Assessoria de Comunicação

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A ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO COMO INSTRUMENTO PARA A VISIBILIDADE DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

A ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO COMO INSTRUMENTO PARA A VISIBILIDADE DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

Este projeto tem como objetivo apresentar todas as estratégias e ações realizadas no componente de Assessoria de Comunicação I e II, do Curso de de Relações Públicas , da Universidade Federal do Pampa. Onde teve duração de 7 meses de Assessoria de Comunicação no Curso de Serviço Social na Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA. Pensando nas demandas do Curso de Serviço Social, no qual era o cliente para o componente, e eventos do calendário acadêmico, foram planejadas as ações de melhor divulgação em plataformas já utilizadas e estratégias diferenciadas para alcançar os diferentes públicos. Com base em artigos que já falavam da importância da assessoria de comunicação em uma organização e com autores, como Maristela Mafei, refletindo sobre assessoria de imprensa; levando em consideração que o trabalho de Relações Públicas nas organizações são de extrema importância e descrevendo quais, conseguimos realizar as ações e obter sucesso no componente.
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CONSIDERAÇÕES SOBRE A CRIAÇÃO DA EQUIPE DE ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA PARA O PROJETO LEME

CONSIDERAÇÕES SOBRE A CRIAÇÃO DA EQUIPE DE ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA PARA O PROJETO LEME

O presente trabalho propõe o relato de experiência sobre da criação da ATLAS - Equipe de Assessoria de Comunicação do projeto de extensão LEME: Oficinas preparatórias para o ENEM da Universidade Federal do Pampa campus São Borja, que oferece aulas de preparação pré-vestibular nas áreas de Filosofia, Física, Geografia, História, Matemática e Sociologia para estudantes carentes da cidade de São Borja que pretendem prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), ministradas por discentes dos cursos Ciências Humanas ± licenciatura (UNIPAMPA), Licenciatura em Matemática e Licenciatura em Física (Instituto Federal Farroupilha campus São Borja), bem como, discutir o impacto da mesma no decorrer do seu primeiro ano de atividade.
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GUIA DE MÍDIAS SOCIAIS UNIPAMPA: PROCESSO DE ELABORAÇÃO E CONTRIBUIÇÕES

GUIA DE MÍDIAS SOCIAIS UNIPAMPA: PROCESSO DE ELABORAÇÃO E CONTRIBUIÇÕES

A inexistência de normatização para o uso das mídias sociais da Unipampa ocasionou a necessidade de um documento guiasse os profissionais da instituição sobre essas temáticas. Portanto, para dar conta dessa questão que instigou o início da pesquisa, este artigo objetiva descrever o processo de elaboração do "GMS - Guia de Mídias Sociais Unipampa: Redação, conteúdo e linguagem", bem como seus resultados e contribuições para a Unipampa e para o campo da Comunicação. Para atingir o objetivo proposto, buscou-se descrever o desenvolvimento deste produto, o qual teve metas programadas. Portanto, a criação do GMS foi identificada como uma necessidade da Assessoria de Comunicação Social (ACS) da Unipampa, ao mesmo tempo em que representa uma inovação para o setor, por ser um produto que se baseou na proposta de guias e manuais para criar um formato diferenciado de conteúdo, tendo em vista a inexistência de um material com a finalidade de trazer diretrizes para o uso das mídias sociais na comunicação pública nas universidades federais do Rio Grande do Sul. Por fim, entende-se que o GMS contribui com o desenvolvimento da comunicação pública digital da instituição, através de um instrumento que auxilie no compromisso de fornecer informações mais acessíveis, objetivas e atrativas aos cidadãos.
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A COMUNICAÇÃO DA AGÊNCIA DE REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DELEGADOS DE SÃO BORJA – AGESB

