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Educação formal em ambientes virtuais:  uma estratégia eficiente para a sensibilização e formação de educadoras(es) em sexualidade

Educação formal em ambientes virtuais: uma estratégia eficiente para a sensibilização e formação de educadoras(es) em sexualidade

Moodle é um Sistema de Gerenciamento de Aprendizagem ( LMS – Learning Management System) ou Sistema de Gerenciamento de Cursos (CMS – Course Management System). Já sensibilizadas com a importância da educação a distância para a formação de profissionais das diversas áreas do conhecimento, participamos, em 2007, do Curso Moodle para professores e solicitamos a criação de AVA – Ambientes Virtuais de Aprendizagens, para os grupos de pesquisa que coordenávamos à época e para as disciplinas “Sexualidade e Educação” e “Educação, Sexualidade e Gênero”. As disciplinas continuaram a ser oferecidas na modalidade presencial, mas o Moodle veio a se constituir em um ambiente de interação, integração e mediação do processo ensino-aprendizagem. O Moodle é um software livre, de fácil instalação e customização. Sua interface é atraente e oferece uma diversidade de ferramentas para o alcance de diferentes objetivos. Também comporta uma comunidade ativa que, diariamente, colabora para discutir e orientar os usuários nos diferentes aspectos
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18 Lee mas

O design instrucional como parte da metodologia de ensino em ambientes virtuais de aprendizagem

O design instrucional como parte da metodologia de ensino em ambientes virtuais de aprendizagem

Esta dissertação se iniciou considerando que a virtualização do ambiente de ensino é parte da cibercultura. Depois de embasados os conceitos foram apontadas as boas práticas em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) respaldadas por artigos que contextualizam a prática da virtualização da educação no Brasil. Dentre estas práticas, o Design Instrucional (DI) atua como uma metodologia possibilitadora da virtualização do ambiente de ensino.O propósito deste estudo foi evidenciar a prática Design Instrucional num ambiente virtual de aprendizagem. A questão principal que norteou a investigação centrou-se na forma como os elementos de DI atuam na prática de ensino midiatizado em educação à distância, num AVA.O estudo se desenvolveu numa Instituição de Ensino Superior (IES) na modalidade EAD do Brasil. Foram disponibilizadas cinco turmas, 5 professores que também atuam como tutores e 120 alunos, bem como o ambiente de aprendizagem utilizado.Foram utilizadas três formas de coletas de dados: entrevistas aos professores, um questionário aos alunos e análise heurística. Estes dados foram analisados individualmente e submetidos a análise vertical onde foram devidamente interpretados.Como conclusão, foram levantados os elementos caracterizadores da prática de DI no AVA e foram ressaltadas características de design gráfico e planejamento como fundamentais para o entendimento de DI. Também foram apontadas as diferentes atuações de designers gráficos, professores e tutores como agentes promotores de DI em AVA.
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108 Lee mas

O b-learning e a perceção de competências de aprendizagem em ambientes virtuais no ensino da história

O b-learning e a perceção de competências de aprendizagem em ambientes virtuais no ensino da história

Poderão os ambientes virtuais favorecer as competências de aprendizagem, tal como os estudantes do ensino fundamental as percebem? Neste artigo analisamos o impacto de novos cenários pedagógicos online na percepção das competências de aprendizagem na disciplina de História do ensino fundamental. Participaram na investigação 122 alunos do 8.º ano de escolaridade, de uma escola do distrito do Porto-Portugal. No final do ano letivo, os estudantes responderam a uma escala de competências de autoaprendizagem, adaptada para a aprendizagem em ambientes online. Os resultados do estudo mostram que os ambientes virtuais de aprendizagem, ancorados em um design centrado no desenvolvimento de competências e em um modelo pedagógico baseado nos princípios do construtivismo, da autonomia e da interação podem ter efeitos muito positivos na percepção das competências de aprendizagem nas dimensões consideradas: Aprendizagem Ativa, Iniciativa de Aprendizagem e Autonomia na Aprendizagem.
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14 Lee mas

A competência comunicativa na formação de professores de espanhol no Brasil : estratégias para sua aprendizagem em ambientes virtuais

A competência comunicativa na formação de professores de espanhol no Brasil : estratégias para sua aprendizagem em ambientes virtuais

