Alfabetização - escolarização

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FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

Este trabalho traz um recorte de uma formação continuada para professores do ciclo de alfabetização da rede municipal feita pela secretaria municipal de educação de Bagé/RS. Esta proposta partiu da necessidade dos próprios docentes, por não possuírem conhecimentos relacionados às ciências da natureza que deveriam ser desenvolvidos nesta etapa de escolarização.

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Investigação de estratégias de formação docente em leitura e escrita

Investigação de estratégias de formação docente em leitura e escrita

Neste fascículo estudamos as questões relacionadas às capacidades lingüísticas: alfabetização, letramento e ensino da língua, bem como as principais capacidades a serem desenvolvidas pelos alunos nos anos iniciais de escolarização. Durante o estudo do fascículo obtivemos a compreensão de que a alfabetização é um processo específico e indispensável de apropriação do sistema de escrita, com a conquista dos princípios alfabético e ortográfico que possibilita ao aluno ler e escrever com autonomia. Compreendemos também que o letramento é um processo de inserção e participação na cultura escrita, é um termo atual, que surgiu na segunda metade dos anos 80 no discurso de especialistas das ciências lingüísticas e de educação, que busca ampliar o conceito de alfabetização, ou seja, parte do domínio da tecnologia de ler e escrever, para o uso dessas habilidades nas práticas sociais em que tais práticas são necessárias.
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Colaboração interfederativa, política educacional e desigualdade no Brasil: um estudo de caso sobre a implementação do pacto nacional pela alfabetização na idade certa

Colaboração interfederativa, política educacional e desigualdade no Brasil: um estudo de caso sobre a implementação do pacto nacional pela alfabetização na idade certa

Outro dado a ser levado em conta consiste na concomitância de programas de formação de professores desenvolvidos pelos governos federal e estadual observada no Estado de São Paulo, situação que, longe de evidenciar parceria, estabelece concorrência entre os programas, dispersando seus potenciais beneficiados, além de representar desperdício de recursos materiais, humanos e financeiros. Apesar de haver a possibilidade de que os Estados e municípios que já contassem com programas de formação continuada optassem apenas pela adesão apenas ao Pacto, sem participar dos cursos de formação oferecidos, impasses como o verificado em São Paulo evidenciam que o MEC oscila entre as opções de centralizar ou descentralizar a proposição de projetos e programas formação continuada de docentes, o que, no caso do PNAIC, resulta improdutivo e incoerente. Outro problema observado diz respeito à inexistência de uma política de formação dos professores responsáveis por turmas da Educação Infantil, que poderia ser proposta de forma simultânea ao Pacto, o que ampliaria seus resultados e alcance, visto que existe continuidade entre essas etapas da escolarização.
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TítuloA educação ambiental na sustentabilidade da vida em uma experiência de alfabetização de catadores

TítuloA educação ambiental na sustentabilidade da vida em uma experiência de alfabetização de catadores

em 2013 e 2014, aplicando um questio- nário para buscar os dados pessoais e escolares desses catadores. Dessa ma- neira, a comunidade onde a experiência se desenvolveu pôde ser revelada. Assim, a experiência foi desenvolvida, no ano de 2014, em uma comunidade de catadores que vivia no entorno de uma cooperativa de resíduos sólidos, a cooperativa Acop, situada no Setor Albino Boaventura, na Região Noroeste da cidade de Goiânia. Ela revelou, entre os sujeitos envolvidos, a resistência, a baixa autoestima e o distan- ciamento à vida escolar. Ao mesmo tempo, desvendou o desejo contido, a satisfação de estudar, a alegria por estarem em uma escola deles, inserida naquela comunidade e na realidade de suas vidas. O resgate do ser, do pertencimento e o reconhecimento do valor do catador como um profissional digno e importante para a sociedade urba- na atual, foram um caminho para desper- tar o desejo de aprender a ler e a escrever. Dessa maneira, a alfabetização de adultos trouxe a Educação Popular como campo de diálogo com a EA proporcionando o encontro de elos submersos capazes de originar uma experiência enriquecedora no processo de alfabetização.
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16 Lee mas