A COMUNICAÇÃO DA AGÊNCIA DE REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DELEGADOS DE SÃO BORJA – AGESB

A AGESB foi criada em 2010, por meio da Lei Nº 4.280, de 26 de Agosto de 2010, porém iniciou suas atividades na cidade de São Borja em 2011. Tem natureza autárquica, dotada de autonomia financeira, funcional e administrativa, vinculada ao Gabinete do Prefeito. O objetivo da AGESB é harmonizar e equilibrar a relações entre a população, o poder público e as concessionárias reguladas, através de atos e operações. A estrutura é constituída pelo Conselho Diretor Rotativo, composto por um presidente, quatro conselheiros, uma secretária-executiva e um estagiário que atua na assessoria de comunicação. Apesar de a empresa atuar desde 2011, apenas em 2015 foi implantado o setor de comunicação, que vem, desde então, desenvolvendo ações de relacionamento e comunicação para divulgar a agência em São Borja. Algumas ações criadas pelo setor foram: página na Rede Social Facebook; e- mail institucional; site institucional; materiais impressos, spots nas rádios, releases, e ações de relacionamento. A assessoria também já recebeu importantes prêmios pelo seu trabalho, como Intercom Regional e Nacional.
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El periodista como agente de espiral del conocimiento en una organización de turismo

El periodista como agente de espiral del conocimiento en una organización de turismo

“A gente [jornalista] tem a capacidade para sintetizar e interpretar, por que a comunicação as vezes vem truncada, as vezes a pessoa quer dizer uma coisa e diz outra, mas o jornalista é treinado para entender o que ele quer dizer, e vai além. Por sua abordagem, de certa maneira, a gente vai ouvir e questionar para que ele fale mais sobre, mesmo em rede social, quando alguém sugere algo e não é muito específico a gente chama inbox a pessoa e questiona por que isso é importante, o que ela quer dizer. No fim, muitas vezes somos uma espécie de ouvidoria, mas o jornalista vai além, por que questiona e pergunta, temos essa característica investigativa, essa inquietação, essa coisa de fuçar, de sabe mais”.
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19 Lee mas

UTILIZAÇÃO INOVADORA  DAS FERRAMENTAS  DE COMUNICAÇÃO  NA CONSTRUÇÃO  DE RELAÇÕES  COOPERATIVAS ENTRE  PROFESSORES E ALUNOS: um enfoque a partir de  Maturana e Varella

UTILIZAÇÃO INOVADORA DAS FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO NA CONSTRUÇÃO DE RELAÇÕES COOPERATIVAS ENTRE PROFESSORES E ALUNOS: um enfoque a partir de Maturana e Varella

Ao estudar as várias ferramentas de comunicação oferecidas pelas TIC, somos alertados contra a tentação da certeza, num mundo de solidez perceptiva não contestada. “Toda experiência de certeza é um fenômeno individual cego em relação ao ato cognitivo do outro, numa solidão que (...) só é transcendida no mundo que criamos junto com ele”. Da mesma forma, a certeza é igualmente fenôme- no cultural, que leva à cegueira diante da possibilidade de novas cosmovisões. Assim, seja nos chats, fóruns, listas de discussão, video-conferências, em cada fala está subjacente a cosmovisão de quem fala, seja aluno ou professor.
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18 Lee mas

ASSESSORIA AO GRUPO DE TRABALHO INTERSETORIAL DO PETI DO MUNICÍPIO DE SÃO BORJA

ASSESSORIA AO GRUPO DE TRABALHO INTERSETORIAL DO PETI DO MUNICÍPIO DE SÃO BORJA

A assessoria ao Grupo de Trabalho Intersetorial do Programa de Erradicação do Trabalho Inafantil (PETI) do munícipio de São Borja tem possibilitado a participação da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) no planejamento das ações estratégicas de enfrentamento ao trabalho infantil no município. O diálogo interinstitucional também tem resultado em parcerias para elaboração de projetos sociais com objetivo de ofertar atividades para crianças e adolescentes cuja realidade das famílias apresenta diferentes situações sociais de vulnerabilidade. Além disso, o projeto de extensão tem criado oportunidades de inserção em atividades de iniciação científica para estudantes do Curso de Serviço Social possibilitando que participem da defesa dos direitos de crianças e adolescentes, por meio do levantamento de informações sobre o trabalho infantil que tem como referência a Vigilância Socioassistencial instituída pela Política Nacional de Assistência Social.
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7 Lee mas

