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6 _ tesis de doctorado dirigida por el Dr, Snérito Bono Mer *,{nen, profesor agregarLo de J.a Facultad de Ciercias Eco_ ndnicas de 1a Universidad - de Valancia

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il'TXLISIAÍAIIZAC-|OIü" CI,A$!; O3R!,'itA Y I,,Í0¡/1i;iftr{t0 OffiiiRCI lllf AI,ICAI{TE

lr9?1,: -1'916

(3)

Salvador Fotner i\Íuñoa . : :

L N p u S g L R t A - ! - I z { s I o N , r g : L A s E - o - g g E R - 4 " - . , q

M O V I M I T } N T O O S R E R O E N A L T C A } T T E

L - r _ g 2 3 * - , 1 , * g 3 . 6 _

tesis de doctorado dirigida por el Dr, Snérito Bono Mer

*,{nen, profesor agregarLo de J.a Facultad de Ciercias Eco_

ndnicas de 1a Universidad - de Valancia.

UlirVffiSInAD DE AJ,ICAI,ITE FA6TII,T.AN DE Í{TI,0SOTTA Y TETRAS

oqjsBer-l:.9e9

(4)

nr,¡rcit GmrmAt

(5)

nmrca cü{IaAt

T S S T I ] ¡ I O N I O D B G R A T I I f l L I D . . " . . . e . . , o . . r . . , . 1 2

$ I C S A R I O n E S I G I , A S . . . . o . . . . . . o . . . c . c o o 1 4

I ] { I R O } U C C I O N o o . . c . e o . o . . r o ! c . . . o . o o 1 5

JUSTTFICACTOJ'Í- ÁICANCE Y CO}TTTÍ{IDO .O' ..T

". 16 P L A I { D E T R A B A J O " . . . o q . o . . o . o . r . o o o o 2 1

¡ O C I I ] , f f f i { T A C I O N

" . o . o a . . ' . . . . . . o f . o ' c 2 5

?RI}MAA Pá3TE

C . Á P Í Í I I I O I ¡ I A P O 3 L . A , C I O N . , , . r , . . . . . . . . € " 2 9 I"1" SVO],UCTON DM{OGRAFICA }E tA PACVnüCJA

D E A I I C A N T E . r . , o a . . . . . . . . . o . . . 3 2 T,2. T,A IISTNISUCTON ÉS?ACIAL NE I,-A POM,A-

CJ-OJg qt r0nUCJ,'iIm.TO= sgtC94ir. ,c...o. .o. 4l

T . 3. LQ$_T4runsS*PEJgLE.QIIX4ryI9.

L4, IOS l'lOV]]iImrÍOS MIGRATORIOS Y SUS EF'ECTOs M{ LA COI{FIGLE.I,CTON DE

L A a J E R z A D E T R A B & Í o . . . . c o . , . , o o o ! 6 9

CIPITUI0 II ¡ UNA AGRICüJ,IU-RA EN gfi.ISIS ... o. ... 90 TI.1" LA ESTRUCTURA DE LA ?NOPIEDA} ASRA-

RIAg C!]iISECUB;CIAS SCICIilJ,ES Y

E C I O t ü O ] { I C A $ . o . . . . o t r . ' ? r . . , o . 9 I

(6)

IÍ.2. CA.E.4.CTÉRISTICAS Y EVOTUCIO}I DE T,A PftO-

xUccIOI-,4Q41i J&*I:94}:lx9ll ",. ,.. ... .,. 104 11. 3. 4,Tm1ACI0-$$LY pESE4irlrBRrOS

A $ , R ¡ S I q S ' . . ' c g . . . . o o . . o . . . . f . o o 1 1 8

CAPIÍTII,O III ¡ 63JSIS ECCIüO}{ICA Y EPAIüSIO}¡

I } I D U S T R I A ' I e r r . r o . . . . c . . . . c a c 1 3 5

rIr.1, LAS BASES nm ImAAAOIJ,0 rlmUSTRrA¡ , ... ,cc 136

111.2. CCNSEmIBiCIA.S ECO¡IOI'ÍICAS lml Fn{.Af, Dg

trA GiIffiRAs' LA TRISIS IS I0S A1i0$ VgINfS , o e 143 lIL3, C4PITII-IXIüSTRIAL Y CA3ITAL FtriltllJCltr'O o o., r.55

III.3,1" I,a debilidad. d.e1 capital industrial(155) IIL3"2" La erpansión de 1a gran banca nixta(feO) I 1 I . 3 , 3 . ' S a n e a e i ¡ d u s t r i a ( r 7 f )

IfT.4" 5T, PNOCEEO }E FOPJ,{.ACIC}T DE CAPTTAT, ..T . EOO T75 fIL4".1. Las socied.ad.es por acci.ones (ll>)

1IL4,2" El despegue d,e la inversidn ind,ustrial (184) III"5. IA SITUACION NE LA INITJSTRIA NESNS

F r i { A t E s } a L o s A 1 \ 0 s V E ] ] { T E " . . , e . , , . . , o e I g i ,

III"5.1, X.,a coyr.u:tura d.el ca;ubio de década(fpf )

I1I"5n2n Los años troi¡rte(f99)

rrr"6. 1,4_cRIEI.$_l:IIp A!_I_S__EgqCJgg_.., .,. ,. ooo 2ñ

IIfo6.], Una crisis controvertida (ZZa) III.6n2. Agricultura y crisis nr¡ndiaL (225) III"6.3, Uns jndustria poco afectaAa (e3O) III.6,4, Otros jnd.icadores (e4O)

sE@NDA_333Tp

CAPIfULO IV I lA Cf,ASil OBRffiA ru i,A PROVIN0IA

! E A I I C A N T E ; I " 9 2 3 * 1 " 9 3 6 , e o . o e o e o 2 5 3 - rv,lo rSTRUCmmA SO0I@ROF"ESrONAJ, DE LA pOBLACT0N ,"" 252

IV"1"J-. }nportancia de las relacionss do produccidn capitalistas (264)

(7)

Iv"z" WL4,!rcU,cgS4Jl1-g!'4gW--IIEPI$i.$¡DlL ". . o. ... no

f V o 3 . . . . . . . . . . o 2 8 0

IV.3.1" La poblacidn actirra j¡d.ustrial (ZBO) fVn3.2. nistrib'ución sec'borial de 1og

obr'eros industrÍa1es ( ZB5) fV.3,3. La forr¡ación d"e la f\¡erza d,e

trabajo j¡dustrial (2Bg) fV.3,4, EI proletariarlo agrfcoLa (29ü IV"4, CoI{POSICI0N }p LA CLASE oBRERA, poR

E D A S I S T P R O C f m q { C I A . o , , a . . . . . r o , . . . c . 3 0 3 fV.{.l" Una claso obrara autóctona (fO9¡

cÁPrTuto V ¡ LA' cohrDlcfo]ü offiERA o., o.. ..; ... .,t .., 315 V"1. ff, B}TF{ÜITO DE RESEPJIA: C¿SACTERTSTIC¡.S Y

EI/OLUCTO}J DTX, P"qAO OffiTRO M{ }A PROVTNCTA . .O' .O. 3M V,1.1-" EI paro obrero durente Ia Dicta-

, dr:ra d.e Prino d.e Rivera (::O¡

V.l-o2" 01 paro. obtero en Ia Segund.a Repúbliea (:ZO¡

V.2. I,AS COI{DTC]ONES NE VIDA }S LA

g ! 4 ' 9 8 - p p I E R & . " " ' . ' . . . e o , ó . o . . ' o f . i i . f 3 4 7 V.2,!n f,os salarios (347)

Y . 2 n ' 2 . L o s p r e c i o s ( ¡ 6 e )

V.2.3, Los ealarios reales (37O)

v.3. laq jSI.qrgIoFES pE TI?ABAJ9 ,oc .., ,.. .., ..o 377 V,].1. La duraeión de la Jornada de traba¡o (¡ft)

V:3;2: 01 trabajo c1e mujeres y níños (lae¡

V.3o3. $eguridad e higiene en el trabajo (:pO)

V . 4 . g r ¿ g , q $ - P - $ L L q E U ] & & . o . ' . . . ' o o . . . ó . e . 3 9 5

