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A l g u n o s estudios h a n i d e n t i f i c a d o algunas de las ca- r a c t e r í s t i c a s p s i c o l ó g i c a s t a n t o d e n i ñ o s m a l t r a t a d o s c o m o de los padres que los maltratan ( H e l f e r , 1973; M i l n e r y C h i l a m k u r t i , 1991)

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F e c u n d i d a d y m a l t r a t o i n f a n t i l

Ricardo F. Neupert*

D u r a n t e las últimas décadas h a h a b i d o u n creciente interés e n i d e n t i - ficar las c o n d i c i o n e s que c o n t r i b u y e n al maltrato a los niños p o r par- te de sus padres. A l g u n o s estudios h a n i d e n t i f i c a d o algunas de las ca- r a c t e r í s t i c a s p s i c o l ó g i c a s t a n t o d e n i ñ o s m a l t r a t a d o s c o m o de los padres que los maltratan ( H e l f e r , 1973; M i l n e r y C h i l a m k u r t i , 1991).

O t r o s estudios se h a n c e n t r a d o e n factores sociales y d e l m e d i o a m - b i e n t e , tales c o m o p o b r e z a , a i s l a m i e n t o social ( C o u l t o n et al, 1995;

G e l l e s , 1992; M a l k i n y L a m b , 1994; M a r t i n 1976), falta de redes de apoyo ( G a r b a r i n o y C r o u t e r , 1978) y formas determinadas de estruc- tura f a m i l i a r ( D a r o , 1988). T a m b i é n se h a i n t e n t a d o i d e n t i f i c a r u n a atmósfera de v i o l e n c i a en l a c o m u n i d a d que podría generar más vio- l e n c i a (Steele, 1977). Otros estudios h a n destacado la transmisión i n - t e r g e n e r a c i o n a l d e l m a l t r a t o i n f a n t i l ( N a t i o n a l R e s e a r c h C o u n c i l , 1993). A l g u n o s estudios h a n realizado c o m p a r a c i o n e s d e l p r o b l e m a entre diversas culturas, lo que h a permitido identificar tipos de sistemas e c o n ó m i c o s y sociales y aspectos ideológicos generalmente asociados con el maltrato infantil (Tohnson 1981). E n otras palabras h a n h a b i d o importantes esfuerzos p o r identificar las condiciones específicas bajo las cuales es más probütole oue u n niño ses. ffolpesdo maltratado o abando¬

n a d o e n lugar de ser cuidado y protegido.

H a y u n factor, sin e m b a r g o , que n o h a r e c i b i d o suficiente aten- ción e n l a l i t e r a t u r a respectiva: el contexto demográfico asociado al maltrato a los niños (Zuravin, 1988). E l objetivo d e l presente trabajo es p l a n t e a r q u e las características d e m o g r á f i c a s d e u n a p o b l a c i ó n afectan directamente el maltrato infantil y, e n general, las decisiones con respecto al acceso de los niños a los recursos disponibles e n el h o - gar. Específicamente se p r o p o n e que e n poblaciones de alta f e c u n d i - dad e l maltrato infantil adopta p r i n c i p a l m e n t e l a f o r m a de n e g l i g e n c i a s e l e c t i v a , l a c u a l es, e n m u c h o s casos, c u l t u r a l m e n t e aceptable. P o r e l c o n t r a r i o , e n c o n t e x t o s de b a j a f e c u n d i d a d e l m a l t r a t o i n f a n t i l es esencialmente de tipo físico (idiosiocático o patológico). E l propósito de

* Asesor técnico principal, Proyecto MOZ/95/P05 (Mozambique), United Na¬

tions División of Economic and Social Assistance.

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este estudio es e x a m i n a r estos conceptos y discutir l a hipótesis respec- tiva. S i n e m b a r g o , n o se i n t e n t a verificarla n i evaluar los méritos de l a e v i d e n c i a e m p í r i c a d i s p o n i b l e . E l objetivo aquí es m á s b i e n s u g e r i r elementos teóricos q u e p u e d a n g u i a r l a investigación e n esta área.

Es i m p o r t a n t e aclarar q u e e n e l nivel y las formas d e m a l t r a t o i n - f a n t i l i n f l u y e n diversos factores. Es a m p l i a m e n t e r e c o n o c i d o q u e l a etiología d e l maltrato a los niños es u n f e n ó m e n o multifacético y q u e sólo p u e d e ser c o m p r e n d i d o e n su v e r d a d e r a c o m p l e j i d a d e n f o c á n - d o l o desde d i f e r e n t e s perspectivas. Más a ú n , n o se h a d e s a r r o l l a d o u n a teoría única q u e resulte a d e c u a d a p a r a e x p l i c a r e l t e m a e n toda su p r o f u n d i d a d . E l h e c h o q u e e l énfasis de este estudio sea e n facto- res demográficos n o significa q u e se desconozca e l efecto de otras va- riables. Según se m e n c i o n ó anteriormente, los aspectos demográficos d e l p r o b l e m a h a n r e c i b i d o p o c a atención e n l a literatura pertinente.

Salvo algunas excepciones (véase, p o r ejemplo, Z u r a v i n , 1988), e l én- fasis e n esta dirección h a s i d o analizar las i m p l i c a c i o n e s d e u n a alta f e c u n d i d a d , y consecuentemente de u n rápido c r e c i m i e n t o de l a p o - blación, e n l a c a n t i d a d y c a l i d a d de los servicios públicos d i s p o n i b l e s p a r a los niños.

E l contexto demográfico del maltrato infantil

H a y dos ideas bastante b i e n c o n o c i d a s e n e l área de estudios d e p o - b l a c i ó n q u e r e s u l t a n esenciales p a r a c o m p r e n d e r l a r e l a c i ó n entre factores demográficos y maltrato infantil: e l p r i m e r o es l a pérdida de valor e c o n ó m i c o de los niños c o m o d e t e r m i n a n t e de l a disminución de l a f e c u n d i d a d , y e l s e g u n d o , los cambios e n l a distribución d e re- cursos familiares entre los m i e m b r o s d e l hogar c o m o resultado d e l a disminución d e l a f e c u n d i d a d .

