Ciência da informação

Top PDF Ciência da informação:

Uma análise sobre a produção, produtividade e colaboração na Ciência da Informação no Brasil entre os anos 2007 a 2009

Uma análise sobre a produção, produtividade e colaboração na Ciência da Informação no Brasil entre os anos 2007 a 2009

Neste contexto, há vários estudos métricos relacionados ao tema da produção e colaboração brasileira na Ciência da Informação. Bufrem et al. (2010), por exemplo, analisaram diacronicamente a colaboração entre pesquisadores vinculados a programas de pós-graduação em Ciência da Informação nos últimos 20 anos. Pinto & Moreiro González (2010) identificaram o comportamento de alguns dos principais autores daquela área científica, enquanto que Vieira & Moura (2010) trabalharam as relações das temáticas das pesquisas realizadas entre 2002-2007 conjuntamente com a construção da agenda de pesquisa e a consolidação da liderança científica. Isso posto, percebemos uma constante na análise de poucos, mas importantes e tradicionais, periódicos da àrea e de bases de dados bastante seletivas, o que, no limite, apesar dos extensos recortes temporais, descartam grande parte da produção científica impossibilitando o estabelecimento de “macro- indicadores”.
Mostrar más

7 Lee mas

Comportamento informacional em teses e dissertações na ciência da informação no Brasil entre 2007-2012: revisão de literatura

Comportamento informacional em teses e dissertações na ciência da informação no Brasil entre 2007-2012: revisão de literatura

Estudos sobre comportamento informacional têm atraído o interesse de diversas áreas do conhecimento, entre elas a Ciência da Informação. Realizou-se uma pesquisa documental exaustiva em âmbito brasileiro, das teses e dissertações apresentadas nos onze Programas de Pós-Graduação de Ciência da Informação, defendidas no período de 2007 a abril de 2012. Foi identificado um total de 465 dissertações e 157 teses publicadas no respectivo período. Ao aplicar a escolha dos seguintes termos no título e palavras-chave: Comportamento Informacional; Comportamento de Busca da Informação; Necessidade de Informação; Estudo de Usuários; Busca da Informação; Acesso à informação; Uso da Informação; Necessidade, Busca, Acesso e Uso da Informação; Sense-Making; Tomada de decisão; e, Recuperação da Informação obteve-se para a análise 88 dissertações e 17 teses. Os termos com maior ocorrência no título foram: Tomada de Decisão (11), Comportamento Informacional (10) e Recuperação da Informação (10). Cabe salientar que, nas palavras-chave a Recuperação da Informação (49) teve a maior ocorrência entre os termos, seguida de Estudo de Usuários (19), Comportamento informacional (15), Necessidade de Informação (12), e Tomada de Decisão (10). A média de 19 documentos publicados por ano entre 2007 e 2010. O estudo identificou os autores, os orientadores e gerou um grafo no qual se percebe o posicionamento central de seis orientadores: Ricardo Barbosa (UFMG), Mônica Erichsen Nassif Borges (UFMG), Murilo Bastos da Cunha (UNB), Emir José Suaiden (UNB), Helen de Castro Silva Casarin (UNESP), Isa Maria Freire (UFF / UFPB). A temática comportamento informacional aparece com maior ocorrência nas instituições: UFMG, UNB, UNESP e UFPB. A pesquisa demonstrou a continuidade de estudos na área e apontaram que aproximadamente 1/5 das dissertações e 1/10 das teses brasileiras abrangem.
Mostrar más

22 Lee mas

Informação e políticas públicas: responsabilidade social da Ciência da Informação

Informação e políticas públicas: responsabilidade social da Ciência da Informação

