c o n u n a persona c o m o M r . T h o m a s C o r w i n , a u n q u e afectase " e n grado m í n i m o " los intereses de los Estados Confederados, "sería vista como par-t i c u l a r m e n par-t e ofensiva p a r a c o n los m i s m o s " .2 8 T o d o esto d i j o M r . P i c k e t t a M a t a en c u a n t o pisó tierra m e x i c a n a .2 9 T a l parecía q u e los confederados se p r o p o n í a n colocar e n u n pedestal l a f i g u r a de M r . C o r w i n . S i e n los Estados U n i d o s se le h a b í a l l a m a d o t r a i d o r p o r e l hecho de defender a M é x i c o frente a u n a guerra i n j u s t a , n i a u n p r i n c i p i a n t e e n d i p l o -m a c i a se le podría haber o c u r r i d o c o n t i n u a r lla-mándolo de ese m o d o , e n M é x i c o , y p o r e l m i s m o m o t i v o . P e r o tan extra-o r d i n a r i a i d e a c u p extra-o en e l cerebrextra-o de lextra-os hextra-ombres d e l Sur. Es frecuente q u e l a idiotez tenga como función completar, y hacer más notable, l a o b r a de l a i n t e l i g e n c i a .

D o n Matías R o m e r o , p o r su parte, n o descansaba e n W a s h i n g t o n . E l 25 de febrero había i d o a l a Casa B l a n c a p a r a despedirse de B u c h a n a n , y manifestarle su g r a t i t u d " p o r los buenos servicios q u e prestó a M é x i c o en circunstancias difíciles, y las cuales c o n t r i b u y e r o n a l a pacificación de l a R e p ú b l i c a " ,3 0 pero unos días antes había tomado e l tren p a r a S p r i n g f i e l d , d o n d e se e n c o n t r a b a el presidente electo. E n u n a n o t a d e l i o de enero nos rela.ts. su ctiarla. c o n M x . L i n c o l n :

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M e d i j o . . . q u e d u r a n t e s u a d m i n i s t r a c i ó n p r o c u r a r á h a c e r t o d o l o q u e esté a s u a l c a n c e e n f a v o r d e los i n t e r e s e s d e M é x i c o , y q u e se l e h a r á e n t e r a j u s t i c i a e n t o d o l o q u e o c u r r a , y q u e se l e c o n s i d e r a r á c o m o u n a n a c i ó n a m i g a y h e r m a n a . M e a g r e g ó q u e n o c r e í a q u e n a d a p u d i e r a h a c e r l o c a m b i a r d e ese p r o p ó s i t o . . . E n t o n c e s l e d i j e q u e M é x i c o se h a b í a c o n g r a c i a d o m u c h o c o n e l t r i u n f o d e l p a r t i d o r e p u b l i c a n o , p o r q u e e s p e r a b a q u e l a p o l í t i c a d e ese p a r t i d o sería m á s l e a l y a m i s t o s a , y n o c o m o l a d e l d e m o -c r á t i -c o , q u e h a e s t a d o r e d u -c i d a a q u i t a r l e a M é x i -c o s u t e r r i t o r i o p a r a e x t e n d e r l a e s c l a v i t u d . 3 l

E l presidente L i n c o l n sospechaba hasta q u é p u n t o l a amis-t a d m e x i c a n a p o d r í a resulamis-tar i m p o r amis-t a n amis-t e p a r a los Esamis-tados U n i d o s , a l hacer crisis su q u e r e l l a doméstica. V a l í a l a p e n a , pues, dejar tendidos los puentes. C u a n d o L i n c o l n h a b l ó c o n R o m e r o , era u n hecho l a secesión de C a r o l i n a d e l Sur, y se i n s i n u a b a l a C o n v e n c i ó n de M o n t g o m e r y y e l n a c i m i e n t o de los Estados Confederados. Se a n u n c i a b a l a guerra. N u e s t r o D . Matías, p o r su parte, j u g a b a sus cartas c o m o u n p i l l o r e d o m a d o . E n S p r i n g f i e l d decía a L i n c o l n exactamente l o c o n t r a r i o de l o que aseguró a B u c h a n a n , en W a s h i n g t o n , unos cuantos días antes. E r a cierto, p o r o t r a parte, que M r . B u c h a -n a -n -n o merecía t r a t a m i e -n t o de caballero. Segurame-nte e l bondadoso o a x a q u e ñ o q u i s o e n d u l z a r l e l a p i l d o r a , en el mo-m e n t o amo-margo de dejar e l puesto.

