Douglas R. White**
E l enfoque de redes r e p r e s e n t a u n a vía metodológica p a r a c o m p r e n d e r y e x p l i c a r l a s e s t r u c t u r a s s o c i a l e s de l a s c o m u n i d a d e s u r b a n a s . E s t a teoría se a p o y a en l a i n t e r d e p e n d e n c i a e n t r e ¡as a c t i v i d a d e s h u m a n a s y l o s víncu- l o s s o c i a l e s que se e s t a b l e c e n sobre l a base de l a s r e l a c i o n e s m a t r i m o n i a - les y de p a r e n t e s c o . L a c i u d a d c o n s t i t u y e u n e s c e n a r i o en el c u a l se gene- r a n c o r r i e n t e s de a c t i v i d a d h u m a n a y l o s i n d i v i d u o s se desempeñan en múltiples a c t i v i d a d e s , pero este desempeño depende en g r a n m e d i d a de l a s r e l a c i o n e s f a m i l i a r e s y de p a r e n t e s c o . Se d i s t i n g u e n éstas de l a s i n t e - r a c c i o n e s de o t r o t i p o que son efímeras o no exigen l o s c o m p r o m i s o s que d i c t a n ¡as r e g l a s f o r m a l e s de c o n v i v e n c i a cívica y d e l m e r c a d o . Se p a r t e d e l e s t u d i o clásico de Y a n k e e C i t y y a través d e l método de r a n d o m walks, que h a p e r m i t i d o r a s t r e a r líneas genealógicas y de a s c e n d e n c i a en d i f e r e n t e s t i p o s de ocupación l a b o r a l , se a n a l i z a n a l g u n a s c o m u n i d a d e s en c i u d a d e s pequeñas y de tamaño i n t e r m e d i o , l o que p e r m i t e i d e n t i f i c a r p o s i c i o n e s de c i e r t o s grupos que h a n i n f l u i d o en l a v i d a s o c i a l , económica y política de esas l o c a l i d a d e s
L a ciudad: corrientes de actividad y redes sociales
Los m é t o d o s antropológicos de r e d y análisis de a c t i v i d a d p u e d e n a u m e n t a r n u e s t r o c o n o c i m i e n t o sobre las c i u d a d e s s i se u b i c a n a d e c u a d a m e n t e d e n t r o de u n m a r c o i n t e g r a d o a u n a e s t r u c t u r a m a y o r d e n t r o de l a c i e n c i a s o c i a l . Este a r t í c u l o g i r a e n t o r n o a u n concepto de la c i u d a d e n t e n d i d a c o m o u n sistema abierto e n u n c a m p o s o c i a l m a y o r d e l sistema m u n d i a l g l o b a l , y e x p l o r a los l a - zos entre los sistemas de a c t i v i d a d u r b a n a y las redes sociales. Es- to e n r i q u e c e n u e s t r o s m é t o d o s p a r a e l e s t u d i o a n t r o p o l ó g i c o de c i u d a d e s c o n u n a e x p l o r a c i ó n de los v í n c u l o s de r e d que o r g a n i - zan las a c t i v i d a d e s tanto d e n t r o de las c i u d a d e s c o m o entre estas ú l t i m a s y u n ámbito m á s a m p l i o . E n este texto se revisarán a l g u - nas d i f i c u l t a d e s que t i e n e e l e n f o q u e de s i s t e m a c e r r a d o p a r a l a etnografía u r b a n a , t a l c o m o l o c a r a c t e r i z a n e s t u d i o s c l á s i c o s , c o - mo e l de N e w b u r y p o r t ( Y a n k e e C i t y ) . E l l o c o n d u c e h a c i a l a rede¬
f i n i c i ó n de a l g u n o s p r o b l e m a s clásicos de análisis. L o que está e n juego c u a n d o l a c i u d a d es v i s t a c o m o u n s i s t e m a a b i e r t o , es u n c a m b i o e n nuestra p e r s p e c t i v a de las redes sociales urbanas, espe- c i a l m e n t e d e l p a p e l f o r m a t i v o de las redes de parentesco y m a t r i -
* Traducción Armando Castellanos.
** Universidad de California en Irvine.
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m o n i o . Se p r o p o n e u n m e á f t p a r a e s t u d i a r las redes abiertas d e e s c a l a u r b a n a y se i l u s t r a p a r c i a l m e n t e c o n e s t u d i o s d e c a s o d e élites y p o b l a c i o n e s m e n o r e s .
L a teoría de las redes sociales se basa e n l a i n t e r d e p e n d e n c i a e n t r e redes s o c i a l e s y c o r r i e n t e s d e a c t i v i d a d h u m a n a . i L a s c o - rrientes de a c t i v i d a d de l a c i u d a d n o s e x i g e n i n i c i a r c o n l a p r e m i - sa d e que l a c i u d a d n o es u n a u n i d a d cerrada. S u r i q u e z a es gene- r a d a p o r las redes y a c t i v i d a d e s de s u población. Estas ú l t i m a s se l l e v a n a cabo e n d i v e r s o s n i v e l e s , desde e l m á s l o c a l hasta e l m á s g l o b a l . E s e v i d e n t e q u e las c i u d a d e s generan estructuras de o p o r - t u n i d a d p a r a s u s áreas r u r a l e s y p a r a otras c i u d a d e s c o n l a s q u e se e n c u e n t r a n enlazadas. R e c í p r o c a m e n t e , las áreas tributarias o de i n f l u e n c i a , rurales o étnicas, s o n m á s efectivas e n s u p r o p i o desa- r r o l l o c u a n d o c u e n t a n c o n c i u d a d e s a las q u e u t i l i z a n c o m o r e - c u r s o (Jacobs, 1984). P o d e m o s esperar d e s c u b r i r q u e las redes so- ciales de las c i u d a d e s y sus a c t i v i d a d e s sociales s o s t i e n e n y están e s t r u c t u r a d a s p o r a c t i v i d a d e s m a t e r i a l e s u r b a n a s l i g a d a s a otras c i u d a d e s y áreas tributarias. L a c o n e x i ó n entre e l i n t e r i o r (la c i u - dad) y e l exterior (este á m b i t o c o m e r c i a l d e l sistema m u n d i a l ) se p r o d u c e a p a r t i r de l a n a t u r a l e z a de l a estructura de enlaces de l a r e d s o c i a l , tanto e n e l i n t e r i o r c o m o h a c i a e l exterior.
L a s redes de parentesco y étnicas q u e l i g a n a élites a l o largo de las c i u d a d e s , juegan u n p a p e l f o r m a t i v o e n l a c r e a c i ó n de l a je- rarquía g l o b a l d e l s i s t e m a m u n d i a l a s í c o m o de l a jerarquía l o c a l e n lá q u e se u b i c a s u p r o p i a p o s i c i ó n de clase. C u r t a i n (1984) d e - m u e s t r a q u e l o s g r u p o s de p a r e n t e s c o d e n t r o de l o s g r u p o s étni- cos q u e se e s p e c i a l i z a n e n e l c o m e r c i o entre c i u d a d e s - q u e c o m - p r e n d e n u n a d i à s p o r a d e 50 o m á s e t n i a s - m a n e j a r o n l a v a s t a m a y o r í a de l o s bienes de las e c o n o m í a s d e l m u n d o durante m i l e - n i o s , hasta cerca d e l a ñ o de 1800. E s t a diàspora étnica c o m e r c i a l c o n s i s t í a e n r e d e s de f a m i l i a s c o n e c t a d a s p o r l a z o s d e sangre y m a t r i m o n i a l e s . H a c i a e l siglo xvi u n a gran mayoría de esta diàspora c o m e r c i a l que operaba e n E u r o p a , había e m p e z a d o a e m p l e a r agen- tes ( " f a c t o r e s " ) q u e e r a n m i e m b r o s d e las r e d e s m a t r i m o n i a l e s e x p a n d i d a s , v s u r g i e r o n d e b i d o a las r e f o r m a s e c l e s i á s t i c a s q u e i n t r o d u j e r o n l a p r o h i b i c i ó n de m a t r i m o n i o s entre p a r i e n t e s c o n - sanguíneos. E l parentesco n o dejó de operar e n e l c o m e r c i o euro- p e o n i e n las redes de p r o p i e d a d de las fábricas d u r a n t e l a R e v o -
i En su condición de corrientes de actividad material, las ciudades son "gene- radoras de valor" convirtiendo toneladas en valor (Kahn y Hassler, 1976). Inversa- mente, las áreas rurales son "generadoras de tonelaje". La manufactura es asociada con las concentraciones urbanas de regiones populosas, y se desarrolla en asocia- ción con centros comerciales.
l u c i ó n I n d u s t r i a l y e n las c o l o n i a s e u r o p e a s . M á s b i e n c a m b i ó a redes de c o n e x i ó n m a t r i m o n i a l e s y de parentesco de p r o p i e t a r i o s q u e e m p l e a b a n agentes y a d m i n i s t r a d o r e s . L o s e m p r e s a r i o s de m ú l t i p l e s firmas se r e t i r a r o n u n a v e z que f u e r o n e x c l u i d o s de l a i n j e r e n c i a d i r e c t a e n e l c o m e r c i o y l a p r o d u c c i ó n . E n l a é p o c a c o n t e m p o r á n e a las élites conectadas e n redes de parentesco y m a - t r i m o n i o c o n t i n ú a n o p e r a n d o d e n t r o de u n a s u p e r e s t r u c t u r a de entidades corporativas, pero los p r o p i e t a r i o s se m a n t i e n e n d i s t a n - tes de l a operación de las firmas.
