BARTOLOMÉ DE MEDINA,
INTRO-DUCTOR DEL BENEFICIO DE PATIO
E N NUEVA ESPAÑA
D U R A N T E M Á S D E C U A T R O S I G L O S l a h i s t o r i a de l a minería de l a N u e v a España en p a r t i c u l a r y de l a A m é r i c a española e n general, h a estado v i n c u l a d a a l n o m b r e de B a r t o l o m é de M e d i n a y a su método de amalgamación o "beneficio de p a t i o " .
Desde entonces l a referencia a u n o y otro h a sido o b l i -gada, tanto p o r l o q u e esa innovación tecnológica significó en s u m o m e n t o , c o m o p o r el evidente progreso de su a p l i -cación p r o d u j o a u n a a c t i v i d a d económica en franca deca-d e n c i a a medeca-diadeca-dos deca-del siglo x v i . P e r o , n o obstante l a pro-fusión de referencias a l m é t o d o y su i n t r o d u c t o r , l a p r o p i a f i g u r a de M e d i n a h a sido enigmáticamente elusiva p a r a e l h i s t o r i a d o r y, c o m o consecuencia de ello, se h a llegado a restarle mérito o hasta negarle l a p a t e r n i d a d d e l método.
L a p u b l i c a c i ó n del l l a m a d o " C ó d i c e Bartolomé de M e -d i n a " y los comentarios -d e l autor i a r r o j a r o n bastante l u z sobre l a p e r s o n a l i d a d de aquél, su o r i g e n , fecha de l l e g a d a y m o t i v o s de su presencia en l a N u e v a España, así c o m o t a m b i é n l a i n m e d i a t a repercusión q u e sus ensayos t u v i e r o n entre los m i n e r o s de l a c o l o n i a . A l g o más contribuyó l a r e p r o d u c c i ó n de u n d o c u m e n t o r e l a t i v o a l ingreso de u n h i j o de M e d i n a e n l a o r d e n de San A g u s t í n *
C o n a b u n d a n c i a de datos y precisión de fuentes se cuen-ta c o n u n excelente r e s u m e n de l o poco c o n o c i d o sobre l a biografía de M e d i n a , aparte del correspondiente análisis m e x t e n s o d e l " b e n e f i c i o de p a t i o " .3 O t r a aportación más re-ciente, breve p e r o b i e n f u n d a d a , restablece en b u e n a m e d i d a
S i 8 L U I S M U R O
el mérito de M e d i n a c o m o i n t r o d u c t o r de l a a m a l g a m a de l a p l a t a c o n azogue en l a N u e v a E s p a ñ a .4
Si los documentos conocidos sobre l a v i d a de M e d i n a son escasos, los q u e d a n c u e n t a de su p r o c e d i m i e n t o metalúrgico r e s u l t a n a ú n más raros. N o existe m a n u s c r i t o c o n -temporáneo q u e describa e l proceso c o m p l e t o de l a amalga-mación, b i e n de p r o p i a m a n o d e l i n v e n t o r o de o t r a persona experta q u e l o h u b i e r a a p l i c a d o . L o s más n o pasan de refe-rencias posteriores, hechas p o r m i n e r o s q u e p r e t e n d í a n co-nocer e l p r o c e d i m i e n t o y estar capacitados p a r a m e j o r a r l o.5
L o s d o c u m e n t o s localizados, m a t e r i a de estas líneas, v i e n e n a ser los p r i m e r o s q u e se conocen y e n f o r m a precisa se refieren a l " b e n e f i c i o de p a t i o " c o m o o b r a de M e d i n a . Sien-do u n o de ellos secuela d e l otro, l a relación de ambos per-m i t e establecer c o n bastante e x a c t i t u d l a fecha en q u e l e fue c o n c e d i d a a B a r t o l o m é de M e d i n a l a m e r c e d o patente de invención. Es de l a m e n t a r que, p o r extraña c o i n c i d e n c i a , ambos documentos se h a l l e n truncos; e l p r i m e r o c o m p r e n d e el p r e á m b u l o o f i c i a l y e l comienzo d e l escrito de M e d i n a , e x p o n i e n d o los defectos d e l sistema de fundición, en este p u n t o q u e d a i n t e r r u m p i d o p o r razones q u e sólo podemos conjeturar en función de l a observación " n o p a s ó " , escrita al m a r g e n , c i r c u n s t a n c i a q u e i m p i d i ó e l registro de l a fecha del d o c u m e n t o . E l segundo, es l a parte f i n a l de l a prórroga c o n c e d i d a a M e d i n a a l vencerse e l plazo de l a m e r c e d o r i -g i n a l . A pesar de las pocas líneas q u e de él se re-gistraron, l o estimamos de c a p i t a l i m p o r t a n c i a p o r e l hecho de lle-var l a fecha de su expedición.
L o s documentos citados p r o c e d e n de fuente o f i c i a l .8 Se transcriben respetando l a ortografía de l a época, salvo l a p u n t u a c i ó n y acentuación indispensables.
