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Estudio químico hidrológico del río Ebro y algunos de sus afluentes

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UNIVERSIDAD COMPLUTENSE DE MADRID

FACULTAD DE CIENCIAS

TESIS DOCTORAL

MEMORIA PARA OPTAR AL GRADO DE DOCTOR PRESENTADA POR

Carmen Gomis Gomis

Madrid, 2015

© Carmen Gomis Gomis, 1968

Estudio químico hidrológico del río Ebro y algunos de sus afluentes

Sección de Químicas

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U N i V Ë K S i U A U U h M A V K i U FACULTAD DE CIENCIAS

Serie A-n.® 73 SECCION DE QUIMICAS

BIBLIOTECA UCM

mill

5303530533

ESTUDIO QUIMICO HIDROLOGICO DEL RIO EBRO Y ÀLGUNOS DE SUS

AFLUENTES

TESIS DOCTORAL

por

CARMEN GOMIS GOMIS

X- 'à o<-t u z'o T ' 7

UNIVERSIDAD COMPIUTENSE - MADRID

FacuU?^' ds ;loT,ni80 Qüîmlcas B l S L I O T E C A N * Registre ---

Publicaciones d e la Facultad d e Ciencias

M A D R I D , 1968

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D apésilo Legal: M 102-1968

Im pteso p o r el Servicio d e Publicaciones d e la Facultad d e Ciencias U niversidad de M adrid

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Queremos m o s t r a r n u e stra gratitud a cuantos han hecho posible este trabajo de Tesis y en especial al Excmo. Sr. Don Jose M aria A l b a r e d a , que ha tenido la gentileza de a p a d r i n a r estos estudios.

Ta m b i é n queremos h a c e r r e s a l t a r la c o l a b oracion prestada por el personal del La- bo r a t o r i o de Quimica H i d r o l o g i c a del Departa- m ento de H i d r o g e o l o g i a y en p a r t i c u l a r la del Doctor C a t a l a n Lafuente, Jefe del citado Labo- ratorio, quien ha diri g i d o y o r i e n t a d o este t r a ­ bajo.

Por ultimo, deseamos a g r a d e o e r al Do c t o r A l o n s o Pascual su c o l a b o r a c i o n en el estudio de las muestras al M i c r o s c o p i o Elec- tronico, asi como el a s e s o r a m i e n t o en cuestio- nes geologicas. Igualmente,nos presto una valiosa ayuda la Seccion de E s p e c t r o a n a l i s i s del D e p a r t a m e n t o de Quim i c a A n a l i t i c a del C.S.I.C.

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I N D I C E

Pagina

I N T R O D U C C I O N ... 1 Orden del t r a b a j o ... 3 1.- D e s c r i p c i o n fisiogrâfica de la cuenca del Ebro . 5 2. - R é g imen de los rios e s t u d i a d o s . 14

Factores atmosf é r i c o s . . 14 Factores g e o g r a f i c o s ... . , . 19 Factores geologicos. . ... . . . . . 22 Factores b i o t i c o s ... , . 24

V a r i a c i o n estacional 30

A b u n d a n c i a media e irregularidad . . 36 Crecidas v e s t i a j e s ... . 41 Tran s p o r t e s s o l i d o s ... 44 3.- Sales solubles de las litofacies de la z o n a . . . 48 4.- C o m nosicion quimica m e d i a de las aguas en las

estaciones estudiadas: Coeficientes y relaciones ionicas. Descripcion de las estaciones de m u e s - t r e o ... . . . . . 5.- C o n d u ctividad e s p ecifica ... ...

C o r relacion entre la conductividad especifica y el residuo fijo ... . . . . Co r r elacion entre la conductividad y la suma total de m i l i e q u i v a l e n t e s por l i t r o ... ..

6.- Analisis- E s p e c t r o q u i m i c o y M i c r oscopia E l e c t r o - nica del residuo fi^o y mate r i a en suspension t r a n s portada por las aguas . ... ..

7.- C l a s i f i c a c i o n de las aguas y estudio c o m p arativo de la calidad de las m i smas en las distintas es-

55 74

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taciones de m u e s t r e o CONCLUSIONES. .

T A B L A S ...

FOTOGRAFIAS . . GRAFICAS Y MAPAS BIBLIOGRAFIA. .

93 129 143 191 197 211

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I N T R O D U C C I O N

Desde hace unos ahos se esta t r a bajando en el Labo- ratorio de Quimica Hidrologica, en c o laboracion con el C e n t r o de Estudios H i d r o g r a f i c o s , para llegar al c o n o cimiento de la composicion quimica de los principales rios de Espaha, anal i - zando muestras mensu a l e s de c i ncuenta estaciones repartidas a lo largo y a lo ancho de toda la geografia espahola.

El présente trabajo, que constituye mi tesis d o c t o ­ ral, es el estudio y e l a boracion de los datos de los a n a l i s i s de dos anos referentes a las aguas del rio Ebro y algunos de sus afluentes. Las e s t aciones de m u e s t r e o se situaron en p u n ­ ies donde existian estaciones de aforo y aunque no son los Duntos mas idéales para un estudio geoquimico completo, sin embargo desde otros puntos de vista se c onsideraron como los majores. También para nuestro estudio nos resultan muy u t i ­

les, permitiendonos d e d u c i r importantes c o n c l u s i o n e s . Hemos intentado superar innumerables dificultades para lograr el muest r e o mensuel, si bien en algunos casos no nos ha sido po- sible conseguir las muestras c o r r e s p o n d i e n t e s .

También hemos h echo un m u e s t r e o general de todo el rio con sus afluentes, v e r i f i c a d o en dos épocas distintas; en la primera se recorrio desde cabecera a Zaragoza y en la se- gunda desde Zaragoza a Mequinenza, r e c o g i e n d o m uestras de agua y de las litofacies mas c a r a c t e r i s t i c a s , a fin de cono c e r el origen de los iones que transportan las aguas y la i n f l u e n c i a de los aportes latérales en el rio principal.

Aunque se estudian con amplitud los aspectos q u i m i c o y geoq u i m i c o de estos rios, nos hemos fijado f u n d a m e n t a l m e n t e en el analisis de la c o n ductividad y sus relaciones con otros valores determinados en les analisis.

En resumen, en este, trabajo nos hemos p r opuesto c o ­ nocer la c o m p osicion quim i c a m edia de las aguas del rio Ebro

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y a 1 g u n or> de s un af lue n t es , su s a r i a c i o nés e stacionales y aportes totales, su geoquirnica, c oeficientes y relaciones de la conductividad con el residue i ' i j o y la cantidad de mil.iequi valantes por litro que transpor-tan.

Para lograr este objeti^o s i. tu am os seis estacioines en los puntos siguientes:

T .- Ebro en M i r a n d a II.-' Ebro en Zaragoza IIIc- Ebro en Flix

IVE- A ra g 6 n en J a c a

V .- dogu e r a R i b a g o r z a n a en la P i m a n a VI.-" Ci ne a en Fraga

A demas hicinios el y a citado m u e s t r e o general d e l rio en el que se recogieron un total de 2 0 muest r a s en los sijguien tes p u n t o s :

1-E.- Embalse de Sobron (Fot. 7) 2 - E . - Ebro antes de Haro

3-T.- Tiron en Haro

4 - N . " Na j e r i l l a entre Najera y Bantoe, del rfo T o bio

5 E . - Ebro en i. o g r o n o 6 -Eg. - E g a en Es telia 7-Ar,- Arga en La,rraga

8-A.- Aragon en Ca porroso 9-E.- Ebro en Tudela

10 “ iT . - J a 1.6 n e n A 1 a g 6 n 11-E.' Ebro en Z a r ag o z a 12 ~ G . - C a J. j e g o e n Zaragoza

13-G : - Gai lego en SenegUé ( F o t . 12) 1 4 - G .- Gai ! ego en Zaragoza (en otra fech 15-E,- Eh^'o en Caspe (Fot. 16)

- Segre en Seros ( F o t . 17) .1 7- C - Cinea en Fraga

I 8 -E o- fb'o en M e q u i n e n z a antes de ila d e sembo c a d u r a del Segre (Fot .18)

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o —

19-Al.- Alcan a d r e en Ballo b a r (Fot.14) 20-A .- A r a g o n en Jaca

csi como las litofacies que se d e scriben en el capitulo corres*

pond i e n t e .