L a ciudad: su población (demografía y etnografía) y su cultura (semiótica)
La cartografía de l a población e n las ciudades es algo que los científi- cos sociales sabemos hacer b i e n - a través de censos, encuestas socia- les y demográficas y rastreos de corrientes de migración. L a d e m o - grafía es u n p u n t o de arranque necesario para los estudios urbanos.
L a etnografía de u n a c i u d a d c o m o t o t a l i d a d , d a d o s los p r o b l e - m a s de escala, es m u c h o m á s c o m p l e j a que l a e n u m e r a c i ó n d e m o - gráfica. E l p r i m e r o de los estudios de esa m a g n i t u d , y de soberbia c a l i d a d , fue el d e d i c a d o a N e w b u r y p o r t , M a s s . I n i c i a d o p o r L l o y d W a r n e r e n 1930, después de s u trabajo de c a m p o c o n los M u r n g i n en A u s t r a l i a , e n e l p r o y e c t o de Y a n k e e C i t y o c u p ó a 18 trabajado- res de c a m p o ( m u c h o s de e l l o s e s t u d i a n t e s g r a d u a d o s de H a r - vard), y a c i n c o analistas a d i c i o n a l e s (de l a U n i v e r s i d a d de C h i c a - go), a d e m á s de l o s c u a t r o escritores de l a serie de Y a n k e e C i t y . Estos estudios a p l i c a r o n m é t o d o s de o b s e r v a c i ó n de l a c o n d u c t a , así c o m o entrevistas sobre l a c u l t u r a y l a o r g a n i z a c i ó n s o c i a l de u n a c i u d a d p e q u e ñ a . S u p r i n c i p a l defecto fue tratar a l a c i u d a d c o m o u n sistema relativamente cerrado o a u t o c o n s t i t u i d o .
C u l t u r a l m e n t e , los estudios de Y a n k e e C i t y (1941-1959) e n c o n - traron dos instituciones tan distintivas de l a c u l t u r a estadunidense c o m o l o s o n los objetos c h u r i n g a p a r a los aborígenes australianos.
Se trata de l a c o r p o r a c i ó n y l a organización v o l u n t a r i a . E s t a serie abordó el estudio detallado de estas dos i n s t i t u c i o n e s e n e l p r i m e r v o l u m e n , y el de clase, e t n i c i d a d , l a m a n u f a c t u r a y l a v i d a simbóli- ca, e n los subsecuentes. E l tratamiento que otorgaba W a r n e r a l a v i - da simbólica resultaba p r o v o c a t i v o , a l i n c l u i r temas c o m o la r i t u a l i - zación d e l pasado, las v i v i e n d a s y s u h i s t o r i a , l a v i d a y l a muerte.
A u n q u e ofrecían u n soberbio análisis sobre las clases, c o m o catego- ría de percepción, los autores n o rastrearon las extendidas redes de m a t r i m o n i o y parentesco de diferentes n i v e l e s de clase, los l a z o s entre éstos, o más significativamente, los lazos c o n el exterior.
E l t e m a d e l a v i d a s i m b ó l i c a d e l a c i u d a d atrajo m á s tarde a Singer (1984) a l estudio de N e w b u r y p o r t . Él v i o e n estos materiales cuestiones acerca de l a e s p e c i f i c i d a d de las c i u d a d e s , n o sólo c o m o parte de l a civilización u r b a n a y las grandes t r a d i c i o n e s , s i n o que también trató el tema de los migrantes y los nuevos pobladores, así c o m o el choque entre culturas. E l concepto de semiótica que aplicó a estos m a t e r i a l e s fue e l de u n a c o n v e r s a c i ó n entre c u l t u r a s . S u s análisis s e m i ó t i c o s sobre las c e l e b r a c i o n e s históricas e n Y a n k e e C i t y a y u d a r o n a esclarecer l a c o n t r o v e r s i a entre r e n o v a c i ó n y res- t a u r a c i ó n u r b a n a s , p o r e j e m p l o . E n e l " r e n a c i m i e n t o u r b a n o " de N e w b u r y p o r t él detectó dos autoimágenes c o n f l i c t i v a s a propósito de eventos.^ ¿Cuál Y a n k e e C i t y pasaba p o r u n r e n a c i m i e n t o : u n a c i u d a d en l a h i s t o r i a c o n n o t a d a desde las autoimágenes de los na- rradores de l a clase alta; u n a c i u d a d de o p o r t u n i d a d e s para sus i n - migrantes y profesionales; u n a c i u d a d que acoge a sus pobres o que los margina? L o s antiguos v los n u e v o s pobladores p o l a r i z a b a n sus o p i n i o n e s sobre temas y valores - r e l a c i o n e s genealógicas contra re- l a c i o n e s p r o f e s i o n a l e s r e s t a u r a c i ó n c o n t r a m o d e r n i d a d estética contra economía, o intelectuales contra trabajadores m a n u a l e s . L o s temas de su análisis d e l debate acsrca d e l desarrollo de eventos pú- blicos, en versión de los informantes, i n v i t a a cuestionar la f o r m u - lación de sistema cerrado. E l análisis de las redes de los recién lle- gados frente a l de los lugareños en diversos niveles de clase, podría haber a v u d a d o a dar sentido a las mentes v a las alianzas detrás de estos choques relativos a los símbolos culturales.
Crítica y reformulación de algunos conceptos sobre urbanismo E n l a teoría de l a e s c u e l a de C h i c a g o (Park y Burgess, 1925; P a r k , 1928; W i r t h , 1938) q u e a l i m e n t ó a l d e Y a n k e e C i t y y a m u c h o s otros e s t u d i o s s u b s e c u e n t e s , l a p e r s p e c t i v a r e c i b i d a era q u e l o s lazos f a m i l i a r e s se r o m p e n tanto entre los n u e v o s p o b l a d o r e s c o - m o entre los r e s i d e n t e s e n r a i z a d o s e n l a c i u d a d . E l estrés d e l a n a t u r a l e z a a n ó n i m a , i m p e r s o n a l , c o n t r a c t u a l de los lazos sociales urbanos descrito p o r R e d f i e l d (1941) e n s u f o l k - u r b a n c o n t i n u u m , reforzaba u n a c o n c e p c i ó n de l a i m p o r t a n c i a d i s m i n u i d a d e l paren- tesco en el ámbito urbano. Estudios c o m o e l de Y a n k e e C i t y crearon u n p a r a d i g m a d e b ú s q u e d a d e i n s t i t u c i o n e s u r b a n a s d i s t i n t i v a s , tales c o m o las corporaciones y las organizaciones v o l u n t a r i a s , " d a - d o " u n e n f o q u e d e r e d e s - p e r s o n a l e s sobre l a f a m i l i a . P o c o des-
2 Reflejada también en sus historias (v.gr. por Themstrom) o novelas (de Mar- quand).
p u e s , P a r s o n s ( 1 9 4 3 ) f o r m u l ó s u c o n t r o v e r t i d o m o d e l o d e l a f r a g m e n t a c i ó n i n d u s t r i a l d e l a f a m i l i a , a i s l a d a ( 1 9 6 5 : " e s t r u c t u - r a l m e n t e " ) de s u r e d de parentesco y r e d u c i d a a l a f a m i l i a n u c l e a r d o m é s t i c a c o n p a p e l e s m a s c u l i n o s i n s t r u m e n t a l e s e s p e c i a l i z a d o s y papeles f e m e n i n o s e x p r e s i v o s , c o m o u n " s i s t e m a " f a m i l i a r f u n - c i o n a l q u e c o m p a r t e f u n c i o n e s e d u c a t i v a s y f i n a n c i e r a s c o n otras i n s t i t u c i o n e s .
