LA PUNTUACIÓN EN LOS MANUSCRITOS MEDIEVALES CASTELLANOS: EL MANUSCRITO EVORENSE CXXV/2-3 DE ÉVORA (PORTUGAL) (T he pun ctu atio n in the medieval Castilian manuscripts:
th e m anuscript CXXV/2-3 o f Évora (Portugal))
Ma d e l C a r m e n F e r n á n d e z L ó p e z Universidad de Alcalá
Re s u m e n
E l c o m e t id o d e l p r e s e n te t r a b a jo es c o n t r i b u i r a l e s tu d io d e la p u n t u a c ió n m e d ie v a l c a s te lla n a y p r o c u r a r u n a s is te m a tiz a c ió n d e lo s c r it e r io s q u e u t iliz a n lo s c o p is ta s p a r a la s e le c c ió n d e lo s d ife r e n t e s s ig n o s tra z a d o s e n sus te x to s . L a a u t o r a d e s c r ib e e l m a n u s c r it o e v o re n s e C X X V / 2 - 3 d e fin a le s d e l s ig lo x m o p r in c ip io s d e l x r v q u e c o n t ie n e lo s lib r o s b í b lic o s d e la T e r c e r a P a rte d e la General estoria, e in t e r p r e t a e l v a lo r t e x tu a l d e lo s s ig n o s q u e a p a re c e n e n e l Libro de Isaías. E n sus c o n c lu s io n e s d e s ta c a la e x is te n c ia d e n u m e r o s o s p a s a je s e n lo s q u e se p u e d e o b s e r v a r u n a c la r a c o n c ie n c ia lin g ü í s t ic a d e lo s c o p is ta s .
P a l a b r a s c l a v e : P u n tu a c ió n , General estoria, m a n u s c r ito s m e d ie v a le s c a s te lla n o s , Lilrro de Isaías, h is t o r ia d e l e s p a ñ o l.
A b s t r a c t
T h e p u r p o s e o f th is w o r k is t o c o n t r ib u t e t o t h e s tu d y o f m e d ie v a l C a s tilia n p u n c tu a t io n , a n d t o t r y t o s y s te m a tiz e t h e c r it e r ia t h a t c o p y is ts u s e d f o r t h e s e le c tio n o f t h e d if f e r e n t s ig n s w r it t e n in t h e i r te x ts . T h e a u t h o r d e s c rib e s E v o ra m a n u s c r ip t C X X V / 2 - 3 ( e n d o f t h e 1 3 th o r b e g in n in g o f t h e 1 4 th c e n t u r y ) , w h ic h c o n t a in s t h e b ib lic a l b o o k s o f t h e T h i r d P a r t o f t h e General estoria, a n d in t e r p r e t s th e t e x tu a l v a lu e o f t h e s ig n s t h a t a p p e a r in th e B o o k o f Is a ia h . I n t h e c o n c lu s io n s t h e e x is te n c e is h ig h li g h t e d o f n u m e r o u s p assages in w h ic h w e c a n o b s e rv e c le a r lin g u is t ic a w a re n e s s b y t h e c o p y is ts .
K e y w o r d s : P u n c t u a t io n , General estoria, m e d ie v a l C a s tilia n m a n u s c r ip ts , t h e Book of Isaiah, H is t o r y o f S p a n is h .
ItHIJi, 10/2015 ftp. 3-36.
E l q u e lo s lib r o s d e lo s p r o fe ta s le y e r e e lo s v ie r e e s c rito s , p o r la s m a n e ra s d e las le y e n d a s q u e lo s c lé rig o s lla m a n v ie s s o s n o n lo s a s m e , q u e si p o r m e s u r a m ie n t o n i n m e d id a d e le tra s n in d e s íla b a s lo s f a lla r e f e c h o s e n h e b r a ic o , q u e e n e llo s aya a lg o d e lo s s a l
m o s n in d e las o b ra s d e S a lo m ó n . M a s q u e s o n e s c r ito s p o r a q u e llo s d e p a r t im ie n t o s e m a n e ra s d e las p o s a d a s q u e s u e le n fa z e r e n la s le y e n d a s . E son estas posadas unas a que llaman en latín cola e cornata, como en los libros de Demosten e ik Tulio, que son fechos en la leyenda suelta, e es esta leyenda a la que llaman prosa, e non por aquella manera a que dizen viessos. E n ó s o tro s s í c a ta n d o e l p r o d e lo s q u e e s to le y e r e n fiz ie m o s a q u í n u e v o e s p o - n im ie n t o , e d e p a r tié m o s le p o r n u e v a m a n e r a d e fa z e r le e d e z ir le . [ P r ó lo g o a l “ L i b r o d e Isa ía s” , e n A lfo n s o X , General estoria, T e r c e r a P a r te ]
Con estas palabras1, en las q u e se aprecia u n interés p o r las pausas y los signos de p untuación de los textos, com ienza el Prólogo al Libro de Isaías q u e se en cu en tra en la Tercera P arte de la General estoria de Alfonso X. En el scriptorium medieval d o n d e se confeccionaba la traducción castellana de este Libro m anejaban la versión latina de la Biblia, la Vulgata de san Je ró n im o 2, considerado u n a d e las autoridades de la tradición clásica a
im itar en sus hábitos escriturarios:
N e m o , c u m p r o p h e ta s v e r s ib u s v id e r i t esse d e s c r ip to s , m e t r o aestimet eos a p u d H e b ra e o s lig a r i, e t a liq u id s im ile h a b e r e d e p s a lm is v e l o p e r ib u s S a lo m o n is . Sed quod in Demostene et Tullio solet fieri, ut per cola scribantur et cornata, qui utique prosa et non versibus scripserunt, n o s q u o q u e u t i l i t a t i le g e n t iu m p r o v id e n te s , in t e r p r e t a t io n e m n o v a m n o v o s c r ib e n d i g e n e re d is t in x im u s 3.
San Jerónim o (347-420) distribuye el texto per cola et commata, haciendo coincidir cada línea con u n a u n id a d sintáctica. Y así lo consideraba Nebrija en su tratado sobre la p untuación “De punctis clausularum ”, incluido en algunas ediciones de su obra Introductiones in latinam grammaticerrú:
d ic e n t e H ie r o n y m o in p r o lo g o E s a ia e : “ se d q u o d in D e m o s th e n e e t T u l li o s o le t f ie r i, u t p e r c o la s c r ib a n tu r e t c o m m a t a ” . N a m q u i q u a s a p p e lla n t p e r io d o s , v ir g u la s e t p a re n th e s e s a d d id e r u n t m illo s h a b e n t a u c to r e s , c u m e c o n t r a r io S a c ra e S c r ip tu r a e c o lo e t c o llim a t e c o n t e n t i s in t 5.
1 Los textos corre sp on d en a la e d ic ió n crítica d e la versión del “Libro d e Isaías” c o n te n id a e n la Tercera Parte de la C.eneral estoria d e A lfo n so X (Fern án d ez L óp ez 20 1 0 ). El texto castellan o se pre
se nta e n colu m n a paralela con el texto latin o subyacente q u e sirvió d e m o d e lo a los alfonsíes, a d o p t a n d o la separación del texto en versículos y ca p ítu lo s propia d e la Vulgata latina.
2 El texto m anejado por los alfonsíes para llevar a ca b o su versión en castellano d e los libros bíbli
c os fue la traducción latina d e san J erón im o, y m uy p r o b a b lem e n te, la d e n o m in a d a Biblia d e París, biblia d el siglo xm c o n multitud d e variantes e in te rp o la c io n e s (M orreale 1968-69 y 1980a, Sánchez- Prieto 1990, F ernández L óp ez 20 1 0 ).
3 Biblia sacra lu xta latinam vulg a ta m versionem a d codicum fiilrm cura el studio m onachorum S ancti Benedicti commissionis pontifican a Pió X in stitu ía e sodalium preside A id a n o G usquet S.R .E . Cardinate, Vol.
XIII, “Liber Isaiae”, Roma. 1969.
