Aleitamento materno

Top PDF Aleitamento materno:

Fatores associados ao desmame precoce do aleitamento materno

Fatores associados ao desmame precoce do aleitamento materno

Tais ações nos parecem muito importantes, visto que, a análise dos artigos permitiu conceber a ideia de que ainda são poucos os profissionais de saúde que conhecem e praticam as habilidades de aconselhamento. A falta de conhecimentos e de habilidades no manejo clínico, necessários para dar suporte e apoio às mães, de forma a enfrentar adequadamente as inúmeras situações que se apresentam, em especial nos primeiros dias pós- parto, podem ter influência negativa no estabelecimento e na manutenção do aleitamento materno exclusivo. Por isso, acredita-se que as gestantes precisam ser encaminhadas a um ambiente favorável à amamentação e contar com o apoio de profissionais habilitados a ajudá- las, para que esta prática se estabeleça com eficiência. Diante disto, para que o início e o estabelecimento do aleitamento materno tenham êxito, as mães necessitam do apoio ativo durante a gravidez e após o parto, não apenas de suas famílias e comunidades, mas também de todo o sistema de saúde, incluindo os profissionais com quem as gestantes e puérperas mantêm contato. Esses por sua vez devem estar comprometidos com a promoção do aleitamento materno e serem capazes de fornecer informações apropriadas, devendo demonstrar habilidades práticas no manejo do aleitamento materno. Mesmo porque o ato de amamentar é um processo delicado, longo e trabalhoso, pois vai além do fornecimento de alimento. Trata-se da construção de uma nova identidade, enquanto mãe, ou construção da identidade de mãe de um ser humano recém introduzido na dinâmica do grupo familiar.

9 Lee mas

O processo de ensino-aprendizagem de puérperas nutrizes sobre aleitamento materno

O processo de ensino-aprendizagem de puérperas nutrizes sobre aleitamento materno

No puerpério imediato e tardio, período de tempo compreendido entre o nascimento do neonato e o 10º dia e 45º dia de pós-parto, respectivamente, muitas mudanças ocorrem na vida do bebê, da mãe e da família. Nesse momento, muitas mulheres possuem dúvidas e receios inerentes à amamentação, logo, os profissionais de saúde, incluindo os enfermeiros, precisam realizar práticas educativas contextualizadas sobre a temática. Tais orientações visam, dentre outros aspectos, promover o aleitamento materno exclusivo (AME) até o sexto mês de vida e de forma complementar até dois anos, conforme preconiza o Ministério da Saúde (MS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) 1 .

12 Lee mas

ATIVIDADES EXTENSIONISTAS PARA PROMOÇÃO PROTEÇÃO E APOIO AO ALEITAMENTO MATERNO: RELATO DE EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES EXTENSIONISTAS PARA PROMOÇÃO PROTEÇÃO E APOIO AO ALEITAMENTO MATERNO: RELATO DE EXPERIÊNCIA

Introdução : A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) recomendam que seja utilizado o aleitamento materno exclusivo como única fonte de alimento ao Recém-Nascido (RN) nos primeiros seis meses de vida e complementado até dois anos de idade ou mais;objetivos: - Oferecer atualização acerca do aleitamento materno para profissionais da saúde que atuam no município de Uruguaiana; - Orientar as mulheres no puerpério mediato em relação ao aleitamento materno; - acompanhar as primeiras mamadas do Recém- Nascido (RN); - Orientar as famílias sobre como auxiliar as mulheres para que possam amamentar de forma mais efetiva e tranquila. Metodologia :Trata-se de um estudo descritivo, que visa contribuir para a melhor compreensão da distância entre o conhecimento e a prática, na medida em que auxilia na compreensão dos sentimentos e emoções das pessoas, explicando suas ações diante de um problema em situação (MINAYO, 2014), do tipo relato de experiência, que é um texto que descreve uma dada vivência/experiência que possa contribuir de forma positiva para uma área de conhecimento especifica. Reflexão Teórica :A inserção nas atividades de extensão vem oportunizando a tomada de consciência de situações que frente ao aleitamento materno não são novas e tem sido vastamente apresentada na literatura pertinente, aqui vamos elencar aquelas que foram identificadas com maior predominância nas atividades já realizadas com as puérperas: Falta de informação e atualização acerca do aleitamento materno no pré-natal ;Necessidade de uma rede social de apoio. Considerações finais:A realização destas atividades de extensão tem se apresentado como campo profícuo para desenvolvimento acadêmico pois: -oportuniza espaço de aprendizado e trabalho inserindo o acadêmico em atividades práticas sob supervisão docente; - ensina a vivencia da enfermagem no grupo de trabalho; - oportuniza reflexão do acadêmico acerca de suas responsabilidades como um futuro profissional e por fim, - reafirma na prática o preceito da indissociabilidade entre extensão, ensino adotado pela Universidade.