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: PRINCÍPIOS FREIREANOS NA  PRÁTICA COM CRIANÇAS E JOVENS NOS ANOS INICIAIS

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: PRINCÍPIOS FREIREANOS NA PRÁTICA COM CRIANÇAS E JOVENS NOS ANOS INICIAIS

Os alunos de 4° e 5° anos com quem desenvolvemos nossa ação possuem uma grande dificuldade entre oralidade e escrita, deste modo as atividades são orientadas ao desenvolvimento da escrita, oralidade e a leitura, são atividades pedagógicas sempre partindo de situações problematizadas no cotidiano dos participantes, acreditamos que conforme afirma Freire em sua teoria [...] Aprender a ler, a escrever, alfabetizar-se é, antes de mais nada, aprender a ler o mundo, compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação dinâmica que vincula linguagem e realidade (2005;P.8, 11), percebemos, além disso, que os alunos para aprender a ler e a escrever, enfim alfabetizar-se necessitam também ter uma compreensão de um determinado contexto, pois não basta apenas conhecer os símbolos da escrita, mas também conhecer o significado que este sistema estabelece. Sendo assim nos orientamos pelo método de alfabetização de Paulo Freire, onde e criticado o sistema tradicional TXH WHP D ³FDUWLOKD´ FRmo base, pois os procedimentos impostos aos alunos não tornam os conteúdos mais significante de ensinar-aprender a ler e escrever. Por isso os temas geradores, onde o educador e educando aprendem juntos em sala de aula leva a despertá-lo ao interesse, a atenção e o desenvolvimento, garantindo a todos a possibilidade de se expressar sobre aspectos de suas próprias realidades, assim impulsiona-os para novas descobertas, pois eles aprenderão melhor se tiver interesse de conhecer.
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Hearing the world: Um ambiente de apoio à alfabetização e comunicação de deficientes auditivos e surdos

Hearing the world: Um ambiente de apoio à alfabetização e comunicação de deficientes auditivos e surdos

Desta forma, acredita-se que a implantação de um sistema tal como o Hearing the World é de grande aceitação, pois auxilia e acompanha deficientes auditivos e surdos desde o seu processo de alfabetização à sua comunicação com ouvintes, a qual atualmente é limitada ao domínio da Língua Brasileira de Sinais. O sistema possibilita também que o aluno desenvolva sua coordenação motora com a utilização de uma caneta digital, para a realização de exercícios. Tal sistema não é limitado ao uso exclusivo de deficientes auditivos e surdos, podendo ser utilizado facilmente por ouvintes, que receberão benefícios semelhantes no que diz respeito à alfabetização. Ainda, possibilita que o usuário não fique restrito apenas em computadores Desktop, fazendo com que, em qualquer lugar, através de um dispositivo móvel, ele possa se comunicar com outras pessoas e, inclusive, utilizar o sistema em outros idiomas.
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8 Lee mas

Alfabetização científica e atitudes relacionadas com a ciencia e a tecnología: Contribuições para a educação das ciencias

Alfabetização científica e atitudes relacionadas com a ciencia e a tecnología: Contribuições para a educação das ciencias

Apesar de nao existir um projeto de educa9ao atitl.laínat, para Manassero e Vásquez (2002), as atítudes e valores, como expressao do contexto sociocultural-familiar em que se[r]

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Avaliação de um programa de alfabetização de adultos: seu contexto, seus professores e seus alunos

Avaliação de um programa de alfabetização de adultos: seu contexto, seus professores e seus alunos