A pesquisa que aqui se apresenta tem como título «A competência comunicativa na formação de professores de espanhol no Brasil: estratégias para sua aprendizagem em ambientes virtuais» [r]

498 Lee mas

Ambientes virtuais para formação de profesores em informatica na educação especial: Construindo acessibilidade

Ambientes virtuais para formação de profesores em informatica na educação especial: Construindo acessibilidade

Conscientes de que cada nova tecnologia criada pelo homem traz em si um elevado poder de inclusão e exclusão, pretendemos levantar elemen- tos para refletir e, assim, mobilizar estratégias alternativas para permitir a participação qualificada de alunos e professores com necessidades educativas especiais em ambientes virtuais de formação à distância, princi- palmente salientando cegos e surdos dentro desse contexto. Pela interface de um programa de formação docente promovido pelo Ministério da Educação ( MEC ), em especial, pela Secretaria de Educação Especial ( SEESP ) do Brasil, buscamos ratificar a ação das tecnologias de informação e de comunicação como elementos co-estruturantes à superação da ética e da estética da exclusão.
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18 Lee mas

Análise bibliométrica dos temas usabilidade, ambientes virtuais de aprendizagem e pessoas com deficiência

Análise bibliométrica dos temas usabilidade, ambientes virtuais de aprendizagem e pessoas com deficiência

A usabilidade deve ser compreendida como a forma de utilizar o ambiente como algo automático, não criando empecilho entre a interface e o usuário, evitando a dispersão durante o usuário navega pelo sistema (ANDRADE, 2007). Pode-se ressaltar que, o uso das tecnologias não está presente apenas para a educação, em Ambientes Virtuais de Aprendizagem, e sim no atual cotidiano (DOURADO, 2015). Contudo, Santos (2008) descreve a usabilidade em sistemas algo que deve ser eficaz, eficiente e agradável nos aspectos que correspondem à interação Homem x Máquina.
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16 Lee mas

ALGUNS CONTRIBUTOS TEÓRICOS PARA A ANÁLISE DA APRENDIZAGEM MATEMÁTICA EM AMBIENTES VIRTUAIS

ALGUNS CONTRIBUTOS TEÓRICOS PARA A ANÁLISE DA APRENDIZAGEM MATEMÁTICA EM AMBIENTES VIRTUAIS

Podemos identificar uma lacuna de estudos sobre a implementação de ambientes virtuais na formação docente e seu impacto no conhecimento deste profissional, bem como a utilização de referidos cenários com estudantes, sejam estes da Educação Básica ou Superior. Sendo assim, consoante com Barreto (op. cit.), de que necessitamos superar a análise da dimensão técnica dada à tecnologia, ainda vigente em muitos projetos educacionais, neste artigo explicitaremos pressupostos teóricos de nossos projetos e refletiremos sobre a aprendizagem matemática mediada pelas TIC, concretamente, em ambientes virtuais disponíveis na Internet. Nossas pesquisas são integrantes do Grupo de Estudos e Pesquisas das TIC em Educação Matemática: GEPETICEM 6 (www. gepeticem.ufrrj.br). O grupo 7 tem como objetivo desenvolver pesquisas e invovações no campo da formação matemática a distância (ou semi-presencial) de alunos e professores utilizando o computador conectado em rede.
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10 Lee mas

As TIC e os ambientes virtuais de aprendizagem no suporte ao processo educativo do ensino superior timorense

As TIC e os ambientes virtuais de aprendizagem no suporte ao processo educativo do ensino superior timorense

Em suma, pelos dados obtidos podemos concluir que as TIC e os ambientes virtuais de aprendizagem no suporte ao processo educativo do ensino superior, especificamente na Faculdade de Engenharia de Ciências e Tecnologia da UNTL, são ainda muito escassos. Na investigação vimos que dentre as vantagens das TIC estão: o aumento da motivação dos alunos, pela explicação ser em tempo real; economia de tempo, evitando a deslocação física, quando não é possível, por exemplo, participar presencialmente nas aulas; permite a comunicação simultânea, podendo todos participar. Apurámos, no entanto, que é um pouco mais utilizada em ações de formação e na consulta de informação, do que propriamente em apoio às aulas. Verifica-se, no seu todo, que é pouco explorada e utilizada quando se passa para dentro de sala de aula. No entanto, reconhece-se que poderá ser o “engodo” para iniciar a utilização das TIC no contexto de ensino e aprendizagem e levar à sua exploração e utilização para a prática letiva diária.
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107 Lee mas