De acordo com Tarapanoff (2006), no campo da CI o conceito de informação é utilizado no sentido de conhecimento comunicado, desenvolvido após a segunda guerra mundial, e que adotaremos ao abordarmos sobre informação. Paul Otlet, belga nascido em 1868, advogado, desde cedo se preocupou em oferecer um sistema de armazenamento com a condensação universal de todos os dados fragmentados e individuais de todos os ramos das ciências, constantemente atualizados, para que todo o mundo pudesse ter acesso ao conhecimento, o que poderia estabelecer a paz mundial. Uma rede com links distribuidores entre os centros de produção e os usuários, por meio da qual qualquer pessoa possuidora de dados, informação ou conhecimento a ser comunicado seria capaz de fazê- lo e, ao mesmo tempo, com um mínimo de esforço e uma garantia de segurança e qualidade, seria capaz de recuperá-lo. Junto com seu amigo Henri La Fontaine, criou a Classificação Decimal Universal – CDU, que era muito mais que um método para organizar livros nas estantes: esperavam criar a base da documentação, uma linguagem universal para a ciência - os números.
Mostrar más

12 Lee mas

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Em CI, construir uma história da informação não é tarefa das mais simples, especialmente por se tratar de um conceito que atravessa diferentes dimensões da vida cotidiana e domínios distintos da Ciência, razão pela qual se torna sempre convidativa à reflexão pelos profissionais do campo e de áreas afins. Nessa direção, não apenas o próprio conteúdo semântico do termo se modifica ao longo do tempo conforme a perspectiva acadêmica adotada para investigá-lo (sinal, processo, conhecimento registrado, conteúdo etc.), como também varia a ênfase que cada sociedade atribui ao que hoje os indivíduos, grosso modo, se referem como informação. Mas, na história da humanidade, a informação como recurso e, também, como discurso, não teve peso tão evidente como na sociedade contemporânea. Talvez por isso entender os acontecimentos que culminaram em sua qualificação como “informacional” por Castells (1999) implique olhar as sociedades humanas em seu desenvolvimento não somente social, cultural, político, econômico, tecnológico e científico, mas, também, em sua dimensão linguística e cognitiva, aspectos esses que lhes permitiram criar sistemas exteriores à mente cada vez mais sofisticados para auxiliar a representação e a comunicação do conhecimento em sentido lato.
Mostrar más

19 Lee mas

A ciência da informação e a transição paradigmática

A ciência da informação e a transição paradigmática

Daqui resultou, de forma natural, uma tendência especializa- dora que levou a arquivologia a centrar-se no “documento de arquivo” (conceito ambíguo, mas aceite como elemento distintivo do ponto de vista corporativo e profissional relativamente ao bi- bliotecário e ao seu objecto próprio que era o livro ou a publi- cação impressa – Rodríguez Bravo, 2002: 119-157), a agarrar-se ao conceito incorporacionista de fundo em contraponto ao de colecção, considerada mais ampla e aleatória e a exibir como princípios “teóricos” o da proveniência, o da ordem original e ainda o das “três idades do documento” (corrente, intermédia e permanente ou histórica). Levou, também, a biblioteconomia a cingir-se ao documento impresso e a eleger a colecção como a unidade agregadora e significante do “átomo documental”. Com a aceleração do tempo e do processo histórico, nomeadamente o arranque e expansão da segunda revolução industrial, as velhas bibliotecas eruditas, recheadas de incunábulos, livros, opúsculos, folhetos e outras publicações editadas até meados de oitocentos, deram lugar a serviços criados no seio de instituições públicas e privadas, com a missão de receberem e de tratarem de forma mais precisa documentos recentes de cariz científico e tecnológico que importava conhecer para que o progresso industrial e técnico em curso prosseguisse e se superasse. Deu-se, assim a modernização da biblioteconomia através do esforço teorizador de Paul Otlet e Henri Lafontaine em torno da documentação - o livro antigo e a erudição filosófica, humanística e literária cederam o centro da atenção “bibliotecária” a todos os tipos de documento produzi- dos não no passado, mas no presente e em nome do desenvol- vimento da ciência e indústria. E, por fim, levou a museologia a renovar-se já em pleno séc. xx , mas sem se autonomizar do peso
Mostrar más

19 Lee mas

La tecnología y la cultura de la información como escenario de investigación para la ciencia

La tecnología y la cultura de la información como escenario de investigación para la ciencia

