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A PEC 171/1993, os atores sociais envolvidos e a influência deles na tramitação da matéria: um breve estudo de caso da Psicologia Política envolvida no processo legislativo

A PEC 171/1993, os atores sociais envolvidos e a influência deles na tramitação da matéria: um breve estudo de caso da Psicologia Política envolvida no processo legislativo

O sociólogo norte-americano William A. Gamson teoriza - em obra de 1988 - a respeito de como discursos minoritários e aparentemente sem nenhuma esteio da realidade concreta podem ser assumidas por grande parte da população após a adoção de um engenhoso processo de persuasão midiática. Quem explica o pensamento do autor norte-americano é o professor José Cameselle, em sua obra “Psicología Política”. O pensamento de Gamson diz respeito à marginalização específica de movimentos sociais num contexto norte-americano, no entanto, três desses mecanismos persuasivos são facilmente observáveis na postura da imprensa brasileira para com as políticas penais e carcerárias altamente punitivistas vigentes no Brasil: (i) trivialização, que diz respeito à ênfase exagerada em gestos, idade, linguagem e jeito de vestir de criminosos dentro do arquétipo de inimigo público que se deseja construir; (ii) polarização, que diz respeito à produção insistente de narrativas de “eles contra nós” com vistas a radicalizar certos fenômenos e jogar uma cortina de fumaça em um debate não-apaixonado a respeito do assunto; e (iii) marginalização, que consiste na inculcação de que aquele determinado arquétipo tem comportamento inexoravelmente desviante e portanto deve ser colocado de lado.

18 Lee mas

TURISMO, COOPERACIÓN Y DESARROLLO LOCAL EN ÁREAS PROTEGIDAS

TURISMO, COOPERACIÓN Y DESARROLLO LOCAL EN ÁREAS PROTEGIDAS

Resumo: A criação de Unidades de Conservação pode configurar uma potencialidade socioeconômica para os lugares onde foram implantadas, suscitando, por exemplo, por meio do turismo, alguns benefícios como conservação e geração de receitas. Além disso, a forma como a comunidade se articula para dinamizar tais potencialidades pode conduzir a importantes processos de mudança social. Nesse contexto, buscou -se analisar as relações de cooperação entre os atores sociais, moradores de Buíque (Pernambuco, Brasil), para a promoção da atividade turística no Parque Nacional do Catimbau, levando -se em consideração o conceito de desenvolvimento local. Esta pesquisa foi fruto da elaboração de monografia no âmbito de Pós -graduação Lato senso em Turismo e se configurou como um estudo de caso qualitativo, que incluiu pesquisa bibliográfica e de campo com realização de entrevistas. Constatou-se que, apesar da existência de algumas interações ‘cooperativas’, a maioria dos atores sociais investigados não participa desse processo. Ainda assim, acredita-se que o referido parque possa, no futuro, contribuir para o desenvolvimento local desse município.

12 Lee mas

A percepção de jornalistas sobre as mudanças climáticas: um estudo inicial no jornal Gazeta do Povo (Ensayo).

A percepção de jornalistas sobre as mudanças climáticas: um estudo inicial no jornal Gazeta do Povo (Ensayo).

Este trabalho apresenta os resultados inicias da pesquisa de doutorado de uma das autoras voltada para o estudo das percepções de risco de diferentes atores sociais que estão envolvidos no circuito da notícia (fontes de informação, jornalistas e leitores) sobre as mudanças climáticas (doravante MCs). O recorte exposto dá ênfase para as percepções dos jornalistas da Gazeta do Povo, um diário local/regional brasileiro escolhido em razão de seu papel enquanto mobilizador de discussões locais e potencializador de governança climática. A im de tentar compreender como os jornalistas entendem e observam o assunto no âmbito da sua proissão e rotinas diárias, perguntou-se: 1) Qual a importância do tema MCs no rol de assuntos do jornal? 2) Quando o assunto MCs pode se tornar pauta na Gazeta do Povo? 3) Quais as principais diiculdades para cobrir este tema? 4) Quais são os enfoques mais recorrentes do jornal quando se fala em MCs? Por quê? e 5) Qual sua opinião sobre o papel da imprensa e o enfrentamento dos riscos climáticos?