4 La obra n o contaba con este tratado d e s d e sus primeras im presion es, a u n q u e sí aparece e n la e d ic ió n d e 1502 d e Sevilla (Santiago 1996: 2 7 4 ).
5 Citamos se g ú n la p resentación d el te x to reco g id a e n Santiago (1996: 275-276).
Nebrija rep ro d u ce textualm ente las palabras que san J e ró n im o incluye en el Prólogo al Libro de Isaías, con el fin de describir el uso q u e hace de cola y commata p ara organizar la estructura de los textos, tal y com o lo ha
cían Demóstenes, Tulio Cicerón o los textos de las Sagradas Escrituras6;
rechaza el em pleo de otros signos com o los periodos, vírgulas y paréntesis al no p erte n ece r a los usos de los autores clásicos o ser de reciente utiliza
ción. Según la prescripción de N ebrija el comma se rep resen taría con dos p u n to s (:) y colon con u n solo p u n to (.). La p u n tu a ció n o distinctio clásica7 será la base de los num erosos tratados que, a causa del im pulso q u e supu
so la im p ren ta para la difusión escrita, los ortógrafos d e los Siglos de O ro redactaron con la intención de regularizar y sistematizar la ortografía y, com o consecuencia, la p u n tu ació n de los impresos.
De en tre todos los trabajos que d eb e realizar el encargado de transm i
tir un mensaje escrito a sus posibles lectores, el de la p u n tu a ció n es u n o de los más difíciles y com prom etidos. La utilización de unos signos y marcas gráficas, con u n simple valor entonativo para facilitar la lectura en voz alta, en unos casos, o con u n claro valor textual, m arcan d o la organización sin
táctica o la supresión d e alguna inform ación sem ántica, provocando inter
pretaciones y significados diferentes, hace del copista (y del im presor o editor) u n o de los principales responsables d e la transm isión del texto y de su sentido. Sin em bargo, cuanto mayor es el distanciam iento en tre el cread o r de la obra (au to r o copista) y el ed ito r o lector, mayores son los problem as de com prensión y de in terp reta ció n de los signos gráficos em pleados.
En num erosas ocasiones editores de textos medievales describen la p u n tu ació n d e los m anuscritos com o irregular y arbitraria, lo que les lle
vará a m odernizar según los criterios actuales8. Sin em bargo, desde hace algunos años contam os con estudios e investigaciones q u e reclam an el análisis exhaustivo de los códices con el fin de evaluar la presentación del texto9, los hábitos de los copistas q u e reflejan unas d eterm in ad as solucio
6 Los retóricos y gram áticos grecolatin os describían los periodus c o n sus divisiones internas, cola, y subdivisiones, commata; p ero será en los escritorios m edievales, e n Artes d ictandi y p u n cta n d i, d o n d e se id en tifiq u en los térm in os c o n signos, entre los q u e se e n c u e n tr a n los rech azad os p o r Nebrija e n el párrafo II d e “D e pu n ctis clausularum ” (Santiago 1996: 277; y 1998: 2 4 8 ).
7 La p u n tu a c ió n o distinctio tenía c o m o finalidad marcar las pausas, los silen cios significativos, necesarios para llevar a cabo la lectura en voz alta d e l texto (B lecu a 1984: 121).
8 H e m o s d e te n e r e n cu en ta, tal y c o m o destaca Figueras (2001: 19), q u e “la p u n tu a ció n ev o lu c io n a y se desarrolla e n fu n ció n d e nuevos principios, dictados p o r la ló g ica y la gram ática”, y el siste
m a d e p u n tu a ció n actual se rige por u nos principios d ife ren tes a los e m p le a d o s e n la Edad M edia o, m ás adelante, c o n la in v en ció n d e la im prenta. A ctu a lm en te la p u n tu a c ió n se c o n c ib e c o m o un siste
m a de organ ización jerárquica d el c o n te n id o d el texto para h a cerlo c o h e r e n te y darle se ntid o. V éase tam bién al resp ecto L a cocina de la escritura d e D. Cassany (B arcelon a, A nagram a, 1995).
9 Este es el sentir d e J. R oudil e n la presen tación de las Actas del C o lo q u io del S ém inaire d ’Etu- d e s M édiévales H isp an iq u es c eleb ra d o en París e n n oviem br e d e 1981 (R oudil 1982: 5 ). Resulta d e gran interés la reseña q u e p u b lic ó L óp ez Estrada (1982) d e d ic h o C o lo q u io e n Dicenda, llam ando la aten ció n sob re la n ecesid ad d e estu d ios c o m o los allí presentados.
nes y una conciencia lingüística an te el proceso de la copia (análisis de errores, enm iendas, selección d e variantes, utilización d e signos p ara refle
jar la estructura y organización del texto, e tc .)1(). En este sentido contam os con im portantes investigaciones relacionadas p rin cip alm en te con la edi
ción de textos de los Siglos de O ro en las q u e se llama la atención sobre la necesidad de estudiar la p u n tu a ció n de los m anuscritos y de los impresos p ara que el ed ito r p u ed a reflejar la estru ctu ra d e la lengua, la organización de las frases del au to r del texto y la in terp retació n que de ella hace el copista en el caso de que n o c o in c id a n 11.
El estudio de la p u n tu ació n e n m anuscritos medievales cuenta, sin em bargo, con escasos estudios sistem áticos12. H em os de m en cio n ar el im portante trabajo de M orreale (1980b), qu ien en su estudio sobre la interpunción en el m anuscrito escurialense 1.1.6 del siglo xm, llama la atención sobre el valor textual d e las pausas m arcadas p o r los copistas m ediante diferentes técnicas. Y es q u e la p u n tu a ció n de los m anuscritos medievales sigue criterios muy diferentes a los de la lengua actual, ap ro vechaban distintos medios lingüísticos p ara m arcar la p ro so d ia13. M orreale
(1980b: 152, n ota 3) destaca en especial el o rd e n de las palabras, en con
creto del p ro n o m b re personal áto n o , y la apócope:
P o r e l a p ó c o p e d e muert[e] d i s t i n g u i r í a n lo s le c to r e s , p . e j., e n t r e f in a l d e o r a c ió n o c lá u s u la : ‘ ... p a r a m o s p le it o c o n la m u e r t ’ (Zs. 2 8 : 1 5 ) , e in t e r io r : ‘ ... n i la m u e r te le d a r á lo o r ’ (3 8 : 1 8 ), d o n d e muert se h a lla a n t e p a u s a , muertee n e l i n t e r i o r d e la c lá u s u la m e ló d ic a .
La puntuación fue el principal com etido del C oloquio organizado p o r el Seminario de Estudios Medievales Hispánicos en París en 1981. El p ro
10 En F ernández L ó p e z (2 0 1 1 ) se rastrean técnicas d e c o rre cció n y e n m ie n d a e m p lea d a s por escribas m edievales durante el p r o c e so d e la c o p ia y las im p lica c io n es lingüísticas y textu ales q u e c o n lleva to d o este proceso. En esta lín e a d e b e m o s incluir los trabajos d e R o m e r o C am b rón (2007-2008), q u ien analiza los hábitos escriturarios d e los cop istas d e c ó d ic e s a ra g o n eses d el escrip torio de Juan F ern án de z de H ered ia, extrayendo im p o r ta n tes c o n c lu sio n e s sob re el n ú m e r o d e copistas q u e traba
ja b a n e n el cód ice, rasgos distintivos del trazado d e las letras d e cada copista, reclam os, pautado, correcciones, c o lo r d e las tintas, rúbricas, e n c a b e z a m ie n to s , foliación, etc.
11 Véase el e stu d io d e Lucía M egías (1998: 3 9 0 ) , co n in te resan tes ap o rta cio n es a la regularización d e la puntuación e n los im presos áureos, c u a n d o éstos t ie n e n c o m o base un m anu scrito medieval, manuscritos co é ta n e o s o un im preso anterior, u n a reed ició n . Y p o r su p u e sto im prescin d ib les resultan las lecturas de B lecua (1 9 8 4 ), S an tiago (1 9 9 6 y 19 9 8 ), Sánchez-Prieto ( 1 9 9 8 ), Sebastián Mediavilla (2 0 0 2 ), Bédmar (2006).