TTNC¡NA PARTE

CáPTT{'TO VI C TUCILA. EOONOI\,IICA Y MNM,ICT]VTDAD TABORAI, . O9O 4O2 VT.1. F,I },{CVilüMTTCI HTIEL,GUISTICO U]RANTE I,A NICT¡!üAA ... 4A6

(8)

c.Alrnno

vIr o1"

vI" "2. L& g0)i{r,Tq5'Jvm¡3 i,Aqgn¿J, ¡.W11'lgn

T,A SEGLü{NA FEF"UBI,TCA .. . .. ! .. O t " ' t t 4 2 0

VI.3, !lH_3II$-crWSs, 4lJSS,!_sr l. "2ffi-?.S, ,. .. o ... 435

\rI,3,1. L&s huelges del calzad.a (+lS) rfLl"2. La huelga de ferroviarios (+:a¡

VI.3,3. La huelga de los obreros del Puerto (+¿f) VI"3"4. l,a huelga general de Alcoy de 1.932 GqS) VI,3,5. I,as huelgas de 1 .934 eyt Elcbe (q4g)

VI.3,6n Las huelgas agrarias GSz) YL4, ¡.lffi"nüA"S CC'NCIUSIOI{ES ... ..o t r o

" o t o t o . t 4 5 7 :.r

V I I ¡ A S O C I A C I O I ü I $ t I O 0 m m 0 ' . . e . , . m., l,iCVIIr:IEl'íT0 iISOCIS-TIV0 Iült¡]{TE tA

. , Q 4 6 9

D I C Í . j I D L E A . r r o o r ¡ ' o o o ' o . . . . . . . . . . e 4 7 4

VII.2' I,A tn'If0l,T G${W,*J, }A TnABtufA}ORES Y LA

s@sqqrQlLlgj8 ¡'F4[$pRFS*]pj4*JgF&L " . " 488

vII.3. lA II'FI,4.NfAC10i{ lFL SOCIAII*,íO 3FI

!4 !89lglC#i"JE- AI,ICA,I{-TE- @ c. o c. .., .. . c o 499 IIJI"3.1. S1 Partid.o Socialíst¿ Obrero EuFañoI (499)

trl-JI"3.2, L,&, Juventucl Soefaliste (5OB)

VII.4N T,A CO3iTTDfrL4,CTCIN ]üACTONAT }H' T,tr*q,BAJO . ' o e e o 5 1 1

. . . . . 5 2 5

1'-?T tr v LtoJ. ldi]-:+,r+fr. t'r 1]¡rDmTf)0 CO],fiI\TISSA Dll ESANA.__ -*-._ -*-_ _-_

CÁSItUIO VIII I Et ¡IOVII¿IU'ITO 0mER0 DUn¿Ntm f,$.

DICTADI]BA DE PRINS] DE RTVEAA . O ' "

vItr"l" $00r4urq[q y_ coF.rgR4tJ]rus{g oo. .oe ,,.

\ruII }.1, E1 socialinmo ante la Dictacl*"o (5¿O) WII"lo2, J,os conit6s paritariou $+l)

VIII,1,3. Reforrisno y colaboracion (56r-) '

v II I, 2. g.ql,,1f \ru T sr4sJ 4s4_n g_0 plspJsgr"' r $J¡49

t o o

r o a

539 54a

B A I O I r A D I C I A I U R A , . . a . . c , . . f . e o . r o . ó r - lt\Az

1ruIT"2,1. EI Part:ido Coun:nisfu $67)

(9)

vIIf ,2.2o La g$T (5?3)

WIÍ.2.3. Las relaciones entro_ commistas y ' anarr:osi¡dicelistas {579)

lnII. 3 " &_{0ruüSryc_ I BELJ,¡qrEl*_cnLsIg

P o f , f m C A l l i l r R E G I l m ' { . . ' r . o ¡ . . . o . ' o o 5 8 7 VIII ,3.1. E1 agotarutento. de Ia Dictadura (58?)

VIII.3.2. E1 ¡novimierto revolucionario d e 1 " g 3 0 $ 9 4 )

VIm,3.3. I,as eleeciones municipales de 1.931 (602)

C¡PI[{I!O IX I I,A SEGU.IIDA AWUffi,ICA T m,

¡ , l O V I H I W t C I O B I t m 0 e . o a o o ' n ' . o ' . o o o 6 1 1 7

IX.l. !Ti-g)$r$rIS{Q_ Iuf- ¡$,_39}sL o o.. . . o .., ú. " 618

IXnl.1. üna participación i¡cór¿sd.a (618)

Ix,Io2, Las elecciones general-es de 1"931 (6Zq) IX"l.3, Los eoruie,¡zos de Ie radiealizacfdn (629) f.X"Z" TC.IITINISfAS Y ATARCOSNWICATISTAS

c 9 J ' r r R { t A s J r y u H , I c A o o . , . . . o o e o . , . . . 6 3 8

TX,2,i. $ind.icalierno y anarquis¡o¡ los oomienzou ds una escisidn (638)

' IX"2n2. El ciclo insumeccional de la Cnff (643) f.X.2o3" La d-ebitida^d. d.el FüE (648)

IX"3, IJlSquQIo &EQIBAI¡ !$.S.-4i,4!!Lo1[4S=_lJ 1"9:¡.. 65r

Íx.4n }L.[c.I¿rd,-¡ESgElgPU!¿& ooo ea. .. .e. .o' 671 IX"4,1. La crisis d.e 1a CNT (6?L)

IX"4.2o Radicalización del F$OE (614)

IX.4"3. Allanzas Obreras y revoluoidn d.e ',: , :' I octubre (681)

- IN"4,4, Solchevizaci6n dol PSOE y r.rrid.acl.

. d.e Ia clase obrera (689)

(10)

a r ¡ ñ t ? $ f d ñ

, t ! l - E ¡ l \ l J I U . E

l-1 LA m'ügRACrON nAL üÁUi{ A L4, CItruAn .n. oúc oo. ?00

I*2 IA M,TTGNACIO}T AI,Tft}TJ'T1'IA AL I{ORUE }g AFTÍ-

CA \|ISTA f'{B trA Pnffi'Is"{ OBRgfiA ' n n . o. ... o.. 703

fi-l LA CRTSIS AGnAHIA S[ itl,fA COltrA.RtA ATICA]TrI$A o ... 7O5

ilT-l SOCIEDADES AlfO]\Tl'IAS Mí L[ PF.OWITCIA DS

a l , I c A f i l i t H I I A S I A E f , A Ñ 0 1 , 9 3 6 , . o o e . . . ó . . , r 7 A 7

III.2 PRIJITCIPÁ.LES ITIDU'SfMAS U,N IA ?ROULlÍffIA

DB AIJCAIíTE Ul\T UJ, ArT0 1,935 ooc e.e ireo ,.o 7t4

V-]. SALARTCIS PO}I OF'IffOS 3]i.T AÍJÜ}$TN CAMTAL

ü ' I T 4 8 1 " 9 2 5 y 1 . 9 3 1 o a r , . . r , ¡ , . e e ¡ c o r 7 J - 7

V.2 OPOSJCIOIü PATRONAIJ A I,A JONNADA

D E 0 C H 0 H O P " A S . o . . . o . e . o o . . . o o . r . 7 2 4

V-3 IITFBAOCIONES I4BORAI,üS A,r E"L PAIS VAL$S-

0 I A 1 { 0 r ' M I I R C I A Y ¿ L B A ü E T E f . ' o ' a o . o o c . . , 7 n

v-4 ACCIDmf.IES DS TAABAJ0 Hy IA ?ROVTNCÍA DE

ALICANTE CIASTFTCAD0S Fon INIUSTmAS ... o o e o. 729

VT-l HII&"J,GAS M{ IA PRO\JTJNCTA NE AI,ICANT$,

I t 9 2 3 - I r 9 3 9 o o o o e e o . . ó o ' o o . i r o . o ¡ 7 2 9

W.¿ HTIELG¡"S Y IOCK4{IT$ Mf T,A PROi/TNC]A DE

A I J . C A l i l f E r L ' 9 3 0 * L . 9 3 6 . t a . o e e . . ó . o c o . . 7 3 4

. TT-3 CAISJS DA LA I1üDU$THA.Tf,KIIL Y C0ITi,tICffi*

W D A D S O C I A T & l , T A I r C O Y o ' , r o . ¡ e r j n o | ¡ o f 7 4 7

w-4 PETICIO¡,I DE tÁ COMISTON oBRÉA.A ALCOY¿¡'TA

AL pnESADm.,TrE DEL C0}TSAJ0 IE Itrli-ISfROS o.o e.. oc 752

(11)