Na relação entre as tecnologias e sociedade, há de se considerar que o homem sempre quis que seu trabalho fosse facilitado ou automatizado, e isso se justifica pelos avanços das engenharias. Quanto ao uso das tecnologias mais inovadoras, desde aplicativos à internet das coisas, o comportamento nem sempre foi de adaptação, permanecendo atualmente variadas formas de acesso, habilidades e intenções. Não há como distinguir onde há e onde não há tecnologias em processos humanos, por isso, talvez seja possível identificar tantas discussões sobre isso nos meios de comunicação. E com isso nos vemos diante da cultura imersa em tecnologias de informação ou ainda, uma cultura buscando incessantemente por informações em tempo real. Esse movimento sob o viés da ciência direciona-se a um objeto comum em todas as abordagens: a informação. Nesse aspecto, a contribuição da Ciência da Informação é histórica e avança em diversas frentes de pesquisa, e se talvez essa contribuição não seja visível, é porque simplesmente todas as intervenções se fazem de maneira multidisciplinar. Isso se justifica pelo fato de que a transmissão de informação e conhecimento está potencializada e acelerada pelas tecnologias de comunicação. Por esse motivo, alguns aspectos da própria cultura de informação podem estar implícitos nas pesquisas de muitas ciências, em especial na Ciência da Informação, principalmente quando existe a associação das tecnologias de informação com os objetivos das pesquisas.
Mostrar más

8 Lee mas

Descargar
			
			
				Descargar PDF

Descargar Descargar PDF

Este trabalho propõe uma aproximação entre a Ciência da Informação e as Políticas Públicas de Informação e Tecnologia. O objetivo é identificar o tratamento que as Políticas Públicas de Informação e Tecnologia têm recebido, por meio do estudo dos elementos de conteúdo abordados nas publicações científicas da área da Ciência da Informação colombiana. Os elementos de conteúdo foram abordados com o intuito de estudar o direcionamento que o tema tem recebido nessas publicações na conjuntura da Sociedade da Informação. Utilizou-se o sistema SciELO, consultando no assunto Ciências Sociais Aplicadas na Colômbia, tendo selecionado dois periódicos que publicam a partir da Ciência da Informação: Revista Interamericana de Bibliotecología e Signo y Pensam iento, analisando o período de 2000-2016. Considera-se que as discussões têm sido poucas, e na sua maioria centradas em algumas temáticas da Ciência da Informação, sem encontrar análises integradas com as propostas do governo, nos tópicos considerados por eles como fundamentais na Sociedade da Informação. Dentro das publicações científicas analisadas há uma ampla discussão em torno do papel das bibliotecas públicas como agentes determinantes para o desenvolvimento da Sociedade da Informação. Conclui-se que são necessários novos direcionamentos que aprofundem as relações entre a Sociedade Informação e o desenvolvimento científico e tecnológico, sociedade e políticas públicas de informação, incluindo fundamentos históricos e epistemológicos de políticas públicas de informação.
Mostrar más

13 Lee mas

Factores que influencian la interacción con la interfaz del Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER)

Factores que influencian la interacción con la interfaz del Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER)

A motivação da pesquisa se deve, primeiramente, à importância do periódico científico para a ciência - por ser uma ferramenta imprescindível e um canal crucial para a comunicação científica uma vez que confere ao pesquisador prestígio, status, visibilidade, legitima e garante credibilidade à pesquisa (MEADOWS, 1999; MUELLER; 1999). E em segundo plano, a indagação de que, na concepção de sistemas de acesso aberto, os usuários, a acessibilidade e a usabilidade foram considerados a fim de que esse acesso seja pleno. A mediação da informação no meio eletrônico é realizada pela interface (conjuntos de elementos visuais, caracteres, imagens, vídeos e outros) em uma tela de computador que são organizados de forma a facilitar a interação entre o usuário e o sistema. Nesse meio os periódicos possuem um grande potencial de serviços os quais podem ser oferecidas aos seus usuários. Portanto, seria relevante realizar uma pesquisa centrada no usuário a fim de descobrir quem são os usuários desses periódicos, como eles utilizam-no e percebem a interface do mesmo. Dentre os sistemas pautados na filosofia de acesso livre para publicação de periódicos científicos, como o Sistema de Editoração de Revistas (SEER), o Scientific Information Exchange (SCI), e o Digital Publishing System (Dpubs), apresentaremos o resultado de uma pesquisa com o SEER, utilizando dois dos mais citados periódicos da área da Ciência da Informação: Ciência da Informação e Perspectivas em Ciência da Informação (VILAN FILHO, ARRUDA e PERUCHI, 2012). Os estudos de usabilidade da interface do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER) (sistema que permite a realização de todo o processo editorial no meio eletrônico) são incipientes. Não foram identificados trabalhos a nível internacional 1 cujo objetivo fosse estudar a
Mostrar más