12 Blecua (1984) m en c io n a a E. d e Villena; véase tam bién a Lem artinel (1982) (e ste autor con si
deraba e r ró n ea m en te q u e la obra d e V illena estab a inédita) y Santiago (1998: 244) (en la nota 4 hace referencia a sus estu d ios d e la obra d e V illen a p u b lic ados e n 1975 “Sobre ‘el prim er en sayo de u n a prosodia y una ortografía castellana’: el A rle de T ro va r d e E nrique d e V illen a”, M isceüanea B arcinonensia, 4 2 ,3 5 - 5 2 ).
13 Otros estudios realizados so b re la p u n tu a c ió n d e textos, d e sd e un p u n to d e vista más am plio, serían los reunidos e n un m o n o g r á fic o p u b lic a d o por L angue française. L explication en gram m aire, 46 (Mayo, 1980), entre los cuales cabría destacar: C. Gruaz, “R e ch er ch es historiques e t a ctu elles sur la p o n c tu a tio n ”, pp. 8-15 y N . Catach, “La p o n c tu a t io n ”, pp. 16-27.
m o to r de d ichasjornadas, J. Roudil, partía de la idea d e q u e los signos que incluye el escribano en el m anuscrito ob ed ecen a u n a significación con
creta q u e el lector y / o ed ito r del texto d eb e d ese n tra ñ a r estu d ian d o la o b ra d e m an era íntegra, com enzando p o r los aspectos físicos del mismo códice: la organización general del espacio, los títulos, los blancos, la tinta, las mayúsculas, la disposición lineal, los signos o marcas d e agrupaciones y com binaciones sintácticas, el significado de los signos, etc. En este estudio, al describir el m anuscrito de los archivos de la catedral de Toledo 43-22, del siglo xrv, que co n tien e las Flores de derecho de Jaco b o de las Leyes, Roudil establece u n m étodo de trabajo exhaustivo, m inucioso y que, si se utiliza en el análisis de un im p o rtan te n ú m e ro d e códices, p erm itirá siste
m atizar los modos e instrucciones de trabajo que los copistas medievales van construyendo en sus escritorios, así com o la variedad de soluciones que de u n a m an era más o m enos tácita van a d o p tan d o en su la b o r14.
Resulta d e gran interés, p o r el com etido de nuestro trabajo, el estudio de J. Germain-Aufray (1982) en esas mismas Actas, pues p resen ta la p u n tu a
ción del texto del p rofeta Isaías en el m anuscrito escurialense 1.1.6 del siglo xill. En dicho códice los signos de p u n tu a ció n q u e se registran son el p u n to (.), seguido o no de mayúscula, dos pu n to s (:) en raras ocasiones y el signo de interrogación (?)15. Y destacam os tam bién el estudio de Lem artinel, cen trad o en el prohemio que E nrique de Villena añ ad ió en su traducción al castellano de la Eneida d e Virgilio en 1427-1428. Este prohe
mio, acom pañado d e interesantes glosas del mismo traductor, es u n p eq u e
ño tratado sobre la p u ntuación, en te n d id a p rin cip alm en te com o u n vehí
culo para que el lector, que lo hace en voz alta, p u e d a deten erse p a ra res
pirar y descansar la voz, adem ás de para que p u ed a p en sar lo que lee y de esta m an era lo e n tie n d a 16.
14 R oudil 1982 y 1986. C o m e n ta R ou d il (1986: 183) q u e e l e stu d io n o d e b e hacerse so b re una sim ple transcripción del m anuscrito, por m uy fiel q u e sea. El e stu d io d e b e fun d arse e n el m anuscrito m ism o, p u e s nos permitirá c o m p r e n d e r la perspectiva del escriba, sus rea cc io n e s, sus p e n sa m ie n to s y las razones profundas del e m p le o o n o e m p le o d e los signos.
15 En el n 9 5 d e Cahiers de L inguistique H ispanique M édiévale p resen tó u n a prim era parte d e l estu
d io de la p u n tu ación e n los libros d e los profetas Jerem ías, Baruch, E zeq uiel y Daniel; p u e sto que parte d e un ú n ico testim on io, com p ara los hábitos d e su copista c o n los p resen tes e n el m anuscrito 15467 d e la B ib liothè qu e N a tio na le d e Paris q u e c o n tie n e u n a Biblia latina de l siglo xm , así c o m o con la e d ic ió n d e Fillon (1887) d e la Vulgata C lém en tin e.
16 A sí describe V illena las fu n c io n e s d e las pausas e n u n a glosa (escrib e e n tercera p e r so n a refi
rién d o se a él m ism o): “aqui departe los tiem p o s e d e te n ç io n e s q u e se d ev e n fazer e n lo s p u n c to s ante d ich os e n o n parescan m uy vagarosos al le e d o r ca esto fizo p o r q ue aya m ayor e spaç io d e p en sar lo q u e lee e p e n sa n d o lo e n tie n d a / e aun d e suyo e n a lgu n os lugares la m ateria lo fara mas d e t e n e r sy esto p o c o se d etoviere / tancto le sera plazible e n tie n d ie n d o lo c o n estas d istin çio n es e au n fizo esto p or quitar el trabajo del le e r / d a n d o rreposo hala cansada boz e n la e n trep u siçio n d e las pausas / p o r q u e mas p u d ie se leer co n m e n o s trabajo”. Citamos por Lemartinel (1982: 8 7 ).
V illena diferencia seis tipos d e p u n to s, q u e e n u m e r a Santiago d e la sig u ie n te m anera e n su estu
d io sobre la p untuación e n este autor (2003: 197): p u n to suspensivo (lugar “d o se su sp e n d e la razón”
- p u n t o del q u e prescin de L em artinel en su trabajo-), p u n to fin a l (“d o n d e ha c o m p lid a se n te n c ia o e n te n d im ie n to final”), p u n to periodal (“d o n d e fe n e c e la razón, q u e n o n h a m e n ester m ás d e añader
A pesar d e estas valiosísimas aportaciones, p u ed e decirse que falta m u ch o po r co n o cer del m o d o d e trabajo en los escritorios medievales y solo el análisis exhaustivo d e u n im p o rtan te corpus d e manuscritos con
servados nos p erm itirá ex tra e r conclusiones y a p o rta r algo de luz a los hábitos de los copistas y sus técnicas escriturarias.
El com etido de las siguientes páginas será realizar u n a contribución al estudio de la p u n tu ació n m edieval castellana m ed ian te el análisis de las marcas y signos de p u n tu a ció n p resentes en el conocido códice medieval q ue contiene u n a copia d e los libros bíblicos de la Tercera Parte de la General estaña de Alfonso X, el m an u scrito evorense CX XV /2-317, que pasa
mos a describir.
2. Elm a n u s c r i t o e v o r e n s e CXXV/2-3
2.1. La mayoría de los estudios realizados sobre el tema, com o venimos com entando, hace eco de la disp arid ad d e criterios q u e utilizan los copis
tas medievales para la p u n tu a ció n d e sus textos, incluso de la diversidad de signos empleados. Veamos q u é hábitos y usos p resen ta al respecto el m anuscrito evorense C X X V /2-318, conocido con la sigla R, d e finales del siglo x i i i o principios del x r v . El códice co n tien e u n a copia de los libros bíblicos de la Tercera Parte de la General estaría de Alfonso X, pero para el trabajo nos vamos a cen trar e n el Libro de Isaías, co m p ren d id o en tre los folios 154rby 169ra19.