Pero apenas h a b í a p a r t i d o M r . C o r w i n , los h o m b r e s de W a s h i n g t o n a d o p t a r o n u n p l a n r a d i c a l p a r a p o n e r f i n a l conflicto. D i e z días antes de que en M o n t g o m e r y se n o m b r a r a a J o h n T . P i c k e t t p a r a su misión m e x i c a n a , W i l l i a m H . Seward m a n d ó l l a m a r a Matías R o m e r o a l D e p a r t a m e n t o de Estado. E r a el 9 de mayo, y W a s h i n g t o n quería que el gobierno m e x i -cano le concediera u n favor. Sólo u n pequeño favor. D . Matías R o m e r o r e p r o d u c e l a petición en su estilo seco, de o f i c i n i s t a m a l pagado: "7 de mayo. M e d i j o (Seward) que tenía que p e d i r m e u n favor, y era que se p e r m i t i e r a a tropas americanas pasar p o r t e r r i t o r i o de M é x i c o , p a r a i r de San Francisco a A r i z o n a , p o r G u a y m a s " .3 2 C o m o se ve, sólo u n p e q u e ñ o favor. Q u e los dejaran pasar p o r l a p u e r t a de atrás p a r a caer sobre los confederados, p o r l a espalda, y pegarles l a clásica p u ñ a l a d a florentina.

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E L 27 D E J U N I O , mientras el Congreso m e x i c a n o discutía en sesión secreta el pequeño favor que los Estados U n i d o s pe-dían, el señor John T . P i c k e t t desafiaba los riesgos d e l c a m i n o , l a amenaza d e l tifo en l a c i u d a d de México, y se detenía en J a l a p a p a r a d a r el pésame a l a h i j a de O c a m p o — l a esposa de M a t a — p o r el "most h o r r i d assassination" de su padre.

C u a n d o el 27 de j u n i o se detiene el Agente C o n f e d e r a d o en J a l a p a , con el objeto de satisfacer ciertas formalidades sociales, n o se le o c u l t a q u e el m i n i s t r o de los Estados U n i -dos le lleva ventajas considerables. E n Veracruz, conoció los pormenores de l a recepción oficial de que se h i z o objeto a su r i v a l en l a C a p i t a l , y las cordiales expresiones que enton-ces se cruzó con el presidente Juárez; n o le h i c i e r o n g r a c i a , por cierto. Sospechaba que l a meta ambiciosa de su p r o p i a misión: l a de c o n c l u i r u n a a l i a n z a ofensiva y defensiva en-tre M é x i c o y los Estados Confederados podría ser también la que M r . C o r w i n traía en cartera, y aunque d u d a b a q u e "los astutos m e x i c a n o s " se dejasen l l e v a r p o r las intrigas de su enemigo, él, M r . P i c k e t t , se había v a l i d o de "ciertas co-n e x i o co-n e s " p a r a hacer saber a Juárez lo que ocurriría de ajus-tarse u n convenio q u e f a c i l i t a r a el tránsito de tropas de l a U n i ó n p o r t e r r i t o r i o m e x i c a n o . " C o n f í o que m i f i r m e ad-vertencia n o puede p r o d u c i r sino los más saludables efectos",

escribió entonces a M r . T o o m b s .3 3 A l g u n o s días después, ya

en l a C a p i t a l , creyó c o n f i r m a r l a especie: algo tramaba M r . C o r w i n con el G o b i e r n o m e x i c a n o . A l g o que podría resul-tar en extremo desagradable. Y se valió otra vez de sus "co-n e x i o "co-n e s " p a r a c i r c u l a r l a "co-n o t i c i a de que, e"co-n el caso de "co-n o tomarse en cuenta su advertencia, " t r e i n t a m i l agentes d i p l o -máticos confederados" cruzarían l a frontera m e x i c a n a en el

m o m e n t o menos esperado.3 4

F i n a l m e n t e , el 26 de j u l i o , M a n u e l María de Z a m a c o n a , n u e v o m i n i s t r o de R e l a c i o n e s Exteriores, le recibió extraofi-cialmente y en su casa. A l l í , M r . P i c k e t t le sometió los p u n t o s fundamentales de su misión:

a) P a r t i c i p a r el deseo d e l p u e b l o y gobierno de los Esta-dos ConfederaEsta-dos de mantener, con México, relaciones