yo d o n L u i s de Velasco E t . p o r q u a n t o bar™ de m e d i n a me h a h e c h o relación questando en españa él . , t u b o n o t i c i a de l a h o r d e n q u e se tenía en esta t i e r r a n o p a s o en e l beneficiar los metales de o r o y p l a t a y las
gran-des costas y reparos q u e en ello avía, y p a r a saber sy h e r a ansy h a b í a pasado a esta n u e v a spaña a l o ber p o r bista de ojos y a p r o c u r a r c o m o los dhos metales se
E L B E N E F I C I O D E P A T I O SI9
beneficiasen a menos costa, y ansy c o n g r a n d i l i g e n c i a e c u i d a d o e trabajo de su persona y costa de su ha-c i e n d a h a b i a e n t e n d i d o p o r l a
experiencia
q u e tenía de l o suso d h o en d a r h o r d e n como c o n h a g o g u e se p u e d e n beneficiar los dhos metales y [se] saque dellos toda ley q u e se le saca p o r fundición c o n m u c h a menos costa de jente y caballos y s i n greta y cendrada, carbón n i leña, de l o q u a l se siguirá g r a n p r o en general a toda esta t i e r r a y acrecentarais de las rentas reales, se-g u n d q . más larse-gamente en l a v n a petición que sobre r a c o n d e l l o ante m í presentó, e l thenor de l a q u a l , fir-m a d a de su n o fir-m b r e , [es] esta que se sygue:I l l m o . S°r. bar[tolo]mé de m e d i n a . digo que tube n o t i c i a en spaña de c ó m o se b e n e f i c i a b a n los metales de oro y de l a p l a t a en esta n u e v a spaña y las grandes costas y riesgos que tenían, y ansy quise b e n i r a b e r l o de bista de ojos y a p r o c u r a r se beneficiasen los dhos metales a menos costa, p o r parecerme que en ello haría muy gran serbicio a su magt. y g r a n b i e n a esta tierra, E ansy he bisto c ó m o se b e n e f i c i a n los dhos metales en muchas partes con greta y c e n d r a d a y l a m u y grande costa de los dueños de las m i n a s y el m u n c h o riesgo de las vidas e salud de los que en e l beneficio dellas e n t i e n d e n , ansy de y n d i o s c o m o de negros, por que v n i n g e n i o de cavallos que trae v n h o r n o a n d a n d o b u e n o , beneficia entre día y noche de doze a q u i n z e quintales, syete q u i n t a l e s de greta y c e n d r a d a poco más o menos^ q u e cuestan syete marcos de p l a t a , assi q u e a l i o que después de m o l i d o y c e r n i d o el d h o m e t a l tiene las costas y gastos syguientes:
ha menester q u a t r o fundidores y q u a t r o cargadores y dos españoles que se m u d e n p o r sus quartos y p o r personas q u e h a n d e n c o n los caballos d e l yngenio p o r sus quartos, y más dos afinadores, y p a r a m o l e r l a gre-ta y cendrada otras dos personas, y p a r a hacer los hornos y l a b r a r las piedras otras dos, y p a r a f o l l a r las cendra-das cada v n a que a f i n a n , son menester seis personas, por q . a f i n a l [de] dos días a l a semana q u e b e r n á n a ser dos personas cada día, y más hacer carbón p a r a dar recavdo a u n forno de día y de noche doze negros, y más p a r a c u b r i r y sacar d h o c a r b ó n . . ?
F r a g m e n t o de l a merced de prorrogación:
5 2 0 L U I S M U R O
y c u m p l i d a , b i e n así como si fuera h e c h a p o r tpo. p a -sado, el c o n t e n i d o e n esta prorrogación, conque d h o bar[tolo]mé de m e d i n a n o hexceda de l o declarado e n l a d h a . m r d . cerca de l o q u e a de l l e u a r a las personas q u e vsaren l a d h a y n b e n c i o n . D . L u i s de Velasco. M é -x i c o , 9 de j u l i o de 156o.8
A u n q u e el p r i m e r d o c u m e n t o carece de fecha, l a circuns-tancia de hallarse c o p i a d o entre m a n d a m i e n t o s de 16 y 18 de n o v i e m b r e de 1554, hasta cierto p u n t o p e r m i t e estimar que l a m e r c e d se expedía el 16, 17 ó 18 de ese mes. C o n ello q u e d a establecido q u e a fines de 1554, concluidas las fatigosas y costosas experiencias, referidas en e l p r e á m b u l o y a l u d i d a s u n año después e n otro escrito p e r s o n a l ,9 el "be-neficio de p a t i o " era y a u n p r o c e d i m i e n t o técnico v i a b l e y M e d i n a elevaba su s o l i c i t u d de merced a l virrey. Es de a d v e r t i r que en el escrito n o a l u d e a l " a l e m á n " de q u i e n recibió noticias o instrucciones sobre el m é t o d o ,1 0 y a l a vez se precisa el empleo d e l azogue, subrayado p o r nosotros.