10 Lee mas

La Ingeniería del Conocimiento y la Ciencia de la Información

La Ingeniería del Conocimiento y la Ciencia de la Información

Como metodologia, esta pesquisa tem caráter documental, utilizando-se de análise qualitativa na exploração feita em documentos que serviram para a coleta de dados. Usamos a reunião dos trabalhos mais recentes, e também os mais tradicionais, da literatura nacional e internacional sobre o tema, no que concerne aos assuntos correlatos. A escolha da bibliografia começou com a seleção dos documentos, feita pelo professor especialista, dadas as referências indicadas na disciplina e foi se desenvolvendo ao longo das leituras. Engenharia do Conhecimento e ontologias são termos já estudados ao longo dos últimos anos, mas ainda se mostram pouco explorados pela Ciência da Informação, daí a justificativa para este trabalho. Os objetivos são compreender as novas expectativas que pairam sobre a Ciência da Informação frente a uma suposta conjunção de seus métodos com a Engenharia do Conhecimento; identificar os aspectos mais proeminentes acerca da introdução da ontologia no contexto da Ciência da Informação, e os principais instrumentos para a produção de frameworks ontológicos aplicáveis à organização da informação.
Mostrar más

8 Lee mas

A gestão da informação e a competência em informação: subsídios para o âmbito empresarial

A gestão da informação e a competência em informação: subsídios para o âmbito empresarial

Todos os dias, um grande volume de informação é descarregado sobre as organizações sem que exista um plano de gestão deste recurso, prejudicando os processos de trabalho, que exigem do funcionário competência efetiva frente ao uso dessas informações. Assim, essa pesquisa tem por objetivos inter-relacionar a gestão da informação e a competência em informação como processos que possam subsidiar as práticas de trabalho das organizações inseridas no contexto empresarial. O problema de pesquisa se define: como a gestão da informação e a competência em informação podem contribuir para as organizações inseridas no contexto empresarial? Por que a gestão da informação necessita da competência em informação e vice-versa? Para tanto, utilizou-se como metodologia uma pesquisa do tipo bibliográfica e de natureza qualitativa, onde foi realizado um levantamento de materiais relevantes sobre os conceitos em questão. Os resultados demonstraram que se torna relevante unir esses campos da ciência da informação (gestão da informação e competência em informação) e inseri-los no ambiente organizacional, a fim de otimizar os processos diários relacionados às práticas de trabalho e às tomadas de decisões. Essa inter-relação pode ser apontada como um planejamento estratégico para o alcance da vantagem competitiva e êxito no mercado.
Mostrar más

17 Lee mas

En memoria de la profesora Rachel Joffily Abath: Orígenes, vida académica, añoranzas e imágenes

En memoria de la profesora Rachel Joffily Abath: Orígenes, vida académica, añoranzas e imágenes

Sempre trabalhou com a informação e sua gestão relacionada à cidadania e ao desenvolvimento, realizando pesquisas em organizações não-governamentais e Centros de Documentação e Comunicação Popular. Defendia um conceito de informação inovador para a sua época, mesmo antes de se falar em Ciência da Informação no Brasil. Defendia a informação como instrumento transformador da sociedade que não necessariamente estaria atrelado a um suporte. Entendia que nem sempre a informação estaria registrada, mas seria objeto também de seus estudos. Desenvolveu pesquisas com publicações nacionais e internacionais sobre a utilização da informação e das tecnologias da informação e comunicação por organizações não-governamentais, enfatizando, até o fim da sua vida a questão do gênero feminino e seu processo de empoderamento social através da informação. Mesmo sua tese de doutoramento foi sobre tal temática, aprovada com distinção e louvor (ABATH, 2000).
Mostrar más