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es-trechas y amistosas, hasta el extremo de u n a alianza ofensiva y defensiva, si se consideraba hacedera.

b ) E n el caso de que esto último resultara i m p o s i b l e , co-m u n i c a r l a esperanza de "la que p a r t i c i p a b a el G o b i e r n o con-federado, en el sentido de que el m e x i c a n o observaría en t o d o caso u n a n e u t r a l i d a d estricta en relación con l a guerra c i v i l ; y

c ) Sentar claramente que de m o m e n t o n o se reclamaba el r e c o n o c i m i e n t o oficial de l a i n d e p e n d e n c i a de los Estados Confederados, a u n q u e sí se c o n f i a r a que las estipulaciones y p r i v i l e g i o s contenidos en los T r a t a d o s celebrados entre M é x i c o y los Estados U n i d o s , se harían extensivos a ambos beligerantes, en i g u a l d a d de c o n d i c i o n e s .8 3

L a entrevista c o n f i d e n c i a l terminó, pero Zamacona no soltó prenda. R e c i b i ó y despidió a M r . P i c k e t t afectuosa-m e n t e ; aseguró que llevaría a l Presidente l a c o p i a de su carta c r e d e n c i a l , y q u e luego le llamaría. N a d a m á s .8 6

C u a n d o M r . P i c k e t t se presentó en M é x i c o , a p r i n c i p i o s de j u l i o , estaba y a en p u e r t a el decreto de suspensión de pa-gos de l a d e u d a extranjera, que i n m e d i a t a m e n t e d i o lugar a l u l t i m á t u m de los ministros de F r a n c i a e Inglaterra, y que f i n a l m e n t e proporcionó a N a p o l e ó n , como es sabido, el pretexto p a r a fraguar con Inglaterra y España el pacto de L o n -dres, unos meses más tarde. Pero, ¡si M r . P i c k e t t h u b i e r a sabido lo que pasó el 29 de j u n i o ! ¡Si M r . P i c k e t t h u b i e r a s a b i d o que c u a n d o él llegó a M é x i c o ya el Congreso, en se-sión secreta, había autorizado el paso de tropas de l a U n i ó n entre C a l i f o r n i a y A r i z o n a , a través de Sonora! E l único p u n t o realmente i m p o r t a n t e de su misión consistía en ase-g u r a r l a estricta n e u t r a l i d a d m e x i c a n a . P e r o l a n e u t r a l i d a d q u e d a b a ya r e d u c i d a a u n concepto s i n sentido. P o r el he-cho m i s m o de que el G o b i e r n o de M é x i c o accedía a l " f a v o r " q u e M r . Seward pidió en W a s h i n g t o n a Matías R o m e r o , el G o b i e r n o de M é x i c o se convertía e n co-beligerante a l l a d o de l a U n i ó n . T o d o bajo sus p r o p i a s narices, mientras él se detenía en J a l a p a p a r a dar el pésame, a l a h i j a de O c a m p o , por e l "most h o r r i d assassination" de su padre.

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5°+

su casa, confidencialmente, haría casi u n mes que e l C o n -greso h a b í a concedido e l permiso para e l paso de las tropas, y resulta e x t r a o r d i n a r i o que corrieran los días y las semanas sin que e l A g e n t e sospechara, siquiera, l a consumación d e l " f a v o r " solicitado p o r M r . Seward. P e r o en c a m b i o h a i n -vertido m u y buenas y largas horas en p o n t i f i c a r acerca de l a semejanza entre las instituciones e intereses mexicanos y con-federados:

L a I n s t i t u c i ó n d e l a e s c l a v i t u d a f r i c a n a e n u n p a í s — e s c r i -b í a — , n o es m e n o s -b e n é f i c a y h u m a n i t a r i a q u e l a d e l p e o n a j e e n e l o t r o , c o n l a n o t a b l e d i f e r e n c i a d e q u e s i b i e n e l a f r i c a n o n a c e c o n p o c o s d e r e c h o s c i v i l e s y s i n d e r e c h o s p o l í t i c o s a l g u n o s , e l p e ó n se e n c u e n t r a r e d u c i d o — y es d e s u p o n e r s e q u e p o r s u p r o p i a c u l -p a — d e l a o r g u l l o s a s i t u a c i ó n d e u n c i u d a d a n o q u e h a n a c i d o l i b r e , a l a p o c o e n v i d i a b l e c o n d i c i ó n d e u n i l o t a . s r