A este d o c u m e n t o c a p i t a l p a r a l a cronología del beneficio, siguió o t r o mes después, a juzgar p o r las conjeturas a q u e o b l i g a l a anotación " n o pasó", y es el que concedió a M e -d i n a l a merce-d -d e f i n i t i v a , pero -d e l c u a l n o se tiene n o t i c i a concreta n i f i g u r a e n las fuentes oficiales investigadas. A q u e -l -l a breve n o t a m a r g i n a -l es frecuente h a -l -l a r -l a en -los registros de l a época, s i n i n d i c a r su motivación. E n el caso de M e d i n a , l a f a l t a de datos nos l i m i t a a p l a n t e a r las siguientes suposi-ciones q u e o b l i g a r o n a a n u l a r o d i f e r i r l a merced solicitada p o r él:
/. Interferencia o presión ante el virrey p o r parte de m i n e r o s celosos del c o m p e t i d o r sevillano, m o v i d o s p o r e l deseo de ganar t i e m p o a f i n de c o n c l u i r experimentos si-m i l a r e s ;
//. C o n s e c u e n c i a de l o anterior, dudas d e l virrey sobre l a b o n d a d d e l p r o c e d i m i e n t o , que a l m o m e n t o de sancio-n a r l a merced le h i c i e r o sancio-n p e d i r a M e d i sancio-n a demostraciosancio-nes más seguras de su i n v e n t o , e n l u g a r de las declaradas p o r el escrito;
E L B E N E F I C I O D E P A T I O 5 2 1
los derechos q u e deberían pagarle quienes u t i l i z a r a n su pro-c e d i m i e n t o . A l respepro-cto, p u e d e tener pro-c o n e x i ó n pro-con esto la " m o d e r a c i ó n " de regalías q u e el m i s m o M e d i n a estableció en carta d i r i g i d a a l v i r r e y , a consecuencia de q u e éste le f i j a r a el m á x i m o de 300 pesos de m i n a s en l a m e r c e d ofi-c i a l .1 1
Las razones p r o p i a s o ajenas, o combinación de ambas, q u e estorbaron l a suscripción d e l p r i m e r escrito f u e r o n su-peradas y M e d i n a debió presentar n u e v a m e n t e el d e f i n i t i v o , p o s i b l e m e n t e corregido, m u y p o c o t i e m p o después d e l ante-r i o ante-r , tal vez en d i c i e m b ante-r e d e l m i s m o a ñ o de 1554. C o l e g i m o s esta fecha p o r l a de l a prorrogación a r r i b a transcrita. A f a l t a d e l d o c u m e n t o o r i g i n a l , debemos tener en cuenta que M e d i n a deja asentado de p u ñ o y l e t r a q u e l a m e r c e d le fue d a d a p o r el t i e m p o de s e i s años;12 así, de h a b e r l a o b t e n i d o en d i c i e m b r e de 1554, el plazo vencía en d i c i e m b r e de 1560, y u n a vez pasado perdería los derechos a d q u i r i d o s , de acuer-d o c o n l a práctica u n i v e r s a l en éste como en c u a l q u i e r otro caso. P o r l o tanto, según también práctica acostumbrada, las peticiones de prórroga se presentaban antes de fenecer el t i e m p o previsto, c o n m a y o r razón si el i n v e n t o h a b í a demos-t r a d o ser údemos-til y e l de M e d i n a n o necesidemos-taba de m a y o r p r u e b a , t o m a n d o en c u e n t a las peticiones q u e poco después, 1556, se presentaron p a r a m e j o r a r l o y a l parecer n o l o g r a r o n su objeto. A c u c i a d o p o r esa competencia, es n a t u r a l q u e M e -d i n a se a -d e l a n t a r a unos meses a solicitar l a prórroga en sal-v a g u a r d a de sus derechos, recibiéndola sin objeción el 9 de j u l i o de 1560.
C o n l a fecha estimada de d i c i e m b r e de 1554, algo tiene q u e ver l a carta de l a A u d i e n c i a a l emperador, de 31 de ese mes y año, dándole cuenta de l a presencia de M e d i n a en M é x i c o , su relación en España c o n e l d i s c u t i d o alemán (a q u i e n n o se permitió pasar a l a c o l o n i a , n o obstante l a insis-t e n c i a de M e d i n a ) , el insis-t r a insis-t a m i e n insis-t o de meinsis-tales argeninsis-tíferos con azogue y l a u t i l i d a d q u e t r a e r í a .1 3 L a comunicación d e m u e s t r a el interés y estrecha observación c o n q u e se seguía el curso de l a i n n o v a c i ó n de M e d i n a así como los p r o m i s o -res -resultados q u e se esperaban.
5 2 2 L U I S M U R O
Frases d e l p r o p i o M e d i n a , escritas con seguridad a fines de 1555, h a b l a n de significativos sucesos ocurridos en el a m b i e n t e m i n e r o que no p u d i e r o n sobrevenir sino a l cabo d e varios meses de conocido y a p l i c a d o su invento. R e f i -riéndose a los derechos q u e se obligarían a pagarle p a r a u t i l i z a r l o , concedía preferencia a "los mineros que tienen casas, fundiciones, afinaciones y esclavos a l t i e m p o que V . Sa. I l l m a . me h i z o l a d i c h a merced y n o con los que de nue-v o h a n i d o y fueren a ser mineros después que V . Sa. I l l m a . m e h i z o l a d i c h a merced, p o r q u e n o es razón que gocen de esta moderación c o m o los que son m i n e r o s a n t i g u o s " . " Los escasos documentos autógrafos de M e d i n a expresan c l a r a m e n t e su seguridad en haber logrado d a r curso defini-t i v o a l a aplicación d e l beneficio, c u m p l i e n d o en 1555 l a sagrada promesa de ceder l a cuarta parte de los derechos que la merced le p r o d u j e r a a l a Cofradía del Santísimo Sacra-m e n t o y C a r i d a d de l a c i u d a d de M é x i c o p a r a sosteniSacra-miento de las niñas huérfanas amparadas en l a " C a s a y C o l e g i o de N u e s t r a Señora". E l n ú m e r o de 126 personas que ya en ese m o m e n t o eran usufructuarios d e l proceso, es cifra elocuente de l a p r o n t a aceptación que t u v o entre el g r e m i o m i n e r o .1 5 Otras pruebas que conceden a M e d i n a l a i n d i s c u t i b l e cali-dad de i n t r o d u c t o r de l a a m a l g a m a de p l a t a con azogue, son: por real cédula de 4 de marzo de 1559 se le reconoció como d e s c u b r i d o r de e l l a ,1 6 y todavía en 1616 l a A u d i e n c i a llegó a l a conclusión de que "fue el i n v e n t o r de sacar p l a t a de los metales con a z o g u e " . "