11 Lee mas

Descargar
			
			
				Descargar PDF

Descargar Descargar PDF

No contexto de uma síntese de alguns métodos e técnicas de avaliação de serviços en- contrados na literatura sobre o assunto, este artigo relata a experiência da aplicação da técnica de cliente oculto, ou mystery shopping, para a avaliação de atendimento ao público numa rede de bibliotecas públicas no interior do estado de São Paulo, Brasil. Detalha- se como a técnica foi aplicada e os resultados tabulados são apresentados. Excluindo o grupo de controle, 60% das bibliotecas avaliadas conseguiram uma avaliação de “exce- lente” para a variável “informar”, que se refere à capacidade do funcionário atendente em resolver as perguntas e as pesquisas dos usuários, resultado esse muito satisfatório. Em relação à forma com a qual os “clientes ocultos” foram atendidos, a avaliação glo- bal foi igualmente boa, tendo 50% das bibliotecas alcançado o valor “excelente” para a função “acolhimento”. A aplicação da técnica se deu no contexto da oferta da disciplina de “Serviço de Referência e Informação” no curso de graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação de uma universidade federal brasileira, com os alunos da supra- citada disciplina agindo como “clientes ocultos” dos serviços prestados aos usuários nas bibliotecas públicas avaliadas. Nesse sentido, espera-se que o exercício contribua para a formação de profissionais bibliotecários reflexivos que possam futuramente propor ações baseadas em evidências.
Mostrar más

12 Lee mas

A arquitetura da informação e o bibliotecário

A arquitetura da informação e o bibliotecário

Resumo. O trabalho objetiva discutir o conceito de Arquitetura de Informação através de revisão de literatura. Segundo Rosenfeld (2002) a “Arquitetura de Informação é a arte e a ciência de organizar, estruturar e categorizar a informação para torná–la mais fácil de encontrar e de controlar”. Essa definição encaixa–se na função do bibliotecário: trabalhar com hierarquia, categorização, fluxo da informação, facilidade de uso e acesso à informação. Profissão emergente do novo milênio, a arquitetura de informação envolve a análise, o design e a implementação de espaços informacionais. A visibilidade da arquitetura de informação a partir da segunda metade dos anos 90 coincidiu justamente com o momento em que a internet atingiu massa crítica. Como o foco da disciplina arquitetura de informação está no conteúdo, ela tem uma grande relação com a área de Ciência da Informação. Fala-se de classificação, categorização, de padronização, de vocabulário controlado, thesaurus, itens muito conhecidos por bibliotecários, gerentes de conteúdo e cientistas da informação. O foco do bibliotecário deixou de ser somente o suporte (o livro) para abranger o acesso à informação (ou seja, a informação em todos os tipos de suporte). Assim, a informação na internet é um grande nicho para estes profissionais. Além da estruturação, organização e categorização da informação, o arquiteto de informação lida também com questões de usabilidade e cognição, taxonomia, tesauros e vocabulário controlado. Ter um site na internet com muito conteúdo significa ter que organizar e categorizar muita informação e isso é o que o bibliotecário vem fazendo há tempos.
Mostrar más

11 Lee mas

Os usuários da informação jurídica

Os usuários da informação jurídica

No âmbito da Ciência da informação, usuário é todo indivíduo que busca por uma informação ou serviço em uma unidade ou sistema de informação, em qualquer meio que ele possa ter disponibilidade. Os usuários reais são os que de fato interrogam o sistema num dado momento, mas existem também os usuários potenciais que são aqueles que preenchem todos os requisitos para utilizar a unidade de informação e não o fazem nunca, ou pelo menos não com tanta frequência. Segundo Dias e Pires (2004, p. 9), os não-usuários incluem aqueles que desconhecem os serviços ou como utilizá-los, os que não confiam nos serviços bem como os que não têm consciência que possuem necessidades de informação.
Mostrar más