E l e n f o q u e e c o n ó m i c o d e l a caída de l a f e c u n d i d a d p r o p o n e q u e el p r i n c i p a l d e t e r m i n a n t e de los elevados niveles de f e c u n d i d a d gene- ralmente observados e n poblaciones preindustriales y tradicionales es la sustancial c o n t r i b u c i ó n q u e r e a l i z a n los n i ñ o s a l bienestar socio- e c o n ó m i c o d e sus padres. Se h a propuesto q u e los niños tienen u n al- to valor e c o n ó m i c o y social para sus padres e n l a mayoría de los c o n - textos t r a d i c i o n a l e s p o r d o s m o t i v o s . E n p r i m e r l u g a r , l o s p a d r e s o b t i e n e n beneficios de sus hijos a través d e su trabajo e n l a granja o n e g o c i o f a m i l i a r o m e d i a n t e c o n t r i b u c i o n e s m o n e t a r i a s d e salarios g a n a d o s e n trabajos r e m u n e r a d o s . Se h a s u g e r i d o i n c l u s o q u e m u -

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chas familias p u e d e n salir de su situación de p o b r e z a a través d e los r e c u r s o s e c o n ó m i c o s g e n e r a d o s p o r u n g r a n n ú m e r o d e h i j o s e n e d a d l a b o r a l ( C a i n , 1982, 1983, 1985; G r e e n h a l g , 1988; J o h n s o n , 1984; Stark y L u c a s , 1988). E n s e g u n d o lugar, los padres también es- p e r a n recibir ayuda e c o n ó m i c a y social de sus hijos adultos al llegar a l a a n c i a n i d a d ( D e V o s , 1985; E n t w i s l e y W i n e g a r t e n , 1984; H o h m , 1975; N u g e n t , 1985). L o s niños serían considerados c o m o inversiones y recursos e c o n ó m i c o s valiosos. E n la mayoría de las poblaciones pre- industriales el costo de criar a los hijos p u e d e ser relativamente bajo, especialmente e n áreas rurales y e n situaciones d o n d e el niño n o asiste a l a escuela (Lucas y Meyer, 1994). L o s niños c o m i e n z a n a c o n t r i b u i r a la e c o n o m í a f a m i l i a r a u n a e d a d t e m p r a n a y l a i m p o r t a n c i a de su c o n - tribución aumenta c o n el tiempo a m e d i d a que asumen roles directivos y m a n t i e n e n e c o n ó m i c a m e n t e a sus padres durante la vejez. C a l d w e l l

(1976) h a e x p r e s a d o esto u s a n d o e l c o n c e p t o de flujo de r i q u e z a . E n u n contexto preindustrial el flujo de r i q u e z a desde l a generación más joven a l a más vieja excede el flujo inverso. Las parejas tienen u n g r a n n ú m e r o de hijos p o r q u e es c o n v e n i e n t e e c o n ó m i c a m e n t e . C u a n d o los n i ñ o s c o n t r i b u y e n a los i n g r e s o s y b i e n e s t a r d e l h o g a r y s o n l a p r i n c i p a l fuente de s e g u r i d a d e c o n ó m i c a , l a alta f e c u n d i d a d preva¬

l e c e r á e n l a s o c i e d a d . A l c o n t r a r i o , l a f e c u n d i d a d va a caer sólo si los n i ñ o s son c o n s i d e r a d o s p o r sus p a d r e s c o m o u n a r e s p o n s a b i l i d a d e c o n ó m i c a o e n otras palabras si e l flujo de r i q u e z a entre g e n e r a - d o n e s se invierte v los n i ñ o s pasan a ser u n a carga e c o n ó m i c a L o s niños n o son u n a b u e n a inversión e n los países desarrollados puesto

los costos de criarlos son altos y los beneficios e c o n ó m i c o s bajos A d e m á s las pensiones de r e t i r o

•y

beneficios de s e g u r i d a d social ha¬

c e n cjue los p a d r e s n o n e c e s i t e n c|ue sus hijos los m a n t e n g a n e n l a vejez.

E n la mayoría de las sociedades, l a llegada d e l capitalismo indus- trial resultó e n u n a caída sustancial de la f e c u n d i d a d . L o s p r o f u n d o s c a m b i o s e c o n ó m i c o s y sociales, que i n c l u y e r o n u n a rápida u r b a n i z a - c i ó n , e x p a n s i ó n de las a c t i v i d a d e s n o agrícolas, d i s m i n u c i ó n d e l a m o r t a l i d a d i n f a n t i l , a u m e n t o e n e l alfabetismo y nivel e d u c a c i o n a l , u n a disminución de l a b r e c h a e d u c a c i o n a l entre géneros y otros pro- gresos en el status de l a mujer, afectaron p r o f u n d a m e n t e l a f e c u n d i - d a d ( M e r r i c k , 1994). L a transformación más i m p o r t a n t e parece ha- b e r sido el alejamiento de l a actividad e c o n ó m i c a de l a esfera f a m i l i a r y l a expansión de l a educación f o r m a l , l o cual a su vez cambió e l valor e c o n ó m i c o de los hijos. U n a vez que el flujo de r i q u e z a neto se invier-

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te y los hijos pasan a ser u n a carga e c o n ó m i c a , l a f e c u n d i d a d d i s m i - nuiría.

E l valor p r o d u c t i v o de los hijos desaparece c o n la llegada d e l ca- p i t a l i s m o i n d u s t r i a l , q u e r e q u i e r e u n a f u e r z a de trabajo c a l i f i c a d a y e d u c a d a (Zelizer, 1985). E l desarrollo d e t e r m i n a l a necesidad de en- fatizar la c a l i d a d de los hijos p o r sobre la c a n t i d a d de hijos. P o r ejem- p l o , en u n contexto d o n d e p r e d o m i n a u n a agricultura de subsistencia, u n g r a n n ú m e r o de hijos p u e d e a u m e n t a r los ingresos f a m i l i a r e s ya q u e los hijos p u e d e n c o n t r i b u i r c o m o trabajadores n o r e m u n e r a d o s a las actividades productivas d e l hogar.

C o m o resultado de u n proceso de desarrollo s o c i o e c o n ó m i c o , el i n g r e s o d e l h o g a r p u e d e a u m e n t a r c o n trabajos f u e r a d e l a p r o p i e - d a d f a m i l i a r o c o n u n a u m e n t o e n la p r o d u c t i v i d a d agrícola. A m b a s estrategias r e q u i e r e n inversiones e n recursos h u m a n o s , esto es, e d u - cación f o r m a l . Así, e l n u e v o patrón de f e c u n d i d a d , característico de las sociedades urbanas industriales, es el resultado de u n a estrategia r e p r o d u c t i v a diferente: p r o d u c i r m e n o s hijos p e r o invertir bastante e n ellos. L o que se m a x i m i z a e n este c o n t e x t o d e m o g r á f i c o n o es l a f e c u n d i d a d sino l a inversión paterna. Es i m p o r t a n t e señalar q u e esta estrategia es sólo posible c u a n d o l a m o r t a l i d a d infantil h a sido de al- g u n a f o r m a c o n t r o l a d a y l a población tiene cierto g r a d o de acceso a métodos de c o n t r o l de su f e c u n d i d a d .