\n-5 }ECIAF¡ICICII{ES Dt FfifiiO }E üVSA{" $üBnE LA$

HIIEIC¿S DE ALC0Y Y CAL'ICISA DE SEGIIRA .. . o. . ... 755

YJ-6 EÍ, AICAIDU NÉ EMA OO}NHA IAS iTtft]tGAS

? A O I d 0 W D A S P O R I ' A q i ü T t o o . . . . . . o . o o . o o 7 5 8

w-; r.A pretrgr,Id Bunsttpsr¿ nfistrfi¡,- n r"a

H I I E L G A D F J , F I I E m 0 D E A I J C A I I T E . " n I s o a o . r ' ü o ? 6 1 'Tff-l

SOCIEDAI)Es OBRARAS N",'I TA ?ROVINCTÁ }E AIJ-

CAI'ilfE" EVO3,UCION DE ASILIÁI0S nlilAE ].925*29 o ¡ ü o 763

\nl-z SOCTffiADfiS OBRERAS ADIIEFIIAS A 1A OFfgINli 0E DE nECLa.l¿ACIüi'ilSS Y }RC?AGAITDA 'E f,A pR0\ru¡I*

clA IE Ar,rc¡$ry'g m{ OcTirBRE DE 3_op28 ". " o.. . o o, 768

IruI-3 SOCIIIDA}ES OBFSRAS,M[ I,A PROW}.TCIA

A t 0 ¡ ü & [ U C 5 l ) g 1 - n 9 3 2 e e f . . ' . ' . o o o o . . ü o 7 7 L

wI-4 1!,1PLA¡mACI01{ }S IA,UGf m.I LA PAC\rISCIA

D E A I , I C A I { T E I t { L ' 9 3 L o o . . o r c . r ! o . . . ó . ó 7 8 0

rruI-F ORcAIüAACrOlrfrs ptrfflTtECIEim'ES A IA

F S f f i T m { H ' , t ¿ f r O 1 . 9 3 2 e ó . o . o . o . o o . . . . ó ? 8 1

W I - 6 L 4 } M I L I D A D D E Ü S O C I A I , I $ M O N d A T , C C I Y . . O O O O O O ' T B 4 'ü-JII-}

fNt0ru'm 3mr G0BIE¡:0{0 CIITJL DE AITCA}Tf$ S0Bn8 LE IIUETGA Gft{EFAl, FOLITICA DE ALCOY pE },929

".. o.o 7gO iruTl-2 TJMOMM }Ef, GOSTAANO CTWL DS AI,ICÁ}TÍE SOBRE

IA STTUACToN pOtrrrCO-gOCIAL DE AtCOy m{ 1.929 o .o 792

VIIT-3 CARTAS CAÜUADAS WTRE PAIATO Y IARGO CABAT,TENO S0BBE L{ ?ARmmPACI0i¡ }Et PSüñ InI IA AS&l,f*

Bl.nA NACIOIüAI, CONSUL'ffVA ., c ... ... .., o .., 796

yrII-4 Opo$"JtroN Du pRIcI0 a ta TAc1fIcA scclatr$TA ,., e 06 7gg

(12)

\ruII-5 C0].IACT0S tE PAT'ASL l."ijil,l CoN I,A 0?0$rffi0$

ccl,lrlMsf'A D0 IflQITIERDA o c 4 .. o . c. ... ü. o 8o+

WTI.6 M:$'N.UITA1[üI'MO L)']'IRE }ITLL{ Y IOS A}IARÜOSII{- DICÁLT$TAS i)04 f,A CnliliCl0$ D&'fJ SIiT.DICAfO D E P F O F E t r C I i ü E $ I f , 3 t r H ¡ ; l , U 5

" o . , , . . r r o . o . ¿ \ J )ñ ^ F

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V'III-B ffi-1

IX*2

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GOBIEIníO fI\rft fi{Ftii},fa soSRE EL DFsaBroLLO tA. HUELGA Gn'rmAÍ R!,¡IOIiLICIONJLHA Dm, &ffiS

D I C I E i { 3 R E n E 1 ' 9 3 C o . o . ' . . ' o e . . . . . 8 1 2

EL PR0GRAI,iA IÍUMCIPAI SOCIALISIA nn 1.931 ... .c. 815

IOS SOCIALTFtAS COl{'Ifü,t HOVIDA$ lOR IA C}ru ü{

LAs T{UHIGAS PRO-

sT., Brli'ü0 IlrfftRftEccr0ltAt !, o. 818

PROPOSIffi 0IIES DU L¡'S AGRItPAgJOI'ffrS gOüIALÍSOitS }E LA PNOI.III'ÍC]A Dg AI,ICAN'IF AL XTII gÜNOP.SSCI

O R D I N A A S O D E t P S 0 E c , , , ! . , ó . o r . o ó . o 8 2 5

}IA$IFTAS'TO DE T,A ALTANZA OBRE"RA DE COCMil'IÁTNA O'E B3E

SOIJDASTD.6S SOCIALISTA COl{ AUSTruA " ".

o c o R T Av J v

IOS rfncln'rff]fos Dm, ¿.LA ]BIIPCHA ]üL PSoE;

ARTICTJ'TCS 'NE

W$ftINL GO}iIUATSZ NAffÜS ffiI

E L S m Y t { l í A m O } f f i ; f O C R n C f A . o n o o o . , o o o . . , . 8 3 8

I,A DEPI'RAffiON DHI, .&I,A DEMSCT{A T$I EI,

P S O E A I , I C " A ¡ T T I N O " . . o . . . r . . e o ' . . . . 8 4 7

to$ sIlmlc.4.Tos DE oPosjc]os

DEBACIOI{ES }S IUDUS'ImA " o.

LA RSUMIFÍC¡ICÍOI{ }A I"{ CTTf

DE ¿I,COY T I,AS T."9-

t t o e o a r o a o a a

849

r ó . . o e . . o . 8 5 2

Po$ffol{ }E IA CIT ANTE TA U}MMDIEL PR0LEÍIARÍAD0. B5l

(13)

II{DIC¡] DE N]M{TM Y BIH,IOffi.ATIA

pfgj{-r\¡gq*lüTrr,{rd:!9ü o.o,..

üi¡tH.fES, irürT.A"$ Y I,ISiORTJ¡S . o.

. 6 . , r r r 8 5 6

R K ?

. . . a e a v J l

. . . . o . c . o 8 6 2

. . . 8 6 6 . . . 8 6 6

l'r"iE1'l11ES I}üDITAS ... . . . . . . . . 9 r ! . . . r . ü 8 5 8

T'IJEJ'II'ES DE TPO EST¡}ISTICO .. . l t a a t a v v vQl.a

a a o ú . o u a )

6 t t o o a

t a a

!Iry!9 Y rcI,l,ETCS, !.$-IA*S0!A:

Qqs_-g9N- yi.!QB-noqpi'{rxti!'4l{ ., .

IrrJetICAClOlfES PIRIOIIC¡.$ ... . ¡,

o . . o . . r . . o . o 8 6 +

e , a , a a a

PRE]üSA PERIOIICA c a a o t a c a a a o a ¡ o t ,

OffiAS DE C;IF"ACTffi. IffiQ¡OLOGICO E IilSTRii-]ffiiüTAf, ..

B68

TRÁ8AJOS fEIRICOS Y DE flllT$fIG.AtT0i1.I " ..

. . , 8 6 9

INTICU IE C1]ADR0S9 GtsAFIC0S Y

C U A D I I O S . . . . . t ' o .

t R A F l c O s . , ,

o a a

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o t e a a f

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c a a

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D a a

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899

I'ÍAPJLS

"..

a a a o a o

a a Á

, a a o a a v v v

. . r o ' . B B 7

896

t a a d a a

a a a a a t

I'ÍAPAS .. .

I}IDICE }E I(C},{MHS

]]'iDICE ANATTTICC)

o . o o r . 9 0 1

o a o a o a

905

(14)

t

1 2 j '

nurante los a,ños d.e preparación de esta Tesis noctoral han sid.o muchas las colaboraciones y ay-udas recibid.as d.e d.istj¡tas per Bonas y organisnos. sirvan estas lfneas para ereresar ni testine nlo de gratltud a tod,as ell¿s.