A su j u i c i o , los mexicanos carecían de títulos morales p a r a e n j u i c i a r adversamente l a " p e c u l i a r institución". M a s en e l caso de q u e llegara a darles p o r l a filantropía, él tenía a su alcance los antecedentes p a r a p r o b a r a l m u n d o , y a los me-xicanos mismos, que " e l peonaje es u n a f o r m a de l a escla-v i t u d incuestionablemente más perniciosa y d e g r a d a n t e " .3 8

Sociología, historia, dialéctica. P e r o n a d a , n i u n a sospecha s i q u i e r a de l a resolución que adoptó e l Congreso m e x i -cano e l 29 de j u n i o . ¡Hasta en W a s h i n g t o n sabía ya Seward lo que en M é x i c o i g n o r a b a M r . Pickett! L e e m o s en e l D i a r i o de Matías R o m e r o :

17 d e j u l i o . F u i a v e r a M r . S e w a r d , p a r a c o m u n i c a r l e q u e el G o b i e r n o d e M é x i c o h a b í a c o n c e d i d o p e r m i s o a las t r o p a s m e -x i c a n a s p a r a p a s a r p o r e l t e r r i t o r i o d e l a R e p ú b l i c a J 3 9

C u r i o s a m e n t e , a l día siguiente de que Z a m a c o n a propor-c i o n a r a t o d o género de seguridades apropor-cerpropor-ca de l a "estripropor-cta neu-t r a l i d a d " m e x i c a n a , " llegó a oídos de M r . P i c k e neu-t neu-t l a neu-terrible noticia. I n c r é d u l o todavía, m a n d ó a M r . C r i p p s , a n t i g u o se-cretario de l a Legación de los Estados U n i d o s e n los días de G a d s d e n , p a r a q u e h a b l a r a c o n Z a m a c o n a , y c o n él r a t i f i c a r a o rectificara l a especie. A q u í el m e x i c a n o , cogido ya c o n los dedos c o n t r a l a p u e r t a , n o p u d o negar más, y concedió que su G o b i e r n o había otorgado el permiso p a r a el tránsito de

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tropas de los Estados U n i d o s , a u n q u e sólo entre Guaymas y A r i z o n a . « P r e v i a m e n t e aleccionado p o r Pickett, M r . C r i p p s a d o p t ó u n aire de gran preocupación. Aseguró a Z a m a c o n a q u e su jefe tendría l a obligación de poner en c o n o c i m i e n t o de los texanos la autorización concedida, para que ellos to-m a r a n las providencias del caso. E r a u n decir solato-mente p a r a aterrorizar a Z a m a c o n a , ya que P i c k e t t tenía l a convicción de q u e bastaría dar curso a l a n o t i c i a p a r a que los "impetuosos texanos" se a p o d e r a r a n de T a m a u l i p a s , y u n a m e d i d a c o m o esa, tan extremada, n o entraba todavía en los planes confe-derados. Se trataba, pues, de amenazar solamente, pero p o r l o v i s t o l a flecha no d i o en e l blanco. " M e asegura M r . C r i p p s — e s c r i b i ó luego a T o o m b s — , que l a n o t i c i a n o pareció alte-r a alte-r e n l o más m í n i m o a l M i n i s t alte-r o . " 4 2

B u r l a d o como u n c h i n o , despechado además, M r . P i c k e t t d e b i ó sentir el i m p u l s o de buscar a Z a m a c o n a para r o m p e r l e l a cara, pero se c o n t u v o todavía, p o r última vez. Sólo u n m i -l a g r o podría sa-lvar a Z a m a c o n a de -l a embarazosa situación p e r s o n a l en l a que se h a l l a b a , y el m i l a g r o se consumó pro-v i d e n c i a l m e n t e . L a P r o pro-v i d e n c i a , q u e se pro-vale de los más ex-tremos medios p a r a i m p o n e r sus decisiones inescrutables, se sirvió en este caso d e l más i n f a l i b l e , o sea de l a p r o p i a ton-tería de M r . Pickett. Sólo sobre esta base podríamos com-p r e n d e r l a singular n o t a que el A g e n t e envió a Z a m a c o n a , diciéndole "suponer que el p e r m i s o otorgado para que tropas de l a U n i ó n pasaran de C a l i f o r n i a a A r i z o n a " , cruzando ter ter i t o ter i o m e x i c a n o , p ter o v i n o seguteramente de i g n o ter a ter el G o -b i e r n o m e x i c a n o que e l t e r r i t o r i o de N u e v o M é x i c o — d e l c u a l A r i z o n a era u n D i s t r i t o — , l u c h a b a bajo l a bandera de

l a Confederación.*3 ¡ y además le m a n d a b a u n a lista de los

Estados Confederados, p a r a su c o n o c i m i e n t o !