L a elevada f e c u n d i d a d prevaleciente e n las sociedades subdesa- rrolladas y preindustriales d e t e r m i n a que cada n i ñ o r e c i b a u n a por- ción p e q u e ñ a de los recursos familiares. U n a alta f e c u n d i d a d signifi- ca más niños e n l a f a m i l i a , lo c u a l tiene i m p l i c a c i o n e s directas en l a distribución de los recursos d i s p o n i b l e s e n e l h o g a r entre los niños.

Se s u p o n e q u e los n i ñ o s c o n m u c h o s h e r m a n o s están e n u n a posi- c i ó n d e s m e d r a d a en comparación c o n aquéllos c o n m e n o s h e r m a n o s c o n respecto a i n d i c a d o r e s de d e s a r r o l l o h u m a n o tales c o m o salud, nutrición y asistencia escolar. Se c o n s i d e r a que esto es c o n s e c u e n c i a de las l i m i t a c i o n e s de los recursos familiares: a c a d a n i ñ o le corres- p o n d e u n a p o r c i ó n m e n o r de recursos, i n c l u y e n d o ingreso familiar, atención psicológica m a t e r n a y alimentos (Blake, 1989; L l o y d , 1994;

A h l b u r g 1994) P o r e j e m p l o l a e v i d e n c i a d i s p o n i b l e s u g i e r e q u e p r o b l e m a s de desnutrición, de salud y de asistencia escolar s o n más frecuentes entre aquellos niños cuyos padres h a n t e n i d o m u c h o s h i - j o s (Scrimshaw, 1978). Esta discusión acerca de l a relación entre los

niveles de f e c u n d i d a d y los niveles de inversión f a m i l i a r e n los hijos d e n o m i n a efecto d& disolucióti de T C C U T S O S ]VIientras m a y o r sea el nú-

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m e r o de hijos e n l a f a m i l i a , m e n o r será l a c a n t i d a d de r e c u r s o s y a t e n c i ó n que c a d a u n o recibirá, esto es, los recursos y a t e n c i ó n dis- p o n i b l e s se d i s u e l v e n entre l a g r a n c a n t i d a d de niños e n el h o g a r

Este e n f o q u e se basa e n el supuesto de que e n las sociedades tra- d i c i o n a l e s todos los padres t o m a n decisiones similares respecto a l a distribución de recursos entre sus hijos y que cada niño e n el hogar es t r a t a d o de f o r m a i g u a l i t a r i a . S i n e m b a r g o , e n m u c h a s s o c i e d a d e s p r e i n d u s t r i a l e s l a estrategia es p r o d u c i r tantos niños c o m o sea posi- ble e invertir selectivamente e n cada u n o , d e p e n d i e n d o de atributos tales c o m o g é n e r o , s a l u d , o r d e n d e n a c i m i e n t o , t e m p e r a m e n t o y otros atributos culturales significativos. Puesto q u e e n la mayoría de las sociedades preindustriales l a m o r t a l i d a d es también alta, los padres d e b e n confiar e n que al menos algunos de los hijos seleccionados so- brevivan la i n f a n c i a . A m e d i d a que la f e c u n d i d a d disminuye, l a nece- sidad de invertir selectivamente disminuye. L o s padres ya n o necesitan sacrificar a algunos de sus hijos e n favor de otros. E n otras palabras, es más p r o b a b l e que los niños que t i e n e n m e n o s h e r m a n o s r e c i b a n u n tratamiento más i g u a l i t a r i o que aquellos c o n m u c h o s h e r m a n o s . Según se analiza e n la sección siguiente, es este c a m b i o de l a necesidad de invertir selectivamente en los hijos en u n contexto de escasez de re- cursos lo que o r i g i n a las diferencias en el tipo de maltrato infantil en- tre u n a s o c i e d a d t r a d i c i o n a l c o n u n n i v e l de f e c u n d i d a d e l e v a d o y u n a más m o d e r n a c o n niveles más bajos.

Disminución de la fecundidad y maltrato infantil

E n la sección anterior se d i s c u t i e r o n los conceptos de valor económi- co de los hijos y de l a distribución de los recursos familiares entre los m i e m b r o s d e l h o g a r y su relación c o n l a caída de l a f e c u n d i d a d . Es- tos c o n c e p t o s van a p e r m i t i r , e n esta sección, establecer l a r e l a c i ó n entre e l patrón de l a f e c u n d i d a d y el tipo de maltrato infantil.

Es i m p o r t a n t e c o m e n z a r d i s t i n g u i e n d o tres diferentes tipos de m a l t r a t o i n f a n t i l (Johnson, 1981; K o r b i n , 1977, 1981b): l) patrones c u l t u r a l m e n t e aceptables de n e g l i g e n c i a selectiva; 2) ritos de pasaje socialmente sancionados o acciones punitivas que m o t i v a n al n i ñ o a c o m p o r t a r s e de a c u e r d o c o n estándares c u l t u r a l e s , y 3) f o r m a s d e maltrato idiosincráticos o aberrantes.

