Etimologías griegas en el español coord. [Celina Leal de Rodríguez... [et al.]

Texto completo

(1)

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ETIMOLOGIAS

GRIEGAS

EN

EL

ESPAÑOL

4 2 SEMESTRE

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ETIMOLOGIAS GRIEGAS EN EL ESPAÑOL.

Coordinadoras:

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-ramo UKivEuir/juo

CAP.

Pág

I LENGUA Y CULTURA GRIEGA. 1 Formación del pueblo g r i e g o . C a r a c t e r í s t i c a s

de l o s s i e t e p e r í o d o s .

I I PROYECCION DE LA CULTURA HELENICA EN OCCIDEN

TE. ~ 11

I n f l u e n c i a del g r i e g o en el l a t í n , en l a t e r minología c i e n t í f i c a moderna. Autoevaluación.

I I I LA ESCRITURA GRIEGA. 13

La i n t r o d u c c i ó n de l a e s c r i t u r a en G r e c i a . Tipos de e s c r i t u r a . El a l f a b e t o ; r e g l a s pa ra su uso. Fenómenos f o n é t i c o s . Las v o c a -l e s ; su c -l a s i f i c a c i ó n . Las consonantes; su c l a s i f i c a c i ó n . Las consonantes; su c l a s i -f i c a c i ó n . Los d i p t o n g o s ; su c l a s i -f i c a c i ó n . Autoevaluación. E j e r c i c i o s .

IV LOS SIGNOS ORTOGRAFICOS. 21

Signos de puntuación. E s p í r i t u s ; reglas pa ra su uso. Acentos; su c l a s i f i c a c i ó n . Con-t r a c c i ó n ; r e g l a s para su u Con-t i l i z a c i ó n . AuCon-to e v a l u a c i ó n . E j e r c i c i o s .

V DIFERENCIAS GRAMATICALES ENTRE EL GRIEGO

Y EL LATIN.- 27 Desigualdades o semejanzas de las dos l e n

(5)

VI PRIMERA DECLINACION GRIEGA.

Terminaciones en nominativo y g e n i t i v o . Vocabulario. E j e r c i c i o s .

V I I SEGUNDA DECLINACION GRIEGA.

Terminaciones en nominativo y g e n i t i v o . Vocabulario. E j e r c i c i o s .

V I I I TERCERA DECLINACION GRIEGA.

Terminaciones en nominativo y g e n i t i v o . Vocabulario. E j e r c i c i o s .

IX LA DERIVACION.

Concepto de d e r i v a c i ó n ; su c l a s i f i c a c i ó n ; s u f i j o s más Importantes. E j e r c i c i o s .

X LA COMPOSICION.

Concepto de composición; su c l a s i f i c a c i ó n ; preposiciones más importantes. E j e r c i c i o s .

XI PSEUDOPREFIJOS Y PSEUDODESINENCIAS.

D e f i n i c i ó n ; p r i n c i p a l e s f a l s o s p r e f i j o s y falsas d e s i n e n c i a s .

ANEXO.

REFERENCIA BIBLIOGRAFICA.

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45

61

73

79

m 'j i

INDICE DE UNIDADES.

UNIDAD I

UNIDAD I I

UNIDAD I I I

UNIDAD IV

UNIDAD V

UNIDAD VI

UNIDAD V I I

UNIDAD V I I I

Pág.

V I I

XI

XIX

XXV

XXXI

XXXVI1

X L I I I

(6)

INTRODUCCION.

G r e d a abarcó desde l a I s l a de I t a c a en el o e s t e , hasta las pequeñas I s l a s del e s t e , en s í , no superaba l o s 500 km.

Tres fueron l o s f a c t o r e s determinantes en l a vida g r i e -ga: l a lengua (llamaban bárbaros a l o s que t e n í a n un idioma d i f e r e n t e ) , l a c u l t u r a ( f u e esplendorosa) y l a r e l i g i ó n . Ate ñas era l a ciudad más c u l t a y c i v i l i z a d a de G r e c i a , a e l l a -Iban a e s t u d i a r los a r i s t ó c r a t a s romanos, pues su s a b i d u r í a y don de mando eran I n i g u a l a b l e s ; de a l l í , que el griego haya

i n f l u i d o en el español. Este esplandor c u l t u r a l , p o l í t i c o , económico, e t c . no fue duradero, ya que l a a v a r i c i a y l a c o r r u p c i ó n acabaron con t o d o , dejando a Grecia en l a más t e r r i -b l e d e s o l a c i ó n .

(7)

T f i z j c r f i 4o. SEMESTRE. ETIMOLOGIAS GRIEGAS. UNIDAD I .

LENGUA Y CULTURA GRIEGA.

INTRODUCCION.

Grecia ha sido una de las naciones más castigadas por 1

guerra t a n t o c i v i l como e x t r a n j e r a , pero sus l i g e r o s

momento-de paz los ha sabido aprovechar como ninguno.

A e l l a se l e debe el i n i c i o de l a m e d i c i n a , f i l o s o f í a , t e a t r o , e t c .

En esta unidad, c o n s t i t u i d a por dos c a p í t u l o s , se v e r á ,

a grandes rasgos, su h i s t o r i a e i n f l u e n c i a en Occidente.

OBJETIVOS.

1 . - E x p l i c a r l a formación del pueblo g r i e g o .

2 . - Expresar l a s c a r a c t e r í s t i c a s de l o s s i e t e p e r i o d o s .

3 . - I n f l u e n c i a del griego en Occidente.

PROCEDIMIENTO.

Para el e s t u d i o de esta unidad l e e r los c a p í t u l o s I y I I de este 1 i b r o .

NOTA.

(8)

AUTOEVALUACION.

1 . - ¿Qué época abarca el período a n t e g r á f i c o ?

2 . - Escribe quiénes fueron l o s c u a t r o primeros invasores de l a Península.

3 . - ¿Indoeuropeos que marcan l a d e s i n t e g r a c i ó n p o l í t i c a y c u l t u r a l de Grecia?

4 . - Menciona los d i a l e c t o s griegos y dos de sus representan t e s .

5.

6 .

7 .

8 .

9 .

1 0 .

1 1 *

1 2 .

-

13.-

14.1 5 .

1 6 .

-¿Qulénes introducen el a l f a b e t o en Grecia?

¿Cuándo se r e c i b e l a obra e s c r i t a más antigua?

¿Cuál es?

¿Motivos por l o s cuáles se l l e v a r o n a cabo l a s dos Gue-r Gue-r a s Médicas?

¿Cuál es l a f i n a l i d a d de l a l i g a á t i c a ?

¿Por qué se l e llama época de P e r i c l e s al 3 e r . período?

¿Qué c a r a c t e r i z a p r i n c i p a l m e n t e a esta época?

¿En qué s i g l o s se ubica al período h e l e n í s t i c o ?

¿Gracias a quién se l o g r a extender l a c u l t u r a griega?

¿Cómo surge el coiné?

¿Qué d i f e r e n c i a e x i s t e e n t r e el mundo griego y e l a l e -j a n d r i n o ?

¿En qué período el g r i e g o se c o n v i e r t e en una lengua i n t e r n a c i o n a l ?

VTTI

17.- ¿Cflmo surge l a i n t e r v e n c i ó n de Roma en asuntos griegos?

18. Período en e l cual empiezan a i n t r o d u c i r s e elementos -griegos en e l vocablo l a t i n o .

19.- ¿Qué pasa con el Idioma g r i e g o durante el período blzan t i n o ?

20.- ¿Cómo surge el feudalismo?

2 1 . - ¿Por qué p a r t i c i p a Grecia en l a s (tos Guerras Mundiales?

22.- ¿Qué c a r a c t e r í s t i c a s posee el g r i e g o woderno?

23. ¿Qué les legaron l o s griegos a l o s pueblos del M e d i t e -rráneo?

2 4 . ¿Cuál fue l a primera nación heredera de l a c u l t u r a g r i e -ga?

2 5 . - ¿El griego era a c c e s i b l e a l a s clases populares?

2 6 . - ¿Qué i n f l u e n c i a tuvo e l g r i e g o sobre e l l a t í n ?

27. ¿Qué importancia t i e n e el C r i s t i a n i s m o en r e l a c i ó n al -griego - l a t í n ?

2 8 . - ¿El griego como c u l t u r a desaparece totalmente?

(9)

CAPITULO I .

LENGUA Y CULTURA GRIEGA.

FORMACION DEL PUEBLO GRIEGO

La h i s t o r i a del pueblo helénico se puede agrupar en 7 -períodos.

»o

I . - A n t e g r á f i c o o p r o t o h e l é n i c o (hasta el s i g l o X A. C . ) .

I I . - Orígenes l i t e r a r i o s , época oscura o g e o m é t r i c a ^ tanibj_én conocida como edad media griega (X a IV K. C . ) ~

— ~ »o * *

I I I . S i g l o s de oro o época de P e r i c l e s (V y IV A. C.) — — 5 y V

IV. H e l e n í s t i c o o del coiné ( I I I A. C. al I D. C . ) .

S . H . - C r i s t i a n o ( i / a l IV D. C.)

V I . - B i z a n t i n o (V al XV).

V I I . Moderno (XV al XX).

I . Período a n t e q r á f i c o o p r o t o h e l é n i c o . En _este período -se d e s a r r o l l a r o n los s i g u i e n t e s puntos.

1 . - Florece desde tiempos remotos hasta el s . X A . C.

2 . - Abarca dos grandes épocas o edades: la n e o l í t i c a y l a de bronce.

(10)

4' el año 3,000 A. Ç. l a i O ^ ç n f r o c , primera -i n v a s -i ó n con la llegada de W Po i T ^ r T ? Ï Ï F F Ï Ï r n

tes de Asia Menor. ^

5 .

6 .

7 .

-8.