Cooperativas habitacionais e capacitação profissional

Cooperativas habitacionais e capacitação profissional

Este artigo descreve a importância do compromisso social na formação dos profissionais de arquitetura e urbanismo no momento em que é abordada a temática da habitação de interesse social. Essa abordagem é feita através da apresentação de diretrizes organizacionais de implementação de cooperativas habitacionais autogestionárias a fim de auxiliar na preparação de alunos e no assessoramento com a capacitação dos profissionais. Nesse contexto é feita apresentação de um quadro de diretrizes organizacionais, e a partir desse quadro, apresentam-se também duas figuras: a primeira ilustra as principais causas de dissolução de cooperativas habitacionais autogeridas e a segunda figura demonstra o papel da assessoria técnica e mais precisamente as funções essenciais do arquiteto urbanista numa cooperativa habitacional autogerida. Ao finalizar, são expostos conceitos e características da autogestão na produção de moradia.
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13 Lee mas

Armand Mattelart  A globalização da comunicação

Armand Mattelart A globalização da comunicação

nem nacional, mas social, envolve todos os paí- ses onde desenvolveu-se a sociedade moderna, e necessita, para sua completa solução, da coo- peração teórica e prática dos países mais avan- çados... A Associação foi fundada para criar um ponto central de comunicação e de cooperação entre as sociedades operárias dos diferentes paí- ses que aspiram às mesmas realizações, ou seja: a cooperação mútua, o progresso e a completa emancipação da classe operária.” Dez anos mais tarde a Primeira Internacional é dissolvida. O pensamento universalista entra em crise após um triplo fracasso: a guerra franco-prussiana faz ressurgir os sentimentos de patriotismo; o esma- gamento da Comuna de Paris anuncia a derrota da minoria dos “internacionalistas” e de sua divi- sa “A bandeira da Comuna é a da República uni- versal”; a idealização da máquina estatal, os ob- jetivos e os meios de ação causam confusão en- tre os diversos elementos do movimento operá- rio. Dessas divergências logo vai brotar o mapa das grandes federações sindicais e de suas alian- ças internacionais. Antes de se dissolver, a Pri- meira Internacional assistiu ao embate entre duas concepções do Estado em torno da idéia de “serviço público” aplicada ao gerenciamento das malhas ferroviárias.
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193 Lee mas

Comunicação entre objetos distribuídos tolerantes a falhas

Comunicação entre objetos distribuídos tolerantes a falhas

Atualmente, os sistemas distribuídos têm sido amplamente utilizados nos sistemas de computação em geral. Este fato deve-se, principalmente, à grande utilização de redes de computadores. Um sistema distribuído pode ser considerado como um conjunto de processadores autônomos, sem compartilhamento de memória, cooperando entre si através de uma rede de comunicação. Em uma aplicação distribuída orientada a objetos, múltiplos objetos estão cooperando para executar uma tarefa.

8 Lee mas

A TRAJETÓRIA DE UM PROJETO DE ENSINO VOLTADO A IMIGRANTES HAITIANOS NO OESTE CATARINENSE

A TRAJETÓRIA DE UM PROJETO DE ENSINO VOLTADO A IMIGRANTES HAITIANOS NO OESTE CATARINENSE

O ensino de língua portuguesa no Brasil apresenta contextos variados, seja como disciplina curricular obrigatória nas escolas brasileiras ou como língua estrangeira. Este trabalho apresenta a trajetória do projeto de extensão "Curso de português para estrangeiros" realizado pelo PET - Assessoria Linguística e Literária da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó, a partir de 2014. Discorre sobre a necessidade do curso de português como língua estrangeira na região Oeste Catarinense frente a uma nova demanda populacional composta por imigrantes haitianos. Descreve o contexto de surgimento e as fundamentações teóricas que orientaram o projeto de ensino. Ademais, caracteriza o perfil do público- alvo e impacto social-cultural sobre os envolvidos. O projeto, que iniciou possuindo um caráter emergencial, consolidou-se como uma ação afirmativa permanente, recebendo aprimoramentos progressivos e destaque pelo seu caráter potencializador de equidade socioeconômica e étnico-racial.
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6 Lee mas