E l p r i m e r tipo, l a n e g l i g e n c i a selectiva, se r e l a c i o n a c o n las deci- siones de los padres c o n respecto al acceso de sus hijos a los recursos

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y beneficios disponibles e n el hogar. Se p u e d e d e f i n i r c o m o el r e t i r o de la atención a a l g u n o s m e n o r e s de l a f a m i l i a , d e p e n d i e n d o d e d i - versos atributos c o m o g é n e r o , o r d e n de n a c i m i e n t o , t e m p e r a m e n t o , s a l u d , etc. ( J o h n s o n , 1981). P o r e j e m p l o , l a distribución de los ali- m e n t o s en u n h o g a r p u e d e favorecer a ciertos niños y desatender a otros. C u a n d o los recursos son escasos y d e b e n ser distribuidos entre m u c h o s niños, los p o c o deseados o valorizados reciben m e n o s y peores a l i m e n t o s q u e los otros. T a m b i é n p u e d e n h a b e r variaciones sustan- ciales en l a atención que los niños r e c i b e n durante sus enfermedades y e n especial si éstas d e m a n d a n t i e m p o y p u e d e n ser costosas c o m o es el caso de l a utilización de servicios de salud. E l n i ñ o m e n o s valoriza- d o es, g e n e r a l m e n t e , llevado tarde al médico, o s i m p l e m e n t e dejado sin atención médica; también tiene m e n o s p r o b a b i l i d a d e s de r e c i b i r c u i d a d o s consistentes y las m e d i c i n a s recetadas o los c u i d a d o s reco- m e n d a d o s . P u e d e también ser frecuente que a los b e b é s o niños pe- q u e ñ o s m e n o s deseados se les deje solos p o r largos p e r i o d o s c o n el consiguiente riesgo de accidentes.

E n l a literatura respectiva existe u n a a m p l i a evidencia de q u e e n la mayoría d e las sociedades las hijas son m e n o s favorecidas q u e los hijos. L o s niños c o n u n o r d e n de n a c i m i e n t o posterior también serán m á s vulnerables que los p r i m e r o s hijos; esto es, p o r e j e m p l o , e n u n a f a m i l i a n u m e r o s a e l sexto o séptimo hijo será más v u l n e r a b l e q u e el p r i m e r o o el segundo. Otros niños susceptibles serán aquellos corres- p o n d i e n t e s a pares nacidos c o n u n intervalo intergenésico m u y breve (Scrimshaw, 1978). L e V i n e (1977, 1980) p r o p o n e u n a hipótesis más e l a b o r a d a . Según este autor, las prácticas de c r i a n z a de los niños en p o b l a c i o n e s t r a d i c i o n a l e s y s u b d e s a r r o l l a d a s d e p e n d e n p r i n c i p a l - m e n t e d e l m e d i o ambiente y d e l contexto ecológico e n e l cual vive la población. E n contextos d o n d e l a alta prevalencia de e n f e r m e d a d e s infecciosas, l a escasez de alimentos y l a e x t r e m a p o b r e z a interactúan p a r a hacer l a vida h u m a n a particularmente precaria, las prácticas cul- turales de c r i a n z a se r e l a c i o n a n p r i n c i p a l m e n t e c o n l a s a l u d y l a so- brevivencia. Estas prácticas p u e d e n i n c l u i r la falta de cuidados y aten- ción para aquellos niños más o m e n o s predispuestos a m o r i r . P o r otra, parte, en aquellas poblaciones d o n d e ¿ s u b s i s t e n c i a e c o n ó m i c a es u n m a y o r riesgo que las enfermedades infecciosas u otros peligros natu- rales, las prácticas de c u i d a d o infantil estarían organizadas e n t o r n o a la viabilidad e c o n ó m i c a de los niños.

Así, el m a l t r a t o selectivo c o r r e s p o n d e g e n e r a l m e n t e a p o b l a c i o - nes preindustriales de alta f e c u n d i d a d . E n l a mayoría de los casos es

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el resultado de l i m i t a c i o n e s e c o n ó m i c a s y de u n elevado n ú m e r o de hijos. L a motivación más frecuente es l a intervención p a t e r n a en be- n e f i c i o de l a s o b r e v i v e n c i a f a m i l i a r . P u e d e ser e l r e s u l t a d o de u n a preocupación p o r proteger a otros m i e m b r o s vulnerables de l a f a m i - lia, c o m o otros niños o ancianos ( S c h e p e r - H u g h e s , 1987b). Así, esta f o r m a de maltrato infantil suele presentarse p r i n c i p a l m e n t e e n las so- ciedades c o n t e m p o r á n e a s o pasadas e n situaciones caracterizadas p o r su alta d e n s i d a d de población y l a escasez de recursos básicos.

E l objetivo de este tipo de maltrato es, frecuentemente, l a m u e r t e d e l n i ñ o . E n esta f o r m a , los escasos recursos se distribuirán entre u n n ú m e r o m e n o r de m i e m b r o s d e l hogar. A l g u n o s autores c o n s i d e r a n q u e l a negligencia selectiva es u n a especie de i n f a n t i c i d i o pasivo (Ha¬

rris, 1977). E n algunas sociedades p u e d e ser u n a f o r m a inconsciente o i n c l u s o abierta de controlar el n ú m e r o de hijos (Scrimshaw, 1978).

L a falta de atención es m u c h a s veces suficiente p a r a matar a u n n i ñ o e n las áreas tropicales pobres, d o n d e los riesgos naturales a l a sobrevi- vencia infantil son elevados. Existe a b u n d a n t e evidencia de a b a n d o n o selectivo en E u r o p a O c c i d e n t a l desde l a E d a d M e d i a hasta el siglo XIX (Boswell, 1988; Shorter, 1977). Las personas que viven e n bolsones d e p o b r e z a e n sociedades m o d e r n a s e i n d u s t r i a l i z a d a s t a m b i é n p r a c t i - c a n esta f o r m a de a b a n d o n o selectivo. E n este último contexto el p r o - b l e m a está asociado a escasos ingresos, vivienda i n a d e c u a d a , bajo n i - vel de vida, r e d u c i d o nivel de e s c o l a r i d a d , alto d e s e m p l e o y familias disfuncionales ( D a r o , 1988).

L a falta de atención a ciertos niños n o se identifica c o m o u n p r o - b l e m a social e n l a mayoría de las sociedades tradicionales de elevada f e c u n d i d a d ; t a m p o c o se t o m a n medidas p a r a rescatar a los niños afec- tados o penalizar a los padres. Ciertas formas de n e g l i g e n c i a p u e d e n i n c l u s o estar legitimadas p o r n o r m a s culturales acerca d e l c u i d a d o i n - fantil, l o que podría reflejar respuestas sutiles a presiones de p o b l a - ción o desesperación f a m i l i a r ante las c o n d i c i o n e s existentes. C u a n d o esto resulta e n l a muerte d e l n i ñ o , es difícil r e c o n o c e r el h e c h o c o m o infanticidio, pues rara vez ocurre aislado de otros riesgos e x ó g e n o s a la sobrevivencia infantil, c o m o c o n d i c i o n e s de higiene a m b i e n t a l ina- decuadas, m a l a nutrición, enfermedades infecciosas, etc. Además, l a negligencia selectiva n o involucra violencia u hostilidad contra el niño.