.En el período heládico r e c i e n t e n m i r j n i V ^ nom__ b r e c o n que se conoce a l a E d a d ~ d r B ^ i 7 - T p T r e .cen~los j o n i o s y los e o l i o s f ? d * j n v J ^ u Z y j j ^ -jrendo consigo un nuevo espíritü~H7TT?TrjT-17-^l—r_

gran f l o r e c i m i e n t o de Creta. ~

con e l a r r i b o de l o ^ a n n p n . (3a. i n v a s i ó n ) quienes se dedicaban a l a ^ T T a t i F f S y aT comercio, por lo qu e_se est.ahlprpn » » - j ^ y ^

d a ^ Mi cenas y T i r i n t o T - — ^

üacla el 121QA^_C^se i n i c i a el período de d e s i n -t - g g ^ c i ó n ^ o H ^ ^ ,a península - fu;r e 1 a 1 1 e9 l d a ^ d e J ^ s J ^ T o ^ ^ t a . Invasión) ~

Jistos marcan una nueva^raIIITa7de~Tri erro'."

.gurante el período p r o t o h e l é n i c o no e x i s t e n e s c r i -t o s . — i .

Surgen t r e s qrande_s d i a l e c t o s : i o n i o , e o l i o y -d o r i c o , los cuales se -d i v i -d e n en:

¿Jonío-TAsia me-n o r , r.í—

Eubea).

Eoi io

A n t i g u o , épico o heroico - Homero, Hesíodo Moderno - Herodoto, H i p ó c r a t e s .

A t i c o (Atenas). Superó las lenguas r e s t a n t e s . E u r í p i d e s . , S ó f o c l e s , E s q u i l o , A r i s t ó t e l e s , Tucídides ( A n t i g u o ) . P l a f ó n , -Jenofonte (medio). Demóstenes, A r i s t ó t e l e s

(moderno).

JHablado en C h i p r e , A r c a d i a , T e s a l i a , Lesbos ]y fue empleado por Alceo y Safo.

Empleado en e l N E de G r e c i a , Peleponeso, - C o r i n t o , Meqara, Creta y u t i l i z a d o por Pin

darò, T e o c r i t o , e t c .

I I . g r a n e s l i t e r a r i o s , época oscura o geométrica o edad -Media Griega.

1 . - Aparece en el s . X a l IV A. C.

2 . Se logra l a f u s i ó n de los grandes grupos é t n i c o s

ue c o n s t i t u y e n a Grecia y que establecen l a s bases e los que ha de s u r g i r la v i d a p o l í t i c a y c u l t u

-r a l de l o s g -r i e g o s .

3 . - Aparecen durante los s . XI y IX las ciudades - esta

4 . Surgen l a s p o l i s como unidad s o c i a l básica y con -e l l a s una nu-eva m -e n t a l i d a d : p a t r i o t i s m o -exac-erbada;

intensa p a r t i c i p a c i ó n en el gobierno y defensa de -la_comunidad; gran d e s a r r o l l o de l a personalidad de cada i n d i v i d u o .

5 .

6 .

8 .

9 .

£1 s. V I I I determina el nacimiento del comercio, -pues l a pobreza del suelo y e l aumento demográfico o b l i g a a los griegos a buscar nuevas c o l o n i a s " ! -Los f e n i c i o s i n t r o d u c e n el a l f a b e t o en Grecia.

Hacia el 800 A. C. o a mediados del s . V I I I se r e -c i b e l a obra l i t e r a r i a e s -c r i t a antigua en g r i e _ qo: LA ILIADA.

En el s. V I I surge l a clase media_que implanta l a democracia en Atenas. En Esparta, segunda ciudad i m p o r t a n t e , se mantiene el régimeji_o2Jj£rgu-!coj¿_mj L i t a r i s t a ; l a e v o l u c i ó n c u l t u r a l , a q u í , es casi nu-l a .

Durante es t e p e r í o d o se l l e v a n a cabo l a s dos Guer Guer a s Medicas"motivadas po~Guer~el apoyo pGuerestado poGuer "Aterías V Lretrea~a~la sublevación de las ciudades

-Jomas en~~Asia Menor contra l a dominación persa.

(11)

M i l c í a d e s .

n- - ^ senunda (480 a 449) las ciudades griegas se unen por vez p r i m e r a , pero los persasHogran i n - - ~ .cendiar v a r i o s j j o b l a d o s , e n t r e el los" Atenas; al

f i n los persas son derrotados p o r T e m í s t o c l e s .

1 2 " S£^rea_[a Liga A t i c a (477) cuya H n a l i d a d es l a -p r o t . -p r r i m L d e la -península mediante la marinj~T¡^ niense contra nuevos ataques persas.

I I I . - S i g l o s de oro o época de P e r i c l e s .

1 . - Abarca los s. V y IV A. C.

P e r i c l e s gobierna Atenas _x_establece la r e t r i b u ción de l o s cargos p ú b l i c o s . ^ —

-3 . - Con e s t o , l a clase media se c o n v i e r t e en p r i v i l e giada. "

4- " Los p r i n c i p a l e s problemas a los que se e n f r e n t a os te gran e s t r a t e g a son,:

a) Ataques constantes de Persia que se r e s o l v i e r o n g r a c i a s a un a r m i s t i c i o .

b ) La d i f í c i l convivencia con Esparta, con quier logran e s t a b l e c e r una paz de lS año?:

5 . - ¿ s t e período se c a r a c t e r i z a p r i n c i p a l m e n t e por el máximo espjendor que alcanzan todas las a r t e s . t A r q u i t e c t u r a : Templo de A f a l i a , r e c o n s t r u c c i ó n _de Ta acrópol i C ~ s e termina el Kartenón; Escultura""" Mirón termina su obra "El D i s c ó b o l o " ; Fi di as real i za las estatuas de Atenea y Zeus; Po M e l e t o , "El -D o r i f o r o " y "piedumeno". Teatro: se i n i c i a la tra'-gedia á t i c a ron F s g n i l o , Sófocles y Eurípides v U

Compri i fl rnn^Aristófanes.. H i s t o r i o g r a f í a : se r e q i , - " ^ " t r a n los hechos pasados a t r a v é s de poemas v son rep r e s e n t a t i v o s Hecateo, Herorioto, Tucídides. F i l o s o

-f í a : están Parménides, Anaxágoras, F l a t $ n .

6 . Se rompe esta armonía y p r i n c i p é l a Guerra_del -Peleponeso debido a l corvTlicto é ñ t r e into y Cor-c T r a , por l o que p a r t i Cor-c i p a n Atenas y Esparta.

7 . - G r e c i a , e s a t a c a d a p o r l a peste procedente de Asia Jlenoru—

8 . - A consecuencia de l a epidemia, P e r i c l e s muere.

9 . Atenas va pprdiendo esplandor v cae en manos de Esparta guien impone un gobierno conocido como -" l o s t r e i n t a t i r a n o s -" .

I V . - Período h e l e n í s t i c o o del c o i n é .

1 . - Se d e s a r r o l l a en el s . I I I A. C. al I D. C.

2 . - Atenas se r e v e l a c o n t r a el yugo espartano. El movi-^ mi ento es j i r i g i do poriJlebas

3 . - Esparta al ver p e l i g r a r su hegemonía pide ayuda l o s persas.

4 - - Ei1 iPQ*_rey persa. t r a t a de c o n q u i s t a r Ja península^ .al darse cuenta de l a d i v i s i ó n e n t r e l o s g r i e g o s ,

-pero_fracasa,_

5 . - Su h i j o A l e j a n d r o Magno es quien l o g r a someterla.

6 . - f.nmn r e c i t a d o de las conquistas de A l e j a n d r o . Ja_ c i v i l i z a c i ó n griega l o g r a extenderse por todo Orien te__y Occidente.

7 . El reinado de A l e j a n d r o Magno pone f i n a l a era -e l á s i c a g r i -e g a .

8 . - A_causa_de._Ia.s_guerras macedónicas, Atenas pierde

(12)

9 . Al ponerse Grecia en contacto con o t r o s pueblos, -e l idioma p i -e r d -e su pur-eza p r i m i t i v a y d-e la"tmTón del -ionior d o r i o , e o T T Q f a t i c o surge, hacia el~7~

M j A: C- u n.n u ey o l e n g u a j e . que por hablarse en todos los t e r r i t o r i o s " h e l e n i z a d o s l se TeJgeñomT nó d i a l e c t o común o coiné ( y o t v t j ) Fue u t i l i

-zado por P o l i b i o , P l u t a r c o , D i d o r o , e t c ! —

1 0- ~ La d i f e r e n c i a e n t r e el mundo g r i e g o y el mundo a l e j a n d r i n o e s t r i b a en que el primero d e s t r u í a para -• j ^ a s i L H á r y r e n o v a r ; en cambio" A l e j a n d r o d e s t r u í a

por el p l a c e r de h a c e r l o . ~

1 1 C o n l a muerte de A l e j a n d r o Magno desaparece el po-rd e r de P e r s i a .

1 2 . G r e d a es atacada p o r j j u e b l o s bárbaros y sus h a b i -t a n -t e s huyen a o -t r o s paTses~T1evando consigo el "es p f r i t u de su maraviI losa c u T t u r a . "

1 3 . - El g r i e g o se c o n v i e r t e en idioma i n t e r n a c i o n a l . -ft . .

V.- Período c r i s t i a n o .

j*— : ,

1 . - Se j j r e s e n t a e n j o s ^ s . I I al IV D. C.

2 . - En una Esparta ya•debi1 i t a d a por l a g u e r r a , surge un nuevo movimiento r e v o l u c i o n a r i o que es c n f n r f l do por l o s romanos a quienes había acudido l a a r i s t o c r a c i a g r i e g a .

-3 . - Roma empieza a i n t e r v e n i r en asuntos de G r e c i a , y e s a q u í cuando l o s helenos s F T a r T c ü e ñ t a , demasiad do t a r d e , xlel p e l i g r o que representan l o s - l a t i n o s T

4 . - Desde mediados del s . I I G r e d a se c o n v i e r t e en un p r o t e c t o r a d o romano, quienes no acabaron con -l a c u -l t u r a g r i e g a , sino que comprendieron su super i o super i d a d y ^ t super a t a super o n ^ d e acomodasuperla a su modo de

-s e r . " *

-5 . - Los d i a l e c t o s helénicos de l a Magna Grecia (costa? d e s t a l l a M e r i d i o n a l , S i c i l i a ) eran sobre todo d . t i p o d6rTcó~y empezaron bastante p r o n t o a a s i m i l a »

elementos l a t i n o s .