E x i s t e n m ú l t i p l e s reportes etnográficos sobre g r u p o s é t n i c o s p a r t i c u l a r e s e n las c i u d a d e s (v.gr., S a m o r a y L a r s o n , 1 9 6 1 ; K e e f e , 1979, sobre m e x i c a n o - e s t a d u n i d e n s e s ) q u e c o n t r a d i c e n l a tesis de a t e n u a c i ó n d e l p a r e n t e s c o . M o g e y (1979) s i n t e t i z a estos e s t u d i o s en u n a aguda refutación contra Parsons. E n estos términos e l debate es estéril (Graves y Graves, 1980). E l p r o b l e m a tiene que ser refor- m u l a d o , e m p e z a n d o p o r e l h e c h o d e q u e l a m a y o r í a d e l o s estu- d i o s sobre p a r e n t e s c o u r b a n o se e n f o c a a r e d e s p e r s o n a l e s a s u - m i e n d o que e l parentesco es u n fuerte lazo social, e j e m p l i f i c a d o p o r r e l a c i o n e s s o c i a l e s p r i m a r i a s cercanas {v.gr., M i t c h e l l , 1969; Fis¬
cher, 1975, 1976; W e l l m a n , C a r r i n g t o n y H a l l , 1988). N o r m a l m e n - te, c o m o P a r s o n s , p e n s a m o s e n el parentesco c o m o u n l a z o fuerte centrado e n l a f a m i l i a n u c l e a r . E s t a m a n e r a de d e f i n i r el parentes- co —como e n e l análisis de f a m i l i a s de Yankee C i t y - se volvió, a m i parecer o b s o l e t a , a p a r t i r de l a demostración de G r a n o v e t t e r (1973) de que los l a z o s débiles o r g a n i z a n e i n t e g r a n g r a n p a r t e de l a comunicación y l a práctica en l a a c t i v i d a d s o c i a l (y p o r e l l o s o n
" m á s fuertes" e n términos de c o n e x i ó n que los lazos fuertes).
W a r n e r y L u n t (1941: 8 2 - 8 3 ) e n c o n t r a r o n en s u e s t u d i o de ia formación de clases, q u e
[...] la gran riqueza no garantizaba la posición social más alta. Era ne- cesario algo más... finalmente desarrollamos u n a hipótesis sobre la clase que sostuvo la última prueba de una vasta colección de datos...
Por clase se entiende dos o más órdenes de gente que se supone y es- tán adecuadamente ubicadas en u n rango... en posiciones sociales superiores e inferiores. Los miembros de u n a clase t i e n d e n a casarse d e n t r o de su p r o p i o orden [subrayado mío], pero los valores de la so- ciedad permiten el matrimonio hacia arriba o hacia abajo. U n sistema de clases también promueve que los hijos nazcan dentro del mismo es- tatus que sus padres. U n a sociedad de clases distribuye derechos y privilegios, deberes y obligaciones, desiguales entre sus grados infe- riores y superiores... (y) proporciona sus propios valores para la mo- v i l i d a d hacia arriba y hacia abajo... E l sistema s o c i a l de 'Yankee C i t y . . . estaba dominado por u n orden de clases.3
3 Más aún, "cuando examinamos la conducta de una persona de quien se de- cía que era el hombre más rico en nuestro barrio, al tratar de averiguar por qué no
P a r a l a clase alta: " u n a f a m i l i a pertenecía a esta clase s i h a b í a p a r t i c i p a d o de l a c o n d u c t a g e n e r a l de l a clase durante varias gene- r a c i o n e s " , con m a t r i m o n i o s a p r o p i a d o s y redes de a s o c i a c i o n e s como p a r t e de l a c o n d u c t a g e n e r a l de l a clase ( W a r n e r y L u n t , 1941: 92-98). Éste es e l t i p o de i n t u i c i o n e s q u e d e b i e r o n seguirse en e l análisis de redes.
L a importancia del parentesco como u n sistema de lazo débil L o anterior m e l l e v a a f o r m u l a r u n a tesis q u e c o n d u c e a u n c a m b i o s u t i l e n las metodologías de los estudios de r e d s o c i a l , cambios que q u i e r o p r o p o n e r p a r a l a antropología u r b a n a . P a r a efectos de i n - v e s t i g a c i ó n , p e r m í t a s e n o s p r o p o n e r q u e p a r e n t e s c o y m a t r i m o - nio c o m o r e d de l a z o débil (no sólo e n l a f o r m a de f a m i l i a s l o c a l - m e n t e o r g a n i z a d a s ) es u n a f o r m a f u n d a m e n t a l de o r g a n i z a c i ó n s o c i a l e n las c i u d a d e s , l o m i s m o q u e e n áreas r u r a l e s . S i p e n s a - m o s e n l a telaraña d e l parentesco c o m o u n a r e d s o c i a l d i f u s a for- m a d a p o r lazos de parentesco y m a t r i m o n i o , e l parentesco d e v i e n e u n f o r m i d a b l e m e n t e f u e r t e l a z o d é b i l e n t é r m i n o s d e e l a s t i c i - dad, v e r s a t i l i d a d y h a b i l i d a d p a r a i n t e n s i f i c a r s e (en g r u p o s e n - d o g á m i c o s de e s c a l a v a r i a b l e ) , r a m i f i c a r s e h a c i a e l e x t e r i o r a través de u n i o n e s m a t r i m o n i a l e s , o p r o p o r c i o n a r estructuras fo- cales q u e s o s t i e n e n y s o n s o s t e n i d a s p o r ciertos t i p o s de a c t i v i - dades.
E l parentesco c o m o s i s t e m a de l a z o débil n o es u n a r e d ads u r i p t i v a s i n o a c t i v a : 1) los lazos m a t r i m o n i a l e s s o n c o n s t r u i d o s y p o t e n c i a l m e n t e e s t r a t é g i c o s ; 2) l o s p a r i e n t e s c o n s a n g u í n e o s e n c u a n t o l a z o débil, d i f í c i l m e n t e r e s u l t a n a d s c r i p t i v o s : a l g u n o s se han c o n s t r u i d o s o c i a l m e n t e , y m u c h o s rara v e z o n u n c a serán i m - p u l s o r e s de l a a c t i v i d a d s o c i a l . L a gente s e l e c c i o n a y actúa recí- p r o c a m e n t e de m a n e r a s estratégicas q u e s o n s i g n i f i c a t i v a s p a r a adaptarse a s u situación. S ó l o u n a p r o p o r c i ó n m í n i m a de lazos de parentesco s o n lazos fuertes l o c a l m e n t e c o n c e n t r a d o s q u e se apo- yan m u t u a m e n t e , c o m o e n l a f a m i l i a n u c l e a r . L a gran mayoría de lazos de parentesco se r a m i f i c a h a c i a afuera a través de l a f o r m a - c i ó n de n u e v o s m a t r i m o n i o s , q u e a c a m b i o c r e a n l í n e a s de des- c e n d e n c i a interconectadas.
tenía una posición más alta, se nos informó que él y su familia no actuaban correc- tamente... no hicieron lo correcto. A pesar de que eran yankees por tradición y no pertenecían a ningún grupo étnico... no pertenecían a las familias adecuadas y...
no se juntaban con la gente adecuada... y no podían ser miembros de los grupos se- lectos".
L a s e g u n d a parte de esta tesis es q u e los m a t r i m o n i o s t i e n e n l a c a p a c i d a d de c o n s t r u i r redes de parentesco que a u t o o r g a n i z a n s i s t e m a s de a c t i v i d a d de g r a n e s c a l a , i n c l u y e n d o e s t r u c t u r a s de clase. L a estasis y l a m o v i l i d a d e n los sistemas u r b a n o s de clases s o n , e n b u e n a m e d i d a , u n a f u n c i ó n d e l m e c a n i s m o de los l a z o s de p a r e n t e s c o y m a t r i m o n i o . L a s redes de p a r e n t e s c o e n e l s e n t i d o m á s g e n e r a l , s o n l o que m a n t i e n e e l a p o y o o r g a n i z a t i v o de (y e l s e n t i d o de) l a e t n i c i d a d , l a clase s o c i a l , l a c o n s t r u c c i ó n de l a c o n - f i a n z a y e l a p o y o m u t u o , y a l m i s m o t i e m p o , l a m o v i l i z a c i ó n para e l c o n f l i c t o c o n t r a los extraños. P o r lo que se refiere a l a e t n i c i d a d e n c o n t r a m o s i n n u m e r a b l e s casos, tales c o m o e l s i g u i e n t e : " E r a n estos patrones de m a t r i m o n i o s i n t r a g r u p a l e s los que s u s t e n t a b a n u n d i s t i n t i v o de u n e n c l a v e i n d i o . . . los padres desalentaban explí- c i t a m e n t e a los h i j o s de b u s c a r esposas b l a n c a s " (Paredes, 1980:
180-181). L a clase e n Y a n k e e C i t y , arriba e j e m p l i f i c a d a , está cons- t r u i d a de m a n e r a s i m i l a r .
