In te r e s a d o s los A y u n t a m i e n t o s e n q u e se c u m p la n las disposiciones c o m p re n d id a s e n la c iic u la r q u e a n tec ed e, p a r a e v i t a r los perjuicios co n sig u ie n
tes á la m a s leve omisión en a s u n to d e ta n ta i m p ortancia; inútil seria q u e yo e sc itá ra el celo de V.
. P ara este servicio c u a n d o en él se cifra el justo re in te g ro d e las c a n tid a d e s s u m in is tr a d a s p o r ese vecindario e n la p r ó x i m a pasa d a g u e r r a , y Y . § . tiene la s a g r a d a obligación de p r o c u r a r en o b se q u io d e su s a d m in is tr a d o s e v ita n d o p a r a llenarla u lterio
res re cu erd o s, q u e ' s ie m p r e re b a ja ría n m u c h o el prestigio m oral d e esa m u n icip alid ad , re sp ecto de aquel os, y a e las a u to r id a d e s superiores, q u e s e n tirían verse e n el caso d e t e n e r q u e a d o p t a r las m edidas necesarias, p a ra hacerle c u m p lir con s e m e j a n t e d e b e r Dios g u a r d e á V . S . m u c h o s años.
A lb ac ete ~ 3 d e Julio d e \ 8 4 5 . — José de G a r ib a y .
— S eñ o re s P re s id e n te s y A y u n t a m i e n t o s C o n s titu cionales de esta P ro v in c ia .
PARTE NO
o f i c i a l.
n o OOOO
Program a p a r a la explicación d e l noveno c u r - so ele la carrera de ju risp ru d en c ia , cuija a siq tia - fara es derecho n a tu ra l y de gentes, tratados, y
relaciones diplom áticas.
t r i b u y e n e c e s a r ia m e n te á e s ta so ciabilidad d e b e te n e r s e p o r prescrito p o r el d e r e c h o n a t u r a , toe o o q u e la p e r t u r b a d e b e r e p u t a r s e c o m o p ro h ib id o p o r el m ism o d e r e c h o :” y de a q u i f i n a lm e n te , q u e to o el siste m a consiste » e n o b lig a c io n e s m u t u a s , p a z , y b e n e v o le n c ia .” A c u y o p rin c ip io a d e m a s d e o b j e t á rs e le , com o á casi "todos los a d o p t a d o s p o r los a u
t o r e s d e la escuela del d e r e c h o n a t u r a l , s u i n s u f i ciencia y la a r b i t r a r i e d a d d e t o m a r c o m o p r i n c i p i o s lo q u e d e b e s e r d e m o s t r a d o p o r o t r o s a n t e r i o r e s s e les o p o n e con ra z u n q u e d e ellos n o p u e d a n ^ d e d u cirse los d e b e r e s p a r a con Dios, ni lo s e 1 0 j v i — d ú o p a r a consigo m ism o , p o r m a s q u e e es o ía y a t r a t a d o de d e fe n d e rlo s B a r b e y r a e .
C o n tin u ó s u esc u e la el c é l e b r e C r i s i a n o -
m a sio e n s u s a -
d o p t a n d o el m is m o prin cip io d e Ja s o m a n i1 a , a u ° q u e explicado en m u c h a s cosas d e d ife re n te m o d o ; y B a r b e y r a c , sin s e r original s e c o n t e n t o co n e x te n d e r y d ivulgó las m ism a s d o c t r i n a s .
P o s te r i o r m e n t e c u ltiv ó e s t a c i e n c i a , e n tre o t r a s , el famoso H e in e c io . E s te e sc rito r , t a n precioso, t a n ilustrado, ta n m e tó d ico y e x a c to , d e s p u é s e a e r re p r o b a d o com o insuficientes los principios e r a '
S S S S f S S
tójNTINUÁCION.)