6 . - En l a época i m p e r i a l romana se i n t r o d u j e r o n muchos helenismos en e l l a t í n v u l g a r ^ Algunos son cada:~

) y jo s s u f i j o s v e r b a l e s i z a r , e a r ( c i j £ c ^ 7 . - Surge del c r i s t i a n i s m o .

8 . - Del g r i e g o se toman numerosas voces de o r i g e n e c l j i ¿ i á s t i c o t a l e s como á n g e l , C r i s t o , a p ó s t o l , h e r e

-j í a , p a r a í s o , d i a b l o , e t c .

9 . - Se sabe que el l a t i n _ s i e m p r e topó con grandes d i f j [ c u l t a d e s para imponerse en los t e r r i t o r i o s donde tu v_o que competir con e l g r i e g o , lengua que d i s f r u t a ba, hasta e n t r e l o s propios romanos c u l t o s , de m a ^ yor p r e s t i g i o h i s t ó r i c o y c u l t u r a l .

V I . - Periodo B i z a n t i n o .

1 . - Abarca l o s s i g l o s V al XV.

2 . En el año 330 Constantino,cambia su c a p i t a l del -I m p e r i o a B i z a n c i o , ciudad de G r e c i a , que desde eji

tonces se TTaïïïîT "Co ñ s t a n t i^nopj a.

Constantino e<t el primer emperador que adopta al -c r i s t i a n i s m o -como r e l i g i ó n .

flesde el r e i n a d " d» . l u s t i n i a n o hasta l a caída__de C o n s t a n t i n o p l a . el idioma g r i e g o slTTipufjTTca_dg_ p]Qmcn-t-0Q pvtr^ños y sus J í o m a ^ ' t r a d i c i o n a l e s se 3 .

4 .

5 .

-/te«;gastan pay>* p v q I n r i o n a r hacia l a s lenouas mo--j i e r n a s .

.precia s u f r e nuevos ataques de v i s i g o d a s , otomanos, púi^nes m o d i f i r á n l a composición é t n i c a Ue" la potTla

(13)

6 . - Los esclavos son helenizados va que siguen predo-minando l a c u l t u r a y l a s a r t e s g r i e g a s .

7 . - Las constantes invasiones favorecen el nacimiento

del feudalismo. " —

8 . .En el s . XV Grecia cae d e f i n i t i v a m e n t e en manos -de l o s t u r c o s u otomanos.

9 . - Los griegos conservan sus c a r a c t e r í s t i c a s

naciona-l i s t a s . —

—-V I I . Período moderno.

1 . - Abarca l o s s. XV hasta nuestros d í a s .

2 . - Durante l o s s. XVI al X V I I I se s u s c i t a n las insu-r insu-r e c c i o n e s de los helenos.

3 . Al f i n a l del s. X V I I I algunos griegos emigrados -„organizan sociedades p a t r i ó t i c a s para el alzamien

t o j con e l l o se propagan en toda EuropaH~os~ idea-les del nacionalismo g r i e g o .

4 . - En 1830 Grecia se l i b e r a del yugo otomano.

5 . - Durante casi medio s i g l o continúan las constantes • proclamas ae un rey i r a s o t r o .

6 . - Al e s t a l l a r l a primera Guerra Mundial el país es^ taba d i v i d i d o en dos f a c c i o n e s , l a Qermanófila T j R e y Constantino) y _ j _ a p r o a l i a da" 'JVerrizel o s ) .

Fstas d i f p r p n r . i a s se~agudizaron y Grecia declara Ja Guerra a l a s potencias c e n t r a l e s .

7 . En 1924 Grecia acepta l a r e p ú b l i c a como régimen -gue se c a r a c t e r i z a por su i n e s t a b i l i d a d poj í t i c a j í su i n p f i r a r i a para modernizar l a s e s t r u c t u r a s

-t r a d i c i o n a l e s del p a í s .

8 . - comienzo de l a segunda Guerra. M u n d i a l , , t r a t a de mantenerse neutral_,_pero sus t e r r i t o r i o s son_regue-. r i d o s para e s t a b l e c e r bases e s t r a t é g i c a s , p o r l o que,

se p r e c i p i t a r e n ^ e l campo "de l o s al i ados ( i n g l e s e s e i t a l i a n o s ) .

(14)

-CAPITULO I I .

PROYECCION DE LA CULTURA HELENICA EN OCCIDENTE.

Por espacio de s i g l o s enteros l o s griegos se extendiej-j^OjiDor el Mediterráneo t r a n s m i t i e n d o a muchos pueblos ^sujna

raviTTosa c u l t u r a . A gran c a n t i d a d de e l l o s ha dejado l a so horidad de su f l e x i b l e y matizada lengua. Su m i t o l o g í a nos r p y p l * p1 concepto de moderación y de b e l l e z ar l a cual d e r i -va solo del hombre en quien se e q u i l ibrar^fellzmeiite_e_l cuer-po v el alma. Asimi smoT^ransmi t l ó

eT~v

¿nÓr

patrjÓti^co_gue -cada i n d i v i d u o debe poseer~par¿rTógrar una nación l i b r e y ver^ dadera.

El d e s t i n o había señalado a Roma como l a primera herede-ra d e T T " c u l t u r a g r i e g a . Los l e g i o n a r i o s r e d u j e r o n al pueblo helénico a la e x c l a v i t u d , pero no a su c u l t u r a ya que se s i n t i e r o n i d e n t i f i c a d o s con su poesía, f i l o s o f í a , m i t o l o g í a , -e t c .

El griego fue para el l a t í n una lengua de a d s t r a t o1 Se sabe q'ue el l a t í n desde los tiempos más antiguos í é su " h i s t o r i a . merced a las r e l a c i o n e s comerciales e n t r e romanos y -^griegos, a l a s i m b i o s i s1 grecorromana en I t a l i a y f u e r a de

g i l a l a i n f l u e n c i a cul t u r a l s u f r i d a por obra de h e l e n l s mo a s i m i l ó un numero bastante elevado de elementos g r i e g o s .

Su presencia en e s c r i t o s de c a r á c t e r popular prueba que semejantes elementos no fueron solo un p r i v i l e g i o de las c l a -ses c u l t a s , sino que penetraron hasta l a lengua del pueblo.

F1 C r i s t i a n i s m o , surgido en un medio judeo-helenís_LLco, fü£_unp de l o s f a c t o r e s mas vigorosos para i n t r o d u c i r en__j_a jengua^hablada de los primeros s i g l o s "de l a era vulgar^un

(15)

CAPITULO I I .

PROYECCION DE LA CULTURA HELENICA EN OCCIDENTE.

Por espacio de s i g l o s enteros l o s griegos se extendiej-Xon^por el Mediterráneo t r a n s m i t i e n d o a muchos pueblos ^su jna

raviTTosa c u l t u r a . A gran c a n t i d a d de e l l o s ha dejado l a so horidad de su f l e x i b l e y matizada lengua. Su m i t o l o g í a nos r p y p l * p1 concepto de moderación y de b e l l e z ar l a cual d e r i -va solo del hombre en quien se e q u i l i b r a r ^ f e l l z m e i i t e el r.uer-, do y el alma. Asimi smoT^ransmi t l ó

eT~v

¿nÓr

patrjÓti^co_gue -cada i n d i v i d u o debe poseer~par¿rTógrar una nación l i b r e y ver^ dadera.

El d e s t i n o había señalado a Roma como l a primera herede-ra d e T T " c u l t u r a g r i e g a . Los l e g i o n a r i o s r e d u j e r o n al pueblo helénico a la e x c l a v i t u d , pero no a su c u l t u r a ya que se s i n t i e r o n i d e n t i f i c a d o s con su poesía, f i l o s o f í a , m i t o l o g í a , -e t c .

El griego fue para el l a t í n una lengua de a d s t r a t o1 Se sabe q'ue el l a t í n desde los tiempos más antiguos í é su " h i s t o r i a . merced a las r e l a c i o n e s comerciales e n t r e romanos y -^griegos, a l a s i m b i o s i s1 grecorromana en I t a l i a y f u e r a de

g i l a l a i n f l u e n c i a cul t u r a l s u f r i d a por obra de h e l e n l s mo a s i m i l ó un numero bastante elevado de elementos g r i e g o s .

Su presencia en e s c r i t o s de c a r á c t e r popular prueba que semejantes elementos no fueron solo un p r i v i l e g i o de las c l a -ses c u l t a s , sino que penetraron hasta l a lengua del pueblo.

F1 C r i s t i a n i s m o , surgido en un medio ,judeo-he1enís_LLco, fü£_unp de l o s f a c t o r e s mas vigorosos para i n t r o d u c i r en__j_a jengua^hablada de los primeros s i g l o s "de l a era vulgar^un

(16)

El g r i e g o f u e siempre una lengua que representaba un -s u p e r e -s t r a t o ^ c u l t u r a l inmanente y que, de-spué-s de alguno-s s i g l o s d u r a n t e l o s cuales e j e r c i ó menor i n f l u e n c i a , en v i r -t u d al abandono de l o s e s -t u d i o s g r i e g o s en O c c i d e n -t e , en el Medievo de l o s pueblos europeos; r e s u r g i ó más f u e r t e y efec t i v a que nunca en e l Humanismo y Renacimiento para t o r n a r s e f u e n t e de inumerables p a l a b r a s c u l t a s en todos l o s campos -t é c n i c o s .