24 Lee mas

Governança ambiental e turismo: a participação de atores no Parque Nacional Tortuguero, Costa Rica

Governança ambiental e turismo: a participação de atores no Parque Nacional Tortuguero, Costa Rica

decisórios que resultam, por exemplo, no manejo, especificamente do turismo nesse parque. Essa assertiva é confirmada por ela quando declara que essa entidade trabalha diretamente com o parque pela sua conservação e proteção, uma vez que são os guias os responsáveis por todos os tours realizados no parque. A governança é, como afirmam Pereira e Faria (2010: 1), política pública mas também “[...] instrumento de compreensão dos problemas enfrentados pela sociedade e governo, em especial nas mudanças sociais e econômicas encontradas diante dos novos arranjos institucionais”. Nesse contexto, a governança é, sobretudo, instrumento heurístico porque traz nas suas raízes um amplo cenário possibilidades para a resolução de problemas que emperram o relacionamento entre governo e sociedade, quando se trata de questões em que essa parceria é fundamental para o enfrentamento de desafios. No caso específico da gestão de recursos naturais, a governança ambiental torna-se imprescindível devido à fragilidade dessa dimensão da realidade, particularmente o controle sustentável futuro do meio ambiente. 5.2 Atores sociais e conservação em Tortuguero: dinâmica de atuação

16 Lee mas

Percepção do risco socioambiental dos carrinheiros na Região Central de Curitiba

Percepção do risco socioambiental dos carrinheiros na Região Central de Curitiba

O presente artigo apresenta a percepção do risco socioambiental dos atores sociais envolvidos na coleta de resíduos recicláveis na região central de Curitiba, por meio de entrevistas com carrinheiros, sendo estas individuais e coletivas, também com o diretor responsável pela gestão dos resíduos recicláveis em Curitiba. Nas falas desses atores sociais, tanto os carrinheiros quanto o poder público, as percepções do risco socioambientais são diferentes. Os primeiros têm uma percepção socioambiental concreta e diretamente associada a uma ética da sobrevivência, diferentemente do segundo que demonstra uma preocupação abstrata, distante das tensões e contradições reais que perpassam tanto o social quanto o ambiental. Se o desafio maior para os carrinheiros é sobreviver em um cenário hostil, para o segundo, o desafio limita-se a refinar as propagandas e as promessas difíceis de serem cumpridas apenas com exortações e boas intenções contidas nos projetos. Os programas relacionados com resíduos recicláveis oferecidos pela Prefeitura de Curitiba proporcionam um ótimo marketing para a Cidade, no entanto, a grande maioria está longe de ser aquilo que aparece nas propagandas, não contribuindo ou contribuindo pouco para a redução dos resíduos recicláveis na Cidade de Curitiba.

16 Lee mas

A ecogovernamentalidade e suas contradições (Artigos)

A ecogovernamentalidade e suas contradições (Artigos)

Sob este conceito, defino a ecogovernamentalidade como todas as políticas, discursos, conhecimentos, representações e práticas ambientais (locais, nacionais e transnacionais) que interagem com o propósito de dirigir os atores sociais (corpos verdes) a pensar e se comportar de maneiras particulares, com fins ambientais específicos (desenvolvimento sustentável, segurança ambiental, conservação da biodiversidade, acesso a recursos genéticos, entre outros). Nesta ecogovernamentalidade, as organizações ambientais (governamentais e ONGs), os atores sociais (inclusive os povos indígenas e suas políticas culturais e ambientais), os ambientalistas e as comunidades científicas, entre outros, são agentes no processo para regular e dirigir as ações sociais de acordo com lógicas e discursos que contribuem para o desenvolvimento de uma concepção emergente de governamentalidade ambiental global. No entanto, isto implica em negociações e conflitos, assim como acordos.