T a m b i é n lo c o r r o b o r a el hecho de que desde comienzos de 1555 se oficializasen l a búsqueda y el d e s c u b r i m i e n t o de m i n a s de azogue en el t e r r i t o r i o de l a N u e v a España. P o r m a n d a m i e n t o de 4 de enero, el virrey Velasco d a b a a L u i s Rodríguez, ensayador de l a Casa de M o n e d a , a m p l i a f a c u l t a d p a r a catear y estacar minas, a u n q u e fuesen las de p l a t a aban-donadas p o r sus p r i m i t i v o s dueños, en atención a haberle expuesto l a u t i l i d a d consiguiente de "buscar y d e s c u b r i r . . . azogue, p a r a con ello sacar p l a t a de los metales s i n greta n i c e n d r a d a " , manifiesta referencia a l método de amalgama-c i ó n .1 8
E L B E N E F I C I O D E P A T I O 5 2 3
E s t a concesión i n i c i a l t u v o repercusiones inmediatas. E l afanoso cateo de los m i n e r o s en pos de otros metales h a b í a dejado a l descubierto afloraciones de azogue en su f o r m a o r i g i n a l de c i n a b r i o o m e r c u r i o , soslayado hasta entonces por f a l t a de aplicación práctica, q u e el beneficio de M e d i n a la d a b a a h o r a c o m o indispensable ingrediente. Así, antiguas catas y socavones abandonados, pero c o n huellas de c i n a b r i o , r e c o b r a r o n su v a l o r antes desdeñado, según l o revela l a ex-posición hecha a l v i r r e y p o r G a s p a r L o m a n y "otras perso-nas" m a n i f e s t a n d o " q u e e n esta N u e v a España e p r o v i n c i a s de ella están descubiertas vetas e veneros de azogue c o n g r a n costa de sus personas e haciendas, e cada día es espera se descubrirán muchas más", las cuales no h a b í a n "registrado, estacado, p o b l a d o , l a b r a d o n i b e n e f i c i a d o " p o r falta de or-denanzas relativas a m i n a s de azogue, n u e v o reglamento que s o l i c i t a b a n o q u e en su l u g a r se a p l i c a r a n las ordenanzas vigentes p a r a las m i n a s de p l a t a . A falta de t i e m p o p a r a legislar sobre m a t e r i a t a n reciente, el 5 de febrero de 1555 Velasco optó p o r l o segundo, m a n d a n d o q u e en l o tocante al azogue se observaran las ordenanzas expedidas p o r d o n A n t o n i o de M e n d o z a p a r a m i n a s de p l a t a .1 9
Dos días más tarde, e l 7 de febrero, G a s p a r L o m a n re-c i b í a m a n d a m i e n t o separado p a r a desre-cubrir m i n a s de azogue, a m p a r a d o p o r las ordenanzas puestas en vigor. F u n d a -m e n t ó su petición en razón de h a b e r avisado a l virrey q u e tenía descubertas "ciertas vetas de m e t a l de a z o g u e . . . " lo-calizadas " e n términos de U c l á n , en l a p r o v i n c i a de C o l i m a y en l a p r o v i n c i a de M e c h u a c á n , cerca d e l r í o . . . Agalas-m a n g u l o , y en térAgalas-minos de C o j u c a y T a l i s t a c a " , todas pró-x i m a s a catas viejas de o r o y p l a t a " , p o r cuyo m o t i v o temía q u e , de p r o d u c i r azogue, los antiguos poseedores las recla-m a r a n corecla-mo suyas.2 0
Debemos referirnos c o n a l g ú n d e t e n i m i e n t o a l a persona d e Gaspar L o m a n . A l e m á n de o r i g e n , fue s i n d u d a posee-dor de buenos conocimientos técnicos sobre l a m e t a l u r g i a de la época, permitiéndole ganar ascendiente entre los m i n e r o s d e l a N u e v a España p o r l a c i r c u n s t a n c i a de aparecer unas veces a l frente de grupos de ellos en peticiones como l a de
5 2 4 L U I S M U R O
las ordenanzas d e l azogue, otras r e c i b i e n d o apoyo p a r a sus trabajos. T a m b i é n es n o t o r i o q u e tuvo v a l i m i e n t o ante el v i r r e y Velasco, actuando a m a n e r a de i n f l u y e n t e consejero en asuntos de minería.
L a constante a c t i v i d a d de L o m a n se demuestra c o n los varios m a n d a m i e n t o s o mercedes en que directa o indirecta-mente f i g u r a . E l 8 de j u n i o de 1550 o b t u v o m e r c e d d e l v i r r e y M e n d o z a p a r a e x p l o t a r d u r a n t e seis años " u n a n u e v a m a n e r a de r e s u m i r los metales de p l a t a " p o r fundición c o n el siguiente p r o c e d i m i e n t o : " t o d a l a p l a t a que tuviere veinte quintales de p l a t a l a resumiréis en cinco o seis quintales y al respecto en más y en menos m e t a l , y que estos cinco o seis q u i n t a l e s que así q u e d a r e n se p u e d e n beneficiar y fun-dir s i n más costa de greta y c e n d r a d a que se gasta en otros tantos q u i n t a l e s de m e t a l de c o m o a l presente se acostumbra f u n d i r en l a s . . . m i n a s o sobre p l o m o " .2 1
U n a información de fecha m u y posterior, 1571, sobre l a decadencia de l a minería después de 1542, c u a n d o "las m i -nas c o m e n z a r o n a perder l a ley y l a b u e n a f u n d i c i ó n " se-ñala c o m o restaurado de l a i n d u s t r i a a " u n J u a n A l e m á n " , q u i e n " a l a s a z ó n . . . d i o aviso a l visorrey d o n A n t o n i o de M e n d o z a , p o r relación que le e n v i a r o n de A l e m a n i a , d e l beneficio de los metales ricos, s i n l a v a r y revolviéndolos c o n metales plomosos y greta y c e n d r a d a " .2 2 L a v i s i b l e s i m i l i t u d de los dos sistemas de tratamiento p o r fundición, l a presencia d e l v i r r e y M e n d o z a en ambos documentos, l a a p r o x i m a -ción de fecha entre u n o y otro, parecen i d e n t i f i c a r a G a s p a r L o m a n c o n J u a n A l e m á n c o m o l a m i s m a persona; l a dife-r e n c i a de nombdife-res se explicadife-ría p o dife-r los veintiún años exac-tos q u e separan a l a m e r c e d d e l p r i m e r o d e l i n f o r m e sobre el segundo.