La t e r m i n o l o g í a c i e n t í f i c a moderna e s t á atestada de -neoform¿[£ÍjQnes_jjeX rorjá'das_ de manera poco a f o r t u n a d a o de pl a n o i r r a c i o n a I . AI íaclo~cré términos r e t o m a d o s ^ o r l a c i e n c i a moderna, pero que ya e x i s t í a n en~eT ^ grieqo~~c l á s i c o . y algunos hasta e n _ e l _ U t T n como o d o n t a l g i a , o d o n t i t i s » e t c . j se crean términos nuevos, mediante compoVj c i ó n más o menos j u s t a : p a l e o ñ p j l o g í a , " ó r t o p é c p a , e t c . Hay o t r a s que se p u d i e r a n 1 lamar"'^MjTfrrTrins'13 es d e c i r forma dos""*"

de un componente g r i e g o y o t r o no g r i é g ü l automovTTT b i c T -c l e t a , b u r o -c r a -c i a , e t -c .

En s í , se podría a f i r m a r que s i el Occidente se ha mant e n i d o en sus a l mant u r a s a pesar de mantodas l a s mantempesmantades es -por el legado de l o s v a l o r e s g r i e g o s .

(1) Son las lenguas vecinas territorialmente, a las que el la tín no se superpuso.

(2) Asociación entre personas u organismos de la que se deri-va mutuo beneficio.

(3) Son las lenguas de los pueblos q u e más tarde habitaron, a menudo como dominadores y señores, los territorios l i n -güísticamente romanizados.

4o. SEMESTRE.

ETIMOLOGIAS GRIEGAS

LA ESCRITURA GRIEGA.

INTRODUCCION.

Desde tiempos muy remotos, los g r i e g o s sabían e s c r i b i r ,

pero su forma era a r c a i c a y s ó l o les s e r v í a para hacer l i s t a

y c o n t a d u r í a de l i b r o s . Con el t r a n s c u r s o del t i e m p o , y g> •«

c i a s a l o s f e n i c i o s , pudieron e s t a b l e c e r su a l f a L e t o , e l c > a t r a v é s del l a t í n , , d i o o r i g e n al n u e s t r o .

Es recomendable que el alumno ponga toda su a t e n c i ó n en

esta u n i d a d , ya que, debido a la d i f e r e n c i a de signos a l f m í

-t i c o s , se p r e s e n -t a r á c i e r -t a d i f i c u l -t a d para su e s t u d i o .

OBJETIVOS.

1 . - E x p l i c a r los primeros t i p o s de e s c r i t u r a conocidos en

G r e c i a .

2 . - E x p l i c a r la i n t r o d u c c i ó n del a l f a b e t o en irc - : - y .<•

m o d i f i c a c i o n e s s u f r e .

3 . - Enumerar l o s m a t e r i a l e s en; Vados en la * y c r i t u r ¿ i .

4 . - I d e n t i f i c a r el a l f a b e t o g r i e g o ( s í m b o l o s , f o n é t i c a y

s e m á n t i c a ) .

• / s . - Enumerar l a s r e g l a s para su uso.

v /6 . - E x p l i c a r l o s fenómenos f o n é t i c o s.

y7 . - Enumerar la c l a s i f i c a c i ó n de las v o c a l e s .

(17)

A / i . - D e f i n i r al d i p t o n g o .

Á o . - E x p l i c a r su c l a s i f i c a c i ó n .

11.- I d e n t i f i c a r l o s d i p t o n g o s .

AUTOEVALUACION.

1 . ¿Qué d i f e r e n c i a s e x i s t e n e n t r e l o s primeros t i p o s de -e s c r i t u r a -encontrados -en Gr-ecia?

2 . - ¿En qué época aparece el a l f a b e t o griego?

3 . - ¿Quiénes i n t r o d u j e r o n l a e s c r i t u r a en Grecia?

4 . ¿Qué cambios l e h i c i e r o n los griegos al a l f a b e t o f e n i -cio?

5 . - ¿Con qué nombre era conocida l a e s c r i t u r a f e n i c i a e n t r e l o s griegos?

6 . - ¿Qué causas p e r m i t i e r o n el rápido conocimiento de l a es c r i t u r a ?

7 . ¿Los m a t e r i a l e s u t i l i z a d o s por los griegos para e s c r i -b i r eran?

8 . - El a l f a b e t o g r i e g o está compuesto de (cuántas l e t r a s ) ?

9 . - ¿Qué se debe t e n e r en cuenta para l a u t i l i z a c i ó n de los signos griegos?

10.- ¿Qué cambios f o n é t i c o s presenta el a l f a b e t o helénico? Menciona 6 de e l l o s .

11.- ¿Cuántas son las vocales griegas?

1 2 . - ¿Cómo se d i v i d e n las vocales por su cantidad?

13.- ¿Cómo se c l a s i f i c a n l a s consonantes?

14.- ¿Qué es un diptongo?

15.- ¿Cuáles son los diptongos propios?

16.- Cómo se forman los diptongos impropios y cuáles son?

ACTIVIDADES.

1.- El maestro d i c t a r á un p á r r a f o en español, el cual se de-berá e s c r i b i r con signos g r i e g o s .

2 . - Resolver l a a u t o e v a l u a c i ó n .

3 . - Contestar l o s e j e r c i c i o s .

PROCEDIMIENTO.

Para a d q u i r i r l o s conocimientos marcados como o b j e t i v o s se deberá e s t u d i a r el c a p i t u l o I I I .

REQUISITO.

(18)

EJERCICIOS.

I . - E s c r i b i r con c a r a c t e r e s g r i e g a s l o que se irídtca:-a ccon-n t i n u a c i ó n :

La r e l i g i ó n g r i e g a .

La r e l i g i ó n es dueña de l a verdad. La m o r a l , entonces. -se h a l l a cada vez más dominada por l a r e l i g i ó n . Puesto que l a ( d i v i n i d a d es l a soberana j u s t i c i a , l a s a b i d u r í a c o n s i s t e en i entregarse a e l l a , aunque a veces pueda parecer i n c o m p r e n s i b l e . Todo depende de l a d i v i n i d a d , l o mismo e l b i e n que e l

mal. Hay que abstenerse de j u z g a r a l p r ó j i m o . Sólo l a d i v i n i -dad puede h a c e r l o . Desde esa época se plantea ya e l problema de s i e x i s t e una p o s i b i l i d a d de armonía e n t r e l a l i b e r t a d i n - i d i v l d u a l y l a omnipotencia d i v i n a .

La r e l i g i ó n g r i e g a se encuentra fuertemente i n f l u e n c i a d a ¡por l a e g i p c i a , ya que de ahí provienen l o s primeros dioses

h e l é n i c o s .

I I . - E x p l i c a r l o s cambios f o n é t i c o s

i - ^ E A c ( í n d i c e ) =

2 . - 7 7 A o v r o s ( r i q u e z a ) =

3 . - ( e t i o l o g í a ) =

4 A T j U * (sangre) =

5 _ T t i f i o ( a n g u s t i a r ) = y /

(19)

I l i . - Traducir a l español.

^ - A f A ^ o ^ jbaXXo crcx/ X X s f t f J r a »

2 . - ^ o è *

A

<*€ c A O 7Top A

TTofiCore. .

3- - / l ¿ > 5 y c ^ g ^ o j Jkx(í<v < r o i /

y i ^ J ^ j c y f o v i y u e vTo$ Xul c T é ^ S o . . . . "

4 ~ x « * ^ / « S e e v TToci?

/ j v x . i f * . ; é L i / S y f t x e y J r c (rv x . 0 ^ 0 ; cfcocre^ Trfé<rzr<** *

xoutus yiM/t <r^<rTT<^ XLtO .

I V' ~ t r ^eprnai ! c U n c í r c + u l° t o d o s 1 o s diptongos que encuen Í H ? S í « i ?1 9il e n t e S p a l a b r a s Asimismo, c l a s i f i c a

-i z q u -i e r d a a'1 d e r e c h a ) " ^ e l p r 1 m e r <d e PROPIOS IMPROPIOS

i d e a r ) •

(cazador con

i i r ' • , i 9 a )"

3 . - V p j ^ ( l e v á n t a t e )

Q í X f i t o ( h a b i t a r )

5 . - T ^ z r u j ( o r á c u l o )

C£> K

(consuma)

( M a )

(buscar a l g o )

( v i v i r )

( m a t u t i n o )

(adorno)

(huevo)

(20)

CAPITULO I I I .

LA ESCRITURA GRIEGA.

La i n t r o d u c c i ó n de l a e s c r i t u r a g r i e g a .

Durante l a Edad de Bronce se encuentran en_la cuenca del Égéo t r e s t i p o s " d e e s c r i t u r j T La más a n t i g u a e s T T a l í a -ornada e s c r i t u r a minoicaTe^ógTTfTca. Esta e s c r i t u r a no parece

ser meramente p i c t o g r á f i c a _ / s i n o ~ u e muy probablemente repre senta un t i p o evolucionado s i m i l a r a l a e s c r í t u r é T e g i p c i a j_e " r o g h t i c a , en la que mezclaban los signos i d e o g r á f i c o s con

-o t r -o s f -o n é t i c -o s . Se l e c-on-oce c-om-o l i n e a l " A " .

De l a e s c r i t u r a j e r o g l í f i c a deriva l a e s c r i t u r a l i n e a l . La e s c r i t u r a l i n e a l comprende signos f o n é t i c o s He vatoF siTlP~ bico_. e s c r i t o s en s e n t i d o f z q u i e r d a - d e r e c h a , formando grupos separador, por pegueílD3^JtLa¿u>rverticaíes, signos i d e o g r l f i -cos a i s l a d o s y signos numéri-cos que acompañar! a los

ideogra-mas7~ ~ ~ ' ———

La e s c r i t u r a l i n e a l " B " , que gracias al d e s c i f r a m i e n t o del b r i t á n i c o Michael V e n t r i s en 1952, se sabe que s i r v i ó a la anotación del g r i e g o y r e s u l t ó de una adaptación de t i p o -"A" que hubieron de r e a l i z a r los mismos g r i e g o s , bien en Cret a , bien en l a Grecia p e n i n s u l a r . Servía únicamenCrete para h a -cer l i s t a s y contadurías de l i b r o s .