sin d e nu evo escomengar, fa zien d o a llí p e r io d o ”), p u n to detenlivo de raya (interru p ción breve “d o n d e c o n v ie n e la p ro n u n cia ció n departir o letra p o r sí proferir, siq u iere la b o z co rrie nte d e t e n e r ”), interro
gante (“d o n d e se faze alg u n a p reg u n ta o in te r r o g a c ió n ”) , y p u n to p re d sio n a l (“d o n d e taja la razón o parece m en g u a d a ”). Este últim o tipo d e p u n t o lo h ace c o in c id ir e r r ó n e a m e n te L em artinel con n u es
tra exclam ación , p ero ya Carla d e N igris ( “Punctua<^ión y p a u sa s in E n riq u e d e V illena”, e n Medioevo R om anzo IX, 3 (1984) 421-442, c o n c r e ta m e n te , p. 431) su g irió q u e V illena se referiría c o n esa d e n o m ina c ió n a la figura retórica llamada e n g r ie g o aposiopesis, e n latín praecisio, y así lo co n fir m ó Santiago c o n los propios co m en ta r io s de V illen a (2003: 198-201). C ada p u n to co r r e sp o n d e co n un tiem p o de pausa más o m e n o s largo, así “el p u n c to dete n ty v o se ha d e d e te n e r la boz m e d io tie m p o ”, “e n el punc- to elev a d o e e n los interrogantes se h an d e d e t e n e r u n t ie m p o ”, “e n lo s fina les pu n ctos e pregesiona- les se han de d e te n e r d o s tiem p o s”, y, p o r ú ltim o , “e n lo s period ales se d e te n g a n tres tiem p o s”. Sin em b argo, este sistem a tan preciso q u e d e sc r ib e n o se aplica rigu rosam en te e n los m anuscritos d e la é p o ca , ni siquiera por los copistas q u e tran sm iten ese m ism o texto (L em artinel 1982: 8 6 ).
17 Este có d ice h a sid o revisado y e s tu d ia d o c o n otros fin e s por Sánchez-Prieto y Horcajada (1994) y Enrique-Arias ( 2 0 0 4 ), en tr e otros.
18 Se conserva e n la Biblioteca Pública y A rchivo Distrital d e Evora (Portugal), bajo el título de BiltLia Sacra. Presenta otra signatura antigua e n u n a etiqueta pegada e n la hoja d e guarda de la tapa: n e 1 2 /1 9 . En la descripción q u e se realiza del c ó d ic e e n el Catálogo d e la biblioteca evorense ( Catálogo dos m anus- criptos da Bibliotheca Pública Eborense com as descripgoes e notas do fñbliote.cario Joachim Helio doro da Curú)a R ivara e com (miras frroprias porJoachim A ntonio de Sonsa Telles de M attos, IV, Lisboa, 1871, pp. 10-12) se dice q u e la letra parece del siglo xiv. Solalinde (A lfonso X el Sabio, General esloria. Primera Parte, edición e introduc
ción d e A. García Solalinde, Madrid, C en tro d e Estudios Históricos, 1930; p. xix, nota 1) considera el manuscrito de finales del siglo x i i io principios del xiv, datación q u e com partim os.
19 La Tercera Parte d e la General esloria se conserva a d e m á s e n otras tres cop ias tardías, el ms. Y.I.8 d e la B iblioteca del Escorial (Y8), d e la s e g u n d a mitad d e l x iv o algo posterior, el 7563 d e la Biblioteca
Para el estudio e interpretación de las pausas y de los signos em pleados en la organización sintáctica del texto vamos a trabajar con la versión que del Libro de Isaías se e n cu e n tra en la Biblia Vulgata latina, com o hem os m e n cio n ad o más arriba. Ello nos perm itirá trabajar con u n a distribución del texto en capítulos y versículos, q u e h ará más ágil su localización y com entario. Se constatan, no obstante, errores en la separación capitular;
así, el Libro q u e nos ocu p a presenta u n a confusión en la asignación del n ú m e ro al p rim er capítulo, com en zan d o p o r el capítulo II. No h ab rá dife
rencias significativas en la organización textual, pues coincide con la esta
blecida en la Vulgata, salvo en el capítulo XIV, en el q u e a p artir del versí
culo 28 todos los códices q u e rep ro d u ce n el texto alfonsí com ienzan un nuevo capítulo; a partir de ese m o m en to el có m p u to d e capítulos en los textos castellanos supera en u n o al latino. El m anuscrito que estamos ana
lizando tiene, adem ás, u n a nueva división en el capítulo XXI, segm enta el versículo 11, lo que conlleva que el códice evorense cu en te con u n a sepa
ración en capítulos mayor que el resto de los testim onios conservados.
T eniendo en cu en ta todas estas diferencias, el có m p u to de capítulos para el Libro de Isaías es de 66 en la Vulgata latina, m ientras que en los códices castellanos de la General estoria contam os con 68 en R y 67 en los demás m anuscritos20.
Descripciones previas realizadas de este códice con objeto de la edición de algunos libros contenidos en él21 h an confirm ado el valor del manuscri
to po r ser la copia más próxim a al original alfonsí, que p odría reflejar la lla
m ada “ortografía alfonsf’ (Sánchez-Prieto 1996). Por ello, hem os seleccio
nado este ejem plar para analizar la puntuación en los manuscritos castella
nos medievales. Partiremos de la transcripción paleogràfica que se realizó para la edición crítica del Libro de Isaías1'2, que se presentó en colum na para
lela con los otros testimonios en que se ha conservado.
N acional d e M adrid (B N ), d e la prim era mitad del xv, y el m anuscrito 6 d e la A ca d em ia (A6) d e prin
cip ios d e l XVI. A d em á s de un v o lu m e n e n c o n tr a d o más tarde e n la B ib lioteca N a cion al d e Madrid, bajo la signatura Res. 279, q u e co p ia parcialm ente la obra y presenta s e g m e n to s d e sc o n o c id o s d e la m ism a (Sánchez-Prieto 2000); n o la p resen tam os a q u í p o rq u e n o r e c o g e el Libro de Isaías.
20 R e c o m e n d a m o s la lectura del e stu d io d e F ern á n de z-O rd ó ñ ez (2 0 1 0 ) para u n a valoración de la estructuración jerarquizada d e los textos alfonsíes e n libros y capítulos, e n especial el apartado d ed i
c a d o a la General estoria (pp. 257-265).
21 Sánchez-Prieto y Horcajada (1 9 9 4 ).
22 F ern án de z L ó p ez (2 0 1 0 ). La transcripción paleogràfica d e los m anuscritos se h a realizado se g ú n los criterios d e p resentación d e textos del g ru p o d e investigación GITHE ( Textos para la historia del español), q u e p u e d e n leerse en Sánchez-Prieto ( 1 9 9 8 ). La transcripción d e los cuatro m anuscritos e n q ue se ha transm itido el Libro de. Isaías en co lu m n a s paralelas j u n t o al tex to latino subyacente fue
ron el ob je to d e la Tesis d e Licenciatura titulada “A spe ctos lingüísticos y textuales d e la transmisión d e la versión del ‘Libro d e Isaías’ c o n te n id a e n la Tercera Parte d e la General estoria d e A lfonso X el S a b io ”, d e fe n d id a e n 1994; los estu d ios realizados a partir d e estas transcripciones se e n cu en tra n reco
g id o s en la Tesis D octoral E dición crítica del “Libro de Isa ía s” de la Tercera Parte de la General estoria, publi
ca d a en m icrofichas por la U niversidad d e Alcalá e n 1997.
2.2. Algunos aspectos codicológicos resultan im prescindibles p ara la caracterización d e la obra, pues la conform ación m aterial del códice y la tipología de la escritu ra se in te rre la c io n a n con los dem ás niveles d e la transm isión textual, y e n especial con la p u n tu a ció n . Y nos e n c o n tra m o s an te un ejem p lar q u e h a sido c o p iad o con in terés y cu id ad o p o r p arte del copista, p u esto q u e es u n a o b ra realizada en p e rg a m in o blanco, m aterial costoso que re q u ie re tra ta m ie n to delicado; y c o n c re tam en te el Libro que nos o cu p a se e n c u e n tr a en 15 folios de gran tam añ o (455 x 355 m m ), con u n g ran ap ro v e c h a m ie n to del espacio, pues la caja de escritu
ra m ide 365 x 250 m m , y u n in te rc o lu m n io d e unos 20 mm ; co n tien e 60 líneas po r c o lu m n a23. Se h an d ejad o huecos para las m iniaturas, que n o han llegado a ejecutarse. P resen ta líneas para delim itar la caja de escritu
ra, el intercolum nio y los renglones; estas h a n sido trazadas solo p o r u n lado del folio. No se observa n in g ú n agujero previo al rayado. En las cabe
ceras24, calderones e iniciales d e cad a capítulo se altern an los colores rojo y azul. Los títulos del libro, el n ú m e ro del capítulo y los apartados princi
pales siem pre ap arecen en rojo. En el Libro de Isaías solo se d o cu m en tan en rojo el título del capítulo I, coincidiendo con el com ienzo de la tra
ducción del texto bíblico, después del Prólogo:
[1 5 4 v a :4 4 -4 7 ] L a v is ió n d e ysayas f i j o d e a m o s , la q u e v io s o b r e j u d a & ih (e ) r {u s a )l{ e lm e n lo s d ia s d e s to s R eyes. O z ia s . J o a t h a n . A c h a z . E z e c h ia s . R e yes d e j u d a : . C { a p it u lo l. I I . ;
y, sin que co rresp o n d a a n in g ú n título de capítulo, el siguiente fragm ento:
[ 16 2 v b :3 8 -4 0 ) La escriptura de ezechias Rey de juda qlualndo emjermo eguáreselo de su emfer- medat. E.