M a n u e l M a r í a de Z a m a c o n a se apresuró a contestar cómo l a m e n t a b a n o haber sido advertido, a t i e m p o , que el terri-t o r i o de N u e v o M é x i c o combaterri-tía bajo l a bandera confede-r a d a . D e habeconfede-rlo sabido, seguconfede-ramente su G o b i e confede-r n o n o habconfede-ría a u t o r i z a d o el paso de las tropas. E l delicioso episodio recuer-d a e l caso recuer-d e l b u e n m a r i recuer-d o , viajero h a b i t u a l , que a l regresar a casa i n o p i n a d a m e n t e , y s o r p r e n d e r allí a su r i v a l , le

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pro-p o r c i o n a disculpro-pas pro-p o r su regreso inespro-perado, y u n a lista ade-más, c o n las fechas seguras de su ausencia. E l amante tomaría m e d i d a s — c o m o Zamacona en el caso de P i c k e t t — , p a r a que el caso n o v o l v i e r a a repetirse.

A L P R I N C I P I A R S E P T I E M B R E , y bajo e l amago de l a interven-ción europea, el gobierno de W a s h i n g t o n decidió hacer algo p a r a f r e n a r l a . E l 10 de ese mes h a b l ó M r . Seward c o n L o r d L y o n s , M i n i s t r o de l a G r a n Bretaña en los Estados U n i -dos, poniéndole a l corriente de u n p l a n norteamericano, con-t e n i d o en las inscon-trucciones que pocos días ancon-tes ee e n v i a r o n a M r . C o r w i n . E l p l a n se reducía, en concreto, a p r o p o n e r a l G o b i e r n o m e x i c a n o l a suscripción de u n T r a t a d o , me-d i a n t e e l c u a l W a s h i n g t o n asumiría e l pago me-d e l interés a l 3 %, y p o r e l término de c i n c o años, de l a d e u d a consolidada que M é x i c o tenía pendiente con los tenedores de bonos, cuyo c a p i t a l se c a l c u l a b a en cerca de sesenta y dos m i l l o n e s de pe-sos, obligándose M é x i c o a l reembolso d e l d i n e r o , a l interés de 6 •%, amén de l a garantía de las tierras públicas y los derechos sobre minas en los Estados de B a j a C a l i f o r n i a , C h i -h u a -h u a , S o n o r a y S i n a l o a , que pasarían a ser p r o p i e d a d de los Estados U n i d o s en el caso de que, a l v e n c i m i e n t o del pla-zo e s t i p u l a d o , n o se h u b i e r a efectuado el reembolso en c u e s t i ó n .4 4

Matías R o m e r o , que en W a s h i n g t o n había sido u n o de los más entusiastas de l a idea del préstamo, llegando hasta el e x t r e m o de entrevistar a M r . Seward p a r a que h i c i e r a exten-sivas a España las proposiciones que se habían hecho ya a I n g l a t e r r a y F r a n c i a respecto del pago de los intereses de l a

d e u d a m e x i c a n a ,4 5 n o contaba seguramente con l a

autoriza-ción de su G o b i e r n o , ya que en c u a n t o M r . C o r w i n puso el p l a n en c o n o c i m i e n t o de Juárez, e l Presidente consideró más riesgoso e l a u x i l i o de los amigos que l a amenaza de los ene-migos, y rehusó e l " a u x i l i o " proyectado.