18 Lee mas

Rede de Stakeholders no Sector de TIC: Estudo Comparativo entre as Características das Redes de Colaboraçao Tecnológica que se formam em Tandil-Argentina e no Recife-Brasil

Rede de Stakeholders no Sector de TIC: Estudo Comparativo entre as Características das Redes de Colaboraçao Tecnológica que se formam em Tandil-Argentina e no Recife-Brasil

Este estudo analisa comparativamente as características das redes de stakeholders formadas pelos empresários do setor de TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação de Tandil – Argentina e do Recife-Brasil. Como base de sustentação teórica para a análise das redes de stakeholders, foram consideradas as quatro funções da mentoria: amizade, informação, confiança e aconselha- mento. A análise possibilitou a identificação dos atores que desempenham papéis relevantes à manutenção e expansão da rede de apoio à inovação tecnológica nas duas cidades estudadas. No caso da Argentina, o suporte de mentoria é caracterizado por sub-re- des baseadas em aconselhamento e informação. A amizade e a confiança, apesar de presentes, acontecem em menor intensidade. Estes achados foram confrontados através da medição da força dos laços, tendo sido confirmados pela predominância de laços fracos, caracterizando-se por uma rede aberta ao processo de inovação. Por outro lado, no Brasil a rede de confiança é maior do que a rede de informação e os laços fortes de interação predominam entre os stakeholders. Estas características não favorecem aos processos de inovação. Uma característica que se mostrou comum aos dois países foi a diversidade de papéis desempenhados pelos stakeholders envolvidos. Os resultados do estudo mostraram que se faz necessário considerar a identificação de stakeholders com base no reconhecimento de atores sociais que desempenham papéis específicos. Conclui-se que estas diferenças se devem em parte às bases de formação das redes. Conclui-se que estas diferenças se devem às bases de formação das duas redes: no caso argentino, a formação ocorreu a partir da demanda do mercado e no caso brasileiro houve um forte incentivo governamental na formação de um cluster de empresas de TIC.

15 Lee mas

Ambientes de montaña: experiencia de desarrollo endógeno y agricultura en la Región Serrana de Distrito de Río de Janeiro (Brasil)

Ambientes de montaña: experiencia de desarrollo endógeno y agricultura en la Región Serrana de Distrito de Río de Janeiro (Brasil)

O enfoque de desenvolvimento endógeno – que parte da identificação das potencialidades do território, valorizadas pelas famílias agricultoras – com ênfase na agroecologia, trabalhados ao longo do tempo pelos atores sociais e externos, através de estratégias como: pesquisa participativa, assistência técnica e extensão rural (ATER) coletiva, reconhecimento das potencialidades locais, fortalecimento da organização local e indução à cooperação, vem demonstrando que esses são os caminhos para se alcançar a sustentabilidade. A referida estratégia envolve a participação de agricultores, pesquisadores, extensionistas rurais, técnicos, professores, pais e alunos.

8 Lee mas

Análisis bibliométrico sobre la producción científica en el campo de las habilidades sociales

Análisis bibliométrico sobre la producción científica en el campo de las habilidades sociales

O CHS ganhou impulso aproximadamente na década de 1970, pautado no movimento do Treinamento de Habilidades Sociais (THS), ocorrido na Inglaterra, e no movimento do Treinamento Assertivo (TA), nos Estados Unidos (Z. A. P. Del Prette et al., 2000). O CHS absorveu elementos de diversos enfoques da Psicologia, tais como do Behaviorismo e da Análise do Comportamento de Skinner (1953), da Teoria da Percepção Social de Argyle (1978) e da Teoria Social Cognitiva de Bandura (1986), entre outras. Os conceitos e teorias relacionados ao CHS surgiram e se desenvolveram em parte como forma de explicar o comportamento humano nas relações interpessoais, mas também como forma de solucionar problemas nas interações sociais, tanto em contextos sociais saudáveis, como família, escola, universidade e trabalho, quanto em contextos do cuidado em saúde, tais como hospitais psiquiátricos e clínicas, na forma de terapia comportamental.

10 Lee mas

TítuloA intervención procesual dos graduados sociais tras as últimas reformas lexislativas

TítuloA intervención procesual dos graduados sociais tras as últimas reformas lexislativas

fica despois, cales son as funcións ou competencias que constitúen a profesión do graduado social. Con carácter xeral, di que competen a esta profesión «as funcións de estudo, asesoramento, representación e xestión, sen necesidade de apoderamento es- pecial, nos casos permitidos pola Lei de procedemento administrativo, en todos can- tos asuntos laborais e sociais lles foren encomendados por ou ante o Estado, entidades paraestatais, corporacións locais, a Seguridade Social, a organización sindical, enti- dades, empresas e particulares». E, entre as relacionadas de forma específica, sinala dúas que están vinculadas coa xurisdición: na alínea f, a de «comparecer en nome das empresas, dos traballadores e dos particulares ante os organismos sindicais e de con- ciliación, así como representalos nos casos que expresamente autoricen as leis, ante as maxistraturas de traballo»; e na alínea j, «actuar como perito en materia social e laboral ante os tribunais de xustiza, cando for requirido para isto».