El códice tiene g randes capitales policrom adas al principio de cada libro que suelen estar ad o rn ad as con filigranas en el interior. En el Prólogo al Libro de Isaías aparece u n a gran E (100 x 99 m m ) y al principio del Libro u n a O algo más p e q u e ñ a (71 x 97 m m ). Cada capítulo p resenta u n a capital inicial (ap ro x im ad am en te 25 x 25 m m ) coloreada alternativa
m e n te en rojo o azul com o hem os dicho an teriorm ente; de cada capital salen filigranas o ad o rn o s d e rasgueo que ad o rn an prácticam ente todo el lado izquierdo de la colum na. E n el códice hay cu aren ta huecos para miniaturas, 14 dibujos q u e solo están trazados con tinta y 5 m iniaturas de gran colorido y belleza, d e las cuales dos son dibujos y tres iniciales.
23 C on la ún ica ex c e p c ió n del fol. 161 rb, q u e tien e so lo 59 líneas. N o existe n in g ú n folio roto, sin em b a rg o falta el q u e se d eb ería e n co n tra r e n tr e el 154 y el 155; la n u m er a ció n arábiga del c ó d ic e se realizó desp u és de l corte d e este folio. F orm ab a parte d e un bifolio c o n el 159 y está u n id o al resto del c ó d ic e solo por la parte superior, d e ja n d o ver claram en te q u e el corte ha sid o lim pio (cuchilla, e tc ).
24 Las cabeceras a p arecen e n 241 folios; lo s veinte ú ltim os n o tienen.
2.3. Según el análisis paleogràfico el texto parece ser copiado todo p o r u n a misma m ano, a u n q u e no p u e d e descartarse que se sucedieran varias m anos con letra muy regular y ho m o g én ea. La letra p erten ece a la gótica libraria red o n d e a d a d e fines del siglo xm o principios del siglo xiv. Las letras altas m iden e n tre 4-5 mm y las bajas 3 mm. Sobresalen un poco del renglón las astas de b, l, h, f y s alta, haciendo, en estos dos últim os casos, u n bucle hacia la derecha. La s alta aparece en posición inicial e in term e
dia; en posición final aparece u n a s re d o n d e a d a con los arcos bastante cur
vados y algo más g ra n d e que el resto de las letras bajas. La d siem pre es uncial, inclinada hacia la izquierda; en algunos códices alfonsíes altern a la d d e asta recta y la d uncial en los mismos contextos (déla, p o r ejem plo, aparece escrito de am bas formas en el m anuscrito d e la C ám ara Regia BNM 816, que co n tien e la P rim era Parte de la General estoria). La v p ro longa ligeram ente su asta izquierda de form a inclinada. La j larga sobre
sale po r encim a del renglón c u a n d o va a principio de palabra (justica, jnchida, etc.). Por debajo del renglón sobresalen los caídos de j, en los casos en q u e p o r el contexto paleogràfico se p o d ría co n fu n d ir (njn, omj- llado, tenjen, etc.), p, q con trayectoria recta y el de g con u n bucle hacia la izquierda; en x, h e y se pu ed e ap reciar la prolongación hacia la izquierda de sus astas en un ráp id o trazo final. La z tiene form a de 5 con el trazo superior horizontal y el inferior casi cerrado; p u ed e confundirse con la 5 solo en final de palabra. Este trazado de la z, sobre todo el d e su p arte infe
rior, presenta un m ayor grado de cursividad que la z de los códices alfon
síes. La r e n posición inicial suele ser o mayúscula, R (Regaos, etc.), o mi
núscula simple de factura recta, p ero n u n ca doble r, la r d e trazos curvos aparece tras b, p, d, y, o, h (véanse casos com o corroto —solo la p rim era r c u rv a -y carrera -las dos son rectas— en la lám ina 1); la r recta la e n co n tra mos en el resto de los contextos. La e no siem pre se cierra. La t es baja y su asta no sobresale p o r encim a del trazo horizontal; p u e d e confundirse con la c que se realiza con trazos quebrados. La cedilla suele ser u n p u n to debajo d e la c, d ado q u e el trazo final es muy débil y la m ayor p arte d e las veces no se aprecia. H em os localizado algunos olvidos de la cedilla en el copista de este m anuscrito en: aleara, esfuercan, caphires, braco, coracon (3 ejemplos frente a 47 con cedilla) y offrecudos. La y siem pre lleva u n p u n to encima, sem ejante al signo de abreviación, p ero sin n in g ú n valor.
La conjunción copulativa aparece rep resen tad a con el signo tironiano (véanse láminas 1 y 2) y tras p u n to p o r u n a E cuya factura es sem ejante a la de u n a O de trazos quebrados y abiertos. Las m edidas del tironiano son 3 x 3 m m y las del calderón 6 x 1 5 mm (hem os tenido en cu en ta la p ro longación d e su trazo horizontal hacia la derech a).
En este códice los nexos son muy pocos y e n n in g u n o de ellos se m odi
fica el trazado de las letras. Si se en cu e n tran dos letras de curvas co n tra
puestas, se yuxtaponen, siendo co m ú n a am bas el trazo q u e las une; así,
o cu rre en de, do, be, bo\ st es el nexo más frecuente, tam bién aparece en m uchas ocasiones fi.
La breve descripción codicológica y paleogràfica q u e acabam os de p re sentar del m anuscrito nos p erm ite in te rp re ta r que es u n códice d e factura elaborada, ten ien d o en cu en ta adem ás q u e el pergam ino es u n soporte costoso y escaso. Los aspectos m ateriales de la copia (tipo de letra, ap ro vecham iento del espacio, tipología de en m ien d as y correcciones...) hacen p ensar en u n o o varios escribas q u e realizan su trabajo con sum o cuidado, p o r lo que tam bién las marcas y signos de p u n tu a ció n que ejecutan d eb en ser considerados trazos de factura m editada y consciente. Por el valor que p u ed e tener para la sistematización de los hábitos de los copistas ante los signos de puntuación, es necesario resaltar que en los folios q u e ocu p a el Libro de Isaías solo se h a localizado u n espacio en blanco, en 165rb 17, d o n d e se en cu e n tra el h u eco destin ad o a u n calderón que finalm ente no se trazó; hem os de catalogarlo com o descuido puesto q u e no se ro m p e la alternancia d e color que aco m p añ a a estos signos. Pero en nuestro estudio debem os co n tar con la in ten ció n p o r p arte del tra d u cto r y del copista de incluirlo25.
3. LaP U N T U A C IÓ N EN EL M A N U S C R IT O E V O R E N SE C X X V /2-3
Los signos de pu n tu ació n q u e se en c u e n tra n en el códice son:
El punto (.), bajo o volado
El punto bajo y el que se e n c u e n tra a m edia altura o volado aparecen en el códice con idénticos valores; no hem os p o d id o sistematizar un uso diferenciador que nos obligue a distinguirlos en la transcripción paleo- gráfica y en el estudio cuantitativo de su docu m en tació n . En el fragm ento que se adjunta más abajo p u e d e observarse la factura del p u n to volado an te 15 tinjebras, 17 mesura, des(9)truyr, an te el tironiano... M ucho más ab u n d an te es sin em bargo el p u n to bajo, sobre renglón, que podem os ver en el fragm ento ante 14 turuiado o 13 ca, p o r ejemplo. Podem os in terp re
tar que la presencia de diferentes posiciones del p u n to en este códice no es significativa26.