Especial agradeci¡niento le debo al profesor [uñ6n de r,ara que tuvo la amabilid.ad., en una de sus visitas a Alicante, de J.eer parte d.el borrad.orr aportánd.ome valiosas sugerencias e j:r- dicaciones. Tambi&r

"l proiesor paul preston, de1 eueecr Mary co- 11ege d.e Load.res, aI que tuve la oporturid,ad. d.e conocer e,n i,Ia- drid- y con el- que convers6 l-ar,ganente sobre 1os aspecios so- , ciales y polfticos de 1a Segunda Reprlblica.

rnestimable ha sido la a¡rud.a de Fransisco Moreno sáer, profe- sor del rnstituto virgen del Re¡nedio cLo Alicanter gue me facili- td un l¡vartari.o d.e contenid.o d.e una parte d.e la prensa periód.i- ca utilizad.a en la realización d.e1 trabajo.

I{e de expresar, asi.misrno, ni agrad"ecj¡j.ento al üentro d.e cál- oulo del cclegio tJniversitario de Alieante, por 1a colaboración prestada en el trataroiento de 1os d.atoq nimréricos de deiernina- d.os capftulos de Ia Tesisr y a rnis compafieros de Facultad. Juan Luis Román y Enrique Rubio que lie ayuáaron an ra ingrata tarea

(15)

tr3

de corregir el boma.d.or del trabajo.

Mi gratitud, por último, al lnstituto de Estud.ios Alicantl.

nos de.la Excxna. Diputación Provj:rciaL de Alicante y; en espé cialr'a su sección de Historla y Arqueologfa, por 1a a¡rud.a con- ced"ida para Ia realizacidn del trabajo.

a\

(16)

L l x i

glosaFIo pE s,cl4s

CEDA Confed.eraoi-6n Española cle'D'erecbas Aut6nonas CGTU Confederación.GeneraL c[e]. Trabajo Unitarla g¡IT Confederación Naoional. d.el TrabaJo

CRT Confederación Regá-onal del lFrabajo FUI Federación Anarquista lb6rica

I

¡f$flI' Federación Naclonal dle Trabajaclores de La Tlerra FPS - Feclerecién Provincia]. Soaialista

FRS Fecteracidn Regional Socialista Fgt Fed.ereción Sindicalista Llberbarla JAP Juventuil d.e Aocl6n Popu1-ar

JSU Jrwentud. Socialista.ünificada PCE Partido Corm¡nlsta do España PCOE Partl.cto Corn¡nista Obrero Españo3.

P0UM Partido Obrero d.e Unificacidn Ma¡xista PSOE Partid.o Socialibta Obrero Español- UGT Unlón GeneraL de trabajadores UJC Uni-ón de Juventud.es Comr¡nistas

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I Í T R O } U C C T O S

(18)

JUSlrImCAClolür ¡¡C3NCE J COSIENIDo

!a preocupación por el estudio histérico dE los_ movi-¡nisrtos sg

ciales¡ y del novimiento obrero en partisular, como r¡ro de los fac - tores fr¡:d.a¡rentales para la adecuada comprslsldn de nuestro pasad.o nás pr6xi-no, es relativanente reci.ente y no ha üesembocado, todavfa, en la cantld"ad de trabajos d.e slntesis o'd.e monograffas parciales ne cesarÍa para que nuestroc conocimientos en ese canpo pued.an equipa- rarse a los que teeemos sotne otras esferas cle 1a realld.ad. histórica más generosa¡nente abordadas por nuestra historiograffa,

. Con la casl dnica excepcidar de las obras d.e1 profesor ltuñ6n d.e i,ara(I), 1a. penuria e¡r 1a que nos movemg" r niveL d.e sfntesis gwrera- 1es quo enriquezcan nuestre Berspectiva higtórica sobre dicba temáti- ca, obedece, sin duda, a 1a falta de estudios y monograffas parciales, centradas en á:nbitos regionalo$, comaJrcales y localesr eu€ sirvan pa- ra descubrir y explicar la d.iversif,icacidn y 1-as caracterfsticas erye efficas de 1os fenórnsnos sociales de cada zona o región, dentro del coajr.urto de nuestro pafs. Algunos trabajos(Z) siwen para nnostrarnos las posibilid.ad.es d.e j:rvestigaci6n en esos me;rcos. nás red.ucid.os y la

r.97o¡ (r) ( z )

t.973¡

fUÑOW, M., Histor.iqgql_!,:1ev+ia,r_to Obrero Españo}, Barcelona, EI Movirnlerto Obrero €n la Hiutglg-Ée g5paña, lladrid., I.972

, -Madrid', RrJlZ, D., E1 Sovj¡íerto Obrero en,Asturias. Ovied.o, 1.968

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1"1

necesld.ad d.e conpletar, tanto cronológ1c& como espacialmente, Lo.ya lniciado por algunos ar¡tores.

': Ira e1ecclón cante.- como marco

Ia provln":" -* e"Sie caso 3.a proviacla de A1l nuostro trabajo presantaba r¡na serie d.e d.ifi - cul-ta.d.es d.e las que hemos sido plenanenta conscisltes. l,a princlpal de ellas deriva de la propla artificialidad. d"e la misma, como divi- 'sión administrati-va, y de su aislaniento cle r¡r ma'rco rnás amplio

-eL Pals'vaLenclano- en el que se lntegra y con eI que, Lógica.men- te, nantiene l¡la relacid¡ d.e t¡nid.ad", nás o mmos ftrerte, dj-feren- ciada de otras comunid.ades d.eI Estado Espa,ñol. Fero siend.o e1l-o cieg to, no 1o es m6nos que 1as ttcomarcas deL surrt presentan, ta,rnbién, Tasgos d.iferenciados muy especfficos .qué son, & nenudo, pasad.os por alto m los estudios de ámbito rrvalencianot, por obra y gracia de r¡ra extrapolación d.e 1as conclusiones obtenid-as a partir d"e arálisis centrados, fund.a^mentalmente, en el m&rco provincial d.e VaLencia aI conJwrto de todo el Pafs Vale¡:ciano. D1 la realizacidn de nuestro trabajo henos podid.o comprobar 1o i¡rcorreeto de esa extrapolaci6n y;.la necésid.ailn por tanto, de revisar algunos aspectos lurportantes de d.eteruinadas aportaciones, gpneralizad.ae a nivel de Pafs Valen- cianon que no s€ correspond.en con las conclusiones obtenidas a pqq tlr d.e wr estudio pormenorizado de la realid.ad. de 1a provinoia de Alicante. Junto a e1Lo, es tanbi&r evide¡rte que 1a utilización de f\¡entos de tipo ad.¡ojnistratfvo impone como ámbito territorial bá"¿

co el provincial, tanto por la correspotid.er¡cia con d.icho marco d.e parte d.e la documer¡tación utllizada -archivos y organismos oficiales

d.e d e

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TB

de'l"a provÍlcia- oomo por la propla claslficacldn provlnoial da por la Admi¡lstraciún en trrentes de carácter general para eI Estadoc

adoptg todo

Ia segunda dificultad que se nos planteaba era el peligro do w¡ exceslvo aieLa¡niento temático que redujera nuestro estud.lo a una nera descripclón de dete:m¡i¡adas nanifestaciones polftlcas y labo- rales d"el novimiento obrero, sin profurdizar. en las relaciones y oql dicionamlantos i¡evitables entre Los d.istintos-niveles de la realf- clad. histdrica. Se trataba, d"esde nuestro punto d.e vista, d.e no redg clr el objeto de nuestro estudio a dete:minados aspectos delconfllg to económico y po).fticon manifestad.o en Las huelgas, las elecciones, La práctica sj¡dicaJ., etc., coincidiendo cqr [\¡ñ6r¡ de lara en que pretend.er r¡na hlstoria d.el novimlsrto obrero cono entldad escj¡d.id.a de la historia de una sociedad es, adernás de una arbitraried.ad j¡te J.ectualr ura nutílaci&f- que ignora una conquista esencial d.el pensa niento; la netodologfa d.e 1os conjrntos. '

E i¡njnar esta d.ificultad exigfa'r¡n trata¡aj.ento d.sl tema, de su oortenido y d.e la netod.ologfa a enpLea,r, cepaz de euperar d.eter"rni¡a dos esquematismos usuales en 'estd tipo de trabajos. Hernos j¡tentad.o esta superaci6n a través, en priner lugar, de1 estuüio de la clase obrera en la coJn¡ntura histdrica analizada, de su conposioión, de su distribr¡ción espacial y por sectores i¡dustriales, de la lnpor- tancia de los trabajadores agrfcolas sr su corjunto, de l.as cord.iclo nes de trabajo y d.e las condiciones de vid.a¡ huyend.o por tanto de la perspectíva tradicicmal d.e le bistoria del novlmierto obrero, para

(21)

19

srfooar ested fsticamente, corno eeñal"a Conard--l¡lalerbe(l), el conteni do eccndmico d.e ta lucna de clasos y su erpresión social en las re- laclones y estratlficaciones dentro""do una cornur¡idad, siguiend.o el- ca¡ol¡o abierto en ese sentido por algrnros autores(4).