Interações de estudantes em formação docente mediadas por atividades em ambientes virtuais

Interações de estudantes em formação docente mediadas por atividades em ambientes virtuais

Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) produzem transformações nos usos e funções das ferramentas pedagógicas nos processos de ensino-aprendizagem e na produção da identidade. Nesse sentido, geram práticas e formas de comunicação, atuações e interpretações, que modificam a percepção tempo-espaço e o modo como os estudantes em formação produzem a identidade docente. Há modificação nas narrativas e argumentações conforme posicionamentos de si e dos outros, e permitem aos estudantes organizar, explicar e dar forma a suas atuações e interpretações (Polkinghorne, 1988; Bruner, 2002; Rosa, González, & Barbato, 2009). Nos AVA os posicionamentos apresentam-se por diferentes formatos como textos, imagens e recursos audiovisuais, portanto multimodais. As postagens concretizam-se em posições que podem ser assumidas, rejeitadas e negociadas pelo estudante em formação. Ao passo em que as interações ocorrem essas são mediadas por elementos simbólicos que são similares aos dos contextos de interação presencial, marcando o ensino híbrido (Galimberti & Riva, 2001). No ensino híbrido há combinação do uso da tecnologia digital com as interações presenciais, com foco na aprendizagem colaborativa, gerando atos de identificação que orientam a produção identitária. Os posicionamentos ocorrem num tempo estendido, em que os interlocutores alternam atividades de estudo com outras atividades do seu cotidiano, podendo haver trocas em sincronia e assincronia, em que antigos e novos significados são produzidos, negociando-se interpretações, nos espaços discursivos dos AVA. Entende-se que esse tipo de atividades ocorre em cronotopos denominados abertos (Barbato & Caixeta, 2014).
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162 Lee mas

Avaliaçoes interativas aplicadas em ambientes virtuais de aprendizagem

Avaliaçoes interativas aplicadas em ambientes virtuais de aprendizagem

Tecnologias voltadas a ambientes virtuais de aprendizagem, ambientes que funcionam atrav´ es de redes de computadores ou da internet , podem viabilizar um ensino mais inovador e mais estimulante, podendo, sobretudo, atingir uma popula¸ c˜ ao bem maior de estudantes. Ainda mais importante, talvez, ´ e a possibilidade que este meio oferece ao estudante de utilizar bem a eventual disponibilidade de tempo em seu cotidiano dom´ estico ou no trabalho. Uma avalia¸ c˜ ao deve se constituir mais que tudo em uma forma de aprendizado. Ferramentas modernas de avalia¸ c˜ ao, que utilizem recursos tecnol´ ogicos mais atraentes, podem melhorar o aproveitamento do estudante, tanto nas atividades de classe como nas de ensino a distˆ ancia [1].
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9 Lee mas

MEDIDAS COMPORTAMENTAIS DE PRESENÇA EM AMBIENTES VIRTUAIS (Behavioral measures of presence in virtual environments)

MEDIDAS COMPORTAMENTAIS DE PRESENÇA EM AMBIENTES VIRTUAIS (Behavioral measures of presence in virtual environments)

Estudos científicos que investigam o uso de recursos tecnológicos de realidade virtual vêm crescendo significativamente devido às inúmeras possibilidades da aplicação desses recursos às áreas educacional (e.g., Roussou, Oliver, & Slater, 2006), neuropsicológica (e.g., Vieira, Araujo, Leite, Orsini, & Correa, 2014), psicológica (e.g., Safir, Wallach, & Bar-Zvi, 2012), dentre outras. Uma das variáveis dependentes registradas e analisadas nesses estudos é o senso de presença (Alsina-Jurnet, Gutiérrez- Maldonado, & Rangel-Gómez, 2011). No tratamento de fobias, por exemplo, Price e Anderson (2007) sugeriram que essa variável é um fator que contribui para a experiência de ansiedade em cenários virtuais, um aspecto fundamental na terapia de exposição por realidade virtual. Para que ocorra senso de presença em um cenário virtual, de acordo com a International Society for Presence Research - ISPR (2000), é necessária uma tecnologia que irá mediar a experiência do seu usuário nesse ambiente. Durante a exposição a esse cenário, toda ou parte da percepção do usuário fica sob o controle do próprio ambiente e não da tecnologia em si mesma ou de seu papel
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18 Lee mas