25 Roudil (1986: 184) e n tie n d e estos b la n c o s co n valor d e p u n tu ación .
26 A esta m ism a c o n clu sió n llegan en su s estu d ios Roudil (1982: 21) y B é d m a r (2006: 141-142).
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M a n u s c r it o e v o re n s e C X X V / 2 - 3 fo l. 1 5 8 v
El p u n to es la principal y más a b u n d an te m arca del Libro de Isaías, son pu n to s el 80% de las marcas presentes en el texto. Su presencia n o rige el uso de mayúsculas, térm ino este que aplicado a los códices medievales no p u ed e ser e n ten d id o en el sentido actual, incluso los criterios q u e rigen su uso están muy alejados de los actuales. Así, docu m en tam o s su uso ante mayúscula en el siguiente fragm ento en 12 .Qual, 16 .La, y an te m inúscu
la en 14 .turuiado, .qivdndoo 17 .mesura.
Hem os de m en cio n ar tam bién el a b u n d a n te uso del p u n to an te tiro- niano (en m uchos casos con u n valor expletivo) (.Se) y el p u n to an te cal
d eró n (. 1 ), con u n claro valor textual, que describirem os más adelante.
El p u n to co rresp o n d ería con el colon m en cio n ad o e n el Prólogo al Libro y p o r tanto su com etido en principio d eb e ser cerrar razones enteras, par
tes estructurales completas. Sin em bargo, son múltiples los valores del p u n to , alternándose o coincidiendo con otros signos de p u n tuación.
3.1. En cuanto a la actitud del copista ante las pausas mayores y los grandes periodos oracionales resulta im prescindible revisar la distribución del texto en capítulos y versículos en el m odelo latino subyacente.
D ocum entam os el uso del p u n to com o pausa mayor, cerran d o el capítulo, en 7 de los 60 capítulos presentes en el códice evorense27, seguido de la palabra Capítulo con o sin abreviatura p ero con u n a factura g ran d e de la letra C. Y además, com o pu ed e verse en el fragm ento recogido en la figu
ra anterior, siem pre com ienza el capítulo con u n a capital o rn a m e n ta d a 28.
27 R ec o r d e m o s q u e la pérdida d e un fo lio ha afecta do a a lg u n o s c a p ítulos de l c o m ie n z o del Libro.
28 Los capítulos q u e cierran su e n u n c ia d o co n u n p u n to final serían el XVII, X IX , X XVI, XXXV,
No hay u n a distinción en versículos en la presentación del texto p o r parte de los escribas encargados d e nuestra versión del Libro y p o r tanto no sienten la necesidad de m arcarlos con signos de in terpunción. Com o con
secuencia, en num erosas ocasiones el texto que se transm ite no presenta n inguna m arca que haga in te rp re ta r al lector actual u n a pausa p ara su ora- lización o para la correcta in terp retació n del pasaje. Veamos algún ejemplo:
V :2 8 -2 9 ^ A g u d a s la s saetas d e l. & t o ( 6 0 ) d o s lo s sus a rc o s t e n d u d o s la s v n n a s d é lo s c a n a l1 1 5 5 rb ] lo s d e l d u r a s & s o f f r id o r a s c o m o la p ie d r a s ile x . & ( 2 ) la s r u e d a s d é lo s sus c a r ro s c o m o a r r e m e tim je r a to ( 3 ) d e te m p e s ta t e l s u R u y d o c o m o le ó n R o y ra . &
s o n a ( 4 ) r a n c o m o c a b d ie llo s d e le o n e s . & a s s a n n a r se h a & ( 5 ) t e r n a la p r e a & a b r a ç a r la h a c o b d ic io s a m e n te & ( 6 ) n o n s e r a q u je n g e la tu e lg a .
Solo conociendo la fu en te latin a subyacente p o d rá organizarse en ver
sículos correctam ente el texto; ni siquiera la factura d e la letra es mayús
cula. Veamos la presentación crítica que p ro p o n em o s p ara este segmento:
V . 2t! s a g itta e e iu s a c u ta e e t o m n e s a r c u s e iu s 28 A g u d a s las sae ta s d ’ é l e to d o s lo s sus
e x t e n t i a rc o s t e n d u d o s ; las u ñ a s d e lo s c a v a llo s d ’ él
u n g u la e e q u o r u m e iu s u t s ile x e t r o ta e e iu s d u r a s e s o f r id o r a s c o m o la p ie d r a s íle x , e q u a s i Ím p e tu s te m p e s ta tis las r u e d a s d e lo s sus c a r ro s c o m o a r r e m e t i-
m ie n t o d e te m p e s ta t.
29 r u g it u s e iu s u t le o n is r u g ie t u t c a t u li le o - 29 E l s u r u id o c o m o d e le ó n r o ir á e s o n a - n u m e t f r e n d e t e t t e n e b it p r a e d a m e t rá 29 c o m o c a d ie llo s d e le o n e s ; e a s s a ñ a r se a m p le x a b it u r e t n o n e r it q u i e r u a t á, e t e r n á la p r e a , e a b r a ç a r la á c o b d ic io -
s a m e n te , e n o n s e rá q u ie n g e la tu e lg a .
La marca de final de versículo más a b u n d a n te es el p u n to (.), seguido de mayúscula en pocas ocasiones o de m inúscula en la mayoría; tam bién encontram os pasajes m arcados c o n (. f ) y en m e n o r m ed id a (.:).
Pero en muchos casos d e b e ser la sintaxis, com o ya nos advertía M orreale (1980b: 150), la que no s ayude con la estru ctu ra textual:
[1 5 8 r a ] L a c a rg a d e d a m a s c o . E u a s que d a m a s c o d e x a r a ( 3 1 ) d e s e e r g iu d a t & s e ra c o m o m o n t o « d e p ie d r a s ( 3 2 ) e n ca sa d e r r ib a d a las c iu d a d e s d e a r r o h e r d e s a m ( 3 3 ) p a r a d o s 30 s e rá n p o r g re y e s & fo lg a r a n y. & non ( 3 4 ) s e ra q u ila s e s p a n te .
XXXVII, XLV y LXI. En otras d o s o c a sio n e s d e te c ta m o s irregularidades en el p ro ceso d e copia; así en el paso del XI al XII se incorpora u n a frase e n latín; y el ú ltim o versículo del ca p ítulo X X X II es c o n siderado por el copista corno p e r te n e c ie n te al XXXIII, c e rr a n d o el cap ítulo, un versículo antes, c o n la marca más habitual para la pausa mayor, la c o m b in a c ió n (.:).
29 Consideram os error sim aran y rec o n str u im o s la lecció n sonará sobre la base del m o d e lo latino rugiel y por la d o c u m e n ta c ió n d e la forma e n plural en el resto d e los testim o n io s en q u e se ha trans
m itido el texto.
3(1 Error p r e se n te s o lo e n el m a n u sc r ito ev oren se; a p a r e c e e n f e m e n i n o e n los d e m á s te stim o nios.
Vemos cóm o la concordancia, la estru ctu ra oracional p ropia del caste
llano, la concatenación d e las proposiciones,... p erm ite al lector c o m p re n d e r que con las ciudades com ienza u n nuevo enunciado. P ro p o n em o s la siguiente presentación crítica avalada p o r el m o d elo latino subyacente:
X V I I . 1 O N U S D A M A S C I
e c c e D a m a s c u s d e s in e t civitas esse e t e r i t s ic u t a c e rv u s la p id i m i in r u in a 2 d e r e lic t a e c iv ita te s A r o e r g r e g ib u s e r u n t e t r e q u ie s c e n t ib i e t n o n e r i t q u i e x t e r r e a t
1 L a c a rg a d e D a m a s c o . -E vás q u e D a m a s c o d e x a r á d e s e e r c iv d a t e s e rá c o m o m o n t ó n d e p ie d r a s e n casa d e r r ib a d a .