Hemos querido, tambi6n, realizar r¡n estud.io elobaI de la fo¡- nación social y d"e 1a i¡ciclmcia sobre 1a nisna d.eL ¡ood.o de prod.uc- clóa capitalista, d.e la intersidad de su inpLataci&r y de sus reper oueiones sobre la evoluci6n demogrífica y o1 proceso de j¡dustriali

lzñirln en 1a provincla de .A,lioante. Una y otro resultan f1¡nd.a¡nenta,- les para la adecuada conprt¡nsidn de 1a totalldad social y para ¡ros- tramos funportantes aspectos, no sufioientenente erBlfcltos, de1 conflLlcto social, como €rcr¡ la intensiCad d.eI proceso d.e asal-a¡lzE- ci6n, los fen6nenos rnl-gratorios como expresi6n de La i¡adesuacidr¡

en:tre las bases econ6micas y La realidad Cemográfica, o los ües6*

qullibrlos espaclaLes de 1a pobLación, d.irectamer¡te relacj-onados con La crisis agraria y con 1a progresiva incidencj-a de1 d.esarxollo lnd.ustr1aL.

No pretendemos, pues, hacer wra historia poJ-ltica e ideo16- gica del novinj-srto obraro en Ia provincia de AU-ca¡rto durante ell perlodo estud.iado, nl ta,npoco r¡na historia econónica o d,e 1a uiodry trlalizacidnrr durante ese rnísmo periodo. Nuestro prop6sito ha sid.o el de hacer confluir los aspectos dernográficosreconónicos, polfti-

(¡) 6WA'RD-MAJ,ffiBE, Por Gr4a para el'estudio d.e la hieEria con- te¡nporárya d.e España, l,{adrld., I.975

@ Fernand.á, Las _cla.qes tlalqladorae €q Espgña, fiadrid, 1.970

(22)

¿0

cos e ideol"6gicos y los d.erivados de la situ¿c1ón social de las cl-a sos trabajaÁoras para. coqprender qejor en gu conjurrto a uca claee social, s¡ r¡rss deterrni¡adas coordenáas ae espacio y tiempo.

Un tienpo que hemos acotado mtre I.g23 X 1.936r es docÍr en*

tre los a,ños que van dosde eI ,cornienzo d-e La Dictadura de Prino clo Rivera hasta fi¡ales de le República, como nrr:rco arnplio ar el que

ee l¡scribe la co¡n::rtura de camblo entre el fi¡aL de,Ia d.6cad.a d.e los veülte y el conlenzo de los a^ños trej¡ta. Co¡runtr¡ra ecrorne¡nente significativa a1 aoincid.ir a: el-l.a ura crisls deL r6gimem polftico, Los efoctos d.e. la cllsis económj.ca rowld,ial- y un ca,nbio sualitativo an la 1r¡rortancia del movinisrto obrsro que, a partir de aquf, ad- quirirá rn protagoniso cor.aicionante en Ia vida d.e nuestro pafs, y cle la provl¡cia de Allcanteo hasta el fixal cle la guetrra civ1l.

(23)

2r"

PIA}I DE M.A3AJO

Eenos dfvld.ido nuestro. trabajo er¡ tres grandes partes. r,a p4 nera d'e elLas relatlva a ros aspectos econónicos y d.emográficos. J,a segulcia aI estudio cua¡rtitativo d.e l-a clsse obrera, d.e su d.istritn¡- ci6n prowincial y por sectoree i¡dustrÍ-ales, y d"e 1as condicioaes de vicla y de trabajo d.o la niema. l,a tercera d.edicada a los aspectos organizativosrpolfticos e ideoldgicos del novi¡niento ob¡ero er¡ Ia provürcia d.r¡ra¡rte el periodo considerado.

Drrelaclón con J-a prfunera parte, nuestro objetivo se b¿ csr_

trador en primer 1,ugar, en dos prntos fund.ameortales. por r¡r lado el de l.a distrlbución provÍncial d.e 1a poblaclón, sue t€nda:roÍas svo- lutinas y los desequilibrios e¡rtre d.istl¡tas zonas y comarcasi aÉpes tos tod'os ollos relacionados estrechnme¡rte con el- proceso d.e ind.us- xvLarízacidn y con la i¡te¡rsidad deL nimo. por otro, el d.e los no_

vimiqrtos migratorios como sf¡tona y consecuencia de la fortaleza o debilitlad. d.e ese proceso, de sus contradiociones y crisie, asf como ta¡ibi& d.e las d.e otros sectores econdmicos que, eomo el agrario, tienen rm peso especffico considerable, en eetos nomentos, err 1a cog figuracidn de la estructura sociai y de Ia estnrotu¡a d.e clases en la provincis cl.e Alicante.

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Elr segw¡d"o lugar, hemos pretendld.o analizar, de nanera gtrobal, Las ca,racterfsticas de la evoluci6n econ6miea de1 periodo, con eqpe- oial atencló¡r a la crisis de 1.929 y a 1as caracterfsticas, d"el.desg rrolLo l¡dustriaL en el conJurto de la.proviacia, si¡rtetlzand.o las fnportantes aportacimes ya real.lzadas, a'niveLes locales y coslarcaF les, e i¡trod.uciendo nuevos aspectos geo:erales, a nivel provincial¡

que slrrran para aportar elemenrtos signlfiaetivos, d.esd.e e1 pr:nto do vista hist6rlco, a esa evoluci6r¡n Para e1lo nog hemos basado en u3a serie de i¡dicadores o barómetros econdnlcos, capaces d.e peruritir- noe¡ ese análisis de conjr.nito y J,a zuperacl6n de visic¡res localistas y f\ndarnentalne¡:te est6ticas, a trav€s de las cuaLes -y pese e su

importancia- se nos escapa¡i rasgpE d.ecisivos d.el conte:1do, 3-as ca- racterfsticas, 1as ccntradicciores y e1 ritmo de ese proceso de e\ro 1uci6n econdmica e i¡dustrial. }lchos ind.icadores ofr€c€n €n r,uros casos r¡ra i¡forrnación directa sobre la realiclad. económ:ica -creacion d.e sociedades anóninas, prod.uccidn agrfcola, etc.-, y en otros sirs- ven, de nanera ind.irecta, p3"r aprorinarnos a e6a realidad por su estrecho paralelisno con la ¡nisna ..contribuei6n industrial, tráfico de nercancfas por e1 puerto d.e Al-icante, etc.

La segurd.a parte de nuestro trabajo nos ba exigld.o, en pri.ner t6rmino, el estud.io sistemático de una serie de censos y padrones de pob1acl6n a través d.e Los cuales, y mediante ur ad"ecuado nuestreo realizado con un alto grado d.e significaciCr¡, bemos pod.id-o estable- cer un& claslficación socio-profesion¿l

"d"e 1a poblacidn provilclaL quo refleja tarnbién l-a inportancia d.e las dlstfntas ramas j¡dusiria-.