12 Lee mas

TítuloAporte da cogniçâo na construçâo dos processos de organizaçâo, recuperaçâo e uso da informaçâo

TítuloAporte da cogniçâo na construçâo dos processos de organizaçâo, recuperaçâo e uso da informaçâo

Hjørland (1995), por exemplo, sugere o desenvolvimento e aplicação de uma episte- mologia sociocognitiva nos domínios do conhecimento para a Ciência da Informação, pois que há sempre explicações filosóficas subsidiando os produtores da informação, usuários, mediadores e os que desenvolvem sistemas. O autor declara que, do ponto de vista socio- cognitivo, os discursos comunicativos são parte de uma divisão do trabalho, isto porque o conhecimento é historicamente, culturalmente e socialmente determinado, segundo a teoria da atividade; a informação precisa existir no coletivo e não-somente na mente individual; o conhecimento subentende teorias, paradigmas e epistemologias. Segundo a teoria da atividade, o individuo como ator constrói o conhecimento, a partir dos fatos, valores e procedimentos, por meio da interação entre o conhecimento interno e sua participação na vida externa;
Mostrar más

13 Lee mas

Relaciones paradigmáticas entre la Archivologia y la Ciencia de la Información: la vivencia práctica de un archivo

Relaciones paradigmáticas entre la Archivologia y la Ciencia de la Información: la vivencia práctica de un archivo

Resultados. Os resultados demonstraram que o arquivo público, embora venha se modernizando, incrementando em suas práticas algumas características dos paradigmas descritos pela Ciência da Informação, a grande maioria dos fazeres arquivísticos é sustentado pelos paradigmas oriundos da Arquivologia. Portanto, dos sete pontos paradigmáticos identificados, cinco são oriundos da Arquivologia que são: foco no documento; atenção à custódia; acervo histórico e institucional; produção de documentos secundários; e, pouca preocupação com o usuário. Dois paradigmas são viabilizados pela Ciência da Informação, a saber: preocupação com a recuperação da informação e forte tendência à informatização. Conclusões. Evidencia-se que a preocupação com o acervo, suporte e tratamento técnico são paradigmas das ciências documentárias, os quais estão em consonância com o paradigma físico existente na área da Ciência da Informação, o que deduz ser a Ciência da Informação uma evolução das ciências documentárias. Essa inferência remete ao desenvolvimento de estudos futuros, a fim de gerar conclusões mais científicas.
Mostrar más

16 Lee mas

Descargar
			
			
				Descargar PDF

Descargar Descargar PDF

4. Ariluci Goes Elliott. Doutorado em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP-Marília-SP). Mestre em Ciência da Informação pela Universi- dade Federal da Paraíba (UFPB). Especialista em Educação de Jovens e Adultos pela Universidade de Brasília (UNB) e Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Do- cente do Curso de Biblioteconomia e do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia (PPBG) da Universidade Federal do Cariri (UFCA), Juazeiro do Norte, Ceará – Brasil. ariluci.goes@ufca.edu.br
Mostrar más

6 Lee mas

Historias de vida como hecho museológico tratado por el diseño de información en la curadoria digital en el Museu da Pessoa

Historias de vida como hecho museológico tratado por el diseño de información en la curadoria digital en el Museu da Pessoa