P o r e l c o n t r a r i o , las expresiones de c o m p a s i ó n p o r parte de los p a - dres c o n respecto al niño afectado son frecuentes. L a m u e r t e d e l n i - ñ o n o es el resultado de actos de comisión sino más b i e n de omisión, tales c o m o falta de respuestas a síntomas de desnutrición, deshidrata-

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c i ó n o e n f e r m e d a d e s e s p e c í f i c a s ( S c h e p e r - H u g h e s , 1 9 8 7 b ) . L a s m u e r t e s debidas a a b a n d o n o selectivo son graduales y se c o n f u n d e n c o n causas naturales. E j e m p l o s de a b a n d o n o selectivo de niños e n po- blaciones contemporáneas aparecen e n e l l i b r o editado p o r Scheper- H u g h e s (1987a), e s p e c i a l m e n t e en los capítulos escritos p o r M i l l e r sobre el norte de l a I n d i a , M u l l y M u l l sobre México, y S c h e p e r - H u g - hes sobre e l nordeste de Brasil.

Los ritos de pasaje dolorosos y las acciones punitivas orientadas a hacer que los niños se c o m p o r t e n de acuerdo c o n determinadas nor- mas culturales constituyen el segundo tipo de maltrato i n f a n t i l m e n - c i o n a d o a n t e r i o r m e n t e . Esta f o r m a de maltrato y a b a n d o n o es tam- b i é n f r e c u e n t e e n las sociedades p r e i n d u s t r i a l e s t r a d i c i o n a l e s . S i n e m b a r g o , n o parece estar r e l a c i o n a d a c o n las características d e m o - gráficas de l a s o c i e d a d , al m e n o s n o e n f o r m a d i r e c t a e i n m e d i a t a . P o r esta razón, a u n q u e algunas de estas formas de c u i d a d o infantil y de socialización s o n i m p o r t a n t e s fuentes de m a l t r a t o a los n i ñ o s e n m u c h a s sociedades (por ejemplo, la circuncisión f e m e n i n a ) , ellas n o serán consideradas e n el presente trabajo.

E n u n contexto i n d u s t r i a l y m o d e r n o d o n d e prevalecen bajas ta- sas de f e c u n d i d a d y m o r t a l i d a d , l o que los padres d e m a n d a n d e sus hijos c a m b i a sustancialmente. E n l a mayoría de las sociedades tradi- cionales preindustriales se espera que los niños c o n t r i b u y a n a l a sub- sistencia e c o n ó m i c a d e l hogar. S u valor es esencialmente i n s t r u m e n - tal y a u m e n t a c o n l a e d a d . P o r e l c o n t r a r i o , e n las s o c i e d a d e s desarrolladas el valor i n s t r u m e n t a l de los niños h a sido r e e m p l a z a d o p o r su valor expresivo, esto es, los niños h a n p e r d i d o el valor e c o n ó - m i c o p a r a sus padres, p e r o t i e n e n , e n c a m b i o , u n e n o r m e valor psi- cológico.

Esta transformación, sin embargo, n o sólo trae beneficios p a r a el n i ñ o sino también riesgos, y u n o de los p r i n c i p a l e s es l a p r e v a l e n c i a d e l tercer tipo de maltrato i n f a n t i l m e n c i o n a d o a n t e r i o r m e n t e : for- mas idiosincráticas o patológicas de maltrato. Éstas se d e f i n e n c o m o comisiones (opuesto a omisiones) en el c u i d a d o al niño y le p r o v o c a n d a ñ o físico y/o psicológico (Parke y C o l l m e r , 1975). Ésta es u n a for- m a física de maltrato y se manifiesta e n golpes y otros castigos físicos aplicados de m a n e r a violenta y frecuente.

E n las sociedades desarrolladas la mayoría de los padres está libre de los peligros que p u e d e n afectar l a sobrevivencia y v i a b i l i d a d eco- n ó m i c a de sus hijos. C o m o consecuencia, ellos p u e d e n dirigir sus ob- jetivos paternales hacia l a maximización de atributos deseables e n sus

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hijos, d e m o d o q u e éstos p u e d a n testificar su p r o p i a s u p e r i o r i d a d e c o n ó m i c a , social y cultural. E j e m p l o s de estos atributos son la inteli- g e n c i a ( i n d i c a d a p o r e l r e n d i m i e n t o e s c o l a r ) , l a b e l l e z a física y las destrezas sociales. E n los países más desarrollados, especialmente en- tre las familias de clase m e d i a , o entre los sectores sociales solventes de los países m e n o s desarrollados, l a mayoría de los padres h a prefe- r i d o p r o d u c i r n i ñ o s c o n c u a l i d a d e s deseables e n l u g a r de t e n e r u n e l e v a d o n ú m e r o de hijos. E l m a l t r a t o i n f a n t i l p u e d e ser u n i n f e l i z efecto s e c u n d a r i o de l a p r e o c u p a c i ó n de los padres p o r p r o d u c i r n i - ñ o s c o n a t r i b u t o s s o c i a l m e n t e deseables. Es bastante p r o b a b l e q u e m u c h o s de los niños maltratados y rechazados sean aquellos que care- cen de las cualidades personales y los atributos necesarios para triun- far e n l a e s c u e l a o e n l a c o m u n i d a d e n g e n e r a l ( S c h e p e r - H u g h e s , 1987b). M i e n t r a s q u e l a n e g l i g e n c i a selectiva parece ser c o m ú n e n las p o b l a c i o n e s de alta f e c u n d i d a d , e n las de baja f e c u n d i d a d los p a - trones de rechazo y maltrato idiosincrático p a r e c e n ser más frecuen- tes ( K e m p e et al, 1962). E n m u c h o s casos e l m a l t r a t o a los niños es ejecutado p o r padres punitivos q u e s o b r e c o n t r o l a n a sus hijos y que los someten a elevadas demandas sociales e intelectuales, para quienes el límite entre disciplina, y maltrato n o es claro. Es i m p o r t a n t e señalar q u e e n m u c h o s casos e l objetivo de l a n e g l i g e n c i a selectiva es la, so¬

brevivencia de l a f a m i l i a o d e l hogar- p o r e l c o n t r a r i o el maltrato físi- co v otras formas de maltrato idiosincrático se r e l a c i o n a n c o n u n re- c h a z o p e r v e r s o y sádico d e l n i ñ o c o m o n i ñ o E n t é r m i n o s de d a ñ o relativo la m u e r t e rara vez es el resultado d e l abuso idiosincrático. E n Drincipio este maltrato consistiría e n castigos físicos dirigidos a modi¬

ficar determinadas conductas hábitos o c o m p o r t a m i e n t o s d e l niño v e n este sentido podría ser c o n s i d e r a d o c o m o u n a f o r m a de ' i n c u l c a r la disciplina Sin e m b a r c o en m u c h o s casos este maltrato nuede no ser u n a reacción p a t e r n a frente a conductas específicas d e l niño sino e l resultado de l a frustración p a t e r n a frente a d e t e r m i n a d a s caracterís- ticas d e l hiio míe no le n a r e r e n deseables ñ e r o míe d i f í c i l m e n t e rme de c a m b i a r sean éstas físicas o psicológicas F l niño es r e c r i a d o ñor sus nadres p e r o no m e d ante e f retiro de la atención sino vahéndose d e l maltrato físico