La recog i d a de estas ultimas muest r a s de aguas y l i ­ tofacies, asi como la orga n i z a c i o n de las primeras, constitu- yo nuestra labor de campo*, el trabajo de laboratorio fue el analisis de todas las muestras r e c o g i d a s , asi como el estu d i o teorico de las conductividades que aparece en el capitulo co- r r e s p o n d i e n t e .

La parte b i b l i o g r a f i c a , importante en esta clase de trabajos por la n e cesidad de auxiliarse de otras ciencias c o ­ mo la geologia, geografia, m e t e r e o l o g i a , estadistica, etc. fue uia parte de nuestro trabajo de g a b i n e t e , unido a la e l a b o r a ­ cion de datos, entre ellos los de a f o r o s , s u m inistrados por el Servicio de Aforos del M.O.P.

ORDEN DEL TRABAJO

Capitulo 1°.- D e s c ripcion fisiografica

Capitulo 2°.- Régimen de los rios estudiados Capitulo 3°.- Sales solubles

Capitulo 4°.- Comp o s i c i o n quimica m e dia de las aguas en las estaciones estudiadas: Coef i c i e n t e s y r e l a c i o ­ nes ionicas

Capitulo 5°.- C o nductividad

Capitulo 6°.- Analisis e s p e c t r o q u i m i c o y m i c r o s c o p i a electro- nica

Capitulo 7°.- Clasi f i c a c i o n de las aguas y e s t u d i o c o m p a r a t i ­ vo de la calidad de las mismas en las distintas estaciones de m u e s t r e o

Capitulo 8°.- Conclusiones

Con los datos aportados por los analisis y medidas

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citadas, hemos podido r e d a c t a r las soluciones a los proble mas planteados, que figuran en las conclusiones.

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CAPITULO

DESCRIPCION F I S I O G R A F I C A

El Ebro.- C a r a cteristicas de su cuenca

El Ebro es el p r incipal rio c orrespondiente a la ver*

tiente p e n i n s u l a r m e d i t e r r â n e a , s eparada de la a t l a n t i c a por las serranias Celtiberica e Ibérica, limitantes de la cuenca del Ebro por la parte o c c idental y méridional.

La parte alta de la cuenca del Ebro esta limitada septentrionalmente por las m ontanas centrales de Vasconia, desde la s i erra de A r a l a r en Navarra, h a sta la Sierra S a l v a - da en Vizcaya, que estab l e c e n d i visorias de aguas entre el Cantabrico y el Ebro, continuadas h a s t a el Oeste por la cor- dillera C a n tabrica hasta la comarca de Reinosa, en donde e s ­ ta Fontibre y el Pico de Très Mares (2.175 m ) .

Desde el Pico de Très Mares, la divis o r i a entre las cuencas del Ebro y del Duero esta en las antiplanicies de la Lora, con la Pena de A m a y a , montes de Oca, en la alta parame- ra burgalesa (con altitudes del m i l i a r de metros) y en la r a m ­ pa orogrâfica de la B u r e b a , a e n l a z a r con las crestas de la Sierra de la Demanda y demas cumbres de la a l i n e a c i o n o r o g r a - fica Celtiberica.

Cierran por el este la c u e n c a del Ebro, la a l i n e a ­ cion o r o g r a f i c a interior de las C atalanidas coïncidente con los limites de las provincias de T a r r a g o n a y Barcelona con los de Lerida, y cuyos aportes fluviales a la d e presion del E b r o s o n poco importantes.

En el frente P i r e n a i c o c o r r e s p o n d i e n t e a las p r o v i n ­ cias de Lerida y Huesca existe la a l i n e a c i o n o r o g r a f i c a subpi- renaica, formada por variedad de terrenos mesoz o i c o s cortados p o r piano de falla, arru m b a d o de ESE a WNW, dando frente hacia

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el e je de la cuenca.

Dichas zonas montanosas, que con las a p o r t aciones de sus cursos fluviales forman el sistema h i d r o g r a f i c o del Ebro, rodean m ediante a lineaciones,de cara c t e r g e o t e c t o n i c o a la extensa planicie de la depresion Ibera, r e l l e n a total- mente por los terrenos neozoicos de facies terrestre.

En el curso de la corriente del Ebro se d i s t i n g u e n tres t r a m o s ,claramente determinados por las cara c t e r i s t i c a s topograficas de los territories atravesados por el rio. El p r i m e r o , o de origen, esta situado en las serranias canta b r i - cas y zonas altas de la tierra burga l e s a c o m p r e n d i e n d o una dis tancia, entre el n a c imiento y Las Gdnchas de Haro, por las que el rio sale al llano, de unos 244 Km., en cuyo tray e c t o d e s c r i ­ be numerosos meandros encajados, forma rapides la corriente en congostos rocosos o se e x p ansions y m e n g u a la v e l o c i d a d en en- sanches i n t e r m o n t a n o s o s .

El tramo m e d i o esta comprendido entre Las Conchas de Haro (410 m) y M e q u i n e n z a (52 m ) , donde se le une la mas i m ­ portante rama fluvial, la del Cinca-Segre, m e d i a n d o entre am- bos sitios unos 514Km. que el rio recorre con abund a n c i a de meandros d i v a g a n t e s .

El tercer t ramo o final, es de unos 120 Km. entre Mequ i n e n z a y el final de la vega de Tortosa, t rayecto en el que el Ebro describe numerosos meandros encajados en hondas b a r r a n c a d a s , hasta el ensanche de Mora de Ebro, desde el cual el rio cruza por hoz las cordilleras litorales catalanas, r e ­ corre la vega de T o r t o s a y sale al m a r en el que forma e x t e n ­ so y p r o ductivo delta, de 30 Km. de flécha.

Tr a m o s u p e r i o r del Ebro y afluentes

Se o r i gina el Ebro en el gran manantial de Fontibre, origi n a d o por la acumu l a c i d n de las aguas de Iluvia y nieve en los terrenos calizos que forman el alto Hijar en las inmediatas

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montanas de la c o r dillera Cantabrica, rocas permeables por fi- suracion a través de las cuales las aguas se filtran y origi- nan corrientes internas sobre el fondo impermeable de capas subyacentes. Corre por la a ltiplanicie de Reinosa a la alti- tud de unos 850 m . , y cerca de dicha ciudad se le incorpora el Hijar superficial, procédante de mas lejos: de las v ertien- tes de alta montana, del Pico de Tres Mares, en las cumbres de los puertos de Seijas.

Desde Rein o s a hacia el Este, disc u r r e por la Rasa de Campoo de terrenos m a r g o s o s , areniscosos y calizos, triasi- cos y jurasicos, continuada mas al Este sobre terrenos del cretacico inferior, de cons t i t u c i o n margosa y areniscosa a unos 825 m. de a l t i t u d , d e s t a c a n d o una porcion formada por calizas duras, que da lugar al relieve d e n o m i n a d o La Lastra.

La llanura de la Virga c o n stituyo zona pantanosa, en la que se desarrolla amplia y espesa turbera.