O O OOOt)
P u fien d o rf se declaró m a s in d e p e n d ie n te y a t r e vido. P a r a él no h u b o m as p rincipio q u e el J e la
razón, sin to m a r y a en c u e n ta la m a n e r a y a u t o ridad (tom ada científicamente) con q u e la r a z ó n de la h u m a n id a d re u n id a en sociedades se , h u b ie s e expresado y realizado, las ,ideas, de lq ju s to , sino
ficiencia d e c a d a uno, t u v o — .1 7 - ,
c i e n - d e go-, con q u e él se com plac e
y com o con este solo no
solamente la razón conocida por u n principio q u e tuvo por racional, y tra ta n d o d e d e m o s tr a r c o n fo r
m e á él p o r el raciocinio lógico todas s u s c o n s e cuencias. E ste, pues, fue v e r d a d e r a m e n te el p r i m e -
e n tr e los m odernos q u e in te n tó elevar la '
e se
p,os de raciocinio. . ^ , „ c¡p!os * los que le1 * modificación
B u r la m a q u i siguió entre los m odernos q u e in te n to elev a r ]a c ,‘Pn , , . V , °
del derech o á tádHa p A S ^ n t e Hldsóficá " r á c i A ^ ' p r e c e d id o e n - <
I. r$ofl..;L p, . l0' . . f i u e m ere z c a n o t a r s e , :como no s e a e n Ia c u e stió n á
m ismas ... 1 n ,^ • - t i '° u u a t de la sociedad y e r P6u seúb; chm ino c n y a a ltá tilidad no p u ed e ponerse en d u d a , así com o t a n i „ Poco sus peligros. El principio único de q u e PuíFen- dorf p re te n d e d educir por legitimo raciocinio to d as las ideas del derech o es la sociabilidad hum ana, q u e formula en la siguiente proposición: « c a d a h o m b r e
abe te n e r sen tim ie n to s Qe soci^ii^il1|:Iac.¿.^s}c|ecÍF»>^s-.f>.
íar « n c ll^ tiy ^ ^ m á M lé 'n e r en* c u a n to d e p e n d a d e él, Una sociedad pacifica con todos los dem as, conform e ó la constitución y al objeto de todo gén e ro h u m a do sin excep ció n . (Libro 2¡.°, c a p ítu lo 111, §. \ 5 , ”j B e aq u í d educe q u e »así como todo lo q u e c o n =
( S e con ¿¿,tliítrd).
o u t J t ;f vi ? ) lí i ¡ t i i á ( a e n o t ' ;*nif t t
Imprenta de H errero —P edron, ■S o le r ^ C°n'Fa>~
Biblioteca Digital de Albacete «Tomás Navarro Tomás»
NUM. 88. J u e v e s 2 4 ^ Julio de i8/¡.5.
6 Cu a r t o sS a l e M a r t e s , J u e v e s y S á b a d o s . L a s r e c l a m a c i o n e s s e l i a r á n a l S e ñ o r G e f e p o l í t i c o ; y l o s a v i s o s á e s t a . R e d a c c i ó n s e r á n f r a n c o s d e p o r t e ,
í n c u y o r e q u i s i t o n o s e a d m i t i r á n .
PR ECIO S D E St'SCRICIOÜ.
E n e s ta C a p ita l u n m e s ... 8 rs.
Id e m p o r tre s m eses... 22 F u e r a , u n roes franco d e p o r te lo Id e m p o r tr e s meses . i . . . . 28
PA R TE OFICIAL.
I N T E N D E N C I A d e
P R o v i N C I A V E y l L Ba c e t e.
L a I n t e n d e n c i a m i l i t a r d e l d i s t r i to cíe Ia C a p itá n i^
g e n e ra l d e V a le n c ia co n fe c h a S d e l c o r r ie n te m e dtc%
lo q u e sig u e, t a s r e p e tid a s esc ita cio n es q ue ta.ntn A. S. com o los d e m á s I n te n d e n te s d e l aS P °v in ^ cías d e e sta c o m p re n s ió n m e h a n h e c h o p a r a -íI Ue rlopte m is disposiciont
*■
"~1"~ “ Va uisposfcion-es á fin d e q u e se e sp ú |a ” p ® ,c° ^ '
a u e h ic ie ro n Ins _____ ' i^c á los cuerposruernos > , y v," " f del , u e*
d a de ACe-
W s E m # # #
p a rtic u la rm e n te m i a te n c ió n , sin q u e las d is p o s ,Clo.