Formação de usuários para competência informacional em ambientes virtuais

Formação de usuários para competência informacional em ambientes virtuais

Santo (Ufes), pelo serviço de referência da Biblioteca Central, com apoio do Departamento de Biblioteconomia. Este projeto visa capacitar os usuários da Biblioteca Central na utilização de recursos informacionais virtuais existentes na Web de modo a desenvolver habilidades de pesquisa na utilização de buscadores, bancos e bases de dados, catálogos e no uso dos recursos disponíveis no Portal de Periódicos da Capes, por meio de capacitação frequentes. A metodologia de execução do projeto consiste em encontros presenciais de bibliotecários, possuidores de habilidades nas ferramentas, com alunos e professores dos diversos cursos de graduação e pós-graduação da Ufes. As oficinas realizadas atenderam aproximadamente 524 usuários.
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10 Lee mas

Quão virtuais somos?: o efeito da virtualização na confiança organizacional

Quão virtuais somos?: o efeito da virtualização na confiança organizacional

3) Práticas Laborais. As práticas laborais implicam as diferentes formas em que um trabalho/tarefa pode ser desenvolvida, o qual pode mudar consoante o grau de virtualização que a organização utilize. No caso das organizações que possuem um maior grau de virtualização portanto aquelas que trabalham principalmente com equipas virtuais, obter uma utilização homogeneizada das ferramentas que permitam ter as mesmas práticas laborais nem sempre é uma tarefa fácil de conseguir uma vez que as equipas estão conformadas por membros que entram e saem do grupo (Duarte & Snyder, 1999, cit in Chudoba et al., 2005). Além disto, a propensão para a falta de comunicação (Cramton, 2001, cit in Chudoba et al., 2005) e conflito (Mannix et al., 2002, cit in Chudoba et. al., 2005) em ambientes de trabalho virtualizado, poderá dificultar ainda mais a resolução das diferenças nas práticas o que poderá criar dificuldades dentro do grupo.
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88 Lee mas

Ambientes de aprendizaje o ambientes educativos. “Una reflexión ineludible”

Ambientes de aprendizaje o ambientes educativos. “Una reflexión ineludible”

Pesa la actitud docente frente a su propia experiencia con la informática, su ausencia de disciplina para escribir, para registrar los eventos que van transcurriendo en el aula de clase y que impide que haya una aproximación reflexiva, racional y sistemática a la introducción de la tecnología al aula. Esto en parte se deriva de la concepción de que la investigación implica un entorno sofisticado y complejo tanto en lo material como en lo conceptual, que induce una actitud de rechazo a las que de otra manera serían valiosas prácticas de recogida y sistematización de información sobre la experiencia docente sustentada en ambientes con tecnología.
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15 Lee mas

Analisando instruções em páginas virtuais para a produção de resumos acadêmicos.

Analisando instruções em páginas virtuais para a produção de resumos acadêmicos.