En los periodos glaciares del cuaternario, la V i r ­ ga estaba ocupada por extensa laguna y de esta época proceden los potentes depositos de arenas siliceas, dispu e s t a s en repe- tidos bancos de estra t i f i c a c i o n cruzada.

El Ebro, a corta d i s t a n c i a de Reinosa, avanza hacia el Este y pasa inmediatamente al borde de la llanura de la Virga, situada a muy pocos metr o s sobre el nivel del rio, el cual t o rciendo r u m b o hacia el Sur en Arroyo, se a l e j a de la altiplanicie y avanza por la serrania e ncajado el cauce en gargantas rocosas. A c t u a l m e n t e la a l t i p lanicie de la V i r g a se ha transformado en un gran embalse regu l a d o r del rio ( e m b a l ­ se del Ebro) de mas de una veintena de kilomètres de Este a Oeste, por anchura variable de uno a cinco, s o b r e s a l i e n d o en su centre la extensa peninsula de La Lastra’, formada, como ya hemos dicho, por calizas cretacicas r é s i stantes a la erosion.

Desde el embalse del Ebro, el rio avanza hacia el Sur, en curso sinuoso con meand r o s encajados entre calizas cretacicas. Pasa por la cuenca neogena de Miranda de Ebro a los 450 m . de altitud, en donde la corriente se ensancha. Atra- viesa la a l i n e a c i o n orografica que de Este a Oeste forma la

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la sierra de Cantabria y los Montes O b a r e n e s y por el porti- llo entre una y otra alin e a c i o n m o n tanosa, d e n o m i n a d o Las C o n ­ chas de Haro, abandona las serranias cant a b r i c a s , d e s c r i b i e n - do un meandro, en el que forma rapidos a la a l t i t u d de 430 m.

a la entrada, y de 410 m. a la salida, y p é n é t r a en La Rioja.

En este primer tramo recibe, por la m a r g e n izqu i e r - da, los afluentes: N e l a , Bayas y Z a d o r r a .

Por la marg e n derecha: el O c a , el T i r o n y el Oja o Liera.

T ramo m edio (entre Conchas de Haro y M e q u i nenza).

Pasadas las Conchas de Haro, p é n é t r a en la llanura Ibérica, formada por depositos margosos mas o m e nos a r e n a c e o s , de terrenos miocenos. La direccion general, en este tramo, es de noroeste a sureste, en situacion mas p r o x i m a al borde m e r i ­ dional de los territorios montanosos C e l t i b é r i c o s e Ibericos que al borde del bajo Pirineo, dispo s i c i o n que hace que la red de afluentes pirenaicos sea de mucho mas largo r e c o r r i d o y caudal que los que d e s e m b o c a n por la m a r g e n derecha.

Este tramo del Ebro se puede d e s c o m p o n e r en tres por- c i o n e s , que son: a) la de la Rioja y Ribe r a de Navarra, que comprende desde Las Conchas de Haro h a s t a Tudela; b) la s i t u a ­ da entre Tudela y Zaragoza, de amplia vallo n a d a , irrigada por canales derivados del rio; c) la c o m p r e n d i d a entre Z a r a g o z a y Mequinenza, en donde termina el tramo c o r r e s p o n d i e n t e a la l l a ­ nura aragonesa.

El tramo Riojano y de la Ribera de N a v a r r a es de ve- gas fertiles. Sus principales afluentes en esta parte son: el N ajerilla que pasa por la ciudad de Najera; el Iregua que vier- te en el Ebro junto a Logrono; la pareja fluvial de Deza y Ju- bera que reunidos en uno vierten en el E b r o por Arago n c i l l o ; el C i d a c o s , de largo recorrido, que vierte al Ebro por la

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ciudad de Calahorra; el rio Alhama que se origina en la zona alta de las montanas s o r i a n a s , en las vertientes o r i entales y recibe por la m a r g e n izquierda el rio Linares, d e s e m b o c a n d o juntos por la ciudad de Alfaro en el Ebro; y el Quelles, que pasa por T a r a z o n a y desemboca en el Ebro por Tudela.

P r o cédante del pais vasco llega a esta primera p a r ­ te del tramo medio del Ebro, por la m a rgen izquierda, el rio Ega que se origina en Maestu ( A l a v a ) .

En Tudela, el valle del rio se ensancha; en un t r a ­ yecto de unos 24 Km., por la margen izquierda, va a d o s a d o su borde bajo, de terrenos margosos m i o cénicos con potentes es- pesores. Fuera de este paraje, la gran a n c hura del valle f l u ­ vial, o c u p a d a por aluviones a r e n a c e o - a r c i l l o s o s , constituye excelente llanura para cultivos de regadio, mediante la desvia cion de la corriente por dos grandes canales: el de la m a rgen izquierda es el d e n o m i n a d o Canal de Tauste y el de la marg e n derecha. Canal Imperial de Aragon, cuya construcciori se efec- tuo por el gran impulso que a ello dio el Conde de Aran d a , m i ­ n istre de Carlos III.

Pasada Zarag o z a se incorpora al rio el sobr a n t e del Canal Imperial; desde V e l i l l a de Ebro h asta Mequinenza, en t r a ­ yecto de unos 60 K m . , la vega aluvial esta r e e m p l a z a d a por t e ­ rrenos m i o c é n i c o s de margas yesiferas y vegetacion e s t e p a r i a que llegan h a s t a el cauce por una y otra margen.

En la zona media del Ebro, a su paso por Zaragoza, se observan tres terrazas en la ladera dere c h a del valle en que esta e d i f i c a d a la ciudad. La terraza baja, a c u pada por las e d i f i c a c i o n e s esta de 10 a 15 m. sobre el rio. En las inmediaciones del Canal se observa la de 40 m. y en la p l a ­ nicie del c e m e n t e r i o y campo de tiro, otra elev a d a a 65 m . En la marg e n izquierda, sobre las margas yesiferas, en la con- fluencia con el Gallego, existe una alta terraza a 130 m. s o ­ bre el rio.

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En este tramo recibe por la m a r g e n dere c h a d i v e r s i - dad de riachuelos, procédantes de las laderas orientales del M o n c a y o que se reunen formando el Huecha, que pasa i n m e d i a t o a Borja en la planicie aluvial; pero su mas importante afluen- te por esta margen es el Jalon, que establece el limite entre la porcion situada al n o r t e , las serranias C e l t i b e r i c a s , y la situada al sur, las serranias Ibéricas.

Los principales cursos fluviales tributaries del J a ­ lon son: por la m a rgen izquierda, el Najera, el Deza, el Cara- b a n t e s , el Ribota y el Isuela, y por la derech^^el Piedra y el Jiloca. El encajado valle de Jiloca esta intensamente culti- vado, siendo muy p roductives sus regadios y especialmente los plantios frutales.

Pasada Zara g o z a se unen por la m a r g e n derecha a la corriente del tramo m e d i o del Ebro cuatro afluentes que son:

Huerva, Aguas Vivas, Martin y Guadalope. Por la i z quierda r e ­ cibe los rios pirenaicos. Los principales, contando de oeste a este, son: la rama fluvial del Aragon, el A r b a , el G a l l e g o y el Cinca-Segre.

El rÎD A r a g o n forma extensa r a m i f i c a c i o n que riega gran parte del alto A r a g o n y Navarra. Se origina en la d e p r e ­ sion trans v e r s a l de Jaca, al este y cercano a dicha ciudad pi- renaica r e c i b i e n d o el aporte de mas largo r e c o r r i d o del con- fluente que d e sciende de norte a sur por el valle de Canfranc, o r i g i n a d o en el Coll de Portalet (1.758 m) t eniendo cercano en terr i t o r i o francés, el pico de Midi de Ossau (2.385 m ) ; se le une también en el r e l lano de Jaca el arroyo procedente de la P ena de Oroel (1.767 m) situada al sur de dicha ciudad.