n e s q u e h asta a h o ra he to m ad o h a y a n p ro d u c id o ej e f cío q u e me propuse; p o rq u e el crecid o n u m e io d e ios espedientes q u e se e n c u e n tra n en, este cas° J defectos de que los m as ad o lec en , h a n e n to rp e c id o los trab a jo s de las O ficinas M ilitares te n ie n d o q a P el e
v a r a la S u p erio rid ad consultas q u e a u n no ha P >o re so lv e r. S in em baVéb a „ j m ado de los nae.l0 ' d e >
seos de cooperar ¿ blos de V. S. y demáS' » ' h-
, s a r P
caso de h a b e ila s. J a s o¡]c¡ms Militares el despacho este m odo prefiriera , ‘ sunljn istros, desaparecerán ]0s d e tales espedientes recaudación; y si o b sta . m otivos q u e entorpece , .[rj0 venCer im pidiesen e i
so y la s cantidades p q Go]JiCrno con toda ene r ’
■
t r a t a , y con las p re q u e
tos, y n o se lia q u ellas cuando c a rta s de
í ü S f Ü i i
vm cia, b a n c o de poi te, ‘ j s Ayuntamientos de
« r í » 5 *
q«eh ay a lugar.
espresa generales q
w _ Llv 1 ‘-N r , .
ap o d erad o general en Valencia, ai a a c a t a Corpora
tio n un recibo suficientem ente e s p its n o ce las que
^ n tr e g Ue firm ado por el Sindico, visado por el Mca!- y rectificado por el S ecretario iv ayuntam iento.
. A lbacete 16 d J Julio de lM 6 .= L o rc n z o p ^ n a u hoz de Heguera.
Biblioteca Digital de Albacete «Tomás Navarro Tomás»
R
elaciónde las certificaciones que se presentan para que las oficinas m ilitares p u e d a n liq u id a r y esp ed ir las ca ria s de pago de los SunY *
j e r o n , á s a b e r . n m i s t r o s q u e l a s produ-
r n m i m m islaceikdjiüii
2
I I I I Certifica
ciones.
Pueblos que
las presentan. Swyeü» Zas AWroM 1/ s:«crüe„. Puntos.
Fechas e?g, Dias.
que se M ese s.
espidieron.
A ñ o s . 1
\« - i M a la . D J. T. Comisario de Guerra. Murcia. T. T . T .
i B ersid o rin . D In terventor militar. Valencia. T. T . T .
Su m in istro s á que se contraen.
$ P o r s u e ld o s y h a b eres de
la movilización
d e )( in f a n t e r ía del al <je z
( P o r
r a c io n e sde
pan ypienso
ála movilización])
\ de c a b a llería d el al ^ i
Im porte l e a l e s . M rs
(ÜHI2¡BS>(!¡)lí IFJBÜH®©© "J ^ (D S S tP ü S lIiX g jd u ¡ g ia ü ^ I ililD ü 'D
0000
o o o o
G olosalvo.
M a l h i e r a .
Beoafer.
D ... Comisario de Guerra. Albacete.
D ...I nterv ento r militar. Valencia.
D ... Comisario de Guerra. Castellón.
T.
T.
T .
T.
T . T.
T . r . v .
BechL
H » $ !l I D U H S Ü ®
D ... C om isario de Guerra.
P o r s u e l d o s y h ab er á tal B a ta lló n P o r pan y p ie n s o á tal E scu a d r ó n
P o r v í v e r e s e n tr e g a d o s á tal C u e r p o ó factor.
Castellón.
T.
T. ( E n t r e g a d o ^ ® o n • • .\
c u e r p o ... e m p l e o . .de tal;
o o o o
R u safa.
L u c e n a V i l l a m a l e f a . Chiva.
Cofre n tea.
D ... .. I n t e r v e n t o r militar.
D ... C om isario de Guerra.
D
...Interventormi i r.
D , C o m isa rio de Guerra.
I n t e r v e n t o r militar.
Valencia.
C a stelló n . C a ste lló n . V a len cia . V a len cia .
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