6 Lee mas

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA PROMOÇÃO DO ALEITAMENTO MATERNO: REVISÃO INTEGRATIVA

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA PROMOÇÃO DO ALEITAMENTO MATERNO: REVISÃO INTEGRATIVA

O ato de amamentar ultrapassa concepções de naturalidade da fisiologia da mulher, ele é baseado no conhecimento, vivência e valor que cada mulher e o seu meio familiar atribuem a essa prática. Além disso, o Brasil é um país muito extenso geograficamente e por esse fato, diversificado em relação à cultura, situação social, econômica e práticas direcionadas a evitar o desmame precoce, o que interfere na adesão do mesmo. Dessa maneira, faz-se necessário conhecer as realidades locais das características do aleitamento materno, a fim de intervir de maneira correta no planejamento de ações educativas que propiciem o aumento da prática de amamentar (BARBIERI et al, 2015; WILHELM; et al, 2015).

7 Lee mas

Fatores sociodemográficos maternos associados ao aleitamento materno exclusivo

Fatores sociodemográficos maternos associados ao aleitamento materno exclusivo

Por meio de um formulário pré-codificado, cole- tou-se informações para identificação das crian- ças e das mães entrevistadas, além das condições socioeconômicas, demográficas e a duração do AME, tais como: sexo da criança (masculino e feminino), idade da criança em meses (< 6, 6 a 11 e 12 a 23), cor da pele da criança referida pela mãe (branca, negra e parda), idade materna em anos (≤ 19, 20 a 34 e ≥ 35), escolaridade materna em anos (< 9, 9 a 11, 12 a 15 e ≥ 16), estado civil materno (com e sem companheiro), número de filhos (até 2 e 3 a 5), família beneficiária de pro- grama social (sim e não), tipo de programa social (Programa Bolsa Família, Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, beneficiário de mais de um programa social e outros programas) e duração do aleitamento materno exclusivo em meses (< 6 meses, 6 meses e > 6 meses).

13 Lee mas

Estratégias utilizadas por enfermeiros na promoção do aleitamento materno no puerpério imediato

Estratégias utilizadas por enfermeiros na promoção do aleitamento materno no puerpério imediato

O presente estudo iniciou-se com a escolha do tema. A coleta de dados ocorreu entre os meses de fevereiro a maio de 2012. A busca dos artigos foi realizada em periódicos científicos de enfermagem constantes a Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), que inclui dentre outras, as seguintes bases de dados informatizadas: Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Literatura Latino Americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e da Literatura Internacional em Ciências da Saúde (MEDLINE). Para coleta de dados foram considerados os seguintes critérios de inclusão: a) periódicos publicados no Brasil; b) em português; c) cuja temática inclui aleitamento materno e cuidados de enfermagem, independentemente se o periódico pertence à área de enfermagem ou não; d) com disponibilidade em texto completo.

8 Lee mas

Programa MATERNO INFANTIL 2009

Programa MATERNO INFANTIL 2009

Bibliografía: (1) Cunningham FG & McDonald PC, Manual de obstetricia de Williams, 21 Edición, McGraw-Hill/Interamericana, México 2003; (2) Mabel Bonilla, Dystocia, http://www.emedicine.com/med/topic3280.htm (3) Harish M Sehdev, Cesarean Delivery, http://www.emedicine.com/med/topic3283.htm; (4) Christian S Pope, Vacuum Extrac- tion, http://www.emedicine.com/med/topic3389.htm (5) Aram Bonni, Forceps delivery http://www.emedicine.com/med/topic3284.htm; (5) Michael Sherman, Maternal Chorio- amnionitis, http://www.emedicine.com/ped/topic89.htm (6) John R Smith, Postpartum hemorraghe, http://www.emedicine.com/med/topic3568.htm (7) Shad H Deering, Abruptio placentae http://www.emedicine.com/med/topic6.htm (8) Saju Joy, Diagnosis of abnormal labor, http://www.emedicine.com/med/topic3488.htm (7) Sociedad Española de Gine- cología y Obstetricia, Puerperio normal y patológico, junio 1998, http://www.geocities.com/medicina94/p4.pdf (8) CLAP, Guía clínica sobre el manejo de la rotura prematura de membranas (RPM) al término para prevenir la infección materno – neonatal; http://www.paho.org/spanish/clap/docguias.htm