Desde Jaca, el Aragon avanza rumbo al s Geste a lo l a r ­ go de la d e p r e s i o n longitudinal pirenaica de origen tectonico, en reco r r i d o desde Jaca a Sangüesa de unos 70 K m . ; trayecto en el que recibe por la m a r g e n derecha los aportes de los a f l u e n ­ tes que d e s c i e n d e n por los valles de Hecho, Anso y Roncal, d e s ­ de la zona axial de cumbres.

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En Sangüesa (Navarra) recibe el A r a g o n al curso f l u ­ vial formado por el Salazar y el U r r u b i , procedentes del P i r i ­ neo; tuerce después su curso hacia el Sur, penet r a n d o en la R i b e r a de Navarra en la que recibe al Cidacos; inmediato a su d e s e m b o c a d u r a en el Ebro, frente a A l f a r o se le une el Arga.

» El A rba es rio de llanura, o riginandose en los r e l i e ­ ves s u b p i r e n a i c o s , al sur de Sos y del extremo o c c idental de la S i e r r a de L o a r r e , compr e n d i e n d o la cuenca la comarca de Cinco Villas, c o n s tituida por terrenos arcillosos de buena prod u c c i o n cerealistica.

El Gallego tiene sus origenes en la zona axial de las cumbres pirenaicas de Panticosa y Salient, al Este de C a n ­ franc. A t r a v i e s a el e nsanche del rellano de Biescas y al l l e ­ gar a la a l i neacion orogr a f i c a s ubpirenaica de la Sierra de Loarre, tuerce hacia el Oeste hasta Santa Maria de la Pena, c r u z a n d o en garganta la alineacion o r o grafica subpirenaica;

en este paraje es en el que se ha construido la presa del e m ­ balse de la Pena. D e semboca en el Ebro, frente a Zaragoza.

La r a m i f i c a c i o n fluvial Cinca-Segre es la de mas c a u ­ dal y e x t e n s i o n del conjunto de afluentes pirenaicos; é q u i v a ­

lente, en cierto modo, al conjunto de los demas t r i butarios del Ebro por la m a rgen izquierda, procedentes del Pirineo.

El Segre es el curso de m a yor r e c o r r i d o de la rama fluvial. Se origina en territorio francés, atrav i e s a el dimi- nuto e n c l a v a d o territorial espahol de Llivia. P é n étra y sigue por el fondo de la d e p r e s i o n geotectonica de la Cerdaha, d e s ­ de Püigcerda, en la frontera francesa, hasta Seo de Urgel, co- rriendo sobre los depo s i t o s neogenos que ocupan en varios pa- rajes la fosa de la Cerdaha; depositos d i s c o rdantes sobre el s u b e s t r a t o p a l eozoico y bien datados por sus fosiles de m a mi- feros y de vegetales.

En Seo de Urgel recibe el primer aflu e n t e de impor- tancia, el Valira, que se r amifica por el t e r ritorio de la pe- queha r e p u b l i c a de Andorra. En Pons recibe por la m a r g e n iz-

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quierda el pequeho afluente Llanera. En A r tesa de Segre arran- ca el importante Canal de Urgel, que riega la llanura d e n o m i n a - da "Campos de Lerida". Al oeste de A r tesa y norte de Camarasa, situadas ambas localidades en las alineaciones orograficas sub- pirenaicas, se une al Segre el importante afluente Noguera Pa- llaresa, que es el principal rio de Cataluna productor de ener- gia electrica, escalonandose a lo largo de su curso los embal- ses y centrales electricas. Entre Balaguer y Lerida se le une el Nogu e r a Ribagorzana, y a d i stancia de 8 Km. de la d e semdoca- dura el Cinca, de abundante r amificacion y gran caudal.

El Noguera Ribargorzana es el segundo gran afluente al Segre. Se origina en el puerto de Viella, de la a l i n e a c i o n de crestas pirenaicas que vierten s e p t entrionalmente al valle de Aran, entre los picos de Bizberri, al Este (2.952 m) y Ane- to, al Oeste (3.404 m) , d escendiendo la corriente, generalmen- te encajada en congostos rocosos. Establece limite entre las provincias de Lerida y Huesca. El tramo pirenaico de este rio entre V i l a l l e r y Llerp, ha sido en estos ultimos ahos indus- t r i alizado con la const r u c c i o n de importantes saltos para la prod u c c i o n de energia electrica. Desemboca en el Segre entre Balag u e r y Lerida.

La dista n c i a que recorre entre el origen y la d e s e m ­ bocad u r a es de unos 130 Km.

El Cinca iguala en categoria al Segre, reuniendose ambos muy cerca de la d e s e m b o c a d u r a comun en el Ebro. Nace en la zona de cumbres pirenaicas del alto Aragon, en el m a c i z o de las tres S o r o r e s , fronterizo a Francia, con dos principales r a ­ mas: la oriental o del alto Cinca, pasa por Bielsa, y la O c c i ­ dental, que constituye el Ara, pasa por Torla, en donde recibe el s u b a fluente A r a z a s , que recorre el notable valle de Ordesa, sitio d e c l a r a d o Parque Nacional por su incomparable b e l leza agreste. Pasa el Ara por Boltaha, reuniendose, Cinca y A r a en Ainsa, p i n t o r e s c a localidad que es el mira d e r o de mas esplen- dida v ista de conju n t o del Pirineo Central.

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Desde A insa el Cinca se dirige h a cia el Sur, y, al l leg a r a la a l i n e a c i o n subpirenaica? e n caja la corriente entre laderas verticales calizas; aqui se e n c u e n t r a la presa de M é ­ d i a n e de 65,50 m. de a l tura sin cimientos. Pasado Grado se une al Cinca por la m a r g e n izquierda el Esera, que nace en el p u e r ­ to de Benasque.

A c o n t i nuacion pasa el Cinca proximo a Barbastro, a t r a v i e s a la llanura m i o c e n a junto a la villa de Monzon, unien- dosele el Alcan a d r e a unos 16 Km. de Fraga. En esta pobl a c i o n circula al pie de los altos tajos verticales de la m a r g e n i z ­ q uie r d a sobre los que esta la ciudad, formados por e r o s i o n f l u ­ vial en las margas oligocenas; c onfluye con el Segre unos 12 Km. despues de Fraga y 8 mas aguas abajo, d e sembocan juntos en el Ebro. El reco r r i d o del Cinca a través de la zona piren a i c a es de unos 85 km. y de unos 9 5 por la llanura neozoica Ibera, desde la confluencia con el Esera o sea un total de unos 180 Km.

Finalmente desem b o c a en el E b r o por esta m i s m a m a r ­ gen izquierda, entre Caspe y Mequinenza, el Valcuerna, que r e ­ corre la comarca de los Monegros c o n s t i t u i d a en gran parte por estepas yesosas.

T r a m o i n f e r i o r del Ebro

Como el u l t i m o punto de m u e s t r e o es Flix, a pocos ki- lometros de M e q u i n e n z a y por tante ya no afecta a n u e stra zona de e s t u d i o la influencia que el paisaje g e o l o g i c o pueda e j e r c e r sobre la c o m p osicion quimica de las aguas del Ebro, p r e s c i n d i - mos de la d e s c r i p c i o n de este tercer t r a m o infer i o r del rio, desde M e q u i n e n z a a la desembocadura, que por o t r a parte puede e n c o n t r a r s e en la citada b i b l i o g r a f l a .