2 L a s c iv d a d e s d e A r o e r d e s a m p a r a d a s s e rá n p o r g re y e s e f o lg a r á n y, e n o n s e rá q u i la s e s p a n te
En el siguiente fragm ento el lector medieval debe apoyarse d e nuevo en la estructura y el sentido del texto para in te rp re ta r y leer co rrectam en te el párrafo; no hay m arca de pausa ante qujen (que co rresp o n d ería con el com ienzo de un nuevo versículo en la Vulgata la tin a ), y sin em b arg o sí en co n tram o s (.1) seguido de mayúscula p ara indicar el com ienzo d e un nuevo en unciado en el interior del versículo:
[ 1 6 4 r b | H Estas cosas d iz e e l s e n n o r R e y d e is r r a tl & s u r e ( l l ) d e m i d o r s e n n o r d é la s h u e s te s , y o e l p r im e r o & y o ( 1 2 ) e l p o s t r e m e r o . & s in m j n o n es d io s q u je n s e m e ia (1 3 ) a m j q u e lla m e & a n n u w c ie e l o r d e n a m je n t o . H E s p o re (1 4 ) g a n m e las cosas q u e a n d e u e n ir . p u e s q u e y o e s ta ( 1 5 ) b le s c i e l m jo p u e b lo & a n n u ( n lc ie las cosas q w a n d e seer.
X L I V . 6 h a e c d i c i t D o m in u s r e x Is r a h e l e t r e d e m t o r e iu s D o m in u s e x e r c it u u m e g o p r im u s e t e g o n o v is s im u s e t a b s q u e m e n o n e s t d e u s
7 q u is s im ilis m e i v o c e t e t a d n u n t i e t e t o r d in e m e x p o n a t m ih i e x q u o c o n s t it u i p o p u lu m a n t iq u u m
v e n t u r a e t q u a e f u t u r a s u n t adnuntiet eis
6 Estas co sa s d iz e e l S e ñ o r, R e y d e Is ra e l e su r e d e m id o r , S e ñ o r d e la s h u e s te s : -Yo e l p r i m e r o e y o e l p o s t r e m e r o , e s in m í n o n es d io s .
7 ¿ Q u ié n s e m e ja a m í? Q u e lla m e e a ñ u n c ie e l o r d e n a m ie n t o . E s p ó n g a m e la s cosas q u e a n d e v e n i r p u e s q u e y o e s ta b le c í e l m ió p u e b lo e a ñ u n c ié la s co sa s q u e a n d e see r.
3.2. En el códice se d o cu m en ta a b u n d a n te m e n te el p u n to en el inte
rio r de u n enunciado, m arcando pausas m enores. Resulta d e especial inte
rés su aparición en el in terio r de las oraciones subordinadas y su p resen cia como delim itador de los diferentes m iem bros q ue las fo rm an 31; veamos algunos casos.
Las subordinadas causales suelen estar introducidas en el texto mayo- ritariam ente p o r ca, a u n q u e con el mismo valor enco n tram o s tam bién por que. En la mayoría de los casos, el enlace ca con valor causal suele ir p re
cedido de p u n to para separar los dos m iem bros de la oración su b o rd in a
da; y ca p u ed e ir en factura grande o pequeña.
31 R em itim os a F ernández L óp ez (1994); el e stu d io lin g ü ístic o co n la d esc rip ción d e los c o n e c - tores y la tip o lo g ía oracional p resen te en el LUrro de Isaías se p u e d e leer e n la Tesis D octoral p resen tada en 1997 bajo el título E dición crítica del ‘LUrro de. Isa ía s’ de la Tercera Parte de la “General esloria”
(Servicio d e P ublicaciones, U niversidad d e Alcalá, e n m icrofichas).
P r ó lo g o [ 1 5 4 r b ] 1 D e s e n d e es a n n a d e r e s to q u e ( 5 5 ) n o n d e u e s e e r d i c h o ta n p ro p - h e ta c o m o e u u a n g e ( 5 6 ) lis ta . Ca assi f u e e n t o d o s lo s m e e s te re s . & lo s ( 5 7 ) s ig n ific a m - je n t o s d e x p r á t o . & d é la e g le á a .
V :2 5 [1 5 5 r a ] n o n se t o r n o la s a n n a d e l. ca ( 5 2 ) se n o n t o r n a r o n e llo s d é lo s m a le s q u e fa z ie n .
Contamos tam bién con ejem plos, siem pre en mayúscula, en los que va precedido de p u n to y c ald eró n (.U). En u n n ú m ero más reducido de casos docum entam os el uso d e ca en m inúscula sin que le p receda el pun to , la mayoría concentrados en los últim os folios del Libro, lo que nos hace p e n sar en la existencia de d iferen tes m anos, con sus respectivas peculiarida
des, pese a que resulten de factu ra h o m o g é n ea y regular. R eproducim os a continuación u n o de los escasos ejem plos d o cu m en tad o en los prim eros folios:
X I I I : 6 [1 5 7 r a ] (5 9 ) & p a r t it u o s ca a c e rc a es e l d ia d e l s e n n o r
En el caso del nexo por que, de factura siem pre separada, lo más habi
tual es el uso sin punto.
X X X I : 1 [1 6 1 r b ] & t ie n e n ( 1 3 ) f í u z a e n las c a r r e r a s porque s o n m u c h a s ( 1 4 ) & e n c a u a - lle r o s por que m u y fu e r te s .
Solo encontram os unos pocos testim onios en los que le p reced e punto, com o el siguiente:
X X I I I : 1 6 [ 1 5 9 r b ] 1 T o m a ( 3 8 ) c it h a r a c e r c a la < ;iu d a t m u g i r d a d a a o lu id a n ^ a c a « ( 3 9 ) ta b ie n espessa la c a n tig a , por que sea la t u m e m o ( 4 0 ) r ia a n te d io s .
El pasaje que re p ro d u cim o s a con tin u ació n resulta significativo, pues en él se d o cu m en tan am bas con ju n cio n es precedidas de p u n to , au n q u e solo en el caso de por que el copista se decanta po r la mayúscula.
A cudiendo al m odelo latino pod em o s ver la correspondencia con dos con
ju n cio n es diferentes en cada caso, quonia?n y quia, respectivam ente, y la división del texto en dos versículos diferentes. El trad u cto r medieval es consciente del valor de la factu ra de las letras y de las marcas d e p u n tu a
ción que realiza, y el copista lo respeta en su afán de m a n te n e r la com prensión del texto32:
32 Sería pertin en te, au n q u e n o es este el lugar, u n e stu d io d e la interrelación ex isten te entre diversos factores im plicados en la cre a c ió n d e este tipo d e textos: la interpretación q u e el traductor h ace d e las diversas co n ju n c io n e s latinas d e valor p r ó x im o , su c o r re sp o n d en cia co n las q u e e m p le a en la versión castellana del texto y la im p o r ta n cia d e los sig n o s d e p u n tu ación q ue e x ig e c u a n d o las uti
liza e n u n a estructura sintáctica com p leja.
[1 5 9 v a ] ( 4 7 ) S e n n o r m jo d io s e x a lta r te h e h e & c o n f e ( 4 8 ) s s a r m e h e a l t u n o m b r e , ca fe z is te m a ( 4 9 ) r a u illa s lo s c u y d a d o s a n tig o s fie le s u í r ( 5 0 ) d a d e r a m je n t r e . Por que p o s is - te la c iu d ( 5 1 ) a t e n g r a n t r o y d o . & la f u e r t e c e rc a d é la c iu d a t e n ( 5 2 ) d e r r ib a m je n t o . &
a te r re s te la casa d é lo s á g e n o s ( 5 3 ) que n o n sea c iu d a t . n j n s e fa g a ja m a s .