O artigo baseia-se em pesquisa que busca verificar o papel do Design da Informação na Curadoria Digital do Museu da Pessoa na Web 2.0 e o seu objetivo é refletir sobre o seu fato museal, histórias de vida. Em tempos de custódia ampliada, o Museu da Pessoa destaca-se como sistema memorial dinâmico, interativo e colaborativo. Previsto em e para Curadoria Digital, o Design da Informação é meio facilitador de indexações de conteúdo informacional bem como da organização gráfica desses conteúdos, tanto top-down quanto bottom-up, a fim de que sujeitos não apenas reconheçam histórias de vida como um objeto cultural tangível, um fato museal, mas também para que se reconheçam enquanto seres humanos atuantes no processo informacional, reforçando vínculos identitários por meio de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). A necessidade de se conhecer novos meios e estratégias para a Curadoria Digital em instituições museológicas no âmbito da Ciência da Informação justifica esse artigo com o qual espera-se favorecer a compreensão do Museu como um modelo para a preservação e interação com histórias de vida, narrativas autobiográficas, entendidas, neste contexto, como bens culturais e patrimônio memorial. Como resultado do estudo, verifica-se que, por meio de suas metodologias, e em convergência com a Ciência da Informação, o Design da Informação cria um simulacro de museu online, em fluxo e ubíquo, bem como condições para uma Curadoria Digital (top-down), tendo em vista a representação e a preservação de objetos culturais digitais, assim como seu acesso, aos agentes informacionais da instituição e aos internautas (bottom-up), interativamente, na Web 2.0.
Mostrar más

12 Lee mas

Descargar
			
			
				Descargar PDF

Descargar Descargar PDF

A questão da troca de informação em ambiente organizacional ocupa o contexto de discussão central desse artigo, ao considerar a importância do fluxo de informação para a construção de conhecimentos individual e coletivo. Discorre-se sobre o comportamento da informação em ambiente organizacional e a importância do fluxo de informação para partilhar as informações de modo efetivo bem como sobre a contribuição que a Ciência da Informação pode oferecer nesse sentido. O objetivo desse artigo é discorrer sobre a importância da troca de informação para que os fluxos de informação formais (estruturados) e informais (não-estruturados) sejam efetivados no ambiente organizacional. O compartilhamento da informação está estreitamente relacionado com o seu contexto, e isso é determinante para que ocorram as trocas de informação e efetivação dos fluxos de informação no ambiente organizacional. O conhecimento por seus atributos: coletivo, subjetivo, elemento de transformação da informação, entre outros, representa potencialidade de expressão de forma explícita e tácita nem sempre passível de difusão mesmo entre atores e/ou pessoas inseridas em um ambiente em rede. No espaço em rede, por exemplo, as relações são tecidas à medida que se compartilha informação e conhecimento oriundos de práticas e vivências do grupo. A troca de informação e conhecimento tácito pode ser considerada a condição necessária para conceber maior significância aos fluxos de informação.
Mostrar más

11 Lee mas

Teaching Information Ethics

Teaching Information Ethics

A construção participativa de um instrumento com diretrizes para uma política de gestão de recursos de informação digitais, no âmbito do PROCAD UFPB – UNESP/Marília, será o eixo motivacional e operatório da pesquisa. Para construção desse instrumento com a comunidade de pesquisadores- docentes e alunos no Mestrado em Ciência da Informação dos respectivos Programas, optamos, também, por incluir o uso da metodologia da pesquisa- participante, que envolve contato permanente entre os participantes da pesquisa (docentes e discentes dos PPPGCIs), sendo que o primeiro momento é dedicado ao conhecimento preliminar da realidade, de modo a identificar o que Goldmann (1970) denomina “informação prévia”. Desta ação, resulta a formação de um grupo de trabalho que, no segundo momento, identifica, na comunidade, os “temas geradores” do conteúdo do instrumento. Nesse sentido, a pesquisa- participante oferece oportunidade para que a comunidade científica envolvida no PROCAD possa participar da análise da sua própria realidade. Assim, a pesquisa-participante pode ser vista como uma abordagem “que poderia resolver a tensão contínua entre o processo de geração de conhecimento e o uso deste conhecimento, entre o mundo acadêmico e o irreal, entre intelectuais e trabalhadores, entre ciência e vida” (DEMO, 1986, p. 126). Nesse processo, o objeto de estudo se torna sujeito da ação e partícipe da discussão do seu próprio destino, no caso suas necessidades de informação e os recursos possíveis para seu atendimento.
Mostrar más

240 Lee mas

Show all 10000 documents...