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CAPITULO

REGIMEN DE LOS RIOS E S T UDIADOS

En el estudio que a b o r d a m o s , creemos es interesante conocer tanto los factores que d e t e r m i n a n el régimen del rfo como los elementos que nos serviran para definirlo. Esta es, e s c u e t a m e n t e , la m o t i v a c i o n de este capitulo.

Factores de régimen

Para estu d i a r el régimen de los rios hemos de tener en cuenta varios factores que influyen en él de modo i m p o r t a n ­ te. Son fundamentalmente cuatro:

1.- Factores atmosféricos 2.- Factores geograficos 3.- Factores geologicos 4.- Factores bioticos

1.- Factores atmosféricos

El factor principal y d e c i s i v e en el régimen de los rios es el de ^recipitaciones acuosas. De los datos tornados de la b i b l i o g r a f i a (7), (59), (67) y (83) podemos d e d u c i r que la zona de cabecera del Ebro y sus afluentes cantabricos hasta el Ega inclusive, es altamente Iluviosa y su pluviosidad rara- mente desciende por d e b a j o de los 1.500 mm. Respecte a la v a ­ riacion e s t acional puede afirmarse que p r e dominan algo las p r e cipitaciones o t o h a l e s , aunque en r ealidad las Iluvias aparecen muy igualmente distribuidas a lo largo del aho.

En la vertiente cantabrica del Ebro, entre los 400 y 600 m. existe una p r ecipitacion nival variable, pero con un v a ­ lor m e d i o de 18 dias al aho, que son unos 14 de 400 a 500m. y

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22 de 500 a 600 m . ; entre los 700 y 900 m. r esultan unos 27 dias de p r e c i p i t a c i o n nival al afio por tirm i n o medio. Mas alla de los 900 m. no han sido estudiados los datos e x i s t a n ­ tes .

En cuan t o a las fechas de preci p i t a c i o n nival el ma- xi m o tiene lugar en enero y marzo; en mayo ya son raras y en s e p t i e m b r e no se r e g i s t r a n en parte alguna por lo menos en z o ­ nas de altura i n f e r i o r a los 1.200 m.

La parte restante de e sta cuenca, afectada por via vasca por el m o v i m i e n t o general del frente p o lar y por via c a ­ talane por las perturbaciones m e d i t e r r é n e a s del mismo, p r é s e n ­ ta escasas precipitaciones que ascienden a 400 mm. por r a z o n e s de relieve.

Sin emba r g o existen zonas con m u y diverses valores de pluviosidad. La comarca de la Bureba no parece p ercibir mas de 600 mm. Las grandes alturas de la Demanda y C e b o l l e r a , unos 1,000 mm. en la zona de las cumbres. El M o n cayo otros t a n t o s , si bien constituye un islote de h u m e d a d separado de la a n t e r i o r a l i n e a c i o n por la d e presion de la divisoria que se sena l a entre el curso del Quelles y el del Cidacos, Del M o n ­ cayo al M a e s t r a z g o se sefiala, mas o menos seguida, una zona de m a x imas precipitaciones. A lo largo de esta linea, las p r e c i ­

p i t aciones alcan z a n en la zona de las cumbres, frecuent e m e n t e i n t e r rumpidas por d e p r esiones t r a n s v e r s a l e s , en las que se en- cajan los rios, de 600 a 800 mm. En este sector, todo el v a ­ lle del Jilo c a y la divisoria, reci b e n preci p i t a c i o n e s infe- riores a las indicadas, presentandose h a c i a el Ebro una e x t e n ­ sa zona de sequedad.

Los a fluentes que estudiamos, Aragon, Cinca y N o g u e ­ ra R i b a g o r z a n a los consideramos como rfos pirenaicos ya que tienen su orig e n en la alta arista p i renaica con nieves de g r a n p e r s i s t e n c i a y muchas caracteristicas comunes en lo que se re- fiere a su régimen.

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Una larga lista de estaciones c o n s t i t u y e n la red m e ­ t eorologies de esta zona, que puede encontrarse e s tudiada con detalle en las obras de Joaquin Ferrer (26), H. G a u ssen (29) y Richard Schmitt (89), asi como en los mapas pluviométricos de P.M. G onzalez Quijano (32) y Minis t e r i o de Obras Publicas (56).

De la obse r v a c i o n de las curvas de coeficientes de precipitacion, relativas a un elevado numéro de estaciones, se deduce el pred o m i n i o de un période de p r e c ipitaciones abundan- tes en la esta c i o n fria en el oeste p i renaico (Haro, Alsasua, Pamplona y h a s t a Sangüesa) alternando con amplia y profunda sequia estival; este r é g imen de precipitaciones va modifican- dose h a cia oriente y mediodia, siendo sustituidas las grandes precipit a c i o n e s invernales por una escasez que casi es c o m p a ­ rable a la sequia de verano y de esta m a n e r a el m a ximo de p r e ­ cipitaciones es desd o b l a d o en uno preinvernal (otohal) y otro p o s t i nvernal (primaveral) en el que se acusan unas fuertes llu- vias en m a r z o y sobre todo en mayo, separadas por un minimo re- lativo de abril, muy constante. A m e d i d a que se va avanzando hacia el oriente en la alta arista pirenaica, las p r e c i p i t a c i o ­ nes primaverales y otohales se reparten a lo largo de dichas épocas de tal m a n e r a que dejan de const i t u i r ya claramente dos picos muy destacados y de este modo hay tendencia a la union de ambos periodos en una época Iluviosa estival en contraposi- cion a u n a época invernal de escasez tal como ocurre en el P i ­ rineo, de A n d o r r a a Puigmal.

Tanta i m p o rtancia cabe concéder a la p r e c i p itacion nival y a la i n n ivacion en el régimen de los rios pirenaicos, como a la p r e c i p i t a c i o n pluvial; la rela c i o n variable entre ambas clases de a l i m e n t a c i o n es lo que d é termina en buena p a r ­ te la gama de regimenes existentes a lo largo de la cordillera.

Los datos que poseemos sobre el numéro de dias de p r e c i p i t a c i o n nival en diverses estaciones, pueden indicarnos el v alor de la m i s m a en las diverses alturas y los diverses sectores del Pirineo. Se observa que el numéro de dias de ne-

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vada va d i s m i n u y e n d o en direccion Este. La variacion de la n i v o s i d a d con la latitud es, sin embargo, dificil de préci s e r por c u a n t o concuerda con las variaciones de la altitud.

En cuanto hace refe r e n c i a a la d i s t ribucion de la n i v o s i d a d a lo largo del aho, se deduce una m a xime frecuencia de n i v o s i d a d para febrero y también diciembre, acompahados de una n i v o s i d a d mas irregular en enero y marzo; en cuanto a la

i n n i v a c i o n se refiere, no poseemos datos de extension y exac- titud s u f i cientes para poder dar un cuadro preciso. De todos modos, en la alta arista de los Pirineos aragoneses existen las nieves persistentes y algun ventisquero.

A alturas entre los 2.000 y 3.000 m. la nieve se m an- tiene al p a r e c e r sobre el terreno, segun la exposicion de las vertientes; pero siempre de octubre a m a r z o por lo menos, o sea 180 dias. Entre los 1.000 y 2.000 m. la permanencia de nieve es inferior, con variantes locales debidas a la orientacion.

En los dos ahos a que se refiere n u e stro trabajo,nos hemos limitado a c o n s i d e r a r los datos de p l uviometria r e l a t i ­ ves a la totalidad de la cuenca del Ebro, pues no era nuestro d eseo d a r m a y o r exten s i o n a este capitulo.