79 Lee mas

EL VÍNCULO MATERNO FILIAL

EL VÍNCULO MATERNO FILIAL

Al hablar de padre y madre, en psicología evolutiva, nos referimos específicamente a quienes asumen tales roles con independencia de si son o no los progenitores (padres genéticos). Hablamos de una madre, en el sentido, como la persona (hombre o mujer, progenitor o no) que se hace cargo del cuidado del bebé posteriormente al nacimiento. Cuidado que implica alimentarlo, vestirlo, bañarlo, acostarlo, jugar, compartir el tiempo con él, estar atento a sus necesidades, brindarle afecto. El cuidado maternal es la continuación del íntimo nexo de la vida intrauterina y por eso es deseable que la progenitora del niño asuma y cumpla con su rol materno, para el cual se ha ido preparando en distintos momentos de su vida, constituyendo el embarazo el momento culminante de dicha preparación. Pero cuando no es posible que la progenitora o el progenitor se hagan cargo del hijo es necesaria la adopción, entonces serán los padres adoptivos y el niño de acuerdo a su edad los que se preparen psicológicamente para el encuentro. Reconocemos la importancia y necesidad de la adopción para el desarrollo mutuo del niño y de los padres.

8 Lee mas

La represion del deseo materno

La represion del deseo materno

La palabra 'sexualidad' sirve para hablar de los deseos, del placer y del bienestar psicosomático proporcionados por el sexo y las funciones sexuales. Pero además de la función del apareamiento, están las funciones de gestar —o ser gestado—, parir —o ser parido—, y criar — o ser criado— (¡las palabras... siempre en pasivo para las criaturas, reflejando el hecho de que los adultos hacemos con ellas lo que queremos!); y sabemos que, en condiciones de no represión, todas las funciones pueden realizarse impulsadas por el deseo y con la gratificación del placer. Por eso entendemos que estas funciones de la maternidad y las relaciones materno- infantiles, debieran entenderse como parte —y parte básica y común— de la 'sexualidad' humana. La adultocracia genera un pensamiento adultocéntrico y una sexualidad falocrática y falocéntrica; es lógico, pues se trata de suprimir la sexualidad primaria para encarrilar la vida humana por la espiral de la carencia y de la sumisión. Es preciso bajar muy abajo, casi a ras del suelo, a medio metro del suelo que es lo que puede medir un pequeño ser humano, pegarnos a su lado, mirarle, sentir con él y sentirlo en las entrañas. Entenderemos que hay otra sexualidad y entenderemos lo que «se cuece» entre madre y criatura (Groddeck, 1923), la intensa carga libidinal de los bebés (Balint, 1975); y podremos empezar a vislumbrar un concepto distinto de sexualidad que nos remite a nuestra propia herida, a la frustración de aquel amor primario que nos fue negado. No sólo no llevará a una sexualidad femenina muy distinta, sino a una sexualidad de las criaturas y de los hombres cuya sensibilidad erótica sería muy distinta si de niños no hubiesen sufrido la represión primaria. Reconoceremos una 'sexualidad' infantil aunque sus órganos sexuales no hayan alcanzado la pubertad, precisamente porque esa 'sexualidad' no es un reflejo de una sexualidad adulta que ya se apercibiese en la infancia, sino una sexualidad diferente, vinculada a la crianza en lugar de al coito.

221 Lee mas

Duelo materno por muerte perinatal

Duelo materno por muerte perinatal

Se hace una revisión bibliográfica focalizada en el duelo materno por muerte perinatal, a fin de comprender un fenómeno devasta- dor para los padres y particularmente para la madre, por la pérdida de un hijo. Se describen, además, los cambios adaptativos emocionales en la mujer durante y después de la gestación y la frustración de la maternidad, que conlleva esta pérdida. El proceso de duelo debe ser comprendido a través de las diferentes fases que lo caracterizan, y que puede manifestarse de manera lineal o comportarse como proceso dinámico cambiante de una fase a otra. En estas circunstancias, el abordaje de los profesionales de la salud es importante y debe basarse en una relación de empatía con la madre en proceso de duelo, que encierra connotaciones éticas, filosóficas y sociológicas, que deben ser tomadas en cuenta en toda gestión de salud. Para las madres en esta situación, es útil contar con grupos de autoayuda o apoyo, a fin de superar esta triste vivencia y a la vez, les permite interactuar y ser apoya- das por otras madres, que han tenido la misma experiencia.