E l parentesco y e l m a t r i m o n i o p r e s e n t a n tres rasgos c r u c i a l e s que f a c i l i t a n l a c o n s t r u c c i ó n y l a destilación de los g r u p o s socia- les. E l p r i m e r o es l a c a p a c i d a d de a s i m i l a r eslabones concatenados m á s distantes dentro de r e l a c i o n e s sociales n o m i n a l e s , c o m o her- m a n o d e l padre (tío) o h i j o d e l h i j o de l a h e r m a n a (sobrino nieto), y u n a m u l t i t u d de relaciones c u l t u r a l m e n t e c o n s t r u i d a s . N o existe v o c a b u l a r i o a s i m i l a b l e , p o r e j e m p l o , p a r a amigos de a m i g o s . A s i - m i l a n d o cientos de r e l a c i o n e s m á s distantes de este m o d o , c o m o l a z o s c o n u n p o t e n c i a l p a r a l a a c c i ó n , e l p a r e n t e s c o i n c r e m e n t a a m p l i a m e n t e s u c a p a c i d a d p a r a l a c o n c a t e n a c i ó n de l a z o débil. E l s e g u n d o es que, d e b i d o a l a d e n s i d a d de estos lazos débiles a s i m i - l a d o s , los eslabones de parentesco c u e n t a n c o n u n p o t e n c i a l p a r a l a s u p e r v i s i ó n p o r p a r t i d a t r i p l e ( N a d e l , 1957) e n s u f u n c i o n a - m i e n t o o e n l a construcción de lazos tales c o m o el m a t r i m o n i o . U n c o n j u n t o de parientes p u e d e eiercer p r e s i ó n p a r a i n f l u i r e n l a se- l e c c i ó n m a t r i m o n i a d de f o r m a tal que las redes sociales c o n s t r u i - das a través de l a a m i s t a d u otras relaciones n o p u e d e n . Esto e x p l i - c a l a c a p a c i d a d de s e l e c c i ó n m a t r i m o n i a l de los g r u p o s é t n i c o s ; p o r e j e m p l o , que sGciii sensibles a ciertos factores de s e l e c c i ó n que m a n t i e n e n las fronteras é t n i c a s . E l tercer rasgo es q u e , c o m o u n a f u e r z a c o n s t r u c t i v a e n e s t r u c t u r a s s o c i a l e s m a y o r e s - e t n i c i d a d ,
« De este modo, los miembros individuales o combinaciones mayores de la parentela bilateral de cada uno de los esponsales, pueden ejercer presión social en la selección del cónyuge. Es decir, en una cadena de parentesco político, entre los descendientes enlazados A, B y C, el descendiente A puede ejercer presión social no sólo en el matrimonio A y B, sino a través de los multiformes lazos con B, sobre el más remoto matrimonio entre B y C.
c l a s e s o c i a l , g r u p o s o c u p a c i o n a l e s y p r o f e s i o n a l e s , e t c é t e r a - l a p o d e r o s a c a p a c i d a d de c o n c a t e n a c i ó n d e l parentesco y l a c a p a c i - d a d a g l u t i n a d o r a de l o s lazos m a t r i m o n i a l e s es r e f o r z a d a e n o r m e - m e n t e p o r e l h e c h o de que e l m a t r i m o n i o c o n d u c e h a c i a y e l p a r e n - tesco deriva de l a reproducción biológica y social.
A pesar de l o extenso d e l a l i t e r a t u r a sobre h o m o g a m i a e n l a s e l e c c i ó n m a t r i m o n i a l , tres c u e s t i o n e s s o n n u e v a s sobre esta h i - p ó t e s i s . U n a es l a i d e a de q u e l a p r e s i ó n s o c i a l i n f l u y e sobre las selecciones m a t r i m o n i a l e s , de t a l m o d o q u e r e s u l t a m á s c o h e r e n - te e n l o s s i g u i e n t e s l a z o s c o n c a t e n a d o s e n r e d e s s o c i a l e s , q u e otros enlaces. L a s e g u n d a es l a c o n s e c u e n c i a de t a l p r o p i e d a d : l a h a b i l i d a d q u e c o m p o r t a n las subsecuentes s e l e c c i o n e s m a t r i m o - n i a l e s p a r a c o n s t r u i r , m á s q u e s i m p l e m e n t e reflejar, l a e s t r u c t u r a d e l o s g r u p o s s o c i a l e s . E s t a es u n a c o n s e c u e n c i a i n d i r e c t a , m á s que p r e m e d i t a d a , de l a c o n d u c t a de l a s e l e c c i ó n . L a tercera es l a p r e o c u p a c i ó n n e t a m e n t e a n t r o p o l ó g i c a acerca de las e s t r u c t u r a s d e r e d específicas creadas p o r elecciones m a t r i m o n i a l e s .
P a r a las f o r m a c i o n e s sociales urbanas, las redes de parentesco y m a t r i m o n i o t i e n e n m u c h o m a y o r i m p o r t a n c i a c o m o u n p o d e r o - so sistema de enlace débil. L a s f u n c i o n e s d i s t r i b u i d a s de los lazos d e p a r e n t e s c o a d q u i e r e n e s p e c i a l i m p o r t a n c i a e n las c i u d a d e s . M á s a ú n , l o s rasgos c e n t r a l e s q u e d a n a l p a r e n t e s c o este p o d e r c o n s t r u c t i v o n o s o n c o m p a r t i d o s p o r otros tipos de lazo s o c i a l que c o n s i d e r a m o s i m p o r t a n t e s p a r a las redes sociales urbanas. L a s re- des globales de a m i s t a d , p o r e j e m p l o , i n t e g r a n u n a a c t i v i d a d so- c i a l d i f u s a y eslabones de c o m u n i c a c i ó n , p e r o carecen de c a p a c i - d a d p a r a d e s t i l a r y generar n u e v o s a g r u p a m i e n t o s s o c i a l e s tales c o m o l a e t n i c i d a d . L a sobreposición de organizaciones v o l u n t a r i a s ( G a l a s k i e w i c z , 1 9 7 9 ; L a u m a n n , G a l a s k i e w i c z y M a r s d e n , 1978) p u e d e n r e f o r z a r las f o r m a c i o n e s de clase y las e s p e c i a l i z a c i o n e s o c u p a c i o n a l e s o i n s t i t u c i o n a l e s , pero c i r c u n s t a n c i a s especiales re- lativas a l a a c c i ó n política concertada les s o n necesarias p a r a c o n - d u c i r a n u e v a s f o r m a c i o n e s de clase (Weber, 1958). L a s o r g a n i z a - c i o n e s de a m i s t a d y las v o l u n t a r i a s interactúan p e r o p r o p i a m e n t e n o d e s t i l a n g r u p o s sociales n i i n s t i t u c i o n e s . L a s redes de parentes- c o s i n embargo están c o n t i n u a m e n t e i m p l i c a d a s e n e l m a n t e n i - m i e n t o y l a destilación de grupos sociales y fronteras.s
s La característica crucial de los lazos difusos de parentesco, y que distingue a las redes de parentesco y matrimonio de las organizaciones voluntarias y amisto- sas, es una característica selectiva o actuada, y aún así es precisamente la que nos hace pensar en el parentesco, sociológicamente, como una relación más adscripti- va. Es un hecho que el matrimonio, o la selección de los cónyuges, es frecuente- mente más sensible a las fronteras étnicas u otras de orden social. El matrimonio