Comunicação entre objetos distribuídos replicados tolerantes a falhas

Comunicação entre objetos distribuídos replicados tolerantes a falhas

O processo de replicação utilizando-se software e não um hardware especializado é defendido por [GUERRAOUI 97]. Através de um conceito intuitivo, a replicação requer técnicas sofisticadas para o sucesso da implementação. Para que seja possível atingir os objetivos da replicação, [GUERRAOUI 97] indica a necessidade de se usar um framework que permita a utilização de comunicação em grupo. Neste trabalho também está sendo utilizado comunicação entre grupo de processos. O ambiente do PVM – Parallel Virtual Machine fornece esta possibilidade, uma vez que permite a criação e a manipulação dinâmica dos grupos de processos.
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13 Lee mas

ASSESSORIA EM SERVIÇO SOCIAL AO CONSELHO TUTELAR DE SÃO BORJA (RS): TECENDO COM A REDE DE PROTEÇÃO

ASSESSORIA EM SERVIÇO SOCIAL AO CONSELHO TUTELAR DE SÃO BORJA (RS): TECENDO COM A REDE DE PROTEÇÃO

Para a Construção de Material teórico-metodológico e para Subsídio ao trabalho dos/as Conselheiros Tutelares junto às famílias, a dificuldade foi quanto a agenda para o êxito da atividade, que ainda está na fase de desenvolvimento; a assessoria se organizou a partir da estratégias rodas de conversa, com o desenvolvimento das temáticas propostas pela educação permanente; com a elaboração de material didático impresso, que venha a ser utilizado pelos membros do CT, a partir do conjunto de dados coletados nas mesmas.

7 Lee mas

MEMÓRIA PÚBLICA E RESGATE DAS POLÍTICAS CULTURAIS EM SÃO BORJA

MEMÓRIA PÚBLICA E RESGATE DAS POLÍTICAS CULTURAIS EM SÃO BORJA

Pessoas, organizações e coletividades na sociedade civil passam a valorizar suas raízes, suas origens e a trajetória que as torna única, reivindicando por meio de ações e projetos de regate memorial o seu lugar na história. Nesse contexto, a comunicação ocupa um papel fundamental, e as relações públicas, em especial mostram-se competentes à promoção histórica e patrimonial dos mais diversos atores.

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Parceria entre Organizações e TVs Comunitárias como Estratégias de Comunicação

Parceria entre Organizações e TVs Comunitárias como Estratégias de Comunicação

A organização, que se traduzia em formas autoritárias de comando, separação entre a concepção e a execução (herança tayloriana), arena de luta de classes e de um movimento operário que opunha o trabalho ao lucro capitalista, aparece cada vez mais como uma unidade estratégica num mercado internacional competitivo. Nesse cenário, o desafio que se apresenta é o de entender a comunicação organizacional como um processo que se viabiliza em uma realidade plural e mutante, movida por relações interativas, capaz de articular a organização com as diferentes dinâmicas que estruturam a sociedade. Assim, concordamos com Duarte e Monteiro (2009), quando afirmam que são muitos os desafios e as possibilidades da comunicação, uma vez que ela
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16 Lee mas

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

Sabe-se que o uso de vídeo se faz presente na rotina dos estudantes, que buscam e visualizam este recurso para diferentes fins: estudo, lazer, comunicação, entre outros. Os vídeos tem um papel predominante e especial na ligação das pessoas com o mundo, mesmo tendo como diferentes focos: alegria, tristeza, música, etc. Como acadêmicas de um curso de licenciatura acreditamos que a videoaula quando elaborada de forma adequada, pode colaborar com a construção do conhecimento dos alunos. Porém, para que o vídeo atinja este fim, é preciso refletir sobre as metodologias de ensino adotadas para a inserção desta ferramenta, cabendo ressaltar a fala de Correa (2002), ao expor que:
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6 Lee mas

COMUNICAÇÃO, INDICADORES CULTURAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS

COMUNICAÇÃO, INDICADORES CULTURAIS E POLÍTICAS PÚBLICAS

Sendo assim, pode-se considerar a informação uma importante característica para à comunicação pública. Reconhecer que dotar o cidadão de mecanismos de acesso à informação é viabilizar a ampliação da leitura da realidade, fazendo com que este cidadão se torne agente de sua história, capaz de transformá-la (ESCUDERO, 2015). A partir disso, para configurar os indicadores culturais, é preciso saber alguns pontos:

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A Comunidade Virtual de Prática e o Processo de Formação: fatores evidenciados pelos alunos / Comunidad virtual de práctica y procesos de formación: factores evidenciados por los alumnos

A Comunidade Virtual de Prática e o Processo de Formação: fatores evidenciados pelos alunos / Comunidad virtual de práctica y procesos de formación: factores evidenciados por los alumnos

2. Fator 2: Interação e Comunicação. É importante que haja suporte ao  compartilhamento de informação e a comunicação entre alunos e  entre alunos e professores, fator que se constitui como uma fonte  valiosa de informação e aprendizado. Este fator caracteriza­se pelas  formas e recursos de interação e comunicação que aconteceram e  estavam disponíveis para os participantes do curso (como fóruns,  correio,   comentários,   discussões   etc).   Este   Fator   está   fortemente  ligado ao Fator 1, pois a interação e comunicação são indispensáveis  para que aconteça a colaboração. Neste sentido, as relações sociais e  a   confiança   entre   os   membros   se   estabeleceram   dentro   da  comunidade, permitindo que as pessoas não se sintam isoladas e sim  socialmente   integradas   (presença  social4),   percebendo   que   outras  pessoas   compartilhavam   de   problemas   semelhantes   e   buscavam  soluções   cooperativamente,   uma   vez   que   as   ferramentas   de  comunicação online, tanto síncronas quanto assíncronas do TelEduc  possibilitam a interação entre os alunos e entre alunos e formadores,  integrando­os em uma comunidade compartilhada.
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14 Lee mas

TEORIA INSTITUCIONAL E COMUNICAÇÃO NO SETOR PÚBLICO: A GARANTIA DO INTERESSE PÚBLICO DA COMUNICAÇÃO

TEORIA INSTITUCIONAL E COMUNICAÇÃO NO SETOR PÚBLICO: A GARANTIA DO INTERESSE PÚBLICO DA COMUNICAÇÃO

O processo de formação das instituições é explicado por Tolbert e Zucker (1999) através de três estágios. O primeiro processo denomina-se habitualização, onde a estrutura é criada e formalizada como resposta a problemas específicos, em um estágio de pré-institucionalização. Posteriormente chega-se em um estágio de semi-institucionalização, ou objetificação, quando passa-VH DR ³GHVHQYROYLPHQWR GH certo grau de consenso social entre os decisores da organização a respeito do valor da estrXWXUD H D FUHVFHQWH DGRomR SHODV RUJDQL]Do}HV FRP EDVH QHVVH FRQVHQVR´ (TOLBER; ZUCKER, 1999, p. 207). O estágio de institucionalização total, ou seja, sedimentação, é quando há legitimação da estrutura, e sua sobrevivência por várias gerações, e é o que Políticas de Comunicação podem garantir.
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FORMAÇÃO E ASSESSORIA EM POLÍTICAS SOCIAIS NO MUNICÍPIO DE SÃO BORJA/RS

FORMAÇÃO E ASSESSORIA EM POLÍTICAS SOCIAIS NO MUNICÍPIO DE SÃO BORJA/RS

O objetivo do projeto de extensão prevê instituir ações de formação e assessoria aos profissionais cujos espaços ocupacionais envolvam a gestão, a implementação e a avaliação das políticas sociais, no intuito de fortalecer a intersetorialidade, o controle social e os respectivos atendimentos prestados à população de São Borja/RS. A equipe responsável por sua execução é constituída por profissionais de diferentes áreas, docentes, discentes e bolsistas da Universidade Federal do Pampa-UNIPAMPA, Campus São Borja/RS. Também se estrutura mediante parcerias estabelecidas com a Secretaria da Saúde, Secretaria de Desenvolvimento Social e Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde.
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