5 Lee mas

Alfafetoproteína elevada en suero materno

Alfafetoproteína elevada en suero materno

En el gráfico 4, se muestran las causas de AFP elevada donde predominaron las de origen materno, dadas por la amenaza de aborto y el embarazo múltiple, seguida del bajo peso materno. Las causas genéticas solo ocuparon el 5,5 % relacionadas con defecto de cierre del tubo neural, corroborado por ultrasonido prenatal como un mielomeningocele.

14 Lee mas

Factores de riesgo biológico materno y su relación con la morbimortalidad materno perinatal en el Hospital General de Iquitos 2015   2016

Factores de riesgo biológico materno y su relación con la morbimortalidad materno perinatal en el Hospital General de Iquitos 2015 2016

1. Factores de riesgo biológico materno. Es cualquier rasgo, característica o exposición de un individuo que aumente su probabilidad de sufrir una enfermedad o lesión. Dentro de los factores de riesgo pre natal más importante existen tres períodos claves: el período prenatal, el perinatal y el postnatal. Hoy vamos a centrarnos en aquellos factores de riesgo prenatales, es decir, los que se pueden encontrar desde la concepción hasta el momento del parto. Para medirla se tendrá en cuenta dos indicadores:

24 Lee mas

El estrago materno y la inexistencia de La mujer

El estrago materno y la inexistencia de La mujer

La reflexión clínica sobre el “estrago materno” busca estudiar la posibilidad de otorgarle el estatuto de concepto en la teoría psicoanalítica. Al nombrarlo, Lacan da cuenta del carácter constitutivo del fenómeno como el costado mortífero inherente a la libidinización que introduce el Deseo-de-la-Madre en la génesis del sujeto. Se establece así la hipótesis de que dicho término alude a un hecho de estructura a ser conmovido en la clínica de las neurosis, tanto en sujetos sexuados de modo masculino como femenino. Dado que el estrago responde a aquello del goce de la madre que lo simbólico no consigue recubrir, se interroga la insuficiencia del padre-síntoma para recubrir el deseo materno, en la medida en que éste último está soportado en otro vacío: la inexistencia del significante que articule el sexo femenino en el inconsciente. Se deduce entonces que si el padre-síntoma falla también por estructura al sancionar en la madre a una mujer como causa de su deseo, la aceptación de la mujer en la madre resulta entrampada para ambos sexos. El objetivo del trabajo es situar las coordenadas del estrago materno en el sujeto sexuado de masculino, poco estudiado en la literatura analítica, y a su vez dar cuenta de la particularidad de dicho fenómeno en la relación madre-hija. Para ello, se utilizarán como fuente principal las elaboraciones teóricas sobre la ligazón madre en Freud y el estrago materno en Lacan. La metodología se sostiene en la interrogación clínica alrededor de los historiales freudianos, así como de ciertas referencias de literatura empleadas por estos dos autores, tomándolas como fuente para una elucidación teórica. Se culminará con una reflexión sobre la pregnancia del hecho clínico en la subjetividad de la época, allí donde prima la compulsión y el mandamiento del superyó, más allá del anudamiento sintomático que clásicamente proporciona el Nombre-del-Padre.

106 Lee mas

Propuesta arquitectonica para la construcion de hospital materno infantil para el mejoramiento de la salud materno infantil en la ciudad de Piura

Propuesta arquitectonica para la construcion de hospital materno infantil para el mejoramiento de la salud materno infantil en la ciudad de Piura

6 Por todo lo antes expuesto, se puede formular la siguiente interrogante como Problema Central de la presente investigación es: ¿Cuáles son las causas principales de la insuficiente cobertura de servicios materno - perinatal e infantil en la Ciudad de Piura?; debido a su limitada capacidad operativa y de resolución de la Oferta que actualmente brindan los hospitales de la Región (nivel II-1). Con relación a las condiciones de la oferta existente en los hospitales, esto coincide plenamente con (la necesidad sentida de los usuarios) la opinión autorizada de los profesionales de salud y la priorización de proyectos consignada en los planes de las instituciones comprometidas con el desarrollo de la Región de Piura, lo que asegura su apoyo institucional, político y social para resolver el problema.