Por ú l t i m o , el t i p o de e s c r i t u r a s i l á b i c a , d e r i v a d a de l a e s c r i t u r a l i n e a l c r e t e n s e , es l a c h i p r i o m i n o i c a a t e s t i guada desde I s u u A. C7~en EñfcomTy Ras STiamra. ."Esta es_ l_a_ -j g r e d e c e s o r a d e l s i l a b a r i o c h i p r i o t a usado por los griegos en

(21)

CAPITULO I I I .

LA ESCRITURA GRIEGA.

La i n t r o d u c c i ó n de l a e s c r i t u r a g r i e g a .

Durante l a Edad de Bronce se encuentran en_la cuenca del Égéo t r e s t i p o s " d e e s c r i t u r j T La más a n t i g u a e s T T a l í a -ornada e s c r i t u r a minoicaTe^ógTTfTca. Esta e s c r i t u r a no parece

ser meramente p i c t o g r á f i c a _ / s i n o ~ u e muy probablemente repre senta un t i p o evolucionado s i m i l a r a l a e s c r í t u r é T e g i p c i a j_e " r o g h t i c a , en la que mezclaban los signos i d e o g r á f i c o s con

-o t r -o s f -o n é t i c -o s . Se l e c-on-oce c-om-o l i n e a l " A " .

De l a e s c r i t u r a j e r o g l í f i c a deriva l a e s c r i t u r a l i n e a l . La e s c r i t u r a l i n e a l comprende signos f o n é t i c o s He vatoF siTlP~ bico_. e s c r i t o s en s e n t i d o f z q u i e r d a - d e r e c h a , formando grupos separadoT. por pegueílD3^JtLa¿u>rverticaíes, signos i d e o g r l f i -cos a i s l a d o s y signos numéri-cos que acompañar! a los

ideogra-mas7~ ~ ~ ' ———

La e s c r i t u r a l i n e a l " B " , que gracias al d e s c i f r a m i e n t o del b r i t á n i c o Michael V e n t r i s en 1952, se sabe que s i r v i ó a la anotación del g r i e g o y r e s u l t ó de una adaptación de t i p o -"A" que hubieron de r e a l i z a r los mismos g r i e g o s , bien en Cret a , bien en l a Grecia p e n i n s u l a r . Servía únicamenCrete para h a -cer l i s t a s y contadurías de l i b r o s .

Por ú l t i m o , el t i p o de e s c r i t u r a s i l á b i c a , d e r i v a d a de l a e s c r i t u r a l i n e a l c r e t e n s e , es l a c h i p r i o m i n o i c a a t e s t i guada desde I s u u A. C7~en EñfcomTy Ras STiamra. ."Esta es_ l_a_ -j g r e d e c e s o r a d e l s i l a b a r i o c h i p r i o t a usado por los griegos en

(22)

EL ALFABETOJjRIESO.

Aparece a f i n a l e s de l a Epoca Oscura ( i n v a s i ó n d e j o s -¿ o r j o s i y se basaba en el f e n i c i o ^ que era u t i l i z a d o por l o s ^mercaderes y coToñTas e s t a b l e c i d a s en G r e c i a .

El a1fa be to_fep i c i o fue modificado por l o s helenos (nom bre que se d i e r o n los g r i e g o s , durante esta época) adoptándo l o a sus necesidades y completándolo con l a s v o c a l e s ; pues ~ el f e n i c i o , como todos los s e m í t i c o s , contaba solamente con consonantes. Junto con los signos g r á f i c o s , adoptaron l o s -nombres, algo m o d i f i c a d o s , y l a e s c r i t u r a hacia l a i z q u i e r d a , que designaron con el nombre de <T«¿ bustróphedon >> (en el sentido de l o s bueyes), es d e c i r , l a del curso del arado t i -rado por los bueyes.: alternadamente de derecha a i z q u i e r d a y v i c e v e r s a . A p a r t i r del s i g l o V I I se impuso l a d i s p o s i

-c i ó n de dere-cha a i z q u i e r d a .

El conocimiento de l a e s c r i t u r a se propagó rápidamente por todas partes g r a c i a s al comercio y t r á f i c o intenso por -el Mediterráneo.

Para las anotaciones de uso c o r r i e n t e se u t i l i z a b a n t a b l i l l a s de madera r e c u b i e r t a s de c e r a , en las que se t r a z a ban las l e t r a s por medio de un e s t i l e t e cuyo extermo o p u e s t o , achatado, servía para r e c t i f i c a r los e r r o r e s , borrando los t r a z o s e s c r i t o s , Era común el uso del papiro e g i p c i o i n t r o d u c i d o por los f e n i c i o s ; en é l , dos t e x t o s se e s c r i b í a n -sobre r o l l o s de 7 a 10 mts. de l o n g i t u d que se e n r r o l l a b a n a un bastón. El p a p i r o fue reemplazado por el pergamino ( t r a -ído de Asia Menor), ya que l a e s c r i t u r a se podía b o r r a r por f r o t a m i e n t o y podía usarse v a r i a s veces. Cuando se u t i l i z a b a por segunda vez se l e s denominaba p a l i m p s e s t o s » .

rqP'íUS

ET^ a l f a b e t o g r i e g o consta de 24 l e t r a s desde l a ALFA -asta l a OMEGA.

MAYÚSCULA! MINUSCULAS NOMMI VAIMI 1 A a alfa a

2 B P. « beta b , v

3 r Y _ gamma g (suave)

4 A * 1 delta d

5 E

l

épsilon e (breve)

6 2r l dseta ds

7 H V A / e t a e (larga)

8 6 zeta o teta z

9 I

/

/

l

iota i

10 K

Y ;

<

£

cappa k 11

12 13

E L (

Y ;

<

£ lambda

my ny

1

m —

11 12

13 N

fi

lambda my

ny n 14 l xi X

15 0 0 omicron o (breve) 16 n L- * P

17 p —•Q rho r, r r

18 a. c sigma s

18 t » sigma

19 T T tau t

20 Y V ypsilon u (francesa) 21 <P fi f

22 X X i 23 V V psi ps 24 0 OJ omega o (larga)

Al u t i l i z a r l o se debe t e n e r en cuenta l o s i g u i e n t e .

a) Todas l a s l e t r a s mayúsculas son del mismo jtamaño_X . j u n g l a - b a j a dél^reñsLéo, p. e j . : .BETA. (BETA).

En c a m b i o . ' l a s minúsculas son d £ _ i i i f e r e n t e tamaño,-proporción^ una con l a o t r a , p. e j . : ( b e t a ) .

b) De las dos formas de BETA minúscula suele emplearse /& al p r i n c i p i o y en l o s demás casos, p.

(23)

c) .La i o t a ( X , t ) se j i t i l i z a r á para e s c r i b j j r

Ta

d) El signo de l a cappa ( | C , x ) se usará para -s i m b o l i z a r l a c , q.

e) Para e s c r i b i r l a ñ* l a cual nació durante el roman-ceamiento del español, se u t i l i z a r á doble ny (vv)

f ) La slgma minúscula t i e n e dos s i g n o s : para el -p r i n c i -p i o y medio de Ja -palabra y -para el f i — n a l , p. e j . ; x ó r f i o ^ (cosmos = u n i v e r s o ) .

q) j o s griegos usan l a y p s i l o n ( Yt v ) para simboH zar l a u y en algunas ocasiones I T i .

h) Zar? t r a n s c r i b i r l a h española se usará el signo

i ) J\1 e s c r i b i r el^español con caractexes-grlegos_se de be ra ú t i l ( H , »)) y j a omega (riJ uj) sólo cuando Ta e y l a o vayárTlícentuadas.

FENOMENOS FONETICOS.

1 . - La gamma (T> } f ) t i e n e sonido de g suave (gue, g u i , ga, go, g u ) , pero cuando va seguida de o t r a gamma ( ¡ f ) cappa ( x ) j i I / ) x i ( £ ) deberá pronunciar se ^como 21 P- eJ •: (ángelos =

ánge-2. - La dseta ( 2 , 5 " ) pasa como c ante C y como z ante a , o, u. Este cambio es más p e r c e p t i b l e en Espa-ña, ya que en México no se hace d i s t i n c i ó n atl p r o n u n -c i a r l a s , -c y z . ; p. e j . : ó p t i -c o ( o r i z o = l i m i t a r ) .

3 . - La lambda ( A , A ) cuando va doble se pronuncia se-paradamente, p. e j . : ( é l -1 i pos = defec-tuosamente).

4 . - La tau (T, T ) suena 931110 z o como c en X¿cy T e

p . e j. : T * H X< > 5 ( t e i c ó s = p e l o ) ; T t O y U L ( c i t h e m i = c o l o c a r ) .

5 . - Los diptongos c pasa a e.

6 .

-/

11.- o ^

u-se pasa a i .

QL pasa a e. LO c pasa a 0 ,

o < i / au.

a v eu.

LAS VOCALES.

jj^s vocales g r i e g a s son s i e t e ' . <*, <-, y se c l a s i f i c a n :

a) Por l a c a n t i d a d

l a r g a s :

breves: o i n d i f e r e n t e s : o<, t , i r

b) Por l a sonoridad o c u a l i d a d

f u e r t e s o ásperas: 14,10,0 d é b i l e s o suaves: c , 1r

c) Por l a emisión de voz

p a l a t a l e s : <•, ¿, \a

med i a: «k

(24)

l a b o c f Y n n r1! ? f n ?i f5r e n t e s e n t r e s í por l a abertura de ne d e í nnlmfin ° d e e m Í S Í 6 n' L a c o l u™a de a i r e v i e

, : ^ - R A S S . . F T A - J - ' S ^ - G

cocales g r i e g a s , l a t i n a s o c a s t e l l a n a s . P 9

LAS CONSONANTES.

Pueden ser simples y compuestas , £ i p )

L a b i a l e s

Guturales

Dentales

Suaves

MUDAS

LÍQl

JIDAS '

— ^

Nasales

u

Vibrantes

Y

*

x

S

Sonoras ^nrrla e

1/

sonoras '

Mudas: No pueden pronunciarse s i n l a ayuda de una v o c a l .