O educador Paulo Freire, como Habermas, é responsável por um movimento na educação de jovens e adultos no Brasil e em outras partes do mundo que enfatizou a influência do diálogo. Freire diz que não se pode esquecer (olvidar) o processo dialético que a práxis implica, para levar as bases populares princípios ideológicos e conhecimentos ordenadores de sua própria experiência que lhes permitam avançar na transformação do mundo. Freire concebe a alfabetização como um trabalho pedagógico e dialético de muita envergadura. A compreensão da realidade, segundo o educador, implica em um processo globalizador que inclui o pensar, o sentir e o fazer o que se pode chamar de deciframento dessa mesma realidade ou leitura do mundo. André Giroux, em sua introdução ao livro de Freire na edição espanhola, mais uma vez, afirma a estreita (estrecha) relação entre o pedagógico e o político, entendendo a alfabetização não só como capacidade técnica mas também como o cimento de uma atividade cultural que tende a ser libertadora. Freire também destacou a influência da educação para a conscientização e apresentou uma nova visão de cultura popular em nosso país e acrescenta que a consciência, que é o núcleo da atividade cultural e da educação popular, se desenvolve através da prática social da qual participamos. Flecha, partidário do educador brasileiro, corrobora com este pensamento dizendo que:
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366 Lee mas

Título"Elementos básicos da comunicação visual"  Uma aplicação hipermédia vocacionada para a alfabetização visual

Título"Elementos básicos da comunicação visual" Uma aplicação hipermédia vocacionada para a alfabetização visual

Assim, construímos urna ficha de avaliac;ao da aplicac;ao, a que eles deviam responder, a partir do cruzamento de tres instrumentos: - A estrutura descritiva dos atributos que caracteriz[r]

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Uma luta por mudanças: a escolarização e as regras da política local na Suécia (1840-1900)

Uma luta por mudanças: a escolarização e as regras da política local na Suécia (1840-1900)

Como descrito na introdução, Peter Lindert, historiador e economista, enfatizou que a natureza descentralizada do sistema escolar do século XIX havia sido decisiva para sua expansão. De acordo com ele, foi a vontade de milhares de escolas municipais que permitiu o desenvolvimento desse sistema. Visto sob essa ótica, este artigo oferece insights adicionais de como a vontade política foi formada pela política local. Mais precisamente, ele mostra como a vontade política de investir na escolarização estava marcada pelas estruturas políticas de concessão (franchise) e como a vontade política surgiu dos conflitos entre grupos sociais diferentes.
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25 Lee mas

MARCAS DE AUTORIA EM TURMA DE ALFABETIZAÇÃO SOB A PERSPECTIVA DA AD FRANCESA

MARCAS DE AUTORIA EM TURMA DE ALFABETIZAÇÃO SOB A PERSPECTIVA DA AD FRANCESA

Assim, o objetivo deste trabalho é apresentar uma pesquisa em andamento sobre gestos de interpretação e autoria em alunos da alfabetização ± ensino fundamental. A proposição é sobre textos de diversos suportes ± escritos, imagéticos e audiovisuais, que apresentem super- heróis e a reflexão sobre estes personagens: do que os faz ser assim, refletindo coletivamente sobre os aspectos psicológicos e físicos apresentados. A turma de aplicação é um 1º ano do Ensino Fundamental ± Alfabetização, em que os educandos precisarão relacionar os textos à constituição de si enquanto sujeito social (e a de seus familiares) sob os pressupostos de )RXFDXOW ³4XHP VRX HX" ´ ³4XHP VRX HX KRMH" ´ ³4XHP SRGHPRV VHU" ´ ³&RPR podemos transformar a nossa visão de nós meVPRV" ´
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TESTE DIAGNÓSTICO COMO FERRAMENTA EFICIENTE NA EVOLUÇÃO DA ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO   PIBID

TESTE DIAGNÓSTICO COMO FERRAMENTA EFICIENTE NA EVOLUÇÃO DA ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO PIBID

Ao longo das atividades, as bolsistas conheceram melhor a realidade de cada aluno, desta forma, facilitando a organização das práticas propostas. Segundo Freire (1996) às vezes mal se imagina o que pode passar a representar na vida de um aluno um simples gesto do professor. E como acadêmicos enriquecemos a nossa bagagem com conhecimento teórico e a prática diária de uma sala de aula. Pôde-se observar um progresso significativo das crianças antes e depois das atividades realizadas a partir dos resultados do teste diagnóstico, notando a grande importância dessas atividades direcionadas e bem planejadas. Certamente resultará em um trabalho didático-pedagógico de maior qualidade nos processos de alfabetização.
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5 Lee mas