L a información de 1571 p r o p o r c i o n a además valioso tes-t i m o n i o en favor de M e d i n a c o m o el verdadero i n tes-t r o d u c tes-t o r de l a a m a l g a m a en l a N u e v a España. E l método d e l alemán fue sólo u n p a l i a t i v o t e m p o r a l p a r a l a minería. Ésta volvió a decaer pocos años después a causa de n u e v a baja de ley en los minerales, hasta " q u e e l año de c i n c u e n t a y tres v i n o a q u í u n Bartolomé de M e d i n a , que d i o l a p r i m e r a o r d e n
E L B E N E F I C I O D E P A T I O 5 2 5
del beneficio de los metales con azogue, y c o n ello se h a sacado m u c h a m a y o r s u m a de p l a t a q u e se sacaba antes p o r f u n d i c i ó n " . » L a v e r a c i d a d de l a fuente n o puede ponerse en d u d a p o r las siguientes razones: Velázquez de Salazar, subscriptor de ella, c o m o p r o c u r a d o r d e l c a b i l d o y c i u d a d de M é x i c o , viajó a España p a r a presentar el m e m o r i a l ; c o n a n t e r i o r i d a d a su misión en l a corte era dueño de m i n a s en P a c h u c a , d o n d e conoció y tuvo tratos personales c o n M e d i n a , siendo u n o de los que a d o p t a r o n su b e n e f i c i o .2 4
V o l v i e n d o a seguir l a h u e l l a de L o m a n , de 1555 data el d o c u m e n t o en q u e aparece c o n m o t i v o de l a búsqueda d e l azogue. E n 1556 es apreciable su i n f l u e n c i a cerca del v i r r e y Velasco, a juzgar p o r l o expuesto en escrito de u n a n t i g u o m i n e r o de T a x c o , M i g u e l Pérez, también alemán, en el c u a l manifestaba h a b e r i n f o r m a d o a Velasco q u e tenía "hechos secretos ingenios p a r a beneficiar los metales de p l a t a c o n e l azogue" a l cabo de u n año de trabajos y gastos consiguien-tes; solicitaba autorización d e l virrey p a r a l l e v a r a l a c i u d a d de M é x i c o e l f r u t o de su l a b o r y demostrarle l a b o n d a d d e l artefacto, l o c u a l n o había hecho p o r temor de " q u e algu-nos le verían y me hurtarían l a invención, y pedirían l a m e r c e d de e l l o " . C o n c e d i d o el permiso "los armé, que es uno p a r a revolver y engrosar el azogue, y u n eje c o n cuatro entriegas y c u a t r o pernos con cuatro l a n t e r n i l l a s y cruza, puestos en cuatro cubos donde se l a v a y aparta el azogue d e l m e t a l , que todos tres ingenios los traen tres personas, cada uno el suyo, c o m o v. señoría i l l m a . v i o ; todo l o c u a l es t a n útil y provechoso, así p a r a n o perder tanto azogue como a l presente se pierde beneficiándolo a m a n o , c o m o p a r a a h o r r a r muy gran c a n t i d a d de gente, e se excusa n o poder h u r t a r los negros e i n d i o s q u e l o beneficiaren, l o que podrían h u r t a r beneficiándolo a m a n o " . V e r i f i c a d a l a p r u e b a , Velasco es-t i m ó el i n g e n i o " m u y b u e n o y . . . m u y provechoso", pero en a q u e l m o m e n t o le pareció conveniente que G a s p a r L o m a n y M i g u e l Pérez "nos concertásemos p a r a q u e a entre ambos se nos hiciese l a m e r c e d " . E l reparo d e l virrey era d e b i d o a q u e L o m a n le " h a b í a m o s t r a d o . . . cierta traza que estaba h a c i e n d o en Sultepec, [de] otro i n g e n i o de agua p a r a el
mis-52Ó L U I S M U R O
m o efecto", cuya o b r a se decía estaba p o r c o n c l u i r . S i n embargo, eso n o ocurría y Pérez, i m p a c i e n t e , agregaba estar " a g u a r d a n d o hasta a h o r a y n o se h a acabado n i se acabará tan presto p o r ser m u c h a l a o b r a " . C o m o l a dilación le per-j u d i c a b a p o r tener ya peticiones de Zacatecas, T a x c o y otros lugares p a r a u t i l i z a r su i n v e n t o , d e m a n d a b a l a merced p r o -p i a entre tanto L o m a n t e r m i n a b a el suyo y -p a r a entonces se avenía a aceptarla m a n c o m u n a d a m e n t e . L o s argumentos con-v e n c i e r o n a l con-virrey, otorgándole l a merced el 6 de m a r z o de 1556.2 5
N o s hemos d e t e n i d o en los pormenores d e l d o c u m e n t o anterior p o r l a relación que g u a r d a con l a merced que el 10 de j u n i o del m i s m o año le fue d a d a a Bartolomé de M e -d i n a y G a s p a r L o m a n .2 8 E n ella, los adelantos técnicos d e l "beneficio de p a t i o " fueron supeditados a las aparentes "ven-tajas y mejorías" logradas p o r L o m a n m e d i a n t e su i n g e n i o de agua, ya t e r m i n a d o según él en Sultepec, perfecciona-mientos reconocidos y aceptados p o r M e d i n a a cambio de recibir los aumentos q u e e n t i e m p o y regalías se d i e r a n a L o m a n (8 años y 400 pesos de o r o de m i n a s , respectivamente). L a m e r c e d reconoce a M e d i n a l a c a l i d a d de ser el p r i -mero e n haber t e n i d o el p r i v i l e g i o d e l beneficio c o n azo-gue, p e r o a l m i s m o t i e m p o aceptó c o m p a r t i r l o " p o r cierto o f r e c i m i e n t o que h i z o , [que] salvo él o q u i e n c o n él se con-certase conforme a l a d i c h a m e r c e d " (la de M e d i n a ) . E s t a cláusula c o n d i c i o n a l figuró sin d u d a a l g u n a en e l docu-m e n t o o r i g i n a l y desconocido de M e d i n a ; su inclusión, cree-mos, c o n f i r m a nuestra a n t i c i p a d a suposición de que h u b o presión ante el v i r r e y p a r a a n u l a r l a p r i m e r a petición de aquél e n favor de L o m a n , q u i e n desde entonces debía haber estado p r e p a r a n d o su i n g e n i o de agua, i d e a en b u e n a me-d i me-d a c o r r o b o r a me-d a p o r l o que manifestó M i g u e l Pérez. L a s dudas de éste sobre el t i e m p o q u e tardaría L o m a n en d a r p o r t e r m i n a d o el i n g e n i o se c o n f i r m a r o n poco después, en f o r m a que llega a p o n e r en d u d a las alegadas mejorías he-chas a l beneficio de M e d i n a .