L í q u i d a s : Tienen una pronunciación dulce y f l u i d a .

l a b i a ^ e s ^ g u t u r a l e s ? " » " « »

LOS DIPTONGOS.

n - H nr° y Íe n e n d e r a í C e S = dos y ( P l t é / Í O *

'era c " ^ ^ " tfuJfa

-sonido (dos -sonidos) áspera con una suave.

l a segunda$recibe°e?'nombre d e ' v o c a l S\ o s p o s i *

Los diptongos son 11 y se d i v i d e n en propios e impro-pios.

a) Los p r o p i o s . - Se l e s denomina así porque s ó l o entonces se oyen dos sonidos en uno solo (ver f o n é t i c a de l o s -d i p t o n g o s ) . Estos -diptongos se forman -de una vocal ás-pera con una suave: e c/ f ) o v , ujo, v e

( l o forman por ser l a ( más suave que l a V ) .

b) Los i m p r o p i o s . - Se forman con l a unión de las vocales y , u) más l a i o t a s u s c r i t a (es una i que se e s c r i b e debajo de l a vocal y que no se p r o n u n c i a ) :

(25)

E s c r í f a 4o. SEMESTRE. ETIMOLOGIAS GRIEGAS. UNIDAD I I I .

LOS SIGNOS ORTOGRAFICOS.

INTRODUCCION.

Los signos o r t o g r á f i c o s y de puntuación son i n d i s p e n s a -bles en un e s c r i t o , ya que s i n e l l o s un p á r r a f o puede ser ijn t e r p r e t a d o de d i v e r s a s formas. Aquí se t r a t a r á l o r e f e r e n t e al e s p í r i t u , acento, c o n t r a c c i ó n y las reglas de cada uno de e l l o s .

OBJETIVOS.

1 . - E x p l i c a r los signos de puntuación g r i e g o s .

2 . - D e f i n i r el e s p í r i t u g r i e g o .

3 . - G r a f i c a r l o s e s p í r i t u s .

4 . - Determinar l a s reglas para su uso.

5 . Determinar l a ( s ) d i f e r e n c i a ( s ) e n t r e el acento c a s t e l l a -no y el g r i e g o .

6 . - E x p l i c a r las clases de acentos g r i e g o s .

7 . - E x p l i c a r cómo surgen l o s acentos en G r e c i a .

8 . - Determinar las r e g l a s para su uso.

9 . - Enunciar l a c l a s i f i c a c i ó n de las palabras de acuerdo al acento.

(26)

11.- Enumerar las r e g l a s para su u t i l i z a c i ó n .

12.- U t i l i z a r los e s p í r i t u s y acentos en el l é x i c o presenta do.

-PROCEDIMIENTO.

Para el e s t u d i o de esta unidad, l e e r el c a p í t u l o IV.

REQUISITO.

Será l a a c t i v i d a d 2 , l a cual deberá ser entregada el -día que señale el maestro.

AUTOEVALUACION.

1 . - ¿Qué d i f e r e n c i a s e x i s t e n e n t r e los signos de puntuación griegos y los españoles.

2 . - ¿Qué es un e s p í r i t u ?

3 . - ¿Cuántos t i p o s de e s p í r i t u s hay?

4 . - ¿Cuándo se debe u t i l i z a r el e s p í r i t u áspero?

5 . - ¿Cuál es l a d i f e r e n c i a e n t r e el acento g r i e g o y el cas-t e l l a n o ?

6 . - ¿Cuáles son l o s acentos griegos?

7 . - ¿Quién i n t r o d u j o el acento en Grecia?

8 . - ¿Cuándo debe u t i l i z a r s e e l acento c i r c u n f l e j o ?

9 . - ¿Cómo se c l a s i f i c a n l a s palabras de acuerdo a su acen-to?

10.- Las palabras que l l e v a n acento agudo en l a penúltima s í

laba r e c i b e n el nombre de. ~

XX

11.- Las palabras que no l l e v a n acento s o n . . .

12.- ¿Qué se entiende por contracción?

13.- ¿Cuáles son l a s r e g l a s de c o n t r a c c i ó n ?

ACTIVIDADES.

1.- Contestar l a a u t o e v a l u a c i ó n .

2.- Resolver l o s e j e r c i c i o s .

PROCEDIMIENTO.

Para el e s t u d i o de esta unidad, l e e r el c a p í t u l o V

REQUISITO.

(27)

í i ! . - C l a s i f i c a las palabras de acuerdo a su acento:

J

2 . ( T ^ O X O j U C * <

3

5 . - $ > £ V

7.- if£to<.

8. _ v*<nr*< crTo^

9.- M ¿ l / £ ) £ U ) j

10. - Z v

R N

me o

( d o r i o s )

(cantera de p i e d r a )

( s u e r t e )

( á l o t r o lado)

( i a h ! , i o h ! )

(cuidado)

(vergüenza)

( d e s t e r r a d o )

(Menelao)

( i n n a t o , n a t u r a l )

I V . - E s c r i b i r las contracciones necesarias en cada palabra /

l . - T y / o C g .

I ' - T L ^ U LO

3 . - iKc

i /

4 . - / ¿ / f - C C D C

5 O r r ¿ o v

6 . - " 7 T < Q

(honras t u )

(yo honro)

(nosotros seamos honrados)

(soy honrado)

(hueso)

(ciudades)

CAPITULO IV.

LOS SIGNOS ORTOGRAFICOS..

L os o r t o g r á f i c o s y de puntuación u t i l i z a d o s en -español sna tomados del, g r i e g o , ya que el l a t í n sólo contaba con un punto ( . ) que podía ser t r i p l e .

PUNTUACION.

1.- La coma ( , ) se usa como j?n español.

2 . - El punto ( . ) se u t i l i z a como en c a s t e l l a n o

3 . - Ll_Qiinto C ) colocado en 1 a parte, s u p e r i o r de l a 1 ínea e q u i v a l e a dos puntos ~T1) o al punto y coma ( ; ) .

4 . El punto v coma ( ; ) corresponde al signo de i n t e r o g a -c i ó n (?) español y se -colo-ca solamente al f i n a l de l a f r a s e i n t e r r o g a t i v a .

ESPIRITUS.

Son signos o r t o g r á f i c o s colocados sobre determinadas l e t r*<; i n i r i f l l p s de pal abras y denotan una a s p i r a c i ó n . Se l e s llama así por simple comparación o metáfora con l a s s u s t a n -cias e s p i r i t u a l e s como alma, ángel que son considerados como soplos o e s p í r i t u s .

(28)

í i ! . - C l a s i f i c a las palabras de acuerdo a su acento:

J

2 . ( T ^ O X O j U C * < 3

5.- $ > £ V

7.- if£to<.

8. _ v*<nr*< crTo^

9.- M ¿ l / £ ) £ U ) j

10. -ZV R N

me o

( d o r i o s )

(cantera de p i e d r a )

( s u e r t e )

( á l o t r o lado)

( i a h ! , i o h ! )

(cuidado)

(vergüenza)

( d e s t e r r a d o )

(Menelao)

( i n n a t o , n a t u r a l )

I V . - E s c r i b i r las contracciones necesarias en cada palabra /

l . - T y / o C g .

I ' - T L ^ U LO

3.- iKc

i / 4.- / ¿ / f - C C D C 5 O r r ¿ o v

6 . - " 7 T < Q

(honras t u )

(yo honro)

(nosotros seamos honrados)

(soy honrado)

(hueso)

(ciudades)

CAPITULO IV.

LOS SIGNOS ORTOGRAFICOS..

L os o r t o g r á f i c o s y de puntuación u t i l i z a d o s en -español son tomados del, g r i e g o , ya que el l a t í n sólo contaba con un punto ( . ) que podía ser t r i p l e .

PUNTUACION.

1.- l a coma ( , ) se usa como _en español.

2 . - El punto ( . ) se u t i l i z a como en c a s t e l l a n o

3. - LL-oiinto ( ' ) colocado en 1 a parte, super i o r de l a 1 í nea e q u i v a l e a dos puntos ~T1) o al punto y coma ( ; ) .

4 . El punto v coma ( ; ) corresponde al signo de i n t e r o g a -c i ó n (?) español y se -colo-ca solamente al f i n a l de l a f r a s e i n t e r r o g a t i v a .

ESPIRITUS.

Son signos o r t o g r á f i c o s colocados sobre determinadas l e t r*<; i n i r i f l l p s de pal abras y denotan una a s p i r a c i ó n . Se l e s llama así por simple comparación o metáfora con l a s s u s t a n -cias e s p i r i t u a l e s como alma, ángel gue son considerados como soplos o e s p í r i t u s .

(29)

REGLAS PARA SU USO.

1 . - £1 e s p í r i t u áspero corresponde a una h a s p i r a d a , <le_nota_que_debe p r o n u n c i a r s e c o n _ a s p i r a c i Ó ñ ; e l suave7

-s i n e l l a .

2 . L L e s p í r i t u áspero pasa generalmente al l a t í n y a l ^ e s p a -• ñfil como t u - , E j . : ( ^ " C g o ¿ ^ ( h i s t o r i a ) ; i?A i o c

( h e l i o s = s o l ) . 1 ^

3 . - Iflda_voca1 i n i c i a l de p a l a b r a l l e v a e s p í r i t u (suave o á s p e r o ) . S i e i m i n ú s c u l a , se e s c r i b e sobre e l l a i -es mayúscula r r o l ora del a n t e * y en l a part;e s u p e r i o r

E j s . : t ^ v i l f (ánér = v a r ó n ) ; (heméra = , d í a ) ; fy^s (Hermes = M e r c u r i o ) ; *'A 1rtMt>¿

(áne'mos = v i e n t o ) . '

La V i n i c i a l de p a l a b r a y l a < del diptongo i n i -cl^.1 ( u i Y l l e v a siempre e s p í r i t u áspero. E j s . :

vTfeP~~Thiper = s o b r é i s W 0 5 ( u t o s = h i j o ) ; 2mb ( h i p o = d e b a j o ) .