M i e n t r a s que el G o b i e r n o m e x i c a n o rechaza abiertamen-te l a oferta de W a s h i n g t o n , M r . P i c k e t t c o n t i n u a b a dedicado a l a sociología, p o r l o visto su diversión favorita:

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e n t a n t o q u e M é x i c o sea g o b e r n a d o , o q u e se l e i n t e n t e g o b e r n a r , p o r m e x i c a n o s . S i n l a i n t e r v e n c i ó n e x t r a n j e r a , d e u n o u o t r o o r i g e n , e l g r a n d f i n a l e p u e d e ser u n a i n s u r r e c c i ó n d e l e l e m e n t o i n d i o , q u e r e p r e s e n t a las tres c u a r t a s p a r t e s d e l a p o b l a c i ó n . . . E l M i n i s t r o d e R e l a c i o n e s p r e s u m e q u e e l p a í s se s a l v a r á e n d o s m e -ses m á s , d e l o c u a l yo c o n c l u y o q u e se e n c u e n t r a e n t r á m i t e u n a a l i a n z a o f e n s i v a y d e f e n s i v a c o n los E s t a d o s U n i d o s . C u a n d o m e e n c u e n t r e c o m p l e t a m e n t e s e g u r o d e e l l o , s e r á m i d e b e r t o m a r las m e d i d a s a d e c u a d a s . ¡ E l P r e s i d e n t e Z u o l a g a , e l C l e r o y l o s a n t i g u o s jefes d e l e j é r c i t o se a r r o j a r á n gustosos e n b r a z o s d e los E s t a -d o s C o n f e -d e r a -d o s. 4 7

Y esgrime f i n a l m e n t e su a r m a secreta, d i g n a de u n genio de l a i n t r i g a , a l p r o p o n e r a l G o b i e r n o m e x i c a n o " l a retro-cesión" de los territorios a d q u i r i d o s p o r los Estados U n i d o s , c o m o botín de l a guerra, en 1848. N a d a menos que devol-vernos C a l i f o r n i a y N u e v o M é x i c o . Así como así. " A r m a f o r m i d a b l e q u e he esgrimido en contra del M i n i s t r o de los Estados U n i d o s " , « asegura c a m p a n u d a m e n t e . M r . C o r w i n se echaría a temblar. Y M a n u e l M a r í a de Zamacona a reír. Si M r . P i c k e t t era " e l más a p t o " , según l a carta de F o r s y t h a Jefferson D a v i s , cabe suponer cómo andarían los irrecomen-dables.

F i n a l m e n t e , a l advertir que en el G o b i e r n o no hacen m e l l a ofertas n i amenazas, M r . P i c k e t t pierde " t o d a

esperan-za de conservar l a p a z " .4 8 Reconoce que Juárez n o

rectifi-cará sus pasos respecto d e l cruce de tropas de l a U n i ó n p o r t e r r i t o r i o m e x i c a n o , y concluye: "debiéramos ocupar u n a bue-na posición m i l i t a r en las márgenes del río G r a n d e , y mar-char sobre M o n t e r r e y . U n a vez en nuestro poder esa c i u d a d , estaríamos en condiciones de c o n t r o l a r las p r o v i n c i a s d e l Sur".4» N a d a más que u n a n u e v a y " d o r a d a o p o r t u n i d a d " , q u e se presentaba a l p u e b l o de los Estados Confederados " p a r a llevar a su término ese destino i n e v i t a b l e que les em-p u j a h a c i a e l S u r " .5 0

De p r o n t o , inesperadamente, concluye l a misión de M r . Pickett. Inesperadamente p a r a q u i e n n o conociera las dotes de su carácter. U n t a l M r . B e n t o n , b o t i c a r i o r a d i c a d o en l a c i u d a d de M é x i c o , tuvo l a osadía de " i n s u l t a r p ú b l i c a m e n t e " a Jeferson Davis, y l o h i z o en presencia d e l Agente, q u i e n

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sin más l a emprendió a bastonazos c o n el p i l d o r e r o . Las lesiones de M r . B e n t o n d e b i e r o n ser relativamente serias, ya q u e M r . P i c k e t t fue a d a r c o n sus huesos a l a cárcel, sin que m e j o r a r a su suerte a l a d u c i r las " i n m u n i d a d e s " de su puesto. E n l a cárcel -—y para c o n f i r m a r el viejo p r i n c i p i o de que u n a m i g o en l a desgracia es u n a m i g o de v e r d a d — , contó con el a u x i l i o de D u b o i s de Saligny, q u i e n le brindó el asilo y protección de l a Legación de F r a n c i a , pero nuestro h o m b r e , a u n q u e agradeció el c u m p l i d o , creyó i n o p o r t u n o aceptar l a oferta, ya que " d a r m e refugio — e s c r i b i ó a S a l i g n y — , exas-peraría a las autoridades policíacas, especialmente a u n tal P o r f i r i o Díaz, jefe de l a m i s m a , y n o t o r i o salteador de ca-m i n o s " .5 1 Prefiere irse de M é x i c o , en cuanto le dejen libre, ya q u e p o r l o visto n o se le comprende. Además se siente enfermo. T a l vez el amago d e l tifo, a l que tanto teme. Sa-l i g n y Sa-le asegura que e Sa-l G o b i e r n o Sa-le dará satisfacciones, " p a r a p r e v e n i r las enojosas consecuencias de acto tan l a m e n t a b l e " ,5 -pero a l inefable M r . P i c k e t t le interesa sólo partir. Piensa q u e v i v i r b u e n o y sano entre los mexicanos es castigo sufi-ciente, " p e r o encontrarse enfermo, y además residir en Mé-x i c o , resulta d e f i n i t i v a m e n t e intolerable".5-'5