(25)

23

J.es,

gado d.e oonce'tracidn d.é lae mÍsmas a escaLa provinoial, e1 peso y las caracterfsticas d.el sector agrario sl el oonjunto d.e la fornacidn soclal, asf como otros

"*pu"tou especialmente j¡teresan tes desde er pr.rnto de vista sociar¡ t.ales- cono Ia iqportancia del trabajo feuenino, los niveles de a.lfabetización d.e la clase obrera, etco

trlr segunco t€¡nj¡o, henos recopila.do tod.a r¡ra serie d.e d.ocu-

¡nentacidn referente a lag condiciones d.e vlda y de trabajo de 1a olase obnera ear ra provincia de alicante, d"e ouyo estudio pod.rá derivarse un mejor conocinier¡to d.e r.a vida cotfd.iar¡a y d.e Ios pro.- ble¡ras hunanos y sociales de dicha clas€. cuestiones como la d.uración d'e La Jornad"a d.e trabajo,

"t trabaJo de nujeres y niños, las corid.i- clone.s de salubrid.ad. en el trabajo, los accid.entes raborares, er pa_

ro obreron etc., unldas e ulr pornsrorizad.o estudio d.e los precios y salarios -de su evolucidn d.urante e1 perlod.o a¡ralizado an la provj:r- cia d'e Alica¡¡te-, pueda: ser, creesos, de gran inportancla para la adecuad.a conprmsidn d.e t¡ra histori-a si-n ¡nutilaefmes, an la gue es_

tém presentes tod.os sus protagoñistas.

r,a tercera y ú1tima parte del trabajo se. basa en e1 estud.io del grado de conciencia polftfca, ideol6gica y si-nd.ical d.e la cla¡

sE -obre¡a d.e la provincia. un pri:ner capf tulo está ded.icad.o al aná;

lisis d.a la conflictlvidad laboral

.taeto desde un pr:nto d.e vista g1o baL como d.esd.e otro, nás concreto, a partir d.e1 cual se estud.ian ar_

gu?as cle las huelgas nás importantes y aquélJ_as qlue pued.on servir d.e el

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nodelo doJ- comportaniento dE Las clases ear confricto.

' Reallzamos ta,nbiár en esta últrma parte r¡: estud.lo d.el asocia nisno obrer'o y d.e 3.a evolución oig&rrzativa d.e 1as d.ietlntas co*iad' tes polfticao y si¡dicales" tasta d.onde eilo ba sido poslbLe hemos l¡ter¡tad"o cuantificar La lmplantación de d.ichas comientes y desctr bnir algr:nas d.e las causas que motivaron el rnayor o nenor apoyo d,e 1as clases trabajad.oras a las mimaso

Por úItino, anral.iza,rnos La trayectorir porttica e id.eológica d'el novinie¿rto obrero organizado dr.¡rante Los años d.e la Dictadura d'e ?rlno de Rivera y 1a segunda Repüblica, cantrándonos en 1as tres grendes tendencias er¡ gu6 se d.ivid.na el proletarlado alÍcantlno¡

socialist&, a&,arcosj¡dicalista y cornr:nista(!).

conpletamos la Tesig con un Apénd.ice er¡ eI que incluinos una serfe de d.ocune:tos y materiales de trab*jo q..e guardan estrecha re- lacf&r con eL contenld.o cr.eI trabajo y & los que, con fbecuengia, nos referlmoe desd.e l"as páginas dol mi&o.

E1 trabajo finalira con un f¡d,ice nonbres, r¡r fnd.ico d.e cuadroE y gráfieos, un fndice d.e fr¡er¡tos y bibliograffe en e1 que s61o ss ig olqyen aqugrlas que aparecen citad.as en e1 terto, y ur lrrd.ice ané,l{_

tico que pr$ facilitar extraord.j¡aria.mente la Lectr¡ra y consulta d.el niómo.

2d

(5) ef estr¡dlo de1 movlnis:to obrero de ca¡ácter católico -m{r localf zado an algunas zonas de 1a provincia- ha sido realizad.o i,"" ¿¡ú_

MIUEOHEVARR1I_ t Cat61ióo en Ori_

Fqu+_g, y l'A pSry

la r'9uesli6n Social¡l

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25

DOfiIMM{TACTON

Una d.e 1ao principal-es d"ificultad.es con la que bemos tropezad,o en La roaliraci6n de nuestro trabajo ha sid.o la aro¡ne dtspersidn de Ias f\rentes utilizadas. Desgraciad.anente, gran parte dE 1a doouns¡ta- oi6n de carácter social que debfa existir m 1os archlvos ularicipa- les d.e 1a provirlcia ba d.esapareoido. Tal- es el caso de las actas d.e J-as juntas locales del Instituto d.e Refo:mas Sociales que soLarnente se conserr/an en e1 Archlvo Municipal de Villena y, aun en este caso, bastante incompletas. I,os fondos del Archivo del Goblerno Civil de la proviacia ps.saron en su dla aI Á¡chivo de Ia DlputaciGr Provj¡cial d.e Alicante pero ta^rnpoce en este caso ha d.ad.o nuestra brúsqueda el nás ml- nino resultsd.o positivo.

&r El Archivo Hfstdfico Nacional d.e Mad"rid sf que se congerna r¡¡a lnteresante, aunque no demasiado anplia, docunertacidn de tlpo polftloo y soclal., consistente e,n 1a correspond.encia nante¡:id"a srtre .eL Gobie¡no Clvll d.e la provÍ.ncia con eL Mi¡isterio de Ia Goberna-

ci-6nrdurarte los años de 1a }iotadura d.e ?rino de Rivera y la Segrxr- cla Rep061lca.

Especialmente interdsantes para nuestra jnvestigaci&r han sid.o 1os fondos de1 Instituto d.e Ref,ornas Socii¡les, ccorservados en e1 Mi- nlsterlo de frabajo y a través cLe los cuales henos podldo analiza¡

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una seri€ d.o variados acpectos de l-a vida d"e 1as clases trabajad.oras cle Ia provincia y de sus prá,cticas econdnil"" y laborales.

Otras f\rentes de tipo adninistrativo consenrad.an en distintos arcbivos de Ministerioe ¡rlrri.t""io de gobernación, Minlsterio d.e'In- d.ustria, $inisterio d,e Cultura, etc. - nos han suni¡ristrado info¡- nacidn aburd.anto d.e tipo económico. De gpan utilid.acl. han sid.o tambié¡r Las eetadfstlcas de la Jwrta de Obras del Puerto de Al-ics:te sobre o1 tráfico d.e mercancias por el puerto de Alicanto entre I.923 y 1.936.

Eemos procurad.o, asimismo, disponer de tod.a la cLocumecrtacidn e1a^

borada por las propias organizaciones obrerasl tales conno ilformes, aotas y memorias. L& reoog:id.a d"e d.icba docr.¡mentaclón, escaÉa y d.ispeg s€l, nos ha obllgado a recorrer distl¡tos archivos y bibliotecas, tales cono e'l Archlvo l{rmlcipal de 3arce1ma, la Biblioteca Universitaria de Valecrcia y 1a Siblioteca Nacional y a recurTir a 1a mierofi-lna- ciór¡ de algunas fueurtee oonservadas eri o1 Instituto Internacional d.e Cle¡rcias Sociales de Arnsterdam.

Do gran utilidad, para el -.estudio del socialismorrhan si-d.o 1os fondos blbliográficos y hemerográficos conservados en Ia F\s¡d.aci6n Fa- blo Iglesias de Medrid.. De igual mar¡era, y en ell caeo del Partid"o Co- munista, benos podid,o d.is¡loner d.e., d.ietjntos d.osumertos congervados sr eL Archivo del Cornit6 Cer¡trál del PCE relativos a 1a provi¡rcia dá Alicante.

El Archivo de Ia Dig¡tación Provincial de ALicante nos hs er.¡ni- niEtrado dos fusrtes d.e i-uportante valorr los precios nedios mer¡suaÉ

1es de los priacipales artfculos de pri¡cera neoesidad en 1é provincla,

(29)

:''

2'l

clurante ura lueura parte de los años estudiados, y las actas electora- les correspond.imtes a lag elecciones generalée de 1.933 en l¡¡xa tn¡ene parte d.e los nr.uelaipios de la provincla.

!a prensa periód"íca, nacimal, provincial y J"oca"l, ha constitul- dor' por rfltlmo, r¡na f\¡er¡te importantfsina para nuestro t¡abajo. I,as pu- blicacion"u,,U" carácter obrero fi.on bastante abr.lndentes a¡ la provin- cia y, aforüsrademen:ten se ha¡r conserr¡ado en su lnayor parte. Por su parte¡ Ia prensa rrburguesarr es ta,nbién r¡na excelente f\¡ente de dooumen- tacldn obrera y a e13.a benos recr:mid"o para coüpletar las lagr:nas de Ia prinera y enriquece¡ sus i¡fo¡maciones y pra:tos d.e vlsta.