320 Lee mas

C ÓMOE NTIENDE LAS OCIALDEMOCRACIA LA C UESTIÓNN ACIONAL

C ÓMOE NTIENDE LAS OCIALDEMOCRACIA LA C UESTIÓNN ACIONAL

¿Os inquieta el hecho de que a los proletarios de las nacionalidades «extrañas» de Rusia casi les esté prohibido estudiar en su idioma materno, emplear el idioma materno en los organismos públicos, del Estado y otros? Efectivamente, ¡hay de qué inquietarse! El idioma es un instrumento de desarrollo y un arma de lucha. Distintas naciones poseen distintos idiomas. Los intereses del proletariado de Rusia exigen que los proletarios de las nacionalidades de Rusia tengan pleno derecho a emplear el idioma en que mejor puedan obtener la instrucción y con el que mejor puedan luchar contra los enemigos en las asambleas, en los organismos públicos, del Estado y otros. Como tal es reconocido el idioma materno. A los proletarios de las nacionalidades «extrañas» se les priva del uso de su idioma materno; y ¿cómo podemos callar?, dicen ellos. Pero, ¿qué respuesta da al proletariado de Rusia el programa de nuestro Partido? Leed el artículo 8, en el que el Partido exige: «El derecho de la población a recibir la instrucción en el idioma materno, que se asegurará por la creación —a cuenta del Estado y de los organismos de la administración autónoma— de las escuelas necesarias para ello; el derecho de cada ciudadano a expresarse en el idioma materno en las asambleas; el empleo del idioma materno a la par con el idioma oficial del Estado en todos los organismos locales públicos y del Estado». Leed todo esto y os convenceréis de que el Partido Obrero Socialdemócrata de Rusia se encarga también de llevar a la práctica esta reivindicación.

13 Lee mas

Nivel de conocimiento de los licenciados en Enfermera del municipio Boyeros sobre el Programa Materno Infantil

Nivel de conocimiento de los licenciados en Enfermera del municipio Boyeros sobre el Programa Materno Infantil

Métodos: el universo estuvo constituido por 312 licenciados en enfermería de la atención primaria y secundaria de salud pertenecientes al municipio Boyeros. Se seleccionó una muestra de 90 licenciados en enfermería de manera intencional. Los métodos y procedimientos utilizados tuvieron un enfoque cuanticualitativo, se aplicaron entrevistas semi-estructurada a 30 directivos y se seleccionaron 20 informantes claves con la técnica cara a cara, se revisó documentación del Plan de Estudio de la carrera en Licenciatura en Enfermería, Programa de la asignatura y Carpeta Metodológica de Enfermería Materno-Infantil Finalmente se realizó la triangulación metodológica, que permitió la identificación información necesaria para identificar las necesidades de aprendizaje y el nivel de conocimientos de los licenciados en Enfermería, la cual fue validada por un grupo de expertos de la especialidad.

13 Lee mas

A centralidade do feminino no Método Canguru

A centralidade do feminino no Método Canguru

Resumen : A partir de la producción de conocimientos en periódicos científicos del área de la salud, este estudio analiza la centralidad de lo femenino en el Método Canguro. La investi- gación, con abordaje cualitativa y de naturaleza bibliográfica, fue realizada en el período de noviembre de 2013 a noviembre de 2014. La recolección de datos fue realizada en tres perió- dicos: Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, Jornal de Pediatria e Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Fueron identificados 13 artículos sobre el Método Canguro. Los datos fueron sometidos a análisis de contenido, en la vertiente temática. En los resultados se constatan concepciones direccionadas al cuidado como responsabilidad de la mujer/madre y apuntan para la ausencia de las discusiones de género en la producción teórica sobre el Método Canguro, así como el papel de apoyo del padre como cuidador, y que es denominado como familia. Adicionalmente, los dilemas de naturaleza femenina y familiar son residual- mente discutidos por los artículos analizados.

21 Lee mas

CARACTERISTICAS EPIDEMIOLÓGICAS   CLÍNICAS DE LAS MUERTES MATERNAS EVITADAS EN EL CENTRO DE SALUD MATERNO INFANTIL JOSÉ AGURTO TELLO DE EL TAMBO   HUANCAYO, ENERO   OCTUBRE 2018

CARACTERISTICAS EPIDEMIOLÓGICAS CLÍNICAS DE LAS MUERTES MATERNAS EVITADAS EN EL CENTRO DE SALUD MATERNO INFANTIL JOSÉ AGURTO TELLO DE EL TAMBO HUANCAYO, ENERO OCTUBRE 2018