La dualidad de las corrientes de actividad y las redes sociales E l c o m e r c i o y l a c i r c u l a c i ó n de l a r i q u e z a entre c i u d a d e s g e n e r a n una jerarquía d e l sistema m u n d i a l ( S m i t h y W h i t e , 1992) y los re- cursos que d a n m o v i l i d a d a los m i e m b r o s de las clases sociales o a los g r u p o s s e m i e n d o g á m i c o s que alteran s u p o s i c i ó n de clase. E l p a r e n t e s c o e n s u c o n t e x t o u r b a n o está s i t u a d o d e n t r o de esta es- t r u c t u r a d e l s i s t e m a m u n d i a l e n l a que los g r u p o s se e n c u e n t r a n a c o m o d a d o s j e r á r q u i c a m e n t e e n t é r m i n o s de clase s o c i a l o casta o c u p a c i o n a l . L a clase, s i n e m b a r g o , c o m o e n Y a n k e e C i t y , n o se d e r i v a d i r e c t a m e n t e de l a r i q u e z a f a m i l i a r o i n d i v i d u a l . E n c a m - bio, c o m o asienta C a n c i a n (1986), l a clase, de a c u e r d o c o n u n c r i - terio m á s general de s i s t e m a m u n d i a l , es m e d i a d a y t r a n s f o r m a d a en " r a n g o " e n e l h o r i z o n t e l o c a l p o r u n p a t r ó n g e n e r a l de c o m - p o r t a m i e n t o que i n c l u y e n o r m a s a p r o p i a d a s p a r a contraer m a t r i - m o n i o . U n a faceta u n i v e r s a l c e r c a n a de los sistemas s o c i a l e s je- r á r q u i c o s d e b a s e u r b a n a es m o v i l i z a d a : l a s e m e j a n z a e n e l estatus s o c i a l juega u n p a p e l e n el m a t r i m o n i o y las diferencias de estatus ( m o v i l i d a d social) e n e l m a t r i m o n i o juegan u n p a p e l estra- tégico e n l a integración s o c i a l . C o r o l a r i o s de estos aspectos (véase M i l n e r , 1988 sobre h o m o g a m i a e h i p e r g a m i a e n sistemas de caso) son q u e l a e n d o g a m i a de estatus [ s t a t u s e n d o g a m y ) es m á s con¬
c e n t r a d a d o n d e e l g r u p o de estatus es m á s p e q u e ñ o —como GS a m e n u d o e l caso de las élites. L o s e s t u d i o s sobre dinastías i n d u s - triales (véase Segalen, 1991: 77-78), los c í r c u l o s de élites s o c i a l e s ( A l b a v M o o r e 1978) V de élites n a c i o n a l e s ( M o o r e 1979) sostie-
nen esta versión. ' E s t a d u a l i d a d - l a s c o r r i e n t e s de a c t i v i d a d g e n e r a n r e d e s so-
c i a l e s , y las r e d e s s o c i a l e s g e n e r a n c o r r i e n t e s de a c t i v i d a d , l a s u n a s c r e a n d o y m a n t e n i e n d o a las otras e n i n t e r d e p e n d e n c i a recí- p r o c a - es cierta n o sólo p a r a las élites c o m e r c i a l e s s i n o p a r a t o d o s los segmentos sociales. E n las c i u d a d e s , p o r e j e m p l o , l a c o n c e n - t r a c i ó n l o c a l de l a e n d o g a m i a de estatus [ s t a t u s e n d o g a m y ) es t a m b i é n e l c a s o de las m i n o r í a s " g h e t o i z a d a s " ( L o m n i t z , 1977).
G r a v e s y G r a v e s (1980: 196-197) r e c o n c i l i a l a v a r i a b i l i d a d e n re- p o r t e s e t n o g r á f i c o s a c e r c a de l a a t e n u a c i ó n o n o a t e n u a c i ó n d e l parentesco entre los migrantes u r b a n o s c o m o sigue:
Los grupos étnicos difieren en su propensión a desarrollar enclaves étnicos o a seguir una estrategia de mayor asimilación... basadas am- bas en el grado de énfasis cultural en el parentesco o en el individua-
es, entonces, crucialmente definitorio y regulador de fronteras entre grupos socia- les, ya estén definidos en términos de clase, de etnicidad o por otros criterios.
lismo y en la receptividad o el prejuicio de la comunidad (más am- plia).
" D e n t r o de cada grupo étnico habrá u n rango de diferencias i n - d i v i d u a l e s a l grado (de l a elección) que mantengan sus lazos de p a - rentesco", que "enfaticen l o s enlaces de parentesco para ciertos pro- pósitos pero n o para otros", o para i n v o l u c r a r " a l a parentela v a r o n i l en diferentes p u n t o s de l a migración y d e l c i c l o de v i d a f a m i l i a r " .
D e s d e u n a p e r s p e c t i v a de r e d s o c i a l , u n o p u e d e e x p l i c a r estas d i f e r e n c i a s étnicas e n t é r m i n o s de las corrientes de a c t i v i d a d q u e a p o y a n y s o n apoyadas p o r diferentes grupos de migrantes urbanos.
C o m o sucede e n l a organización d e l comercio, existen grandes dife- rencias étnicas e n l a migración rural-urbana. L a migración urbana de ciertas áreas rurales frecuentemente se c o m p o r t a e n términos de "es- caleras" de redes y enclaves de parentesco que muestran historias de desarrollo recurrentes desde las primeras hasta las tardías olas de m i - grantes ( K e m p e r , 1977), d e p e n d i e n d o de l a p e r m a n e n c i a r e l a t i v a dentro d e l sistema r u r a l de estratificación. L o s migrantes m á s ricos están a m e n u d o e n c o n d i c i o n e s de comprometerse desde e l p r i n c i - p i o p a r a c o l o n i z a r l a m i g r a c i ó n . P a r a las f a m i l i a s m á s p o b r e s , e l t e m p r a n o asentamiento urbano frecuentemente tiene lugar e n zonas d e p r i m i d a s ( L o m n i t z , 1977), c o n posteriores r e a s e n t a m i e n t o s e n las periferias urbanas.e L a consolidación de lazos familiares e n los re- asentamientos a m e n u d o crece e n estos estados intermedios a costa de conexiones externas. U n n u e v o concepto a m p l i a d o de " c o m u n i - d a d " urbana aparece c o n e l t i e m p o (Kemper, 1991).
D e m a n e r a s i m i l a r , p a r a l a c l a s e t r a b a j a d o r a , se p r e s e n t a n c o n d i c i o n e s e c o n ó m i c a s d e s f a v o r a b l e s ( Y o u n g y W i l m o t t , 1957) c o m o favorecer l a m a y o r c o n f i a n z a e n prácticas protectoras, c o n - f i a n z a e n las redes de parentesco c o m o m e d i o p a r a acceder a l o s e m p l e o s . A p a r t i r de l a r e s e ñ a de Segalen (1991: 75-100) sobre es- t u d i o s de p a r e n t e s c o de l a clase trabajadora u r b a n a e n E u r o p a y Norteamérica, u n o se q u e d a c o n l a p o d e r o s a i m a g e n de l a e l a s t i c i - d a d d e las redes e x t e n d i d a s de p a r e n t e s c o a d a p t a d a s a u n a a m - p l i a v a r i e d a d de contextos s o c i o e c o n ó m i c o s .
e La migración por sí misma no equilibra las condiciones del mercado de tra- bajo, ya que los más empobrecidos son los más constreñidos en términos de movili- dad. Las decisiones las toman por costumbre los padres, no el migrante. La migra- ción no es típicamente generadora de impuestos (la tesis de Todaro) pero como un tipo de red en "escalera" propicia la inversión económica. El impacto de un nexo de dinero en efectivo en los enclaves urbanos frecuentemente impacta a la comu- nidad rural donde el dinero en efectivo puede convertirse en un solvente de las obligaciones sociales. En las sociedades rurales basadas en el linaje, la migración circulante puede convertirse en la norma.
M i e n t r a s S e g a l e n a d v i e r t e u n a escasez de estudios de h i s t o r i a s o c i a l y a n t r o p o l o g í a s o b r e e l p a r e n t e s c o e x t e n d i d o e n l a c l a s e m e d i a u r b a n a , y las a s o c i a c i o n e s v o l u n t a r i a s a p a r e c e n r e v e s t i d a s de m a y o r i m p o r t a n c i a , l a a m p l i a l i t e r a t u r a s o c i o l ó g i c a s o b r e h o - m o g a m i a deja claro l a p e r p e t u a c i ó n de las i n s t i t u c i o n e s de l a cla- se m e d i a a través de redes m a t r i m o n i a l e s e x t e n d i d a s .