U n a semana más tarde, ya en c a m i n o , dirige a su G o b i e r -no l o q u e él califica como " u n o de los más extraordinarios despachos que u n A g e n t e diplomático haya redactado en los tiempos m o d e r n o s " .5* P o r l o visto le perdía el o p t i m i s m o , pues l a cosa no era p a r a tanto. Se reduce Pickett a relatar a q u í l a p a l i z a que p r o p i n ó a l b o t i c a r i o " q u e insultó públi-camente a Jefferson D a v i s " ; a f u n d a r su resolución de reti-rarse en el ' h e c h o de q u e el G o b i e r n o n i atiende sus recla-maciones n i , en general, le hace el m e n o r caso, p o r todo l o c u a l resolvió "cortar el n u d o g o r d i a n o " de l a naciente d i p l o -m a c i a de su país. Y concluye:

Si m i g o b i e r n o se a p r o v e c h a d e o p o r t u n i d a d t a n v e n t a j o s a , n o h a b r é s u f r i d o e n v a n o . N u e s t r o p u e b l o h a d e t e n e r u n a s a l i d a a l P a c í f i c o . D i e z m i l h o m b r e s e n M o n t e r r e y c o n t r o l a r í a n t o d a l a p a r t e N o r t e d e l a R e p ú b l i c a . E l c o m e r c i o , y n o l a e s p a d a , d a r í a p r o n t o f i n a l a o b r a. 5 5

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g r a n a m i g o M r . Forsyth, y llegó a V e r a c r u z c u a n d o las fuer-zas españolas o c u p a b a n e l puerto. L a b a n d e r a española, ba-t i d a p o r los vienba-tos de San J u a n de U l ú a , l l e n a b a su a l m a c o n proyectos descabellados. Sueños. Q u i m e r a s . España, l a o d i a d a y despreciada España, p e r o . . . ¿por qué no? Y escri-b i ó a R i c h m o n d : " L a s revoluciones nos colocan a l l a d o de extrañas c o m p a ñ í a s " .0 6

M E S E S A N T E S , E N S E P T I E M B R E , i n m i n e n t e ya e l riesgo de l a intervención europea, M r . P i c k e t t sugería a su G o b i e r n o tan-to l a c o n v e n i e n c i a de entenderse c o n las Potencias interven-toras, c o m o l a p o s i b i l i d a d de concertar convenios separados c o n los Estados mexicanos d e l N o r t e , " t a n i n d e p e n d i e n t e s " d e l G o b i e r n o F e d e r a l , a su j u i c i o , " c o m o l o es C a r o l i n a del S u r de W a s h i n g t o n " , - ' - ya que contaban c o n su p r o p i o ejér-cito, e l a b o r a b a n aranceles ajustados a sus necesidades, co-b r a co-b a n y districo-buían sus ingresos, etc., etc. E l caso de Santiago Vidaurrí, g o b e r n a d o r de N u e v o L e ó n y C o a h u i l a , era p o r supuesto e l más agudo, sobre todo a raíz d e l escándalo que p r o d u j o e l regreso a l país de D . Ignacio C o m o n f o r t , instalado e n M o n t e r r e y bajo su protección, sin que h i c i e r a n m e l l a e n su a c t i t u d las gestiones del G o b i e r n o F e d e r a l , que reclamaba l a entrega d e l ex-Presidente p a r a someterlo a j u i c i o . L a con-d u c t a pública con-de V i con-d a u r r i con-delataba su n a con-d a amistosa a c t i t u con-d h a c i a Juárez, q u e dos años más tarde le llevaría t a n lejos, y M r . Pickett sugirió luego a Jefferson D a v i s l a c o n v e n i e n c i a