üna relaci6n nás cletallada cle todas las fuentes utllizades Ia ofrecemos a1 final de La otna er¡ eL lndice d.e F\¡entes y Sib1iograffat Jndicando en cada oaso La proced.enoia d.e las mismas"

A pesar ile haber d"lalogado anpllamenta cort testlgos de Ia 6poca que ürvieror un irirportante protagpnisno sr Jos hechos social-es- y polf- ticoe malizad.os, hemos presci:rd.id.o totakner¡te de oualquier f'r¡srte de tipo oraL, coqlscientes d.o que e1 tratamiarto de las ¡n1snas erige una confbontaci6n de pu:tos d"e vista d.iversos y una labor sistendtica de depuraci&r que superaban J-as posi¡ftiaades de una j¡vestigaciórr indi- vid.F.al.

Volver al indice/Tornar a l´index

(30)

PRI}MNA PARfE

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$

I" LA ?03IACI0N

(32)

30

la j¡troduccidn de1 aná11sis denográfÍco resultaba lnBresclncl.l- blo m r:n trabajo en eI que intenta¡nog rara aproxlmación al estu,- d.lo d.e r¡n movl¡niento social futdamentado en.la existencia d.e r¡na olase social no sn su sentido teórioo-abstracto siJ¡o der¡tro de rma fo:mación Eocla1 real y concreta.

EI estudio de la población, de su desa¡ro11o y sus desplaza'rnlen tos era no só1o una parte necesaria cleI nj-so si-no algo previ.ot incluso, para co¡nprender e1 estado de 1as fflerzas productivae y, en particular, e1 proceso de tlesarrollo tLe la fuerza de trabajo y eu adocuacidn ¿¡ no a ias cor:dlci"ones ecqrdmices existmtos; para corocer 1os excedertes d.e la n:isma, sue tendencias de distribu- ción ospaciaL y 1as consecuencias de todo ell-o enr l-a confi¡juración de la clase obrera qr eI rnarco de La provincia d.e Alicmte.

Esta¡nos convencidos, además, de qusr ccmo dice Pierre Viler(1)t ea preciso reivj¡dicar r¡ra trhlstbrla globs,lrt, en la que 1as ylxtg posfclones especiaLizad.as e fnconexas cedan e1 paso a const:nuccio nes totalizantes en 1as que las distjntas realidades -o niveles-

(1) \/-ÍLAR, P.r Histor-ig ggrrista.,;plstoria en construccidg. glsaJro de diálogo con Althussert p. 99

(33)

queden fntegradas. Nb ba eido, puea, nuestra furtenci6n h¿cer un e-s tudi-o exhaustivo de Los aspectos domográficoe, si¡o sólo de aqu6- 13'oa que nos han parecid.o relavantes f, adeou¿d.os a las caracterfs ticas y fines de nuestra i:rvestigaci&1.

Nueetro objetivo se ha centrado, por ta:to, cono ya fnd.icába- nos sl le rntrod.uoción, sr e1 estudfo d.e la distribución eslpacial de Ia poblacidn y üe s,s d.esequilibnios i¡temoe y en er d.e 1os movlnientoe nigratorios como efectoe de las contradicclones d.el d.esarrollo eoondnnico y d"e1 proceso d,e concentracidn capltalLsta.

Er uno y otro caso ras relaci-ones son estrechas oon la clase _ obnera y su d.istribución provinoial y con la nayor o nonor l¡tqr_

e1d'ad d.e los movinierlos sociales yr nás concreta.neete, deL mo- vimiento obrero.

(34)

5\roffigI0N Dm,r0_GH4qr.cr, JDE LA ?AÓV.$CIA DE AIICAT{TE

Iesd.e comienr,os d"e siglo. hasta la d.écad.a d"e 1os treinta, la F9 bl-ación d-e la provincia d.e Alicante experirnenta un er:cirniento conti :ruado que tiene su máxima expresión er: 1a d.écaCa qu.e ve d-e i.!JO a 1.94A. Ese ritmo de crecimiento es, en términos generales, inferior aL d.e1 conjrleto d.e Españae corl la excepci3n cicl perÍod.o anteriormen- te señalaclo "

cna)Ro I-t_

EVoIUCToN DEC$JAT DE rA P03LAC10N, 1..9C0 : L.g4O

ANO POH,. PBOV. AIICAI{TE TNDICE POTL. ES"AÑA 11\]DICE

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]..8"594.4O5

lo5rB rg.926.910

Fuente: CenFqs_ 9e 1a poSlacidn d.e Espqng (Elaboracidn propia)

En el cuadro r-1 aparecen los núrneros índices a comienzos de cad.a d"éca.d"a tomand.o cono base e1 año 1.900. Estos índices s@ mafi- tienen sieropre por d.ebajo d.e los d.e1 conjwrto c1e 1a naci6n, obser- vand.oseo sin embargor un cierto cambio en el ritmo d.e cro-

(35)

33

ciñiento a partir d.e 1-.p2C), En el período comprendÍd.o entre eI año 1.920 y e1 1.93O la tasa'de crecimiento de la población en La proviri- cia es'iie\ 6rr2fl, y en 1a. d.écad-a d.e los treinta esa tasa se eleva al

i.lirñ(p, mientras que en el conjunto d-e España 1os valoras respectivos para esos n""t:U:* son c1el IOr6f' y deL 9rB%.'

I,a décad.a d.e 1os veinte marcar puesr e1 inicio d-e1 d-espegue d.e- mográfico de l-a provincia de Alicante en e1 presente siglo Xr en 1" ui guienteo ese despegue convierte á 1a provincj-a de Alicante, por prine-

r:a. lez en e1 siglo XX, en una provincia con tasa d.e crecimiento supe- rior a la del conjunto de España. Este hecho puede resultar significa tivo a la hor:a d.e entend.er fos cambios sociales en la provincia de All

iend,o *r"*o"" A" fu. ¡"1

cante en el período que analizamos, aunque par-biend,o sienpre d.e

se de que no existen relaciones mecánicas entre 1a realid.ad- d.emográfi- ca y 1a económico-social(2).

En el cuadro I-2 ofrecemos una ordenación d.ecreciente d.e 1as pro vincias espa.ñolas, según su tasa d.e crecimiento interdecenal, desd.e comienzos de siglo hasta o1 año 1.930. A través d"el- mismo puede conp?o barge 1a existencia d"e una identificación, no total pero sí bastante

frecuente, entre províncias con mayor tasa d,e crecirniento y provincias de mayor desaruollo ind.ustrial. Ese indicador pod.ría pues resultar d.e utilidad.o oomo hemos dicho, a Ia hóra d-e definir los años 30 en 1a prg vincia d.é Alicante -Ír en particulárn e1 pelíodo 1.930-1.g3t como una etapa d.e d.espegue i-nclusirial y, consiguientemente, d.e d-esarrollo de la cl"ase obrera y d.e aparición d-e nuevos niveles en su práctica econónica polÍtica e id.eo1ógica,

(:L) Vid. N¡D¿¡, J., E] fbagaso d.o la Revoluci6n Ind-r#*rlal e!,t Espa-

&t 15 s'

(36)

3tn

sin embargo , 1as cosas, al menos d.esde e1 punto de vista d,emográfico, no son'tan simples, pues 1a guerra de 1.936-1.p1! es un elenento suficientemente trascerodental" como para distorsionar los

CUADRO r-2

PROVlliiSIAS ColI I,IAYOR TAS.{ DE C!.ECI]{ISÍTO DE POBLACTOirlr 1.90C}-1.930 (3¡

ua -1"900 - 10 ._ _ 1.910 - 20_ ._

1 ' H u e l v a (r e r ; B a ) 2 C . R e a l ( L B r A g " )

3 Guipuzcoa (tSrle/") sevitla (UrAIf,)

Vizcaya (1814/")

4 Badajoz QqrO*,)

5 Mad-rid (tlrzlf,) 6 Yizcaya (tzr38c.,)

]"tadrid (Ztr1t,¡") Barcelona (f0ofel)

Vizcaya (tl ro+fi) cáAia (16154/,) Guipuzcoa (t4rtú")

1.94 - 30_ _

Sarcelona (llrM,) Madrid (zg,e/")

córdoba (18n31) GuÍpuzcoa (16rn C. ReaL (Vf,)

d-atos d.e población que poseemos, introd.uciend.o serias ¡nod.ificaciones en 1o que hubie::a sid.o r¡n ritmo normal d"e crecimiento. si a ello aña- dimos el hecho d-e que e1 Censo d.e I.p{O pued-e tener unas cifras in- flad-as en compa¡ación con 1os antériores por 1as circustancias excelF cionales d.e inmed,iata posguerra en'qrre se rea]riza, que d"eterminarían casi sin dud.a, una inscripción nasiva Jr a veces cfu.pticaaa d"e 1,r, 'robla- cióno -l-as cosas se co:;,:lican más tod"avía, resulta.:d.o r,;cnturad.o sa,car concíusiones d.ernasiado precipitad.as,

F\rente: DIP.ECCIOII ' G¡NtRAl, DH EilADISIICA, Eql:añao años conespond.ientes

En el cuadro f-l reflej"*o* una nayor ción de 1a pobJ-acj-ón tanto en 1a nrovincia

(¡) S" exceptúan las IsLas Canarias, por . como provi-ncias d.e Las Palmae J Sta.