L a m e r c e d otorgada a ambos fue c o n d i c i o n a d a a que "den-tro de t r e i n t a días, que c o r r a n del día de l a fecha de ésta en
E L B E N E F I C I O D E P A T I O
adelante, seáis o b l i g a d o vos el d i c h o Gaspar L o m a n p o r es-crito e p i n t u r a a manifestar ante mí toda l a orden e aviso e i n d u s t r i a que se h a de tener en el d i c h o b e n e f i c i o . . . " P r u e b a de l a u r g e n c i a en conocer los resultados p r o m e t i d o s es q u e Velasco se a n t i c i p a r a a l v e n c i m i e n t o del plazo señal a d o (10 de j u señal i o ) , c u a n d o eseñal 30 de j u n i o dispuso que M a r tín de A r a n g u r e n reemplazara a l tesorero (de l a R e a l H a -cienda) H e r n a n d o de P o r t u g a l d u r a n t e su ausencia de t r e i n t a o c u a r e n t a días q u e estaría " f u e r a de esta c i u d a d a entender en cosas tocantes a su R e a l servicio"; 2 7 l a comisión de Port u g a l , n o expresada en a q u e l l a orden, se aclara en m a n d a -m i e n t o de 31 de agosto de 1556, e x p l i c a n d o haber encargado al tesorero, así como a J u a n de T o r r e s , alcalde mayor de las m i n a s de Sultepec, " p a r a que en persona vea se hiciese cierta e x p e r i e n c i a del ofrecimiento que Gaspar L o m a n hizo sobre la m a n e r a de beneficiar los metales de p l a t a con azogue", pero resultó que hallándose P o r t u g a l en Sultepec fue nece-sario "se hiciesen ciertas piedras grandes e otras cosas p a r a i n c o r p o r a r el azogue e n los dichos metales en el i n g e n i o " . M i e n t r a s se corregían esos inesperados defectos, el tesorero h u b o de regresar a M é x i c o p o r exigencia del cargo y enfermó. C o m o a l m i s m o t i e m p o en San J u a n de U l ú a se h a l l a b a n n a v i o s preparados p a r a volver a España " e n los cuales es necesario dar aviso a S. M . de l a c e r t i d u m b r e q u e se tiene en lo susodicho", se designó a d o n L u i s de C a s t i l l a , regidor de M é x i c o , p a r a relevar a P o r t u g a l como testigo de los resul-tados que d i e r a e l ingenio de L o m a n .2 8
L a comunicación que debió escribir Velasco a España d a n d o cuenta de ellos, demostraría hasta q u é p u n t o fue su-p e r a d o el beneficio de M e d i n a . Vistos los trosu-piezos o c u r r i d o s a G a s p a r L o m a n en presencia d e l delegado d e l virrey, fuera ya d e l plazo concedido, consideramos que las dimensiones de s u fábrica sobrepasaron los cálculos originales de las tra-zas y dibujos, pues en r e a l i d a d n o era u n sólo i n g e n i o s i n o tres: de agua, de caballo y de m a n o . P o r o t r a parte, estima-mos a L o m a n más experto en el p r o c e d i m i e n t o de fundición q u e en el de amalgama. E x i s t e cierta i d e n t i d a d entre e l m é t o d o ofrecido a l virrey M e n d o z a p o r el " J u a n A l e m á n "
5 2 8 L U I S M U R O
(ea. 1550) ya a l u d i d o , q u e requería e l empleo de "metales ricos" y el de 1556 "metales l i m p i o s de metales salvajes". Por último, señalamos o t r a s i m i l i t u d : L o m a n mostró a V e -lasco "ciertos dibujos y trazas que trajo de G e r m a n i a " y aquél d i o cuenta a Velasco " p o r relación q u e le e n v i a r o n de A l e m a n i a " . L o a n t e r i o r conduce a d e d u c i r l o siguiente: L o m a n h i z o considerable esfuerzo p o r adaptar sus manifies-tos conocimienmanifies-tos en e l arte de fundición a l r e v o l u c i o n a r i o proceso de l a a m a l g a m a i n t r o d u c i d o p o r M e d i n a . E l retraso en mostrar las pruebas definitivas dentro del t i e m p o estipu-l a d o más estipu-l a c i r c u n s t a n c i a de n o voestipu-lver a mencionarse n i n g u n o de sus ingenios en documentos posteriores, a p u n t a n a u n resultado negativo de l a experiencia.* L o p r o p i o puede asen-tarse de M i g u e l Pérez, y los dos alemanes n o f u e r o n los úni-cos que l o i n t e n t a r o n , pues de 1560 a 1567 b u e n número de mineros presentaron " i n v e n c i o n e s " más o menos propias, a u n q u e todas relativas a d i s m i n u i r l a proporción de ingre-dientes u t i l i z a d o s o el t i e m p o de ciertas operaciones mecá-n i c a s .3 0
E n consecuencia, p o r l o que se refiere a los aspectos téc-nicos, n o parece que e l beneficio de l a a m a l g a m a creado p o r M e d i n a h a y a sido mejorado en el curso de los años siguien-tes a su introducción. Es m u y significativo que de todas las mercedes concedidas desde 1550, l a única p r o r r o g a d a p a r a c o n t i n u a r e m p l e a n d o u n invento metalúrgico haya sido l a de M e d i n a en 1560.