Rastreando el parentesco urbano y las redes sociales
E l rastreo de genealogías y líneas de d e s c e n d e n c i a sobre l o s h a b i - tantes de las c i u d a d e s , c o m o e n Y a n k e e C i t y , es p r i n c i p a l m e n t e u n a p r e o c u p a c i ó n d e l o s v i e j o s y las élites m á s q u e d e l o s i n m i - grantes recientes o los pobres. N o obstante, e l p a p e l d e l m a t r i m o n i o en l a construcción de l a clase s o c i a l y a era v i s i b l e e n los materiales de Y a n k e e C i t y relativos a las redes m a t r i m o n i a l e s , y e n otros apa- r e c i d o s e n estudios posteriores ( L a u m a n n , 1973; L a u m a n n y P a p p i , 1976). H e a r g u m e n t a d o q u e las redes h o r i z o n t a l e s de m a t r i m o n i o que e n t r e c r u z a n grupos de parentesco p r o p i o s s o n f u n d a m e n t a l e s para l a construcción de l a clase s o c i a l y las d i v i s i o n e s étnicas e n to- dos l o s niveles de l a s o c i e d a d u r b a n a , excepto, t a l v e z , entre l o s s i n hogar o e l subproletariado d e s p l a z a d o (Segalen, 1991: 100).
¿ C ó m o estudiar las redes sociales de las c o m u n i d a d e s u r b a n a s que v a n m á s allá d e l n i v e l de las redes personales y l o s l a z o s l o c a - les p a r a u n a c o m p r e n s i ó n de l a m a n e r a e n q u e las c o r r i e n t e s de a c t i v i d a d y sus concomitantes redes sociales se c o n s t i t u y e n u n a s a otras - y a l a p r o p i a c i u d a d - e n u n n i v e l g l o b a l ? K l o v d a h l (1976, 1989) y K l o v d a h l e t a l . (1977) p r o b a r o n e l recurso de hacer sondeos a l e a t o r i o s a t r a v é s de r e d e s u r b a n a s e n C a m b e r r a c o m o m é t o d o para recabar datos. E n c o n t r a r o n , c u r i o s a m e n t e , q u e tales rastreos f o r m a b a n u n a s o l a r e d c o n e c t a d a c o n s e g m e n t o s d i f e r e n c i a d o s (v. gr., e l s e r v i c i o p ú b l i c o o regiones de c o n s t r u c c i ó n ) , c o n cierto t i p o d e p o s i c i o n e s o c u p a c i o n a l e s c o m o p u e n t e s . S o b r e t o d o , l a c i u d a d n o p r e s e n t a b a fracturas agudas entre estratos c u a n d o l o s enlaces eran rastreados a través de gente q u e se c o n o c í a entre sí.
Esto encaja e n l a presente h i p ó t e s i s acerca de q u e las estructuras de a m i s t a d e s o c o n o c i d o s d e f i n e n estratos sociales r e l a t i v a m e n t e cerrados. E n Y a n k e e C i t y , s i n embargo, los datos sobre c a m a r i l l a s sociales ( W a r n e r v L u n t 1 9 4 1 : 112-113) o l o s g r u p o s í n t i m o s s i n parentesco, c o n t e n í a n c l a r a m e n t e u n fuerte eje v e r t i c a l de estrati- f i c a c i ó n . L o s datos sobre a s o c i a c i o n e s v o l u n t a r i a s , s i n e m b a r g o , m o s t r a r o n u n a f u e r t e t e n d e n c i a c o n t r a l a s r e s t r i c c i o n e s d e l a m e m b r e s í a p a r a u n a s o l a clase y t í p i c a m e n t e d i s t r i b u i d a e n tres o c u a t r o de las seis d i v i s i o n e s de clase r e c o n o c i d a s . Foster y S e i d -
m a n (1982) m o s t r a r o n c ó m o s u b o r d i n a r las n o c i o n e s de W a r n e r de s u b c o n j u n t o s e n t r e c r u z a d o s a m o d e l o s gráficos de estructuras u r b a n a s q u e m u e s t r a n f o c o s latentes p o t e n c i a l e s p a r a l a a c c i ó n s o c i a l e n t é r m i n o s de tales s u b g r u p o s e n t r e c r u z a d o s . F r e e m a n y W h i t e (1993) d e s a r r o l l a n esta i d e a m á s p l e n a m e n t e .
D u r a n t e l o s ú l t i m o s dos años m i colega M i c h a e l H o u s e m a n y y o , c o n l a a y u d a de T h o m a s S c h w e i z e r y François H e r a n , e s t u d i a - m o s las redes de parentesco globales a través de u n a a m p l i a v a r i e - d a d de estudios de caso, que ahora a l c a n z a n l a cifra de 80. T e n e m o s todavía escasez de datos p a r a c i u d a d e s y nos gustaría obtener ca- sos a d i c i o n a l e s . A l g u n o s datos p u e d e n obtenerse; tales c o m o los de C h a r b o n n e a u (1970, 1973, 1980, 1987) sobre Q u é b e c e n l o s s i - glos xvii a l xx ( D e p a r t a m e n t o de Demografía de l a U n i v e r s i d a d de Montréal); los de Lee e t a l . (1993) sobre l a c i u d a d i m p e r i a l de l a d i - nastía Q i n g , entre 1644 y 1911; los de Padgett (1994), sobre l a F l o - r e n c i a de los siglos xii a l xvi, o los c o m p u t a r i z a d o s pero todavía n o a n a l i z a d o s sobre V i c h y , F r a n c i a .
U n ejemplo centroamericano para redes de élite
P a r a propósitos de ilustración de nuestros m é t o d o s de representa- c i ó n , u s a r é d a t o s d e l e s t u d i o de r e d de S a m u e l S t o n e s o b r e las c l a s e s g o b e r n a n t e s e n A m é r i c a C e n t r a l , u n a r e d t r a n s f r o n t e r i z a e n l a z a n d o n u m e r o s a s c i u d a d e s y áreas rurales. L o s datos de Sto- n e , sobre C o s t a R i c a , s o n l a c u l m i n a c i ó n de décadas de i n v e s t i g a - c i ó n , y n o p o d e m o s hacer j u s t i c i a a l a r i q u e z a que c o n t i e n e n n i a l a n á l i s i s que de e l l o s hace e l autor; a u n q u e sí p o d e m o s a y u d a r a v i s u a l i z a r el p r o b l e m a que representa l a c o n e c t i v i d a d de las redes e n r e l a c i ó n c o n l a clase, l a t r a n s m i s i ó n d e l p o d e r , y ciertos aspec- tos r e l a c i o n a d o s c o n los c o n f l i c t o s p o l í t i c o s . M i objetivo a q u í es s i m p l e m e n t e m o s t r a r c ó m o p u e d e n representarse tales redes.
E n las f i g u r a s g e n e a l ó g i c a s 1 y 2 g e n e r a c i o n e s s u c e s i v a s s o n e n l i s t a d a s v e r t i c a l m e n t e a l a i z q u i e r d a de a r r i b a h a c i a abajo. L a s l í n e a s m a s c u l i n a s m á s oscuras d e s c i e n d e n p a r a e n c o n t r a r s e c o n las m á s delgadas, f e m e n i n a s , c o m o parejas m a t r i m o n i a l e s e n c a d a generación, y s u p r o g e n i e d e r i v a d a de las intersecciones de aqué- llas. Estas gráficas r e p r e s e n t a n las redes de parentesco m u l t i e g o - c é n t r i c o dentro y entre varias c o m u n i d a d e s o r a c i m o s (en este ca- so) d e é l i t e s . L a r e p r e s e n t a c i ó n u t i l i z a d a es trabajo de W h i t e y J o r i o n (1992, e n prensa) y autores anteriores, c o n entrada de datos p o r cortesía de F a b i o F l o u t y y D o l o r e s D e l g a d o .