Solamente hemos considerado tres estaciones situadas en el rio principal, p recisamente en los lugares de toma de muestras: M i r a n d a de Ebro, Zaragoza (observatorio) y Flix (Ta­

blas nums. 1, 2 y 3). T eniendo en cuenta que la intensidad de las Iluvias es uno de los factores que mas interesan, ya que es d e c i s i v e para la totalidad de los aportes solidos, c o n s i g ­ nâmes como v a l o r i n dicador la cantidad m a x i m a de Iluvia caida en 24 h o r a s . Esta r é s u l t a ser m a x i m a el 29 de noviembre de 1961 en M i r a n d a (33 mm), el 14 de octubre de 1962 en Flix y el 15 de octubre de 1962 en Zaragoza.

T a m b i é n consignâmes los datos refer e n t e s a las tem- peraturas maximas, mini m a s y médias r e g i s t r a d a s en las citadas estaciones. Mientras la m a xima de M i r a n d a es solo de 36,2°C

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el 24 de julio de 1962, la de Zaragoza fue de 39,4°C el 10 de julio del mismo aho y la de Flix vuelve a ser de 39,0°C el 14 de julio del ya citado aho.

En las tablas de datos consideramos ahos hidro l o g i - c o s , es decir, comprendidos entre septiembre de un aho y o c t u ­ bre del siguiente, para mayor facilidad en la comparacion de los datos de la p luviometria con los de los caudales medios m e n s u a l e s .

A h o 1961-1962.

El otoho de 1961 (TABLA 4 y Graf. 1) fuè la estacion mas Iluviosa del aho y présenta un m a x i m o verdaderamente extra or d i n a r i o en el mes de noviembre, con un valor de 12.299 millo nés de metros c u b i c o s , que es 2,45 veces mayor que la media m e n s u a l .

En el mes de diciembre d i s m i n u y e n bastante las preci pitaciones que vuelven a aumentar en enero de 1962, para al- canzar de nuevo un valor superior al de la media.

De los meses correspondientes al invierno metereolo- gico, (diciembre, enero y febrero), es enero el que alcanza el valor maxi m o en la cuenca del Ebro, aunque es muy parecido al de febrero. Este mes m a r c a un minimo en casi todas las regio- nes y en la totalidad de la Espaha P e n insular entre enero y marzo, primer mes de la primavera. Sin embargo no es esto lo que sucede en la cuenca del Ebro, en la que el mes de m arzo présenta un valor inferior al de febrero.

El mes de minimas precipitaciones fue el de julio, con 1.166 millones de metros cubicos. En la m a y o r i a de las r e g i o n e s , sin embargo, fue el mes de agosto el mas seco del verano.

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A n o 1962-1963.

Este ano se caracteriza per una i r r egularidad muy i n ­ fe r i o r a la del a n t eriormente considerado, si bien su v a lor m e ­ dio es s uperior al del ano 1961-1962.

Todos sus meses difieren muy poco del valor m o d u l a r y prese n t a n un mayor numéro de o s c i l a c i o n e s . Los maxi m o s se e n c u e n t r a n en octubre de 1962, con un valor de 6.595 millo n e s de metros cubicos, y en septiembre de 1963 con 7.461 m illones de metr o s cubicos. El mini m o corresponde al mes de mayo; y julio, que el ano anterior presento el v alor minimo, pasa aho- ra a tener un valor muy semejante al de la m e d i a mensuel.

I r r e g u l a r i d a d de las p r e c i p i t a c i o n e s .

Entendemos por tal la relacion entre el mes mas hu medo y el mes mas seco de cada ano: los valores obtenidos en nuestro caso son los siguientes:

1961-1962: 12.299/1.166 = 10,5 1962-1963: 7.461/3.955 = 1,89

2.- Factores geograficos

El relieve ademas de su influencia en la cuantia, d i s t r i b u c i o n y estado fisico de las p r e c i p i taciones tiene tam- biên gran interes en relacion con las carac t e r i s t i c a s fisicas de la cuenca del rio.

Para d é f inir estas, emplearemos las siguientes magni t u d e s :

L = longitud del rio en el tramo considerado,

L'= longitud en linea recta del tramo que se t r a t e , S = superficie de la cuenca,

S/L = anchura m edia teorica de la cuenca.

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L/L* = sinuosidad del rio en el tramo considerado, que en nuestro caso toma los valores que se dan en la TABLA 5.

El Ebro es un rio largo de c abecera alta, que en v a ­ ries puntos de su curso tiene que cortar escarpados relieves, como sucede en Conchas de Haro y en la t ravesia de la cordille- ra prelitoral catalana. En gran parte de su recorrido, entre Velilla y Mequinenza, corre por terrenos h o r i z ontales dando lu- gar a zonas palustres y cursos divagantes que tanta importancia tienen en el frenado de avenidas. No p résenta pendiente muy vigorosa en ninguno de sus puntos; solamente el Hijar, su p r o ­ genitor de montaha, la tiene realmente fuerte.

En su nacimiento, en Fontibre, tiene una altitud de 853 m. Su cota en Miranda es de 460 m. En Zaragoza de 189,21 m. y en Flix de 40 m. Las cotas maximas de la cuenca son de

2.17 5 m. en el tramo comprendido entre el nacimiento y Miranda, 2.886 m entre Miranda y Zaragoza y 3.404 m. entre Zarag o z a y Flix.

Sus afluentes principales presentan caracteristicas comunes.

En su cabecera recibe varies rios de origen cantabri- co entre los que podemos contar: Nela, Bayas, Zadorra y Ega.

Por su m a rgen derecha los derrames celtibéricos e I b e r i c o s : O c a , Tiron, Oja o Liera, Najerilla, Iregua, Deza y J u b e r a , Cidacos y Alhama; procédantes del M o n c a y o , Sierra M i n i s t r a , Parameras de Molina, etc.: Queiles, Huecha, Jalon, Piedra, Jiloca, Huer- va, Aguas Vivas, Martin y G u a d a l o p e .

En su tramo medio recibe también los derrames de la parte sur de los Pirineos: A r g a , Aragon, Gallego, Cinca, Nogue- ras y Segre; finalmente recibe también diverses subafluentes considerados como derrames s u b p i r e n a i c o s : Arba, A l c a n a d r e , Flu- m e n , G u a t i z a l e m a e Isuela.

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El rio A r a g o n présenta un amplio avena m i e n t o en aba- nico en las cimas pirenaicas desde el Adi 1.503 m. por el Pico de O r y , con 2.017 m. y el Pico de Anie con 2.054 al puerto de Canfranc. En Jaca tiene una altitud de 7 86,59 m. y en su de- sembocadura en el Ebro, entre Milagro y A l f a r o , 315 m. La c o ­ ta m a x i m a de la cuenca es 2.886 m.

El Noguera Ribagorzana se origina en el puerto de V i e l l a entre los Picos de Bizberri, al Este (2.952 m) y Aneto, al Oeste (3 . 404 m) . Su costa en la Pinana es de 300 m. y en su de s e m b o c a d u r a en el Segre, a media distancia entre Balaguer y Lérida, poco mas abajo de Corbins, de 190 m. La cota m a x i m a es de 3.205 m. y la m e d i a de 1.216 m.

El Cinca posee también una amplia zona de cabec e r a que a b a r c a del V i n a m a l a por el Gavarnie, el Monte Perdido y el Posets a la Maladeta. Nace en el m a c i z o de las Très Sorores

(3.250 m.) fronterizo a Francia. Pasa por Fraga a la altitud de 100 m. y d e semboca 12 Kilometros después en el Segre a la altitud de 85 m. para vert e r juntos al Ebro solo 8 K i l o m e t r o s aguas abajo, en M e q u i n e n z a (52 m). La cota m a x i m a de la c u e n ­ ca es 3.404 y la m e d i a 826 m.