17 Lee mas

Psicologias sociais responsivas para com animais

Psicologias sociais responsivas para com animais

Neste ensaio, abordamos algumas pistas para pesquisas que se movam na interfa- ce entre Psicologia Social e Etologia, discutindo relações responsivas com animais, com base nas contribuições de Vinciane Despret. Argumentamos que a Etologia, ao ficar apartada das correntes críticas da Psicologia Social, na América Latina, após a crise da década de 1970, mostra-se um campo para o diálogo fértil com psi- cólogos sociais não evolucionistas que se interessam pelo estudo de agenciamen- tos não restritos ao humano. Que práticas podemos trazer da Etologia para as Psi- cologias Sociais e vice-versa? Quais histórias derivarão do (re)encontro entre os estudos em Psicologia Social com animais não humanos? A partir dessas questões, concluímos que não é mais possível, nos dias atuais, que as práticas das psicologi- as sociais se definam sem consideração de liames “ecológicos” para os quais as Etologias têm a contribuir, como potentes saberes que nos levam além de uma de- finição de social fundada exclusivamente no humano.

16 Lee mas

Surdez, redes sociais e aplicativo de interação

Surdez, redes sociais e aplicativo de interação

As relações do sujeito com seu meio social envolvem processos dinâmicos, que requisitam contínuas adaptações. Inúmeros recursos são mobilizados para suprir as necessidades de reprodução cotidiana, ou seja, a maneira pela qual possa garantir-se o mínimo necessário à sobrevivência individual ou de um grupo doméstico. Dessa maneira, o arranjo de redes sociais apresenta-se como um dos recursos fundamentais [Bittencourt 2011].

9 Lee mas

Representações sociais de ciência de um grupo de licenciandos em Física

Representações sociais de ciência de um grupo de licenciandos em Física

Neste projeto, realizado com o apoio do órgão financiador, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Brasil, temos o objetivo de estudar as representações sociais de Ciência de um grupo de 26 alunos do final do curso de Licenciatura em Física de uma instituição pública federal de ensino superior. Para isso, baseamo-nos também nos trabalhos de Borges (1996) e Acevedo (2005), pelos quais abordamos a Ciência do ponto de vista Idealista, Empirista, Construtivista e Externalista, as quais serão explicadas na seção seguinte.

10 Lee mas

TítuloEducação ambiental e áreas protegidas: as bacias hidrográficas e a gestão participativa de paisagens socioambientais e educadoras

TítuloEducação ambiental e áreas protegidas: as bacias hidrográficas e a gestão participativa de paisagens socioambientais e educadoras

A sociedade atual enfrenta uma grande crise ambiental global e grande parte dela se deve aos conflitos nos diferentes usos da terra. Neste sentido, a educação ambiental, vem se transformando em uma importante ferramenta para processos de educação crítica e transformadora, que consideram a emancipação, a identidade, o pertencer e a solidariedade como instrumentos para fomentar mudanças necessárias. O estudo realizado na Bacia Tietê-Jacaré faz parte de uma pesquisa socioambiental que procura investigar sobre o papel das áreas protegidas na busca de soluções a partir das transformações sociais desses espaços. O objetivo foi fomentar a gestão participativa dessa paisagem a partir da construção coletiva de um material didático de educação ambiental e os processos formativos para sua multiplicação. A desconstrução e reconstrução dos significados desses territórios hídricos, a partir da percepção e interpretação da paisagem foram fundamentais para o encontro dos diferentes interesses e entendimento de suas multifuncionalidades. Entre os principais resultados, pôde-se observar que a educação ambiental e a paisagem ajudaram a formar atores socioambientais para que os mesmos pudessem participar de uma gestão compartilhada e educadora da bacia hidrográfica e suas áreas protegidas a partir de uma maior percepção desses territórios como paisagens socioambientais e educadoras. Abstract

24 Lee mas

As políticas sociais brasileiras   o que há de novo?