5 . - i n i c i a l es l a única consonante q¿jg_JJeva e s p f -r j t u y. es. siemb-re j s j j e -r o Ej ( Y / 2 0 = -r a í z ) ;

( = h e n d i d u r a ) .

6 . - En todos l o s demás casos se usará e s p í r i t u suave { ) ) .

7 . - Sj_U_pa1abra empieza con d i p t o n g o , el__esp4xi£u.^ .el • S S t f l u S a S sobre la segunda vocaTT^ E.is.: ^c'l j u i c* /

( Q ' m a = sangre)^ í t ó ( ( elsefaiyr>cr>i* f e l i c i d a d ) ; c x c Z t ^ ( 0 / = p r e t e x t o ) .

ACENTOS.

A d i f e r e n c i a del acento español que s o l o aumenta l a i j i t e n s i d a d de l a voz (acento i n t e n s i v o ) , e l <1 rjecio ú i d j c a ^ g u e l a s í l a b a sobre l a cual recaejJebe p r o n u n c i a r s e en un tono" más elevado (acento t ó n i c o ) .

Iqs acentos en g r i e g o son t r e s : agudo ( / ) , grave -( \ ) y c i r c u n f l e j o _ _ -( / > • ) .

Hay que mencionar que l o s signos ú t i l i z a d o s , p a r a . Ja i n -d i c a c i ó n -de e s p í r i t u s y acentos f u e r o n i n t r o -d u c i -d o s por A r j s j f l f a n e s de B i z a n c i o , famoso g r a m á t i ^ ^ d e J U c ^ a n d r f a j ^ n e l

-s l a l o I I A. de O . C . . para f a c i l i t a r l a l e c t u r a de Homero^ e v i t a r que l a r e c t a p r o n u n c i a c i ó n se c o r r o m p i e r a por é l con-t a c con-t o del pueblo g r i e g o con gencon-tes d i v e r s a s .

REGLAS GENERALES DE ACENTUACION.

Conviene t e n e r presente que a^uí__sól^_se t r a t a de dar -una. Idea general__del_uso_del a c e n t o , ya que su^domjnio r e — Quiere deL-conocimiento t o t a l de l a s d e c l i n a c i o n e s y sus múl t i p l e s v a r i a c i o n e s .

1 . - flcento agudo: a) puede i r en l a s t r e s ú l t i m a s s í l a b a s , -sea breve ( g , o ) o l a r g a ( y , \aj ) ; pero para

recaer sobre l a a n t e p e n ú l t i m a , se n e c e s i t a , que l a ú l t i -ma sea breve por Por e j . : < *v v p u j

(ántropos = del hombre).

2 . A££Htn g r a v e . a) Puede i r solamente en l a ú l t i m a s í 1 a ha d*> l a p a l a b r a en l u g a r del annrifu .sigmpre^que a. l a

-no s i g a sig-no. da. p u n t u a f i ó i y E j . : T ov <T¿vópov f t o dendron = e \ á r b o l j ; EAf^¡ / (autos efe = el d i j o ) o 1 ^ x 0 5 f ( Á ^ P (o cacos f i l a x «= el mal -g u a r d i á n ) .

3 . Acento c i r c u n f l e j o : a) Puede h a ! l a r s e en l a ú l t i m a o penúTtTma s i laba;~bero para recaer sobre l a p e n ú l t i m a -pg—pjt^r i en que; l a l í l t j m f l spa h r p v f ^ m n . n a t u r a l e z a ^ E j , : 7 T o < r ¿ i c í w v (Poseidon = Poseidón o Neptuno); ¿ C j p o v

(doron = r e g a l o ) , cuando una palabra d e c l i n a b l e l l e v a en l a penúltima acento c i r c u n f l e j o , , en l o s casos_eri =

que l a ú l t i m a sea l a r g a , e l acento permanecer? en la^ mis "ma s í l a b a , pero se cambia a agudo. E j . : M o ^ c r - t (mousa =

(30)

-A -A<^¿VJ» ( j l a T n a = manto o c a p a ) ; gen. ( j l a i n e = del manto).

Los acentos deben c o l o c a r s e sobre l a segunda v o c a l , pe-Jro^al sobre la. primeraT EJ7Í~

Álv£<Í< c (A<y>e,*s - AÍneias = Eneas); Ó / ^ (T cXe¿ 5 ( 0 * b a s i l e ú s = 6 b a s i l ¿ u s = e l r e y ) .

Cuando encuna misma 1 e t r a concurren el acento y e l e s p í r i t u , el agucto y grave se colocan a l a derecha_de] e s p í r i t u Ej . : A X o X o T A í o l o s = ^ E o l o ) , y encima s i es c i r c u n f l e j o e j y { o / m a = s a n g r e ) .

.De acuerdo al 1 uqar,_q-ue-0jcu&e__ej__acento^las palabras se c l a s i f i c a n en:

• - Llevaji e l acento agudo en l a ú l t i m a s í l a b a (agathos = bueno); 7~Xv< ( p o l i s é x í i z o v (ecaton = c i e n ) ; ftheo's = Qxítonas^- j j e \

p. e j . :

mucho); ¿ x ^ r o V "" (ecaton = c i e n ) ; @EC>r

D i o s ) . ^

P a r o x í t o n a s . - .XÍeqeiL_£l_acento agudo en l a penúltima _ s í l / b a ; p. e j . : [ b Y o s-^ v i d a ) ; X o f t o ^

(logos = pal a b r a ) ; t/Uvtz.^ (pantes = t o d o s ) .

P r o p a r o x í t o n a s . _Las que l l e v a r } acen£fl_aqudp en l a -j l D l £ ^ e n ú U i m a s í l a b a ! e -j . : ¿ V ^ f x « * ( é n d e c a =

onceTTScTlTpuñro^ (anthropos = hombre); J Y . p u ^ x o ^

(dérmatos = p i e l ) . '

Perispómenas^- Llevan sobre l a ú l t i m a s í l a b a el acen-t o c i r c u n f l e j o : p. e i . P i * " ^ rHermps = M e r c u r i o ) T / > £ t V ( t r e T s = t r e s ) ; t í (timas = h o n r a s ) ;

( t i m o = h o n r o ) .

Properispómenas.- Cuando el acento c i r c u n l l e j o

SQbreJ_a_ £en.ÚJ t i ma s í 1 a b a l p. e j . : v e vpo v ( n e u r o n a n e r v i o ) ; T r p w t o ^ ( p r o t o s = p r i m e r o ) ; fc^iVu/» (KaTsar = C é s a r ) ; jpzvcPo^ (pseudos = f a l s e d a d ) .

6. Toda palabra á t o n a , p r o c y t i c a o ene H t i c a no 11 evan -_ac^nta; ~ p. e j . : o (o = é l ) ; o v (¿n = n o ) ;

-¿v (en = e n ) .

CONJRACCION.

Es l a f u s i ó n de dos vocales f u e r t e s en una s o l a vocal l a r q ¿ o j i i p t o n q o . E j . : r i H o < O M < / í — T t / co[u

(tímomai = soy honrado). ' /

REGLAS DE LA CONTRACCION.

1.- Si e n t r e l a s vocales que se contraen hay una con sonido o , l a r e s u l t a n t e es m { < x o u j y tu

-o

^

— ^

VJ

).

'

2 . - Cuando no hay sonido c> prevalece el sonido de l a prime £a_vocal; peroren su forma larga ( £<>< — ^ y ^ F ^ ^ .

3 . - Si e n t r e l a s vocales que se contraen hay una q j i e _ e ¿ t é ^ s ú s c r i t a » l a reTü

( ° < o t

-( aun C s u s c r i t a .

c

e s 0 , 7 u , . -4 . - excepciones son:

0 £y £ 0 , 0 0 —b .

(

O U

£ 8

f-ZL

c* U) • U)

(31)

4o. SEMESTRE. ETIMOLOGIAS GRIEGAS. UNIDAD IV.

LAS DECLINACIONES GRIEGAS.

INTRODUCCION.

Es necesario saber que igualdades o desemejanzas e x i s t e n entre el griego y el l a t í n , ya que nuestras e s t r u c t u r a s grama t i c a l e s se basan p r i n c i p a l m e n t e en las h e l é n i c a s . Asimismo, la presentación del v o c a b u l a r i o t i e n e como f i n ampliar más el conocimiento de l a s p a l a b r a s , t a n t o en el aspecto e t i m o l ó g i c o como semántico.

OBJETIVOS.

1. E x p l i c a r las d i f e r e n c i a s o igualdades e x i s t e n t e s e n t r e -el g r i e g o y -el l a t í n .

2. Enunciar l a s terminaciones de l a primera d e c l i n a c i ó n -g r i e -g a .

3 . - D e f i n i r l a s palabras del v o c a b u l a r i o .

4 . - Formar compuestos y derivados con s u s t a n t i v o s y / o adje t i v o s g r i e g o s .

PROCEDIMIENTO.

Leer l o s c a p í t u l o s V y VI de este l i b r o

REQUISITO.

(32)

NOTA:

En el examen se preguntará sobre o b j e t i v o s y a c t i v i d a -des.

AUTOEVALUACION.

1 . - ¿Cuáles son las terminaciones de las t r e s d e c l i n a c i o n e s griegas?

2 . - ¿Cuántos casos posee el idioma helénico?

3 . - ¿Por qué caso(s) es s u s t i t u i d o el a b l a t i v o ?

4 . - ¿A qué se l e llama número dual?

5 . - ¿Existe este número en l a t í n ?

6 . ¿Qué d i f e r e n c i a o semejanza e x i s t e e n t r e el a r t í c u l o -griego y el l a t f n o ?

ACTIVIDADES.

f ^ - y Indagar el s i g n i f i c a d o y r a í z de las palabras presenta das en el v o c a b u l a r i o .

( ^ T T ^ Redactar oraciones de todas las p a l a b r a s .

I n v e s t i g a r l o s elementos que forman los 10 vocablos.

4 . Eormar derivados y compuestos con s u s t a n t i v o s o a d j e t i -vos de l a primera d e c l i n a c i ó n .