INICIAÇÃO À LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

INICIAÇÃO À LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

inicia seu processo de construção da escrita alfabética, mas, segundo Brandão (2011), não é necessário que eles sejam alfabetizados nessa etapa de escolarização. Palavras-Chave: Educação Infantil; Leitura; Letramento. REFERÊNCIAS BRANDÃO, Ana Carolina Perussi; ROSA Ester Calland de Sousa (org). Ler e escrever na Educação Infantil: discutindo práticas pedagógicas. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2011.

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Estado e particulares na escolarização de Portugal na segunda metade do século XIX: a escola Conde de Ferreira em Mafra

Estado e particulares na escolarização de Portugal na segunda metade do século XIX: a escola Conde de Ferreira em Mafra

Além de legislação específica com relação ao legado do Conde de Ferreira, que vere- mos à frente, diversos documentos oficiais tratam da questão, como o ofício circular do Governo Civil [r]

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Levantamento dos temas ensino por investigação e alfabetização científica em revistas especializadas e eventos da área de ensino de ciências/física (2005-2014)

Levantamento dos temas ensino por investigação e alfabetização científica em revistas especializadas e eventos da área de ensino de ciências/física (2005-2014)

desenvolvimento de investigações em educação que tratam sobre os temas cientific literacy (alfabetização científica) e inquiry teaching (ensino por investigação). Sob esses temas está subjacente a ideia de transpor o ensino de ciências e favorecer o desenvolvimento e a socialização do pensamento científico nas escolas e para além delas (Sasseron & Carvalho, 2008). Segundo Zômpero e Laburú (2011, p. 68), “na literatura, encontram- se diferentes conceituações de inquiry [teaching] , como: ensino por descoberta; aprendizagem por projetos; questionamentos; resolução de problemas, dentre outras”. Do mesmo modo, o termo cientific literacy vem sendo explorado a partir de variados matizes conceituais tais como alfabetização científica, enculturação científica (Carvalho, 2007), letramento científico etc.
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20 Lee mas

As contribuições do processo de reflexão orientada na formação inicial de uma professora de Química: desenvolvimento de práticas investigativas e para a promoção da alfabetização científica

As contribuições do processo de reflexão orientada na formação inicial de uma professora de Química: desenvolvimento de práticas investigativas e para a promoção da alfabetização científica

Resumo: Esse trabalho tem por finalidade analisar a evolução na elaboração de uma sequência de aulas por uma licencianda de Química ao longo de um processo de reflexão orientada, considerando os níveis investigativos, de alfabetização científica e os níveis cognitivos contemplados. Os resultados mostram que os planos apresentaram evoluções na maioria dos tópicos avaliados, o que pode ser justificado pelas reflexões proporcionadas à licencianda a partir de reuniões individuais e em grupo. As reflexões realizadas entre a pesquisadora e a licencianda evidenciam momentos relevantes para a sua formação inicial, uma vez que ela expunha e confrontava suas concepções, bem como seus anseios, medos e dilemas. Assim, o processo de reflexão orientada vivenciado pela licencianda pode ter contribuído para ela iniciar uma postura mais crítica com relação à prática docente.
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25 Lee mas

Ferramenta teórico-metodológica para o estudo dos processos de alfabetização científica em ações de educação não formal e comunicação pública da ciência: resultados e discussões

Ferramenta teórico-metodológica para o estudo dos processos de alfabetização científica em ações de educação não formal e comunicação pública da ciência: resultados e discussões

Miller [1983] destaca os estudos desenvolvidos nos EUA na d´ecada de 1970 que tinham como objetivo medir as atitudes e os conhecimentos p ´ublicos sobre ciˆencia e tecnologia e se estrut[r]

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AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PÁTIO DA ESCOLA AUXILIAM NA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA?

AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PÁTIO DA ESCOLA AUXILIAM NA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA?

Na segunda intervenção, a importância das perguntas no mundo da Ciência, que levaram às maiores descobertas científicas foi demonstrada de maneira expositiva dialogada com o auxílio de slides. Em seguida a turma foi convidada para sentar-se em círculo e ler as perguntas, algumas delas foram respondidas e comentadas com os discentes, além de incentivá-los a seguirem questionando-se sobre os fatos da natureza. O assunto presente na maioria das perguntas e também com a maior presença de mitos foi o escolhido para a continuação do processo de alfabetização científica e por isso as perguntas relacionadas a esse assunto não foram respondidas naquele momento pela graduanda. Os estudantes foram divididos em dois grupos com diferentes hipóteses sobre aquele mito para pesquisar sobre o assunto, e discutir e defender a hipótese do grupo na próxima aula.
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7 Lee mas

Alfabetização científica sob o enfoque da ciência, tecnologia e sociedade: implicações para a formação inicial e continuada de professores

Alfabetização científica sob o enfoque da ciência, tecnologia e sociedade: implicações para a formação inicial e continuada de professores

No final do século XIX, a sociedade industrial impulsionou a alfabetização e a capacidade de leitura e escrita, visando integrar as pessoas na sociedade moderna, marcada pela industrialização. As atuais concepções de alfabetização científica (AC), no entanto, datam de meados do século XX, graças às reformas educacionais projetadas no cenário mundial e implementadas em muitos países desde os anos 1990. De lá para cá, o debate tem se intensificado; educadores e pesquisados do mundo todo tem se reunido periodicamente e reinvidicado a inclusão da abordagem CTS nos currículos, no ensino e na formação dos professores, a fim de fazer frente à necessidade de uma AC&T como parte essencial da Educação Básica. Até o final do século XX o compromisso atribuído ao Ensino de Ciências estava pautado no desenvolvimento da C&T, como responsáveis pelo desenvolvimento industrial de artefatos tecnológicos que, posteriormente, trariam benefícios à humanidade (perspectiva salvacionista da C&T). Nesse contexto, as escolas preparavam seus alunos para esse campo profissional e não incluíam a AC&T nos currículos escolares da época (Santos; Mortimer, 2002; Fagundes et al., 2009).
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21 Lee mas

Vista de Segregação Escolar e Desigualdades Educacionais no Início da Escolarização no Brasil
							| REICE. Revista Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación

Vista de Segregação Escolar e Desigualdades Educacionais no Início da Escolarização no Brasil | REICE. Revista Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación

O artigo descreve padrões de segregação escolar no início do processo formal de escolarização na cidade do Rio de Janeiro, Brasil, e estima o efeito da segregação escolar (efeito par ou efeito mistura/compositional effect) no aprendizado das crianças nos dois primeiros anos na escola. Este é um fenômeno importante para analisar o processo de distribuição de oportunidades educacionais nas redes públicas e privadas de ensino. O conceito de segregação escolar utilizado neste artigo se refere à distribuição desigual de alunos que partilham de uma característica específica em um agrupamento de escolas. O estudo utiliza o Índice de Segregação (Segregation Index) e considera duas características dos alunos: 1) cor/raça; 2) escolaridade dos pais. O efeito da composição social foi estimado com dados de um estudo longitudinal e analisa separadamente o aprendizado no primeiro e segundo ano na escola. Os resultados preliminares sugerem que os padrões de segregação escolar observados na pré-escola são semelhantes aos descritos no primeiro ano do ensino fundamental. Não há, portanto, grande impacto nos padrões de segregação na transição entre as etapas de ensino. Os modelos para estimar o efeito da composição social das escolas (compositional effect) no aprendizado dos alunos sugerem que há efeito, com resultados mais consistentes para a medida de linguagem.
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