Objetivo: determinar las características epidemiológicas - clínicas de las muertes maternas evitadas en el Centro de Salud Materno Infantil José Agurto Tello de El Tambo - Huancayo, enero - octubre 2018. Metodología estudio descriptivo – retrospectivo; en una población de 2205 emergencias atendidas, la muestra fue 95 por conveniencia, la técnica revisión documentaria, se usó la estadística descriptiva con la hoja de cálculo Microsoft office Excel 2010. Resultados: se evitó la muerte del 100% de las que presentaron morbilidad materna extrema (MME); las características epidemiológicas fueron, en edad reproductiva adecuada 44.21% (20 – 34 años) adolescentes 29.48%, y el 26.32% tuvo ≥ a 35años; nivel educativo secundaria 45.26%, seguido del técnico superior con 26.32% y nivel primario 25.26% y un 3.16% de iletradas; el 50.53%. tiene unión estable (casada o conviviente), seguida de las solteras 41.05%; el 65.26% viven en zona urbana; el 51.58% son ama de casa, el 28.42% tiene trabajo independiente. Las características clínicas fueron: 35.79% primíparas, el 34.74% multíparas y el 8.42% gran multíparas; el 75.79% tiene de 1 a 6 hijos vivos, el 38.95% ha tenido un aborto, el 17.89% tuvo antecedente de cesárea, el 48.42% no recibió APN, inició APN en el primer trimestre 29.47% y el 21.05% en el segundo, un 9.47% cumplió con las 6 APN. Las causas de la MME fueron: shock séptico 44.21%, shock hipovolémico 41.05% y eclampsia 14.74%. Conclusiones: la mayoría de las mujeres que presentaron MME, se encuentran en los extremos de la vida reproductiva, posen nivel de educación secundario, se encontró un 3,16% de iletradas, la mitad tiene unión estable, proceden de zona urbana, son amas de casa; tiene de 1 a 6 hijos, la mayoría no tuvo cuidados prenatales adecuados; la causa de morbilidad extrema fue: shock séptico, shock hipovolémico, y eclampsia.

60 Lee mas

Efectos en el desarrollo del apego en niños, ante la deprivación  materna por causa de muerte

Efectos en el desarrollo del apego en niños, ante la deprivación materna por causa de muerte

Este proyecto se encuentra enmarcado dentro de los requisitos del Diplomado intersemestral El Niño y La Ciudad. El trabajo ha sido realizado por tres estudiantes de décimo semestre del Programa de Psicología de la Universidad Cooperativa de Colombia, de la ciudad de Bogotá. En éste se ha profundizado un abordaje teórico frente a los efectos del Apego Materno - Infantil y la Deprivación Materna, motivada por la muerte de la progenitora. El tema involucra elementos fundamentales de las necesidades básicas del ser humano que es de buscar una mayor vinculación para su supervivencia y posterior evolución. Este trabajo se enmarca dentro de una propuesta de anteproyecto, que no será llevada a la práctica, pero que aporta desde los aspectos teóricos, metodológicos y de identificación de la problemática en nuestro país, en un contexto de post-conflicto.

34 Lee mas

Factores personales, familiares y sociales que inciden en los embarazos de las adolescentes que acuden a la secretaria de salud del municipio de Bello durante el segundo semestre del 2009

Factores personales, familiares y sociales que inciden en los embarazos de las adolescentes que acuden a la secretaria de salud del municipio de Bello durante el segundo semestre del 2009

Otro estudio significativo sobre las características socio familiares, realizado por el Profesor Fernández Paredes, realizado en la Clínica de Medicina de la Adolescencia del Hospital Materno-Infantil Iguarán, Instituto de Servicios de Salud del Distrito Federal de México, referente a la morbilidad materno infantil del embarazo en adolescentes, con una muestra de 499 madres adolescentes entre 12 y 18 años de edad, a quienes se les aplicó una encuesta sobre factores Sico- sociales que condicionan el embarazo a la morbilidad materno infantil, arroja como resultados, el fracaso escolar con un 74%, los investigadores concluyeron en la necesidad de tomar acciones educativas y preventivas para disminuir la frecuencia de las relaciones sexuales desprotegidas que dan como resultado embarazos no planeados y enfermedades de transmisión sexual, el aporte principal de este estudio, reside en la conclusión, de que urgen acciones educativas y preventivas que tiendan a disminuir las practicas sexuales en el periodo de la madurez psico- afectiva de la adolescente.

110 Lee mas

Show all 1139 documents...