ACTIVIDADES PC

I - Buscar el s i g n i f i c a d o y r a í z ( e s ) de l o s s i g u i e n t e s voca b l o s . E s p e c i f i c a a qué género y clase pertenecen, (de-la.

1 a l a 4 5 ) .

1 .

2 .

-A r t e r i o l o g í a . f J ? ó

"Tra+cíJo Quiromancía.'"

y o s Je /ciS

1 9 .

-S o f i s t i c o . /

E s c i a t e r a .

3.- E g o l a t r í a . 2 0 . - Hemeroteca.

4 . - Comedia. 2 1 . - Letargo,

Bucéfalo. 2 2 . - D i t i r a m b o .

6 .

7 .

-Dipsomanía.

Acanto.

2 3 . - Manicomio.

Anarquía.'*

8 . - G l o s a l g i a . L i m í t r o f e .

9 . - I s o g l o s o . 2 6 . - Hermético.

1 0 . - Termómetro. 2 7 . - Apogeo.

1 1 . - A g r a f i a . 2 8 . - P s i q u i a t r í a .

1 2 . - Diagonal . 2 9 . - F o n é t i c a .

1 3 . - B a c t e r i o t e r a p i a . 3 0 . - Ateneo.

14.- Efemérides. 3 1 . - Déspota.

1 5 .

-v " — 1 6 .

-P s i c o t e r a p i a .

ParadojaY

3 2 .

-

33,.-Argonauta.

Tecnicismo.

(33)

3 5 . - D i a s t r o f i a . 4 8 . - Monopolio.

- 3 6 . - P a r a p l e j í a . 4 9 . - Sinagoga.

3 7 . - Anatomía. 5 0 . - Homogéneo.

3 8 . - Morfeo. 5 1 . - A c r ó l i t o .

3 9 . - Escenario. 5 2 . - Neoplasia.

- 4 0 . - Proscenio. 5 3 . - A x i o l o g í a .

4 1 . - Cardiograma. 5 4 . - Cenestesia

4 2 . - I d e o g r a f í a . 5 5 . - Esteroscopio.

4 3 . - P e t r o g r a f í a . 5 6 . - C a l i g r a f í a .

4 4 . - N i c o l á s . 5 7 . - T e r m o e l é c t r i c o .

J 4 5 . - Parodia. 5 8 . - F i l a r m ó n i c o .

4 6 . - H a g i o g r a f í a. 5 9 . - Planeta.

4 7 . - Microcosmos. 6 0 . - Pi c r i n a .

Redactar oraciones de todas l a s p a l a b r a s .

Buscar e l ( l o s ) elemento(s) de l a s s i g u i e n t e s palabras

Efímero.

P e r i c a r d i o .

Heterodoxo.

P o l i g l o t o .

Macrocéfalo. a)

b)

c)

d)

f )

9)

h)

1)

j )

T a q u i g r a f í a

Teléfono.

Jorge.

Demagogo.

Homólogo.

IV.- Formar compuestos y / o derivados.

C A L°</ EX^

1.-2 . - < p c ) t

3 - i ^ c T - s , y¡ 5

4 . - &oT*<.vij, y*, ( p l a n t a ) .

5._ / ov ( p r i m i t i v o ) .

7.- M o< A * , <-<5

8 - © e / / ^ , 7 5

9 .

-(contemplación, espectáculo)

( a m i s t a d ) .

( d i e t a ) .

10.- K t - * ,

( l o c u r a ) .

( c a l o r ) .

( a s i e n t o , base),

(34)

CAPITULO V.

DIFERENCIAS GRAMATICALES ENTRE EL GRIEGO

El g r i e g o , somo e l l a t í n , t e n í a n d e c l i n a c i o n e s para su a r t í c u l o , s u s t a n t i v o , a d j e t i v o , pronombre y p a r t i c i p i o . Es d e c i r , l l e v a b a n terminaciones d i f e r e n t e s según el género, nú mero y caso en que e s t u v i e s e n .

Algunas desigualdades gramaticales e n t r e el g r i e g o y el l a t í n son:

A.- D e c l i n a c i o n e s .

Griego: Sólo maneja t r e s d e c l i n a c i o n e s que se d i v i d e n en d i s t i n t o s modelos, hasta dar un t o t a l de más de v e i n t e se ríes de t e r m i n a c i o n e s .

l a . d e c l i n a c i ó n t i e n e cinco t i p o s : t r e s f e m e n i n o s : - * * ~~ pura"; - o t no pura y aos masculinos: - « " j ^ '

2 a. d e c l i n a c i ó n N o m i n a t i v o para masculino y feme n i no y , - p y para n e u t r o s .

3a. d e c l i n a c i ó n : Se c a r a c t e r i z a por e l g e n i t i v o , que -termina en - o c

L a t í n : Maneja c i n c o d e c l i n a c i o n e s ,

l a . d e c l i n a c i ó n : a , ae.

(35)

CAPITULO V.

DIFERENCIAS GRAMATICALES ENTRE EL GRIEGO

El g r i e g o , somo e l l a t í n , t e n í a n d e c l i n a c i o n e s para su a r t í c u l o , s u s t a n t i v o , a d j e t i v o , pronombre y p a r t i c i p i o . Es d e c i r , l l e v a b a n terminaciones d i f e r e n t e s según el género, nú mero y caso en que e s t u v i e s e n .

Algunas desigualdades gramaticales e n t r e el g r i e g o y el l a t í n son:

A.- D e c l i n a c i o n e s .

Griego: Sólo maneja t r e s d e c l i n a c i o n e s que se d i v i d e n en d i s t i n t o s modelos, hasta dar un t o t a l de más de v e i n t e se ríes de t e r m i n a c i o n e s .

l a . d e c l i n a c i ó n t i e n e cinco t i p o s : t r e s f e m e n i n o s : - * * ~~ pura"; - o t no pura y aos masculinos: - « " j ^ '

2 a. d e c l i n a c i ó n N o m i n a t i v o para masculino y feme n i no y , - p y para n e u t r o s .

3a. d e c l i n a c i ó n : Se c a r a c t e r i z a por e l g e n i t i v o , que -termina en - o c

L a t í n : Maneja c i n c o d e c l i n a c i o n e s ,

l a . d e c l i n a c i ó n : a , ae.

(36)

3a. d e c l i n a c i ó n : jfemenino y femenino: i s i s :

-neutro é"~-~Ts; o - i s ; en - i n i s .

4 t a . d e c l i n a c i ó n : us - us.

5 t a . d e c l i n a c i ó n : es - e i .

B . - Casos g r a m a t i c a l e s .

Griego: Tiene cinco casos, ya que ej[ a b l a t i v o es sjusti

t u ido por el g e n i t i v o o" é T d a t i v o .

L a t í n : Presenta s e i s casos ( n o m i n a t i v o , g e n i t i v o , d a t i

vo, a c u s a t i v o , v o c a t i v o y a b l a t i v o .

C.- Géneros g r a m a t i c a l e s .

Griego: Posee t r e s géneros.

L a t í n : Maneja t r e s géneros (masculino, femenino y

-n e u t r o ) .

D. Números gjrama t i cal es_

-G r i e g o s Conoce t r e s números: s j n g u l a r , dual y p l u r a l J l j l H g1 s e r v í a para expresar o b j e t o s de doble n a t i j x a l é Z i I u

que estaban íntimamente 1igadosnentre s i c o m ó I T o s o j o sT Jar, manos, e t c . Este número t e n d i ó a desaparecer y en l a épor'a c l á s i c a fue s u s t i t u i d o por el p l u r a l .

L a t í n : Tiene dos ( s i n g u l a r y p l u r a l ) . Para simhoji----zar él dual g r i e g o usa l a s p a l a b r a s : dúo y ambol

E.- A r t í c u l o .

/ < i

/ÜOécuxí, Poseg_sólo el determinado ( o (el ) , ^ ( l a ) , T~o ( l o ) . Esta p a r t í c u l a no t i e n e v o c a t i v o porque no. se -puede i m p l o r a j ^ ñ primera persona. Concuerda con género, nú

mero y caso.

Los nombres usados en g r i e g o s i n a r t í c u l o se traducen al c a s t e l l a n o o s i n a r t í c u l o o con el indeterminado ( u n , una e t c . ) . E j . tí>t)o< (amigo o un amigo); ¿ p i X o * ( e l ~

amigo). T > r > .

(37)

CAPITULO V I .

PRIMERA DECLINACION GRIEGA.

Como ya se d i j o , comprende c i n c o modelos o c l a s e s : t r e s femeninas y dos m a s c u l i n a s .

en •< ,gen. •¿3 I . S u s t a n t i v o s femeninos !. en o< ,gen. t f s

en 7 ,9en.

I I . S u s t a n t i v o s m a s c u l i n o s e n - < 5 ^ gen. en \ gen. a v

VOCABULARIO. 1.- r A ^ p t a , arteria.

^ArlereiXrxsma (cvqvvco, ensanchar): dilatación anormal de una arteria.—Arteriografía (yQaqrl\, descripción): descripción de las arterias.—Art enología (Xóyoc. tra-tado) ; tratadft^de las arterias.—Arterioso, so (dc~~<£g-TT]pía y del sufijo osus: abundante): abundante en ar-terias.—Arteriosclerosis (<n&fi(xo0i£, endurecimiento; de oxXrj^óg, duro): endurecimiento de las arterias.—Ar-/ teriotomia (TOjiVj, cor^e): disección de las arterias.

2.- |BaxTTjQÍa, ag: bastón • bacteria, así llamada por su forma. (Compárese el latín bacillus, de bácwum).

Bactericida (del latín caed o, matar): (jue mata las bac-terias o impide.su desarrollo.—Bactérico (de fJaxTT]£Ía y el sufijo ico): perteneciente o relativo a las bacterias.

—Bacteridia (el&og, forma): bacteria, generalmente car-buncosa BacterioHsis (Xúotg, disolución) : disolución de las bacterias.—¡Bacteriología (Xóyos, tratado, estudio) ; estudio de las bacterias.—Bacteriológico, ca (de bacterio-logia) : perteneciente a la bacteriología.—Bacteriólogo

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