Podemos ver una r e p r e s e n t a c i o n del perfil del rio Ebro en la Graf. II,

Los datos de la longitud de los rios y s u p erficie de las cuencas son los dados por el M.O.P. en el ano 1964. Las longitudes en linea r ecta se han m e dido en el M apa del M.O.P.

,1:1.000.000 correspo n d i e n t e a la cuenca del Ebro y los que ha sido n e c e s a r i o completar se han d e t e r m i n a d o con c u r v i m e t r o s o ­ bre el M apa Oficial de Carreteras escala 1/400.000 del c i t a d o M i n i s t e r i o de Gbras Publicas. Las cotas se han tomado de los datos dados en la b i b l i o g r a f l a , completandolas con las o b s e r - vadas en el Mapa M i l i t a r Itinerario de Espaha 1:200.000.

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3.- Factores geologicos

La c onstitucion geologica de la cuenca de un rio es también un factor que influye de m odo d e fi n it i ve en su régimen.

El relieve y la g eologia y naturaleza del terreno, principal- mente su p e rm ea bi li da d y pendiente, asi como sus propiedades

fisico-quimicas, influiran de modo defi n it iv o en el régimen de alimentaciôn de los rios, sobre todo en la cantidad y tamano de sus arrastres y también en su abundancia, i r regularidad y velocidad de erosion.

La mas fuerte acciôn de las diferencias de p e r m e a b i ­ lidad de los terrenos gravita sobre la irregularidad de los rios. Estos cuando la cantidad de agua de esco r re nt ia sea grande, tendran un r ég im en irregular, cons ti tu id o por rapides crecidas seguidas de descensos bruscos de caudal, irregulari- dades de circulacion que pueden traer como c on se cu en ci a que se a cum u le n en el lodo de su cauce gran cantidad de sales que d e s ­ pués seran facilmente removidas por las avenidas producidas por las Iluvias. Este fenômeno puede ser de gran t r anscendencia en d eterminadas circunstancias, como cuando las aguas van a parar a un embalse.

La n at ur al ez a de los terrenos atravesados por el rio, détermina, c o nj un tamente con el relieve, la seccion transversal del cauce, que tanta importancia tiene en la p ro pagacion de la onda de crecida y en la velocidad de erosion de las pendientes directamente vertientes al rio.

A u nque en el capitulo 1° hacemos una somera descrip- cion de la geol o gi a de la zona objeto de nuestro estudio, damos aqui un breve r es um e n de la misma, a fin de c o mp l et ar el e s t u ­ dio geologico de la zona.

En los bordes de la cubeta de Calatayud podemos encon trar terrenos intrusivos, metamorficos y pizarrosos (imperméa­

bles). Los terrenos arcillosos dominan en una amplia faja que rodea los yesos axiales de Tude la a Bujaraloz, faja que es a

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su vez envuelta por los yesos, macizos y conglomerados m a r g i ­ nales. Estas arcillas contienen capas intercaladas de calizas, pero con poco espesor.

El Ebro de Logroho a Fayon y en el Delta, el Aragon en su tramo final y el Jalon a su salida de la Sierra de A lgai- rén, p r esentan las manchas aluviales mas extensas de la cuenca ibérica, que c on stituyen terrenos muy fertiles.

El terciario présenta en la cuenca del Ebro

y a fe c ta nd o de modo p a rticular a este rio, un gran manchon de yesos en el eje de la depresion que se siguen de modo casi con- tinuo de Logroho a Quinto. La sierra de A lc ubierre esta forma- da por estos materiales. Entre las areniscas m arginales y per- t en ecientes a los tramos bajos del terciario, se e n cuentran y e ­ sos plegados en anticlinal entre Allez y Tafa ll a y luego de Barbastro a Calaf; constituyen estrechas fajas, cortada la p r i ­ m e ra por el Ara y la segunda por el Cinca, Noguera R i ba go rz an a y Segre.

La c abecera del Ebro y sus afluentes izquierdos, se hallan en zonas de calizas dominantes, p ri nc ipalmente del me- sozoico, con algo de terciario en el c e nt ro del valle h ac i a el final del tramo superior; el Zadorra prése n ta un episo di o de- t ritico c ua te rn ar io en los llanos de Victoria.

P re s c i nd i e n do del detalle verda d er am en te c om plicado de la g e ol o gi a pirenaica, podemos sentar, de acuerdo con todos los a u t o r e s , que el Pirineo muestra, a lo largo de su arista divisoria, desde el M ed i te r ra n eo a Canfranc, un complejo pri- m ar i o c o ns ti tu id o por pizarras siluricas y calizas devon i an as principa l me nt e, que pasan a calizas c ri stalinas y m a rm d le s en las aureo l as de las extensas manchas intrusivas graniticas ; por el sur, estos terrenos se h allan franqueados por el secun- dario, con gran e xtension de las calizas cretacicas, que de C anfranc al Oeste, substituyen en la d i vi so r ia a las formacio- nes p r i m a r i a s , que se h a llan mas al norte a t ra vesâdas por los cursos d e sc en da nt es de la vertiente septentrional. T a mb i én en

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un pequeho espacio, en el Monte Perdido, el cretacico es a s ie n to de la divis o ri a de las aguas.

La faja cretacica que del Adi a C anfranc a pr oximada- mente constituye la linea de las cumbres, continua hacia el E s ­ te siendo cortada transversalmente por los cursos d escendantes llegando casi h asta la cabecera del Llobregat.

Mas al sur, la faja cretacica s ec un da ri a es sustitui- da por el terciario mas o menos detritico, que al Este del L l o ­ b re g at entra en contacte directe con el,primario.

Una complicacion tectonica que hace aflorar de nuevo el Secundario mas al Sur, const it uy e nd o las grandes alineacio- nes paralelas a la cadena pirenaica que son el Montsech, los montes de Ribagorza, la Sierra de G uara y la Sierra de la P e h a , d ét e rm in a la formacion del valle longitudinal prepirenaico que tanta influencia ha tenido en el trazado del Aragon.

La e p i g e n i a , p o s i b l e m e n t e , ha permitido a los rios,en diverses cases, burlar la estru ct ur a geolo gi ca y asi cortar los altos m ur allones secundarios levantados en a n ticlinal y plie- gues-fallas entre el Terciario, por m edio de hoces profundisi- mas y soberbias que las aguas atrav ie sa n en rapides vertigino- s o s .

La distr ib uc io n de las faciès en toda la cuenca, que- da con este indicada en sus rasgos générales.

4.- Factores bioticos

C on s ideramos como taies la v e ge ta ci on y la actividad humana. Ambos son factores de bastante i m po r ta nc ia en relacion con el régimen de los cursos fluviales.

La elevada p re c ip itacion de que gozan las cabeceras del norte de la Peninsula, hace que en la zona inicial del Ebro, el suelo se présente con abundante v eg etacion arborea, arbustiva

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y herb a ce a que ademas de coadyuvar a la r eg ul a c i on del régi me n del rio, determinara la parquedad en los arrastres.

Como en la cabecera del E br o la Iluviosidad descien- de prontamente y como ademas depende del caudal del rio una buena parte del riego de la amplia cuenca aragonesa, son muy diversas las obras h i dr aulicas construidas sobre el curso de esta importante arteria fluvial.

Segun el C atalogo Oficial de las Presas de Embalse, p u blicado por la Direc c io n General de Obras Hidraulicas del M i ­ nist er io de Obras Publicas, la C o nf ed eracion H i dr og ra fi ca del Ebro, tiene instaladas sobre el rio caudal y sus afluentes un total de 61 presas de embalse de altura s uperior a los 15 m e ­ tros .