A l final de l a transición de u n a alta a u n a baja f e c u n d i d a d e n u n a s o c i e d a d d e t e r m i n a d a , es frecuente que las clases sociales más desfa- vorecidas y las minorías culturales ya hayan a d o p t a d o l a estrategia de t e n e r p o c o s h i j o s y r e a l i z a r sustanciales i n v e r s i o n e s e n c a d a u n o . C u a n d o ciertas metas sociales y económicas correspondientes a l a cía-

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se m e d i a h a n sido internalizadas p o r estas familias, el h e c h o q u e el n i - ñ o fracase en la prosecución de dichas metas p u e d e ocasionar h u m i - llación, frustración y rechazo en padres que c o n s i d e r a n que los logros d e sus hijos son l a f o r m a más segura de m o v i l i z a r s e s o c i a l m e n t e , l o c u a l p u e d e resultar e n m a l t r a t o a los n i ñ o s . A d e m á s , esta situación p u e d e agravarse d e b i d o a l a representación d e l n i ñ o e n l a ideología f a m i l i a r de las sociedades postindustriales c o m o u n a carga, lo que es el resultado de l a pérdida de su r o l p r o d u c t i v o e n l a e c o n o m í a f a m i - l i a r . L a i m a g e n estereotipada de los n i ñ o s c o m o m i e m b r o s inútiles d e l a f a m i l i a , c o m o perezosos, d e p e n d i e n t e s y c o m o m e r o s c o n s u m i - d o r e s d e r e c u r s o s , p u e d e c o n t r i b u i r al r e s e n t i m i e n t o p a t e r n o e n c o n t r a de los hijos e n u n contexto de escasos recursos.

U n g r u p o a d i c i o n a l de niños que e n f r e n t a n u n alto riesgo de su- f r i r maltratos e n p o b l a c i o n e s de baja f e c u n d i d a d son los niños n o de- seados o i n c o n v e n i e n t e s , generalmente c o n c e b i d o s p o r errores e n el uso d e a n t i c o n c e p t i v o s . L a c r e c i e n t e a c c e s i b i l i d a d a l a a n t i c o n c e p c i ó n m o d e r n a c o m i e n z a a i n t r o d u c i r e n l a i d e o l o g í a f a m i l i a r l a i d e a de q u e todos los niños son deseados y todos los n a c i m i e n t o s d e b e n ser intencionales. Así, estos niños accidentales p u e d e n sufrir rechazo psico- lógico y maltrato físico p o r parte de sus padres. E n contextos c o n baja f e c u n d i d a d l a e v i d e n c i a m u e s t r a q u e el m a l t r a t o i n f a n t i l es m á s fre- cuente entre las madres que usan i n a p r o p i a d a m e n t e l a planificación familiar que entre aquellas que l a usan adecuadamente. Variables ta- les c o m o l a e d a d de los padres al n a c i m i e n t o d e l p r i m e r hijo, y el es- p a c i a m i e n t o de los n a c i m i e n t o s , g e n e r a l m e n t e r e l a c i o n a d a s c o n e l uso a d e c u a d o de anticoncepción, también se r e l a c i o n a n c o n maltrato i n f a n t i l (Zuravin, 1988).

Especialmente se e n c u e n t r a n bajo riesgo los niños de las familias pobres de aquellos países m e n o s desarrollados que están en m e d i o de la transición de u n a alta a u n a baja f e c u n d i d a d . Según hemos sugeri- do, el descenso de l a f e c u n d i d a d n o p r o c e d e de m a n e r a u n i f o r m e e n l a población de u n país. E l nuevo nivel y el patrón de f e c u n d i d a d son adoptados p r i m e r o p o r l a clase m e d i a u r b a n a y l u e g o p o r otros g r u - pos socioeconómicos (Lesthaeghe y Surkyn, 1988). Es frecuente que muchas familias rechacen el nuevo régimen de fecundidad. Esto p u e d e ser el resultado de u n acceso l i m i t a d o a los beneficios d e l desarrollo y modernización. E n l a mayoría de los casos, sin embargo, la prevalencia d e u n a alta f e c u n d i d a d entre los sectores sociales m e n o s privilegiados parece ser u n a consecuencia de l a p e r m a n e n c i a de valores familiares y n o r m a s reproductivas tradicionales que se m a n t i e n e n fuertemente

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e n r a i z a d o s entre ellos, a u n c u a n d o e n m u c h o s aspectos hayan s i d o b e n e f i c i a d o s p o r e l p r o c e s o de m o d e r n i z a c i ó n . L a falta de acceso a los m é t o d o s m o d e r n o s de anticoncepción también p u e d e m e n c i o n a r - se c o m o u n determinante de l a alta f e c u n d i d a d entre algunos g r u p o s <

sociales.