* L o m a n vuelve a reaparecer en 1558, ya no como minero innovador sino con la más modesta actividad de " p r i m e r inventor en esta Nueva España de sacar agua fuerte en vasos de barro, sin redoma de v i d r i o " , crédito que se le concede en merced de 15 de julio, por tiempo de seis años que el mismo virrey le estableciólo
E L B E N E F I C I O D E P A T I O 5 2 9
N O T A S
1 Francisco FERNÁNDEZ D E L CASTILLO, A l g u n o s d o c u m e n t o s n u e v o s s o b r e Bartolomé d e M e d i n a , México, Sociedad Científica " A n t o n i o A l -zate", 1937, 45 pp., 10 láms., tirada aparte de M e m o r i a s d e l a S o c i e d a d Científica..., XVLII (México, 1927), p p . 207-251.
2 Cit. por A . M . C A R R E Ñ O en prólogo a G . G Ó M E Z DE C E R V A N T E S ,
L a v i d a económica y s o c i a l d e N u e v a España, México, 1944, pp. 47-48. 3 Modesto BARGALLÓ, L a minería y l a m e t a l u r g i a e n l a América española d u r a n t e l a época c o l o n i a l , México, Fondo de C u l t u r a Econó-mica, 1955, Cap. x, p p . 115-133.
4 Silvio Z A V A L A, " L a amalgama en l a minería de Nueva España", H i s t o r i a M e x i c a n a , X I , enero-marzo 1962, N ' 3, p p . 416-421.
5 B A R G A L L Ó, ob. cit., pp. 124 ss.
6 Archivo General de la Nación, México, R a m o d e M e r c e d e s (en adelante A G N M , M e r c e d e s ) , Vols. i v y v.
7 A G N M , M e r c e d e s , v, ff. 87-87^ ( " L i b r o de los asientos de los mandamientos e corregimientos que comentó a x i x de marco de IDLIV
años".)
8 I b i d , v, f. 71.
9 F E R N Á N D E Z D E L C A S T I L L O , ob. cit., p. 27; B A R G A L L Ó , ob. cit., pp. 113¬
118; Z A V A L A , ob. cit., p. 416.
10 I b i d . , supra.
u F E R N Á N D E Z D E L C A S T I L L O , ob. cit., p. 34; B A R G A L L Ó , ob. cit., p. 118,
el documento carece de lugar y fecha, pero por la comparación de los facsímiles publicados en el p r i m e r trabajo citado, es muy posible que fuera escrito en Jilotepec el 29 de diciembre de 1555, cuando p o r lo menos la merced original tenía u n año de concedida y aún el benefi-ciado parecía no estar del todo satisfecho con la tarifa impuesta por el virrey, pues da a entender que cedía a la voluntad de Velasco " a u n -que es sin comparación el provecho -que les verná [a los mineros] de beneficiar sus metales con azogue o por fundición...", lo cual también puede entenderse como resabios de diferidas negociaciones antes de llegar a u n acuerdo.
12 F E R N Á N D E Z D E L C A S T I L L O , ob. cit., pp. 28, 34; B A R G A L L Ó , ob. cit.,
p p . 117-118.
13 H e n r y L . W A G N E R, " E a r l y Silver M i n i n g i n N e w Spain", R e v i s t a d e H i s t o r i a d e América, 14, 1942, p. 64. Informes concretos sobre los auspiciosos comienzos del empleo del azogue habían llegado a la me-trópoli, despertando natural entusiasmo a juzgar por la carta del rey a d o n L u i s de Velasco (Valladolid, 4 de septiembre de 1555), instán-dole a "buscar minas de azogue" y tomar conocimiento "de lo que se hace en Nueva España"; a su vez, la princesa gobernadora escribía al administrador de las minas de Guadalcanal, Agustín de Zárate
(Valla-5 3 » L U I S M U R O
d o l i d , 3 1 de diciembre de 1 5 5 5 ) , ordenándole aplicar en ellas el azogue "porque de la Nueva España tengo aviso que es m u y provechoso", B A R
-G A L L Ó , ob. cit., p. 1 1 6 .
1 4 F E R N Á N D E Z D E L C A S T I L L O , ob. cit., p. 35.