L.920 co¡no Islas Canarias,

Anuario Estadístico de

aproximación a la evolu- como en la capital, en ba-

aparecer en el Censo d"e 1.930 Cruz d.e Tenerife y en e1 de

(37)

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(38)

se a un cá1c1b1o de la población anual, d,esde el año 7.g2O a1 1.916, Para ello hemos partido tl"e 1os d.atos de poblacióyl. de los Censos de

1.920? 1.930 y I"94O; de

_1os datos d,el Pad.rón I'funicipal de los años

! . g p l , 1 . 9 2 5 , 1 , , 9 2 6 , L 9 2 7 t I . g ? - B y I . 9 2 9 . , y d e 1 a p o b l a c i ó n c a l o u l a - , da para I.932 y 1.933 por la Dirección General de Estadística. Para los afios restantes hemos realizad.o un cá1cu1o ¿e potfaci6n a través de un d"oble procedimiento: para 1os años comprend.id.os entre I.j2A y I.924 hemos hecho un ajuste proporcionaL al crecimiento naturaL anual- de 1a población, tanto en la provincia d.e.Alicante como en la cagtl-tal;

de idéntica manera hemos procedido a la hora d,e calcular 1a población del- año 1.931. La d"ificultad se nos ha planiead-o al intentar calcular 1a población de 1os años 1"934t 1.935 y I"936t ya que el" bajo crecimien to natural, e incluso e1 decrecimiento d.e la pobl-ación, producid.o por 1a contiend.a civil(4), hacía que los cifras d-e esos años se infla- ran excesivamente, en d.etrímento d-e1 period.o I,936 - L,939t cuando 3.a realid.ad. es gue 1os efectos del descenso en el crecimj-ento vegetati- vo d.ebieron verse cornpensados, en cierta manela, por el d"esplazarnien- to de población d.esde otras provincias hacia la de Alicante que f\:e Ia última erl conocer e1 fín de 1a querra.

'' Ilemos d.ecid.idoo por e11oo calcular 1a tasa de creci-¡niento inter-

anuaL entre l-os años 1.933 y 1"940 y aplicar dicha tasa para e1 cálcu- 1o de la.población en los añoe I.93.4¡ I.935 y !.j)6. Las cifras así obtenid"as, si no ind-icativas de1 todo, reflejan al menos purrtos rníni- mos de 1os que, casi con toAa se,3uriclado no d-escendió 1a poblacíón en

(4) cozli,lrEz, V., Nota-s solre demggrqffa-eir la provincia d.e Alicante, eur trCuad.ernos dá

(39)

3T

esos años, ya quo 1a tasa med.ia de creeirniento entre los años 1.933 y L.g4O debe, e,on toda lógicao =*"

"**rrltaüo &e una tasa superior para Los años anterj-ores a la guerra y de otra inferior para 1os afios en

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que ésta tiene 1-ugar.

Establecida así l-a población, el ritmo de crecimiento de 1a mig ma puede apreciarse claranente a través d-e1 grafi*o r-r. Eb é1 hemos reflejad.o 1os índices de crécimiento tomand.o cono base e1 año L.)ZO, 1o cual nos permite analizar comparativamente la evolución de la po- bLación en 1a provincia d"e Alicante, 1a capital y e1 conjunto de Es- pa,na.

E1 primer hecho que I1ama nuestra atención es el contraste en- tre 1a provincia de Alicante y la capital. En eI primer caso, el cre- cimiento anual d.e la población es sienpre inferior al de1 conju::to d.e España, en e1 segund.o 1os fnd.ices de creciinient o se mantienen sienpre por enciroa d.e los d.e ésta. Ese constraste es enormemente acusad.o en eL período 1.p20-1.924t en e1 que, p::ácticamente, de no ser por e1 ag nrento cle población d-e 1a ciuüad. d.e Alicante, 1a provincie se mantendría

, / - \ . -

estacionaria(l)" E1 perí¡do 1.924-I.927 muestra, por e1 contrario, una casi total i6tia1d.ad. en el- ritmo de crecimiento, obsert"á¿rclose a partir de I.927 una iendencia de progresivo d.istanciarniento entre eL crecimien to de 1a provincia y el de la capital"

L,a segund"a cuestión a analizar es la d.isninucidn eni¡e 1os años 1.929 y 1.9300 tanto en 1a capital como

población provi-ncia.

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(5) nrtre 1.920-21 y I.923-24, e1

cial" coi¡cide, prá,cticarnente, cante. Vid. Cuadro I-3.

aunento de poblacidn del total provin con el armento de 1a ciud,ad. de Ali- -

(40)

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(41)

Duranie 1os años iir.¡ned.iaiamente a¡rteriores a I.pZ), el airmento d.e pg blación en 1a provincia se habfa mántenido constante, alcanzánrlose entre los años I.926 y I,gZg 1as tasas. d.e creciroiento más próximas a l-as de1 conjunto d.e España d.urante tod"o el- período análizad.o. El año L,929 narca un máximo de población, tanto en la provincia como en 1a capital, mientras que el año siguriente, 1.930, se cáracteriza, también en a¡;rbos casos, por señalar un claro mínimo poblacional. En eI con- junto d.e Espafia, el" fenóm€no resulta mucho más atenuado, no pud.iend.o*

se hablar d.e un descenso d"e población entre los años I.929 X 1.930r pero sí d.e una estabilizaci1n de 1a poblaciónr eue rompe 1a trayecto ria d-e crecimiento constante entre los a,ños I.925 y 1.929t e1 perío- do con más el-evada tasa de crecimiento d.e 1os afios que estudiamos.

A 1a vista d.e ello: pod:.íamos concluir que eL crecimiento de Ia poblaci.én en l-a provincia, entre los años 1.920 J 1.930: está fUerte- mente cond.icionado por 1os efectos de la crisis ó-e !.)2J-1.930r eue d.eterrnina e1 que al final d"e la décad.a se rompa un ritmo d.e crecimien to aceptable en coinparación con e1 d.e1 conjunto d"e España.

E1 que l"os efectos ,Le esa crisis fuero.n importantes, desde e1 punto de vista d.enográficoo 1o constata e1 hecho de que hasta eI año I.934 no se superan 1as cifras de población de I.)2). A partir de1

*o, t.t33 se observa ya una franca recuperación d.emográfica con tasas d"e crecimientoo hasta 1.936, simil.ares a 1as nacionales.

Hay que d.ecir, por ú1tirno, que esos efectos d.emográficos de Ia

(42)

crisis se dejan sentir con Inucha- menor intensid.ad. en la capital d.e 1a provincia y qué la recnperaciónlresüLta aqrii, tarnbién, mucho más

a . - / -

rápid"a, superándose ya en el año 1,931- l"as cifras de población de,

I " 9 2 9 .

No hay d,ud.a, sin embargor, de que La auténtica significación de estos datos só1o puede medirse a través de un análisis de la pobla- ción que tenga en cuenta las d.iferencias intraprovincial-es, 1as ten- d-encias a la concentración o a1 d.espoblamienio d.e l-as d.istlntas zo- nas y comarcas, asf como las corrientes más importantes de desplaza- miento üe pobla.ción fuera d.e Ia provincia o d.e atracción hacia l-a misma. A e1lo varnos a ded-icar 1os siguientes aparta.dos.

Referencias

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