S e g ú n se sugirió a n t e r i o r m e n t e , l a disminución d e l valor e c o n ó - m i c o de los hijos y l a p é r d i d a de sus roles p r o d u c t i v o s h a n sido i m - portantes d e t e r m i n a n t e s de l a caída de l a f e c u n d i d a d . P o r l o tanto, para aquellas familias que h a n m a n t e n i d o u n a alta f e c u n d i d a d a pesar de los cambios socioeconómicos, u n elevado n u m e r o de hijos pasa a ser u n a carga bastante pesada. Este exceso de niños tiene u n alto ries- go d e sufrir años de maltrato. Además, la modernización y el desarro- llo, especialmente e n áreas rurales, p u e d e n tender a aumentar los i n - gresos entre algunas f a m i l i a s , p e r o estos procesos p u e d e n t a m b i é n g e n e r a r fuerzas negativas p a r a l a población p o b r e , p a r t i c u l a r m e n t e e n ambientes d o n d e prevalece u n a elevada concentración de bienes y recursos ( B a r d h a n , 1984). E n este c o n t e x t o , bajo circunstancias de e x t r e m a p o b r e z a , y especialmente e n ambientes d o n d e se enfatiza e l bienestar de l a f a m i l i a c o r p o r a t i v a sobre e l bienestar d e l i n d i v i d u o , p u e d e ser frecuente que las familias c o n niveles elevados de f e c u n d i - d a d envíen a sus hijos a trabajar f u e r a de la granja a edades t e m p r a - nas y n o sean capaces de protegerlos de diversas f o r m a s de e x p l o t a - ción e c o n ó m i c a sexual o física y de que realicen trabajos peligrosos los cuales son también formas de maltrato infantil. Esto sería u n caso especial de n e g l i g e n c i a selectiva. L o s padres que desean tener acceso al m u n d o m o d e r n o a u m e n t a n d o la capacidad de p e r c i b i r ingresos de la f a m i l i a p e r o al m i s m o t i e m p o desean m a n t e n e r algunas prácticas y n o r m a s tradicionales n o t i e n e n otra alternativa sino sacrificar a algu¬

nos d e sus hijos e x p o n i é n d o l o s a diferentes formas de e x p l o t a c i ó n . Aquí c o m o e n el caso d e l maltrato idiosincrático, y al contrario de l a mavoría de los casos de n e e l i e e n c i a selectiva clásica el objetivo n o es la m u e r t e d e l n i ñ o .

M i e n t r a s q u e l a n e g l i g e n c i a selectiva es c o m ú n e n l a mayoría de las sociedades tradicionales de elevada f e c u n d i d a d , los patrones idio- sincráticos de maltrato n o l o son. P o r ejemplo, e n u n v o l u m e n edita- d o p o r K o r b i n (1981a), varios autores i n d i c a n que e n las sociedades e n q u e r e a l i z a r o n sus investigaciones n o se d a n las formas de maltrato i n f a n t i l i n t e n c i o n a l y m a l i c i o s o (véase, p o r e j e m p l o , a L a n g n e s s , 1981; L e V i n e y L e V i n e , 1 9 8 1 ; J o h n s o n , 1981, O l s o n ; 1981 y Wagatsu- m a , 1981). E n las sociedades tradicionales e l bienestar d e l h o g a r se

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r e l a c i o n a c o n l a p r o d u c c i ó n f a m i l i a r y, p o r c o n s i g u i e n t e , los p a d r e s no se p r e o c u p a n p o r l a c a l i d a d , l a c o m p e t i t i v i d a d o los atributos so- ciales de sus hijos, sino p o r tener suficientes hijos p a r a satisfacer las d e m a n d a s laborales de la e m p r e s a familiar. E l h e c h o de que las per- sonas c r e a n q u e l a f e c u n d i d a d está e n las m a n o s de D i o s o e n l a fe p u e d e también i n f l u i r e n la ausencia relativa de maltrato idiosincráti- co a los niños en estas poblaciones e n comparación c o n l o que o c u r r e en las sociedades m o d e r n a s y de baja f e c u n d i d a d . Además, d e b i d o al significativo r o l de los niños e n la e c o n o m í a f a m i l i a r y a su v a l o r eco- n ó m i c o e i n s t r u m e n t a l , así c o m o d e b i d o a la prevalencia de u n i d a d e s f a m i l i a r e s g r a n d e s y e x t e n d i d a s , l a i d e o l o g í a f a m i l i a r establece q u e los niños n o son únicamente propiedad de los padres sino también res- p o n s a b i l i d a d de l a f a m i l i a e x t e n d i d a e i n c l u s o de l a p r o p i a c o m u n i - dad. L a familia e x t e n d i d a parece ser u n c o n t r o l efectivo y fuerte c o n - tra el maltrato infantil idiosincrático practicado p o r padres abusivos.

E n contextos m o d e r n o s y de baja f e c u n d i d a d , d o n d e los niños y a n o están involucrados en l a producción de bienes y servicios, ya sin valor e c o n ó m i c o y c o n l a fisión de hogares extendidos e n pequeñas u n i d a - des nucleares que son e c o n ó m i c a y e m o c i o n a l m e n t e autosuficientes, los n i ñ o s p a s a n a ser responsa.bilida.cl e x c l u s i v a de sus p a d r e s . Este p r o c e s o r e c i b e e l n o m b r e d e f a m i l i a r i z a c i o n del niño ( Q v o r t r u p 1993). Las i n t e r a c c i o n e s entre los niños y sus padres a u m e n t a n sus- t a n c i a l m e n t e y, al m i s m o t i e m p o d i s m i n u y e n aquellas c o n otras per- sonas c o m o p o r ejemplo, los m i e m b r o s de l a familia e x t e n d i d a (tíos, abuelos) T o d a s las decisiones respecto a los niños son tomadas p o r sus padres v l a i n f l u e n c i a de otras personas es prácticamente n u l a S u c o m p o r t a m i e n t o sus características físicas o psicológicas son evalua- das casi exclusivamente p o r sus padres. D e esta f o r m a e l n i ñ o p i e r d e la protección de l a f a m i l i a e x t e n d i d a o de l a c o m u n i d a d y es más vul¬

nerable al maltrato idiosincrático.

Conclusiones

D u r a n t e los últimos años e l debate sobre l a p o b l a c i ó n h a dejado de centrarse e n a r g u m e n t o s m a c r o e c o n ó m i c o s d e l t i p o relación entre población y d e s a r r o l l o . L o s enfoques recientes se r e f i e r e n a p r o b l e - mas más específicos tales c o m o la i n f l u e n c i a d e l c r e c i m i e n t o de l a po- blación en l a pobreza, e n el r o l de l a mujer, e n la salud, en el desarrollo de recursos h u m a n o s y e n el m e d i o ambiente (Cassen, 1994). E n ge-

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n e r a l , la mayoría de los autores h a c o n c l u i d o que e l c r e c i m i e n t o rápi- d o d e la población y l a alta f e c u n d i d a d tienen u n efecto adverso e n e l m e j o r a m i e n t o d e l nivel de vida de l a población y son u n obstáculo p a - r a l a erradicación de l a p o b r e z a e n l a mayoría de los países d e l T e r c e r M u n d o . U n a baja f e c u n d i d a d , e n c a m b i o , eliminaría u n a serie d e l i - mitaciones al desarrollo socioeconómico.