L a s figuras 1 y 2 presentan e n u n formato gráfico l a demostra- c i ó n de l a tesis de Stone de que las clases d o m i n a n t e s e n C e n t r o a - m é r i c a t i e n e n ancestros c o m u n e s . Las figuras d i f i e r e n s o l a m e n t e e n l a n o m e n c l a t u r a : P , C y S i n d i c a n a los presidentes, los congre- sistas y los líderes s a n d i n i s t a s e n l a f i g u r a 1, e n tanto que c, g, h , n , p y señalan los países de C o s t a R i c a , G u a t e m a l a , H o n d u r a s , N i - caragua, P a n a m á y E l S a l v a d o r e n l a figura 2. L o s n o m b r e s ances- trales de tres de los c o n q u i s t a d o r e s gobernantes (Stone, 1990: 6, 7, 26, 53, 111 y 112), aparecen arriba. E l c o n q u i s t a d o r de C o s t a R i - ca, Cristóbal de A l f a r o es e l ancestro de todos, excepto u n o de los 38 p r e s i d e n t e s de C o s t a R i c a d e s d e l a i n d e p e n d e n c i a , de siete p r e s i d e n t e s n i c a r a g ü e n s e s y de c i n c o , e n otras c u a t r o n a c i o n e s . S u árbol genealógico se c r u z a c o n el d e l aristócrata Juan V á z q u e z de C o r o n a d o A n a y a (conquistador de C o s t a R i c a y casado c o n u n a p r i m a de u n c o n q u i s t a d o r de P a n a m á ) , ancestro de l a m i t a d de los presidentes de C o s t a R i c a y de a p r o x i m a d a m e n t e u n a cuarta parte (casi 300) de los m i e m b r o s d e l c o n g r e s o , l o m i s m o que de o n c e p r e s i d e n t e s de N i c a r a g u a A m b o s árboles g e n e a l ó g i c o s se entre- c r u z a n c o n el de Jorge de A l v a r a d o Contreras c o n q u i s t a d o r de E l S a l v a d o r y G u a t e m a l a , y h e r m a n o de otro c o n q u i s t a d o r de G u a t e - m a l a , P e d r o de A l v a r a d o . Jorge GS ancestro de 18 (3/5) de los prG- siderítes de C o s t a R i c a , de l a d é c i m a parte de los congresistas, y de c i n c o presidentes dé otras cuatro n a c i o n e s .
L o s lazos m a r i t a l e s entre d e s c e n d i e n t e s de f a m i l i a s c o m o A l - v a r a d o , V á z q u e z , A l f a r o , A r i a s y otros c o n q u i s t a d o r e s y g o b e r n a - dores t e m p r a n o s c o n t i n ú a n e x i s t i e n d o hasta l a f e c h a . T o d o s los signatarios de l a declaración costarricense de i n d e p e n d e n c i a eran d e s c e n d i e n t e s de c o n q u i s t a d o r e s y n o b l e s . M u c h o s , a u n q u e de n i n g u n a m a n e r a t o d a s estas é l i t e s c o n t e m p o r á n e a s , c o n o c e n e l p a r e n t e s c o entre e l l o s , p e r o , " a q u e l l o s q u e c o m p o n e n las c l a s e s gobernantes h a n t e n i d o acceso s i g n i f i c a t i v o a puestos políticos (o i n f l u e n c i a sobre ellos) y esto frecuentemente los h a e n r i q u e c i d o c o n u n a fructífera p a r t i c i p a c i ó n e n sus e c o n o m í a s . . . e n u n grado m u - c h o m a y o r que a q u e l l o s q u e n o e s t á n r e l a c i o n a d o s p o r l a z o s de p a r e n t e s c o " (Stone, 1990: 7 y 8). L a clase gobernante e n C o s t a R i - c a , e v e n t u a l m e n t e se d i v i d i ó e n g r u p o s e c o n ó m i c o s y p o l í t i c o s opuestos (Stone, 1990: 112).
" L a s a d m i n i s t r a c i o n e s c o n s e r v a d o r a s y liberales, que p a r e c e n haber representado c a m b i o s e n las clases gobernantes, e n r e a l i d a d h a n i n c l u i d o p r i n c i p a l m e n t e a d e s c e n d i e n t e s de las clases gober- nantes t r a d i c i o n a l e s " (Stone, 1990: 8). E n N i c a r a g u a , m i e n t r a s e l e n c u m b r a m i e n t o de A n a s t a s i o S o m o z a G a r c í a se d e b í a e n g r a n m e d i d a a las i n t e r v e n c i o n e s de Estados U n i d o s , él y s u esposa, co- m o m u c h a s de las otras f a m i l i a s p o l í t i c a s d e l p a í s [ v . g r . , N o b l e s
Lacayo, Quadra, Chamorro) descendían de las familias nobles co- loniales: prominentes entre sus enemigos, y después convertidos en sandinistas, hubo muchos de su propia estirpe y miembros de los mismos "tempranos" o "nuevos" segmentos de la clase social colonial. A diferencia de muchas de las élites nicaragüenses, sin embargo, la esposa de Somoza encuentra su ascendencia hasta los conquistadores. Era nieta del presidente Roberto Sacasa Sarria, un descendiente de Alfaro y Vázquez cuyo matrimonio también lo unió con una línea de presidentes descendientes de Vázquez.
La estructura de la gráfica de parentesco sugiere la posibilidad de una división intra-clase, entre los parientes y aliados de Somoza convertidos en enemigos (la "élite colonial" nicaragüense, al lado izquierdo de las figuras) y el segmento político de la élite del con- quistador con la que estaba aliado a través de su esposa.
¿Qué puede mostrar la red de parentesco sobre procesos urbanos?
La hipótesis de que las redes de parentesco y matrimonio son constructoras de fronteras de clase y étnicas dentro de la ciudad, puede ser puesta a prueba una vez que los datos sobre parentesco son agrupados junto con otros tipos de datos, de nivel individual [ v . g r . , encuestas o de archivo). Por ejemplo, son claras las redes de parentesco y matrimonio que aparecen de manera notoria en la constitución de la clase gobernante que presenta Stone, además estamos en condiciones de observar igualmente las divisiones de clase. La transmisión de funciones u oportunidades, y el rele- vo de turno en los cargos entre las familias gobernantes se pueden rastrear en esta red.
El movimiento de los bienes y servicios u otros procesos eco- nómicos a través de la multicéntrica red de parentesco (véase Ap- paduri, 1988; Kopytoff, 1988) también puede observarse ubican- do los datos representativos en el entramado de la red y trazando los flujos o procesos económicos. La figura 3 presenta un ejemplo relativo a la tierra y a la transmisión ocupacional entre élites de una aldea javanesa (White y Schweizer, 1993). Aquí, la endoga¬
mia de estatus ayuda a consolidar la tierra y la propiedad entre las élites, con redes de interdependencia entre las familias que la componen, facilitando la diferenciación ocupacional.
Aunque hay pocos estudios antropológicos sobre redes de ma- trimonio y parentesco en áreas urbanas, trabajos como los de Lom¬
nitz muestran la importancia de los lazos de parentesco a todos los niveles de la sociedad, desde los asentamientos en cinturones
de m i s e r i a ( L o m n i t z , 1977) h a s t a las élites ( L o m i n t z y P é r e z - L i - zaur, 1987), p a r a n o m e n c i o n a r s u i m p o r t a n t e e s t u d i o sobre l a c l a - se m e d i a . N e c e s i t a m o s e s t u d i o s de r e d s o c i a l de p o b l a c i o n e s ge- nerales, n o sólo sobre élites.
L a s r e d e s de p a r e n t e s c o m u l t i c é n t r i c a s a g r a n e s c a l a n o s o n difíciles n i i m p o s i b l e s de captar e n las c i u d a d e s . S i t o m a m o s u n censo o encuesta de u n a c i u d a d de m e d i a n o t a m a ñ o , c o n u n a l i s t a de n o m b r e s de todos sus habitantes, l o que tenemos que saber de c a d a p e r s o n a es l a i d e n t i d a d de sus p a d r e s , s i están e n esta lista;
agregar los p a d r e s a l a l i s t a (y s e ñ a l a r h e r m a n o s e n l a l i s t a de l a c i u d a d ) s i s o n m i e m b r o s de l a c o m u n i d a d q u e h a n f a l l e c i d o , o anotar s u ú l t i m a r e s i d e n c i a s i n o p e r t e n e c i e r o n a l a c o m u n i d a d . L a r e c o n s t r u c c i ó n de genealogías hasta é p o c a s lejanas n o es nece- saria p o r q u e l a r e d así c o n s t r u i d a , c o m b i n a d a a l c o n o c i m i e n t o so- bre o c u p a c i o n e s y otros a t r i b u t o s , i n d i c a r á m u c h o de l o q u e h a y que saber acerca de las redes m a t r i m o n i a l e s de l a c i u d a d .