de aprovecharla, en beneficio de l a causa c o n f e d e r a d a .5 8

Sólo que, en R i c h m o n d , a l tanto de l a situación que prevalecía en los Estados mexicanos d e l N o r t e — t a n i n d e p e n -dientes d e l G o b i e r n o F e d e r a l , efectivamente, c o m o p u d i e r a serlo V i r g i n i a de W a s h i n g t o n — , tenían ya u r d i d o u n p l a n magnífico, s u p e r i o r a l q u e i n s i n u a b a su A g e n t e en M é x i c o , cuyo d r a m a , p o r l o visto, consistía en llegar siempre tarde c o n sugerencias y noticias. A Jefferson D a v i s interesaba n o sólo el caso de V i d a u r r i , pues algo sabía de otros dos grandes caudillos norteños, los gobernadores de C h i h u a h u a y Sonora L u i s Terrazas e Ignacio Pesqueira, p o r ejemplo. ¿Se atreve-rían Terazas y P e s o u e i r a hasta los extremos de Santiago

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S i o

V i d a u r r i ? T a l vez n o o tal vez sí. Desde luego valdría l a pena i n t e n t a r l o .

E l 27 de d i c i e m b r e de 1861, e n c u m p l i m i e n t o de instruc-ciones secretas, el general b r i g a d i e r H . H . Sibley entregó a l c o r o n e l James R e i l y , d e l c u a r t o r e g i m i e n t o de l a caballería v o l u n t a r i a texana, u n p l i e g o de instrucciones, mas u n a carta p e r s o n a l " T o H i s Excelency, the G o v e r n o r of the State of C h i h u a h u a " , ambos documentos fechados en F o r t Bliss, en las inmediaciones de F r a n k l i n , h o y l a c i u d a d de E l Paso, T e x a s .5» E l 2 de enero partió e l C o r o n e l R e i l y h a c i a l a ciu-dad de C h i h u a h u a . C r u z ó e l río G r a n d e , y valerosamente, en c o m p a ñ í a de u n a p e q u e ñ a escolta de rancheros, se a v e n t u r ó en u n país devastado p o r las correrías indias.

Las instrucciones que entregó el general Sibley a R e i l y , breves y enigmáticas, parecían reducirse a " p o n e r en conoci-m i e n t o d e l g o b e r n a d o r los alcances y naturaleza general de los propósitos que en este m o m e n t o se tienen en cartera ( w h i c h are at present i n c o n t e m p l a t i o n ) ; e x p l i c a r esas metas en detalle, h a c i e n d o patente l a política en cuestión; comba-tir influencias adversas, y o b v i a r las objeciones que p u d i e r a n enderezársele, t a l es el objetivo f u n d a m e n t a l de l a misión que se le c o n f i e r e " .6 0

E l c o r o n e l R e i l y justificó las esperanzas que en él depo-sitó su general b r i g a d i e r , ya q u e le bastaron menos de dos semanas p a r a cruzar e l desierto, vencer los riesgos del c a m i -no, llegar a C h i h u a h u a , c u m p l i r su misión y e m p r e n d e r e l regreso. E l 20 de enero, acampado j u n t o a l C a r r i z a l ( i n c a m p near C a r i s a l ) , envió a Sibley seis anexos de s i n g u l a r i m -p o r t a n c i a , más u n i n f o r m e -p o r m e n o r i z a d o de su viaje. Asegurándole l l e v a r consigo u n a carta d e l gobernador de C h i -h u a -h u a p a r a e l de Sonora, concluía:

T e n g o e l g u s t o d e i n f o r m a r l e q u e m i r e c e p c i ó n p o r p a r t e d e l G o b e r n a d o r y d e m á s f u n c i o n a r i o s d e l E s t a d o , f u e e n e x t r e m o b o n d a d o s a y a m a b l e . . . P e r m í t a m e f e l i c i t a r l e , G e n e r a l , p o r h a b e r o b -t e n i d o e l p r i m e r r e c o n o c i m i e n -t o o f i c i a l d e l G o b i e r n o d e los E s -t a d o s C o n f e d e r a d o s p o r p a r t e d e u n a p o t e n c i a e x t r a n j e r a. 6 1

¿Qué había pasado en C h i h u a h u a ? ¿Cuál sería el propó-sito r e a l de l a misión de R e i l y ? ¿Qué decía el g o b e r n a d o r

Referencias

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