A utilização de materiais de ensino inseridos no meio virtual tem sido bastante recorrente nos últimos anos. A facilidade na busca e acesso, a variedade e rapidez com que as informações chegam até os usuários contribuem com o constante crescimento da publicação de conteúdos nesse suporte. Com base nisso, esta dissertação investiga os conjuntos de instruções para produção de resumos acadêmicos, doravante CIRA, dispostos em páginas virtuais, estudo ainda não contemplado na literatura dos gêneros discursivos. Intenciona-se responder a questão “Os conjuntos de instruções para resumos acadêmicos (CIRA) publicados em páginas da web são suficientes para atender a demanda de produção escrita do gênero resumo acadêmico?” por meio de objetivos que permitam, de modo geral: investigar a contribuição dos CIRA para atender a demanda da produção escrita do gênero RA, e de modo específico: caracterizar os CIRA publicados em sites da web e relacionar as concepções de escrita subjacentes aos comentários de usuários leitores da página com a expectativa de produção escrita do RA. A condução da pesquisa ocorreu com base na observação dos objetos CIRA e comentários a eles relacionados, sistematizados com base numa metodologia de cunho descritivo-interpretativista, através da investigação por amostragem representativa do gênero em estudo e dos comentários que apresentam o posicionamento de leitores frente aos conjuntos de instruções. Dentre os pressuspostos teóricos utilizados Swales (1990; 2004) e Bawarshi e Reiff (2013) permitem a análise do referido gênero enquanto ação situada; Sercundes (1998) e Koch e Elias (2009) possibilitam a discussão acerca das concepções de escrita subjacentes aos comentários; assim como Salíes e Shepherd (2013) e Barton e Lee (2015) embasam a pesquisa sobre os gêneros inseridos no suporte virtual. Os resultados obtidos apontam para a identificação de um gênero predominantemente prescritivo que não apresenta reflexões acerca das etapas processuais necessárias para o desenvolvimento da escrita do resumo acadêmico, permitindo a conclusão de que concebe a escrita sob o viés cognitivo que visa à elaboração de produtos prontos e acabados.
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126 Lee mas

Jogos virtuais violentos e agressividade na adolescência : Qual a relação?

Jogos virtuais violentos e agressividade na adolescência : Qual a relação?

Em 1997, na cidade de West Paducha (Kentuchy, EUA), um adolescente de 14 anos matou a tiro 3 colegas de escola e outros 5 ficaram feridos. No ano a seguir, em 1998, em Jonesboro (Arkansas, EUA) dois rapazes, um de 11 anos e outro de 13 anos, decidiram disparar sobre 4 meninas e uma professora, matando-as. Em 1999, dois jovens com idades compreendidas entre os 17 e 18 anos provocaram um banho de sangue no Columbine High School, no Littleton (Colorado, EUA). Estes criaram o cenário a que estavam habituados nos jogos virtuais violentos que tinham por hábito jogar, utilizando armas de fogo e explosivos, pondo fim à vida de 13 colegas, um professor e de seguida a si mesmos. Os alunos destes três casos eram habitualmente vistos agarrados aos seus computadores a jogarem jogos virtuais violentos (Anderson & Bushman, 2001).
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96 Lee mas

Nuestros ambientes y sus recursos

Nuestros ambientes y sus recursos

De igual forma, los combustibles, el viento y el agua pueden ser utilizados como recursos naturales para la producción de energía.. 23[r]

24 Lee mas

Síntese e codificação de vistas virtuais para sistemas de ponto de vista livre

Síntese e codificação de vistas virtuais para sistemas de ponto de vista livre

Neste caso, é considerado que as vistas de referência são transmitidas para o usuário, assim a taxa de bits considerada para os métodos com síntese no codicador é apenas a taxa de bits d[r]

91 Lee mas

Ambientes con mucho estilo

Ambientes con mucho estilo

La mesita baja, como la mayoría de los muebles, ha sido realizada a medida por los autores de este proyecto.... 80 C ASA y JARDIN C ASA y JARDIN 81.[r]

10 Lee mas

Responsabilidade civil dos provedores intermediários nas relações virtuais de consumo

Responsabilidade civil dos provedores intermediários nas relações virtuais de consumo

O presente trabalho de conclusão de curso apresenta um estudo sobre a responsabilidade civil dos provedores intermediários nas relações virtuais de consumo. O objetivo da pesquisa é analisar as dimensões e limites da responsabilidade civil prevista no regramento brasileiro. Na consecução desse objetivo, faz-se uma análise partindo das modalidades de compra e venda eletrônica, de seus aspectos referentes ao modo como atuam na relação de consumo, chegando às noções de responsabilidade civil dentro do Código de Defesa do Consumidor e ao fim à responsabilidade civil do intermediário na relação virtual de consumo. A pesquisa realizada apontou que identificadas as figuras do consumidor e fornecedor na relação virtual de consumo, estará a relação sujeita aos preceitos do Código Consumerista e, bem assim, concluiu pela responsabilidade objetiva e solidária do intermediário, dado ser um prestador de serviço e não um comerciante.
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50 Lee mas

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