As políticas sociais brasileiras o que há de novo?

Sob esse manto do “social”, o que se pro- duz é uma sociedade meritocrática que legiti- ma um modo de dominação e oferece a justi- ficação moral de uma distribuição desigual e insuficiente, uma sociedade que se pauta pelo avesso da igualdade, devidamente individuali- zada e terceirizada, que constrói uma moral da propriedade e não dos direitos, e (ou) uma mo- ral dos direitos da propriedade como elemen- tos que distinguem os “verdadeiros” pobres. O investimento nesses pobres poderia, então, tornar-se socialmente rentável, já que os “bons e verdadeiros” pobres não seriam transforma- dos em dependentes ou “assistidos”. A partir dessa perspectiva e desses questionamentos e inquietações, tomamos como centro de inves- tigação algumas experiências concretas que se inserem em diferentes setores do social ou des- sas “políticas sociais”, como as de moradia, de transferência condicional de renda, políticas securitárias e de ativação.

6 Lee mas

MARKETING DIGITAL E SUAS ESTRATÉGIAS: UMA ANÁLISE DAS MÍDIAS SOCIAIS DO BAR DA LUA

MARKETING DIGITAL E SUAS ESTRATÉGIAS: UMA ANÁLISE DAS MÍDIAS SOCIAIS DO BAR DA LUA

Com a transformação do uso da internet as ações de marketing foram contempladas e passaram a possibilitar aos usuários da web maior interação com as empresas, podendo expor opiniões negativas ou positivas sobre elas, em sua maioria feitas através de um perfil ou página nas mídias sociais. Kotler et al. (2017) no livro Marketing 4.0. Do tradicional ao digital, trazem uma contextualização das variações que acontecem com o marketing quanto ao destino do foco das suas ações, que variam do produto (marketing 1.0), passando pelo consumidor (marketing 2.0), posteriormente ao ser humano (marketing 3.0) e, por fim, gerando um aprofundamento no ser humano, com um enfoque no digital (marketing 4.0). Conforme salientam Kotler et al. (2017) todas estas alterações estão diretamente ligadas às mudanças tecnológicas que acontecem no mundo.

6 Lee mas

Juventude, laços sociais e processos de subjetivação

Juventude, laços sociais e processos de subjetivação

A ideia de que a violência implanta a ordem da lei e do direito e a possibilidade de construção do laço social é uma tese que permite uma conexão entre a psicanálise e as ciências sociais. Fazendo um paralelo com a psicanálise, a ordem simbólica é o polo fundamental de alteridade que funda o psiquismo no registro da representação contrapondo- se a anarquia e a insistência por descarga das forças pulsionais. Na obra freudiana, algumas passagens sinalizam a ideia de que a própria construção de laços sociais pode funcionar como um regulador da violência originária. Em “Psicologia de grupo e análise do ego” (1921) ao desfazer a oposição entre a psicologia individual e das massas, Freud ressalta que poucas são as ocasiões que o indivíduo pode prescindir do vínculo com os outros e que este outro está sempre presente em sua vida psíquica “como modelo, como objeto, como auxiliar e como inimigo” (Freud, 1921, p.67). Na construção do mito de “Totem e Tabu” (1913), Freud trabalha com a ideia de que a violência simbólica introduz um limite a força bruta. A morte do pai da horda primitiva seria fundadora da sociedade propriamente dita. Os irmãos, mais frágeis, permitem impor um limite à violência absoluta da figura do pai primordial. Esta violência que pode impor um limite à violência real constitui um código de ética. A tese freudiana é que o uso do poder pode ser feito através das leis. A união dos grupos pode garantir a manutenção de uma comunidade, mas a violência sempre é o pano de fundo dessa manutenção (Freud, 1933).