15 I b i d . , p p . 2 7 - 2 9 , 3 4 - 3 5 . L a cantidad de personas concertadas con M e d i n a era: 2 3 en Pachuca, 2 8 en Taxco, 12 en Sultepec, 3 en Zacual-pan, 6 en T l a l p u j a h u a , 2 9 en Guanajuato, 3 2 en Temascaltepec, 3 en México, I b i d . , pp. 3 6 - 4 2 .
16 FONSECA Y U R R U T I A , H i s t o r i a G e n e r a l d e l a R e a l H a c i e n d a , I,
p. 2 9 8 .
17 B A R G A L L Ó , ob. cit., pp. 1 1 6 - 1 1 7 ; W A G N E R , ob. cit., p. 6 4 . 18 A G N M , M e r c e d e s , iv, f£. 3 7 - 3 7 V0.
19 Ibid., i. i 0 3 vn.
20 I b i d . , f. 1 0 4 .
21 I b i d . , m , f. 1 0 1 ; Cfr. Z A V A L A , o b . c i t .
2 2 Francisco del PASO Y TRONCOSO, E p i s t o l a r i o d e N u e v a España, X I , Doc. 6 5 9 : "Petición de la ciudad de México sobre el repartimiento general y perpetuo de la Nueva España", suscrita p o r J u a n Velázquez de Salazar en M a d r i d , 6 de j u n i o de 1 5 7 1 , p. 1 1 8 .
23 I b i d . , l o e . c i t .
24 Velázquez de Salazar fue propietario de minas de apreciable i m -portancia, lo indica el hecho de haber concertado con M e d i n a en 2 0 0 pesos de minas, derechos que correspondían a quienes tuvieran de 3 0 a 3 9 esclavos trabajando en ellas, según la "moderación" presentada por M e d i n a al virrey, FERNÁNDEZ DEL CASTILLO, o b . c i t . , pp. 3 4 , 3 6 .
25 A G N M , M e r c e d e s , iv, ff. 3 1 5 - 3 1 5 V0. L a presencia de " M i g u e l
Pé-rez, alemán" en T a x c o y Sultepec se anota en 1 5 4 4 ; el 2 0 de febrero de ese año le fue dada merced por dos años para fabricar ingenios de agua y caballo a base de "barquines", I b i d . , 11, ff. 2 6 9 - 2 6 9 V0.
26 Z A V A L A , ob. cit.
27 A G N M , M e r c e d e s , iv, f. 3 6 1 .
28 I b i d ' . , f. 3 7 4 . E n 1 5 5 5 J u a n de Torres era deudor de Bartolomé de M e d i n a con 2 5 pesos de minas p o r uso del beneficio en Taxco,
F E R N Á N D E Z D E L C A S T I L L O , ob. cit., pp. 3 7 , 4 3 . 29 A G N M , M e r c e d e s , v m , f. 6 1 .
30 Mandamientos de merced otorgados a: Alfonso Martínez de Leiva, por mayor rendimiento de plata, reducción en el tiempo de incorporación d e l azogue y el lavado del mineral, 12 enero 1 5 6 0 , A G N M , M e r
-cedes, v m , ff. 8 3 - 8 4 [Cit. p o r C A R R E Ñ O , ob. cit., pp. 4 7 - 4 8 , sin dar su
localización, V i d . B A R G A L L Ó , o b . c i t . , p p . 1 3 0 - 1 3 1 ] ; a Pedro González de León y su hermano Diego de León, por ahorro de azogue, 11 septiem-bre 1 5 6 0 , I b i d . , v, ff. 1 0 3 - 1 0 4 V0; a Alonso de Espinosa, ahorro de
azo-gue y de tiempo en su incorporación al mineral, 2 2 febrero 1 5 6 1 , I b i d . , v, ff. 2 4 4 - 2 4 5 [Espinosa fue otro de los mineros deudores de Medina, en Temascaltepec, con 2 1 pesos 5 tomines 8 granos, FERNÁNDEZ D E L C A S
-E L B -E N -E F I C I O D -E P A T I O S 3 i
T I L L O , o b . c i t . , p. 41]; a J u a n de San Pedro, sobre el mismo
procedi-miento d e l anterior, 2 3 febrero 1563, I b i d , , v, ff. 247-248; a Pedro Díaz de Baeza, reducción en la pérdida de azogue durante el lavado del m i n e r a l , 13 a b r i l 1562, I b i d . , v i , ff. i9i v0- i92 V0; a J u a n de
Placen-cia, sobre tres "invenciones": ingenio de cernir metales, artificio de latón, cobre y hierro para tejer telas utilizadas en el ingenio, y "desa-sogaderas" de nuevo tipo, 10 j u l i o 1563, I b i d . , v i , ff. 332v0-333v0; a
Marcos de Ayala, Martín Alonso y Pedro de Ledesma, para fabricar sal p u r a , ingrediente del beneficio con azogue, 21 febrero 1564, I b i d . , vil, ff. 349V°-35o; a Leonardo Fragoso y Cristóbal García, para u n
la-vadero de minerales con azogue, 2 0 noviembre 1567, I b i d . , i x , ff. 217V0
-2 i 8 v 9 ; a Gaspar H e r r e r a , u n ingenio para mayor rendimiento de marcos de plata p o r q u i n t a l , con menor gasto de azogue, 12 octubre 1566, I b i d . , D u p l i c a d o s d e R e a l e s Cédulas, 1, ff. 286vn-287v°; a R a i m u n d o de
Ña-póles, u n mortero de moler m i n e r a l de plata, 9 noviembre 1567, I b i d . , M e r c e d e s , i x , ff. 223-224.