U n r e s u l t a d o p o s i t i v o de l a d i s m i n u c i ó n de l a f e c u n d i d a d es l a disminución g r a d u a l d e l maltrato infantil selectivo. Según se m e n c i o - n ó a n t e r i o r m e n t e , l a baja f e c u n d i d a d i m p l i c a que hay más r e c u r s o s disponibles e n el hogar p a r a los niños e n general y p a r a cada n i ñ o e n particular. L o s padres n o están obligados a tratar a sus hijos de f o r m a desigual, esto es, n o necesitan dejar de l a d o a algunos a fin de p e r m i - tir q u e otros m i e m b r o s de la f a m i l i a sobrevivan. Además, u n a baja fe- c u n d i d a d a u m e n t a l a h a b i l i d a d de los padres p a r a ayudar a sus hijos a aprovechar nuevas o p o r t u n i d a d e s y para invertir e n su salud y e d u c a - ción. Estas, y otras ventajas adicionales de l a baja f e c u n d i d a d p a r a e l bienestar de los n i ñ o s a l n i v e l de las f a m i l i a s h a n s i d o i d e n t i f i c a d a s p o r d i v e r s o s a u t o r e s (véase, p o r e j e m p l o , L l o y d , 1994; A h l b u r g , 1994). E s t u d i o s e n e l á r e a de políticas sociales h a n s u g e r i d o q u e l a planificación f a m i l i a r sería u n m e d i o m u c h o más efectivo p a r a r e d u - cir el p r o b l e m a d e l maltrato i n f a n t i l que otras medidas directas o i n - directas ( L i g h t , 1973). S i n e m b a r g o , l a baja f e c u n d i d a d n o p a r e c e asegurar u n a disminución d e l maltrato i n f a n t i l , sino sólo u n c a m b i o d e f o r m a . L o s mismos factores que d e t e r m i n a n l a caída de l a f e c u n d i - d a d c r e a n las c o n d i c i o n e s p a r a u n a u m e n t o d e l maltrato infantil i d i o - sincrático o patológico.

E l anterior análisis d e l maltrato infantil d e n t r o de diferentes c o n - textos demográficos entrega u n a nueva perspectiva p a r a el estudio de este aspecto oscuro d e l c o m p o r t a m i e n t o h u m a n o y enfatiza l a i m p o r - tancia de considerar aspectos demográficos e n el estudio d e l maltrato i n f a n t i l . L a exacta i m p o r t a n c i a de los factores demográficos y sus de- terminantes socioeconómicos debe ser d e t e r m i n a d a p o r estudios e m - píricos. L o s c o n c e p t o s discutidos e n este trabajo h a n s u g e r i d o hipó- tesis r e l e v a n t e s q u e p u e d e n a y u d a r a g u i a r e s t a i n v e s t i g a c i ó n . F i n a l m e n t e , entonces, es i m p o r t a n t e p r o p o n e r algunas ideas respecto a c ó m o p o n e r a p r u e b a algunas de estas hipótesis. U n a estrategia me- todológica posible sería l a de realizar u n análisis multivariado e n que las u n i d a d e s serían mujeres c o n niños y l a información se recolectara p o r m e d i o de encuestas. L a variable d e p e n d i e n t e sería m a l t r a t o i n - fantil, l a cual tendría dos indicadores: su nivel y su tipo (negligencia

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selectiva o maltrato idiosincrático). Estas variables ya h a n sido m e d i - das e n diversos estudios c o n instrumentos i n c o r p o r a d o s a encuestas y, a pesar de referirse a u n tema socialmente d e l i c a d o , se h a n l o g r a d o resultados a p a r e n t e m e n t e c o n f i a b l e s (véase, p o r e j e m p l o , Z u r a v i n , 1988). L a variable i n d e p e n d i e n t e sería el patrón de la f e c u n d i d a d , el c u a l p u e d e medirse, p o r ejemplo, a través de los siguientes c i n c o i n d i - cadores: n ú m e r o de hijos, espaciamiento entre e l p r i m e r o y el segun- do hijo, e d a d de l a m a d r e al p r i m e r n a c i m i e n t o , n ú m e r o de hijos n o p l a n i f i c a d o s y n ú m e r o de hijos de diferentes padres. E n u n e s t u d i o de este t i p o también sería necesario i n c l u i r otras variables, especial- m e n t e aquellas referidas a las características d e l h o g a r e n e l c u a l es- tán insertados el n i ñ o y su m a d r e , i n c l u y e n d o características socioeco- nómicas. Sería i m p o r t a n t e establecer l a c a p a c i d a d p r e d i c t i v a d e los i n d i c a d o r e s d e l patrón de l a f e c u n d i d a d c o m p a r a d o s c o n esas otras variables, especialmente c o n aquellas que usualmente se h a n e n c o n - trado relacionadas c o n el maltrato i n f a n t i l , c o m o es l a e d u c a c i ó n de los padres. A l t e r n a t i v a m e n t e (o c o m p l e m e n t a r i a m e n t e ) p u e d e p r o - ponerse u n estudio de tipo más cualitativo U t i l i z a n d o los c i n c o i n d i - cadores d e l p a t r ó n de l a f e c u n d i d a d p u e d e construirse u n í n d i c e y f o r m a r dos grupos pequeños de madres cada u n o c o n u n natrón de f e c u n d i d a d [ d i f e r e n t e : p r e t r a n s i c i o n a l / p o s t r a n s i c i o n a l o t r a d i c i o - n a l / m o d e r n o . A c o n t i n u a c i ó n p u e d e n u t i l i z a r s e diversas t é c n i c a s cualitativas (grupos focales entrevistas e n p r o f u n d i d a d ) para estudiar el m a l t r a t o i n f a n t i l e n c a d a g r u p o . T a m b i é n p u e d e c o n s i d e r a r s e l a posibilidad de utilizar los cinco indicadores d e l patrón de l a f e c u n d i - dad p a r a i d e n t i f i c a r localidades p e q u e ñ a s ( m u n i c i p i o s b a r r i o s co¬

m u n i d a d e s rurales) c o n patrones de f e c u n d i d a d diferente y realizar en éstas el estudio d e l maltrato infantil c o n métodos cualitativos.

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Referencias

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