Por otra parte, para poner en regadio grandes exten- siones de terreno de la cuenca del Ebro, se han r ea li za do tan- tas y tan grandes obras, que si bien no se ha llegado todavia a la r egulacion de sus cursos de agua, el régimen, sobre todo de los rios de poco caudal, aparece ya fuertemente afectado.

Las principales obras hidra ul i ca s construidas sobre los rios estudiados, son las siguientes:

Sobre el Ebro:

Embalse del E b r o , junto al pueblo de Arroyo, provin- cia de Santander. Es un embalse de regulacion, dest in ad o a in- fluir d ec is ivamente sobre el régimen del rio. Eue terminado en el aho 1945 y tiene una capacidad de 540,0 Hm , que se a lmacenan 3 en el valle de La V irga y en el del Ebro hasta cerca de Reinosa.

Esta d e st in ad o al riego y a la p r o duccion de energia eléctrica.

D estinadas exclu s iv am e nt e a la produ c ci on de energia e l é c tr ic a tenemos las siguientes presas:

Presa de C e r e c e d a , (central: T r e s p a d e r n e ), en el tér- m i n o muni ci pa l de Oha, prov i n ci a de Burgos, que funciona desde

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1947, Tiene un embalse con capacidad igual a 1,2 Hm 3 y una potencia de 15.200 KW.

Presa de S o b r o n , situada en los términos m u ni ci p al es de Bergüenda y Bozoo en el limite entre las provincias de Ala- va y Burgos. Funci o na desde 1960, tiene una capacidad de e m ­ balse de 20,1 Hm^ y una p otencia de 27.000 KW.

Presa de F l i x , en el termine m unicipal del m i smo n o m ­ bre, p r o vi n ci a de Tarragona, terminada en 1947, con una capa- cidad de embalse de 11,4 Hm y una potencia de 42.500 KW.3

Las très son de propiedad particular.

En el tramo final estan:

Presa de M e q u i n e n z a , en la provincia de Zaragoza, inaugurada en el ano 1963 y que todavia no esta en pleno fun- c i o n a m i e n t o .

Presa de R i b a r r o j a , en c o n s t r u c c i o n , que en union de las de M e q u i n e n z a y Flix cosntituira la red de a p r ov ec ha m ie nt tos h i dr oe l éc tr ic os del bajo Ebro, complementarios de los de la cuenca del N o gu er a R ib ag or za na en el Alto Pirineo. Como el N o ­ guera R i b a g o r za n a ofrece su m a yo r caudal a partir del deshi el o de las cumbres pirenaicas en las p r i m a v e r a s , y en cambio el Ebro es en invierno cuando mas crecido va por efecto de las llu vias, la i n t e rc o ne xi on entre uno y otro sistema, el del R i b a g o r ­ zana, p r ac ti ca me nt e concluido y el del Ebro, en construccion, a se g ur a n la continuidad del suministro, tanto a la red nacional como

a

la de Francia.

Fi n almente existen varies canales destinados al riego que se s ep aran del rio sin trabajos previos de r e g u l a r i z a c i o n , a pr o v e ch a n d o el m o du l o del Ebro elevado aun en época estival.

Son los principales;

Canal de L o d o s a , que toma sus aguas del Ebro mediante un azud de d e ri v ac i o n proximo al pueblo que le da su nombre.

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Tiene una longitud de 128 k il ometros en la margen d e re ch a del rio y riega una superficie de 25.000 Ha; posee capacidad para

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un caudal de 22 m por segundo y su construccion, i ni ci ad a en 1915, se termine en 1935, c om enzando a p re s ta r s e rv ic io inme- diatamente.

Canal de T a u s t e , que toma sus aguas del E b r o un poco mas abajo de Tude l a (cerca del pueblo n av ar ro de C ab anillas) y va por la margen izquierda, durante 45 kilometros h asta C a ­ banas, aguas arriba del Jalon. Su dotac i on es de 6,000 litros por segundo y posee una zona regable de 9,000 Ha en los t é r m i ­ nos de Cabanillas, Fust i ll an a y Tauste, mas algunas p orciones de Pradilla y Remolinos. Debe su nombre a la gran i n f lu e nc i a que la villa tuvo en su construccion. Comenzo en 1252 por ser una acequia sacada del Ebro por las villas de F u st i l l an a y C a ­ banillas; en 1529 se prolo n gé y ensancho, pasando en 1781 a formar parte del proyecto del Canal Imperial de Aragon.

Canal Imperial de A r a g o n , que debe su nombre a h ab e r sido concedido para el riego y cons tr u id o en tiempos de Carlos I de Espaha y V de Alemania, aunque el trazado actual y obras fundamentales datan del siglo XVIII en tiempos de Carlos III.

Las aguas son derivadas del Ebro por su m a rg e n d er ec ha en el lugar llamado "El Bocal", aguas abajo de Tudela. La l ongitud del canal es de 112 Km, y su caudal varia entre los 15 y 35

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m /s, segun el nivel del rio; sus aguas riegan 28.000 Ha y a ba s t e ce n varios nucleos urbanos entre ellos Zaragoza.

En 17 86 c ir cularon por primera vez por él e m ba rc a c i o- nes hasta Zaragoza, siendo navegable para buques de hasta 100 Tm. De entonces aca la funcion de transporte del m i s mo ha que- dado casi anulada, en parte por el auge del f e rr ocarril y del automôvil, y, en parte, por las numerosas averias p r o d u ci d a é en los tramos situados aguas abajo de Z a ra go za por la a cc io n per- n iciosa de los terrenos yesiferos. A partir del Km 85, el c a ­ nal déjà de ëer navegable y nunca lleva un caudal s up e r i or a los 4 m /s.3 ,

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Riegos del Bajo A r a g o n , que derivan las aguas del Ebro mas abajo de Zaragoza en la presa de Pina. Por la m a rgen i z ­ quierda, la acequia de P i n a , y por la m ar g e n d e re ch a las de Qu i nt o V F u e n t e s , para el riego de los términos de el Burgo, Quinto y Fuentes.

Sobre el rio ARAGON tenemos:

Embalse de Y e s a , en el término m un i ci p al de Yesa, p r o ­ vincia de Navarra, terminado en el aho 1959. Es propiedad del Estado, tiene una capacidad de embalse de 470,0 Hm y esta d e s ­ tinado al r iego y a la produccion de energia eléctrica.

Canal de Las B a r d e n a s , que toma sus aguas del rio A r a ­ gon, junto al pueblo de Yesa (Navarra), donde esta empl az ad o el embalse del m is mo nombre que almacena las aguas de que ha de surtirse aquél. Enriquece e xt raordinariamente la comarca de Cinco Villas, nais de aluvion, de fertilidad asombrosa, pero e sc a si si mo de agua.

A ce q ui a de J a c a , destinada al riego de 832 Ha y a sur- tir de a gua a la poblacion de su nombre, toma aguas del rio A r a ­ gon, tiene 17 kilometros de recor r id o y una dotac io n normal de 1,250 litros por segundo,

El N O G UE R A RIBAGORZANA, es el unico rio espahol explo- tado en toda su cuenca para la produccion de energia eléctrica.

Sobre su c urso se encuentran los siguientes embalses;

Embalse de E s c a l e s , en los términos m un ic ip al es de Es- pluga y Sopeira, provincias de Lérida y Huesca. F unciona desde

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1955, tiene una capacidad de 157,8 Hm y su presa, de 113,00 m de altura produce una potencia de 36.000 KW.

E m balse de S o p e i r a , en el término m u nicipal del m i s m o nombre, p rovincia de Huesca. Se terminé en 1957. Su capacidad de embalse es r e lativamente p e q u e h a , pero tiene instalada una potencia de 44.800 KW.

Referencias

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