E n a l g u n o s de nuestros proyectos h e m o s r e c o g i d o datos de l a p o b l a c i ó n sobre r e l a c i o n e s c o n s a n g u í n e a s p a r a aldeas, p e r o éstos p u e d e n ser de u t i l i d a d p a r a el trabajo f u t u r o e n áreas u r b a n a s . E n M é x i c o , t e n e m o s datos de p u e b l o s de d i m e n s i o n e s m o d e s t a s , co- m o B e l é n e n T l a x c a l a c o n 511 parejas. T r u e x t i e n e datos sobre A y o m e l a e n O a x a c a , c o n 1 156 p a r e j a s . F o s t e r y V a n K e m p e r c u e n t a n c o n datos sobre T z i n t z u n t z a n p a r a m á s de 2 000 parejas, i n c l u y e n d o migrantes a áreas urbanas.
U n a gráfica de p a r e n t e s c o de 2601 parejas e n u n a p o b l a c i ó n r u r a l d o g o n e n M a l i , e n Á f r i c a o c c i d e n t a l p o d r í a m o s t r a r , e n l a p e r s p e c t i v a m a c r o , l a d e n s i d a d de enlaces m a t r i m o n i a l e s , l í n e a s de d e s c e n d e n c i a , y las fluctuaciones demográficas de g e n e r a c i ó n a g e n e r a c i ó n (para los d o g o n p o r e j e m p l o , u n p e r i o d o m a r c a d o p o r l a h a m b r u n a es e v i d e n t e q u e se r e p r e s e n t e e n u n a g r á f i c a c o n u n a d e l g a z a m i e n t o e n s u a n c h u r a e n u n a o d o s g e n e r a c i o - nes).
U n a revisión más d e t e n i d a y u n análisis estructural de gráficas de este t i p o m u e s t r a n r a c i m o s de grupos de parentesco y fronteras relativas, segmentos que están conectados de m a n e r a m ú l t i p l e p o r c i c l o s m a t r i m o n i a l e s o m a t r i m o n i o s c o n s a n g u í n e o s , y u n a a b u n - d a n c i a de i n f o r m a c i ó n sobre a l i a n z a s m a t r i m o n i a l e s y estrategias ( W h i t e y H o u s e m a n , 1995a y 1995b). Tales análisis p u e d e n resultar tan reveladores e n áreas urbanas c o m o lo s o n en las rurales.
Persiste u n a pregunta f o r m i d a b l e : s i los datos de redes sociales de gran escala s o n r e u n i d o s p a r a u n a área u r b a n a , c o n datos sobre parentesco y m a t r i m o n i o p a r a decenas s i n o es que cientos de m i - les o m i l l o n e s de personas, ¿sería p o s i b l e entonces, separar los d i - versos c o m p o n e n t e s de l a r e d para analizarlos? T é c n i c a m e n t e , esto
se h a h e c h o e n los t i p o s de r e d que h e m o s e x a m i n a d o aquí, a tra- vés de l a i d e n t i f i c a c i ó n d e l n ú c l e o de las redes de p a r e n t e s c o y m a t r i m o n i o . E l c o n j u n t o de parejas e n c u a l q u i e r n ú c l e o d a d o , s o n a q u e l l o s que están conectados de m a n e r a m ú l t i p l e a otras parejas en este n ú c l e o . T o d o s los " r e e n l a c e s " de f a m i l i a s a través d e l m a - t r i m o n i o ( v é a s e S e g a l e n , 1986) t i e n e n l u g a r d e n t r o de tales n ú - cleos. L o s conjuntos nucleares entre m i l l o n e s de parejas s o n i d e n t i - f i c a d o s p o r u n a l g o r i t m o e n e l q u e e l t i e m p o de c ó m p u t o es s i m p l e m e n t e p r o p o r c i o n a l a l t a m a ñ o de l a r e d , y p o r l o tanto fá- c i l m e n t e c o m p a t i b l e . M á s aún, s i q u e r e m o s d e f i n i r los n ú c l e o s a través de criterios m á s p r e c i s o s , s i m p l e m e n t e tenemos que v a r i a r e l parámetro que define los n ú c l e o s y que se usa p a r a registrar n ú - cleos-*: e n g e n e r a l : s i e n d o k e l n ú m e r o m í n i m o de eslabones que c a d a pareja n u c l e a r debe tener c o n { k ) otras parejas d e n t r o d e s u n ú c l e o k. Esto p u e d e realizarse de u n a m a n e r a p r e c i s a y s i n g u l a r - m e n t e d e f i n i d a que d e p e n d e de l a p r o p i a estructura m a t r i m o n i a l . D e n t r o de c a d a n ú c l e o h a y s u b p o b l a c i o n e s e n d o g á m i c a s d e f i n i - das q u e t a m b i é n p u e d e n estar c o n e c t a d a s p o r cadenas m a t r i m o - niales o líneas de d e s c e n d e n c i a . P o d e m o s entonces rastrear l a es- t r u c t u r a de r e d e s g l o b a l e s de u n a p o b l a c i ó n i n d e f i n i d a m e n t e grande i d e n t i f i c a r los c o m p o n e n t e s m á s densos dentro de esta es- t r u c t u r a p a r a u n análisis m á s d e t a l l a d o , y e x a m i n a r l a e s t r u c t u r a de eslabones entre estos c o m p o n e n t e s .
Conclusión
E l estudio de las redes sociales urbanas tiene l a c a p a c i d a d de asi- m i l a r m u c h o de l o que es p e r s o n a l , b i o g r á f i c o y m i c r o h i s t ó r i c o d e n t r o de u n enfoque de redes que es susceptible de seguir flujos de recursos y p o d e r , rastrear l a i n f l u e n c i a o l a i n t e r d e p e n d e n c i a d e d i f e r e n t e s p o s i c i o n e s s o c i a l e s , de g r u p o s o i n d i v i d u o s . E n p r i n c i p i o , es p o s i b l e i d e n t i f i c a r p r o p i e d a d e s sistemáticas, estraté- gicas y g l o b a l e s de l a c o n d u c t a s o c i a l e n c o n j u n t o s u r b a n o s , l o m i s m o que l a i n t e r d e p e n d e n c i a entre d i v e r s o s conjuntos de acto- res, p a r a integrar u n c u a d r o m á s c o m p l e t o de c ó m o las c i u d a d e s o p e r a n d i n á m i c a e h i s t ó r i c a m e n t e . E s t o p u e d e h a c e r s e p a r a las c i u d a d e s i n t e r n a m e n t e , y c o m o s i s t e m a s abiertos c o n e c t a d o s a sistemas m a y o r e s , n a c i o n a l , r e g i o n a l y m u n d i a l .
U t i l i z a n d o este m é t o d o , p o d e m o s e m p e z a r a a p r e c i a r d e s d e u n a n u e v a p e r s p e c t i v a , c ó m o las redes de parentesco y m a t r i m o - n i o s o n críticas p a r a l a o p e r a c i ó n de las c i u d a d e s y l a d i f e r e n c i a - c i ó n de sus c o m p o n e n t e s - é l i t e s e c o n ó m i c a s , élites políticas, sec- t o r e s p r o f e s i o n a l y p ú b l i c o , c l a s e m e d i a , c l a s e t r a b a j a d o r a ,
c o m u n i d a d e s d e m i g r a n t e s , trabajadores m i g r a t o r i o s , a s e n t a m i e n - tos d e d e s a m p a r a d o s o p a r a c a i d i s t a s , e t c é t e r a - . L a c o m p r e n s i ó n antropológica que se h a ganado m e d i a n t e e l e s t u d i o d e los m ú l t i - p l e s papeles que juegan las redes de parentesco e n l a c i u d a d , b i e n vale e l esfuerzo. V a n m u c h o m á s allá d e l n i v e l de las f a m i l i a s i n - d i v i d u a l e s y d e l a i m p o r t a n c i a d e l parentesco e n las redes perso- n a l e s e n l a c o m p l e m e n t a c i ó n d e l o s m é t o d o s e x i s t e n t e s p a r a e l e s t u d i o de l a c i u d a d . E l enfoque m á s g l o b a l y t o t a l i z a d o r d e l a a n - tropología es m u y necesario e n los e s t u d i o s u r b a n o s . U n o p o d r í a a r g u m e n t a r que l a m a y o r parte de los procesos sociales y e c o n ó m i - cos q u e t i e n e n lugar e n l a c i u d a d n o p u e d e ser c o n c e b i d a s i n u n a c o m p r e n s i ó n c u i d a d o s a d e c ó m o estos p r o c e s o s s o n e s t r u c t u r a - dos, sostenidos y c o n d u c i d o s c o t i d i a n a m e n t e e n f o r m a tan sólida- m e n t e c o n s t r u i d a a través de redes de parentesco y m a t r i m o n i o .
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