9 Lee mas

Atratividade de destino turístico: a percepção dos atores locais de ouro preto, MG, Brasil

Atratividade de destino turístico: a percepção dos atores locais de ouro preto, MG, Brasil

Também é válido notar a preocupação dos atores com os destinos concorrentes, de modo que se entende que os turistas aos poucos estão preferindo outras opções no entorno do destino estudado. A literatura também indica que a utilização de recursos turísticos associada a formas adequadas de gestão fortalecem a geração de vantagens competitivas e o desenvolvimento sustentável de longo prazo (Kresic & Prebezac, 2011), o que pode garantir a competitividade do destino por um período mais prolongado. Dentre as limitações da pesquisa está o método utilizado, que pode gerar vieses de pesquisa não percebidos pelo entrevistador durante o processo de mediação entre o input do roteiro de entrevista e o estilo do entrevistado (Flick, 2004). Ainda, a pesquisa não é passível de generalização, por ter sido desenvolvida com atores específicos do caso estudado e não ter considerado a percepção dos turistas.

19 Lee mas

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				Social representations elements of athlete on Facebook

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Foi utilizado um questionário online, desenvolvido com base nos critérios de pesquisa de evocação e composto de quatro questões: 1- Qual é o seu sexo? 2- Qual é a sua idade?; 3- Você costuma assistir eventos esportivos? e 4- Escreva as cinco primeiras palavras que lhe vem à cabeça quando pensa em “atleta”. As questões 1, 2 e 3 se referiam às variáveis de contexto. A questão 4 teve o objetivo de coletar os dados sobre as representações sociais dos participantes acerca do tema em questão. Caracterizava-se como uma pergunta de evocação livre com o termo indutor “atleta”. Para a elaboração do instrumento, utilizou-se o aplicativo “Formulários” do Google Drive. Antes de iniciar o estudo, os participantes tiveram acesso a uma pagina com um termo de consentimento e uma breve explicacao sobre o estudo.

12 Lee mas

A tv de crianças e adolescentes com câmara à mão

A tv de crianças e adolescentes com câmara à mão

Hoje opçõesculturais e de lazer como TV a cabo, internet, games, dvds e conquistam crianças e adolescentese limitam a audiência de programas em TV aberta.No Brasil, essas mídias são acessíveis apenasàsclasses média e média alta. Para a maioria das crianças e adolescentes brasileiros, o acesso à diversão e à informação midiáticas restringe-se à televisão aberta. A qualidade dessa programação gratuita e a quantidade de horas diárias que o público infanto-juvenil se dedica a consumi-la têm preocupado educadores, pais, pesquisadores e até autoridades governamentais. Há um debate nacional sobre regulação e responsabilidade social das emissoras de TV. Esta pesquisa indaga crianças e adolescentes sobre o quepensam daprogramação da TV abertao que gostam e não gostam, o que propõem. Espera contribuir para reflexão sobre inovação de produção televisiva atenta às diferenciações sociais e culturais e ao desejo de crianças e adolescentes de divertir e de aprender mais sobre si e seu mundo. Situa na perspectiva desses sujeitos consumidores e cidadãos, que passam várias horas diante da TV, têm diferentes modos de ver, constroem representações, mundos imaginários. O objetivo desta pesquisa foi investigar as percepções de (250) crianças e adolescentes sobre a programação que assistem e sobre o que produziriam para TV se tivessem uma câmara na mão. O estudo partiu do princípio de que os sujeitos pesquisados conheciam a programação e a linguagem da TV, além de levar em consideração que a escola seria um espaço de re- elaboração de experiências midiáticas. A coleta dos dados foi realizada em 7 (sete) escolas públicas do Distrito Federal freqüentadas por estudantes de médio e baixo poder aquisitivo. Um questionário foi aplicado aos estudantes que também foram solicitados a elaborar individualmente um roteiro audiovisual com desenhos (tipo storyboard). A aplicação desses instrumentos de pesquisa ocorreu como uma atividade curricular de reflexão e discussão sobre televisão. O ponto de partida para a elaboração do roteiro pelas crianças e adolescentes foi a questão: Que programa de TV fariam se tivessem uma câmara na mão? Este trabalho apresenta as análises das respostas das crianças e adolescentes a essa questão, bem como às outras perguntas do questionário o que permitiu observar qual a relação que eles mantém com a televisão e quais roteiros de programas de TV que eles gostariam de ver em exibição nos canais abertos.

6 Lee mas

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