X X V . 1 D o m in e D e u s m e u s es tu e x a lta b o te 1 S e ñ o r, m ió D io s , e x a lta r te é e c o n fe s s a r et c o n f it e b o r n o m in i t u o m e é a l t u n o m b r e , ca fe z is te m a ra v illa s lo s q u o n ia m fe c is t i m ir a b il ia c o g ita tio n e s a n t i- c u id a d o s a n tig o s , fie le s v e r d a d e r a m ie n tr e . q u a s fid e le s a m e n
2 q u ia p o s u is ti c iv ita te m in tumultum u r b e m 2 P o r q u e p o s is te la c iv d a t e n g r a n t r o í d o e f o r t e m in r u in a m la f u e r t e c e rc a d e la c iv d a t e n d e r r ib a m ie n - d o m u m a l ie n o r u m t u n o n s it c iv ita s e t in to , e a te r re s te la casa d e lo s á g e n o s q u e n o n s e m p it e r n u m n o n a e d if ic e t u r sea c iv d a t n in se fa g a ja m á s .
También resulta interesante el uso del punto en las subordinadas m oda
les. En el códice evorense este tipo de oraciones suele formarse con la par
tícula como o p o r las com binaciones así como... así, como si... así o así... como si.
No aparece el punto nu n ca delante de como, pero sí suele aparecer para separar los dos miembros de la subordinada, sobre todo delante de assí:
L I I T 3 - 1 4 [1 6 6 r b ] ( 1 ) e u a t q u d o e n t e n d r a e l m jo s ie r u o e x a lta d o . & a l e ( 2 ) g r a r s e h a &
s e ra a lto m u c h o assi como se e s p a n ta r o n ( 3 ) s o b r e l m u c h o s , assi s e ra g lo rio s o e l d e m a s la v is ta d e l ( 4 ) e n t r e lo s v a r o n e s & la f o r m a d e l e n t r e lo s f ijo s d é lo s ( 5 ) o m n ffi.
Sin em bargo, la estructura sintáctica tan m arcada d e este tipo de e n u n ciados no hace necesaria la in terp u n ció n y así lo podem os ver en los siguientes pasajes:
X X I I : 1 7 - 1 8 [1 5 9 r a ] H E u a s e l s e n n o r ( 3 7 ) q u í t e fa r a le u a r c a t iu o . assi comoes le u a d o e l g a l( 3 8 ) lo c a r o n a d o & como a u e s tid o assi te a le a ra & t e le ( 3 9 ) u a r a liu ja n o & a liu ja d o c o r o n a d o te c o r o n a r a e n ( 4 0 ) t o r m e n t a . & e m b ia r te h a como p e lla e n t ie r r a ( 4 1 ) a n c h a lle n a d e e s p a rz io o in o r r r a s . & a lli e l c o r ( 4 2 ) r o d é la tu g lo ria & d e n u e s to d é la casa d e tu s e n n o r.
L I I I : 7 - 8 [ 1 6 6 r b ] & n o n a ( 2 6 ) b r io la su b o c a como o u e ia s e ra a d u c h o a la m u e r te ( 2 7 ) &
e n m u e s tr a como c o r d e r o a n te l qu¿l tr e s q u ila & n on a b r ir a ( 2 8 ) la su b o c a d e a n g o s tu ra & d e ju y z io
H em os rastreado tam bién las proposiciones tem porales y en especial las que expresan sim ultaneidad. La partícula em pleada en el texto es quan- do, au n q u e tam bién constatam os el uso de quando quier que y mjentre. En este tipo d e oraciones no es habitual que se separen los dos m iem bros m ediante signo de puntuación; el n exo vuelve a resultar u n a m arca textual suficiente p ara la lectura y com prensión del párrafo:
X X I V : 1 3 -1 4 [1 5 9 v a ] 1 C a estas cosas q u e ( 1 7 ) s o n d ic h a s c o n t e s c ie r o n e n m e d io d é la t ie r r a . & e n ( 1 8 ) m e d io d é lo s p u e b lo s c o m o c o n te s c io quando f in c a r o n ( 1 9 ) p o c a s o liu a s e n a lg ú n lo g a r to lle c h a s ya las o tra s ( 2 0 ) & s a g u d e n d e s ta s e l a z e y tu n a . & o tr o s - si d é lo s R a z i( 2 1 ) m o s p u e s q u e f u e r e a c a b a d a la v e n d im ja . assi a l( 2 2 ) c a r o n e sto s la s u b o z & a la b a r a n . & q u a n d o f u e r e g lo r i( 2 3 ) f ic a d o e l s e n n o r. r e n jn c h a r a d é la m a r.
Se p uede apreciar al le e r el fragm ento la característica redacción de la narrativa medieval castellana con periodos oracionales complejos de difí
cil delim itación en el en u n ciad o 33; p ro p o n em o s la siguiente presentación crítica:
X X I V . 13 C a e stas cosas q u e s o n d ic h a s c o n t e c ie r o n e n m e d io d e la t ie r r a , e n m e d io d e lo s p u e b lo s , c o m o c o n t e c ió q u a n d o f in c a r o n p o c a s o liv a s e n a lg ú n lo g a r, c o lle c h a s ya la s o tra s , e s a g u d e n d ’éstas e l a z e itu n a ; e o tro s s í d e lo s r a z im o s p u e s q u e f u e r e a c a b a d a la v e n d im ia . 14 A s s í a lç a r a n e sto s la s u b o z e a la b a r á n . E q u a n d o f u e r e g lo r if ic a d o e l S e ñ o r r e n in c h a r á n d e la m a r.
Otras muestras de proposiciones tem porales encontram os en los siguientes segmentos:
X X V I I I : 19 [ 1 6 0 r b ] f E t quando quier que p assa re ( 5 0 ) a l a lu o r e s c ie n te & e l t r a b a io s o la m je n t r e d a r a ( 5 1 ) e n t e n d i in j e n t o e l o y d o .
X X X V I I I : 12 [1 6 2 v b ] ( 4 8 ) L a m j v id a mjentre y o v e d ia a u n m e ta io .
L V :6 [1 6 6 v a ] d e m a n d a t a l s e n n o r mjentre p u e d e s e r ( 4 3 ) f a lla d o , lla m a ld e mjentre es d e c e rc a
De la misma m an era en las proposiciones de lugar podem os observar la preferencia de los escribas p o r n o in co rp o rar marcas de pu n tu ació n p ara separar las proposiciones subordinadas; véanse los siguientes ejem plos:
X L V : 6 [1 6 4 v a ] q u e separa ( 3 8 ) lo s que donde n a s c e e l s o l. & lo s que donde se p o n e L I:1 [1 6 5 v b ] p a r a t m je n te s a la p ie d r a ( 3 4 ) donde s o d e s ta ia d o s . & a la c u e u a d é la p e d r e ra ( 3 5 ) donde to m a d e s
3.3. El p u n to tam bién suele a p a re c e r p ara separar sintagmas co ordina
dos p o r & o p o r njn; así p o r ejem plo ante njn encontram os en 43 ocasio
nes d o cu m en tad o el uso del p u n to p ara la en u m eració n de sintagmas y 53 ocasiones en q u e no aparece p u nto; véanse los siguientes fragmentos:
P r ó lo g o [1 5 4 r b J l y o ( 5 2 ) j h e r o n j m o n o n p u d g u a r d a r la f l o r njn la d u l( 5 3 ) c e d u m b r e . X I I I : 1 0 [ 1 5 7 r b ] c a la s e s tre lla s d e l c ie lo njn e l su ( 1 2 ) r e s p la n d o r d e llo s n o n t e r n a n la su lu m b r e s o b r e ilo s
X I I I : 17 [ 1 5 7 r b | H E u a t q u e le u a n t a r e y o s o b r? ( 3 4 ) u o s lo s d e m a d ia n . q u e njn d e m a n d e n p la ta njn ( 3 5 ) q itz e ra n o r o .
33 C an o Aguilar, e n sus análisis sob re la “h istoria” d e la su b ord in ación oracional, afirma al res
p e c to q u e “el p e r ío d o oracional se sitúa ya, p o r su propia naturaleza, e n u n a d im e n sió n distinta a la estrictam ente gramatical (“oracio n a l”) ” (2010: 152).